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Aula emoções

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403,384 単語16m readGrade 10
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Claudia Cobêro
Olá, pessoal. Estamos aqui para mais uma aula, reta final aí. E hoje vamos falar de uma coisa bem legal, bem legal e mais gostosa, mais tranquila, mais suave, com menos informações.
Nós vamos falar sobre as emoções. As emoções. Hum, que será isso?
Vamos trabalhar diretamente com elas também. e vivemos ela, temos elas aqui a todo momento, experimentamos as emoções a todo momento, né? Então, vamos falar um pouquinho sobre os fundamentos, né?
A diferença entre a emoção e o sentimento, eh, as funções que elas exercem, né? Por isso elas existem, é porque elas têm uma função. E um pouquinho sobre a regulação.
Então eu posso dizer que a emoção, eu não vou me adentrar muito nesse conceito neurológico, porque vocês vão aprender bastante com o professor de anatomia. É claro que tem todo um sistema neurológico e isso tá muito ligado ao nosso sistema límbico. Vocês vão aprender, né?
Então, é uma reação dos nossos neurônios que é sim provocada por um estímulo psicológico e um estímulo físico, né? Então é algo dentro do nosso cérebro, é uma conexão neural que acontece dentro do nosso sistema límbico, que é dentro do lobo límbico, né? eh, e que ela acontece essa conexão neural partindo de estímulos externos que nós temos, sejam ele psicológicos ou físicos, tá?
Ah, então elas são reações a estímulos do mundo interno e externo. Eu posso dizer que as nossas emoções elas são automáticas, né? Eu não paro e vou dizer: "Nossa, agora eu vou sentir felicidade".
Ah, eu vou me programar aqui para sentir felicidade. Ah, eu vou agora me programar aqui para sentir tristeza. Vou me programar para sentir raiva.
Não é algo que a gente se programa, né? Por isso eu digo que ela é automática, rápidas e são universais. Universais quer dizer tristeza.
É tristeza para todo mundo. Não dá paraa tristeza para mim ser uma demonstração de choro e a tristeza para você ser motivo de riso, né? Então, por isso elas são universais.
Alegria é alegria para todo mundo. É a mesma linguagem. Todo mundo sabe o que é alegria.
E o que é alegria para mim? É alegria para você, né? E todo mundo sabe o que é tristeza.
Eh, e ela tem uma grande função. Estão relacionadas aí à nossa sobrevivência. e a nossa adaptação à situação e ao momento ali que nós estamos vivendo e passando.
Eh, vamos diferenciar um pouco então a questão da emoção, do sentimento e do humor. A emoção e o sentimento, eu fiz um quadrinho no slide seguinte que tá bem mais claro. Eu vou deixar para usar ele ali.
e lembrar que o nosso humor geralmente ele é mais prolongado. Ou seja, se eu tô de mau humor, esse ma meu mau humor não passa em um minuto. Normalmente eu fico um tempão de mau humor ou de bem humor, né?
Eh, ele é menos intenso e ele pode ser inconsciente. Às vezes a gente não percebe que a gente tá de mau humor, por isso ele é inconsciente. As pessoas falam para nós: "Nossa, que mau humor que você tá".
Você vai dizer: "Não, claro que não, né? " porque ele é inconsciente. Muitas vezes nós não percebemos o nosso próprio estado de humor.
A emoção, ela é, deixa eu pegar minha canetinha aqui, eh, reações com alta intensidade, ou seja, ela é intensa. Uma emoção, ela é intensa, enquanto o sentimento, a reação, ela é mais suave. A emoção ela tem uma reação, a reação é externa, ou seja, eu demonstro, né, a emoção de raiva, a emoção de alegria.
Então, eu externalizo ela. Já o sentimento é uma reação interna e mais fácil de ser controlada. Ou seja, ninguém vê o que eu tô sentindo, né?
Mas você pode ver a emoção que eu estou demonstrando de raiva ou de alegria, né? Então, enquanto a emoção ela é uma reação externa e ela é difícil de ser controlada, o sentimento ele é uma reação eh interna, né? E é mais fácil de ser controlado.
