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เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] Ah. เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] >> Ao vivo, ao vivo para todo o Brasil e fora do Brasil. Também. Sejam bem-vindos >> ao penúltimo. Não, não, ainda falta mais dois podcast ainda. >> E dois, tá louco, mano. >> Dois. É, já tem. Tem um segunda-feira Com o Paganoto e o último com você, terça-feira na piscina. >> Também tem uma testado desse daí. Terça-feira na piscina. >> Não, na piscina. >>
É na piscina. Pina. >> Ah, piscina. Vouar lá. >> Demorou, família. Deixa o like, se inscreva no canal. Ah, e vai ter uma picanhazinha também para nós comer, né? Não, >> [ __ ] GG. >> Não, mas vai ser 1 hora e meia só porque eu tenho um monte de coisa para fazer. Não, mas vai ter uma cervejinha também, né? >> Vai, vai ter uma cervejinha ali, uma naquela caixinha com >> É pr nós comer ali, pá, falar os melhores do ano, como é que foi o [ __ ] os piores, >> a [ __
] toda. Projetos pro ano que vem. Demorou, família. Deixa o like, se inscreva no canal, manda pra geral, pega O link, pega no grupo, manda no grupo de WhatsApp pra família, para todo mundo. Um abraço aí pros moderadores, para todo mundo que acompanha nossas lives. Hoje estamos aqui no estúdio Tu certo, >> certo? Dá boa tarde aí, Castrão, ao vivo para todo o Brasil. 152 an. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Iniciando mais um Snidercast para vocês aqui. Agradecendo a Deus, meus seguidores, toda a minha família, meus meus amigos motoboys, motoristas aplicativo, caminhoneiros, os E
[ __ ] que [ __ ] que é essa? Aos vigões aí, os vigilantes de todo o país aí que nos nos vem aqui. Aquele abraço para todo mundo aí. Vamos iniciar e vamos que vamos. Hoje top demais, mano. >> Hoje estamos aqui com ele, o nosso praticamente terceiro co-host do Snidercast, nosso parceiro, nosso amigo. E eu tenho a honra, né, filho, de ter o cara da TV aqui com a gente. O maior de segurança da TV, está aqui com nós hoje. Sempre vai estar ano que vem mais, Investigador. >> Não, você é louco. delegado,
escritor, ator, eh, tudo, mano. Filósofo, >> podcast tava falando ali da onde, lembra quando ele foi na onde? Podc foi [ __ ] foi? >> Foi [ __ ] foi [ __ ] >> Aí, ó, nós vamos marcar a parte dois que eu tenho certeza que vocês precisa das dicas do Lordelo, certo? Com vocês, Dr. Jorge Lordelo. >> Aê, meu irmão. [aplausos] Pô, fiquei, >> doutor, mais uma vez agradecendo o senhor aí, >> grande Slider. >> Vamos embora. Olha, queria queria agradecer esse convite porque esse ano 2025 foi importante para mim porque eu fiz dois
novos amigos, né? Sargento Castro, Sneider, eu fui a primeira vez juntamente com o Alan e a gente teve uma empatia, uma sinergia. >> Viramos aí parceiros de conteúdo para levar para você o melhor. >> Só que para hoje nós vamos discutir a hora que vocês quiserem algo que acaba de acontecer na minha vida. É uma história completamente que eu quero depois ouvir. Eu vou fazer essa pergunta pro sargento Castro na lata. >> Boa, boa. Manda. >> Se um policial pode cometer um crime para esclarecer um crime maior, caiu na minha mão, Sargento Castro, algo que
eu nunca poderia imaginar. Este ano de 2025, lá no no meu canal, na cena do crime, eu fiz o roteiro completo do desaparecimento e morte do Tim Lopes, que no dia 2 de julho de 2002, todo mundo sabe, era um repórter cinematográfico. Ele foi o primeiro do Brasil. Ele se fantasiava de comunidade. Ele ia na comunidade do Comando Vermelho com uma câmera oculta, fazia gravações de homens com fuzil, foi o primeiro, uma época que Ninguém se imaginava, foi o pioneiro. E ele ganhou prêmios pela Rede Globo, até que num determinado dia ele não voltou para
a Rede Globo. E aí a polícia começa uma investigação e depois de 10 dias se localiza o corpo dele que tinha sido realmente morto naquela no chamado microondas. Mas olha, sargento, o que me aconteceu. Então, nós gravamos na cena do crime esse episódio que deu muita visualização, porque a história, o roteiro, ele é muito tenso e é um Roteiro onde você fica com muita dó, com muita pena e raiva do Elias maluco e nove traficantes que descobriram que ele tava lá e mataram esse rapaz. OK? Só que a gente publicou isso no na cena do
crime e depois de 20 dias, sargento Castro, me entra em contato no meu Instagram um policial civil carioca que diz o seguinte: "Lordelo, eu assisti o na cena do crime do Tim Lopes, adorei, mas está incompleto." Sargento Castro, quando ele me fala que tá incompleto, eu Falo: "Por favor, qual informação você tem?" Aí ele pede o meu telefone e nós começamos a conversar. Quando ele me liga, sargento, eu cai duro. Por quê? Era o policial civil que estava na delegacia, que recebeu a presença dos dois advogados da Globo, mais o motorista que levou o Tim
Lopes lá para fazer filmagem. E aí ele atendeu essa ocorrência >> no dia da do desaparecimento, >> dia no dia que lá o a o o no Rio de Janeiro não é investigador de polícia, nem agente policial. Lá eles têm o cargo de detetive e comissário de polícia. Ele é comissário de polícia, que é o cargo mais alto. OK. E aí ele me conta, ele falou o seguinte: "Lordelo, você fez uma descrição boa no seu roteiro na cena do crime, mas está incompleto". Eu falei para ele, eh, Daniel Gomes, se eu for ao Rio com
a minha equipe, você me daria uma entrevista para você me contar como foi que você descobriu o Tim Lopes e Prendeu o Elias Maluco e mais nove? Ele falou: "Se você vier pro Rio, eu dou essa entrevista". Semana retrasada fui com a minha equipe pro Rio. >> Então, foi recente agora. Agora, caral, >> eu me hospedo no hotel >> lá no Flamengo, ligo para ele, eu falei: "Você quer que eu vá na sua casa, na sua?" Que ele tá nativa, ele tem 73 anos e tá nativo ainda. >> 73 anos e tá na ativa ainda.
>> Nativa só vai sair na expulsória com 75. >> Caraca, >> é aqueles polícia raiz, >> é >> polícia raiz que que vai embora. Bom, e aí ele falou: "Não, prefiro ir no hotel". Ele chega no hotel e ele é daqueles polícia moda antiga que vai trabalhar de terno. Os comissários que iam trabalhar tudo de terno. E o rio é muito quente, mas ele sempre trabalhando de terno. Ele entra no meu quarto de hotel de terno, senta numa cadeira Enquanto o meu câmera, o Júnior, tá arrumando o áudio e as imagens. E eu comecei a
conversar com ele. No meio da conversa, eu falei assim para ele, eu falei: "Ô, o ô Daniel Gomes, o que que você vai me contar que eu não sei?" falou: "Ol, eu vou te contar tudo, tudo o que aconteceu e como esclareceu o crime." E tem mais, Lordelo, eu vou te contar uma coisa que nem a minha mulher sabe, que eu não contei para ninguém na minha vida após 23 anos da morte do Tim Lopes. E ele falou assim para mim: "Lordelo, eu, como policial civil, para esclarecer o crime do Tim Lopes, eu tive que
cometer um crime". >> Caraca, >> ele fala isso para mim com a câmera desligada. Ele falou: "Olha, eu eu cometo um crime para esclarecer um crime". Eu falei: "Daniel, o que você tá falando é é uma coisa muito grave >> e eu quero sa eu eu acho que você vai falar isso na entrevista, você já me Avisa que senão nem te pergunto." Ele falou: "Lordelo, eu vou falar, eu vou falar". Quando ele me falar isso, o Júnior tinha ligado a câmera, eu falei, "Vamos começar a entrevista". Eu falei para ele, não me conta que eu
quero que você me conte na gravação. >> Bom é contar na hora. >> E a minha ideia aqui é contar para vocês o que que esse policial revelou. E o que ele revelou é algo muito curioso, por imagina isso, a situação, sargento. Você É polícia, você, por exemplo, tem um caso de sequestro de uma pessoa que tá sequestrada e você não consegue chegar nessa pessoa e aí você comete um crime para poder chegar na pessoa sequestrada. Foi isso que o Daniel Gomes fez. Mas vamos lá. Posso começar, Snard, com essa história? Essa história 1 >>
pessoas já ao vivo, hein? >> Essa história é uma história. Quem é polícia vai gostar, quem é aposentado vai gostar. E se você não é polícia, Você vai entender o que esse homem fez, tá? Esse homem fez. Bom, o que que aconteceu? O Utim Lopes, no dia 2 de junho de 2002, ele sai da Rede Globo com o motorista, com carro descaracterizado. Ele se fantasiava de comunidade e ele usava uma pochete com uma câmera, uma microcâmera pequena para ele fazer a gravação. E aí ele andava pela comunidade da Vila Cruzeiro, sentava num boteco e tudo
isso gravando. Ele queria pegar o quê? Traficante do Comando Vermelho. Isso em 2002, com armas e fuzil. Essa era a missão do Tim Lopes. Então, nesse dia que era um domingo, o motorista da Rede Globo leva ele nas proximidades da Vila Cruzeiro, ele desce, ele fala: "Meia-noite você fica nesse ponto que eu volto e nós voltamos pra Globo, deixo a câmera e vou embora para descansar". OK? E ele subiu, Snyider, ele subiu e ele conhecia quase tudo lá porque ele já tinha feito algumas gravações e ninguém conseguia Desconfiar. OK. meia-noite o repó, o motorista da
Globo está ali e ele tá lá esperando com carro descaracterizado e o meia-noite ele não chega, meia 200 ele não chega, meiaite:30 não chega, 1 hora não chega. Naquela época o celular era aqueles start, ele ligava pro Tim Lopes e só caixa postal. Nisso ele faz o quê? Ele volta pra Globo, conversa lá com o gerente que tava de plantão no domingo pra segunda. E aí o Gerito falou: "Olha, o Tim Lopes conhece bem lá. Deixa ele Que ele ele vai ele volta para casa. Se não ele se vira porque ele era um repórter de
rua. E aí o motorista foi embora. Isso no domingo, dia 2. No dia 3 começa a Rede Globo, a redação, aquela movimentação. E a chefia dele falou assim: "Olha o Tim Lopes, ele conseguiu gravar. Onde tá o Tim Lopes? Onde tá o Tim Lopes? Liga pro Til Lopes. Til Lopes não atende. Liga pra casa do Til Lopes. A a casa não atende. Liga pro motorista. O motorista tava de foca que ele tinha Trabalhado na noite anterior. Ele contou a história, falou: "Olha, eu levei o Tim Lopes, mas o Tim Lopes não voltou". Aí às 11
horas da manhã deu um pânico, aconteceu alguma coisa com o Tin Lopes. E aí o que que a Rede Globo fez? Pegaram dois advogados, foram buscar o motorista e foram no 23º DP, na Penha, próximo à comunidade da Vila Cruzeiro. Chegando na delegacia, quem que atendeu? policial civil Daniel Gomes estava de plantão. >> Foi o primeiro contato. >> O primeiro contato aonde ele tinha 50 anos de idade. E ele recebe os dois advogados da Globo contando. Falou: "Olha, nós temos um repórter, ele foi pra Vila Cruzeiro e ele sumiu. Nós estamos com medo que ele
esteja lá sendo mantido refém". O Daniel Gomes, quando ele vê aquela situação, ele reúne um monte de polícia, chama a Polícia Militar também e vão todo mundo paraa Vila Cruzeiro. Chegando na Vila Cruzeiro, foram lá mão pra cabeça, mão Pra cabeça, não levantaram nada, mas o Daniel Gomes me conta que ele ouviu o zum zum zum Zom que tinham tirado ele da vila cruzeira e levado para outro lugar, ou seja, um risco iminente que ele pudesse estar morto. Ele volta pra delegacia o dia inteiro batendo lá, não conseguiu nada. E aí foi terça-feira, quarta-feira a
Rede Globo noticiando, cadê o Tim Lopes? e cobrando a Polícia Civil o esclarecimento. Passa um dia, dois dias, três dias, 4 dias, 5 dias e Isso na mão do Daniel Gomes. E aí a pergunta que eu faço para você que tá me assistindo e o sargento Castro vai entender o que eu tô falando falando. Como é que eu descubro um crime dentro de uma comunidade que é que tem como manda o comando vermelho se lá tem a lei do silêncio? Como é que você esclarece um crime? >> Difícil. É muito difícil. em 2002 que você
não tinha uma câmera pública praticamente >> muito difícil. >> E aí o que que eu trouxe para você que o o Daniel Gomes me deu? Ele comentou uma coisa muito interessante. O Comando Vermelho, que é a primeira facção criminosa do Brasil que inaugurou tudo foi o Comando Vermelho, depois o a o PCC em segundo lugar. Eles quando inauguraram o comando vermelho em 1979, eles lançaram a primeira coisa isso aqui, ó, 10 mandamentos do comando vermelho. Isso aqui pouca gente conhece, >> tipo o estatuto, né? >> Não, primeiro é o mandamento, depois tem o estatuto. Sargento,
dá uma olhada que interessante. >> Não. >> Então eles têm os 10 mandamentos. que eu quero ler para vocês os os 10 mandamentos, que é como se fosse os 10 mandamentos da Bíblia, mas é os 10 mandamentos da Bíblia do traficante, organizado >> faccionado, comando vermelho. Primeira, Primeira regra, não negar a pátria. E eu perguntei pro pro Daniel Gomes, o que que é não negar a pátria? Na visão deles, para eles, pátria é a comunidade faccionada. Então lá as pessoas têm que ter um amor por aquilo, tem que trabalhar todo mundo junto naquela pátria. Eles
que mandam lealdade. Dois, segundo mandamento do comando vermelho, não caguetar. Olha bem, o segundo mandamento, você não pode ser caguetar. Ou seja, o que que Quer dizer? Como é que a Polícia Civil vai descobrir alguma coisa nessas comunidades? Se o item número dois é não caguetar. Olha o item número três, mandamento número três, não cobiçar a mulher do próximo. Item número três. Número quatro, não fazer nenhuma acusação em vão entre os parceiros do crime para não gerar um ambiente ruim na na facção. Cinco, não conspirar contra a facção. >> Caraca. >> Seis, falar a verdade,
mesmo que custe a própria vida. Ou seja, eles não aceitam mentira. Eles querem que o faccionado, que o cara que tá com ele sempre fale a verdade. Sétimo, trabalhar em coletividade. Eles trabalham em irmandade, são muito unidos. Oito, fortalecer os menos favorecidos. Que que eles fazem? Eles protegem a comunidade, ajudam socialmente para ter aquela integralidade naquela comunidade. Nono, Não ser desonesto. E por último, eliminar nossos inimigos. eliminar nossos inimigos. E quem que é o inimigo é a polícia. Quem que é inimigo é a pessoa da outra facção. E a pergunta que eu te faço, o
