E a Olá Brasil. Olá, senhoras e senhores, sejam todos muito bem-vindos a mais um meu, a mais um seu, a mais um nosso Radardo Exa. É isso, Copa do Mundo começou, é oficial, vai ter Copa. E claro que com a Copa rolando, antes mesmo de rolar, a gente já tava nessa, né? Radardo Exa ativado, acompanhando a nossa seleção, onde quer que ela esteja. Tá treinando, Radardo Exa tá ao vivo e tá online. Tá dando entrevista coletiva, Radar do Exa tá ao vivo e tá online. Tá no pré-jogo, tá no pós-jogo, o Radar tá sempre aqui
alvo e volola para trazer tudo para vocês. E daqui a pouquinho tem entrevista coletiva da seleção brasileira. Vamos ouvir o nosso goleiro titular, o Alisson. É quem vai falar com a imprensa e claro que a gente vai acompanhar tudo ao vivo. Já convido você a dropar o seu like. Chega dropando o seu like. Tá confiante no exa? Tá acreditando? é super ticioso. Deixa o seu like aqui com a gente, ó. Tô fazendo isso agora. Inclusive, acabei de ver que tem enquete aberta. Alisson, no gol da seleção. É confiável, o melhor que nós temos ou precisa
fazer milagres? Algo que a galera disse que tá faltando ele fazer aí nas últimas copas, né? participa com a gente, manda sua mensagem aqui no chat, já compartilha com todo mundo. Salve especial para quem tá acompanhando também na HBO Max ou na TNT Esports através da sua TV. Bora Começar aqui os trabalhos porque hoje eu não tô sozinho nesse radar do Exa, não, nem poderia. Estou junto com meus companheiros de aventura rumo à Copa do Eu já tô hoje. Eu fiquei botando waving flag nas alturas. Mostra botando a La Copa de la vida que é
de 98, né? Gol, go! Alê, alê, alê. Putz, mano, eu tô só freed from desire, eu tô na só ouvindo as músicas de copo. Tudo bem, Alice Borges? Está no clima também. Começou. Boa tarde, Otávioado. Boa tarde. Ricardo Martins tá animadíssimo com a seleção brasileira na Copa do Mundo. Betão. Já dei boas-vindas pro Betão, não de placa, mas serve para cá também. Eh, vamos ouvir o Alisson. Eu é engraçado que a enquete tem passa, como é que é? Passa confiança, confiável. o melhor que temos no momento, então, e precisa fazer milagres. Essa segunda, ela fala
assim: "Cara, confiável não tanto, mas também não tem ninguém para botar no lugar dele". Basicamente que é a, eu acho que essa segunda opção é a história do Alisson no ciclo. O Ederson começa jogando, o Ederson começa como o goleiro do ciclo durante os 3 anos e meio. Teve muita oportunidade pro Ederson jogar, teve oportunidade pro Hugo Souza jogar, teve oportunidade pro Bento jogar e ninguém agarrou a vaga. Ninguém foi lá e agarrou a vaga. E nos clubes, o Alisson foi o quem mais fez no ciclo também. Então eu acredito que seja Por isso que
o Alisson vai para mais uma Copa do Mundo. Pode, você pode não gostar, você pode ser contra, você pode preferir outro goleiro, mas dos que tiveram oportunidade, aí você pode falar: "Ah, o meu era o Fábio, tá beleza? O Fábio não teve oportunidade". Mas dos que tiveram oportunidade, ninguém agarrou e o Alisson vai pra terceira Copa do Mundo dele. É isso, galera participando, mandando mensagem aqui no chat. Já já eu vou ler as mensagens. Deixa eu dar também agora oficialmente as boas-vindas novamente. A Betão tem reforço pra Copa. Uma salva de palmas. Valeu, valeu, valeu.
Reforço pra nossa zaga. Tudo bem, Betão? Silade, Otávio Neto, Wes Borges, Ricardo Martins, a todos que estão nos acompanhando. É um prazer estar aqui com vocês novamente e também é muito prazeroso a gente poder falar de seleção brasileira, né? É muito. Chegou o momento que tava todo mundo esperando. Estamos nesse debate aí para saber quem joga, quem não joga, que esquema tático que vai, o que que que o Ancelot estão tá pensando com relação à seleção brasileira e a gente tem toda essa expectativa boa. Falando sobre a questão do do Alisson, eu acredito que também
que é o goleiro que nós temos pro momento, né? é o goleiro que, por mais que a gente falou durante o ano sobre Hugo Souza, outros goleiros, o Fábio também foi colocado em pauta, mas eu acho que o que o Alisson ele vem com uma bagagem boa, com uma experiência boa. Eu acho que o Brasil do momento tá bem servido com o goleiro Alisson. E você, Ricardinho Martins, opa, legal. Que que você tá me olhando com essa carinha aí? Help me, é, help you. Boa tarde, pô. É bom demais ver o Betão de volta. Betão
que teve conosco ano passado, né, no Campeonato Paulista. Foi bem para caramba. Eu sou suspeito a falar do Betão, porque o Betão é meu amigo, muito legal ter ele de volta aqui. Cara, eu defendi muito outro goleiro na seleção brasileira, né? Eu não vejo no Alisson um goleiro confiável paraa seleção. Ele pode ser ótimo no Liverpool, um espetáculo, talvez o melhor goleiro da história do Liverpool. Beleza, maravilha, bom para ele. Mas na seleção não vai. Eu só tô esperando que ele faça uns quatro, cinco milagres na Copa do Mundo, porque se depender dele para fazer
um milagre, a gente tá ferrado, como estamos ficamos ferrado em 18 e 22. Então que ele faça alguns milagres para ajudar. Goleiro de de seleção grande, tem que fazer milagre. Só na enquete, então é a terceira, precisa fazer milagre. É isso, porque não tem outro, né? Eu gostaria muito que o Fábio tivesse chance. Não teve chance. O goleiro do Atlético Mineiro, acho que ele joga vôlei, né? Esse menino aí joga vôlei. Ah, por isso, por isso que não deve ser holandês também, né? não foi convocado. Então, já que não tem, é, já que não tem,
vai quentar lá mesmo. Que Deus nos ajude, que ele faça pelo menos uns três milagres na Copa do Mundo, porque para fazer milagre camisa da seleção é difícil dele fazer, viu? É, então tem uma parada que a gente fala muito do Alisson, eh, que é sobre ele ser contestado, sobre ele ser um goleiro que, eh, cai no gosto da galera ou não, E tem esse lance de, pô, e é um goleiro que precisa fazer mais milagres, precisa aparecer mais nos momentos decisivos, eh, pegar pênalty e etc. a gente sabe que isso pode fazer diferença numa
Copa, mas especialmente para essa eh o Alisson tem uma questão que é a questão física, né? Voltando de uma lesão, eh, e acho que pro goleiro ele fez um jogo na Premier League e um tempo em cada jogo das, eh, dos amistosos agora, né? Então, se você pegar em minutagem, ele tem dois jogos completos, eh, desde que ele voltou de lesão e ele tinha ficado um bom período fora, eh, em reta final ali de Premier League. Você sabe o que que o Bertão me ensinou? E eu acho que para goleiro isso é muito fundamental, né?
