Olá, boa tarde. Tudo bom? >> Boa tarde. >> Eu sou o Henrique, ele é o Celson. Eh, a gente hoje vai participar do questão de pesquisa qualitativa, tá? Explicar para vocês só termos bem básicos e gerais. Eh, a pesquisa qualitativa diferente daquelas que vocês estão normalmente acostumados, conhecem, chamada que é quantitativa. Consiva é aquela que pega você normalmente na rua, entrevistador chega, faz várias perguntas para vocês, perguntas objetivos, né? Aí vocês respondem, dando um exemplo, ah, qual é a sua cor preferida? fala azul, out fala verde, fala amarelo. No final daquilo se faz a a
compilação dos dados e eles vão dizer 30% das pessoas preferem azul, 20% preferem amarelo, 10 preferem rosa e quantificam o resultado. Isso que é a quantitativa. Aqui é qualitativa, quer dizer os resultados em números. Não, não é aquilo que a gente busca. que a gente busca é a qualificação das respostas. Que que isso quer dizer? Por que que você escolheu o azul? Que que leva você escolher o azul? Que que leva você escolher o amarelo? Quais são os motivos? Quais são as motivações? Então, por isso que é um formato diferente, que é o formato que
a gente chama de grupo focal, que é a gente vai fazer outro. É um grande bate-papo, tá? A gente vai tratar de temas. Vou trazer temas aqui e a gente vai dar as opiniões, vão dar as opiniões de vocês sobre esses temas, tá? Eh, deixou bem claro, não existe opinião errada, a opinião é de vocês, é certa, tá? Pra gente é importante que vocês tenem a opinião de vocês, pode ser divergente entre vocês, um pode ter opinião diferente de todos os outros. a gente quer ouvir essa opinião, porque o importante pra gente é exatamente isso,
é entender como as pessoas eh tomam eh as suas decisões, o que que motiva, que qual qual o ponto de partida, por que a pessoa escolhe isso, por que que ela escolhe aquilo, por que que ela identifica uma coisa e não identifica outra, tá? Então pra gente, o que importante é que vocês falam isso que é importante para táar. Então fiquem tranquilos. Ah, cano não tem essa. Só dar sua opinião. Explicando aqui. São dois captadores de som. Esse é o terceiro que tá ruim. Aqui tem uma câmera. Eu aviso logo que às vezes no meio
que a pessoa se toca que tem uma câmera, aí trava. Quer entrar até de baixo da cadeira. Eu aviso logo, tem uma câmera, mas essa câmera, assim como os captadores são importantes pra gente fazer o relatório depois, a gente não perca nada que vocês falaram, porque antigamente quando a gente não tinha essa estrutura, ficava um cara anotando tudo. Óbvio que perdi uma porção de coisas, coisas importantes associam faladas e porque não dá para escrever tudo e vocês vão ver durante o debate, você perde alguma. Um fala uma coisa, outro fala outra. Então, por isso que
existe as câmeras, a câmera e por isso que existe o o captador pra gente poder depois fazer o relatório, não perder nada. Depois disso tudo, a gente simplesmente deleta eh a imagem e o som e o que é falado aqui fica aqui, não vai para lugar nenhum, não sai daqui, tá? Quando a gente vende os vídeos é fantástico, brincando, tem, >> mas fica só entre a gente, não tem não tem nenhuma eh nenhuma divulgação para nada, simples mesmo para fazer o trabalho mesmo, tá? Eh, a dinâmica é o seguinte, eu vou colocando as coisas, vou
fazendo perguntas e vocês vão respondendo naturalmente. Não é em ordem, cada um vai falando espontaneamente, tá? alguns momentos eu vou poder fazer perguntas individuais, mas não é a tônica. A tônica é o debate aberto, né? as pessoas falam espontaneamente. Eh, e aí como às vezes eu vou fazer perguntas, aí eu peço só para eu pergunte o primeiro nome que é para poder me referir a vocês diretamente. Você é >> Rodrigo? Emanuel pand >> Marcos. José. >> Então vamos começar, gente. Como é viver na ilha? Eu gosto comparando outros baros. Excelente. >> É, tudo bem. Mas
é um caos, né? >> O trânsito >> é horrível. >> É aí ou trânsito. >> Principalmente aqui pagar dinheiro. >> Que que tem dinheiro? >> A vida mais boa que os homens vai ter como pagar dinheiro. >> É verdade. Você entrou em vigor já 17. Eu acho que vai ser uma complicação. >> Ainda mais pensando em 12, né? as pessoas mais velhas, nem todo mundo tem acesso à internet tão com facilidade assim. Aí como é que você vai se informar? E a pessoa chega lá com o único trocado, por exemplo, lá minha minha mãe, minha
avó chega lá com o único trocado que tem, como que ela vai pagar se eu não aceita mais dinheiro? Ela nem entende o que que a J. E não é nem falta de de explicação, é falta de de deática mesmo de >> sabe de de meio de hoje em dia que tem >> transporte saúde também tá numa >> Avan não aceita van que vai se dar bem >> vai casar os idosos todo com dinheiro. >> Quem não sabe se comunicar no telefone aceitam gratuidade nem o escolar >> a gratuidade não aceita nem >> não aceita
não. Eles são obrigados a aceitar dois porém quando vem ali perto do cacita só um >> aquela perto de uma escola >> e quando vai pedir eles falam que já aceitou. Tem gente que é sempre >> deu para ter uma noção. >> A nossa salvação é volta táxo 99. sendo que tá assim, então muita barra aqui, né? Cortando aqui. Eu mesmo às vezes pego uns legais, mas já perdi muitos que eu vim rezando. >> Eu não quando parar e me devolvo meu dinheiro. >> Pode parar. Eu vou pagar mais nada. >> Vocês gostam de Marana?
