Dia. O presidente Lula participa da primeira reunião plenária de 2026 do conselhão, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República. O encontro e reúne ministros, conselheiros e representantes da sociedade civil para discutir propostas de políticas públicas. Vamos até o palácio do Itamarati acompanhar ao vivo. Senhoras e senhores, um ótimo dia a todos. Eu sou Karine Melo, para quem não me conhece, toda semana eu tô batendo papo com os ministros de estado lá no Bom Dia Ministro pelo canal GOV. E hoje a gente tá diferente. Hoje eu não tô com um. Hoje eu
tô com muitos deles aqui ao mesmo tempo também com o presidente da República, com a nossa primeira dama Janja, com o vice-presidente da República, Geraldo Alkmin, com vocês, conselheiros e conselheiras e Convidados. Aliás, que honra, hein, Mariana? >> É isso, Karine Melo, e você começa o dia com os ministros. Eu geralmente encerro o dia com eles lá na Voz do Brasil, programa de rádio mais antigo do hemisfério sul e que está no ar quase 91 anos, levando informações do poder executivo para todo o país. Então, mais tarde vocês podem me esperar eh dizendo o famoso
em Brasília 19 horas com as notícias aqui do Conselhão. Bom, e apresentações feitas. Sejam bem-vindos à sétima reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão. Um espaço que reúne diferentes vozes para pensar o Brasil que queremos. Inclusive, estamos ao vivo para todo o país, pelo canal GOV e pelas nossas redes sociais. E que dia para isso, gente. Estamos na semana da abertura da Copa do Mundo. O Brasil vibra, sonha. O conselhão também tá com espírito lá em cima de trabalho Coletivo. E para dar as boas-vindas, convidamos o nosso anfitrião do Palácio de
Itamarati, o ministro das relações exteriores, embaixador Mauro Vieira. Excelentíssimo senhor presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, senhora primeira dama Janja Lula da Silva, senhor vice-presidente da República, Geraldo Alkmin, senhor ministro de Estado, chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, deputado Zé Guimarães, em nome de quem cumprimento os demais ministros e autoridades Presentes, prezados conselheiros, é uma grata satisfação receber a sétima plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável no Palácio de Tamarati, que se tornou também uma das casas do famoso conselhão. Ao longo dos últimos anos, o conselho consolidou-se
como uma das mais relevantes experiências de diálogo entre O governo e a sociedade civil no Brasil. Sua diversidade, pluralidade e capacidade de formular propostas concretas demonstram que a participação social e qualidade das políticas públicas caminham juntos. Na política externa, essa experiência tem sido particularmente valiosa em um cenário internacional marcado por transformações geopolíticas aceleradas, tensões comerciais, mudança do clima e profundas transformações tecnológicas. Torna-se cada vez mais importante aproximar a atuação internacional do Estado das expectativas e necessidades da sociedade brasileira. Nesse sentido, sempre orientado pela defesa intransigente da nossa soberania, o Ministério das Relações Exteriores tem atuado
com firmeza e visão estratégica na proteção dos interesses comerciais brasileiros diante da imposição de sanções unilaterais injustificadas contra o país. Nesses últimos anos, o Brasil esteve à frente de importantes processos multilaterais, como as presidências do G20 e do Brick, tendo sediado ano passado a COP 30 em Belém. Em todas essas ocasiões, reafirmamos a vocação universalista da diplomacia brasileira e nosso compromisso com o multilateralismo, o diálogo e a cooperação internacional. Durante a presidência do G20, defendemos uma governança global mais inclusiva e Representativa, reiterando a necessidade de reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas e da
Arquitetura Financeira Internacional, de modo a ampliar a capacidade de financiamento para o combate à fome, à pobreza e a mudança do clima. Também mantivemos atenção permanente às prioridades da política externa brasileira em nossa região e no sul global. Em breve realizaremos o Fórum de reitores e reitoras da América Latina e Do Caribe, na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, a UNILA. Com os países africanos, promovemos o segundo diálogo Brasil, África sobre segurança alimentar, combate à fome e desenvolvimento rural e fizemos recentemente o primeiro fórum de reitores Brasil África. Senhor, senhor presidente, entre os temas debatidos nesta
plenária, o Ministério das Relações Exteriores tem desenvolvido iniciativas concretas em Diversas frentes. Na área do enfrentamento à violência contra as mulheres, expandimos a rede de espaços da mulher brasileira no exterior. Em maio desse ano, inauguramos o 11º espaço em Ciudade de Lester, Paraguai, o primeiro localizado em região de fronteira. Na agenda digital defendemos internacionalmente o acesso equitativo às novas tecnologias e a redução das desigualdades. Na área climática, Seguimos empenhados na construção de consensos em torno do financiamento climático, da proteção da biodiversidade e da adaptação às mudanças do clima. A COP 30 realizada em Belém contribuiu
para aproximar os debates internacionais das necessidades de populações em situação de vulnerabilidade, especialmente aquelas que vivem em comunidades desfavorecidas, periferias e comunidades tradicionais, frequentemente mais expostos à Degradação ambiental, à falta de satanamento e aos efeitos desproporcionais da mudança do clima. No Ministério das Relações Exteriores, também temos buscado incorporar de forma consistente a dimensão da diversidade da inclusão às nossas práticas institucionais. Destaco em especial o programa de ação afirmativa para pessoas negras criadas em 2002, que neste ano oferecerá 38 bolsas de estudo. Em 2026, passamos também a conceder bolsas para Candidatos indígenas e esperamos lançar ainda
este ano iniciativa semelhante voltada a pessoas com deficiência. Muito em breve teremos o resultado do primeiro concurso de admissão à carreira diplomática com reserva de vagas para indígenas e quilombolas. Esperamos igualmente ter número recorde de mulheres aprovadas em decorrência de medida adotada desde 2024 para ampliar a participação feminina na segunda fase do concurso. Senhor presidente, senhoras e Senhores, as vésperas da abertura do da maior competição internacional de futebol, como acabou de ser mencionado, quando as cores nacionais e o orgulho de ser brasileiro ganham ainda mais visibilidade, reafirmo que o Itamarati seguirá trabalhando na defesa de
interesses nacionais da soberania brasileira e de uma inserção internacional comprometida com o desenvolvimento, a inclusão e o bem-estar do nosso povo. Muito obrigado. Bem, e para abrir oficialmente a sétima plenária do Conselhão, nós convidamos o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães. Bom dia a todas as conselheiras e a todos os conselheiros. Quero em nome da SRI cumprimentar o senhor presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, senora Janger Lula da Silva, vice-presidente Geraldo Alkme, Mauro Vieira que nos acolhe aqui na sua Casa, Raimunda Monteira, secretária executiva do Conselhão, os conselheiros Isaac Sidney e
a conselheira Mônica Velooo. E a minha primeira palavra é para desejar o conselheiro que sofreu um pequeno acidente aqui na chegada, o Paulo Roberto, não é isso? está bem nação cuidado. Teve teve uma queda, mas já tá sendo cuidado aqui na Vamos pedir que tudo aconteça sem nenhuma intercorrência e vamos pedir uma salva De palmas pela saúde do conselheiro Paulo Roberto e dizer, conselheiras e conselheiros, eu estou chegando na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, substituindo a a ministra e secretária Gace Hoffman, que conselhão é vinculado ao Ministério das Relações Institucionais. e dizer
da minha alegria de partir esse momento e abrir oficialmente a sétima plenária nacional do Conselhão, Um conselhão que criado pelo presidente Lula e recriado em 2023, que tem feito história porque aqui neste Fórum Nacional, presidente Luís Inácio Lula da Silva representa vocês, conselheiros e conselheiras, representam a voz da sociedade. E o conselhão tem se constituído num espaço estratégico na formulação e sugestões de políticas públicas que t se transformado em ações concretas pelo governo democrático do senhor presidente Luís Inácio Lula da Silva. a política de proteção à criança e adolescente, a luta contra o feminicídio que
foi implementada, aliás, por sugestão desse conselho. Eu fui informado que nesses seis primeiros meses do ano o conselhão, através da conselheira eh foi sugerido aqui, foi sugerido, né, foi ela. A a Luía Trajano sugeriu que essa questão do feminicídio fosse tratado. E para a nossa alegria, o governo do presidente Lula, através da primeira dama Janja, criou o pacto contra o feminicídio por sugestão desse conselho que foi sugerido como uma proposta que transformou numa política pública. E para vocês terem uma ideia que os próprios governadores agora, como três governadores ontem me ligaram, presidente Lula, querendo aderir
ao Pacto Nacional, isto é importância fundamental e as ações que o Pacto realizou, Janja, dão a dimensão da Fortaleza que essa campanha que está se tornando uma campanha nacional contra o feminicídio. O Brasil tem avançado muito, tem ocupado posições de destaques no mundo econômico, dada a resiliência e tudo aquilo que o conselho discute sugere e é implementado pelo presidente Lula. A nossa economia dá sinais positivos, apesar da dos problemas da relação dos Estados Unidos com o Brasil, mas este país, A partir da volta do presidente Lula, se transformou numa nação soberana. E a soberania como
tema principal dessa sétima plenária, é uma bandeira que é abraçada e concretizada por todos aqueles que defendem a democracia e o Brasil soberano. Conselho como espaço plural. Presidente, eu que tô chegando agora, esse espaço plural de debate é formidável a gente governar o Brasil Liderado pelo presidente Lula com essa participação social, porque não tem democracia real se não tiver participação social. E vocês desse conselhão fazem, fizeram e fazem a diferença nesse momento, nessa quadra política do Brasil. O conselhão como espaço plural e de debate, sobretudo de diálogo, tem se transformado numa referência, porque é essa
referência que tem dado ao Brasil a consolidação de determinadas políticas Públicas que estão fazendo a diferença. O trabalho que vocês fizeram expresso nesses três relatórios que nós recebemos, os grupos temáticos, tudo aquilo que foi construído nas ações de vocês fazem a diferença. Aqui, conselheiros e conselheiras, tem propostas muito consistentes, muito importante pro Brasil, porque o Brasil precisa muito de vocês. Vocês todos e todas. podem ajudar muito o Brasil continuar no caminho da defesa De sua soberania e da democracia. É por isso que nós queremos abrir oficialmente a sétima plenária deste conselhão, agradecendo esses ex-ministros que
comandaram o conselhão, ministro Padila, ministra Gace Hoffman, os ex, os exdiretores, aliás, os ex-secretários, coordenadores do conselhão, um deles está aqui, que é o Olavio Luleto. Eu quero finalmente, né, meus queridos, o o Pedro também tá aqui, também ex-coordenador do do Conselhão, e dizer às ministras e os ministros presentes, esse é um fórum de diálogo, de diálogo pelo Brasil, pela democracia e pela nossa soberania. Portanto, eu quero finalmente, presidente, entregar ao senhor era para o Raí fazer isso, mas o Raí teve um problema de saúde, chegou da França e me comunicou que não poderia estar
aqui, mas me autorizou, né, é um artilheiro e me autorizou a Entregar essa camisa do Brasil, da seleção brasileira ao presidente da República e ao Conselhão. sair daqui, menino. A agora obrigado, E finalmente informar ao plenário que nós teremos três temas de debate que serão feitos, os debates pelos conselheiros. Primeiro será agora o enfrentamento, o eixo um da nossa reunião, o enfrentamento ao feminicídio, Promoção da igualdade e fortalecimento da segurança pública. ar essa palestra ministrada pela senora Jang Lula da Silva e as conselheiras Ana Fontes da Rede Mulher Empreendedora, Carolina Ricardo do Instituto S da
Paz e Alciele dos Santos do Instituto Iung. O segundo eixo, desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica, será debatido pelo ministro, senhor ministro da do MDIC, do Ministério de Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, e as Conselheiras e os conselheiros Mateus Silva, do Conselho Nacional das Populações extrativistas, Márcio Lopes de Freito, da OCB, Glória Guimarães, Plano Brasil Digital e o terceiro e último eixo que é na parte da tarde, Será ministrado o debate pelo senhor Pilares de um projeto de nação contribuições do Conselhão para o futuro do Brasil, que será debatido e coordenado pelo ministro da Fazenda
Dário Dário Dúriga, O vice-presidente da República, Geraldo Alma e evidentemente por todos vocês aqui presentes. Portanto, nós agradecemos muito a presença de todos e dizer para vocês que estamos maravilhados com essa presença recorde, presidente, de quase a previsão 185 conselheiros e conselheiras. Nós já temos aqui mais de 200 conselheiros e conselheiras presentes aqui nesta plenária. E por último, quero fazer uma saudação especial, presidente, aos Parlamentares aqui presente. Eu sou sempre desta casa e eu quero aplaudir os parlamentares que vieram participar desta desta plenária. em nome da deputada Jandira e do ar lindo, que pessoas que
participamos nesses 20 anos de tantos debates, tantas discussões e tantos enfrentamentos, mas sempre pensando no Brasil. Portanto, muito obrigado a todos e a todas. Vamos ao trabalho. Muito obrigado. E agora, em nome dos conselheiros que Compõem o colegiado, convidamos o conselheiro Isaac Sidney para uma fala inicial. >> Bom dia a todos, a todas. Presidente Lula, uma satisfação estar aqui. Primeira dama Janja, presidente Alkm, ministro Mauro Vieira, ministro Zé Guimarães, conselheira Mônica Veloso, secretária Raimunda, ministro Daril e aqui também se encontra, em nome de quem cumprimento todos os demais. Faço uma saudação especial a dois dirigentes
Financeiras que tenham especial admiração. um assido participante aqui deste conselhão, desta plenária que se encontra presente também Carlos Vieira, presidente da Caixa. Presidente Lula, nós fomos então convidados a compor essa mesa, a trazer uma visão da importância da participação da sociedade civil organizada com poder público. Isso me levou a mencionar Três eventos globais que mexeram com a economia mundial e que traduzem a necessidade de que os estados, os países consigam ter uma capacidade de resiliência cada vez maior. e capacidade de resiliência de um país decorre de diálogo institucional e decorre de coordenação institucional desse diálogo.