Tempo de bola, tempo de jogo, eu ia dizer tudo isso. O Betão me ensinou, se tem alguém que precisa est jogando, é o goleiro. Você pode poupar os 10 da linha, mas o goleiro tem que estar em ritmo de jogo. E agora é, e normalmente a gente vê isso, né? técnico que coloca o expressinho ali em campo, time mescl, o goleiro titular normalmente tá sempre lá, e essa questão da lesão, a gente falava também no de placa, eh, tem o tempo que você tá tratando a lesão, tem o tempo que você vai ter a preparação
física e tem a questão mental também, porque o cara volta de uma lesão de um tempo sem atuar. Poxa, será que eu vou dar meu 100%, eu posso me lesionar de novo? É Copa do Mundo, eu vou ficar fora dos próximos jogos. Então vai ter todo esse esse esse tempo também pro atleta pegar confiança de dar seu máximo sem se preocupar com a lesão. Alon de receio também aí. É, o Alisson até chegou a falar em uma das zona mistas de pós amistosos, se não me engano, contra o Panamáum que ele deu uma atrasadinha no
retorno ao Liver 100% confiante na parte física. Ele fala que ia voltar no meio do abril, foi até as redes sociais para desmentir o Arn Slot, né? E acabou voltando no tempo que o Arnlot. Já foi esse aí, já mandaram embora, deram linha na pipa para ele. Ó, Iraula. Stre para ele agoraic. Eu tô, a grande questão com Alisson é isso, assim, é tempo de bola que ele vai sair para socar, tempo de bola que ele vai sair, porque o Brasil muitas vezes quando sobe linha de marcação abre espaço às costas da zaga. É um
cara que, por exemplo, no jogo contra o Panamá teve um desse, e acho que foi no jogo contra o Egito também. Ele sai da área para ir com pé, para dar uma uma pancada na frente com a para na bola com a bola ir lá paraa frente e sair de perto do gol da seleção brasileira. Então ele precisa tá nesse tempo de jogo ligado, atento. Mas assim, eh, dos três que estão lá, eu já falei isso, o Ederson, eu tenho zero confiança pra Copa do Mundo, no momento, né, vendo que ele tá entregando na Turquia,
da Turquia, né, é, entregando na Turquia e tal. E o Everton talvez estivesse até melhor do que o Ederson no futebol brasileiro no Grêmio. E para mim seria o segundo, mas parece que o segundo vai ser o Ederson mesmo pelo tempo de casa. Eh, vamos lá então paraa Nova Jersey, para New Jersey, onde nossa dupla já tá posicionada, no hotel da seleção brasileira, o The Reid, onde daqui a pouquinho o Alisson vai falar. Deixa eu dar o meu abraço para Monique Danelo, Vittor Sérgio Rodriguez, já bem Posicionados na sala de coletiva. Tudo bem com vocês,
dupla? Como é que tá o clima por aí? Daqui a pouquinho tem Alisson falando. Boa tarde. Boa tarde, Otávio. Tudo bem? Um beijo para vocês, para todo mundo que tá ligado com a gente. Já estamos aqui na contagem regressiva, né? Em mais ou menos 20 minutinhos o Alisson senta ali na mesa de entrevistas para conversar com a imprensa. Deve ser uma entrevista coletiva que deve durar cerca de 20, de 25 minutos. Hoje acho até que não será uma entrevista com tantas perguntas, porque eh conhecendo o Alisson, ele normalmente se aprofunda mais nas respostas, então elabora
demais respostas. Exatamente. Então, eu acho que a gente não vai ter eh tanta variedade em termos de perguntas, mas é um nome muito importante, é uma liderança da seleção brasileira, um jogador, né, que faz parte dessa geração de líderes, que permaneceu da última Copa para cá. Exatamente. E e é um jogador também, na VSR que vem de um período longo de lesão, eh, de muita desconfiança. E acho que desconfiança é o tom do que sempre foi a história do Alisson na seleção brasileira. Eu não me recordo desde quando ele assume que na época ele tava
disputando vaga com o Jefferson, goleiro do Botafogo, que hoje já não tá mais em atividade, quando ele assume o posto lá na Copa, nas eliminatórias de 2015 ali, mais ou menos, isso já gerou muita polêmica da forma como foi trocar um pelo outro e acho que desde então a história dele na seleção, tinha o ainda tinha o Growy, que era o segundo goleiro, mas machuca, aí pula direto do Jefferson pro terceiro goleiro, né? É isso, né? Exatamente isso. E depois quando passou disso já voltou o Alisson titular. E eu acho que sempre foi uma história
de desconfiança, dá pra gente dizer assim. Então eu acho que naquele momento havia um motivo para questionar essa condução. Eu acho que o Jeferson na ocasião não tinha feito nada para ser barrado. Aí ia ele ia ser trocado pelo segundo goleiro que era o que era o Growe. E acabou que o Growy se machucou, entrou o Alisson e o Alisson até ali, eu imagino que não tivesse pronto barra, não tivesse bagagem depois. o Alisson. E na época, se eu não me engano, o Alisson ou tava trocando o Inter pela Roma ou era reservaço da Roma,
só jogava nas copas, lembra? O titular da Roma era o Chny e o Alisson só jogava na Copa da Itália. Então tinha muito questionamento com isso. Depois eu acho que virou algo inquestionável. Eu avalio o Alisson como o melhor goleiro brasileiro há pelo menos 8 anos, mas assim, melhor, muito à frente dos outros, incluindo aí o Ederson, né? O Ederson já foi, já teve temporadas em que ele talvez tenha estado melhor que o Alisson, mas eu acho que o Alisson é nesse período todo o goleiro mais capacitado, de melhor qualidade do Brasil. O ponto nessa,
nesse ciclo, especialmente na parte 2026, ele praticamente não jogou, né? emendou uma lesão na outra e voltou num jogo só, se machucou de novo. Então chega essa questão porque o ritmo é muito importante para goleiro e ele só fez esses esse jogo, o último jogo lá do Liverpool na Premier League e depois ele fez o primeiro tempo contra o Panamá e o Primeiro tempo contra o Egito. Então acho que tem questionamentos com relação ao ritmo de jogo do Alisson. Não questiono, na minha modésta opinião, não questiono a qualidade ou a capacidade do Alisson, porque acho
que ele é um dos um excelente goleiro. Eh, tô com o VSR nessa daí também. Acho que não dá para contestar a qualidade técnica do Alisson, até se a gente olhar eh pra concorrência dele dentro da posição dentre os goleiros brasileiros. A gente tava falando aqui, ô dupla, eh, primeiro sobre isso, né, o Alisson ser contestado, segundo sobre eh o o Alisson tá vindo numa condição física também, eh, que é duvidosa para essa Copa do Mundo. Isso é muito importante, principalmente pra posição de goleiro. Mas eu queria falar com vocês sobre liderança, né, que é
algo que a gente tem falado muito nessa seleção, que tá tendo jogadores um pouco mais jovens, tá passando por uma espécie de reformulação. Eh, vocês encaram o Alisson como uma das lideranças dessa seleção. Vocês estavam falando, é a terceira Copa do Mundo dele, mas ele exerce essa liderança? E se ele exerce liderança, qual é a liderança que ele tem para esse grupo atual, para esse plantel da seleção? Então, Otávio, eu acredito que existem perfis diferentes de líderes, né? Tem gente que lidera pelo exemplo, tem gente que que lidera pela história, né? Pelo tempo de casa,
tem gente que que lidera no discurso, né? Que é mais ativo Falando, dando conselho e assim, eh, tem uma geração que vem da última Copa que mantém ali essa primeira prateleheira da liderança. E aí a gente pode citar o Casemiro, o Danilo, o Marquinhos, o Alisson. E eu até incluo Vinícius Júnior nesse grupo e eu vou explicar porquê. Eh, em todo o clube, toda a seleção, sempre tem aqueles líderes do elenco, né, que são os jogadores que quando eh em alguns momentos a comissão técnica precisa ter conversas sobre questões ou pontos mais delicados, eles primeiro
conversam com esse grupo de líderes e depois isso é repassado pro grupo ou eles escutam, né, eles escutam o grupo através da palavra dois líderes para fazer esse filtro e se chegar a alguma conclusão. Isso é comum em todos os lugares. Vou trazer o exemplo, por exemplo, do clube que eu cubro no dia a dia, o Flamengo. Eh, lá tem um grupo de líderes, né, que tem o Arrascaeta, o Alexandro, o Léo Pereira, o Danilo. Eh, antigamente foi Diego Ribas, Éeverton Ribeiro, Diego Alves, o Bruno Henrique se inclui nesse agora também, que são jogadores mais
