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DESCUBRA o Verdadeiro PROBLEMA das suas DÍVIDAS

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Elton Euler
Não adianta você ficar fazendo planilha e mais planilha. A calculadora vai mostrar a mesma conta. Todos os nossos problemas são produzidos pelo nosso inconsciente e eles têm uma utilidade.
Você se sente culpado pelo fracasso, pela dificuldade, pelos problemas alheios. Você acreditou que quem tem condição também tem obrigação? Pronto, gente.
Se eu tivesse dinheiro, eu carregaria todos vocês. Mas como eu não tenho, é mais leve não ter dinheiro do que ter dinheiro e carregar todos vocês. Vamos parar com essa história de ficar falando de criança interior e vamos falar do adulto exterior que cresceu e tem que ter a responsabilidade e a coragem de encarar aquelas feridas.
Você não quer sair do AJ porque talvez ele seja a única pessoa que confie em você. Como nunca mais ter problemas com a falta de dinheiro? Elton, essa resposta existe.
Essa resposta existe. Só que o trabalho para trazer essa percepção é muito maior. Uma etapa dessa construção é a que nós vamos fazer hoje.
Você precisa entender a raiz das dívidas. Eu poderia trazer várias estratégias de como negociar, que é importante, mas eu quero falar sobre de fato o que está por trás das dívidas. Então, uma das primeiras premissas que nós vamos trabalhar aqui é a premissa de que toda, presta atenção, toda dívida material esconde um débito emocional.
Isso vale para toda dívida, Elton, para aquela que está te incomodando, para aquela que está te paralisando. Tem gente que tem uma dívida que é um compromisso que fez, um parcelamento, um financiamento. Não estamos falando de compromissos, estamos falando de dívida, aquilo que você não deu conta de pagar.
Perfeito. Para você que tá chegando aqui agora, essa construção que eu vou trazer para você é baseada na teoria da permissão, aquilo que traz a autorização inconsciente para você ser, ter, fazer e estar. A gente sempre fala muito sobre teto financeiro, a gente sempre fala muito sobre dependência emocional e a nossa proposta é trazer uma luz para o seu inconsciente.
E os acontecimentos negativos da sua vida revelam aquilo que a gente chama de inteligência relacional, que talvez você não tenha. E a dívida mora nesse lugar. Muita gente fala sobre mentalidade de escassez.
Sabia que a escassez não é necessariamente raiz de toda dívida? Não, não é porque o sujeito é escasso que ele vai estar endividado. Assim como não é porque o sujeito está endividado que ele é escasso.
A questão da escassez é sobre o quanto esse indivíduo acredita que tem mais no mundo. Preste atenção. O quanto o indivíduo acredita que tem mais no mundo.
Essa é a principal diferença do abundante do escasso. Tanto abundante quanto escasso, eles sabem que existe um recurso disponível. Primeira coisa, eles sabem que tem tanto abundante quanto escasso.
Eles sabem que vai acabar. Eles olham para aquilo e pensam: "Vai acabar, vai acabar, vai acabar". Os dois sabem que vai acabar.
Só que a diferença entre o abundante e o escasso é que o abundante ele sabe que tem, sabe que vai acabar, mas ele sabe que tem mais em algum lugar. E o escasso sabe que tem, sabe que vai acabar, ele fica com medo de ficar sem. Agora eu te pergunto, isso é suficiente para dizer que por causa disso uma pessoa jamais vai se endividar ou que por causa disso uma pessoa necessariamente vai se endividar?
Não. Uma pessoa pode ser escassa de olhar e dizer: "Eu sei que tem, eu sei que vai acabar e eu acho que eu vou ficar sem, por isso eu vou poupar. " E não vai se endividar, obviamente.
Não vai usufruir, não vai investir, não vai expandir, não vai fazer absolutamente nada. Por quê? Porque ela tem medo de acabar.
Então, a escassez não está necessariamente ligada à dívida ou a dívida não está necessariamente ligada à escassez. O abundante, ele pode olhar e dizer: "Eu sei que tem mais". E isso não o impedir de se endividar.
Muito pelo contrário, ele pode olhar e dizer: "Ah, já que eu sei que tem mais, não importa. Vamos viver, porque só se vive uma vez". E aí?
Então vamos separar escassez e abundância desse universo da dívida, porque não existe uma regra em que o escasso vai ficar endividado e que o abundante jamais vai ficar endividado. O que eu vou falar aqui serve para qualquer natureza de dívida e qualquer tamanho de dívida. Não importa se você deve 10.
000 ou se você deve 1 milhão. Não importa se você deve a 6 meses ou se você deve há 6 anos. O que eu vou trazer aqui vale para você.
Perfeito. Preste atenção que nós temos uma premissa. Qual é a premissa?
Toda dívida material esconde um débito emocional. Vi uma pessoa endividada, a pessoa está com uma dívida, está com o nome negativado, está sem condições de utilizar cartão de crédito, está sem condições de fazer compras e etc e tal. Pare de olhar o tamanho ou a natureza da dívida.
Não é que você não tenha que olhar para isso, mas ficar olhando só para isso não vai explicar absolutamente nada. Ah, mas é que eu devo porque eu fui avalista de alguém. Eu devo porque eu perdi o emprego.
