Olá, [música] comunidade Igreja 360. Voltamos para o nosso segundo módulo eh sobre grupos de crescimento, os nossos GCs. E nessa aula de hoje nós vamos estar falando como realizamos o nosso GC, qual é o nosso método, né?
O método que praticamos, que fazemos acontecer os nossos GCS em nossa igreja. Antes de entrar na forma prática, é muito importante, como conversamos na aula anterior, que o grupo de crescimento, ele tem o foco na comunhão e no crescimento, né? Então, vamos falar um pouquinho sobre essa questão do crescimento, sobre esse propósito do crescimento.
Nós precisamos atender, entender que seguir Jesus não é um momento único da sua vida, não é apenas um evento em que o membro vai lá e aceita Jesus, mas é um processo, né? Viver eh como discípulo de Jesus é viver todos os dias esse processo. Independentemente se eu me converti hoje ou se eu tenho 10, 20, 30 anos de igreja, se eu escolhi ser discípulo de Jesus, eu estou em um processo de crescimento, eu estou em um processo aí de maturidade, de ter eh de buscar, né, em Deus me tornar semelhante a Cristo até que um dia, né, nós voltemos a ele ou ele volte e aí seremos transformados completamente.
vivemos aí essa transformação. E para isso é importante entender que esse caminho ele não vai ser marcado por perfeição, mas pelo compromisso de uma transformação contínua, né? Então, é muito importante que os nossos líderes, a nossa liderança entenda isso, que esse ambiente de grupo de crescimento é um ambiente onde pessoas estão crescendo.
Então, nós não vamos ter pessoas perfeitas. Nós vamos ter pessoas imperfeitas em processos de transformação, pessoas que vão ter, cada um vai desenvolver a sua maturidade espiritual de uma forma em uma velocidade diferente. Então eu tenho pessoas que vão ter essa velocidade porque tem um compromisso maior de entrega, de busca pela palavra, de comunhão com o Espírito Santo.
E nós vamos ver, né, essa maturidade ali ser desenvolvida com mais velocidade. Tem outras que vão ter o ritmo menos acelerado e vão precisar de um acompanhamento, né, ali mais demorado. Então é importante que o líder entenda isso, que o grupo de crescimento não é um lugar para pessoas perfeitas, mas para um lugar e com eh de pessoas comprometidas com essa transformação.
Então, a palavra chave pros nossos grupos de transformação, além de comunhão, é também o crescimento. E nós incentivamos nos nossos GCs um formato, um método para esse crescimento, que é o que vamos falar na aula de hoje. Então, acompanhado, autoresponsável e relacional.
Começando pelo método acompanhado, né? nós temos eh dentro do nosso grupo de crescimento esse método acompanhado, onde nós temos ali essa cultura de prestação de contas, né? Além disso, ser um princípio bíblico, onde você precisa ali, né?
Tá confessando seus pecados paraos seus irmãos para que você possa ser perdoado, para que você possa ser ali acompanhado. Nós geramos esse lugar, nós eh impulsionamos esse lugar. na vida desse discípulo de Jesus, onde esse crescimento e onde essa formação do seu caráter, ela possa ser acompanhada por relacionamentos saudáveis, né?
Então, o líder do grupo, ele vai tá ali desenvolvendo, acompanhando essas pessoas. Então, dentro de um grupo de crescimento deve ser um ambiente onde eu, como membro, eu posso compartilhar com o meu líder, porque eu sei que o meu líder, ele vai ali praticar, né, o princípio da privacidade, ele vai acolher os meus problemas, as minhas dores, os meus pecados e isso não vai ser espalhado. Por isso é muito importante na escolha da liderança que nós escolhemos pessoas que sejam dessa forma, né?
Que sejam pessoas que guardem com privacidade essas informações, porque não lhes cabe, mas é algo pessoal daquela pessoa que tá buscando o crescimento, né? Então, nós devemos gerar esse ambiente. Eh, na nossa igreja, nós conduzimos, nós temos um manual da liderança, onde nós trazemos alguns aspectos e alguns assuntos para que os nossos líderes possam lidar.