Tim Lopes, repórter de uma emissora, quando entra no local, o que que ele é? inimigo. >> Ele é um inimigo. Então o tio Lopes cai no artigo no no número 10 e no estatuto eles falam que quem infringir essas normas eles criaram o Tribunal do Crime. Eles explicam aqui no estatuto como funciona o Tribunal do Crime. Ou seja, o Daniel Gomes me conta isso. Ele fala o seguinte: "Lordelo, eu trabalhei durante 8 dias, a imprensa em cima da gente, o governo me cobrando, mas como é que eu vou esclarecer? Difícil, né? Sem informação, porque o
policial não tem bola de cristal. Não tem informação. E >> e o e o que o sargento tá falando, que é uma linguagem de polícia, é informação. A informação é fácil, por sinal, em São Paulo, porque não tem comunidade gerenciada pelo PCC, é tudo espalhado. E lá não, no Rio é tudo eh fechado, controlado. Mas aí ele me conta, e agora eu vou contar o crime cometido pelo policial civil Daniel Gomes, que se ele não arriscasse o próprio cargo, Sneider, ele arriscou o cargo dele com 50 anos de idade. Ele arriscou ser preso, ele arriscou
ir pra cadeia por causa para tentar esclarecer o crime do Tim Lopes. E ele me conta o seguinte, ele tá na Delegacia, aquela pressão, o telefone dele não parava de tocar, é, é governador, é delegado geral. E aí, como é que tá? E ele não tinha resposta, mas ele tá na delegacia quando entram dois policiais militares com um indivíduo preso, traficante. Chegaram para ele, ô Daniel, nós prendemos esse cara vendendo droga agora. Ah, é? Tá. Daniel Gomes parou, levou pra sala dele, o rapaz algemado perguntou para ele, você vende droga? Falei vento ele falou: "Você
vende droga onde?" Ele falou: "Na vila Cruzeiro." Quando o cara fala: "Vila Cruzeiro, Sneider, o Tim Lopes desapareceu na Vila Cruzeiro." Ele fala: "Me fala uma coisa, você soube do desaparecimento do Tim Lopes?" Ele falou: "Soube, tá, tá em todos os jornais, tá na televisão, só se fala nisso." Eu falei: "O que que você sabe sobre o desaparecimento do Tim Lopes?" Ele falou: "Olha, o que eu sei é o que Tá na mídia, é que ele foi lá e de lá ele não saiu." Bom, aí ele falou assim: "Mas você é da facção?" Ele falou:
"Eu sou da facção". Aí ele perguntou: "Mas você não sabe nada sobre o caso do Tim Lopes?" Aí o traficante falou: "Ea um pouquinho e se eu souber, eu vou te falar por que eu tô em cana? Eu tô em cana. >> Eu tô em cana, meu amigo. Vou falar o que para você? Aí o policial Daniel, 50 anos de idade, Já quase 25 de polícia, ele falou mesmo, pera um pouquinho, >> vamos trocar a câmera, >> vamos. Eu eu preciso que você me ajude. Você tem informação sobre a o desaparecimento ou morte do Tim
Lopes? Aí esse traficante falou o seguinte: "Eu vou ser muito honesto pro senhor. Eu não tenho essa informação. Eu sei que tiraram ele de lá e levaram para outro lugar. Eu sei até para onde levaram. Mas o que aconteceu com ele? Eu não sei, mas Se eu estivesse solto, eu tenho como descobrir, porque eu sou da comunidade, sou da facção. Aí o policial civil Daniel Gomes, ele entendeu que o cara queria fazer uma troca, >> trocar cana. >> Mas eu te pergunto, sargento, como confiar? >> Difícil. É difícil confiar nesse caso aí, mas >> porque
o cara pode o cara pode tá jogando um >> Mas é o que o Dan o o o Daniel tinha na mão ali. >> Então essa é a frase. O Daniel tinha na mão e o Daniel comentou comigo, tá lá na cena do crime entrevista inteira. Ele falou o seguinte, Lordela, eu olhei pro olho do ladrão, do traficante, e eu percebi que ele falou com honestidade. Ele falou para, ele falou, eu, Daniel, falar para ele, se eu te soltar, você me levanta esse serviço? Ele falou: "Olha, se você me soltar, eu vou Prometer que eu
vou fazer o possível para te passar essa informação de forma sigilosa". Aí tinha um problema os dois policiais militares que trouxeram ele em cana. >> Era um flagrante. >> Era um flagrante. E aí o Daniel Gomes chama os dois PMs, que era tudo amigo que trabalha na mesma área. Ele falou: "Olha, eu tô com esse cara aí da Vila Cruzeiro e eu vou tentar fazer uma troca de cana com esse cara. E vocês aceitam Isso? que se vocês colocarem no papel, eu tô [ __ ] >> Os polícia os polícia falaram: "Ô, Daniel, não, você
é parceiro nosso, faz o que você quiser com esse cara". E os policiais entraram na viatura e foram embora. Aí ele volta pra sala, tira algema desse traficante e falou assim: "Olha, tá aqui um celular". Ele tinha um celular velho falou: "Tá aqui, esse celular tá carregado". Você leva, você tendo essa informação, você me liga, Passa a informação e joga o celular fora. Ele falou: "Tá bom". Ele deu o celular, soltou o ladrão e naquele momento ele comete o crime de prevaricação. Se ele fosse descoberto, daria rua pro policial. Certeza. Mas ele queria saber o
que estava acontecendo com o Tim Lopes. E o traficante foi solto. Só que o Daniel Gomes acertou quando olhou olho no olho com com o traficante. Por quê? Passado quatro dias, toca o Telefone, era o vagabundo. E o cara falou: "Seu Daniel, pega papel e caneta que eu vou contar pro senhor o que aconteceu. >> O que que aconteceu? >> E você gravando tudo lá? Tudo tudo gravado. Eh, foi a maior furo de reportagem, eu acho, eh, eh, e matéria de jornalismo policial. Foi lá no canal Na Cena do Crime. Mas olha o que que
ele contou. Ele descobre a história inteira. E a história foi o seguinte, sargento. O Dani, o Dan, o o Tim Lopes, ele vai pra comunidade, ele deu uma passeada, ele encostou num boteco, pediu lá uma cerveja para tomar e ficou lá fumando o cigarro e e assistindo e eh o que tava acontecendo. Só que a câmera dele estava mal ajeitada no na pochete e tinha a luzinha piscando que tava gravando. Um garoto menor de idade viu, correu e ele chama dois traficantes, o Boizinho e o capeta. Falou: "Olha, tem um cara ali que tem um
negócio piscando na pochete". Os dois foram lá, tiram o Tim Lopes do local, pega na pochete quando acham, sabe o quê? A câmera fotográfica. Quando eles vem a câmera, eles pegam os documentos. que ele não tinha levado o documento em nome dele, começou a apanhar, ele confessa que era o Tim Lopes, funcionário da Rede Globo. >> Às vezes falou até, confessou, achando que iria ter um alguma vantagem, né? >> Alguma vantagem. E aí o que que aconteceu? O caso era grave. Esses dois traficantes ligaram para o traficante que naquela época era o chefe do comando
vermelho chamado Elias Maluco. O Elias Maluco quando recebe o telefonema, ele fala: "Pera um momentinho, isso é grave. Isso é grave. Eu tô mandando o carro aí pra Vila Cruzeiro, vocês colocam ele no porta-mala e traz aqui lá pra favela da Grota, cerca de quase 4 km daquele local. E aí colocaram o Tim Lopes Amarrado e levam paraa favela da Grota, aonde o o o traficante Elias Maluco já tinha convocado o Conselho do Comando Vermelho, que é o Tribunal do Crime. E e esse Tribunal do Crime era formado por ele e mais nove pessoas. Bom,
eles estão lá, as 10 pessoas, chega o carro, abre o porta-mala e retiram o Tim Lopes. Quando retira o Lopes, no meio desses traficantes, que era um dos conselheiros, um cara importante, estava um traficante alto, gordinho, que o Apelido dele é Ratinho. O Ratinho quando vê o Tim Lopes, ele fala: "Foi ele que me filmou há dois anos atrás e eu entrei em cana". [ __ ] mano, >> saiu na Globo o ratinho com um fuzil e aquela imagem fez com que a polícia localizasse o ratinho e o Ratinho foi preso. E aí, olha o
que esse informante levanta. O Ratinho quando vê o Tim Lopes, ele ficou furioso e ele fez o quê? Ele partiu para cima do Tim Lopes e Começou a dar porrada. E o Elias maluco perdeu o controle do Tribunal do Crime. Então ali não teve julgamento. Simplesmente a raiva do Ratinho era tanta >> que eles resolveram matar inicialmente o Tim Lopes de uma maneira extremamente violenta. Só para você ter uma noção, pegaram cigarro aceso e colocaram nos olhos do Tim Lopes. Cigarro aceso. Cortaram braço, cortaram perna. Ou seja, foi uma morte praticada com requintes de Muita
crueldade. Quando ele estava morto, eles lá na favela da grota, eles colocam o a morte, como é que chama? o pneus, >> os pneus um em cima do outro, a todo o corpo dele dentro, mandaram comprar diesel, tacaram fogo e aquilo fica horas eventualmente queimando. O que sobra, o que sobra que são praticamente cinzas, tudo aquilo foi recolhido, subiu um morro e esse local, eu tenho aqui o nome, chama Colina da Pedra do Sapo. E Nesse local, na colina da pedra do sapo, pegaram os restos mortais, praticamente cinzas, e colocaram ali enterrados nesse local, que
quase ninguém frequenta. Bom, esse traficante que fez o acordo, que o Daniel Gomes liga e fala: "Pega a caneta que eu vou te dar o trajeto para você chegar na pedra do sapo". E ele fez uma coisa muito interessante. Ele fez duas marquinhas na pedra para que o policial não errasse. Olha que interessante. >> Achasse o corpo ali, o que os restos, né? >> Os restos. Aí o que que aconteceu? Quando o Daniel Gomes recebe essa informação, avisa o delegado titular, chama o corpo de bombeiros, mais de 100 policiais vão pr pra colina da pedra
do Sapo. E aí ele me contando que ele escreveu o mapa do tesouro, foi indo, foi indo, foi indo quando chega na pedra com essas duas marcas e ele observa no chão que tava revirado. E quando eles Começaram a mexer na terra, eles encontram o quê? O corpo do Tim Lopes carbonizado. Tudo isso foi recolhido pela perícia, levado paraa perícia. E por sorte, Sargento Castro, eles localizaram um pequeno ossinho pequenininho que era a costela do Tim Lopes. E com esse ossinho pequenininho verificou o DNA de quem? o DNA do Tim Lopes. Então, naquele momento, a
a família do Tim Lopes tem a certeza que Ele foi morto no Tribunal do Crime. O Tim Lopes é enterrado. O Daniel Gomes, que não dormiu, fez o inquérito colocando que recebeu as informações. Só que na época é aquele papo de polícia, sargento. Recebi informações, mas não coloca de quem, >> lógico. >> Certo. >> E nem como conseguiu, né? >> E nem como conseguiu. Então, o policial tem as suas estratégias. ligaram aqui na Delegacia, não informou na rua, mas ele não contou na época que ele trocou >> ele, ele comete um crime para tentar resolver
um crime maior. E ele conseguiu, >> ele conseguiu, pô, >> ele usou ele usou ali num numa estratégia ali que os policiais antigos usavam muito. >> Coragem. >> Coragem. Então, antigamente, quando a gente fala, E o sargento fala muito sobre o policial raiz, o policial raiz era um policial que para resolver um crime, isso é fato, muitas vezes cometi outro crime, a bem de você poder esclarecer um crime que você tá precisando, que como, por exemplo, você conseguir achar um cativeiro com refém. E muitas vezes o policial arrisca a própria pele para esclarecer um crime
e quando isso é descoberto, ele perde o cargo e sai da polícia com uma mão na Frente, uma mão atrás. >> E aí o Daniel Gomes com essas informações, ele faz o quê? Ele consegue enquadrar o Elias maluco, o ratinho, mais oito traficantes. Prendeu todos os traficantes e meteu todo mundo na cadeia. Só para você ter uma noção, o Elias Maluco, ele foi preso em 2002 e em 2020, sargento Castro, Elias Maluco, foi encontrado morto dentro da cela. Há uma dúvida se mataram ele ou se ele se matou. Tá? Então foi a coragem do policial
civil, o hoje comissário de polícia Daniel Gomes, 73 anos de idade, onde ele conta com exclusividade pro canal da Cena do Crime, mostrando e era o trabalho da polícia. E eu queria saber de você que tá nos assistindo agora no Sneidercast se você é a favor ou conta disso, tá? É, eu eu acho, eu, a minha opinião, eu acho que, [ __ ] ele ele o que que é um um tráfico de drogas ali no Rio de Janeiro é uma coisa eh é é um Crime grave, mas é uma coisa que acontece lá todo dia,
toda hora, todo momento. Então, quer dizer, ele arriscou ali de eh deixar de prender um traficante, mas elucidar um um crime aí que que deu uma comoção nacional, né? Um crime que, pô, eh, ficou várias semanas aí na na mídia, né? Então, eu acho que foi louvável. >> Então, tá, e tem outra coisa interessante, hein? Priscila Bfor, desaparecida há 25 anos. >> Essa daí eu penso até hoje. Vamos >> policiais reviraram o rio, só que eles não tiveram informação. >> Exatamente. >> Eles não tiveram. E você não tem como ter informação no rim comunidade. >>
E eu vou falar uma coisa pro senhor, se não fosse a a expertise desse desse desse policial civil aí, até hoje não teria não teria lucidado Lopes iria ser Priscila Bfor. Nós estaríamos hoje discutindo aonde está Tim Lopes. Todo Mundo diz aonde está Priscila Bfor. No canal na Cena do Crime eu contei a história da Priscila Bfor. Foi um dos vídeos que mais deu views. Por quê? Porque o caso é enigmático. O, quando o delegado de polícia não esclarece o crime, Sneider, ele é malhado, ninguém perdoa. Crime grave. >> Você imagina a família dela até
hoje? Uma família que é uma família, pô, >> eu me lembro que o irmão dela ia disputar o título. Tavam dizendo que ele Não ia disputar, mas ele foi, ele foi com a camisa, com a com a estampa da Priscila Bfor. Os policiais do Rio não dormiram por quase 2 anos e não chegaram a nada. zero. Eles eles receberam denúncia anônima de monte, sargento. Rodaram Rio de Janeiro, zero. Ninguém sabe onde Priscila Befor está. E com absoluta certeza ela foi levada para uma comunidade e com absoluta certeza ela foi morta. Eu conto, eu conto no
meu lá Na cena do crime que a o motivo mais grave que foi levantado, que pode ter sido, é que a suspeita é que ela ela era usuária de drogas e que ela naquela oportunidade estaria devendo dinheiro para o tráfego, que já era comando vermelho. E por causa dessa dívida, ela teria sido levada pra comunidade e morta. O outro, o outro viés de investigação é que ela estaria grávida e ela teria ido fazer um aborto ilegal e ela teria morrido nessa mesa de operação Do aborto ilegal e aí quando morreu sumiram com o corpo dela.