Eu gosto, eu gosto bastante daqui vendo comparado aí, mas não >> comparado aos outros lugares. Baixada, baixada. >> Aqui é bem mais segur comparado aos outros lugares. >> Aqui é um paraíso. >> Acho que aqui tem uma falsa segurança. >> Isso aí que eu ia falar, uma falsa segurança. >> Mas é que eu já mandei fora é seguro assim, né? Mas é que eu falei mais falo, é o terceiro bairro mais a minha pergunta para eu ter noção do grau de segurança insegurança que as pessoas sentem bem é pergunta o seguinte. >> Tocou o telefone,
você até tocou, você atende aqui sim >> à noite não. Eu >> não atendeu com na rua. Desculpa, >> mas tá fazendo concessões na forma de você atende? >> Sim, eu atendo aqui na ilha. Sim, >> aqui sim. >> E uma do corredor esportivo a beira da da praia tudo de telefone normal. Agora lá fora de sensação de segurança ou em segurança. >> Agora você dali da do barbante, né? Não, do tubarão para lá. E aí >> eu também não atento não. Quem é tubarão? Que que é o >> é um bairro portuguesa? Depois é
>> é um comércio que tem que dar pra gente entender que a ilha pra gente começa do tubarão >> do tubarão para lá acabou a ilha já saída aí já você >> fundão para mim apesar de ser uma vila do não é porque o fundão era dentro daqui do bram governador pra gente é tubarão para dentro não é do governador vai para fora da ilha >> ele tá saindo e é estranho. Não é nem uma variável, é uma complexidade. Tubarão. >> Vocês que são da ilha, né, são iguais, que também são um bairro, são os
dois únicos bairros no rio que que tem gentilo. Gentilíb é é o nome de quem mora tal lugar. Então >> quem manda ele é um insulante. >> Insulante. Isso. >> E eu sou o único bairro que existe isso também. Ah, é verdade. >> Então, vocês sentem pela pela ilha ou sino pela tija tijera de jeito nenhum sabendo que é muito mais inseguro que a ilha, mas tem coisas melhores que a ilha também. Então isso aibilidade é melhor. >> É um jogo de amor que a gente sabe aonde nossos nossos casos apertam. >> A sensibilidade lá
é bem melhor. Mas aí do fundal só fundal aí depois. Ah, mas tá muito perigoso. Começa no fundão. >> Ali é muito perigoso. Teoria teoria desigos quatro. Pô, >> deis quase, né? Horrível. passava no Rio de Janeiro inteiro para chegar no passar por tudo mas depois eu aprendi depois que eu aprendi >> depois que eu aprendi que era mais fácil eu para um pouco >> aí eu tenho 304 >> tenho 301 tem o 302 35 ele >> mas também não existia passar Só só tr qu >> Mas então vocês de algum de forma geral vocês
gostam de morar na >> Mas agora me digam para vocês qual é o maior problema daí? >> Transporte. >> Enchente. >> Transporte. >> Transporte. >> Enchente. >> Não, gente, >> você acha que aí é mora na ilha dos governadores pode comparar com il? Isso é melhor do que a barra é mais barata do que aqui. >> Porque tem lugares aqui, acho, acredito que outras pessoas aqui também frequentam ou não pagando uma cerveja aqui o valor que paga em Copacabana. >> Só paga valer mais barato. >> Mais barato. Praia frequência lá mais barato povo. >> Qualquer
restaurante que marca bana tu paga R$ 4 a menos uma cerveja de 600. >> Ela é mais barata >> aqui dentro da ilha. O poder aquisitivo é uma ilusão, porque ninguém a mim eu acho que eu coloquei em Campo Grande uma casa com 2 qu4 sala cozinha banheiro é R$ 500 aqui é 800 >> 900 >> aonde >> aqui baixo é 1000 e pouco. 1500 >> aqui é mais caro. É você é muito mais caro. >> Depende do depende do subbairro da certeza. >> Com certeza que é um bairro. >> É, >> mas de maneira
geral o estilo de vida da ilha é caro, independente de onde você mora. Assim, valores são coisas reparáveis, mas assim, estilo de vida, morar aqui é muito caro. Eu que eu falo para você morar aqui, cara, você tem que ter transporte, vamos dizer assim, porque as coisas são perto e são longe ao mesmo tempo, sabe? Nem todo mundo mora no centro dos bairos, tipo assim, Cacuê, cotá, bancários, lugares que são mais, às vezes tem gente que mora distante, sabe? Tipo assim, tipo, a minha amiga mora lá na 50, a vida dela toda é aqui para
dentro, todo dia ficar vindo todo dia, tipo, sabe? Isso é um custo, sabe? Isso é um é um transporte. Ela que eu falo, ela fala para mim, cara, minha mãe não serve para morar aqui porque, tipo assim, tudo para ela é carro, ainda mais que ela é uma senhora, como é que você too dia transporta só para sair da vila onde ela mora? É 20 minutos. Então, sabe, é, tem essas coisas. Eu acho que é, eu falo que é um, como o senor fala pra minha mãe que é um bairro para quem? Tipo assim, fim
de carreira, sabe? Você é mais tranquilão, você não é de você mais em casa bem fim de carreira, sabe? Você vai casar, é maravilhoso para uma pessoa que aj ter uma vida mais ativa. Eu não falo nem ativa de balada, eu falo ativa de vári vários sentidos mesmo. Eh, >> eu acho mais fácil. >> Não tem nada mais difícil acesso >> fica dependendo de moto, entendeu? De de motoru que é o que salva. >> Vocês vem que mora em Tubiac, mora não tem saúde, não tem nada. Mas a gente aqui no Cor também quando chegar
também não tem a mesma coisa aquilo ali >> não é meia hora só para atravessar aquela reta é meia hora >> quem gosta de paz do mundo do mundo a ônibus para lá 92 >> é um fantasma esse ônibus ele passa quando ele esse ônibus é um fantasma >> para quem vai pegar as canáas antes de você chegar para quem vai pro final do do aeroporto, você pega a sua primeira direita e e vai perder no aeroporto >> e vai eternamente isso aqui >> porque aquela área ali era tudo área industrial da aeronauta. >> Não,
mas não, mas em compensação de segurança e tranquilidade é o melhor é o melhor lugar da ilha. >> Melhor lugar da ilha. Colônia não também é tranquilo. É muito a colônia acesso. É tipo roça. >> Isso é >> é o é o lado da lado da tem um monte lá que as pessoas vão >> não é monte é jardim. >> É um jardim no caso não é um monte. É um jardim. Monte porque >> não tem negócio de trilha de moto aqueles cara que faz co >> faz lá também. Mas é porque é invadido, porque
aquilo dali tudo é da da aeronáutica. É aeronáutica e marinha. Só que >> é onde as pessoas largam muito cachorro abandonado >> também. >> E copo de caval cavalos e cor. Os animais estão muito abandonados na ser abandonado. Só lembra >> realmente abandonado mesmo. Eu acho bem sério aqui, porque a maioria dos alugues não aceitam crianças, não aceitam idosos, não aceita casal, >> não aceita >> só casal filho, tem não sei o qu >> exem muitas coisas. Eu assim, eu deixo meu meu filho lá est família aí não vai poder morar com a família na
casa de repente criança costuma destruir, né? >> Rafa e acaba isso falar. Eu eu >> tenho uma critinete alugada. Eu tive vários problemas com criança e com animal. >> Mas a uma colega minha que destruiu a casa inteira ainda morreu e deixou prejuízo. >> Mentira. Dentro da casa todo mundo é todo mundo. E você tem que pegar a caução, porque a cação é o meu apartamento também fica na imobiliária. Se destruir a imobiliária vai cobrar. O homem já aconteceu de destruir e foi cobrado tudo. Existe a >> É, tem que ter a calção, tem que
ter responsabilidade administração porque deixar o Léo realmente, eu tô com a kit média. Ah, olha só, botei assim, ó. Não achei crianças mais uma pessoa >> aproveitando então todos esses tempos de de reclamações e o Alex vai passar para vocês um formulárizinho simples, rápido, só para vocês falarem para vocês identificar qual é o maior problema da >> Eu acho a saúde. >> Calma, você sabe que tá escrito aí? Eu acho problema é meu marido. >> É, a gente nem falou da saúde ainda. >> Tem que matar só um. >> Só um. >> Só um. >>
Tá vendo? Tá vendo? Eu falei, eu falei, eu falei, eu falei. >> Pode assinar todos. A fazer o X grande. É um >> só uma. Principal vocês acham de principal >> assalto acho é muito frequente. É uma vez na vida desordem pública data. Tá difícil aqui. >> Aqui nem saúde tem. Não tem a opção Brasília >> que tu vai res >> opção Brasília não tem pouco >> eu pensei numa coisa mais mod eu peguei oub aí a >> se você botar tráfico tu pode capaz de ser morto Você não pode falar tráfego, então bota transporte
que é melhor. Você pode morrer. >> É desconto do passageiro. >> É repass que ele falou. >> Só que tipo assim, no aplicativo tava dando artigo na hora nem era R$ 4, era >> R. >> É R$ 2 a mais. Eu tenho >> só na hora que fica aquele valor de pô no fica na hora naquele valor um é o outro. Eu venho muito aqui. Aí quando tá fazendo merda eu aperto. Eu >> a já já se ligou, né? >> Como eu falei, fica como eu falei, fica tranquilo. A imagem, o som vai ser deletada.
