O exercício parece óbvio, parece simples, mas ele quebra muito a lógica que a gente tem tradicionalmente na educação física, que normalmente é pensar no exercício físico e falar isso, que que que a Gressa pode aprender com isso? a gente inverte essa lógica para pensar primeiro o que que a gente precisa intervir. Lembrando que em algum momento isso precisa ser identificado como uma Prioridade pro indivíduo. Uma fonte para selecionar o que é prioridade é essa avaliação que eu apresentei para vocês que nós treinamos. Então essa é uma fonte. Existem outras fontes para isso e a gente
vai poder entender que existem vários. Então a ideia aqui é selecionou objetivo, atividades que podem oportunizar um e dois. E aí você não precisa descrever com detalhes a atividade aqui. Professor, eu montei Um circuito. Aí você coloca circuito um com salto, arremesso e passar por baixo, tá? E aí depois se você montar um outro circuito para uma outro objetivo, você coloca circuito dois e tal. Professor, mas onde que eu coloco mais detalhes sobre a instrução disso? em um outro momento. Isso aqui seria análogo ao plano de ensino individualizado, ao PE, que é a noção geral
das atividades ou noção dos programas de ensino, a descrição de cada Atividade, quantidade de tentativas, instrução que você vai dar, se houver uma correção, o que é que você vai fazer, qual ambiente, isso é na descrição da atividade, a gente chama de detalhamento da atividade, que é um documento que vocês também têm aí, que é pegar uma linha dessa e destrinchar informações. Se vocês quiserem assim fazer, senão pode manter apenas dessa maneira, certo? Então eu queria pensar que queria fazer Um exercício aqui, mesmo que as pessoas talvez não tenham completado todo ele, quem gostaria de
apresentar um exemplo de atividades que foram propostas, que foram planejadas, que foram criadas a partir do de objetivos selecionados a partir da avaliação de barreiras. Alguém gostaria de fazer de compartilhar ideia sobre isso? Nesse momento, comportamento mais frequente aqui é desviar o olhar do professor. Pois não. Em cima da imitação seis, né? Entãoida o contato de controle >> instrucional, certo? Então elas escolheram contato visual sobre controle instrucional. Acho que é importante só esse intervalinho, eh, diferença entre contato visual e contato visual sobre controle instrucional. Parece a mesma coisa, mas não é o qual é a
diferença? Você, uma criança pode olhar nos seus Olhos, mas enquanto não tem demanda, quanto não tem conversa, quanto não tem um assunto. E isso não tem uma demanda. Isso é importante, é, ele é um pré-requisito, mas o importante no contato visual é a hora que a gente tá num processo de comunicação. Isso é sob o controle de uma instrução. E essa esse repertório é o que é base para poder ensinar as coisas e aprender pela pessoa que faz o contato visual. Então a gente chama de Contato visual sob controle ou a depender de uma instrução.
Faz sentido para vocês? Então ela colocou aqui, qual o código que você colocou aqui? Você inventou um código >> CDD. Tudo bem? Isso aí. Então agora o código vai ser eh CVD. >> Isso. Mas escolhe apenas três, no máximo três letras. Máximo três letras, tá? >> Isso. CDV. >> CV >> CDV. >> CDV. T de tatuv >> T de tatu. Cachorro tatu. Tud >> CTV. Pode botar mais um código. >> Mais o quê? Posso botar mais um código? >> Pode p aí eu vou explicar como é que você vai fazer isso. Mas um passinho de
cada vez. CTV. CTV. E aí coloca na primeira vez pelo menos o nome da do Objetivo, porque a partir da segunda linha se eu colocar só o código já vai relacionar com o nome, tá? Mas na primeira vez coloca o nome controle, contato visual controle instrucional, CTV, CTV, só aqui da onde que você tirou? Das barreiras um e dois. Então agora a gente vai pensar, então são dois caminhos para esse objetivo. Poderíamos ter criado três, poderíamos ter criado quatro, pode. Daqui a pouco Coloca um outro objetivo, depois você quer criar uma outra atividade para esse
objetivo mesmo lá embaixo. Esse esse documento que vocês estão impressos é apenas uma folha, mas do no arquivo que vocês têm digital, ele são várias páginas. Ele é muito muito amplo. Quando você mesmo lá embaixo criar uma nova atividade para esse mesmo objetivo, você vaiar lá embaixo e colocar CTV 3, CTV 4. Você vai continuar a numeração que são vários caminhos, são Várias atividades para oportunizar o ensino disso. Então agora vamos pensar nas atividades. O que que você pens chegou a pensar? Então, a gente propôs que colocaria ensinar passe. >> Ensinar >> passe. >> Passe
isso. >> Isso. >> Então, coloca aqui passe de bola. Não precisa colocar ensinar passe de bola Que tá pressuposto já. Isso. Passe passe de bola vai ser a atividade que vai ser oportunizada para contato visual. Fez sentido para vocês? Outra atividade, o arremesso, >> o arremesso é diferente, >> certo? >> Tudo bem, tá tudo certo. Perfeito. Objetivo, né? >> Excelente. Agora que vou começar, agora eu vou Trazer isso para uma outra pessoa que acompanharam isso. Passe e arremesso. Como a gente vai pensar em consequências? Consequência para uma resposta independente, consequência para uma resposta com ajuda.
Consequência para uma resposta que não vai existir nessa atividade. Nós vamos colocar as consequências para essas três situações. No começo vamos fazer com três, depois a gente vaientando para mais detalhes, certo? Então vamos lá. O que seria uma resposta independente? Quem poderia, sem ser vocês, da última fila. O que seria uma resposta de contato visual sobre controle instrucional numa atividade de passe? Quem gostaria de se exercitar para falar? Isso é muito importante, porque isso vai ser vai servir muito para vocês a partir da Semana que vem. O que seria uma resposta independente? Hã, pergunta, por
favor. >> O que seria uma resposta independente? >> Uma resposta independente >> de contato visual sobre o controle instrucional numa brincadeira de passe. Independente nessa de acordo com essa atividade, eh, você propõe da instrução, certo? >> Certo. >> E ele consegue realizar todo o critério Sem nenhum tipo de ajuda. >> Isso. O que que é a o que qual que seria a resposta sem nenhuma ajuda? Isso eu quero entender que vocês entendam. Fazer o passe. Olhar. >> Fazer o passe >> é fazer o passe para mim. Fazer o passe para ele responder >> na hora
antes do passe >> fazer o contato visual comigo. Faz sentido para vocês? Se a atividade de passe ele gosta de arremessar a bola, Eu posso manter ele jogando enquanto ele tá com contato visual. Eu posso elogiar ele quando ele faz o contato visual. Se ele não responde a um elogio ou se a atividade não é de alta preferência dele, o que que eu poderia fazer caso na hora do arremesso ele na hora de pegar a bola, ele olha para mim? Que que eu poderia fazer com ele? >> Reforço social. >> Que mais? Alguém já usou
economia de fichas? Vocês têm o último, a última folha do do planejamento de vocês, da, do material que vocês têm, tá comigo aqui. Vou deixar contigo para você me ajudar, tá bom? de tá atrás de alguma coisa aqui. Quer usar o meu >> isso por enquanto. Então é este documento, Mas que vocês têm na em em Google eh arquivo digital no Drive. Vocês têm também com 10 fichinhas e vocês têm um outro que é segmentado, que é três eh eh smiles, tem uma consequência. outros três smiles ou uma outra consequência, uma outra aí quatro para
completando 10 outros smaios. De forma que você segmenta consequências, de forma que para que que serve a gente Usar uma maneira como essa? Às vezes o aluno não responde, não tem interesse e até uma das características do TE é interesse restrito e às vezes pouco responde a elogios sociais por uma própria situação de comprometimento social que nós entendemos no diagnóstico. Então às vezes as coisas que são interessantes pra gente como High Five, parabéns, que legal, um sorriso, talvez não sejam funcionais. Para alguns alunos Excelente, a gente deve usar essas estratégias. Para aqueles alunos que não,
talvez a gente vai precisar talvez uma situação de um pedaço de fruta, se é que é permitido pela família, se é autorizado pela família. Pode ser que a gente vai precisar usar algum brinquedo para dar consequência. Então, por exemplo, eu vou usar um aqui como a Mônica, certo? Que essa criança possa gostar. Só que se eu der a Mônica no meio da Atividade, parou, não consigo mais atividade ao meio da atividade, certo? Então eu preciso fazer um procedimento chamado estabelecimento de valor reforçador para item. Para item. Então eu vou fazer um treinamento de que eu
a acumular itens que pode ser cinco, pode ser 10, né? a gente não escolhe 5 ou 10 arbitrariamente. Aqui eu tô explicando para vocês de uma forma sucinta e existe Uma formação específica para treinamento de economia de fichas, tá? Então a gente vai estabelecer. E como é que a gente vai fazer isso? Num separadamente antes da atividade a gente vai ensinar pro aluno que ele se percebeu que se ele tem interesse nesse item. Então como é que você faz esse interesse? Ele vai tentar pegar. Se você deixar na mão dele, ele se se engaja nisso.
Pode ser que ele se engaje tirando a roupa, pode ser que ele se engaje mexendo no olho, pode ser que Ele rode, pode ser que ele faça um monte de coisas. Pode ser que ele brinque funcional, pode ser que ele não brinque funcional. Isso não tem, isso não deixa o item mais ou menos de preferência dele. O que vai dizer é como ele brinca funcionalmente com esse item. Então, se ele não brinca funcionalmente, como por exemplo, fica rodando, não tem problema, tá? Isso vai entender que é um item de preferência dele. Em um outro momento,
talvez seja importante, em um outro Momento a gente ensinar a brincar funcional com esse item, mas não é o caso do nosso trabalho. Agora tô fazendo um parênteses pra gente poder entrar com isso. São vários conteúdos combinados para estarem articulados para vocês. Então a gente ensina que o indivíduo pode ter acesso a esse item. A hora de ter o item, você pega a uma ficha que pode estar plastificada. Eu não sei, eu eu não trouxe aqui a plastificada hoje. Mais uma plastificada. Então, mas a Fichinha eu não trouxe. Eu não trouxe a fichinha plastificada. E
aí você vai colar o velcro. Então, para facilitar, eu até coloquei nesse documento a parte de trás, ó, para que você coloque plastificado, coloque o velcro aqui e as fichinhas que você tem no arquivo da nossa da nossa empresa, tá lá no no Google Doc para você recortar. Professor, posso preciso usar estrelinha? Não, você pode usar figurinhas da Mônica, inclusive. Tá? E aí você cola aqui facilitar para você não ficar perdendo as fichinhas. Deixa colado aqui no vel. Hora que chegar vai fazer separadamente. Você pega uma fichinha, dá na mão dela. Se ela pegar, beleza.
Se ela não pegar, você pega a mãozinha dela junto e ajuda ela a colar aqui, tá? Como é? Onde que ela vai colar? Na primeira vez ela vai trocar a Mônica por uma ficha só. A gente chama economia de fichas um para um. Então você já deixa Preenchido quatro e ela completa uma e aí você acessa a Mônica. Professor, eu posso colocar aqui a figura da Mônica para facilitar ela identificar? Pode, mas ela já vai ter resposta automático, tá? Às vezes a gente usa aqui para poder fazer a escolha do que ela quer também, mas
no primeiro momento nós estamos estabelecendo que esse é de item. E a medida que ela começa a responder com mais independência, a uma brincadeira que você faz com ela, aí você entrega a Ficha para ela, ela pega a ficha e cola. Hora que estabele e ela ao colar, ela já se dirige para isso. Então ela, você tem uma resposta de que aquela ficha é entrou na cadeia, a gente chama mandou uma cadeia de comportamentos, uma cadeia de respostas, na verdade que a a medida que ela preenche, ela acessa isso. Feito isso consistentemente, um dia, dois
dias, tr dias, você vai deixar dois espaços em branco. Então, a primeira vez você brincou com Ela sem a Mônica, aí você vai entregar a fichinha para ela. Ela vai querer pregar no final, mas tá faltando dois. Aí você vai direcionar ela para pregar aqui. Hora que ela colou aqui, que que ela vai querer fazer? Automaticamente querer pegar a Mônica, porque ela tá acostumada com isso. Aí, o que que você vai fazer? dá mais uma tarefa muito simples para ela. Tarefa simples pode ser coloque eh faça isso ou então coloque o dedo no nariz, qual
o seu nome, fique em pé, Qualquer resposta que ela fizer, imediatamente que ela fizer, você dá outra ficha e já cola. Pronto, feito esse parênteses, vamos voltar aqui. Se por um acaso o aluno não responde a elogios, consequências sociais, né, uma brincadeira que possa não ser de interesse, você pode então usar um item tangível, que pode ser um brinquedo, pode ser um alimento, tá? Pode ser inclusive o balanço que ele vai acessar saindo do ambiente, o pula pula Que ele vai acessar saindo do ambiente que você não vai poder levar na hora. Então, à medida
que ele tem resposta independente, você entrega uma fichinha para ele, pa colou e guardou. Só que você tem que ter feito esse treino antes, porque ela poder saber que essas fichas acumuladas é que vão ter acesso ao item que ela gosta. Fez sentido para vocês? Então vocês podem ter uma ficha como consequência se vocês acharem que pros alunos de vocês faça sentido. >> Como é que a gente faz para eliminar o tempo para criança que tá determinado? >> Excelente. >> Depois eles a gente vaiar >> perfeito. Perfeito. Primeiro, é um repertório muito difícil de acontecer.
Você vai levar mais tempo entregando esse item, certo? À medida que esse item, essa atividade ela já tá numa meta mais avançada, você vai começando a permitir menos tempo desse item. Professor, mas aí o problema não é o tempo, o problema é a hora que vai entregar, certo? Então a gente tem algumas estratégias para isso. Primeiro, se o aluno tem resistência a entregar um item de preferência, esse já vai ser um objetivo de intervenção, entregar um item de preferência. E a consequência ao entregar o item de preferência é mais rapidamente retornar a ele. Olha que
curioso. Muita ajuda para entregar o item vai levar um pouco mais tempo para retornar o item de preferência. Se ele entregou, você pode usar uma consequência de acessar um outro item. Pode ir trocando por item. Então, às vezes uma atividade que ele pode gostar muito disso aqui e ele não aceita entregar. Mas ele aceita trocar isso por um item que é de menor preferência e daqui a pouco, de menor preferência, ele aceita entregar. Consegue entender a Lógica? São estratégias que você pode ter. Então, ora, entregar o item de preferência sem bater, vai ser objetivo. E
hora você pode manipular isso com o tempo. Então, se ele demora muito para entregar, para pegar isso, ele não quer, ou melhor, ele não quer devolver esse item e isso tá atrapalhando seu processo de treino. Então, a minha sugestão num primeiro momento, não usa esse item como de preferência para esse item que ele não entrega, você não usa ele como Consequência na economia de fichas. Consegue entender? E aí você vai usar, por exemplo, um outro item que ele também gosta. A gente chama de hierarquia de preferência. Então, se por acaso ele gosta muito desse, mas
ele também gosta desse, mas não tanto quanto a Mônica, esse ele consegue entregar. Então, nesse momento, você vai utilizar esse aqui e esse aqui vai ser o objetivo para ele Poder entregar como objetivo alvo. E aí, qual é a atividade? você vai fazer uma atividade e entregar para ele e a consequência disso é a medida que ele eh entregar com independência, entregar com ajuda ou não entregar para você consequência A, B e C. É retornar paraa atividade num certo tempo, ter acesso a uma outra brincadeira, elogios como consequência. Isso aqui é importante. E só que
é o seguinte, pessoal. Isso aqui não é feito só por vocês. Isso aqui é Feito colaborativamente. Ah, eu só trabalho só eu, não tenho outra pessoa que trabalha com esse aluno. Não tem problema. Aí nós vamos, se você talvez vai precisar de algum suporte externo, mas o ideal é que esses objetivos sejam elencados em equipe. Professor, ele só gosta desse. Ele não gosta de mais nada, ele só gosta desse item. Então, a gente vai ter que fazer o seguinte, vai ter que usar aqui e vai ter que treinar antes economia de fichas Com 10 fichas.
Com 10 fichas que aí vai ter uma outra que são 10 fichinhas, ou seja, vai levar mais tempo para ele acessar esse item. E à medida que você perceber, então, que ele tá menos engajado na atividade, você troca por um outro item e já esconde esse, pois não? Ele já não tem interesse houver interesse rápido, >> certo? Põ a próxima. >> Eu tenho paciência dessa forma. Então quando conduzido ele a resistência quando ele vai dar responsabilidade por que ele já tem interessa. Então ele já não quer mais nada. Então isso é bem mais difícil porque
ele tem o responsabilidade complicado como a gente faz. Pronto. Primeiro, então tem que que foi a pergunta dela, tem aluno que não se interessa por nada. Então não é o problema, é o inverso daquela situação que a criança não quer devolver o item. É o inverso. Ela não se interessa por nada. Ela se interessa por alguma coisa. É você que não identificou. identificar. Então >> é >> só que a são identificou. >> Se a criança faz alguma se ela se se ela tá viva, é porque algo tá sendo reforçador. Algo tá sendo, algo tá reforçando,
melhor dizendo, >> reforçando. >> A gente entender que nada é reforçador é trabalhar por esquiva para fugir das coisas. Isso não é uma coisa eh humanizada, mas eu entendo seu raciocínio e faz sentido isso, mas eu não acho que deveria ser nem o primeiro, nem o segundo, nem o terceiro caminho a gente escolher isso, ter o tempo de intervalo, descansar, sabe? porque senão A impressão que o tratamento fique uma coisa chata e eu tenho que acabar logo para sair. Isso aí eh historicamente foi aceito eticamente, moralmente, em sociedade. Hoje em dia isso tem se mudado
com essa lógica da tal da aba contemporânea, que não muda nada, é a mesma aba, só que um novo olhar sobre as relações humanas. Então, a gente não tem muito mais eh sugerido, indicado que essa seja a consequência, ele ficar sem fazer nada. A ideia é, se a gente não consegue identificar qual é o item, qual é a atividade, o que que tá sendo o reforçador para manter o que ele tá fazendo, é uma falha nossa. E aí esse é um processo além de buscar avaliações de preferência, ex tem vários recursos para isso. Talvez eu
não vou ter tempo explicar para muitos esses recursos, mas eu poderia em alguma ocasião. Eh, a gente vai ter precisar ter um procedimento de estabelecimento De valor reforçador para itens. Parece estranho. Só um instantinho. É que tem uma dúvida lá em cima ainda. A gente tem que estabelecer valor reforçador para itens. Ensinar a criança a gostar. Parece estranho, mas é porque vocês viram no diagnóstico do autismo, interesse restrito. Então é gostar de poucas coisas e a gente precisa ensinar as crianças a gostarem. Não é um procedimento fácil, não é, não é para ser invasivo. Ah,
você tem que gostar de Boneco. Não, não tem que nada. Mas a gente vai expor as situações favoráveis até que você identifique que o aluno lá comece a se engajar naquele item e aí você começa a repetir aquilo. Então, pode ser que um aluno, num primeiro momento por uma coisa tão eh de interesses anormais, como vocês viram no diagnóstico, ele pode se interessar pelo barulho do clique, o clique de fazer isso. Ele pode se interessar pelo Barulho de tirar isso aqui, ele não quer, emb, sabe? São coisas que comumente fala: "Nossa, que coisa estranha". são
coisas interesses particulares. Então, a gente começar a explorar essas situações e dar ajuda para ele explorar, é como se ele não tivesse provado coisas que ele que ele gosta ainda. Colocar essas situações para sem demanda, colocar sobre condições e tesses. Às vezes o interesse dele é fazer isso, ó. E se o interesse dele é fazer isso, a gente começa, se pega nisso e aí isso vai usar para ensinar habilidades básicas para ele. Isso aqui vai ser a consequência. entregar ele para fazer isso e daqui a pouco ensinar ele a brincar funcionalmente com isso, brincar com
outros itens, é outro objetivo. Simultaneamente faz sentido? Então, primeiro, a gente tem baixa baixo interesse, isso não é um aluno, não é só o seu caso, isso aí existe para todo Lado, é um trabalho realmente complicado, tá? Eh, a gente tem que fazer simultaneamente ensinar valor reforçador, tando aqui como propósito, e à medida que consegue explorar situações, ainda que não sejam eh eh vamos chamar ah comuns de interesse da população, né? A não ser que vai machucar o aluno, não pode querer faca, passar o dedo na faca, né? Aí tu não pode fazer. Mas tem
aluno que gosta do Mickey fedido, do Mickey sujo e ele gosta do cheiro do negócio com suor. Num primeiro momento que vai falar assim: "Não, não posso deixar isso aí, mas se aluno vai cheirar esse Mickey o tempo todo." Então que só instantinho. Então se ele gosta do Micky fedido e ele vai cheirar o Mickey fedido, coloque isso contingente a fazer uma outra atividade. Conseguiram entender a ideia? Ele já vai cheirar. Só que isso tem que ser combinado, avisado, acordado com a família. A família pode não querer. E aí a gente, nossos recursos são diminuídos,
tá tudo certo. >> Eu não tô conseguindo ouvir. Eu acho que talvez o ar condicionado aqui. Quando o aluno gosta de cheiro das partes íntimas axila vai cheirar, cheir >> cheira partes íntimas. Não é só as pessoas com autismo que que gostam disso e não há nenhum problema em elas Cheirarem, tá? Eu eu eu entendi, eu entendi, mas eu preciso também deixar isso claro, porque sen não pode parecer que são as pessoas com autismo que gostam disso e a gente não. Ser humano é ser ele não tem nada de diferente da gente. Ó, eu vou
retomar, eu vou ensinar, eu vou ensinar, eu vou orientar, eu vou, eu vou orientar, eu vou orientar. Eu não vou fugir dessa pergunta. Eu só vou pedir aqui o Seguinte, a gente depois da dela, a gente faz mais duas perguntas e eu continuo aqui, tudo bem para vocês? Então vamos lá. Eh, chear partes íntimas ou se ter interesse nesse tipo de coisa não é uma coisa só de pessoas com autismo, né? Acontece que pessoas que têm essa sensibilidade social, ao perceber que põe a mão e cheira, o outro fala: "Credo, não quero ficar com você,
alguma coisa não toca em mim" e tal. Aí as pessoas vão aprender, as pessoas que Estão sensíveis às consequências sociais, fala: "Não posso fazer isso na frente do outro, fica escondido, faz um negócio escondido e tal". As pessoas com autismo que não estão sensíveis a essas relações sociais vão fazer na frente de todo mundo. Faz sentido para vocês isso? Não é porque ela gosta mais ou ela gosta menos. O filtro social delas está comprometido. Então ela vai fazer com mais frequência. Pronto. Se é só isso que ela gosta, só isso que ela gosta, Nós não
temos mais nada que ela gosta que a gente conseguiu identificar. Não deveria ser o plano A, o plano B, o plano C. Mas a gente tá numa condição em que a gente não consegue ensinar mais nada para esse indivíduo, para não ter que ponderar se o acesso a isso permitido em ocasiões específicas, ele vai ser poder vai ser eh permitido ser utilizado. Quem decide por isso? Nós não. Nós decidimos junto com a família, Decidimos junto com a equipe terapêutica, decidimos isso coletivamente. Não tomamos essa decisão sozinha. Tomamos a decisão que coletivamente isso interessa para ensinar
outras habilidades, como por exemplo, tomar banho, como por exemplo eh o autocuidado de uma outra maneira mais simples, porque se um aluno gosta somente disso, provavelmente ela é nível dois, nível três de suporte, Provavelmente um filtro social mais comprometido, tá? Então você vai ensinar habilidades básicas assim de autocuidado mesmo. Nós não vamos ensinar autocuidado como uma um to ensina. né? Vou explicar para vocês isso, tá? Mas nós vamos trabalhar autocuidado, limpar bumbum, limpar o nariz, nós vamos ensinar todas essas habilidades, mas não igual to. Nós podemos ensinar habilidades que sejam importantes para esse processo, habilidade
motora fina, fazer mobilidade De ombro, fazer força atrás do corpo, estourar as coisas. Nós podemos brincar com um monte de coisa para ajudar limpar bumbum, tá bom? Se é isso que ele gosta, que é o a tua partes íntimas, então você vai ensinar ele antes sobre quais condições ele pode fazer isso. Então, por exemplo, ele aciona uma figurinha e aí ele é permitido fazer, tocar, se for o caso, tá? Pode ser, no caso, ambiente ali público, um para um Ou ambiente fechado. Ele pode acessar isso, volta, lava a mão, higieniza e retorne. Você treina isso
antes para ele, com ele. Você aumenta o custo de resposta. Feito isso, se ainda é só isso que ele se interessa, isso vem para cá. Mas simultaneamente você tem que começar a ensinar valor reforçador para outras coisas também. Certo? Outra pergunta aqui, >> eh, voltando à questão do do do forçador, >> certo? Eh, nesse caso que a colega colocou que não foi identificado, eh, uma pessoa pode ser considerada, >> não. Uma pessoa não >> da família, por exemplo. >> Certo. Entendi. >> Pode ser assim, você tá fazendo o exercício aí, deixa a mãe ficar ali
um pouquinho com Ela o tempo. Isso. >> Aí depois a mãe, digamos que sai. >> Pode ser. Pode e deve ser. Pode e deve estabelecer para estabelecer vínculo. O que não pode é ser unicamente isso, senão você não consegue conseguir ensinar mais nada na ausência dela. A mãe lembra que item, a gente tá usando aqui brinquedos, mas não é o item que é reforçador, não existe. A gente usa isso comumente na análise as pessoas que trabalham nessa Área, mas o item não é reforçador para nada. Se ele é reforçador, a gente chama isso de usar
dentro de um procedimento de reforçar, que é de fortalecer, de ensinar alguma coisa. Então esse item vai ser utilizado como item de preferência no procedimento de reforçamento. Ah, professor, porque é muito difícil falar sobre isso. Vamos falar só de reforçador. Então não tem problema a gente usar reforçador, só que A gente não pode entender, na verdade, que nada é reforçador, tá? No caso da família, a família não é reforçadora. A família, a presença da família participa como reforçando alguma coisa. >> Pronto, pode reforçar um monte de coisa. A criança, coisas boas e coisas ruins. A
criança chora, a mãe chega próximo, ela tá reforçando um comportamento de chorar, porque na ausência dela é mais provável que a criança chore. Não sei se vocês conseguiram entender a lógica. Quem não conseguiu, mantenha o contato visual comigo. Não fuja para eu poder entender com expressões faciais, tá? A não necessariamente um reforçador vai ser algo bom. A gente precisa entender que reforçamento é um um processo que acontece com a gente o tempo todo. Tudo que a gente faz é porque isso foi reforçado de alguma maneira. Não pode não ter sido reforçado com a sessão do
Item, com um elogio, mas a gente teve sucesso nas coisas. Então, por exemplo, se eu tô com uma lesão no joelho e eu subo aqui com uma rotação externa do meu joelho e eu subi, eu senti uma dor, isso aqui vai inviabilizar eu subir, eu vou sentir uma dor e se esse incômodo para mim ele é desconfortável, essa resposta de subir dessa maneira, se eu conseguir perceber, não vai, eu não vou repetir ela mais. Ninguém precisa Falar para mim isso aí. Eu faço quase que intuitivamente. Na próxima vez eu giro o joelho um pouquinho pra
frente. Dessa maneira eu consigo subir e não sinto dor. Esse comportamento de girar o joelho de uma certa maneira e não de outra foi reforçado. Então um comportamento que é girar o na diante de uma escada, girar o joelho para um lado, esse comportamento não foi reforçado naturalmente. Reforços naturais. Assim que a gente Aprende a maioria das coisas com reforçamento natural. Ninguém precisou ficar elogiar, me entregar uma Mônica. Eu girei de uma outra. Então, uma resposta foi selecionada para ser mantida, que é girar o joelho, e a outra não. Às vezes eu vou esquecer e
vou girar. Aí, aí eu vou parar e voltar. E aí o meu organismo vai vai buscando estratégias para próximo de uma situação como essa me dar dicas de eu virar o joelho. Pronto. Então, só para finalizar, reforçamento é um processo. É. E aí a gente pode, entendendo esse processo, fazer isso, um procedimento. Como tem muitos alunos, especialmente com autismo, que não estão sensíveis à consequências naturais, a gente tem que adicionar poder naquela consequência final, que é entregar alguma coisa, mas a a tarefa é sempre ao longo do tempo esvanecendo, enfraquecendo essas consequências tangíveis e tornando
isso Mais natural na medida do possível. Mas tem alunos que podem passar anos sem intervenção e aí o processo de retirada nesses itens, né, de eh itens tangíveis se torna cada vez mais difícil. Então quanto mais rápido a gente começar a intervir para pessoas com autismo, mais chance da gente não precisar usar ao longo do tempo itens tangíveis como uma figura, como a presença da pessoa, né? Isso tornando consequências mais naturais. Responde. Pode entrar um pouco sobre positivo, reposto narrativo. >> Posso daqui a pouquinho? Pode ser. Pode. Senão eu vou perder a a linha total
de raciocínio aqui. Eu tenho os slides preparados para isso. Perfeito. >> Atividade. Vamos lá. Consequências para o contato visual no passe. >> O que que você pensou? >> Como para o contato visual? Isso. Desculpa. E aí eu utilizo mais item Comforçador ou forçador dele ou mais ou utilizo outra coisa para que ele consiga esse contato pessoal para fazer o passo de volta. >> Excelente a sua pergunta. Ela tá dizendo que usar, por exemplo, um item de interesse do aluno para fazer o rastreio, para ajudar ele a fazer contato visual, certo? Então, presta atenção, isso não
é consequência. Então, vamos lá. Eu vou gerar uma ocasião para ela fazer contato visual na Brincadeira de passe. Faz sentido para vocês? A, o contato visual já aconteceu? Não, tô gerando uma ocasião. A gente chama isso de estrat de estímulos antecedentes. Vou vou mostrar para vocês os slides que vai falar de reforçamento positivo e negativo. Estímulo, resposta, consequência. Eu vou gerar ocasião para que a resposta que comumente não acontece, que é contato visual, possa acontecer. E à medida que essa resposta não acontece, eu posso dar ajuda para que ela aconteça. E aí a gente chama
isso de tipos de ajuda. Tipos de ajuda. Então, posicionado e falado, olha para mim, é o estímulo antecedente. Ela não olhou. Eu vou dar uma dica, vou ajudar ela a rastrear e plum, olhou para mim. Isso aqui é um tipo de ajuda para ela olhar. Olhou, se ela olhou e ela gosta disso, eu posso usar esse mesmo Como consequência. Opa, desculpa. Então, o rastreio pelo item de preferência é um tipo de ajuda. Conseguiu entender? Não confunda, porque eu vou usar o mesmo. Posso, mas posso não usar. Posso usar ele mesmo como consequência. O acesso a
esse item vai ser a consequência para ele fazer contato visual. Prestem atenção. Se às vezes eu peço para ele olhar, ele Olha, mas é raro. E às vezes eu peço para ele olhar, ele não olha. Às vezes eu faço com isso e ele olha. Se eu der o mesmo item para ele, quando ele tem a dica, quando ele tem ajuda e quando ele faz com independência, existe a probabilidade aumentada dele dele responder com independência no futuro? Pensem comigo. Vou responder de novo. Estímulo antecedente. Ó, >> não tem menor ideia. Desculpa. Vou deixar bem aqui no
bolsinho. >> E entra isso aí. Não sei se entra. É só de enfeite. >> É só >> é blazer bicho. Blazer não tem botão, não tem. >> Aí vai perder melhor explicação agora. Então vamos lá. Aqui eu vou ajudar ele a emitir uma resposta. Estímulo, estímulo antecedente é olha para mim na atividade de passe. Fez, Olhou para mim, ele aqui olhou para mim, eu dou esse item, certo? Numa outra ocasião, não uso o item, falo: "Olha para mim". Ele olha para mim, eu dou o item. No futuro há mais chance ou é igual a chance
dele dele olhar para mim com independência? baixa chance, >> certo? Então o que que a gente tem que fazer? Pode falar. >> Não tava pensando dar um na minha cabeça porque eu tô aqui nessa parte do rastreo, né? Eu queria utilizar a bola >> e o item. >> A bola como >> primeiro só a bola e espero essa etapa toda o rastreio acabar e depois a gente bola. >> O rastreio no sentido ele fez o rastreou o item. Lembra o rastreio, você tá, pelo que eu tô entendendo, você tá usando o rastreio como uma estratégia
para ele Fazer contato visual, porque se for para ensinar rastreio, é outro objetivo. Eu estou, se você tá usando isso como ajuda, eu pressupondo que isso ele já tem. Faz sentido para vocês? >> Ele tá olhando pro item, pelo que eu tô entendendo, rastreando, ele tá olhando para que é o que ele gosta. E aí eu tô entendendo que ela vai fazer isso, não é? trazer na frente do rosto. Paraa hora que ele fizer contato visual, que é a resposta que eu quero, eu vou vou Disponibilizar uma consequência para que no futuro, a hora que
eu falar com o nome dele, é mais provável que ele olhe para mim, mesmo que com ajuda. Como é que eu vou fazer para que no futuro ele pare de olhar? Presta não, porque melhor para de olhar, não, porque ele não precisa do rastreio. Então, presta atenção. Que hora que ele vai acessar o que ele gosta? somente a hora que ele olhar para mim. Tão Entendendo? E tem que ser imediato. Olhou imediato. Pensa numa pessoa que não faz contato visual. Presta atenção. Eu vou fazer ajudar que ela olhando para o que ela gosta. E a
hora que eu trouxer aqui, pode ser que ela não olhe para mim. E aí eu vou trazer a hora que ela olhou para mim imediatamente. Pode ser então que eu use esse. Pode ser que eu use esse. Faz sentido para vocês? Mas tem que ser imediato, porque no primeira Vez talvez ela não consiga discriminar, ela não consegue perceber, ela não consegue ficar sensível que foi em função do contato visual que ela ganhou o brinquedo. Então, conseguindo entender a ideia, mas eu vou fazer isso uma vez, duas vezes, três vezes e aí a hora que ela
eh fizer o contato comigo, ela já fizer assim, ó, quer dizer que ela já entendeu que ela fez contato, ela já tá acessando o item. Só que aí, presta atenção, ela vai ficar dependente de eu Fazer isso. Então, o que eu tô chamando atenção para você é que quando eu uso rastreio, eu tô dando uma ajuda pro contato visual. Então, quando eu escrevi aqui consequência para uma resposta independente, uma consequência para resposta com ajuda, isso é resposta com ajuda. O ajudar com o rastreio com item. Conseguiram entender a ideia? E mesmo que ele não olhar
para mim, não olhar, não olhar, não olhar, eu vou Trocar de item. Eu não vou acessar. Ou posso até dar acesso a esse item, mesmo que ele não olhar, mas se eu der acesso a esse item, eu vou ter que dar acesso a um item que ele mais gosta sobre outras situações ou mais tempo. Então, se ele gosta apenas de bola, eu uso a bola para rastreio e contato visual, pode ser que ele fique desconfortável demais para não acessar o item. E aí, se eu não der o item, o que que vai Acontecer? crise, comportamento
inadequado, bater, arranhar. Eu não quero isso. Então, não quer, não é humano fazer isso. Então, você vai dar o item para ele. Só que você tem que dar uma consequência ainda mais poderosa quando tiver com ajuda e uma consequência ainda mais poderosa quando for independente. Porque aí se à medida que ele tem uma resposta espontânea, independente, tem uma consequência ainda Mais poderosa, no futuro aumenta a chance dele responder de forma independente. Faz sentido para vocês? É mais ou menos isso que você colocou? Problema é pular etapas porque quer que né? as crianças, né? Trabalhar assim
primeira desde o momento, desde ontem. Então, como a gente tá acostumado, a gente já quer já utilizando dois objetos. Além do rastreo, eu já quero que ele passa o passe e pegue a bola. Só Que não é de imediato, precisa chegar etapava e repetir. E não vai ser só naquele dia que ele vai fazer tudo ao mesmo tempo. Vai, vai, ele vai fazer só mais, vai só olhar para mim. Então a da próxima vez já vou colocar, vou colocar atrás de ele não dependência, né? Não é isso que eu tô que eu tô falando. Isso
>> isso. Todas as crianças a pessoas aprendem por meio das consequências. Todo mundo é que algumas pessoas Aprendem isso quase que espontaneamente, rapidamente, isso e as pessoas com autismo precisam ser ensinadas com mais detalhes, com passos mais detalhados. Então eu vou voltar por ontem eu levei um tempão conversando com vocês sobre isso. Se você não sabe o que quer, qualquer caminho serve. Para com isso. Bete energia em poucos passos e anda do que ficar correndo para todo lado e ter que voltar e se frustrar. Paquinho de cada vez. Essa atividade tem esse objetivo. A outra
atividade pode ter outro objetivo. Outra atividade e outro objetivo. Você vai fazer quantas atividades na sua aula? 5, 6, 4, 10, não sei. Algumas atividades vão ser mais, vão ter os mesmos objetivos, como por exemplo, aqui nós tivemos duas atividades pro mesmo objetivo, mas em outras ocasiões não. Certo? É com relação ao planejamento. >> Sim. Eh, é assim atividade, Eu vou até e a pessoa de dica >> esvanecimento de dica como não entendi. >> Ah, então a a o objetivo é reduzir a dependência de dica. Isso. Então vamos lá. Então a gente vai colocar como
objetivo, não é dependência, é independência de dica. Faz sentido para vocês? Então você vai pensar em atividades em que normalmente Ele requeira muita dica. Isso >> aí a minha dúvida é o seguinte, eu tenho número de possibilidade assim, ao meu ver, se eu quero tirar de uma criança digamos eh visual ou física eh focal, eu tenho que ajudar a fazer aí focal, >> certo? >> Certo. Que que eu botei? Vou ter total, >> certo? fazer o cruel ajudando, >> certo? >> Aí vai o segundo momento tirar da vista e ficar com coisa da vista vocal.
Mas aonde que eu boto isso? Eu boto isso long atividade ou na meta tarefas essa descrição? Excelente. Em lugar nenhum. Aqui você vai colocar isso no detalhamento, que é o documento que tá depois disso, que você vai detalhar. Então aqui ele é como se fosse o PE, mas essa informação que você tem, que você gostaria de, você já teve contato com o programa de ensino, Não é? O programa de ensino, ele não detalha essas informações. Exatamente. Ele não tá no PEI. Isso aqui seria análogo ao Pay. Ele é só como se fosse o seu cardápio
de atividades e a noção de objetivos. Cada detalhe desse vai pro detalhamento, que é um outro documento que vocês têm. Se você quiser colocar essa informação, >> um circuito em que você vai, olha só, ele tem dependência de ajuda. Você colocou ele numa atividade e ele não Precisou de ajuda. Essa atividade vai ser oportuna para ensinar a retirada de ajuda. Pensem comigo. Me ajuda, irmã do do Ronald. Você vem comigo. Vem comigo, Patrícia. Patrícia, me ajuda aqui. O aluno depende muito de ajuda para fazer as coisas, tomar banho, se limpar, fazer tarefa. aquele aluno que
não faz nada sozinho. É importante a gente ensinar independência para esse aluno. Então, Posso ter esse objetivo que, no caso dela, ela selecionou a partir das barreiras, da avaliação de barreiras em testes motores que nós fizemos ontem. Agora nós vamos pensar em atividades que possam oportuno fazer algo que antes com ajuda ele possa fazer com menos ajuda, certo? Eu peguei uma uma atividade de circuito e ele faz sozinho. Essa atividade é uma uma atividade oportuna, é um caminho para treinar Independência. >> Depende. Uma boa resposta. Vocês vão vocês vão ouvir demais. Alguém me conseguiria me
ajudar? Depende do quê? Obá >> depende do objetivo primário. O objetivo primário é oportunizar a independência. Essa atividade ele já faz com independência. É um caminho oportuno para ensinar independência, não é? Ah, eu trabalho com natação, eu quero trabalhar com isso. Ele já faz Independente, então vai escolher outra coisa. Isso é importante um título inicial, talvez, né, para criar um geral um vítulo inicial com a premista. é uma oportunidade para gerar um porque já temidades, né, anteriores, mas logo em seguida, depois desse momento, a estabelece as prioridades de ensino e >> e avalia sobre quais
condições são oportunos para ensinar isso, sempre >> não faz isso sempre. Estabelecimento de Vínculo é fundamental, especialmente no início, mas sempre, né? E aí, então o que que eu tô chamando a atenção para vocês? colocou no pula-pula, ele foi no pula-pula e faz sozinho. Pula-pula vai ser uma atividade para trabalhar independência ou retirada de dependência de ajuda. Não estão conseguindo acompanhar a ideia? Só vão pensar aquilo que num primeiro momento ele não, essa resposta não é provável de acontecer. E aí a medida que então como é que a gente Vai pensar em em metas para
isso? Nesse caso aqui, a retirada de ajuda não é o esvanecimento de ajuda, é a não ajuda. É a não ajuda. Então, pode ser um tempo sem ajuda sob condição que normalmente ele te puxa, que ele te cola em você, certo? A mudança no tipo de ajuda, ela vai ser uma parte do processo, por exemplo, para você tirar algumas dicas que são muito difíceis. Por exemplo, normalmente nas Terapias tradicionais de análise do portamento, eles colocam a dica física como a mais invasiva. A mais intensa na educação física não é. Eu vou ensinar para vocês que
não é. A mais intensa é de coral. É porque é mais difícil de tirar. O aluno fica o tempo todo esperando você falar o que tem que fazer. dica física que você, como eu vou ensinar para vocês, vocês vão treinar aqui, dica física é para trabalhar Independência do aluno. Você vai tirar a dica oral e vai usar a dica física. Eu vou ensinar para vocês. Então, ele é parte do processo, só que você só vai poder verificar que ele tá avançando nisso quando ele não tiver toque, quando ele for, você for se afastando dele. Certo?