Essas forem as duas linhas que eventualmente surgiram. Mas uma coisa é certa, a polícia fez de tudo. E o mais curioso que pouca gente sabe, sargento Castro, é o seguinte. Depois de 3 anos do desaparecimento da Priscila Bfor, uma mulher fortona foi no Ministério Público do Rio, se apresenta para um por um motor e fala assim: "Eu estava presente na morte de Priscila Bfor. Eu vi como ela foi assassinada. Eu Sei onde estão os restos mortais dela. E ela foi no promotor, o promotor de cabelo em pé sentou. Pera aí que eu vou te ouvir.
Ouviu a mulher, sargento. Ela disse que quatro traficantes cariocas foram os culpados. Deu o nome dos quatro. O promotor pediu a prisão dela e a prisão dos quatro saiu na hora. No dia seguinte, o promotor chama o delegado de polícia do caso, que não conseguiu nada, e falou: "Tá aqui essa Mulher que teria presenciado a morte de Priscila Bfor e sabe onde enterrou Snyider?" Eles pegaram corpo de bombeiro, essa mulher algemada e foram pro morro. Chegou lá, ela andou, andou, falou: "Tá aqui, ela tá enterrada aqui. Veio o pessoal, escava, escava, escava, não encontra nada".
Aí ela falou: "Eu me enganei. Ela não tá aqui, ela tá mais para lá. Andam, andam, a imprensa tá toda em cima. Anda, anda, anda. Tá aqui. Escava, escava, escava, não encontra Nada. >> Aí no terceiro, eu me lembro que eu tava em casa vendo a TV, as câmeras querendo saber onde tava Priscila Bfor, quando eu vejo um delegado falando pro outro, fazendo esse movimento. A mulher era a 13. 13. >> A mulher era 13, foi levada pro Ministério Público e falou: "Olha, essa pessoa não bate bem da cabeça." Que que aconteceu? A justiça soltou
ela e soltou os quatro traficantes, que eram Traficantes, mas não tinham mandado de busca, não tinham mandado de prisão. E eles não tinham nada a ver com Priscila Bfor. Ou seja, você não conseguiu uma informação fidedigna, no caso de Priscila Bfor e no caso Tim Lopes, o Daniel Gomes, que hoje tem 72, 73 anos, brilhantemente, com muita coragem, através de uma troca de de de cadeia, falou: "Olha, eu vou te livrar dessa cadeia, eu vou colocar o meu cargo em risco, mas eu quero a sua palavra". Aí o Traficante deu a palavra e e realmente
ele cumpriu. Quem quiser assistir tanto o caso Tim Lopes, o caso Priscila Befor lá na cena do crime é uma história completa e principalmente ouvida da boca do Daniel Gomes que está nativa ainda. E eu perguntei no final para ele, eu perguntei: "Mas por que que você resolveu confessar agora?" E ele falou para mim, Lordelo, o crime que eu cometi prescreveu >> ligeiro. >> Já prescreveu, mas ele quis, ele é ligeirão. >> Ele quis deixar registrado. >> Eu conheço um polícia assim. >> Conhece? >> Conheço. [risadas] Não vou falar quem é. Eu corto meu pescoço,
mas eu não falo quem é. [risadas] Váos crime, né? Ele fala faz 20 anos, né? Vou contar uma ocorrência aqui. >> É mais de 30, graças a Deus. [risadas] Ai, >> mano, é [ __ ] né? Mas vamos achar. Vamos ainda. Eu tenho certeza que nós vamos vão descobrir ainda onde abrir. Antigamente a gente usava muito esse artifício aí de que a gente chama de trocar cana, né, meu? Às vezes a gente trocava cana, às vezes a gente colocava, é, aumentava o pote com aquele cara, mas já já teve caso de a gente pegar o
cara com a pontinha e falar pro cara: "E aí, mano, onde que é a a onde que você Comprou a >> Entrega a casa bomba". Entrega a casa bomba. O moleque entregava a casa bomba. A gente falava: "Bó, canela vai embora". Vixe, várias vezes >> agora, uma coisa, uma coisa para levantar um debate também é o seguinte. Nos Estados Unidos existe um negócio muito interessante que é o chamado flagrante preparado. Lá a legislação permite que a polícia prepare uma armadilha para pegar o criminoso. Por exemplo, a polícia nos Estados Unidos, os os policiais se fantasiam
de vendedores de drogas. Eles vão para um determinado lugar, quem chega para comprar entra em cana. Então, muitos crimes nos Estados Unidos são esclarecidos porque a polícia pode usar a artemanha. E aí eu preciso contar um caso muito interessante, não posso falar o nome da pessoa, um delegado, grande delegado, amigo meu, que uma vez ele viajou para Miami e ele se hospedou Sozinho num hotel. em Miami. Ele tá no lobby do hotel tomando um negócio, quando encosta uma mexicana muito bonita e com uma roupa muito insinuosa e puxou papo com ele e começou a puxar
papo. Ele achou muito estranho. Ela perguntou: "Você tá hospedado aqui?" Ele falou: "Tô hospedado aqui no oitavo andar". Ela falou assim: "Olha, eu sou garota de programa". Ah, é? Quanto você cobra? Ah, ó. Ah, é. Ah, você tá aqui mesmo, só gente subir. E a mulher era muito Bonita. E quando ele olhou paraa mulher ali e falou: "Cara, eu vou pagar esse programa, eu vou encarar". >> E aí ele acabou de tomar o whisk dele e pagou a conta. E isso ele me contando, ele com ela com no braço, ele foi andando, só que era
longe para chegar até o elevador. No meio do caminho, sargento. >> Foi um amigo mesmo, né, doutor? >> Foi. Não, foi um amigo. [risadas] Foi um amigo. Foi um amigo. >> Eu tô me segurando aqui. Tem que quebrar o clima. Amigo, >> eu acredito [risadas] >> lá no meio do >> um grande amigo meu >> tá com muito detalhes [risadas] Mas vamos lá. No no no meio do caminho, no meio do caminho, o cara começa a lembrar num filme americano que ele viu que as mulheres policiais se fantasiam de garotas de programa e vão para
os hotéis e balada e sofr >> a armar a puca que é o flagrante preparado que no Brasil não pode. E aí deu um frio no cara, ele olhava pra mulher, então ele já não viu uma mulher gostosa. >> Ele falou: "E se for polícia?" Aí ele falou: "Meu, eu sou delegado no Brasil aqui, eu sou zero. Eu sou zero, eu vou em cana." E aí quando ele tava no elevador, aquela voz na cabeça, mas será que é polícia ou garota de programa? É [risadas] polícia ou garota de programa? Ele falou para ela, olha, olha,
não tô passando bem, vamos deixar para outro dia e foi embora de medo. Então o flagrante preparado deixou as pessoas preocupadas, porque você não sabe se for um polícia, você vai encana na hora e >> já tinha tomado o tadala, ela ferrou, né? [risadas] desperdiçou. >> Já tinha, você já tinha tomado tadala e ess >> já aconteceu isso com o Carlos mandou Aqui. Já aconteceu com você, Cast >> dessa vozinha. >> Já, já, já, já fui assim, casada. Sai fora, cara. [risadas] >> Fora, cara. Ela é casada. >> Ó, eu cles mandou aqui, ó. Um
abraço a todos, um feliz Natal e um próspero ano novo aqui de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais. É nós, irmão. >> Ó, teve um aqui que perguntou aqui, ó, o Dav eh Davi Lima. Lordelo, qual foi o caso que mais te marcou? >> Não, o caso mais que mais me marcou como comentarista na Rede TV, tem casos que eu fiz como delegado que me marcaram e tem caso que eu fiz como como comentarista da Rede TV. O caso que mais me marcou foi o do goleiro Bruno. >> Bruno, >> porque o goleiro Bruno, todo
mundo sabe, o o Bruno ia pra seleção brasileira, ele ia ser vendido para um time na Itália, era o maior goleiro do Brasil quando essa menina desaparece, a Elisa Samúdio, E a imprensa começou ir a procurar quem? procurar ele, que foi um cara que teve uma FER com ela. E eu tava cobrindo o caso pela Rede TV e a polícia investigando e o delegado lá do do de Minas Gerais, Dr. Edson Moreira, que era o cara que tava batalhando e também não conseguia nada, porque vocês têm que entender que o policial não tem bola de
cristal. >> Exatamente. >> Caso de gente desaparecida, a pergunta Que eu te faço, como é que eu chego no crime, ô Sneider? Porque você vai descobrir como? E o Dr. Edson Moreira mobilizou a polícia mineira, a polícia carioca e tava semanas e semanas e zero. E nós entrevistamos quem? A dona Sônia Samúdio, que era a mãe da dona da da Elisa Samúio, as pessoas mais próximas. E o e o Bruno quando era entrevistado, ele dava uma: "Pô, vocês estão louco, eu não sei dessa menina, eu transei com ela uma vez numa festa. Vocês vem perguntar
Para mim onde tá Elisa Samúdio?" E aquilo tava reverberando, mas não tinha como acusar o Bruno, não tinha. E ninguém podia imaginar que um goleiro de seleção brasileira fosse capaz de sequestrar essa moça que ele teve. Bom, o que que aconteceu? Num determinado dia, o pessoal da Rede TV me liga com uma gravação de um programa de rádio. É uma loucura o que aconteceu, Snyider. Que aconteceu? A Elisa Samúdio, ela foi morta na frente Do macarrão e do sobrinho do Bruno, que tinha 16 anos, na casa do Bola, que é um ex-policial civil justiceiro de
Minas Gerais. Ou seja, sargento, o garoto de 16 anos, juntamente com o macarrão, eles levaram a Elisa Samúdio segurando o filhinho dela, o Bruninho, que hoje tem 15, 16 anos, segurando a criança dentro da casa do Bola, que era o ex-policial civil. Eles foram lá levar a Elisa Samúdio para ser morta, só que ninguém sabia como ela ia ser morta. Ninguém sabia porque o Bola acertou dinheiro com o macarrão, mas nem o próprio macarrão sabia e nem o Bruno como que ele ia matar Elisa Samúdio. E ali na sala, e aí eu vou te contar
como é que a polícia chega nisso, mas na sala aonde estava o o policial, ex-policial civil, o bola, o macarrão, a a Elisa Samud com o Bruninho e o e o sobrinho de 16 anos. Quando eles entram, o Bola recebe os três muito bem. Em dado momento ele fala: "Ah, você que é a Mulher do Bruno?" Ele falou: "É, o Bruno comprou um apartamento aqui. É tudo mentira. Ela caiu, ela caiu na história, comprou o apartamento e ele vai me bancar por causa do filho dele também. Ele falou: "OK". Aí em determinado momento, sargento, ele
pede para ela estender as mãos. Ela estende as mãos, ele pega nas mãos dela e faz assim, ó. Passa inicialmente os dedos na mão dela. Passou suavemente. Ele vira para Elisa Samude e fala assim: "Você tem as mãos muito lisas. Você, pelo jeito, não é dona de casa". Ela falou: "Não, não sou dona de casa. Eu não sou dona de casa". Ah, tá. Em segundo momento, ele pega as mãos de Elisa Samúdio e ele faz isso. Ele traz pro nariz dele, coloca no nariz e >> cheira. >> Cheira. Quando ele cheira, ele olha para ele
e fala assim: "É, você não usa drogas?" Ela fala: "Não, não uso droga. Eu só bebo, bebo cerveja, isso, mas eu Não uso drogas." Tá. Quando ele tá com ela, com as duas mãos na mão, ele vira o corpo de Elisa Samúio, ele pega no pescoço, ele quebra o pescoço da Elisa Samúdio e ela cai no chão como se fosse uma galinha com o pescoço destroncado. >> Ela cai no chão sem derramar uma gota de sangue. Isso na frente de quem? do macarrão, do sobrinho do Bruno de 16 anos e o filho do Bruno que
tinha 6, 7 meses. Todo mundo viu. E isso foi um choque Para aquelas pessoas que nunca viram alguém ser morto. OK? Eles foram embora e depois o o Bola deu fim no corpo da Elisa Samud, o que nunca foi encontrado. Mas olha o que aconteceu e eu acompanhei todo esse processo. O sobrinho de 16 anos quando volta pro Rio, ele ficou sem dormir algumas noites, Snyider. Por quê? Ele tinha aquela imagem da morte da menina na cabeça e aquele aquela voz da cabeça foi aumentando, aumentando, aumentando. E aí eu te pergunto, Sargento, o que que
acontece quando você tem um segredo que tá te remoendo a cabeça? Você não consegue, enquanto você não revelar, você não vai conseguir ter paz. >> Você tem que contar para alguém até para você desabafar. Ele tinha um tio que ele gostava do tio. Ele chamou o tio, falou: "Tio, eu preciso contar uma coisa pro senhor, mas eu quero que o senhor não conte para ninguém porque é uma coisa muito grave". Ele falou: "Pois não, ele Me conta todo o sequestro, como ela foi mantida em cativeira e como ela foi morta." Ele contou pro tio e
ele se acalmou. Mas aí a voz na cabeça ficou com o tio. Três dias, >> ele transferiu. Transferiu. >> Três dias depois, Sneider, o tio vai na rádio Tupi, na periferia do Rio e conta isso em rede nacional na rádio. >> Isso é porque ele falou tio não conta. [risadas] >> Tá pior que o Castro eu, cara. [ __ ] mano. >> Deus me livre de vovoca. Vou lá na Rio Tupim. Ele contou na na rádio Tupi. Quando isso cai na imprensa, o Dr. Edson Moreira pega o avião e vai pro Rio. Prenderam o garoto.
