[Música] [Aplausos] [Música] Salve salve galera, sejam muito bem-vindos a mais um Talks Indoor. Eu sou Danilo Coelho e hoje a gente tá aqui com o Luiz da Net Seeds. A ideia do papo é a gente trocar um pouco de conhecimento ali sobre genética, falar sobre semente, regulamentação no Brasil, esses passos da regulamentação ali com as sementes, né? Desenvolvimento de genética no Brasil. Então é um papo bem solto aí. Eh, espero que vocês gostem do episódio. Não esqueçam de curtir, compartilhar, comentar e conhecer também aí as redes sociais da Netseeds, conhecer um pouco mais sobre o
trabalho e o papo vai começar. Obrigadão, Luiz, por tá aqui. É muito prazer. A gente tem tado bastante próximo aí nos eventos, né, podcasts também, então a gente já trocou bastante ideia, mas hoje eu tenho bastante curiosidade, né, sobre como você começou e etc. Então, muito obrigado aí pela sua presença. Legal, Danilo. Obrigado. Eu que agradeço aí a o espaço para poder falar de autocultivo, para poder falar de cannabis. a gente tem se cruzado já, né, Nessa missão de propagar o autocultivo. Tivemos recentemente ali na medical, né, tivemos também no para falar exatamente sobre o
autocultivo, né, o autocultivo, o quanto importa a gente ter começado o autocultivo lá atrás e onde a gente tá hoje com a medical cannabisfer, por exemplo, estranhos no ninho, né? Porque na medical a gente sente até que não é muito bem-vindo em alguns aspectos, porque para quem não conhece, né, a medical é uma é uma feira bem voltada pra área médica, onde predomina as empresas dos dos frascos, né? Então poder estar lá, né, falando sobre autocultivo é de fato eh prioritário, né? Até porque nós cultivadores começamos todo esse rolê, né? Eu tenho dito que a
gente nunca pode esquecer isso, né? As as regulamentações estão esquecendo, mas o autocultivo é quem tem fomentado a LEDs indoor, a Net Seeds, a Medical, enfim. É, mas eu acho que é isso, né? Tipo, é um jeito de entrar, né? Se a gente só entrasse e falasse assim: "Cannabis é tudo a mesma coisa desde lá do início, nossa, a gente acho que ia tá batendo muito mais em parede do que a gente tá hoje, sabe? Eu acho que querendo ou não, como a gente vê em outros países, né? Sim, o medicinal ele meio que abriu
a frestinha ali para você conseguir encaixar outras coisas depois, sabe? Então acho que claro, né? A gente poderia ter tido uma conexão muito mais fácil desde o início, né? O o a cannabis Como um todo e não se dividir em grupos dentro da cannabis. Mas acho que é isso, né? Hoje o medicinal, né? Ele ajudou muito a gente avançar no alto cultivo, né? Ter ali a disponibilidade, né? teve a possibilidade de ter um abias corpos, né, de ter autorizações de Anvisia e etc, por conta muito do medicinal. E aí a gente consegue trazer o recreativo,
né, como se É isso é isso. Não existe uma divisão, é tudo a mesma coisa. É tudo a mesma coisa. Tudo é o medicinal, é a forma que você só tá fazendo uso, seja ele via oral, via. É isso. Mas eu acho que esse ano eu também achei surpreendente eles trazerem a gente para falar sobre o autocultivo por Mas eu acho que faz total sentido. A gente tem que examente se unir todo mundo ali, seja a parte farmacêutica, seja o autocultivo, tem tem espaço para todo mundo, né? Então, acho que é bem legal isso deles
trazerem. E eu tive ainda nesse evento, você colocou o stand lá, né? Sim. A gente tá pelo segundo ano lá defendendo o autocultivo. E é legal colocar isso, viu Danilo? Porque do primeiro ano que nós participamos em 2024, onde realmente nós éramos um estranho no ninho, em 2025, 2024 não teve palestra sobre autocutivo, nada. É, foi bem focado, Foi bem focado. Nós chegamos lá com o stand da Netseeds para poder mesmo poder ampliar esse diálogo, né? Poder trazer o autocultivo como opção de tratamento. E esse ano a gente sentiu uma evolução muito grande no na
qualidade da conversa com o médico, sabe? No ano passado o médico nos olhava, mas como assim o cultivo? Esse ano a gente atendeu muitos médicos ali que fizeram uma interface no nosso stand sabendo que era o autocultivo, sabendo da possibilidade econômica de prescrever a cannabis e e ter o tratamento eh custeado de forma autônoma, né, proprietária com o cultivo caseiro. Até porque eles sabem da realidade, né? Eles sabe que tem vários remédios hoje que são caros, não só os da cannabis em si, e que muita gente não tem acesso. Então, se eles pudessem, pô, algum
remédio que é R$ 1.000 aí a cartela, se eles pudessem dar opção pro paciente deles conseguirem isso de uma outra forma como um autocultivo, eles estariam fazendo. Então, por que não na canabis também, né? Exatamente. E a gente tem hoje, né, essa discussão, né, de se o autocultivo vai ser legal ou não é legal. Infelizmente esquecida. Você me perguntou, ah, no ano passado não teve, não. Ano passado não teve. Esse ano houve essa essa permissão aí de abordar esse tema por uma abertura até da Embrapa participou do painel de agro, né, a Emí, a a
Beatriz e a Daniela. Eh, então através delas a gente conseguiu lá, inclusive, Danil, eu participei de um outro painel onde eu pude falar um pouco do perfil desse cultivador, quais trens ele está comprando, que tipo de genéticas ele tem buscado. Então, foi muito legal. Isso é legal também saber qual que é o tipo do cultivador que a Nets hoje tem ali na sua carteira, né? O que que o pessoal tá buscando de genética, tão olhando muito para banco, que é isso, né? A, eh, eu, eu tenho, eu sou sócio da Wifer também, que é a
plataforma de curso e tal, então a gente lida muito com iniciantes e a dúvida muito da galera é: "Pô, me indica uma genética aí, qual que é a genética que você gosta, tal?" Tem muito isso, tem uma preferência por marca? Ah, nós temos a campeã, né? E o Brasil tem um a 24k Gold. O Brasil tem uma uma admiração, é uma genética bastante conhecida no mundo, mas no Brasil é algo particular. Ela é a nossa campeã de venda. Já faz tempo, né? Já faz uns anos aí que a 24K. Eu acho que hoje ela até
já caiu um pouquinho em relação ao que ela já teve de pico, mas muita gente ainda cultiva, muita gente fala, mas os novos, né, os entrantes, então eles chegam com essa busca. Mas hoje nós temos aí o perfil do autocultivador, ainda predominante por homens, né? Eh, eh, como na maioria da cena da cannabis ainda tem um predomínio masculino, né? Isso falando do nosso universo, né? Eh, Eh, clientes Netseds, né? Então, a gente tem ainda um perfil maioria de homens. Isso tá numa proporção não tão gritante como alguns setores da economia. ainda é alta, é 60,
40, mas eh a gente não pode esquecer que cultivar cannabis é novo e saber que eu tenho 40% dos meus clientes mulheres é um um um percentual bastante relevante. A gente tem um dado bastante interessante que é o consumo de sementes automáticas, né? as altofluorescentes, elas disputam o top 10 aí pelo menos ocupando cinco, seis posições. Então isso é bastante curioso, porque no Brasil, principalmente, a gente tem ainda um um um eu gosto de dizer até um preconceito sobre o cultivo de plantas automáticas, mas na verdade é o avanço da genética vai com o avanço
da regulamentação, vai com o avanço do cultivo. Hoje nós temos genéticas automáticas muito estabilizadas, muito muito parecidas com suas mães, pais, genitores, né, para se ter uma uma genética autoflower. Então, a gente tem esse número bastante interessante de 10, do top 10 mês a mês, a gente tem aí cinco, seis genéticas de automática. Você que tá dentro desse mercado da semente, né, eu não saberia dizer. Eu sei que no Brasil muita gente procura automática, porque no nosso atendimento muita gente vem falar de automática, mas eu não vejo isso no resto do do do mundo, né?