Faz sentido? Faz sentido? Acho que sim. >> Eu vou ensinar para vocês daqui a pouquinho. >> É por isso que >> divisor de água desse curso com você. Tô te falando. Vamos lá. Então, a gente esboçou aqui e exemplos disso. Agora nós vamos passar paraa entrevista. A entrevista vai ser, não é Namnesei, vocês têm aqui no documento de vocês essa entrevista. Essa entrevista ela é fundamental, eh, especialmente quando você não tem acesso às avaliações comportamentais de desenvolvimento. Quando você não tem, ah, professor, o que que é avaliação comportamental desenvolvendo? já eu vou explicar, que são,
na verdade, as avaliações que vão mostrar aqueles atrasos do desenvolvimento, qual área tá mais ou menos comprometida. Existem várias avaliações sobre isso. Essa entrevista, ela vai levantar prioridades que a família entende pro seu, para sua intervenção. Ela vai gerar ocasião para Você ensinar um pouco do seu trabalho para explicar que os objetivos da educação física na sua intervenção vão além da parte motora. Então, peguem a entrevista, certo? Vocês já vão combinar com a entrevista com outros dois documentos que eu vou falar simultaneamente, que são os dois primeiros, que são termos de uso de imagem, que
são as duas primeiras folhas dos protocolos aí, e vai combinar com a ah o documento para Comunicação e equipe. Então, a entrevista é este e vocês vão ter os termos que são essas primeiras folhas aqui, a frente verso aqui, no meu caso, os termos de uso de imagem e eu de comunicação. Esse mesmo. Então, a minha orientação é que essa entrevista, se você for fazer, combine com a família. Família, eu preciso de pelo menos meia hora com você. fala assim: "Ah, eu preciso te te Entrevistar." Não, aqui o documento vai te ajudar. Qual é o
termo que você vai usar? Eu preciso levantar, identificar, que seria seria sinônimo de levantar, identificar a prioridades para minha intervenção com seu filho. Quando você fala isso, vai passar obviamente aquilo que a gente quer, que é ah, entender o que a família entende de preferência para o aprendiz. Se você falar que quer fazer uma Entrevista, ela vai achar pro TCC. vai achar que é para uma coisa que é só para você, não é pro aluno. Então, se você inverte o propósito, o propósito é pro seu filho, vou levantar prioridades para ele. E aí que nessa
ocasião você vai ter ocasião para falar do seu trabalho também para ela, para ela, para ele. Porque se você falasse assim, ó, posso ter um tempo para para te explicar o meu trabalho? Eu falo assim, ah, é, vamos marcar, vamos marcar sim. Depois Quando der, agora se você fala que vai levantar prioridades, já muda o contexto e avise que vai ser pelo menos 30 minutos. Professor, posso fazer por videoconferência? Pode, pode marcar online? Pode, professor, posso entregar lá na mochila pra mãe? A mãe entregar depois? Não, professor. A mãe não participa da vida. A mãe
que contratou o serviço, aplique com a mãe e na no meio da entrevista você vai perceber, vai ter uma pergunta Perguntando quem mais convive com o aprendiz que você vai atender, porque pode ser criança, pode ser jovem, pode ser adulto. A gente às vezes tem o costume de falar a criança, mas que é mais comum, mas não é um serve só para isso. Aí você vai perguntar quem convive mais com essa pessoa e aí vai entrevistar também. Professor, isso é pago? É. É, mas professora, não paguei pelo protocolo. Pagou, tá com vocês aí. Ah, Mas
a pessoa, o meu, meu colega de trabalho, eu vou dar para ele o documento. Aí é um problema de vocês e eu não tô me preocupando com isso. Aproveitem se vocês acharem que aproveito esse documento. No início isso aqui vinha com logotipo da minha empresa e aí eu comecei a achar que isso tava privando as pessoas de usarem uma ferramenta que as pessoas diziam que era muito importante. Aí ou o que que elas faziam? Ou não usavam ou tiravam o meu Logotipo e colocava o delas. Aí é é plágio, isso aí é a eh crime,
porque você tá usando propriedade intelectual de uma outra pessoa. Então, para isso, eu tirei meu logotipo. Vocês não vão achar no meu logotipo, só vai ter aqui uma legenda dizendo que esse é um documento produzido por mim e que é uma cortesia gratuita para qualquer pessoa utilizar. O que vocês não podem fazer é tirar isso aqui. Não tem meu logotipo, mas tem a Propriedade intelectual. Podem usar como professor, eu eh quero fazer com uma outra cor, né? Com o meu logotipo, posso fazer? Pode. Aí você vai colocar uma outra legenda colocando que isso é um
documento cedido, criado por Paulo Quereguini, cedido para uso, não é de propriedade da minha empresa. Você vai ter que escrever isso porque se alguém encontrar com isso, tirar uma foto, vocês podem ter problemas sérios com isso, tá? Eu sou bravo. Então vamos lá. Então podem usar e abusar isso com vocês. Esse documento, inclusive a a versão que ele está agora, ele não tá editável, mas todos os nossos documentos são editáveis. Já já a gente vai fazer ele editável. O que que é? >> Tem, mas é o anterior. >> Ah, >> esse aqui não tá editável
ainda. Que que é editável? Você pega pelo celular, pergunta pra mãe e vai digitando no celular, no tablet, no no computador na Hora. Aí depois você salva esse arquivo com o nome da criança e a data, tá? E já avisando, tem um Qcode aqui para se ela quiser conhecer um pouquinho mais sobre a modelo exerci, mas nós vamos colocar na próxima versão um outro QR code que vai ser acessável, acessível, né, pelo celular. Então, de forma que você vai poder escrever, acessar pelo celular, mesma foto, ele Escaneia o texto para você não precisar ficar digitando,
ele vai para um aplicativo, isso vai gerar um relatório para vocês, tá? Já tá em processo de parte final do processo aí de da desenvolvimento aplicativo para vocês. Então, vamos lá. levantamento de prioridades. Todo mundo tá com ele, professor. importante também ressaltar para aqueles que, por exemplo, eu e o Stefan, que são né isolado Direto, né, pela gente também colocar isso pra família e falar, né, que a gente tem essa supervisão da sua e quando não tiver mencionar como propriedade e falar também porque dá um embasamento, né, da família que a gente também tem aquela
aquela lei da hierarquia, né, de aluminação. Exato. >> Isso excelente. Se você trabalha para uma clínica, talvez não vai fazer muito sentido você explicar isso, né? Mas se você trabalha de forma independente e Você tá sob supervisão comigo ou com qualquer outra pessoa, é importante que você mencione isso. Fala: "Ó, eu trabalho sobre responsabilidade, sobre supervisão, sobre acompanhamento, consultoria. Cada um devente de uma certa maneira. Mentoria não vai nada particularizada, é igual para todo mundo, mas supervisão vai acompanhar o seu trabalho. Consultoria não vai acompanhar o seu trabalho, mas vai estar disponível para você para
tirar dúvidas. São sistemas diferentes. Então, se você tiver sobre supervisão, consultoria, é importante que você mencione isso, traz responsabilidade pr pr pra sua atuação, tá? E se você não estiver sob supervisão ou já esteve e não tá mais, não pode falar que tá sobre supervisão, tá? Isso aqui. Ah, mas da onde que você tirou esse negócio aí? Não é da não é da a sua empresa é rosa. Por que que você tá usando negócio azul? Ó, é uma cortesia de um professor que desenvolveu Esse protocolo e é dessa maneira que é para ser utilizado, tá?
Professor, quero fazer o meu rosa, só rosa. Me manda um WhatsApp aí. Eu vou querer dar uma olhada, beleza? Pode usar. Não vou, não vou falar contra, mas é importante deixar o autor saber, tá bom? Vamos começar. Cabeçalho, data de preenchimento, é o dia que você tá entrevistando a pessoa, nome do aprendiz E aí você vai colocar o nome do aprendiz. Só que aí existe um cuidado. Se por um acaso esse documento ele for rodar para outras pessoas, é importante que você não coloque o nome inteiro, você coloque apenas as siglas, tá? É o L,
no meu caso, P A C, tá? Isso é importante para que você não eh exponha dados sensíveis de um aluno para outras pessoas. Se é um documento só para você, talvez não tenha problema. Aí eu sugiro que a hora que você você For usar esse documento em ah em PDF e aí o nome do arquivo você coloca somente a sigla e a se você for usar sozinho, você coloca o nome completo dele aqui, tá? Data de nascimento é o do aprendiz, idade, sexo. Se você quiser colocar uma outra alternativa sobre sexo, aí tá tudo certo
também, né? Sexo e enfim, não tem problema, tá? Eh, quiser adicionar essa informação, nome do aplicador da entrevista, no Caso, é você, tá? Ou se você vai treinar alguém da sua equipe para aplicar tua entrevista, também pode ser. Ah, e aí eu pulei um pouquinho antes, né? diagnóstico se tem ou não. Se caso a família falar que o aluno não tem o diagnóstico de TEIA, eu posso continuar a entrevista? >> Pode, tá? A intervenção não é exclusiva para quem tem diagnóstico, tá? Nem de TEIA, pode ser para qualquer outro comprometimento, inclusive isso aqui Pode ser
pode ser útil para outras áreas, tá? E é importante você ter aqui o diagnóstico de desde qual idade, que você já vai ter uma certa ideia. Se vamos supor que você pega um aluno com 10 anos e pega que ele tem um diagnóstico de o diagnóstico de teia com 10 anos, você vai pressupor que o aluno teve intervenção até 10 anos? Que que você vai imaginar? Que ele teve intervenção até os 10 anos ou se não ou não teve? Não teve. Conseguiram entender A ideia? Agora, se você é é um aluno com 10 anos e
ele tem o diagnóstico desde os 4 anos, você fala: "Poxa vida, a chance desse aluno ter tido tratamento". Porque se alguém buscou o diagnóstico, provavelmente se engajou em saber alguma intervenção. Não vai garantir, mas a hora que você tiver essa informação, já vai te pensar assim: "Nossa, eu vou precisar saber então o que que ele passou de tratamento, o que que aconteceu com ele nesse período". Essa já é uma informação que já vai te preparando pro restante da entrevista, tá? Eh, nome da pessoa entrevistada, no caso, a mãe, o pai, a vizinha, babá, ah, o
avô, quem é que toma conta dessa pessoa, o cuidador e a com h a relação que essa pessoa entrevistada tem com aprendiz, sua avó, sua mãe, seu vizinho, tá? E aí a pergunta chave, com quem o aprendiz mais convive diariamente na residência? Aí a Mãe pode te dizer com a babá. Aí o que você vai perguntar? Posso aplicar essa entrevista também com a babá? Você me permite falar com ela, né? E se ela me autorizar a fazer essa entrevista com ela? Vai perguntar isso pra pessoa nesse momento. Mas ah, mas você não vai continuar a
entrevista comigo? Vou, vou sim. Porque é importante você saber do que família, mesmo que a família não conviva. Tem gente que familiares que não convivem com a criança, com criança, Com jovem. Mas é importante você saber o que que eles esperam da contratação do seu serviço, tá? Aí você vai também elaborar a condição para entrevistar a pessoa que mais convive. Aí tem algumas informações, né, de contato, endereço para você registrar, mantém seu contato e o convênio médico. Para que que serve o convênio médico? Não é para saber se a pessoa é rica ou cara ou
não é rica, nada para isso. Simplesmente para uma urgência. para uma Urgência. Se eu não conseguir falar com alguém, quem que eu busco? Só para uma urgência. E tomara que a gente nunca precise dessa informação, tá? Relacione três qualidades marcantes do aprendiz. Essa pergunta, ela é importante no sentido da gente eh entender a o que a família valoriza especialmente no aluno, mas ela tem uma outra um outro objetivo que maioria das pessoas não se preocupam na hora de fazer uma entrevista, que é estabelecer Um vínculo com quem tá respondendo. Quando você começa a fazer levantamento
de prioridade de intervenção, a mãe logo pensa que você vai fazer, vai perguntar os problemas, mas você começa a primeira pergunta perguntando a qualidade. Meio que coisa é essa? É o pairing, é essa, esse vínculo? Você vai iniciar essa pergunta dessa maneira para já começar estabelecendo ali uma ligação com aquelas pessoas que tá sendo entrevistada. A maioria não sabe, >> não sabem? É, pergunta eh que o problema, prontamente problema ela vem mais rápido, mas na hora que perguntar qualidade >> por isso e isso não é problema de ninguém, isso é é uma forma que a
gente tá sempre acostumado a olhar. >> E a mesma coisa acontece quando você prende todas as informações, depois você vai analisar criança, é totalmente diferente do que fala. Não >> é >> é indireto isso aqui. Então, ou seja, é a partir da percepção de quem convive, não é a sua observação, certo? o >> certo. >> E aí tem a a parte também em relação à criança se comporta geralmente também não sabem responder que não tá tendo comportamento agressivo, nada, né? Porque em relação à à casa geralmente ele não tem essa demanda por conta da proteção,
né? Ah, eu tenho tenho uma Crianças lá, né? Tem mãos, né? são mais velhas, talvez até mais novo que elas, porém não tem diagnóstico de >> Uhum. >> Só que elas, por serem mais velhas e terem esse diagnóstico, mas crianças funcionais, quase cara terapia, só que a mãe protesta tanto ela acaba com essa decidência. >> Sim, sem dúvida. E aí, eh, tem anos e a mãe dá umal, na verdade um mandoal, Ela cortou o bico na mamadeira para ele. >> Entendi. E aí então eu tava perguntando se ele colocava comida no prato, se ele se
vestia sozinho, porque lá o agente ele faz isso, >> ela não dá essa dependetência. Então quando a gente faz essa avaliação, a gente pergunta e às vezes ela diz que sim, chega na terapia e a criança não faz. >> Isso é isso é muito importante porque a gente não vai saber o que a criança faz. Aqui é claro para vocês é o que a gente vai saber o que a família pensa sobre isso. Isso vai te preparar um cenário, mas não é baseado somente nisso. Por isso que eu falei que é importante você ter avaliação
comportamental, que é uma observação e testagem direta do aluno. Faz sentido? Mas isso aqui você vai manter porque é importante em toda intervenção humanizada você considerar preferências da família, certo? Que eu ia eu ia falar, né? Eh, Recentemente eu fui entrevistada, né? E o que que acontece? Eu tenho uma visão do meu filho, meu marido tem uma outra visão dele e as pessoas só tem uma outra visão. >> Sim. >> E aí o que que uma uma amiga minha falando? a gente conversando, ela falou assim que ele quando ele estava comigo, ele era um tipo
de criança, ele era uma criança muito agitada que isso aqui quando ele tava com o pai dele era Totalmente oposto, era local isso e então quando a gente vai para uma entrevista às vezes só até diz que a gente tá mentindo. Olha o B quando ele tá comigo, ele é dessa forma. >> Sim. É importante a gente não superestimar o que é uma entrevista. Não é para superestimar isso aqui, não é? Se alguém tá usando entrevista para fazer somente isso, para fazer intervenção, é muito frágil, >> mas é fundamental tercer Não estabelecer pré-julgamento. Exatamente. Perfeito.
Eu vou precisar depois da sua pergunta, a gente vai considerar, tá bom? Pode, pode, pode fazer. Professor, tem um que não éista e quando não tem >> quando não tem diagnóstico, a entrevista pode ser aplicada. Tem esse material eh profissional que estão >> o que eu posso fazer é te empolerar de informações para isso. E você não é obrigado a nada. Você não tem que obrigar a pressionar eles. Você não, eu não sou obrigado a ir lá falar com eles. O que a gente é quem se sentir confortável para se dispor a fazer uma educação
física mais qualificada, um atendimento mais humanizado. Esse é o meu papel que eu tento fazer. Eh, e as pessoas podem, não precisam também ter essa, esse propósito de ter uma profissão. Ontem eu vi uma coisa muito legal no bar, que é a esse serviço, esse trabalho que eu tô fazendo Aqui, né? A pessoa falou para mim no bar, eu não vou olhar paraa pessoa que falou para mim isso. Eh, é um trabalho que é muito mais útil do que o trabalho, do que o material, a burocracia que me é pedida no serviço. Só que outros
profissionais só vão usar os documentos burocráticos. Por que que eu vou usar? Eu não vou ganhar mais fazendo esse mais serviço. Eu não vou ganhar financeiramente mais isso, mas eu vou fazer porque eu acho Que isso é pensando no aluno o que que eu deveria fazer. Se eu não soubesse esses documentos, talvez eu não tivesse recurso para fazer. Mas como eu tenho agora esses documentos, ainda que vai me dar mais trabalho, eu não vou ganhar mais nada do que isso, mas pensando no propósito que é o meu atendimento, eu vou fazer. Então isso é ah
um exemplo do que a gente precisa ter, pode ter uma comunidade, uma sociedade que cuida da gente, de nós. Então assim, eu eh eu me Solidarizo pela sua situação e o seu exemplo não é único. É é impressionante o tanto de gente que não só faz coisa que se tiver que pagar, né? você tiver que ser ganhando por isso. Eh, e eu o que eu posso fazer aqui numa situação é me solidarizar e explicar que a gente e dar exemplo de entregar mais do que o que eu me proponho pra área de vocês. Mas é
o que é possível, né? Te empoderar de informações para também se você quiser Pressionar a solidariedade. E tomara que isso possa te ajudar. Tomara. Então, essa primeira pergunta eh quantas horas? 10 >> 10:15. Vou segurar pra entrevista também, que também fiquei emocionado também. Ah, pra gente fazer e terminar e vai pro café, tá bom? Vamos lá. Então, essa primeira parte é importante que Vocês estabeleçam esse vínculo, esse afeto com o familiar, com a pessoa que tá respondendo. Às vezes não é nem familiar, é um cuidador que quem mais convive, tá? você segurar um pouquinho e
aí a gente vai passar pra próxima parte, tá? Próxima parte, relacione duas características que ele apresenta ou ela que mais comprometem a melhor qualidade de vida dele. O que que O que que mais compromete a Vida dele? Ah, ele não brincar, ele não compartilha brinquedos, ele não toma banho sozinho, ele não quer tomar banho. Você vai identificar quando ela contar um e dois para você. E por isso que não é para ter uma uma um uma carta, ela vai querer contar uma carta para você. Você vai precisar ter tempo para ouvir solidariedade. E aí você
vai resumir isso numa frase. Por quê? Prestem atenção. B. Meu meu slide que eu esqueci o passador tá embaixo, tá escondidinho. B1 aqui, objetivo prioritário. O que que ela escreveu? Não toma banho. Resistência a tomar banho é o B1. Da onde que você tirou? Da entrevista. Você fez quando? Não sei. Segunda-feira, dia 21 de agosto. Você vai colocar entrevista de levantamento de prioridades. 21 de agosto. Qual o objetivo? B1, que é o que Ela falou, não toma banho, não faz contato visual, não brinca com os amigos, não, não tem interesse por brinquedos, o que a
família entende que é prioridade. Aí eu vou começar a pensar no caso de atividades. Professor, mas aí eu vou ter a prioridade que a mãe quer? Claro, como não, gente? Impactar a vida da pessoa, não é? É, é reverberar para pra pessoa. Ah, mas eu acho que isso aqui eu não consigo pensar Em atividade para isso. Tá tudo bem, vamos passar pro próximo. Porque à medida que você começar depois compartilhar esse planejamento com o médico, com a família, com o terapeuta, eles vão entender que você tá valorizando o impacto pra vida dessas pessoas que mais
convivem com eles. Isso aqui é uma intervenção humanizada. Eu vou pedir para eu, eu eu eu sei que bom, tipo, vocês estão querendo compartilhar, vou Esperar só um pouquinho para terminar essa entrevista, senão a gente não consegue avançar com ela, tá? E peço desculpas, tá? E aí a gente vai colocar o objetivo se a gente entender que isso é possível de intervir no contexto onde você tá tá vai atuar com esse aprendiz. Professor, eu não consigo pensar em atividade, mas eu acho que meu momento eu eu consigo. Coloca lá B1, o objetivo ou B2, coloca
o objetivo da onde que você tirou e deixa em branco aqui. Daqui A pouquinho p vem um insight, porque você tá, sua cabeça vai ficar pensando nisso. Uma hora você vai ter um insite. Se você não colocar, você não coloca a sua cabeça para pensar nisso. Coloca lá. Nossa, isso aqui eu acho que é importante pra família. Poxa, ele ele come cocô. Eu não sei como é que eu vou fazer, mas eu vou pensar num trem. Coloca aqui, gente, isso aqui, se você tiver condição de Fazer isso aqui, você compartilhar esse documento, mesmo que ele
esteja em branco, você vai discutir com outras pessoas, com outros profissionais, com outros colegas. Aí você vai conseguir avançar. Ah, mas eu não consegui pensar em um mês, dois meses, deixo aqui, deixa. Vai continuando para baixo. Daqui a pouquinho você volta nele e pensa. Daqui se meses você tem uma ideia. Isso é fundamental pra família. Da onde que foi tirado, coloque a entrevista do Dia que você aplicou, porque daqui se meses se aplicar uma outra entrevista, pode ser que o seu objetivo já não aconteça mais. Você vai ver o que que aqui? Objetivo alcançado. Coloca
aqui. E aí você vai ter um outro objetivo daqui 6 meses da entrevista aplicada em fevereiro de 2024. Coloca o aprendiz uso de medicamentos. É a item C. Quais e com qual frequência? Para que serve essa informação? para que você consiga eh se antecipar em situações em Que o aluno possa estar apresentando um comportamento que não seja eh comum, regular, para perguntar se tá com tomando a medicação, para garantir que tenha tomado, se é que toma, né, para acompanhar se usa a medicação. algumas pessoas conseguem perceber ao saber da medicação, já entender o perfil do
aluno mais agitado, mais sonolento, com as questões de ah questões eh eh gástricas, tá? Então, ao ao você saber um pouquinho dessas informações, você já vai Entendendo o perfil do aluno, mesmo não tendo contato com ele ainda. Há profissionais que o acompanham, relacionam os nomes à área de atuação e desde quando? Isso é fundamental, porque essa essa pergunta vocês não podem pular ela, porque é ela que vai te dizer o seguinte: "Tem um psicólogo ou uma psicóloga ou tem um supervisor, tem um responsável que monta o programa." Aí você falou o seguinte: "Posso ter contato
com essa pessoa?" Para quê? Pra Gente poder alinhar objetivos de intervenção. A mãe fala: "Mas, mas ela fez sozinha o negócio até hoje, ninguém nunca quis fazer e você da educação física vai querer fazer". É, é uma uma abordagem, uma proposta que a gente vem trazendo nova paraa educação física de trabalho interdisciplinar. Se já acompanhou relevante, >> se já se já o quê? >> Se já acompanhou, já teve acompanhamento é relevante. >> Se já acompanhou. Ah, se já acompanhou, não acompanha mais. Sim. Então, por exemplo, tem um psicólogo que saiu há se meses. Eu posso
ter cont eh tem uma avaliação comportamental? Já foi feita uma avaliação, você pode me autorizar a falar com ele, se é que a família não tem acesso para acessar isso, porque às vezes não de nenhuma avaliação, ter uma avaliação h meses já vai te ajudar a ter uma noção dos objetivos. Uma avaliação de se meses é Melhor do que nada, certo? Faz sentido isso? Então essa essa é uma entrevista, a gente chama entrevista semiestruturada. A partir da resposta da pessoa, você faz novas perguntas. Desde quando? com qual tem uma avaliação, professor, como é que é
esse negócio de avaliação comportamental? Vou dar um parênteses e vou abrir com vocês esse documento aqui, ó, que tá antes da entrevista, ó, que tá apostila Para vocês. É um parênteses, tá? Para nessa questão e eu vou voltar com vocês nela já. É a D que nós estamos. É bem lá no comecinho, chama supervisor. Como faremos essa parceria interransdisciplinar? Esse aqui é um documento pra gente poder explicar o nosso trabalho e orientar como que a gente vai fazer isso de uma forma interdisciplinar. Então esse documento ele nessa versão que ele tá, ele tá de teste,
por isso que nós colocamos o logotipo e ele tá sendo utilizado por pelos supervisionados meus. Eu tenho disponibilizado para vocês, mas já aviso que a próxima versão que vier dele já vai vir sem logotipo, tá? Para vocês poderem usar indiscriminadamente, mas se vocês quiserem aproveitar as informações para um documento de vocês, não tem problema nenhum, tá? Próximo, você vai explicar que a hora que você fizer contato lá com o psicólogo, com o médico, como é que você vai explicar que você tá trabalhando nessa área. Então, aqui tem um resuminho para te explicar. Você vai mandar
esse arquivo em PDF, você manda um texto, você pode copiar se for o caso. No nosso caso, supervisionados vão mandar isso e tem a opção do supervisor ou do psicólogo, fonoodiólogo. Dá um check aqui, ó, que Entendeu? É um check lá no arquivo mesmo, não precisa fazer a mão, é no próprio celular, ele clica, faz um check. Se ele não tiver, se ele tiver dúvida, coloca uma interrogação. Então ele vai explicar o que que é o trabalho da educação física especial. Ele vai explicar como é que a gente vai fazer, vai para que que a
gente tá querendo esses objetivos prioritários, né? Qu o que que a gente vai trabalhar para além da parte motora. E aí ele pode Perguntar para você na seguinte, né? Por que que você tá me solicitando isso? Aí a próxima página já tá a resposta para essa pergunta. Por que solicitamos esses dados? Que é o que é eh já explicando, antecipando essa dúvida, né? Então, os objetivos que eu vou identificar através da avaliação comportamental, eles vão ser colocados no planejamento. Esse planejamento que tá aqui, ele tá na vertical, que é uma versão mais simples desse documento
Aqui, tá? Mas vocês vão é equivalente a esse aqui, tá bom? Então você vai sinalizar que você vai entrar com essa informação para essa pessoa, tá? Mas que documentos que você vai querer? Tá no próximo, que é a tal da avaliação comportamental de desenvolvimento que alguém nunca tinha ouvido aqui. Não precisa gravar, tá escrito, tá? Tá anterior? Então eu inverti aí. Então, então primeiro, né, que Documentos e por que eu solicito, tá? Então eu só inverti aqui porque não coloquei a página e ah, e aliás, tem página aqui para mim e fui eu que criei.
Vamos, vamos lá. E aí vai te mostrar quais são as avaliações comportamentais mais comuns. Tem o Ables, tem o Portage, tem o PIC. Ah, mas eu não sei o nome dessas coisas, não sei nem escrever. Tá aqui, gente. Facilita para vocês perguntarem. Tem alguma avaliação desse tipo? Mãe, Pergunte. Já foi feita alguma avaliação desse tipo aqui? Escreve, copia e cola. Deixa. Ah, mas o que que é? Pessoal pode perguntar o que que é. E eu não sei. Eu sei que é uma avaliação importante para poder prescrever a intervenção. Não sei. Tem, existe isso. Você já
tá mexendo os pauzinhos, começando a se incomodar. E aí tem planejamento, cheque, tem avaliação, tem um protocolo de conduta. Alguém já montou um protocolo de Conduta? É você perguntando pros outros profissionais. Isso pode passar pela família, porque a família pode te entregar diretamente, né? Tem uma avaliação de preferência que nós já fez agora a pouco. Existe uma eh avaliação funcional de comportamento problema que nós vamos falar daqui a pouquinho também, né? Para que que a gente vai utilizar? É para isso aqui. E aí alguém vai falar aí passar passando por essa. Mas o que que
você vai fazer Com esse documento depois que você preencher o fluxo? Tá aqui explicando a próxima página. Então tem aqui a família, tem você profissional e tem os outros profissionais, o supervisor. Então é você pedindo autorização pra família que você já começou lá na entrevista pedindo autorização pra família e não peça essa autorização somente por áudio, tá? Pede pra pessoa escrever, mesmo que seja no WhatsApp, eu autorizo você usar. Ou então você pergunta, você me autoriza? Gente, registre isso mesmo que for do WhatsApp. Você me autoriza falar com a pessoa, você me autoriza a ter
acesso ao documento, tá? Aí o fluxo é isso. A família autorizou, você faz contato com o supervisor, com a pessoa que tem um documento, você acessa esses documentos e no caso nosso ainda, com ajuda do modelo de exerciar esse planejamento. Mas vocês provavelmente não vão ter a minha ajuda, Vocês vão fazer sozinhos isso, montar planejamento. Montou o planejamento, o que que tem que fazer? Devolver. Você tem que devolver o planejamento, esse documento para a família e devolver ele recorrentemente para o supervisor, a pessoa que montou a avaliação, para ela poder entender para que que você
tá fazendo isso. E à medida que o supervisor, o psicólogo lá, o analista do comportamento tem acesso a isso, ele vai começar a ter uma visão diferente da Educação física. Conseguem ter ideia? É o papel de vocês contribuindo com a nova geração, com os colegas. tá leve, mas aí o outro não faz. Não sei porque que ele não faz. Não sei. É isso. Não precisa falar que ele é errado, tá errado. Não, não faz. Eu faço dessa maneira e eu entendo que isso é ético, isso é colaborativo, isso é pensando pro aluno, certo? E aí
então vai explicar e aí ele vai fazer um adicional. Você vai Explicar as medidas de sigilo que você vai ter com esses dados sensíveis do aluno, acessando por e-mail profissional, que você não você vai usar siglas, que você vai usar a forma de transmissão com segurança. Professor, mas esa aí eu vou acessar esses documentos do aluno, mas ele não tem que autorizar formal. tem que que ele vai ter agora vai na no primeiro documento que é os termos de Uso de imagem. Tá tudo amarradinho para vocês, tudo pronto, amarradinho para vocês. Termo de uso de
imagem seu e da e e pela família para você acessar esses documentos. Termos termo de autorização de uso de imagem. Esse documento ele tá para ser preenchido digital que vocês também tm no na pasta no drive para vocês na descrição do grupo. É a primeiro é a primeira o primeiro protocolo que tá na apostila de vocês. É o primeiro protocolo. Tem autorização sua, tá lá em cima, tá? Autorização a pela família e tem autorização sua como profissional. Professor aqui eu vou autorizar quem? duas coisas. Primeiro, para publicizar o que você faz pra família. Você pode
filmar o atendimento e permitir que a família faça. Professor, a família tem um psicólogo e tal. Eu tô tentando lá discutir como é que eu posso fazer o negócio do cocô, do contato Visual. Eu vou gravar o vídeo, vou compartilhar com essa pessoa que não é meu chefe, mas eu vou discutir com ele a partir disso. Então você vai gravar e você vai autorizar a imagem para o psicólogo, para a psicóloga assistir e sob determinadas condições, desde que ele faça essas coisas. Não vai gravar no no drive pessoal, ele vai apagar esses vídeos com uma
frequência, ele se ele perder, o que que ele vai fazer? Te avisar para poder mudar a Senha. São medidas éticas. A gente chama Lei Geral de Proteção de Dados. Se vocês não adotam isso, precisam adotar. Isso aqui é é página um do qualquer atendimento em análise de comportamento nos Estados Unidos. Aqui no Brasil a gente faz isso, a gente manda vídeo no WhatsApp, as coisas, tá? Se vai mandar no WhatsApp, tem que ter medidas de segurança o mais rápido possível, legal algo apagar. A gente precisa desabilitar acesso para algumas pessoas. só acessa Quem tem ah
permissão, quem tá envolvido diretamente. Então você vai autorizar a sua imagem. Bom, professor, mas se eu contratar um consultor, um mentor que possa me ajudar com isso, você vai autorizar essa pessoa. Nós quando damos supervisão, Sérgio autorizou o uso de imagem dele, o Leilson autorizou o uso de imagem dele pra gente poder assistir. E a gente explica a minha empresa quais são as medidas que a gente vai tomar de Segurança. Ah, mas ele pode querer autorizar para redes sociais. A gente não usa, mas pode ser que queira. Vocês possam ter, possam querer usar o o
o vídeo para redes sociais. Família não autorizou, não vai utilizar. A família autorizou, mesmo assim é importante que você tampe o rosto da criança. Ah, mas ela tá fazendo festa. É tratamento, gente. Tampe o rosto. Não use o nome, não descreva o nome da pessoa, não coloque a Cidade, tá? Mesmo assim. E aí, pra família autorizar você acessar esses termos, pra família autorizar você ter acesso ao vídeo do aluno, se você gravar e você quiser assistir a sua aula, sua aula dada, a família tem que autorizar você assistir essa aula gravada que você mesmo fez.
Mas fui eu que fiz, eu tava lá. Tem que autorizar, porque esse documento, esse vídeo, ele não fica gravado no ar. Ele Vai para um drive, ele vai para um celular, uma hora o celular é roubado, uma hora é hackeado, uma hora perde o celular, você vai levar para para conserto, seu notebook e as pessoas têm acesso a dados sensíveis. Então tem que ter autorização. Faz sentido para vocês? Usem e abusem disso, tá? Então agora voltamos lá pra entrevista. Ser autenticado. >> Autenticado? Não, não precisa ter autenticado, não, não precisa, Senão fica muito burocrático, tá?
Aí a gente volta então para o item D. Há profissionais que o acompanham, né? E aí com essa investigação, você perguntou e tudo, fez o caso, ó, eu posso ter autorização do uso de imagem, passa pra próxima. E qual é a rotina do seu aluno, do seu filho, da pessoa? Ah, vai de manhã pra escola, vai para terapeuta, você vai saber que hora que você tá atendendo, se ele tá mais cansado, menos cansado. Se você for um Personal, você pode inclusive pensar numa estratégia, uma exercício com função antecedente, que eu vou falar ainda, e colocar
isso antes dos momentos mais críticos do aluno. Momento onde ele pode se estar machucando, você vai colocar o exercício antes. Momento em que ele baixa prontidão, ele não se interessa por nada, você vai colocar isso antes. Para você entender a rotina vai explicar um pouquinho, né, da de como ele se Comporta o padrão, o perfil dele ao longo do dia, tá? Próximo. F, possíveis comportamentos, problemas. E aqui eu listei item, eh, situações que comumente eu percebo ah com os nossos aprendizes, tá? Se vocês acharem que existem alguns que não estão contemplados, você pode colocar lá
no 27 e 28. Eu tentei evitar termos técnicos porque algumas famílias não sabem nem o que que é ecolia, tá? Então, repetir sons, tá? Então, essas situações aqui eu Coloquei com termos e aí a gente tem uma legenda e isso é a percepção da família, não é o que o aluno faz. Presta atenção. Isso não é a mesma coisa. Parece, mas não é. Alguém lembra das das denorex? Quem da idade aí parece, mas não é? Ninguém lembra, né? Brincadeira. Você lembra? Benx, quem nasceu quando eu já tava fazendo mestrado não vai lembrar, >> né, viu?
Você não vai saber. Então vamos lá. Você vai perguntar pra Família a seguinte situação. Quais são eh na sua percepção o que é que mais eh em que em que grau isso compromete a vida do aluno? Tá? Evitar pessoas, isso é um um comprometimento? Eh, ela sai lá achar que isso não, isso não é um comprometimento, ele não tem problema com isso. É S. Se ela achar que isso tem, às vezes é leve, você colocar L. Se ela falar que é frequente, muitas vezes, mas não é sempre, é F. Se é Intenso, se isso é
sempre, acontece. E se ela não sabe responder, porque é possível, coloca N. E essa mesma você vai perguntar item por item pra família. Pergunta, me ajuda. Itens marcados com qual letra eu vou ter mais atenção paraa intervenção? >> I e F, começando pelo I, certo? Todo mundo entendeu? Que são aquilo que mais se compromete na percepção da família? Aí o que que você vai fazer? Pega aqueles que ele sinalizou com i, desde que sejam plausíveis para você pensar em intervenção, desde que tenha condição, você pode pegar aquele item. Então, por exemplo, 10. Então, ó, é
a letra F da entrevista, o item 10 do item F. Então, você vai colocar F10 aqui. Entenderam a lógica? >> Hã? O 10 é mau humor irritado. >> Isso. >> O 10 você vai colocar F10. Entendeu porque que é F10? Porque aí tem é o item da entrevista aqui, ó, em cima. >> Hã, >> o 10 perquentemente >> o F. >> O F >> não. Então, desculpa, ó. F. O F nesse caso aqui não é o F de frequente. Não é o F de frequente. Nós estamos contando a letra da entrevista. A B C D
E F aqui em cima, ó. É em azulzinho. >> É o item 10. F10, assim como pode ser o F1, F2, F3, F4, até o F28, que você pode adicionar dois. Você não vai precisar colocar qual intensidade porque já selecionou da entrevista. Então você vai colocar F, o número que você entender, que pode ser vários, inclusive F3, F5, F28, certo? Da onde que você tirou? Tem que colocar entrevista de levantamento de prioridades no dia que você aplicou. Coloca aqui junto com a primeira, com esse código F5, F10, F6, você coloca pela primeira vez o nome
do objetivo que é aqui evitar pessoas, contato visual, fazer xixi, coloca aqui. Aí depois quando se você for fazer mais atividades para esse mesmo objetivo, você coloca só o código porque já vai tá escrito aqui. E aí depois nós vamos pensar em atividades que possam oportunizar, Intervir sobre isso. Então aí faz xixi, faz xixi e sem pedir. Então nós vamos tentar pensar em atividades que ele vai precisar tomar água para que vai ser uma oportunidade dele fazer xixi e ensinar a comunicação para ele, de pedir qualquer sinal que você percebeu que ele tá assim, você
vai ensinar ele a comunicar. Professor, mas eu não sei fazer isso. Por isso tem que ser colaborativo com mais pessoas. Professor, eu tô sozinho, não tem mais ninguém que intervém sobre Isso. Não coloca esse objetivo, por é melhor você não ajudar do que você atrapalhar. Tudo bem? Por isso que pode ter vários objetivos. Você vai selecionar aquilo que você entende que você pode contribuir e vai tá descrito. Você não tirou isso da sua cabeça, do seu bolso da do currículo da educação física. Não, você tirou porque isso faz validade social. Importante pra família, importante para
esse aprendiz. Mas por que que é esse? Porque esse é o intenso. Esse é o f. Dentre as características da família, colocou que esse é intenso. Se você quiser colocar mais alguma informação, desde quando, com quem, você pode colocar aqui embaixo. Você pode adicionar esse texto. Agora, G e H é sobre alimentação e sobre o sono. Se o sono e a alimentação são péssimo, ruim, regular ou bom. E se essas coisas são sempre ou às vezes. Então ele pode ser ruim às vezes, pode Ser ruim sempre, pode ser regular, pode ser péssimo às vezes, péssimo
sempre, tá? Então você vai adotar isso aí, perguntar se não é sempre, né? Então sobre quais condições ele dorme melhor? Ele dorme dorme mais ou dorme menos? sobre quais condições. Tem algumas coisas que não vão estar ao alcance de vocês. Aí o dia que ele dorme com a mãe, ele dorme melhor. O dia que dorme com o pai, não dorme melhor. Você tem alguma coisa para fazer? Não sei se tem alguma Coisa para fazer, mas às vezes tem. Ah, o dia que ele não vai pra escola, ele ele tem isso. Então, talvez seja pensar em
exercícios que você possa orientar a família no dia que ele não vai pra escola para gastar energia dele. É o seu trabalho treinar a família para isso. Leva um dia a família para poder ensinar algumas brincadeiras. O que é que tal ao seu alcance? Não sei. Se você não tiver essa informação, não tem nem como pensar Sobre isso. E na percepção da família, quais são as áreas que estão mais comprometidas? Então é, na sua opinião, comparado com os colegas da mesma idade, como você entende o grau de desenvolvimento da comunicação? É típico. Ela pode não
saber o que é típico. O que que é típico? Comum. É parecido com o dos com os coleguinhas dele. Não, me parece que é mais desenvolvido. Vai colocar lá mais Desenvolvido. Não, me parece que ele tem ele tem um pouco de atraso. Parece que ele é meio, ele não sabe falar algumas coisas, um pouco de atraso. Não, ele é totalmente longe da parte da comunicação com os colegas. É muito comprometido. E isso serve para as outras coisas. Para que que serve isso? Porque à medida que você começar colocar objetivos aqui, você vai começar a perceber
se as áreas são mais focadas em comunicação, mais focadas em habilidades Sociais, mais focadas em a parte motora e elas têm que estar batendo com isso. Então, se o maior comprometimento que a família vê é motor, vai ter mais objetivos motores aqui. Se a família entende que o maior comprometimento é social, provavelmente aqui vai ter mais objetivos dessa natureza. Faz sentido para vocês? Para vocês equilibrarem? Alguém deve estar se perguntando, vou fazer tudo isso todo dia? Não, vai ser pós café. Eu explico para vocês Como é a participação nas aulas de educação física regular. Não,
ele não participa. Já participou, não participa mais. Ah, ele fica lá parado, ele fica lá brigando com as crianças, ele já fez uma coisa, mas não faz mais. Ella vai dizer isso para vocês. Aí você vai investigar desde quando? me diz um exemplo aonde teve esse conflito, né? Me situações em que foram positivas. Me conta um pouquinho mais sobre isso. Você vai dizer aqui para que que vai servir Isso se você tiver disponibilidade, você fala assim: "Posso fazer a visita à escola?" Se ele, a não ser que ela fala assim, não, não tem, tá? Ele
participa plenamente, aí resolveu? Não, mas às vezes ele tem um conflito, você vai investigar um pouquinho, você fala: "Posso posso visitá-lo na escola um dia na educação física escolar?" Se é que você tiver disponibilidade, se você não tiver Disponibilidade, nem levanta isso. Ou se você pensar que alguém possa, você possa treinar alguém para ir lá, você vai aplicar uma avaliação de engajamento em ambiente coletivo. Tá lindo, tá amarradinho isso para vocês aqui, gente. Vocês vão lá na escola identificar barreiras de participação da educação física escolar lá com eles, tá? Você vai perguntar isso pra pessoa.