Eu devo porque o negócio que eu fiz deu errado. Vamos deixar a natureza da dívida de lado. Qual é a premissa?
Coloca aqui nos comentários, você que já decorou. Toda dívida material esconde um débito emocional. Então, se a pessoa chegar com a dívida material, o que que você tá procurando?
O débito emocional. Essa pessoa está dizendo que ela deve R$ 349. 000.
Não importa se é R$ 349 ou se é 1 milhão. Guarde um pouquinho esse débito material, porque a pessoa vai ficar contando muita história sobre ele. A pergunta é: qual é o débito emocional por trás dessa dívida?
Uma lente é feita de várias camadas. dessa camada precisa ser instalada para que você desenvolva a sua capacidade de entender até onde você pode ir, porque sim, dívida é falta de permissão. Tem gente que se individa porque não pode ter dinheiro.
Tem gente que se individa porque não pode ter liberdade. Tem gente que se individa porque não pode ter leveza. Tem gente que se endivida porque não pode ter conforto.
Tem gente que se endivida porque não pode ter o que os outros têm. A dívida entra naquele universo de utilidade que nós já falamos aqui outro dia e vixe vamos falar mais. Então, vamos entender essa dinâmica da dívida.
O seu problema não é com a dívida. Ninguém presta atenção nisso. Você já ouviu alguém falar em dívida impagável?
Tem gente que fala em dívida impagável. Se você foi capaz de fazer, é porque você é capaz de pagar. Preste atenção.
Você dá conta de pagar. Ah, mas tem os juros. Vou repetir.
Se você deu conta de fazer, você dá conta de pagar. Você vai entender. Se você dá conta de fazer ou deu conta de fazer, você dá conta de pagar.
Por quê? Não é sobre o tamanho da dívida material, é sobre o tamanho do débito emocional. Com quem é que você tem esse débito emocional tão grande que você não pode ter dinheiro e você precisa da dívida?
Você prefere a dívida e você permite a dívida. Ah, Elton, mas eu não fiz isso. O meu irmão não fez isso.
Ele só deu errado nos negócios. A minha tia não fez nada disso. Ela só caiu em um golpe.
O seu consciente diz isso, mas o seu inconsciente produz exatamente esse acontecimento sob medida. Um acidente, um incidente, uma dívida, um vício, uma doença, é fruto do desenho do seu inconsciente, fruto da construção que você tem com as relações que você mantém e com os ambientes que você frequenta. É daí que vem a sua inteligência relacional ou a sua falta de inteligência relacional, que permite que você tenha dependência emocional com as pessoas ou que as pessoas tenham dependência emocional com você.
Você pode não ter entendido isso ainda, mas tudo que acontece na sua vida tem três ps. Aquilo que você precisa, permite e prefere. Elton, eu não prefiro a dívida.
Quer ver eu provar para você? Elton, eu não preciso da dívida. Quer ver eu provar para você?
Elton, eu não permito a dívida. Ótimo. Que bom que você está aqui que eu vou provar isso para você.
Qual é a nossa premissa? Tudo que acontece na sua vida é aquilo que você precisa, permite, prefere. Ah, mas é que eu perdi o emprego.
Precisa, permite, prefere. Ah, é que a empresa que eu trabalhava quebrou. Precisa permitir, prefere.
Ah, é que eu caí num golpe. Por enquanto, só repete que depois você vai entender essa construção. O que nós precisamos entender?
Para onde nós vamos apontar a nossa lupa? Para onde nós vamos olhar? Como entender esse débito emocional?
E se as pessoas entenderem que toda dívida material esconde um débito emocional, a gente vai trocar a calculadora por uma conversa franca. Não adianta você ficar fazendo planilha e mais planilha. A calculadora vai mostrar a mesma conta e com o passar dos dias, possivelmente, essa conta vai piorar.
Troque a calculadora, porque a calculadora vai falar sobre o débito material. Nós precisamos olhar para o débito emocional, a dívida emocional que você tem com alguém ou que alguém tem com você, que faz com que você precisa, permita e prefira. As pessoas elas se prendem e tentam prender as outras.
As pessoas tentam sempre passar para as outras aquilo que elas enxergam, aquilo que elas precisam. É sempre uma imposição relacional. Vamos falar de relação ou vamos falar de dívida?
Tem muita gente que vira e fala: "Meu problema é a minha relação com o dinheiro". Quem aqui tem problemas de relação com dinheiro? Vamos voltar pra nossa premissa.
Toda dívida material esconde um débito emocional. Então nós precisamos olhar para o débito emocional, porque uma dessas duas pessoas ou as duas pessoas dessa relação precisam dessa dívida. E toda dívida tem duas utilidades ou duas grandes utilidades.
A primeira premissa é: toda dívida material esconde um débito emocional. A segunda premissa é: toda dívida tem duas grandes utilidades. Duas grandes utilidades.
Você que gosta de anotar, anote aí. Toda dívida ela serve para prender alguém ou se proteger de alguém. Como identificar que débito emocional é esse?