Eu me refiro, por exemplo, à crise financeira global de 2008 estava iniciando, presidente, seu segundo Mandato. O presidente do Banco Central era Henrique Meirelles. Naquele momento, eu tive a satisfação de ser chefe de gabinete do presidente Henrique Merelles no Banco Central. E aquela crise de 2008 escancarou a fragilidade e a vulnerabilidade dos sistemas financeiros como um todo, que estavam muito alavancados, estavam muito expostos a riscos. A, o crédito secou globalmente, isso resultou numa necessidade muito premente de Endurecimento da regulação. E houve naquele momento também uma participação muito ativa entre reguladores e regulados. aqui como primeiro
exemplo dessa coordenação institucional global, o segundo evento, segundo episódio, a COVID-19, que produziu simultaneamente choques na economia, choque social, choque político. O mundo de repente se viu diante de uma vulnerabilidade muito grande, de uma Ruptura muito grande, cadeias globais sendo rompidas e nós tivemos um debate muito intenso sobre segurança sanitária, segurança alimentar, segurança energética e a necessidade de diversificação de mercados. Nós aprendemos dessa crise que crises globais reclamam respostas rápidas, institucionais e respostas coordenadas. Por fim, nós podemos citar a a mudança geopolítica global, que está de fato impactando fortemente as economias, está Intensificando os conflitos,
os riscos geopolíticos. Isso nos convida a termos também essa interação entre poder público e setor privado. O resultado disso é que o mundo se tornou mais caro, com mais pressão inflacionária, mais incerto. Nós estamos vivendo um ambiente de incerteza estrutural, muito dependente de tecnologia e a previsibilidade se rompeu do ponto de vista da economia. os referenciais econômicos, presidente, Os referenciais geopolíticos, de repente ficaram embaralhados e há uma necessidade, portanto, dessa capacidade de resposta das instituições, do setor público e do setor privado. Por isso nós, eu represento a Febraban, como presidente executivo dessa entidade, nós acreditamos
que fóruns como conselhão podem organizar o debate, podem ampliar a escuta, aproximar a decisão pública da realidade econômica, da realidade social. Fóruns como esse podem reduzir a distância entre formulação e execução e podem sobretudo legitimar e qualificar a tomada de decisão pública. A Febraban, portanto, enxerga que fóruns como o conselhão podem antecipar visão de riscos, podem construir respostas ainda que emergenciais, mas também fóruns como esse, presidente Lula, podem formular uma agenda estruturante. essa nossa principal expectativa. E para finalizar, eu gostaria de destacar algumas lições Que nós aprendemos com essas crises globais e com a necessidade
de aumentar a resiliência dos países. Isso nos convida a que possamos ter fóruns como esse. Essa necessidade, portanto, nos revela que os choques que aconteceram t traços comuns, impactos severos, simultâneos, econômicos, políticos e sociais. E nós precisamos entender que os países fortes não são aqueles que apenas crescem em tempos normais, mas sobretudo aqueles que Constrói instituições que são capazes de absorver choques, de preservar a confiança e de organizar respostas eficazes. O impacto direto sobre a sociedade é total. Essas crises não atingem apenas os mercados. Emprego, renda, custo de vida, expectativas. Portanto, há uma importância central
do diálogo a Febraban por excelência. Ela é uma instituição que representa toda a indústria bancária, mas ela entende a importância da interlocução com o poder Público. Isso faz com que nós tenhamos uma escuta qualificada da sociedade. Isso qualifica a resposta pública, sobretudo porque esses espaços de diálogos, eles se aproximam, presidente Lula, de quem produz, de quem investe, de quem emprega, de quem trabalha e de quem atende a população. Se esses fór tiverem esse escopo, independentemente do governo, independentemente da entidade aqui representada, o país tem um ganho Institucional. Por isso que nós defendemos que haja também
nesse diálogo o reconhecimento da importância da centralidade estratégica do sistema financeiro de um país. Sistema financeiro em qualquer país do mundo funciona ou deveria funcionar como uma infraestrutura essencial da economia. Eu vou finalizar para registrar que o setor bancário e no Brasil não é diferente. Ele tem uma função inafastável, sobretudo em momentos de crise. É o Setor bancário que precisa funcionar como primeira linha de defesa na absorção de choques, para preservar a liquidez, para promover o fluxo de crédito, para sustentar os pagamentos. E isso faz com que a crise não possa, de forma desordenada, se
propagandear e também como primeira linha de reação, não só como primeira linha de defesa. Um país resiliente é um país que tem um sistema financeiro que consegue ser catalisador da recuperação econômica Para impulsionar a retomada da economia. Por isso, nós estamos aqui, enquanto entidade que representa indústria financeira, indústria bancária, para dizer que entendemos que a nossa participação é uma participação que visa contribuir para que nós possamos continuar tendo um sistema financeiro robusto, com uma regulação prudencial rigorosa, uma supervisão vigilante, com elevados níveis de capital, de liquidez, com gestão de risco. E nós temos, Presidente Lula,
o senhor bem sabe disso, um banco central que está à altura desse desafio, que precisa ser forte, técnico e independente. e a importância do diálogo com o setor financeiro se faz aqui por mim nesse momento representada para que a gente possa continuar com essa coordenação institucional, olhando a visão de coordenação de como um ativo estratégico para que a gente possa reduzir incertezas, melhorar a leitura De riscos e também alinhar as respostas. Nós defendemos uma participação no conselhão que não elimina divergências. Quando nós fomos convidados para integrar o conselhão, nós jamais imaginávamos e nem desejávamos que
aqui seria um fórum para eliminar divergência. Muito ao contrário, aqui é um fórum plural. Se de um lado ele não elimina a divergência, por outro lado ele cria um ambiente forte e fortalecido de diálogo Construtivo e colaborativo. E eu finalizo dizendo que há um compromisso institucional da Febraban para que nós possamos continuar nesse diálogo estruturado e a FEBRABAN, portanto, reafirma seu compromisso técnico não partidário, atuação responsável e uma postura colaborativa. Muito obrigado. Nesse momento, em nome das conselheiras aqui presentes, ouvem-se as palavras da conselheira Mônica Veloso. Bom dia a todas as pessoas, senhores, Senhoras, companheiros
e companheiras. Presidente Lula, primeira dama Janja Pkmin, ministro Zé Guimarães, nossa secretária, professora Raimunda, ministro Mauro Vieira, Isaac Silva, que acaba de falar, aos ministros, deputados, aos meus companheiros e companheiras de luta sindical, à nossas companheiras aqui lombadas aqui neste conselhão. O sétimo pleno eh me coube trazer uma memória e também olhar pro futuro E trazer memória de um período que se apresentou no início como um imenso canteiro de obras. não é uma é uma tarefa que merece resgate a experiência de reconstrução do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, a concertação como instrumento
de construção e fortalecimento da política pública brasileira, com a missão que se apresentou desde o início desta jornada, o combate às desigualdades com Interseccionalidade nas políticas públicas. trabalho digno como uma das primeiras ações de compromisso da agenda global de combate ao trabalho precário. O Brasil retoma o seu espaço protagonista na articulação da agenda internacional. Pontos centrais passaram ser pauta constante dessa construção aqui no concelhão. Multilateralismo, governança global, América Latina no centro da estratégia de desenvolvimento regional, Retomada do protagonismo da pauta social e combate à fome, soberania no Centro da Identidade e Governança Nacional e Agenda
Climática. São algumas das inúmeras pautas das quais o papel do conselhão também garantiu construção e forte participação. Exemplos práticos, como foram a agenda do G20, social, COP 30, protagonizados pelo nosso país, reforçaram a soberania como pertencimento e defesa do Patrimônio nacional, o fortalecimento da concertação dos conselhos econômicos, sociais de desenvolvimento como SISE, ACISes, EFTA, espaços onde o diálogo trouxe abordagens sensíveis ao processo de reflexão, aos desafios eminentes da sociedade global, força social, concertação e coesão nacional e internacional. Assim começou o trabalho do conselho. Visionário, democrático, seu propósito buscou o caminho fortalecedor do diálogo social e
Participação da sociedade na construção das políticas públicas brasileiras. Um trabalho dimensionado pela composição ampla de representatividade de todos os setores sociais, acadêmicos, sindical e econômico do país. Essa reconstrução se deu eh essa reconstrução que deu início a uma forte articulação para as ações de impacto social e econômico e seus efeitos hoje são visíveis para todos nós. A principal delas é fazer de nosso país uma nação Inclusiva, equânime, com desenvolvimento sustentável, oportunidades, igualdade e justiça. A experiência de reconstrução do conselhão se materializa na na composição das comissões temáticas. Foram e tem sido dezenas e dezenas de
horas debates, diálogos, concertações presenciais híbridas, horas de trabalho coletivo que tem proporcionado debates memoráveis, muitas vezes, diga-se de passagem, engajamento e resultado prático. Neste universo, a participação Social com pluralismo de ideias tem sido ferramenta indispensável para o empenho ativo dos parceiros sociais, organizações da sociedade civil no papel estratégico do fortalecimento da democracia política. debates qualificados e transparentes que colocaram a justiça social e sustentável como pilar fundamental para construir um novo modelo de desenvolvimento. Aqui é importante falar das pessoas e para não pecar vamos apenas referendar As importantes contribuições individuais e coletivas que formataram muitas entregas:
política de primeira infância, pacto pela igualdade racial, glossário à avessas, letramento racial, portfólio de investimentos, projeto pilares de nação, Pacto Nacional de Combate ao Feminicídio, como alguns exemplos. é reafirmar o quão são maravilhosas e que, para além da competência, dedicaram-se à missão de implementar políticas públicas que possam chegar a todas as pessoas do Nosso país, em todos os cantos desse imenso país continental. é o Brasil que produz, o Brasil que pensa, o Brasil que impulsiona e inclui. Assim temos seguido empolgados e embalados nesta missão honrosa. Para superar tão complexos desafios quanto a desigualdade social, a
violência e a concentração de renda, é necessário fomentar processos permanentes de reflexão e ação coletiva. Trabalhando duro, vamos alimentando nossos sonhos para entregar um futuro Digno, justo e equânime à gerações que estão por vir. Para nós, os trabalhadores e trabalhadoras, o futuro é agora. Acreditamos que o trabalho é eixo estruturante da economia, da democracia, da promoção e proteção social, da inovação, produtividade. O desenvolvimento brasileiro só será sustentável e democrático, socialmente legítimo se tiver como resultado e como método o trabalho decente. E este deve orientar uma nova Geração de políticas públicas que respondam a grandes transformações
e transições em curso no país e no mundo. Neste sentido, é preciso reforçar que produtividade não é medida de suor, é uma medida de estrutura econômica que reflete o que produzimos, a a tecnologia que dominamos e o poder de mercado que detemos como nação. Os problemas estruturais ainda permanecem, em alguns casos aprofundam, como a informalidade elevada, precarização crescente, novas Formas de exploração via plataformas sem regulação, endividamento das famílias, desigualdades permanentes e persistentes de gênero e raça, crescentes especialmente contra mulheres. Além disso, o país segue preso a uma lógica econômica que combina juros elevados, financeirização e
dificuldade para elevar investimento produtivo. Uma combinação que trava o crescimento e e penaliza o trabalho. Trago algumas indicações para o que deve nortear a Continuidade dessa construção de modelo de desenvolvimento. Política industrial comprometida com a produtividade e empregos de qualidade, política de transição ecológica com inclusão produtiva e justiça social, política digital com regulação democrática da da tecnologia e da inteligência artificial generativa, política de educação e formação profissional, proteção previdenciária universal com as novas Novas fontes de financiamento, promoção da igual Igualdade de gênero, raça, geração, território e condições sociais no mundo do trabalho são eixos fundamentais
para garantir uma soberania que reconhece, na essência a força e o valor de seu povo como maior patrimônio ao direito, ao trabalho e à vida digna. aos nossos conselheiros e conselheiras no sétimo pleno. Nós sabemos que os desafios são muitos e as tarefas também. Aqui, presidente Lula, eu já pude ter a Oportunidade de falar numa outra numa outra ocasião de que liderados pela sua eh resiliência, pela sua fé e esperança nesse país maravilhoso que é o Brasil, a gente segue caminhando conjuntamente a partir de uma construção que coloca homens e mulheres em pé de igualdade
para aquilo que nós decidimos ser como país, um país soberano. democrático, mas fundamentalmente igual para todos e todas. Muito obrigada. Convidamos a secretária executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, Raimunda Monteiro, para iniciar os trabalhos. Senhor presidente Luis Nels Lula da Silva, senhora Janja Lula da Silva, senhor vice-presidente Geraldo Alkm, senhor ministro das relações exteriores, Mauro Vieira, conselheiros Isaac Syidney e Mônica Veloso, que bom tê-los aqui na mesa. Eh, começo com uma saudação ao comitê Gestor do conselho presente nas principais orientações que seguimos e também aos ministros Alexandre Padilha, acho que não não
veio, ao a ex-ministra GZ Hoffman, ao Paulo Pereira, ao Olavo Nuleto, que nos antecederam na missão de conduzir este conselho. Graças ao trabalho construído por vocês, eh, é o legado de cada mandato. Chegamos aqui com resultados Que expressam as inquietações, as propostas de aperfeiçoamento, de ganho de escala. impulsionamento e inovações nas políticas públicas que marcam a reconstrução nacional a partir de 2023. Este sétimo pleno, como já foi dito, tem cerca de 200 conselheiros e conselheiras, o que demonstra a credibilidade e a efetividade deste espaço de diálogo que o senhor presidente definiu aqui no Último pleno
que é o maior conselho do mundo. É sim um dos maiores. está entre os maiores. As organizações da sociedade civil que compõe o conselhão representam centenas e milhares de organizações locais, fóruns, confederações, movimentos e ativismos que retratam muito da sociedade organizada do Brasil atual. Nas centenas de reuniões de trabalho, ao longo desses 3 anos e meio, sediamos o Debate e pactoações para a superação das desigualdades persistentes em nosso país, para acelerar políticas públicas que impactem positivamente nos setores mais vulneráveis da sociedade, que contribuam para a reindustrialização do país em bases sólidas. e articuladas com a
necessária e urgente transição energética, transformação ecológica e modernização tecnológica para cuidar da Amazônia com Ciência e prosperidade, valorizando a floresta e seus povos. Mais que o diálogo que por si só já configura uma conquista grandiosa em nosso país, o conselhão incidiu em políticas de defesa da democracia, em especial no combate à desinformação, nos esforços para regulação da IA e na busca da soberania digital. O Brasil tem agora a oportunidade de ser o primeiro país do sul global a implementar um índice complementar ao PIB. Esta é uma pauta que tá sendo trazida pro conselhão, passando a
mensurar o desenvolvimento econômico harmonizado com o bem-estar social e os limites ecológicos do planeta. Mais que desafios do presente, este conselho se soma na retomada do planejamento de médio e longo prazo do país. O projeto de futuro da sociedade brasileira é uma pauta que mobiliza a inteligência reunida neste plenário e deve continuar no próximo semestre de Forma permanente. não estamos isolados e por isso este conselho retomou seus laços institucionais com as principais organizações de diálogo e concertação da União Europeia Iberoamericanas e de forma mais ampla com a Organização Internacional do Trabalho e com a Associação
Internacional de Conselhos, por onde junto com a Secretaria Geral da Presidência incidimos em posicionamentos No Conselho Econômico e Social da ONU, onde o Brasil acaba de adquirir um destaque eh um destaque internacional. Estamos entregando neste pleno um relatório que reúne informações sobre as principais ações realizadas por grupos de trabalho e iniciativas especiais desde a reinstalação deste conselho. E um relatório das ações de 2026 também está sendo disponibilizado. A parte da tarde, teremos o seminário Brasil frente aos desafios Internacionais, no qual vozes do governo e de conselheiros e conselheiras vão enriquecer as percepções e contribuições da
da sociedade civil brasileira na defesa dos interesses soberanos do Brasil internamente e em nível global. muito pode ser aperfeiçoado na atuação deste conselho. Destaco o aqui algumas coisas que apontam alguns conselheiros e conselheiras. mais escutas, mais diálogo, mais contato direto entre Sociedade civil e instituições governamentais, ou seja, mais do que já fazemos, o que reafirma que estamos no rumo certo em valorizar este espaço de encontros, diálogo e de influência efetiva pelo bem do Brasil. Para encerrar, presidente, vice-presidente, ministro, eh, ministro Guimarães, que não citei na minha fala inicial, desculpe, meu ministro, os antigos e os
atuais eh Membros da equipe do conselhão. Eu quero uma uma salva de palma para esses colegas de trabalho, os antigos e os atuais que estão aqui e que são responsáveis pelo sucesso da organização do nosso evento. Eh, eu estendo esta agradecimento, né, a toda a equipe da Sri que se soma para que nossa missão seja realizada. e também um cumprimento especial a todo o corpo eh de governo aqui presente, parceiro na construção e da das Políticas públicas que o nosso conselho trabalha e também aos representantes estatais e parlamentares que prestigiam este nosso sétimo pleno. Muito
obrigada e parabéns ao sétimo pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico. Convidamos o comitê gestor para o palco para a entrega do caderno de trabalho das comissões no semestre e do caderno o novo conselhão, reconstrução, participação e projeto de nação. >> Esse caderno do novo conselhão é o Registro vivo de 3 anos de reconstrução do conselho. E para quem quiser mergulhar mergulhar nesse material, a gente já facilitou. Há um Qcode aí na mesa de cada um de vocês, de cada conselheiro. É só apontar a câmera do celular e ter acesso a todo esse conteúdo. Nós estamos
acompanhando a abertura da primeira reunião plenária de 2026 do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República. Nesta reunião estão sendo entregues documentos que trazem resultados dos trabalhos dos conselheiros no último semestre e também um balanço dos trabalhos realizados pelo colegiado desde a sua reconstituição. Ainda neste evento serão apresentados resultados concretos que se tornaram políticas públicas geradas a partir de debates no âmbito do conselhão. O encontro é presidido pelo presidente Da República, Luís Inácio Lula da Silva, e reúne também o vice-presidente Geraldo Alkim, ministros, conselheiros e representantes da sociedade civil. Juntos eles vão
discutir propostas do governo para o crescimento econômico sustentável e inclusão social. Agora nós convidamos a todos para assistir ao vídeo especial dessa cerimônia. Afinal, qual futuro nos cabe? Para essa pergunta podem existir muitas Respostas, mas todas começam no mesmo lugar. na capacidade do Brasil decidir seu próprio caminho. Isso é soberania. Nos últimos três anos, o Brasil voltou a acreditar em si mesmo, reconstruiu políticas públicas, recuperou sua autoestima e convocou a sociedade para participar dessa retomada. Porque um país só se reconstrói de forma soberana quando volta a ouvir a si mesmo. E o conselhão é parte
importante dessa História. Aqui a adversidade se transforma em ação. A participação em política pública, o diálogo em resultado da escuta Nasceu Acredita. Crédito para quem empreende. Da construção coletiva nasceu a política nacional para a primeira infância. Cuidado para quem representa o nosso futuro. Foi assim na proteção das mulheres, na promoção da igualdade racial, na transformação digital, na construção de uma economia mais verde e na ampliação do diálogo Internacional para preparar o Brasil para os desafios do futuro. Porque o protagonismo global começa dentro de casa. Quando a sociedade participa, o país se fortalece. Quando o país
se fortalece, sua voz ganha força no mundo. O futuro que nos cabe tem como ponto de partida a soberania, a capacidade do povo brasileiro decidir seu presente para transformar seu futuro. É exatamente isso que o conselhão faz, reunir as vozes do Brasil para construir Juntos o país que queremos. Porque o futuro não será escrito por outros, será construído por cada brasileira e cada brasileiro que acredita na força do nosso país. E quando o Brasil escolhe seu próprio caminho, não há limite para o que podemos realizar juntos. E foi, e foi, agora sim. E foi um
semestre de muito trabalho, escuta, diálogo aqui no Conselhão. Iniciamos agora o bloco de contribuições das comissões temáticas de direitos e democracia e de combate às desigualdades. >> Mas antes das entregas, fazemos uma menção especial ao seminário pela vida das meninas e mulheres, que foi realizado pelo conselhão em março e com ampla participação da sociedade civil. Olha, e quando o presidente dá a missão, o conselhão se mobiliza, viu? Para falar sobre o Pacto Brasil entre os três Poderes para enfrentamento ao feminicídio, nós convidamos a senhora Janja Lula da Silva e também as conselheiras Ana Fontes, Aléele
dos Santos e Carolina Ricardo. Fernanda Lima Martins Freitas Guedes, morta facadas pelo namorado dentro de casa em São Gonçalo, Rio de Janeiro. Stepanie Silva Lima, morta com quatro tiros no rosto pelo ex-namorado na zona leste de São Paulo. Eliane Rodrigues da Silva, morta a tiros pelo ex-companheiro Em Bonito de Santa Fé, no sertão da Paraíba. Elisiane Gomes, morta a tiros pelo ex-companheiro em Santa Efigênia de Minas, no Vale do Rio Doce. Eicleia Alves Veloso, morta a tiros pelo ex-companheiro, momentos antes de assinar o seu divórcio em Orilândia do Norte, no Pará. Excelentíssimo senhor presidente da
República, Luís Inácio Lula da Silva, meu companheiro, vice-presidente Geraldo Alkim, ministro Guimarães, os demais presentes aqui na mesa, eh, queridos amigos do conselhão, amigos e amigas, esses são nomes de mulheres que foram mortas em nosso país só na última semana. Mulheres seguem morrendo dia a dia pelas mãos dos homens. Homens com os quais, na maioria das vezes, elas dividiram a sua vida, os seus sonhos, os momentos de afetos, de esperança, tiveram filhos, tiveram suas vidas interrompidas pelo Simples fato de ser mulher. E eu sigo sonhando, todas nós seguimos. Eu sigo sonhando com o dia em
que eu vou começar um discurso, em que eu não tenha que citar o nome de nenhuma mulher que foi assassinada. Senhoras e senhores, é sempre uma honra participar das plenárias do conselhão, ouvir e compartilhar com quem ajuda a construir políticas públicas e estratégias de desenvolvimento para o nosso país. Hoje eu trago para vocês Alguns resultados do Pacto Brasil contra o feminicídio lançado pelo proposto pelo presidente Lula e aproveito para reforçar a importância de cada uma e cada um de vocês, elos do governo com a sociedade civil acompanharem esse esse trabalho integrado entre os três poderes.