Pronto. Descreva uma linha do tempo dos principais envolvimentos positivo e Negativo com a prática de exercício físico. Você vai perceber atividades, por exemplo, que ele gostou de uma atividade de natação, mas pode ser que não goste de judô. Aí que que você vai pensar? O esforço físico de natação e judô é praticamente o mesmo. Só que um tem mais demanda social, o outro tem menos demanda social. Pode ser que seja esse o comprometimento, n? Ele gosta lá na no judô porque na verdade ele tem muito vínculo com o professor. Ah, Provavelmente ele não faz nada
na aula de judô, só fica mimado pelo professor de judô. Ele não gosta de uma faz uma coisa, mas não faz em outra. Você pode investigar essas situações, entender aonde você pode contribuir com um profissional ou outro. Ah, professor, mas então você quer dizer então que a depender da situação você vai substituir o professor da de esporte ou de educação fiscolar? Não. Vamos trabalhar colaborativamente, entender aonde tá Barreiras aqui e a gente vai trabalhar para aumentar a probabilidade disso aqui também ser bem-sucedido. Você não vai ser competidor dessas pessoas profissionais. Você vai colaborar com esse
processo, porque a mãe vai falar para vocês isso agora. Tô te contratando para isso e aí eu vou tirar ele da escola, tá? Porque ele quando tem muito conflito lá, briga demais. Você fala assim: "Não, eu não posso falar para você não tirar, mamãe, Mas eu acho que valeria a pena você manter. Eu vou lá investigar e vou fazer uma intervenção para que também ajude ele ter melhor participação lá. Você não vai, você não vai tirar trabalho de ninguém, tá? Teve ou tem alguma doença ou distúrbio, para que que serve essa informação? Para você não
fazer alguns exercícios. Tá? Tanto de ah, ele tem eh ehpisódios de convulsão, então você não vai levar ele para ambientes abertos, você vai Tomar cuidado, se tem a medicação para isso, você vai tomar cuidado para evitar esses ambientes. Ah, ele tem uma lesão, né? tem eh síndrome de D, então ele pode ter uma pode ter frostidão articular, você vai tomar cuidado para essas situações, ele tem eh diabetes, então você vai ter que tomar muito cuidado para que isso não seja, né, um complicador no processo de intervenção. Relacione três coisas que ele mais se interessa ou
gosta de fazer. Essa aqui Serve para duas coisas. Primeiro para você utilizar como consequência de fazer tal coisa, né? fazer esse desempenho aqui, acessar isso faz sentido para vocês até a eh saber essas essas atividades que ele mais se interessa, mas existe uma outro objetivo tão importante quanto esse. Presta atenção. Vamos pensar que o aluno tenha comprometimento em contato visual e ele tenha comprometimento em imitação. Só que o comprometimento dele em contato visual é mais grave. É mais grave. Ou seja, se é mais grave, é pouco ou muito provável que ele faça contato visual espontaneamente?
Pouco provável. Imitação, ele pode ter comprometimento também, é, mas não é intenso como esse. Uma pergunta de milhões para vocês aí. Eu entendi que ele tem atividades que ele mais prefere. Eu vou colocar o treino de contato visual, que é o mais comprometido, na atividade que ele mais prefere ou na que ele menos prefere? naquele >> mais prefere. Por quê? Porque se eu colocar uma atividade que é pouco provável dele emitir contato visual numa atividade que ele não gosta, ele vai embora dessa atividade. Então as áreas mais comprometidas, aquilo que foi sinalizado antes como i,
Eu vou colocar em atividades que ele mais prefere. Consegue entender a ideia? porque aumenta a probabilidade de você ter ali ocasião para mantê-lo na atividade. Então vai te dando essas essa entrevista, ela não vai te direcionar apenas para isso, mas para equilibrar isso aqui também. Contextos em que podem ser permitidos para isso. Ele não gosta de nada da atividade física. Beleza, tentei. Não tem fazer o quê? Tá, vamos passar Pro próximo. N. Me perdi na entrevista aqui. Documento aqui, ó. Me perdi N, né? >> Eu perdi minha aqui minha entrevista. Se tomar duas ritalinas, às
vezes não vai uma só não vai dar não. Relacione duas coisas importantes que ele menos se interessa. Algumas coisas pode ser interesse para você, outras coisas não. Ah, ele não gosta de matemática. Pode ser que seja difícil de você Trabalhar com ele, mas pode ser que você consiga ter oportunidades de brincar de matemática num atividade que ele mais gosta, de amarelinha, de arremessar, de escalar, de nadar. Você possa começar tirando essa situação mais desconfortável de fazer tarefa de matemática com ele. Pode ser, mas pode ser que talvez ele dificuldade de brincar. Você vai talvez talvez
ter esse objetivo para ensinar a brincar. relacione três coisas que ele mais gosta De comer para talvez você poder precisar usar caso ele não goste de brin de brinquedos, talvez ele não goste de elogios, você vai ter que usar alimento, tá? Podendo inclusive. E aí, como é que você vai usar alimento, pessoal? Ou você usa um pedacinho maior de um alimento, por exemplo, um gomo de laranja, e você troca por fichas se você treinar isso antes, ou não. Ou você pega um gomo desse e corta em oito pedaços, um gomo de laranja, oito pedaços. Mais
mas é Muito ridículo, professor. É, quanto menos você dá, menos a chance dele saciar e mais ele vai querer de novo. No meu pesquisa de doutorado, eu peguei aquele pingo de ouro, pingo do ouro, o menorzinho, tem o maior, tem o menor. O menorzinho eu cortava em dois, dava na mão, não. Ou eu colocava luva, ou separava um por um e entregava para ele, para ele pegava, comia. Nossa, meio pingo de ouro. Baconzito, dá para cortar em quatro. Baconitos não dá. Eh, fandangos dá para cortar em quatro. Legal. >> Fine dá para fazer um mês
inteiro. >> Por que que é o problema do finine? Porque gruda no dente. Aí, meu amigo, é o complicado. Tem que ser uma coisa que, ó, plf e passa. Vai embora. Tem que ir. Tá fine. Só vai usar se não tiver mais nada. atendimento três para três para >> com surdo. >> Sus >> no SUS. >> É. >> Aí você tem que pedir pra família trazer alimento. >> Não. Sim. A gente pedacinho, por pedacinho, por pedacinho. Utilizando de também. >> É falar pô presa do SU. É porque é SUS, né? Vamos falar. >> Não, não
é porque é SUS, é porque é eficaz. Tem algum documento para poder assinar para autorizar o deor? >> Boa pergunta. >> Mas geralmente é a família que traz. >> É, pode ser um combinado com a família para isso, mas não, eu não, eu não, eu não tenho, eu não dispus ainda um documento para isso, mas é uma boa. Me ajuda anotar pra gente poder ter isso. >> Mas você pode ter em relação a à le, né? alergia. Exatamente. Perfeito. >> Às vezes também dá mais uma sala compartilhada, por exemplo, atendimento. Às vezes acontece de compartilhar
um alimento. Você tem que ter cuidado. >> Aí vem a letra P. Eu escolhi aleatoriamente para ser a letra P o que eu mais gosto. Você vai orientar a família. Ninguém entendeu porque que é o P, né? É porque não é Palmeiras, é porque Paulo. Relacione três aspectos que você Considera que as aulas de educação física mais poderiam ajudar na vida dele. Que que a família vai falar? Andar de bicicleta, brincar com os colegas, chutar bola. Vai falar assim: "Claro, isso é excelente, isso aí é fundamental pra vida dele. E eu compreendo que isso, mas
eu acho que a educação física pode ir além. Vai falar para ele. Pode ir além. Nosso escopo de intervenção é para além da parte motora e física. A gente pode Contribuir com ensino de habilidades sociais, reduzir comportamentos, problemas. A gente pode ensinar habilidades básicas de asperar, de contato visual, de imitar. A gente pode contribuir, mas quando você prendeu isso? Você virou psicólogo, você fez graduação psicólogo, não. Esse é um conhecimento que transpassa a a a áreas específicas de intervenção. A gente pode, a nossa o nosso escopo da educação física, embora esteja muito Ligada à parte
motora e física, você vai falar que ela ela vai muito além dessa área. Você então é uma a gente chama de uma pergunta psicopedagógica, é para ela responder e você já gerar a ocasião para você orientar. Faz sentido para vocês? Se você pedir para ela para explicar esse trabalho, ela não vai te dar, não vai te dar ouvido. Mas à medida que ela responderu, você tem a ocasião para para orientar, porque ela não precisa ser Obrigada a saber sobre isso. A gente precisa se quiser, orientá-los, tá? Que você considera que ele pode aprender algumas habilidades
através das aulas de educação física especial que podem melhorar algum aspecto da qualidade de vida de quem convive diariamente com ele. Ela fala assim: "Mas como? Pera aí. Você tá perguntando se a sua aula de educação física pode contribuir paraa minha vida. É, uai, o que você acha que eu a gente pode Intervir com o seu filho que pode melhorar a sua vida, a qualidade de vida do seu irmão, do dos irmãos dele, das pessoas com quem ele convive? Ela, caramba, não sei. Esse é um exercício que é fundamental que a gente tenha, pessoal, para
reverberar, para que aquilo não seja uma intervenção em si própria ali só no nosso atendimento. Se possa implicar na vida. Faler >> eu tive um pouco de dificuldade nessas Duas perguntas, a e bem parecidas. >> Isso. Então, isso, >> mas só que não temidade, uma é educação física e outra educação física especial. É, não, mas é, mas pode tirar o especial se quiser, mas não é essa diferença. A diferença é a P é objetivos para além dos motores, aquilo que a família imagina que é comum da educação física. E a gente vai ter ocasião para
explicar que os objetivos vão além da parte Motora. Só >> pro aluno. >> Eu fiquei na dúvida se era a educação física que ele ia fazer comigo ou a educação física que ele faria na escola. >> Ah, confere. >> Não, em ambas situações com você. >> Comigo? Isso com você. O que você espera que ele aprenda na minha intervenção com seu filho e o que que a família espera que a minha intervenção com seu filho traga de impacto para outras pessoas Para além do seu filho? A família fala assim: "Nossa, mas se ele aprender a
tomar banho sozinho, eu consigo mexer no celular. Se ele conseguir ficar quietinho um pouquinho, esperar, eu consigo ir na festa de aniversário dos meus colegas. Se minimamente ele não tiver tanto dependente de ajuda comigo, eu posso ir para um bar. Misericórdia, gente, isso aí vocês não tem noção do impacto que tem pra vida das pessoas. Isso Não tem noção. É muito impactante. E posso você pode dar esses exemplos pras pessoas, que as pessoas às vezes nem pensam nisso, tão tão concentradas que a vida delas é o aluno, que esquecem de viver a sua própria vida.
E a nossa intervenção para ela ser humanizada, ela precisa ir além. Então essa é uma pergunta que é fundamental que vocês tenham um tempo para orientar pra família pensar em coisas que às vezes eles nem pensaram sobre isso. R. Você entende que haja algum tipo de dificuldade ou barreira que eu possa enfrentar no atendimento dele? Ah, ele tem dificuldade de de fazer o que é pedido. Ele tem ele cospe, ele ah não imita, ele não gosta de brincar. Aí você vai falar assim para eles: "Isso aqui não vai ser a minha dificuldade, isso aqui vai
ser o meu objetivo de intervenção. Isso aqui não vai ser o problema para mim. Isso aqui vai ser o meu objetivo. Você muda, você inverte o mindset da intervenção, tá? uma brincadeira e você vai inverter você aquilo que é aparentemente um problema visto é a é a é a o objetivo que você vai buscar intervir. Vamos para finalizar. Descreva principais justificativas e objetivos esperados para ele com as aulas de educação física em curto prazo e em longo prazo. Em longo prazo você vai registrar na sua planejamento em longo prazo, mas os objetivo em curto prazo
pode inclusive vir para cá. Ó, se a família ensinou a andar de bicicleta, pode o objetivo vir para cá, mas objetivo de andar de bicicleta pode vir inclusive para cá, ó. Você pode andar, ensinar a andar de bicicleta para ensinar a tolerar mudança de rotina, que a família não tá esperando isso de você. E aí você vai ensinar andar de bicicleta Como um objetivo secundário. Então, conseguindo entender a ideia? Você não precisa necessariamente deixar de atender ao que a mãe pede ou que a familiar pede. Ah, ela quer que joga basquetebol. Puxa vida, ele não
consegue nem olhar pra bola, velho. Rastrear a bola. Tá bom, vamos colocar basquetebol, sabe? Rastreio visual de bola. tá trabalhando no contexto. A mãe não vai saber que você tá trabalhando em sar. Pode saber, pode, mas você pode Estar trabalhando na basquetebol, né, ou habilidades de basquetebol. Entende que sejam necessárias adaptações na rotina, comunicação, sensoriais, pedagógicas, equipamentos que sejam fundamentais pro convívio com aprendiz. Ah, olha, é importante que ele use o cartão, é possível que ele use o o como é que chama? colar. É importante que ele usa um painel de comunicação, ele tem economia
de fichas, ele precisa usar o fone de ouvido, Peí te dizer, você já vai se preparar antes mesmo de atender o aluno. Ah, já existe economia de fichas? Quantas fichas são? São cinco, são 10, são 20, tem packs. Como é que eu posso utilizar? Ele pode carregar isso. Fone de ouvido é dele. Você vai já vai saber essas informações para se preparar. Não, ele, né? Olha, acho que é importante o dia que ele tá muito quente, ele pode ter epilepsia, um um um episódio. Você não, nessas ocasiões, Você vai tomar mais cuidado com isso, intervalos,
tá? tá finalizando o se aprendiz apresenta comportamentos agressivos, autolesivos ou destrutivos, ainda que ocasionalmente, você é que consegue descrever o que que é um gatilho, o que que desencadeia, o que que é um precursor, o que que é um antecedente para acontecer isso. Se não, se não ocorre isso, coloque não Se aplica. Tem aluno que não apresenta essas coisas, mas se é, ah, é porque quando tira o item dele, é quando ele tá cansado da tarefa, é quando tá. Então você vai se preparar para essas situações para minimizar que elas aconteçam. Estratégias preventivas. Tudo bem
para vocês? Conseguiram entender? E para finalizar, a última folha. Relacione. Não, >> perdi minha folha. Não pega A apochila. Só apochtila mesmo. Aqui >> eu já perdi tudo. Eu isso porque é a 26ª vez que eu dou esse curso, gente, e perco as coisas. Ã, entrevista. Obrigado. Obrigado. É isso mesmo. Se na questão anterior houve a descrição de algum comportamento desafiador, agressivo, autolesivo, o que costuma funcionar para prevenir, para minimizar, para gerar sear essas Ocasiões? Talvez a família não saiba, mas se ela souber, você já não vai começar do zero. Você vai se preparar para
isso, vai poder dialogar com a equipe, vai se preparar pra situação. Se acontecer, você não for pego de surpresa, tá? Algum assunto que seja da sua dúvida, sugestão, consideração que você julga importante, que até agora você não me falou, tá aí. E se precisar de mais informações, você tem espaço. A qualquer uma dessas perguntas podem ser Ocasião para você colocar o código aqui e ter objetivo. Qual código? A, B, C, até o X. Até a última coisa. Pode ser que ela não tenha te falado. Você coloca X X1 e vai colocar a atividade. Da onde
que você tirou? Da entrevista feita em tal dia. Acha que esse documento ajuda para vocês a intervenção? Então, então usem, abusem, compartilhem, tá? E façam um bom proveito disso. Vamos tomar um caféo. Ele é editável, vocês podem não podem fazer a mão, mas vocês podem ter ele também na versão para computador, para celular, para iPad. Vocês podem digitar. E nesse caso aqui é um exemplo de pedir coisas adequadamente. Como é que alguém que já estuda a análise do comportamento, como é que chama esse operante verbal? Como é que chama esse operante verbal? >> Mando é
um termo técnico que eu não vou ficar colocando aqui porque à medida que As pessoas não souberem o nome vão se sentir desamparadas. A gente não precisa necessariamente ficar usando o termo técnico. O termo técnico ele é importante para facilitar, agilizar a comunicação de os profissionais e saber do que tá falando. Mas quem não souber vai chamar de pedir por coisas, pedir para sair, pedir para acessar tal lugar, tá? Nesse caso aqui pedir adequadamente, tá? Da onde que foi tirado? Do levantamento De prioridades realizado em 15 de dezembro de 2022. Atividade circuito um. O aprendiz
deverá subir no step e em seguida passar por baixo de um arco, apontar pelo item de preferência. Onde que tá o mando? No apontar. Ele não vai ser um mando oral, vai ser um mando gestual. Mando ele independe da forma, desde que você seja uma um um uma manifestação, uma uma forma mesmo, né? Uma topografia que solicite tais coisas. Então aqui ele tá apontando pelo item de preferência. A gente vai incluir um monte de coisa física, motora pro indivíduo, tá? E aí tem a resposta com independência, elogio com empolgação, mais o item de preferência. Uma
resposta de apontar que ele não faça com o independente, que a gente precisa dar ajuda para ele. É uma resposta com ajuda. Eu vou dar elogio somente. Eu vou dar o auxílio e dar elogio. E se for uma resposta errada, eu vou reapresentar a tentativa e fornecer apoio físico. Então, se ele não faz, então eu vou reapresentar a oportunidade dele dar o item, né? Vamos supor que a criança não aponte, ele vai lá e pegue o item de novo. Então eu vou eh dar um tempo para um aluno pegar o item, eu vou retirar e
dar outra oportunidade para ele, certo? Só que o acesso a esse item, quando ele fizer com independência ou com ajuda, tem que ser Muito maior do que quando ele fizer ir lá e pegar diretamente. Quando ele, a gente chama de operante, né? ele vai operar diretamente pelo item. Ele não tá pedindo pelo item, ele tá pegando, ele tá operando no ambiente. Então a gente precisa, os indivíduos, nós aprendemos a algumas coisas não pegar diretamente, a gente a pedir apontando, falando, escrevendo, né, orientações, solicitações. Então são formas de pedido que aumentam a probabilidade de Participação inclusiva.
Meta um, estender o braço em direção ao item de preferência, de forma correta e independente, mas com baixa prontidão. aquele aluno que faz assim, mas não tá com a prontidão, eh, quais com baixa prontidão nas 10 últimas tentativas registradas. Meta dois, apontar para o item de preferência de forma correta, independente nas últimas tentativas registradas. Então, o que a gente mudou aqui é simplesmente Aquela prontidão, que é o que a gente tá querendo com o aluno ao longo do tempo. E aí isso podem ser aumentadas as metas. Objetivo secundário, equilíbrio. Pode poderia ser adicionado outro. Quando
que foi registrado isso? 4 de fevereiro de 2023. Então, olha, entrevista foi lá no final de dezembro, final de dezembro, no mês de dezembro. E aí esse planejamento só foi feito em fevereiro. Não tem problema isso. Objetivos Secundários. O item de preferência é a mamadeira e o tablet que a gente tá usando. É a informação pra gente poder lembrar para o que que ele vai pedir. Ele vai pedir por esse item, certo? Para além disso, a gente pegou aqui outros objetivos que não precisam necessariamente vir da entrevista, de levantamento de prioridades. Ele pode ser feito
por uma observação do próprio profissional. Então você pode ir lá na Escola, tem a aplicação da da de um protocolo muito detalhado que eu vou trazer para vocês, mas você pode ir lá e, ó, observação em aula na educação física escolar. Você foi lá e olhou sua própria observação que você fez em 22 de de novembro de 2022. Qual o que que você def? Ah, eu quero trabalhar com a postura para andar. o aluno que faz desse jeito. Eu observei, então eu atribuí um código A. Só aqui Embaixo é uma outra atividade para trabalhar isso.
Eu poderia ter colocado apenas a, poderia ter colocado o idem aqui, porque é o do mesmo lugar. Observação tirado em. Então é o mesmo objetivo, ó. Postura para andar, postura para andar. Qual a atividade um que eu vou trabalhar, oportunizar para melhorar esse comportamento? Passo, passo lateral. Realizar deslocamento lateral com caneleira de 2 kg, sendo 10 passos para cada lado por duas vezes. Professor, isso aqui vai solucionar? Não sei. Nós vamos ter que medir. É um próximo passo também. Vai dar tempo. Prancha. O aprendiz deverá realizar o exercício com apoio dos pés e dos cotovelos.
É um outro exercício que a gente tá trabalhando com isso. Isso aqui organiza o trabalho de vocês. Para que que eu tô fazendo isso? Para cá. Se ele tá fazendo pranche e não tá melhorando a postura, eu vou ter que escolher outro Caminho, porque não tá me levando aonde eu quero chegar. Se eu não quer, se eu não sei onde eu quero chegar, qualquer caminho serve. Se isso aqui ele tá fazendo e tá bem, beleza. Isso aqui não é prioridade. Isso aqui é um caminho. Isso aqui é uma ferramenta para chegar aqui. Andar de bicicleta.
Força para levantar. Da onde que eu tirei uma observação? Na educação física escolar. Observação na educação física Escolar do mesmo lugar. Eu peguei três objetivos. Professor, mas pera aí, começou do um de novo. É, então presta atenção. Estes são dois caminhos que eu criei para chegar nesse lugar. Mudei o objetivo. É um primeiro caminho que eu tenho para lá. Começo do um de novo. Tá claro para vocês? Tem um outro objetivo começa do um de novo. Esse documento são várias várias várias linhas. Vocês estão apenas com a Primeira página. Vocês podem imprimir isso aí. Se
daqui 3 meses eu quero criar uma nova atividade para esse objetivo, lá embaixo vai tá a que número? >> Três. Mas não tá na sequência, não tem problema. Que que é o A? Eu volto no documento e vejo onde o que que é. Não preciso escrever que é esse objetivo. Faz. Não, posso usar a para outro objetivo, certo? Aí eu posso usar, por exemplo, PA no postura para andar, posso. Posso Colocar P? Posso, posso colocar A? Posso, posso colocar X? Posso. Deixo que você atribua um código para isso. Para que que eu vou colocar uma
letra ou um conjunto de letras e um número? Porque vocês vão colocar no cronograma, é como se fosse o microciclo de trabalho de vocês, tá? E aí a gente vai, se você achar que você precisa usar uma medicação, se você precisar, já alcançou o critério, ah, eu preciso de suporte, a criança viajou, Mudou de casa, não dá mais para trabalhar esse objetivo, vocês vão colocar como observação aqui. Só um instantinho. Alguém já trabalhou com o tal do avaliação chamada PIC? Não é o PICE como eh uma a o plano de intervenção comportamental. É uma avaliação
comportamental que vai desde a avaliação de um repertório muito básico de contato visual de esperar até repertórios bastante complexos como tomada de Perspectiva, aprender a compreender piadas, contar piadas, paquerar. são habilidades mais sofisticadas por um nível de suporte para jovem, nível de suporte um. Esse pique é uma avaliação bastante complexa e a partir da avaliação ele te ensina programas, formas de ensinar essas habilidades. Alguém já ouviu falar sobre ele? Não. Então aqui, só para exemplificar, é uma avaliação comportamental Equivalente ao que alguns de vocês poderia conhecer sobre o VIBMAP, sobre o Ables, sobre o Portage.
Algum desses vocês já alguém, quem conhece, Abels, Portage e Vibmap. Levante o braço, por gentileza. Ótimo. Então, seria análogo a ele. Vibmap aplicado em tal data, na verdade, não é uma data específica, né? No caso, de uma avaliação como essa, é, normalmente é um mês, dura um mês uma avaliação como essa, então ou dois meses, às vezes o caso, a avaliação Feita em tal época. Qual o objetivo aqui, ó? O próprio avaliação, ele já traz um código que no caso é o 9H. Então, várias habilidades. Ele traz o código específico daquele marco que eu quero
trabalhar, que é o tal do intraverbal para alfabeto. Que que é intraverbal? É você manter uma uma conversação, tá? É claro que tem uma explicação técnica para intraverbal, que é uma resposta verbal sobre controle de uma instrução verbal, sem Correspondência, ponto a ponto. Para que que serve para isso? Você vai pra universidade, mas para vocês é um exemplo de comunicação, de conversa. Alguém fala uma coisa, responder perguntas, tá? No caso aqui é de alfabeto, tá? O qual vem depois uma fale me fala uma palavra que começa com a letra B, é um intraverbal para alfabeto,
tá? Qual é a letra, qual é a última letra da palavra maçã? E aí é um tipo de intraverbal que você Vai ensinar para alunos nesse nesse caso, nesse caso aqui a gente já identificou que isso está sendo trabalhado em outras intervenções. Selecionamos ele e aí esse código virou 9H1. Pode ser aqui, não poderia ser somente um. Aí eu vou saber que é 9H1 ou eu já posso colocar ele completo aqui com 91. Então é cantar música do alfabeto ofertando pequenas pausas a fim de que o aprendiz possa completar as letras faltantes, tá? Uma brincadeira
Que a gente vai fazer com isso de dança. Saudações, né? O cumprimentar 6B tirado do pique também. Promover acesso ao ambiente para realizar cumprimentos tanto em episódios de entrada em locais como na saída dos mesmos. Então nós vamos levar para lugares, né, de de atividade física, de brincadeira e é o momento mais importante, é a hora do cumprimento. A gente para tudo e é ali que a gente vai dar o suporte para ele e fazer o Registro. A atividade que ele vai fazer na sequência é simplesmente uma oportunidade para fazer isso. Estão conseguindo entender a
ideia? entrar numa brincadeira, participar de um jogo, né, para para ele cumprimentar pessoas, porque cumprimenta você não consegue fazer 30 vezes, vai ter uma vez ou outra, que você vai ter na hora da saída. Então, só vão ter que fazer transições, tá? Imitação de desenho simples, também tiraram do pique, outros Objetivos e a gente vai colocar, né, elogio com empolgação e no erro reapresentar tentativa de ajuda. Nesse caso aqui não foi colocado um consequência para uma resposta com ajuda, tá? Então, a gente vai estabelecendo na medida que a gente precisar, ah, o que que a
gente vai fazer se o aluno fizer isso aqui com bom desempenho independente, se ele precisar de ajuda ou se ele fizer eh não fizer, tá bom? E aí, esse é o documento que eu já mostrei para vocês, que é o tal do detalhamento que vocês têm aí. E ele vai te ajudar a descrever aquilo que tá numa linha, mas mais em detalhes. É como se você pegasse isso aqui e abrisse como uma lupa. É um documento desse. Professor, é muito trabalho que você tá me dando. Você vai começar na área. Não trabalha com isso. Não
trabalha com isso. Começa apenas com isso. Professor, não sei Montar três objetivos. Escolhe um objetivo só. Você tá fazendo, por exemplo, cinco atividades na sua aula, apenas uma atividade tá registrada, só uma. Isso já vai ser uma possibilidade de você se se engajar numa documentação. Você vai poder mostrar o seu trabalho para outras pessoas, vai mudar a compreensão da da qualidade da sua prestação de serviço. Mas, professor, vai ficar faltando para quatro? Não, gente, é aquilo que é possível. faz Apenas para um uma atividade. Escolhe um objetivo só e começa aqui. Só um. Daqui a
pouco você tá sentindo necessidade de fazer, de colocar o objetivo para outras. Tudo bem, mantenha a sua aula do jeito que tá. Pega só uma atividade da sua aula, só uma com o objetivo de intervenção vindo da entrevista. Só um. Restante quase a sua aula do jeito que tá. Se você precisar mudar completamente a sua aula, você nunca vai entrar nessa área. Faz com uma só. À medida que você vai entendendo, isso vai levando mais, você vai conseguindo fazer isso mais rápido, tendo com quem conversar, você vai ampliando. Professor, eu quero colocar em que ambiente
que ele tá fazendo. Se ele errar, o que é que eu vou fazer? Se vai ter um manejo de um manejo de comportamento, problema? Se ele errar, se eu vou corrigir, se eu não vou corrigir? Aí você vai ter isso se você quiser. Esse documento ainda está com o logotipo, mas assim que tiver uma nova versão eu disponibilizo no grupo para vocês do WhatsApp, tá bom? E aviso para vocês lá. Que que esse documento é? Ele começa primeiro daqui, ó. atividade é o código e o número. Então é no caso aqui 9H1 é aqui. Nesse
caso, A1 é aqui atividade é o código quando você vai colocar o nome dela. Que que é Versão? versão é o seguinte, esse documento ele é editável, então às vezes você chega que você quer preencher apenas uma parte dele, você não preenche tudo, aí você salva o documento. Daqui a pouco você vai salvar o documento, você não sabe se é a versão A, B, C ou D. Então a gente facilita para vocês lembrarem qual é a versão mais recente. Cada vez que você fizer uma nova edição sobre esse documento, colocar uma nova meta, mudar O
procedimento, mudar o ambiente, você coloca a versão 2, 3, 4, 5. Cada vez que você editar esse documento para facilitar você comparar, fal, opa, qual que é o mais novo? É o versão com a mais alta, certo? Aqui a área de desenvolvimento proximal e principal, se é mais voltado pra área motora, se é mais voltado paraa área comunicativa, área intelectual, a área social, em geral, intervenções de educação física especial para o TEIA, em Geral vão ser a maioria deles voltado paraa área social e comunicativa, tá? Mas você pode intervir sobre qualquer área. Aí você pode
ter mais espaço para mais espaço para descrever atividade, para descrever os objetivos primários e secundário, em que ambiente você vai fazer, quando que você vai iniciar essa atividade, porque você pode programar e você pode não começar imediato. Ou você pode ser o coordenador de uma equipe em que você monta atividade junto com o professor e vai ensinar ele, mas ele só vai iniciar daqui um tempo. Você é a pessoa que vai menos dar aula e mais programar. Se você fizer uma coordenação, você vai trabalhar com isso. Instruções principais. O que que você vai falar pra
criança? Espera agora já vamos ali fazer atividade. Que instrução que você vai dar? Qual é o procedimento De de auxílio que a gente vai dar? Auxílio físico, auxílio instrucional, dica gestual, dica visual. Vou mostrar isso para vocês. Nós vamos fazer isso aqui agora, antes do almoço. Reforçamento diferencial. O que que é reforçamento diferencial? É que consequência eu vou estabelecer para uma resposta independente? Que consequência eu vou estabelecer para uma resposta com ajuda? Que consequência eu vou estabelecer para uma resposta que não Aconteça? Ausente, certo? Chama consequência, reforçamento diferencial. procedimento de correção de erro. Vamos supor
que ele faça alguma coisa errada. Então, por exemplo, no caso do eh para diferenciar direita, esquerda e aí ele joga no errado, o que que eu vou fazer? Só precisamente dar uma oportunidade de fazer de novo ou eu vou falar para ele: "Olha, presta atenção, direita e esquerda. A gente a gente faz isso intuitivamente Quando o nosso aluno erra. O que a gente vai ter aqui é uma oportunidade para registrar isso que a gente já faz." Ah, professor, nunca tinha pensado nisso. Pois é. Agora você vai ter ocasião para rever a sua prática e descrever
aquilo que você já faz, quase que intuitivamente. E se ele apresentar um comportamento inadequado, se ele colocar a mão na e na nas partes íntimas, se ele cuspir, se ele se jogar no chão, se ele se Arranhar, o que é que você vai fazer? A gente faz alguma coisa. Então, em vez de pegar de surpresa, escreva: "Ah, mas ele já é atendido por outros profissionais. Deixa eu saber com outros profissionais o que que outros profissionais fazem. Deixa isso aqui sistematizado. Se outras pessoas fazem, você não vai precisar inventar, você vai copiar. Que até então, se
você não tivesse esse documento, ia ficar no limbo essa informação. Você traz para cá uma Informação que outra pessoa já tem. Mas por que que você fez isso? Porque isso aqui é uma informação de uma instrução, um procedimento padrão da equipe. Se ele se chorar, eu não vou dar atenção. Se é certo ou se é errado, não sei. Mas se tá todo mundo adotando, precisa ser padronizada essa informação. As metas, como a gente vai ter mais espaço para colocar as metas, como a gente pensou que ia pudesse ser pequeno aqui para colocar as metas, vamos
ter Mais espaço para isso. E aqui outras informações que vocês entenderem relevantes, tá? sejam importantes. Se vocês acharem que isso aqui é útil, faça, mas vocês não vão deixar de trabalhar em educação ficial pelo fato de não usarem isso aqui. Tudo bem? E aqui nós vamos ter o cronograma. Que que é o cronograma? cronograma é qual atividade que eu elenquei possíveis para trabalhar em qual dia. Agora aquela informação que era o código, vocês vão trazer para cá, ó. A1 9H 9H1 que vocês fizeram agora aí do ST, >> do contato visual CTV, CTV1, CTV2. Vocês
vão elencar todas as atividades que vocês já descreveram aqui, tudo, todos os códigos. Só que não vai precisar escrever o nome, vai escrever apenas o código, tudo. Vou trabalhar Tudo todo dia. Não, você vai fazer programação. Você vai colocar cada dia de atendimento seu aqui. Você vai atender segunda-feira 21/8. Quarta-feira 23/8. Sexta-feira 25/8. Professor, espaço ficou pequeno. Então você coloca 21 25. agosto. Ah, mas a hora que acabar o mês, a hora que acabar o mês, que for lá dia 30, começar no dia 2, no dia 3, você já sabe que mudou o mês, vai
colocar Setembro. Você não precisa ficar colocando aqui que é o tal do mês setembro, porque você já sabe que o número tá aumentando, diminuiu, mudou o mês. Acabou o mês, você vai pegar uma outra folha e completar. Quando é que eu vou programar? minha minha sugestão é que você programe de 15 em 15 dias, só que se você tem um atendimento por mês, aí você vai programar só dois, aí você vai Programar, no caso, um mês inteiro, pelo menos pelo menos quatro atendimentos a seguir, no mínimo quatro, tá? Mas eu sugiro que a cada dois,
três semanas você vai se programando. E o que que eu vou fazer? Então, você pode ter várias possibilidades para poder fazer o cronograma. Vamos supor que você tem aqui, você criou já 10 atividades com objetivos diferentes, algumas atividades com o mesmo objetivo. Tem 10 Linhas preenchidas. Você pode pegar no segunda-feira, você fala: "Qual que eu vou fazer nesse dia?" Aí você faz esse, esse, esse. Quero fazer três dessas 10. Não, quero fazer as 10. Aí você vai fazer as 10. Pode ser, mas às vezes você não vai fazer as 10 dia. Uma outra possibilidade, eu
posso colocar a ordem da atividade que eu tô colocando. Então, eu tenho 10 atividades, mas eu vou fazer cinco. Então, eu pego 1 2 3 4 e 5 das 10 Possíveis. Esse esse documento vai até lá embaixo. Posso colocar a ordem no outro dia. Pode estar uma outra ordem. 1 2 3 4 5. Tão conseguindo entender a ideia? Isso aqui é cronograma, não é o que você fez, é o que você vai fazer. Professor, posso dar a possibilidade dele escolher a atividade? pode, isso é fundamental para a gente chamar de assentimento do nosso aluno, para
que o aluno seja Participativo naquilo que você vai fazer, para que ele tenha condições de ser ativo no processo terapêutico dele próprio. Além disso, a gente sabe que pessoas com autismo tendem a ter as suas escolhas tutoradas por outra pessoa. Alguém escolhe a roupa, alguém escolhe o que vai fazer, o que vai do jeito que Então é importante ensinar habilidade, gerar ocasião de escolha pros nossos alunos. ele vai escolher que não vai fazer Alguma coisa. vai, mas a gente vai dar possibilidades. Então, por exemplo, vamos supor que você vai trabalhar duas atividades do mesmo objetivo.
