Você tem a inteligência artificial aberta. Agora você pergunta, ela responde, você vai lá e executa. Isso não é usar IA para trabalhar por você, isso é ter a IA assistindo você a trabalhar.
Nesse vídeo eu vou te mostrar como virar isso de cabeça para baixo, do zero, passo a passo, usando o cloud cowork. Tem um número que eu não consigo ignorar, 60%. Isso é a fatia do dia de trabalho que profissionais qualificados gastam em tarefas que eles mesmos não consideram trabalho real.
Organizar arquivo, montar relatório, criar e-mail, consolidar informação espalhada em três lugares diferentes, 60%. De uma jornada de 8 horas, isso são quase 5 horas por dia em coisas totalmente mecânicas. A IA promete resolver isso há anos.
O problema é que a maioria das ferramentas de ar que a gente usa resolve assim, te diz o que fazer. Você ainda vai lá e faz o cloud cowork. Ele é diferente, ele executa, mas existe um jeito certo e um jeito errado de usar ele.
A diferença entre os dois é enorme e eu vou te mostrar agora. Antes de entrar na demonstração, eu preciso te mostrar um erro que invalida tudo que vem depois, se você não entendeu. A maioria das pessoas que testa o cork pela primeira vez, chega com o mesmo comportamento que usa nos outros chats.
Pergunta o que fazer, pede sugestão, espera o texto de volta e aí faz sentido que decepcionam. A ferramenta parece só um chat um pouco mais capaz. O color que ele foi construído para funcionar com um paradigma diferente.
No chat você usa a linguagem de tarefa. Me ajude a organizar minha pasta de downloads. A te diz o que fazer.
Você sai dela, vai [música] lá e faz. No cork, você usa linguagem de resultado. Preciso que os arquivos da minha pasta de downloads estejam organizados por tipo economes padronizados.
Você volta em 10 minutos, o trabalho tá feito. Essa distinção vai aparecer em cada passo do que eu vou mostrar agora. O que acontece quando você para de pedir e começa a delegar?
Eu vou mostrar como o cowork funciona com um caso de uso que é universal. Eu sei que você já passou por isso. Pasta com arquivos acumulados há meses, PDF, imagem, planilha, apresentação, tudo misturado.
E o nome da maioria não te diz nada com nada. Documento um, final, versão três, definitivo. No chat você ia gerar uma sugestão de estrutura de pasta, copiar e manualmente movendo arquivo por arquivo 30, 40 minutos e uma tarefa mecânica.
No cork você escreve assim: "Eu tenho uma pasta com arquivos misturados. Preciso deles organizados em [música] subpastas por tipo com nome descritivo que deixa claro o conteúdo. Antes de fazer qualquer coisa, me mostra o plano e espera a minha aprovação.
Esse final, me mostra o plano e espera a aprovação, ele é super importante. Eu vou explicar o porqu daqui a pouquinho, tá? Baixar e abrir o cloud desktop.
O Cowork, ele é uma aba dentro do aplicativo de desktop do cloud. Ele não tá no chat do navegador. Você vai acessar cloud.
com/download, baixar para Mac ou para Windows e instalar. Quando você abrir, você vai ver três abas no canto: cowork e code. Você vai clicar em cork.
Simples assim. Antes do próximo passo, eu preciso mostrar o erro que mais gera frustração nos primeiros dias. criar a pasta de trabalho e dá acesso correto.
O Cork só consegue trabalhar em pastas [música] que você autorizar explicitamente. Ele não tem acesso automático ao seu computador. O que a maioria faz?
Abre o cork, digita um pedido que menciona uma pauta qualquer e a ferramenta retorna erro porque não sabe onde procurar. O jeito certo, antes de digitar qualquer coisa, você cria uma pasta dedicada. Eu chamo ela de cloud nos meus documentos.
Aí você usa o seletor de pasta para apontar para ela. Vou mostrar aqui na tela, tá? Você clica no ícone de pasta no canto da conversa, navega até a pasta que criou e clica [música] em sempre permitir.