A emoção, ela é inconsciente e facilmente percebida através das nossas expressões faciais. Gente, você olha pra cara de alguém, você vê se ele tá feliz, se ele tá triste, eh, se ele tá com raiva, o que que ele tá, que emoção é essa, né? Porque é visível.
Já o sentimento eles são conscientes e não são eh tão fáceis de serem percebidos. Você olha para alguém, você não ah, você tá sentindo tal coisa, né? Ele é muito mais difícil de nós percebermos.
Então você vê que a emoção ela é mais uma coisa externa, rápida, intensa, que eu consigo externalizar enquanto o sentimento ele é algo mais longo, duradouro, interno, mais inconsciente e mais fácil de ser controlado do que a emoção. OK? alguns componentes aqui das emoções.
Nós temos aqui o componente fisiológico, que são as reações do nosso corpo. Alguém que está com raiva, qual é a reação fisiológica que ela tem? Alguém a arriscaria?
Ela fica vermelha, ela fica tensa, ela fecha a cara, né? Eh, então o corpo tem reação. Eh, ela com raiva, ela pode ter taquicardia, ela pode começar a suar.
Então, o corpo tem uma reação. Então, um componente das emoções é o fisiológico, porque o corpo todo reage essa emoção. O segundo componente, então, o fisiológico é o primeiro, o segundo componente é as nossas expressões, expressões faciais e posturais.
Não dá para dizer, gente, que alguém que tá assim, ó, arcado, eh, essa pessoa tá feliz, essa pessoa tá esbanjando alegria, felicidade, né? Como alguém que tá com a cara feia, fala que tá tudo bem. Então, o expressivo, seja ele facial ou corporal, eh ele é um componente, ele expressa as nossas emoções.
O terceiro é o cognitivo, é a interpretação do que tá acontecendo. Ou mais literalmente cognitivo, eu tô falando de pensamento, né? Eh, o que é que está ocorrendo aqui no meu mundo interno nesse momento?
No momento que eu estou aqui sentindo alegria, tristeza, raiva, nojo, eh tem uma interpretação do meu sistema cognitivo, daquilo que está acontecendo. E por último, quarto, né, comportamental, que é a tendência à ação. Então, quando eu tenho uma emoção, eu também tenho uma tendência a uma ação.
Se eu estou triste, qual é a minha tendência à ação? Choro e me recolher, ficar calado, ficar quieto, né? Quando eu tô com raiva de alguém, qual é a minha tendência de ação?
A agressão, seja ela verbal, seja ela física, né? Então, eh, as emoções elas nos mobilizam, elas nos mobilizam a ter uma reação fisiológica, facial, postural, a ter um pensamento X naquele momento e ter uma ação direcionada com aquilo. Então, são os nossos quatro pilares aqui, os nossos quatro componentes das nossas emoções.
Eu trouxe aqui algumas emoções, as emoções que são consideradas básicas pelo pau, p, né, a pronúncia correta. Há quem diga que elas são cinco. E os estudos mais modernos aí acrescentam a questão da surpresa.
Então, alguns estudos vão trazer como sendo cinco e alguns estudos novos já trazem a surpresa como sendo a sexta emoção básica. Então, as emoções básicas e universais são exatamente essas. Deixa eu numerar aqui.
Difícil escrever com mouse, viu, gente? Pensa que é fácil, não é? Não, que é a alegria.
Vamos achar a alegria aqui. A alegria. Ah, a tristeza.
Vamos pôr um tezinho aqui na tristeza. A raiva. Vocês concordam comigo?
O medo. Vamos pôr aqui o medo, o nojo e a surpresa, né? Eh, nós falamos por algum tempo nas nossas aulas aí sobre o filme divertidamente, para quem não assistiu ainda, é muito válido.
Ele trata muitíssimo bem aí dessas emoções. Então, essas emoções, gente, elas são básicas e elas são universais para todos nós. Eh, vamos pensar um pouquinho nas emoções e o quanto essas emoções elas têm eh elas pertencem, né, alguns dos transtornos aí elas pertencem à categoria aí das emoções, por exemplo.