Você talvez possa querer trabalhar as duas atividades. Aí, você pode dar opção para ele qual que ele vai escolher primeiro, qual que ele vai escolher segundo. é uma possibilidade de escolha, mas pode ser que você queira apenas uma atividade desse objetivo naquele dia. Então ele não vai escolher qual a ordem, ele vai escolher qual fazer. Estão conseguindo compreender como é que eu vou colocar isso no no cronograma. Eu posso usar pincel aqui? >> Posso? Uh, não tem. Me ajuda, Leilson, como é que a gente vai fazer então de 10 atividades possíveis? Pois não. Aí >>
hã >> para limpar eu tenho. Só não tenho um pincel. >> Tá. >> Então eu posso usar apenas o X para saber qual que eu vou fazer. Não mostrando a ordem, mas eu posso colocar número para mostrar a ordem. E se eu quiser que o aluno escolha a ordem? Então, presta atenção. Dentre duas atividades Do início, eu vou colocar um e um, ele vai fazer as duas, mas eu não sei qual que ele vai fazer primeiro. Eu vou dar a opção. Eu posso perguntar para ele, você quer fazer aquela ou quer fazer aquela primeiro? Eu
posso mostrar, você quer fazer essa ou essa com foto? Então você coloca um e um nessas duas opções. E aí aquele escolher, você vai lá e simplesmente coloca um círculo Na um. Aí você sabe que foi aquela que ele escolheu primeiro e ele fez a outra. Aí na atividade, a terceira atividade que ele vai fazer, você não vai colocar dois, você vai colocar três, porque entre as duas primeiras foi que ele escolheu. Se ele escolheu a ordem, agora se ele escolheu qual fazer e a outra não fazer, eu vou colocar então, então vamos lá. F1,
F2, F3, M1, D1, D2. Eu tenho aqui, então, por exemplo, seis opções. Uma possibilidade que eu tenho de registro, não, desculpa, aqui, ficou errado aqui. 1 2 3 1 1 2 Os códigos do aqui se refere a objetivo, aqui se refere a atividade, certo? Onde Eu quero chegar, como eu quero chegar. Aqui é a data. Vamos supor que eu coloque então 21 do 8, 23/08, 25/08, depois vai dar 28 do 8, 30 do8. Eu vou querer trabalhar apenas três atividades. Uma possibilidade seria isso, isso, isso. Eu sei dessa maneira quais que ele tem que fazer
nesse dia? Respondam para mim. Sei. Tá dizendo qual foi a ordem? >> Não. Tá dizendo se ele fez ou se ele não fez? Não. É cronograma. É antes da intervenção. Eu posso mudar de opção X. Para colocar a ordem, eu posso colocar um, 2, 3. Eu sei quais que eu programei para esse dia, sei qual que eu vou fazer a ordem. Tem Opção de escolha? Não, >> aqui não tem opção de escolha. Aqui eu já tô dizendo para ele qual que vai fazer primeiro, qual que fazer segundo, qual é terceiro. Tudo bem? Se pois não.
>> Eh, pode haver alguma situação de, por exemplo, eu deixar ele escolher um dia eu colocar aula. >> Pode, já vou chegar lá. A gente vai pegar, escolher a de maior preferência e colocar em momentos específicos, tá? Avaliação de preferência durante a sua aula, tá? É claro que ele já tem que ter passado pela experiência de ter feito isso antes para ele poder saber se ele gosta. Certo? Ele nunca fez essa atividade, não tem por você perguntar para ele, tá? Vamos supor então que eu vá querer trabalhar com três e eu quero que ele escolha
qual é a primeira atividade que ele vai fazer e a que ele não escolher vai ser a segunda, tá? Então eu posso Fazer dessa seguinte maneira. Um 1 e três. Que que isso vai me dizer? que a primeira atividade eu vou dar a opção de escolha. Faz sentido para vocês? Ele fez essa é a que ele escolheu no final do daqui se meses. Eu sei qual foi a segunda que ele fez. Sim, eu sei que foi essa a segunda e sei que foi essa a terceira. E se eu fizer isso, ó, o que que vai
acontecer? Presta Atenção. Vou fazer três atividades nesse dia. Eu garanti que essa vai ser a segunda. Eu dei a opção de três, ele escolheu essa. Essa aqui foi a terceira. Conseguiram entender a ideia? Para que que é importante isso? É sempre importante que o seu aluno comece a sequência de atendimentos com uma atividade que ele gosta, mas não a que ele mais gosta. Para quê? Porque se ele começar na Atividade que ele menos gosta, que é uma atividade que é mais difícil para ele, caramba, já vai ser um monte de comportamento vai ser resistência, baixa
prontidão. Você já começa com uma coisa que ele gosta, mas não que ele mais gosta. Você vai usar aquele mais gosta depois pro final. Então você selecionou aquele gosta, amanhã você pergunta de novo qual que você quer fazer. Aí vai ter lá os outros atividades um, Um e dois. Você vai alternar. Aí ele escolheu essa. Aí ele fez essa primeiro, segunda, terceira. Opa, tá escolhendo mais essa. Daqui a pouco eu posso fazer um circuito, um treino A e B, ou eu posso mesclar. Então, por exemplo, eu posso fazer aqui um, um dois. Agora eu coloquei
em cheque qual que ele vai querer. E aí ele escolheu essa. Que que eu posso programar pra próxima vez? Eu já posso colocar, eu já sei que ele vai escolher essa em detrimento dessa. Faz sentido para vocês? Então eu vou colocar uma atividade que ele mais gosta já no início, mas a terceira que ele mais gosta eu vou colocar lá pro final paraa manutenção da atividade com ele. No dia que ele não estiver eh com baixa prontidão, né? Eu posso até tirar essa atividade e colocar outra para usar essa Como um coringa que ele mais
gosta, ele vai ter menos vezes. Porque se ele gosta de uma coisa e toda hora ele tem acesso a que ele mais gosta, uma hora ele, isso é importante para aluno ter acesso o que ele gosta, mas você perde aquela cartada de poder usar como uma consequência para mantê-lo engajado na atividade, tá? Aí, tendo essa como a preferência, você pega essa atividade que coloca ela como, por exemplo, um um e aí coloca essa aqui lá pro final. Ou seja, ele vai fazer uma atividade que ele gosta, mas não é aquele menos que ele gosta, pois
ele vai fazer uma atividade mais difícil, porque ele escolheu a outra, então consegui entender a ideia e termina com ele mais gosta. Olha como é que a gente tá organizando a ordem para manter a motivação do aluno, manter o momento comportamental. Se ele começa com a atividade que ele mais gosta, o restante da aula vai ser Em geral mais interessante para ele ou é o menos mais entediante para ele? >> Mais intediante. Estão conseguindo entender a ideia? Sim, >> a gente vai tendo essa informação, próprio, o próprio cronograma vai te dando essas informações e você
vai podendo ter condições você mesmo de organizar isso. Se você quiser colocar a escolha, se não quiser colocar a escolha, não precisa. Pode ser a mesma Ordem ou não. Agora, outra outro exemplo aqui para finalizar, >> certo? >> Entendi essa parte. Por exemplo, aquele mais gosta aí seria F3. Foi. >> Aquele mais gosta foi f2. que ele escolheu duas vezes, ó. >> Não, mas no dia 28/08 ele vazou aí a que ele mais gosta entre essas trêsões, tem que ser em cima >> seria F3, não é? Então essa interessante ser circulado. >> Desculpa não é
isso >> aí três. >> Desculpa, viajei. Você tava muito prestando atenção. Parabéns. >> Cadê o álcool em gel aqui? Reforçar o comportamento de estar atento não é uma estratégia antecedente, é uma estratégia consequente. Aumenta a probabilidade das pessoas ficarem atentas e me ajudar a corrigir, aumenta. Se é que alguém tem interesse um álcool Em gel com aroma, personalizado, com aroma. Sente ele para você ver. Já sentiu? Uma outra possibilidade que a gente pode ter é sabendo que vai fazer apenas três atividades, um e um, ele vai escolher uma dessas duas, dois e três. Ele só
vai fazer três atividades, ou seja, uma dessas ele não vai fazer. Estão conseguindo ter ideia ideia? Nesse caso aqui que ele escolheu. E é isso. O que que você vai fazer se você para poder falar que são três? O próprio cronograma tem espaço para você colocar três atividades por dia. Ou você pode colocar a informação aqui em cima, tá? Que você vai fazer três atividades por dia. Esse cronograma ele te permite essa variação de entendendo o interesse e você manipulando ao longo do tempo. Isso se chama momento comportamental. na análise do comportamento é você organizar
atividades de baixa e média Preferência dele e alguns de pouca preferência, até de não ser de interesse dele, mas alternando com atividade de preferência para mantê-lo interessado. Momento é do inglês. A gente não tem um termo ainda muito legal pro português, momentum comportamental. Em português a gente não tem, então chama desse nome ainda, certo? E pra gente saber se ele tá evoluindo, nós vamos pro registro de desempenho. Essa talvez seja a parte Mais delicada para profissionais de educação física se envolverem, porque a gente vai precisar registrar por atividade. que a gente, no entanto, se você,
se você se engajar nesse tipo de tarefa, é essa tarefa que vai mais valorizar a sua profissão, vai te dar mais condições de tomada de decisão se você tá aí no caminho certo ou se tá no caminho errado. Se você registrar, a diminui a chance de você Precisar de um supervisor, porque os próprios dados vão te dizer se você tá no caminho certo ou se você não está. Professor, por quanto tempo eu continuo numa atividade? Os dados vão te mostrar. Ah, e se eu e se eu mudei a a dificuldade antes da hora? Os dados
vão te mostrar e você retorna. Então, eu sei que é um trabalho, mas eu sei também que se vocês se engajarem nisso, isso tem mudado a carreira dos profissionais que têm usado Isso aqui. Então, a minha sugestão é não pegar isso aqui e fazer para toda a atividade. Você vai trabalhar com três você tem um repertório de seis atividades, você vai ter que, teoricamente, o ideal é ter seis dessa, mas você não vai começar com seis, você começa com um, uma atividade só. Uma só, ele vai te dizer ao longo do tempo de uma aula
qual foi o desempenho naquela atividade diante daquele objetivo que você tá querendo intervir. Por exemplo, Esperar na hora do pula-pula, contato visual na hora do arremesso, tolerar presença de pessoas na hora de uma atividade de natação, eh tolerar mudança de rotina na ah escalada. Eu posso fazer aquelação de eh eh responder como ouvinte para cores usando o a rebatida em cima da cama elástica. Nós fizemos vários exemplos aqui. Então eu vou registrar o objetivo prioritário aqui, certo? Mas para fazer uma alternância com vocês, assim como eu fiz o momento Comportamental, nós vamos fazer uma parte
prática com vocês aqui agora, tá? Se preparem que eu vou fazer a parte prática com eles aqui. Eu vou pegar essa parte com vocês. Eu quero que vocês entendam essa primeira parte aqui, ó, que é o verso. Esse é um documento que eu preparei para que você facilite para você carregar de um lugar pro outro. Mas uma vez ficar uma folha que fica voando na no atendimento, você vai pegar isso e recortar, Pegar de baixo e recortar e juntar as dois. Posso fazer frente verso, professor? Sugiro que não, porque a hora que você coloca imprime
frente verso, fica aparecendo de um lado do outro, fica difícil de visualizar. Imprime a mesma folha, aí você recorta e junta e depois plastifica. Mas antes de plastificar, coloca o nome do aprendiz, escreve a mão ou digita nome do responsável, que é o no caso você que vai atender, tá? e o objetivo Prioritário, código do objetivo e atividade A1, ST1, D3, ou não da atividade, certo? A parte de trás vai te dizer quais que você, quais são os tipos de ajuda que você tá prevendo utilizar com o aluno. Então, eu vou falar para vocês o
que que é isso aqui, ó. Tá? Dica física. O que que é uma dica física? vocês quiserem eh quiserem com um colega com o Outro eh eh treinar um com o outro. Dica física quer dizer um toque que não é contínuo, ele é um toque intermitente em pequenas partes do corpo do indivíduo. Não é para ficar tocando toda hora. A gente tem cheio de de ah profissional de de Instagram da área de educação física. Você fica tocando toda hora no aluno. Para com isso. Não é para ficar tocando no aluno. O teu aluno não é
um teclado, caramba, você ficar toda hora p Não é isso. É se necessário. Uma dica física. Às vezes o aluno, você vai falar pra instrução para ele fazer o circuito, ele fica parado. Aí você dá um toquinho assim, ó. A pontinha do dedo, ó, nas costas. Tic. Não é empurrar, criança, é um toquinho. Tic. Vou mostrar para vocês. Me ajuda, Paulo. Apesar que a camisa do São Paulo, né? Mas enfim. >> Então pode subir aqui. Ah, consegue pegar daqui? Vira de frente para lá. Para lá. Um agora melhor vira frente pra Tela aqui. Um toque.
Pode ser isso aqui, ó. Só ó. Só isso. Só isso. Olha como é que ele já pum começou a caminhar sem precisar falar nada. para ele, tá? Eu posso fazer isso, ó, na frente dele. Isso aqui é que tipo de dica? Esse, ó, gestual vai tá aqui. Dica gestual, >> DG. >> DG. E esse? Então, se eu fizer isso e isso, dica física e dica gestual, tô usando dois tipos de dica, entendeu? Agora, se eu falar assim, ó, vamos andar, vamos até ali. Agora eu tô usando três dicas. Dica gestual, dica gestual, dica física e
>> dica oral. Oral, porque isso aqui também é verbal. É que na análise do comportamento a gente tem que verbal é tudo aquilo que Não seja eh físico diretamente, tá? Então a gente vai mudar. Dica gestual é uma dica verbal. Então a gente não usa a palavra verbal nessa área. Então a gente vai falar topografia corretamente. Então dica oral. Vamos em frente para espera agora ali. Olha, presta atenção. Isso é dica oral, dica gestual. Se ele vai subir no degrau, desce um pouquinho, né? Então posso dar a dica do joelho que ele vai subir. Posso
dar a Dica? Dica gestual. Se necessário, eu não vou ficar tocando se não precisar. E para alguns, dica gestual, quase nunca a gente precisa ficar autorização das famílias, exceto com meninas. E é importante, se homens forem fazer, precisam ter autorização. Pede no WhatsApp, pede, mas fique registrado, tá? Posso usar dica? Toca, toque físico com ela. É claro que você não vai tocar, ó, nas partes íntimas. Você não vai, eu Vou explicar muito aqui para não ter condição de tocar aqui no seio. Eu vou explicar para vocês, tá? Mas isso aqui é uma dica física, ó.
Dica física, tá? Você não vai tocar no rosto, tá? Mas se for o caso, se for a do procedimento de ensino de contato visual for para tocar no rosto, você vai ter que ter autorização, você pode tocar. Se o aluno faz isso, você não vai usar mais dica física no rosto, não é desejável, tá? Se for o caso para ele poder Agachar, isso aí não vai dar dica física, você vai poder fazer dica gestual e aí ou se for o caso, você vai aumentar a intensidade do auxílio da da parte física. Aí vai ser chamado
auxílio físico. Então sobe novamente lado de cá. Se eu quero fazer uma movimentação para ele, a dica física não auxiliou, então, por exemplo, para ele poder pegar o brinquedo, eu posso ter um pouco mais de contato Físico com o meu aluno, tá? Tudo bem te tocar >> e eu posso ajudá-lo em partes do corpo. Ó, olha como é que a minha perna, é muito importante essa perna aqui para isso aí. Ela evita fisicamente eu encarr aluno. Tem que ser a mesma perna. Ah, professor, mas como é que eu vou segurar torto? É melhor você segurar
torto do que encostar a criança. O procedimento pode não funcionar, mas Você não vai encostar. Hipótese alguma criança. Cruza a perna, ó. E aqui eu vou fazer auxílio físico, ó. Auxílio físico dele. Posso fazer isso aqui? Posso auxílio físico. Agora, se ele não tá movimentando, eu vou ter que fazer como se fosse uma um exoesqueleto. Eu vou ter que fazer por ele. Aí aqui já vai ser o quê? Auxílio físico, ó, total para ele pegar. Eu posso pegar na mãozinha dele junto para ele pegar o item. Auxílio físico total. Professor, mas e se ele tentar
soltar a mão? soltou a mão, quer dizer que ele tá dizendo que ele não quer fazer isso. Ele não quer fazer isso, ele não vai fazer isso. U, mas professor, não é fazer, não é missão dada, missão cumprida? Não, não, não existe isso mais na nossa área. Até poucos anos, missão dada era missão cumprida. Não tem mais isso. Ele fez isso, não vai ter. Ah, como é que eu vou ensinar? Sei lá, gestual não funciona, Não vai tocar no aluno. Se você tem dor de dente e você fala que você não quer tomar umas fazer
alguma coisa, o cara vai abrir sua boca, te segurar e fazer. Falou: "Não, o problema é seu, que você tá com dor de dente, ah, uma hora eu vou ter que tolerar. Se eu quiser, me amarra para eu poder fazer a cirurgia, eu posso falar. A criança com autista talvez não consiga falar isso. E ela não, você não vai usar Essa estratégia com ela. Ela te empurrou, ela não vai. Para que que eu, professor, para que que você está fazendo isso? Então, auxiliá-la numa condição que ela tá desatenta, que ela não tá sabendo para qual
é a atividade. Eu vou auxiliá-la se comportar, operar num ambiente para ela poder ter acesso a alguma coisa que ela não teria de forma espontânea, mas se ela resistir, eu não vou ter. Então, falei de de coral, falei de dica Gestual, assim, assim, falei de dica eh física e falei de auxílio físico, muda, auxílio físico parcial, partes do corpo, auxílio físico total e vou fazer por ele o movimento. Tudo bem? >> Pois não. Precisahar ele movimento, será no início, durante ou no final do do movimento? Sim e não vou explicar, mas eu vou eu vou
fazer só um intervalinho para poder fazer essas coisas aí depois eu vou Mostrar como é que vai sendo o registro, tá? Eu quero que vocês entendam isso. Redução de estímulos. O que que é redução de estímulos? Então, tipo de dica que a gente tem para alunos que t muita dificuldade em concentrar-se em estímulos relevantes no ambiente. Tem aluno que entra numa sala, tem tanta coisa que você não consegue ensinar para ele porque ele fica tirando coisa, pegando as coisas. Então, num primeiro momento para que ele se atente àquilo Que você vai ensinar, você vai esconder
esses itens para que num próximo momento esses esses itens tenham que necessariamente voltar, senão ele o aluno vai participar na vida. Mas primeiro você ensina no ambiente estruturado, depois você vai levar para um ambiente mais aberto. Outra coisa, por exemplo, ele vai, você vai fazer o treino de contato visual com ele, por exemplo. E aí o meu, o aluno tá nessa posição e tem estímulos aí, ó, na Minha frente e o professor tá aqui. É mais fácil eu me concentrar estando de frente para vocês ou se o professor virar de lado e fizer de frente
pra parede? É mais fácil de eu me concentrar de frente pra parede ou para vocês? pra parede >> pra parede. Então essa mudança na estrutura já é uma redução de estímulos. Então consegui entender a ideia? Só que em algum momento eu vou ter que tirar esse Tipo de dica. Eu vou voltar ele para essa situação, porque senão ele não vai fazer isso nada na vida. Então é temporariamente o procedimento que eu vou tirar ajuda. Algum certo dia eu vou usar sempre essa dica. Depois passado um tempo, eu já não vou usar mais essa dica. vídeo.
Aí isso aqui pode ser, por exemplo, uma meta com uso desse, uma próxima meta sem uso desse. Vídeomodelação. Falei com vocês ontem Que pode, para aqueles alunos têm dificuldade de se concentrar em ver um modelo, né, ao vivo, você pode usar o próprio vídeo, que é ele próprio fazendo uma coisa que ele já fez adequadamente ou você mostrando, ou uma outra criança fazendo atividade para que ele se preste atenção, que pode ser uma brincadeira que ele espera 1 2 3. Você pode estar mostrando o vídeo, aí depois arremessa, alguém fala: "Ah, que legal". Então ele
já vai ver no vídeo a consequência que Ele vai ter para aquilo que ele fizer quando ele esperar. Você pode colocar no vídeo também na perspectiva dele filmando. Então, por exemplo, a gente usa muito vídeo modelação para ensinar a criança a brincar de Pixconde. Então, é como se você tivesse olhando no celular aqui assim, ó. Aí uma criança escondendo, aí a outra lá 1 2 3. Aí ela saindo correndo e tum tum tum. Encaixa aqui assim e olha Pro chão para não ficar olhando pro negócio, não aparece na foto. E aí ela vai ver esse
vídeo e aí você vai começar imediatamente o estímulo para ela poder imitar aquelas exatamente aquele processo. De repente ela tá ali assim, aí você tem no vídeo, né, olhando olhando para baixo, não olha pra frente, alguém vem, tocou, ah, eu a te achei. Aí você olha pra pessoa e sai correndo junto para ir até lá. Você vai usar vídeo modelação para ensaiar situações Como essa ou para várias situações, para você quer ensinar um circuito paraa criança que tem dificuldade de se atentar a algo que é mais distante. Vídeomodelação, balizamento, eu vou mostrar para vocês, é
uma estratégia que foi pensada por mim, não vejo isso em outras literaturas, tá? que nós vamos utilizar como uma uma um fase intermediária entre o auxílio físico para a retirada eh de contato físico com o aluno. Atraso na ajuda é um tipo de ajuda em que a gente vai permitir que ele faça a resposta com antes de de dar ajuda. Então, por exemplo, assim, ele você faz ajuda, de repente fala assim: "Agora eu vou esperar um segundo para dar ajuda." por exemplo, usar o o item para trazer aqui perto. Se ele fizer antes, consequência reforçadora,
mas se ele não fizer, eu vou dar ajuda. Dica física, demonstração, dica oral. Então, normalmente, atraso na ajuda é combinada Com a outra. Esvanecimento de força, enfraquecimento de força. Às vezes a gente tá fazendo alguma coisa com auxílio físico, ele também vai ser combinado com outra, porque você tá usando o tipo de auxílio físico, de repente você vai enfraquecendo, você vai mantendo o contato, mas pegando menos força. Às vezes a gente vai fazer treino pra criança saltar e aí a gente auxilia pegando nela, nas coisas. Daqui a Pouquinho a gente vai soltando a mão. Isso
é chamado esvanecimento de de força. Faz sentido para vocês? Então isso é o longo das próprias tentativas, tá bom? Pronto. Então agora todo mundo em pé. Nós vamos fazer uma parte com vocês e depois vocês vão fazer aqui, tá? Vira para o e em pares. Quem não quem o grupo que não tiver em trio, junta um par aí. >> Vem. Eu vou falar para vocês, eu quero que vocês alterem o comportamento do colega de vocês para alguma coisa, usando apenas o tipo de diga que eu falar. Como que é alterar? Se ele vai agachar, se
ele vai levantar a mão, se ele vai sorrir, se ele vai andar. você vai, eu quero que você altere o comportamento do seu colega usando apenas essas dicas que eu vou Falar para vocês. Se virem, é para identificar, porque às vezes a gente dá um monte de ajuda e não percebe que tá dando ajuda. A gente não diferencia uma ajuda da outra. Então, vamos lá. Ah, adorei a ideia aí, vocês dois aí. Muito bem. Parabéns pela gentileza. Eu quero que vocês alterem, escolha quem vai começar alterando o do outro. Quem que é, quem que vai
ser o, o professor Aí decide aí, tá? Eu quero que você altere o comportamento do seu colega usando apenas dica gestual, só dica gestual. Então, ó, dica gestual, altere o comportamento do seu colega só com dica gestual, alguma coisa. Professor, só uma senhor vai fazer o que ele quiser para repetindo? >> Não, quero que vocês use apenas dica gestual para ele fazer alguma coisa. Fazer alguma qualquer coisa. que é um monte de galera usa limitação. >> É, inverte. Agora a outra pessoa modifica o do um. >> Inverte. Se você tava ensinando o dele, agora ele
vai ensinar você. Ele vai usar dica gestual com você. Falei pr questão do gestual pode se considerar como imitação também. Ótima pergunta, ó. Segura um pouquinho, pause. >> Tem um monte de gente usando dica Gestual, fantástico. E tem gente confundindo dica gestual com imitação. Então, olha, presta atenção. Isso aqui é dica gestual ou imitação? >> Imitação. >> Imitação. Isso não é dica gestual. Parece a mesma coisa, mas não é. Agora, ó, >> que que eu fiz? Dica gestual, certo? Vamos lá. >> Sem dica física. Sem dica física. >> Sem dica física. A gente dá ajuda
Demais. >> Ali já consequência social lá. Já parou. Agora eu quero que vocês usem a a alteração do comportamento da pessoa usando apenas junto ou separado, dica, dica física e dica gestual. Vai lá. Ainda peguei o cara de camisa do São Paulo ainda, Aí, galera, vamos lá, mais um pouquinho de desafio. Eu sei que vocês estão eh um Colega percebendo que o outro tá dando dica errada. Vai dando, vai lembrando, porque a gente às vezes não percebe nessas coisas, tá? Então, por exemplo, ó, me dê um nome desse tipo de dica, ó. >> Isso é
dica física. >> Auxílio físico, entendeu? Aí, nesse caso foi parcial porque eu não fiz o movimento todo dele. Auxílio físico parcial, certo? Dica é intermitente, é apenas uma Pequeno toquinho. Se eu fizer isso, é uma dica física. Posso tocar embaixo, certo? Tem gente, olha, lembrando que dica é para ajudar a emissão da resposta e não consequência. Então, por exemplo, se eu faço para ele eh tô usando dica física, dica gestual e eu falo isso aqui para ele, ó, isso aqui não é dica de nada, isso aqui é a consequência que eu tô fazendo física, tá?
Isso aqui não é dica física, a não Ser que eu faço essa atividade assim com ele, ó, para ele bater. Aí o que que eu fiz? Dica >> gestual para ensinar cumprimentos para ele. >> Dica gestual. E aí ele não levanta a mão. Então eu faço isso. Ele não faz >> que tipo de ajuda que eu dei gestual e auxílio físico parcial. Conseguiram entender a ideia? >> Usei as duas aqui. Agora como Consequência eu fortaleci essa resposta. Na próxima vez vamos ver quem tá esperto. Vamos ver quem tá esperto. Presta atenção. Só um instantinho. Eu
usei duas dois tipos de dois tipos de ajuda para emitir a resposta. Aqui conseguiram entender a ideia? Lembra quando eu falo de consequências? Resposta independente, resposta com ajuda e resposta e que não emite? Segura um pouquinho. Pera aí. Na primeira vez, então eu vi ele não Levantou a mão. Eu dei auxílio físico parcial. Consequência X >> não, não foi consequência total, eh auxílio físico total, porque por mais que eu tenha movimentado a mão dele, eu não fiz o movimento todo por ele de segurar, tocar. Hã, é auxílio físico parcial aqui. Auxílio físico total. A gente
só vai considerar que ele não faz nada. Você vai conduzir Ele, >> professor. Seria total se você tivesse atrás levado >> aqui, ó. Isso aqui sim. Vem, Ronald, levante a mão. Ele tá com a mão. Dica gestual. Tô segurando ele. >> Auxílio físico total. Fez sentido para vocês? A >> ideia do exesqueleto, né? Você >> isso como se fosse uma sombra. Tá. Obrigado. Então, perguntinha para vocês. Estão, ó, você sempre vou costurando o assunto que eu falei antes. Eu vou acumulando e vou retomando com vocês. Prestem atenção. Eu usei uma situação que eu usei uma
dica, eh, uma única dica gestual. Eu espero para ele, se ele não responder, eu espero para dar a segunda dica. >> Já tem uma dica aqui. Qual que é? atraso na ajuda. >> Conseguiram entender a ideia? >> É diferente de eu fazer isso, ó. Não tem atraso na ajuda. Porque aqui eu vou saber se ele tem, ele precisa apenas de uma dica. Estão conseguindo entender a ideia? Em vez de eu supor que ele precisa das duas, eu dou oportunidade para ele fazer uma. Atraso na dica, atraso na ajuda. Agora terceira ajuda, auxílio físico parcial. Certo?
Então, situação um. Eu levantei, Ele não levantou, fiz atraso na ajuda, peguei a mãozinha dele e, ó, plau, consequência de preferência dele, cosquinha. Segunda situação, vocês viram que eu adoro cosquinha, né? Eu adoro porque deixa a pessoa um pouco desconfortável assim. Eu adoro essas coisas até assim já. >> Terceira, eu vou levantar a mão, ele já vai bater a mão. Faço cosquinha. Que que eu faço? Uma consequência de maior interesse ou de menor interesse? >> Maior interesse dele. Fez claro para vocês aqui? Tem que entender a ideia, porque nesse caso agora ele usou menos dicas
que antes. Se eu der a mesma cosquinha que eu fiz antes, na próxima vez, é possível? É, é, é provável ou pouco provável que ele faça com independência? >> Pouco provável. Agora, se ele gosta de cosquinha e ele gosta muito de Cosquinha, então só a única coisa que ele gosta é de cosquinha, então vou fazer o seguinte, >> preparem. >> Fazer mais tempo. >> Eu levantei aqui, ele coscou. A aqui eu vou ficar um tempão com ele aqui. Ah, que legal. Eu não vou ficar exagerando cos porque é chato, mas eu fico um tempo com
ele na brincadeira aqui, ó. Eu fico um tempo na brincadeira com ele até dar outra oportunidade. Então, entendendo a Lógica? Então, ou seja, eu peguei a mesma consequência que eu fiz mais tempo e uma outra com menos tempo. Ou uma outra possibilidade é, olha aqui, ele gosta de cosquinha, ó. Então vai precisar de três ajudas, tá? Entendeu? >> Quatro ajudas, né? >> Foram três ajudas. >> Uma, >> uma, >> duas. >> Espera, a espera, o A tá três agora >> e quatro. Não, aqui já é consequência. Aqui já é consequência. Ó, agora sem ajuda. Agora
com menos ajuda. Ah, moleque demais. >> Entenderam a expressão facial? Aqui eu incrementei. Isso é poder de consequência. Na próxima vez ele, se ele não gostar de e ele fazer assim, eu não vou fazer mais grito com ele. Eu não vou fazer mais com ele. Então o máximo que vai ser vai ser isso, ó. Se ele gostar de cosquinha, se ele não Gostar de cosquinha, nem isso eu vou usar. Faz sentido para vocês? Fiquem aí mais um pouquinho. Então agora eu quero que vocês alterem o comportamento do colega apenas com dica oral. Somente com dica
oral. Quero ver vocês ficarem quietinhos agora com a mão. Segura essa mão. >> Hã? na mão dele. Deu Muito bom aí, galera. Voltem, voltem, voltem, voltem. Vamos lá. Eu vi gente, eu percebi gente fazendo dica oral, eu vi gente fazendo instrução e vi gente fazendo as duas coisas. Parece a mesma coisa, mas não é. Prestem atenção. Vamos saltar agora. Isso é dica. Não, isso é instrução porque vai fazer Isso. Não é dica oral. Agora espera, levanta o pé, presta atenção no no X que você vai saltar, ó. Lembra que é uma vez só? Isso é
dica oral. >> Se a criança não sabe pular, o que é pular? >> Se ela não sabe o que é pular, você não vai usar instrução oral. tem que fazer uma modelação. >> E aí, nesse caso, você não vai ter Instrução, você vai ter que usar auxílio físico total parcial para ela. Você pode usar a vídeomodelação, >> certo? Então agora é a hora do a vídeomodelação vai ser a instrução. Aí ela não vai ser de coral. Se você tá dando isso, como o que que nós vamos fazer agora, certo? Então vocês não podem confundir instrução
com dica oral. dica é para auxiliar acontecer a resposta que ela não aconteceria independente. Instrução é o que agora nós vamos pro recreio. Isso aqui não é instrução, ô gente. Ó, recreio, lembra que é para usar a escada, não é para usar o elevador. Isso já é a dica oral. Estão conseguindo entender a ideia? Ó, é a de lá. Aí tem uma flechinha. Tem uma flechinha. Aí, no caso, é uma dica visual. Flechinha, pegada um bolinha 1 2 3. O lugar que ele tem que arremessar 1 2 3 dica visual. Tem um Texto que é
para fazer agora. Vamos fazer o circuito um. Ele tem que procurar um. Nesse caso é uma dica textual que é um número, uma letra, uma onde tá escrito. Certo? Agora nós vamos vir aqui, todo mundo vai vir aqui. Ah, antes vocês vão fazer uma parte prática comigo, aliás, com vocês entre duplas. E nós vamos usar, nós vamos começar com esse auxílio físico eh o menos invasivo possível, que é Vocês estarem para um aluno esperando ele fazer atividade e você não ter a proximidade dele. A menor dica é você nem olhar para ele enquanto ele tá
fazendo atividade, um circuito, a a sinalização de que ele não tem ajuda é você não olhar para ele a fazer isso, ó, de propósito. Professor, mas alguém vai pagar para mim para eu não olhar para ele? Vai, se você achar que explicar para ele que o propósito da atividade é ele aprender a fazer Atividades com independência. é não olhar. Depois, estando de lado, ele passando por você, começa a ser um pouco mais invasivo. Próximo mais invasivo, eu vou andar um passo é na lateral dele, mas vocês vão perceber que eu tô sempre um passo atrás,
atrás dele, ó. Ele tá no campo visual. Se ele olhar pr pra frente, ele consegue me ver no campo visual. Se eu não vou ficar na frente dele, porque se Eu ficar na frente dele, ele vai olhar para mim. Se eu ficar muito atrás dele, eu não ficar muito quase na lateral dele, ele vai ficar olhando para mim para ficar me procurando. Então eu tenho que estar no campo visual dele, mas não do lado, um passo atrás para que ele seja o protagonista da atividade, certo? O que seria mais invasivo do que isso? Eu dar
uma dica gestual para ele, Tá? Para ele fazer dica gestual, só dica gestual. O que que seria mais invasivo do que isso? Chamado balizamento. Ó, ele tá vendo a minha mão. Se ele andar para um lado que talvez não seja adaptividade, ele bate na minha mão, ó. Bate no meu braço. Vamos fazer aqui em cima. Vamos fazer aqui em cima, ó. É isso aqui. Então, se for fazer fazer a curva, eu vou virar para cá e fazer isso. Mas ele tem que tá vendo a Minha mão. Não pode estar muito lá embaixo. Porque a sensação,
presta atenção, ó. Se tiver aqui embaixo, parece que a impressão que o aluno vai ter é que ele tá amarrado >> e aqui no rosto é mais desconfort, parece um cavalo com cabresto. Então é no ombro aqui, ó. Mas ele tem que tá vendo a minha mão, não pode tá aqui. Se eu tiver aqui, ele vai ficar olhando para trás, certo? O que que seria mais invasivo do que isso? Aí já vai ser o auxílio físico parcial. Olha como é que eu vou fazer. Eu vou fazer a mão em concha. Eu não vou pegar no
braço, porque se eu pegar no braço, eu tô dizendo para ele o que onde que ele tem que ir. E eu não quero isso. E não é para ser missão dada, missão cumprida. É o que ele quer fazer. E se ele sair correndo, ele vai sair correndo, eu vou atrás dele. Mas ele não vai ser obrigado a nada. Vocês não são obrigados a nada, eles não são obrigados A nada. Onde que é? Se vocês vão dividir o braço em três partes, é o terço superior, não é ombro. Porque o ombro não vai conseguir conduzi-lo e
também não é meio do braço, porque aqui vocês vão sentir apertados. Então é essa ocasião aqui, ó. Tocou, projetou. Não empurrar a criança, porque se ela tá empurrando, quer dizer que ela não queria fazer o negócio, vai auxiliá-la para isso. E se, professor, Ela não sabe o que tem que fazer, você vai aumentar o tipo de ajuda, que agora nesse caso vai ser auxílio físico total. Dessa maneira aqui. Como é que nós vamos fazer? Olha aqui o meu quadril, ó. Cristilíaca é que vai conduzir ele. Cristíaca é isso aqui que vai conduzir ele, ó. Só
que a hora que eu fizer para lá, ele vai ser empurrado. Então, o que que eu vou fazer? Eu vou trazer aqui, ó, no terço superior em concha, eu trago ele para cima de mim. Ele vai ficar um pouquinho inclinado. Não é para ficar desengonçado, mas também não é para ficar numa posição totalmente ereta, porque se ele ficar numa posição ereta, ele não vai, ele não vai se engajar na atividade que você tá ajudando ele a fazer. Então não é deixar o aluno uma situação desconfortável, mas é aquele aluno que é mais agitado, que ele
não tá fugindo de você, mas simplesmente ele não consegue prestar atenção na atividade, No esperar, na hora de saltar, na hora de se atentar pra atividade. Então você vai fazer esta atividade, ó. Então você vai inclinar com o quadril e puxar ele aqui. E aonde que fica a outra mão? A outra mão fica balizada aqui, ó. Só balizada. Não é aqui em cima e não é com o dedo aberto, que é muito comum as pessoas fazerem. Por deixou o dedo aberto, alguém uma hora vai quebrar teu polegar, tá? Então você vai fazer essa maneira Aqui,
ó. Somente isso aqui, ó. Olha como é que é minha perna. Como é que eu empurro ele? Não é com a mão, é com o quadril, ó. Com o quadril que eu projeto ele. É com o quadril. E se ele for mais baixinho? Se ele for mais baixinho, vai agachxa um pouquinho. Aí eu vou ter que agachar junto com ele. E se ele fortão, você não vai ser, você não vai usar esse tipo de dica com ele. Não vai usar ajuda física total já. Não, >> como é que é? >> Não é uma ajuda física
total não. >> Essa ajuda física total. >> Aqui já. Aqui é parcial. Aqui total. Auxí. >> Auxílio físico total. Auxílio físico parcial. Dica física. Dica física. Auxílio. Então, o que que nós vamos fazer? Nós vamos treinar agora todo mundo, certo? >> Com bebês você não vai usar auxílio Físico total, nem parcial. No máximo, uma dica física, gestual, tá? Não vai fazer terminar. Vocês vão vão só fazer um entre você, depois nós vamos voltar do almoço. Aí vai ser uma boa coisa legal. Quem atrasar pro almoço não vai treinar a parte prática aqui. Então, só façam
entre vocês. Presta atenção. Fica na posição um passo atrás, que é aquela pessoa que vai conduzir, um passo atrás. Não é Assim, ó. Não é diagonal, hein. Não é diagonal. É de frente pro mesma mesmo criança. Só que é um passo atrás só. Olha a diferença, ó. Se vocês olharem pr a ir onde que eu tô, eu que tô conduzindo ele. Um passo atrás, ó. Um passo atrás só. Certo. Agora balizamento. Fecha o polegar. Fecha o polegar. Auxílio físico parcial. Fecha o polegar. Não é ombro, não é Cotovelo. É o terço superior do braço. Agora
vamos fazer auxílio físico total. Vocês vão se aproximar e vão inclinar um pouquinho e vão colocar a mão só aqui embaixo embalizada. Não fica tocando no braço, a não ser que ele levante o braço. É só para proteger. Se eventualmente ele vier a mão no seu rosto, você tá aqui se protegendo. Agora, se ele tentar te morder, vem morder. Eu vou me afastar porque tá dizendo que ele não quer fazer Isso. Eu não vou segurar ele. Não é não é para obrigar ninguém a fazer nada, gente. Então é aqui. E se por um acaso eu
dessa dessa dessa posição aqui, ó, eu vou conduzir ele para lá. E se eu tiver que conduzir ele para cá, eu vou trocar e vou conduzir ele para cá. Então, troca, ó, sem encostar. Costa a perna, quadril e troca aqui. Chega encostar também. >> Não precisa encostar, só aqui. Polegar. Polegar. Agora outra pessoa >> lateral. >> Qual é o próximo? >> Balizamento. Lembra que não é lá embaixo e nem cabresto, hein? Aqui tem que ver as mãos. Não deixa o polegar. Fecha as mãos. Vai levar a mordida. Fecha o polegar. Auxílio físico parcial. Braço em
extensão. >> Estende o braço em extensão. Exatamente. Tá? Porque se ele vier, se for o caso da minha proteção, é simplesmente segurar aqui. Se eu tiver segurando aqui, eu só vou usar essa se isso aqui já não é mais necessário, tá? Eu só vou usar menos dica se essa aqui não é mais necessária. Auxílio físico total. Inclina ele, traz ele um pouquinho para cima de você e o quadril empurra. Ó, Cristelica, fica de fica de frente. Fica de frente para onde você Vai levar ele. >> O seu braço para trás tá em contato total com
ele. >> Pode ou não? Pode ou não. A força é aqui puxando ele. O mínimo de toque nele é o melhor. O mínimo de toque possível. Troca o lado. Quem troca de lado não é o aluno, hein? É você. Senão você vai aqui. Não, não faz sentido, hein. Quem troca de lado é você. Trocou, Trocou. Faz isso, tem que treinar. Trocou? >> Depois quiser >> vai trocando. Hã, >> a gente pode fazer umação com eles. Eu sendo um paciente andando desse jeito. >> Boa. >> Trocou >> pra criança menor você vai abaixar e fazer isso
com ela. Espera-se que você não precise usar esse recurso, tá? Professor, a gente tá Falando aqui sobre a questão de cabeça. >> É, eu vou eu vou treinar com vocês isso. Eu vou treinar eu vou treinar realmente se a pessoa quiser morder, cuspir, cabeçada, cotuvelada, eu vou treinar vocês, tá? É que tem que ser uma coisinha de cada vez. Eu sei que vocês estão assim, se uma coisa quer outra, quer outro. Espera um pouquinho, vai dar tempo, tá? Quantas horas? >> 2 horas. >> 10 pras duas. Então vamos 10 para >> 10 para uma. >>
Então considerando que a gente vai sair aqui agora 1 hora, >> 2:30 a gente começa essa prática, beleza? >> 2:30. Alguém quer querem tentar? Se for tentar todo mundo fazer uma hora de almoço, beleza, mas tem que ser coletivo. >> 2:30. Então, nós vamos formar duplas e aí nós vamos fazer de cá, daqui até aqui, nós vamos fazendo o ensaio de mais Para menos, de menos para mais, certo? Então, Luiz, se puder me ajudar, se vocês quiserem, se vocês não tiverem vendo, vocês podem ficar em pé, tá? Então, como é que vai ser a situação?