antigos junto com jogadores mais experientes que formam um grupo de liderança. Toda vez que algo precisa ser debatido, antes de chegar num debate mais amplo que envolva o grupo todo, esses líderes, tipo premiação, tipo cronograma de coisas, né? Então, folga, coisas assim. Então aqui do último ciclo, eh, permanece um grupo de líderes que, que são jogadores muito importantes, são referências pro elenco e que tomam à frente eh nessa relação com a comissão técnica para além da liderança do vestiário, que a gente vê o Danilo sempre discursando, do Casemiro, O Danilo a gente vê muitas vezes
jogadores citando, vários citaram aqui, é porque eu converso com o Danilo e Banas e o Wesley do Marquinhos, como o episódio na final da Champions com o Magalhães e que ele também exerce muito bem de chamar os jogadores na descida do ônibus quando vê que o clima tá azedando para poder ir ali falar com a torcida. Então, cada um tem o seu perfil. O Alisson, ele é um cara visualmente mais calado, que parece não estar ali no fronte quando a gente vê e esse tipo de situação, mas é um líder desse grupo, faz parte desse
grupo de lideranças. E aí, é, até onde eu sei, tem Casemiro, Marquinhos, tem o Alisson, tem o Vinícius, que é um cara mais jovem, mas pela história, né, pelo pelo peso que tem o Vinícius, já vem já vindo da última Copa, né, pela por ser uma liderança técnica, um jogador que é a bandeira dessa seleção, a gente pode dizer assim, na ausência do Neymar e agora o Neymar também, são os jogadores, né, que que formam esse grupo ali de lideranças com as quais sempre tem essa conversa da comissão técnica. Então o Alisson é isso, ele
não é o cara que a gente vê normalmente no vestiário, nos vídeos, né, tendo um tom acima, né, VSR ou ou puxando nesse sentido, mas ele é tratado uma liderança desse grupo pela história que ele tem, pelo tempo de seleção, pelo número de copas. E acho que isso é é totalmente OK, né, porque cada líder vai inspirar de um jeito, né? É, e depois dessa explicação maravilhosa da Monique, eu não tenho nada o que acrescentar nisso. Vou acrescentar uma outra coisa. O Alisson vai para esta Copa do Mundo para uma condição que só dois goleiros
tiveram na seleção Brasileira, que é serem titulares em três Copas do Mundo. O Gilmar dos Santos Neves foi titular em 58, em 62. Eu até fui aqui no celular olhar para ter certeza. E foi titular em meia nos dois primeiros jogos. depois perdeu a posição, se eu não me engano, pro Manga no terceiro jogo que o Brasil inclusive foi eliminado. E o Tafarel foi titular da seleção em em 90, em 94 e 98. Nenhum outro goleiro no Brasil foi titular em três Copas do Mundo e o Alisson vai para cá nessa condição. É uma condição
muito rara e muito relevante. Ao contrário dos outros dois, o Alisson ainda não foi campeão. É algo muito representativo num Brasil de Emerson Leão, num Brasil de Rogério Ceni, num Brasil de Dida, num Brasil de Marcos, num Brasil de Júlio César, num Brasil de sei lá, Carlos, só três goleiros terão sido titulares em três Copas do Mundo. O Alisson vai completar isso, né? A menos que aconteça algum problema de lesão, ele vai ser titular. Então é algo muito relevante sim enquanto uma personalidade, um grupo, um jogador importante, relevante no grupo. É, e foi bom, Víor
Sérgio ter falado disso, porque quando eu perguntei sobre liderança, é aí que eu queria chegar, né? É, é um cara que tá indo pra sua terceira Copa do Mundo, então imagino a experiência que ele tem eh sendo titular nessas três Copas do Mundo. VSR lembrou bem, desde o Tafarel isso não acontecia. E aí depois dele a gente teve Marcos, uma Copa, Dida, uma Copa em 2006. O Júlio César teve duas como titular e Agora vai pra terceira. Eu tava até, eu tinha quase a certeza, mas fui pesquisar para não falar besteira. O Emerson Leão foi
a quatro Copas do Mundo, só que duas como titular, né? Outras duas ele ficou no banco e aquele tava melhor, o Telê não levou. Examente. O Telê não levou. Exatamente. Ele foi Ele foi em 70 como terceiro goleiro, titular em 74, 78, que era o melhor goleiro do Brasil. talvez vivesse seu ágio e a 82. O Telê não levou porque ficou ficou chateado com uma entrevista que o Leão deu para placar, que ele teria se colocado como o melhor goleiro e tudo. E o Leão nem falou muito isso depois. Depois é, e depois de um
tempo o próprio Juca Kifuri, que o jornalista disse que talvez a placar tenha carregado um pouquinho a mais no título, coisa que o jornalista nem faz. E aí ele não foi em 82, mas foi em 86 como terceiro goleiro de novo. E ele fala, né? O Leão participou muito tempo, não é só na era rede social que você dá aquele bait, né? Já existiu o bait antigamente. O Leão fez muito mais 90 com a gente aqui. Ele falava 86 eu não tinha que ter ido. Eu fui para turistar, eu tinha que ter ido era em
82 que ele era o melhor goleiro do Brasil. E o o Telê leva em 86 para tentar corrigir o erro de 82, mas aí não deu certo, né? É. E o que eu tava querendo chegar no Alisson é o seguinte, ele é o cara que já vai entrar em campo meio que carregando a culpa de qualquer coisa errada que aconteça com a seleção, mas ao mesmo tempo se o Brasil sair exa dos Estados Unidos, ele vai ser alçado ao panteão de uma lenda, pô. Alçado ao quê? Ao panteão, né? É o é o lugar onde
ficam ali os deuses, né? ter cultura, meu amigo. É palavra difícil vocabulário. E nenhuma dúvida que se o Brasil voltar dos Estados Unidos exa é porque o Alisson fez uma grande copa, porque qualquer Copa do Mundo tem um grande goleiro fazendo a diferença. Assim, o campeão, né? O goleiro campeão sempre faz diferença. Talvez o goleiro que recentemente menos tenha chamado a atenção nisso tenha sido o Loris em 2018, mas tem vários jogos que ele vai muito bem, jogos que tá que a França decide depois, que ela define depois. E o o Loris faz ali uma
defesa quando tá 0 a 0 ou quando tá 1 a 0 França, ele é importantíssimo. O Dibu não precisa falar, né? Na última Copa do Mundo fez o título, né? Exatamente. Exatamente. O a o Buffon o Buffon 2010, o Cassil, o Buffon 2006, o Cassilhas 2010, o Neuer em 2014. É o Marcos. O Neer em 2014 faz um jogo nas quartas de final contra a França. Muito bom. do pelo horário aqui que vocês que pegar lugar aí pr coletiva que vai começar já já, né dupla? Monique já guardou o dela lá na primeira fila, que
a Monique era aluna de primeira fila. A minha, a minha é aqui, ó. É nessa do fundão, né? O seu, na verdade, tinha que ser fora da sala. Eu tô sempre na cozinha. Fora da sala de imprensa. Tô sempre na cozinha. A Monique, a Monique era, era aluna exemplar lá na primeira fila. Por isso, Otávio, que dizem que equilíbrio é Tudo nessa vida. E aí a equipe foi escalada justamente pensando nisso. Ele veio para equilibrar um pouco, né? Eh, como é que se diz? A, a rigidez de Monique Dan disciplina de Carol Buqueque. Mas aí
na prática sabe o que acontece? É eu tomando, é eu tomando esporro delas duas 24 horas por, quer dizer, só não tomo esporro quando eu tô dormindo. E aí só baixa tu já é um cara treinado disso também. Casa já tá acostumado, filho. Nós sabemos como é que é a vida. tá treinado, né? É a Monique Danelo, CDF da primeira fila e o Víor Sérgio Rodrigues, o da Algazarra da turma do Fundão. Boa coletiva para vocês aí. Assim que começar a gente vai jogar o sinal no ar. Afinal, afinal ninguém é convidado a se retirar
de três escolas à toa, né? Pai amado. Devia fazer pouca algazarra, né? Pouca, ó, falando português, fazia pouca merda na escola. Mas eu ganho dele. Eu só tive uma escola que eu não fui convidado a me retirar e eu repeti qu anos. Ninguém te aguentava na escola. Tu repetiu qu anos. Qu anos? Qu anos? Deixa eu pegar o gancho aqui falando dos goleiros ainda, né? A gente tá a gente tá esquecendo do bono, viu? Goleiro goleiro do Marrocha que 2022 o Marrocos só chegou onde chegou por ele ter é por ele ter feito vários milagres.
Eu acho que ele foi o melhor goleiro da Copa inclusive mais que o Diboi que ele começou a destacar. É que a defesa do do Argentino naquele último jogo, até hoje eu não acredito que ele pegou aquela aquilo é um milagre, coisa que o nosso goleiro não faz nem por decreto lei. Nosso goleiro não consegue fazer o milagre como fez o Argentina na final. Vai fazer, vai fazer, vai fazer. Você me garante? Nessa Copa ele vai fazer. Você garante? Garanto. Agora já tô mais animado. É o Bono não só em Copa do Mundo, mas em
Mundial também, né? Já salvou muito alilal já fo a verdade que o Bono tá no na Arábia Saudita porque tá ficando bastante rico, né? tá ficando bastante rico lá, porque ele já tinha conquistado pelo Sevilha duas Europa League, sendo importante. Se tivesse continuado no futebol europeu, nenhuma dúvida que estaria poderia estar no Sevilha ainda por por relação ou ou teria dado salto dentro do futebol europeu para outro lugar. O Tatá lembrou no último Mundial de Clubes da FIFA, esse menino aí ele classificou o time do Marcos Leonardo até onde deu que ele pegou foi um
