Ó, vocês me lembrem que eu sou muito Bom dia. Bom dia, bom dia. Bom dia. Ó, abre tua câmera, faz esse esforcinho, tá bom? Que essa aula é uma aula importante. Primeiro de tudo, levanta a mãozinha do Zoom. Quem bateu a meta de ontem, pelo menos 50 referidos na mesa, o fim do dia. Foram alguns de vocês, hein? Levanta a mão. Tatiane bateu. Parabéns, Tati. Que legal. Quem mais bateu a meta? Tem uma galera que eu sei. Vocês colocaram lá no vocês colocaram lá no grupo, né? É possível que vocês não tão ninguém que bateu
tá aqui. Mayane fez 40. Rita, faltou um para 50. 49. Rita. Hã, olha, eu diria para você que 49 tá valendo, mas uma vez eu entrei numa reunião com o Flávio. Não, calma. Eu diria, mas eu não disse. Uma vez eu entrei no com o Flávio e e a gente tinha uma meta de 10 matrículas na semana, naquela dada semana, né? Eh, na verdade era 10 lives a meta e o Diego e o Édio não tinham batido 10, eles tinham feito nove, tá? E eu entrei na reunião, o Flávio estava por pé da vida falando
que nove não era 10 e que eles não tinham batido e dando assim comida de rabo gigante. Então, Rita, 49 não é 50, mas mas legal o número. Quase parabéns para você. Quase. Quem bateu a meta levanta a mão. A Isis tá aí. Eu sei que você bateu, Isis. Teve mais gente que eu vi lá. Bateu. Bati, Ju. Legal. Quem pegou mais de 30? Levanta a mão aí. Quem pegou mais de 30? Verônica, Mayane, o Caik. Ah, eu vi mesmo Cai que você postou lá. Legal. Bacana. Quem não pegou nada? Raiane, Verônica. Bom dia, Verônica.
Tudo bem? Bom dia. Eh, foi, foram 32. Eu tô bem feliz porque eu não tava conseguindo pegar nada, então eu avancei. Nossa, eu fiquei bem feliz ontem. Que bom, que bom, muito bom. Quem última pergunta, prometo que é a última. Quem não pegou nada porque também nem tentou? Pode ser sincero. Quem que foi que nem fez? Só veio aqui, assistiu, mas não praticou. Não interessa o motivo, tá? Ah, aconteceu isso, aquilo não interessa. Mas porque não praticou? Teve alguém, né,? Eu eu não tava presente aqui ontem. Gabriel Luciano. Legal. Tá legal não, né? Entendido. Beleza.
Eu peguei 10. Oi. Eu peguei 10. Pegou 10? Tá. Tá bom, meus lindos. E o Éder também tá bom anotado aqui mentalmente. Entendido. Eh, ontem nós falamos então da construção da nossa estrela, da sua estrela, tecnicamente falando, né? A sua estrela, os componentes da sua estrela são a base dela referidos, a meiuca dela, né? O grosso dela é a conexão e a pontinha, não menos importante, é a sua, o seu posicionamento. Então, ontem a gente falou de referidos e vocês botaram para vocês a maioria de vocês aplicou e teve um resultado positivo, né? Isso tem
que ser todo dia, isso não é só no dia da reunião, tá? Vocês anotaram, lembra que eu dei a dica? Anota e lê. Vocês perceberam diferença nisso? Alguém fez isso e achou legal? A Verônica falou que sim, a Bianca também, o Caik. Legal, gente. Ó, só, eu fiquei aqui uns 4 meses quando eu era novata, uns 4 meses fazendo as coisas da minha cabeça. Eu assistia a aula, falava: "Ah, entendi". Aí quando você vai aplicar, na verdade, você não entendeu, você entendeu a essência, né? Mas a gente sabe que é cheio dos detalhes. Alguns lugares
a gente não pode errar e os referidos é um deles. Então quando a gente pega da nossa cabeça e vai querer seguir ela porque a gente ouviu ali e vai pôr do na prática do nosso jeito, não tá errado. Mas quando você ainda é novato, especialmente nos referidos, que é uma coisa contrainttuitiva, né? É contrainttuitivo você tá falando com alguém pela primeira vez na vida, um outro adulto, você começar, clica aqui, clica ali, como se ele fosse um né? Você pode se sentir assim, né? Então é contrainttuitivo a gente fazer do jeito certo. Então você
precisa de algo para você seguir ali. No dia que eu resolvi escrever, gente, eu nunca mais sofri esse problema. E aí eu usava meu papelzinho que já tava até furado de tanto que eu levava ele para lá e para cá, eu dobrava, punha no bolso, eu tinha que ficar com ele. Aí depois eu já não precisava mais dele, eu precisava só segurar ele na minha mão. Era uma paz de espírito, sabe assim? Ele tá aqui, se eu precisar, ele tá aqui. Tá até o dia que ele sumiu por aí na vida e eu não preciso
mais dele. Mas tem tanta gente que já tá aqui há um tempão e que ainda está com problema em referidos simplesmente porque talvez esteja fazendo do jeito errado. Ou você tá fazendo pouco ou você tá fazendo do jeito errado, tá? Então ontem quando a gente falou de referidos, a gente falou sobre volume. Não pode fazer pouco. Todos os dias você tem que pegar 60 referidos. Todos os dias. Então, qual que é a meta de hoje? 60 referidos. Ontem foi cinquentinha só para dar aquecimento. Hoje a meta é 60 referidos. E essa é a meta diária
do agente. Todo dia que você trabalha, você pega 60 referidos, tá? Para até quando, Ju? Para sempre. Porque é para sempre. A gente tem que estar renovando o nosso oxigênio pra gente poder trabalhar, tá bom? Beleza. Muito bom. Aí, hoje a gente vai falar então da conexão, né, que eu considero tecnicamente falando uma das grandes bases da sua matrícula. De novo, ontem eu falei para você que a matrícula ela é legal, ela é legalzona, porque ela não exige perfeição sua, né, Ju? Eu sinto que eu tenho problema nos sete passos, na apresentação, na conexão, na
di, no bagulho todo. Por onde eu começo, né? Quais os passos que eu tenho que tomar mais atenção para que eu não erre essa matrícula para que ela venha mesmo com um deslizinho aqui, outro ali? A conexão, né? A gente não vende nada se nós nos conectarmos com o nosso cliente. Por quê? Por por alguns motivos, né? Primeiro, gente, que o nosso perfil de aluno, ele é um cara procrastinador, certo? Pensa comigo. Ele é um adulto que sabe que o inglês é importante, que sabe que quem fala inglês ganha mais. Quantos por cento a mais?