Então, como na nossa igreja é uma igreja, né, por sua maioria, jovens e adolescentes, nós temos alguns adolescentes liderando também. Então, a gente traz algumas situações em que eles possam estar levando para a liderança superior. Então, por exemplo, se eu sou um líder de GC e chega um caso no meu GC, eh, em que eu não tenho maturidade espiritual, em que eu não sei lidar com essa situação, eu não vou lidar com aquilo sozinho.
Eu vou contar com a ajuda do meu supervisor. E o meu supervisor pode contar com a ajuda do coordenador e o coordenador com o pastor. Então nós vamos avaliar ali qual a situação, qual o problema problemática que aquela pessoa ali ela está envolvida e qual o nível de ajuda que ela precisa.
E como igreja vamos estar acompanhando isso, seja através de um aconselhamento pastoral, seja através de um método acompanhado ali com o GC diariamente, né, cuidando dessa pessoa. Mas também nós trazemos que esse método acompanhado, ele não é só acompanhado pela liderança. Claro que tem situações e tem é coisas específicas na vida das pessoas que elas precisam que pessoas com maturidade espiritual estejam ajudando ela a vencer, né, esses pecados ou a vencer aí essas circunstâncias com pessoas mais maduras na fé, mas coisas comuns de crescimento, né, eh, de crescimento mútuo ali entre os irmãos, nós também desenvolvemos essa cultura do acompanhado em geral.
Então ali no nosso GC a gente tem a oportunidade de abrir o nosso coração, por exemplo, falar da nossa dificuldade de não conseguir ler a Bíblia, de não conseguir ter uma rotina de oração, de estar passando por algum desafio na escola, na faculdade, na família e ali como membros, né, uns vão acompanhar um aos outros, então vão estar fortalecendo uns aos outros como como a gente viu lá nos propósitos, né? Vamos estar suportando as cargas uns dos outros. Então, o método acompanhado dentro da nossa igreja de crescimento é esse, onde nós temos uma liderança, nós temos pastores, nós temos eh líderes maduros para lidar com situações, seja de com espiritual, emocional, físico, para ajudar essa pessoa a crescer, mas também o acompanhado mútuo ali pelo seu GC, onde uns vão estar suportando a carga dos outros, né?
Então, a gente tem aí o método acompanhado, temos também o método autorresponsável. E isso é muito importante porque dentro da nossa igreja e dentro dos nossos grupos de crescimento, nós incentivamos que cada discípulo de Jesus ele tem a sua responsabilidade pelo seu crescimento espiritual, né? Então, como eu já trouxe esse exemplo, já citei esse exemplo, né, eh, da criança que está aprendendo a andar.
Então, eu sou mãe, né, tenho uma filha já de 4 anos e ali no início dos seus primeiros passos eu estava acompanhando ela, né? Então eu estava ajudando, eu colocava o andador, eu colocava, dava o suporte com as minhas mãos, colocava aquele método da fraldinha segurando ela para andar. Por quê?
Porque ela ainda tava aprendendo a sustentar suas perninhas, ainda estava aprendendo a ficar de pé. Quando ela caía, eu acolhia, eu levantava, cuidava dos seus diversos machucados. Mas hoje, com 4 anos de idade, a minha filha não precisa mais da minha ajuda para andar.
Ela anda sozinha, ela corre sozinha. Eu não preciso ficar falando, Laí, é assim que anda. Não.
Por quê? Porque ela já sabe, ela já é autorresponsável, né, digamos assim, eh, pelo seu crescimento e desenvolvimento de andar sozinha. E na vida espiritual, nós fortalecemos isso na nossa igreja.
Nós sabemos que ali um novo convertido, ele vai precisar de todo o suporte, porque ele vai ter muitas quedas no percurso do seu caminho. Ele vai ter algumas feridas que vão precisar ser cuidadas, mas ele não deve ficar o tempo todo caindo, porque isso demonstra o quê? Que não há saúde, que não é saudável.