Quando convocamos todos por todas, buscamos unir as múltiplas vozes que ecoam pela proteção da vida das meninas e das mulheres. Reunimos esforços e estamos construindo dia a dia Uma ação coordenada para enfrentar uma das mais graves violações de direitos humanos no nosso país, o feminicídio. Com o Pacto Brasil contra o feminicídio, o executivo, o legislativo judiciário caminham juntos por uma mensagem clara: "A vida das mulheres importa. Nossas vidas não são descartáveis". Na semana passada, o pacto completou 4 meses e mesmo em um período tão curto, já apresenta importantes resultados estruturantes na proteção da vida das
Mulheres brasileiras. Entre os avanços, destacamos a resposta mais rápida do sistema de justiça. O tempo médio para análise das medidas protetivas de urgência caiu de 16 dias para cerca de 3 dias. E isso tá acontecendo até com o mínimo de 2 horas, a gente tem medida protetiva sendo emitida. E eu agradeço muito ao CNJ, ao comitê que tem feito um trabalho harto com toda a rede do sistema judiciário para que isso aconteça, para Que os juízes e as juízas entendam a importância de ter uma medida protetiva emitida rapidamente. E mais da metade das decisões, 53
já são proferidas no mesmo dia. Isso é o que importa. E a gente precisa falar muito sobre isso. As mulheres precisam ter essa informação. Então eu quero pedir a todos aqui que falem sobre isso, que esclareçam nos seus locais de trabalho, nas suas empresas, nas suas organizações de que isso é possível, que as mulheres Podem se sentir acolhidas pela justiça. E mais do que isso, hoje, depois da sanção da lei, o, eh, os agressores hoje eles, eh, medidas protetivas são obrigatórios que os juízes emitam e o pedido para colocação da torneleira tornozeleira eletrônica no agressor.
Então, a mulher hoje ela tem condição de monitorar o seu agressor, porque muitas mulheres morriam com a medida protetiva na mão. Então, hoje a gente tem a condição de fazer o Monitoramento e a gente quer a o trabalho que o Ministério da Justiça, o ministro Wellington tá aqui, tem feito, é importantíssimo junto com os secretários de Estado e o Poder Judiciário para que realmente a gente consiga colocar a tornaseleira eletrônica nesses agressores para que a gente possa garantir a vida das nossas meninas e mulheres. Também avançamos na responsabilização e no monitoramento dos agressores por meio
De operações da operação mulher segura, uma grande mobilização nacional de combate à violência doméstica e aos feminicídios. Realizamos, né, em o Ministério da Justiça realizou em parceria com as secretarias de estado mais de 6.300 prisões, acompanhamos mais de 30.000 medidas prodivas e atendemos quase 39.000 vítimas em todos os estados do Brasil. Outro destaque que traga é o Alerta Mulher Segura, um sistema integrado de proteção e monitoramento em Tempo real, que utiliza georreferenciamento e tornozeleiras eletrônicas para ampliar a segurança das mulheres sobre medida protetiva. Cerca de 30.000 tornozeleiras já foram adquiridas pelo ministério e já foram
distribuídas para os estados. O Pacto também fortaleceu a rede de proteção com a criação do Centro Integrado Mulher Segura, uma plataforma que integra dados dos sistemas estaduais de segurança pública, do SINESP, da base nacional de Boletins de Ocorrência, permitindo identificar fatores de risco, priorizar casos sensíveis e apoiar a atuação das forças de segurança da rede de proteção. Sabemos que as portas de entrada para uma mulher vítima de violência são diversas. Quase sempre não é a delegacia da mulher. E esse centro integrado, ele quer coordenar todas as portas de entrada do do serviço de assistência social,
do serviço de saúde, dos próprios centros de segurança pública, Como as delegacias das mulheres. Avançamos ainda na modernização do LIG 180, no teleendimento psicológico para mulheres em situação de violência e vulnerabilidade na criação do programa de reconstrução dentária de mulheres vítimas de violência doméstica, reconhecendo que a reconstrução da vida passa também pela recuperação da saúde, da autoestima e da dignidade. Para encerrar, destaco também o decreto de proteção de mulheres no ambiente Digital assinado pelo presidente Lula no mês passado, que estabelece eh diretrizes rígidas para proteger mulheres na internet e combater crimes virtuais, responsabilizando as plataformas
digitais e obrigando a removerem conteúdos de violência contra a mulher em até 2 horas após a notificação. Esse foi um passo importantíssimo ao espelho do que foi o ECA digital. Essa lei garante a nós que somos vítimas de violência digital, e eu Falo isso, né, tenho lugar de fala para falar isso, eh, em até 2 horas as plataformas têm obrigação de retirar. Então, não precisa de ordem judicial, nada, é só uma simples denúncia e a plataforma tem obrigação eh de retirar. O Estado brasileiro passou a atuar de forma integrada na proteção da vida das mulheres
e os primeiros centos dias demonstram fortemente que o enfrentamento ao feminicídio exige integração, velocidade e compromisso Permanente de todos e de todas. Com o Pacto Nacional contra o feminicídio, reafirmamos um princípio fundamental: nenhuma mulher deve enfrentar a violência sozinha e nenhuma instituição pode enfrentar esse desafio isoladamente. E aqui eu quero agradecer muito o trabalho do comitê coordenado pela Maria Helena, que ela deve estar por aí. O comitê é de enfrentamento ao feminicídio, inclusive amanhã a gente Tem reunião, né? temos reuniões periódicas, porque essas ações elas são coordenadas pelo comitê, elas têm uma forte eh organização
com os ministérios e com todas as as instituições afim para que isso que eu que eu falei aqui para vocês hoje a gente possa possa est acontecendo. Então eu quero agradecer e pedir uma salva de palmas pro comitê. É isso. Obrigada. Seguimos juntas e juntos, porque toda mulher tem o direito de viver e de ser o que ela quiser. Muito obrigado. Muito bom. >> Bom, bom dia. Ah, a todos e todas. Bom dia, presidente Lula, eh ministros, ministras, autoridades. É uma honra imensa estar aqui, eh, falando pro conselhão. Eu gostaria de começar a minha fala
destacando que é hoje, talvez a gente não tenha percebido isso, mas hoje o conselhão é um verdadeiro espelho da nossa sociedade. O conselhão tem uma representatividade viva de pessoas Negras, pessoas de todos os universos da sociedade, de CEOs, de líderes. Então aqui nós estamos com uma representatividade da sociedade eh muitas vezes melhor que o nosso Congresso. Eh, aqui todos têm voz e tem vez. Essa articulação realizada pelo conselhão entre a sociedade civil organizada é essencial para caminharmos para uma sociedade mais justa e mais inclusiva para todas as pessoas. E fico feliz que estamos todos aqui
olhando pro Mesmo lugar. Só para me apresentar, meu nome é Ana Fontes. Eu sou fundadora da Rede Mulher Empreendedora. Vou fazer o meu comercial. uma organização que nasceu com um propósito inegociável de garantir a autonomia econômico-financeira das mulheres. Nós queremos que as mulheres sejam donas do seu dinheiro, donas do seu negócio e donas do seu próprio destino. Hoje nós articulamos mais de 3 milhões de mulheres diariamente e já impactamos a Vida de mais de 15 milhões. Nós somos respeitadas a nossa organização da Faria Lima, onde eu ganhei um prêmio a 15 dias das mãos da
Luía Helena Trajano lá em Nova York até a todas as comunidades no Brasil inteiro em que nós atuamos. E é justamente com essa legitimidade de trabalhar com essa pauta há quase 20 anos. E fico muito feliz que a primeira dama também tá nessa frente de batalha aí para nos apoiar. Eh, no início desse ano eu escrevi uma frase num artigo Falando que o feminicídio no Brasil não é uma mancha, ele é uma hemorragia, porque uma mancha tá ali paradinha e o feminicídio ele acontece todos os dias. Os dados do fórum de segurança pública cruzados com
IBGE e com Die exige que nós olhemos para esse cenário de frente. O Brasil registrou o recorde histórico de 1568 feminicídios, como o Jan já disse, quatro mulheres mortas por dia. E é arrepiante ouvir o nome dessas mulheres. Não sei o quanto vocês se Emocionam, mas eu sempre me emociono porque eu fico pensando naquela vida, naquela pessoa que tá ali, que perdeu a vida, a maioria delas entre 25 e 40 anos de idade. Eh, nós precisamos dar o nome correto a quem está sangrando. E isso é importante a gente destacar. O feminicídio no Brasil tem
cor e tem território. A maioria absoluta das vítimas são mulheres negras. Isso não é uma coincidência estatística, é o cruzamento cruel do racismo com o Machismo. A mulher negra está na base da pirâmide, mais longe da viatura da polícia, menos acolhida pelas redes de proteção. Falar de combate ao feminicídio sem colocar o recorte racial e território no centro do orçamento é assinar uma política que já nasce sabendo que vai falhar, porque nós estamos deixando a maioria das nossas irmãs para trás. E esse cenário se agrava enquanto conversamos aqui. A gente tá falando, provavelmente alguma Mulher
tá sofrendo violência. Recentemente, o Senado Federal aprovou uma PDL horrorosa, eu só vou, não tenho outro nome para falar, horrorosa. Um projeto que ataca diretamente a dignidade das crianças ao derrubar a resolução do CONANDA, estabelecendo mais uma violência institucional para meninas de 10, 11 anos para que sejam mães, né? Se vocês não estão indignados com isso, eu sigo indignada com isso até como mãe de duas meninas. Esse governo avançou muito e a gente tem que ser justo com o que foi feito até aqui, o que tá sendo feito até aqui, né? No âmbito do conselhão,
nós não ficamos parados assistindos, a gente agiu, a gente coloca soluções práticas na rua para poder fazer a mudança, né? A mudança depende de cada um de nós. Nós articulamos a sociedade civil com setor produtivo para levar o canal de denúncias pro cotidiano das brasileiras. Colocamos a campanha de divulgação do LIG 180 nas contas de energia, gente, nas contas de energia, né? Isso é um fato muito importante. Conversei há pouco, foram 140 milhões de pessoas impactadas nas contas de energia com a informação para para descarre 180 e serão mais 75 milhões até agosto. Isso é
muito importante porque a gente tá fazendo chegar na casa das pessoas. E também o LIG 180 a partir de julho vai tá preparado, do dia 9 de julho vai estar preparado para atender casos de Violência digital, como a Janja mencionou aqui, que ela própria eh sofre muito com violência digital. O o 180 vai est capacitado para atender essas essas denúncias. Então, é importante. A gente também eh correalizou o seminário, que é o que a Jan já mencionou, Brasil pela vida das meninas e mulheres em apoio ao Pacto Nacional. Fomos a raiz cultural do problema promover
um workshop para falar com os homens. Isso é importante. Quem comete a violência são os homens. Então, Se a gente não trouxer os homens para conversa, a gente não consegue mudar esse jogo. Avançamos ao entregar o manual Mulheres Protegidas e as propostas uma segurança pública cidadã. Ou seja, o governo tá fazendo bastante o seu papel. Mas mais do que isso, ah, o manual Mulheres Protegidas, vou mostrar aqui. Mas mais do que isso, eh, nós anunciamos a incorporação do glossário as avessas, que depois a CL vai falar um pouco aqui, para poder ter essa Articulação. Em
relação a dados, vocês também ts, a gente sofre ainda para compreender as informações, especialmente as desigualdades das mulheres. O conselhão tá apoiando uma iniciativa que é o índice municipal de gênero que a gente pretende mapear. Ele é uma realização da TUA, que é uma organização que tá trabalhando para isso. Provavelmente em julho a gente vai ter, tenho certeza que elas vão fazer a primeira entrega pra Janja. Acho que é super importante ter isso às mãos. Tudo isso é fruto do trabalho articulado de muitas pessoas do conselhão junto com a sociedade civil. O estado tem avançado,
mas infelizmente a violência é mais rápida, mais forte e mais cruel do que o que a gente consegue. Ela tem raízes profundas no feminicídio em relação à dependência financeira. Na minha trajetória na rede mulher empreendedora, eu nunca conheci uma mulher que quisesse ser agredida. Eu Conheci milhares, milhões de mulheres que permaneciam com seus agressores porque não tinham renda, porque não geravam o próprio dinheiro, não tinham para onde ir. Eu ouvi dezenas, milhares de histórias de mulheres falando: "Eu estou com o meu companheiro porque eu tenho filhos e não tenho como sustentar os meus filhos". A
liberdade custa muito caro para quem não tem independência financeira. Tudo bem, Paulinho? Colocar o combate ao femminicídio não é só uma pauta policial, é de desenvolvimento econômico, a inclusão produtiva. A possibilidade da mulher ganhar o seu dinheiro é que separa ela da vida e da morte. Então é importante a gente falar sobre isso. Presidente Lula, ministros, membros do conselhão, o governo não deve carregar esse fardo sozinho. A gente não precisa que vocês carreguem sozinhos. A gente quer aqui todo mundo que tá aqui carregar junto Com vocês. A gente quer diante dessas ofensivas tão duras contra
as mulheres, a sociedade civil organizada junta é que vai fazer acontecer. A gente não vai apontar só o dedo, a gente vai trazer junto pra gente construir essa sociedade mais justa. Precisamos apoiar. Obrigado. Nós precisamos apoiar o o trabalho de diversas organizações. Eu vou citar alguns nomes muito rapidamente. Não se sintam tristes em quem não citar, mas Tem muita organização fazendo trabalho bacana, como o Gueledés, o Instituto Patrícia Galvão, o Instituto Maria da Penha, a própria rede Mulher Empreendedora, a Feira Preta, o Grupo Mulheres do Brasil, que a Luía tá aqui, movimento mulheres 360 e
temos inúmeros outros. Essas organizações criam pontes, escalam e fazem a diferença na vida das mulheres, mas o estado precisa estar junto para financiar essa ponta e para escalar esse processo. E tô acabando. Por isso, eu faço três apelos muito práticos a esse governo, para além de tudo que já foi feito, um orçamento transversal, autonomia econômica de mulheres. Nós precisamos botar dinheiro na mesa dessas mulheres de todas as formas. Vamos arrumar um jeito de conseguir além do acreditar mais dinheiro na mão delas. Nós precisamos especialmente de mulheres negras que não tem acesso a dinheiro, que tem
o crédito mais negado do que mulheres brancas Também, que uma política de compras inclusivas, a gente precisa fazer com que a as compras do governo sejam feitas por grupos minorizados. Isso é absolutamente fundamental. Precisamos combater o retrocesso à saúde através do Ministério da Saúde para que coisas como que aconteceram recentemente e humanizar o atendimento de meninas vítimas de estupro e de violência. A gente precisa falar sobre isso. E escalar as práticas de sucesso. Quem tá fazendo bem, vamos Lá, vamos ajudar, vamos apoiar, vamos escalar. A gente não precisa inventar as coisas. Vamos, vamos ver quem
tá fazendo e vamos ampliar. E finalizando, que sigamos firmes e disciplinados nos pactos, no pacto contra o feminicídio, no seminário, em tudo que a gente construiu pra gente mostrar. Gente, eu quero que as minhas filhas vivam numa sociedade melhor. Eu tenho duas jovens de 18 e 23 anos e toda vez que elas vão paraa rua eu fico apavorada. Então, eu Queria que as minhas filhas e as filhas de todos vocês, as sobrinhas, netas, esposas consigam andar. Que cada dado que eu falei aqui, que nós falamos, vire orçamento. Que cada lei vire proteção real e que