A partir daí, o cork lê, cria, edita qualquer arquivo dentro daquela pasta. Você coloca dentro dessa pasta tudo que você quer que ele trabalhe. Aqui vem a parte contrainttuitiva.
Quanto mais específica for a pasta que você autoriza, mais previsível e seguro fica o comportamento da ferramenta. Não libera aí a sua pasta de documento inteira de primeira, não, tá? Libera um projeto de cada vez.
Primeiro comando no formato certo. Você colocou os arquivos bagunçados dentro da pasta de trabalho. Agora abre o cork e escreve o comando.
Ó, eu vou te mostrar dois comandos, o errado e o certo. Comando errado. Me ajuda a organizar a minha pasta.
O que você recebe é uma lista de sugestão de como organizar. Texto. Você ainda vai ter que ir lá e fazer.
Comando certo? Preciso que os arquivos desta pasta estejam organizados em subpastas por tipo: documento, imagem, planilha, apresentação com nome de arquivo descritivo. Antes de mover qualquer coisa, me mostra a estrutura [música] que você vai criar e espera minha confirmação.
Que que você recebe? O cowork lê cada arquivo, identifica o conteúdo, monta o plano e apresenta para você. O que você vai fazer?
Revisar, aprovar e o cloud cowork vai executar. É você assistindo o trabalho sendo feito na tela em tempo real. Esse modelo, plano, aprovação, execução, é a configuração de segurança que eu recomendo para quem tá começando, tá?
Você nunca vai ter uma surpresa. Se esse processo tá fazendo sentido, se inscreve. A gente vai fundo em na prática toda semana aqui no canal, refinando na mesma sessão.
Bom, o resultado voltou, ficou quase certo, mas você prefere uma coisa diferente. Os documentos poderiam estar divididos por projeto e não por tipo. Aí você escreve: "Legal, mas dentro de documento eu quero subpastas por projeto.
" Pode ver que tem arquivo do projeto X e do projeto Y misturados. Separa por projeto. O cowork faz o ajuste sem você reexplicar o contexto inteiro.
Isso parece trivial e não é. Qualquer outro fluxo de automação que você tentasse montar exigiria reescrever o script do zero. No cork, a sessão tem contexto, ela sabe o que veio antes.
Dar feedback e criar memória. Aqui vem o que separa quem usa o cork bem de quem usa ele de forma mediana. A ferramenta tem um sistema de memória que funciona diferente de tudo que você já usou em IA.
Quando você fala pro Cowork para guardar uma preferência, ele escreve num arquivo chamado memory. Que fica na sua pasta, um arquivo de texto real que você pode abrir e ler. Na próxima vez que você abre o cork em uma conversa completamente nova do zero, ele lê esse arquivo automaticamente.
Ele sabe que você prefere subpassas por projeto. Ele sabe que você quer ver o plano antes de execução. Ele sabe o formato de relatório que você gosta.
Isso funciona como memória institucional. Você ensina uma vez e ele carrega para sempre. Para criar isso, depois de qualquer sessão onde você deu feedback ou ajustou alguma coisa, você escreve salvo as preferências que você aprendeu hoje um arquivo de memória para usar nas próximas vezes e pronto.
A próxima sessão começa já sabendo o seu jeito. Conectar ferramentas externas. O Cowork, por padrão, trabalha com arquivos da pasta local, mas ele se conecta com Gmail, Google Drve, Google Calendar, Notions, Lack [música] e diversas outras ferramentas, tá?
Quando conectado, ele pode ler e agir dentro dessas ferramentas. Um exemplo real, você tem transcrição de reunião no Drve e notas do mesmo encontro no Notion. Você quer saber o que que ficou de fora das notas?
Você escreve compara a transcrição da reunião de terça que está no Drve com as notas do Notion e me aponta compromissos que não foram registrados. Dois sistemas que nunca conversariam. Um resultado que levaria 40 minutos para você montar manualmente, mas ser entregue em minutos.
Para conectar, você vai em personalizar, conectores, ícone de mais e pesquisa pela ferramenta. Você autoriza uma vez e a conexão fica ativa. Montar a primeira tarefa agendada.