Se minha filha aos 4 anos de idade ela não conseguisse andar sozinho, certamente é porque ela ela estaria cometida de alguma doença física, né, e não seria saudável. Da mesma forma no nosso crescimento espiritual, se a pessoa ela tá sendo acompanhada, se foi ensinada a orar, ensinada a ler a como ler a Bíblia, a fazer devocionais, a ser inserido nos nossos cursos de ensino, estar em comunhão com os irmãos, serve na igreja e ela ainda não consegue andar com as próprias pernas, é porque algo não está saudável. Há algo ainda doente que precisa ali ser tratado para que ela possa ser autorresponsável pelo seu crescimento, né?
Então, no início nós vamos acompanhar, vamos fazer um devocional juntos, depois a pessoa vai começar a fazer devocional sozinha, nós vamos orar juntos, depois a pessoa já começa a orar sozinha, né? Então, talvez vamos ser mais intencionais em vir pro culto, assistirmos o culto juntos, mas depois eu vou estimular essa pessoa a fazer seu próprio horário, vir para o culto sozinha. Então isso é muito importante como líder, a gente desenvolver aí esse método autorresponsável, né?
Um dos alvos do GC é inspirar as pessoas a serem autônomas, proativas e engajadas em seu crescimento. E como igreja, nós fornecemos isso de diversas maneiras, com o pastoreio no GC, com os cursos de ensino, com o serviço no voluntariado, com os nossos cultos dominicais e ministeriais. Então esse é o método autorresponsável.
E para finalizar, nós praticamos aí também o método relacional, ou seja, a fé cristã ela é comunitária, né? Não, não tem como você viver uma fé cristã saudável, isolado, na solidão, solitário, porque isso não faz parte da fé cristã. A fé cristã foi feita para ser comunitária, para viver em comunidade.
Jesus nos ensinou isso. Foi Jesus que eh criou a igreja, né, do Senhor. Então, nós precisamos viver aí de forma relacional, porque nós acreditamos que os relacionamentos saudáveis dentro da igreja, eles são como o ferro que afia o outro ferro, né?
Então, as pessoas elas vão poder crescer. a partir do momento em que ela se relacionar. E quando a gente vai pro quesito relacionamento, esse crescimento não vai vir só de bons relacionamentos, não é verdade?
Os bons relacionamentos vão me fazer crescer, óbvio, porque eu vou ter aquela amizade constituída, eu vou ter aquele propósito estabelecido, as pessoas vão acreditar, investir em mim, mas eu também tenho como crescer dentro desses relacionamentos. com pessoas que vão aparecer e vão surgir também com unidades de fé, porque é um lugar para pessoas imperfeitas que talvez vão me decepcionar, pessoas que vão vão me decepcionar, vão me machucar, não vão corresponder às minhas expectativas, mas isso também serve para o meu crescimento. Isso também serve para que eu cresça, né, em relacionamento, para que eu exerça o fruto do espírito, para que eu possa dar aquilo que Jesus está mudando no meu caráter, né?
Então são essas pessoas que vão aperfeiçoar a nossa paciência, o nosso controle, a o nosso domínio próprio, a nossa amabilidade, a nossa bondade, né? Então, dentro dos relacionamentos, nós somos forjados a viver a fé cristã. Então nós com nós nós falamos muito aqui na nossa igreja, né, e chamamos muito desse método relacional, o vida na vida, que é o quê?
É uma vida marcando a outra através de Jesus, né? Então, enquanto eu ando com uma pessoa, eu conheço mais dela, eu vejo Jesus na vida dela, eu sou inspirado pela vida dela e assim a gente vai promovendo isso dentro aí da nossa igreja, né? Então, dessa forma, com esse método, né?
esse método eh dos nossos grupos de crescimento, que é um método aí autorresponsável, eh relacional, nós podemos crescer na fé e nós podemos nos tornar cristãos maduros. E aí trazendo para uma parte mais prática, Andressa, entendi o método que nós utilizamos, que a nossa liderança precisa ter mais atenção, mas na prática, como que uma pessoa ela pode ser integrada a um GC? né, dentro do da da nossa igreja, eh, nós facilitamos muito isso.