Eu vou avaliar vocês de lá para vocês fazendo aqui. Então, se for uma estratégia de menos para mais, vocês vão começar nessa posição aqui, ó. Certo? Vão começar a partir dessa. Lembra que o menos invasivo seria você não olhando para ele. A gente vai Começar nessa fase aqui, certo? A hora que ele passar por você, você vai andar do lado dele um passo atrás, mas a pessoa vai andar devagarzinho. Então vai, ó. Aí eu vou falar mais ajuda, mais ajuda, mais ajuda, mais ajuda. Troca de menos para mais. Faz sentido para vocês? A pessoa que
tá andando vai andando mais devagarzinho ainda do que o Luiz fez, porque eu fiz aqui rapidinho, já sei o negócio, mas vocês vão tem mais Dificuldade. Eu vou corrigindo. Para, troca a mão e tudo bem. >> É tirar relógio, coisas. Precisa, >> não precisa por enquanto. Mas vocês sabem que eu vou vou ter um slide que eu vou explicar para vocês essas coisas para para segurança. Por enquanto eu tô falando mais de tipo de ajuda, certo? Você me ajuda aqui? Então, ã, essa fileira, as duplas dessa fileira podem vir aqui >> sem colocar até onde
vai? Não, não precisa não. >> A medida que vocês não vão fazerindo ainda. >> Tem café? Tem café, viu? >> Tem café. Você não vai fazer café. >> Vai o qu? >> Então vem. Vai fazer com, vai fazer com o Luiz. Você vai fazer com o Luiz. >> Você vem aqui do meu lado, ó. Vai ficar Aqui do meu lado aqui, ó, para você assistir. Aí depois você entra lá, tá bom? Você vai ver dois aqui, ó. Chega aqui, ó. Alguém mais também não viu para parte da manhã? Não. Então, a hora que fizer três
aqui, eu já vou chamar vocês, tá bom? Já se preparem aí, já organiza dupla. Primeira dupla >> aí, quem que vai fazer a a dica física? Você. Então, passo aqui, você vai andar devagarzinho, certo? >> Tá conseguindo acompanhar daí? Tá, né? >> Pode vir. Mais ajuda, mais ajuda. Parou aí, dedão. Pode vir. Mais ajuda. Dedão. Estende o braço. Pode vir. Mais ajuda. Isso. Isso. Troca e conduz ela com o quadril. Traz ela. Fecha o dedo. Fecha o dedo. Muito bem. Deu. Agora vocês vão voltar porque você você que vai fazer com ele lá, >> tá?
Aí abre a mão. >> Quem vem? Já forma a fila aí. As duplas, Gente. Já forma as duplas. Quem que vai fazer o manejo aqui? >> Certo. Conseguiu compreender? Tá pegando. Daqui a pouco você vai fazer com o Luiz. Tá bom. >> Quem já fez vir, quem já fez, ela vai trocar a dupla. >> Ah, tá. >> Tá. Isso pode aumentar ajuda no parou aqui na lateral. vai andar ao lado dela. E senão nós não vamos fazer isso. Nós Vamos fazer só da lateral para andar na lateral. Vem. Pode vir pra lateral. Vem andando. Isso.
Ajuda devagarzinho. No aí >> aumenta ajuda. >> Aumenta a ajuda >> aqui. Isso. Troca o lado. Muito bem. Pode voltar lá para vocês. Ela vai fazer agora >> sim. Desculpa. É, nesse caso ele é mais alto que ela. Na hora da baliza gastar mais ou menos na altura do pescoço. >> Isso tem que abaixar pro ombro, >> certo? Vai fazer um pouquinho assim. >> Parabéns. Você já ganhou álcool em gel. Já ganhou. >> Mais duas dessas eu deixei escolher alguém para dar. >> Dupla. Pode vir devagarzinho. Isso, isso, isso. Para um pouquinho. Se você ficar
um pouquinho mais pra frente, ela consegue te ver olhando pra frente. Olha pra frente. Você consegue ver ela? >> Isso. Se você der um passinho para trás, ela já não vê você. Aí a tendência é ela Olhar para você. >> Então, nesse um pou é parece a mesma coisa, mas não é, viu, gente? Vocês tem que tentar vendo, olhando de frente pra pessoa ver você. Tá muito bem. Pode vir. Balizamento. Parou. Aí, muito bem. Aumenta a ajuda. Auxílio físico parcial. Auxílio físico total. Isso aí a mão aqui. Troca o lado. Muito bem. Parabéns. Vai lá
para vocês inverterem. Pode vir. Faz bem Devagarzinho. Isso. Ajuda, ajuda, ajuda. Para um pouquinho a mão. Você pode afastar. Muito bem. >> Isso. Trocou o lado. >> Isso. Muito bem. Parabéns. Quem vem? >> Lembra de conduzir com o quadril, hein? O quadril. Quando for auxílio físico Total, quadril que conduz. Certo? Isso. Vem bem devagarzinho. Pode vir. Isso. Ajuda. Ajuda. Isso. Ajuda. Parou. Aí puxou um pouquinho para você. O quadril que vai conduzir ele. Isso. A mão aqui. Trocou o lado. Aí. Excelente. Fecha o dedo aí. Luiz, você vem, você vai corrigir, corrigir outra. Quem é
a primeira dupla que Começou? Agorinho vai inverter. Tá contigo. >> Próxima dupla. Próxima dupla. Isso você que vai fazer. Então vem aqui. >> Aqui. >> Vira para cá. Ele vai passar por você e você vai entrar na lateral dele. Vai. Lateral. Isso ajuda. Parou. Isso. Vai ter que aproximar dele. Ele tem que ver a sua mão. Vai. Ajuda. >> Ajuda. >> Pode formar a próxima dupla. >> Próxima. >> Troca a mão aqui. Isso. Pronto. Excelente. Você vai trazer um pouquinho para você. Tá bom. Vocês terminaram. Podem subir. Quem já fez pode subir as a próxima
fileira aqui, ó. Pode vir, pode vir. Isso. Atrás. Isso. Atrás. Agora balizamento. Balizamento. Arro vai devagarzinho e chega um Pouquinho mais. Excelente. Ajuda. Isso. Mais ajuda aí com o quadril. Você vai conduzir ela para cá. Isso é isso mesmo. Troca o lado. >> Conduziu. Isso aí. Perfeito. >> Todo mundo novo aqui agora, né? Forma a primeira dupla. Alguém aqui? E aí a já pode formar a próxima dupla para poder fazer essa mesma posição, hein? Pode vir. Isso. Lateral. Balizamento. Parou. Isso. Ele tem que ver a sua mão. Isso mesmo. Auxílio fiz parcial. Isso. Fecha o
dedo >> total. Isso. Excelente. Puxa ele e o quadril que vai empurrar e cornudos ele para cá. Isso. Troca o lado. Excelente. Pode voltar lá e vai inverter. >> Pode ficar de frente para mim aqui, ó. >> Isso. Para você deixar ela passar, >> tá? >> A lateral. Pode vir pra lateral. Para um pouquinho. Ela tem que ver você. Então ela não tá, você não tá vendo ela. Você não tá vendo ela aí? Não tá. Então você vai avisar ela. Não tô te vendo. >> Não. Não tô. Ela tem, né? É. Então vem um pouquinho
mais. >> Um pouquinho. Mais um pouquinho aí. >> Certo. >> E aí uma medida que ela vai dar um Passo, você vai dar o passo junto, mas é um um assim, ela tá indo e o outro tá saindo seu. Certo. >> Pode ficar um pouquinho mais próximo dela. Isso. A hora que eu falar aumenta, você já vai pro balizamento. Pode vir. Aumenta. Parou dedo. Venha. Auxílio fiz parcial. Isso. Fecha o dedo. Pode vir total. Isso. Conduziu com o quadril. Você não Precisa tocar. Aqui é o quadril que vai empurrar ela mesmo. E aqui você dá
uma puxadinha, não precisa apertar, só dar trazer. Ela troca o lado. >> Opa, parou aí. Isso. Boa dica. Aqui você tá perce, ela vai sentir mais apertada do que você tá. Então, ó, aqui, ó, mais mais à vontade, não é exatamente isso. Perfeito. >> Pode vir atrás. Balizamento. Pode vir. Aumenta. Isso. Fechou o dedo. Pode vir total. Isso. Dá aquela puxadinha e com o quadril você empurra ela. Isso. É isso mesmo. Com o quadril. É isso mesmo. Aqui a mão aqui assim. Isso. >> Troca o lado. Troca o lado. Isso. É isso mesmo. Perfeito. Vamos
inverter depois lá. >> Quem vem? Quem vem? Quem vem? Quem vem? Vocês já fizeram sozinho. Ele vai fazer >> sozinho. Então vem mais alguém próximo que não fez ainda? >> Algum sozinho próximo que >> pode. Então vem. >> Vem. Você vem aqui. >> Isso. De frente para mim. De frente para mim. >> Ah, tá. Eu. >> Isso. A hora que ela passar, você já vai falar pra lateral dela. Pode vir. >> Isso. Lateral. >> Se você não tiver vendo ela, você avisa Ela. Não tô te vendo. Tá. Parou. Balizamento. Isso. Para um pouquinho. Chega mais
próximo. Excelente. Excelente. Certo. Fecha esse dedo. Tem que vir acompanhar. >> Vem. Auxílio fiz parcial. Isso. Total. Vem bem devagarzinho. Isso é o seu quadril mesmo para empurrar ela para cá. Uhum. >> Vai conduzir, conduz, dá um passinho para cá com o quadril. Isso. Agora troca de lado. Troca de lado. >> Conduz ela para cá. >> Conduz ela para cá. Com quadril. Com quadril você vai empurrar ela para cá. >> Isso. É isso mesmo. Perfeito. >> Quem vem? Arro. Diferente para mim. Isso. Pode vir. Isso. Alisamento excelente. Excelente. Parcial total. Opa, aqui de novo. Cantinho.
Deixa eu ver se prende aqui. Pronto. Essa mão faz só para proteger você, porque se ela levantar a mão pro rosto, tá? Aqui você vai trazer ela para você, seu quadril que vai jogar ela para cá. Vem, empurra com o quadril. Empurra com quadril. Isso. Troca o lado com o quadril. Empurra ela para cá agora. Isso. É isso mesmo. Perfeito. Já fizeram as duas. Podem voltar se quiser. Quem já fez dos dois lados, as Duas pessoas podem voltar. Pode vir. Próximo. Isso. Balizamento excelente. A parcial. Isso. Total. Conduz com quadril. Joga ela para cá. Isso.
Troca o lado. Excelente sua posicionamento. Conduz com quadril. Excelente. Perfeito. Fechou. >> Pode vir. >> Entrou atrás. Parou. Tá muito longe dela. Tá muito Atrás dela. Chega mais do lado. Isso. Para ela poder ver olhando pra frente. Consegue mais ou menos ver ela aí. Excelente. Aí balizamento. Isso. Parou. Afasta um pouquinho. Você vai balizar só se ela trombar em você, tá? Vem parcial. Par total. Isso. Isso. E conduz ela com o quadril. Não faz tanto assim para ela tem que ficar, ela tem que ficar um pouco inclinada. mais Confortável. Certo? A mão aqui não precisa
segurar, só se ela, só se ela levantar. Certo? Troca o lado, fecha o dedo do polegar. Isso. A mão aqui protege. Conduz ela para cá. Conduz ela para isso. Excelente. >> Quem vem? Então parou aqui de frente para mim. Opa. Você dá um passo para trás aqui. A hora que ela passar por você, você já entra na lateral. Pode vir. Parou. Vai devagarzinho, cola bem aqui para ela te ver. Olha pra frente. Você consegue ver ele? Não. Então você vai precisar numa posição que ela te veja. Consegue ver? É essa posição para você entender. Perfeito.
Dá um passinho, você já vai entrar no balizamento. Vem balizamento. Muito bem. Aí parou. Isso. Parcial. Estende o braço. Isso. Total. Subiu. Perfeito. Protegeu aqui com o quadril. Empurra ela para cá. Isso. É isso mesmo. Empurra ela. Pode vir. Vai andando. Op. Aí não. Aí virou um morto muito louco assim. Virou um morto muito louco, né? Não, aí não. Só um pouquinho e conduz ela com quadril. Vem. Trocou o lado aí com o quadril. Leva ela para lá. Isso. Excelente. Não é um morto muito louco. Então não é para andar assim, hein, gente. É só
uma Inclinadinha >> aqui. >> Frente para mim. De frente para mim. Ele vai passar por vocês. Vai. Não, você vão fazer vocês dois. >> Então fica de frente para mim. >> Aí a hora que ele passar você vai ficar na lateral dele. Isso aqui é o mínimo de ajuda. >> Eu que você. >> Ah, então >> tudo bem. >> Então vai. Assim que ele ela passar por você, você já vai entrar na lateral, tá? Dá um passo para cá. Isso. Venha. Isso. Parou. Você tá na frente dela. >> Não, tá atrás. >> Vem na lateral
dela. Frente para mim. Ela tem que te ver olhando pra frente. Olha pra frente. Você consegue ver ele? >> Não. >> Não. Então é um pouquinho mais. Aí você tá passou, passou à frente dela. Ó o seu pé, ó. Agora sim. >> É isso aí. Certo? É, é um, é um, é um trabalho que a gente tem que fazer, na prática, porque se você andar pra frente, ele vai ficar olhando para você. Se você ficar muito atrás, vai olhar para trás. Então, na lateral mesmo, um passo só para trás, certo? Vem andando. Isso. Balizou, parou
no aqui. Chega mais. Pode chegar mais, pode se a parar um pouquinho. Se aproximar um pouco mais. Você não vai encostar no corpo dela, mas você vai. Olha a diferença para você. A percepção dele fazer isso é mais invasivo, não é? >> É. E aqui parece que tá, não faz muito sentido. Então é aqui, certo? Vocês vão ajudando um ao outro, dando esse feedback, tá? Pode vir parcial. Isso. Total. Devagarzinho. Aí, conduz com quadril. Empurra ela para cá. Aê, trocou o lado. Isso. Conduziu ela para cá. Isso. Lindo. >> Tira a mão do bolso. Aê.
>> Eu tava esperando, >> man. Vou perder a chance de tirar um sarro. Vem >> isso >> tá vendo ele não tá legal. Chega aí. Aí sim. Descosta um pouquinho dele. >> Mais ou menos. >> Isso. Um passinho para cá. Tira a mão do bolso. >> Pode vir. Vai andando na lateral. Consegue ver ele? Pronto. Perfeito. Balizou. Isso. Tá, tá tá sentindo confortável com essa posição? Tá beleza. Baixo >> assim aqui. Perfeito. Tá ótimo. Pode vir agora parcial. Isso aqui a lateral. Muito bem. Pode vir total bem devagarzinho com o quadril. Conduziu ele para cá.
Isso. Conduziu. Trocou o lado. >> Quando conduz a gente vai com uma sala de cada vez. >> X. É X. >> Xrontai. Tá. mãozinha aqui. >> Aham. >> Isso aí. Você vai conduzir ele para cá. Excelente. Muito bem. Um T. Come on. Entrou aí, ó. Ó. É a dica que você não tá na posição porque ele olhou para você. >> Ele não tá te vendo. Por quê? Porque ele não tá vendo você. É, o seu posicionamento tá muito atrás. Tá muito Atrás. Vem, vem andando, olhando para mim. Tá vendo ela? Ela tá muito para trás.
Chega mais. Isso, isso. Tá conseguindo ver ela? >> Perfeito. Mantendo isso aí para minimizar ele fazer isso. Certo. Pode ir. Balizamento. Isso. Eles vão sair já. Vão dar uma abundada nes aqui. Balizamento parcial. >> Isso. Estende o braço. Isso. Tá Perfeito. Total. Isso. Excelente. Quadril. Joga ele para cá. Isso. Venda. É isso mesmo. Fechou aqui. Dá só uma puxadinha. Isso. Rou com quadril. Trocou o lado >> aqui. >> E ele se joga >> aqui. A mão. Isso. Trouxe ele. Trouxe ele. Excelente. >> Quem mais vem? >> Deixa dar distância. Eu sei. Tem tem olho atrás.
Pode vir. >> Isso. Excelente. Tá vendo ele? Não tá. Então é isso aí. Você precisão dar feedback. Pode vir isso. Balizamento. Excelente. Parcial. Estende o braço. Perfeito. Total com quadril. Isso. Conduziu. Troca o lado. Você consegue agora? Passa. >> Deu perfeito. >> Excelente. Pode vir lateral. Parou. Você não tá vendo ela Agora. Você tá Tem que ver ela. Ela tem que te ver olhando pra frente. Olha pra frente. Tá vendo ela marrom? Você não tá olhando para mim? Vem, vem. Olha para mim. Você tá vendo ela? >> Não. >> Então chega um pouquinho mais. Isso
é isso aí. Essa é uma medida que vocês vão precisar treinar, tá bom? Pode vir. Balizou, parou, dedão. Ela tem que ver você. Excelente. Muito bem. Parcial >> total >> com o quadril. Conduziu ela. Isso aqui é para proteger. Isso aqui é para proteger você. Excelente. Corre com trocou o lado. Conduz ela para cá. Isso. Essa mão aqui é para proteger dela fazer assim em você no rosto, tá? Só isso aqui. Não pode, não fica muito na frente dela, não. Flexiona um pouquinho. Ah, sim. Desse jeito. Excelente. Perfeito. Não precisa ficar tocando, tá? Só se
ela tocar em você. Excelente. >> Venha devagarzinho, devagarzinho. Lateral. Você não tá vendo ele? Não tá. Chegou >> agora. Beleza. Dá mais um passinho acompanhando. Balizou, parou. Você não vai encostar, mas ele vai ver a sua mão. >> É como se fosse a linha do do cotovel. É pro seu tipo, no caso o paciente for bate de cabeça, >> você só vai usar essa estratégia se as se a mais invasiva. Ah, entendi. Entendi. >> Ele já não tá não tá tendo, não tá fazendo isso, tá? Por isso que essa aqui é para você ter essa
essa essa segurança. Você só vai passar dessa para para menos se precisar, tá bom? Excelente. Pode vir >> isso. Excelente. Pode vir total. >> Isso. Pode vir. Conduz ele para cá. >> Trocou. >> Daqui a pouco. Daqui a pouco vou ficar mais. >> Trocou. Excelente. Perfeito. Passo atrás. Esperar el >> Isso devagarzinho. Pode ir andando. Isso. Posicionou. Agora que é a hora a vez dela para falar se tá te vendo. Não tá te vendo, ó. Não tá te vendo. Ela não tá te vendo agora. Tá vendo? Agora tá Perfeito. Balizou. >> Excelente. Excelente. Parcial. Total.
>> Total. Excelente. Muito bem. Pro outro lado. >> Isso. Conduziu ela para cá. Vem com o quadril. Não, com quadril para cá. Com quadril que conduz. >> Não é puxando, é o quadril. Vem, conduz ela para cá. Isso. Excelente. É isso aí. Perfeito. Isso. Guardou. Vem aqui em posição de T. De frente para mim. De frente para mim. A hora que ela passar, você vai vai entrar na lateral dela. Certo? Pode vir isso. Entra na lateral. Olha para mim. Você consegue ver ela? >> Isso. Perfeito. Balizou. Pode fecha o dedo. Isso. Para um pouquinho. Você
vai ter que aproximar dela. Isso aí. Tá. Pode vir parcial. Isso. Pode vir total. >> Ah, desculpa. >> Isso. Perfeito. Isso. Conduza com o Quadril ela para cá. Isso. Troca o lado. É você que troca? Não, ela. Aí conduz ela para cá. Defendeu. Isso aí. Perfeito. Você chegou a fazer? Não. >> Então volta lá. Vamos lá vocês duas. Eu né? >> Isso. Chega um pouquinho para cá. A hora que ela passar você, você já vai entrar na lateral. Pode vir. Isso. Excelente. Balizou. Excelente. Só um santinho. Fecha o dedo. Chega um pouquinho mais aqui. Isso
Mesmo. Parcial. Pode tocar. Estende o braço. Muito bem. Para um pouquinho o dedo. Isso. Total. Isso mesmo. Aqui pode continuar. Você vai só dar uma puxadinha e com o quadril você vai conduzir ela para cá. Isso. Esse isso mesmo. Passo sobrepasso. Trocou pro outro lado, trouxe ela, conduziu ela para cá. Isso. Conduz ela para cá. Excelente. Muito bem, pessoal. Essa situação é muito importante que vocês treinem, mas o que a gente fez aqui em 15 passos, isso vai durar 15 semanas. Vocês não vão trocar ajuda de um dia pro outro ou no mesmo dia. A
não ser que por um acaso vocês estão num tipo de ajuda, o aluno tá apresentando algum comportamento, né, de balançar e aí vocês vão talvez aumentar o tipo de ajuda. Agora, alguém perguntou assim: "E se eu tá dando cabeçada? Você tá dando Cabeçada?" Você tá dizendo para você que não quer fazer o negócio e você não vai insistir com ele. Ah, eu vou pegar nele, eu vou dar auxílio físico. Não, você não vai. Professor, o que que eu vou fazer? Não sei, >> professor. >> O que você não pode é colocar o seu interesse de
intervenção acima do assentimento, da concordância do aprendiz. Nossa, professor, tá ficando mais Difícil. Exatamente, gente. Uma intervenção humanizada não é fácil. Não é fácil a gente fazer, vai fazer do que o que eu tô querendo, é mais fácil, só que não é uma versão humanizada. Se não for o filho de vocês, vocês vão achar que isso é legal, mas se for o filho de vocês, vocês não vão querer uma intervenção que tem que fazer na marra. Então, se ele tá dando cabeçada, ele tá dizendo que não quer. Vamos ter que pensar em outras estratégias, Certo?
Só um instantinho. Só um instantinho. Aí nós vamos fazer a estratégia de hum eh de mais para menos também, tá? Mas aí eu a hora que a gente for fazer a prática, nós vamos fazer uma prática junto com outras estratégias. Então só um instantinho, Ronald, que aí eu vou mostrar as estratégias e a gente acumula tudo de uma vez, tá? Eh, eu vou precisar agora mostrar sem o fone de ouvido, porque eu vou usar a camiseta. Vai pegar na minha camiseta. Como é que Nós vamos fazer, hein? Agora cadê aquele da Xuxa? Tem da Xuxa
aí? É aí que perguntas falou aproveitar aqui é com relacion a de natação, né? que o aluno às vezes ele pode gastar mais aula de do que da aula da natação. Verdade que essa situação a aula de jun tendo uma intervenção eh melhor do que a aula deção, ou seja, pode estar sendo bem mais acolhido do que nação. Professor dação, ele não pode estar enxergando Algumas estratégias que o professor de judis enxerga e o aluno às vezes gosta mais. Excelente. Às vezes a a o professor de judô ou de natação tá fazendo estratégias preventivas para
não acontecer comportamento, problema. Mas em geral, em geral a gente gosta de uma aula que é mais fácil, que as pessoas ajudam a gente. Então essa é uma coisa que é muito atento, porque a gente tem a tendência de na educação física ser o melhor professor, mas é o que a gente i Dar, dá menos demandas, dá mais concessões, dá mais ajuda. Então a gente precisa sempre ficar atento nessas coisas porque ele gosta mais da gente, porque a gente é desse jeito. Se a gente realmente colocar a demanda como outros profissionais, acaba não mudando. Mas
eu compreendi a tua ideia, tá? Então não é uma não é uma regra, mas é importante a gente ter essa essa percepção também. professor, eh, para ficar, eu acho que ainda mais elativo para para quem não tá Familiarizado com esses procedimentos, é importante, eu acho que dizer que esse tipo de transporte, né, digamos assim, será para ajudar o aprendiz a fazer, executar alguma determinada tarefa ou para também, de repente transportar ele para outro ambiente. >> Nesse caso não, nesse caso eu não entrei ainda. Nós não estamos entrando nenhuma situação de de crise ou de comportamento
agressivo. Nós estamos ajudando. É, nós estamos falando de tipo de ajuda. >> Ajudar comprir uma tela. Beleza. Aí você falou assim: "Ah, eh, se eu aprendi estar sinalizando que não quer fazer, >> certo? >> Eh, e não >> vai trocar logo. >> Então vai lá na hora que vem eu lhe dou o microfone. >> Não, já vou usar agora. >> Ele começa a emitir comportamentos disruptivos >> assim mesmo. Não, do outro lado. Do outro jeito. >> Isso. Só ajusta. câmbio. >> É isso mesmo. Vamos embora. E o começa a emitir comportamentos começa aí, etc. E
aí, >> Uhum. >> Como é que faz? Porque em geral, como você falou, nós não vamos privilegiar ter como prioridade de ensino o mais fácil, né? >> Aham. >> Ou aquilo que pra gente é melhor, né? E >> como a maioria dos aprendizes que são autistas, ã, ele começa se chatear. ou em um momento ficar editado e enfim. >> Uhum. Então, a nossa intervenção, eu tô trabalhando com vocês há tantas horas para que a gente consiga minimizar situações de desconforto. Não é uma intervenção baba de forma que não vai ter ensino novo, mas também não
é uma demanda muito alta que o aluno talvez Não consiga fazer e aí não conseguir fazer, ele vai dar um jeito de sair daquela atividade. Se você segurar ele, aí que ele vai te bater, aí que ele vai te arranhar, aí que ele vai se machucar, ele vai se jogar no chão. Então, para minimizar isso, por isso esses detalhes da gente ensinar degrauzinho por degrauzinho aquilo que a gente tá se propondo a ensinar pro aluno, mas às vezes não depende da gente e o aluno carrega uma história de ajuda, de Demandas que não são da
nossas, né? A história de que ele tem com outras pessoas. Então, é, eventualmente essas coisas vão acontecer. Então vamos acompanhar aqui. Se por um acaso eu estou numa condição como essa para auxiliá-lo o meu aluno num zigue-zague, certo? Num zigu-zague, num auxiliar para passar por baixo, porque ele não segue instrução oralmente, eu não falo, eu posso gestual, não utiliza, ele não Consegue, eu vou auxiliá-lo dessa maneira. Então eu vou auxiliá-lo a conduzi-lo dessa maneira e se for o caso, eu vou passar para cá, certo? Se ele conseguir fazer isso, perfeito. Se ele não conseguir abaixar,
eu vou, ó, auxiliá-lo aqui. Eu vou auxiliá-lo. Vou auxiliá-lo fisicamente para isso. Auxílio físico total para passar por baixo. Então, eu vou auxiliar. Agora, se por um acaso o meu aluno tá com dificuldade, distração, eu vou dar Auxílio físico. Agora, se por um acaso ele vier dar uma cabeçada, que que eu vou fazer? Mas pode dar uma cabeçada mesmo e eu vou me afastar. Olha aqui o que eu tô fazendo, ó. Olha o que eu tô fazendo. Então ele tentou fazer uma, ele tá sinalizando para mim que ele não quer, certo? Ele balançou o corpo
para me soltar. Pronto, isso. Por que que eu tô fazendo dessa maneira e não assim, gente? Porque se eu tiver fazendo assim, eu tô forçando ele a fazer alguma coisa. Tá fazendo sentido para vocês? Aqui, ó, é tão pouco que qualquer chacoalhada dele, ele sai. É para ele sair mesmo. Se ele não quiser fazer, é para não ser seguro. Ah, professor, mas é melhor eu fazer desse jeito aqui? segurar o braço. Não é para ser seguro. Isso aqui não é defesa. Isso não tô levando um bandido. Eu tô auxiliando alguém numa atividade. Então, nesse caso,
se ele quiser sair, ele vai sair. Ele vai sair. Chama assentimento, que é A concordância dele na intervenção. Se eu tô lá na musculação e machuco o dedo ou eu não quero fazer musculação mais, sei lá, porque aconteceu alguma coisa, o meu personal treino fica: "Não, você tem que fazer". Mas tá de sacanagem, meu. Vou sair daqui. E por que que seu aluno não vai poder sair? Ah, porque ele não sabe falar. Para de tomar decisões pela pelas pessoas, senão a gente não vamos ter uma uma comunidade Que respeita as diferenças. Então, se ele quiser
sair, ele vai sair. Se ele cham que eu vou fazer, se ele for pra rua, eu vou explicar o que eu vou fazer com vocês. Vou explicar, tá? Mas vamos um passinho de cada vez. Segura um pouquinho. Se eu não responder para vocês o que vocês estão querendo, aí eu trago. Então, por enquanto, nós vamos trabalhar com isso, certo? Aí ele tá tentando morder. Olha o que eu vou Fazer, ó. Mordeu minha mão. Vai tentar morder. Eu vou soltar a minha mão. E aqui, ó, olha a posição, ó. Palmas. Palmas para baixo, ó. Não é
no rosto, porque se no rosto aí ele vai vir direto na minha mão para baixo. É a defesa. Somente isso aqui. Ele se aproximou de mim, eu vou me afastar. Me afastar até onde? Não sei. Até a hora, a hora que me cercar. Que que eu vou ter que fazer? Ou eu vou ter que amar uma estratégia que eu vou Explicar para vocês, ou eu vou falar ajuda. Fala ajuda, se for o caso. Certo? Por enquanto. O que é que eu vou fazer aqui nessa situação? Se por um acaso ele vier com a mão para
cima de mim. Tá? Então ele levantou a mão. Eu vou ter que fazer essa estratégia aqui, ó. Cotovelo, ó. Cotovelo. Só cotovelo. Ao cotovelo, olha, eu vou trocar a mão, ombro, conduzir ele embora. É só cotovelo aqui, um pouquinho acima Do cotovelo. Eu não vou pegar no antebraço, porque se eu pegar no antebraço, hora que ele tá levantando a mão, eu vou jogar a mão no rosto dele, antebraço, ó. Tão entendendo? Na luta, nas artes marciais, a gente faz isso, plau. Como uma pessoa com autismo, ela não tá querendo me machucar, ela tá querendo sair.
Ela falou assim: "Falei para você que eu não queria fazer isso e você insistiu." Então aqui, ó, cotovelo, nós vamos ter que treinar isso, gente. Tem que treinar cotovelo, tá? É cotovelo para um lado, se aqui não posso levar ela pra parede, então eu vou levar pro outro lado. A mão no ombro, ó. Mão no ombro, pechou. conduzir ele, ele veio tentar me morder. Tentou morder, pum, soltei de novo. Ele veio de novo. Conduzir ele. Tem que tentar conduzir. Cotovelo empurrou. Troquei. Empurrei ele. Quadril. Quadril que eu vou levar ele. Agora eu preciso Levar ele
para lá. Troquei. Conduzir ele para cá, ó. Tô girando ele aqui. Agora levar pro outro lado. Eu vou trocar aqui pro lado de cá. Quadril, ó. Ele não precisa ficar para lá para ele onde que eu quero que ele vá. Quadril. quadril que eu vou empurrar ele. Essa mão, ele vai tentar me morder, vai tentar levantar, desculpa, levantar a mão para poder dar o soco no meu rosto. Eu vou defender dessa maneira. Agora, se ele precisar me beliscar com essa mão, Eu vou sair. Certo? Agora isso aqui não é para a situação de fazer atividade
física. Aqui eu agora nesse caso, ele tentou me morder. Aí eu vou conduzir para levar ele para um ambiente mais calmo. Não vou voltar pra atividade. Calmou. Tudo bem? Vamos voltar à atividade. O que que você quer? Vamos lá paraa atividade. Aí eu vou conduzir mínimo de ajuda possível, tá? Se for o caso, volto para cá. Tentou Me empurrar, tentou dar a cabeçada, vem. Afastou de novo. Nós vamos ter que exercitar, não deixar, não forçar o aluno fazer. Vamos ter que nos exercitar. Tem gente que tem dificuldade com isso. Vamos ter que nos exercitar. Aí,
por um acaso, o aluno pegou na tua camisa. Pode pegar assim. Um, lembrando, tem um monte de judoca aqui. A pessoa com autismo não vai pegar Com a pegada, por favor. Vai pegar sim, certo? Às vezes vai pegar tua camisa, vai pegar o teu pelo do pelo, vai pegar sua pele. Então, se você tiver de colar, você vai correr um grande risco de se machucar. Você atende um aluno que com essa probabilidade não usa colar. Cabelo preso. Piranha não. Brinco. Tente evitar brinco. Especialmente brincos grandes. Tem gente Que não vai ter condição de tirar porque
inflama. Então minimize. Tem aqueles brincos menores para intervir. Tá bom. Mas pegou na camisa. Aí pegou o top. Ferrou. Tá. vão ter que tomar cuidado com isso. A primeira coisa que nós vamos fazer, lembrando, isso aqui não é para quem tá filmando, tá sendo gravado, isso aqui não é o curso de gerenciamento de crises, isso aqui não é o PCM, isso aqui não é o curso de segurança em crises Agressivas, isso aqui é uma estratégia criada pelo Paulo Quereguini na prática dele para auxiliá-los em situações que não estão ao alcance de vocês. Então eu tô
treinando vocês para não acontecer isso, mas às vezes acontece isso por vários outros motivos que não dependem de você. O aluno dormiu mal, na outra terapia veio uma situação desconfortável e não depende do nosso. Começou a aula, já fez isso. Então nós vamos ter que ter medidas de segurança, segurança minha e Segurança dele, mas especialmente a minha. Isso é muito importante. Às vezes a gente fica priorizando a segurança do aluno e em detrimento da nossa. Não. Você vai ensinar para ele que a sua segurança é acima. Para ele, a segurança dele é acima. Para você
a sua segurança é acima. Eu não vou deixar ele morder, não vou deixar ele beliscar. Ó, presta atenção. Primeira coisa, pegou E apertou a mão. Não é, não é morder, não é peliscar a mão, não é machucar. Eu vou apertar porque quando eu aperta vai acontecer assim com a mão dele, ó. Entenderam? Vai acontecer isso, ó. Pode ser que a hora que ele faça isso, se ele querer me dar um soco, eu vou defender com a outra mão aqui, ó. Não segure. Segurou, ferrou. Você vai apertar a mão dele, vai ficar vermelho, você vai machucar
o punho dele, você não segura, você vai rebater aqui, ó. Se for o caso, Rebater, aí ele vai tentar chutar também. É isso. Vem para ele bater. E eu vou proteger aqui, ó. Vou tentar manter uma distância dele, tá? Tentar manter uma distância. Eu vou tentar. É o que é possível. Pronto. Não consegui. Tô aqui. Ele tá me conseguindo me arranhar, tá me chutando. Eu vou falar o quê? Me ajuda. Socorro. Não, socorro não é uma palavra legal pra gente poder gritar, porque socorro? Porque socorro dá impressão que tá Queimando, que quebrando alguma coisa, pegando
fogo, tá? E aí o que quando a pessoa vier, ela vai falar o seguinte, ela não vai vir já segurar o Luiz, ela vai chegar e vai perguntar para mim o que que você quer que eu faça. Fala >> que você quer que eu faça. >> Eu quero que você segure o braço dele. Segura o braço dele para mim. Então, parou. Pegar mesmo. >> É. Aí, vamos lá. O que que vai acontecer? Presta atenção aqui. Solta Aqui outro meu sentimento lá. >> Você vai vir, você vai sair do campo visual dele porque tem ser a
sua segurança. Só deixa pode soltar. Vai fazer isso com a mão dele, ó. Só isso, ó. Se for o caso, se ele jogar a mão para trás, você vai perder isso aqui. Então você pode, ir a um último caso, fazer isso. Mas priorize fazer somente isso, ó. Somente isso. Se não der, aí você faz isso. Faz sentido para vocês? É isso aqui. Só. Só isso aqui, tá? Ou Senão, se for o último caso aqui. Mas às vezes a mão dele não tá indo lá, então eu quero que você segure a perna dele. Segurar a perna,
só segurar, estabilizar. Aí ele tá chutando e socando. Eu vou pedir duas ajudas. Me ajuda. Então você vai segurar braço e você vai segurar somente a perna dele aqui. Pegou? Pegou. Porque às vezes eu tô cansado. Passou um tempo, eu não aguento mais. Segura ele, Segura ele. O que eu vou saber? Tá machucando. Às vezes pegou meu pelo, pegou minha pele, eu não aguento mais. Tô cansado. Adulto. Segura, estabiliza. Ó, é o mínimo invasivo possível. O mais seguro para mim, o mais seguro para ele. Eu não vou fazer um um soco. Me solta. Jamais vou
fazer um negócio desse. Tá, isso aqui soltaria. Mas eu não vou fazer isso. É o mínimo de esforço. É o mais saudável, mais educado, o mais humano possível. Segurou, ele vai cansar. E se Ele voluntariamente soltar, aí eu vou falar: "Gente, solta já todo mundo ao mesmo tempo." Porque se ele soltar a mim e eles não soltarem, plau, pegou ele. Então você combina para soltar, certo? E aí é essa posição, essa posição, uma perna paraa frente, uma perna para trás aqui. Só isso aí, essa posição. Se vocês quiserem ficar em pé e fazer essa posição,
vocês podem fazer, tá? Aí, pronto. Aqui pegou, pode estar aqui de frente. Obrigado. Vocês podem podem voltar. Prestem atenção como é que nós vamos fazer essa estratégia aqui, ó. Primeira coisa é pressionar a mão. Do mesmo lado, você segura a outra. Presta atenção. Eu vou, se vocês aqui de baixo, podem sentar porque senão eles não vão ver lá no fundo. Vou pegar na parte de baixo, ó, e vou dar um passo para trás, ó. Só isso. Não vou machucar a mão dele. Não vou machucar, não vou morder. Então, Ó, pegou. Pega. >> É isso aí.
Se eu não apertar a mão dele aqui, se eu não apertar a mão, ó, fez, de uma estraladinha. Se eu não apertar a mão dele, eu não consigo arrancar. Consegui. Mas não era para arrancar. Eu tenho que apertar para dar aquela frouxada na mão dele. Aperto. É estabilizar, não é machucar a mão dele. Por favor, hein, gente. Não é unhar. Quem tem unha grande vai ter que se virar com isso. Apertou e aqui, ó, passa Para trás, soltou. Certo, professor? E aí? E se por um acaso ele vier com a outra mão, você vai defender.