Tipo, eu não vejo esse costume de cultivar automáticas lá fora. Eh, o que que você vê isso, né? Tipo, você acha que realmente é um costume brasileiro? Por que que a galera daqui lá fora tem cultivos de automática, mas é bem menos comum, né, do que aqui no Brasil. Você acha que é realmente é tropical isso? a gente querendo ter mais velocidade no cultivo. Eu acredito que essa mensagem de que é mais rápido, de que eu consigo um ciclo mais rápido pensando que a planta fica escondida, então talvez ela me traga uma luz de te
responder, porque tecnicamente o Brasil tem isso. Eu te diria que pelo sol, né, é uma automática, eu cultivei automática numa sacada sem controle de luz. eh, cuidando minimamente da planta e tive bons resultados ali. Então, eu acho que a gente ainda tem uma uma parcela que talvez analise investimento, né? O cultivo indoor, não a estruturação, mas o cara ainda pensa às vezes no custo da energia. E eu gosto de trazer isso até pra semente, né, Danilo? A gente tem hoje eh uma missão como Net seeds, né, de trazer o acesso às genéticas, mas de permitir
o acesso a essas genéticas, né? Então, pô, Luiz, não é a mesma coisa? Sim e não é trazer o acesso à genéticas. Então, hoje nós temos no Brasil 14 marcas onde você tá atualizado. O brasileiro hoje que quiser consumir o Que tem de mais novo na cena de genética, ele tem disponível. Eu eu gosto de contar essa história. A Compald lançou a sua linha Jokers na Espanabs do ano passado em março. Um mês depois nós tínhamos a linha toda no Brasil. Então antes a gente precisava de um amigo que ia viajar, que trazia pra gente,
a gente tinha que pedir um favor, tinha que rezar para dar tudo certo desse produto ou fazer a compra dos sites gringos, né, onde a gente também tinha a questão da alfândega, né? Eu cansei de perder eh envios do exterior pro Brasil e e infelizmente não é nem só o legislador. Eu tenho que te falar que a má fé de quem viu que aquilo era uma semente, sabendo que eu não teria como reclamar, como quem compra um produto, sei lá, numa loja online de departamento, ele vai lá e subtrai meu produto. Sim, já aconteceu isso.
Então eu acredito que esses são os fatores, sabe? A gente tem hoje no Brasil uma comunidade de cultivadores novos muito presentes, né? você citou aí a Rifer e eh a quantidade de pessoas que buscam isso. Nós tivemos aí num evento recentemente, né, no último final de semana, até tive oportunidade de falar o Quanto eu achei rico, né, o público, o quanto o público está buscando o autocultivo, talvez influenciado pelos avanços do da legislação, né? Criou-se eh na maioria popular que os seis pés é permitido, né? Acho que criou um alívio, né, de de um risco
que sempre tava ali presente, né? Acho que que é isso. Quando eu comecei a cultivar lá em 2012, até 2017 eu me cagava. Você não podia trocar de namorada cultivando. É isso. Você me cagava de medo em todo momento. Ia sair de casa, eu ficava, será que eu tranquei? Não sei quê. É isso. E aí depois isso foi dando um alívio, né? Então acho que ter esses avanços ajuda a galera a querer buscar mais informação de como fazer e querer começar, tentar começar a fazer. esse relaxamento, né? Eh, eu me lembro quando eu fui, eu
tenho uma mãe de 83 anos que está com Alzheimer, né? E ela se beneficia do óleo de uma associação já há 6 anos. E eu me lembro quando eu fui introduzir pra minha irmã, olha, eh eh vamos dar os CBD, né? Vindo com aquele discurso, não, não é maconha, CBD. E aí é o que você falou, né, do medicinal e e às vezes pode parecer hipócrita, mas ela é medicinal, né? E eh fumar maconha é medicinal, por mais contraditório que isso possa parecer. corpo tem os receptores. Então, todo momento que a gente jogar para dentro,
os receptores vão estar trabalhando em conjunto com ela. Exatamente. Então, a gente tem uma planta que modula o nosso bem-estar, que modula nossa, nosso humor, que modula a Fome, né? Que e eh quantas crianças aí falando que tiveram convulsões de 40, 50 por dia, diminuídas a a uma, duas por mês, sei lá. Então eu acho que hoje o medicinal é sim pode parecer um um discurso hipócrita muitas vezes, né? Eu ouço algumas alas mais defensoras falando que é uma hipocrisia, mas na verdade é o que é esse discurso. Inclusive eu tenho trazido para Netsu muito
claro diz que se maconha é remédio, eu nets, tenho opções de tratamento. Então você quer uma cepa rica em THCV? Eu tenho. Vamos buscar ali qual que é a melhor para você. Ah, você quer um CBG? Nós temos, né? Hoje já no site mais de 30 genéticas de que que tem CBG ou CBG dominante ou CBG. Então, olha quanto é rico isso, né? O cultivador, né? Falando ainda do hábito do fumador de maconha, poder escolher o que ele vai fumar. Então isso é terapêutico, isso é medicinal. Então, a gente usa desse desse discurso também hoje,
posso te dizer que é um discurso quase que inédito no mundo da forma de vender a a semente da maconha, né? A gente tem trabalhado isso. Olha, Danilo, essa é uma genética, essa é o seu remédio que você vai plantar, que você vai cultivar e que aí você vai usar da via que mais Lhe atende. Quer fumar, quer fazer uma extração, quer quer comer, né? os comestíveis aí ganhando cada vez mais presença. E é isso, é nisso que a gente tem focado o o a missão do autocultivo. Quando eu comecei lá o cultivo, né, eu
nem sabia como que fazia para arrumar uma semente. Então, a pessoa que me mostrou o primeiro cultivo, que era o cultivo dela, me arrumou clones para eu começar a cultivar. E foi desses clones que eu cultivei os meus seis primeiros anos, os mesmos clones, só clonando, clonando, clonando, clonando. E nunca fui muito atrás de semente, de buscar. Isso é bem mais recente. Acho que 2020 para cá que eu comecei a realmente caçar cepas, né? Buscar ir atrás ali, fazer seleção e etc. Antes eu não fazia isso. Nessa época quando eu comecei, ainda se ouvia muito
falar da sativa, da índica. E realmente as primeiras genéticas que eu peguei era 100% índica, era 100% sativa, era genéticas antigas que já estava com cultivadores do Rio de Janeiro há muito tempo, passando ali pelo por um grupo de cultivos e tal. Hoje a gente já não encontra tanto, né? Já é muito mais difícil a gente pegar aquela genética que é extrema assim, né? 100%. A gente tem muito o híbrido, né? seja ele 10%, mas ele tá ali, ele não deixa ter 100% para um lado. Você acha que isso eh acontece, né, você por por
Est por dentro um pouco mais desse mercado da da das sementes, você acha que isso aconteceu por evolução? Eu tipo uma busca de sempre tá querendo mais os canaminoides? O por que que a gente não tem mais essas extremos assim, né, de de sativ em si? É, inclusive algumas marcas hoje que nós representamos nem catalogam mais como índic que sativa. É nível de satividade. Nível de satividade. Nível de satividade. Então a gente vai, ela tem um nível de satividade. Então isso é muito questionável. Mas primeiro eu acho que é uma evolução, né? A a e
toda a evolução vem de uma necessidade. Então, a partir do momento que o homem dominou a planta da cannabis e ele entendeu que ela tem sabores, que ela tem diferentes compostos, através de uma evolução genética, ele começa a manipular isso. Isso a gente vê no tomate, isso a gente vê na cebola, né? citando, eu tive na Orttec na semana passada, retrasada e aí você vê diferentes híbridos de tomate, diferentes híbridos de cebola e aí você olha e fala: "Cacete, é igualzinho aquele, você vê o tamanho daqueles legumes ali, você fala: "Meu Deus do céu, o