absurdo também. É o goleiro bolacha que é inacreditável. agarra muito ou biscoito. Para eles é biscoito. É, para mim é biscoito. Biscoito. Para você aí do chat é biscoito ou é bolacha? Isso aí essa discussão é agora vou incentivar a galera a participar. Inclusive já deixa o like aí. Deixa eu dar uma passada na parcial. Eh, quase 1000 votos agora e a galera dizendo que o Alisson é o melhor goleiro que nós temos no momento. 36% dos votos para essa parcial, 33 para precisa fazer milagres e 31 para o confiável. Daqui a pouquinho ele provavelmente
vai ser perguntado sobre esse tipo de coisa, sobre ele ser eh eh muito contestado e tal, muito principalmente foiado no Maracanã num lance que não teve de forma de forma equivocada. Mas é o que eu disse aqui, aia não foi por aquele lance, aia foi pelo ciclo e pelas duas copas que ele não foi Então, mas aí é o que eu disse agora há pouco, né? O Alisson, ele já entra culpado por qualquer coisa que aconteça que nem seja culpa dele, né? É isso. E aí é por isso que eu digo assim, só tem um
jeito, tá? Ser campeão do mundo para pagar. Ele é um cara que é contestado, é experiente, é líder. A gente fez essa construção aqui de tudo que a gente estava falando. Será que ele tá com a cabeça boa? Se não tiver aí não dá, irmão. Aí é uma outra questão. Mas aí tem psicólogo na CBF porque uma época com o antigo treinador que eu não vou falar o nome não tinha. Agora tem porque com o antigo treinador não precisava. Ele fazia tudo. Ele fazia tudo. Ele escalava, ele desescalava, ele era psicólogo, era, ele fazia tudo
na situação. Rafinha falou ontem, né? Eh, em uma das perguntas na coletiva dele, eh, a que a gente mostrou ontem aqui no radar, eh, ele foi perguntado, se eu não me engano, Pelo Tomer Savoia, né, que perguntou para ele sobre como que é o o dia a dia dos jogadores e tal, coisa que a imprensa não pode ver. Aí ele fala sobre o cronograma de um dia da seleção. Ah, a gente toma o café da manhã e tal. Falou até que tá tendo campeonato de pingpong lá entre eles, que tem a galera que tem um
simulador de Fórmula 1 lá, que a galera gosta de dirigir nos momentos de lazer, mas ele falou sobre isso, que tem uma galera que vai pra psicóloga, tem uma galera que vai pra fisioterapia, tem. Então, eh, de falta de estrutura não dá para reclamar, né? Seleção tá muito É. Olison é um vencedor no Liverpool muito grande, assim, é um cara que tem duas Premier League, ganhou Champions, sendo importantíssimo inclusive na final da Champions, fazendo gol, que classificou o time inclusive acho que gol do ele é muito respeitado. Então assim, de fato, acho que cabeça no
lugar ele tem, cara, já conquistou na vida. É conseguir trazer isso do clube pra seleção que ainda não aconteceu. Acho que o maior peso talvez dessa dessa seleção é essa geração que já tá há alguns ciclos que não conquistaram o Mundial. Acho que o maior peso que tem nesse momento é isso, é Casemiro. Eh, até o Rafinha que já tá na sua segunda, que tem um uma boa cobrança em cima dele. Ele falou sobre isso na na Alisson, o próprio Danilo. Danilo tá vendo a segunda copa também. Danilo, é segunda. Acho que é terceira. Segunda
ou terceira. O Marquinhos. Isso. Então, tem uma galera aí que acho que a questão Casemiro, a questão mental vai mais nesse sentido de não terem conquistado ainda e essa cobrança só vai aumentando. É, 2018 acho que era Danil e Fagner, né? Eu acho. E aí o Fagner joga contra B. Confesso que eu não fiz a conta, mas de 2022 para 2026, quantos repetiram convocados? A gente tem isso aí. Deixa eu pegar aqui. Tem tem uma cara, tem um levantamento que eu tava vendo esses dias de um cara que tá fazendo vários levantamentos assim, eu não
vou lembrar qual é o arroba dele agora. Eu vou procurar e e mostro depois, porque tem bastante gente repetida, né? É. E ele fez isso de todas as seleções e mostra que eh na história das copas, quanto mais você tem da copa passada, menos sucesso você tem. Nó temos 15, Tatá. Ó, vamos refazer então essa convocação. Será que dá tempo ainda? 15. 15. E e se você olhar para essa Copa do Mundo, nós vamos ter o Alisson foi titular na última, o Danilo em alguns jogos foi titular da última e seria titular da última, teve
questão de lesão, né? Se machucou aí o Militão em algum momento jogou pela direita. Marquinhos, Alexandro, Casemiro, eh, Bruno Guimarães estava no banco, né? Aí você tem Rafinha, Vinícius Júnior, Paquetá, Viní, então você pode oito, acho. Você pulou um aí, acho que são oito. É Alisson, Danilo, Marquinhos. É o quê? dos que estavam na Copa passada, Casemiro, Paquetá, Vinícius Júnior, Rafinha, oito. Oito de 11. E aí o o questionamento é outro. Se não levasse esse, quem que ia levar com o nível de seleção? É no lugar desses que ah não não podemos não podemos repetir.
No meu time o Casemiro não é titular. Aí depende muito de de de pessoa para pessoa. No meu time ele não é titular. Meio meio de campo é Danilo do do Botafogo, Guimarães e Paquetá. No meu, no meu time, o Vinícius Júnior ainda é titular, mas eu não sei até quando, que eu não aguento mais o Vinícius Júnior não jogando nada na seleção. Não tá, para mim tá chegando no limite. Ele precisa jogar a bola na seleção brasileira, nas laterais. Aí ferrou. Não tem, não, não tem. Nós não temos lateral. Tá repetindo lateral porque não
tem lateral. A parada é que assim, os três goleiros já são os mesmos, né? A gente repetiu os três goleiros ou são os mesmos goleiros da Copa passada. Mas aí que também foi o que nós falamos aqui, quando deu brecha não agarrou. Podia ter fe que provavelmente tava na lista. Eu quebrei a cara com o Bento na última semana ele falha. Ó o Alisson chegando aí, ó. Chegou no horário. É, mas tá. Eu acho que essa essa skin cabeluda aí do Alisson vai trazer um herói diferenciado. Tard a todos. Vamos começar aqui a entrevista coletiva
com a versão moleque gigante, goleiro da seleção brasileira, 33 anos, jogador do Liverpool, da Inglaterra, 78 jogos pela seleção, seis jogos com Carl Ancelote. E Alisson, queria começar, você gravou outro dia um conteúdo para FIFA que você se emocionou bastante falando, lembrando quando você era criança com seu irmão vendo jogos de Copa do Mundo, brincando de goleiro no sofá de casa com seu pai. Eh, para aquele moleque que via a Copa do Mundo tão distante, você tá indo pra sua terceira Copa do Mundo, pode ser tua terceira Copa do Mundo como titular. Como que é
isso? Como que você dimensiona essa possibilidade de se tornar junto do Tafarel e do Gilmar dos Santos Neves, o goleiro brasileiro com mais Copas do Mundo? Boa tarde. Boa tarde a todos. Acho com muita, se for dizer uma palavra assim para definir o sentimento, é honra, né? acho que poder tá eh entrando aí junto com esses grandes nomes da história da seleção brasileira. Eh, é um privilégio também para mim poder participar eh e disputar mais uma Copa do Mundo, como tu falou, né? E quando eu assistia lá como criança, talvez eu sonhava em estar aqui,
mas era uma realidade muito distante, né? E hoje, quando eu paro para pensar isso, é um privilégio e é uma bção poder eh ter essa oportunidade De disputar uma Copa do Mundo com vestindo a maior camisa da maior seleção. Então, me sinto muito honrado com isso. Obrigado, Bassan. Oi, Alisson. Aqui, eh, aqui no meio, Pedro Bassan TV Globo, tudo bem? Eh, você tá chegando pra sua terceira Copa, não é? Nas outras, o período de preparação teoricamente foi mais tranquilo. O Brasil chegou até com um favoritismo maior. Nesses últimos anos a gente teve um período mais
turbulento pro grupo como um todo e até pros goleiros e para você em particular, comparando com as outras. Mas eu queria saber de você, como é que você compara esses períodos de preparação? Muitos dizem que a seleção cresce nas copas quando a preparação não é tão tranquila. Queria saber o que você acha disso também e comparar esses três períodos. Eu acho que todos os períodos eles tiveram as suas características, né? E é innegável, né? Que esse último foi muito difícil para todos nós jogadores. Sentimos na pele aqui as dificuldades que que tivemos. Eh, acho que