E segurar embaixo, segurar no ombro, não tá mudando nada. Sabe por quê? Que me ensinou. >> É isso aí. Botou pernas. >> Por tu tá às vezes tá fazendo tanta força aqui segurando o pé, tu faz ombro e tuas pernas tá frouxa. Na hora que tá na acelerada, tu faz assim, ó. >> Aí tu cai. >> É só travar o joelho aqui no quadrado. >> Cara, mas tu travar o joelho aqui, ó. Só travar o joelho aqui. Vamos lá. Vamos voltar. Vamos voltar pro vol >> pra nossa vaca fria. >> É. É, vocês citaram alguns
problemas, né? Agora apontaram alguns problemas. Quem vocês acham que se vocês conhecem eh representantes daqui da ilha que podem ajudar a resolver esses problemas? Tem tem gente que vocês conhecem? Tem. >> Eu conheço dois. >> Fala >> tanto a Tânia como o Wagner Tavares. >> Pode resolver. São são que quem são essas? >> Ah, o deputado. >> São deputados. >> Deputados. >> Ah, o Tavares tá feito, tem feito muita coisa. >> Tem feito, ele tem feito muita coisa, é visível e você vê o empenho dele, >> entendeu? Não é uma coisa lúdica que, ah, eu
vou fazer, não. Ele primeiro faz, depois ele divulga. >> Qual o nome? Fag. Ah, eu também tenho visto muita coisa. >> Aonde você tem visto? >> B. >> Ah, como tu tu não segue ele? Não, >> não. >> Internet. >> Eu também tenho visto Jardim Guanabara, Pitangueira, Freguesia. Eu moro na comunidade onde ele foi por até agora ele entrou lá. O poste lá onde eu moro tá caindo. Só não caiu porque >> que você tá da Rosa? Só no >> Ah, não, ele tá fazendo lá no Eu tô falando no BW porque ele fez o
campo, ele tá ajudando na parte da iluminação todinha. Corredor esportivo. >> É, também tá ajudando >> também. Esse é um tem outro tem outros. É porque muita gente, pelo menos a gente só conhece de nome, tipo assim, ah, você ouve o nome, mas esse esse a gente assim, eu já vi na internet, ele faz, tem um conhecido, começar muitos anos que é o Donato, mas também não sei de nada, nunca vi fazer nada. >> Não, Donato também não fez porque nunca chegou a entrar, >> tá entendendo? Mas também não entra, só o também, tá ligado?
Tipo assim, só ouço palavra do nome dele. Agora tô te falando também. B Tânia Basta ganha direto, faz nada na ilha e entra mais oportunidade oportunidade para ela, para ela, para ela e o cara que tá aí >> não consegue, >> não consegue que é o Donato. Para mim, na minha opinião que é um cara que já deveria estar dentando muito tem nome aqui ainda. Final de ano vai ter alguma coisa dele. Feliz ano novo. >> É tipo assim, desde já aquelas >> aquelas coisas, gente, não quer ver isso. >> Você não vê produção. Eu
pelo menos no Wagner eu tenho visto porque ele fez um campo em frente à casa de uma amiga minha que eu trabalhei com ela e aí ela falou assim: "Ah, tô fazendo campo". Eu falei: "Quem é que tá coisa?" Aí ele apresentou lá e tem ajudado muito as crianças, que é o importante, que hoje as crianças dão abandonadas. Na época dos meus filhos tinha ainda ali o negócio da cozanças todinhas, ficavam lá o dia inteiro, né? Tinha amanhã e à tarde. A criança que estudava à tarde, de manhã fazia os exercícios, a natação, aula de
canto. Hoje não existe mais isso para as crianças. As mães não têm para onde levar, porque você vai levar para um shopping, você vai tomar uma facada de dinheiro. Se você tem dois filhos, morreu. É um rim. Tu vai deixar um rim lá dentro, não é? Eu, como sempre trabalhei, tive que botar nesses eh essas coisas esportivas, né? Porque antigamente tinha projetos. Isso é o nome certo é esse >> tinha muito projeto. Até morreu agora há pouco tempo um dos que foi um dos fundadores dos projetos que é o professor César que fazia lá no
no batalhão. Gente, era muita criança. Hoje você >> era muit >> tinha aula de desenho na biblioteca. Aona, que é a areninha cultural Renato R. >> Eu fiquei devastada porque eu fiz teatro lá 10 anos. A gente fazia peças gratuitas para arrecadar dinheiro, para consertar a lona. E assim que mudou o poder da lona, passaram para outra pessoa, botaram a gente para fora. >> Muito. Quer dizer, tiraram a parte cultural das crianças, tinha teatro, >> agora é tudo cobrado. >> Agora tudo você tem que pagar. Como é que você é um pai que recebe um
salário, não é um salário mínimo que ele sempre, o pai estica fazendo extra que ali, vai sair com filho, vai pro cinema. Só o combo lá é R$ 50 a R$ 38 a sessão. Se for uma meia é R$ 15 ou é R$ 18? E vocês vocês pegaram esses dois nomes, né? Me falaram esses dois nomes. É, mas a ilha é bem grande e é bem populosa, né? É um é um bem >> aumentou muito depois que botaram a linha vermelha para caixas. >> O negócio foi esto. >> Por que que não le gente? Porque
é um é um negócio monopolizado, meu querido. Tanto o transporte como a saúde, como >> é um grupinho, >> é uma é um é tipo uma família entre eles. >> É uma família, porque a ideal e a parar na [ __ ] para mim é a mesma coisa. >> Por que que não elege mais gente, mais >> mais deputados para poder fazer o trabalho? Acho uma questão só de energia. Eu acho que é uma questão realmente eh eh também das pessoas eh terem a capacidade de quererem fazer, porque eleição por eleição não adianta você eleger
só ter o título, igual tem muita gente aqui que tem título, mas chegar e fazer, não, eu faço isso, eu quero investir nisso, porque a questão não é nem você pegar 10 projetos, eu acho que se pegar três projetos, se você concluiu seus projetos, cara, tá show agora não me pegue 10 ou fala que vai fazer qual suas promessas e não vai fazer nada. Então acho que não é uma questão só de eleger, mas será queão será que também não tá elegendo isso que eu tô falando? Vocês só me deram duas referências >> você pode
eleger >> quem você acha bom, mas e por trás dele? Será que é ele mesmo que vai botar? É porque tem, por exemplo, tem aquele Richard, é Richard, qual José Richard, ele era o o majoritário, vamos dizer aqui, é o que mandava praticamente na ilha, em em quase todas as áreas, tanto na área da saúde, no esporte, na no tanto que ele tem até o jornal, não é o jornal não é da ilha, o jornal é dele, >> é, ele coloca o que ele quer, >> ele quer. Reclamações lá no >> vai, não dá. notícia.
