Olá, [roncando] gente. Bom dia. >> Bom dia. >> Eu sou o Henrique, ele é o Celso. >> Bom dia. >> Então, hoje a gente vai participar aqui de um, na verdade, um grande uma grande conversa, tá? É uma pesquisa qualitativa. Só explicando rapidamente, as pessoas normalmente estão acostumados com as pesquisas quantitativas, aquelas que vocês estão bordados na rua, né? O entrevistador chega para vocês, faz uma série de perguntas objetivas, vocês respondem também objetivamente e daquilo ali sai um resultado. E aquele resultado é um resultado quantificável, por isso que o nome é quantitativo, né? Porque vamos
dar um exemplo. Ah, qual é a sua cor preferida? Aí alguns vão falar verde, outros vão falar azul, vão falar amarelo. No final ele vai dividir aquilo lá, né? Botar uma regrinha de três, dizer o percentual, ó, tão por gosto de azul, tanto por gost de amarelo, tanto por gost de verde. Então a gente quantificou, né, a opinião aqui não, aqui é a qualitativa. Que que é qualitativa? É a gente entender o porque que você gosta de azul, entender o que que você gosta de verde, entendeu porque você gosta de amarelo, né? é uma conversa
para entender, entender os motivos que levam vocês a terem eh as opiniões que vocês vão aqui demonstrar durante essa no essa nossa conversa, tá? Então eh não fiquem acanhados, não tem resposta errada, toda a resposta é certa, porque é a opinião de vocês, mesmo que ela venha divergir de outras participantes aqui, né? Eu posso pensar completamente diferente dela, mas eu dou a minha opinião e ela vai dar a opinião dela e cada um vai dar a sua. Porque o que importa pra gente é captar as opiniões, entender o processo que vocês t a tomada de
decisão de vocês, tá? Então por isso que a gente pede para que vocês fiquem tranquilos, soltos, né? Falem aquilo que pensam, que pra gente o importante é isso, tá? Eh, eu tenho aqui dois captadores de som, né? E eu tenho aqui uma câmerazinha que às vezes vocês podem não ter percebido, mas aqui é uma câmera. Eu falo logo que às vezes vocês não percebe, depois olham e aí se assustam e acabou, né? Toma aquele susto. Tô sendo gravado. Aí aí desaparece a pesquisa falta para entrar de baixo da cadeira. Mas fiquem tranquilos, tá? Imagem, né?
som elas só servem pra gente depois poder fazer o relatório com precisão, que antigamente quando a gente não tinha esse recurso, tava um cara aqui anotando tudo que todo mundo falava. Óbvio que perdi uma porção de coisa, né? Porque às vezes um fala próximo do outro ou ele não prestou atenção, passa e às vezes uma opinião importante que a gente precisava captar e que isso não consegue ser eh eh captado numa escrita. Então, por isso a gente faz essa captação, guarda e na hora de montar o relatório, a gente não perde informação nenhuma. Depois, automaticamente,
a gente deleta áudio e e e vídeo, né? Sem problema nenhum. De vez quando a gente vende fantástico, né? Vando, [risadas] tô brincando. Então, não tem, não sai daqui, tá? Só aí vocês podem ter certeza. que vai eh bater esse papo. Eh, a dinâmica é eu tro vocês vão falando sobre ele, né? Dando suas opiniões. Eh, em algum momento eu posso fazer perguntas específicas para cada um para desenvolver mais uma um tema ou mais alguma informação que eu acho que possa, né, puxar mais, né? Eh, mas é, vocês falam de forma tranquila, não tem não
tem uma ordem. Primeiro você, depois você, depois não, só uma outra coisa que eu possa que eu posso fazer isso, tá? Mas a grande maioria das vezes é vocês falando de forma à vontade, tá? Só vou pegar o nome de cada um, primeiro nome, só que na Às vezes eu vou chamar pelo nome que é mais fácil, tá? Viviane, >> Viviane, >> Marcelo. Marcelo >> Monique >> Monique Thago. >> Tiago, >> Joaquim, >> Jorge >> Breno. >> Breno, >> Letícia. >> Letícia. Então vamos começar, gente. Como é que mora na ilha? Bom, >> eu acho
agradável [roncando] a um dos bairros do Rio de Janeiro que a gente vê a violência na ilha aí eu considero um lugar seguro >> também a outros bairros que a gente vê na noticial medida do >> talvez até porque já por ser uma ilha dificuldade de acesso a ter uma entrada saída também já tem essa facilidade. Lógico que tem a violência interna dentro da própria ilha não é tão grande como outros lugares. Entendeu? >> Os padrão da ilha. Vocês gostam da ilha? Sim. >> Sim. >> Mudariam da ilha? Sim. >> Sim. >> Talvez sim. Depende
[risadas] muito a >> Não, sempre alguém sempre alguém quer mear alguma coisa melhor, né? >> É isso. É verdade. >> Dependente sempre tem uma >> por exemplo hoje vamos botar assim, a ilha antigamente não tinha uma produção tão grande na baia de Guanabalha, né? Então você conseguiu até frequentar pra aqui antigamente, hoje você não consegue mais. Então se você tem a possibilidade de m lugar que tem um acesso uma praz de repente pode ser ocorrendo essa possibilidade de você que então um um lazer melhor, né? >> Uhum. Outra questão eh não sei se vocês já
perceberam, mas questão de variedade de comércio. Se tu vai na Tijuca, no Maracanão, é muito, muito comércio. Aqui na ilha você não encontra essa variedade, não encontra. É, eu acho que tem algumas outras, não, eu acho que na assim tem tem alguns conglomerados de comércio próximos, né? Por exemplo, como aqui mesmo, né, na Portuguesa, aqui na C, mas tem lugares que tu vai que não tem, né? Então você ficar não tem uma um crescimento organizado em todos em todos os bairros da ilha, entendeu? E aí? [risadas] [limpando a garganta] Tranquilo mesmo, cara, morar, mas tivesse
uma oportunidade de ir embora, eu não iria também. Iria >> eu também pensava duas vezes. >> Pensava duas vezes. >> Pensava duas vezes. >> Tá muito feliz. [risadas] >> É aquele gosta de gostando. >> Aquele é aquele namorado que tu gosta. Mas >> na verdade bola, >> é porque na verdade se a gente botar relação a ele, assim, a gente gosta de morar, mas se você botar em relação todo ao compado país todo Brasil, de repente, né, você começa a ver que você não tem uma qualidade de vida que você poderia ter em outro lugar,