vocês acompanharam bem de perto também e por vários fatores. Eh, mas dentro disso, a coisa mais importante é o momento que nos encontramos agora, né? Aí, desde a chegada do Antielote, eh, o ambiente foi transformado. Ele é um cara que carrega uma presença muito Forte e nos dá essa tranquilidade, né, de um ambiente eh focado no trabalho, eh, e sem tá focado em polêmicas ou ter que resolver outras questões. Então, dentro de tudo isso que aconteceu, né, é o mais importante é o momento que nos encontramos agora, porque é isso que importa, é o momento
com que é o momento que a equipe chegará para disputar o primeiro jogo. Eh, e se for da vontade de Deus, chegando até a final, isso é o mais importante, é o que a gente pode ver, pode ter observado historicamente também na história da seleção. Por isso que se diz, né, que é bom chegar, que a seleção chegue um pouco questionada, porque foi assim em outros momentos também. Eh, mas os jogadores de hoje têm uma característica eh diferente de de outras de outras épocas. Então, o mais importante é como nos cheg chegamos agora e como
nos sentimos agora, né? e nos sentimos confiantes, eh, por causa dos treinamentos, por causa do trabalho, por causa da qualidade, eh, por aquilo que estamos nos tornando como equipe, né? E a gente espera que isso, todas essas coisas deem resultado já a partir desse primeiro jogo contra o Marrocos. Alisson aqui bem na frente, Gabi Guimarães, TV Band. Alisson, muita gente viu a convocação do Éton em detrimento de outros goleiros mais jovens e que estão começando agora tendo oportunidades com a seleção brasileira ao longo do ciclo, muito por causa das questões físicas que você e o
Éderson tiveram nos últimos anos. Você concorda com essa análise e como é que você se sente fisicamente nesse momento? Obrigada. Eu acredito que a convocação do Ton é por mérito dele e não demérito de ninguém, né? Então, minha capacidade física é 100%. Eh, obviamente todo mundo sabe, né, que eu fiquei eh um período fora antes da da Copa do Mundo. Eh, mas também muito em virtude de estar e chegar aqui nesse momento 100%, né? Como eu falei antes na na pergunta anterior, o mais importante é como a gente chega agora nessa primeira partida. Então o
Ton tá sendo convocado, né, ao meu ver, pelo mérito dele, por tudo aquilo que ele fez nos últimos anos, tem sido um dos principais goleiros do futebol brasileiro, tanto ele quanto eu, quanto o Ederson. Eh, e isso não significa que os outros também não mereciam estar aqui. Mereciam também pela qualidade, pelo que estão fazendo nos seus clubes. Bento, Hugo, os mais jovens, né, todos aqueles que foram cotados para essa para esse lugar. Todos os convocados, todos os 26 aqui estão por mérito próprio do seu trabalho e porque tem a confiança do Anchelote e do Staff,
né? Então, dessa maneira que eu enxergo. Paulo, Alisson, boa tarde. Mauro Naves aqui, SBT, tudo bem? E N Sports. Alisson, dentro dessa história que você vai empatar com Gilmar e Tafarel, eh, qual a sua perspectiva de próxima Copa? Você tem um planejamento de de carreira já vai parar 40 anos, vai parar o ano que vem depois, enfim. Ou seja, a gente pode Tê-lo na próxima Copa como titular e você se tornar aí um recordista dos goleiros brasileiros com quatro copas. O que que você planeja pro seu futuro? Obrigado. Acho que é uma excelente pergunta. Eu
adoraria responder, mas o meu foco tá muito aqui no momento. Eh, a coisa mais importante para mim agora é essa Copa do Mundo. Eh, e eu vou encarar como se fosse a última oportunidade, porque a gente, o futuro a Deus pertence, né? a gente não sabe o que vai acontecer no dia de amanhã. Eh, tenho aprendido isso na minha vida. Eh, mas o meu foco é para momento, né, para para esse tempo, uma oportunidade grandiosa de estar aqui representando a seleção brasileira em mais uma Copa do Mundo. Eh, e eu me sinto honrado, né, por
fazer parte desse desse grupo seleto de goleiros que vão estar disputando três Copas do Mundo. Mas eu quero entrar no outro grupo, né, no grupo dos campeões, marcando meu nome aqui na história da seleção brasileira, junto com os 20 com os outros 25 convocados. Eh, e esse é o meu foco, essa coisa mais importante pro momento. Por favor, aqui. Sim. Alisson, boa tarde. Rodrigo Oliveira, Rádio Gaúcha. De 2015 em diante, você é praticamente um titular ininterrupto da seleção, três copas, campeão da Champions, melhor Goleiro do mundo, com todo esse currículo, que avaliação você faz sobre
cobranças que você sofre ao longo do ciclo? Você as considera injustas? Natural. É, cobranças são naturais, injustas ou não, eu acho que faz parte do futebol, faz parte do pacote entre vestir essa camisa aqui eh pela história. As pessoas querem que os jogadores que vistam a camisa da seleção eh sejam eh conquistem títulos, né? E eu já pude experimentar isso conquistando uma Copa América pela seleção brasileira, mas nada se compara a conquistar uma Copa do Mundo. Então esse é o esse é o objetivo. Acho que as críticas vêm também por conta disso, por não ter
vencido, nas outras oportunidades. E e eu encaro isso com naturalidade. Já disse isso outra vez, eu sou meu maior crítico, né? né? Então, ninguém daqueles que que me criticam hoje em dia, ninguém vai me criticar mais do que eu. Porém, a minha crítica, ela é uma crítica baseada em em em fatos do dia a dia, né? Em uma leitura técnica, tática, psicológica, enfim. e ninguém me conhece mais do que eu mesmo, né, nesse nesse sentido. e também dou muito valor às críticas e as e as avaliações daqueles que eh daqueles que trabalham comigo no dia
a dia, né, dos preparadores de goleiro aqui, o Tafarel e o Marquinhos, eh, do dos treinadores e ter a confiança desses caras, do treinador, dos treinadores de goleiro, dos treinadores que passaram também aqui pela seleção, que depositaram a confiança em mim eh Durante esses 11 anos, né, que eu venho sendo venho sido convocado. Então, para isso, eh, eu acho que que eu vejo isso de maneira natural e é óbvio, é óbvio que eu quero, eh, ser avaliado por aquilo que eu faço dentro de campo e pelas conquistas, né, que é o nosso objetivo aqui. Natalie,
Alisson, aqui à sua esquerda. Natalie Jedra, aí Fox dos Estados Unidos. Eu vou pedir a sua a gentileza de você gastar o seu inglês um pouquinho. As one of the most experienced players to ask you about the efeit as duas copas uma eliminação extremamente emotiva. que essas experiências negativas e positivas podem ser trazidas para essa Copa que tá vindo. É, eu gerencio isso olhando da mesma maneira que eu olho pra minha vida. Acho que você tem que escolher como que você vai enfrentar momentos difíceis na sua vida. Eu escolho aprender com o passado. Escolho seguir
em frente e buscar os objetivos que estão na minha frente. São grandes oportunidades, grandes objetivos, grandes privilégios. Eu me sinto abençoado em estar aqui tentando vencer mais uma Copa do Mundo. Boa tarde, Eduardo Flear. Parabéns pela convocação mais uma vez por mais uma Copa. Alisson. A gente viu um Arsenal fazer uma temporada quase perfeita, ganhando a Premier League e sendo vista da Champions League, muito baseado em bola parada, que a gente sabe que a data FIFA normalmente é muito curta e prejudica que o técnico trabalhe isso. Isso tanto defensivamente como ofensivamente. Esse prazo maior de
preparação, o Brasil tem focado nisso? É um assunto de de dia de treino. O Brasil tem treinado bola parada eh até por conta de números, né? A gente sabe que percentualmente falando, muitos e muitos gols saem de bola parada, tanto pra gente poder defender de tê-los tomado ou fazer. Queria saber de você se tá acontecendo direto no treino essa oportunidade. Boa sorte. Obrigado. Excelente pergunta também e é acho que é evidente, né? Não só a Premier League fica mais evidente ali, porque muitos jogos são decididos em bola parada, né? o Arsenal, como tu deu o
exemplo, venceu vários jogos, jogando bem, dominando, eh criando várias oportunidades, mas venceu por 1 a 0, um gol de bola parada, porque era a força deles, né? Muitos podem criticar e falar o que for. Eh, é mérito do Arsenal, foi mérito do Arsenal isso. E nós aqui estamos conscientes disso, né? Que nessa Copa do Mundo também um um aspecto importantíssimo será a bola parada. E temos nos preparado, temos treinado, com certeza. eh, tanto ofensivamente quanto defensivamente. Eh, felizmente contamos com um dos dos principais jogadores do Arsenal em bola parada, né, que é o o Gabriel.