Enquanto você não tiver com essa mão estabilizada, você não vai fazer essa estratégia. Você vai estabilizar. Quanto tempo vai durar? Não sei. 30 segundos, 1 minuto, 5 minutos, 20 minutos, não sei. Você vai estabilizar aqui, estabilizar até que você solte um passo para trás. Pronto. Entenderam? Então, nós temos Alguma estratégio, próximo de mim e ele tá vindo, levantou a mão, eu vou pegar cotovelo. Ah, não é fácil isso aqui. Pode ser que ele venha por baixo, então eu vou tentar, né, defender e, ó, pegar braço, porque a hora que eu pego o cotovelo e eu
já giro, o corpo dele vai junto. Aqui é ombro, ó. Arrastei. Eu não preciso soltar dele. Vou fazer de novo para vocês lem de cá. Levantou a mão, ó. Cotovelo. Você pode Vir para poder pegar o meu rosto, ó. Dessa maneira, tá? Às vezes pode ser que pegue, plau, pode ser que pegue. Eu vou ter que minimizar danos, porque se eu a nossa tendência é fazer isso, ó, pegar na mão e aí vira força contra força. Você vai ganhar, vai machucar e ele vai conseguir fazer o que ele quer. Ele vai continuar saindo da tarefa,
vai ficar mais acelerado ainda. Você tem que desacelerar, você tem que voltar a ele o Mais rápido a tranquilidade. Então é puf, girou, girou mesmo que pegue no rosto e aí você vai. Não, eu já entendi que você tá com raiva. Já entendi que você tá cansado. Vamos tomar uma água, vamos lá para brincadeira. Vamos lá pro parquinho. Ah, mas você vai reforçar o comportamento inadequado? Vou o mínimo possível, porque se eu não fizer isso agora, vai ser muito acelerado. Ele vai me morder, vai destruir tudo. Eu tenho que Minimizar situações de trauma, mesmo que
seja reforçando um comportamento mínimo de inadequado, de de tentar pegar. Porque eu não vou reforçar é conseguir deixar ele me pegar. Não vou deixar. Não é para deixar. Cotovelo. Plau. Cotovelo. Empurrou. Ó. Vamos nessa. Vamos lá para fora. Entendi que você tá desconfortável. Às vezes pega no rosto, às vezes pega um pouco, você direciona e, ó, tá tudo bem. Já entendi que você tá com raiva. Vamos lá um pouquinho. Vamos lá para brincar de um outro lugar. Daqui a pouquinho você vai. Aí é mais rápido o tempo para ele voltar pra atividade, porque essa estratégia
é para voltar o mais rápido pra atividade. Ele vai voltar. Agora, se você deixar, se você segurar a mão dele, ele não volta hoje, não volta amanhã. Isso é bem que talvez você nem queira atender ele. Então, primeira mão é essa. E se ele vier por cima, só um instantinho, vou passar alguma sequência. E se ele vier a mão por cima, a mesma lógica, ó, mão no ombro, não solto. Conduzir ele do lado de cá. Levantou a mão pro lado que for. Então eu vou tentar empurrar o cotovelo. Empurrou, ombro, conduziu. Por que que essa
mão aqui é importante? Para continuar tirando ele da minha frente. Aí eu aproximei e vou. Pronto. E se por um acaso agora ele pegar no meu cabelo? Pode pegar. Hã, >> primeira coisa, eu vou estabilizar porque a tendência dele é me puxar para baixo. Então, primeira coisa é estabilizar e ó, e estabilizar. Se ele tentar me chutar, eu vou defender. Eu vou defender aqui. Não vou segurar. Aí se ele vier com a mão, eu vou defender. Se for o caso, eu vou fazer o quê? Ajuda. Mas eu não, primeira coisa não é fazer isso, ó.
Blau, porque senão você vai perder uma cabeleira legal. Aqui é a nossa tendência querer fazer isso. Não dá, porque às vezes o cab, às vezes é aqui da, especialmente de mulher, às vezes é assim. Você vai tentar isso, primeira coisa é estabilizar sua segurança. Sua segurança. Não vai enfiar o dedo no olho, não vai chutar ele, não vai xingar ele. Você vai estabilizar especialmente, ó, a mão do Mesmo lado, essa que vai estabilizar. Dessa maneira aqui, eu tenho uma estratégia ideal e tem uma estratégia possível. Se eu tiver em dupla, eu vou chamar ajuda, certo?
Eu vou chamar ajuda. E a pessoa, a primeira coisa que ela vier, que que ela vai fazer? Ela vai pegar ele, vai segurar ele, ela vai segurar a mim. >> Que que ela vai fazer? Hora que a pessoa vier >> perguntar o que é que eu quero. Porque Às vezes eu quero simplesmente que ele me ajude a desvencilhar. Às vezes eu quero que ele segure o braço. Às vezes eu quero que ele tire as cadeiras. Às vezes eu quero que ele tire as crianças de perto. Então tem que me perguntar o que que eu quero.
Tá claro para vocês? Chega e pergunta o que que é a prioridade. Que que você quer que eu faça? Tira as crianças da sala que eu vou dar um soco nele com a Brincadeira. Eh, tira brincadeira. Claro que não. Foi só para >> quebrar o gelo. >> Só para testar. Boa. Então, nesse caso, eu vou eu vou segurar, tá? E aí, qual é a proposta? A gente chama de estratégia de descascar a pegada. Então, eu vou tirar do lado do dedinho dele. Se eu não tiver ninguém para ajudar, eu, ó, troco a mão e vou
entrar com um Polegar no dedinho. Não tem pressa, gente, não tem pressa, porque às vezes ele vai vir dar um soco de novo. Segurou. E eu vou defender, trocar. Perdi de novo. Então não tem pressa. Se ele andar para trás, se ele me puxar para baixo, eu vou agachar. Se ele me empurrar, eu vou seguir junto com ele. Vou estabilizar. Se for o caso, defendeu. Tá tranquilo? Não tenho ninguém para Chamar. Troco a mão e vou descascar. Ó, dedinho por dedinho pelo meu polegar. Polegar. Somente depois que eu consegui pegar a mão dele com os
dedos, soltei, desvencilei. Eu quero ver alguém que tá com cabelinho bem bonitinho para vir fazer aqui comigo. D um cutuc nele. Dá um cutucão nele. >> Cutuca aí. Ele não tava aí. É, mas se por um acaso, Se por um acaso eu tenho alguém para poder me ajudar, então eu vou chamar, tá? Eu vou estabilizar, se for o caso aqui, e eu vou falar: "É o plano A, ajuda." Muito bem. Agora, muito bem. Pode ser que eu queira que ele segure o braço e tudo. Se ele não tá me socando, ele não tá me chutando,
eu posso ou eu mesmo posso mesmo mesmo defender. Eu vou pedir para que ele agora faça o desvencilhamento. Vai, você vai Descascar, certo? Então, presta atenção. Como é que ele vai fazer? Ó, você vai pegar com a mão direita aqui no punho para ter estabilidade. Você vai estabilizar, certo? Para me ajudar a estabilizar, certo? Aí você vai falar: "Troca a mão". Para poder tirar a mão, porque para poder ajudar, para eu ajudar é que você que vai descascar, certo? Aí você vai entrar com o polegar, o seu polegar esquerdo da mão esquerda e vai descascar
dedinho por dedinho A mão dele. Sem pressa, sem pressa, sem pressa. Aí pegou, soltou. Vocês estão com atentos aos estímulos menos relevantes. Relevante é aqui, tá? Então a gente vai tentar sem pressa essas coisas. Sem pressa. Tudo bem? Pronto. E se por uma Obrigado. Prendeu aqui. Prendeu o cabelo. Nós vamos fazer mais uma estratégia agora. É chamada de estratégia para soltar mordidas. Às vezes a criança tá sentada, você Passou do lado, ela blau, pegou no teu braço. Às vezes você tá fazendo uma estratégia, ela pum, pegou no teu braço. Eh, eu sei que muitos de
vocês vão falar: "E se pegar assim? E se fizer tal coisa? E se, gente, tem um monte de coisa. Não dá para pegar. Tem um monte de siss, tem 1 milhão de ISIS. Nós vamos trabalhar com aquilo que é mais comum. Se vocês quiserem saber mais detalhes, podem fazer um curso chamado Segurança de Crises Agressivas, SCA, ofertado pelo Grupo Método. Ou vocês podem procurar lugares que dão o curso chamado PCM, Professional Crisis Management, que é um uma formação profissional de gerenciamento de crises, sobre a qual eu sou um instrutor sobre isso e vou dar nesse
final de semana. SCA é um tipo, eu posso mandar no link para vocês no grupo e um outro é chamado PCM. Esse é, esse é americano, esse é internacional, tá? O SCA é o mais conhecido no Brasil, é uma adaptação que O grupo Método fez de umas estratégias e o PCM é uma certificação internacional, certo? Tem validade de um ano, você pode ser prorrogável um pouco mais, você precisa fazer recertificação. Recertificação não é o mesmo valor, não é um curso barato, é um curso de 3 dias, sexta, sábado, domingo, 22 horas, mais ou menos duração
do curso que eu tô dando aqui, só dessa, só desse conteúdo. E ele vai falar de várias estratégias Preventivas com vocês, inclusive para gerenciamento de crises. Então, isso que eu tô dando para vocês aqui não é PCM e não é SCA, tá claro para vocês? Tá? Estratégias minhas de conhecimento dessa área. Eu não posso, porque se eu der esse curso para vocês, sem que seja certificado para vocês, eu preciso ter ah uma eu preciso inscrevê-los para fazer esse curso e vocês têm que fazer prova para isso. Se vocês alguém disser que eu tô dando esse
curso para vocês Aqui, eu perco a minha certificação de instrutor de PCM, tá? Então não posso copiar as as estratégias. Claro que tem estratégias que a gente já trabalha em luta, já trabalho na minha experiência. Então é essas que eu vou trazer. ainda que sejam semelhantes, tá? Ah, e se por um acaso então ele morder você? Nós vamos trabalhar com um modelo de de mordida, mas ele não é a única. Eu sei que tem um monte de sisa, vamos trabalhar com uma, tá? Nós vamos fazer a Simulação da seguinte maneira. A pessoa vai estar com
a boca fechada e vai ser no braço. Eu posso te fazer com você aqui, você colocar aqui. >> Adoro. Dessa maneira ele vai encostar a mão e aí quando normalmente ele vier, ele vai pegar no meu braço. Pode pegar no braço assim com as duas mãos. Ele vai para morder morder. Certo? Nesse caso aqui, o que que eu tenho que fazer? Primeira coisa, eu vou ter que Estabilizar. Estabilizar. Eu vou dar um um socão nele, não, eu vou estabilizar. Por que estabilizar? Isso aqui é uma medida de segurança, porque a primeira tendência que as pessoas
têm que fazer é puxar, perder o braço. E se por um acaso eu não estabilizar e ele puxar, foi embora pedaço do meu braço também. Então eu vou estabilizar aqui ele primeiro. Eu não vou forçar muito ele, mas eu vou ter que fazer uma Pressão. É segurança sua, gente. A medida que isso pode ser que automaticamente a musculatura dele solte. É provável? Não é, mas é possível que ele solte. Ele soltou. Você percebeu que ele abriu a boca e você pum, solta e se afasta e vai limpar depois o braço. Vai se afastar primeiro porque
a a possibilidade dele retornar vind cima de você é grande. Você vai ficar dessa maneira. Se por um acaso ele não soltou, você tá Estável e ele não segurou, ele não soltou, o que é que você vai fazer? Tem duas estratégias aqui. Se tiver mais alto, você vai apertar o nariz, certo? Ou uma outra é fazer pinça. Você não vai fazer na traqueia, você vai fazer nessa musculatura aqui perto, bem no queixo mesmo assim, ó. Só fazer isso, ó. Só fazer isso com os dois dedos aqui bem no queixo. Não é traqueia, não é nada
respiratório, por favor. É só esse incômodo aqui. Você não vai apertar em Pinça, você vai fazer isso para cima dessa maneira. Então, ó, todo mundo assim, ó. Dessa maneira, ó. Não, não, não, não. Assim mesmo. Assim mesmo. Ou então com a outra mão, se tiver perdido, eu pego aqui. Dessa maneira. Você vai fazer isso para cima, você não vai apertar e não é nada respiratório. Então, nesse caso, ou eu aperto aqui ou eu vou fazer isso e vou soltar, ó, ele. Afastei. Professor, mas isso é invasivo. Existe alguma estratégia que seja menos invasivo? Se alguém
souber, me ensina. O mínimo invasível para você e para ele tem que ser o mais humanizado. A gente uma redução de danos. Redução de dano. Tocar o mínimo possível nele, né? Ser o mínimo de machucar. Você não vai apertar não, tá? Ou é nariz ou é aqui. Somente isso, tá? Não funcionou, estabiliza, estabiliza até que relaxe para você soltar, Tá? E por última estratégia, por último, uma estratégia a gente chama de empurra e puxa. Às vezes meu aluno tá vindo para cima de mim, mas ele nem tá atento que tá vindo para trombar em mim,
tá? Mas ele vai acabar me machucando. Então eu vou fazer uma estratégia chamada de empurre e puxa. Essa mão aqui, ó, vai no ombro e a outra mão vai puxá-lo no ombro, ó. Empurra e puxa, ó. Pum. conduzir. Para que que serve isso? Se ele tiver vindo para me machucar, ele tá vindo conversar comigo, eu vou fazer isso? Não. Aí ele tá vindo me perguntar que que vai fazer. Não, você vai só vai usar essa estratégia se tiver para uma segurança sua, porque a hora que você rodar, ele não vai gostar. Ela não vai gostar
de acontecer. Isso é para minimizar uma situação pior somente nessa situação. E se por um acaso ele tá indo pra rua ou tá indo pegar uma outra pessoa, tá? Então nesse caso também vou fazer o empurro e puxa, ó. E aqui nesse caso, dei o passo para trás, ele tá indo lá pegar a menina, a criança. Ele tá indo pro meio da rua, ele tá indo num negócio onde vai ter um choque, alguma coisa lá. Empurra e puxa. É para minimizar, porque a tendência das pessoas é fazer o quê? Pegar na mão. Não vai pegar
na mão. Plau, veio embora. Você vai machucar ele aqui e vai se machucar. Então você vai fazer o Eu sei que tá todo mundo querendo fazer pergunta. Segura um pouquinho, senão a gente não vai. Empurra e puxa, ó. E aí ele vai ficar feliz, não vai. Ele vai dar aquela rodada. Que que foi? E vai vir. Aí eu vou me segurar dessa maneira. Aí ele tá vindo para cima de mim. Se eu não conseguir fazer o esquiva, eu vou chamar ajuda e alguém atrás vai vir e também É minimizar danos. Minimizar danos, segurança das pessoas
envolvidas, tá? Aí se por um acaso alguém falar vai ficar rodando ele para lá e para cá, parece ser um roda roda do peão. Não. Última estratégia. Presta atenção que eu vou fazer, ó. Eu vou vir por trás, concha, e vou vir no cotovelo, ó. Cotovelo. Ou de um lado ou do outro. Se eu vier do lado de cá, eu vou cotovelo, ó. P. Deve ele embora Do outro lado. Tá indo para lá. Levante o braço para poder pegar alguém. Aí eu, ó. Mesma coisa, ó. vim atrás dele na diagonal e levei aqui, conduzi ele
o mínimo invasivo. Aí ele veio dar cabeçada em mim, deu cabeçada, opa, afastou, solta antes. Certo. A não ser que tá aqui chovendo, tá pegando fogo, eu tenho que levar esse moleque para fora. Aí você vai redução de danos, vai queimar você e ele. Então, Segura, se aperta e vai embora. vai com ele. Ele tá dando cabeçada e você vai junto com ele. Faz sentido para vocês? Então, nós vamos treinar primeiro movimentação com cotovelo. Vocês vão empurrar, empurrou o ombro e entrou. Vocês vão fazer soltada de de camisa, vão fazer soltada de cabelo, vocês vão
fazer soltada de mordida, nós vamos fazer o empurre e puxa e nós vamos fazer essa empurrada de cotovelo para conduzir com auxílio Físico total, certo? As pessoas vão fazendo perguntas, eu vou respondendo em grupos. Vamos todo mundo, po, quiserem vir para cá, vamos treinar ou podem ou podem treinar da posição onde vocês estão também. Me ajuda acompanhar. >> Pronto, agora eu posso trocar. também ia querer. >> Aí o outro aí bora duplas. Podem treinar. Podem treinar qualquer uma delas. Podem treinar. Isso. A outra estabiliza. A outra. A outra mão estabiliza. Isso. Pressiona a mão dela.
Direção do seu corpo. Pressiona. Isso. Você pegou embaixo. Vai dar um passo para trás. Soltar camisa. Camisa. Ah, camisa. Isso aí. Solta a mão dela para baixa. Essa força aqui No caso tem que ser essa para poder ficar mais >> dá o passo para trás. >> Mas faz isso. Faz assim, ó. Faz assim. Isso aí. >> Não, não. Nossa. Jou um golpe de Judi. Vamos lá. Você vai vir como se fosse um T-Rex aqui, ó. Bater nela. >> Esse vai ser com Trex. Aí você vai empurrar o cotovelo aqui, ó. Levou. Aí você já vai
aproximar ele aqui e conduzir ele assim. A mão vai ir para Cima. Então você levou, a hora que você levou lá, você já volta para cá, ó. Pessoa não é assim não. O menino vai com tudo, tem que ser rápido. >> É isso mesmo. Mas se você não vai treinar rápido, você vai treinar devagar, depois você treina rápido, tá bom? treinar na na leveza >> treinar devagar aqui depois você pega rápido. Isso. >> Vamos lá. Não adianta você aprender >> no rápido >> o a a o avançado no alemão sem prender o o o o
iniciante. Então vamos com o iniciante, depois você passa pro avançado. Pode ser? Levantou. Aper aí. Isso. Isso. Fechou aqui. É isso mesmo. Conduz. É isso mesmo. Perfeito. Vai no cotovelo aqui. Não pega aqui porque se você fizer isso aqui vai na cara dele. Aí piorou. >> Ele vier e ele vier com a minha agarrar. Pega na minha Segura. >> Não, aqui não. Você vai pegar assim >> não. Mas aí vai ser invasivo. >> Quando eles pega, >> ele vai, ele pode. É. >> Vou pegar aqui. >> É isso mesmo. Estabilizou. Pressiona. Eita, tá segurando muito
forte. Bem. É isso mesmo. No no volta, volta. Pegou. Pressiona com as duas mãos do mesmo lado que você vai segurar Do mesmo lado. Agora essa parte que que você vai fazer? Você vai dar um passo para trás e soltar. É que você não tá pressionando. Tem que pressionar. >> Isso. Pressiona para a mão dele fazer isso, ó. Ó, >> você não tá pressionando. Você não tá pressionando. Primeiro você estabiliza. Sem pressa. Sem pressa. >> Isso. Pressiona. Pressiona. Isso. Isso. Como é que é o vem de frente com as duas mãos? >> Hora que ele
levantar a mão, você vai entrar com a mão aqui, ó. Faço isso. >> Não é aqui. Aqui. Não é isso, >> ó. A hora que ele vier com a mão, você vai fazer isso. Olha, ele vai girar o corpo dele, ó. Aí a outra mão vem. Isso aí você vai abraçar. Vem na lateral. Vem na lateral. >> Vem quadril. Quadril. >> Ah, sim. Ah, tá. Tá. Entendi. Porque a gente faz pra contenção total. Vamos contar como o auxílio total e não o auxílio. >> Pode ser. Pode, pode. As duas podem. As duas podem. Perfeito. >>
Aí é uma decisão sua. Segurança do da camisa também pode usar do mesmo conceito do >> pode não de desvencilhar? Não. Não. Nesse caso você vai estabilizar mesmo Aqui a >> Aí você vai dar porque é muito, é muito menos invasivo do que ficar dedinho. Aqui você vai apertar e vai isso aí. Você deu a moleza aí. Não, não solta não. >> Essa mão você tem que estabilizar. Não é segurar a mãozinha dela não. Você vai fazer, você vai pressionar. Pressiona no seu peito. Agora dá um passo para trás, ó. Ó. É um passo para
trás. Assim como Para trás. Quando e quando a a própria criança se >> aí eu vou eu vou ajudar. Boa pergunta. Minimizar. também, mas se não for o que eu puder apresentar, tem que fazer um curso de gerenciamento de crise, que aí vai ter que levar ele para uma situação mais mais invasiva, tá? Que a gente chama de crise. Aí na crise vai ter que ser mais invasivo para proteger ele, tá? Bot 4 horas 4:30. >> Eu quero fazer ah 4:10 porque o Ronald Vai vai sair pro Nós vamos fazer uma foto nossa. Não vamos
>> 410. >> É. E aí? Aí faz a foto e vai pro café. >> Ah, então quando faz 4 horas vou arrumando aqui. >> Beleza. Beleza. >> Vou. Cadê o Só, só fala pro Ronald não ir embora antes. Só fala pro Ronald não ir. Aproveita. Vamos lá. >> Eu ia perguntar ali, mas não deu certo. >> Certo. >> Porque a gente é da parte aquática, >> certo? >> E às vezes acontece, na verdade frequência do bater na gente ou chutar debaixo da água. Só que é uma situação complicada porque a gente não podear muito distante
porque eles não sabem nadar e quando a gente se aproxima eles bater e às vezes estamos sozinha na eu ter sozinha na piscina e não tenho como pedir ajuda. Eu não sei Qual é a estratégia de se eu me aproximar ele me bate não tenho ajuda e afastada para afogar. Quando acontecer pela primeira vez, você vai pegar pega de surpresa, você vai precisar ter umas estratégias, mas se isso tiver acontecendo com frequência, você não pode levar ele pra natação, porque vai ser um ambiente que você não é seguro para você e para ele. Esse não
é um ambiente que pode ser feito, ah, não vai ter natação, não vai, mas ele apresenta Comportamentos que não é são seguros nem para mim, nem para ele, tá? Aí se aí nesse caso ele pode chutar, você vai tentar na medida defender, você não vai segurar ele. Quanto mais você segurar ele, mas ele vai querer te bater. Então não segura, não pega a perninha, não pega a mão, certo? Não pega. Eu peguei no braço dele, ele falou que tava beitando ele. >> Pois é, não faz isso. É aqui. Aqui. >> E aí no caso, por
exemplo, eu tenho uma Que ele ele gosta muito de piscina, mas ele gosta de piscina para ele subir na borda pro lado, subir na borda do lado. Se deixar ele ficar a aula inteira subindo, pulando, subindo, pulando. Na última vez eu tentei negociar com ele, combinar para ter economia de ficha para utilizar o pulo. Não aconteceu. Quando eu ia chegando perto dele, ele meava porque ele queria. não quero que você chegue perto de mim. E aí eu vai passar a inteira só de ajuda, >> porque provavelmente isso é um comportamento que tá sendo reforçado de
outras naturezas. Você vai precisar de um suporte de uma alguém para te acompanhar nesse caso. Não vai. Uma dica minha aqui não faz muito sentido. Você precisa de um alguém para te acompanhar, tá? Infelizmente não dá para, eu não consigo saber porque que ele faz isso, porque é uma função disso. Precisaria investigar com mais tempo, perguntar a entrevista, por exemplo, quais foram as Experiências que ele teve para que aí você vai poder explicar para poder pensar em estratégias, mas não consigo te dar uma receita sobre uma solução com essa, porque muitas crianças fazem isso por
motivos diferentes. Tá bom? Não tô fugindo da resposta que não, realmente é não é tão simples a resposta, tá bom? Mas eu me coloco à disposição para explicar num outro momento se você quiser conversar comigo. Bom, professor. >> Ave Maria, mulher >> é iniciante, mulher, calma. Iniciante. Isso não vai ajudar vocês aprenderem as estratégias. Vai devagar agora. Tá as duas mãos. Primeira coisa, estabiliza. Certo? Agora se ela vai tentar te arranhar, levanta um pouco seu corpo, seu corpo para você se defender. Não era. Ah, bom. Achei que era você que arranhar ela, não, né? Você
vai se defender. Isso. Se defender. Aí ela sobre essas condições, que que você vai Falar? Você vai fazer o quê? >> Ajuda. Vai fazer o quê? Isso. >> Certo. >> Não, aí você vai até até até ela cansar um pouco. Cansar um pouco. Certo. Agora você vai defender mão e perna e você vai falar para ele: "Me ajuda a descascar. >> Me ajuda a descascar." >> Isso. Você vai trocar com as duas. Isso. Vai ficar aqui. Você vai com essa mão Segurar aqui no aqui. Vai volta. Vai segurar assim, ó. >> Porque é essa mão
que vai entrar aqui. >> Aí você vai, a hora que você pegar firme, que você vai segurar aqui, você vai falar para ela tirar a mão daqui. >> Uhum. Aí você vai falar para ela, >> tira a mão daqui. >> Isso. Aí ela pega do jeito que ela quiser. Isso aí descascar devagarzinho. Sem pressa. Dedinho. Dedinho. Não. Ah, bom. >> Dedinho. Sem pressa. Sem pressa. Sem pressa para não machucar. Aí você vai vai desengolar. Aí achei que você fosse puxar o cabelo dela. >> Aí segura aí, ó. Soltou só os dois. Aí os dois. >>
Aí nesse momento ela vem agressiva aí. Gira. >> Girou. Ou se ela levantar a mão, você vai usar cotovelo. >> Ah, tá. >> E se eu vier de frente para ele? >> Cotovelo. >> Cotovelo. >> Usa essa mão. Usa essa mão. >> Aí a mão entrou. Isso. >> Posso falar em algum momento para? >> Pode, não precisa. Porque nessa função que ele tá acelerado, função intelectual vai lá embaixo. O que ele menos quer é a instrução nessa hora. Então, silêncio. Eu entendi que você pode falar é: "Eu entendi que você tá com raiva. Eu Entendi
que você tá eh você não gostou. Vamos lá para um lugar." Pode falar isso, mas falar: "Não faz isso não. Não, aí não, tá?" Eu entendi que é como se tivesse e eh tendo uma compaixão mesmo com ele. Eu entendi que você tá com raiva, entendi. Você tá agitado, você não quer fazer isso. Vamos para lá. É isso. Pode falar. No caso, se ele vai pegar, você vai entrar como aqui o ombrinho e aqui >> ou você vai para cá ou você vai para cá direto. >> Girar mesmo, tá? >> Se você achar que vai
se machucar, você vai para cá em vez de fazer o total. Beleza? Eu eu vou fazer um Mas acho que eu vou tentar fazer o decer em algum lugar porque é muito importante para mim. É >> porque eu também sou muito maisicitado, precisa mais conta de ser, então eu Quero tá o mais aparado possível, entendeu? A clínica tem que investir. >> Fez aí. >> Eu falei, vai faz cabelo ali. Eu Mas vai devagar que é só. >> Ótimo. >> Mas ó o tamanho dele pertinho. >> Então vem vocês duas comigo. Vem vocês duas comigo. >>
Pegou? >> Pegou. Ajuda, ajuda. Quer que eu faça? >> Quero que você me ajude a a a descascar a mão dela do outro lado. Do outro lado. >> Certo. Segura a mão para ela agora. Essa mão aqui. Vem aqui. >> Firma essa mão aqui. Firma essa mão aí. Fala para mim. Tira a mão. >> Faltou firmar a mão. >> Tira a mão. Fala. Fala. Fala para fala para mim. Ó, tá vendo que você vai ter que entrar com um polegar aqui, certo? Só que você não vai conseguir porque eu Tô segurando. >> Então você fala
para mim. Tira a mão, >> tira a mão. Isso. Isso. E aí eu vou estabilizar aqui. Outra pessoa. Vou descascando aqui. >> É, mas foi você que ajudou. >> Estabiliza essa mão aqui firme, tá? Porque se ela tentar me puxar para baixo, é você que vai me segurar. >> Me puxa para baixo no cabelo. Não faz assim, ó. >> Não dá a mão dela. Tá. >> Ah, isso. Então tá perfeito. >> Porque ela não pode deixar você me fazer isso, porque agora eu vou soltar a mão. Tem que confiar em você. Já >> tá entre
o teu cabelo e a minha mão. >> Certo. >> Aí vai entrando devagarzinho. Vai entrando no dedão. Dedinho, dedinho. A hora que você soltar, você me fala. >> Soltou. Soltou, >> soltou. Solta ela, solta ela. Cara, pega você. >> Solta ela, solta ela. Certo. Aqui >> a gente não quer >> texto da camisa que aí eu tava segurando como ele ensinou. Lá a concha assim no braço. >> É que segurou no meu cabelo, ele a hora que ele foi ajudar para descansar, a gente não foi descansar. >> Porque tem que porque provavelmente vocês deram ajuda
desse lado, ó. >> Mas é do outro lado. Por que que você tem que fazer pro outro lado? Porque Aqui você tá fora do campo visual. Essa mão, essa mão que segura, ó. Presta atenção. Por que que é desse lado? Porque aqui ele tá fora do campo visual dele. >> Entendeu? A sua segurança. Tá entendendo? >> Certo. Então aqui, aí eu vou segurar aqui agora. Para você vir descaçar, você consegue entrar com o dedão aqui? Aí você fala: "Ele consegue". Você não consegue. Fala. Então tira. É. É. Pode Soltar a mão no cabelo. Fala para
mim. >> Pode soltar a mão no cabelo. >> Aí, então vai. Você segura aí. Porque se ele puxar para baixo, tenta me puxar para baixo. Me ajuda aí. >> É, Lucas, me puxa para baixo, >> Lucas. Você puxa >> e você segura aqui. Não me deixa ele jogar para baixoar de novo. >> Mas e professor, rapidão, >> eu seguro legar assim ou sua >> não pode segurar para valer. Agora sim. Em. Isso. Isso mesmo. >> Tá. E tenta estabilizar ele, a mão no meu rosto. Isso. >> Passei. Passei a mão. Passei a mão toda. >>
Soltou. Tirou tudo. Um, dois. E já soltou. É isso aí. Se afasta >> aí ele já vem aqui >> e você se afasta. >> Isso. Aproxima. Ou você vai para aí ou você pode aqui no parcial. >> Pode inclusive no parcial quiser. >> Tá. E professor agora, outra coisa, se eu peço ajuda, beleza? Que a pessoa vai perguntar o que que ela que que ela quer que eu eh quero de ajuda dela. >> Uhum. >> Mas a pessoa que vai entrar para ajudar, ela também tem que pensar na segurança de si, não é isso? >>
Isso. Por isso que eu falei que tem que para lateral. >> Não. Sim. Porque aconteceu uma situação Com ela, com o paciente, que ela queria ajuda, porque o paciente bateu nela ou puxou teu cabelo e ela queria, o que que ela queria de ajuda para tirar o óculos dela. >> É porque, pode ser, pode ser. >> Tá, mas aí eu vou tirar o óculos, mas eu tenho que me proteger dele. >> É. Aí da onde que você vai, se é cabelo, você vai lá o lado da pelas costas da criança. >> Braço. >> Isso. >>
Eu tava sentada com a criança na mesma altura. Eu tava com a mão em cima da mão. Ela tirou a mão e afundou o óculos no meu rosto. >> Hum. Aí o que que tira o óculo de mim? Porque o óculo já tava >> e e machuca para poder machucar seu visão. >> Primeira coisa tirar, estabiliza, calma daqui um pouquinho, segura ele. Se for o caso, em último caso, você pode >> em último caso, ela tá, ele tá segurando lá, você pode em último caso fazer isso, ó. Em último caso, certo? Mas aqui você tá
começando a se expor já demais, então tem um monte de coisas mais seguras antes. >> Certo? Já vai ter que bo. >> Vamos, pessoal. Vamos lá. Podem voltar pros lugares. >> Podem voltar. Eu vou dar uma última instrução. Nós vamos fazer pro Vamos fazer uma foto e depois café. >> Vamos, gente. Volta, volta, volta, volta. Eu vou eu vou dar uma última instrução aí. Nós vamos tomar um café. Fazer uma foto, foto coletiva que tem algumas pessoas que não tiveram na foto a parte da manhã de fazer a foto, café e aí volta. Vai ter
mais uma outra parte que essa criança se jogar no chão. >> Se tiver for pro meio da rua. Eu não vou deixar de explicar isso para vocês. Eu vou explicar, tá? Todo mundo assinou a frequência da tarde. >> Alguém não assinou a frequência da tarde? que levante o braço. ão aqui e lá. Então, presta atenção, ó, a situação, algumas pessoas me perguntaram, quando eu faço o giro da mão, girei a pessoa, ao invés de eu fazer o auxílio físico total, eu posso fazer auxílio parcial, posso, posso Conduzir ele aqui. É mais seguro, inclusive. Só que
aqui, nesse caso, o aluno, ele vai tentar às vezes eh se evitar. Quando você dá esse suporte total, você já conduz ele mais rapidamente. Se ele dar cabeçada, você pode soltar e para trás, se for o caso. Mas lembrando que se tiver na, se é na atividade, na brincadeira, e ele tá resistindo fazer atividade, você não vai fazer essas estratégias. Você não vai fazer empurra e puxa, Gente. Tá claro para vocês? você não vai forçar a condução dele, porque nós não estamos forçando a criança a fazer. Agora, uma situação em que não está ao seu
alcance, minimizar, prevenir, mas aconteceu, ele dormiu mal, a medicação não tá legal ou sei lá, ele tá mais cansado naquele dia, tá mais calor, não tá funcionando ar condicionado, sei lá o que aconteceu, ou por uma coisa, né, sei lá, eh, deu um pique na luz, uma piscada Da luz, passou um avião, coisa que a gente a gente não tem controle, então a gente vai precisa ter segurança nossa aí dele. Então o empurra e puxa só vai ser utilizado em situações em que se você não fizer isso, vai ser mais grave a situação. Ele tá
indo lá pro bebedouro. Não, não é hora para bebedouro que não acabou a aula ainda. Vou fazer empurra e puxa. Não, ele tá indo pro bebedouro, não acabou a Aula ainda. Na melhor das hipóteses, o que você vai pode fazer é conduzir ele. Vamos voltar pra aula. Vamos acabar fazer mais uma vez. Isso. Muito bem. Pode ir para lá. ajuda ele a fazer e retorna. Você vai ajudar. Mas aí no meio da caminha ele começou a querer sair, soltou. Entendi que você não quer, tá tudo bem, vamos tomar água. Certo? Existem estratégias que por um
acaso o aluno começar eh eh resistir a a Vocês, é vocês tentarem tentarem tentarem criar uma atividade entre o comportamento agressivo e ele poder sair da atividade. tenta criar uma coisinha para como se tivesse sinalizando que não é pela bagunça, pela comportamento agressivo, pelo comportamento inadequado que ele tá fazendo isso. É como se eu tivesse quebrando o elo, quebrando a noção. Hã, >> seria o DRA. >> Misericórdia, é um DRA. Exatamente isso. Gel, gel. >> Gel. >> Vocês estão muito ligados no alco em gel. nem lembrava isso. Muito bem. É um DRA, isso é um
é um procedimento de você ensinar uma outra resposta alternativa para ele poder sair. Em vez dele fazer o comportamento inadequado, ele vai fazer uma outra resposta. Que resposta que é essa? Uma resposta nova? Não, uma coisa que ele já sabe. Qual o seu nome? Ele tá Lá. É, quero sair. Qual o seu nome? Maria. Que legal. Vamos tomar água. Parabéns. Vamos tomar água. É como se você tivesse levando ela para tomar água em vez dela indo tomar água porque ela tá te batendo. Estão conseguindo entender a ideia? >> Uhum. >> Para que na próxima vez
ela tem essa essa essa maneira não ela seja minimizada para poder conseguir sair de água. A gente vai tentar ensinar ela de Uma outra maneira. Você pode falar queando aquele comportamento comportamento inadequado. >> Isso. >> Se você consma assim, ó. Se você conseguir ensinar uma outra comportamento, por exemplo, de pedir para tomar água, levantar a mãozinha, dar auxílio físico para ela fazer, mas às vezes não é possível a gente conseguir ensinar essas coisas. Ah, eu quero pr fala, eu quero sair. Mas a Criança não vai fazer isso porque ela já tá num num num estado
de agitação muito alto. Então, o para minimizar qualquer tarefa que você conseguir colocar intermediário, que ela já saiba, põe a mão eh eh põe a mão na cabeça, põe a mão no joelho, dá um pulo, qual o seu nome, quantos anos você tem para me quebrar esse elo a hora que ela respondeu? Que legal, vamos tomar água? Uai, mas aí que eu queria tomar água. você tá me levando para tomar água. É exatamente isso. É Você que tá levando ela e não o comportamento inadequado que tá levando ela para tomar água. Vão conseguir entender a
ideia? A gente tem quebrar esse elo na medida do possível, tá? Às vezes a ideia é ela tá começando aqui ficar acelerada no exercício, tem mais três, cinco repetições para fazer. Você já percebeu que ela tá acelerada? Vamos fazer mais uma. Auxílio físico. Plá plá. Jogou. Bom, v tomar água. antes mesmo dela começar a apresentar um Comportamento agressivo, hã, você vai dar ajuda e reforçar o comportamento dela completar e libera ela pra água, libera ela para para ir pro banheiro, para ter um intervalo, para ela acessar o que ela quer, mas ela quer pegar o
tablet, que na verdade e aí tá insistindo naquilo. Então você tem mais oito tentativas, você vai conseguir fazer mais uma. Ó que legal que você vê, hein? Vamos, vamos, vamos brincar de tablet. Uai, é isso que ela queria. Exatamente isso. Você você em vez de você dar o tablet em função do comportamento inadequado, você vai dar o tablet numa numa numa como reforçador de um para completar a atividade. Então, conseguiram entender a ideia? Não é uma condição ideal. O ideal é que ele fizesse mais oito. Mas o qual é a alternativa? Esperar ele me dar
o comportamento adequado para pegar o o iPad, o celular? Não. Então eu vou minimizar o dano. Vou minimizar o dano. Inadequado. >> O adequado. Em vez de reforçar o adequado, você vai reforçar o inad. É, em vez de reforçar o inadequado, você vai reforçar o adequado, que não é tão adequado assim, >> mas é mas é menos inadequado, vamos chamar assim, dentro de um espectro, certo? E aí, às vezes o aluno vai pro chão. Se ele vai pro chão no meio da sua aula, você vai levantar ele do chão? Não vai. Não vai. Ele não
quer fazer. Agora, se ele senta no chão porque ele tá desatento, porque ele não tá entendendo o que fazer, vocês vão dar auxílio físico para levantar. Eu vou ensinar vocês. Se ele deitou no chão porque ele tá com sono, você pode dar auxílio físico para levantá-lo. Mas se ele não quer levantar porque ele tá com sono, ele não, ele não vai levantar. Se for, eu vou sentar no chão e brincar com ele. Só um instantinho que nós vamos tomar Café, porque o Ronald precisa ir para uma palestra sobre TDAH daqui a pouquinho. Aí eu vou
eu vou explicar para vocês. Guarda essas perguntas, não deixem de fazer para mim, mas só pra gente concluir aqui o raciocínio. Agora, se por um acaso ele tá indo pro meio da rua, acabou, fechou a clínica, você tem que tirar a criança da sala ou ela tá indo, tá e se jogando no chão e batendo a mão cabeça no chão, nós vamos precisar ter Alguma medida de tirá daquele ambiente. Ou ou acabou a luz, acabou a energia, ela foi pro meio da rua, sentou no meio da rua, tá num lugar aonde tá sujo, pode pegar
bicho, você vai ter que tirar ela daquele lugar. E aí no caso é redução de danos. Aí nós vamos tirar essa pessoa dali e vamos levar. E eu vou ensinar para vocês assim depois acabar o café, tudo bem? Vamos todo mundo fazer do lado de cá, vamos fazer uma foto e aí estão liberados pro café. A gente vai concluir esse conteúdo, depois a gente volta pro registro de desempenho, tá bom? ainda vai ter esse curso, além de agora identificar a função de comportamento, problema, gerenciar situações mais críticas, a gente vai trabalhar também com registro de
desempenho, que é uma com bastante sofisticado. Isso aí talvez seja uma ferramenta mais sofisticada, que eu já comecei com vocês. Nós vamos falar da avaliação de participação inclusiva na Escola. Nós vamos avaliar lá na escola a participação inclusiva, tá? Nós vamos fazer também eh exercício com função antecedente, que é a prática com evidência que nós temos no tratamento do TEIA, exercício com função consequente, generalização, intervenção direta, que é observar as avaliações comportamentais de desenvolvimento. Isso até o final do dia de amanhã. Entre um assunto e outro tem mais um monte de assuntos pequenininhos Aí, tá?