Você não tem a notícia verdadeira, você tem uma notícia que ele seja o cara falado, né? >> É uma coisa que eh a ilha, muitos moradores da ilha, que é do meu tempo, que já são de 50 anos para lá, são moradores que já estão cansados. Não adianta mais você querer, porque você sabe que a Paranapuana tá caindo os pedaços, já caiu da ponte, já sofreram acidente e tudo e o ônibus tá aí. >> As barcas, >> as barcas, para que que adianta você? Para mim barca é de enfeite. Por quê? O pessoal tem que
tá lá 7 horas da manhã trabalhando, 7, 8 horas. A barca, a primeira barca é 8:30, 9 horas. Quando é que o cara vai chegar lá 7 horas para trabalhar? Que que adianta? >> E ela acabar cedo também. >> E a barca é 5 horas da tarde. >> Não funciona sábado nem domingo. >> Se você quiser ir para >> A ilha tá abandonada. Ela é uma é um local bom para se morar para muitas pessoas. Sim, mas ela tá abandonada. >> Tem muitos problemas. >> Ela tem muitos problemas. Ela tá sem a base dela. >>
Vedro aberto. A gente demora 1 hora e meia para chegar no centro. 1 hora quase aí >> hora para sair só daqui. >> É isso que eu ia falar 40 minutos. É porque é uma saída é complicado. >> Não falando para sair da ilha. Vamos na barca. Demora uma hora de barca para chegar. >> Demora meia hora para chegar no tubarão. >> Não, >> não sei. Eu falei da barca. Eu falei só chegar bastante para chegar até a barra. >> É, tinha dado problema naqueles ônibus que faz em Botafogo, 309 entre outros da aviação real.
Rapidinho resolveram. E o Paraná quanto? Quase um ano. Anos quase anos e anos tem mais de 20 anos. >> E os ônibus é ideal que tem que não passa sábado e domingo. >> Se tu pega eles para trabalhar, como é que vai? 321 não passa. 321 não tem 321 não tem deixa escutar deixa escutar. >> O maior problema da ilha hoje é mais esporte com certeza. Ah, tem a barca, mas sou cateada. Tem a barra. Aí o ônibus, se eu quiser sair daqui para ir lá na zona sul, eu tenho que esperar 2 horas uma
linha de ônibus para ele entrar lá. Não, só tem também invadido, porque ainda tem isso >> assaltado tem projeto de trazer o BRT para cá. Mas >> que BRT, mas é só um projeto escrito já. >> Escrito meu filho, até se rouar um cheque na minha conta. >> Vai fazer ele entrar por onde? Pelas canais. Mas o transporte a gente, por isso que a ilha já falou várias vezes semipar, porque é ponto esquecido. Vou fazer um testinho para vocês. Fazer um testinho. >> Vou botar ali uma foto. Eu queria que vocês só levantassem o braço,
não é para falar nada, só levantar o braço se vocês souberem quem é pessoa. Nem atirar nada nessa >> nada. Nada. Apareceu o Neymar, né? Falar Neymar. >> Esse eu nem levanto. Ganhou 30 milhões. Se aparecer ali >> a chux aí você vai ficar a chucha. >> Se ela tiver com alguém na foto, só vai levantar o braço só pega quem é a pessoa, o nome da pessoa, tá? >> Não precisa falar nada, só para eu ter noção de se vocês sabem quem é pessoa. É lá. sabe quem é? Levanta o braço. Sab, >> cara,
>> uma, duas pessoas só, sabe? Só duas pessoas sabem quem é. >> Ele não é, não é coisa. Eu sou péssima, meu querido. Tu vai botar várias imagens aí que eu vou falar assim: "Quem é essa praga?" >> Duas, duas recones. Táaca o vídeo. Taca aí. Tu sabe quem aí? >> Tu falou bem dentro que >> eu falei pro homem, mas eu não tenho conhec. A gente que mora na ilha do governador sabe que o problema das barcas não foi resolvido. As barcas que saem da praça 15 para o aterro do Cubotar ou do aterro
do Cubotar que vai pra 15 é precária. Só existe três horários. Como que o governador posta na sua rede social ao lado da secretária de transporte dizendo que resolveu o problema das barras? Não tem nada resolvido o problema das barcas. Mas eu tive uma audiência com a secretária de transporte do estado reivindicando as melhorias. Eu escutei a secretária que não tinha o que fazer porque não tinha dinheiro para comprar novas embarcações. Não é possível que o governador vai sair ano que vem e vai deixar esse problema das barcas da ilha do governador precário do jeito
que tá, porque depois vai querer ir lá na ilha do governador na época da campanha. Mas não quer enxergar agora o que que o insulano passa todos os dias com barcas precárias sem ar condicionado, passando sufoco. Então eu subo nessa tribuna aqui hoje para rebater essa postagem que foi resolvido o problema das barcas. Não, o problema das barcas não foi resolvido. E eu gostaria muito que até o dia que o governador sair do cargo, gostaria muito de ver isso resolvido. Isso aqui, ó. Acabou. Só tem caro. Também não daqui por diante. Tá vendo isso aqui,
ó? Ó, não tem mais, ó. Será que a gente conseguear isso? Força. >> Agora é talão. Pessoa que queira desembarcar aqui no estacionamento também pode desembarcar. Se ela não for estacionar aqui, ela pode desembarcar os moradores para fazer uma consulta ou só para deixar aqui. Se for us, se for táxi, pode passar por aqui. Ela não podear o direito de alguém chegar aqui, querer passar aqui, não paga mais. Que fica graças a Deus. Agora o taxista pode entrar, deixar o passageiro sem pagar nada e ir embora. É isso aí. Valeu. Então galera, a gente já
intervou todos os três estacionamento, já larou junto da sua prefeitura junto da Municipal com apoio da PM, da Polícia Militar. A partir de agora esse acesso está livre. Então se você duas aqui tem a equipe do Rio Rotativo tá agora com talão, você paga só aquilo que você ficar com o tempo que você for permanecer. também. Seu direito está garantido. Graças a Deus. >> Você que é fulano pode ter certeza que o teu vereador da ilha doador está atento a tudo que o vereador Wagner Cavales é trabalho >> o descaso da Paranapuan com glória do
