Johan Liberty monstro. >> Era uma vez um monstro sem nome que se dividiu em dois pro nome tenta encontrar um monstro com tanta forte. Mesmo encontrando o nome, o mundo ainda quis devorar.
Almasadas por sofrimento, crenças geradas no experimento. O que se esconde atrás da beleza de uma rosa vermelha. Profundos traumas [música] que a vida deu, mas esses traumas são meus aos seus.
Porque vou ser é [música] só você. Um reflexo distorcido que esse mundo [música] não pode ver. Não há nada especial no ato de nascer, já que todo [música] esse mundo vai morrer.
Minha irmã, você nunca [música] se perguntou por a morte te acompanha [música] onde for. É como se o abismo tivesse um rosto. [música] Veja, fez um de um monstro no meu.
E se eu te contasse [música] que o monstro sou eu? >> Na calada da noite, você ouviu som de tiros. Abriu a porta e encontrou [música] os corpos dos nossos pais adotivos.
Fui essa arma. Menina me atesta, só faz o que eu te puxe o [música] meu filho. >> Quero que me diga como uma casca vazia conheceria.
A empatia eu não tenho. [música] Oh, oh, oh. Então pode me chamar de monstro.
Monstro, [música] posso te [música] chamar de monstro. Um monstro erro [música] foi pensar que o monstro não saberia sorrir. [música] Não seria bonito e que chama estaria diante de ti.
[música] Então pode me chamar de monstro.