Quando prende o garoto, o garoto não tinha o que fazer. Abrir o bico, rachou tudo. E que que aconteceu? Foi preso o Bruno, foi preso apreendido garoto que Era menor de idade, foi preso macarrão e preso bola. Todo mundo encana. Ou seja, um crime que só foi esclarecido por uma caguetar do comando vermelho, uma caguetagem. Então, muitas vezes a polícia é criticada por não esclarecer crime, mas entenda que a polícia não tem bola de cristal, cara. Ela precisa de informações. E e >> e e se você tem uma comunidade onde todo mundo sabe que não
pode passar Informação que você vai morrer, muitos crimes ficam, na verdade sem esclarecimento. Então, às vezes um detalhe, você esclarece um crime na sorte. E nesse caso o goleiro Bruno era para ter se safado. Elisa Samudio nunca ter sido encontrada como não foi. Mas com essa essa confissão ficou provado que Elisa Samúdio foi morta, apesar do corpo dela não ser encontrado. Quem tiver curiosidade digita no Google certidão de óbito de Elisa Samud. Aparece a certidão que é um dos poucos casos Sneider de uma certidão de óbito onde não tem corpo. É curioso isso, né? Você
acha que o Você acha que o Bruno ainda fala, vai acabar falando com o filho dele que ele tá tentando, né? >> Não, não, ele tá tentando. Vamos lá. O, eu fui pro Rio entrevistar o Daniel Gomes, mas estava marcado. Eu ia fazer duas entrevistas. Eu ia entrevistar a dona Sônia Samúio, que é a mãe da Elisa Samúio. Por que que eu ia entrevistar? Porque eu fiquei com muita amizade com ela, porque eu dei muito apoio pra família na Rede TV. Então, ela tem muita confiança em mim, tá? E ela queria me contar, na verdade,
o processo que ela move contra o Bruno, porque ela tem direito a uma pensão do do garoto desde pequeno, porque ela assumiu a figura materna, ela que cuida do Bruninho. E aí, só para você ter uma noção, Sneider, ela o o Bruno já deve para ela em torno de R$ 5 milhões deais porque ele não Paga. E ela queria desabafar isso tudo para mim. Por quê? porque ele tá ganhando dinheiro, mas não entra na conta dele, então ela não consegue receber. Só que no dia que eu fui lá para gravar, ela não passou bem e
eu não pude fazer essa gravação, mas em 2026 eu vou est voltando lá e vou est gravando com ela. Então eh eh ela ela tá louca da vida. Agora, a notícia bacana que é esse garoto, filho do Bruno, que assistiu à morte do pai, que ele viu, ele não tem Noção, mas ele viu, ele tava lá na sala. Esse garoto hoje tem 15 para 16 anos, joga na seleção brasileira da faixa etária dele, foi contratado pelo Botafogo, já tem salário pelo Botafogo e pode escrever o que o Jorge Dordelo tá falando. Esse garoto vai ser
de seleção brasileira. >> Ah, porque o moleque é bom. >> E agora ele é mais alto que o Bruno. E a maior coincidência, sargento, ele joga no gol. Olha que que loucura. A Elisa Deu o nome dele do Bruno para ele. Ele é Bruninho. Ele é mais alto, mais forte que o pai e joga para caramba no gol. E agora, Sneider? O Bruno quer falar com o filho. >> Sim, ele falou, o Bruno falou que tem um negócio que ele só pode falar pro filho dele sobre essa. >> Mas o filho dele quer saber o
que de um pai, de um pai que fez tudo que ele fez. Você é louco. Não queria nem papo >> agora que o filho tá ganhando um picholé >> e vai ganhar dinheiro com >> tudo isso daí o Bruno fez para não pagar pensão. >> Para não pagar pensão. >> Para não pagar pensão, cara. >> Será, mano? Será, cara? >> Primeiro para não pagar pensão. Primeiro para não pagar pensão e segundo, sabe por quê? Causa do ego. A minha opinião é assim, ele não ia ser burro de chegar e falar: "Mata essa mina que nós
vamos sumir com ela". A minha opinião é que a mina terminou com ele lá, teve a treta. >> Não, não, não. Ela ficava no pé dele, o cara e ele chegou e deve ter falado assim: "Vamos só dar um susto nela. Bola pega ela." Entendeu? Que tava junto com Bola a menina, né? Dá um susto nela aí no sítio. Aí o negócio saiu do controle, bola foi um pouquinho. Esse susto ele deu. Ele deu pelo Não, vamos lá, vamos remorar toda a história. Primeiro ela ficou grávida, ela tava com uma barriga, Ela ligou pro Bruno,
falou assim: "Eu tô". Quando ele falou que ela falou que tava grávida e o sargento Caso tem razão, muitas mulheres morreram no Brasil quando o homem descobre que a mulher tá grávida e não quer pagar pensão. Isso é motivo de morte de mulher. Um um uma da um dos stress mais altos que um homem tem é quando uma mulher chega para ele, olha, eu acho que tô grávida. Vixe. >> E o que que aconteceu? >> A alma sai do corpo. >> O que que aconteceu? Ô, ô, ô, ô, Sneider, quando ela começa a falar que
tá grávida e ele percebeu que era célica e que a barriga tava crescendo, ele chama ela pro apartamento dela. Sabe quem tava no apartamento? O macarrão e o bola. Eles pegaram essa menina, fizeram ela tomar um abortivo. Ela tomou um abortivo, tá? Foi jogada pra rua passando mal. Ela passando mal, Foi pra delegacia da mulher, fez um boletim. >> Isso eu não sabia. >> Teve um boletim contra o Bruno e lá ela deu uma entrevista que tá lá no na cena do crime, eu conto a história inteira e mostra essa entrevista. Ela fala assim: "Ele
tentou tirar o meu filho e ela não sabia que ia perder porque ela foi no mesmo dia do aborto. E aí ela foge para São Paulo, mas não abortou". Bom, ela tava com medo do quê? ou de morrer ou de Que ele tentasse abortar novamente. Bom, ela se refugia, eh, Sneider, em São Paulo. E aí a produção da Sônia Abrão conseguiu falar com ela e ela deu a única entrevista pra televisão, foi pra Sônia sozinha. Ela nem quis a minha presença, falou: "Só quero falar que a Sônia que é mulher". E nessa entrevista ela fala:
"Eu tenho medo de morrer. Eu tenho medo que ele tente arrancar o meu filho e eu tô escondido em São Paulo". Ela deu entrevista e acabou. Dois meses Depois, o Bruno consegue o telefone dela com alguma amiga, garota de programa. Ligaram para ela dizendo: "Olha, o Bruno tá arrependido. O Bruno quer assumir a criança. O Bruno quer te dar um apartamento". E aí ela acreditou, passando necessidade, ele pagou a viagem para ela, ela sai do escondirigo e vai ficar num flat pago pelo Bruno. E ali levaram ela para o sítio dele em Minas Gerais, mas
não era mais uma viagem, era um cativeiro. E desse cativeiro ela Nunca mais voltou e sumiu nas mãos do Bola. E se o menor de idade de 16 anos não confessa pro tio e o tio vai na rádio Tupi, nós estaríamos dizendo: "Elisa Samúdio tá viva ou tá morta e o Bruno estaria jogando futebol". Então tem casos que a polícia esclarece na sorte, hein? >> Sorte. ou no caso do Daniel Gomes Tim Lopes, que ele arriscou a pele dele. E antigamente, na minha eh eh o Coso sabe disso, a gente acabou fazendo muita Coisa na
polícia para esclarecer um crime maior. Essa que é a verdade. Em prol da sociedade. >> Em prol da sociedade. E ó, e outra coisa, fal ainda nesse caso aí do Bruno aí, eu vou falar uma coisa pro senhor. Primeiro, não foi nem muito por causa da pensão. O gordão falou: "O cara tinha dinheiro". Mas é assim, pelo que falavam, ela já tinha saído com vários outros jogadores. Isso é o que falaram, né, meu? Vários outros jogadores. E aí Dentro ali da da da dos jogadores, o que que ia acontecer? Não, pera um pouquinho. O que
que ia acontecer? Ah, a mina ficou grávida. Aí ficavam zoando ele, entendeu? >> Ô, caramba, hein? É o os caras arrumou a mesa. Você é garçom, aí você arruma a mesa pr os outros comer, né? Então, quer dizer, ficava tirando, ia tirar o baralho do cara. Aí ele pensou: "Mano, não vou ficar com esse BO não". Aí tinha um BO do filho. >> Não, não. A, eu acho mais provável, ô bola macarrão, pega essa mina aí, dá um susto nela, tenta abortar ela, entendeu? E ela deve ter começado querer fugir, o [ __ ] Os
cara deu uma prensa mais forte nela, matou ela, falou: "Agora vamos ter queir cocô". Eu vou te provar. Eu vou te provar. Eu acho que ele não falaria mata ela. >> Eu vou te provar agora que ele sabia. E eu vou te fazer mais, hein? Quando a gente terminar aqui o programa, eu vou Te dar o telefone do Dr. Edson Modreira de Minas Gerais, que é um policial civil que foi lá aposentado, mas ele foi da rota em São Paulo. Dr. O Dr. Edson foi inicialmente policial militar da Rota. Depois ele conseguiu passar num concurso
para delegado em Minas e se estabeleceu em Minas. Mas a família toda dele é de São Paulo. Eu vou te dar o telefone dele, Sneider, porque ele tá sempre em São Paulo, para você ligar e trazê-lo aqui, trazê-lo no Sneidercast para ele Te contar. Mas eu vou te contar o que ele me contou. O que ele me contou? Porque quando eu eu descobri toda essa história, eu eu quando ele teve em São Paulo, eu marquei um jantar com ele, eu falei: "Doutor Edson, me fala uma coisa, ninguém mata ninguém de graça. Quanto custou essa morte?
Quanto custou? Quanto que o Bola ganhou? Porque uma coisa é abortar, outra coisa é matar, outra coisa é sumir com o corpo. E aí o Dr. Edson Moreira fez uma conta do dinheiro Daquela época para hoje seria em torno de R$ 70.000. E esses R$ 70.000 saiu do bolso de quem? Não foi do Bola, >> lógico que não. >> Foi do Bruno. Então, Sneida, eu quero te dizer uma coisa. O Bruno se acercou de pessoas que ele conhecia na infância, que era tudo bandido. E como é que bandido resolve o problema? >> Ah, >> como
é que um criminoso você pergunta e Na violência eles não têm uma noção do que pode fazer e do que não pode fazer. Eles não têm essa noção. Então o grande erro da vida do Bruno foi se acercar de pessoas que quem quem que era o empresário deleanga, >> era o o macarrão, que era uma pessoa da comunidade onde ele nasceu, >> um vagabundo marginal. Um >> marginal. E digo mais, e digo mais, no tribunal do Júri tava todo mundo negando, não sei se o público sabe, Existe uma norma no Código Penal que se se
o réu confessa, o juiz é obrigado a diminuir a pena. E no tribunal do jurri, sargento Castro, quando o advogado vê que a casa vai cair, que o cara vai ser condenado, ele chama o cliente e fala: "E vou pedir a palavra, você confessa, confessa o crime". Porque perdido por perdido >> tem uma atenuante. E aí o que aconteceu? O macarrão confessou o crime e o Bruno Sneider fez uma meia confissão. Ele diz assim: "Não, eu pedi pro pro macarrão resolver esse problema para mim". Aí o juiz perguntou: "Mas o senhor tinha noção que podia
matar?" É, você sabe, né, doutor? Ele fez uma meia confissão, tá? Mas ele acabou fazendo isso para obter uma pequena atenuante que ele obteve. Então, >> obteve, né? tá na rua hoje. >> Então, então ele cumpriu a pena dele, hoje tá na rua, mas volto a repetir, devendo quase 5 milhões pra dona Sônia, Que tá lutando para para criar o Bruninho, que hoje, graças a Deus, tem contato com o Botafogo e logo logo vocês vão ver ele jogando no time titular do Botafogo. >> Ó, o Black Madimbu, ele falou um negócio engraçado, um negócio interessante.
Será que quando elas descobrem o que tá grávida, começam a estorquir o cara? Imagina o cara sabendo que será escravo de alguém que faz inferno na vida da pessoa por dinheiro durante 24 anos, Entendeu? Ele sabia que ela no mínimo ela tava estorquindo ele, né? >> Mas aíão aí aí se não se não tem na palavra, você tem na justiça. >> Se o juiz chegar e falar: "Ó, acabou, é é esse valor que você vai pagar e pronto, acabou. Acabou. Não tem essa. A justiça tá aí para isso. Ah, tá chuminando, dá bloque, [ __
] O valor é esse, o valor é esse. Se a mina inxumina o [ __ ] transforma a vida numa merda, é esse o valor. Cumpre com o Que você tem que pagar e acabou, irmão. Você não vai ter dor de cabeça. Deixa a mulher falar, deixa fazer o que quiser. Quanto que é? É isso. Toma. Tô errado, doutor. >> Juiz falou: "É 3000. É 3000." Eu faço um alerta para as mulheres. Você que tem um relacionamento com alguém ou se é com algum homem de vez em quando ou é amante. Quando você dá notícia
para um homem, a mulher quando dá uma notícia pro homem de uma gravidez indesejada, é O cara entra em pânico. >> Isso no meu livro Paixões perigosas, onde eu conto 14 histórias de homens que mataram mulher, duas histórias é caso de de de gravidez. A gravidez indesejada deixa alguns homens em parafuso e muitos matam a mulher. Mata. >> Isso é fato. Então você, uma mulher para contar para um homem, olha, eu acho que tô grávida. Precisa tomar muito cuidado, porque você nunca sabe a reação de um homem frente a uma notícia que vai Mexer com
a vida do cara. E tem cara que é louco. Sim. E tem cara que tem uma índole e tem cara que é pirado da cabeça. >> Falando falando em louco, >> não. Pior é o polícia que ele engravidou a a empregada da casa da amante. >> Nossa, >> né, mano? >> Ó. >> E aí? Calma. Conta o bagulho. >> Conta a fofoca completa, [ __ ] >> Não, eu só tenho essa informação. >> Não, não, não, não. Quem? Quem? Quem? Um amigo seu também. >> Amigo meu DJ. Ó, ô DJ de Jair Espinelli falou: "Boa
tarde, Danilo, Danilão e Castrão." Castrão, tem um mimo para você que eu enviei através do Paganoto. >> Isso. Falar em mim através do Paganoto. Obrigado, Jair. É nós. E mano, obrigado, Note, você enviou um presentinho. Que mano, nossa, que bagulho da hora. Eu fiquei feliz de ganhar aquilo ali, mano. Irmão, queria agradecer aí, não sei se você tá vendo. >> É HVsegue. >> HVsegue. >> HVsegue, a empresa do tenente notte aí. [ __ ] mano. Ele mandou um cooler que é um freezer, [ __ ] É, >> é um cooler que ele é parece uma
geladeira, cara. Muito bom. Mandou um para mim, mandou, mandou um pro gordão. Vai ser útil. Vai, vai ser útil aquele ali. >> Mand, vai amanhã mesmo. Amanhã. Amanhã. Amanhã vou comprar uns gelinhos, vou botar lá, botar uma cervejinha lá para nós gravar, >> ó. E queria agradecer também aí o Luan do Tubakes, mano. Obrigado pelo >> Obrigado aí pelo panetone. [ __ ] mano, que da hora. Tá vendo? Falei que o moleque é monstro, [ __ ] >> Não, o de é ele é top mesmo. >> Abraço, Luan. Logo mais, ó. Sai daí, filho. Vem
para cá. Vem para cá. Vem Gravar aqui. Ele falou que tá esperando você lá, viu? Que sempre convidou você para ir. Você nunca foi. >> Não, mas não dá, irmão. Não dá não. Eu falei com ele. Não é nunca foi. >> Nunca foi. >> Não é nunca foi, [ __ ] Nó tá obrigado, meu irmão. Vou pegar live. Não tem como né mano? Snider Sneider Sneider. dela Castrão é sucesso. É as tardes. Ah, e lembrando, a partir de janeiro, Snidercast volta de terça-feira À noite, tá? Já estou avisando antes. Terça-feira à noite. Relaxa, filho. Vamos
fazer o seguinte, você participa só no de quinta, terça, ó, Snidercast. Janeirão vai ter Castro vai participar quatro vezes ao mês só. Vocês vão ver, vocês vão ver menos o Castro. Meu cohost vai ser o Zacarias. Então não perca eu e Zaca. >> Ó, vamos trabalhar. O que você acha? Forte. Vamos trabalhar >> aqui, ó. O que você acha do manico do Parque >> do mano que está está solto. >> Deixa eu tirar esse do seu nariz. >> Não, pera aí, deixa que eu tiro. >> Havaianas. Havaianas Castrão. Todo mundo usa >> seu cu. [risadas]
Eu não uso mais. >> Por quê? Porque eles escolheram um lá, >> mano. Que você agora, Lordelo, você viu você viu isso daí, né? Vamos lá, vamos Comentar sobre agora de um ângulo de fora. Vamos lá, vamos tentar fazer isso. >> Não, eu eu acho, eu acho extremamente e eh burra. >> Foi bom marketing foi bom market ou não? >> Ó, eu não sei o que que esse marketing quis, cara. Mas é assim, muitas pessoas estão falando: "Ah, não, o marketing ele apostou que que um lado ele ele compraria mais do que o outro e
a surpreend." Mas para que isso, cara? Para que? O país ele já vive uma divisão Aí que não é boa. Não é salutar essa divisão. Essa divisão não é boa. Tinha que todo mundo ter seu lado político, mas sem ficar um cerciando o outro. Aí o que que acontece? Vem essa empresa, que é uma empresa tradicional brasileira, né, meu? uma empresa que tem, [ __ ] anos aí que já passou por vários donos, né? E hoje o dono dela é a a Alpargatas, né? Alpargatas, que é dono, que é do grupo Itaú, né? E o
Itaú, todo mundo sabe que um dos diretores lá do Itaú lá foi um dos caras que que foi um dos empresários que foi convocado pelo pelo presidente Lula para ser um dos eh como é que fala? Um um dos guru dele lá, né? Então o que que acontece? Esse setor de marketing da Havaianas deu um tiro no pé, cara. Cara, não se pode brincar com a parant quanto nas ações lá? >> 400 mil até ontem ont. >> É, não é? Hoje de manhã eu vi um um um vídeo que tava mais de 400 milhões já
na bolsa que a a o Pargatas perdeu aí por Causa disso aí. Aí veio aí veio o seguinte, não é só isso, cara. A a Havaianas ela tem eh franquias. >> Sim. Franqueado não tem nada a ver com isso. Daí o cara que compra uma franquia da Havaianas, ele quer vender, quer vender o produto dele. Aí a Havaianas vai lá, caga, sente cima e rebola, né, com o marketing dele que faz essa merda aí. E aí, cara, o que que acontece? Afeta todo mundo, inclusive, eh, afeta o cara que comprou a franquia da Vaians, Que
não tem nada a ver com isso. Não foi ele que contratou lá a Fernanda Abreu, né? Fernanda Abreu lá para ir lá fazer, né? É, abriu >> não. Fernanda Torres. >> Fernanda Torres. Fernanda Torres. Sempre erro o nome dela. Fernanda Torres. Que para você ver como ela ela é tão insignificante para mim. A Fernanda Torres foi lá, contratou ela. Ela que já é uma ferrenha defensora do do governo atual, entendeu? É, isso é um problema Dela. Não tenho nada a ver com isso. Ela foi já num programa aí e detonou o o o governo, o
o ex-presidente Bolsonaro, falou que o governo do do Lula é o que vai salvar o país. Você tá vendo o país do jeito que tá, né? cada dia é pior. Então, além de contratar ela, que já é uma figura, figurinha carimbada da da esquerda, aí ela ainda vai lá e fala: "Ó, não, não entre o ano com o pé direito". [ __ ] cara, sabe? Provocando uma uma parcela significante da População brasileira. Então aí vem alguém fala: "Ah, nossa, mas não precisa fazer essa divisão p velho ninguém fez divisão. Nós estávamos aqui de boa, tranquilo.