entendeu? Até porque eu assim, eu tô falando isso que eu tenho, eu sou, na verdade, o português na Brasil, toda a minha família foi embora para Portugal, né? E a qualidade de vida lá é bem menor. Então, quer dizer, eu só não fui porque realmente tem a questão da quando você é aposentado, você perde 25% da tua pensão pro Brasil para poder ir lá para Portugal. E o custo de habitação lá é muito alto. >> É, mas é falando um caso específico de você pensar em sair do país. Nem sair do país. Tijô com o
meu namorado mora no Maracanã. E realmente a outra qualidade de vida é do lado do metrô. Primeira coisa, do lado do metrô, do lado da fraca, >> do lado da praia, >> entendeu? Então assim, é outra qualidade de vida. >> É. E aqui e e eu falo isso com assim com tranquilidade, porque eu sou dos do Tirando a ilha só existe um outro bairro que tem gentívico para quem mora no lugar, né, que é da Ilha Insulama, né? E eu sou do outro lugar que tem no trabalho, que eu sou te jucando. >> Então também
se isso. >> Então perto >> eu acho que nós somos nós somos os os dois os dois bairros e os dois moradores que t mais ligação com seus bairros. >> É o pessoal do Grajalú também. >> É, mas mas tô falando, mas o Grajaú hoje é grande Tijuca. >> É grande tijú mora em Isabelina andar aí. É, né? Mas é, mas e a ilha tem uma característica interessante, porque tem bairros da ilha, né? Porque não é tudo mais na ilha. Não, mas não, mora no Cocotá, mora no Guanaba, mora. Então tem essas coisas dentro da
própria ilha. E aí uma pergunta que eu faço para vocês, vocês vem muita diferença desses baes? >> Sim, sim, >> tem, tem diferença. >> Tem, tem. >> Quais são assim que que você acha? Quais quais as diferenças que vocês acham? Eu acho que como a questão de comércio que às vezes você tá centralizado em determinado lugar, né, e outros lugares não tem praticamente esse comércio, né? Por exemplo, se você pegar aqui, aqui tem bastante comércio. Quando começa enchado capia, você já começa a não ver nada no estado de Cia não tem quase comércio, não tem
quase nada lá. >> Segurança muda, >> muda. >> Tem mais, tem ba seguros que outros. Tem, >> tem. >> Exemplo, >> exemplo, Jardim Manab é mais seguro aqui do que já lá Capab, tá? >> São as bairas mais novas internas que já tem muito assalto que você mais tem assalto no Jardim. Aí agora perto de favela ver >> acaba que na porém >> na portuguesa no mundal também tem bastante assalto. >> Mas eu acho que os baes mais nobres tem mais polici pode até ter mais assalto, mas tem também mais policiamento do que os outros
bares. >> É porque também lá para dentro não tem muita polícia também assim não, né? >> No lado tá lá aquele lado de lá também não tem aqui essa quantidade de polícia passando para lá para cá porque é roteado de comunidade, entendeu? Então passa um ou outro assim, >> não quer ver, quer ver um lugar assim que eu costumo ir, né, que eu tenho amigo lá, tubakanga, eu acho que lá não vejo tanto, mas talvez por causa da dificuldade também chegar tão fácil no tubakanga, >> entendeu? Porque você depende muito da van, porque se você
for esperar, não tem muita condição, >> não tem condição. Então acho que de repente essa não facilidade de chegar também as pessoas não queiram assaltar lá porque talvez não tenham um p para soltar [risadas] na português e no Moniró pela questão da das canárias, >> porque você vai querer saltar no lugar que te dê facilidade de fuga facilidade de fuga você vai querer saltar no lugar que tem nada >> não tem nada, >> entendeu? Canáis realmente é um lugar perigoso, então eles já salta ali no Moniró na Pira e já vão embora. >> E questão,
por exemplo, de infraestrutura, vocês acham que tem bairros também com infraestrutura diferente de outros? >> Sim, sim, né? >> Tem [roncando] >> com certeza. O Jardim Guanara é o exemplo que tem uma infraestrutura bem melhor, né? Tudo >> exatamente >> saneamento, esse tipo de coisa que outros bairros não tem tão tão bom. Sim. >> É porque, por exemplo, vou tirar pela área de saúde, tu tem aqui o Evando Freire, né, que atende >> Evand Freire é um hospital, >> hospital, ele é bem próximo aqui, então quer dizer, ele tem uma estrutura legal, né, paração hospital
municipal, só que ele acessa que fácil pessoal como Barabala Portuguesa, outros bairros que é mais distante. Você não tem essa facilidade de ter um hospital no porte dele próximo. >> É, tem um hospital grande, isso também não dá para ter cada bairro, >> não. Não, não tô dizendo que era bairro, mas você podia ter alguns bairros mais divididos que você tivesse uma estrutura hospitalar melhor, erro foi ter acabado com a UPA. >> Sim. >> É, a UPA daria para ter cada >> exatamente a UPA. >> Vocês acham que saúde é uma questão aqui na ilha
complicada? Muita coisa isso >> é hospital de saúde posto de saúde você tipo assim varia muito. O de do cap é melhor do que o da da rosa. Vamos dizer os acessoos de saúde você chega você atende mais rápido. >> Ah sim. É o o do cacué do cacá o da praia da roça. Gosto da pré da rosa também porque todas as coisas já fui no trat. >> Tu gosta do pré da rosa? Nunca tive problema. Só que é muito agora já royal já fazem concurso público e muda assim, né? Vou atender mal. Passou para
alguma coisa público, vou atender mal. Parece que é o chega, você chega um ah aqui tem isso. Você chega ali, não tem? >> Não tem. >> Claro. >> Então tem essa diferença também. Uma pergunta que eu sempre faço nos lugares até para medir segurança. Se tocar o telefone na rua, você atende? Não. >> Depende. Se tiver uma loja para eu entrar. Sim. Agora, dependendo da onde dá para tu atender. Se for, esquece. >> Eu atendo. >> Ah, eu atendo. >> Depende da hora também, né? É, depende da hora do local de noite. >> Aí que