Esse é o passo que mais muda o comportamento de quem usa o cowork. Tarefas agendadas são comandos que rodam automaticamente todo dia 6 da manhã, toda segunda, toda sexta, sem você precisar abrir nada. O exemplo mais impactante que vi foi esse, triagem de e-mail com rascunhos prontos.
Você configura uma vez, todo dia 6 da manhã leia meus e-mails não lidos. Classifique por prioridade, seguindo estas regras que estão no arquivo de memória e crie rascunhos de resposta para os que precisam de retorno. Na primeira semana você até revisa os documentos, dá um feedback, ó, esse ficou formal demais.
Esse tinha um contexto que você não pegou aqui, tá? O cor que salva esses aprendizados naquela memória. Na segunda semana, os rascunhos chegam mais próximo.
Na terceira chegam certos. Você acorda com o trabalho já feito. Assim fica o que você construiu nesse tutorial.
Cowork instalado. Pasta de trabalho configurada com as proteções certas. Uma tarefa real executada do começo ao fim.
Memória criada com as suas preferências. Ferramentas externas conectadas e a primeira tarefa agendada rodando no piloto automático. Ó, eu vou ser honesta sobre como eu mesma comecei.
Nas primeiras semanas eu continuava chegando pro quedão. Eu escrevia, ele respondia, eu saía e ia executar. Ficou assim por mais tempo do que eu gostaria de admitir.
[música] O clique aconteceu quando eu parei de pensar o que que eu preciso pedir para ela e comecei a pensar o que eu quero parar de fazer sozinha. São perguntas parecidas, mas os resultados são completamente diferentes. Eu preparei o guia de primeiros promptes que usei para mudar esse comportamento.
São 10 comandos no formato outcome first, pronto para você copiar e adaptar pro seu caso. Estão aqui no link da descrição. Mas tem um detalhe que eu precisava chegar aqui para falar.
O que muda de verdade. Existe uma distinção que vai parecer filosófica, mas ela é muito prática. Toda ferramenta de produtividade que você já usou opera assim: você trabalha, a ferramenta te ajuda a trabalhar melhor.
O cowork é a primeira ferramenta que funciona de um jeito diferente. Você define o resultado, a ferramenta trabalha e você recebe o entregável. Não é uma ferramenta que você usa quando tem tempo, é uma ferramenta que trabalha enquanto você faz outra coisa.
[música] Isso inverte completamente o que significa ser produtivo. Três perguntas para você levar daqui. Primeira, qual tarefa você faz toda semana que você consegue descrever o resultado esperado em duas frases?
Essa é a candidata número um para virar uma tarefa agendada. Segunda, o que você explica do zero toda vez que pede ajuda para alguém? Contexto, formato preferido, o que que você não quer?
Tudo isso o cork consegue guardar na memória. Você vai ensinar uma única vez. Terceira, e essa é a mais reveladora.
Se você acordasse amanhã com esse trabalho já feito, o que você faria com o tempo de volta? Porque essa é a resposta. É o que você deveria estar fazendo no lugar daquela tarefa mecânica.
Minha leitura é simples, tá? A diferença entre usar e ar bem e usar e ar medianamente não é técnica, é o hábito de chegar com o resultado que você quer, não com uma tarefa que você precisa de ajuda para fazer. O corque é a ferramenta mais próxima que existe hoje de um colaborador que executa, aprende [música] e não esquece.
Mas isso só funciona para quem muda a pergunta antes de abrir a ferramenta. Me conta aqui nos comentários qual é a tarefa mecânica que mais consome seu tempo toda semana. Eu quero ver aqui o que que vai aparecer, tá?
O guia de primeiros prompts está na descrição. 10 comandos para você já começar no formato certo, sem precisar descobrir sozinha. E se você quer continuar aprendendo e ar de um jeito que você realmente coloque em prática, sem ficar aí no teórico, se inscreve aqui no canal.
Sai vídeo novo toda semana. Eu sou Isabela Eolete, traduzindo a inteligência artificial pro mundo real.