Você lembra? Quantos por cento a mais ganha quem fala inglês? 62%. 62, Gabriel. Não sou eu falando, é pesquisa de mercado da Cato, tá? O adulto pode não saber a porcentagem, né? Mas ele sabe que inglês é importante. Ele sabe que quem fala inglês ganha mais. Ele sabe eh que o mercado exige. Ele sabe que ele passa vergonha. Ele ele sabe de tudo isso, mas ele não fala inglês ainda. Mesmo sabendo de tudo isso. Pior, ele já estudou inglês. Dá para dizer que quase 100% das pessoas já estudaram. Por quê? Porque tem inglês na escola,
na pública e na privada. Então ele já teve contato com a língua e já foi um desastre porque eu não conheço um ser humano que saiu fluente da escola. Ou seja, ele já olha só, olha o perfil do nosso aluno. Ele já tentou e falhou. Ele tem plena consciência da importância, mas mesmo assim ele não fala. Você acha que se você falhar na conexão, você tem alguma chance de vender para ele? Você acha que se você ligar para ele falando assim, Caik, você sabe que inglês é importante, eu tenho um inglês aqui para você, bom,
bonito e barato, e você sabe que é importante, vamos comprar. Nunca vai dar certo. Você precisa tocar na ferida desse cara. Você precisa achar ela, apesar da gente saber por onde ela transita, né? Ela tá ali na na área profissional, tá na área de viagens, de sonhos, tá por ali. Você sabe onde ela transita, mas cada ser humano tem uma história. Se você não encontrar esse negocinho e não conectar com a pessoa, se você não trouxer ela pra tua frequência da matrícula, não tem como. Tem como, porque assim, ele já viu isso, ele já viveu
essa história, é só mais um dia que eu não tô falando inglês, é só mais um ano que eu não vou ter um homem de salário. E aí, gente, a vida segue. Eu já tô sabendo, eu já tô conformado com isso, entende? Então, a conexão, ela é o coração da venda. E a gente não consegue, a nossa perna pode est meio torta, mas se o coração não tá batendo, a gente não consegue sobreviver. Por isso que a conexão é um ponto alto de atenção aqui. Vamos falar dela hoje, tá? Então, esses referidos que você pegou
ontem, né, é neles que você vai caprichar na sua conexão hoje. Quem sabe a gente constrói uma estrela desse grupo aqui essa semana, tá bom? Gente, a conexão, eu vou eu vou dar uma aula básica de conexão. A gente sempre dá essa aula, talvez você já tenha ouvido ela, né? E aí a gente pode ir conversando sobre, beleza? Ó, tecnicamente falando, a conexão não é uma parte da da não é uma etapa da matrícula. é estática. Lembra que eu falei para você que os referidos eram estáticos, eles pouco mudam, né, de pessoa para pessoa. A
conexão não é, quer dizer, eu não consigo te dar um roteiro para você ler e aplicar ele em todo mundo, porque as depende muito da resposta da pessoa, mas ela tem alguns objetivos claros e tem alguns princípios para você seguir, tá? Quais são os objetivos da conexão? A gente tem dois objetivos, só dois, e você precisa estar com eles aí na na sua cabeça na hora que você tá falando com a pessoa. Objetivo um, encontrar a dor ou o sonho da pessoa, a necessidade dela, onde o calo aperta com relação a inglês, encontrar. Então você
é um detetive que tá tentando encontrar a dor ou sonho com relação ao inglês. De novo, você sabe por onde transita essa dor, esse sonho? Você sabe que é marrom por ali, você sabe que tem frustração envolvida, né? Você sabe de tudo isso, mas você precisa entender aonde que pega na qual é o botão daquela pessoa. Você vai ter que apertar. Todo mundo tem um botão, está procurando ele. Então, o primeiro objetivo é encontrar dor ou sonho. E o segundo objetivo é você verificar se a pessoa está disposta a resolver esse problema que você vai
encobrir quando você encontrar a dor dela, tá? Vou te dar um exemplo. Ah, eu preciso do inglês porque vou te dar um exemplo real. A gente tem um casal de amigos que tá pleiteando vir morar aqui também. do lado da nossa casa, filhos na mesma idade, tal e tal, porque o casal, os dois são grandes executivos aí no Brasil, super bem-sucedidos e tal, só que ambos perderam o emprego e ambos não falam inglês. E eles chegaram num cargo tão alto que é assim, óbvio que uma pessoa desse cargo fala inglês, certo, errado, eles não falam.
E agora eles estão lascado porque não tem inglês, entende? Então vamos pensar nessa pessoa, tá? Eu encontrei, eu liguei para essa pessoa, eu preciso porque eu acabei de perder meu emprego. Eh, eu sou um profissional altamente qualificado na minha área e assim para eu aplicar para uma próxima vaga, é exigência básica falar inglês. E eu não tenho. Encontrei a dor da pessoa, encontrei. Só que daqui tem dois caminhos possíveis. A pessoa pode ter essa consciência, precisar do inglês é uma necessidade latente. Hoje, ó, estou desempregado porque não tô com inglês e preciso do inglês para
aplicar para as vagas. Mas é diferente eu precisar saber que preciso encobrir a dor de estar disposto a resolver. Mas fulana, então se eu puder te ajudar com essa indicação que o Fernando Paixão deu aqui para você, se for de encontro a sua necessidade, fulano, você está disposto a resolver essa questão? a partir de agora pra gente poder seguir aqui. Cara, não tô disposto. Sabe por quê? Apesar de tudo isso que eu te falei, cara, esse ano eu tô em obra na minha casa e já combinei com a minha esposa que a gente não vai
mexer com isso. Esse ano não tô disposto. É, parece até descabido, né? Mas existe. Você já ouviu alguém assim, você achou a dor, mas a pessoa não tá disposta. Não, não tô disposto porque a gente vai aproveitar que a gente foi demitido e a gente vai fazer uma viagem de três meses pela Europa. Não quero saber disso agora. Eu vou resolver isso só depois. Não tô disposto. Ou sim, se você puder me ajudar, eu tô disposto. Com certeza. É com essa pessoa que eu vou seguir. Tudo isso. Então, eu faço na conexão. Tudo isso não,
essas duas coisas, tá? encobrir a dor e o sonho ou o sonho e verificar a disponibilidade. Não adianta achar a dor e o sonho e não verificar a disponibilidade, porque vai te pegar lá na frente. Depois eu te dou um exemplo. Mas esses são os objetivos da conexão. E quais são os princípios? Eu falei para você que tinha objetivos e princípios. Quais são os princípios da conexão? Escuta ativa. O bom vendedor não é o cara que fala bonito, que fala bem, que fala bem do produto, que ó, posso falar? Tem alguma criança no recinto? Não.