tamanho desse tomate". E é a busca, né? O que que é um legumes comercialmente e desejável? Ele tem que ter sua estética, ele tem que ter o seu tamanho, ele tem que ter, eu vi lá, eu vi batata doce da rap enriquecida com beta cararoteno. Então, olha que loucura. Isso é igual na cannabis, porque a cannabis copia o que é agricultura. E aí é um ponto importante, né, Danilo? Maconha é agro, maconha é planta e nós não podemos esquecer que ela vai seguir em algum momento a a as vias tradicionais do agro. Eu eu venho
do mercado agrícola, né? Então a a manipulação da espécie ela é vai acontecer, né? Cada é uma evolução natural, né? A partir do momento que eu preciso selecionar indivíduos tolerantes a pragas, a gente nem chegou ainda nessa parte da história, né? Mas muito desses tomates que a gente viu lá no evento são tolerantes a fungos. Sim, são tolerantes a doenças que que aniquilam o o tomateiro, né? A gente tem uma que é o Oídio. Ele é uma marquinha ali, ele tá na soja, ele é comum em outras culturas. Será que ele vai est na cannabis
também? Dentro disso, a gente vai ser obrigado a começar a desenvolver genéticas brasileiras. Vamos ter que começar a desenvolver as genéticas brasileiras, né? O clima nosso aqui é muito diferente, né? Você tem hoje na agricultura convencional, vamos falar de soja e milho, culturas de escala. O cara que planta soja no serrado não é o igual cara que planta soja no Rio Grande do Sul. A doença que dá no Rio Grande do Sul não é a mesma que dá no Mato Grosso. E os dois conseguem cultivar batendo recordes de de produtividade. E existem os campeonatos de
soja, né? O produtor que mais produziu rivalizando. É mais do sul, é mais existe essa rincha entre o produtor, né? Quem que vai produzir mais soja, sul ou serrado? É igualzinho com a cannabis. Nós vamos ter esse momento que eu vou precisar selecionar um indivíduo tolerante a uma praga, né? Nós já tivemos aí recentemente a a própria banana, houve um risco mundial dela ser condenada por uma praga que não tinha controle. Então assim, eh essa manipulação genética, né, ela é inevitável. A partir do momento que eu domino a planta, a partir do momento que eu
tenho oportunidades de mexer genética da planta, de manipular isso, eu vou trazer melhorias, como a batata que a Embrapa trouxe no evento Rick em Betacaroteno. É legal te dizer, Danilo, a a Nets hoje tem um acordo fechado com a Embrapa, né? um um um termo lá de um projeto. A Embrapa tá trabalhando, apesar da Embrapa ainda não poder colocar a mãos na planta, a rapa está trabalhando um projeto pro desenvolvimento da do da rede de canabol brasileira. E a Netse tem hoje dentro do que a a a parceria privada vai poder adiantar, né, alavancar esses
estudos, um acordo firmado para desenvolver o que nós temos de conhecimento, genética. Então, hoje nós já estamos de alguma forma buscando nos aproximar de uma Embrapa, né, do Ministério da Agricultura, não, porque agora é que ele tá de fato Oi, cannabis, né? Mas é inevitável. Nós vamos estar hoje trabalhando as vias da agricultura normal. Já já nós estaremos com a cannabis listada na bolsa de Chicago, como é soja, como é café, como é milho. E aí, bom você falar isso, né? A gente tem a Imbrapa já olhando para isso, tentando autorizações ali para poder tocar
na planta e etc. E como é o mercado de sementes hoje no Brasil, né? Porque a gente tem isso, a gente tem faculdades estudando, faculdades cultivando para poder estudar a a cannabis ali com autorização e etc, mas a gente ainda tem um mercado de sementes no Brasil meio que num limbo de autorização, não autorização, você pode, você não pode, como que você olha isso, né? Tipo, com certeza você tenta, né, fazer o mais correto possível ali para se manter numa segurança possível, né, mais melhor possível, mas com certeza acaba tendo um risco, né, por a
gente não ter uma lei ainda que fala sobre isso, né? A gente fica nessa interpretação. É, a gente, eu acredito que todos nós que empreendemos na cannabis, né, de alguma forma estamos expostos, né? Eh, Eh, e aí eu acho que é a parte que a gente tem que vender. Evidente. Tá exposto desde o quando começou a cultivar. Exatamente. O, o autocultivador, né, ele é refém dessa exposição, né? E aí quem quis ainda empreender nesse mercado tá dando mais a cara ainda. E é muito difícil porque, ah, eu tenho experiência em vareja, então vou empreendendo varejo
de insumos para cannabis. Não é igual. Não é igual. Ah, então eu tenho experiência em genéticas, em cultivares agrícolas, que é o meu caso, e vou fazer com a cannabis. Não é igual. É, é muito louco dizer, mas tudo que toca cannabis é diferente. Tudo que toca cannabis tem um um fator de complicação e paraa semente não é diferente. Então hoje, né, a Netse atua como marketplace que distribui essas marcas, eh, ainda carente de uma regulamentação que legitime a sua atividade, né? A nossa empresa se baseou em Barcelona buscando esse tipo de proteção. Tem uma
sede lá, temos uma sede em Barcelona hoje, eh, onde a gente faz as compras, onde a gente mantém o relacionamento com as marcas, né? Mas o nosso foco é Brasil. Nós nascemos sem nenhuma média para olhar para o Brasil e para trazer o Acesso a cannabis medicinal pro brasileiro. Então eu tava falando do acesso. Então hoje eu tenho uma genética como a Compaldes que eu citei que lançou lá está aqui, mas ela custa um valor um pouco mais caro. Mas eu tenho hoje genéticas de 130, 140, 150 permissivo o cultivador comprar genéticas que antes a
gente tinha que ir pro Uruguai, ir pro Chile, entrar com isso enrustido na mala. Então hoje nós temos uma atuação voltada para os pacientes legalmente autorizados. E aí a gente tem que se recordar que nós temos hoje pouco mais de 5.000 privilegiados, né? Alguns dizem sete, outros já estão dizendo próximos de 10, mas a verdade é que esse número está crescente e assim como o Dr. É me disse, vai chegar um momento que o meu documento não terá mais validade porque não haverá mais necessidade sim de E é o esse é o caminho, né? Eu
o autocultivo precisa, né? Quem tem condições, quem está buscando legitimar o seu cultivo, tem que buscar essa via jurídica. E não é só para se proteger, ela é para se proteger também. E esse é o fator prioritário, na minha visão, mas é para pressionar, é, dar força quanto mais que nós estamos saindo do armário. E é difícil falar isso, né, Danilo? Mas assim, como é que eu cultivador vou me expor, né? E ele não é. E às vezes eu cultivador com HC também não me exponho. Sim. É muito doido. Porque o que mudou, Luiz, do
dia que saiu o seu HC pro dia seguinte? Não mudou nada. Inclusive o medo era igual, né? Eu demorei uns, olha quanto nós fomos reprimidos, né? Um século aí de repressão. O dia depois da manhã do meu HC nada mudou. Eu continuei com medo. Eu falei: "Mas será? É isso mesmo? Até que um dia eu embarquei num avião com o mesmo medo e contrariei a a recomendação do meu advogado, que era ir lá na polícia me apresentar. Falei: "Não vou na polícia nada, vou já que eu tenho autorização, por que que eu tenho que dizer
pedir a bênção?" Então, olha quanta repressão está hoje. E o mercado vive isso. A semente hoje, ela é um uma desobediência civil para quem compra. Ela é um acalento pro paciente que quer produzir o seu remédio e para nós empresários, né, que que estamos investindo isso no Brasil hoje, é uma oportunidade de trazer o acesso, de desbravar um novo mercado que é natural da agricultura. Hoje, né, fazendo ainda um uma lembrança da Ortec, hoje eu compro semente de abóbora, tomate, melancia num lerói merlin, numa gôndula, Onde eu escolho, né? O que difere essa semente de