Então, não temos uma lista de requisitos paraa pessoa entrar dentro de um grupo de crescimento, basta ela querer. Então, a primeira a primeira coisa que nós fazemos é o contato. Nós fazemos o contato através dos próprios membros, onde dentro do meu grupo de crescimento eu fortaleço a cultura do mais um, né, que sou eu e mais um.
Então, todas as vezes que eu vou pro GC, eu tenho ali o hábito de levar mais um comigo para que ele também possa receber a Cristo. E dentro dos nossos cultos dominicais e ministeriais, nós também conectamos as pessoas que estão vindo pela primeira vez a um GC. Então, pegamos o contato dessa pessoa, eh, perguntamos se ela tem interesse, né, de participar de um grupo de crescimento e direcionamos ela para algum líder, algum GC que fica próximo ali da sua casa ou num dia que seja melhor para ela.
Após isso, a pessoa vai pro encontro, após ser conectada, né, ela vai pro encontro. Então é participação, começou a participar, nós geralmente pedimos ali eh se eh três semanas, né, pro líder inserir de fato dentro do grupo de crescimento. Por quê?
Porque nessas três semanas a pessoa vai ver se é viável o mesmo horário, se o lugar é perto, se ela vai conseguir ter esse compromisso semanal de participar, se não, ela vai ter a oportunidade de escolher um outro grupo que seja mais perto dela ou que ela se identifique mais pra gente evitar a situação de entra, sai, entra e sai. Então, a gente dá três semanas ali pra pessoa ir consecutivamente dentro do GC e após essas três semanas a gente faz ali insere essas pessoas dentro do grupo de crescimento e ela passa a se tornar ali um membro daquele eh daquele grupo e consequentemente da nossa igreja. E aí, como que a gente realiza os nossos GCs, né?
Como que ocorre aí a fórmula estrutural? É muito importante que os nossos grupos eles tenham um padrão. Então nós temos um padrão.
Por quê? Porque mesmo se tratando eh de grupos diferentes. Então, por exemplo, eu vou ter grupos de casais, eu vou ter grupos de adolescentes, eu vou ter grupos de jovens solteiros, eu vou ter grupos de pessoas que eh são viúvas, são divorciadas.
Então eu vou ter diversos grupos de diversas pessoas que, claro que a gente vai lidar de da melhor forma com essas pessoas, mas existe um padrão, existe um modelo onde o líder de GC ele conduz o seu GC dentro deste formato. E isso para que haja também essa segurança, para que o líder saiba o que está fazendo, para que ele seja direcionado da melhor forma, né? E ele tem ali um um grupo, um momento saudável com os seus os seus membros, né?
Então o GC ele deve ter um dia fixo na semana para ocorrer. Então nós falamos assim que a pessoa assume o GC, ela escolhe ali um dia fixo e aí ela vai falar: "Ah, o meu dia vai ser na segunda-feira às 19:30". Então, toda segunda-feira aquele GC 19:30 vai acontecer.
Por quê? Porque dentro de um grupo eu vou ter várias pessoas, né? E se a gente ficar a mercê da disponibilidade de cada pessoa, vai ser muito difícil chegar a um denominador comum de qual dia e o horário é melhor para fazer aquele encontro.
Então, como na nossa igreja a gente tem mais de um grupo de GC, na verdade a gente tem muitos grupos de de GC, né? grupos de crescimento, eh, nós conseguimos ter um em cada dia da semana. Então nós temos grupos que ocorrem nas segundas, na terças, na quinta, nas sextas e no sábado.
Nós orientamos também para que os grupos do Videra Kids, né, que são as crianças, e para que os grupos do A13 Júnior e School, que são os nossos adolescentes, eles ocorram no sábado, porque é um dia ali que não tem aula no outro dia, que não vai ficar tarde pros pais levarem eles à noite para sair. Então, no sábado eles conseguem fazer pela manhã, conseguem fazer pela tarde, que é um horário mais adequado para essa faixa etária da da de idade, né? Então a gente tem esse cuidado aí com as crianças e adolescentes da nossa igreja, mas os demais eles ficam à vontade para escolher em qual participar, porque existe esses dias fix fixos, né?