Então vamos lá. Eu só lembro vocês de pedir uma gentileza que quem tá tirando foto eu agradeço. Se puder mandar no grupo, manda no grupo. Ah, professor, eu tô postando direto nos stories. Aí vai lá nos stories, põe salvar. >> Três pontinhos, salvar. >> Três pontinhos, salvar e manda no grupo, por gentileza. Tá beleza. Ah, professor, uma foto não ficou legal. Ficou que você vi cabelo. Manda. Vamos Virar meme pr zoeira. Ganha um alvo, >> tá? Hã? Ganho algo. >> Cara de bolacha. >> Cara de bolacha não reforça inadequado. Brincadeira. Vamos lá. Vocês querem saber
se se a criança deitar no chão, se a criança chorar, que que vai fazer, né? Então eu vou dar para vocês, assim que vocês aprenderem uma outra avaliação contingente a fazer essa avaliação de comportamento problema, Peguem esse documento, nós vamos completar esse assunto. Ou seja, o que que eu tô fazendo? Eu tô alternando interesses de vocês com mais demanda intelectual, com menos demanda intelectual, mais esforço físico, menos esforço físico. Eu tô dando modelo para vocês de uma intervenção que vocês podem fazer na vida diária. Exatamente. >> Qual o nome da avaliação? >> Chama avaliação funcional
de comportamento problema. Tá lá pro final. Isso. >> Nós vamos usar em sequência esse e depois já vai vir esse que é quadriculado, ó. Quadriculado. E depois ele vem essa parte também aqui para poder redigir. Mas basicamente são esses dois. Isso aqui a gente vai entender a função, o motivo, a causa de comportamentos problemas. O termo técnico é a função do Comportamento problema. Professor, por que comportamento problema é uma coisa ruim? Não, comportamento problema é diferente de problema de comportamento. Falar em problema de comportamento é como se tivesse a criança tivesse falha, o comportamento dela
tivesse falho. Não existe comportamento falho. Existe comportamento que ainda não foi aprendido socialmente em benefício desse indivíduo, mas ele é funcional pro indivíduo. Então, se eu me arranho para Ganhar atenção, em vez de mandar um a mensagem, oi sumido, é a mesma maneira de ganhar atenção. Oi, sumido, um curtida. Ai, ninguém me dá atenção. Nossa, hoje eu tô tão cansado. São formas diferentes de falar: "Me dá atenção." Todos nós ganhamos atenção. Todos nós precisamos de atenção. Alguns mais, outros menos. E a gente precisa aprender isso. Então não é quando a Pessoa machuca, você não tá
com problema de comportamento. É um comportamento ainda que tá sendo funcional para ela, para ganhar atenção, mas que em benefício dela em comunidade é importante ela aprender a emitir outras formas de pedir atenção, assim como a gente. Me dá um abraço, hoje eu não tô bem, liga pra pessoa, poxa, posso falar com você? É assim que comumente a gente pede. Algumas pessoas não sabem pedir atenção dessa maneira. e fala, né? Ai, Tô tão cansada, aí você não me dá atenção. Aí você dá rosa para ela, mas não me dá rosa. Ah, isso aqui vocês é
uma é uma é uma forma de ganhar atenção que também não é uma maneira eh eh >> melhor maneira, >> a melhor, vamos, não sei se eu posso dizer melhor, porque o melhor é uma forma, um julgamento, né? Mas que em benefício da de com quem que você convive, ao invés de você falar, né, você não me dá atenção, é falar, poxa Vida, né? eh me dá atenção sobre isso ou vamos fazer tal coisa, dá uma forma mais eh humanizada e e colaborativa entre os colegas, enfim. Então, não é um problema de comportamento. O termo
é comportamento, problema. Problema no sentido de um problema matemático. Problema matemático. Algumas pessoas não gostam de matemática, mas a palavra problema na concepção da matemática é algo que precisa ser solucionado. Não é algo fácil, não é algo difícil, Não é algo ruim. é algo que precisa solucionar. Então, o comportamento, problema é algo que precisa ser alvo de intervenção, de solução, de ensinar o indivíduo a agir de uma outra maneira que não da maneira que ele age para conseguir o que quer. Então, nós vamos trabalhar nessa perspectiva usando sempre essa lógica para minimizar um comportamento, problema.
E algumas pessoas estão falando: "Que Que é isso aí?" Eu imagino que algumas pessoas estão intuitivamente pensando que isso aqui é vermelho é alguma coisa ruim. Então esse é um gráfico apresentado pelo PCM. Eu não estou dando curso de PCM, tá? Eu estou sinalizando para vocês e qualquer pessoa que fez essa formação pode explicar o que é um uma uma ciclo da crise. Então, numa situação entre que mais intenso, mais grave e ao longo do tempo o indivíduo está fazendo atividades, ele Tá engajado, a gente chama de uma situação de preventiva, uma condição estável. A
medida que ele começa a sair e tentar escapar da atividade, ele começa a acelerar, ele começa a fazer, ele começa a ro o o os dentes, ele começa a andar um pouco para trás, a long de vocês vão dando esses sinais, vão ficando meio agitado, o olho começa a ficar mais trêmulo. A gente chama que esses comportamentos estão em processo de aceleração, eles estão em ebulição, o Aluno começa a ficar agitado. E o que eu tô ensinando para vocês de estratégias é fazer isso o mais rápido possível, é direcionar. Eu sei que você tá, vamos
concluir mais uma e acabou. Em vez de você segurar a mão dele, você gira e completa a tarefa. O que que eu tô fazendo? Ele começou a acelerar, volta para baixo, estabilidade, descanso, pois volta pra atividade, mantém ele na atividade. Se a gente ficar segurando a mão dele, fala: "Não, você não vai fazer Pro a tarefa dada, é tarefa cumprida. conseguir fazer com ele, o que que vai à tendência? ele vaiar ainda mais a gente aceleração até uma situação que vai aparecer uma situação de crise, uma intervenção de crise. E aí, nesse caso, a única
estratégia que a gente vai tendo aqui, medida que vai passando, vai gente perdendo estratégias, a única aqui que a gente vai ter que fazer é um procedimento físico a para minimizar desconforto pro aluno, Porque aqui não é uma crise, não é definido como um episódio de agressividade, um episódio, uma um um arranhão, uma puxada de cabelo, um grito, um cuspido, é processo de aceleração. a gente chama de comportamentos disruptivos. Que que é disruptivo? Ele rompe com uma certa estabilidade, disruptivo ele rompe, disruptivo ou então um um comportamento interferente que ele interfere na estabilidade da da
aprendizagem dele. Então, se ele tá tendo esses comportamentos, você tem que logo tentar desacelerar. Se você não desacelerar, se você ficar brigando com o aluno, você pode levar essa situação. E aqui você precisaria ter um curso específico e eu não vou ensinar nesse curso, eu não posso ensinar isso para vocês. E aqui é estratégias físicas em que você vai levar o indivíduo, seja estabilizado em pé, seja pro chão, pra segurança dele é minimizar Danos, tá? você não vai conter contenção. A gente não faz e a gente nem usa esse termo, que contenção só pode ser
feito por médico, paramédico e dentista. Não é isso que ava médica? A a a sempre a méca explicou, né? Então, médico, paramédico e dentista. Por que são pessoas que trabalham com situações de de imobilização, de estabilização. Então a gente a estabilização não, de contenção. Então nenhum de vocês vai Fazer contenção, seja sem o PCM, seja com o PCM. Não, a gente não faz contenção, a gente faz procedimentos de segurança pro indivíduo, tá? E à medida que essas acontecem, se acontecer numa situação como de crise, a ideia é voltar ele o mais rápido possível para fazer
atividade. Sempre essa estratégia. Mas eu estou explicando para vocês que a gente não vai deixar segurar nessa situação, sempre tentando Levar daqui. Ele tá desacelerado, ele tá acelerado, ele tá agitado, ele tá falando não. Entendi e volta. Professor, o que que é essa parte do meio aí? quer dizer que essa parte do meio, quer dizer parte fisiológica, excessos comportamentais mais graves, a medida que ele tá nessa situação de agisiologia, ele fica ruborizado, ele fica agitado, ele fica ofegante, fica mais acelerado e Concomitantemente a função intelectual cai. A o raciocínio, a a clareza sobre a situação
cai. Então, algumas pessoas me perguntaram: "Na hora que eu tô direcionando ele para fazer atividade de novo, ele tá acelerou, eu tento desacelerar ele? Eu posso ficar conversando com ele, conversando com ele de tipo de instrução? Não. Ah, vamos fazer mais uma coisa? Não, você não vai falar isso. Olha, você, o que você fez Não foi legal. Eu não gostei do que você fez. Não, nessa hora nada. Você pode falar depois, tá calmo? Olha, aquela situação que você fez comigo e você me arranhou, eu não gostei. Próxima vez que você quiser um abraço, você pode
me pedir, você pode fazer dessa maneira. Se você quiser sair da atividade, você pode fazer assim, pegar na mãozinha dele, entendeu? Então vamos lá dar um descanso. Aí você pega na mãozinha dele e faz e reforça o comportamento de fazer Isso para minimizar a chance de no futuro ele fazer isso e aumentar a probabilidade dele fazer isso. Então quando você tiver numa situação de aceleração, você não vai ficar conversando. O máximo que você pode falar é: "Eu entendi que você não quer fazer isso. Eu entendi que você quer sair. Eu entendi que você não gostou".
Vamos dar uma volta. No máximo que você pode fazer é isso. Tranquilidade. Entendi. Não é a não gostei do que você Fez. Por favor, não. Se tá chorando, segura o choro, engole, não fala nada. Mas não gostei. É claro que numa situação com essa a gente pode estar ofegante. Nesse caso tá ofegante, fica quieto, melhor não falar nada e conduz a pessoa, certo? Pois não, >> professor. Eh, durante o tempo da crise, eh, o olhar visual com com indivíduo pode ser reforçador de algum jeito, >> pode ser mais um gatilho pro inadequado, Tá? Nessa situação,
não faz contato visual direto, faz contato diagonal. Então, se tô com, se ele tá com raiva de mim, você vai tentar olhar pro peito, vai olhar pra coisa. Não faz contato visual, tá? Parece estranho, mas não faz contato. Você pode lar questão de segurança de olhou para ele, mas olhou, entendeu onde é que ele tá? Não volta, volta a olhar pro ombro, olha pro peito para não fazer contato visual, porque Isso é em geral, não é regra, mas em geral é um gatilho para ele poder ficar mais com raiva ainda de você, tá? Então, tenta
evitar isso. E aí, por acaso ele tá acelerado, você também não vai ficar olhando para ele. Você vai ficando na diagonal aqui. Contato visual, você não vai ficar olhando para ele. Se auxílio físico não fica olhando para ele. Tenta na medida do possível olhar pra frente. Segurança. E aqui, ó, ligado. Porque se ele vier te morder, soltou. Não vou conseguir fazer isso. Vou tentar ir para trás. Veio para cima de mim. gira o braço, vamos de novo. Certo? >> Eh, no caso, como você deu um exemplo anteriormente sobre a mordida, >> certo? Depois que mordeu
eh transparecedor, pode ser também um encorajador para quem esse comportamento. >> Não encorajador, mas ele é reforçador do comportamento. Ele viro de novo. Então Mordeu, tenta segurar, faz não faz nem cara de raiva dele e nem cara de de pena ou de dor. Tenta dar. Eu sei que vocês não às vezes não consegue. Ninguém é obrigado a nada, tá? Mas na medida do possível é favorável que você tente fazer uma cara neutra assim, tá? Amorde deu? Segura. Às vezes não dá para segurar, certo? Mas é na medida do possível. Se você não chorar, não vai
ficar Arrependido disso, tá? Compaixão com você mesmo. Você fez o seu melhor. Autocompaixão, tá? A gente tá tendo compaixão com o aluno, compaixão com você próprio. É fundamental nesse processo. Eu sei que algumas pessoas estão com dúvidas. Deixa eu progredir esse assunto, daqui a pouquinho eu dou liberdade para todo mundo perguntar. Resumindo uma informação, né? Então, se você tem, tá diante de um comportamento problema, você tem um aluno com uma Situação grave como essa, não é um episódio, ele ele realmente tá numa situação intensiva, ele demora, ele tá destruindo. Aí, nesse caso, você é importante
que você faça um curso como esse, o SCA e o PCM, tá? Eh, tá com internet aqui? Como é que eu faço para transmitir aqui? Pera aí, hein? Alguém sabe como transmite aqui a tela sem ser no slide? >> Alt 8 F8. Deixa eu ver se eu consigo Transmitir aqui. >> É. Ah, que lindo aí. Excelente. Essas são as pessoas que teoricamente vem dando o curso do SCA, tá? Do grupo Método. É o Rafael e o Henrique. Esse é uma clínica Grupo Método. Eu dei supervisão para eles um período, uma clínica de São Paulo que
agora tem aberto unidades em vários lugares do País. Abriram em Curitiba, abriram agora em eh João Pessoa, se eu não me engano. Mas tem mais algum outro lugar. vão abrir no Rio de Janeiro também, tá? Então eles dão esses cursos sobre o SCA, são somente eles que dão esse curso você precisaria ou ir a São Paulo ou acompanhar com eles quando é que tem edição para isso. Quanto é que custa esse curso? Aproximadamente R$ 7.000, tá? É um final de semana inteiro. É isso mesmo, tá? É o que a gente tem. Essas Pessoas, obviamente, tem
uma demanda muito grande, tem custo, tem, não é uma pessoa só que vai dar o curso, é um conjunto grande de pessoas para treinar vocês. Vocês recebem uma uma formação de excelência sobre isso e precisa, obviamente, também ter recertificação, tá? E se vocês quiserem aprender um pouquinho sobre o PCM, aí vocês podem e entrar no site, mandando PCMA. Não entrou. PCMA Crisis, ó. PCMA Crisis de do inglês, tá? Deu enter. Nada que é patrocinado. Entrou. é uma gerenciamento de crises. Esse site ele obviamente ele é inglês, vocês podem traduzir, podem colocar paraa tradução e vai
ter um monte de informações sobre o que que é. São vários níveis. Então, para praticante, que é a pessoa que pode aplicar, que seria análogo a um aplicador dessa estratégia, tem alguns níveis. Tem o Praticante, que é chamado só de P, que você vai aprender estratégias de prevenção para não para não acontecer a crise, para, se acontecer você desacelerar o mais rápido possível. Existe um outro nível que é o P1, que é além de estratégias de prevenção, você ensinar a pessoa a redirecionar uma pessoa em processo de aceleração de aceleração para levar para um outro
lugar que chama estratégia de transporte. Tem o P2, que é o nível um pouco mais avançado, que você vai ensinar estratégias de imobilização do indivíduo, mas ele na vertical. E o P2 P ou P2S ou P2PS, que são estratégias de solo, levar pro chão, estratégias horizontais. Então, a P2 pega todas as anteriores, a P1 pega P também, então pega as anteriores. O P2 P quer dizer pronado, levar a pessoa de barriga para baixo. P2S é levar a pessoa de supinar de barriga para cima. P2 PS Você aprende as duas situações. O mais comum, mais normalmente
mais utilizado é você levar a pessoa pronada pro chão. É só vai utilizar isso numa situação em que ele tá em crise, ele tá destruindo, professor, ele tá no chão e tá gritando: "Uá, não é crise". Por quê? Porque não é destruição, não é uma situação de que requeira uma uma intervenção física. Então, a diferença de Cristo para dentro dessa fala >> tem basicamente três coisas. Ele tem que Ser intensivo, ele tem que ser duradouro, não pode ser um episódio e ele tem que ser ou de destruição, de lesão a outra pessoa ou autolesão. Ele
tem que envolver essas três características. a gente chama de cash. Então, um grito, ele é duradouro, mas ele não é intensivo. Ele não leva a não ser que for uma dor que a garganta dele, mas eles tem outra estratégia que você não Precisa fazer estratégia física. Um soco, ele pode ser intenso, ele é agressivo, mas ele é um episódio, ele não é durador. Você não vai usar estratégias de de de gerenciamento físicas com ele. Você vai fazer exatamente essa estabilização e conduzir ele para outro lugar. um episódio, mas quando combina essas três coisas, você precisa
ter uma formação mais consolidada. Vocês não estão aqui com formação para isso. Se Vocês fizerem estratégias como essa intuitivamente, a chance de vocês eh serem eh passarem por um processo jurídico legal é muito grande. Então, se você não estiver preparado, você não vai se expor a essa situação. Não pode. Professor, trabalho numa clínica, a clínica vai ter que investir nisso aí. A clínica vai falar: "Eu vou investir na pessoa amanhã ela vai embora, vai dar o curso sozinha, vai vai dar aula na outra, vai trabalhar Na outra clínica". Então, talvez você vai ter que dividir
esse valor com a pessoa da clínica. Aí o que normalmente acontece, mas se vocês quiserem aprender um pouco mais sobre isso aqui, eu sou instrutor desse curso, tá? E aqui, então, a ideia é vocês terem uma noção de crise, né? o que esse curso aqui de uma noção de crise e sobre a curva, né, a curva de aceleração de uma crise. E agora nós vamos falar um pouquinho para Vocês de avaliação funcional, que é a função do comportamento problema. Existem métodos indiretos e diretos para entender a função do comportamento problema, tá? Uma maneira também de
estratégia preventiva em relação a isso é vocês usarem um exercício com função antecedente, que eu vou falar amanhã somente com vocês, que é uma estratégia de exercício para minimizar probabilidade de um comportamento problema, tá? E existe, é importante que vocês saibam, algumas pessoas, uma ou outra talvez já tenha ouvido, dessa tal da aba contemporânea e apresenta estratégias tal com nomes eh parecidos como, eh, semelhantes a isca. É um nome que se dá de uma avaliação para comportamento problema. Ela faz a avaliação e já tem uma estratégia de intervenção, tá? que é uma abordagem da ata
contemporânea, que ele vai fazer uma avaliação funcional, Chamada avaliação funcional prática e vai ensinar habilidades do aluno, tolerar frustração, ensinar, tolerar o não, tolerar situações desconfortáveis, tolerar não quer dizer gostar para poder participar em vida coletiva, tá? E nessa avaliação, nesse método que chamado de avaliação funcional prática, que também existe um curso somente para isso, aqui a ideia é só vocês terem uma noção, eles ficam menos preocupados com a função e mais com o processo de Intervenção direto, tá? Eu tenho uma formação sobre isso, mas eu não me sinto capacitado para treinar outras pessoas. Mas
embora eu tenho uma formação e as pessoas me chamem para treinar elas, mas eu ainda não tenho condição. Se vocês quiserem entender um pouquinho mais sobre essa tela aba contemporânea, vocês podem buscar pela internet uma perspectiva contemporânea. Mas aqui eu trago um slide para ilucidar um pouquinho do que eu já falei. Essa pessoa, esse aa contemporânea, ela tá sendo discutida bastante por um americano chamado Gregory Hunley. A gente simplesmente chama ele de Greg Hley. Ele esteve aqui no Brasil esse ano, no mês retrasado. Ele esteve em Fortaleza, deu um curso no final de semana pra
gente, lotou lá num um num um te um anfiteatro lá em Fortaleza e ele foi explicar bastante sobre essa intervenção. E a palavra que foi bastante chamada atenção e que eu trouxe Bastante para vocês aqui é o tal do assentimento. É diferente do documento que eu pedi para vocês fazerem um consentimento, né? consentir que vocês usam a imagem, que vocês vão autorizar a imagem, ou vocês vão pedir o consentimento da família para vocês acessarem a imagem do filho. No caso, o assentimento é pela própria pessoa no processo terapêutico. Então, assentimento é uma sinalização da concordância
pela pessoa Pela diretamente por ela para se engajar nas atividades. Então, quando eu falo pra vocês que vocês estão fazendo um manejo e ela, se começar a sair, você segurar ela, você não tá respeitando o assentimento desse indivíduo. Se ela quer sair e você solta, você tá respeitando o assentimento, a concordância e intervenção com ela. Isso é muito importante hoje, cada vez mais, pra gente ter uma intervenção cada vez mais humanizada e uma intervenção menos Invasiva para as pessoas, tá? Então essa perspectiva traz o foco contínuo na aprendizagem de preferência. Você fica o tempo todo
entendendo preferências do aluno no atendimento para que os contextos preferidos de aprendizagem possam ser desenvolvidos e direcionados para o desenvolvimento de habilidades. A ele sim, essa aqui são frases dele, tá? Não são frases minhas, não são frases de interpretação. Isso que é uma frase dele. Ele fala: "Aprenda ouvindo Ele e as suas preferências. Como ele prefere se comunicar, se ele prefere se comunicar com ficha, se ele prefere se comunicar levantando a mão, se ele prefere fazer isso que ele não quer. Você não vai ficar forçando a maneira como ele vai se comunicar. Você vai tentar
entender dessas maneiras na medida que for útil para ele, tá criando alegria, um contexto paraa pessoa autista ficar feliz no processo de intervenção, relaxada e engajada. Esse é um termo também que tá envolvido e algumas pessoas podem ter ouvido falar sobre o tal do He. He. É uma sigla que vem trazendo também para H de happy, R de relaxed do inglês e e de engajado. Engaged. Então, H Riz, relaxada e engajada. O que que é relaxada? É não tá forçando, não tá uma situação desconfortável. Feliz. Eu estou envolvido naquilo que eu quero fazer e tô
sentindo, né, que aquilo faz sentido Para mim. Mas a criança talvez não vai saber falar, mas como é que você vai identificar quando ela tiver engajada na atividade, ela não tá querendo sair. Então eu sei que isso não é uma forma tão objetiva da gente identificar, mas à medida que vocês se esforçarem para pensar sobre isso, será que ela tá engajada? Será que ela tá feliz? Que quais são os sinais que mostram que ela tá feliz? As crianças não sabe expressar facialmente, mas na verdade você fez uma Atividade, ela já tá ali pronto para fazer,
me parece que ela tá engajada, ela tá feliz com você, né? Ela tá fazendo uma atividade, ela não fica, tá tão dependente da consequência. Medida que ela fica menos dependente de uma consequência de ganhar alguma coisa, quer dizer que aquela atividade tá fazendo, tá sendo agradável, tá sendo relaxada para ela, tá? Então, essas são instruções que o Greg Hunley traz, que não vou dar o curso sobre para vocês, Sobre a aba contemporânea, mas é importante num curso como esse que se propõe a fazer uma apresentação básica da análise de comportamento, não deixe de contemplar essa
informação básica para vocês, tudo bem? E se acontecer o comportamento problema, a gente vai prevenir, tá? Um ambiente seguro baseado num assentimento e uma equipe treinada minimiza essas situações ou estratégias antecedentes. Eu falei algumas agora a Pouco que chamado reforçamento não contingente. É uma estratégia da análise do comportamento com evidência para prevenir. É como se fosse saciando o comportamento problema. Eu vou explicar essa aqui a hora que eu mostrar para vocês a avaliação funcional, tá? Isso aqui é muito importante de utilizar reforçamento não contingente. Que que é contingente? É contingente a ele acertar, eu vou
dar lá o tablet. Contingente a ele fazer com ajuda, eu Vou dar o elogio. Então quando eu tô falando a consequência contingente a a depender da E nesse caso aqui eu vou dar antes dele fazer a coisa para minimizar a chance de isso acontecer, o comportamento problema, tá? Uma outra estratégia da análise comportamento chamado enriquecimento ambiental, que é aumentar a probabilidade de escolhas para ele. Então você dá dando escolhas, dá dando opções dele se engajar. E eu falei bastante sobre isso para vocês Aqui, vocês entenderem atividades para ele dar opções no no cronograma de opções
é enriquecimento ambiental, revisão curricular. O que que é revisão curricular? é sempre ficar atento se a demanda que eu tô oferecendo não é muito mais alta do que ele apresenta. Fornecer escolhas, tá junto com o enriquecimento ambiental, permitir a pessoas que têm possibilidades de escolha, em geral estão muito mais engajadas nas atividades, tá? Dar a dica, mudar a dica. Um elogio pivô. Que que é um elogio pivô? Você elogiar sem ser necessariamente ele. Ah, que legal, né? que você eh eh ah que que eh por exemplo entre vocês aqui, uma hora alguém fez uma pergunta,
eu falei: "Olha que legal que você fez a pergunta, toma aqui um álcool em gel". Aumenta a probabilidade de outras pessoas poderem fazer pergunta também. É um elogio pivô. pelo não, no caso aqui eu entreguei um Item, mas eu poderia ter elogiado. Então, num grupo de pessoas, à medida que alguém não faz um comportamento é inadequado, você não vai ficar criticando hora: "Não faz isso, tá vendo a outra criança?" Não, você vai lá e fala: "Nossa, criança, que legal que você tá esperando que o outro não tá esperando". Você não tá comparando um com o
outro, você tá dando a possibilidade de uma para uma tá dando um modelo que uma pessoa fazer com tal Comportamento, vai ter atenção de forma que aumente a probabilidade dela esperar para também ter acesso a isso. Você não vai falar: "Olha, você tá errado, você não tá esperando". Tá vendo o coleguinha lá? Ele tá esperando. Isso aí é horrível. Essa comparação. Você pode ter o elogio pivô, que é elogiar uma outra criança que faz aquilo para que ela possa aumentar a chance dela fazer também, tá? A aproximação na diagonal é uma criança tá acelerada, eu
não vou Diretamente nela, eu vou aproximando na diagonal para que eu possa fazer o manejo. A gente falou um pouquinho sobre isso também. E o exercício com função antecedente é outra estratégia de prevenção. E se tá acontecendo o comportamento problema, nós vamos usar o gerenciamento. E aí eu já expliquei umas coisas para vocês. Vamos ter que ver equipamento, evitar relógio, evitar prendedor de cabelo, evitar corrente, Evitar brinco, tá? Ter uma comunicação sem gritar, uma comunicação mais objetiva, eu entendi menos expressões faciais e buscar treinamento, tá? na medida do possível não permitir soco. Você não vai
permitir para não reforçar esse comportamento de atenção ou de sair da tarefa. Não permite. Não permite beliscão. Não permita. Tira a mão. Ah, não vai ficar bravo com ele. Tira, direciona, tá tudo certo. Daqui a pouco você vai Ensinar, vai entender qual é a função desse beliscão e vai ensinar uma outra resposta para ele ganhar atenção e sair da tarefa ou estimulação sensorial que não seja dessa maneira. Tá? E na medida do possível fazer essa transição, essa condução mais educadamente possível. Nós já fizemos essas estratégias de manejo listadas aqui. Transporte, direcionei vocês, né? Com apoio
pelo cotovelo. Nós não fizemos ainda do sentado e eu vou ensinar para Vocês daqui a pouquinho, tá? Segurança, empurra e puxa. Esquiva. Tá desvencilhar do soco. Levantar a o cotovelo para girar. Soltar do cabelo, soltar da roupa, soltar de mordida. Fizemos, confere? Nós fizemos aí nós nessas coisas que mobilização vertical e horizontal, nós não podemos fazer nesse curso. Nós, vocês precisam, se precisar fazer esse curso, tá bom? Alguns termos que são importantes. Eu Quero trabalhar com vocês avaliação funcional de comportamento problema. Daqui a pouquinho eu volto nesse assunto. Tá tá tá tá. Quero trazer comportamento.
Problema. Não é aqui. Então eu vou trocar um assunto e volto nesse >> aqui. >> Você vai voltar para aquela de registro de >> depois? Depois eu vou trazer um comportamento problema primeiro, tá? Porque foi, aproveitei a ocasião que a gente estava ali interessado nisso, tá? Então, prevenção, manejo e a intervenção. Ninguém decide sobre a intervenção sozinho. Fazemos o coletivo. A ideia é reduzir ao máximo. Primeira coisa que a gente vai ter que fazer para uma intervenção de comportamento problema, caso não esteja Ao nosso alcance, identificar qual é o comportamento problema, mais o que é
mais problemático. Ele morde, ele cospe, ele grita. A mordida talvez seja o mais grave. Vamos ter que intervir sobre isso. Uma coisa de cada vez. Se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve. Ah, eu quero ter um monte de coisa, eu quero que ele colabore, eu quero que ele tome banho, defina mais alvo e entender a função. Para entender se um comportamento é problema ou não, eu vou trazer aqui algumas perguntas para vocês. A equipe pode considerar as seguintes perguntas para ajudar a selecionar se é um comportamento problema. é perigoso para o aprendiz
ou para outros? Se for, vocês acham que é um comportamento, problema alvo de intervenção? Sim. Se ele interfere no aprendizado, por Exemplo, acadêmico, social, se ele faz alguma coisa que interfere, que atrapalha, concorre, compete com habilidade acadêmica, pode ser um comportamento problema, pode a estereotipia, se ela impede isso aqui, ela vai. Se o aluno levanta muito da cadeira, se o aluno cospe para trabalhar, para ele sair da sala, é um comportamento problema. Se interfere na socialização ou aceitação dos colegas, que que vocês acham? Nesse caso aqui, sim. Nesse caso aqui não. O fato dele ter
uma estereotipia, dele ter um grito, dele cantar música, não necessariamente vai ser alvo de intervenção. Só que se essa esse essa música interfere significativamente ele ir pra missa, pro culto, para ele ir pra escola, talvez isso então vai ser um comportamento problema pra gente intervir naqueles contextos específicos, não para tudo. Não precisa parar ensinar a criança a Parar de cantar, tá? Se é intensamente perturbador ou em alta frequência, também pode ser definido como comportamento problema, tá? Então, uma vez que a equipe concorda coletivamente que aquilo é um comportamento problema, você vai buscar e eh situações
que possam minimizar aquilo que possa interferir, tá? Então, eh, você vai definir o que é o comportamento problema. Bom, vamos usar rótulos, criança chata, menino birrento, a birra que ele faz, intenção dele foi machucar o outro. Nós não vamos usar rótulos. Quando a gente usa esse tipo de rótulo, a gente atribui como se a criança fosse culpada da situação. Nós não temos esse processo de colocar culpa em alguém. Nós temos que intervir o que realmente acontece. Então vou ajudar vocês. Maria faz birra quando lhe orientam a participar de uma atividade de grupo. Essa é uma
maneira Que diz exatamente o que a criança faz. É um comportamento que descreve claramente o que ela faz. O que que é definir claramente? Pode haver mais de uma interpretação sobre o que é isso. >> Birra pode ser outra birra pode ser outra birra pode ser se jogar no chão. Então birra não define claramente. Então se vocês forem intervir sobre comportamento, problema, essa não é uma Palavra que deve ser utilizada. Faz sentido para vocês? Pensem num aluno de vocês e o que que vocês poderiam colocar nesse lugar para descrever ao descrever o que essa criança
faz para que todo mundo possa saber realmente ver ela fazendo essa coisa na ausência da criança. Quem pode tentar dar um exemplo? Poderia ser comportamento inadequado. >> Comportamento inadequado. Um monte de gente pode ter interpretações Diferentes. Você joga no chão, >> se joga no chão, >> bate as pernas no chão, bate a cabeça no chão, >> esperneia, >> esperneia. Talvez eu precise dizer um pouquinho mais. Ainda assim, essa maneira pode ter diferentes interpretações. Ela pode se jogar no chão e levantar. Ela pode se jogar no chão e gritar. Ela se joga no chão, esperneia e
grita. É alto. >> Bate a mão na parede, bate a cabeça na parede uma vez, duas vezes, três vezes. Bate com intensidade a ponto de machucar a cabeça. Ela dá batidinhas na cabeça repetidas no chão. São diferentes de bater a cabeça. Então você precisa trazer um pouquinho mais de informação, porque se for batidinha a cabeça na no chão, talvez isso não vai ser um comportamento alvo de intervenção, não vai ser um comportamento problema. Talvez se ele levar a bater algumas Vezes, uma ou duas vezes mais intensamente. Lembrando que são esses os referenciais pra gente entender
se algo é um comportamento problema. Se não for, se não atender isso, não tem por a gente ter isso como alvo, certo? Então, o fato dele ser chato, desorganizado, isso não é algo que a gente vai tomar como referência. Vai ter esse, isso vai ser prejudicial para ele indireto ou indiretamente no ambiente em Que ele está. Caio morde o braço do João quando o recreio termina. Isso é uma maneira clara de descrever o comportamento problema. >> Legal. Samuel é cruel com seus colegas durante o jogo de queimada. É uma maneira clara? >> Não é. O
que que é cruel? Ele tira sarro, ele arranha, tira roupa, faz coecão. Não sei o que que é cruel. Certo. >> Hã? Não sabe o que é coecão? >> Bolada na cara. >> Bolada na cara. Então, joga a bola em dire. Ele ameaça jogar a bola na frente da no rosto do da colega. Ele faz piadas, né? Eh, com palavrão para outra criança, né? sobre essas condições. Então, é importante que vocês tenham clareza que se vocês forem trabalhar nessa área, isso vai acontecer com vocês. E se vocês usarem rótulos, não vai ser fácil intervir, porque
vocês vão escrever sobre uma coisa, a pessoa Vai entender outra. Pedrinho chora e diz não quando é hora de sair da piscina. É um comportamento que descreve claramente o comportamento problema. Sim. Certo. Tô na sua frente, né? Vou tentar alternar. Então, todos os membros da equipe devem estar alinhados qual é o comportamento alvo para ser a ser selecionado. Se ele acontece tudo isso, você precisa selecionar qual é o prioritário para intervir uma coisa de cada vez, qual é o Mais grave, considerando esses aspectos, certo? Então, uma um comportamento como esse a gente não define simplesmente
porque ele se jogou no chão. Isso alguém pode chamar isso de birra, pode chamar isso de uma criança mal criada, mal educado, desorganizado. Nenhuma dessas informações são relevantes pra gente poder intervir. Se jogou no chão, chora, bate a mão no chão. Sob qual condição? No meio do jogo, no meio do circuito, no Meio da brincadeira. Que que é isso aqui? É a resposta. numa contingência. Qual é o antecedente? Estar no meio da atividade, da brincadeira, do circuito. A resposta, então, estímulo, resposta, consequência. Vou falar agora com vocês. Isso é uma contingência, tá? Análise funcional sempre
é nessa lógica. Então ele pode ir numa certa situação em que tá no circuito, todo mundo acerta, todo mundo brinca, todo mundo ganha atenção do Professor, ele talvez não consiga entender a instrução, ele não consiga ser desafiado para acertar as coisas. Que que ele faz? Ele se joga no chão, o professor vai lá e pega ele no colo. >> Pega ele no colo e tira ele. Então ele pode se jogar no chão, ele pode bater nas outras crianças, ele pode arranhar, ele pode chutar a bola no lugar, ele pode atrapalhar o jogo. Estão conseguindo entender
a ideia? a gente tem que descrever qual é esse Comportamento. E a medida que a gente entende isso, que é quando ele emite essa situação, a maioria das pessoas dão atenção para ele e o fato de acontecer isso repetidamente aumenta a probabilidade dele fazer isso. Nós chamamos que esse procedimento, essa, esse processo reforçou, fortaleceu, endureceu essa maneira de agir, esse comportamento, problema. Tô retomando o que eu falei com vocês ontem sobre reforçar. Então, isso não é um item de preferência. Ao pegar ele, consequência dele fazer isso, a hora que ele pega, o choro tende a
parar ou tende a continuar? Tende a parar. Conseguiram entender a ideia? Na próxima vez que ele tiver menos atenção do professor em comparação aos seus colegas, é mais provável que ele tente acertar para ganhar o jogo. É mais Provável que ele peça pro professor pegar ele no colo é mais provável que ele se jogue no chão? que ele se jogue no chão. Então, essa maneira de operar no ambiente, essa maneira de se comportar foi reforçada, foi endurecida, foi fortalecida, foi se tornou esse comportamento, não é a criança, é essa maneira de agir sobre determinada situação.
Então, o que a gente precisa fazer é quebrar isso, reforço negativo, >> não, nesse caso aqui é reforçamento positivo por atenção. Esse é o processo. Quer dizer que esse comportamento foi aprendido por um processo chamado reforçamento positivo. Por que que é positivo? Porque ele foi reforçado, ele foi isso aqui é mais provável de acontecer diante dessa situação positivamente porque ele ganhou algo. Lembra a tua pergunta? Perdeu. Reforçamento positivo. Ele acessou alguma coisa como consequência. Certo? Como é que faz o tratamento? Espera, primeiro nós estamos entendendo as funções, certo? Mas pode ser que numa situação como
essa e aluno comece a errar, comece a achar que da atividade não tá legal, certo? E ele se jogue no chão. Ah, isso aqui eu já expliquei para vocês, eu vou passar em seguido. Não, melhor dizendo, pode ser que no meio do jogo ele vê alguém com tablet, Ele vê o balanço e aí ele quer sair e você fala: "Não, não é hora. É hora de brincar aqui, da hora da educação física, é hora de fazer isso. Aí ele vai fazer o quê? Ele se joga no chão dessa mesma maneira e aí ele acessa o
item. Esse, se isso se repetir, numa situação em que numa atividade ele vê esse item de novo, em vez dele tentar pedir, dele pegar, ele falar: "Professor, posso sair?" Ou isso não funciona, o professor não deixar, ele ter acesso dessa Maneira, ele pode emitir dessa maneira e acessar. quando ele acessa, a probabilidade dele fazer isso num futuro é maior. Tão entendendo a ideia? Nesse caso, o procedo que esse aluno passou para fazer isso chamado reforçamento positivo também, mas agora para acessar a um item tangível, um acesso de um item de preferência, não é mais social,
é acessar um item. Então é muito comum entre irmãos. O irmão não tá brincando Com nada, passa a irmã com o celular e arranca, tenta pegar o celular da mão dela, ela puxa, ele vai lá e puxa o cabelo dela, ela entrega o celular. esse esse o comportamento de tentar puxar vai diminuir, vai aumentar a probabilidade dela ele puxar o cabelo. Então, presta atenção. Tô dando exemplos que às vezes o aluno se comporta de outra maneira para ganhar isso e isso e a gente não dá acesso. A gente só vai dar acesso quando ele faz
um outro Comportamento. Então, é esse comportamento que vai ser selecionado em detrimento de outros pro indivíduo no repertório dele. >> Sim. Eh, mas tudo bem. Ele quer o, por exemplo, o eh, se ele chegar a pedir, eh, não deve ser responsável também, porque ele pediu, ele usou a comunicação para isso. >> Aí você tava falando de de intervenção mesmo. É isso mesmo. Lembra que nem sempre você vai poder dar celular. Você nem sempre vai poder dar celular, senão o aluno pode ficar com o celular o dia inteiro. Ele não pode pegar o celular do vizinho,
ele não pode pegar o celular do desconhecido. Tá conseguindo entender a ideia? Às vezes na missa, no culto, ele não pode pegar o celular. Às vezes em alguma situação entra no meio da prova, ele não pode pegar o celular. Então, se a gente tem sempre uma estratégia, às vezes a Gente não pode dar isso para ele e aí se ele emite de uma outra maneira, a gente acaba falando: "Ah, então vou conceder e vou entregar isso para ele". Aí essa maneira é reforçada. Bom, aí vamos falar o que que a gente deve fazer. São várias
situações. Primeiro, se esse comportamento for endurecido, é mais provável que ele faça isso e não peça mais no futuro. Conseguiu entender a ideia? Porque pediu? não foi reforçado. Esse comportamento de pedir Adequadamente não teve a consequência que ele queria. ele se comportou de uma outra maneira e conseguiu. Então ele não vai mais pedir, ele vai pedir dessa, vai se jogar, vai machucar uma outra pessoa. Então a o tratamento ele vai em duas frentes. Primeiro, zerar essa situação, pensar em várias situações que antes dele fazer isso, você vai ensinar ele a fazer uma resposta e acessar,
de forma que esse caminho aqui, ó, por esse Caminho, ele não vai acessar mais. A nossa situação é extinguir esse comportamento, essa maneira de agir para ganhar atenção e para ganhar item. Esse é um primeiro caminho. Um segundo caminho é ensinar ele a tolerar. E é 1 segundo, 2 segundos, 1 hora, um dia. Não é uma tarefa fácil, tá? São duas situações. Tem que ensinar simultaneamente, zerar esse caminho para que ele não mais machuque, ele não se jogue e aí você vai ensinar ele a ganhar Atenção de uma outra maneira. Pedi, expliquei para as pessoas
ensinar ele a pedir levar, abrir os braços para você ganhar atenção, porque aí você ganha atenção e sacia ele de precisar chutar, estragar o jogo. Você pode no meio da atividade, antes mesmo dele atrapalhar o jogo, você vai lá e dá protagonismo para ele, dá atenção para esse aluno antes mesmo dele começar a dar problema, você chama ele para ensinar uma outra criança, que legal. e fala mesmo coisas Mais simples. Isso se chama inclusive uma estratégia que eu falei antes, que é reforçamento não contingente. É antes, você vai saciar ele, você vai dar atenção antes
mesmo dele apresentar esse comportamento problema, de forma que esse comportamento comece desaparecer do repertório dele. Se ele é para poder acessar um item, você vai ensinar outras respostas antes para ele acessar disso aqui. Simultaneamente é preciso ensinar essa Criança a tolerar, porque você não pode ter isso a qualquer momento, senão não faz nada na vida, ninguém estaria de vocês estariam aqui num curso, né? Uma outra maneira é o tal do reforçamento negativo, que é o comportamento mantido por fuga ou fuga de demanda, fugir de uma demanda. Todos nós fugimos de demanda. Alguns de vocês fala:
"Caramba, esse professor não para de falar, vou tomar Uma água." Levanta e educadamente vocês fogem daquela demanda. Educadamente vocês podem pedir: "Professor, posso tomar uma água, posso dar uma volta?" "Profor, vamos fazer um intervalo?" Vocês podem pedir, vocês estão educadamente pedindo para sair da demanda. Estão conseguindo entender a ideia? Alguns falam assim: "Nossa, não quero, vou dar uma cochilada". Fugir de demanda. Agora alguém fala: "Porque aula é muito Chata". e começa a fazer piadinha, começa a jogar no outro, começa a atrapalhar. Isso também é uma forma de de acabar com a demanda, só que é
uma forma inadequada socialmente, que não vai contribuir paraa participação inclusiva desse indivíduo. Todas são formas diferentes de se comportar com a mesma função. Então a gente tem que ensinar para indivíduos, a gente pode auxiliar esses indivíduos a que essa maneira que é Jogando para sair da atividade, que aí ele vai fazer uma outra atividade que não é se jogando que ele vai sair da atividade, mas ele pode sair da atividade de uma outra maneira. Então, se você ele tá te empurrando >> e você proíbe ele, você tá colocando extinção, você tá deixando, tá dizendo para
ele que sair dessa maneira não sair da atividade. E aí o que que ele vai fazer? Te morder. E a hora que você morder, você fala: "Vamos sair da aula." Ou seja, na próxima vez ele vai tentar fazer isso? Não, ele vai tentar fazer direto a mordida. Estão conseguindo entender a ideia? resposta um e resposta dois, uma resposta não foi reforçada para sair e a outra foi que foi a de mordida. Então a gente tem que pensar nessa ideia para qualquer sinal de sair, ele vai sair para não aumentar a probabilidade desse comportamento inadequado acontecer.