cannabis desse tomate? Tem melhoramento genético, tem a cultura ideal pro que eu busco, eu quero um o tipo do tomate salado, tipo tomate pro molho, é igualzinho que a cannabis, né? você quer uma cannabis para extração, você quer uma cannabis para para vaporizar. Então é isso que a semente traz hoje, né? uma limitação mercadológica por falta de regulamentação, mas ao mesmo tempo a gente tem hoje buscado um conjunto de normas, né, de boas condutas, né, são boas condutas baseadas em em normas do próprio mercado agrícola, né, eh, como quarentena, como quantidades de semente. É legal
falar isso, né? Eh, eh, eh, esse mundo do autocultivador que não é enxergado, ele existe, ele é grande e a gente prova isso nas vendas, né? Eu não tenho vendas de 10, 15 packs de semente, até porque ela é cara, nós temos que falar uma realidade. Então, eu tenho o cara que compra um pack, dois packs, ele cultiva, daqui a pouco ele volta. Hoje nós temos uma base de 5.000 clientes ativos, Danilo, clientes que pelo que nós estamos pesquisando, né, e a Nets é muito nova, nós temos aí 14 meses de operação, então ainda é
muito prematuro dar esses dados, mas nós temos hoje pelo menos 35% Desses 5.000 clientes recomprando. Uhum. num período de 14 meses. Lembrando que a gente tem aí todo o ciclo da planta. Então, o negócio de semente no Brasil hoje, diferente do que muitos acham, ele existe, ele é real, né? Nós estamos hoje presente nos maiores eventos de canabis, né? E muitos me perguntam, Luís, qual a importância desses eventos, né? E e antes de estar no mercado da Cannabis, eu atuei com propaganda, né? E e o evento, ele é uma forma da gente mostrar que existimos,
né? tô aqui, tô presente, que esse negócio existe. E é legal te falar também que esse mercado é crescente. Nós estamos registrando um crescimento, Danilo, de algo em torno de 30% mês sobre mês. Lógico, comecei 14 meses de operação, eu tô crescendo o meu gráfico, mas é 30% mês sobre mês. Então isso só vai se propagar mais à medida que cada paciente entender, né, que ele pode cultivar a sua canabis em casa, que ele não tiver mais medo dos legisladores e e comprar seu kit de cultivo e a sementinha e começar a produzir. Mas é
isso, eu acho que essa evolução ela vem como um todo, né? Se a gente for ver lá atrás, quando a gente começou o cultivo, não tinha acesso à semente. O Que, com certeza o que a gente mais gostaria que tivesse era acesso à genéticas, que nem a gente tem hoje, muito mais fácil. Só que a gente já tinha gente vendendo semente. Exatamente. Só que era muito mais difícil você encontrar porque não era uma empresa, era ilegal. Então acho que assim, a gente, né, como um todo, a gente não consegue proibir. A gente tem que regulamentar.
É isso, porque proibiu a cannabis lá atrás, ela não deixou de ser consumida, ela continuou sendo consumida e etc. Proibir a semente. Vai ter gente vendendo semente. O que que você faz com isso? baixa qualidade, você não tem uma regulamentação, você não consegue ter um acompanhamento. Então eu vi isso, eu vi, tipo, principalmente na pandemia ali 2020, que aumentou muito a quantidade de gente cultivando, aumentou muito a quantidade de perfis no Instagram vendendo semente. Todo mundo, todo perfilzinho aparecia lá vendo semente. E aí a quantidade de golpe, a quantidade de de semente que veio no
prensado e tá sendo vendido. Então, se você não tem essa regulamentação, uma empresa dando a cara e ó, tô aqui, tô no evento, quer me conhecer, quer ver a semente, sabe que eu tô vendendo, quer entender quem que eu tô representando as marcas, é muito diferente. E e por conta disso que a gente tem os avanços, né? Então, eh, se a gente manter, ah, não vai, não vai existir a Net Seeds, não vai existir nenhuma empresa que tá aí hoje vendendo semente. Ia continuar tendos, não ia parar, ia continuar crescente o cultivo. pode ser um
pouco mais devagar em si e tal, mas ia continuar porque a galera ia tá vendendo semente de qualquer maneira e aí o problema é remédio de baixa Qualidade, você não tem um cultivo, uma qualidade legal, pessoas comprando equipamentos e não tendo sucesso no cultivo por conta da semente que não tava em Então eu acho que é isso, tipo, é o normal do nosso mercado e isso tem que acontecer. Por isso que eu acho que não tem como freiar, sabe? Se freiar é como querer, sei lá, parar de vender álcool no mercado. Vai continuar existindo álcool
e a galera vai continuar comprando em algum lugar e aí você não consegue medir. E já tentaram proibir o álcool, né? A gente tem histórico para caramba. E hoje o que eu acho que vai acontecer nesse mercado, cada vez mais ele vai amadurecer e cada vez mais ele vai ter novos entrantes. Então você vai ter aí um mercado se transformando em se crescendo e se transformando, né? Eh, é, é isso que a gente tem visto hoje na cena da cannabis e, e, e todos nós, né, Danilo, o trabalho que a sua marca faz de educação,
né, para para poder trazer isso, a nossa comunicação de netseds, a gente tenta trazer muito esse lado didático, outras marcas exploram isso. Então, eu costumo dizer que todos nós que atuamos na cannabis de alguma forma eh eh nós vendemos veículos fazendo uma analogia, mas não há rodovias para trafegar tantos veículos ainda. Então é é por isso que espaços como esses são importantes para que a gente possa trazer informação, para que a gente possa trazer o conhecimento, né? Desde desmistificar que a planta não é demonizada, que a planta não larga ninguém doidão, que a planta a
gente vai bater tanto, cada vez mais que é isso, é normalizar, que é que é normal, né? E a e e a semente é a grande dúvida. Você sabe que às vezes eu tô me apresentando, não, eu trabalho com negócio de semente, pô, mas você vende semente de maconha no Brasil com uma cara de espanto. Não, mas isso pode aí você dá aquela gaguejada, né? você fala bem, poder não pode, mas também não dispode, né? Depende. Você tem uma autorização, você já cultiva. E aí a gente entra então de novo na importância de levar o
conhecimento da importância do HC, da importância de entender que a planta é medicamento, da importância de desmistificar que fumador de maconha não é bandido e que a maconha fumada não é diferente do olinho produzido pela associação. Então eu acho que é isso que a gente tem trabalhado e dentro, né, do conceito de maconha, é remédio e e e é o posicionamento que a Net Seeds eh eh adotou, né, e é a bandeira que ela defende. O autocultivo é sim a forma mais barata de se produzir o remédio, né? Eu falo que um vaso minimamente bem
cuidado, né? E aí a gente não tá falando de muita dedicação, não. A gente tá falando de o mínimo que um ser vivo precisa para viver, se alimentar, respirar, tá num ambiente limpo, ele vai colher seus 30 g de flor. Uhum. E com 30 g de flor, ele vai conseguir fazer um óleo, ele vai conseguir eh eh se medicar. Lógico, aqui eu tô generalizando, né? Cada paciente tem a sua necessidade, mas é muito mais viável hoje até com todo respeito à associações que têm ali o produto de forma social. Mas e um pai que tem
duas crianças autistas igual eu conheço, que é um policial militar que ganha R$ 4.000, como é que ele compra quatro frascos de óleo pro filho? Então é esse tipo de conta que a gente tem que fazer, mesmo que seja num lugar acessível, né? e tal, mas não tem como. Exatamente. São dois filhos consumindo quatro frascos. Podemos dizer aí que 1/3 do salário dele está indo com o medicamento. E o filho dele não usa só esses medicamentos à base de maconha. Ele tem outras remédios, né, que acabam sendo a maconha complementar ao que ele já usa.