Eh, e também outros jogadores que podem fazer a diferença ali ofensivamente e Defensivamente. E sim, estamos trabalhando e é um foco nosso aqui, tá bem preparado para esses momentos que podem decidir uma partida. Alisson aqui, Beltrão Casé TV. Prazer falar contigo, cara. Queria te perguntar sobre o sistema defensivo da seleção brasileira que já vem sofrendo gols h alguns jogos seguidos, né? Eh, queria te perguntar como é que tá sendo essa preparação e qual é a atribuação atribuição que você acredita para esse recorde negativo nesses jogos? se é a falta de entrosamento, se foram um lance
X, você que teve gol contra o Panamá, que a bola desviou e acabou entrando. Queria saber tua visão sobre essa essa sequência negativa do Brasil sofrendo gols em todos os jogos e se vocês estão trabalhando alguma coisa específica para isso não acontecer na Copa. Obrigado. A gente não quer isso, né? Eu como goleiro, eu sou o primeiro que sai da partida eh insatisfeito com o fato de ter sofrido gols. Eu acho que uma equipe vencedora, ela tem que trabalhar para tem que odiar tomar gol, odiar sofrer gol. O adversário tem que trabalhar muito forte para
fazer gol. Eh, e a gente tá tentando criar esse essa mentalidade aqui. Ã, os amistosos tiveram tiveram um caráter de preparação, um caráter de testes, né, que foi escolhido pelo pelo M. Eu acho que os dois gols, talvez dos três gols que sofremos, dois eram completamente evitáveis, né? Ah, e a gente falou sobre isso, conversamos Sobre aquilo que tinha que ter sido feito diferente, até mesmo no gol de falta. Eh, o buscamos olhar também pelo lado positivo disso é que aconteceu nos amistosos para não acontecer na na Copa do Mundo e nos dá a oportunidade
de corrigir aquilo que tem que ser corrigido. Às vezes, se a bola desvia, não entra por algum fator e não toma gol, não tem tanta atenção em cima disso. Mas quando nos custa um gol, eh, a gente tem que estar muito, muito ligado nisso. Então, acho que esse aspecto defensivo extremamente importante na Copa do Mundo, uma competição de tiro curto, né? Eh, e nós, eh, queremos ter uma defesa sólida, uma equipe que defende junto, todo mundo focado, eh, em não sofrer gols. E aí depois a gente sabe que a qualidade da nossa equipe, né? a
gente vai criar chances, vai ter oportunidades. Então é um fator muito importante pra gente que nos deixou desconfortável nos amistosos, mas coisas que ajustamos agora pra Copa. Bianca, Alisson aqui, boa tarde. Bianca Molina, canal Gat. Alisson, se tu me permite, vou voltar um pouquinho ainda no aspecto da pergunta do Rodrigo. Porque invariavelmente quando alguém te critica ou contesta a tua titularidade na seleção brasileira, ã, é relembrado o gol do Debruini na Copa de 2018 e também a eliminação paraa Croácia, o fato de tu não teres defendido nenhum daqueles pênaltis. De alguma forma, essas duas situações
ainda te assombram, te incomodam. Tu tu sente esse incômodo, né, algo indigesto ao lembrar desses dois momentos envolvendo Copa do Mundo. E tu entendes que eles só fic vão ficar num passado esquecido na memória do torcedor em caso de um título teu com a seleção brasileira. Obrigada. Sobre aquilo que acontece no passado, eu acho que o futebol não permite, né, a gente ficar remoendo derrotas, frustrações, ah, ou até erros, né? Hã, no, na minha visão, quando se perde uma Copa do Mundo, não se perde por um por causa de um jogador, se perde por causa,
a equipe toda, ela é responsável, temos a responsabilidade compartilhada aqui. É óbvio que em momentos específicos precisamos que os jogadores eh se sobressaiam, né, e temos jogadores para isso, temos qualidade para isso. Eh, também reconhecer quando tem a qualidade do adversário, isso isso faz parte do jogo, né? H, eu não sei a intenção de quem critica ou traz ainda à tona esse esse tipo de questão. Mas isso de maneira nenhuma me assombra ou tira a minha confiança de que eu tô fazendo o trabalho da maneira certa, de que eu me dedico. Eu trabalho muito forte,
né? Então, eh, às vezes no campo não acontece como a gente como a gente gostaria. O futebol não é uma uma ciência exata, né? Se fosse assim, talvez teríamos vencido muito mais do que cinco Copas do Mundo. Ã, então a questão que fica é trabalhar para melhorar aquilo que se pode melhorar, ter uma avaliação justa Sobre aquilo que se pode sobre aquilo que se pode melhorar e e ser o melhor que eu posso para para esse grupo aqui com o objetivo principal de vencer. Eh, o que mais me incomoda de tudo isso é não ter
vencido. Então, é óbvio que para um goleiro sofrer um gol indefensável ou não, sempre fica aquele negócio, pô, se eu tivesse feito alguma coisa diferente, acho que a gente tem que lutar contra essas mentiras, né, que que podem vir na na nossa mente e ter convicção no trabalho, convicção de que o trabalho pode nos levar longe, né, e temos qualidade, né, tanto eu quanto os outros goleiros, todos têm qualidade de representar a seleção. E é para isso que a gente tá aqui. a gente tem a confiança do Mister Alisson. Aqui ó, na sua frente, Bruno
Vicari da ESPN. Até em relação a esse aspecto emocional, por uma curiosidade, eu sei que muitos jogadores da seleção brasileira gostam da NBA, não sei se é o seu caso, mas a cidade aqui tá toda mobilizada e comovida com as viradas que os Nicks têm conquistado. Vocês têm acompanhado isso e de alguma forma vocês absorvem isso de alguma maneira? Eu vejo bastante gente acompanhando aqui. Eu não não tenho acompanhado especificamente, mas acabo vendo de relance, né, os os jogos. Ah, eu acho que tudo serve, tudo tudo aquilo que pode beneficiar a gente serve, né, de
as coisas que podem podemos aprender com viradas como essa. Eu acho que tudo é válido, né? Eh, mas como eu falei, o nosso foco ele ele é muito grande naquilo que a gente pode fazer dentro de campo como equipe. O fator mental, né, emocional, ele é extremamente importante. Eh, e eu acho Que a nossa equipe, ela tem um grande equilíbrio de experiência, jogadores jovens, né, de entusiasmo e pé no chão. É, e isso acho que é um fator positivo da nossa equipe para que a gente possa, né, dentro dessa dessa harmonia aí de equipe, ser
uma equipe consistente, que vai competir mesmo por por vitórias e pelo título. Alisson, aqui atrás, ó, Ivan Moré, Portal Metrópolis, eh, você acabou de falar que o futebol não é uma ciência exata, né? Justamente por isso, a gente não pode esquecer que o Brasil hoje não é apontado como um dos principais favoritos. atrás de alguns times como a Espanha, a a França, Argentina, porém nós não podemos nos esquecer que nós temos a camisa mais pesada do mundo do futebol. Somos o único país cinco vezes campeão do mundo. E temos de uma outra ponta um técnico
acostumado a liderar em grandes ligas. é um cara que tem cinco champions como treinador e que sabe fazer reconhecidamente o gerenciamento de egos de jogadores pelas passagens dos grandes clubes que ele dirigiu. Eu gostaria de saber de você, levando em conta esses dois componentes, o peso do antelote e ao mesmo tempo o peso que a seleção brasileira traz para uma Copa do Mundo, esses dois fatores combinados é o que que eles geram. E eu gostaria de saber também de algum pormenor que você possa ter dessa liderança tranquila que o Antielote propõe na prática, porque ele
inclusive lançou um livro recentemente sobre. Então, me traz essa perspectiva. Como é que é o Antielote liderando? É um cara resiliente, humilde? Eu acho que ele é resiliente, ele é humilde, eh acho que ele tem uma inteligência no no momento certo de escolher as palavras que ele que ele vai falar. Ele é um grande gestor, eh, e também tem uma ideia clara de futebol, eh, uma ideia simples, uma ideia objetiva que facilita o nosso estilo de jogo, né? Acho que todas essas combinações favorecem ao nosso grupo, a nossa equipe. Eh, e ele provavelmente deve ter
sido intencional nas escolhas dos seus jogadores para para que isso acontecesse, né? E favoritismo não garante nada para ninguém. Eh, não garante que uma seleção será campeão, não. Às vezes traz até um peso, uma responsabilidade até maior. Eh, o peso da camisa, sabemos disso, né? e sabemos que é uma responsabilidade muito grande, duas coisas sobre o peso da camisa, responsabilidade e privilégio, né? Então é um privilégio, uma alegria. Isso é algo que o Mister também traz pra gente eh sobre a a gente, eu consigo ver nele a alegria e a gratidão dele por ser o
treinador, o comandante da seleção brasileira. Pô, um cara multicampeão, ele transparece isso. Eu acho que vocês podem perceber isso pela tua expressão, né? tu percebe isso e nós jogadores também percebemos isso. O cara venceu tudo no futebol e ele tá aqui na seleção brasileira com alegria, com entusiasmo. Eh, óbvio que o cargo dele é o talvez tem mais pressão que ser presidente do do país em seus níveis, né? Ã, Mas eu acho que todas essas combinações e todos esses exemplos assim nos favorecem no aspecto motivacional, né? E aí depois dentro de campo é com com
o jogador, a execução é é do atleta. Ã, e eu vejo esse time com as características necessárias para ser um time vencedor, com muito pé no chão, muita eh muita tranquilidade, né? Sem sem trazer mais peso do que se tem. H, eu acho que a gente tem que ter expectativa, a gente tem que criar expectativa para para essa competição. Eh, o torcedor, a gente espera que o torcedor, eu acredito que o torcedor vai vir junto, mas nós aqui dentro, nós temos que criar essa expectativa e ter a confiança de que temos tudo aquilo que é
necessário para se tornar uma equipe que pode ser campeão da Copa do Mundo. Alisson, a sua esquerda aqui, Delton Sá, rádio Valefmjmbadalo.com.br. BR, receba um abraço do pessoal de Jaz do Norte, lá do Ceará. Você falou sobre entusiasmo, falou de pé no chão dos três ciclos, um que foi todo preparado, um treinador só, dois ciclos quebrados pelo meio e você acabou falar de motivação nesse ciclo, eh, que foi tão conturbado. Vale, como você disse ainda há poucos instantes, tudo isso tá sendo trabalhado agora? O que ficou para trás tem algum peso nesse momento agora? ele
chega a atrapalhar paraa busca desse resultado final. Alisson, eu volto a falar, eu eh acredito que é Uma escolha, né? Se isso se tornará um se isso será um peso ou não. É uma escolha que cada atleta faz e nós como equipe escolhemos com que isso nos nos fortaleça, né? Eh, eu acho que a gente não pode, não vai conseguir escolher como vai ser a nossa circunstância, as coisas ao nosso redor, mas a gente tem controle com a com as nossas decisões, como a gente vai lidar com cada situação. Eh, e nós escolhemos aqui com
que isso nos fortalecesse, nos unisse ainda mais. Eh, principalmente, né, os jogadores mais experientes assim que em determinados momentos tiveram que assumir uma responsabilidade maior do que se que um jogador já tem, né? Nós aqui criamos uma uma conexão muito muito boa e acho que muitos jogadores vêm já pra sua segunda Copa do Mundo, né? Eh, isso isso nos favorece, isso é uma coisa que nos nos traz benefício, né? né? E nós escolhemos aqui focar no privilégio, focar na alegria, eh, e no prazer, que é representar a seleção brasileira, eh, em uma Copa do Mundo,
uma competição importante como essa. Eh, e muitos, muito focados, novamente, com os pés no chão, mas muito focados em fazer o nosso melhor, eh, pela equipe, pelo grupo, né? É o nosso, a coisa mais importante é o nosso. Oi, Alisson, aqui à sua direita. Tudo bem? Marcelo Marinho da Litoral News. Que bom. Deixa eu te perguntar sobre a importância do Tafarel na tua carreira e a nível de curiosidade, você tem lembrança? Imagina que tinha 94 não, né? Você tinha só do anos. Mas daquela semifinal contra a Holanda em 98 você chegou a ver esse jogo?