nenhuma mulher precisa escolher entre a sobrevivência e a liberdade. Apoi mulheres não é bondade. >> Não é bondade apoiar mulheres. Apoiar mulheres é uma decisão inteligente pelo Brasil, pela economia, pelo nosso desenvolvimento. Quando uma mulher dá certo, e eu sempre me emociono quando eu falo isso, porque eu venho dessa situação de extrema pobreza e a educação mudou a minha vida. Quando uma mulher dá certo, ela investe em melhorar a educação dos filhos. Ela investe no bem-estar da família, ela investe na comunidade do entorno e ela investe quando ela pode empregar, ela emprega outras mulheres criando
um círculo forte de prosperidade. Eu convoco todos vocês aqui hoje, homens e Mulheres, para colocarem a mão na massa. Não saiam daqui eh tranquilos, saiam incomodados para colocar a mão na massa pra gente mudar esse cenário. E repetindo o que a Janja falou, coincistentemente a gente não combinou. O lugar de mulher é onde ela quiser, mas acima de tudo o lugar de mulher é que ela esteja viva e segura. Muito obrigada. Convidamos as conselheiras Alciele dos Santos e Eline Nascimento para a entrega Do Manual Mulheres Protegidas. Uma publicação que organiza recomendações para as políticas públicas
de prevenção e enfrentamento ao feminicídio. aqui por aqui. Ah, na frente. Nós estamos acompanhando a abertura da primeira reunião plenária deste ano do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República, também conhecido como conselhão. A primeira dama, Janja, falou sobre os Resultados do Pacto Brasil contra o feminicídio e destacou os avanços alcançados nesses 4 meses, como monitoramento de agressores com tornozeleira eletrônica e a emissão mais rápida de medidas protetivas em favor das vítimas de violência. O conselhão também avançou na agenda de promoção da igualdade. E para falar sobre isso, convidamos a conselheira dos
Santos. Presidente Lula, vice-presidente Geraldo Alkm e todas as autoridades que acompanham a mesa, amigos e amigas, conselheiros e conselheiras e demais convidados, amigos e amigas da educação e da economia solidária, minhas pautas e lugares de pertencimento e militância. Sou professora, atuo eh junto à Comissão de Combate às Desigualdades e também na Comissão de Assuntos Econômicos, em todas as pautas que transversalizarem raça, classe e gênero. Essa atuação Também me é eh muito cara. O combate às desigualdades é o centro das razões que reúnem neste conselho. Esta foi a convocação do presidente Lula no primeiro ano de
seu governo, quando reativou o conselhão como grande instância democrática de apoio e aconselhamento à presidência ao nosso país. Desde então, entendemos que o combate às desigualdades precisa ser foco de todas as comissões, de todos os grupos de trabalho. Nesse sentido, essa separação entre comissões e GTS, ela nos organiza, cria frentes de trabalho, mas sabemos que não há como pensar o Brasil sem unir essas três categorias: pessoas, desenvolvimento socioeconômico e meio ambiente. Interseccionalizar essas três categorias é função de trabalho deste conselho. Por esse motivo, desde 2023, promovemos ações de escuta das bases e, em seguida, buscamos
fortalecê-las com ações Concretas, algo para o qual o presidente Lula também nos convocou, aumentando a interlocução do governo com as periferias e com as universidades, com as mulheres e com os jovens, por meio de atividades realizadas de formação, cultura e difusão de políticas públicas, com as quais algumas de nós contribuímos desde a formulação. Fomos conselheiras e conselheiros presentes onde o povo está, seja nas redes sociais ou nas ruas de diferentes Capitais onde estivemos. Realizamos eventos, representamos o governo em outros, fomos a inúmeras reuniões, mas também a marchas e a outras manifestações. Aqui em Brasília, em
outros em outros países, inclusive, integramos diálogos internacionais sobre o portfólio de investimentos, discutimos a taxonomia brasileira de investimentos. Além disso, pensamos inclusão produtiva, inclusão social, como pautas de Discussões com o Comitê Europeu e com a cúpula mundial, com quem estaremos na próxima semana. Dentre essas ações, destaca um ponto em especial. O combate às desigualdades não se faz sem o combate ao racismo. Nenhuma proposta de desenvolvimento será plena, democrática, equitativa em um cenário onde há racismo. A maioria negra da população brasileira, pessoas pretas e pardas, são as principais vítimas das desigualdades, Ocupando o primeiro lugar em
indicadores que nos envergonham como país, inclusive internacionalmente. É preciso desentranhar os racismos do tecido social do nosso país, dando acesso e condições de vida plena, digna, e isso começa com ações de conscientização. Sabendo disso, construímos e entregamos em 2025 ao conselhão Glossar as avessas o índice de termos de origem racista que precisamos banir de uso. Agora, Presidente, depois de termos estado com corporações, com o Instituto ETOS, discutindo índice de equidade racial nas empresas, depois de termos estado em campo, nós entregamos resultados da chegada desse glossário em larga escala, com três ações concretas. A primeira, a
adoção pela advocacia geral da união, com ministro Jorge Messias, que assinou a proibição de uso de 17 termos racistas dos documentos oficiais da GU. A segunda, a integração do glossárias Avesas estratégia do selo UNICEF, parceria registrada em nota técnica assinada pelo conselhão e pela UNICEF, que alcançará 2.277 municípios brasileiros distribuídos em regiões com os maiores desafios socioeconômicos e institucionais. E o terceiro, a realização de uma campanha no TikTok, envolvendo conselheiras e conselheiros, inclusive Rande Botal do TikTok e celebridades reconhecidas. Luía Brunet participou, Temos aí várias autoridades, Aline Mí jornalista. No total já temos mais de
42 milhões de visualizações e segue escalando. Presidente Lula, essas são vitórias desse coletivo, desse seu governo, nas quais todas e todos nós, conselheiras e conselheiros, servidores, temos o que nos engajar para que todo o Brasil venha conhecer. Nós precisamos contar isso para as pessoas. Porém, nós sabemos que todas essas políticas e ações só tm Força se fizermos duas coisas: pensarmos as próximas políticas públicas, considerando essas questões de classe, raça e gênero, mas pensarmos isso comunicando o que está sendo feito no governo do presidente Lula. O governo Lula precisa ser lembrado por ser o governo mais
democrático da escola da história desse país. Conselhos, conferências nacionais, plataforma Brasil dão ampla participação social. Ninguém fez isso com tamanha qualidade. O Brasil é um país soberano e democrático e isso é orgulho para todos nós. Presidente, o senhor sempre lembra a população brasileira de ter sido o presidente que mais abriu universidades? Como professora, eu reverencio por isso e soma um fato. Nunca as universidades brasileiras foram tão diversas. Nossas universidades passaram a ter as cores reais da população brasileira. Porém, o acesso ao primeiro passo, condição de permanência ao segundo, mas Nós queremos dar o terceiro. autonomia
e a emancipação com trabalho digno, igualdade de oportunidade, inclusive para esses jovens negros e para essas jovens negras e também para as infâncias e pessoas idosas que só têm espaço para existirem, para serem consideradas nas políticas em governos democráticos. Como estado social que o Brasil é e do qual o Brasil precisa se orgulhar e seguir sendo, temos que evoluir na inclusão produtiva, no trabalho decente, Como a Mônica defendeu, no ambiente psicossocial seguro nos espaços do trabalho. Precisamos melhorar nossos números na OIT, Organização Internacional do Trabalho. Ainda na pauta social, nós comemoramos o aumento do IDH
nos municípios. vice-presidente Alkim, seu papel é essencial para isso na articulação política e sabemos que para que siga crescer o IDH, nós precisamos seguir apoiando a educação e o SUS. E para isso, presidente, nós Propomos que junto às ações já em uso para aumentar, por exemplo, o PIB, que haja um projeto efetivo de economia social e solidária. Economia solidária não é caridade. Economia social é algo que se faz no mundo inteiro, é o cooperativismo e associativismo mudando a vida de pessoas. A gente precisa de um efetivo trabalho integrado à agendas socioeconômicas, ampliando a geração de
trabalho e de renda, interseccionando políticas Públicas como a economia de cuidados, a igualdade salarial entre homens e mulheres, a lei Psinger, que aliás precisa ser fortalecida em materialidade, e a isenção de impostos de renda para trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos e a redução da escala 6 por1 com redução de jornada. Nós iniciamos, presidente, no conselhão, esse trabalho de interseccionalização das políticas públicas em acordo com as metas do projeto Pilares da Nação. Seguiremos fazendo isso no segundo semestre. E por fim, destaco que desejamos estar ao seu lado, presidente, como a Ana Fondes trouxe, nós
sermos a extensão da sua voz e da sua força, cada vez mais esperançosas e atuantes no efetivo combate às desigualdades. Muito obrigada. Pois é, segurança pública é um direito de todas e todos e o conselhão tem contribuições concretas nessa área. Nós convidamos a conselheira Carolina Ricardo pro palco. Bom, bom dia, presidente, vice-presidente, primeira dama e todas as demais autoridades. Eu sou Carolina Ricardo, sou diretora executiva do Instituto Sou da Paz, uma organização que há mais de 25 anos trabalha na árdua missão de tentar construir políticas públicas de segurança mais democráticas. E coube a mim trazer
um pouco do que a gente construiu na Comissão de Direitos e e Democracia e falar desse tema tão difícil e tão emblemático pro nosso país hoje. A segurança pública é hoje um dos principais ativos eleitorais em disputa no Brasil. E esse debate acontece em duas dimensões diferentes, mais complementares. A primeira é a dimensão da narrativa, que determina a forma como as propostas são apresentadas, comunicadas e percebidas pela população. Ainda predomina a ideia de que a única Resposta possível pro medo das pessoas é um discurso linhadura, como se para enfrentar posições radicais nesse tema fosse necessário
adotar as mesmas premissas radicais e o mesmo vocabulário violento e populista. quando na verdade é fundamental superar essa visão sobre a comunicação da segurança pública, até porque os dados mostram uma outra realidade. Pesquisa realizada pelo Instituto Sou da Paz, que ouviu 1115 pessoas em 40 municípios Brasileiros, revela que apenas 20% da população concorda com a ideia de que bandido bom é bandido morto. E na verdade 73% concordam que nenhum criminoso deve ficar impune. Todos devem ser julgados, punidos e presos dentro da lei. Ou seja, as pessoas querem justiça. Da mesma forma, as pessoas demonstraram mais
apoio à ideia de polícias mais bem preparadas e eficientes do que a ideia de simplesmente o aumento do efetivo policial, um policial em cada esquina. Entre as mulheres, 69% concordam que mais armas em casa significa mais violência. E 77% da população entende que armas legais também abastecem o crime. Isso não mostra, isso nos mostra algo muito importante. Embora exista medo e esse medo seja legítimo, a maioria da população não está pedindo soluções extremas, tá pedindo soluções que funcionam, tá pedindo resultado, profissionalismo, eficácia e proteção. O desafio, portanto, é construir eh Discursos capazes de responder à
insegurança das pessoas, sem abrir mão de propostas responsáveis baseadas em evidências e comprometidas com resultados concretos, ou seja, construir uma nova forma de comunicar o tema. A segunda dimensão é a das políticas públicas de segurança. Não basta comunicar bem, é preciso apresentar soluções capazes de enfrentar os problemas reais do dia a dia de todos os brasileiros e brasileiras. Nesse sentido, há cinco prioridades fundamentais que a gente apresenta aqui hoje, eh, a primeira é fortalecer as polícias bem preparadas e valorizadas. a gente precisa entender, eh, a gente precisa tirar a polícia desse polo de oposição. A
polícia é nossa e o campo democrático precisa acreditar nisso. A gente precisa propor e construir polícias valorizadas eh e eficientes, eh, e que consigam, portanto, trabalhar com melhor formação, melhor gestão, eh Melhor eh melhor entrega de resultado e, inclusive em combater o racismo eh na atuação policial. A segunda prioridade é enfrentar o crime organizado, atacando suas estruturas financeiras, suas redes logísticas e sua capacidade de corromper as instituições. E nisso a gente saúda o programa é lançado pelo governo federal Brasil contra o crime organizado. A terceira prioridade é combater os roubos. eh uma das formas de
violência que mais afetam o cotidiano das pessoas, Produzem sensação permanente de insegurança e alimenta o medo eh da população em geral, investindo em desbaratar as cadeias de receptação e também dos crimes digitais. A quarta prioridade é proteger meninas e mulheres, já foi bastante falado aqui, enfrentando a violência de gênero com prevenção, acolhimento às vítimas, investigação qualificada e responsabilização dos agressores. E a quinta prioridade é retirar as armas Ilegais das mãos dos criminosos, reduzindo o poder de fogo, o poder bélico das organizações criminosas e protegendo vidas. As propostas elaboradas pela Comissão de Direitos e Democracia incluem
também a melhoria da governança e a coordenação na segurança pública. E nisso a PEC da segurança tem um papel muito relevante. Eh, a urgente necessidade de avançar na redução da impunidade dos homicídios, porque é uma vergonha o Brasil, no Brasil, somente Três em cada 10 homicídios é investigado e esclarecido. E a gente também celebra que o Ministério da Justiça tenha formalizado a criação do primeiro indicador nacional de elucidação de homicídios, que deve ser publicado em breve. E por fim, as nossas prioridades na nossa comissão incluem a necessidade urgente de políticas de prevenção e fortalecimento cidadão
para as juventudes, proteção às vítimas mais vulneráveis, como a população negra, a População LGBTQI, APN+ indígena e pessoas com deficiência. Em resumo, a disputa sobre segurança pública não deve ser entre duro ou se brando. Deve ser entre aquilo que não deve ser entre aquilo que gera manchetes e aquilo que Deve ser entre aquilo que gera manchetes e aquilo que gera resultados. O que a população espera não é mais radicalismo, é mais segurança. É a melhor forma de entregá-la é com políticas sérias que protejam todas as pessoas baseadas em Evidência e que precisam ser comunicadas de
forma simples e objetiva. E é isso que a gente propõe hoje. Conte conosco >> entregar. Tem entregar. vai entregar para ele >> recomendações frente. Cadê? Vamos lá. Você acompanha a primeira reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República, também conhecido como Conselhão. Encerrando o primeiro bloco da reunião, que trata sobre o enfrentamento ao feminicídio, promoção da igualdade e fortalecimento da segurança pública, está sendo feita a entrega de propostas para uma segurança pública cidadã, para o presidente da República e também para o ministro da justiça e segurança pública. Em sua