Alguém tá com criança ou me ouvindo? Não. Que se o produto. Que se o produto. Se eu quiser vender física, eu vendo. Quem que vai vender o produto pro cliente? Sou eu. O que que vai vender? Você acha mesmo que é, ah, o curso é passo um, depois passo dois, depois você faz uma prova. Isso lá vende, gente. Então, o bom vendedor não é o cara que sabe falar bem do produto, que isso, isso, e aquilo. O bom vendedor é o cara que sabe escutar a dor da pessoa e depois a gente resolve ela lá
na frente. Se eu não paro nem para escutar o que o cara tá falando, se eu não demonstro o interesse genuíno por ele, se eu não vou entender onde o Carlo aperta para ele. Eu não tenho a chance de vender para esse cara procrastinador, frustrado com inglês, frustrado que não fala, frustrado com salário, parari parará. Esse cara tá quebrado. Eu só tenho a chance ouvir ele, se ele sentir que eu entendia a dor dele. Faz sentido? Ó, eu eu sugiro vocês pausarem o chat prestarem atenção em mim, tá? Eu não vou responder nenhuma pergunta agora.
Venham comigo aqui. Tá fazendo sentido o que eu tô falando? Claro que a WhatsApp precisa ser boa, que o curso precisa ser interessante, mas já é, tá? A galera já fez, mas não é isso que vai vender, porque sou só você já recebeu uma ligação da team, vivo, claro, banco, fulano que seja, o qual você falou alô e a pessoa começou a cuspir informações do produto para você, já recebeu essa ligação? Você é pego distraído, né? Toca o seu celular da operadora e você atende sem atender, sem prestar atenção. Você num impulso você atende. Aí
você fala: "Alô, alô, senhora Juliana, aqui é do Banco Bradesco, nós temos para você um cartão novo chamado cartão Prime, sem nenhuma cobrança anual. O limite você pode fazer não dá um desespero? Que que você pensa?" Eu penso assim, só para de falar para eu poder falar que não quero nem de graça. E a pessoa não para de falar, né? Ela tá falando do produto ali para você. Isso vende, mas deve vender porque acontece bastante, mas deve ser assim, a cada 1000 um, né? Não sei qual é a estatística, mas ficar falando do produto sem
conhecer a pessoa que tá do outro lado não gera conexão e gera uma sensação de estranheza para quem tá ouvindo, né? Não cai legal, né? Usando isso, esse exemplo que eu dei agora, nunca é legal quando você escuta uma ligação dessa, você fala: "Pô, você não sabe nem que eu sou, filha da mãe, você tava só esperando o robô, o computador atender aí alguém. Não importa se é a Juliana, o Felipe, o Cai, a Verônica. Tanto faz, tanto fez. de discurso é o mesmo, não gera conexão. Enquanto que uma venda boa, bem feita, de qualidade,
de volume, de prosperidade, ela tem conexão como o centro do negócio ali, tá? Faz sentido o que eu tô falando para vocês? Vamos pra prática. Como que eu faço então, Ju? Princípio da escutativa. Entendi. Então, outra coisa também, vou botar isso como princípio, o princípio da escutativa e o princípio das perguntas abertas, tá? Então, qual que é o mapa da mina na conexão? Você vai sempre usar, na maioria das vezes, você vai usar perguntas abertas. Pensa comigo, você ligou, eu liguei para pro Éder aqui, liguei pro Éder e eu fiz a apresentação, que a apresentação
demora menos de um minuto, né? Então, oi, Éder. Aqui é Juliana. Tudo bem? Tudo bem, Éder? Tô te ligando a pedido do Caik, o Caik Jimenes. Ele te avisou que eu ligaria? Ah, avisou. Bati o olho um negócio de inglês, né? Mas nem li direito. Isso, Éder. Exatamente. Ó, o Cai pensou em você porque ele conheceu aqui um projeto para aprender inglês online. Ele adorou, é prático, é objetivo, é muito bacana para quem quer crescer na carreira, enfim. H, e ele lembrou de você, Éder, tá? E eu tô te ligando aqui hoje para entender se
faz sentido essa indicação do Caik. Como está o seu inglês, Éder? Aqui já é conexão. Como está o seu inglês? Essa é uma pergunta aberta, certo? Que vai botar o Éder para responder como tá o inglês dele. Vamos fazer uma pausa. Talvez você a técnica é assim, existe a receita do bolo, né? E cada um usa as suas frases do seu jeitinho e tal e tal. Eu vou te ensinar do meu jeito. Todos os jeitos são muito parecidos, tá? Eh, mas cada um vai usar uma frase, um negócio. Eu gosto muito dessa frase, como está
o seu inglês para abrir a conexão. Eu sempre vou abrir com essa frase e eu nunca vou abrir com a pergunta fechada. Vou te dar um exemplo de abertura com a pergunta fechada, tá? E aí, Éder? O Caik lembrou de você, né? E eu tô te ligando para entender se faz sentido essa indicação, tá? Éder, faz sentido o inglês para você? Pergunta fechada, certo? Que que é pergunta fechada, gente? Ela só tem duas respostas possíveis. Sim, faz sentido. E não, não faz sentido. Eu tô na linha com Éder há menos de um minuto. Se eu
já logo mando uma pergunta fechada, faz sentido para você o inglês, Éder? Ele pode falar: "Sim, faz. Eu vou falar y score, boa. Vou seguir". Mas tem ali uns 50% de chance, se não for para mais, dele falar: "Não, não faz sentido para mim agora. Já tô com objeção para quebrar em menos de um minuto de conversa. Ou às vezes é tão não, nada a ver que você fala: "Puta, desculpa então, hein? Quase que dá vontade de falar, não foi engano, então desculpa aí. Como que eu pego o referido de um cara assim, por exemplo?
Mas aí a culpa é de quem? Do éder ou minha? Que já cheguei assim, ó, com a porta, eu abro a porta e falo: "Você quer fechar ela na minha cara ou você quer entrar?" Tá. Então, olha a diferença de eu falar assim, então, né, ligando a pedido do Caíb, tal, tal, tal. E queria entender, né, Éder? Faz sentido para você o inglês? Sim. Faz sentido para você? Não. Versos. Tô ligando para você então, né? A pedido do Caik que lembrou de você, tal e tal. E eu queria entender se faz sentido, Éder, como está
o seu inglês, cara? automaticamente ele vai me responder como tá o inglês. Tá ruim. Nossa, ele vai dar até uma risadinha sem graça. Já repararam quando você perguntar isso a pessoa d uma risadinha? Nossa, inglês. Melhor eu nem te contar. Isso é essa resposta é favorável para mim? Super. Enquanto que com a pergunta fechada pode vir um sim, mas pode vir um não. Ó, eu não perguntei se o inglês faz sentido pro Éder. Eu perguntei como está o inglês dele e é assim que você deve abrir uma conexão. Pegaram essa gente? Clareou para alguém aí?