Tem lembranças? Fala um pouquinho da importância do Cláudio Tafarel na tua carreira. Tenho, tenho lembranças. Acho que já falei várias vezes sobre isso, né? E acho que uma das lembranças mais vivas assim que eu tenho com essa com essa idade. Eu tinha 6 anos, né? E e é muito vívido para mim esse esse momento assim dessa semifinal com a Holanda. Foi algo que aconteceu com o meu pai ali, uma brincadeira que ele fez eh quando o Tafarel pegou o pênalti ele na na loucura dele ali brincando com a gente, ele pegou um bolo assim e
enfiou na cara dele e era um bolo de laranja, uma coisa assim. É. É, e eu acho que por isso que aquele momento acho que ficou tão marcado, né, por causa desse dessa loucura do meu pai. É, e é e é um privilégio para mim, né, poder trabalhar com com o Tafa, alguém que foi sempre um ídolo, uma inspiração, uma referência, não só minha, mas de tantos brasileiros, né, tantos brasileiros que quiseram ser goleiro. Acho que na infância aí quem é mais ou menos da minha geração, quando brincava no gol era Tafarel. Então, tem sido
um cara extremamente importante para mim, eh, eh, como Como um mentor mesmo, alguém que que me traz pro pro chão, né, nos momentos eh de êxtase, a gente se alegra, mas de conquistas, a gente se alegra, mas também eh na medida certa e nos momentos difíceis e tristes, é um cara que tá ali nos sustentando e não tem sido só importante para mim, mas para todos os goleiros que têm passado aqui. que dentro da seleção, ele é uma pessoa que tem deixado um legado além daquilo que ele fez como jogador, né? Isso é imutável e
isso eh vai ser lembrado para sempre, mas talvez as pessoas não enxergam tanto a importância do Tafarel como treinador de goleiro. E ele tem sido um dos responsáveis eh por trabalhar comigo aqui dentro da seleção, depois no Liverpool. E eu pude, eu acredito que eu pude manter também o alto nível por tanto tempo por ter um treinador de goleiro tão qualificado com eh como ele, né? E aí isso se soma ao Marquinhos aqui dentro também. É um cara excepcional, que que nos ajuda muito e que nos traz eh para ter o pé o pé no
chão. Eh porque a posição do goleiro demanda isso, né? muita seriedade, eh, não dá para se empolgar muito com as defesas, eh, e ter muita confiança também naquilo que a gente faz, no nosso trabalho. Então, não só o Tafarel, mas como todos os treinadores de goleiro que trabalhavam trabalharam comigo, com certeza foram fundamentais assim para pro meu desenvolvimento desde a categoria de base e pra continuidade, para manutenção na minha carreira. consegui atuar aí em alto nível desde que eu comecei a jogar como como profissional. Ótimo. Obrigado, Alisson. Obrigado a todos. Valeu, pessoal. Obrigado. Tá aí
Alisson Becker falando bastante em entrevista coletiva. Falou bem, né? E a gente já esperava por isso, porque ele é um cara eloquente, desenvolve bem ali os pensamentos dele. Eh, e aí eu anotei aqui algumas das principais coisas que ele disse para eu não esquecer. Eh, ele falou que no começo da coletiva ele diz que gosta da seleção chegando eh questionada. Ele fala: "É até normal que a gente chegue questionado e tal". Eh, porque foi assim em outros momentos também e a seleção venceu quando chegou pressionada, né? Então ele é um cara que durante toda essa
coletiva pareceu eh querer mostrar que o peso da pressão acaba não assombrando ele, né? Ricardinho e acho que pareceu bem genuíno da parte dele ali. Dos quatro que estão na mesa aqui, eu acho que eu sou aquele que vi um pouco mais de Copa do Mundo, né, que vocês, né? É, detalhe, 94 Brasil chega muito contestado, mas muito. Sai aqui do Brasil com nego vaiando, querendo bater em todo mundo. 2002 vocês já acompanharam também, não foi diferente, mas a gente teve também 2006 que chegou lá com a festa e vegs, né? Festa de veg e
coisa aí 2010 tudo fechado com Dunga 14 aquela festa que foi aqui no Brasil assim não tem a receita, né? Se tivesse a receita certa, a gente ia utilizar ela. A Alemanha não veio pro Brasil, ficou na Bahia lá, vivendo a Bahia, foi. Mas viveram melhor ainda na Copa das Confederações. Então assim, é, não, isso foi Espanha, Alemanha. Alemanha ganhou. Foi é verdade. Foi, mas foi bom também. Então é o seguinte, não tem a receita certa. Copa do Mundo é um torneio, Tatá, eu já falei isso aqui algumas vezes, torneio que antigamente era de 30
dias, agora 45 dias. É encaixar. Basta a gente lembrar o último título da Argentina. A Argentina ganha a Copa América aqui no Brasil. Ela ressurge das cinzas, ela vai até a Copa do Mundo sem perder mais nenhum jogo, pega a Itália, ganha da Itália, primeiro jogo da Copa do Mundo, ela toma ataca, ela perde a Arábia Saudita de virada 2 a 1. Aí o Scaloni muda tudo aquilo que ele tinha planejado, bate campeão, porque encaixou naquele período. Se a seleção encaixar, ela pode ser campeã, pode encaixar com trabalho longo, trabalho curto, ciclo tranquilo ou ciclo
conturbado. Copa do Mundo é torneio. Encaixou, vai embora. Não encaixou um abraço. A França, que é a principal favorita, pode não tá encaixada, pode ser eliminada eh um 16 avos. Na primeira fase ninguém vai ser eliminado, não. Nenhum dos grandes vai ser eliminado. O grande ponto, né, Ricardinho, quando você tem um trabalho longevo, tipo da França, são 10 anos, fora que a França tem jogador para caramba, né, para para resolver problema. ou tipo trabalho da Espanha, do Dela Fuente, que já fazia parte da Federação Espanhola e aí faz fez parte de um trabalho como um
todo. Na a minha percepção, não sei o que que o Betão acha, porque o Betão jogou sabe muito mais do que eu, mas na hora da dificuldade você sabe mais da onde tirar. Na hora da dificuldade você conhece como esse cara vai reagir no momento da dificuldade, como que o outro vai reagir naquele momento. Tem um trabalho mais consolidado, talvez seja mais fácil até para você improvisar dentro de um trabalho consolidado. O Brasil não, a gente tá testando coisa, a gente vai abrir a Copa do Mundo com aí, coitado, lote nesse ponto, não tem nada
a ver com isso, mas com o cara no último amistoso vai ter que trocar, tira o Wesley, bota o Danilo ou Iban, enfim, tá tá trocando perto da Copa do Mundo. É óbvio que ele conhece todos os jogadores, mas uma coisa é você conhecer, outra coisa é você fazer com que a engrenagem funcione junto. Tô falando besteira, Betão. Trabalho a longo prazo. Tem isso para ajudar a improvisar, né? O Betão foi campeão com treinador trabalhando um ano e foi campeão com treinador trabalhando duas semanas. Calma. Um ano é muito. Calma. Forcei. Mas com duas semanas
com certeza. Eh, vamos voltar lá para New Jersey. Víor Sédio Rodrigues e Monique Danilo já estão posicionados logo depois da coletiva. E aí, dupla, a gente estava debatendo aqui a maneira como Alisson ficou grande parte da entrevista falando sobre confiança, né, sobre abalar, eh, sobre o que acontece no passado, eh, não permite ficar remoendo e tal, eh, não se perde Copa do Mundo por causa de um jogador só que ele não se assombra com aqueles lances da Croácia, da Bélgica e etc, tentando mostrar ali eh em que ele não teve culpa. Exato. Exato. Mas que
foi muito cobrado sobre isso, né? registre-se. E aí ele fala, ele fala uma parada que eu achei muito legal, eh, jogando pro geral, né, da seleção, eh, nos sentimos muito confiantes por causa da qualidade, que eles entendem que a qualidade desse grupo é muito alta e por o que eles estão construindo como equipe, né, como coletividade, eh, ele fala de equilíbrio entre entusiasmo e pés no chão, né, entre experientes e jovens. Eu achei que foi uma leitura muito ampla dele ali, tentando transformar essa confiança não só dele, pro coletivo da seleção também. Que que vocês
acharam aí? É, eu acho que foi uma coletiva bem boa, assim, o Alisson é um cara que consegue se aprofundar nos temas. Eu fico impressionada com a tranquilidade, né? Ele normalmente já é um cara low profile, mas com muita serenidade para abordar os assuntos até mais delicados, porque como a gente falava aqui na prévia, o Alisson é um cara que tá na seleção há 11 anos e durante 11 anos ele foi contestado. Então, eh, acho que não teve nenhum momento em que ele era unidade absoluta e que e que ele não recebia críticas. Então, eh,