eu atendo mesmo. [risadas] É, >> tô sendo sincero. Tem que ficar com meu telefone já. Tipo, coisa assim. Não, >> não, mas não é não é essa relação >> de posse do telefone, mas é de medo de ser assaltado, ser roubado. Você você atende qualquer hora em qualquer lugar na ilha? >> Não, >> eu atendo. Sim, na ilha. Sim, >> é, na ilha. Eu nunca fui assaltada >> também não. Graças a Deus. >> Mas tipo assim, eu já vi casas de amiga querendo assaltada pro jardim. Ela foi saiu de um restaurante perto e tava na
rua próxima e foi saltada. >> Aí eu também não mexeria. Vai começo. >> É um lugar que eu também não mexeria no vilagem que tem muitas com aqui dessa >> essa rua aqui de noite. >> Essa essa rua que a gente tá. >> Não faça uma pessoa mesmo. >> Você tem que esconder o seu pai. >> Não, isso aí é verdade. >> Vai na fé de Deus. É, não tem conta. >> Pior que tem uma escola aqui na frente, né, que é mas o acesso que é muito ruim mesmo de iluminação mundo aqui ficar porque
não tem muitas casas aqui. Acontece nada, >> então eles fecham cedo também. Então >> já teve casa de assalto aqui também muita coisa >> de moto >> é assalto. Tem tudo lugar. >> Não tem para onde fugir. Não tem muito para onde pessoa normal. tá precisando de moto. Vou soltar ali. >> Eh, tirando essa questão então de segurança, eh, questão de saúde, vocês falaram, mas tem também aí divergências, né? Alguns acham que é mais que é mais complicado. Eh, [roncando] outros só tem que você sentar lá porque já tem um rapaz aqui que saiu. >>
Não volta não. >> Acho que volta. Não sei. >> Tá. Então, se não voltar aí a mesma bacata. Mas eh tirando essa questão da da segurança e da saúde, tem alguma outra questão que vocês acham que é seria importante e que não vai bem? >> Segurança >> não tirando segurança já segurança já foi. Não, isso >> luz a luz. >> Luz >> água >> é >> luz. Água, >> água, >> água. >> Tem que falar água, fal água. >> Água usa aqui >> tipo assim, eu não que eu mínimo, mas eh pessoas que dependem da
alumínio agora toda hora. >> Eh, mobilidade, transporte é bom. >> Na maioria dos bairros, eu acho que que sim. Eu não sei, tipo assim, esse exemplo que ele deu lá do, como eu não frequento, não sei, não sei dizer, mas o que eu acho aqui, o que eu acho aqui ruim na ilha é o monopólio da parana, >> né? Você não tem uma outra empresa competindo com isso. >> Agora, mobilidade com o BRT melhorou bastante dessa parte até o fundão, galhão, melhorou, >> mas aqui para dentro já >> é porque eu acho que esse monopólio
da parana aqui dentro é muito complicado. Você não tem maior outra empresa para competir com eles, né? Então eles acabam dominando todos os cenários da ilha. >> Tá, mas você diz o quê? Que eles dominam sim. mais >> sim, mas eu acho que se você tivesse outras empresas atuando aqui dentro, você teria mais facilidade de competir para botar mais transporte para atender população, entendeu? É a mesma coisa quando já paguá também tinha um monopólio da redentor, era só redentor em Jacquar Paguá. Então era redentor em Santa Maria, eles dominavam tudo. >> Mas tem a quantidade
boa de transporte vocês circularem interno dentro da ilha e saírem da ilha para para outros bairros? Sim. Então o transporte para vocês não é um problema da qualidade da questão da Paranapão, mas por exemplo, tem a ideal que é ótima só para não for mesmo que pega nessa questão de qualidade não ter ar condicionado, >> não tem às vezes horário certo, >> às vezes não tem nem emprego, na verdade [risadas] muito sério, só de montar na rua >> tem que sair. A gente já ouviu o motorista falando, tava sem freio. Por exemplo, o 910 é
é o pior linha que tem. >> É mesmo. >> Tem que sair preparado de casa. Tu pode parar no meio de um caminho. Certeza. Exatamente. >> Eu sempre estudei no fundão, né? Então garoto pegar o me4. Continua. >> Existe aindaou até de linha agora >> desde a tua época. Tá, tá até agora esses ônibus mesmos ônibus [risadas] da Tijuca, né? 34 banana, acho bananal, né? >> É o ano de turismo, né? Passar de sucesso, São Cristó, fazer uma volta, tem meio princípio que ele é mais e faz um caminho mais rápido, né? O trajeto que
seria de 1 hora e meia, agora faz 40 minutos. Ele pegaria vermelha. É essa pena também na vida. Teve uma teve uma quando eu aprendi que era melhor ir para Leopinho e pegar o 485 para ir pro fundão. Aí eu >> a mais fácil >> abortei 634. Eh, então a gente falou de transporte, falou de segurança, falou água, luz, eh infraestrutura, que é asfaltamento, eh, próprio saneamento, eh, a água caí enchente. Como é que é isso? Tem, tem bastante >> gente. >> Ah, tem gente, não é saneamento e ajotamento, né? Tem gente. >> Enche mesmo.
As ruas enchem com sanamento mesmo, né? >> Também, né? >> Quase enche. >> Mostra para esse lado do lado daquele lado lá do Tau que enche legal. >> É >> também corredor deit ladoor. >> Aonde? >> No shopping também. É aqui, aqui na porta pessoal essa essa aqui no praza. >> Eu fiquei aqui também fazer uma no shop fazer a mesma coisa entendeu uma descida lá da frente já uma subida. Então se concentra >> isso dependendo da chuva vai embora. >> E por ser uma ilha também, né? Querendo >> e ser uma ilha também melhor
também, né? Tá, eu vou passar uma folhinha para vocês porque é muito mais isso do que a gente falou, mas dá uma sistematizada só para dizer qual é hoje, né, o principal problema do bairro na visão individual de vocês, tá? Celso vai passar essa folhinha. Só vocês marcarem um xizinho. Casar. Só pode deixar um em branco, né? Marcar tudo. >> Não, só um. >> Só um. É para marcar só um. Só um. Só um. Só um. [risadas] >> A gente falou de tantas coisas aqui que tá tudo aqui. [risadas] >> Mas é falando o principal