Quem é que eu devo? Quem é que acha que eu devo? Que faz com que eu não permita ter dinheiro, que faz com que eu não me permita ficar com dinheiro e muitas vezes que faz com que eu, ou melhor você, não se permita gastar o dinheiro.
Tem gente que se endividou. Aí você pensa: "Comprou o que, amigo? " O carrão, fez viagens?
Não, emprestou dinheiro pros outros. emprestou o nome para alguém, tava na pior, mesmo assim, pagou a cirurgia de um, o conserto do carro do outro, não tem permissão para curtir o próprio dinheiro porque tem a obrigação de socorrer quem tá sempre. Então, vamos lá.
As duas grandes utilidades da dívida. Primeira, prender alguém. Segundo, se proteger de alguém.
Essas são as duas grandes utilidades da dívida. Como saber se o seu caso é o primeiro ou como saber se o seu caso é o segundo? Simples.
E tudo que eu estou trazendo aqui, por trás disso, existe a teoria da permissão com os protocolos, com as ferramentas que fazem o devido diagnóstico e o devido tratamento de cada uma dessas condições. Além de querer te passar todo esse conhecimento, nós queremos te acompanhar na aplicação desse conhecimento, porque não é ter acesso ao conhecimento que vai mudar a sua vida, é a aplicação dele. Nós sabemos que aplicar é a parte mais difícil, por isso a gente se une e se apoia para fazer isso diariamente com pessoas que já tentaram diversos recursos, diversos cursos, terapia, religião, várias coisas, mas não conseguiram identificar e não conseguiram resolver esse problema em questão que hoje nós estamos trabalhando aqui com o objetivo de entender e resolver as dívidas.
Elton, essa mesma utilidade da dívida pode se aplicar a outros aspectos da vida como doença? Com nuances diferentes, mas hoje vamos focar na dívida. Perfeito?
Então, temos premissas e temos perguntas. Cada dívida material esconde um débito emocional. A gente foca no débito emocional.
Maravilha. Mas é mais importante a gente entender a dinâmica que se instalou para uma vida em que é melhor ficar endividado. E olha que louco, é melhor ficar endividado nessa proporção, porque se a dívida for demais, aí vai te quebrar por inteiro.
E se a dívida for menor, ela não vai surtir o resultado esperado. Qual resultado, Elton? A palavra-chave do meu trabalho é utilidade.
Todos os nossos problemas produzidos pelo nosso inconsciente, eles têm uma utilidade. Vou repetir. Todos os nossos problemas são produzidos pelo nosso inconsciente e eles têm uma utilidade.
O grande xão é: se você assumir logo que eles têm uma utilidade, a gente foca em descobrir que utilidade é essa e trabalha para eliminar essa utilidade para que a pessoa não precise mais do problema. E quando a gente olha pra dívida, quais são as duas grandes utilidades? Prender alguém ou se proteger de alguém?
Quem você quer prender? Ah, Elton, mas ninguém prende, ninguém prende. Tem uma coisa que prende mais que dívida e começa com D.
Chuta, tem a mesma utilidade, prender ou se proteger no sentido de afastar. Podemos chamar dívida de doença, podemos. A dívida é uma doença no órgão enriquecedor chamado bolso, mas a dívida ela serve para prender alguém ou afastar alguém, se proteger de alguém.
E é sempre alguém próximo e conhecido. Porque aí dentro da teoria da permissão, nós temos uma outra premissa que é o fato de alguém te amar impede essa pessoa de te fazer mal, mesmo que não seja por mal. Inclusive, só quem te ama tem acesso a você.
E só quem a tem acesso a você é que pode te gerar mal por conta da dependência emocional e aqueles quatro padrões controladores que nós trabalhamos, a vítima natural, vítima intencional e vingadora narcisista. Os nossos protocolos, o nosso apoio constante e próximo, espalhados em grupos pelo Brasil inteiro e pelo mundo todo. São mais de 130.
000 Olhados tem esse objetivo, apoiar as pessoas na correção dessas relações, porque toda relação exige um vínculo forte e um limite claro. As pessoas têm dificuldade de colocar esse limite. E tem gente usando a dívida para colocar esse limite, dizendo: "Eu não posso te socorrer porque eu não tenho dinheiro.
Olha aqui. " Aí põe os bolsos para fora assim ou levanta um monte de boleto. Ó, tá aqui, ó.
O aota acabou de sair da minha casa. Eu te amo, mas eu não tenho dinheiro para te socorrer. A pessoa está dizendo, ela está dizendo não do jeito errado.
Tem gente que vira e fala: "Eu não sei dizer não". Sabe? É porque você diz do jeito errado.
Você consegue dizer não com um monte de boleto no bolso e uma giota na sua porta ou DDD 01 te ligando. Mas se você tivesse com um carrão na sua garagem, se você tivesse com a sua família morando numa cobertura, com o amor da sua vida, curtindo uma viagem em Paris, em Londres ou nas Maldivas, aí você não ia conseguir dizer não, porque você se sente culpado pelo fracasso, pela dificuldade, pelos problemas alheios. Você acreditou que quem tem condição também tem obrigação e aí você acabou abrindo mão da sua condição com a única tentativa de abrir mão da obrigação, já que se eu tiver dinheiro eu vou ter que arregar todos vocês.