Então é isso. O autocultivo veio para para abrir esse caminho, né? E todos nós estamos aqui porque os autocultivadores desbravaram, enfrentaram, mas a gente busca e como empresa também nets, né, a nossa bandeira é o autocultivo, para legitimar cada vez mais as pessoas vão entender. E é um barato, Danilo, tem pessoas que buscam semente. Eh, eu já encontrei pessoas que nos visitaram em duas-feiras e falaram: "Olha, eu comprei a sua semente num evento passado". Falei: "E aí, germinou? Deu bom?" Não, não germinei. Deixei guardado. Deixei guardado. E eu falei: "Tá, mas por que você não
germinou?" E curioso que tá comprando de novo? É. E aí eu não consegui dessa pessoa uma resposta. E aí você fica, pô, então você, eu não tenho uma dúvida de dizer que essa pessoa, no mínimo, não tem um hábito, né? Vamos dizer assim, não tem o hábito porque ninguém fazia. E ninguém fazia porque não há, ela não tem um hábito porque não há referências porque ninguém fazia. Então é isso, cada vez mais a gente precisa popularizar o tema da maconha. Sim. Você acha que, né, hoje vocês são marketplace, né, já desde do início aí da
Net Seeds, você tem uma pretensão em algum momento de se tornar uma um banco de semente ou não? Meu negócio é disponibilizar as sementes que existe mais top, mais baratas. É, é tornar acessível ou você pensa em realmente uma hora, pô, eu quero ter a Netse Bank aqui, o banco da Netseeds. Sim, essa é uma pergunta que alguns me fazem, é até algum caminho natural, algumas marcas que revendem, buscarem, mas eu acho que primeiro a gente precisa entender um pouco desse mercado, né? Sementes de qualquer produta agrícola, né? E aí a gente, vou voltar a
analogia de novo com tomate, cebola. Pô, tem muita tecnologia. A gente não pode esquecer que o que tá embotido gosta muito de querer desenvolver uma genética ali. É. E e também pensar no investimento, também pensar em tudo que envolve, garantir o que vai ali, né? Então assim, aquela sementinha, aquele ser vivo, o o maior poder que tá ali dentro é a tecnologia embutida, né? eh, para que aquele cultivar expresse a quantidade específica, né? A pergunta que a gente mais ouve é: qual que é a que dá mais, qual que é a que larga mais alto,
né? Eh, eh, e aí você tem que explicar que nenhuma, se você não cultivar bem, né? Ali existe o potencial genético daquela planta, né? Ainda vai depender muito do ponto de colheita queonde tá esse ponto deu tricôita aí. Vamos falar depois da colheita, como que você armazenou tudo isso. Então a gente ainda tá num já oxidou, não tá oxidado e a gente tá ainda num numa discussão se pode ou não plantar. Você tá entendendo, né? Eu gosto de fazer analogia com o queijo e o leite, né? eh eh de um bom leite, você vai fazer
inevitavelmente um bom queijo. Você precisa inevitavelmente de um bom leite para fazer um bom queijo. E na cannabis a gente ainda tá vendo se pode ou não ter vaca. Então é é é muito complexo esse tema. E na semente é isso, né? Qual que é o poder de uma genética hoje? Ah, Luí, convém investir numa semente? Claro que convém, assim como convém investir no solo, assim como convém investir numa, hoje na Wer a gente bate muito na questão de genética, não adianta nada você gastar 5.000 num equipamento para ter um espaço legal, para render bem
e você não comprar uma uma genética boa. É boa, que vai te garantir a produtividade, que vai te garantir a acertatividade do que você tá comprando, né, Danilo? Porque você citou, menos perda de tempo, né? É. E a Netseds, eu ainda tenho que citar algo que a gente faz, que vem ainda dentro da linha do acesso e que você tá nesse meio, você vai saber que não é comum. A Netseds a não é comum no mundo. A Netseds troca quase que, eu vou chutar um número, 95% dos pedidos do dos pedidos que não germinaram, né?
E eu falo que isso é muito particular e único, porque esse é um mercado que normalmente quem comprava nem reclamava, começava assim, né? Eh, eh, e ele sempre teve, ah, problema seu. E é problema. Muitas vezes eu posso te dizer que essa falha de germinação é do cultivador. É muita, é muito parâmetro ali. É muito, a semente ela é muito sensível. É um momento que você não pode deixar esse parâmetro sair muito do nível dele. É o pior momento do meu cultivo até hoje. Eu sempre falei, quem vende semente tem esse vai ter esse problema
pro resto da vida, porque não depende só da semente, tem o cultivador do outro lado. Quando a gente vai, por exemplo, que nem você falou, né? A gente vai numa cobase, numa pets e tem lá várias sementes, o pack custa R$ 2, vem 1000 sementinha de morango dentro. é muito diferente de quando você compra uma semente de, sei lá, R$ 50, R$ 100, uma unidade. Então vai ter essa questão. E é isso, Danilo, dentro desse fator econômico, lembrando que nós estamos num país que o salário mínimo custa um pouco mais de, acho que 1600 agora,
1500, dependendo da do banco, como é que você compra um pack de R$ 300 numa semente e não germina e você deixa o cultivador, ó, isso é um problema seu e de novo, muitas vezes é só que quem tem experiência de cultivar maconha no Brasil, como é que eu vou esperar que o cultivador que comprou seu kitzinho lá na Leds Dor, se encorajou, foi lá na Nets, comprou a semente. Como é que eu vou esperar que ele entre no seu carro e saia dirigindo sem nunca ter feito um curso de habilitação? Pô, Luiz, você tá
Pagando pro cara aprender? Teoricamente a gente está subsidiando essa reposição. Podemos chamar verba de marketing, alguma coisa, mas assim, eh, uma confiança para esse cara se sentir incentivado. Então, isso vem dentro do que eu chamo também de política de acesso. E posso te dizer, Danilo, toda vez que a gente faz uma troca, o cara se sente muito privilegiado. Ele se sente muito. Ah, também acho que a exper acho que a experiência que ele já teve de comprar semente, principalmente porque ele comprava no Instagram de monte de picareta. Exato. E aí é isso, você não vai
ser nem primeiro sorte sua recebeu e depois se você recebeu a chance de você ser respondido, de ter o reembolso e etc. Então acho que traz isso, né? O quanto ele já sofreu em compra de semente. E aí quando ele vê uma empresa que tá ali séria, querendo mostrar Brasil inteiro e dando a cara, né? 95% de é muito difícil ele trocar, né, de empresa, porque ele tá tendo essa confiança em vocês também. Esse é o ponto. Nós estamos dando a cara, né? A gente teve eh até cito um caso agora no evento do Rifer,
chegou, Já conheço a Net Seeds, um um convidado do evento. Ah, comprei com vocês e não germinou. Ah, e aí deu problema? Eh, então, mas eu já fiz o contato lá, já fizeram a reposição. Esse mesmo rapaz disse que na segunda-feira ia fazer um outro pedido porque ele ia fazer um novo setup. Então, é esse tipo de situação que nós queremos incentivar, que o cara se encaje a cultivar e que a semente, que a aquisição da semente, melhor dizendo, seja para ele uma oportunidade dele ampliar o valor do seu cultivo, né, dele escolher uma genética
que tenha THCV e e tenha garantia que tenha THCV. Talvez muitos dos que não vão vão nos ouvir não conheça, mas a semente de cannabis ela é algo muito particular, Danila, ela é vendida em caixinhas. Caixinhas. Eu eu costumo fazer uma analogia com perfumes de com perfumes de grife de luxo. E essas caixinhas são assim para evitar fraude, para evitar falsificações, porque a gente tá falando de um produto muito facilmente falsificável, né? E aí entra um diferencial. Hoje nós não negociamos com Não tem, não tem cara, né? Não tem cara. Na hora que cresceu a