de vocês. Qual é o principal problema? Que gente, querendo ou não, esses problemas todos tem tudo em qualquer lugar. >> Tudo qualquer lugar. >> Olha, eu vou marcar a última porque eu acho que a última engloba todos, >> porque todos os problemas têm. >> É isso aí. >> Todos. É assim, sem >> Mas tem, mas você identifica um político corrupto no seu bairro? >> Ah, você tá falando bem do >> É, tô falando exatamente específico daquia, >> entendeu? Eu marquei uma coisa que marcou muito aqui. Esse aqui é o super perfeito. >> Quem já marcou
pode me entregar, >> tá? Eu marquei uma coisa que marcou muito aqui. >> É isso. É marcar tipo que você acha que é >> a ilha como >> especificamente daí, entendeu? Então, eh eh vou aproveitar o tema que você pegou, que já li aqui. que sobre corrupção, né? Corrupção e e política. >> É, mas eu não marquei isso não. >> Não. Sim, sim. [risadas] Eu vou aproveitar o o realmente eu não conheço quem é o subprefeito. Eu sei que tem subprefeito, mas às vezes ele errou. >> Mas eu vou exatamente pegar esse fio aí. Eh,
vocês conhecem eh algum representante político, né, que seja eh o político da que seja seja vereador ou deputado ou deputado que é >> eu acho que subprefeito é o Rodrigo, se eu não me engano. Tem o teu hã >> subprefeito, [risadas] >> não se secretária, alguma coisa assim, da da parte da ilha do governador que fica ali do lado do shopping, esqueci o nome. >> É, acho que é da subsecretaria daqu da ilha subprefeitura. >> É, >> é. Não, mas acredito, cada bairro tem o seu subprefeito. Cada bairro da ilha tem um subprefeito, entendeu? >>
Não é isso? >> Não sei. Sabia. É isso que eu me Mas vocês conhecem outros lugares, eu sei que tem o subprefeito de Copacabana, o subprefeito da Tiju, então imagino que aqui na ilha também não seja diferente, mas tirando você tirando o que vocês ali citaram, eh, Tavares, né, mais alguns nomes que falou assim Bastos Bastos já ouvi muito esse nome também. >> Eu também já ouvi, mas não cabia só para nó fazer. É, também nunca vi fazer nada, mas tá sempre rosa aí pelas uvas. Pela de rosa. >> Exatamente. Você não sabe qual é
o que ela fez. >> É porque mais eles aparecem mais na época de eleição. >> Então eles aparecem na época de eleição, depois eles somem todo mundo de novo. >> É assim, então a gente não tem uma pessoa assim específica da ilha, entendeu? Porque aparece muito o tráfico >> quem controla aí o prço ele governo mesmo só aparece na época de eleição. Para mim aí é isso, é baseada nisso. >> Você acha que é o pessoal? [risadas] Aí tem seus de presentes, tem a formado vermelho, tem esse cara tava falando da Melqui aqui porque aqui
teve episódio daquela época [risadas] não tava podendo entrar e isso marcou muito aqui, entendeu? Porque as pessoas entrar, >> não ficaram cobrando pros Uber vir entrar aqui. Então isso marcou muito. Como é que é? Desculpa escutei >> do Uber quando começou aqueles a milícia a querer cobrar aquilo não marcou muito aqui porque assim você passou muita história dessa passou. >> Então isso marcou muito porque a sensibilidade [risadas] até o momento você pegar o Uber para se deslocar para algum lugar, né? você ficar com medo também de de repente abordarem, entendeu? Então você passou a também
não ter segurança por conta disso, >> entendeu? Então isso foi uma coisa que marcou muito aqui. >> É pergunt >> entendeu? Eu não sou que eu não sou um cara medroso não, mas eu sou >> primeira coisa que você pede é comunidade >> é amor até manda mensagem muito perto vou te levar >> geralmente não leva ali pra saída da >> é o tem uma política mais assim a 99 a 99 já já vai mais no locais mas o Uber tem uma política mais de segurança que a própria empresa de não vai nesse local mas
99 já tem uma facilidade um pouco maior de Entrou na negócio escada de [risadas] isso. >> Mas vocês não sentem vocês vocês estão tranquilos, pô. Vocês falaram sim. >> Adaptando nada. É isso. Adaptando. É isso aí. >> Então, mas aí voltando essa questão da política que é o que a Catuaba que no final tudo tudo vai, né? Eh, vocês acham que hoje eh, se vocês tivessem mais representantes, tivessem mais vereadores, deputados para que fossem da ilha, né? Vocês acham que isso seria melhor? Vocês teriam mais possibilidade de Eu acho que não é nem a quantidade,
mas sim a qualidade, porque não adianta ter um monte que não faz nada, >> tá tudo junto, pô. Não adianta nada. O negócio é a pessoa trabalhar pelo povo, pela ilha, ver realmente o que tá ruim melhorar. >> Então não adianta ter a quantidade, tem que ter a qualidade, né? >> É, >> conforme vocês vão vendo, a gente vai andando camisa. né? [risadas] Eu vou botar uma foto para vocês aqui. Eu só vou pedir uma coisa, que vocês levantem o braço, se vocês souberem quem é a pessoa, >> tá? >> Tá? Se vocês não souberem
quem é, não levant o braço, não levant o braço. Ou ficar na dúvida. Hum, é o Neymar ou é o Robin? Não levanta o braço. Ne >> ou se aparecer a foto do Neymar. É o Neymar. Não, não fala, gente. É só levantar o braço, por favor. Tá? Então pode botar >> alguém >> é isso aí >> alguém alguém você conhece o braço >> só um >> mais alguém então tem uma pessoa só que néum botar então você 20 se tiveru e a gente vem também muito pela questão dos nossos transportes. Resolvemos as barcas, resolvemos
as barcas. A gente que mora na ilha do governador sabe que o problema das barcas não foi resolvido. As barcas que sai da praça 15 para o aterro do Cotá ou do aterro do Cocotá que vai pra 15 é precária. Só existe três horários. Como que o governador posta na sua rede social ao lado da secretária de transporte dizendo que resolveu o problema das barcas? Não tem nada resolvido o problema das barcas, mas eu tive uma audiência com a secretária de transporte do estado reivindicando as melhorias. Eu escutei da secretária que não tinha o que