Estão conseguindo entender a ideia? Por Isso que o assentimento é importante. É importante pra gente zerar essas situações de trauma. Vou deixar você perguntar, tá? Isso é importante para vocês entenderem que não é olhando para se jogar no chão que a gente define a intervenção. Olha, maneira de se jogar no chão, gritar tem três funções diferentes e as intervenções são baseadas na determinação da função, da causa. E aí existe um último que é o tal do Reforçamento automático. Existe uma linha de pesquisa dentro da da análise de comportamento diz que nada é automático, reforçador em
si próprio. A gente só dá esse nome porque a gente não conseguiu identificar que são outras variáveis. Mas existe uma outra linha na análise do comportamento que diz: "A pessoa se arranha, ela grita, ela cospe, porque isso em si próprio acessa sentimentos favoráveis para ele". E aí ele repete Isso para ter acesso a essa sensação. A gente chama isso de reforçamento automático positivo ou então por reforçamento negativo. O que que é isso? Eu quero eliminar uma situação desconfortável e eu me bato do meu próprio organismo. Então eu tô com dor de dente e não consigo
pedir. Eu não consigo falar que eu tô com cara, eu não consigo, nem sei se eu tô com cara, eu tô com dor. Então eu me bato pá pá pá para aliviar essa dor, porque eu tenho Agora uma outra dor. Não sei se vocês estão conseguindo entender. Eu me bato para aliviar de uma sensação sinestésica. Às vezes a gente tá com queimação, a gente dá uns tapa na perna, rola corda a perna. A gente quer ou a acessar uma sensação ou tirar essa sensação desconfortável. Tem gente que vai pro shopping ou num num parque para
poder uma montanha russa para acessar sensações sensoriais, Reforçamento automático. Tem outras pessoas que gostam de rodar. Uh. reforçamento automático em si próprio. Eu tenho uma sensação de prazer para esse indivíduo. Tem gente que não vai, tem gente que vai usar drogas, tem gente que vai fazer outras sensações, tem gente que coça, ajuda a orelha, se morde para ter sensações que lhe interessam, mas às vezes essa sensação também é para eliminar uma outra coisa. Tem gente que Tá com depressão, tá pensando num monte de coisa, se machuca e a tensão vai para cá e a muda
o foco. É um reforçamento negativo, auto, reforçamento automático negativo, autoflagelação. Então, a medida o flapping que a gente estava conversando ontem, o flapping, às vezes a o próprio comportamento de andar na ponta do pé, o tanttrum e balançar, é para ter acesso a umas questões sensoriais automaticamente. Aí tem criança que bate na cabeça para isso. Só que a gente só vai conseguir saber se isso é, se a gente descartar isso. Como é que a gente descarta isso? O aluno se bate, ele faz essas coisas independente de ter alguém perto ou não ter alguém perto, porque
se tem alguém perto, ele pode se comportar para ganhar atenção. Estão conseguindo entender ideia, mas ele faz isso independente. Não tem Ninguém perto, pessoas novas, pessoas diferentes, tá cheio de gente e independente disso ele faz isso. Então, aparentemente não é para ganhar atenção. Você dá atenção para ele, ele continua fazendo. você tira atenção, ele continua fazendo. Provavelmente não é essa função. Tem demanda, tem eh, desculpa, tem o item de preferência dele perto, não tem item de preferência dele perto, você dá o item de preferência dele e nada disso muda. Ele apresenta isso sempre. Aparentemente não
é para ganhar o item. tem demanda, não tem demanda, tem tarefa, tem presença de pessoas desconfortáveis com ele ou não tem pessoas desconfortáveis para ele e ele se comporta dessa maneira, se machucando. Então, a gente vai desconsiderar que são essas outras funções e a gente vai entender que isso é um reforçamento automático. E aí, nesse caso, as estratégias são diferentes para cada uma delas. Basicamente, então, a gente tem que determinar a função do comportamento problema mais viável. E aí nós vamos usar esse termo com vocês aí, tá? Então, um, vocês têm aqui um resumo nos
slides de vocês para vocês se lembrarem o que que é um comportamento problema reforçado positivamente por questões sociais. Vocês têm nos slides de vocês o que que é um comportamento problema reforçado negativamente, um reforçamento positivo para acesso a Item. Reforçamento automático positivo, reforçamento automático negativo, tá? Depois que a gente identificou e entendeu a função, nós vamos tentar não fortalecer isso. Que que é não fortalecer? Se ele se joga e você identificou que é para ganhar atenção, a ideia é não dar aquilo que antes você dava. Às vezes a atenção é ficar bravo com a criança.
Às vezes a atenção é falar: "Não faz mais isso". A gente vai precisar parar com isso. Às vez e aí se é para ganhar o item, você não vai dar acesso ao item que ele quer. Não vai dar para ele sair da atividade, não vai dar acesso à estimulação sensorial. Como é que eu faço isso? Vou explicar. e predizer, tentar ver na agenda quantas, que horas que essas situações são mais graves para minimizar as situações, para tentar prevenir essas situações. Já vou Explicar como tá. E aí eu vou ensinar respostas ao DRA, eu vou ensinar
respostas alternativas a se é para ganhar atenção, eu vou dar ensinar fisicamente instrução, visual, texto, orientação para ele se comportar de uma outra maneira para ganhar o item, para ganhar um abraço, para poder acessar uma coisa sensorial que ele goste, para ele poder sair da atividade. você vai ter que ensinar para ele. O o exercício físico, ele é fantástico pra Gente cansar o aluno e falar para ele: "Quero sair". É fantástico pra gente ensinar o aluno a uma resposta adequada para ele sair. A gente vai ensinar ele a cansar ele e a hora que ele
quiser sair, você vai ensinar uma resposta dessa. Ele pegar uma fichinha de levantar, quero sair para que aí ele você ensine essa resposta e ele automaticamente sai. Então você vai ensinar, colocar uma atividade que já vai ser cansativa para Ele, para ele não para ele querer sair. É fantástico isso pra gente poder usar na educação física, tá? Para minimizar essas situações. Então esse documento, eu fiz todo esse acabou para chegar aqui. Então como é que a gente vai preencher se acontecer um comportamento problema na aula de vocês? Vocês vão preencher com a função do comportamento
problema. Como ninguém me ajuda aqui com saber noção. 5:30 está Certinho. Ah, perfeito. Vocês estão com sono? >> Não tão com sonolentos? >> Você pode dar uma paradinha rapidinho? Reforça, senão eu vou ganhar. Não é reforçar a pessoa, é reforçar um comportamento. Eu tô falando vocês há dois dias que é comportamento, é maneira de agir sobre o ambiente. Qual o comportamento? Eu estou planejando reforçar, >> hum, fazer exercício, >> disponibilidade dela diante de uma solicitação minha, certo? Então, a probabilidade que outras pessoas vocês estão vendo, a probabilidade de quem tá querendo ganhar o álcool em
gel, é mais provável que quando eu pedir aceite. Faz sentido para vocês? para alguns não vão querer o álcool em gel, vai querer aceitar um convite meu? Não por esse motivo. Algumas outras pessoas podem ah ter vergonha e o álcool em gel não seja de Significância para isso. Então ele não é o reforçador em si próprio, tá? Agora, se eu desse falar, eu vou dar R$ 1.000 para quem vier aqui atender uma solicitação. Então, olha só, o item ele funciona para reforçar determinado comportamento para algumas pessoas, mas ele não funciona para reforçar outros comportamentos. Então,
se eu falar para vocês, quem gosta de R$ 5 levanta a mão. Todo mundo pode levantar a mão e falar para ganhar R$ 5. Agora, se eu falar para vocês que vocês vão ganhar e vocês precisam levantar a mão 3.000 vezes para ganhar R$ 5, só quem tá na miséria que vai levantar a mão, porque o custo de resposta é melhor, é maior. Ou seja, R$ 5, ele não é reforçador, ele reforça, ele permite acesso a algumas respostas. Ele vai reforçar algumas respostas, mas não outras, tá? E eu nem sei se o item, se o
Álcool em gel foi reforçador. Eu só vou saber se o álcool em gel vai ser reforçador se na próxima vez que eu fizer pergunta para ela, mais rapidamente ela atender. Aí quer dizer que esse comportamento de atender a um pedido meu foi fortalecido, endurecido. Certo? Vamos lá. Esse documento ele é muito importante para todos vocês. Às vezes ele é subestimado. Às vezes a gente usa a explicação de um Comportamento problema no gogó. Professor, tudo isso que você falou de levar a mão para agarrar, puxar o cabelo, >> é, precisa ser documentado, precisa, professor. Ele tentou
dar uma cabeçada em mim. É para ser documentado. É para ser documentado, professor. Ele cuspiu no rosto do outro e mordeu a mão da criança. Mordeu a minha mão. Eu preciso documentar. Documentar. Como é que a gente vai documentar isso Aqui? Esse documento vocês têm e ele para cada linha é um episódio que acontece. Cada linha é um episódio. O que que a gente vai preencher? A função do comportamento. Problema. A gente começa por essa parte aqui, ó. Comportamento. E aqui tem dicas, ó. Qual foi a ação? Nós vamos colocar birra, >> vamos colocar cruel.
Não, >> não treinei vocês agora a pouco. Nós Vamos colocar. Levou a mão para puxar o cabelo, puxou o cabelo, jogou-se no chão, gritou, deu batidinhas na cabeça, no chão, deu batidinhas de croque na cabeça, deu batidinhas com o punho cinco vezes no no queixo. Ó, ação, duração, intensidade, frequência. E se usou materiais. Ele pegou o boneco e bateu na cabeça devagar. É diferente dele pegar esse objeto e com força se machucar. Perfurou perto do olho. Então a intensidade é fundamental para que a Gente coloque também, tá? De forma como é que vocês vão documentar
isso? de uma maneira que qualquer outra pessoa que leia veja o evento sem estar vendo na na verdade, ela consiga ver o evento só pela leitura o que você tá fazendo. Tão conseguiram entender o que eu quero dizer? Sim. >> Nós vamos fazer isso. Nós vamos treinar isso, tá? Depois que você colocou, você vai fazer a seguinte situação. O que é que aconteceu na sequência? Eu redirecionei ele paraa atividade. Ele começou a dar cotuvelada, eu redirecionei paraa atividade, aquilo que finaliza o problema. Então, tá aqui, ó, como foi resolvido o problema, o que aconteceu enquanto
e logo após o comportamento até a sua resolução. Eu falei para ele, fique calmo, eu dei o item para ele, eu deixei ele sair da sala. Eu falei, vamos fazer só mais uma Vez e concluir a atividade. O que é que você fez imediatamente? Imediatamente quando aconteceu aquilo? E aí você vai voltar para pensar o que é que tava acontecendo, o que que aconteceu imediatamente antes disso aqui. Não foi ele dormiu mal, não é imediatamente antes. Eu estava na terceira tentativa do circuito. Eu falei para ele só mais uma vez. Eu falei para ele agora
vamos fazer a brincadeira do zigu-zague. Eu a mãe abriu a porta, tocou o sinal da escola, sei lá o que aconteceu. O que aconteceu? Exatamente. Antes que Pluff aconteceu isso, >> professor. Mas necessariamente eh esse comportamento que ele teve foi por algo que aconteceu antes? Não, você vai registrar para que a partir de uma sequência de situações, a gente vai fazer a leitura de um padrão, porque algumas vezes pode estar reforçando adequadamente, outros não. A Gente vai ter que, então, se você não fizer e o outro fizer, a gente vai saber o que acontece lá,
mas não sabe o que acontece em você. Então, por exemplo, algum comportamento pode acontecer num ambiente e não acontecer em outro, como a gente tá falando o judô, porque alguém faz a prevenção antes, antes da apresenta o comportamento, o problema você vai lá, redireciona. Então, a gente precisa já começar a estabelecer isso para que se eu vou faço Isso, fono faz isso, to faz isso, psicólogo faz isso, alguém vai ajudar a reunir, se reúnem e fala: "Opa, qual é o padrão que tá acontecendo? Vamos todo mundo tomar essa estratégia juntos, fazer igual a decisão. Não
é você que faz. Para intervir sobre isso, tem que ser colaborativamente. Não é multidisciplinar, é interdisciplinar. Que que é multidisciplinar? Muitas pessoas intervindo, cada um fazendo o Que acha. Interdisciplinar é várias pessoas que discutem e tomam uma decisão coletiva interdisciplinar. Então, conseguindo entender a ideia? Tem um comportamento alvo para intervir? Vocês decidem entre vocês qual vai ser as áreas prioritárias? Isso é um atendimento interdisciplinar. Um aluno passa por vários alunos, por vários professores e cada professor decide o que vai intervir. Não é interdisciplinar, é multidisciplinar. Cada um faz o que acha. Se vocês se reúnem
saber essas prioridades, é uma intervenção com objetivos interdisciplinares. Se a intervenção todo mundo registra, leva pra equipe e toma a decisão coletiva interdisciplinar, a chance de sucesso de uma intervenção interdisciplinar em comparação a multidisciplinar é muito maior. E o que que seria uma intervenção transdisciplinar Quando todos eles tomam como mesma perspectiva uma mesma linguagem? Que nesse caso pro tratamento do TEIA é uma visão analítico-comportamental. Então se um fono fizer isso, se um toó fizer isso, se um fíio fizer isso, além de ser interdisciplinar, é na perspectiva da análise do comportamento que tá transpassando todos. Ele
é inter e transdisciplinar, porque alguma pessoa pode registrar o comportamento problema e levar para pra Reunião sem ser dessa maneira, sem ser baseado na função. Ele pode simplesmente descrever o que aconteceu, pode relatar: "A criança foi birrenta, a decisão é coletiva, é interdisciplinar, mas ela não é transdisciplinar". transdisciplinar, quando tem um conhecimento que transpassa todos eles. E para o tratamento do T, o que a gente tem de mais evidência é aba e eu não tô tirando do bolso, eu não tô vendendo nada, porque a gente vai trabalhar Naquilo que tem mais sucesso. Eu vou mostrar
para vocês as práticas com evidência para o tratamento do TEIA. e 24 das 28 são baseados na análise de comportamento. Então vocês não vão precisar ser analistas do comportamento, mas se vocês fizerem isso, vocês vão estar atuando na perspectiva da análise do comportamento. E um curso como esse dá essa formação básica para vocês, o que não torna vocês analistas do comportamento. Faz sentido O fato de vocês fazerem isso não torna vocês analistas do comportamento. Vão estar atuando nessa perspectiva. Então você vai registrar primeiro aqui o que imediatamente aconteceu e o que aconteceu exatamente antes. Professor,
para que que serve isso? Qual foi o ambiente? Foi a sala? Foi no corredor? Foi na cozinha? Foi no pátio? Foi na transição do da sala três paraa sala quatro? >> Qual foi o ambiente que você fez isso? E Qual foi o dia e o momento? Pode ser que o episódio não se encerra aqui. Então você, ele se jogou no chão quando você falou, faz mais um. Agora vamos fazer a brincadeira de zigu-ague. Ele se jogou no chão, você falou para ele levanta e puxou a mão dele e aí ele foi e te deu um
chute na canela. Então essa consequência que você fez de puxar ele gerou a ocasião, foi o antecedente para ele chutar. Foi um episódio verbal em cadeia. Então aconteceu algo, ele se jogou no chão, você puxou ele como consequência. Essa puxada foi o antecedente para que ele te chutasse. E aí você falou: "Ah, entendi. Então fica aí". Ele parou. Daqui a pouco ele levantou e voltou a fazer atividade. Professor, você tá me dando trabalho, eu vou ter que escrever esse tanto de coisa. Primeira vez vai. Mas existem dicas para vocês, Situações comuns, antecedentes. O que pode
acontecer aqui, ó, como antecedente? Dicas. é pedido ao estudante para fazer algo. É comum que isso desencadeia um comportamento problema? É pedido ao estudante para não fazer algo. Não põe a mão aí não. Agora não é hora disso. Não é hora de sair. Não é para pegar. Não é para Colocar a mão no Não é para colocar a mão em mim. Atividade preferida termina. Atividade não preferida começa. Instrução em grupo é dada. Vamos fazer tal coisa. Aí ele apresenta o comportamento de gritar, de fazer birra, de jogar no outro. Instrução um a um. Foi dada
uma instrução para ele para fazer tal tarefa. Estudante está sozinho. Do nada tava sozinho. Aconteceu isso. Objeto preferido é removido ou um outro. Tipos de respostas. Bate em outro estudante, bate no professor, bate em si próprio. Joga objetos em uma pessoa, joga objetos em algo. Cospe, chuta, grita ou faz outro som. Destruição de propriedade, outro. São tá ficando mais claro para vocês? Consequência, atenção verbal, por exemplo. Não, para com isso. Foi isso Que você fez ou alguém fez? Talvez se você possa estar observando uma outra pessoa e alguém falou isso. Ou mesmo na sua aula,
alguém foi lá e falou: "Não, não faz isso". A mãe tava assistindo a aula e falou: "Não faz isso". As atividades são removidas. Se você tá fazendo atividade e aí cancelou, ele pegou o cone, ele chutou o cone fora, acabou a atividade. Era uma tarefa de escrita, ele foi lá, rasgou o papel, acabou a atividade, foi Removida ou foi interrompida. O pedido é repetido até que o estudante complete. Então você continua insistindo, alguém insiste, o comportamento é ignorado, alguém vai lá e dá atenção, de repente ele para. O objeto preferido é removido como consequência. Então
ele tá fazendo você vai lá e tira o objeto preferido é dado para ele. Quando ele apresenta como consequência isso é dado aqui. Time outo estudante. Que que é o time out? Castigo. Ficou de fora um pouquinho, sai intervalo, tá? Então presta atenção. Isso aqui são exemplos, mas existem muitos outros. E aí, a medida que vocês começam a fazer dessa maneira, vocês começam a identificar um padrão. E aí vocês não vão precisar mais ficar escrevendo uma vez ou outra. Que que vocês vão fazer? Usar esse que é disponível, que eu disponibilizo para vocês. O que
que é isso aqui? Você já Conhece o seu aluno e já conhece que tipos de comportamento, problema que ele faz, que tipo de resposta. Ele arranha, ele puxa o cabelo, ele grita. E você vai escrever aqui, ó, cada um deles. Cada um deles, podendo usar como exemplo esses aqui. Mas basicamente você não vai colocar tudo, você vai colocar aquilo que o seu aluno faz. Jogar o cone num lugar, jogar o con, bater o cone na cabeça. Você vai colocar aqui para aquele aluno seu quais são os Antecedentes que estão acontecendo. Aí você vai ter aqui
opções, mas você também pode ter as situações que o seu aluno faz. E aí você vai colocar as consequências mais comuns de forma que você possa na hora que acontecer o ambiente, a hora que acontecer o evento, você não vai precisar escrever, você vai fazer o quê? Tic tic tic. É muito mais rápido. Isso aqui tá na mão para vocês, né? Especialmente se tiver Lá plastificado. É um pincel, é um intervalinho. Tchap tchap tchap. São três x. Ele se jogou no chão, ele gritou. São dois tics aqui. São duas respostas, porque é uma hora que
ele pode jogar no chão e pode não gritar. Mas se ele sempre que se joga no chão, ele grita, você coloca jogar no chão e grita, que é sempre. Se ele às vezes grita e não se joga no chão, então você coloca separado, porque às vezes ele pode gritar, você vai colocar só no Gritar. Em outras ocasiões, gritou e chorou. Ah, gritou e se jogou no chão. Então conseguiram entender a ideia? Isso aqui diminui o custo de resposta e torna muito mais rápido o trabalho de vocês para vocês não ficarem gastando tempo de escrever. Mas
as primeiras vezes é importante que você escreva, porque à medida você vai ter o padrão do seu aluno para trazer para cá. Professor, isso aí pode ser feito digital para não Ficar escrevendo que eu sou tem um garrancho? Sim, o documento que tá para vocês aí é a mão, mas o documento que tá no drive para vocês, no link vocês podem imprimir e ó pelo celular. Vocês podem abrir o celular e, ó, tem escrever. Ele vai, ele vai escrevendo aqui, ó, para vocês. Quais são os ambientes que pode acontecer isso? No pátio, na quadra, com
você. Você vai colocar as os ambientes possíveis e a cada episódio você vai colocar sua data, a hora e o tic, um Check, um x que aconteceu. Dessa maneira alguém vai reunir essas informações ou você, se você não tiver ninguém para te dar apoio, você vai começar a levantar as hipóteses. Quais são as hipóteses? Reforçamento positivo por item, reforçamento positivo para atenção, reforçamento negativo, reforçamento automático positivo, reforçamento automático negativo. Até aqui fez sentido para vocês, certo? Tem mais exemplos? tem, tá nos slides para vocês. Aqui existem exemplos de folhas prontas em inglês, onde tem vários
estilos de antecedentes, vários tipos de respostas, vários tipos de consequências, de forma que ao acontecer a pessoa seleciona, seleciona, seleciona uma outra folha de registro também para uma outra ocasião, uma outra são várias situações. Você quer anotar se é o flapping, se achar que isso é um comportamento problema. Lembra que eu falei que tem que pensar nos critérios? O flapping, se ele for intenso, se ele competir, se ele atrapalhar, talvez ele vai ser um comportamento problema. Se o Flap não fizer isso, não é alvo de de intervenção. Essas são outras formas. Professor, não sei ler
inglês. Manda uma mensagem aí, professor. O que que significa difficult task activity? dificuldade em fazer atividade. Ele tá Demonstrando que tá fazendo atividade e aí apresenta qual comportamento de chorar, de bater, de chutar, de kicking, né? De chutar aqui, bater no sentido de bater a mão, certo? Então você tem várias opções que você vai selecionar e você pode ter como exemplo para levar para cá e para descrever operacionalmente. Então agora nós vamos interromper essa parada. Nós vamos fazer aqui as estratégias de manejo no chão E eu vou dar uma tarefinha para vocês para amanhã. Para
amanhã, eu quero que a gente traga três linhas preenchidas de comportamentos, problemas que vocês podem ver aqui, ensaiar um aluno de vocês ou da realidade de vocês que seja objetivo. Você não vai falar: "Ah, criança, criança levou a mão e puxou o cabelo da Não". Puxou o cabelo da menina. Objetivo, curto, claro, de forma que as Pessoas possam saber o que aconteceu. Você vai preencher três linhas, sendo que haja pelo menos duas funções diferentes. Quais são as funções? Reforçamentos positivo social para ganhar atenção. Reforçamento positivo para acessar item. Reforçamento negativo, que é para sair da
tarefa, que é a tal da fuga, esquiva, e um comportamento reforçamento automático de acessar a estimulação Sensorial ou para eliminar uma sensação sensorial. Então, algumas pessoas falaram: "Tirou roupa porque tava com calor." Isso é um comportamento problema reforçado negativamente, automático, negativamente para sair do calor. Certo? Então, o que a gente vai ter que ensinar, ele vai ter que acessar a saída do calor, mas emitindo uma outra resposta que não arrancando a roupa ou não arrancando a roupa publicamente. Pedir para sair para tomar um banho, Pedir para ligar o ventilador, pedir para dar um tempo para
eu me me esfriar, ensinar outras respostas que não arrancando a roupa. Então, como é que nós vamos fazer isso? Então, eu quero que vocês trabalhem com essas com esse documento aqui. São três linhas, sendo pelo menos duas funções diferentes. Vocês não precisam escrever aqui. Quero só que vocês eh discutam entre vocês. Professor, pode repetir? Pode, pode ser em grupo, pode. Pode ser A mesma? Pode. Só que não pode ser uma pessoa faz e três copiam. não vai fazer menor sentido para vocês. Vocês podem discutir entre vocês a situação de um aluno que vocês conhecem e
pensar em três situações, tá? Agora nós vamos então para o comportamento problema aqui. Vamos lá. Agora eu preciso trocar o microfone da Madona. 10 minutos. >> Ah, é. É, eu não sei igual, mas >> eu pedi pro pro Leos me avisar com >> Hã, vamos lá, ó. Presta atenção, Luía, me ajuda. Presta atenção. A gente vai fazer um pouquinho, amanhã a gente pratica mais também, tá? E se a criança? >> Obrigado. Senta no chão aqui. Não precisa dar isso aqui não. Se a criança sentou no chão, eu vou tirar ela do chão. Qual é? Respondinha
que eu já ensinei Para vocês. É, >> depende do contexto. A coisa que a gente mais costuma fazer é isso aqui, ó. pegar na mão. Isso aqui é o que eu vou falar para vocês que não é para fazer. Assim como conduzir a criança de mondada, nós também não vamos fazer, porque quando a gente conduz a criança de mondada, a gente tá sendo protagonista. O tempo todo, ela tá olhando para mim. Eu quero ensinar ela a Ser protagonista. Eu vou andar sempre na lateral atrás dela, como eu ensinei para vocês. Evitem ao máximo conduzir de
mão dada, tá? Assim como levantá-la do chão, também não vou fazer isso. Por quê? Porque se ela não quiser levantar, ela vai jogar para trás, vai se machucar, vai me machucar. Segundo, se eu resistir, punho, cotovelo vai se machucar. Então, não é uma estratégia pegar na mão, não é, não é. Você pode, se foram em outras ocasiões, Você pode até eh fazer esse movimento aqui, ó, levantar. Pode funcionar para uma criança, pode, mas a maioria das vezes não vai funcionar, certo? Então, vamos lá. Se ela tá nesse chão porque ela não quer fazer tarefa, eu
não vou forçar ela a fazer tarefa. Lembra do assentimento? Não vou forçar. Vocês não são forçados a fazer nada. Se vocês não quiserem fazer esse exercício, vocês não vão fazer. Não vou forçar vocês. Hã, tem, se tiver um formigueira, aí é Outra coisa, tá? Se eu vou ajudá-la, eu não vou na frente dela. Eu vou ajudar como é que sou esqueleto para ela poder fazer. Eu vou chegar e vou tocar nela direto. Assentimento, quer dizer que eu vou tocar ela direto? Não, eu vou ter que pedir autorização para ela. Posso te tocar? Ela pode falar,
pode, né? Ou às vezes ela não sabe responder, ela não compreende a instrução. Se ela não compreende a instrução ou se ela responder que tudo bem, eu vou ajudá-la. Às vezes ela tá com dificuldade, né? Peso, mobilidade. Presta atenção. É dessa maneira aqui, ó. dessa maneira e não assim. É assim, reto. Então, dessa maneira eu vou entrar aqui na axila para cima. Olha que é muito importante isso para que eu não faça isso, ó. Não é seio, por favor. Especialmente homens. Mas mulheres também não podem, porque se as mulheres tocam no seio da criança, da
menina, tá dizendo que a menina pode ser tocada. E nós sabemos que existe uma incidência muito grande de pessoas com autismo que sofrem abuso. Vocês precisam ser pessoas que não podem fazer isso. Por isso que a pergunta é justamente para ensinar para essa criança que as pessoas têm que perguntar para ela se pode tocar. Você falar: "Mas ninguém me nunca me perguntou". Pois é assim que se faz. Ninguém se pode sair tocando nos outros. Mesmo que você não vá tocar no seio, Você precisa perguntar: "Ah, professor, mas ele se ele não souber falar?" Então você
vai tentar fazer a mobilidade de fazer isso, mas pode ser que a hora que eu toque ele faça o cotovelo para poder sair. Faz movimento assim, ó. Encher o cotovelo. Quer dizer que ele não quer que eu toque. Eu vou continuar. Não vou. Não vou. Ah, você não quer. Tudo bem. Vamos lá brincar. Pode ser que ele comece se movimentar Daqui a pouquinho. Você quer, você quer, posso te ajudar a brincar? Pode ser que ele não responda, tá? Se ele não respondeu, vou de novo. Tocou, não quis, mexiu o cotovelo, se afastou, tentou me morder,
parou. Não vou tocar essa criança, vou tentar outras estratégias, mas forçá-la eu não vou. Agora pode ser que ela fale que não tem problema, ela se tocarla ou aceite ou ela veio aqui sim e simplesmente ela permitiu. Então a força é para cima, só que não é para Levantar a criança, é para ajudar ela a levantar. Quem vai levantar é ela. Eu vou ajudar ela a levantar. Eu não vou levantar ela. Faz, tá? Tá entendendo o que eu tô querendo dizer? Se eu tô fazendo força, ah, mas se eu p um cara grande, você não
vai ajudar, você não vai levantar ele. Você vai ajudar ele a levantar. É isso a maneira. É para cima, ó, para cima. E aí você vai conduzir, se for o caso, para levar para atividade, Ajudar a levantar, certo? E se por um acaso ele estiver deitado de barriga para cima? Mesma coisa, eu vou pedir autorização. Posso pedir para levantar? Dica gestual. Vamos brincar. Dica oral. Vamos fazer. Pode ser que ele não queira. Posso te tocar? Faz assim. Então não pode. Não pode. Posso chegar aqui assim? Faz assim com o pé aqui em mim. Não quer.
Vamos fazer. Então é comportamento problema. Se jogou no chão, passou tanto Minuto que aconteceu, não toquei, perguntei para ele e acabou a aula, você vai registrar. É o que precisa ser feito. Então vamos lá. Por um acaso, ele perguntou, ele não respondeu. E aí você vai então tocar para ajudar. Escápula dessa maneira por baixo. Vocês vão entrar com as duas mãos por baixo. Olha como é entrei aqui dessa maneira. para que eu não fique perto das pernas dele para evitar que a arranhão, porque Se ele não sabe responder, eu não sei se ele vai me
autorizar, certo? Tocá-lo. Então, há sentimento. Se ele não sabe falar, eu vou tentar perceber se ele tá autorizando eu tocar. Então, não vou ficar perto das pernas. Então, eu posso vir aqui, pode ser que ele queira morder minha mão. Op, já entendi que você não quer, tá tudo bem, não vou forçar. Se ele não faz isso, eu vou aqui, ó, dessa maneira, por baixo da escápula, simplesmente eu vou fazer força, não Vou, porque eu não vou levantar ele. Eu vou ajudar ele a levantar. Quem vai levantar é ele, é ela. Ah, tá fazendo força, tá?
Jogou para trás. Força, for não vou fazer força porque senão eu tô levantando ele. Tô levantando ela. Se eu tiver fazendo força, tá errado. Se eu tiver fazendo força e eu não aguentar, vom bater a cabeça no chão, tá errado. Eu vou ajudar ele a levantar. Entrou por baixo, entrou aqui. E vamos lá. E vamos auxiliar. Ele deve est cansado, não tá querendo fazer tarefa, tá desatento. Vou auxiliar ele fazer. Ele empurrou e eu entendi que você não quer. Certo? Faz sentido para vocês isso? Vamos lá. E se ele deitar de barriga para baixo, então
da seguinte maneira. Chega só um pouquinho mais para cá, mais para cá. O cotovelo normalmente é assim, ele pode colocar dessa maneira ou o braço pode estar para baixo, né? Pode estar dessa Maneira também. O que que a gente vai fazer? A gente vai entrar sempre na diagonal perto do lado da cabeça. Sempre do lado da cabeça, tá? Olha aqui. Se ele tiver com o braço, o que que eu vou fazer, ó? As duas mãos, se vocês, quem tiver atrás, quiser levantar, pode levantar. Eu vou pegar com as duas mãos, ó, e afastar o braço
dele para cá, ó. Sempre o máximo distante do corpo dele. Olha como é que eu vou fazer a força no Cotovelo para cá, ó. Aqui, quando eu fiz essa força, ombro girou, voltei a mão, levantei, ajudei, encaixei, levantei ele. Professor, e se ele resistir? Você não vai levantar ele. Voltou barriga para baixo de novo. Tá agora com a com a mão debaixo do do rosto. Pode estar dessa maneira. Eu vou entrar pro lado das pernas. Não, eu vou me afastar pro lado da cabeça e daqui eu vou puxar o cotovelo. Ó, o cotovelo, ó. Lup.
Olha como é que já tá quase inclinando. Tão conseguindo entender a ideia? Só cotovelo. Ombro, girou, escápula, ajudar. Todo esse processo, se ele se ele travar, eu não vou continuar. Entrou, ajudei ele a levantar. Faz sentido para vocês? Agora e se ele não quiser e tiver no meio da rua, tem um formigueiro, Tá pegando fogo, tá chovendo, ele foi lá e tá vindo o trânsito, que que eu acabou a clínica, tá na hora de sair, aí nós vamos ter que tirar essa criança dali. Aí a redução de danos. Se ela ficar no formigueiro vai ser
pior. Se ela ficar no meio da rua é pior. Se ela deitar na onde pode se machucar é pior. Tá, tá quente a rua. Calçada tá pegando fogo, tá de calor. Tem que as crianç pode não responder a Isso. Então nós vamos ter que levantá-la dali. Nesse caso, nós vamos fazer isso em dupla. Em dupla. Vão ter que estar treinados. Então, como é que nós vamos fazer? Vamos finalizar aqui acabar. Beleza. Deitou de Ah, primeiro sentado. Pode ficar sentado. Como é que nós vamos fazer? Vou precisar da ajuda de uma pessoa. Quero uma ajuda de
uma mulher. Você pode me ajudar? Nós vamos fazer as estratégias. Vira de Frente para lá para lá. Chamada de gancho. Pode ficar do lado de lá. Isso aqui não é PCM. Tá claro para vocês? Isso aqui não é esse CA, tá claro para vocês? Isso aqui é estratégia do Paulo Quereguini, tá? Nós vamos entrar com gancho. É muito importante fazer em dupla isso, porque essa situação eu só vou fazer em situação em que ele está em risco. Não vou fazer porque ele não quer fazer Atividade. Tá claro para vocês? Então, nesse caso, eu tenho que
tirar ele daqui o mais rápido possível. Então eu vou combinar com a pessoa que vai me ajudar. Ó, ele tá lá no meio da rua, tá queimando. Precisamos tirar essa criança daqui. Vamos tracar um gancho. Fala assim: "Vamos". Ela não sabe o que que é o gancho. É entrar com uma mão no ombro dele e apoiar para deslocar ele para um certo lugar. Aqui eu vou só levantar. Não vai dar para deslocar por conta do Degrau, mas eu mostro para vocês com calma. Amanhã a gente treina amanhã. Então o que que a gente vai fazer?
Primeiro nós vamos, eu vou, eu vou fazer com calma para você antes da gente treinar a prática. No, no braço dele. Eu não posso fazer a força no, na um braço de momento aqui, ó, no meio do braço dele, porque senão vai lesionar músculo, machucar, dependendo da criança, pode quebrar o braço da criança. Eu vou entrar na axila Da criança. Axila. E não pode ser apenas de um dos lados, porque senão vai acontecer isso aqui. Aí a probabilidade de lesionar é maior. Por isso que vai acontecer simultaneamente duas pessoas. Tão conseguindo entender a ideia? Entenderam
que é a axila da minha parte é cotovelo. Eu vou entrar com gancho e vai ser aqui. Então a força que vocês vão fazer como se fosse um soco para cima, um soco para cima. E aí vocês vão segurar o braço Para baixo. Então vai ser essa maneira aqui, ó. Aqui no ombro. Quais são os principais erros? Acontecer isso no meio do braço. Esse é um grande erro. Segundo erro é no meio do meu braço, mesmo que seja aqui, ó, no meu braço. Aí vai ser muito dolorido. Então vocês vão ter que fazer esse gancho
ao mesmo tempo e essa mão aqui, ó. Abaixa, abaixa, porque aí vai mantendo o ombro, ó. Conseguiram entender a ideia? Então Isso aqui tem que forçar, ó. Professor, mas pode machucar um pouquinho ele? Pode. Redução de danos. Se isso aqui é pior do que deixar ele no lugar, então você vai deixar ele no lugar. Só vai se isso aqui é menos agravante do que o que ele tá acontecendo, tá? Então, qual é o seu braço mais forte, direito ou esquerdo? Direito. Então, você vai fazer a seguinte situação. Você vai flexionar a sua perna direita, desculpa,
A sua, vai, você vai descer joelho direito, certo? E aí você vai levantar, abrir o braço dele aqui assim. entrar com o gancho dessa maneira. Fecha a mão e a força é para cima. Essa mão aqui agora você vai abaixar ele aqui. A sua força é aqui. Fecha o soco para cima. Soco para cima para não deixar o braço dele abrir e nem o seu braço fazer isso. Tão entendendo a ideia? Soco para cima no ombro, tá? E nós vamos ter que entrar juntos e sair Juntos. Porque a probabilidade da gente levar uma mordida é
possível. Se um pegar de cada vez, a probabilidade de levar a mordida é uma pessoa. Então, levar os dois, a pessoa vai ficar levantando. Pode ser que a pessoa em algum momento até tire as pernas do chão, se for o caso. A pessoa se solte. Por isso tem que ser em duas pessoas. Então, entendeu? Quer fazer o gancho de novo? Faz, faz o gancho e abaixa, aperta A mão dele aí. Isso aí. Tá. Aí nós vamos levantar ele. Luí, solta o peso. Tudo bem? Solta o peso, mas não solta o peso. Vamos lá. Vem, fica
em pé. Olha, o Luiz tá no meio da rua. Tá o trânsito. Tá lá, o guarda da tá segurando o trânsito. Nós precisamos tirar ele junto. Nós vamos trabalhar com gancho. Tudo bem. Vamos lá próximo dele. Muito bem. Ó, vamos entrar com gancho. Nós vamos levar ele lá pro Para aquele por para aquele Ah, nós não vamos levar, tá? Mas eu vou combinar com você. Antes eu vou levar ele para aquele banco lá na do ônibus. Tudo bem? Então vamos lá. Um, dois e pi. Já já levantou. E é isso, ó. Pegou aqui. Aí nós
vamos levar. Solta o peso, Luiz. Por força nesse braço. Força para cima e abaixo. Aí nós vamos conduzir. Conduzir. Agora espera que eu vou girar. Espera que eu vou girar. Espera que eu vou Girar. Coloca ele sentado. Coloca ele sentado. Soltou. Entenderam a ideia? Duplo gancho para levantar só numa situação crítica. Tá claro para vocês? Entenderam a tarefa? Tem recado? 8:30 amanhã. as quem tiver