Tá vendo como é super importante o jeito que você fala as coisas? Super importante. E a conexão tem o princípio da pergunta aberta. E aí ele vai me responder como tá o inglês dele. Agora entra o princípio da escuta ativa, né? Ah, meu inglês tá nossa, Ju, melhor eu nem te responder. Sério, Éder? Então, que bom que ele lembrou de você, né? Mas me conta, vou fazer a sequência que eu faço, tá? Mas me conta, Éder, você mora em São Paulo também? Se eu sei onde a pessoa mora, eu pergunto se mora, você mora em
Taubaté também? Não, não. Eu moro no Rio. Ah, que legal. Você trabalha com quê? Você faz o quê? Rapidamente, onde você mora e o que você faz? Só para pegar um panorama. Tô falando com uma dona de casa, empresário, um executivo, um desempregado, estudante. Basicão, tá? E É Éder, como que o inglês te ajudaria hoje? Aonde que ele entra na sua vida? Outra pergunta aberta. Ah, ele entra porque tal, tal, tal. Se for relacionado ao trabalho, né? Trabalha com quê? Éder? Moro em São Paulo, moro também. Trabalha com quê? Ah, eu trabalho, eu sou eu
sou executivo comercial da Vivo. Ah, que legal. E onde que o inglês entra na sua vida? Como que ele entraria? Ah, é porque no meu trabalho eu uso muito para falar com cliente. Sou comercial da Vivo. Uso muito para falar com o cliente. Ah, que legal. Encontrei a dor dele aqui. Sim ou não? Mais ou menos, gente. Mais ou menos. Como assim? Falar com o cliente me explica melhor? Ó, presta atenção, tem um erro muito comum do agente novo. Deu uma palavrinha, uma deixa. O cara acha que encontrou a dor, tá? Deixa eu tentar dar
um exemplo mais claro para você. Você trabalha com quê, Éder? Ah, eu trabalho na área de TI. Nossa. E o inglês seria importante, então, por quê? Seria profissional mesmo? Pergunta fechada, né? Seria profissional mesmo? É sim. É porque eu tô na área de TI, né? Hum. Isso é informação suficiente para eu conectar com ele? Não. Mas muitas vezes você faz isso. Para para pensar. Pegou meia informação e já tá pulando de alegria, achando que achou. Não, tem que aprofundar. Como que eu aprofundo? Sério, Éder? Ah, então seria da área de TI. Legal. Mas me explica
direitinho. Eu sou meio leiga no assunto, né? Exatamente o que de TI que você faz e exatamente aonde que o inglês entra para você na TI, porque não dá para ser genérico, gente. Ó, TI pode ser o cara que programa computador, o cara que quer, que quer o inglês porque ele quer trabalhar para uma empresa fora, o cara que precisa do inglês porque ele precisa ler as bagulh entender, ou ele sim fala com o cliente, ou ele cria conteúdo em inglês, sei lá, tem um monte de possibilidades. Como que eu vou saber só com essa
informação? Isso vale. Eu tô dando TI porque é um exemplo muito fácil de você pescar o que eu tô falando aqui, mas em qualquer coisa. Ah, eu sou comercial da Vivo, né? Então, por isso eu preciso do inglês para falar com clientes. Ah, que legal. E se eu puder te ajudar, você tá disposto? Não, meu filho, você não entendeu nada ainda. Não tem nada desvendável aqui ainda. Sério, Éder, mas que tipo de cliente? Me explica como é que é teu dia a dia como comercial da Vivo? Ah, não. Então é que eu atendo cartela de
clientes nacionais e internacionais, né? E o que que você vende? Ah, eu vendo planos empresariais. Ah, tá. Ah, mas tá, mas e o inglês entra para vender para quem especificamente? Não. Então é que como eu te falei, eu tenho cartela de clientes internacionais, né? Então eu prospecto e faço venda para empresas de fora. A Vivo hoje atua no mercado internacional. Gente, eu tô blefando aqui, tá? Faço ideia. Vivo faz isso. Tô nem aí. Ah, entendi. Éder. Então, quer dizer, você tem clientes internacionais e você me disse que não fala inglês. Então, hoje, como que você
resolve aí esse pepino? Quando você tem um cliente internacional, como que você faz para atender? Nossa, Ju, olha, eu tento pelo chat de pitir, eu acabo não me conectando, eu não ligo, eu acabo mandando só por e-mail chat piti na veia e se complicar eu tenho que passar o lead para outra pessoa que fala, eu perco a venda. Nossa, agora eu entendi a dor do Éder, percebe a diferença? Então você precisa fazer perguntas abertas, entenderonde tá aquela dor e você precisa de especificação. Nem sempre vai ser tão bonitinho assim, né? Mas mas existe ali existe
ali alguma coisa que você vai encobrir daquela pessoa. Ah, eu tenho vontade de viajar. Ah, legal. Então, se eu puder te ajudar, você tá disposto? Não, meu filho, calma. Viajar para onde? Já foi alguma vez? Já passou algum perrengue? Alguém te ajudou? Esse plano é um plano concreto, já tem data. Deixa eu entender melhor. Faz sentido, galera? E nessa, muitas vezes você vai falar assim, ó: "Nossa, eu pego muito assim quando é não, né? Não, mas é não não me incomoda tanto assim. Hoje eu não tenho realmente, sabe? Você pega aqueles caras, sabe? Gente que
realmente não quer, não acontece, não acontece? gente que não tem interesse, óbvio que acontece. Então fala: "Ó, não, o inglês seria bom aqui para mim, tal de tal não para para viajar mesmo, né? Que é legal e você vai tentar encobrir não, não, mas é que assim, é legal, mas não tô disposto não. Aí você pega referidos e vai embora. Tem gente com interesse, tem gente sem interesse, mas você só vai conseguir vender se você passar por essa conexão aqui de forma direito. O que que eu acho que acontece muito, tá? Que eu vejo vocês
aí, forçar uma entrevista que não era uma entrevista, não tem não tem informações suficientes ainda. Então, o cara deu uma dica, né? Eu falei para você que a gente sabe que a dor transita profissional, pessoal, né? Viagem. Aí a pessoa te deu uma dica ali, é porque pra carreira é importante, né? Ah, é? E que que você faz? Não, sou advogado. Pronto, let's go. Dei não, filho. Então, acho que isso acontece muito. Você meio que passa por cima, né, de aprofundar, de entender de verdade. Par parará. Tô errada ou tô certa? Acontece muito. E aí,
por que que eu acho que isso acontece muito? falta de atenção, vontade de explicar logo. Mas se você se lembrar que o bom vendedor, o vendedor que vai fazer um monte de matrícula, não é o cara que explica bem, é o cara que conecta bem, você precisa trocar a sua ânsia de explicar o curso para ver se encaixou. Eh, não é o X da questão. O X na questão é você se conectar bem. Então, o seu maior esforço tem que tá nessa parte da conexão, entendeu? Se você lembrar disso, não é? Ai, deixa eu falar
logo então para ver se encaixa no tempo, tal, tal, tal. Aquela ansiedade de o vendedor tem ansiedade de falar para ver se ele vai te dar o sim. Não, não, não, não. O pivô da do negócio tá nessa conexão, não tá em você em falar, mas tá em você ouvir. Se você trocar essa fichinha na tua cabeça, não ignorar o resto, mas lembrar que esse é o coração, você não precisa ter pressa para sair daqui. Ah, então fala melhor, Fernando. Deixa eu entender melhor aqui porque a Naara pensou em você, né? Como que te ajudaria?