Então, desculpa, não vou mais ter dinheiro. Pronto, gente. Se eu tivesse dinheiro, eu carregaria todos vocês, mas como eu não tenho, é mais leve não ter dinheiro do que ter dinheiro e carregar todos vocês.
Porque nesse país o rico é criticado. Emergente não é parabéns, é ofensa. Olha que louco.
Agora o cara comprou um carro ali, o outro virou e falou assim: "Ah, é carro de emergente e você queria que eu comprasse o quê? Um carro de descendente, decadente. Parabéns, você comprou um resto de rico.
O meu carro é 1. 0, mas é novo. Você comprou esse Audio, velho?
resto de rico. Ai, lá vem ele com a Porsche emergente. Esse é o nosso país.
Você cresceu acreditando que quem ama cuida, que quem ama dá vida pelos outros. Você aprendeu que é mais fácil o camelo passar no buraco da agulha do que o rico entrar no reino dos céus? Aí você acha que se você tiver dinheiro você vai pro inferno.
O pouco de dinheiro que você experimenta vem um monte de dedo na cara e você prefere a corda no pescoço do que o dedo na cara. E do que que nós estamos falando aqui? do por que as pessoas se endividam.
É para dizer: "Eu te amo, mas eu não aguento mais os seus problemas". Se eu mostrar para você que que o meu nome tá sujo, você para de me ligar. Se eu mostrar para você que o meu nome tá sujo, você para de jogar na minha cara às vezes que você me socorreu?
Ou quão difícil foi para você me criar? Tem gente aqui que só tá endividado para dizer: "Ai, me deixa em paz". Ele consegue viver endividado.
Ele troca cheque. Essa gente não tem freio. Mas que gente é essa?
Aqueles que te amam. Ah, Elton, mas são pessoas da minha família. Sim.
E daí? O fato de alguém te amar não impede essa pessoa de fazer mal. Ah, mas não é por mal.
Foi o que eu disse, não é por mal. Mas as pessoas querem que você viva segundo suas próprias expectativas. Elas querem que você compre aquilo que para elas faz sentido comprar.
Elas querem que você gaste da forma que faz sentido para elas. Elas querem que você distribua o seu dinheiro para os pobres, como se isso fosse tirá-los da pobreza. N, mas é bonito.
É bonito. Então vamos sair do tom mais porrada e vamos para um momento mais técnico. É porque eu preciso que se você acorde.
Tem gente que se individa, repare. Você conhece alguém que tava no fundo do poço e de repente apareceu no topo do mundo? Ricão?
É porque o cara se endividou e falou: "Pararam de me ligar, pararam de me criticar, pararam de exigir a minha companhia, pararam de ficar o tempo todo na minha casa, pararam de ficar falando de mim. Agora eu vou trabalhar, eu vou fazer quietinho aqui, eu vou enriquecer de uma vez, aí depois eu sumo no mundo rí. Teve gente que fez isso.
O problema é que muitas vezes quando chega lá a culpa bate, volta. As pessoas vivem com a vida misturada. O problema de um vira responsabilidade do outro.
É tipo assim, eles colocam o problema da família na mesa. Ó, sua irmã virou rapariga, o seu irmão tá vendendo produtos ilícitos e você passou num concurso público. Ainda bem.
Glória a Deus que nós temos uma um traficante e um concursado. Pobre do concursado vai fazer consignado no mês seguinte para tirar o outro da cadeia para não sei o que, qual virou bagunça. O problema desse indivíduo foi passar no concurso público.
Tô dando exemplos esdrúchulos, mas vocês conseguem adaptar esses exemplos pra família de vocês, não conseguem? Talvez sua irmã não seja rapariga e nem o seu irmão traficante, mas talvez você tenha um irmão que nunca dá sorte na vida. Talvez você tenha uma irmã que o único problema dela é que de vez em quando o marido dela dá uns cascudos nela, já é o terceiro que ela arruma e ela não tem sorte.
É sempre alguém por perto. É sempre alguém por perto. Então essa é a utilidade da dívida, prender alguém no sentido de você vai ter que me socorrer porque agora você tem dinheiro, você tem um emprego bom, eu vi seu carro novo, a pessoa sente que você tem uma dívida com ela, ela fica endividada e é você quem socorre, porque afinal se você não pagar o alugal dela, ela vai ser despejada.
Afinal, se você não pagar, o banco vai tomar o carro dela. Afinal, se você não pagar, vão tirar os filhos dela da escola. Que espécie de tia é você?
Que espécie de tio é você? Que espécie de filho é você? Então, o endividado ele faz isso.
Como saber quem é a pessoa com quem eu tenho um débito emocional? Para quem você liga quando você não dá conta de pagar suas contas? Para onde você iria se você não tivesse para onde ir?
Na casa de quem você ia bater? Pronto, achou. Achou o CPF dono da sua dívida.
Só que o Serasa não sabe do CPF dessa pessoa, só sabe do seu. É para essa pessoa que você mostra as suas dívidas. E se você é a pessoa para quem o outro está o tempo todo mostrando a sua dívida e a sua dificuldade financeira, bingo, essa pessoa acha que você tem uma dívida com ela.