fazer porque não tinha dinheiro para comprar novas embarcações. Não é possível que o governador vai sair ano que vem e vai deixar esse problema das barcas da ilha do governador precário do jeito que tá, porque depois vai querer ir lá na ilha do governador na época da campanha. Mas não quer enxergar agora o que que passa. Todos os dias com barcas precárias sem ar condicionado, passando suco. Então eu subo nessa tribuna aqui hoje para rebater essa postagem que foi resolvido o problema das barcas. Não, o problema das barcas não foi resolvido. E eu gostaria muito
que até o dia que o governador sair do carro, gostaria muito de ver isso resolvido. >> Wagner Tavares não para. Mages é trabalho trabalho. >> É esse que você tinha falado. >> É, >> não é? >> Uhum. >> Oi. Vários. >> É que a gente trabalha com eles conheç pelo não. >> Ah, então não é muito conhecido assim. Tanto que ninguém conheceu na foto. >> Nada. Ele sabia o nome, mas não sabia a figura. >> É, sabia o nome. Você tá me falando o nome, né? É porque negócio de placa dele possível a gente saber
o nome. Mas ele tá no computad, >> mas só ele tinha identificado que reconheceu quem era tudo igual. Você viu aquela fonte de tudo igual >> igual? >> Ah, [risadas] é não sei não. >> O tiriga é político. Botar o Tiica ali igual a [risadas] dizer que [roncando] >> quer mais um vídeo? Quero >> isso aqui, ó. Aqui, ó. Acabou. Acabou. Melhor coisa que só tem também não daqui com diante. Tá vendo isso aqui, ó? Ó, não tem mais, ó. Será que a gente consegue isso agora? Tá lão. Pessoa que queira desembarcar aqui no estacionamento
também pode desembarcar. Se ela não for estacionar aqui, ela pode desembarcar os moradores para fazer uma consulta ou só para deixar aqui. Se for urb, se for táxi, pode passar por aqui. É melhor diferenciar o direito de alguém chegar aqui, querer passar usuário, não paga mais. Fica grande. Agora o taxista pode entrar, deixar o passageiro tem pagar mais ir embora. É isso aí. Valeu galera. já intervou todos os três estacionamentos, já larou junto com a sua prefeitura, junto da Guarda Municipal, compõe da PM, da Polícia Militar, a partir de agora esse acesso está livre. Então
se você for estacionar aqui, tem a equipe do Rio Rotativo tá agora talão você paga só aquilo que você pelo tempo que você permanecer também. Seu direito está garantido, graças a Deus. Você que é suano pode ter certeza que o teu vereador da ilha do vereador está atento a tudo que o vereador Wag Cavares é trabalho trabalho. >> Tem mais sozinho, se quiser. Então termina >> o descaso da Paranã com a ilha do governador. [risadas] assim se ele se ele quebrado, você vai a base dele tá soltada, tem um dano que é até acelerar, tipo
fermou desgaste, mas tem situação que é inacetável e põe em risco a saúde física, principalmente idosos, gestantes e crianças. Pessoa com deficiência, então nem se fala, não dá para alongar não. Porta quebrada, elevador quebrado, esses ferros aqui tudo quebrado. Negócio sem eu vou chamar o pessoal para testar ele, tá? Assim o metalzinho beleza quebrado, né? Tá muita coisa eu sei que não é fácil não cobrar melhor chat ou não? Não, mas se você parar no ponto, se tiver um cadeirante, toda semana chega denúncia de ônibus da Paranageba, parado no meio das da ilha do governador.
Olha, olha a sujeira que isso aqui, cara. Olha aí a falta de responsabilidade da empresa para tem ônibus que não podia nem tá rodando e eu vou trazer os órgãos competentes para poder me ajudar a fiscalizar essa empresa que trata mal a população da ilha do governador. >> Fora que os motoristas meses acho que tá apostando um racha para alguém. Nossa, real falou que eu peg aquele que eu pegava minha empresa que é colólio >> já vem cheio então, mas de alguma forma tem um vereador aí, tem, >> né? Tem um vereador, se não conheciam
assim o otivo, conhecemos trabalhar com ele. Mas eh vocês não conheciam o o Wagner Wagner de Tavares, >> não >> fiquei sabendo de todos esses problemas, a questão do estacionamento. >> Não, você vocês pontuaram tudo até antes da gente falando, foi o que ele fez ali, né? Eh, >> mas o que que vocês acham? Que que falta? O quê? Falta comunicação. O cara é um vereador de vê que ele tá fazendo coisas ali. Esses vídeos >> hã >> nunca vi esses vídeos mesmo. >> Mas assim, de certa forma ele não se manifesta ele faz alguma
coisa. Então é admirável a atitude dele. Mas é esse o problema. Se ninguém sabem, ninguém vai votar mais nele, porque você não souber das coisas que ele tá fazendo. E vocês ficam sem referencial de que existem pessoas de alguma forma. >> Uhum. tentando correr atrás para essas coisas. Então, sim. >> Vocês acham ali que o que ele peca é comunicação. >> Que nem sabe falar maioria aqui sabia da da das >> porque o que acontece? Eles vão nos locais na época das eleições e aí depois não volta. >> Então meio que fica esquecendo. >> Eu
acho que são casos pontuais que atuam. Aí você naquele caso pontual você até repara, mas não se lembra. No caso não não consegue conectar porque não é uma coisa que aflige ali naquele momento >> naquele momento, entendeu? Aí você não tem uma continuidade daquilo, você acaba caindo no esquecimento de ver aquela ah ver aquela pessoa, mas não sei nem que ele >> isso é isso da parte crítica, porque se ele tá sempre rodando em todos os bairros, ele vai ficar e a pessoa vai dizer: "Pô, ele veio aqui, não era na época de eleição, vou
votar nesse cara". Porque ele pode até não tá fazendo nada, mas pelo menos ele tá aparecendo aqui. Os outros só aparece essa época do ano, entendeu? Ele até faz mesmo assim na rua assim, é mais assim pra pista, entendeu? Uhum. >> Tem mais em comunidade assim que >> que a maioria das pessoas aqui moram, né? Ele só deixa deixa muito a desejar essas coisas. Tipo, >> mas que às vezes o poder público também não pode nem entrar na comunidade [roncando] que o bandido não deixa, >> não. Eles entram sim, >> né? >> Eles entram sim.