Mas exatamente como nessa sua profissão aí, né? Ou alguém tá desempregado, né? Que fala: "Ah, eu preciso porque eu tô desempregado." Nossa, para eu voltar pro trabalho é super importante, né? Ah, é. Hum. Você que tá falando, né? E mas é na área de quê? Você tá procurando vaga do quê? E hoje, financeiramente, por você tá desempregado, né? Se fizer sentido para você, tanto no conteúdo, mas se encaixar no seu bolso, você tá realmente priorizando fazer esse investimento no inglês para que você seja recolocado, porque a galera que tá desempregada adora falar que quer porque
tá desempregado, mas depois não faz por quê? Porque tá desempregado. Entãoonde que eu vou encobrir tudo isso? Na conexão, tá? Tão me acompanhando? Tá muito difícil. Eu tô tentando ser o mais prática e técnica possível, mas a conexão ela depende muito da interação da outra pessoa. Então, quais são os princípios que você não pode errar, né? Fazer pergunta fechada é tiro no pé. Tiro no pé. Quando você fizer, você já tem que fazer e ouvir, falar: "Fiz merda. Vou vou ter que corrigir aqui, né?" Prestar bastante atenção na resposta. Achar a dor ou sonho, aprofundar
a dor e o sonho. Não é só peguei o tema. Oh, vou falar de modo cí, já entendi, vou seguir. Não acha a dor e o sonho, aprofunda a dor e o sonho, tá? Feito isso, a gente vai pra segunda parte da conexão, que é o que eu te falei, verificar a disponibilidade da pessoa. Vocês me falam se esse é um problema na sua vida ou não, porque quando vocês me contam, não deu certo, porque no final isso, isso e aquilo, geralmente é aqui que tá o problema, tá? Então eu encontrei a Dorou sonho, vamos
dizer, é um sonho de viajar para fora, eh, sei lá o quê, para onde você iria? Para Nova York. Você já foi viajar fora por alguma vez? Ah, já fui sim para Londres, não entendi porcaria nenhuma. Foi maior perrenga, eu queria ter uma experiência mais legal, parará. Ah, que bacana. Não entendi. E fulano, se eu então puder te ajudar, se esse curso puder te ajudar com relação ao método, ah, se for o que você precisa financeiramente também, né? Você, Felipe, você tá disposto a resolver esse problema do inglês a partir de agora? Essa frase você
pode anotar ela bem assim, tá? Você está disposto a resolver o problema do inglês a partir de agora? Essas três coisas não estão aqui de forma aleatória. Disposto resolver o problema do inglês, porque eu quero que ele, né, é um problema que ele tá do inglês e a partir de agora, não do mês que vem, do ano que vem, tá? Olha a diferença. Olha só. Vou esperar se anotar que eu tô vendo um monte de gente olhando para baixo anotando. Olha a diferença disso mal feito, tá? Não vou nem falar o caso que você esquece
de falar. Vou falar do caso que você faz mal feito. Daí, Felipe, se eu puder te ajudar a resolver esse problema do inglês, né? Você tá disposto realmente a começar a se dedicar? Não. Tô. Tô. Ah, então tá bom. Vou te explicar. faço di, explico, chego lá no final, ele fala o quê? Não gostei, vou fechar sim, tá? Mas hoje é dia 30 de maio, né? Meu cartão já tá completamente comprometido. Vamos fazer no dia 2 de abril, maio. Vamos fazer o dia 2 de junho, porque o próximo mês também já lascou, não. Vamos fazer
o dia 2 de julho porque junho também já já lascou meu cartão. Mas eu tô disposto. Mas você não deixou claro quando, né? Ó, você tá construindo na cabeça do cara. Se eu puder te ajudar, Felipe, você tá disposto a resolver? Não, tô, tô super disposto. Tá, mas esse cara obrigatoriamente entendeu que essa é uma venda única, que é para agora, não entendeu. Você tá começando a ensinar isso aqui para ele aqui. Então, grandes chances de você falar uma bem mal faladinho e ele te dê um um meia boca também e no final ele vim
com uma escorregada e fala: "Não, mas eu tô disposto, só que eu preciso falar com a minha esposa, né?" Então assim, tô disposto, mas não vai ser nesse minuto. Era para ser nesse minuto. Aí você fala p que pariu. Já aconteceu com você? Já, Verônica? Pois é. Então, tem alguns lugares que precisa ser muito eh cuidadoso. Vou repetir a pergunta. Se eu puder te ajudar, Felipe, tará. Você tá disposto a resolver o problema do inglês a partir de agora? Ah, se você puder me ajudar, tô agora, agora? Agora é agora. Pô, você não falou para
mim que você tá anos já sofrendo com isso? Não, agora não dá. Por que que não? Porque minha esposa não tá em casa. A gente não faz nada. A gente não faz nada sem conversar, né? Não, não, não. Agora não. Hoje é dia 30. Meu cartão tá zoadaço. Não, sem chance. Tá bom, vamos agendar então pro domingo. Percebe? Só que eu não fui até o final com esse cara para depois levar uma escorregades lá no final. Eu fiz isso agora na conexão. Sacou? O animal? Fez assim, ó. Hum. Saquei. Então, gente, essa é a conexão.