Aí vem o pessoal de lá cutucar a gente. Então, velho, >> foi o cara falou: "A Vaiana já vende pro Brasil inteiro, [ __ ] Qual que é o objetivo? >> Quer quem quer lacrar não vai lucrar. Da minha parte não, nunca mais eu compro o Chinel Havaianas. Nunca mais. Compra, Como eu também não compro eh produtos da tem um da Boticário, eu também não compro porque já fizer propaganda. Tem várias empresas aí que eu não Itaú, eu tinha conta no Itaú, encerrei a conta no Itaú. Eu sou um cara assim, velho. Eu eu quero
a única coisa que a gente pede, nos respeitem. Respeitou a gente, velho. De boa, >> mano. Empresa assim não tem que tomar conta de partido, cara. A Volkswagen fez uma vez lá com com o Polo lá, com a Marca Polo que ficou marcada porque colocou lá um um um casal de homossexual para fazer propaganda, entendeu? Tenho nada contra o homossexual, mas tipo deixando a entender que aquele carro era pro lado e era era feito ali pro para pra ala LGBT que ia mais, entendeu? Aí lá nos Estados Unidos já teve isso daí também. >> Foi
filé do Polo. >> É do que é o Poli. Agora é eu chamo de Poli, né meu? É >> chegou lá de Polo esses dias. Você >> quem é da minha esposa. >> Você já desceu meio ah sn vamos jogar. >> É, então perceb. Então o que que acontece lá nos Estados Unidos também tem a a Budwise lá que é meu um ícone lá nos Estados Unidos, né, que é muito bebida por caminhoneiros, pessoal do do esporte, né, cara. Aí um dia a empresa que que que lidera lá Bandise colocou um travesti para fazer a
propaganda. Pegou mal para caramba também. Eu não tenho Nada contra travesti, mas o pessoal que consome a bebida não gostou. Então o marketing, o que, qual que é a função do marketing? é estudar o mercado e fazer uma propaganda direcionada da melhor maneira possível para que todos comprem. Então, o o certo ali dela fazer primeiro não era ter contratado essa atriz, que ela é uma atriz que tem um lado, tem um viés. Então pega uma pessoa imparcial ali, uma pessoa que não tem, que não fala de política, pega essa pessoa e Fala assim, ó, qualquer
pessoa entre com o pé direito, com o pé esquerdo, do jeito que você quiser. >> É entrar com os dois pés juntos, acabou, [ __ ] >> É, mas que você seja feliz, tipo assim, [ __ ] Agora, ó, vou falar uma coisa para você. Não entre com o pé direito. Que que ela quer dizer com isso? Não, e mesmo que mesmo que não for sub política, mano, que comercial de [ __ ] mano. Não entra com o pé Direito. Vamos entrar com o pé esquerdo para tomar no cu, né, mano? Ô, ô, ô Ma,
[ __ ] Tomara, mano, que o cara da Havaiana mesmo, fodidão deve ter chegado falar assim: "Quem fez essa merda, mano? Chama que eu quero aqui agora na minha sala." E ó, todo esto no outra coisa, vou dar um toquinho para a Ipanema. Ipanema. Aproveite a ocasião, pegue os franqueados da Havaianas e faça uma proposta boa para eles. Ó, saia da Havaianas e venha ser Um franqueado da Ipanema. Não, não. Agora, agora dê condições para que o franqueado, o franqueado da Havaianas venha para Ipanema. Então, já tô dando uma dica aí para você, o o
CEO da Ipanema. Já procura o o os franqueados aí da da da Havaianas e já traga para você, beleza? Porque a Ipanema vai vender muito, porque daqui paraa frente eu só compro chinela. >> De ontem para hoje a Ipanema foi para 1 milhão de seguidores. >> Então só compro chinelo e Panema ou qualquer outra marca menos Havaianas. Pronto, tenho dito. >> Mas você sabe que isso tem uma coisa que reflete no dia a dia. Ontem a minha social mídia mora em Guarulhos, ela foi num mercadinho que inaugurou lá, um mercadinho novo, né? E o cara
comprou uma série de produtos. Aquele casal que tá batalhando, alugou lá uma portinha, colocou os produtos, tá lá. E ela tá lá Comprando. E por sinal, ela falou: "Olha, o comércio é muito bem arrumadinho, o casal atendendo bem". Entrou um cliente, quando viu as Havaianas, bateu boca com o dono e falou: "Eu não piso mais aqui". >> Eita! Aí não pode. >> E não, mas você veja o reflexo de uma propaganda que é mal feita e mal direcionada. Não é, >> mas você veja, o cara acabou de fazer o Comércio dele, ele montou tem um
mês, ele não tem nada a ver >> com a empresa, ele tá vendendo lá os produtinhos, é um cara que tá com a mulher dele. E essa minha social mídia, ela falou, quando ela olhou aquilo, ela falou: "Meu, o cara, pelo menos aquele cliente que ela tava, falou: "Não entro mais aqui". Então há um reflexo muito grande, >> não é? Aí é um pouco de ignorância também, né, doutor, da pessoa. Sim, sim. Mas eu tô dizendo, mas tudo isso porque a a propaganda ela é provocativa. >> Provocativa. >> Então essa sabe aquele ditado antigo futebol,
religião e política não se mistura em algumas situações, porque senão você perde amizade. >> Antes se misturava, né, de uns tempos para cá. É, mas você pode perder negócio. Então você veja o reflexo disso, todos os podcasts comentando. E o comércio, esse rapaz, essa essa minha Social mídia, ela falou que ela ficou chateada porque o o o dono não tem nada a ver, >> nada a ver, >> tá? Tá um batalhador, mas ele perdeu um cliente. >> É que nem uma teve um uma um um restaurante que falou: "Eu não quero ninguém de direita no
meu restaurante". Fali o restaurante. O cara é o cara é um imbecil. O cara que faz um negócio desse, eu só tenho um restaurante, se eu Tenho um comércio, pode ir quem for lá, eh, LGBTQ a mais, negro, branco, amarelo, corrosa, pagando lá, consumindo e pagando, meu. Agora o cara vai lá e escolher um lado, olha, eu não quero que venha de direita. Ah, eu não quero que venha de esquerda. [ __ ] mano, aí você tá aí você tá pedindo para se lascar. Então, não, essas coisas não tem que ser. Tudo bem que, infelizmente
não era para ter esse essa divisão, né? Mas já que tem, não mexe, [ __ ] Deixa o Pessoal quietinho lá. Faça um produto que seja para para todos os brasileiros. Não fica querendo fazer atingir um e atingir o outro público. Não tem isso daí, entendeu? Já faz o ali para atingir o público em geral. >> Não, que é um produto também, ó, a sandália havaiana, como qualquer sandália de dedo, é um produto pro brasileiro pobre e rico, porque o o rico também usa, né? Então você fazer uma propaganda direcionada, eu entendo Também que é
um tiro no pé. >> Um tiro no pé. Ó, ó o Investe Mateus, ele mandou um super chat. Valeu, Mateus, obrigado. Ó, força e honra, Danilão. Em casa. Se você gasta seu dinheiro apoiando essas empresas voluntariamente, você está apoiando essas causas desse governo atual. Apoio ao aborto, a criminalidade e ao terrorismo. Concordo com você, meu irmão. Então, eu não contribuo com nada. Então, se a pessoa escolhe um lado e ela escolheu um lado Que principalmente não me agrada, eu não consumo mais o produto dela, entendeu? Não consumo mais e já era. Não é nem a
Boticário, desculpa, eu falei errado, é a Natura. A Natura que uma vez ela escolheu um lado aí, então também não consuma mais produto. Então você que vai dar um presente agora em Natal, não dê um presente de pé esquerdo, não dê chinelo Havaiana para ninguém, nada. Se alguém vi dar um chinelo avaiando, eu vou estraçalhar na faca, na frente da Pessoa, arregaçar na faca. >> Falar estraçalhar na faca. Vamos falar do, vamos falar aqui da mulher que foi arrastada pelo ex lá. Vocês estão sabendo isso daí? >> Então, é, é, é, esse eram mais os
motivos que no Brasil deveria ter pena de morte, né? Eu acho que a, apesar que já temos pena de morte aqui, né? Só que a pena de morte é aplicada ao trabalhador, a a vítima, né? Infelizmente, muitos aí são são eh são Mortos aí na mão de vagabundo. Mas um caso desse daí, outro caso que eu vi hoje do cara e na rua lá eh desferindo várias facadas de uma mulher lá, essas coisas, cara, que foi gravado ali é pena de morte, cara. Não tem outra. Eu acho que não tem. Aí fica aquele pessoal de
direitos humanos. Olha, mas se tiver uma pena de morte no barril, no Brasil, só vai morrer preto e pobre. Mas se foi a [ __ ] do preto e do pobre que cometeu a [ __ ] do crime, ele que vá pro inferno, [ __ ] Entendeu? >> Então não cometa crime que vá causar sua morte. >> Man, tem essa de cor, [ __ ] O cara tá, você pega até a filmagem do cara pegando a faca, esgoelando o cara assim. Os cara merece cadeia, [ __ ] >> Cadeia não, morte. >> É branco, preto,
branco, roxo, azul, amarelo, pardo. Não interessa a cor do cara. É, é, é aquela mania de, de me, de, sabe, de se vitimar tudo aqui. >> Você pega aí, ó, você pega aí, você pega aí o crime, filho. O crime todo mundo faz, irmão. Os mais perversos. Ó, a matsunaga lá. Foi a Matsunaga que esquartejou. >> Foi, [ __ ] >> mano. Você imagina a mulher loirinha num apartamentozinho chique. A mulher aqui, ó. Não, não, não. Você não sabe. Eu fiz um vídeo aí. Eu fiz um vídeo que que essa Elise Matsunaga, né? A Elise
Matsunaga. Ela tá Trabalhando de Uber, não é isso? Ela tá trabalhando de Uber e tem pessoas que param ela na rua para fazer foto, para tirar foto. Mano, >> eu achei isso um absurdo. Eu falei o o a população tá doente. Aí eu fiz o vídeo falando isso e nos comentários várias pessoas falando assim: "Ah, antes ele do que ela ah, eh, ela tava sendo agredida". seus doente mental, ela não só matou o marido dela, como ela esquartejou. Você Sabe o que é esquartejar uma pessoa? É a pessoa depois de morta você cortar os pedaços
dela. [ __ ] você quer um crime mais absurdo do que esse? A pessoa matar e ela esquartejar. É, é, é isso. Mostra que a pessoa é uma maníaca, é uma psicopata. E o que ela tinha que acontecer com ela é ela ser morta. Pena de morte para ela hoje não. Aqui no Brasil uma pessoa dessa tá livre, né? Tá trabalhando de Uber e tem pessoas mais doentes >> sériem no Netflix >> que vão série Netflix, né? Essa bosta desse Netflix que é outro também que eu não assisto também. >> Foi, é, foi a série
da Net, foi Netflix mesmo. Tremé. Tremembé. Tem um detalhe cara nesse aí, ó. Boa. Trememb dois assuntos pelo seguinte. Acabei de postar na cena do crime o caso aonde a gente prova é o seguinte. A pergunta que é, eu queria que vocês respondesse aqui No chat. Um bandido famoso, que é o bandido que todo mundo conhece, tá na televisão direto, quando ele é entrevistado, ele a a imprensa deveria pagar ou não pela entrevista? >> Lógico que não. >> Então vamos lá. Vamos lá. No caso que dar entrevista. >> Então vamos lá. No caso da No
caso da Suzane Von Rofen, ela deu entrevista juntamente com o Sandrão para o Gugu, correto? Se você procurar no Google Agora, coloca assim: "Eh, Suzane Rofin recebeu R milhões deais para dar entrevista. Tem manchete na época". Então, na época eu tava acompanhando, saiu a uma notícia, sargento Castro, que ela teria recebido do Gugu R milhões deais. Absurdo. >> Mas eu tô falando em R 2015, quanto seria R$ 2 milhõesais hoje? 2025. Mas vamos lá. E aí lá no na cena do crime a gente vem investigando, investigando e eu lancei o vídeo agora aonde nós Chegamos
no mais próximo da verdade que realmente houve dinheiro que ela recebeu. >> Mas será que foi esse valor, doutor? >> Não. >> Vou te falar o que aconteceu. >> Aconteceu o seguinte. A a produção do Gugu ficou procurando Suzane na cadeia para dar entrevista e ela não queria, ela não queria dar entrevista. Quando a produção do Gugu percebeu que ela não queria, eles Mudaram a estratégia e foram atrás de quem? Da Sandrão. E conversando com a Sandrão, a Sandrão falou: "Olha, eu vou falar com a Suzane". E ali foi ventilado uma quantia em dinheiro. Bom,