Você tem que socorrê-la por conta de alguma coisa que você fez ou deixou de fazer no passado ou por conta de alguma coisa que ela fez ou deixou de fazer no passado. Já temos a metade do problema resolvido. Se você é a pessoa que está se protegendo de alguém, quem é que te deixa em paz quando você não tem dinheiro?
O que vai piorar? Por que vai piorar se você pagar sua dívida? Aí tem gente que pergunta: "Isso é permissão?
" Não, isso é falta dela. O que você deixa de fazer pelo fato de você estar endividada? O que faz quando descobre?
Calma, que bom que quer descobrir. Mas você que de fato quer passar por um processo com acompanhamento, porque você já entendeu que são pessoas próximas. Essas pessoas são extremamente poderosas, ainda que não sejam pessoas maldosas, mas o fato de alguém te amar impede essa pessoa de te fazer mal, mesmo que não seja por mal, porque essa dívida é fruto de um débito emocional.
E esse débito emocional é fruto de histórias que foram registrados com percepções emocionais. E quer saber? Tem chão aí nessa história.
Tem chão. Porque você não quer ser o egoísta, o arrogante. Não é isso que as pessoas que se importam apenas ou prioritariamente com os seus problemas em detrimento dos problemas dos outros.
Não é assim que elas são tratadas nesse país. Ah, fulano agora tá snob. Por quê?
Ah, que agora só quer saber de viajar. Fulano agora é egoísta. Por quê?
porque só quer saber dos problemas dele. Agora ele tá com rico e não veio aqui resolver o problema da mãe dele, do pai dele, do tio dele, da avó dele que criou ele. Porque quando você era pequeno, sua mãe não te quis, foi seu avô que cuidou de você.
Você era menininha lá e o seu avô pegou você. E agora? Agora que você virou dentista ou esteticista ou eletricista, só quer saber de você.
Isso cria para você um teto financeiro. Essa pessoa diz quanto dinheiro você pode ganhar ou quanto dinheiro você não pode ganhar. Isso vale para você que é empresário.
A dívida tem uma utilidade. Quer ver uma utilidade bizarra para dívida? A dívida é um dispositivo antidivórcio.
O cara tá prestes a levar um pé na bunda. Sabe o que que ele faz? Arruma a dívida do tamanho do mundo.
Aí a mulher faz conta e diz: "Se eu largar dele, eu vou ficar com essa dívida". E às vezes ela tem aquele padrão narcisista e vingador e aquela coisa. Não.
E ela fica ali. Ou ele fica ali. Sabe por quê?
Por causa da dívida. Aí o cara faz a conta. É melhor ficar endividado e manter essa mulher.
Até porque se ela me largar, ela não vai me largar. Ele sabe. Porque se ela largar dele, vão chamar ela de sacana, usufruiu do bom e do melhor agora que o cara tá na pior, ela deixou ele.
Já viu essa história? É igual doença. Quem tá num casamento ruim, quer sair dele, sai logo.
Porque se o inconsciente desse indivíduo ou dessa indivíduo descobrir, perceber que você quer dar no pé, essa pessoa pode se endividar, essa pessoa pode adoecer. Quantos de vocês aqui vivem esse tipo de relação? Ou são frutos, filhos e filhas de relacionamentos que não acabaram por causa de uma dívida ou de uma doença?
Conhece alguém assim? só não largou dele porque ele tava doente. Quando ele aprendeu isso, nunca mais ele sarou.
No máximo trocou uma doença pela outra. Tinha problema no joelho. Aí cansou o joelho, deu na coluna e foi indo.
As nossas relações são poderosas. Nós somos seres racionais com reflexos emocionais. Ou seja, não existe essa história de inteligência emocional.
Pare de tentar administrar emoção. Emoção é só um reflexo da razão. Administre a sua razão.
Só que a sua razão está entorpecida pelas suas relações. Porque nós somos seres racionais com reflexos emocionais com base nas nossas ligações relacionais. Nós somos uma espécie que se importa com a outra.
Nós somos uma espécie que faz questão que a outra se importe com a gente. E essa obrigação de se importar ou essa obrigação de ser importante está fazendo você desenvolver dependência emocional na forma ativa ou na forma passiva, que é quando a vida de um depende da vida do outro, quando o estado e a ação de uma pessoa faz com que o estado e a ação de outra pessoa mude. Nós somos uma espécie que o nosso amigo conta uma coisa que o deixa triste e a gente fica triste junto.
O cara levou um chifre, o cara foi demitido, o cara bateu o carro. Por que eu vou ficar triste? É porque a gente, poxa, a gente se importa.
Esse é o problema. A gente se importa muitas vezes mais com o outro do que com a gente para não levar o rótulo de egoísta. Chamam isso de empatia ou de simpatia.
Nossa, fulano é tão empático, fulano é tão simpático. Nossa, Elton, você não se preocupa com o outro só depois que eu tiver certeza que ele tá fazendo isso. Eu jamais vou me importar com a pessoa que não se importa consigo.
Isso digo eu ou Joelton do passado. Ixe, adorava alguém com problema para ficar pertinho para ouvir o Elton. é um menino tão bom, bicho.