governador. >> Chama ele lá. Chama ele lá. Ele só tá preso ali. Aqui ele não passava esse aí. Tá bom ainda. >> Se ele entrar no 910, ele pega uma base dele tá solta. Tem dano que é até tolerar tipo ferrou desgaste, mas tem situação que é inaceitável e põe em risco a saúde física, principalmente idosos, gestantes e crianças. Pessoa com deficiência, então nem se fala, não dá para rodar não. Porta quebrada, elevador quebrado, esses ferros aqui, tudo quebrado, meu irmão. E sem eu vou chamar o pessoal para testar ele, tá? Assim o metalzinho. Beleza,
mano. Tá quebrado mesmo, tá muita coisa. Eu sei que não é fácil a gente não cobrarador. Não, não, mas se você parar no ponto, se tiver um cabelante, >> toda semana chega a denúncia de ônibus da param quebrada parado no meio das vias da ilha do governador. Olha, olha a sujeira que tem isso aqui, cara. Olha, ainda não disse que a falta de responsabilidade da empresa para tem ônibus que não podia nem tá rodando e eu vou trazer os órgãos competentes para poder me ajudar a fiscalizar essa empresa que trata mal a população da ilha
do governador. >> Só falou tudo que vocês falaram aí. >> Tá na >> faz barcas >> barcas. Eu aplico prova lá no Irajá. Para mim chegar no Irajá, em vez de eu pegar 910 que me deixar próxima, eu saio daqui, eu vou pro BRT no fundão, pego eh o terminal para gentileza, né? Aí solto no baixo da sapateiro. Baixo da sapateira pego deoro, solto no Irajá. Do Irajá eu pego outro ano para ir para o padal. >> Ou você pode fazer, você vai pro fundo, pega o brt, solta Vicente, Vicente, pega um outro parava já
porque gosta prova. >> Não, mas é um boleia. Mas é porque eu tenho gratuidade, por isso que eu faço. Mas quem trabalha junto comigo que que aplica a prova >> vai porque precisa, não é porque quer, porque precisa. >> Mas olha só, ele ele é vereador. >> É, eu pensei que era deputado. >> É vereador. >> Eh, vocês veem ele na rua assim? >> Eu vejo mais lá na BW. É porque lá tá fal, mas eu nunca visto infelizmente lá tá o foco porque ele tá fazendo um campo lá que o campo também ele já
pegou de continuidade de outro vereador parou >> lá da BW não só tava o terreno onde que o o agora não posso falar mas o mando lá mandar afinar e mandar para tirar o poso lá entendeu foi isso que aconteceu ainda não pegou trabalh entendeu a gente entendeu >> entendeu é ele não pegou coisa não. Para ele fazer aquele campo lá, ele teve que ir lá pedindo. Mas vocês acham que >> para poder dar licença del >> Vocês acham que ele que a que a falando falando do vídeo em si, dos vídeos da da ele
tem uma boa postura, ele ele fala bem, se comunica bem, fala, né? >> Todo deputado que não fala bem, que é o vereador que não fala bem, que não tem uma boa, >> todo mundo tem que ter lábia. É, >> tem umas coisas aí que você fal, >> mas falando assim de visual, porque tem um cara que é todo ele acho ele mal, acho ele mal, ele foi lá e resolveu uma parada que sempre acontece com o bagulho lá da da portuguesa e em pouco tempo que ele tá no cargo, independente da onde ele esteja
fazendo, ele está fazendo. >> Ele pelo menos faz alguma coisa. >> Ele filma, ele vai atrás, ele bota a cara, entendeu? os assessores dele buscam informações, ele pega as informações e >> então ele é um cara presente. >> É presente realmente >> sabe quem me faz lembrar no começo da campanha eh que atuou muito aqui no na ilha do governador é aquela da creche. Qual o nome, gente? >> Jorge Pereira. >> Jorge Pereira. Não, aquele igual igual aqueles ali não vai ter ainda não, >> porque eles faziam, eles ajudavam, >> ele ele fez uma coisa
que foi muito ruim antes da da eleição para vereador, se eu não me engano, ele abriu a escola, ele abriu dentista, ele abriu um monte de conversou >> e quando ele perdeu a eleição, não, ele ele acabou com tudo. >> Mas não foi ele que acabou, foi o próprio filho que acabou com tudo. >> Foi o filho. Aí ele devia ter impedido de alguma forma. Ele era da ilha. >> Ele era da ilha. >> Ah, ele era. >> Mas também como é que ele manter isso? O próprio não tem >> não. Mas ele ele >>
não não desistiu não. Ele foi foi com todo bom gestor, né, da política. Tem suas farpelas. Ele não tinha mais as farpelas para poder administrar, né? Porque ajudou muito, que criou muitas creches, muita escola, a parte da saúde, que a ilha é uma bosta. Em termos de saúde, você vai no Evandro Freir, >> mas ele saiu da polícia. >> Saiu, >> saiu. >> Sabe, já tava já tava velho já. >> É igual José Veral. >> Joséal tá diferente de cois. >> Que que acontece? Quando ele entrou, ele entrou sozinho. Aí depois entrou a esposa, aí
para quebrar ele foi entrou o filho. Aí quando o filho entrou acabou. >> Filho acabou. Foi >> é os três entraram. Per, >> o pessoal é muito aqui de família. Tipo o pai tentar concorrer, não consegue entrar filho. Aí a ele ele não tá com uma imagem tão boa, vai ficando tipo assim, sabe? Se esquecemos de citar um José Veral, ele é da ilha também >> e comunidade de Fusquinha. >> É >> ele acho que ele tem maior casão no jardim falar, não sei. Ele sumiu. Não sei se ele morreu. >> Você não vê projeto
dele, você não vê nada. Você só conhece na última útima ouvir a música dele quando chega eleição até mesmo nunca mais ouvi. Nossa, muita celebridade ainda. Fazia a campanha dele sozinho. Ele já tá muito tempo. >> Não, ele surgiu agora. Primeira vez >> é primeira vez. Tinha que dar uma oportunidade a ele porque os os anteriores vieram falaram e não fizeram. Então tem como ficar botando os mesmos que falaram e não fizeram. É uma campanha de promessa, né? Ser com quimento. Verdade. É isso. >> É porque você eles começam, mas aí se o outro que