o que que nós descobrimos? Isso é absolutamente garantido, que as duas receberam inicialmente três máquinas de costura de overlock. Cada máquina na época custava R$ 12.000. Então aí nós já temos R$ 36.000. Por que as máquinas, as duas trabalhavam numa oficina de costura na Cadeia e elas tinham casado e elas estavam para sair da cadeia e elas pensaram: "A gente sai da cadeia com essas máquinas, vamos fazer uma pequena oficina de costura para ganhar dinheiro. Até aí tudo bem." Mas >> eu fiquei com aquilo na cabeça dos 2 milhões. Mas como é que você prova
se ela recebeu ou não recebeu? OK. O que que aconteceu? Teve uma briga entre Suzane Ristofen e Sandrão. A briga foi feia, elas se separam as duas lá dentro. Quando elas se separaram, Sandrão já tinha direito ao semiaberto, foi embora da cadeia de Tremembé e levou as três máquinas overlock para ela que tava lá. Pegou para ela. Só que em seguida Suzane Ristofen conheceu um homem evangélico chamado Rogério Wberg. O Rogério ia visitar no mesmo presídio em Tremembel, onde Susana estava a irmã chamada Luciana Hberg. A Luciana Oberg pegou uma pena de pedofilia contra a
própria irmã gêmea pequenas, um crime Gravíssimo que ela cometeu de pedofilia contra as irmãs pequenas. E aí o irmão ia visitar a irmã e lá o irmão, o Rogério, conhece quem? conhece Suzane. Eles se envolveram, começaram a se gostar e começaram a namorar em Tremembé. E aí Suzane passou a ter direito à saidinha e ela saía, ia para onde? pra casa do Rogério. Só que o Rogério evangélico, quando a população do interior soube que ele estava namorando com Suzane, ele perdeu Emprego, pessoal da igreja se afastou e os amigos se afastaram dele. Mas sargento, ele
tava apaixonado e ele resolveu investir no na paixão dele por Suzane. E ele fez o seguinte, todo mundo quis quis se afastar, ele perdeu a amizade e tudo bem. E ele continua namorando. E esse namoro evolui para noivado. E esse noivado já tava próximo de um casamento, porque ela já tava contando tempo para sair. Só que num dado momento eles Brigam e ele desmancha o noivado. Quando ele desmancha o noivado, a minha equipe do na cena do crime, nós somos atrás. E aí nós descobrimos o segredo que Suzane Richitofen escondeu do noivo. Sargento, ela tinha
um segredo, porque ele, como noivo de Suzane, ele entregou a vida para ela. Ele contou tudo. Ele ele contou pras pessoas que estava apaixonado por Suzane, que perdoava a Suzane, que ele era evangélico, que ele era crente. E ele entregou o coração, entregou a vida dele, entregou toda a honestidade do mundo. Mas Suzane escondia um segredo. E esse segredo tem a ver com a entrevista que ela deu pro Gugu. >> Senhor conseguiu descobrir? >> Consegui. >> Ai, [ __ ] >> E eu vou contar, >> [ __ ] Sim, >> para conhecer a história inteira,
você Vai lá na cena do crime, mas eu vou contar essa parte. Tô cheio de bruto. >> E essa parte é a parte aonde a gente pode concluir que é verdade que foi pago dinheiro pra Suzane. Ou seja, ela mesmo cometendo um crime contra os pais, matando os pais e acabando com a vida do irmão que é o Andreas Ristofen, ela recebeu dinheiro. Por quê? Porque em dado momento ele descobre sem querer que ela tem no banco R$ 120.000. tinha um dinheiro guardado. >> Tinha um dinheiro guardado que ela não contou pro noivo. Ou seja,
o noivo desempregado, o noivo se ralando para se manter. O noivo pegava ela no na saidinha, levava ela para salão de beleza, levava ela para fazer churrasco, levava ela para passear, comprou roupa para ela, >> ia ir buscar de carro, ia voltar de carro com ela no presídio. Em dado momento, ele confiando que ela se regenerou, confiando que ela se Arrependeu, ele descobre os 12.000. E quando ele descobre, quebra-se uma confiança. E essa quebra de confiança, início, ele foi muito radical e positivo no sentido falou: "Olha, não dá para confiar em você. Se você me
esconder dinheiro e eu abrir a minha vida para você, então >> quebrou a confiança. >> Então o que dá pra gente concluir é que ela sai da cadeia com R$ 120.000 que ela ganha por causa da fama que ela Teve construída nesses anos todos, porque todo mundo quer saber notícias de Suzane Ristof. E aí quando eu fiz o na cena do crime, todo mundo sabe que ela se casou com médico. Ela se casou com o médico. Ela tem um filho de quase um ano. E o mais curioso, sargento, Suzane Ristofen, ela tem um poder de
sedução impressionante. Ela seduziu agente penitenciário, teve agente penitenciário apaixonado por ela, teve promotor de justiça que foi punido Porque se apaixonou por ela. Caraca, >> promotor de justiça da vara das execuções criminais. >> É, devia fazer um café gostoso, viu? >> A Sandrão se apaixonou por ela. [risadas] >> Sandrão e Rogério Wberg. E aí ela sai da cadeia e rapidamente ela conhece um médico, >> tá começando a ficar meio querendo conhecer ela. >> Casa. Ela casa, tem um filho e ela tem Um poder. E agora tem um detalhe interessante. Você sabe o que que ela
aprendeu na cadeia? >> Hã? Ela aprendeu, Sneider, a fazer eh, ela pega uma sandália Havaianas e ela coloca bijuterias na sandália e ela vende, >> vai morrer de fome agora. >> Não, e ela vende essa, [risadas] >> ela vende, ela vende a sandálias, sargento, no YouTube. E nós descobrimos o o o Você sabe, você se lembra qual que é o o Instagram dela? É, é, é, é, é, >> é su entre linhas. É isso, né? Dá uma procurada aí. >> Não comprem su entre linhas. >> Su entre ela e outra >> da da da psicopata.
>> Agora, sabe o que deu para perceber lá? Ela tem muito seguidor, as pessoas elogiam ela e compram a sandália dela. >> Aí, ó, absurdo isso daí. >> Compram a sandália. Ou seja, existe uma Parcela na sociedade que se seduz por pessoas que agem de forma doente. Pessoa doente. Isí para mim é doente. Rapaziada, vamos falar aqui dos patrocinadores, certo, irmãos? Quiser ir no banheiro, fica à vontade. Falar de quem, Castrão? Vamos falar de de dois agora, daqui a pouco nós falar de três. >> Olha, se for isso daqui, absur é isso daqui mesmo, ó.
Produtos feito à mão. Angatuba, São Paulo. >> É isso mesmo. >> Bragança, São Paulo. 156.000 seguidor. >> É isso mesmo. >> Aí vocês vão bando 156.000 doentes. >> Já já ela começa a fazer de Havaiana aí também, ó. >> Não tem. É, tem Havaiana aqui, ó. Havaianas aqui. >> Castrão, fala aí dos patrocinador aí. Aí, ó. Havaianas, ó. >> Aqui, vou ter que pegar meu carro aqui embaixo rapidinho. Já volto. >> Fala de quem? >> Fala do senador. >> Eh, daqui eu não posso falar. Pera aí. É, >> eu vou falar agora da Mais credit.
Mais credit, >> mais credit. Quer reduzir a parcela do seu financiamento? Corre na Maiscit agora, vai lá fala: "Fio, minha parcela do meu carro tá muito caro. Eles vão fazer análise gratuita. Análise gratuita do seu contrato. Eles reduzem de 30 a 70%. Fica ali na Vila Matilde. Você pode ir lá. O Gotinão tá lá sempre apresentando a galera. Eu vou lá janeirão agora gravar conteúdo para vocês lá dentro. Certo? Um monte de gente já tá entrando, tá reduzindo o seu contrato. Vai lá, abaixa as parcela do seu veículo, carro, moto, caminhão, empréstimo. Tá com busca
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vai ter nenhuma dúvida, né? Tem minha casa, minha vida, vários locais, só local top, só Vila Matilde, Analia Franco, Guarulhos, cara, agora indo pro litoral, em breve tá chegando aí no litoral, então vários locais aí. Vai lá ver as plantas, entra no site aí no no Instagram da Ionda que você vai ver aí as maquetes aí. Escolha Um apartamento e vai ser feliz. Saia do aluguel, cara. Saia da casa da sua sogra, invista no que é seu. Em vez de você ficar pagando aluguel, paga a prestação do que é seu, pô. Entendeu? E vamos falar
da doutor monitora. Você que tem, tá com seu carro, moto, avião, helicóptero, qualquer coisa de leilão, rebaixado, quer pôr um rastreamento de qualidade, doutor monitora, tá aí, ó, doutor monitora, tem o o o telefone ali, recupera agilidade na recuperação de Veículos roubados ou furtados. Então, você coloca esse rastreador lá, você vai ter tranquilidade no seu celular, você vai acompanhar onde seu carro tá. Se alguém mexer no seu celular, no seu carro, vai berrar no seu celular na hora. Entendeu? E você a partir de R$9,90 tem vários planos lá. Tem esse de R$9,90 você ainda ganha
guincho, né? Se você tiver uma pan lá no seu carro, pane elétrica, pane e você precisar pane elétrica, pane seca, você precisar de um Guincho, cara, se você pagar R$9,90 por mês e você precisar de um guincho no ano, tá pago o seu plano, cara. Tomara que você não precise, né? E tomara que ninguém tente roubar seu carro. Mas Dr. Monitora é o melhor do Brasil. Beleza? Ó, ele foi eleito o melhor lá na na no onde faz aquelas reclamações lá. Como é? >> Reclame aqui. Foi eleita a melhor empresa de rastreamento no Reclame aqui.
E olha que o Reclame aqui os caras são exigentes, cara. Beleza, tamo junto. Eh, Doutor monitora, vá lá que você vai ser feliz. Doutor, o Lincoln mandou aqui um super chat em euros. Ele tá onde? Deixa eu ver onde ele tá. Tá na Itália. Boa. Lordelo. Você acha que o maníaco do parque está apto a voltar a conviver em sociedade? Será que se ele sair vai ter o mesmo fim do Pedrinho Matador? Um abraço direto da Itália. Quapê, [ __ ] Força e honra. Valeu, Lincol. Tamo junto, Lincoln. >> Como Lincoln, eu vou te trazer
as Principais novidades do maníaco do parque. Eu trouxe até foto para mostrar. Nico, fica ligado agora na tela que eu vou te contar. Eu venho acompanhando o caso do maníaco do parque desde quando as meninas desapareceram, né? Quando quando ele nem era tido como suspeito, porque a polícia começou a investigar e demorou para chegar no maníaco do Parque, que era o motoboy e ele trabalhava no centro de São Paulo. Depois que ele começou a matar a Primeira, ele não parou mais. O maníaco do parque é muito parecido. Lembra do Maníaco de Goiânia? O maníaco de
Goiânia. Eu tô fazendo o roteiro do na cena do crime, logo logo vai ter lá o maníaco de Goiânia. Todo mundo acha que o maníaco do Parque é um cara perigosíssimo e é só que o maníaco de Goiânia é 10 vezes mais perigoso. >> Caramba. >> É muito interessante porque o número de vítimas do maníaco de Goiânia é algo Absurdo. O maníaco do parque Lincoln, ele matou 11 moças entre 20 e 22 anos, só que só sete corpos foram encontrados. Quatro meninas de 20, 21, 22 anos encontram-se ainda com BO, família de BO de desaparecimento.
Mas olha o que nós descobrimos. O maníaco do parque já completou 27 anos e 8 meses de cadeia. Ele tem mais 2 anos e 4 meses para cumprir. Ou seja, em 2008, primeiro semestre, ele completa 30 anos e deve ser colocado em liberdade. OK. Lincoln, Você que mandou um super chat, tá lá aí na Europa, tá na Itália. Presta atenção no que eu vou te falar. Dá uma olhada disso aqui, Lincoln. Dá uma olhada disso aqui. Isso aqui, sargento Castro, é a arcada dentária do maníaco do parque. Por quê? Porque o maníaco do parque não
era estuprador, não era abusador, ele era brocha. O maníaco do parque. Brocha. [risadas] >> O maníaco do parque, ele não levava as Mulheres pro mato para violentá-las. Ele levá-la para mordê-las. O maníaco do parque. Nós entrevistamos na cena do crime, o Dr. Guido Palomba, que ao entrevistá-lo, ele disse com todas as letras: "Eu sou canibal". Canibal é a pessoa que tem um uma vontade de morder seres humanos. >> Que [ __ ] >> E aí o que que o maníaco do parque fazia? Ele matava a menina. Em seguida, ele mordia só as partes íntimas e
ia Embora para casa. No dia seguinte ele pegava a motinho, voltava pro pro parque do estado, pro parque do povo. Novamente ele mordia, voltava para casa. No terceiro dia ele voltava com o cadáver, mordia, coisa morta, >> morta. Ele mordia e voltava para casa. Que charope do [ __ ] man. >> Quando quando ele sentia que a carne estava em putrefação com aquele cheiro, ele parava. Aí ele parava de voltar. Aí ele esperava Quando vinha a vontade novamente de matar. >> Aí ele pegava outra vítima. >> Então ele fez isso 11 vezes meio que seguidas.