Eu sei fazer tudo. Eu sei soldar, eu sei fazer carpintaria, eu sei mexer com carro, eu sei mexer com pintar parede, porque era só eu ver alguém fazendo isso que eu participava. O Elton era um menino tão bom, tão bom, que nem podia ganhar dinheiro.
Você sabe por quê? Se ele ganhar dinheiro, ele vai embora. Esse era eu.
Eu não tinha permissão. Talvez você também não tenha. E eu quero te convidar para desenvolver a sua permissão, para encarar essa bagunça relacional na qual você se envolveu.
Você vive com dependência emocional e hoje você não pode ter a vida que você gostaria de ter. Não pode ter mais do que os outros. Não pode ter se os outros não tiverem.
Não pode ser porque os outros não são, não foram ou não serão. Não pode fazer porque os outros não fazem, não fariam ou não querem que você faça. Não pode ir porque os outros precisam de você pertinho e você cresceu.
Talvez hoje você já tenha família, filhos sonhos. Então, quer saber de uma coisa? Tá na hora de você se responsabilizar 100% por você.
É isso que nós queremos, aumentar a permissão do brasileiro. Para ter sucesso, para ter prosperidade, para crescer na vida, você precisa de três coisas: capacidade, disposição e permissão. Não adianta investir só em capacidade, fazer um curso novo, um curso atrás do outro.
Não adianta ter só à disposição, ser trabalhador mais trabalhador que todo mundo. Não adianta ter só as duas coisas. Talvez você seja na sua área a pessoa que mais sabe, a pessoa que mais trabalha, mas não é a pessoa que mais ganha dinheiro.
E mesmo que for, muitas vezes não é a pessoa que mais fica com dinheiro. Parece que você tem um problema com dinheiro, mas não existe relação entre dinheiro e pessoas. Quem fala: "Ah, eu tenho problema com o dinheiro, eu tenho problema na minha relação com dinheiro, essa historinha que inventaram para você".
Não existe relação de uma pessoa com dinheiro. Existe uma relação de uma pessoa com a outra. E o dinheiro ao chegar ou a sair muda essa relação e a pessoa escolhe inconscientemente ou até conscientemente trazer mais dinheiro, afastar o dinheiro, se desfazer do dinheiro ou evitar o dinheiro para controlar essa relação que só pode ter aquela quantidade de dinheiro.
E as pessoas não falam disso. As pessoas estão romantizando o desenvolvimento humano no Brasil. É tanta frasezinha bonita.
Certa vez eu li uma frase que dizia: "As pessoas estão tentando espiritualizar o desenvolvimento humano como se Deus fosse responsável por quitar as dívidas de alguém, como se Deus fosse responsável por resolver os problemas financeiros de alguém, abrir uma porta de emprego, trazer clientes para um profissional. Quer saber? Me enoje as pessoas que falam em nome de Deus, inclusive com essas frases bonitas, tá?
errado. Você é responsável pela construção relacional que você tem feito, que tem gerado inconscientemente os problemas que você tem mantido. Eu vou repetir para você.
Você é responsável pelos problemas que você tem criado. Inconscientemente você tem criado esses problemas por conta das relações que você tem construído. Eu sei que é reconfortante alguém te dizer que Deus vai abrir uma porta, que Deus vai resolver esse problema, que não foi ele que criou.
Eu sei que é reconfortante. Até porque se assim o fosse ou se assim o for, você vai ganhar duas vezes. Primeiro, Deus vai resolver o seu problema e segundo, você vai se sentir super especial.
Agora a gente entendeu porque você fica endividado. Porque quando você fica endividado, tem sempre alguém te socorrendo, né? Você é tão visto, tão cuidado, tão poupado, é tão especial só porque tem uma dívida.
Ninguém aponta o dedo na sua cara, gente. Parar com isso. Vamos parar com isso.
Tá aqui, ó. Toda dívida material esconde um débito emocional. Esse débito emocional te dá uma utilidade.
Essa utilidade faz você prender alguém ou se proteger de alguém. Ponto. Só isso seria verdade o suficiente, revelação o suficiente para você parar tudo que você tá fazendo e olhar paraas suas relações, fazer os devidos ajustes para você não precisar mais desse débito emocional, para as pessoas não precisarem mais desse débito emocional, porque muitos desses débitos sim são impagáveis.
A dívida material, toda ela é pagável, independente de quanto zero tiver ali na frente. Agora, o débito emocional muitas vezes é impagável. Uma pessoa que sente que é responsável pela morte do pai, como é que paga?
Uma pessoa que sente que deve a vida aos pais porque os pais o deram a vida e tiveram esse filho com muita dificuldade. Como que paga essa dívida? Qual a quantidade de dinheiro que se dá para uma pessoa que acredita que a outra deve a ela a vida?
Qual é a quantidade de atenção? Qual é a quantidade de tempo? Qual é a proximidade?
Qual é o tanto de amor que precisa ser dado para uma pessoa que entende que deve à vida? Paraa outra, isso sim é impagável. Dinheiro não é impagável.
Você pode não ter os recursos necessários para quitar essa dívida ou para produzir o dinheiro necessário para quitar essa dívida ainda. Mas essa dívida ela é pagável porque ela é mensurável. Agora, débito emocional não é mensurável.