fala, a conselheira Alciele dos Santos do Instituto Iungo anunciou a incorporação do glossário as avessas Pelo selo UNICEF para ações de letramento racial em municípios brasileiros. Esse glossário traz termos amplamente conhecidos e utilizados pelos brasileiros e que precisam deixar de serem usados por serem termos racistas que perpetuam a discriminação e o preconceito. >> E que futuro? Desenvolvimento sustentável, inovação, Amazônia e tecnologia digital. Temas que posicionam o Brasil como protagonista Global. Convidamos ao palco o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, Márcio Elias Rosa. >> Muito bom dia. Bom dia a todas e a
todos, senhoras conselheiras, conselheiros, presidente Lula, nossa, nosso vice-presidente, ministro para sempre, nãoé, eh, Geraldo Alkim, da Indústria e Comércio, Mauro Vieira. Eu quero cumprimentar a todas, cumprimentar a Janja, cumprimentar a todas e todas, Trazendo uma palavra breve para respeitar aí o tempo concedido de 5 minutos, trazendo notícias eh boas. Nós todos estamos assistindo o país trilhar por eh reformas estruturais desde o início do governo do presidente Lula, esse terceiro mandato. Eh, inúmeras reformas, como a reforma tributária, legislação relacionada ao mercado de carbono, combustível do futuro e sobretudo a nova indústria Brasil. ao mesmo tempo, assistindo
à Expansão das relações comerciais no cenário internacional global, o nosso Ministério das Relações Exteriores realiza um trabalho muito consistente a esse respeito. Novos acordos, como foi com União Europeia, Singapura, EFTA, aliás, ontem a Câmara aprovou o acordo Mercosul Singapura e logo o Senado também se pronuncia. E com isso tudo, com essa expansão do comércio exterior, colecionando recordes no fluxo de comércio, o Brasil se prepara de fato Para o futuro. Nós assistimos em razão disso, presidente Lula, a alguns indicadores sociais que são muito bons, não é? Nós temos hoje a menor taxa de desemprego, 5,6 da
média histórica. Nós temos hoje um recorde de brasileiros formalmente empregados, 103 milhões de brasileiros empregados em 2025. Nós temos um recorde na massa salarial em 2025 e nós sabemos que isso é um motor pro desenvolvimento econômico. Nós temos o maior rendimento Médio da série histórica no nível familiar, R$ 3.370 R$ 3732. a menor taxa de informalidade. Esses indicadores sociais só são obtidos porque, dentre outros fatores, Daril Durigan, nosso grande ministro da Fazenda, a indústria voltou a crescer. Depois de 14 anos, nós assistimos e colecionamos alguns indicadores favoráveis ao crescimento da indústria. Ela cresceu em 2024
com a com o Lançamento da nova indústria Brasil, 3,1%. Neste primeiro quadrimestre, lá já avançou, presidente Lula, 1,7%, a indústria volta a gerar empregos e por isso é que nós tivemos só na indústria no ano passado, gerado 7 699.000 1 empregos formais. Bom, essa indústria que é mais competitiva, mais produtiva, mais e sustentável, há de ser também a mais exportadora, Maurício. Por isso é que Batemos recordes de de exportações. O crescimento nas exportações e importações do fluxo de comércio no Brasil no ano passado foi de 6,2%, que é o dobro da média e colecionada pela
OMC. Graças ao trabalho da Apex, o trabalho do BNDS, da nossa BDI, Olavo e do MDIC, nós temos hoje uma expansão viva da nossa base exportadora. São 29.900 empresas exportadoras ativas, chegando perto de 30.000. E há uma grande Campanha para que isso prossiga. Mas como nós sabemos que não se prepara para o protagonismo global ou para o futuro sem investimento em inovação, em pesquisa, nós sabemos o o nosso plano mais produtivo reserva no campo da inovação, Rosilda R8 bilhões de reais de linhas de crédito, cuja taxa é TR, ou seja, é a mais acessível possível,
BNDS e FINEP, para apoiar a inovação e a pesquisa. pesquisa. Com isso, nós estamos assistindo a grandes empresas Multinacionais, transferindo para o Brasil centros de pesquisa e de tecnologia no campo da indústria automotiva, no máquinas e equipamentos agrícolas, tratores, equipamentos, grandes multinacionais, trazendo para o Brasil os seus centros de pesquisa. E isso sim vai impulsionar a nossa indústria 4.0. A nova indústria Brasil, ANIB, que todo mundo conhece, baseada em seis missões, ela iniciou, Lançada pelo presidente Lula e pelo nosso presidente Geraldo Alkim, imaginando um aporte de recursos que já foi em muito superado. E eu
gosto sempre de dar um detalhe, presidente Lula. Quando a política, a política pública, ela é a certa, é porque ela tem legitimidade, ela ganha naturalmente a adesão do setor produtivo. Nas seis missões da ANIB, em quatro, o setor privado é o que mais investe. só não é não é o o que mais Investe, por exemplo, na área da defesa, porque é natural que o estado seja o maior comprador, evidentemente, mas em todas, a iniciativa privada responde positivamente. Só para dar um exemplo, no na no programa MO Verde, mobilidade verde sustentável paraa indústria automotiva, nós imaginamos,
nós reservamos 19 bilhões de créditos tributários. A indústria automotiva aplicou 140 bilhões de investimento. O setor de auto peeça é 50 bilhões. Ou seja, com 19 bilhões de investimentos reservados pelo estado, o setor privado respondeu com 190. Na missão número 1 da agroindústria, 71% dos, perdão, 54% dos investimentos são do setor privado. Na área da saúde, 62% dos investimentos são do setor privado. Na infraestrutura, 72% dos investimentos do setor privado. O mesmo ocorre na área de descarbonização. Então 82% é política do futuro, combustível do futuro, hidrogênio verde, Biocombustíveis, biometano, etanol e tudo mais associado a
essa transição. O plano mais produção, eu quero só dar um desse destaque porque a democratização da boa política industrial, não é? que começou lá quando lançado pelo presidente Lula reservando 300 bilhões para os investimentos, hoje já conta com 713 bilhões. É o BNDS, BBRAPA, BBRAPI, FINEP, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco da Amazônia, PASA, 713 bilhões. Nós já temos 428.000 1000 projetos contratados no país e o que é bom, 61% desses projetos estão no Norte, no Nordeste e no Centro Oeste, porque é preciso regionalizar, é preciso internalizar. É óbvio que tudo isso não se faz
sem que eh constantemente o Estado reserve recursos, libere eh torne dinheiro mais acessível para quem realiza investimentos. E o grande drama ainda é a nossa taxa de juros, não é? o custo do investimento no país. Recentemente nós assistimos a uma série De lançamentos, eu vou resumir aqui, não é? Todos eles associados aí à renovação de frota de ônibus, caminhões, carros, motocicletas, é o que virá. E nós precisamos continuar desenhando políticas, como, por exemplo, depreciação acelerada e outras que levem a essa indústria mais resiliente e capaz de ser de fato mais exportadora e mais produtiva. Eu
trago só uma última notícia, presidente. Como esse tema da sessão anterior, que é o enfrentamento Ao feminicídio, não é um tema que possa ficar desconhecido do setor produtivo, muito pelo contrário, é no ambiente industrial, é no comércio, é na prestação de serviço que ele é notado muitas vezes, seja pelo absenteísmo da vítima, seja pelo comportamento. o eh o MD que está obviamente participando disso e nós junto com a BDI, a PEX, BNDS faremos visitas às federações das indústrias e associações comerciais a partir de julho, divulgando a NIB, a Nova Indústria Brasil, as nossas os nossos
acordos internacionais como Mercosul, União Europeia e o tema central é a política nacional de enfrentamento ao feminicídio. É preciso que todos nós, é preciso que todos nós, cotidianamente, cotidianamente façamos o debate sobre esse tema para que, de fato, e verdadeiramente nós sejamos um país que enfrenta esse essa essa chaga que há de ser superada um dia. Muito obrigado a Todas e a todos. E dando continuidade à programação, convidamos o ministro da fazenda, Daril Durigan. Inclusive, enquanto ele chega aqui, já vou fazer um letramento aqui. Daril Durigan, não, Dário Durrigan, não é isso, ministro? Vou começando
e peço um pouco de paciência e atenção. Vou ser breve. Quanto começo, eu aguardo também o presidente que retorna. Primeiro queria agradecer a presença de todos Vocês. Eh, pedir aqui, desculpem em nome do governo pelo pequeno atraso que nós tivemos, pedi um pouco de paciência, a gente já segue pro pras conclusões e pro almoço. Queria falar de três coisas eh muito francamente direto com vocês. A primeira professora Laura, que tá aqui nos assistindo, Prabu, que tá aqui conosco também, é sobre o grande desafio que a minha Geração tem para entregar pro mundo uma política econômica
humanista e que dê respostas aos anseios e à insatisfações que as pessoas legitimamente têm. E esse ponto, eh, eu me sinto muito honrado porque eu acho que no Brasil, nessa quadra histórica e com o presidente Lula, como nosso líder, nós temos esse chamado de dar o passo à frente e apresentar essa proposta. Uma política econômica que seja humanista, que seja progressista, que tenha responsabilidade fiscal de maneira muito seriamente colocada na nossa frente como guia paraa tomada das nossas decisões e que faça de maneira pragmática e politicamente responsável a harmonização com a política social. Eu digo
que a política fiscal ela é condição para uma boa política social, mas a política Social ela é condição de justiça pra política fiscal. Essas coisas elas estão necessariamente embricadas. E uma política econômica que queira dar respostas aos desafios da nossa quadra histórica, vai ter que enfrentar isso de frente, sem discurso fácil, com compromisso político de de ouvir os setores. Então, tá aqui no conselhão, o maior conselho que nós temos, é fundamental e é motivo de muito orgulho e alegria para mim A partir de um compromisso político concreto com as demandas que venham do povo, que
venham da sociedade, harmonizadas com as demandas da realidade política do país, sem que a gente fantasie soluções fáceis. Esse é o compromisso que uma política de esquerda, uma política progressista, econômica tem que ter. Acho que nós esboçamos isso muito bem nesse primeiro, nesse terceiro mandato do presidente Lula. Primeiro que a gente teve estabilidade e força econômica. O Brasil tá crescendo muito mais do que se esperava. todas as projeções, sejam do mercado interno, seja também dos órgãos internacionais, a gente tem superado todos os trimestres as expectativas de crescimento do país. Não foi diferente no primeiro trimestre
de 2026, em que a gente cresceu 1.1%, com destaques importantes como o Crescimento de 3.5% no nosso investimento, na nossa formação bruta de capital fixo em relação ao trimestre anterior. foi o trimestre que mais cresceu em termos de investimento. Mas não só isso, o tema da inflação, que diz muito com o coração das pessoas, com o custo de vida, e muitas vezes a inflação como uma variação na margem do preço agora recente, não reflete o custo que isso que os preços vão tendo com tempo, em especial desde a pandemia, a Guerra da Ucrânia, agora como
a nova guerra. Mas a inflação tá sob controle e é importante que a gente saiba disso e não fantasie diferente. Nesse mandato do presidente Lula, nós vamos ter a menor taxa de inflação de um mandato presidencial da nossa história. Isso não é pouco, isso é muita coisa. Mas a estabilidade econômica e a força econômica de um país, ela vem com estabilidade de trabalho. O presidente Lula, nesse nesse seu Terceiro governo, gerou mais de 5 milhões de empregos de 2023 até hoje. Isso também não é pouca coisa, principalmente quando a gente olha a realidade do trabalho.
a gente sabe da pressão que os nossos trabalhadores e as nossas trabalhadoras têm para mais eficiência, para est engajado de maneira contínua, ininterrupta. E por isso é importante da gente gerar emprego, valorizar o trabalho, valorizar o o salário mínimo e abrir espaço para Descanso e para ganho de produtividade. Por isso a importância da gente avançar com o fim da escala 6 por1 imediatamente no país. Eu valorizo muito o trabalho e acho que a o colchão de política social do governo tem que ter um incentivo para que a gente gere força produtiva e encare uma das
transições que o país vai se deparar muito em breve, que é a transição demográfica. Nós temos que fortalecer o nosso Universo do trabalho, dando mais dignidade, mais respeito, diminuindo a desigualdade dentro do mundo do trabalho. Por isso que quem hoje já tá na escala 5x2 é quem ganha mais, é quem teve tempo e muitas vezes oportunidade familiar de estudar por mais tempo. E quem tá na escala 61 são os trabalhadores mais mal remunerados, trabalhadores negros, mulheres e que ainda cumulam o trabalho com afazeres domésticos e outras responsabilidades Que ficam sobrecarregados. Portanto, é um tema de
desigualdade do mundo do trabalho encarar o tema da 61. Mas a estabilidade social também é importante para um país. Nós não podemos admitir que no mundo que a gente vive hoje, com a riqueza que a gente tem hoje, a gente tenha o nível de pobreza que a gente se deparou quando o presidente Lula voltou a assumir o poder. Não dá para admitir que o Brasil, com toda a sua capacidade tenha as mazelas Sociais de fome, de desigualdade que a gente tinha enfrentado. e estamos avançando com muita, eh, com muito sucesso. Estabilidade externa, isso é fundamental
pro país. Eu, a pedido do presidente Lula, tenho feito questão de ter de viajar o mundo e levar as nossas agendas de investimento no país, as oportunidades que o Brasil tem pro mundo, mas também levar internacionalização das nossas finanças, Poder emitir título brasileiro lá fora. O mundo tá pagando barato os títulos brasileiros. Nós fizemos, além de fazer nos mercados que a gente habitualmente fazia, fizemos na Europa, vamos fazer na China agora. O mundo olha pro Brasil como uma grande casa de oportunidade. Agora, não só isso, veja a estabilidade ambiental. Vejam vocês, a gente teve nesses
últimos 3 anos de plano safra com presidente Lula liderando a nossa economia, três Planos safras records. Ao mesmo tempo em que a gente teve três planos safras records, nós tivemos recordes de mínima de desmatamento ambiental. Isso não é trivial. Podem olhar o histórico do nosso país, quando você tem ganho de produtividade, ganho na balança comercial, como disse o ministro Márcio, com exportação, agricultura forte, respeitada, tanto respeitada, que muitos lugares do Mundo temem a competitividade do nosso agronegócio, mas ao mesmo tempo não é com passando boiada em prejuízo do meio ambiente, é com proteção ambiental, com
valorização das nossas carreiras de estado. E por isso a gente vê tanto na Amazônia quanto na Mata Atlântica mais recentemente níveis recordes mínimos de desmatamento. Isso dá muito orgulho. Por isso que a gente cresceu e ao mesmo tempo teve inflação baixa. É essa política econômica humanista e Progressista que encara os desafios do nosso tempo. É esse os resultados que a gente percebe. É o governo que retomou o investimento. É o governo que mais investiu em concessão e infraestrutura da história do nosso país. Isso tá bom? Não tá bom. Nós vamos fazer mais. E o presidente