A isso, tipo assim, vão lá só para meio que para pegar voto, sabe? na época se da eleição, vai lá pegar voto, tal, >> faz até alguma coisinha, mas vê o restante para voltar, tipo assim, a acabou já não tô falando coisa pontual depois >> fazer um negocinho que tipo assim, por exemplo, vou dar um exemplo, tem uma quadra lá dentro da comunidade, eles vão lá, >> fazem aquele negócio ali, mas >> isso aí vai lá, pita, troca a grade, mas o resto é tipo assim um asfalto, algumas paradas assim do tipo, >> mas uma
uma obra >> já não volta mais isso é >> aí que deixa desejar Será que isso é a falta às vezes até de mais? Porque eu falando, vocês mesmos não conheciam, não sabiam que tinha um representante da ilha. Ainda assim, a ilha do tamanho, que é a ilha, você não acha que deveria ter mais de um? Sim, sim, sim. >> Com a com a com a capacidade eleitoral que tem aqui, porque muita gente mora na ilha, né? Não é não é um bairrinho pequeninho, não. Não é um, não é urca, né? Pô, a quantidade de
gente, vocês não acham que falta representação assim de até mais gente? Pode ser que eles vão, querendo ou não, eles vão disputar o o os votos, entendeu? E essas pessoas que que entrarem, né, e for para mais uma parte da comunidade, das comunidades, porque quer ser quatro comunidade, né, acho que muito mais fazer uma pergunta, não é ficar constrangido não, porque a gente não tem essa. Vocês lembram que seja votado para vereador >> na última eleição? Eu ten >> alguém lembra que fala assim: "Não, eu me lembro foi >> ninguém lembra quem votou com o
vereador ninguém dúvida." Ai, me arrependi. Botei no >> eu acho que eu botei no Rick Castro, se eu não me engano. >> Ah, tá. Cro >> é Rique. Exato. É um vereador que trabalha na questão do fim da escala 6 por um de >> Então também não tô culpando ninguém aqui não, gente, por favor. Mas eh também parecem ser um meu de comunicação deles, né? para para não mostrar para vocês, >> é, né, que existe essa necessidade, que vocês têm necessidade de ter representantes, né, e que não tem representantes marcantes, né, ele tá fazendo parte
dele. >> Exato, >> mas é um andurim ele, né? Então, >> é, porque foi o que eu falei, o subprefeito de cada região, ele tinha que tá fazendo, ou seja, não faz também, né? Se tivesse fazendo também não teria tantos problemas. Como tá chegando perto de eleição, o Rodrigo tá fazendo bastante coisa agora, mas começou a fazer agora, como as obras lá do corredor esportivo começaram agora. >> Vocês acham que ele que ele falou falou bem, como é como é que a postura dele foi boa? Precisava imagem boa, precisava estar mais gravatado porque ali ele
tá bem bem. >> Eu acho que essa coisa tá engravatada. Acho que você transmite mais desconfiança do que confiança. >> Eu acho, eu acho que quando você tem uma uma coisa mais próxima do povo, >> você se sente mais ligado àquilo, porque parece que é mais quando ele bota terra gravata, parece que ele é mais inatingível. Isso, né? Terra gravata, >> entendeu? >> Hoje em dia vocês acham que é melhor mais. Por exemplo, eu vou te dar um exemplo clássico. Quando o César Mar era prefeito do Rio, eu não vi o César Mar engravetado com
palitório, sempre aquela jaqueta dele marrom queé, né? E marcou aquilo a gestão dele. Acho que a os políticos não andam mais assim, só >> não. Sim. também é vamos pra assembleia assim, >> mas eu acho que também se ele se apresentar de uma forma mais popular, talvez as pessoas se atraiam mais pel uma imagem que eles fora agora realmente lá >> não. Sim, mas tá dizendo assim, mas ele tá falando essa ideia de por exemplo aparecer nos jogar também. >> É antigamente um tempo atrás pessoas tipo assim elas votavam aquele que tava mais ah cara
>> uma posição, uma postura mais fortal. assim, ah, o cara é médico, então o médico é o cara não é >> não tá escolando. É até uma coisa que eu particularmente acho errado na na política brasileira, >> quando determinada pessoa tem um cargo, seja médico, seja advogado, seja pastor, ele se quer candidatar com alcunha, né? Ah, sou advogado tal, sou médico tal, sou pastor tal, porque você induz o voto com aquele segmento. Eu acho que tem gente assinar aqui quem tá concorrendo é pessoa física, não importa o carro que ele ocupe fora da política, né?
>> Então você acaba mais que fazendo isso >> para poder chamar atenção para aquele pessoal específico daquilo e você acaba desvinculando os outros. Se você se apresentar com o pessoal físico, você já se quer cara advogado o cara é médico, independente da daquilo que o pessoal sabe, porque o médico realmente voltava mais pra saúde, advogado mais para pro judiciário, coisa de lei, né? Enfim. Então acho que tinha que desvincular um pouco essa essa que ele que ele assim a postcura dele, ele fala bem, ele conseguiu desenvolver, ele foi claro, foi claro, >> ele foi claro
em atos. Em atos ele foi bem bem em nossos dele ele foi, entendeu? >> Não é? E a linguagem que ele usou, vocês acham que é que é >> é mais próxima? Então >> não é exatamente a linguagem da internet mais >> qualquer um entende. Qualquer um que que visse ali entendeu a fala dele é o que ele tá praticando. Então fazendo coisa e falar do que tu tá fazendo. É também a gente pode falar outra coisa que do tipo, entendeu? Não, é o seguinte, às vezes você tá fazendo, mas você tá com a linha
>> com anterior dois >> foi dar um rolezinho, ó. Se perdeu, [risadas] se perdeu. [roncando] >> Mas ele faz. >> É, é. Foi dar uma olhada aí, já se prendeu. É porque tá toda molhada, né? sa eu sair que eu sou preto. >> Já era. Isso aqui também marcou uma também ou >> é não >> sim ou não, pap todas as questões. É legal. Então, na última questão, pergunta sobre como é o passado dele. >> Dá quem não conhece vai dar um traço. Não dá. É nota, né? Ela não dá para dar nota se a
gente não conhece. Não, não dá um traço >> não. Não tá falando aqui depois do vídeo. Depois do vídeo. >> Não, não. Lá no final a avaliação. >> É, tá bom. Como é o passado? Vocês, né? Se vocês não conheciam, dá o traço. >> Até porque a gente dá nota daquilo que a gente conhece, né? >> É um traço que é zero, né? Não pode dar zero para uma coisa que tu não >> não conhece. Vai que o cara, né? Tem um passado bom para nada, deu zero pro cara. >> E as ações do passado
também não pode corresponder o presente futuro, né? >> Também. Exato. O cara foi voluntário lá na África. Aí o zero não sabe, >> né? Tem que dar nota para os outros também. >> Ah, pensei que era só nenhum. [roncando] 0. >> Isso aqui é tudo de 0 a 10. Então, deixa eu perguntar uma coisa para vocês. Eh, a gente tá vivendo um momento na política muito de ou você é de um lado ou você é do outro. Você é da direita ou você é da esquerda, né? Ou você é Bolsonaro, ou você é Luí. Vocês