planta, se você não souber muito bem ali de como é aquela genética e tal para ter uma base na hora que a semente nascer, se nascer qualquer genética ali, você vai falar: "É a 24K". É a 24. Não. E mais do que isso, você compra um pack de cinco sementes de 24K e eu posso ter ali 24 indivíduos de 24K diferente. É, é cinco indivíduos de 24K diferentes. Pô, como assim, Luiz? Pô, você é idêntico ao seu irmão, né? Nem gêmeos são exatamente idênticos. Então isso é uma outra abordagem, né, que aí o mercado de
sementes, o acesso permite, que essa pesquisa, né, de entender qual é o fenótipo que vai nos atender. Mas hoje o que a gente busca é isso mesmo, facilitar o acesso, acolher o cultivador que que está iniciando, incentivar, né, dar as caras para um negócio que para muitos está no submundo. Nós não estamos no submundo, né? Nós somos patrocinadores da maioria dos eventos que a gente participa, das feiras do Brasil. A gente tá lá com standes eh eh bastante eh eh visível, que é para ampliar o diálogo mesmo, para trazer esse cara para dentro, para mostrar
para ele que existe um mercado de semente no Brasil, que existe um mercado de autocultivo no Brasil, que autocultivar maconha no Brasil é um caminho viável e de verdade é terapêutico, só cultivar. Exato. Um outro, uma outra curiosidade que eu tenho em relação à sementes, né, que não sei se em algum momento a gente vai chegar nesse ponto e se você já pensou nesse braço, né, alimentação, ela Como proteína na nossa é isso, né? Não, não é a mesma coisa que você faz hoje, né? Genéticas selecionadas, né? você invente de R$ 100, não é isso
que a gente vai estar comendo ali, mas você olha esse mercado, você já chegou a pesquisar a fundo, eh, tem, tipo, você tem um olhar para isso, você tem uma vontade de, pô, quero vender semente aquilo que não é para cultivo, é a galera usar no lugar ali do feijão, sei lá. Acredito que cabe aqui mais uma analogia com a agricultura convencional, né? a soja, como grão, faço o óleo e e e outros derivados que a gente consegue aí como biocombustível e por aí vai. Cacabis será igual assim que é que é isso, né? Normalmente
quando você tem na soja vai ter o cultivador, aí vai ter quem vai fazer o óleo, aí tem quem faz não sei o quê. Como o nosso mercado é muito novo, ainda não tem cadeia, a cadeia. Então muitas vezes a gente fala: "Você é a cadeia". E aí, por isso que eu perguntei se você tem esse olhar, que a Netcisa, ela tem a possibilidade de vender a semente, vender a fazer, né, abraçar um ecossistema ali como um todo ao redor da semente, né? Sim, a gente pretende sim. Acho que aí a gente tem que dividir
os mercados, né? A a Nets nasceu com o propósito do autocultivador, mas ela tem pessoas por trás que experimentaram outros mercados, né? E sem dúvida, né? a a semente, a ramp foods, a ramp seeds como um superfood, né, nos Estados Unidos, já é possível comprar. É um produto com alto valor proteico e é uma oportunidade, é um mercado mais nichado, né? A gente vai precisar aí eh fazer um trabalho de educação, como tudo, que envolve a cannabis, mas é muito saudável pôr a minha ramp food, minha ramp seeds no meu mamão de manhã junto com
a minha granola. Isso é um mercado, assim como tem também, Danilo, o mercado pro cultivador, né? A aí falando dessa cannabis, dessa maconha mais industrial, a gente tá em vias de de ter avanços de de regulamentação, mas aí a Netse, né? Aí fazendo uma analogia de novo com agro, a gente pretende se comportar como uma multiplicadora de sementes, né? Então a gente eh como é que funciona esse mercado hoje no agro de escala? uma empresa vai lá e desenvolve as genéticas, coloca todo o seu conhecimento técnico e sua tecnologia ali e licencia isso para outras
empresas multiplicar. Até porque a gente nunca pode esquecer que a semente para se ter semente de maconha, eu preciso plantar pés de maconha. Eu tenho um fornecedor, Danilo, que ele diz que em 2029 haverá um apagão de sementes. Por ele está prevendo que haverá até 2029 avanços regulatórios em várias partes do mundo, que a gente vai est consumindo muita semente e não vai ter semente suficiente. Caramba. E olha que um pé de maconha da semente para [ __ ] né? Sim. Mas quantos hectares agricultável tem o Brasil, que é hoje um dos maiores lugares que
sobrou pra gente fazer a agricultura. Então, entenda. E outra, né? Quem são os Ced Bankers hoje? Quem que produz isso hoje? É, é muito louco te dizer que não há 10 produtores mundiais fazendo isso. Apesar da gente ter muitas marcas, elas são marcas ainda, entendi. Elas são ainda marcas muito pequenas, né? Ainda muito fazendo uma analogia, cervejarias artesanais. É muito mais fácil você tá revendendo algo, né? colocando a sua marca ali em algo que tá sendo desenvolvido até desenvolver junto, mas não ser a indústria, né? Você não ser o produtor daquilo. E isso é normal
na agricultura, tá? O cara que bridou, né, o que fez ali toda a o perfil que ele quis ali, ele não tem que ser necessariamente o multiplicador. E aí eu até respondo a sua outra pergunta inicial, a Net Sids vai ter a sua marca? Pode ser que sim, pode ser que não, mas na verdade é que hoje tem muita gente que tá anos luz lá na frente. Danilo, a gente tem uma marca no nosso portfólio que é a Dut Passion. Ela é uma holandesa que tá há 40 anos estudando genética. Sim. Entendeu? Então, olha quanto
nós estamos atrasados, né? De novo, aqui a gente tá se discutindo se pode ter vaca, como é que eu vou ter um queijo que vai disputar premiações internacional. E não podemos esquecer, gente, nós somos o maior produtor agrícola de diversas culturas agrícolas. E Danilo, você na loja tem contato com cultivadores, nós temos cultivadores diversos. Nós temos muita cultivador bom no Brasil. Nós temos muita gente olhando aquelas flores instagramáveis, bonitas dos Estados Unidos, que não sabem que tem muitas flores bonitas aqui no Brasil. Gente que tá antenado, gente que tá trabalhando, gente que tá visualizando um
espaço nessa indústria que está se formando. Então é isso, amanhã nós vamos e até mesmo pr pra gente que tá na bolha, porque tem muita gente que não tá na nossa bolha. que é essa bolha de eventos de conhecer todas as caras, sabe? A gente, pô, conhece várias marcas, conhece os donos das marcas, tá todo mundo no mesmo evento sempre e tal. E tem muita gente que é bom para [ __ ] cultiva bem breeder ou não. Tem muita gente que tá desenvolvendo genética no Brasil há muito tempo, só que tá escondidinho, tá lá quietinho
na dele, a recomendação, né? Tá lá quietinho na dele. A pessoa que me ensinou a cultivar, ele é bom cultivador, ele desenvolve genética hoje Em dia, tudo para ele há anos. tá lá no cantinho dele, no sitozinho dele, nunca foi num evento canábico, nunca entrou num Instagram de nada, nada. O negócio dele é o cultivo dele ali. E eu vejo muita gente na ledindor assim que tá lá cultivando, fala com a gente, tal, mas fala: "Não, tô de boa, tô desenvolvendo minha genética aqui, quero fazer uma genética para mim, pro meu uso, que seja confortável
e não tô nem aí pro mercado, tô nem aí pra ego, ver se a minha genética é melhor, sabe? Então tem muitos mercados dentro do nosso próprio mercado, né? É muito infinito, né? Você tem hoje uma quantidade de cultivadores que nós não conhecemos muito, né? Talvez eh eh eh eh agora a gente tem acesso a Net Seeds, você tem interface na sua loja, mas a gente consegue ter um pouco de base, mas a gente nunca vai saber, mas quantos não estão se expondo, né? É por isso que eu falo que é muito questionável esse mercado