como o Víor falou, até muitas vezes levando a culpa ou a conta por algum tipo de lance como do Debruini, que não necessariamente ele foi eh culpado diretamente ou teve uma falha bizarra que possa ter levado a uma eliminação do Brasil. Eu eu acho que ele foi bem bem sereno ao abordar os assuntos e assim muito consciente. Tem Alguns momentos assim, eu até trouxe o caderno porque eu separei algum alguns momentos, né, que eu achei bem lúcidos dele e com declarações bem importantes, né, quando ele fala eh das cobranças, que ele diz que as cobranças
são naturais, injustas ou não, elas fazem parte do pacote de vestir a camisa da seleção brasileira e que ele é o maior crítico dele, que ninguém vai criticar ele mais do que ele mesmo se critica, né? Isso foi um dos pontos e e não sei se ele conhece o Ricardo Martins, mas tudo bem. E quando ele fala assim, quando quando se fala desses lances, quando se fala do lance contra a Bélgica, do dos pênaltis da Croácia, ele diz: "O que mais me incomoda disso tudo é não ter vencido". E e aí eu acho que é
uma mentalidade, né? muito olhando pro todo, pro objetivo maior, pro que eles estão buscando, eh, que é voltar a conquistar a Copa do Mundo, que independentemente de se um vai falhar aqui, outro ali, se um vai decidir aqui, outro ali, o todo que é o objetivo final, que é que é vencer a Copa. E depois quando ele fala também sobre sobre o momento, né, defensivo do time e tal, que inclui ele, obviamente, ele diz: "Uma equipe vencedora tem que odiar tomar gols". E e eu acho que ele tem todas as visões assim muito conscientes do
que é a realidade da seleção brasileira hoje, né, do que do que a seleção tá passando. E depois quando ele fala também que o cargo, né, de técnico da seleção, do Anchelote, talvez tenha mais pressão do que o presidente do Brasil, né, dentro guardadas as devidas proporções. Então eu eu acho que foi uma coletiva muito consciente do Alisson, que sabe que não é unanimidade, que sabe Que é criticado, é que sabe que existe uma pressão sim, mas que é necessário saber dosar essa pressão, saber usar isso a favor da seleção brasileira e e acho que
foi dentro do que eu já esperava conhecendo o Alisson e normalmente como são as falas deles dele nesse tipo de pergunta. SR. É, deu para perceber que o Alisson tá muito preparado, com as costas bem eh eh prontas para tomar pancada, né? Até porque ele que também é um papel de liderança, né? Que acaba sendo um papel de liderança, né? Talvez entre criticar ali um garoto e criticar o Alisson, ele esteja mais pronto para ser criticado. E também acho que fica claro que não é a eh fechar os olhos e os ouvidos para o que
se fala dele, mas entender e selecionar muito bem que críticas ele absorve, que críticas ele olha e que críticas ele talvez eh passe ou deixe de lado. Mas acho que de novo, eu entendo que em termos de capacidade, o Alisson é o goleiro brasileiro com a maior capacidade e acho que ele tem um uma um respeito internacional de um dos grandes goleiros da época dele, se não é o o melhor ou o se não é o o top três, ele teve sempre nessa discussão e e isso acho que é uma segurança pro pro Brasil, né?
Acho que querer colocar e aí os lances que ele fala, né, o lance do De Bruni, o lance do gol do Petkovit, eh, na conta dele, eu acho futebolisticamente muito injusto e então Acho que ele tá pronto para isso. E o que importa é agora. O importa, ele vai ter a chance de novo de ser titular do Brasil no no Copa do Mundo e torcendo para que ele consiga de fato fazer os jogos como ele fez anteriormente e que agora o Brasil ganhe. Acho que tem muito com essa com essa questão de você ganhar ou
não. Acho que é muito avaliado por ter ganho ou por ter perdido. É isso, dupla. Obrigado, viu? Valeu demais pela participação de vocês aqui no radar. Eh, Alisson falou muito sobre querer ter uma defesa sólida, né? Então, eh, acho que a entrevista coletiva dele foi bem interessante. Tô com a Monique e o VSR nessa leitura que eles fizeram, pessoal. Eh, algo que o Alisson falou também, eu achei muito bacana, foi estar trabalhando bola parada, né? Ele até cita o Gabriel Magalhães, que é um cara que eh tem sido um dos pilares do Arsenal, que ficou
muito famoso nas últimas temporadas por conta disso, fez muitos gols, bola parada, bola parada pode ser determinante. Eh, e pra gente passar uma régua aqui, ô, ô, Betão, ele ele diz ali que o coletivo defensivo da seleção vai melhorar, né? ele passa essa confiança e e eu acho que o Antielot já tinha dito, o discurso do Alisson vai nesse mesmo caminho de que a defesa da seleção pode ser crucial para ganhar a Copa do Mundo, né? É, falando primeiro sobre a bola parada, acho que a complexidade do futebol hoje, por mais que as pessoas não
queiram aceitar, é muito mais difícil você Conseguir fazer um um armar uma uma jogada de gol com a bola no pé do que com a bola parada. Muitos jogos são definidos em bola parada, desde escanteio, desde lateral, né? Então acho que o Brasil, né? Isso, isso, isso, porque o o nível de atenção tá maior, é o nível de organização das equipes, mesmo aquelas tdas como menores, está melhor, né? Então tá dificultando com que as equipes e grandes passam de carro em cima, assim, vamos dizer. Então assim, a a seleção brasileira ela tem que tirar proveito
disso. Tem o Marquinhos que tem uma boa bola parada, o Gabriel Magalhães tem bola parada, Casemiro tem bola parada, Rafinha é o bom batedor. Então acho que pode ser uma arma muito interessante pro Brasil. E o fato, né, que ela fala que ele diz que eh um time tem que odiar tomar gol, né? Não, não pode gostar. é muito bom, porque você aumenta o nível de concentração da sua defesa. A defesa do Brasil, por mais que nas laterais talvez não tenhamos e eh eh jogadores tão ofensivos assim e eh dentro do do do elenco, mas
Marquinhos e e e Gabriel Magalhães são os melhores, um dos melhores zagueiros do mundo. Então acho que essa consistência defensiva traz confiança pro restante da equipe. É, falei inclusive mais cedo lá no de placa, tem duas semifinais que me lembram muito, né, recentes, que é a semifinal da Copa de 2010. Espanha e Alemanha, onde a Espanha, aquele time de Chaves, Chave Alonso e Niesta. Semifinal 1 a 0, gol do Puiol. Bola de cruzamento, de escanteio, 1 a 0, gol do Puiol. E 2018, a França também na semifinal ganha Com gol de cabeça do do Umtiti.
Em 2014, um jogo que tá enrolado, a Alemanha ganha com gol de cabeça da França, gol do Rumels. Então tem muitos jogos recentes que os campeões de destravam esse cadeado com 1 a 0, gol de bola parada. E o Brasil tendo Marquinho de Gabriel Magalhães, o Betão ainda cito Casemiro é uma força bem grande. E vocês esqueceram da cobrança de falta direta pro gol, que se ele tiver em campo é meio caminho andado. Quem? Quem? Ele quem é Nei. Foi contra quem que ele botou a bola na trave? Foi Coritiba, né? No jogo de ida
na Copa do Brasil. Se não desvia, ela entra. E tem mais, se você quiser lembrar um pouquinho mais, eu lembro também. Tem até gol olímpico do Neymar. É. E se a gente tá falando tanto de detalhe, foi falado lá também em uma das perguntas, a final da NBA tá sendo decidida nos detalhes, meus amigos. Todos os quatro jogos com a diferença de uma a seis detalhe e com jogador burro do outro lado. Podia ter o San Antonio Spur já fechado em 4 a 0, campeão. Se aquele tal de Fox lá não fosse burro, eles teriam
gan o jogo ontem. Calma, eu chamo de desinteligente. Ele foi desinteligente, confuso. Ah, já tem bola rolando pela Copa do Mundo, hein? Significa que o radar do EXA vai ficando por aqui. Todo mundo quer ver a bola rolando e a Copa do Mundo começou para valer, viu? Beijo nas crianças. Bça, você que tá na TNT Esports, na sua TV, fica agora com delicioso de sola a 10, a gente falando que nós faríamos pelo Exa. E a gente volta amanhã com a nossa programação geral de Copa do Mundo. Valeu, beijo e tchau. Será que alguém entregou
a Paçoca? Ah.