acham que eh ali olhando para ele, ele consegue, ele mostra de que lado ele é? >> Não, >> não, >> não. Eu não conseguiram identificar alguma coisa de de direita de esquerda. E aí vou perguntar para vocês, isso para vocês hoje, nesse momento, é um fator importante? Não, >> não, eu eu particularmente eu penso assim, eu sou direita, tá? >> Mas eu acho que assim, você também não pode ser aquele radicalismo nem esquerda, nem direita. Vamos supor, né? Você tem um bom gestor que ele não é da direita, mas ele faz uma boa gestão e
ele tá beneficiando, eu não tenho porar uma falta, porque é o cara de esquerda ou cara de direita. Então eu penso muito na [roncando] gestão da pessoa, independente do que eu acho que eu tenho que ser, entendeu? >> Eu acho que depende muito disso. >> A maioria pensa assim, dessa forma >> é depende da questão, porque, por exemplo, a gente vai pesquisar e ver qual é o posicionamento dele em outros aspectos. É, eu acho que a questão ideológica ela tem que você tem que ter, né? Mas assim, em termos de você julgar o mérito, porque
ah, porque esquou ficar contra o canal, tem que ver o trabalho dele, reconhecer se formar o trabalho, eu não tenho que ficar propagando, porque eu sou posto da da posição dele. >> Hoje em dia, sabe? >> Não, eu sou assim, não, porque eu sou muito racional no sentido. Eu acho que você não pode ser extremista de nada, entendeu? A pessoa seguia qual político tá liderando qual lado e às vezes não sabe nem de time se é de direita ou de esquerda, tem ignorança. E infelizmente as pessoas não procuram entender. >> Uhum. Porque vai político, não
pelo que ele faz, >> né? É uma é como se fosse time de futebol, né? Se viam por essa esse meio. Aí vou vou botar um exemplo claro aqui, né? Eh, não supor, tem o hoje o Flávio Bolsonaro e o Lula, né? são os dois principais representantes >> candidatos [limpando a garganta] aí e representantes. Vocês deixariam de votar? Tô falando [roncando] aqui no no no Wagner, mas poderia ser qualquer outro, tá? >> Eh, vocês deixaram de votar em nenhum dos candidatos deputado estadual, vag deputado estadual. Então você você viu, você tá vendo o trabalho dele,
conheceu o que falará, mas aí você viu que ele vai apoiar um dos candidatos ou Bolsonaro ou Lula, que você não vai apoiar, tá? A você é Lula. Aí você fala que o Wagner que você até tá gostando, mas vai apoiar o Bolsonaro. Ou você é Bolsonaro e viu que o Wagner vai apoiar o Lula, vocês mudariam, deixariam de votar nele? Não, >> eu não, mas eu acho que algumas pessoas sim, as bitolares que são >> Exato. Falando, se você tem aquela elogi >> extremos, né, desse ponto isso que eu falei, acabei de falar agora.
Ele continuava com o mesmo ato, pensamento, >> eu vi muitas pessoas descredibilizando o trabalho do Cláudio Castro, representante do P, inclusive. E aí quando a pessoa descobriu que era e tentou meio que justificar assim no meio de uma conversa tentou justificar não porque, né, precisa segurando acontece, mas porque descobriu que é de determinada partida. É meio que essa frase >> Sim. >> Eh, então, nesse nesse contexto que a gente tá vivendo, eh, vai ter eleição esse ano, né? deputado estadual, deputado federal, senador, >> presidente, governador, né? Eh, vocês acham que aí tem esse deputado, no
caso de deputado, tem chamado dobrado, não sei se você já já viram isso, é um cara quando é deputado, ele é candidato deputado estadual, ele é ele se alia alguém que é deputado federal para fazer a dobrada, >> né? que é ah, eu sou candidato deputado estadual. Você pode mim deputado estadual, então eu indico >> o Joãozinho que é o vai deputado federal. >> Aquele cartãozinho que tem dois, >> isso que vem do duas pessoas. >> Isso que eu falar, vocês levam aquilo em consideração? >> Não, >> não. >> Vocês votam em alguém que, tipo
assim, ah, eu vou votar no Wagner, tudo bem. Vagner, eu vou votar no Wagner. Aí o Wagner tá falando para eu votar no deputado federal Joãozinho. >> Não, >> vocês votos. Ah, não. Ah, não tem federal. Vou votar do Joãozinho. Vocês levam isso. Mas como é que vocês olham isso? >> Eu prefiro não votar. Olha, eu faria >> votaria >> se não tiver >> é não. Se eu não tiver isso, isso eu eu não comprei a informação. >> Bom, você tem um deputado federal e deputado estadual, você vai votar? >> Sim. >> OK. Mas se
você não tem, né? Se você tem, ou ten um federal ou não tem estadual, ou tenho. Ah, não, eu gosto desse estadual, mas não tenho federal. você eh eh eh levar em existe a possibilidade de sim, dependendo da pessoa. Se for de eu conhecer o passado histórico, se for dizer que sim, eu vou dizer que não hipótese alguma, mas assim, se eu não conheço histórico da pessoa, eu prefiro não contar, porque pode ter muito >> sim deu uma pesquisa antes também, >> mas minimamente te interessaria saber quem é a pessoa que tá a luzinha para
você pesquisar, >> vai olhar quem é que tá junto. >> Mas acredito que a maioria votaria sem pesquisar e sem nada. preparando nem existiria, né? Tem uma grande confluência. >> Outra pergunta, vocês hoje assim conseguem diferenciar mais ou menos a função do que que é o vereador, do que que é o deputado estadual, deputado federal? >> Sim. >> Consegue diferenciar mais ou menos algumas funções. >> Vocês acham que ter uma campanha mais de >> de informativa? Com certeza. que cada um faz porque cada um atua numa numa esfera. O vereador municipal, né, vai trabalhar pelo
município estadual, pelo estado federal, vai representar o estado perante a a federal. >> Não, mas é pela nomenclatura. OK, mas eu entendi que ele perguntou mais o vereador, o poder dele de atuação é na área municipal. Ele não pode. >> É, eu só entender o que que faz, mas eu entendi pela pergunta dele é exatamente o que que faz, entendeu? >> É o vereador, ele, por exemplo, el a maioria dos vereadores eles centralizam muita atitude em bairros onde que eles residem, entendeu? Eles ficam mais procurando aqueles pelos daquela comunidade específica eles vão atuar naquela região
entendi sua pergunta que eu tô, por exemplo, vereador local, ele ele é da ilha, ele não vai se preocupar com o problema da Tijuca, de Jacarapaguá, porque a área de atuação dele aqui foi votada aqui, então ele vai atuar pela região que ele foi votado. >> É, mas é isso aí, Suá. Tem um problema da é um problema na passando na estrada, né? Aí você cobra do vereador, às vezes você vai ver, não é o vereador a estrada não tá porque assim o primeiro contato iniciar >> porque porque o primeiro contato que você teria mais