do autocultivo, né? Qual é o tamanho dele mesmo, né? Quem imagina que o Luís era cultivador há 5 anos atrás antes do Luiz Caras? Eu não podia me mostrar, Danilo, né? Na no meu no meu antigo negócio, né? Quando eu era diretor de uma agência de comunicação, talvez se vazasse que eu plantasse maconha, eu poderia perder um cliente. Olha que nível a gente pensa, né? da e olha que meu cliente era de agro, eu poderia levar para ele uma tendência, Né? Olha, vamos produzir maconha que é é é é bacana colocar que o presidente da
BAS da Bayer do Brasil se aposentou. Você sabe o que que ele foi investir? Maconha, né? Você acha que ele tinha informações privilegiadas para entender por que investir em maconha um cara que foi presidente de uma Bayer no Brasil? Então entenda, a gente tá falando de um negócio que é agricultura. Nós vamos estar dias, mais dias, menos dias falando de uma commodity agrícola. Nós vamos estar sim vendendo sementes de cannabis pro produtor que quer trocar sua soja. Eu venho da região de Ribeirão Preto, uma região onde a monocultura da cana dominou bastante por um período
e cresceu-se a cultura do Aminduim, porque o Aminduim é uma forrageira que faz, né, uma reorganização ali do solo, porque a monocultura da cana eh dá uma bagunçada ali. A maconha poderia estar sendo utilizada de forma muito mais eficiente, né? Eh, as genéticas automáticas poderiam estar aí nas chácaras, nos sítios. É porque é isso não se olha como uma commodity, se olha como uma droga que acaba com família. Hoje muito menos, né? A gente a gente vê hoje mais relaxado, né? É. E é isso. Isso vai continuar acontecendo. O grande problema é que não é
em passos largos, né? São sempre passinhos ali. Acho que cada vez esse Passo tá um pouquinho mais forte, mas não correndo, né? a gente vê uma evolução acontecendo ali em cima do geral e eu acho que é muito por conta de tudo, por conta da gente tá sempre informando, sempre fazendo matéria, sempre tando em evento, sempre dando a cara, que é aquilo que eu falei lá no início, começou no cultivador, aí veio avançando. Então é normal de qualquer mercado que nasceu obscuro, né? E e foi esse foi assim na Califórnia, né? Se o Danilo não
desse a cara, se o Luís não desse a cara, a gente talvez não tinha como comprar essas genéticas, não tinha como comprar os insumos. Então acho que isso é muito importante, né? A gente tá aqui se expondo. E aí eu tenho que colocar, pelo menos no meu caso, né? Eh eh tem sim ali uma ideia de se trabalhar com cannabis, mas volta o cultivador. É o amor à planta. Eu falo muitas vezes, Danilo, que eh por business talvez a gente não afrontaria um negócio tão complexo, cheio de cheio não, tão ausente de normas. É isso.
Você nunca você não viu isso em nenhum outro mercado. Você não viu isso por nenhuma outra proibição. Exato. Estamos aqui, ó, vendendo, investindo, né? A gente tem um mercado altamente competitivo, né? Algumas variáveis do mercado da canabis são iguais, né? quando você tá lá com a sua loja online, eh, já diferente do que todo mundo acha, Já estamos competindo. E aí você tem hoje uma não permissão de fazer uma publicidade, o perfil da Nets, né? Eh, eh, eu vou inclusive no final não passar o perfil da Netsu recomendado a gente passar somente o site porque
ele cai. Nós tivemos o nosso perfil derrubado em uma semana, duas vezes. Você nunca entrou à justiça para tentar ver alguma coisa em relação a isso? Sim, mas é lento e aí vai. E aí a gente criou uma normas de evitar palavras, de criar uma categorização ali, de tentar ser mais e eh colaborativo com o algaritmo, mas não tem jeito. Então é todo um trabalho que é condenado e não que você precise daquilo, tá? Isso para nós também vai ficando claro. A, e aí como publicitário eu também posso afirmar, é uma mídia importantíssima, mas a
gente não pode ter nosso negócio principalmente eh eh alicerçado em cannabis dependente de uma meta, né, que que censura palavras como maconha, por exemplo, mas é uma ferramenta extremamente importante pra gente escalar conhecimento, pra gente chegar em lugares que vocês não chegaram ainda. Aí você tem ali às vezes 13 meses de de conteúdo, pô, você tem backup, tem, mas perdeu o histórico, perdeu as interações, perdeu o calor da postagem, Perdeu a cronologia. Então eu acho que isso também a gente tem que relevar, né? A gente não tem incentivo de nada. E detalhe, né? E eh
a gente patrocina na meta. Sim. Então, olha que coisa louca, né? A gente tem hoje a nossa empresa sendo boicotada, mas nós somos clientes da meta, pagando para ele, pagando para isso. Então é esse tipo de situação que a gente sonha, né, que as normas vão minimizar esses impactos, que a gente possa fazer uma publicidade responsável, né? Lógico, eu não estou aqui pregando que a gente tenha que fazer publicidade eh eh sobre maconha livremente. Não, não é isso. Assim como é o agrotóxico, assim como é o cigarro, assim como é o medicamento, né? Mas eu
não posso esquecer que a gente tem uma neusaldina no horário nobre da televisão brasileira, né? Não, não fazendo uma marca, uma propaganda aqui. Tá só vendendo semente ainda. E eu só tô vendendo semente, né? Não tá nem vendendo a a maconha. é uma semente que é terapêutica para quem cultiva pelo hobby de cultivar, é terapêutica para quem vai utilizar essa esse produto. Enfim, a gente precisa ampliar esse espaço do cultivo, sem dúvida, também nas grandes mídias. Sim, sim. É uma última dúvida que eu tenho em relação aos seus clientes, né? Porque pra gente o cliente
ele vem atrás do cultivo e automaticamente aonde eu pego a semente. Isso é o mais normal, porque muitos deles não sabem, né? É até por isso que a propaganda é importante para vocês, né? Porque eu acho que vocês tem mais gente procurando vocês do que vocês vendem hoje em dia. Sim. Sabe? Tipo, vocês não vendem, tipo, isso eu tô falando para qualquer empresa de semente no Brasil. Eu acho que só não consegue vender mais porque ainda não conseguiu chegar em todo mundo que tá precisando de semente. Porque tem tanta gente precisando de semente que é
isso, você não consegue se divulgar, você não, você tem que estar em todos os eventos, você tem que patrocinar tudo você para para conseguir atingir de alguma forma, porque os meios de comunicações mais normais deixa, mas deixa naquela, te derrubando, te prendendo e tal. Então é isso. Eu acho que a luta maior de vocês é conseguir cada vez aparecer mais pras pessoas que cultivam, sabe? é trazer esse espaço presente, é romper essa famosa bolha, né? Por mais que os eventos são relevantes, boa parte do público desses eventos são um público frequente, né, que está carente
de recreações de cannabis. Eu falo que qualquer evento de cannabis bem produzido, bem divulgado, atrai um público, porque existe um lifestyle que consome isso, né? Mas hoje essa é a nossa missão, Danilo, ampliar mesmo a base de clientes, né? Cada vez mais HCs vão ser expeditos, cada vez mais Consumidores, pacientes vão se encorajar a a cultivar. Eu tenho um dado legal para compartilhar também sobre a nosso site. Nós temos uma taxa de permanência acima de 10 minutos no site, que é muito alta. É muito alta. Acho que também pela questão de entender a genética, né?