vier não for da mesma bancada, que que acontece? Não dá continuidade do cara lá, entendeu? Em vez deles dar continuidade, não, eles matam isso aqui, constróem outra cois. Eles eles sabotam os próprios projetos um do outro e o insul se arrebenta >> e fica na expectativa de uma. da maternidade. A maternidade é um ponto muito bom da ilha, porque as mulheres daqui é lá pro centro da cidade se rasgando, porque olha só mulher para sofrer, porque mulher já sofre apanhando. Vai lá pra maternidade, aí é não é >> que isso >> já começa apanhando. >>
Tô falando de tapa, minha filha, de quando ni tapa o homem tapa, ele segue a vida. A mulher não já chora >> a reabertura dessa maternidade, mas eu vou falar depois. >> É bom que tem uma maternidade na ilha. Porém, >> porém, >> porém >> a maternidade é péssima em partes normais, é excelente em parto cesariano, mas normal é péssimo, tá deixando >> eu sofriências pela >> Ah, minha sobrinha agora teve agora meu meu neto nasceu, minha sobrinha não meteu agora a >> agora a mim foi perfeito. >> Que que aconteceu? A minha sobrinha, ela
ficou mais de 18 horas para ter o menino. Eu falei assim: "Gente, não existe. Eu queria entrar, não podia deixar entrar. Dei carteirada, não porcaria nenhuma. Aí é filho do Michael J. à eles vão esperar um pouco. A gente vai passar uma folhinha sobre o vídeo toda sobre o vídeo. Eu não reconheci não. >> Eu vi. >> E olha que eu falei dele. >> Você falou dele, amor. >> Não é eu sou. >> Você falou do homem. >> Homem. O governador passou do meu lado. O pessoal é o governador. Falei a minha opinião. A foto
tá bem diferente do vídeo, tá? Achei que a foto parece uma pessoa. Não que não não acho que lembra, mas igual igual não tá >> ainda tem muito para fazer. >> É a foto que >> é falta é ângulo também. Falta é ângulo também. Tipo, >> por enquanto tá esperando. Ninguém conhece. Boa aparência zero, [ __ ] >> Não, boa aparência 10. >> É boa parte. >> Mas o que que se >> Ah, tem que botar de zero a 10, né? Eu tô botando na segunda parte. É zer 0 a 10. Notinha. Cara, pode não
sei nada que >> do passado dia >> é tro >> é que também não dá para dar certo já também não dá para dar palestrazinha dele antes na campanha já >> às vezes pode falhar no meio do caminho. Ele já contou um da história dele que ele era empresário >> Não, já tô com uma equipa. >> Ah, empresário dito que precisava dar. >> Tem mais prova? >> Calma, mas tem mais provas. >> Não, ele falou, ele falou que ele era empresário bem sucedentido, que não precisava da política. O negócio dele era entrar para ajudar o
humano. E o que ele falou na campanha até sabe que foi >> restaurante? Que que tem lá de >> restaurante? Ormê. >> Hormê. E o que ele falou naquele momento histórico dele, eu não sei, só sei o que ele tá que ele apareceu lá no caso por ó, vai ser interessante saber, mas se que ele foi um pouco me importa. A saúde, a ilha tá muito abandonada. Tô vai evangem agora sim na parte de cima bola de sangue aí. Nem assim eu me acidentei de moto e eles não me deram nenhuma nem remédio me passaram
de falar nem atestado. Eu tive que ficar de trabalhar mancando, andando sem testar tem medicação, não é? Levanta da volta. Vamos falar um tema aqui que >> não tem passado muitos anos nessa política. Uhum. Queria até entender o pensamento de vocês. Eh, a gente tem vivido essa divisão, esse negócio com essa divisão direita, esquerda, Lula, Bolsonaro, né? Eh, como vocês enxergam a ilha de uma forma geral? A ilha ela é mais de direita, a ilha é mais de esquerda. >> Ela tá vivendo uma mudança, >> acho que é uma polarização. >> É, é. O negócio
é dividido. >> Eu acho que a a ilha é neutra. É neutro. Ela é centro. >> Eu acho que ela é centro. A ilha é centro. >> Moradores também de maneira geral. >> Apesar de a ilha era mais era militar, era mais era pessoas militares que moravam aqui. Aí foi chegando, gente, foi chegando gente. Então o militarismo na época aqui eu tô falando em relação ao meu pai, né, que é militar. Então o que que acontece? É, tudo era direita, direita, direita, direita. Só enxergava direita, não existia a outra parte, não se falava da outra
parte, não aceitava. Aí a o a ilha meio que abriu, né, com a linha vermelha, trouxe mais pessoas para cá com outras ideias, com outras ideologias. Aí ficou a ilha. Vocês já acha que era uma ilha antes e uma ilha depois da ilha vermelha? Eu acho para quem é mais do caso tá falando pra gente que é mais pegou vermelha >> é porque quem porque quando a a a linha vermelha foi construída antes o acesso era muito mais >> era muito difícil. A pessoa pensava: "Ah, eu vou entrar na ilha, meu Deus, para sair da
ilha vai ser um sofrimento. Para poder ir para qualquer outra localidade do Tubai era um sofrimento. Hoje o deslocamento é um pouquinho, é pura fantasia, mas tudo bem, é mais rápido, né? >> Mas eles acham que a que a ilha foi mais direita durante muito tempo agora tá mais dividida, embora ela acha que ainda é um pouco mais de direita. >> É porque é muito velho. Tem a os jovens estão vindo agora. >> É. A ilha é mais de gente idosa. Você vai anda, tu como ele falou, a ilha tem que melhorar mais em termo
de acessibilidade, até para quem tem problema de locomoção. É horrível PCD aqui tá lascado porque tem que ter alguma pessoa quando de carro na calçada que falou do PC del carro só tem carro na calçada. Você não consegue, >> você não anda, então você não tem como sentar >> ninguém fiscaliza nada. Eu não sei. Vocês sabem de que partida? >> Não, >> não. Pior que eu nem sei. >> Não apareceu. Não tem >> não foi divulgado. >> Nem pro lado, nem outro, né? Gente, eu nem ter >> eu não sei que ele ele não fala