Vamos conversar sobre me fala suas dúvidas, me fala sobre a conexão, tá? Depois a gente vai para posicionamento na nossa próxima aula, mas hoje é sobre a conexão. Hum. Eu tenho uma dúvida. Eu vou, é lá na no PDF, a sequência das guntas. Eh, não me lembrandoa, mas eu acho que é a terceira ou quarta. Essa pergunta eh do que você falou da questão financeira aparece lá no começo. Eh, você colocou pelo Entendi, se eu entendi errado, desculpa, você colocou um pouquinho depois aqui na sequência, você pediu a conexão, tudo mais, para depois agora chegar
na, digamos assim, lá no PDF, tá? A terceira ou quarta pergunta. Mas é você que toma essa decisão financeira ou é outra pessoa? Então eu fiquei um pouco em dúvida se pergunta lá no começo ou se eu eh deo um pouquinho na conexão e depois eu entro. Não, a pergunta do Mas é você que toma essa decisão financeira, né? Isso é uma parte da DI, tá, Verônica? Eu não sei o que tá no seu PDF de conexão, que quem fez foi a Letícia que a gente usa, mas o ponto não é esse. O ponto, gente,
é que conexão não tem ordem de perguntas, tem sentir o que que tá acontecendo, entendeu, Verônica? Então, vamos supor, eu tô falando com um jovem, com um desempregado, a gente tá conectando, eu dei o exemplo do desempregado aqui, né? Eu tô me conectando com ele e eu naturalmente vou abordar essa questão financeira levemente aqui na conexão, porque eu já sei que é uma coisa que pode estar pegando pelo fato dele tá desempregado. Mas gente, a conexão não tem um script para você seguir. Faz essa, depois faz essa. Não é um checklist, Verônica. é você encontrar
a dor e o sonho e verificar a disponibilidade. Ponto. Dentro disso, existe um arsenal de perguntas que você pode usar, mas que não necessariamente você vai usar todas na ordem, toda vez igual, entendeu? Então, se essa pergunta tá lá no PDF, na conexão, ela é uma pergunta sugestão para você seguir caso você entenda que precisa. Faz sentido, Verônica? Verônica, faz sentido. É, tá falhando um pouco, mas entendi. Eh, eu entendi que falhou um pouquinho, mas eu acho que eu falo que eu não sei, deu uma palhada aqui, mas você falou que não precisa ele rodou,
porque como eu tô seguindo aquelas perguntas passo a passo, já tem aquela pergunta no começo que a pessoa fala: "Ah, não é o marido, minha filha. E aí acaba tem que juntar, né? Ah, então eu possoar ti seu marido junto aí já não entrei. Tá na apresentação, agora que eu lembrei. Aí eu abo não é na conexão justamente por causa pergunta. Ó, vamos lá, Verônica, fecha seu vídeo porque a sua internet tá péssima, então fecha seu vídeo que você vai me ouvir melhor. Presta atenção, tá bom? Eu eu falei para vocês o seguinte, existe os
sete passos, a receita do bolo, cada pessoa usa o seu jeitinho, tá? Eu já vou eu vou falar aqui um negócio para você, Verônica. A sua líder é a Letícia e ela que fez o PDF, que inclusive eu também uso, tá? A lê uso umas perguntas fechadas em horas que eu não gosto de usar. Então, como princípio, eu vou te dizer o seguinte: em apresentação, em conexão, você não usa pergunta fechada, por quê? Em pouquíssimo tempo de conversa, você tá dando a chance da pessoa te dar um monte de não na cara. Você tá, ó,
pensa que na conexão você tá tentando abrir o caminho, né? E quando você manda uma dessa plau, que pode dar um não, você fecha ele. Beleza? Beleza? Então, e de novo, gente, conexão não é um checklist. Ah, primeiro eu tenho que ver isso, depois isso, depois verificar aquilo. Não, você tá falando com uma pessoa do outro lado da linha que tem uma história, que tem sentimentos, que tem problemas. Conexão é a hora que você pega papel errad fala: "Ô, deixa eu te conhecer aqui com princípios. Estou procurando uma dor ou um sonho e depois vou
verificar a disponibilidade da pessoa de resolver o problema agora. Mas se você tentar seguir uma lógica e verificar todos esses três, quatro pontinhos aqui, n, fica parecendo um interrogatório e não uma conexão. O que que vende, gente? a pessoa conversar com você a ponto de você encontrar a dor dela. Então, primeiro você encontrar essa dor porque você vai resolver ela depois lá no seu speed. Você vai citar essa dor e você vai resolver ela na hora que você tiver explicando o curso. Mas também o ato da pessoa que é bem inconsciente, tá, dela sentir que
você tá se importando com ela, dela poder falar, sabe? E essa troca é que faz ela entrar na frequência da matrícula com você. Então, gente, conexão não é um passo, infelizmente, que você pode pegar um checklist, falar: "Deixa eu só resolver esses todos esses pontos aqui que vai tá tudo bem, eu vou entender não." Ai, pergunta do financeiro na conexão depende, entende gente? Infelizmente tem que sentir. Eu falo infelizmente porque eu quanto mais racional, melhor, né? Mas conexão é conexão, cara. Conexão a gente tem que sentir. Por isso que o principal ativo teu é a
escuta ativa, tá? Ah, entendi. Fernando, me conta mais, explica como que nessa situação, como é que entraria. Me dá um exemplo, porque eu não sou dessa área aí de administrativa, né? Sou meio lega na área. Me dá um exemplo prático do seu dia a dia, da onde entraria o inglês para eu entender aqui melhor, para ver se a gente pode te ajudar. É nessa pegada, entendeu? Faz sentido, galerinha? Não tô falando aqui que o jeito da notícia tá errado. Eu tô falando que o jeito que aquele PDF foi construído não pode ser levado ao pé
da letra na conexão, entendeu? Tá? Não pode ser levado na conexão. Beleza. Muito bom. Que mais? Mais 5 minutos aí de conexão. Quando você fala pergunta fechada. Eu acho que eu entrei depois. S, eh, me explica mais assim como você faria nas perguntas de início para criar o relacionamento. Então, pergunta fechada, Áurria, é a pergunta cuja resposta é sim ou não, tá? Eh, o inglês é interessante para você, Áuria? Sim ou não? Não, não é. Putz, desculpem te liguei aqui. Aí você ainda tenta pegar um referido e já esse não, ele atrapalha até o referido,
certo? que já tipo é um corte seco. Então, pergunta fechada é a pergunta de resposta sim ou não. Tem lugar para ela, tá nos sete passos, mas não é aqui. Então, evite perguntas fechadas, troque por perguntas abertas. Áurria, como está o seu inglês? Me conta como está o seu inglês, aonde o inglês te ajudaria, o que mudaria na sua vida hoje se você falasse em inglês? Perguntas abertas. É só pensar no princípio que eu falei para vocês ontem do meu filho. Eu sempre gosto de usar esses exemplos porque eles são muito práticos de entender, né?