OK. Olha que curioso. Por que que eu trouxe isso aqui? Porque o delegado descobriu que a vontade dele era, a vontade principal era morder. Então, matar era importante para ele, porque matando ele ficava à vontade para morder as suas vítimas. Ou seja, o maníaco do parque é um canibal. OK? O Que que eu particularmente descobri em primeira mão, coloquei no canal, na cena do crime foi o seguinte: o maníaco do parque não tem 80 dias. Ele arrancou todos os dentes da boca. Ele arrancou sozinho, >> sozinho na cadeira, >> todos os dentes da boca. Ele
trabalha lá com costura de bola. Ele pegou aquela aquela linha de de bola de capotão, ele começou a colocar dente por dente e puxar, como se fazia antigamente em Locais de de pobreza, onde não tinha dentista. Ele é hoje um homem desdentado. Desdentado. >> Então essa arcada dentada hoje já não >> não é. Mas aí a pergunta que eu fiz pros psiquiatras que me atendem no quando que eu entrevisto na cena do crime, mas por que será que ele arrancou os dentes da boca? Tem que ter um motivo. Ninguém arranca todos os dentes da boca
de graça. E a conclusão que eu ouvi de Psicólogos e psiquiatras é que sem os dentes ele acredita que não viria mais a vontade, Sneider de matar uma mulher >> e morder ela. >> E morder. Então ele tá se preparando para sair em 2008. Então, a primeira coisa que ele faz, ele arranca todos os dentes. A segunda coisa é quando eu recebo informação da cadeia me falar: "Lordelo, ele está se feminilizando". Falei: "Como assim?" Falou: "É, ele agora ele passou a ter três jeitos de Mulher." E aí me cai a ficha, porque quando eu fui
estudar o maníaco do parque para fazer o roteiro pro na cena do crime, tem no laudo consta o seguinte, que o maníaco do parque intimamente queria ser mulher. >> Que >> no laudo dele. Então o laudo dele deu que ele é canibal, >> doido para [ __ ] >> e que ele queria ser mulher. E aí eu Falei pro cara: "Mas eu preciso, você não me consegue uma foto?" Aí eu consegui a foto. >> Hum. >> É recente, gente. Isso aqui tem 60 dias. Então vamos lá. Ele hoje não tem os dentes e ele hoje
não, ele tá se feminilizando. E para completar o que que eu acabo de descobrir? Então imagina o maníaco do parque que ele sabe que em 2028 ele deve sair da cadeia. E ele saindo da cadeia, Sargento, qual que é o medo que ele tem? >> Ser morto. >> De ser morto. E falando em ser morto depois de ser preso, daqui a pouco, se o Snyider quiser ou se o Castro quiser, eu quero falar do Cabo Bruno, que é considerado o maior justiceiro que teve na polícia no em São Paulo, não Brasil, em São Paulo. >>
E a galera sempre pergunta também, falou, fala do Cabo Bruno. >> Cabo Bruno, Cabo Bruno tem uma, uma História >> até eu quero saber disso daí. E essa história eu vou contar aqui hoje o que aconteceu com o Cabo Bruno depois de 30 anos de cadeia. Então veja bem, o Cabo Bruno, já vou adiantar, daqui a pouco eu conto o motivo, o Cabo Bruno puxou 30 anos de cadeia, saiu da cadeia, foi pro interior de São Paulo, morreu, mataram ele, mataram ele. >> Vocês vão ficar sabendo agora. Agora você já falou de qual patrocinador? O
o outro também que o outro também o Pedrinho matador também famoso. E falaram também que o co maníco parque vai sair da cadeia >> e vão matar ele em três dias. >> Ó, tá faltando dois só. >> Ã, boa rapaziada. Blaze joga em mim. GG. Blaze joga aí a o layout. A maior cara de aposta do Brasil regulamentada, certo? Você vai lá, vai se cadastrar. terminando a live, o link para cadastro fica no primeiro Comentário fixado. Vai lá, se cadastra, joga com responsabilidade para maior de 18 anos. Menor não pode, certo? Suporte s dias por
semana. Vai lá, sei que, né, faz aí apostas esportivas, tá querendo apostar no coringão, no São Paulo, no Corinthians. Quem apostou agora no Corinthians agora estourou, hein, filho? Não é não. Corinthians meteu 2 a 1 no Botafogo, né, >> no Vasco >> e eu tive que aguentar. Todo mundo gritando no prédio. Ave Maria. Olha, mano. Mas é isso. São Paulo chega lá. Um dia São Paulo vai chegar lá, né? Tava fraquinho São Paulo, né, Gigi? Não aposte no São Paulo, mano. Você vai perder [risadas] dinheiro, mano. No Santos. Então, quem apostou que o Santos ia
cair? Quase, hein? Time ruim da bexiga, mano. Então é isso, família. Blaz vai lá, se cadastra, joga com responsabilidade. Demorou. E para Finalizar aqui, ó, Instituto Oliver, você que quer seguir as carreiras policiais com o mestre dos magos que fuma charoto, toma seu whisk lá na no sítio lá do Oliver, quer concluir em três meses aí você que não tem o ensino médio, vai lá conclua o seu ensino médio em três meses. Sequencial, né, Castrão? Eu não sei o que é sequencial, mas vai lá que você vai concluir. >> Cação tá fumando agora o cigarrinho.
Cação virou maconheiro, começou a andar Com o Júrio Balestrin ficou maconheiro. Certo? Então vai aqui embaixo na descrição ou aponte seu celular no QR code na tela e lá você vai ter cursos policial penal federal, militar, GCM, civil. Vai aprender com quem sabe, filho. Todo dia o Oliver manda lá um monte de aprovado. Ele faz churrasco na chácara dele pros aprovado aí, certo? Tem unidade aí no Brasil inteiro. Então vai lá Instituto Oliver, o melhor do Brasil, Certo? Bom, então vamos lá, doutor, pra gente finalizar aqui, ó, que hoje a gente tem outro podcast ainda,
mas tarde vem, Dramina. E não perca, mano, vai vir uma bruxa hoje aqui, mano. A bruxa. Já marquei até aqui porque a bruxa dele vai ficar aqui. Não vai lá para minha casa não, [risadas] >> irmão. Cabo Bruno. >> Então vamos lá. Só pra gente encerrar, Sneider, o maníaco do parque. Então, o maníaco do parque arrancou todos os Dentes, >> ele está se feminizando e ele imaginando que ele deva sair em 2028. A preocupação dele é que o sargento Castro falou dele ser morto porque ele é muito reconhecido. Mas olha o que a gente acaba
de descobrir que é algo realmente de gente que tem um problema mental, um retardo mental muito grande. Bom, na cabeça dele, eu entendo que ele pensa o seguinte: Snyider, eu preciso mudar a minha fisionomia para que eu não seja Morto. E aí ele que em 27 anos de cadeia não engordou 1 kg, não emagreceu 1 kg, não teve um fio de cabelo branco, uma pessoa que praticamente não envelheceu em 27 anos de cadeia, nos últimos 5 meses ele começou a comer, comer, comer, comer e olha como ele ficou. Olha isso aqui, parecendo caça. >> Olha
isso aqui, gente. >> Gordão. >> O maníaco do parque chegou a 12 barba nele igualzinho. >> A pergunta é, se ele aparecer só assim, olha ó, ó. Alguém reconhece ele? >> Nada. >> Olha aqui. Se ele cair na rua assim, quanto tempo ele dura? >> Ah, >> quanto tempo ele dura? >> Dois dias. Bandido da luz vermelha foi morto. O cabo Bruno, eu vou contar daqui a pouco, foi morto. >> Pedrinho matador. >> Pedrinho matador foi morto em Mogi das Cruzes. Então o o maníaco era assim e olha como que ele tá assim, sem dente.
E eu tô achando que ele saindo da cadeia, Sargento Casto, ele vai virar transexual, porque daí ninguém reconhece mais. Eu acho que isso daí tá fazendo para ninguém matar ele, >> para ninguém matar ele. Agora, se e a a o laudo psiquiátrico, eu eu li lá na cena do crime o laudo inteiro, porque o Laudo é curioso. Num dos momentos o psiquiatra fala, ele tem a vontade de ser mulher. E como ele não era mulher, ele pegou ódio de mulher e ele passou a matar mulheres. Então eu acredito que ele tá desse jeito agora, que
ele é irreconhecível desse jeito. E se ele sair, eu tenho absoluta certeza que ele vai colocar uma peruca, uma saia e vai tocar a vida dele. E vai tocar a vida dele, tá? Então essas são as últimas novidades do maníaco do pac. Agora o Cabo Bruno. O Cabo Bruno, eu me recordo quando eu entrei na polícia, todo mundo comentava do cabo Bruno porque ele tinha acabado de ser de ser preso. O Cabo Bruno é um policial que na década de 80, na zona sul de São Paulo, ele era uma pessoa vista como dedo mole, só
que ele não era dedo mole fardado. As mortes do cabo Bruno sempre foi pessoas que ele matou fora da farda, horário de folga, >> que era o chamado que eu me lembro na Época que eu que eu da minha região que era os pé de pato, que era o encontro de cadáver. Para quem não sabe, >> eh antigamente se encontrava muito cadáver, chegava na delegacia, ó, doutor, tem um cadáver aqui no meio do mato, cara, já com 15, 20 dias, a gente sabia que era polícia, sabia que era polícia. E o e o e o
a fama do cabo Bruno foi crescendo, crescendo primeiro dentro da corporação, porque sabia que ele era um cara valente. Só que num Determinado momento o que eu descobri na minha pesquisa, Sarento Castro, é que ele passa a virar um polí, ele sai do policial justiceiro para ganhar dinheiro matando pessoas, >> começar a querer ganhar dinheiro com >> ganhar dinheiro. Então os comerciantes, quando tinha um desafeto, um concorrente, alguém que não paga uma conta, chegava para ele e falava: "Fulano e tal, eu não gosto, dava uma grana pro Cabobron, ele ia lá e matava". Então, a
as mortes eram em dezenas, quando em dado momento, numa das mortes que ele teria praticado, uma pessoa foi morta e uma pessoa conseguiu fugir. E essa pessoa que conseguiu fugir foi a primeira testemunha que teve coragem, foi na corregedoria da polícia e fez uma denúncia. E ali começaram a levantar os processos dele. Chegou num determinado momento em que ele passou a ter muitos processos. Sai a primeira condenação, ele foi pro Romão Gomes, foi preso no Romão Gomes, mas ele imaginou que ele ia sair logo, mas era muito processo e começou a surgir. Sargento Castro só
do Romão Gomes ele fugiu quatro vezes. Uma das fugas ele pegou a arma de um polícia e atirou contra o polícia. >> Caraca. Numa das fugas do Cabo Bruno, ele fugiu. A a o reservado da PM atrás dele no interior eles encontraram o o Cabo Bruno tocou tiro com os policiais militares. Ou seja, ele ele virou >> virou a chave, né? >> Virou a chave. Então, de policial militar, ele virou justiceiro, de justiceiro para bandido e ele ficou preso 27 anos e meio. Bom, que que aconteceu nos últimos anos de cadeia? E ficar 27 anos
e meio preso não é brincadeira. O cara envelhece, a cabeça muda e lá ele conhece uma missionária, uma evangélica, missionária que levou para ele a mensagem de Jesus e ele se converteu cristão. Se converteu cristão, começou a estudar a Bíblia e logo quando Ele sai da cadeia, ele noiva e casa com a missionária e foi morar na casa dela, no interior de São Paulo. Ele vira, pastor. E, por incrível que pareça, eu consegui eh alguns cultos que ele fez, eu coloquei na cena do crime. Ele é um orador espetacular. Ele ele realmente ficou na cadeia
lendo a Bíblia. Ele sabe a Bíblia de cor. E ele se tornou realmente um convertido, casado com essa senhora. E num domingo, 35 dias depois de sair da cadeia Sneider, num domingo, ele sai da casa dele à tarde com a esposa e um casal, vai para a igreja onde ele era pastor, ele ele faz uma um culto aonde ele fez lá todo o trabalho como pastor e no final da tarde ele volta paraa casa dele. Quando ele para o carro em frente à casa onde ele estava morando, ainda com a esposa do lado e o
casal atrás, tinha um carro parado na mesma rua. Descem dois homens armados, encostam a arma no cabo Bruno, 10 tiros no cabo Bruno. Ele é morto dentro do carro. Olha que curioso, já se passaram mais de 10 anos e a polícia não descobriu quem matou o Cabo Bruno. O promotor do caso, que já tá aposentado, já tá com idade. Nós conseguimos uma entrevista com ele no canal, na cena do crime e ele fala: "Eu alertei o cabo Bruno, eles vão te matar. Vão te matar quem?" E aí eu vou te Explicar, Sneider. Um homem que
mata 60, 70, 100 pessoas, você concorda que ele gera muita gente com ódio? é filho, é filho, é pai, é mãe, é sobrinho, é amigo. Ou seja, passaram-se quase 30 anos, mas o ódio só cresceu. E alguém quando soube que ele saiu da cadeia, por isso foi noticiado, começa uma investigação, chega onde ele morava, armam armadilha para ele, pegaram a toda a parte de de logística do que ele fazia e no final é mais um Que sai da cadeia e foi morto em seguida. Ô, doutor, mas eh falavam, né, que muitos dos desses homicídios que
foram eh no caso aí passado para ele, né, que falar que ele tinha participação, muitos desses crimes aí, ele não teve participação, né, tipo assim, ah, jogava na na na comanda dele, né? É isso. É verdade. Ele fala, ele ele ele >> ele teria confessado >> 39 >> 39, só que nas costas dele tem uns 70, 80. Tá, mas ele ele mesmo falou numa entrevista que ele falava o seguinte: "Todo mundo que morria na zona sul jogavam nas minhas costas". >> Exatamente. >> Tá? Mas o que ficou realmente demonstrado e ele nós temos uma entrevista
com ele na cena do crime, aonde ele depois de convertido ele eh sargento Castro, ele pede perdão, ele pede ele pediu perdão na cadeia para os Familiares e amigos das pessoas que ele matou, porque ele alega que ele era uma pessoa perdida em Deus, que ele não tinha noção do que ele tava fazendo, que no começo ele fazia a justiça. com as próprias mãos, mas depois ele percebeu que se perdeu. Ele se perdeu. Então, pelo menos 39 pessoas foi comprovado que foi ele. Agora colocaram nas costas mais quase 70. Isso você tem razão. Tudo caía
nas costas do cabo Bruno. >> E o o dos tinha aquele o pé de pato, né, Que é o famoso pé de pato que era ali do item paulista ali, >> que eu vou contar a história dele na cena do crime. >> Então o que acontece com os pé de pato que depois ficou e esses justiceiros ficaram com a apelidade de pé de pato, né? Os pé de pato eles começam realmente fazendo justiça, matando o vagabundo que tá atrasando lá. Mas aí depois começa um, >> a tipo assim, você tem um desafeto, >> você tem
um desafeto, às vezes, um exemplo teve, sei lá, problema de chifre, veio em cima da sua mulher, alguma coisa, você chegava pro pé de p falava: "Mã, aquele cara é ladrão, cara, já tentou me roubar, pá." Aí ele ia lá e >> vai lá e mata, >> entendeu? E começou a desvirtuar. Então é isso, isso que acontece com a maioria dos pé de pato. Eles começam ali matando o vagabundo e depois eles começam a a partir para outros lados. às vezes por Dinheiro também, muitos entram muito dinheiro. >> Mas s, então um detalhe muito importante