de partido quando ele tá vou pegar isso aí exatamente para falar perguntar um coisa para vocês. Como tá muito divertido, né? Hoje em dia tem muita gente que primeiro fala de que ideologia é depois fala o que faz, né? Eh, que que vocês acham disso? Por exemplo, vocês votariam ou deixariam de votar em alguém por descobrir que é da esquerda, da direita? Não, >> não, não. Eu já tenho uma uma coisa certa, já centralizado do que eu quero. >> Então, mas aí você vai, o que você quer tá ligado >> a pessoa, >> a ideologia
ou a ao que a pessoa faz? A pessoa >> que a pessoa que a pessoa faz, >> no meu caso, a pessoa, >> tá? Então, se ela tivesse no partido A ou no partido B, você confia nela? >> Confia na pessoa. >> Não era na questão do partido A ou do partido B. >> Confiança uma palavra muito complicada, entendeu? Cristo >> as a escolha, né? A tua escolha assim, tipo, né? Não, >> porque ela foi partido al gosta, a gente luta pela melhoria. Internet a ou ele tá vindo fazendo a melhoria. Você é mais específico
para ver se eu pego pego vocês pelo pé. >> Toma. >> Se ele fosse apoiar o Flávio Bolsonaro ou se ele fosse apoiar o Lula, >> vocês mudariam? Vocês deixariam de votar nele por causa que ele tava apoiando Flávio Bolsonaro porque ele dá apoiando no Lula? >> Não, >> não, >> não. Não votei nem na minha irmã. >> Eu não votei nem na minha irmã. >> Minha irmã vem candidata. Vem esse ano de novo. Nela. Acho que a gente vota pelo pelo fato do que ele tá do que você conhece, >> tá? >> Pelo que
você conhece. >> Muita gente, >> eu quero que faça. >> Se não for de direita, eu não voto. Se não for de esquim é muito complicado você ser imediatista nesse título, porque é muito você julgar o livro pela capa. Infelizmente a gente vive num país que é muito do estereótipo, porque você vê tipo, olhou, a cristã, olhou a cristã. Então as pessoas se baseiam muito nisso e eu acho válido, acho que cada um tem o seu, o que o que acha certo, suas convicções, o seu pessoal. Só que é muito complicado você ser tão extremista
nesse ponto, porque tipo assim, ah, falar que, ah, porque é de direita vai fazer o pior, é de esquerda vai fazer o melhor e tipo assim, >> na prática não é assim, entendeu? Eu acho que o pessoal a gente, eu eu acho que a gente acredita muito no coletivo, pelo menos eu penso muito assim, porque eu não trato só do que eu acho, trata do que todo, sabe? Mas é porque hoje existe, não existe mais política. Eu gosto de política. Então assim, hoje eu vejo que não existe mais política, existe politicagem, conversas, entendeu? Não existe
mais a política. A política de daqui acabou. >> Por exemplo, eh, esse esse ano tem tem eleição, né? Ele >> ele, desculpa, ele é o quê? Vereador. >> Vereador, >> vereador. >> Vereador direita, esquerda. Não sei. Por isso que eu perguntei para vocês se vocês sabiam de tava escrito blusa. >> Não tem, não tinha um número nem para votar, não tinha nada. >> Não é da não é, >> não é, não é uma campanha de >> também não pode fazer campanha. É assim, mas ele podia botar ele >> poderia, mas não >> aquele pertence. Qual
é a bancada? >> Podia, >> mas não tinha também não. Não >> tinha nada. >> Ele ali não se utilizou. Tava só vereador Vagr >> a equipe Vagrase na blusa. >> Não tava. Eh, e aí eu ia perguntar a vocês, esse ano é ano de eleição, né? >> Ele é vereador. >> Uhum. >> Mas ele pode vir tá deputado estadual, deputado federal, que ele não perde o mandato de vereador, né? Eh, se ele não for eleito, se ele for eleito, ele vai para deputado estadual federal. Se ele não foi eleito, ele continua sendo direto. Mas
se ele disputar eh eh eleição para deputado estadual, por exemplo, eh vocês acham que ele deveria falar sobre isso sobre ideologia direita, esquerda ou ele vai focar mais nas ações? Acho que melhor no trabalho dele, nas >> continuar a fazer o que ele já. >> Acho que eu acho que é perca de tempo. Cada um tem o seu jeito de pensar. Acho que a pessoa tem que respeitar isso. Eu acho que o o propósito do político no ponto de vista é que ele tem que entregar um trabalho que o qual a gente procura melhoria. A
gente não tá aqui quem é gay, quem é sapatão, o o que é crente, o que é macumbeiro. A gente quer que a calçada seja ajeitada >> ainda para todos. É, a gente quer que os hospitais funcionem direito. Nós queremos que as ruas estejam, né, ótimas, esse armamento básico esteja bom, entendeu? A gente quer que a ilha seja o pai realmente que ela tem às vezes de de de tem de vista, que às vezes, né, ah, aqui não tem assalto, aqui não tem isso, aqui não tem sequestro, mas a gente também quer mais qualidade de
vida, >> entendeu? A gente não quer só pagar pelo caro e não ter a qualidade que que um alguém possa oferecer. Ele a gente tá querendo que o bairro dê essa qualidade de vida pra gente >> de melhoria o tempo todo. >> O morador de rua aumentou muito aqui na ilha não tinha. Era difícil hoje em dia. Falar uma coisa sobre isso também da eleição. De eleição. Aí vamos. Tô dando um exemplo dele que a gente tá falando dele direto de exemplo dele. Aham. >> Ele vem para deputado estadual. Tá? Vocês sabem que nessa eleição
é deputado estadual e deputado federal. Aí ele escolhe um que o pessoal chama de dobrado. Dobradinho, né? O cara que tem um candidato a estadual e ele se junta com alguém que é federal para aquele paninho que vem dois não sei o quê. Eh, vocês se influenciam com esse negócio? Consolar? Eu tenho um candidato, meu candidato que eu vou votar pro meu amigo, ele é meu amigo, deputado estadual, eu não tenho deputado federal nenhum. Aí, mas ele me trouxe uma fletinha que é ele e alguém. >> Isso influencia vocês a votar essa nessa outra pessoa?