Luan nos pede isso incessantemente. É preciso avançar mais. O Brasil merece mais. Por isso que nesses poucos meses e à frente do Ministério da Fazenda, a gente tem Trabalhado em algumas coisas, eu não vou me debruçar com vagar, mas falo rapidamente para registrar e vocês lembrarem. Primeiro, defesa da soberania. O Brasil não abaixa a cabeça para ninguém e a gente defende a nossa política econômica no mundo. Eu tive recentemente no FMI, no Banco Mundial, nas reuniões do G20, do G7, e todos os países reconhecem a importância do Brasil e a liderança do Brasil em Todos
esses debates, no debate econômico, no debate ambiental, no debate de combustíveis, de fontes alternativas de combustível. O Brasil é liderança mundial e a gente não abre mão de ser tratado com respeito e tratar com respeito a todos os outros países, a todas as outras comunidades e culturas do mundo. Por isso, primeira demanda, primeira tarefa que eu tenho é proteger a soberania ao lado do presidente Lula, em especial o nosso Pix. Segundo ponto, Uma economia forte não é para para constar de painéis e cenários e grandes números. é para fazer com que as pessoas recebam os
benefícios e as pessoas sintam a força de um país soberano, a força de uma economia forte. É por isso que a gente não é sócio da guerra e usa a entrada de recurso que tá vindo, porque o Brasil apostou no pressal, porque o Brasil tem fonte alternativa de combustível. O que o Brasil arrecada mais, o que o Ministério da Fazenda Arrecada mais de recurso em razão da guerra, nós estamos devolvendo pra população brasileira a pedido do presidente Lula para minimizar o custo da guerra na população brasileira. Isso é justo. Muita gente critica, mas isso é
justo. A nossa população não pode sofrer o custo de uma guerra que não nos pertence, tá muito distante e hoje, em grande medida, com muita incerteza do seu fim. Outra coisa, a gente vive uma taxa de juros que é pouco civilizada e as famílias têm problema em rolar o seu serviço da dívida, em pagar o serviço da dívida, ainda que a dívida não tenha aumentado muito no nossos nos nossos anos, presidente, mas o serviço da dívida tem aumentado porque a taxa de juro segue muito renit novo desenrola, endereçando esse problema na esteira do que foi
o primeiro desenrola, já tá atingindo mais De 6 milhões de famílias Isso em parceria com o sistema financeiro. Agradeço o Isaac que tá aqui, agradeço o porque a gente tem feito uma mobilização nacional que se encerra dia 2 de agosto. Presidente, nós estamos vencendo o primeiro mês. Nesse primeiro mês, 6 milhões de famílias já puderam renegociar sua dívida. Grande parte já pagou à vista, não deve mais nada. Uma outra parte renegociou em parcelas muito menores que cabem no bolso e esse prazo Acaba dia 2 de agosto. Essa é uma mobilização muito importante para toda a
sociedade brasileira. Quem nos assiste, quem tá aqui, avisem as pessoas que conhecem. Você tem dívida bancária, procure o seu banco até dia 2 de agosto, nós vamos vencer e vamos ultrapassar muito a barreira do que foi o primeiro desenrolo. O tema das bets, presidente, o senhor tem insistido nisso, tem trazido prejuízo pra economia nacional, pras Famílias e nós vamos ser mais rigorosos do que já temos sido. Lembrem que no governo Temer, no governo Bolsonaro, as bets tinham a mesma imunidade que igreja. Quem não pagava tributo na época era igreja e bet. Hoje as BETs pagam,
pagam mais do que a média dos setores empresariais, tem que pagar mais. E hoje passam os dados, estão sendo fiscalizadas, 30.000 empresas já foram derrubadas, o mercado preditivo foi proibido para que a gente não gere uma Nova porta eh de de extraviação do dinheiro das famílias. E nós vamos cumprir com rigor esse mandato do presidente Lula. E para fechar, presidente, mas não é menos importante, fazendo menção, meu amigo ministro Wellington da Justiça, a parceria que o Ministério da Fazenda tem feito com o Ministério da Justiça e em especial atendendo as determinações do presidente no âmbito
internacional, em grande medida, presidente, como foi com o Governo dos Estados Unidos da América do Norte, que é fazer o combate ao crime organizado. O crime organizado, ele causa sim terror no país, que é um terror social, um terror nas comunidades brasileiras, onde onde a gente tem o efeito concreto. E é aqui, são os nossos policiais, são os nossos, a é a nossa inteligência da receita, do COAF, da Polícia Federal, somos nós que temos que dar resposta a isso. E o governo do presidente Lula tem liderado esse debate Do crime organizado. O Ministério da Fazenda
comparece porque o combate ao fluxo financeiro do crime organizado, eu acredito, é o mais importante pra gente asfixiar esse mal que segue causando graves prejuízos à nossa comunidade. Presidente, eu comecei dizendo, o senhor não tava que nós est, eu tenho uma oportunidade única nesse seu governo, que é mostrar ao mundo e ao Brasil em especial que nós temos condição de apresentar o que o mundo pede Urgentemente. Uma política econômica humanista, progressista, crível, que deve ser exemplo pros outros países nessa quadra histórica. Obrigado, presidente Lula. Meus amigos conselheiros e conselheiras, quero fazer uma proposta de encaminhamento
para ver se a gente todos concordam com a sensibilidade de quem está dirigindo a plenária para ver se os conselheiros e conselheiras concordam. Se formos seguir >> no final, gente, já a gente tira, mas a minha sensibilidade obriga a sugerir às conselheiras e os conselheiros o seguinte caminhamento. Nós estamos há mais de 13 horas e tem um almoço. suspender para o almoço e retomar à tarde. Eu já tenho informação que muitos conselheiros e conselheiras têm problema de voo e tem naturalmente o esvaziamento. Que que eu quero sugerir ao pleno que primeiro pedir desculpas, nem todos
os conselheiros e conselheiras Dão para podem falar porque senão vamos chegar às 5 da tarde. Que que eu quero sugerir? Finalizando esse bloco que foi aberto pelos dois ministros, falam o Mateus do Conselho Nacional das Populações extrativista e o Márcio Lopes da OCB, 3 minutos cada um. E em seguida a gente agrega a parte da tarde com o terceiro ponto e o último que ia falar, o Fernando Guimarães, para nós num tema único, nós ouvirmos o Fernandos, o vice-presidente Geraldo Alman e o Presidente Lula encerra ainda antes do almoço. Se o nosso estômago aguentar pelo
menos até umas 2:30, todo mundo topa esse encaminhamento. Podemos encaminhar assim. Então, resumindo, falam os dois conselheiros agora 3 minutos nessa mesa. Em seguida, a gente chama o último, né? E aí fala o Fernando, presidente Geraldo. >> Pela ordem. >> Pela ordem. O presidente Loura é o Seguinte, é porque você convidou a Laura para falar e o o Marcel. É a Laura e o Marcel para falar. Você esqueceu de falar. Estavam estavam previstos, presidente. Agora a a Glória, viu? Estava prevista agora. Agora a Glória Guimarães, conselheira dos três. >> Ótimo. >> OK. Aí a Raimunda
conversou com ela, ela topa que falem nesta mesa o Mateus e o E o Márcio Lopes. 3 minutos cada um. Aí aí em seguida a gente faz uma fusão, vê se todo mundo topa. Já que tem a ponderação, a questão de ordem levantada para Vossa Excelência, não é plenário estudantil, não, mas tem isso também, né? Democraticamente a gente chama a Laura e o Marcel e o Fernando. Cada um fala pelo menos três. Não, não, já. Aí os dois encerram, o vice-presidente e o presidente Lula. Sua questão de ordem, presidente, está Aceita pelo plenário. OK. Muito
bem. Bom, então agora nós vamos ouvir, >> vamos entregar o eles insistem para entregar o negócio do Pix. Vamos, né? Tá bom. E aí, chama o Mateus e o Márcio e depois a gente vai paraa última mesa. OK. >> Vamos fazer a foto. >> A foto, presidente. O estoca sí. Vamos lá, >> ministro. Eu eu presidente, eu vou tomar a liberdade de explicar o que tá se passando aqui. O INPI registra como marca de grande renome o Pix, o Pix do Brasil, associado ao Banco Central e é na forma da lei de propriedade industrial a
maior proteção que se pode dar para a marca e para o símbolo. É isso. Você acompanha a primeira reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República, também conhecido como conselhão. O conselhão tem caráter consultivo, como o nome diz, né? O órgão assessora o presidente da República por meio da produção de estudos e recomendações sobre políticas públicas em diversas áreas. Seus integrantes são escolhidos pelo presidente, conforme a trajetória, a relevância e a capacidade de contribuição. Além disso, o conselho reúne representantes do setor produtivo, da academia, movimentos sociais, cultura, pesquisa e
outras frentes de atuação, garantindo pluralidade e diversidade no debate. >> Os três, a Laura, o outro, o vice e o Lula. Tá bom. Pera aí, perfeitamente. Presidente. Vice-presidente, dá para refazer a for, gente? Mônica do presidente. No fíx mulher junto. O conselhão é organizado atualmente em Cinco comissões temáticas e apoiado por grupos de trabalho específicos. Atua na formulação de propostas para impulsionar o desenvolvimento sustentável do país, reduzir as desigualdades e promover o crescimento econômico com inclusão social. O encontro é presidido pelo presidente Lula e reúne também o vice-presidente Geraldo Alkmin, ministros, conselheiros e representantes da
sociedade civil. A ideia é discutir propostas do governo Para o crescimento econômico sustentável e com inclusão social. Na plenária de hoje estão sendo apresentados os resultados dos trabalhos dos conselheiros no último semestre e um balanço das atividades do colegiado desde a sua reconstituição. Na parte da tarde, a reunião continua, tá? E haverá também um painel com autoridades e conselheiros para debater a agenda internacional. Vamos então dar prosseguimento para Apresentar as contribuições do conselhão ao mapa do caminho da COP 30. E representando a nossa juventude, nós convidamos ao palco o conselheiro Mateus Silva. Companheiras e companheiras,
senhoras e senhores, excelentíssimo presidente da República. Antes de tudo, nós à frente da Amazônia deste conselho, queremos saudar a professora Raimunda Monteiro, doutora da Amazônia, que assume a Secretaria Executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável. Falo como o jovem mais novo deste pleno, jovem extrativista da Amazônia, de um projeto de assentamento extrativista da reforma agrária às margens do rio Campompema no Nordeste paraense. Trago a voz de quem vive da floresta, das águas e da terra e acredito que o desenvolvimento só se faz quando promove dignidade para os povos e os seus territórios. Em 2023,
presidente, o GT Amazônia, instalado por este conselho, realizou um importante diagnóstico. Antes do reúne e da interiorização do ensino superior e tecnológico, a escassez de mão de obra qualificada era um dos obstáculos para o desenvolvimento na Amazônia. Com a expansão das universidades institutos federais, milhares de jovens, agricultores familiares dos campos, das águas, das florestas, mulheres, passaram a se formar na graduação e na pós-graduação. Porém, muitos desses profissionais ainda encontram desafios para contribuir diretamente nas soluções paraos seus territórios. Diante disso, o GT Amazônia apresentou propostas que já começaram a gerar resultados concretos. Uma delas se materializou
no edital redes de pesquisa e desenvolvimento na Amazônia Legal, lançado pela CAPS em parceria com as fundações de Amparo a Pesquisa. O edital prevê um investimento global de mais de 114 milhões, podendo destinar até 3,19 Milhões por projetos, contemplando bolsas de mestrado, doutorado, pós-doutorado, professor visitante, iniciação científica, extensão. Trata-se de investimento estratégico para ampliar a presença de pesquisadores da Amazônia. na Amazônia e fortalecer respostas para desafios como saneamento, energia, gestão de águas, soluções produtivas e reflorestamento. Outra iniciativa fundamental é o programa de apoio à fixação de doutores No Brasil. São 624 milhões investidos pelo CNPq,
somado a 133,9 milhões da CAPS, oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Com a participação das fundações estaduais de pesquisa que aportarão mais de 400 milhões, o programa alcançará 1,2 bilhão investimentos ao longo de 4 anos, fortalecendo a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento de economias sustentáveis na Amazônia. Também Destacamos a contribuição da Comissão de Meio Ambiente, Mudança Climática e Desenvolvimento Sustentável e a Comissão de Assuntos Econômicos na construção do mapa do caminho global vinculado à COP 30 e as NDC do Brasil. um esforço voltado a desmatamento zero, a transição para uma economia
menos dependente dos combustíveis fósseis e fortalecimento do financiamento climático, estratégias de descarbonização. Presidente, ministros, ministras, Conselheiros e conselheiras e demais autoridades. Estes avanços demonstram que o diálogo entre o governo, academia, setor produtivo, moves sociais, povos extrativistas, indígenas, quilombolas e povos e comunidades tradicionais, agricultores familiares e sociedade civil organizadas geram resultados concretos. Eles mostram também que este conselho tem sido capaz de transformar conhecimento, participação social e sustentabilidade em políticas públicas. Sabemos reconhecer os nossos avanços e eles só acontecem porque temos os nossos aqui contribuindo para a construção dessas políticas públicas, mas também sabemos que precisamos avançar
muito mais, especialmente na cessa terra e a crédito com o PRONAF, ainda muito distante dos nossos territórios. Por isso, precisamos avançar de forma urgente na implementação da reforma agrária, ecológica e coletiva, como nos apontou o Chico Mendes, garantindo Terra, produção e dignidade para quem vive e trabalha dos territórios e ainda avançar na consolidação, fortalecimento de uma proposta do Sistema Único de Assistências Técnicas, Extensão Rural, capaz de assegurar acampanhamento permanente, fortalecimento produtivo, geração de renda e sustentabilidade para populações extrativistas, agricultores familiares, assentad Estados da reforma agrária, ribeirinhos, quilombolas, povos tradicionais, em especial presidentes, Juventudes e mulheres
destes segmentos. Acreditamos que este conselho, neste governo que é democrático e participativo, tem todas as condições para ser a bússola desta construção, porque fortalecer a Amazônia é fortalecer o Brasil e não haverá desenvolvimento sustentável, sucessão rural, justiça social e um futuro para este país sem os povos que vivem, cuidam e protegem dos seus territórios todos os dias. Muito obrigado. Queremos entregar o caderno de propostas do mapa do caminho deste conselho ao presidente da República. Ah, é >> Kelena. Nós seguimos acompanhando a primeira reunião plenária deste ano do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência
da República. Estão sendo apresentados resultados dos trabalhos dos conselheiros no último semestre e um balanço dos trabalhos do Colegiado desde a sua reconstituição. O último a falar foi Mateus Silva, do Conselho Nacional das Populações Extrativistas, que entregou um caderno com propostas para o presidente Lula. Na parte da tarde haverá um painel com autoridades e conselheiros para debater a agenda internacional. Jovem tem apenas 20 anos. Dando sequência, convidamos o conselheiro Márcio Lopes de Freitas para o palco para lançar a plataforma Emprega COP. Muito boa tarde, caríssimo presidente Lula. É um prazer estar falando com o senhor.