Eh, e eu trouxe a ansiedade porque é algo muito presente no nosso dia a dia, né? Então, o que que é a ansiedade? A que tipo de emoção ela está ligada?
Qual é o fundamento dela? Qual é a base da ansiedade? Uma pessoa que sofre de ansiedade, a ansiedade tá ligada a que emoção?
Medo. A ansiedade, ela não é ligada à alegria, à raiva, a nenhum desses daí. Ela é ligada ao medo.
E a gente pode dizer que a gente tem o que nós chamamos de ansiedade normal e a ansiedade patológica, né? A ansiedade normal é aquilo que nos nos impulsiona. Ela tem uma função adaptativa que nos faz ter ação, que nos faz acordar todo dia, que nos faz nos movimentar, que nos faz trabalhar.
Então, a gente precisa de um certo medo até para uma proteção nossa mesmo, né? Então, eh, se eu tenho medo de atravessar a rua, eu sei que é perigoso, eu vou olhar com mais atenção. Se eu vou para o trabalho, eh, sei que lá existe algum risco, eu vou tomar um mais cuidado.
Então, eh, isso tudo faz parte da ansiedade que a gente chama de normal. A ansiedade patológica, ela já é uma resposta, uma forma inadequada em intensidade e duração, pedindo a nossa adaptação. Então, a ansiedade patológica, ela vem de uma forma inadequada, ela vem com uma intensidade inadequada e ela dura um tempo inadequado, que é diferente da nossa ansiedade normal que a gente utiliza até para se movimentar e para se proteger.
E por que para nos proteger? Porque a base da ansiedade é um medo. Vamos entender um pouquinho mais sobre isso.
Então, a ansiedade, eu posso dizer que ela é uma reação ao perigo ou à ameaça. Gente, a gente não vai sentir ansiedade quando nada me representa risco e perigo. Se você vai apresentar um trabalho na faculdade, por que é que você fica ansioso se você tivesse a certeza que você vai tirar 10?
Você vai ficar ansioso? Não, você vai para uma prova, você tem certeza absoluta que você vai tirar a nota máxima, você vai ficar ansioso? Não.
Então, a ansiedade ela está ligada, ela é uma reação de quando eu me vejo numa situação de perigo ou de ameaça. É isso que me gera ansiedade, tá? cientificamente falando, comprovadamente falando, as ansiedades imediatas ou de curto período, né, aquelas que tipo, pá, surgiu, né, e elas vêm e passam, elas são definidas como uma reação de luta ou fuga.
É uma luta pela sobrevivência, né? É como se eu tivesse numa situação de perigo e, cara, eu tenho que fazer alguma coisa. seu corpo começa a sinalizar para você, tipo, meu, você vai fazer o quê?
Você tá numa situação de perigo, você vai fazer o quê? Isso é ansiedade. E é o que nós na psicologia chamamos aqui de luta ou fuga, tipo, eu enfrento ou eu saio correndo, que que eu faço?
Não é quando bate ansiedade, você fala: "Meu Deus, e agora? O que que eu faço? O que que eu faço?
O que que eu faço? Pelo amor de Deus, me dá uma luz. " Não é isso?
Então, eh, importante a gente saber que a base da ansiedade, quando alguém diz para nós que está sentindo ansiedade, tem algo eh por detrás aí que tá gerando perigo ou ameaça, o que o sistema dela, a interpretação do sistema dela entende como sendo perigo e ameaça. nem sempre é perigo ou ameaça, mas o sistema dela tem entendido como sistema é ameaça. Eh, falando então um pouco sobre essa questão da luta ou fuga, né, eh, que é ligada aqui à nossa ansiedade, o objetivo da nossa ansiedade é de proteger o nosso organismo.
A ansiedade existe para nos proteger. O grande problema é quando ela, o nosso sistema, percebe perigo aonde não existe. Ou se eu pudesse quantificar esse medo, algo que seria para eu ter medo dois, eu tô com medo 10, né?