e eu entrevistei, comentei com vocês aqui para quem tá chegando agora, o policial civil Daniel Gomes, que tá nativo ainda, que cometeu um crime para esclarecer o crime do Tim Lopes, mas eu fiz, na verdade com ele, duas entrevistas, sargento. Uma não foi ao ar ainda no na cena do crime >> ainda vai ainda. >> É, a segunda entrevista que eu que eu fiz com ele foi sobre o Esquadrão da Morte Carioca. Bom, >> que ele conheceu, >> vai ser top >> que ele conheceu. Bom, o esquadrão da morte carioca teve policiais famosos, tanto da
Polícia Civil como da Polícia Militar, que que faziam justiça com as próprias mãos. Mas eu perguntei para ele sobre o cabo cabo Bruno e ele me disse Uma coisa, sargento, muito interessante e de um policial de 73 anos. falou assim: "Lordelo, eu conheci alguns policiais que começaram a matar e eles passam a gostar de matar e a ter prazer em matar. >> É um vício. >> Olha lá, olha o que o sargento CO falou. É um vício. >> É, é gozado. Eu conheci na no meu tempo de polícia, aqueles polícia dedo mole e na época
aquilo era muito comum e e isso Redunda num vício. Eu ouviu ouvi de um grande amigo meu que foi amigo de uns maiores de um dos maiores matadores da polícia civil na época doicodigador dedo mole. Era um investigador que ele tinha um revólver 38 com marcas de cada um que ele matava, ele fazia um risquinho no code do revólver. E e o cara me e esse cara me contou que era muito amigo desse investigador, que ele falava que chega um momento do policial começa a matar, que ele ele é um vício, É um prazer que
ele sentia e um poder de matar. E esse policial civil que faleceu já há muitos anos, ele contava pros amigos detalhes de como ele matava e detalhes de como o corpo ficava vibrando e aquela agonização, tudo isso acaba virando um vício. Então é um perigo de policiais valentes que começam a fazer justiça pelas próprias mãos e começa a matar. E do outro lado, do lado da criminalidade, tem gente assim também. >> Tem também pior que tem >> que é um vício em matar. Não é brincadeira. >> Bom, família, vamos chegando ao fim. Vamos chegandoos ao
fim. Queria agradecer o Lordelo, mas antes a gente vai finalizar com chave de ouro, que eu vou jogar uma imagem aqui na nos telões. Eu quero que você comenta, Castrão. Joga no meio as câmeras. GG. >> Olha que pé de dinossauro, mano. Fala. Isso é um É o pedreiro. >> É o pedreiro esse pé aí. Ah, >> é o pé de pedreiro. É o pé do seu pedreiro. >> Este pé, Castro, é o pé da Erica Hilton. >> Nossa, >> o que você tem a comentar sobre >> 43 tala larga, né, meu? Parece um pé
de dinossauro. Che Olha, mano, que olha esse dedinho que ridículo. >> Pensei que era o meu, [ __ ] >> Quem que era o meu pé? >> Olha, mano. Dá uma olhada. >> Cal, >> você viu aí, Cão, ela postou lá. Que que ela postou? Eu não vi ela falando. Só vi a foto do do P. Você já gravou um vídeo já, né? Já gravei o vídeo, ela postou falou no vídeo >> fé de dinossauro, um pé de dinossauro, pé de pedreiro, meu 43, 44, um pezinho. E ela foi para ajudar. Nada é tão ruim
que não possa piorar. Ela colocou essa foto para ajudar a Havaianas, né, ali para para se Solidarizar a Havaianas, né, meu pezinho. Tir o pezinho. Acabou de ferrar, né, meu? Porque olha, como é que pode a pessoa querer fazer uma propaganda de um chinelo, chinelo velho dela, ela podia comprar pelo menos um avarianas novos, né, meu? Que ela pode comprar, né, meu? Olha aqui, não tá aparecendo mais nem a bandeira do >> coraçãozinho, Castrão, ali ó, você daria um beijinho ali, Castão? >> Não. >> Hã? >> Não, porque me >> por R$ 100.000. >> Não,
não, >> não daria. >> Ela é homem, você sabe disso, né? O STF autorizou a gente a falar. >> É mesmo? Que tress? >> Que tressa? >> Não, porque teve, ela processou um, não sei se foi um, não sei quem que ela, não lembro quem que ela processou, que falou Que ela era um homem e o processo chegou até o STF e o Gilmar Mendes, ele descaracterizou o processo, falou: "Não, ela pode chamar ela de homem, porque ela é um homem, [ __ ] É um homem, é uma mulher trans." Uma mulher trans nada mais
é do que um homem que se identifica com uma mulher. Isso é um problema dela também, né, meu? Problema dela. Se ela se identifica com mulher, o problema é dela. Tenho nada a ver com isso, mas ela perdeu o processo. >> E aí ela pr pr vingança, ela colocou esse pé dela aí. Ridículo. Pé feio, mano. Pé feio, né, meu? >> Duvido você mostrar o seu pé aqui para ser mais bonito [risadas] que o dela. >> Agora eu quero ver. Bota aqui em cima da mesa. Agora tem que provar que o seu pé é mais
bonito que o dela, Castrão. >> Bonito, cara. [risadas] Olha que pé bonito. >> Bom, joga aqui, cação. [risadas] Olha, [ __ ] Cal, seu pé feio, mano. [risadas] [ __ ] que >> é mais bonito do que eu de >> que pé de pedreiro da [ __ ] mano. >> Põe aí, põe aí. >> Olha, vamos finalizar o panc. >> Tão parece uma cabeça de tartaruga. >> Olha, mano. Olha [risadas] qual pé mais bonito da Érica Hilton ou do C? Car, tô achando que o pé dela é mais bonito que o seu. >> Não fica
com ela. Vai lá, >> ó lá. Ó lá. Dá a bunda para ela. >> Olha, olha, olha, olha, olha. >> Não [risadas] esconda a baiana. Só >> bota dá, >> mano. O lord dela atrás do pé da [risadas] mano. >> Bota bota da tuto. Ó, quem quiser comprar bota de qualidade que fim, hein, mano. >> A bota da tuto aqui, Trocou essa bota, hein, mano. >> Tuto moto. >> Tuto Moto aí, Tuto. Peças de qualidade, hein, mano. Na moral, meô, me tô ajudando. Eu não quero nem uso essas porras. Vou usar a roupa da tuto
para andar de de bis, [ __ ] [risadas] De de >> Os cara rouba blusa e não rouba moto. >> É para andar de como é que é? >> AV. Scooter, >> scooter. Família, mais um podcast sensacional, produzindo vários cortes, mano. Preciso comer. Eu tô sem comer, Mano. [ __ ] que pariu. Ai, vamos almoçar, Gigi. 5 horas, 6 horas da tarde. 5 horas da tarde, irmão. Queria te agradecer mais uma vez que podcast top, sempre com informação. Mais uma vez cortes que vão estourar, né? Porque o o homem é brabo, o homem sabe do
que fala, vem com provas. E o Lucas já falou: "Isso que vivia de curo. Isso daqui foi pé que usou 30 anos bota velho". >> Filho, isso daqui era cansado daqui, comia bolinho. Será que você acha? Ele Ele soltava assim, ó. Entrava na viatura, tirava o cotouro assim, ficava assim o dia inteiro dando rolezinho, filho. Tomando café. Acorda, [ __ ] Daqui é bolece aí, Castrão. >> Obrigado a todos aí. É o último do ano, graças a Deus. Obrigado. Tem mais um ainda. >> Beleza. Tamos junto. Até o ano que vem. >> Tem mais um.
Vem, estamos junhã. >> Dia 5 eu volto com o Pó de Castro, que é Dia 5, é uma segunda-feira, né? >> É, dia 5 é segunda-feira. Po de Castro. >> Não, dia 5 eu não vou estar nem aqui, fio. Dia 5 >> eu venho aqui gravar aqui. >> Não vou estar aqui, filho. >> Tem problema nenhum. O GG vai aqui. >> GG vai tá aqui, ó. Grava aí, GG. >> Ô, Glória. Tudo bom? Bom, podia fazer isso. Agora se por que você tá falando não vou estar nem aqui. Ele nunca Aparece mais agora no podcast.
Não sei nem por que ele tá falando eu não vou estar aqui. Vai mudar [ __ ] nenhuma. Pronto, falei. [risadas] Tava engasgado. >> Eu não estou aparecendo na câmera, filho, mas estou sempre ao seu lado. >> Ai, >> o Castrão só traz político agora. Eu não entendo [ __ ] nenhuma de política. Vou sentar lá e vou ficar só atrapalhando pros caras falar assim: "Que que esse boçal tá falando?" Eu já até imagino lá Eu. [risadas] Aí os cara, [ __ ] eu não corto o cara, [ __ ] Tem que trazer convidado, [
__ ] louca, [ __ ] Polícia agora levou um cara lá ontem lá que, mano, o cara é inteligente para [ __ ] >> É inteligente. >> Cara inteligente para [ __ ] Eu não vou agregar nada neste podcast. >> Isso. Acabou o podcast. [risadas] >> Tô no meio da câmera, [ __ ] Então, irmão, tem convidado que falar assim: "Mano, eu vou atrapalhar, não vou. É ficar ali para atrapalhar o papo dos caras. O castrão manja de política, entendeu? Então é isso, me aguarde. Não queria te dar essa dura ao vivo, mas eu dei.
>> Ô filho, ô fo, ô fio, [risadas] eu tranco aqui e tranco lá. Você vai fazer podcast lá no Andrei, seu vagabundo. Rapaziada, queria agradecer aí. Vai ter podcast, sim. Vai ter na segunda mais um com Paganoto e terça-feira o meu e o CO Final de ano na piscina. Então aguarde, terça-feira que vem vai ter. E é isso, rapaziada, na cena do crime, vão lá, sigam este canal que é um fenômeno conteúdo, mano. Aquele conteúdo que é gravado que você fala assim: "Caralho, o bagulho é Netflix, mano. Então vai lá. Não é que nem aqui
essa bagunça, >> essa essa bexiga que amadorismo do [ __ ] O cara entra na frente da câmera de cara, cara vem gravar de sunga, bota pé em cima da mesa lá. O Lordelo, mano, apresentando tipo Netflix, mano. Melhor que Netflix, certo? Então, vai lá na cena do crime, joga no YouTube aí, certo? É bem simples. Na cena do crime, filho. Molhado aí. >> Aí, ó. Tô falando, >> eu não fui não levei. Lordelo tem um cenário monstro, bagulho louco. Ele vai até Rio de Janeiro, entrevista as pessoas. Então vai lá, nosso parceiro comparar o
Lordelo com a gente, né, meu? Dr. Lordelo, [ __ ] mano. Aí é uma comparação do [ __ ] né, meu? Fala aí, GG. Dr. Lord é profissional, >> tô rasgando seda pro cara, cara. >> Profissional. É um cara que vai investigar. Ó, olha, olha a moral que o Dr. Ordelo tem. O cara liga lá no Rio de Janeiro e fala: "Doutor, vou complementar a história". Olha que moral, cara. Isso é moral. E >> olha, eu quero eu quero avisar porque vale a pena para quem gosta de polícia Assistir esse episódio lá na cena do
crime do Daniel Alves, Daniel Gomes, porque ele abriu o coração. Sabe aquele policial que tem mais do anos para se aposentar com 75 anos? crime tá prescrito que ele cometeu. Queria agradecer vocês pela amizade. Um feliz Natal para todos vocês. Um feliz Natal pro público do Sneidercast, pro público do podcast que eu gosto e desejar um ano super bacana para todo mundo e que tomara que o ano que vem a gente tenha Menos violência, porque eu fiquei horrorizado agora aqui no Guarujá um assalto na água, sargento. >> Eu nunca vi isso, >> [ __ ]
Não ia falar disso. Vamos volar de air para finalizar. Cas no Jet Sky. >> Um casal. Eles compraram na realidade aquela uma canoa para ser canoeira. Os dois de canoa. Os dois estavam lá um dia bonito agora no Guarujá. Me surge lá dois cara bem apresentado num jets ski grande. Meu, os cara armado der eram mão Pra cabeça. Perto da orla. Todo mundo vendo. Uma pessoa filmou felizmente, mas até agora essas pessoas não foram identificadas. O que que eles queriam roubar? Corrente de ouro e o anel de casado dos dois. >> Mas aí, doutor, é
fácil, é fácil de de localizar esses indivíduos, porque ali para colocar um um a maioria dos jets que entram ali na água entram por uma marina. >> Então, mas aí a polícia já levantou, não Entrou por marina. Não entrou Marina, então deve ter trazido no >> algum carro veio com engate. É cara malandro, é cara que olha, eu eu eu custo acreditar que a gente tinha que noticiar que teria assalto em mar. >> Mar, >> quer dizer, você sendo assalto, levando mão pra cabeça no mar, você sua esposa no caiaque, >> cara. O cara ainda
pega o remo do cara que tá no cabeça, cara. Dá o bagulho aí, [risadas] [ __ ] >> Mas olha, mas então, ô, ô, sargento, >> por isso que até para cagar eu vou armado. Se eu tivesse ali, eu tava armado. >> Sargento, você que eu sei que é motorista de é motociclista, sabe dirigir moto, eu não eu não tenho habilidade com moto. Mas um outro caso que me chamou atenção foi a apresentadora do MasterChef que que que era, agora ela saiu, a jornalista famosa Ana Paula Padrão. >> Ana Paula Padrão. Ana Paula padrão, ela
é casada com com um rapaz, com um empresário e ele é motociclista e eles foram pro interior de São Paulo com cachorro. Então ela foi de carro e ele foi de moto porque o cara é motociclista, ele tem moto grande e quando eles estão voltando para São Paulo, o que que aconteceu? Ele tá voltando na frente e ela tá voltando com os cachorros. Sargento, ele estava a 150 Km/h na Dutra, que o cara é corredor. Vieram dois criminosos com uma moto grande a 150 km/h. Meteram o revólver no marido da Ana Paula Padrão a 150
km/h. Quer dizer, são coisas que você fala que você não podia imaginar como policial o que ia acontecer. Uma coisa, você assaltado em São Paulo a 30 km/h, parou no farol, mas você motociclista, moto potente, a 150, o cara meteu o revólver e ele percebeu o problema. Ele Desacelera, já era, já final do dia tava escuro. Ele para a moto, não reagiu, ele desce da moto, pedem o capacete. Só que quando ele, o outro rapaz já começa a subir na moto dele, sargento, deu aquele desespero, ele saiu correndo. Até aí o criminoso não se ligou
porque ele já tava com a moto e foi embora. O marido da Ana Paula Padrão, ele sai correndo naquela escuridão e sabe que eles têm feito na rodovia lateralmente Eles cavam um buraco que é para escorrer água. >> Para escoar a água, >> sargento. Ele cai lá dentro 6 m de profundidade. >> Ele caiu, se esborrachou lá dentro. >> Teve uma série de fraturas. Por uma sorte ele conseguiu pegar o celular que tava no bolso, conseguiu ligar pra esposa que tava na estrada, pra Ana Paula Padrão. A Ana Paula Padrão liga pra rodoviária, a rodoviária
com uma Dificuldade de tentar localizar onde ele tava e encontrou ele todo estourado, caído no meio do buraco. >> Caraca. >> Então são coisas assim, assalto a 150 km/h e agora você com caiate, assalto em alto mar. Só falta agora >> na da do Guarujá. >> Então eu não duvido de mais nada. Eu não duvido de mais nada do Guarujá. [ __ ] mano. Família, então é isso. Siga lá o Lordelo, siga o Castrão. Me segue. É, Nós estamos junto. Hoje 7 hor da noite a bruxa Deia aqui com com Bendramini, certo? Não vou perder,
não vou perder hoje. >> E é nós. E o Castrão, não sei se a gente vai passar essa semana ou na outra lá na Vog R. O Castrão foi lá, gravou um podcast da hora. >> Top. >> Aguarde. Fechou. >> Foi muito bom. É, nós estamos junto. Valeu, família. Fi com Deus. >> [música]