>> A inação >> da pessoa que você vai votar te influencia votar na outra? >> Sim ou não? Porque tem pessoas que, tipo assim, realmente não tem opinião para votar e tá vendo ali do lado, não chega lá, >> pega no chão. >> Ah, vou votar nesse. Vou votar nesse aqui mesmo. É relativo. >> Esse é relativo. >> É, >> vai de cada um. >> Depende se você não tiver, se você não tiver, >> mas hoje em dia com telefone, com a tecnologia, as pessoas não fica muito olhando para papelzinho. Elas já pegam assim: "Ah,
vi aqui na internet, qual é o meu?" escolhi esse e esse já vai lá e já sabendo. >> Não, mas às vezes até na internet tem o papelzinho da internet, tem na paz dos quem que você gosta, quem >> aí já tá dizendo ali, ó, né? Dobrada internet também é um histórico, né? Falando deputado a genteo não liga muito internet. Às vezes é mentira, às vezes é verdade sempre é verdade. >> Deve ser às vez >> não, mas indicação dele. >> É, normalmente ou é do partido ou é da coligação, é próximo. >> Você nunca
não, mas na política não tem alguma coisa. >> Mas dificilmente, por exemplo, você vai ter um candidato, dando um exemplo, estadual no PT e ele numa dobrada com federal do PL. Isso aí você praticamente não vai ver, mas você vai ver alguém do PT com alguém do PT, alguém do PR com alguém do PL. Então a tendência ser pelo menos, né, do mesmo grupo, né, mas isso não influencia vocês. Se vocês t um candidato gostando de alguém, você vai votar no um de um e no outro do outro sem ter esse negócio da dobrada. Sim.
>> É isso. >> Eu acho que é, eu acho que é é um percurso diferente assim, não sei se essa é a palavra, mas tem pessoas que são mais influenciáveis do que outras, né? E quando você associa a sua imagem a uma outra imagem que não seja tão positiva assim, você automaticamente vai. O ser humano ele é muito visual. Isso. Tem pessoas que t o poder de influenciar, mas tem outros que são mais influenciáveis. Em 30 minutos eu posso mudar a cabeça de alguém, mas em 30 minutos pode ser que a pessoa que está me
ouvindo acabe mudando a minha cabeça. Então vai, é muito relativo isso. E o os santinhos, eu já fui uma pessoa de não ter ninguém para botar e olhando, deixa eu ver aqui. Ah, tá. Tá esse aqui. Quem é esse aqui? Aí depois olha na internet, ah, tá bom, já foi. Mas eu acho que hoje o nosso país, os estados estão assim por causa disso, desse tipo de pessoa que um dia eu já fui. Uhum. >> E eu acho que essa concepização pra gente começa muito nas escolas. >> Ah, minha filha, não vai não, porque as
escolas não tem mais nem mais criança, é monstros. >> Começa muito. Falou tudo, falou tudo. >> Só tem meus cabelos brancos. Is aqui são da aquelas crianças. Vou passar. >> Não tem mais criança. Não tem tristeza as crianças hoje em dia. É bicho. Aquele é monstro. Aquele é monstro. É monstro. Olha de novo, cara. Como é Só pode marcar Que tristeza. C Vou perguntar rapidamente, um por um, se o Wagner da V já tá essa porta aqui agora. Faz o seguinte, eh, qual é o que que eu tenho que fazer? Qual é a prioridade para
fazer aqui pela >> para mim? >> Saúde, >> transporte, >> saúde, transporte, >> transporte, >> transporte. Saúde, saúde, saúde, >> saúde. Saúde por um fim. Entendi. E vocês acham que eh no caso deputado estadual, eh esse trabalho, né, deputado estadual trabalha com com o governador, né, com a Assembleia Legado, né? Eh, esse trabalho vai consegue vai conseguir curtir efeito aqui. Aqui tem estrutura de UPA, essas coisas de >> Tem, mas é ineficaz. Não porque não é por falta de pessoas, pelo contrário, tem para mim aquilo dali é cabide de emprego, de pagamento, >> entendeu? A
questão é de material que não tem. Por mais que as pessoas que tão ali, eu sei porque eu sou da área, então por mais que as pessoas querem trabalhar, não tem material e aí se tornam mais doente do que o paciente que chega. Então você vê a luta de várias pessoas e não tem não tem medicação, você não tem eh como se locomover para poder saber onde é que tem para você poder não tem informação. Eles não sabem lhe dar a informação correta. E aí o paciente fica mais doente porque ele vai, eu tô dizendo
porque eu tenho subimgia e eu eu tenho que ficar correndo atrás de medicação. A minha sorte que eu tenho uma rede de apoio boa, mas eu tenho amigas que não têm e sofrem. E a doença ela não tem cura, ela ela não regrite, ela ela estabiliza durante um tempo, como tem outras pessoas com vários tipos de doenças aí que estão acontecendo, que não é, vamos dizer assim, não é conhecida, não é corriqueira. Aí as pessoas falam assim: "Ah, mas a medicação você tem que conseguir lá no Pedro Ernesto. Tu vai pro Pedro Ernestro, aí tu
chega lá, é uma outra estrutura, é uma outra outra equipe, não é acolhida, te tratam como se fosse um lixo. Aí não, você tem que voltar pra ilha. Você é da ilha, você tem que voltar pra ilha. Só que a ilha não tem >> tem que trazer mais recursos para >> É, >> não tem esse lado do lugar que seis reg. É uma meu meu amigo ficou quando chegou já tava com tubocinho. >> Minha avó só descobriu uma bactéria no estômago no final quando já tinha corroído, já tinha feito um buraco no estômago dela. Deu
uma semana ela faleceu. >> Porque não tem aqui não tem especialidade. Essa é que nem, por exemplo, o médico eh se formou como clínico médico, né? Ele escolhe a especialidade. Então, se ele se for no na clínica médica, ele tem que ter conhecimento superficial da doença para poder mandar. Não tem >> não. As clínicas da família tem que possuir especialistas. Saúde >> é isso. Alex, >> Alex, você tá demais, viu? >> Então, a primeira questão aí é específica de você do seu. A segunda é como você enxergaria em relação com os outros. Tá. Ah, eu
tirei que ver mesmo. Se ele continuar aí, por favor. Meus amigos, queria agradecer a presença de vocês. Foi muito bom bate-papo. Eh, espero muito, né, que as vontades, os anseios de vocês, para as melhorias que ainda preciso nessa forma realidade, vocês elejam as pessoas que sejam comprometidas com essa melhoria, né, e que até porque agora tô vindo bastante aí, a partir de agora eh torcer para que a Ilha volte. >> Qual que era a >> pelo menos eu vi a tá? >> Você é dos antigos também. Tinha um cinema ali no Cacunha aqui no no
Guar. Eu lembro nunca era no óper no óper >> tinha teatro no ópera não tem mais que agora é Lavina é uma almocei na estrela do sul estrela do sul do baú >> eu não lembro disso não >> é antes antes dainha você >> ali eu conheci já na época do porcão, nem existe mais isso >> também não tem mais porcão. Verdade. >> É porcão. Mas agora não é porque a razão, mas a razão social é que mudou. Agora é moelimi, mas os donos são os mesmos. >> É, mas o nome tradicional de panel na
barra, entendeu? CNPJ. Gente, agradeço a vocês.