Então, por isso gerou essa ansiedade tão maior. E vejam que a ansiedade, gente, ela se é presente desde sempre, desde os nossos primórdios, lá nas nossas histórias, os nossos ancestrais, era vital essa reação automática, né, quando eh eh eles se viam numa situação de perigo e que eles tinham que ser capazes de ter uma reação imediata na hora. E aí eles iam atacar porque eles estavam na caverna, ou eles seriam atacados ou eles correriam, iriam fugir.
Então o atacar e fugir, gente, que é a luta ou fuga, vem desde das épocas das cavernas. É uma questão de sobrevivência. Então, sempre que o nosso organismo, o nosso sistema entender que nós estamos em perigo, seja ele qual for, seja de ordem emocional, seja ele de ordem física, a ansiedade vai aparecer, porque a base dela é o medo.
Mas ela tem as suas funções. E se elas existem, né, gente, não é o acaso, não é à toa, não é porque elas são lindas apenas, porque elas têm carinhas, né? Mas ela elas existem porque nós precisamos delas.
Então elas existem primeiro por uma questão adaptativas, que é uma preparação para ação, né? Então se eu tô alegre, meu corpo todo e meu sistema todo se prepara para alguma ah reação ligada à alegria, seja do abraço, seja do sorriso, seja do que for, eu tenho que ter uma, eu tenho uma ação naturalmente, né? Então, é como se o meu sistema todo se preparasse para isso.
Eu tenho uma função importante que é a social, que é a comunicação e os vínculos. Então, como é que eu me comunico com as pessoas? Através das emoções.
Se eu vou sorrir, se eu vou chorar, se eu vou ficar brava. É assim que as pessoas olham e entendem. É assim que isso eh esses vínculos existem, né?
Vamos pensar. Quando você começou a namorar alguém para querer alguém, você não olhou e deu um sorrisinho, né, numa demonstração de uma emoção boa aí. Então, a emoção serve também e ela é utilizada na nossa comunicação e no estabelecimento dos vínculos.
Como é que as pessoas sabem o dia que a gente não tá tão bem se eu não verbalizar? ela sabe através da minha emoção, porque a minha emoção ela é demonstrada fisiologicamente e através das minhas expressões faciais e corporais, né, bem como através das minhas ações. E por último, ela tem uma função motivacional, que é para nossas tomadas de decisões, paraas nossas ações, pros nossos estabelecimentos de objetivos e de metas, né?
Porque é que eu quero muito eh viajar e conhecer tal lugar? Porque isso tem a ver com a emoção, alegria, né? Eh, então querer sentir as emoções como tidas aí como positivas, eh, é que nos faz tomar algumas decisões e estabelecer aí algumas metas.
Agora, muito se fala, né, gente, hoje em dia, sobre a inteligência emocional. Eu tenho todas essas emoções, todos nós temos as seis emoções. A grande sacada é aprender a regular essas emoções, né?
Vamos pensar. Eu vou num velório e eu tô muito feliz. Eu vou começar a rir no velório.
Isso é uma regulação emocional? Não, aqui não é o ambiente para isso, para ter acesso de riso, embora alguns tenham, né? Eh, então regular as nossas emoções.
Eu tô no meu trabalho, tô num acesso de raiva porque eu tô cheia de problemas. eu não posso sair xingando todo mundo. Então essa regulação emocional é muito importante, né?
Então a regulação emocional ela serve para monitorar e para modificar as nossas reações emocionais. E é isso vem muito de encontro com o que a inteligência emocional fala. As pessoas que são inteligentes emocionalmente são as pessoas que conseguem regular essas emoções e utilizar as emoções em prol eh eh de uma convivência saudável, né?