Nessa hora você quer abrir, abrir? Vamos de novo. Quero abrir. Você manda um, né, filho, você quer tomar banho? Sim ou não? Não, entendeu? É, não, não tem jeito. Então você tem que tomar esse certo cuidado aqui e evitar as perguntas fechadas na conexão. E não é pergunta aberta e falar da morte da bezerra, do fugir do assunto, né? Não é isso. É pergunta aberta direcionada. Você sabe o seu objetivo ali. É encontrar a dor ou o sonho da pessoa. Aí pode ser que alguém pergunte: "Ah, Ju, mas e quando você não consegue encontrar? Que
que eu faço? Tu que você faz? Você segue? O que que você faz quando você não consegue encontrar? Quando você perguntou, às vezes a pessoa ela fala pouco, ela é pouco objetiva ou tipo não tá parecendo que tem nada ali. A pessoa só fica naquela, é porque é importante, né? Porque é a língua mais falada do mundo. Não, fulano, eu sei que é a língua mais falada do mundo, eu sei que é importante, né? E quase todo brasileiro precisa, mas na tua vida entra onde? Junto, não tô conseguindo encontrar, cara. Que que você faz? Aí
eu falo assim, ó, depois de já ter cavado, tentado, etc e tal. Tá? Ô, Ronival, sim, entendo que o inglês é importante, né? Por isso estou aqui, mas estou com um pouco de dificuldade de de entender se ele entra na tua vida hoje como, né? Não sei se eu não consegui entender, mas hoje o inglês é importante para você. Aqui eu meti uma pergunta fechada. Hoje o inglês é importante para vocês? Sim ou não? Mas por que que eu usei ela? Porque eu já tentei cavocar ali e ele não deu abertura ou eu achei que
não? Eu tô eu tô suspeito eu que não, mas eu preciso confirmar antes de vazar, entende? Já é assim, ó. Vamos tentar a última curva aqui antes da gente ir embora. Aí você manda um ronival. Legal que você entende que o inglês é a língua eh mais falado do mundo. É importante de fato, é, né? Mas nessa nossa conversa aqui, eu não tô conseguindo identificar aonde que o inglês te ajudaria hoje, o que que mudaria na tua vida hoje. Me explica, ele realmente é importante para você hoje? Porque assim, ó, eu já tô para desligar,
ir embora aqui e pegar seus referidos, mas só para eu ver se eu tô falando certo mesmo ou não, é nessa hora, entendeu? Então me explica, me explica se realmente o inglês é importante para você, Ronival, que eu tive um pouco de dificuldade de entender aqui, de encontrar a maneira que eu posso te ajudar. E aí ele vai falar: "Não, não, realmente é porque para mim hoje não tô de boa". Ou não. Tem uma história que eu sempre conto porque ela me marcou muito. Eu tava falando com uma enfermeira e tava nessa linha. Mas como
te ajudaria? Ah, não tava, não tava conseguindo. Falei: "Tá, mas essa enfermeira que acho que ela era até do Rio de Janeiro, falou: "Tá bom, a enfermeira do Rio de Janeiro, na onde que ela vai falar inglês, né?" E tava nesse meio meio mole. E eu joguei essa, ela falou: "Não, não é calma, eu preciso sim, porque eu tô aplicando para emigrar pro Canadá. O Canadá procura enfermeiras". Inclusive eu morava no Canadá na época e o processo é em inglês. Assim, eu preciso, tá? Eu estou aplicando para morar no Canadá. Ela não tinha me falado
isso. Eu não tinha conseguido desvendar isso na conexão, eu já tava quase pulando fora. E eu falei: "Fulana, eu tô com dificuldade de entender aonde que o inglês pode te ajudar hoje. Você pode ser mais clara comigo? Desculpa repetir. Eh, de fato é importante. Eu tava esperando ela falar um não, na verdade não. Realmente assim seria legal morar, mas ela falou: "Não, realmente é porque eu tô aplicando para morar no Canadá, porque o Canadá busca enfermeiras, né? E eu preciso do inglês. Ah, meu Deus do céu. Vendi para ela e para algumas amigas dela. Por
que que eu não, ó, imagina que eu não tivesse encontrado isso e eu não tivesse desligado, eu teria seguido, que é o que vocês fazem muito, né? É, não encontrei assim, mas bora lá, né? Porque aí agora você joga para Deus, né? Ah, se Deus. Tomara, eu tenho esperança que ela vai amar o curso e Deus me ajuda. Não, gente, desculpa, mas não vai acontecer. Mas imagina que eu tivesse feito isso e explicado o curso para ela sem saber o objetivo dela, que era emigrar pro Canadá, que ela não tinha me contado. Você acha que
a minha explicação teria tocado a dor dela que eu nem conhecia? boas chances de que não. Então, às vezes tem um motivo, mas se você não consegue encobrir ele e você se você não consegue descobrir ele e você passa mesmo assim, vai na fé, você não consegue conversar com a dor da pessoa. Imagina que me disse que estava aplicando para emigrar pro Canadá. Agora a minha explicação foi pensando nisso. Então eu falei assim, entende? vai gente vai te ajudar a na parte de entrevista com consulado, chegando no país e blá blá blá blá. Só assim
ela consegue entender que o curso pode ajudar ela na missão emigrar para o Canadá. Se eu não soubesse dessa missão e explicasse de forma genérica, é só mais um curso. Por isso que eu falei para você, F pro curso, né? F. Tá? Porque se eu não sei para que que ele vai ajudar a pessoa, uma explicação genérica é só uma explicação genérica que tem tantas aí na internet, entende gente? Então você não pode passar batido, você não pode seguir sem saber qual é. Não tenha medo de perguntar, obviamente de forma educada. Depois que você fez
suas perguntas abertas e cavou: "Olha, não consegui identificar. Pode me ajudar ser um pouco mais claro para mim porque eu não sou dessa área, né? realmente é importante para você. Aí pode ser que a pessoa fale sim, você segue e pode ser que ela fale não. Aí você pega os referidos e vai embora porque te evista, evita a frustração de no final não muito legal e tudo, mas assim, ah, agora não é, né, não é uma prioridade assim para mim. Aí é outra entrevista que você fez no B. Aí você fala: "Puxa, eu fiz três
entrevistas hoje, mas não matriculei ninguém". Por quê? Ah, porque no final ela falou isso, isso, isso. Não, não foi porque no final ela falou isso, isso, isso. Foi porque na conexão você não fez isso, isso e aquilo. Entendeu a diferença? O erro sempre é nosso. Ele sempre é nosso. Nunca é do cliente. Ele só falou aquilo final porque você não fez isso aqui na conexão, entendeu? Fala, Alan Augusto, e a gente encerra. Eh, aconteceu um recente comigo que eu fiquei assim, como é que eu fujo disso? Ah, eu liguei, consegui chegar na conexão, só que
aí a a pessoa na hora que eu consegui chegar na conexão, eh, para tentar ter uma conexão com a pessoa, a pessoa já perguntou se o curso era online. Aí vai, ela acabou, eh, eh, desistindo ali, eh, que já quis encerrar a ligação por conta disso, por causa do curso online. Aí eu eh eu consegui pegar uns referidos com ele, uns dois, se eu não me engano. Só que aí ele já ali queria já enterrar por conta que para ele já não fazia sentido porque ele já sabia que ele era procrastinador. Aí tem alguma forma
de fugir disso ou simplesmente cancela ligação? Tá, vamos lá. Então ele tava conectando e a pessoa perguntou: "É online o curso?" Aquelas perguntas de supetão, né? Né? Aquela que a pessoa joga você assim, é online fulana. Ah, não, não, já não quero, já estragou. Basicamente foi isso que o Alan falou, tá? Duas coisas que eu tenho para dizer sobre isso. Primeiro, não trate exceção como regra. Ó, você falou com, você falou com 30 pessoas no dia, 35 pessoas te deram alô, vai ter um Zé que vai dar, vai vomitar em cima de você rapidão. Beleza?