A primeira dama Janja, meus cumprimentos ao vice-presidente Geraldo Alkm, nosso amigo cooperativista. Meus cumprimentos. Eu cumprimento o ministro Mauro. Em seu nome, ministro, tomo a liberdade de cumprimentar todo o corpo do ministério. Eu cumprimento Isaque e a Mônica, em Nome deles cumprimento a cada um dos meus companheiros conselheiros. Em nome do ministro Guimarães Guimarães, tomo a liberdade de cumprimentar você como deputado, todos os parlamentares que estão aqui presentes. Senhor presidente, entre as ações propostas por este conselho, na esteira que o Mateus nos deixou aqui, o GT da Amazônia, vem gerando boas propostas. Eu acho que
embalado pela COP 30 e pelo ânimo, ele Vem gerando boas propostas. Entre as propostas é uma preocupação meio na esteira do que o Mateus falou. A iniciativa pelo fortalecimento e o desenvolvimento regional, a valorização de gente de capital humano, formando a Amazônia uma plataforma de empregabilidade, é, desde políticas adotadas anteriormente, a interiorização, foi discutido, foi falado aqui do ensino, se tornou uma realidade no Brasil inteiro, inclusive Na Amazônia. Ao mesmo tempo, o cooperativismo de crédito, que o senhor me ajudou muito lá no seu primeiro mandato, tomou força, se espalhou pelo Brasil. Hoje, presidente, eu estou
com 6 postativas. Somos membros da Febraban, os nossos bancos cooperativos. Mas eu estou em 612 cidades aonde o único posto de atendimento é da cooperativa. E nós temos um problema, presidente. Os jovens se formam lá na faculdade que foi instituída, no Instituto Federal, mas tem baixa empregabilidade, não tem aonde ter emprego. A cooperativa quer se instalar lá, mas precisa de gente capacitada. capacitado em cooperativismo, porque cooperativo é um negócio diferente. Então ela precisa ser capacitada. Que que nós fizemos gerado na ideia aqui Desse conselho, nós criamos uma plataforma que aproxima isso, que junta o interesse
das cooperativas que querem expandir como agente financeiro local. e os jovens egressos dessas universidades, dos institutos que precisam de emprego. Mas não bastava a gente fazer só uma plataforma de emprego. Seria muito simples, desculpe. Se evoluir um pouco e usamos a inteligência artificial e casamos uma capacitação prévia num trabalho que a OCB já tem. chama capacita COP. O capacita cópia, eu disponibilizo 250 cursos e os jovens egressos dessas universidade pode trilhar esses cursos, presidente. Com isso, ele se capacita, Melhora seu conhecimento cooperativista e técnico e já é gabaritado, já é ranqueado na hora do recrutamento
na cooperativa dele tá fazendo o curso. Então, presidente, nós estamos lançando isso. tem o apoio fundamental deste conselho, iniciativa do sistema cooperativista brasileiro, sistema OCD, o BNDS, parceiraço, especialmente um desafio que me foi Feito pelo presidente do BNDS, é uma uma posição que nós temos o envolvimento e o compromisso do MEC nesse processo E queremos que isso seja só ponta de lança. Vamos começar na Amazônia legal, que é mais urgente, mas eu quero que isso seja feito pro Brasil inteiro, em cada uma das cooperativas que nós temos no Brasil, não só na área financeira, sejem
e criem essas plataformas de Empregabilidade. Hoje nós geramos 550.000 empregos diretos nas cooperativas. Nossa previsão que dentro da década nós vamos precisar de 1 milhão de colaboradores. Eu preciso preparar essa gente. Então, tá aí lançada a ideia, presidente. A plataforma entra no ar dia primeiro de julho. É concreto, é real. E nós queremos e achamos que com isso nós vamos ajudar a vida de muita gente Que tá saindo do curso, tá saindo da faculdade e que precisa disso e vai ajudar a cooperativa e vai ter gente preparada para assumir essa gestão. Era isso que eu
queria apresentar para vocês. Muito. Ah, tem um filme que fizeram para isso. Muito obrigado, presidente. >> Olá, eu acabei de me formar, estou procurando emprego. Como você pode me ajudar? Perfeito. Vi também no seu currículo que você tem experiência como Estagiário de atendimento e vendedor externo. >> Eu trabalhava com CRM e outros sistemas e também com planilha. >> CRM e outros sistemas e planilhas. E você fala algum outro idioma além do português? >> Eu tenho inglês básico. Eu acho que é isso pra nossa entrevista. Acho que a gente já pode ir pro final. >> Pelo
que conversamos, vejo que focar em habilidades de negociação e CRM pode te Abrir mais portas. As trilhas do Capacita COP nessas áreas ficam no seu perfil. Você decide se faz. Seu perfil tá montado e você já vai ver na tela algumas vagas que combinam com você. Boa sorte na jornada. E nós vamos falar sobre futuro, não futuro distante, o futuro que nós já estamos construindo para compartilhar visões sobre desenvolvimento econômico, social, democracia e soberania. Nós convidamos o conselheiro Fernando Guimarães. tempo que eu tenho marcado. >> Senhor presidente Luís Inácio Lula da Silva, senhoras e senhores,
eu sou coordenador do Direito já, Fórum pela Democracia e eu inicio com uma com uma pergunta que atravessa histórico. Durante séculos, a humanidade ela se organizou em torno de uma questão. O que pode ser feito? Os limites sempre foram físicos, técnicos, materiais. E hoje, pela primeira vez, essa pergunta, ela tá prestes a ser respondida de uma forma que nos tirará o fôlego. Quase tudo será possível. A inteligência artificial avançada, ela já é uma realidade em aceleração. E quando tudo é possível, a única pergunta que realmente importa é de natureza ética e política. O que deve
ser feito? E essa pergunta, ela não se delega a algoritmos, aos corredores do mercado, não se delega a gabinetes herméticos de governos que confundem autoridade com autoritarismo. Essa pergunta, ela exige democracia, participação, escuta. Ela exige, presidente, o que esse conselho representa. Quando a resposta se constrói aqui com trabalhadores, com empresários, com Artistas, com cientistas, ela deixa de ser um projeto técnico, ela passa a ser um pacto. E os pactos, ao invés deles serem engavetados, eles são eles são aquilo que tem que ser cumprido, porque ele foi estabelecido pelo conjunto da sociedade. Por isso, presidente Lula,
eu quero dizer que recriar esse conselho foi uma das decisões mais significativas do seu governo. O que distingue um governo Democrático não é apenas o que decide, é como decide. É a disposição de ouvir, de dialogar e pactuar com aqueles em nome de quem governa. Convocar cada um de nós foi um ato civilizatório, porque esse governo mostrou que ele constrói com a sociedade brasileira e não sob a sociedade sobre a sociedade brasileira. Mas, presidente, ainda há quem insista numa narrativa de uma polarização simétrica nesse país, como se nós que praticamos a constante defesa do estado
democrático de direito pudéssemos ser equiparados com os artífices do golpe, contra aqueles que com aqueles que tramaram contra as instituições, contra a soberania popular, contra a vontade do povo, como se democratas e golpistas fôssemos a mesma moeda, não somos. Esse conselho é a prova mais eloquente Dessa diferença. Me permito aqui uma uma lembrança. Naquele 8 de janeiro, entre os escombros do palácio, foi encontrada uma tela, as mulatas de de cavalcante. Ela foi rasgada por sete lâminas, por com ela foi rasgada sete vezes por uma lâmina. E quando ela foi restaurada, se manteve na parte de
trás dela essas cicatrizes, porque a história não pode ser Esquecida. Essa mesma mão que rasga a tela é a mão que silenciou esse conselho. É a mão que silencia e censura a educação que silencia um povo. Aquilo não foi vandalismo, aquilo foi método. Já esse governo, ele ouviu, convocou, pactuou. O governo anterior nos calou a todos. Calou os trabalhadores, calou os empresários, Calou aqui os mais progressistas e calou também os mais conservadores. Ele esvaziou a democracia por método e com a frieza de quem sabia exatamente o que estava destruindo. A diferença entre nós e eles
não é de grau, é uma diferença de natureza. E é por isso que nós chegamos agora, presidente, a uma questão que me parece inadiável, a institucionalização permanente desse conselho à luz das Melhores experiências internacionais. O que vivemos entre 19 e 22 nos ensinou que espaços tão fundamentais paraa democracia não pode depender da generosidade do governo de plantão. Nós precisamos garantir que o CDS tem amparo constitucional. para ficar fora do alcance de qualquer governo que não compartilhe o compromisso democrático. A verdadeira soberania popular, ela se realiza no no controle permanente na participação direta da sociedade sobre
o Planejamento do Estado. Institucionalizar esse conselho é um ato de constitucionalismo vivo. É garantir que o destino estratégico desse país não mude ao sabor dos ventos. Democracia que não se protege se perde, mas a a que também não entrega resultados pro povo também se perde. Direitos civis são vazios sem direitos econômicos, sociais e culturais reais. E aqui que o senhor presidente se distingue No compromisso de uma democracia substantiva, a que devolve o emprego salário mínimo que volta a crescer acima da inflação, a que põe vacina no braço das crianças e amplia a educação em tempo
integral, a que faz a transição ecológica sem deixar ninguém para trás. uma democracia que serve ao povo e não apenas o representa. E é a partir dessa democracia que o senhor nos inspira, que esse conselho, nós conselheiros, pactuamos as bases de Políticas de estado, políticas que precisam sobreviver a mandatos, atravessar gerações e orientar o Brasil além do tempo imediato da política. é o que distingue um governo que apenas administra o presente e aquele que tem responsabilidade com o futuro. A entrega dos pilares de projeto de nação ao senhor no nosso último pleno foi um marco,
porque representa uma sociedade que se recusa a ser conduzida e sim uma sociedade que conduz o próprio destino. Particular reindustrialização, inovação, transição ecológica, pilares que se traduzem em ações concretas, em diálogo com a Nova Indústria Brasil, com a Estratégia Brasil 2050, expressam uma convicção. O futuro não é algo que simplesmente acontece, é algo que se escolhe. E para que essas escolhas se sustentem no tempo, precisamos de uma reforma política que tornem os partidos programáticos, Responsáveis e conectados com a sociedade, capazes de produzir um Congresso Nacional tão plural e diverso como é esse conselho. Sem isso,
nenhum projeto de longo prazo se sustenta. A democracia não é um favor, presidente. Ela é um valor permanente como o ar que se respira. E não se deve agradecer pelo ar que se respira. Mas quando se recorda que o teu governo no oitavo dia enfrentou a mais grave ameaça de ruptura institucional da nossa História recente e que foi a firmeza das instituições, a União Nacional que preservaram a democracia brasileira, torna-se impossível não reconhecer o peso histórico do momento que vivemos, do quais não somos apenas testemunhas. Por isso, eu quero fazer uma exceção à regra, não
por cortesia, presidente, mas por justiça. Em nome de todos os conselheiros e conselheiras, agradeço ao presidente Lula por Reafirmar que democracia se faz com um povo, que se faz com resiliência e coragem. Agradeço ao vice-presidente Geraldo Alkim pelas pontes imprescindíveis que esse país precisava. Agradeço ao ministro José Guimarães e aos seus pares a secretária executiva Raimunda Monteiro, em nome de quem também agradeço aos seus antecessores e toda a sua competente equipe técnica e especialmente a cada conselheiro e Conselheiro que representa aqui a pluralidade desse Brasil real. Por fim, eu quero dizer que a pergunta que
nos guiou, que é o que deve ser feito, a resposta esse conselho construiu com divergência honesta nos debates, com convergência responsável num diálogo generoso e ele pertence a uma sociedade que ela decidiu pensar o seu próprio futuro. Enquanto isso ocorrer, nenhum regime autoritário, nenhuma, nenhum viés autocrático passará Por cima do povo brasileiro. Presidente, esse pleno, esse trabalho que o senhor vem desenvolvendo, ele não é um encerramento, ele representa um recomeço pro povo brasileiro, pro Brasil. Muito obrigado, presidente Lula. Nós vamos pedir mais um pouquinho de paciência, tá dentro da questão de ordem levantada pelo presidente
Lula. Nós vamos ouvir por 3 minutos com a Compreensão da Laura e do >> Tá aí o >> Marcel. >> Marcel, os dois falam, tá certo? desse último tema e em seguida o vice-presidente, presidente o Lula já está foi a questão de ordem levantada por Vossa Excelência que o plenário aceitou. Então, não é isso? Então, os dois falam e depois o vice-presidente, o presidente Lula encerra, pode ser assim. Tá bom. >> É isso. Então, no modo, quem sabe faz ao vivo express, né, presidente? Vamos ouvir a conselheira Carvalho. >> Bom dia a todos. Eh, agradeço,
presidente Lula, por proteger meu tempo de fala. Vou tentar ficar nos 3 minutos para não atrapalhar ainda mais o andamento. Cumprimento a a o vice-presidente, presidente, todos os ministros e conselheiros. Eh, eu também no improviso mudei aqui, ia ser um painel à tarde sobre um tema, vou falar De outro, mas que nos 3 minutos eu queria eh usá-los para eh um pouco nos dar uma perspectiva desse novo ciclo de prosperidade econômica que a gente tem que dar sequência eh pelos próximos anos no país, oferecendo um pouco uma visão de futuro. Eu acho que a gente
tem olhado para esses dados, né? Toda hora sai um dado de percepção da economia que tá ruim. A aprovação do governo eh às vezes não em linha com os resultados sólidos, macroeconômicos de crescimento De PIB acima das projeções. Tudo que o Dario, ministro Dario, trouxe aqui mais cedo, né? E a gente tende a ficar um pouco, ah, então macroeconomia não importa, então só o que importa é eh eh, enfim, a rede eh de comunicação eh da extrema direita, ela ela tá minando todo o esforço e a gente fica um pouco perdido tentando encontrar as soluções
de curto prazo. E eu queria que a gente eh um pouco parasse para olhar pro que de fato as Pessoas estão sentindo e como precisamos continuar avançando e acelerar a agenda que tá em curso para entregar ainda mais e não achar que economia não importa, que macroeconomia não importa. Porque se a economia tivesse indo mal, se tivemos num tivéssemos num período de crise econômica, os mais vulneráveis estariam sentindo isso. Os entregadores de aplicativo que t seu sua renda definida por um algoritmo de oferta e demanda, seriam os primeiros a sentir o impacto De uma economia
que vai mal. Então, nós não podemos abrir mão de pensar em crescimento econômico, em prosperidade, mas isso não significa que é suficiente. Então, quero apontar quatro coisas aqui pra gente prestar atenção na hora que a gente faz a agenda pros próximos 4, 5 anos, né? Primeira é é que as as pessoas estão crescendo sua renda, mas elas estão sob uma base muito deprimida. Nós passamos 10 anos em crise e estagnação. Isso é não é pouco, né? E as pessoas têm A memória de uma ascensão social que elas tiveram nos anos 2000, no primeiro governo Lula,
no segundo governo Lula, quando era muito clara a a a inclusão, a nova classe média surgia, as pessoas eh tinham essa experiência de melhora concreta, então elas não estão só comparando com o que aconteceu agora no governo Bolsonaro, no no período de desastre social econômico que tivemos da última década. Elas estão com a esperança e a expectativa de verem suas Aspirações concretizadas. E essas aspirações elas também mudaram, não são as mesmas lá de trás. Não basta você combater a pobreza com benefícios sociais. Isso é é o primeiro passo. As pessoas querem mais. Não é mais
só comprar a geladeira, só viajar de avião pela primeira vez. Elas também querem serviços públicos que entreguem. Elas querem mais tempo com suas famílias, como a aprovação da 6x1 mostro. elas querem menos tempo no transporte Público, que aliás é a agenda, eh, eu diria que a segundo passo da agenda da 6x1 do tempo com a família, é a agenda da mobilidade. As pessoas passam horas no transporte para chegar no trabalho. Elas querem eh empregos que condizem com a educação delas, né? foi trazido aqui. Nós educamos pessoas, expandimos o os diplomas de nível superior e as
pessoas que têm esses diplomas não têm encontrado vagas de trabalho que condizem com a sua qualificação. Isso é Frustrante. Elas são filhas de uma geração que não tinha educação, agora elas têm e elas não têm os empregos que condizem com esse nível. Isso é uma fonte de frustração. Então, nós temos não que abandonar ou ficar mudando cada hora, tentando uma coisa. Nós precisamos aprofundar crescimento econômico com distribuição de renda, com estrutura produtiva que absorva as pessoas escolarizadas, eh, e, eh, com isso trazer uma experiência de mobilidade Social que, assim como a dos anos 2000, esteja
estampada nas revistas internacional, internacionais no mundo inteiro, eh, eh, para que o Brasil também volte a ser esse exemplo num mundo que é mais restrito com menos possibilidade do que era o mundo de 20 anos, né, com toda essa volatilidade geopolítica, tudo que temos vivido, mas ainda assim encontrando os espaços para entregar e e ter essa percepção das pessoas de que as coisas Melhoraram. Então, é um pouco essa mensagem aqui. Eh, não de colegas que estão nos ministérios, que estão no governo, vamos seguir adiante, não vamos eh eh se desanimar eh com cada semana um
indicador, porque eh a entrega está vindo, mas precisamos de mais tempo para entregar mais. É isso. Obrigado, Muito bem, vamos então para o último conselheiro a discursar. Faiama. Boa tarde todas, todos conselheiros, Conselheiras, autoridades. Na figura do presidente Lula por a todos. Eh, aqui na arte do improviso e mudança de agenda, eu só queria nessa distância que nos separa da fala do presidente, o almoço, e eu sou a fala incômada nesse momento, mas eu queria só deixar três mensagens, presidente, vice-presidente, ministros. A primeira é que sob a administração do presidente Lula, o Brasil voltou ao
cenário internacional e voltou ao cenário internacional para liderar. E a Segunda mensagem que eu queria deixar é que nessa liderança o Brasil conduziu um novo jeito de fazer multilateralismo. O multilateralismo, como a gente conhece, acabou. e com a liderança do Brasil no G20, nos bricks, na Copa 30, num mundo dividido, numa nova ordem mundial, o multilateralismo com a liderança do Brasil está em redefinição. E nessa agenda eu acabei de ter uma oportunidade, presidente, vice-presidente, fazer uma imersão na China que desconstrói crenças. Voltei de Beijim com a com crenças desconstruídas e com encantado com o plano
de civilização ecológica em que é parte do 15º plano quinquenal daquele país. Mas quando eu olho pro Brasil, nós não temos a civilização ecológica. Nós temos o plano de transformação ecológica e que deu a base para programas como Ecoinvest, por exemplo, que para cada eh dinheiro captado público pode mobilizar quatro dinheiros privados, comerciais. Nós temos o VIP, né, o Brasil Investment Platform, nós temos o TFF, nós estamos mostrando pro mundo, presidente, vice-presidente, ministros, conselheiros, uma nova forma de mobilizar capital para financiar essa transição. E a gente pode inspirar o mundo e nos tornar protagonistas globais.
Só que para concluir, presidente, o que que a gente precisa para isso? Aqui nesse conselho, nós apresentamos o estudo Brasil, que o Brasil quer ser, conduzido por diversos conselheiros e mais de 3.000 eh lideranças da sociedade civil. E nesse estudo a gente aprendeu que a gente precisa e a gente pode ser mais do que o amigo de fim de semana, a gente pode ser o parceiro de segunda-feira do planeta. E para isso a gente precisa superar mazelas do nosso país. Num país em que até o passado é incerto. A gente ainda reflete se houve ditadura
nesse país. Mas esse estudo também mostrou que a Gente tem duas singularidades para oferecer nesse protagonismo global. A nossa sóciobiodiversidade e ministro Mauro Xavier, a nossa capacidade idealógica. O Itamarati é a grande referência. Então isso é o que nós precisamos oferecer, entregar o que o mundo precisa. E nós precisamos também, presidente, redefinir mapas, não só o mapa do caminho, como a gente entregou aqui há pouco, mas novos mapas que identificam e Descobrem novas terras. O PIB é importante, mas é insuficiente. A gente precisa eh de novos mapas como o índice de prosperidade que esse conselho
tá trabalhando e que pode fazer o Brasil ser o primeiro país do sul global a implementar um índice complementar ao PIB, que não só mensura o desenvolvimento econômico, mas harmonizado com bem-estar social e limites planetários. Isso seria extremamente inovador, presidente. Nós Já estamos trabalhando com IBGE, com IPEA nesse projeto e começamos com no gabinete do vice-presidente esse trabalho há alguns anos. Isso seria pioneiro. E para concluir, o que que é pioneiro desse país nesse protagonismo global? É essa participação social. Esse conselho é o motor de uma democracia viva e participativa. Nós temos que assegurar esse
espaço porque é ele que traz resiliência, responsividade e inovação para as políticas públicas. Como que nós estamos trabalhando e entregando para paraa sua administração. Presidente, conte conosco. Esse é o Brasil lá fora e aqui dentro que a gente precisa, uma democracia eh justa de eh democrática e sobretudo soberana eh para um outro mundo, outro Brasil possível. Obrigado. >> Bom, e agora nós vamos encerrar com as falas do vice-presidente da República e do presidente Lula. eh pedir compreensão dos conselheiros e conselheiras que nem Todos puderam usar o tempo e naquilo que estava programado. A gente pede
desculpas e termino aqui dizendo uma palavra para vocês. Muito obrigado em nome da SRI a presença das conselheiras, dos conselheiros e uma salva de palma para vocês por encerramento. Então vamos lá, vamos ouvir o nosso vice-presidente da República, Geraldo Alque, presidente Lula, nossos ministros Zé Guimarães e Mauro Vieira, Raimunda Monteiro, conselheiro Mônica Veloso, conselheiro Isaac Sid, conselheiras e conselheiros, como eu tenho 3 minutos, eu vou fazer três reflexões. A primeira reflexão, me permitam, sobre o agro. Eh, o presidente Lula tirou o Brasil do mapa da fome. 23 milhões de pessoas saíram do mapa da fome.