imediato se você precisasse levar um problema da da tua região seria o vereador. Sim. >> Então ele até o elop mais próximo porque ele tem uma representada maior porque ele tá naquela localização que você realmente >> aí ele tem o problema que o vereador pegue no volta onde recebeu os seus votos. É a população nem sabe disso. >> Sim. Mas aí também acaba teoricamente é o cara com mais força de vocês e eu teria que tá voltando. >> Mas aí também tem que saber se também existe essa reciprocidade do povo também procurá-lo, porque também tem
isso. A gente às vezes é porque é muito fácil a gente julgar assim, ah fulano ficou distante aí será que se eu me cantandasse também num cargo político não pensa era a mesma coisa, >> entendeu? Então acho que a gente também tem que ter a proximidade de procurar a pessoa população. A população >> é, mas não é não é fácil você chegar e sim porque eu, por exemplo, eu já fui na eu já fui algumas vezes no Alerta já assisti a audiência pública para aberto, você fica lá em cima. >> Você vai lá em cima,
mas se você quiser conversar com >> Não. Sim, mas você pode, você pode. Por exemplo, teve um problema uma vez que eu fui procurar Teresa Berger também a respeito de uma mudança de trânsito, né? Porque tá vendo engarrafamento, aí falou assim: "Ah, não pode fazer essa mudança porque em tal lugar que você propõe passa turbulação de gás." Minoria da minoria da minoria. Informação que existe acesso e acerto gás. >> Não, não, não. Mas você pode porque assim, mesmo que ele não esteja aí te dá um e-mail para tentar e a resposta veio não, essa proposta
é válida, mas acontece que nesse local que você propõe tem uma tubulação de gás. Então, trepilação de veículos em cima pode romper a tubulação de gás, >> entendeu? Mas aí, quer dizer, eu fui lá, mas é isso, é bem difícil mesmo das pessoas terem essa percepção diversidade. Seria legal ter essas informações pras pessoas procurarem se informar melhor, mas a gente não tem interesse nisso porque quanto mais as pessoas souberem, mais problemático será para eles. Não, mas é assim, no meu caso, eu >> nessa nessa questão, por exemplo, aqui da Índia, né, se o Wagner Tavares
eh tivesse aqui agora, chamasse ele e sentasse aqui, qual o a coisa que você falaria para ele assim, pô, Fagner precisa resolver isso? coisa, >> não acho assim, o que para mim que me preocupa mais aqui, como eu marquei, é na questão da milícia, eu sei que esse poder de resolver a segurança ele não tem imediato, tem que proposta, não é isso? Mas área sem segurança, você >> comunidade, >> mas área social, então desenvolvessem mais programas e e coisas voltadas paraa área artificial. OK. Eh, Brendo, é a mesma coisa que ele, só que é infraestrutura.
>> Infraestrutura ruas, buracos, >> asfalto. Nossa, esse é o principal também. >> A segurança, >> segurança. Saneamento, >> saneamento, >> segurança, >> segurança. >> Infraestrutura também. Muita calçada precisando. Pua. Segurança, >> segurança. Logo você que atende o telefone [risadas] não só não mexe telefone comunidade que eu vou certo. Tá certo. É porque tu gosta é porque tu gosta muito do telefone. Já, [risadas] >> deixa eu passar para para vocês a outro uma outra folhinha só para terminar de gente fechar essa questão dos vídeos, só para vocês identificarem aí eh características de que vocês viram do
Wagner. Obrigado. M. >> [roncando][suspirando] >> Obrigado. vocês nessa questão aí da dessa dessa disputa aí direito esquerdo do Bolsonaro, vocês acham que isso vai influenciar muito nas eleições deputados? Sim, >> sem [roncando] >> desde que surgi, >> meu Deus do céu. >> Hum. >> Desde que surge o Bolsonaro Lula. Você acha que que que as pessoas vão se ligar muito nessa disputa em cima para para escolher quem vai para >> sim >> buscaros proporcionais. As pessoas são muito arrogantes, tipo assim, outra pergunta é tudo isso, gente, eu tô pegando a opinião de vocês, não tô
dizendo não é certo, errado, nada disso. Opão de vocês. >> Eh, vocês acham que o perfil do morador da ilha é do governador, ele é mais de direita, ele é mais de esquerda, ele é meio centro? >> Eu acho que tá completamente de >> Acho que de direita. direita. Acho, >> eu acho que pode ser dividido, mas eu acho que a tendência mais é para direita. >> A tendência, você acha que a tendência? >> Eu acho que assim, pelo menos at mais elitistas, entendeu? Tá? >> Então, mas quem acha que é, eu vou perguntar quem
acha que é mais de direita, quem acha que é mais do centro, que não é muito, vem um outro, e quem acha que é de esquerda, tá? Então, ó, quem acha que é mais de direito? Perfit. 1 2 3 4 5 6 7 8. Oito. Acho que a ilha tem um perfil mais de quem acha que ela é mais de centro, que não é nem uma coisa nem outra. Dois. Quem é essa que é de esqueta? Ninguém. Então, só para eu não ter a ideia, eh, passar essa última folhinha sobre uma uma questão muito individual
com você mesma, tá? Essa primeira e a segunda é a sua opinião em relação que você enxerga dos outros de uma forma geral. Não faltou não. >> Isso é que vocês viram ali, tá gente? É para vocês, maioria, a grande maioria nem conhece. Ó, pegamos ele como exemplo, tá? Vocês v o de baixo é uma nota de potencial. Vocês acham que as pessoas >> não tem? Não tem mais aqui. >> É, agora não parou. vai ficar aqui mais ainda toda >> é >> vocês que bairro mais ou menos >> portuguesa >> portuguesa >> e o
estádio vai ampliar mesmo >> é tem um boato, né? Eu até cheguei a trabalhar uma vez com uma empresa aqui na [roncando] contrante de acesso. >> Uhum. >> Entendeu? Eu joguei, né? [risadas] >> Essa lenda que ele tem até, >> mas >> era o campo, era o campo que a gente sempre viia jogar, gostava de jogar porque era muito bem cuidado. Artur Cast era tanto, estádio não era, mas >> mas acho que ele famoso muito bom, só que melhorou. Certo. Melhorou muito, eu não voltei mais. Eu acho que é estado famoso. >> Não tô ficando
maneiríssimo dentro no bairro uma estrutura daquele tamanho, podendo fazer show, podendo fazer várias coisas. >> Era que nem era a do São Januário também. São Januar também. Gente, queria agradecer a presença de vocês. Posto muito para que esses problemas que vocês verificaram eh sejam sanados ou melhor, minimamente melhor as condições, vocês possem eh nas próximas eleições escolherem representantes que representem realmente os anseios de vocês, né, que consigam trazer as melhorias que vocês aneiam, né, e que a gente de uma forma geral seja mais feliz, né, seja que a gente mais quer, que vocês não queiram
sair da ilha, né? Essa é a primeira oportunidade que nós aí.