Então, primeira coisa, não trate exceção como regra. parte do dia a dia trabalha acontece, beleza? Mas quando acontece, como lidar com isso? Hoje, Ana, sim, é online o curso, mas uma metodologia bem diferente, tá? Eh, nesse momento da nossa ligação, eu tô só tentando entender como que o inglês se encaixa na sua vida para eu ver se você tem perfil de aluno nosso, inclusive pra gente ver se faz sentido tanto para mim quanto para você, tá? Como é que tá seu inglês? Me conta melhor aí. Então, que que eu fiz aqui? Você tá dirigindo, você
é um motorista, tá? E você parou para pegar um passageiro, que foi o passageiro do Alan, um um grosso, né? Beleza, você é o motorista. Tem gente que vai falar assim: "Sai daqui que eu que vou dirigir". Quando quando o cara manda uma pergunta dessa, ele quer tomar o controle da ligação. Não, mas me fala logo aí, é online isso aí? Porque se for online eu não gosto não, mas fala logo o preço. Você já pegou isso? Não, mas não, ó, mas eu só quero saber quanto custa. Não, meu amor, eu que sou motorista aqui
desse desse carro. Quem tá dirigindo sou eu, né? Então, quando a pessoa tenta fazer isso, você tá, você tem que desarmar a bomba, né? Não, você não vai dirigir aqui. Eu que sou motorista. Então, como que eu desarro uma bomba? Olha, Alan, é online, sim, é online. É uma metodologia diferente. É muito bacana. Inclusive, teu amigo gostou tanto que te indicou, mas nesse momento aqui eu tô tentando entender como que o inglês poderia te ajudar, até para ver se você tem perfil de nosso aluno, né? E obviamente que a gente só vai seguir se fizer
sentido para mim e para você, entende? Posso entender como que o inglês te ajuda? Você tava me dizendo que você trabalha na área de X, Y, Z. O que que exatamente você faz lá? Então, basicamente, eu falei assim, ó, você não vai dirigir esse negócio, quem vai dirigir sou eu. E quem manda nessa sou eu, né? Como eu ia dizendo, né? Podemos seguir aqui para te conhecer e você bota gentilmente a pessoa de volta no lugar dela. Vai dar sempre certo? Ah, na maioria das vezes dá, tá, gente? Mas de novo, é, são ossos do
ofício. A pessoa deu uma dessa, ah, inglês online. Se for online, eu nem quero, nem fala comigo. Tá bom, então tá bom, não tem problema não, senhor. Beijo, tchau. Próximo. De boa. Vai acontecer uns desse, vai, certo? Mas eles são a exceção. Se posicionar, Rodrigo, que já me dá, deixa pra gente fechar essa aula de hoje, tá? Então, vamos pensar na sua estrela de baixo para cima. A fundação referidos. Hoje 60 referidos. Amanhã também todo dia que você tá todos os dias que você trabalhar, 60 referidos. Esse é o componente básico da sua estrela. No
meio dela, a conexão, essa aula de hoje, tá? Essa aula ajudou, gente? Esclareceu? Não é complexo, tá? Não é complexo. Assiste ela de novo se você precisar. Ela não é complexo, só que não existe um checklist premium master que você só faz as perguntas na sequência e pronto, porque a gente tá falando de ser humano, de história, de problema, de ter que ouvir, de ter que entender, tá bom? Então, a conexão, próxima aula que vai ser na segunda-feira, posicionamento. Já dou uma dica, tá? Para aula de posicionamento, tem dois erros que você não pode cometer.
Você não pode ser o vendedor frouxo e você não pode ser o vendedor bonzinho demais. Eu vou falar sobre isso na próxima aula. Como que eu me posiciono, Ju? Ó, se você só não for frouxo e Zé bonzinho, já tá legal demais, tá? A gente vai falar sobre isso na nossa próxima aula, que é a pontinha de cima da estrela. P que mais brilha, que é aquela, né, para encaixar e você fechar. Mas nada disso vai acontecer se você não imprimir volume. Lembra que a estrela ela mora lá na Via Látea, né? A Via Látea
é o PTL, o volume. Se não tiver nas condições climáticas eh propícias, ela não nasce, ou seja, não tem estrela. Vamos supor que a tua estrela são cinco matrículas. Não vai nascer uma estrela se você fizer somente cinco entrevistas. Não tem como. Você tem que fazer o quê? 20 entrevistas, 25 entrevistas para bater cinco nessa semana, tá? Tem que tá nas condições climáticas ideais para ela nascer. Beleza? Então é isso, gente. Daqui a pouco eu solto a gravação. Apliquem o que eu falei para vocês hoje, tá? Amanhã é reunião de equipe, né, de de exército
dos estrelados. Vocês vão estar lá conhecendo a história de quem bateu estrela na semana passada. Parará parará. Mais mentalidade motivacional e segunda-feira às 10 horas da manhã em ponto a gente fecha o ciclo dessa técnica que eu tô dando para vocês essa semana, tá bom? E ó, eu vou fazer só porque eu tô muito boazinha que alguém pediu aqui, né? Se puder escrever as as palavras proibidas, parará. Eu não costumo fazer isso de birra mesmo, porque eu acho que vocês têm que anotar e tudo mais, mas eu vou fazer um resumo escrito dos pontos principais
da aula de ontem e de hoje. Eu vou botar lá no grupo para vocês, tá bom? Beleza, gente? Um beijo. Tchau.