Fez sentido para você aí? Me conta aqui se fez sentido para você. Porque eu gostaria de ter ouvido isso embora.
Certamente eu não gostaria, porque eu me sentia muito amado pela minha sogra quando eu andava com cartão de crédito dela no meu bolso, como eu me sentia amado por ela. E depois eu me senti amado pelo Nubank, que me deu um cartão de crédito com R$ 500. Aí a outra vem aqui e pergunta: "Como sair dos agiotas?
" Você não quer sair do AJ porque talvez ele seja a única pessoa que confia em você e que te dá algum crédito. Quem além das desse Agiota confia em você, na sua família? Fora que o agiota tem sempre aquela coisa, gente, se eu não pagar, vão me matar.
Cuidado. Será que vocês estão sentindo falta de mim? Deixa eu testar.
Talvez ninguém na sua família se importe com você, se lembre de você ou confie em você tal qual esse agiota. Mas é importante a gente olhar para isso, porque quando a gente fala de endividado, parece que a gente tá falando de gente fracassada, de gente irresponsável, de gente incompetente. Não, tem gente aí com dois, três diplomas, pô.
Tem muita gente que tem uma intenção boa que faz mal. Tem muita gente que não sabe qual é a sua intenção. Tem muita gente que não sabe qual é a sua preferência.
E aí quando você avisa, a pessoa vira e fala: "Cara, eu não sabia". A partir daquele momento, a pessoa pelo menos pode fazer diferente. Então, muitas vezes vocês estão com limites sendo extrapolados, com responsabilidades sendo transferidas, com expectativas sendo impostas e não sendo atendidas.
E você nunca chegou para sua mãe, você nunca chegou pro seu pai, você não nunca chegou paraa pessoa e falou: "Ei, eu não gosto quando você faz isso. Eu não gosto de ter que fazer isso. Eu não penso que essa responsabilidade seja minha.
Eu não gosto quando você atribui a mim essa responsabilidade. Eu gostaria que você resolvesse esse problema porque ele não é meu. " Muitas vezes a pessoa só não foi avisada.
É bizarro isso. E muitas vezes a gente que fez terapia há muito tempo e aí criou-se n ressignificações. Ah, porque no útero, ah, porque não sei o quê.
E não teve uma conversa entre dois adultos. Tipo, cara, eu sinto muito que você tenha perdido o seu marido, mas eu era uma criança. Eu entendo que você tenha atribuído expectativas de que eu passasse o resto da minha vida com você.
Só que agora eu cresci, eu conheci uma pessoa, eu quero criar a minha história com essa pessoa. Me incomoda muito saber que você sofre, mas eu preciso acreditar que você vai dar conta de reconstruir a sua vida igual eu estou construindo a minha agora. Poxa, pode ser sua mãe, pode ser seu pai, pode ser até que as pessoas não estejam preparadas para essa conversa, mas a medida em que você chega resolvido, é meio caminho andado.
Então, gente, é libertador o trabalho que a gente faz. libertador para quem tá aqui e para quem convive com quem tá aqui. Se você quer viver essa experiência, que eu chamo de experiência maravilhosa, libertadora, sem motivação barata, sem espiritualização das coisas, com método, com técnico, com lógica, com clareza, vai por mim, porque talvez seja tudo que você está precisando.
Alguém que sente na sua frente e te responsabilize pelo problema e se responsabilize pela condução da solução. alguém que vai te dizer isso é isso e não é isso. Vamos fazer isso e não vamos fazer isso.
Isso é responsabilidade dessa pessoa e isso não é responsabilidade dessa pessoa. Você pode esperar isso e você não pode esperar isso. Ah, mas eu não sei fazer, então vamos fazer juntos.
que aí você vai ter um método, você vai ter um ambiente para que de fato você construa a relação saudável que talvez as pessoas não tiveram experiência, talvez as pessoas não tiveram preparo, talvez as pessoas não tiveram, talvez a chance, a condição de fazer os ajustes e as correções que você pode fazer. Pô, eu não posso cobrar do meu pai hoje que ele se responsabilize pelos meus erros. Ah, mas é que eu tô repetindo o padrão do meu pai.
Não tá não, meu anjo. Você repete o dele só quando é a primeira vez. Quando é a segunda vez, é o seu mesmo.
É você repetindo o seu padrão, é você repetindo o seu próprio padrão. É muito reconfortante você ficar culpando seus pais, os erros deles, as ausências deles. Mas esa aí você cresceu.
Vamos parar com essa história de ficar falando de criança interior e vamos falar do adulto exterior que cresceu e tem que ter a responsabilidade, a coragem de encarar aquelas feridas, aqueles problemas. Não dá mais ficar com essa história toda. Aí vem aqui e diz: "Eu não aguento mais a minha mãe narcisista".
Você não aguenta a sua mãe narcisista ou o narcisismo da sua mãe? Porque quando a pessoa é narcisista e você é saudável, ou ela se adequa ou ela mesma se afasta. Narcisista é um dos bichos mais inteligentes que tem.