Ao mesmo tempo, nós, o ano passado, batemos recorde de exportação agrícola, 169 bilhões de dólares, e ao mesmo tempo batemos recorde da queda de desmatamento, de proteção ambiental. Isso mostra que as coisas não são antagônicas, mas que podemos ter sinergia. Governo presidente Lula tá dando um grande exemplo de que é possível, não há antagonismo, é possível tirar 23 milhões de pessoas do mapa da fome, ao mesmo tempo bater Recorde de exportação de alimentos. Brasil é o maior exportador de alimentos do mundo e preservar o meio ambiente e preservar as florestas. Um segundo, uma segunda reflexão.
Nós falamos do agro, uma palavra, Márcio Elias Rosa, da nova indústria Brasil. O Brasil tá crescendo. Nós tivemos o fechamento da Ford, para dar um exemplo da indústria automotiva, o fechamento da Ford na Bahia, o fechamento da Mercedes-Benz na sua Fábrica em São Paulo, o fechamento da Troller no Ceará, onde era a Ford, está a BID, um dos maiores investimentos no país. Onde era em Iracemápolis a Mercedes-Benz está GW GWM, um dos maiores investimentos do país, onde era troller no Ceará, o Polo Automotivo com a liderança da General Motors e 190 bilhões de investimento. Todas
estão investindo, todas. Todas. Uma Terceira e última reflexão. No mundo que nós temos duas guerras simultâneas, fora os conflitos espalhados pelo mundo inteiro. O Brasil, presidente Lula, sobre a sua liderança, reafirma e afirma soberania. E para nós, soberania não é confronto estéril, é diálogo e resiliência. Para nós, soberania não é isolacionismo, mas é integração ao mundo, fortalecimento do multilateralismo. Para nós, soberania não é protecionismo, mas é abrir mercado, fazer acordos comerciais. Como o presidente Lula liderou, Mercosul Singapura, Mercosul EFTA, os países de maior renda per capita do mundo, Mercosul União Europeia, o maior acordo entre
blocos do mundo. Eu acho que o Brasil, num momento de dificuldade mostra bom caminho pra gente não ir para antagonismo, mas nos unirmos naquilo que é mais importante. Como dizia Dr. A obra prima do estado é a felicidade das pessoas. Parabéns, conselhão. Parabéns, presidente Lula. Agora sim a gente vai pro nosso momento final dessa manhã. Já é início de tarde, eu não posso deixar de aproveitar que tem duas jornalistas aqui diante do presidente da República e a imprensa que tá esperando aí manhã inteira. Já vamos adiantar uma pergunta para poder acalmar todo mundo. A gente
sabe que tá todo mundo de olho aí no cenário Internacional. Então a gente tem uma pergunta, presidente. Qual o seu palpite pro jogo de sábado Brasil e Marrocos? >> Qual o seu palpite pro jogo, presidente? Vou falar daqui mesmo, só 3 minutos também. Alguém não, é o seguinte, eu não posso falar mesmo porque eu tenho uma teleconferência com a presidenta do México e telefonem internacional tem horário marcado e eu vou ter que montar ainda lá no Palácio do Planal para fazer Essa conversa com ela. Mas eu só queria primeiro agradecer a vocês, agradecer a dedicação
de cada mulher, de cada homem que assumiram a responsabilidade de participar desse conselho, de preparar propostas para ajudar o governo a fazer coisas diferentes, a fazer coisas apresentadas pela sociedade civil. Nem sempre é possível colocar, porque muitas vezes as coisas que Parecem simples são as mais difíceis, porque são aquelas que atendem a parte da sociedade que nunca foi atendida. E vocês sabem que a tender, a sociedade que durante século foi tratada como invisível, embora custe muito pouco do ponto de vista financeiro, é muito difícil do ponto de vista da compreensão política de que essa gente
também são cidadãs e cidadãos brasileiros que merecem comer uma fatia do bolo que nós produzimos. Mas eu acho que eu queria fazer da fala de todo mundo aqui a minha fala e dizer para vocês que eu tô muito, mas muito agradecido com as coisas que estão acontecendo no Brasil. Eu só quero que um dia a gente esteja com esse país tão preparado que as pessoas não precisam votar, sabe, numa pessoa pela pessoa, que as pessoas vote, sabe, num projeto político, um projeto que seja construído a muitas mãos, um projeto que possa ser Fiscalizado por muitas
mãos, porque nós estamos vivendo um momento, querida Laura, muito delicado na política E na humanidade a narrativa e o argumento não vale mais nada. Não vale mais nada. O que vale é a rapidez da mentira nas redes digitais. é o que vale e tanto pra direita quanto pra esquerda é uma disputa simplesmente do quanto mais curto melhor e do quanto menos explicar melhor. Eu acho que o Mundo só vai ser civilizado quando a gente votar a ter por conta de que é o argumento, é a narrativa das coisas que pode convencer a seriedade de alguém
que disputa um cargo, seja sabe em qualquer lugar. E nós não estamos vivendo esse momento. Agora mesmo no México, está acontecendo um pouco daquilo que aconteceu aqui em 2013. Todo mundo tá lembrado de que uma simples reivindicação de 20 centavos de Aumento do transporte foi o pretexto para que a extrema direita tomasse conta das ruas utilizando o verde amarelo. Todo mundo sabe que 20 centavos não causaria nenhuma revolução em lugar nenhum do mundo, nem da própria empresa de ônibus que estava pedindo aumento. é que a partir daquele movimento inventaram o Black Boy e fez uma
quebradeira em São Paulo e a partir dali a extrema direita tirou, sabe, proveito e fez o impeachment da Dilma. E aí vocês Conhecem o resultado, elegeu até um presidente da República. Então a minha conversa com a Cláudia é porque eu acho que isso está acontecendo no México agora, sabe? E eu às vezes acho que tem o dedo de alguém que talvez nem seja mexicano, tá? Então, nós precisamos ficar muito atento sobre essas questões. A economia do Brasil tá correta. Obviamente que eu gostaria de crescer 10%. Mas o importante não é o quanto você vai Crescer.
O importante é se o que você crescer é distribuído, porque esse país já cresceu 14% ao ano e não distribuiu. Então, o que é importante é que aos poucos a gente vai colocando a parte mais sensível e mais pobre da população dentro do orçamento do país, levando a sério a educação, levando a sério a saúde, levando a sério, sabe, a a legalização de terras indígenas, levando a sério a questão de de de de demarcar, sabe, as zonas que nós Precisamos demarcar, tanto no oceano quanto nas florestas. levando a sério a questão dos quilombola. Só para
vocês terem ideia, com a entrega que nós vamos fazer para as mulheres quilombolas, acho que amanhã, acho que amanhã, sabe, nós estaremos entregandoos em 3 anos e 4 meses 48% de tudo que é terra quilombola registrada nesse país em apenas 3 anos e meio. E obviamente, e obviamente que cada reserva florestal que a gente faz, cada terra indígena que a gente legaliza, cada benefício que você dá para um pobre, aqueles que estavam acostumado que o país fosse só deles, ficam irritados, ficam irritados de vez em quando. Faria Lima escreve nos jornais, sempre no jornal Valor,
porque é o porta-voz, sabe de que se a gente tiver um déficit de 0,2% vai cair o mundo, sabe? Déficit de 0, 20%, déficit de de 0 15%. Enquanto nos Estados Unidos a dívida pública externa dele, sabe, é de 120% do PIB. na Itália é quase 200, no Japão é quase 300, ou seja, e abíquemos por conta disso. E muitas vezes não se preocupam com o avanço que a sociedade brasileira tá tendo. Eu digo para meus ministros uma frase que é o seguinte: nesse país a gente nunca conseguiu avançar. O que precisava avançar porque existe
uma palavra, uma desgraça de uma Palavra chamado gasto. Tudo que a gente quer fazer pro pobre aparece. Não, isso gasta muito. Isso gasta muito. Investir na na alfabetização gasta muito. Investir na universidade gasta muito. Investir em Instituto Federal gasta muito. Investir no se das contas. As pessoas nunca pararam para discutar e fazer a grande de pergunta. Quanto custou não fazer a das coisas sérias do tempo que você deveria fazer? Quanto custou? Esse é o desafio. É, esse é o desafio que a sociedade brasileira tem que responder. Ou seja, nós vamos ficar discutindo quanto custa e
não discutir o quanto custou não fazer. Quanto que o Brasil perdeu não alfabetizar o povo na década 50 quando começou o êxo rural. Quanto que o Brasil perdeu por não ter feito a reforma Gaia na década de 50, quando foi feito inclusive no Japão? Quanto que o Brasil perdeu de não Investir em ciência de tecnologia na hora certa e investir na saúde na hora certa? Então é esse é esse culto que nós temos que ver. Aliás, eu falei agora pro nosso querido Clemente, eu falei o seguinte e a culta aqui tá falando: "É preciso que
vocês me apresentem o estudo urgente do que ganha um trabalhador americano, porque essa última imputação de taxa que eles colocaram para nós, nós não temos o direito de aceitar por dignidade e respeito ao que nós fazemos. Aqui pros trabalhadores brasileiros. Eu quero saber quais são quais são os direitos que os trabalhadores americanos têm para vir um tal de diretor financeiro das contas impor multa, gente. Impou multa por conta do desmatamento. Será que ele não percebe que eles já tão careca e que nós ainda estamos como um jogador cortando só um pedacinho aqui do lado? Será
que não se dão conta de que nós Nesses 3 anos e meio diminuímos o desmatamento em todos os biomas brasileiros? Será que não estão certo? Então, gente, é o seguinte, é o seguinte. Eu acho que esse conselho é o retrato do que pode significar a democracia nesse país. Não basta votar, é preciso votar, fazer e controlar. Eu vou aproveitar para terminar fazendo uma consulta a vocês para vocês se transformarem num conselho deliberativo. Eu faz 10 dias, eu vou contar uma coisa aqui, ã, deveria contar, mas eu vou contar. E faz 10 dias que o ministro
da justiça me apresenta um estudo para colocar em prática uma coisa chamada telefone seguro. Nós temos o cadastro com endereço e o chassi do celular de 2 milhões e meio de celulares roubados. Nós não sabemos quem roubou, mas sabemos que os telefones foram roubados porque Nós temos um número de telefone e eu ia passar uma mensagem, eu ia apertar um botãozinho e passar a mensagem dizendo que todos 2 milhões e meio de pessoas que estão com celular roubado tem que devolver. precisa devolver, porque ele pode estar cometendo um delito e se ele for pego, ele
pode sofrer uma punição desnecessária. Eu sei que rico não compra telefone roubado, Mas eu sei que os pobres compram. Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata? Todo mundo gosta ou mais barata? Entretanto, essa inquietação econômica de quem tá com telefone roubado mexeu com a minha cabeça. Mas eu não posso ficar com essa dúvida, porque o telefone seguro vai deixar 200 milhões de brasileiros tranquilo de que ele não vai ter mais o seu celular roubado. Então eu estou disposto. Hoje eu convoquei uma reunião com o ministro porque já era para ter convocado, eu
não convoquei. Eu vou efetivamente despachar o sinalzinho para quem tiver com o telefone roubado devolver, porque senão poderá ter consequências. A dúvida é que eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no correio. Porque devolver na delegacia as pessoas tm até medo porque não sabe o tipo de delegado que vai encontrar ou o tipo de Policial. Então vamos tentar se a gente vai no correio. Mas eu queria que vocês votassem. É uma votação, sabe? Com a mão levantada. É o seguinte, quem acha que eu tenho que fazer isso, independente dos 2 milhões e meio
que tem, sabe? Levante a mão. Quem acha que eu não tenho o que fazer, baixa a mão. Cadê? Vai ser, vai ser só você, cara. Só você. gente. É o seguinte. por maioria Absoluta, nós vamos divulgar a notícia que nós temos pro povo brasileiro, gente. Um abraço, que Deus abençoe vocês e até o próximo conselhão. Palpite para Brasil Marrocos. >> Olha, eu eu sinceramente o meu palpite é o meu. O Brasil vai ganhar. >> Bom, nós acompanhamos ao vivo. Vamos ver o palpite aqui do presidente pro jogo. >> 82. Já errei em 86, mas eu
quero que o Brasil ganhe, tá? Qu >> quero, quero que o Brasil ganhar de um De 60 a 0 já. Tá bom, mas eu acho que o Brasil vai ganhar, tá? Jetto abraço. >> Obrigada, presidente. >> Bom, agora sim, nós acompanhamos ao vivo a primeira reunião plenária de 2026 do conselhão, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República. O encontro presidido pelo presidente Lula reúne o governo e a sociedade civil para discutir propostas de políticas públicas. Na reunião de hoje, foram apresentados os resultados dos trabalhos dos conselheiros no último semestre e um
balanço das atividades do colegiado desde a sua reconstituição. Na parte da tarde, um painel reunirá autoridades e conselheiros para debater a agenda internacional. O conselhão assessora o presidente da República com estudos e recomendações em diversas áreas. Os integrantes são escolhidos pelo presidente conforme Trajetória, relevância e capacidade de contribuição. São representantes do setor produtivo, academia, movimentos sociais, cultura, pesquisa e outras frentes de atuação, garantindo pluralidade e diversidade no debate. O ministro da fazenda, Daril Durigan, disse que a economia brasileira está crescendo acima das projeções dos mercados interno e externo e que o resultado é com controle
de inflação. >> O Brasil tá crescendo muito mais do que Se esperava. todas as projeções, sejam do mercado interno, seja também dos órgãos internacionais, a gente tem superado todos os trimestres as expectativas de crescimento do país. Não foi diferente no primeiro trimestre de 2026, em que a gente cresceu 1.1%, com destaques importantes como o crescimento de 3.5% no nosso investimento, na nossa formação bruta de capital fixo em relação ao Trimestre anterior. foi o trimestre que mais cresceu em termos de investimento. Mas não só isso, o tema da inflação, que diz muito com o coração das
pessoas, com o custo de vida, e muitas vezes a inflação como uma variação na margem do preço agora recente, não reflete o custo que isso que os preços vão tendo com tempo, em especial desde a pandemia, a guerra da Ucrânia, agora como a nova guerra. Mas a inflação tá sob controle e é importante que a gente saiba disso e Não fantasie diferente. Nesse mandato do presidente Lula, nós vamos ter a menor taxa de inflação de um mandato presidencial da nossa história. Isso não é pouco, isso é muita coisa. O vice-presidente Geraldo Alkim falou que é
possível crescer economicamente e cuidar das pessoas ao mesmo tempo. >> 23 milhões de pessoas saíram do mapa da fome. Ao mesmo tempo, nós, o ano passado, batemos recorde de exportação agrícola, 169 bilhões de dólares. E ao mesmo tempo batemos recorde da queda de desmatamento, de proteção ambiental. Isso mostra que as coisas não são antagônicas, mas que podemos ter sinergia. >> Já o presidente Lula falou da dificuldade de atender as demandas da sociedade civil. A sociedade que durante século foi Tratada como invisível, embora custe muito pouco do ponto de vista financeiro, é muito difícil do ponto
de vista da compreensão política de que essa gente também são cidadãs e cidadãos brasileiros que merecem comer uma fatia do bolo que nós produzimos. O presidente também destacou aspectos que considera importantes. O que é importante é que aos poucos a gente vai colocando a parte mais sensível e mais pobre da população Dentro do orçamento do país, levando a sério a educação, levando a sério a saúde, levando a sério, sabe, a a legalização de terras indígenas, levando a sério a questão de de de demarcar, sabe, as zonas que nós vamos demarcar, tanto no oceano quanto nas
florestas. levando a sério a questão dos quilambola. >> E nós ficamos por aqui. A cobertura completa dessa reunião e de outras ações Do governo do Brasil você acompanha em nossos boletins durante a programação do canal GOV. Até a próxima. Tchau. Tchau. Esse adubo que é super fértil, ele é rico em milhões de de nutrientes e enfim. É, isso aqui era lixo.