o Olá pessoal essa é uma aula da disciplina gestão técnica do problema de pós-graduação da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul meu nome é Alessandra e o tópico abordado será a coloração e o maioria dos tecidos é incolor para que seja possível observá-los ao microscópio de luz é necessário que seja empregados corantes different techniques que não somente evidenciam os componentes sensuais mas também existem entre cima a técnica de coloração de um modo geral se efetua por processos físicos químicos ou puramente físicos e variam conforme a modalidade ação caráter audição tempo
número de corantes e a cromatização um acordo com o número de cores com feridas as estruturas textuais pelas Claras simples único corante ou combinada que usa mais o corante essas recebem a denominação de coloração monocromática em uma cor e cromática duas cores tricô micas três cores ou ainda por econômicas mas de três cores e para se colorir convenientemente a célula deve-se recorrer ao método de coloração sucessível do lucro e do citoplasma a combinação mais comum de corantes usado em histologia e histopatologia e hematoxilina e eosina o famoso Avaí água toxina é um corante natural obtido
as cascas de pau-campeche ela não é realmente importante e deve ser oxidada hemateína a fim de tornar-se um corante ademais o corante resultante hematoxilina e Marina não tem afinidade para os pelos tecidos deve ser usado o mordente que é uma substância associada ao crescimento com função específica de manter a tonalidade da cor confirmar resistência a lavagens e exposição ao sol no caso do hematoxilina utilize-o alumínio ou ferro juntamente com a mistura de uma toxina antes que possa se curar os tecidos e atualmente estão Teresina conta é uma pessoa linda são corantes sintéticos E ai uma
toxina é um corantes básico denominado basofe que Cora componentes ácidos das células Então hoje por exemplo uso Cruz chão usina o corante ácido denominado acidófilo que Cora as estruturas básicas abundantes no citoplasma e espaços extracelulares da célula em rosa e para iniciar a coloração de hematoxilina-eosina existiu a necessidade de preparo da Lama primeiro ocorre desparafinização que é retirada da parafina dos cortes que inicia-se na estufa e posteriormente com os banhos de sol consecutivamente existe a hidratação são bons consecutivos de etanol absoluto aqui no nosso protocolo nós não diminuímos o etanol como vocês poderão observar o
talvez muitos Protocolos de outros Laboratórios posteriormente ocorre o banho em Água corrente a coloração propriamente dita é realizada como a toxina e posteriormente retira-se o excesso dessa hematoxilina com água corrente aproximadamente três banhos e posteriormente realiza-se a coloração de usina e para tornar-se permanente a lâmina A Patrícia falou processo de hidratação novamente Congonhas consecutivos de etanol absoluto EA qualificação com banhos consecutivas de xilol este o protocolo padrão de hematoxilina-eosina do Laboratório de Patologia bucal onde vocês podem observar os tempos eles são variáveis dependendo do laboratório uma coisa muito importante aqui escolher bem o cesto de
coloração entre uma coisa e outra para evitar a contaminação entre as Cubas e observar a última troca dos reagentes é importante sem termos regentes novos para evitar a ter fatos posteriores na coloração e e atualmente passa para fora de histopatologia e de pesquisa apresenta o estações automatizadas de coloração e este equipamento permite uma hora que produtividade das lâminas e uma coloração mais homogênea assim como uma vantagem quase que perfeita bom então pessoal finaliza que aula de coração qualquer dúvida estou à disposição