Se você não fosse o que você é hoje, você acha mesmo que a sua mãe se aproximaria de você do jeito que ela se aproxima? Não, ou ela não se aproximaria ou ela se aproximaria de um jeito diferente. E eu aposto muito mais na segunda opção.
Se a sua mãe não fosse esse defeito todo que você está dizendo, qual seria a melhor justificativa pra sua falta de sucesso, saúde, prosperidade? Você tem marido e filhos? Porque é muito fácil hoje vocês dizerem: "Não, eu não vou ter filhos porque eu não vou cometer os erros da minha mãe.
Você nem vai jogar o jogo que a sua mãe jogou. É muito fácil tentar ser melhor do que os seus pais? " Sim.
Ser pai? Sim. ser mãe covarde esse movimento de vocês.
Desculpa. É um pé no saco, padrão controlador é o vitimismo é um pé no saco, a vingança é um pé no saco, o narcisismo é um pé no saco, mas a negligência, a complacência é pior. Beleza?
Você acabou de descobrir aqui que você é o remédio pro narcisismo da sua mãe com você. Você vai fazer o quê? Para reclamar?
A gente é rápido, a gente é intenso, a gente é persistente. Talvez você nunca tenha falado pra sua mãe: "Mãe, você tem desenvolvido comigo um padrão controlador narcisista? Você tem imposto a mim os seus limites?
Você tem exigido isso e aquilo? Já teve essa conversa com ela? Ah, eu não aguento mais.
" E fez o quê para resolver? O narcisismo é o mais fácil. O narcisista, ele é uma estrela que ele acha que ele é o sol.
Quando ele chega num lugar e tem um sol, você sabe o que que ele faz? Sai. O problema é que você não brilha.
Não é que o outro não deixa você brilhar, é você que não brilha. É fácil ficar dizendo que tá todo mundo apagando a sua luz, mas qual que é teu próprio brilho? Vai, me conta aí.
Vai, vagalume do sertão, me conta. Se a sua mãe não te diminuir, você é o capaz do quê? Não, gente, não vamos ficar culpando os nossos pais, não.
Eles podem fazer parte da causa do problema. Eles podem ser responsáveis por parte do problema, mas eles não são responsáveis por nenhuma parte da solução. Os nossos pais podem ser responsáveis por parte do problema, por parte da causa do problema, mas eles não são responsáveis por nenhuma parte da solução, porque nós crescemos.
Esse é o ponto. Esse é o ponto. E agora você decide o que que você quer fazer com essa informação.
Porque você pode fazer o que você quiser, inclusive nada. Só não vai poder dizer que eu não te avisei. Só não vai poder dizer que não sabia, entende?
Vamos jogar um jogo sério. Vamos fazer o básico bem feito. Não dá mais pra gente ficar com essa motivação barata por aí.
Não dá mais para ficar achando que tudo é procrastinação. Não dá mais para ficar achando que Deus te esqueceu ou o diabo se apaixonou por você. Para, para.
Existem muitas pessoas envolvidas na causa do seu problema, mas basta que você se envolva com a solução pra coisa avançar. Você não sabia. Agora você sabe o que que você vai fazer com essa informação.
O meu convite é que a gente coloque isso em prática. E eu vou te falar, tá difícil de encontrar alguém melhor do que a gente, mais próximo do que a gente, mais consistente do que a gente nesse mercado. Porque os meus concorrentes, eles são misturas, desculpa falar, eles são misturas baratas.
Não baratas porque eles cobram caro, né? Mas em bom sentido, são misturas baratas, de frases de efeito, com recorte de técnicas importadas do exterior, infelizmente recheados com versículos bíblicos. Quando eles terminam, você nem sabe se você fala amém, yes ou ru.
Triste isso. Triste isso. Mas o nosso convite aqui é um convite pra consciência, pra clareza, pra lógica, pro enfrentamento.
Quer chamar tudo de do que vocês estão chamando aí fora? Vamos lá. Só que aqui a gente trouxe uma revelação clara, sem te dizer que foi o Espírito Santo ou que foi a Maria ou José, o Jesus, o Oxalá, o Buda, ou Maomé, eu trouxe.
Você pode ter gostado ou pode não ter gostado. Eu estou te fazendo um convite. Você pode aceitar ou não.
Se funcionar e você quiser colocar em prática, me cobre, porque é minha responsabilidade fazer funcionar. Esse é o nosso jeito, esse é o nosso jogo e nós somos aliança Divergente. Será um prazer ter você com a gente.
Tchau. E se isso tá fazendo sentido para você, toque no link que está fixado aqui na descrição desse vídeo e preenche a sua ficha de interesse em aumentar sua permissão, porque um aliado que eu vou escolher vai entrar em contato contigo para fazer duas coisas. Primeiro te explicar exatamente como é que a gente coloca tudo isso em prática e como funciona aqui o nosso movimento na Aliança Divergente.
E segundo te presentear com uma super condição para você caminhar aqui junto com a gente nesse movimento maravilhoso que já tem mais de 140. 000 1 aliados pelo Brasil e pelo mundo. E detalhe, a gente se apoia todo dia para você caminhar aqui com a gente nesse movimento diário, onde a gente resolve esses problemas e aumenta a nossa permissão.
No.
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