E nós temos aí um modelo de encontros que a gente chama de modelo 40/1/20. Eu vou repetir o modelo 40/1/20. O que isso significa?
40 minutos 1 hora 20 minutos totalizando 2 horas. Então os nossos GCS eles têm esse compromisso de iniciarem, finalizarem em 2 horas. Por que, Andressa?
Por que que não pode ser, ah, marca 7:30 e sem hora para terminar? Porque muitas vezes as pessoas, a maioria das pessoas, elas se comprometem semanalmente com esse encontro. Então, muitas saem direto do trabalho para o seu grupo de crescimento.
No outro dia preciso acordar cedo para voltar a rotina do seu trabalho. Às vezes deixa os filhos na casa de algum parente para ir, né? ou então leva os filhos juntos e os filhos têm horário para dormir porque no outro dia tem aula.
Então nós temos um compromisso também com essas pessoas, né? Então da mesma forma que os nossos cultos seguem um padrão de horário, os nossos GCs também. E nós dividimos essas 2 horas em 40/1/20.
40 minutos nós dedicamos para um momento de lanche e quebra gelo. Então é aquele momento inicial onde cada um leva um lanche compartilhado, eh, e vão conversar e vão dizer como foi a vida. Por quê?
Porque o grupo de crescimento ele tem como propósito a comunhão, né? Então, a comunhão nasce ali no relacionamento, nas conversas, na convivência, enfim. E aí a gente tem também esse tempo, né, de 40 minutos para aqueles que acabam chegando atrasados em algum momento.
Então, eh, temos aí essa margem. Após esses 40 minutos de conversas, comunhão e lanches, a gente vai para uma hora, uma hora dedicada ao estudo do GC, que no próximo bloco a gente vai só falar sobre isso, mas são estudos disponibilizados pela nossa igreja, onde os líderes estarão facilitando ali e tendo esse momento de crescimento. Lembra?
Então, nós já tivemos um momento de comunhão, nós agora vamos ter um momento de crescimento na palavra, onde vamos aprender, e 20 minutos, onde nós dedicamos pra oração final e os avisos. Então, nós finalizamos o estudo com uma oração, onde nós vamos orar sobre aquilo que aprendemos, onde nós também vamos eh perguntar se alguém ali do grupo tem algum motivo de oração para que nós possamos estar orando uns pelos outros. E finaliza com os avisos que são os avisos da nossa igreja, algum evento, algum culto, algo que eles precisam saber para ser conectados à igreja local.
Então nós fazemos aí nesse formato de 40/1/20, que é suficiente, né? E só que não fazemos isso de forma, vamos dizer, engessada. Andressa, se após esses essas duas horas quisermos ficar a mais, pode, pode, sem problemas, mas nós sempre orientamos a nossa liderança a cumprir o formato 40/1/20.
finalizou esse formato, ele pode ah, vamos fazer um um churrasco ou estamos fazendo um jantar que levou mais um tempo, então você vai deixar à vontade. Pessoal, finalizamos o nosso momento, finalizamos a nossa programação. Quem quiser e precisar ir embora, esteja à vontade.
Mas quem quiser continuar, nós vamos continuar aqui tendo um momento de comunhão, eh, né, conversando ou porque preparamos isso, algo do tipo, enfim, não tem problema desde que haja esse compromisso com as pessoas que precisam ir embora os por diversos motivos, né, de suas responsabilidades cotidianas e familiares. Então isso é muito importante, a gente tá fortalecendo esses métodos, né, essas programações que facilitam e que geram organização, que geram, fazem com que as pessoas realmente sejam bem acolhidas e vejam a seriedade daquele momento e elas possam ter constância. Porque se eu vou para um grupo que começou na hora certa, que terminou na hora certa, com certeza eu vou ter alegria, né, e motivação para ir na próxima semana, ir na outra.
E isso não vai tornar um peso para mim, mas vai ser um momento agradável, um momento de celebração com os meus irmãos, né, e não de obrigação. Eh, finalizamos aqui o nosso bloco, né, sobre o método GC e voltaremos no próximo bloco falando um pouco mais sobre os nossos estudos.