O site é bem rico em ficha técnica. a gente coloca lá, são 630 cultivares. A gente sabe que o cara busca mesmo entender o que ele tá consumindo, quer saber sabor, quer saber a questão de o que que vai acontecer com ele, né? Tem muito isso, né? Do eh o barman, né? Esqueci, é o o bud tender. O bud tender, né? Que ele traz essa ideia do tipo, você tá querendo usar para quê? E que está crescendo, cara. Exato. Exato. A gente tem uma galera que, e a gente vê isso muito nos eventos, o evento
é muito rico, né, essa experiência do fronte ali com o cultivador. Mas tem uma galera hoje que tá buscando ter peno. Tem uma galera hoje, então hoje tem uma caça por ter peno gigantesca. E é uma coisa muito já da evolução, né? Por de novo como é que eu ia buscar ter peno, sendo que eu não era nem autossuficiente no meu consumo. A partir do momento que eu sou autos suficiente no meu consumo, eu posso expandir meus métodos de de c de de uso, né? Igual o Polêmico ICE aí. Ah, se fosse fácil todo mundo
poder usufruir de uma extração de ICE. Não, o cara que compra sua tendinha ali de 80 por 80 é difícil ele manter uma produção de ice que atenda. Às vezes ele vai cultivar o ano inteiro, pegando trimas ali, pipoquinha juntando durante o ano inteiro para lá no final fazer uma extração onde ele vai ter um período de utilização daquela extração. Mas ou ele ou ele transforma a flor dele em ice ou ele usa a flor, né? Porque senão não tem como fazer os dois numa estufa de 80 por 80. Agora se ele pudesse ter mais
espaço, né? Se ele pudesse de forma mais tranquila experimentar isso, teríamos mais empresários, teríamos mais agrônomos. E, cara, tem muita gente interessada no cultivo. Eu fico todo momento me perguntando que hora que a bolha rompe, mas ela vem se rompendo, né? E os cursos mostram isso. A gente sempre que possível a gente tá próximo dos cursos, das marcas que atuam em cursos. Eh, a gente vai lá com cupom de desconto para incentivar mesmo o cara a experimentar, experimentar comprar uma genética, experimentar a experiência da Nets mesmo como marca, né? Eh, eh, eh, muito das sementes
no Brasil foi se construído com fraude. É triste dizer isso, né? Mas, infelizmente ou no Brasil teve mais fraudadores de sementes do que empresas sérias. Então, é por isso que a gente tá aí participando dos eventos, Né? Eu, como responsável da empresa, eh eh participo de espaços como esse. Eh, eh, estou na linha de frente desses eventos, dialogando com o o consumidor, com o paciente, entendendo qual é a demanda, trocando. E é muito louco que às vezes ele só quer dar o feedback. Sim. É, é, é, é tão encarcerado o nosso movimento da cannabis que
o cara às vezes só quer te dar o feedback. Pô, Luiz, comprei aquela genética, realmente teve valor. Ô, Luiz, comprei essa genética, é o que eu esperava. Então, a o evento ele é muito rico para isso também, né? Você consegue estar ali com esse cultivador. E se a gente pudesse falar isso abertamente? E se eu pudesse abrir um call center? E se eu pudesse ir na grande mídia? É, hoje a gente depende desses eventos para poder ter essa esse coletivo se juntando ali, os cultivadores se conhecendo, as para se sentir representado, né? Acho que é
é bem isso, um evento de cannabis, né? Ninguém vai numa feira supermercadista para sentir a sua loja representada. A gente vai num evento de cannabis para falar: "Olha, eu existo, eu consumo, eh, temos muito a a evoluir ainda." Não, do [ __ ] Luiz, a gente tá acabando o episódio aqui hoje. Queria agradecer para [ __ ] mais um papo aí que eu consegui aprofundar mais, né? Eh, os outros papos que a gente fez, né? Os podcast que a gente participou era sempre em parceria, então não tinha uma troca direta, tanto eu e você. Hoje
a gente teve aí pelo menos uma hora e Pouquinho pra gente trocar um pouco mais e eu conhecer um pouco mais também da sua direção, né? Visão de Net Seeds, visão de mercado, eh sua ideia, né, com a Net Seeds em relação à venda de sementes, futuro, etc. Então, acho que foi bem legal e bastante conteúdo pra galera também conhecer mais a Nets, que eu acho que eu vou bater nisso toda vez que eu te encontrar, Nets tem que estar em tudo quanto é lugar, porque tem muita gente que precisa conhecer realmente aonde, né? Muita
gente que precisa saber que plantar maconha é possível. E eu teve uma hora aqui no episódio que eu anotei um negócio no celular que é uma ideia que eu não ia falar no ar, mas vou te dar uma ideia aí, quem sabe pode ser boa. Eh, então queria te agradecer, vou te dar um brindezinho aqui da Leds Indoor. É uma camiseta, tem uma piteirinha aí também. Muito obrigado. Bem, eu agradeço novamente a oportunidade de expor o pensamento da da do autocultivo, de expor a Nets, encorajar as pessoas que que queiram saber mais a nos procurar,
né? A gente tem aí o nosso site que é o www.netse, netseeds.shop. Ali ele vai encontrar uma infinita variedades de genética, todas catalogadas, todas provenientes de marcas já conceituadas. Tem o saque também que ele vai falar com o atendente que vai est ali disponível. E assim, se encoragem, né? Eh, cultivar é muito legal, cultivar é um hobby fantástico. Eh, produzir o seu medicamento, então, é maravilhoso, né? A sensação de quem já colheu algo, né? Alguém que já teve experiência de plantar um pé de banana, De colher um milho, qualquer coisa que seja aí num vasinho,
saber que você produz a sua planta em casa e pode usufruir daquele seu momento ali de interação consigo só de uma planta que você produziu, é gratificante demais, né? Então eu acho que só aí já faz bem pra cabeça. Então o autocultivo é o caminho, né? Então a gente deixa assim o recado, que busquem o conhecimento, que busquem a informação, que se encagem, né, de de fazer o cultivo e e que busquem a Net seeds aí para para para escolher a sua genética que vai melhor atender aí a sua necessidade terapêutica. Ah, show de bola.
E não esqueçam de se inscrever no canal, curtir aqui o vídeo, né? Comentar também o que você achou. Comenta aí também qual genética que você gosta, qual banco, tem um banco de preferência, né? Vamos ver, fazer uma enquetezinha aqui nos comentários pra gente ver se a 24K ainda é tão famosa como o Luiz disse, com certeza ali em venda bate bate qualquer outra genética. E é isso, galera, obrigadão. Eh, tem cupom também, então tem cupom da Talks Indoor, quem quiser fazer compra lá no site da Leds Indoor. Ah, a gente também tem cupom da Net
Seeds, né? Então, quem tiver buscando sementes aí tem o cupom leds indoor que você consegue utilizar lá na na Netsed, no site, no shop lá, tudo certinho. E quando aparecer em algum evento, vai encontrar o Luiz lá, com certeza em todos os eventos. Por favor, venham, venham conversar com a gente e conhecer um pouco mais sobre a marca também ali, sobre a genética que eles trabalham. Então é isso, Luiz. Obrigadão. Legal, Danilo, e até o próximo episódio. Valeu, galera. Ah.