Então, as estratégias saudáveis de uma regulação emocional é eu sempre estar reavaliando o que é que eu estou sentindo, qual emoção é essa, o que que ela tá representando, qual é o significado dela. Hoje se fala muito do myfunds, né, que é realmente você relaxar, é a questão da respiração, é você voltar pro interno, é você se controlar nessas expressões. Porém, tem algumas estratégias pra regulação emocional que são disfuncionais e que as pessoas utilizam também, que é a supressão que é de ficar quieta, guardar para si.
Eu tô com raiva, eu tô triste com aquela situação e eu mascaro, eu fingjo, finjo que tá tudo bem. Isso é supressão, é guardar para si. Então eu não demonstro aquilo que realmente é a emoção real.
Eu tô morrendo de raiva aqui por dentro, mas tô mostrando a que eu tô feliz, né? Então a supressão ela é uma estratégia disfuncional para regular uma emoção. Isso não é bom.
A evitação, eu começo a evitar algumas situações ou algumas pessoas em vez de resolver e a arguminação que é ficar remoendo aquilo dentro de mim, né? Então, existem estratégias que a gente chama de saudáveis e as estratégias que nós chamamos de disfuncionais. Quando eu penso na questão da regulação emocional, e aí aqui eu trouxe algumas coisas pra gente refletir um pouquinho, né?
As emoções elas não são boas ou ruins, todas têm a sua função. Mesmo a tristeza, mesmo a raiva, mesmo nojo, elas têm a sua função, ela tem o seu papel na nossa regulação. O medo, o medo tem o papel de nos proteger, né?
Eh, a raiva também eh demonstra que algo tá contra aquilo que a gente entende. É assim que eu sei que não, eu não estou de acordo, né? Então, cada uma das das emoções tem o seu papel e o autoconhecimento emocional é que vai produzir, que vai promover o nosso bem-estar.
Ou seja, como é que eu funciono emocionalmente? Quais são as situações eh existentes no meu dia a dia, que emoções elas geram? Qual é o papel dessas emoções nessas situações da minha vida?
Por que que essa emoção está presente numa eh numa discussão, por exemplo, minha com algum colega de trabalho, né? Por que que essa emoção se faz presente? Qual é o papel dela?
E como é que eu posso regular essa emoção, né? Então, o autoconhecimento é muito importante, que é um dos papéis da psicoterapia, bem como a regulação da emoção, que eu falei para vocês que é uma das habilidades da inteligência emocional. E aí aqui a gente já, alguns de vocês já viram o filme Divertidamente, ele traz muito bem a questão das emoções e o papel de cada uma delas, o como ela protegem a personagem principal, o como que essas emoções se organizam a cada momento.
Então, se puderem assistir novamente ou quem não assistiu, assistam. Vejam as expressões faciais, que incrível que elas são. Se a gente começar a observar as expressões faciais das pessoas, o quanto a gente consegue perceber o quanto essa expressão tem de emoção, dessas seis emoções que a gente trouxe aqui como básicas, né?
Olha aqui, cara de Ela tá feliz aqui, não. Cara de raiva, né? Tá brava.
tristeza aqui, entusiasmada, surpresa aqui, assustada com medo, né? Então, olha como as nossas expressões elas falam por si só e elas são expressões das nossas emoções. Isso é incrível, isso é fantástico.
Então, assistam, vejam e nós falamos disso mais adiante. E aqui eu vou passar um videozinho, espero que passe aqui para vocês e depois tem uma atividade a ser postada lá no portal, tá bom? Vamos lá para o vídeo.
Что? Perfeito, pessoal. E aqui tô deixando então uma atividade a ser feita em dupla.
E as perguntas a serem respondidas são essas três. Qual foi o papel da tristeza nessa cena? Por que a alegria não conseguiu ajudar o ping bong, que é o o elefante?
E o que aprendemos sobre validar as emoções, tá? Então vocês vão fazer em dupla. Os dois alunos devem postar, podem fazer juntos e a atividade pode estar igual, idêntica.
Ambos devem postar lá na plataforma virtual. Eu vou deixar um espaço lá para vocês postarem a atividade, tá certo? Muito bem, um grande abraço.
Encerramos a aula de das emoções aqui. Um grande abraço. Fiquem com Deus.
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