Muito bom, pessoal. Querem testar o microfone só para ver se tá funcionando? Chat eu coloquei para todos aqui. Deixa eu ver. >> Boa noite. Boa noite a todos. >> Boa noite. >> Gratidão. Gratidão. >> Boa noite. >> Boa noite. >> Boa noite. >> Boa noite. >> Boa noite. >> Ótima noite, pessoal. Muito bom. O chat eu já liberei aqui também. Tá bom. Vamos lá. Deixa eu compartilhar a tela com vocês e vamos que vamos aqui, tá? Compartilhou, compartil, compartilhou >> sim >> a tela com vocês, pessoal? Compartilhou, >> claro, >> compartilhou. >> Tá muito bom.
Então vamos com tudo. Então hoje a gente vai falar um Pouquinho da nossa criança interior, mas talvez a gente vai ver ela um pouquinho diferente, tá bom? No começo vocês vão achar que, ah, aula tá muito dura hoje, não é que tá muito dura, que a gente tem que ver algumas realidades, tá bom? E observando isso, tá? Então, vamos que vamos. Vamos ver se tem recadinho. Deixa eu ver aí. Ah, legal. A agenda de abril dos Atendimentos individuais, pessoal, já tá aberta, tá? Então, quem quiser passar pro atendimento já agenda, tá bom? Porque o tempo
passa aí vocês brigam comigo que não tem horário. Então não briguem comigo, tá bom? Mas ajeitem quanto antes, tá? Então só mandar WhatsApp. Tiver dúvida, tira as dúvidas, tá bom? Então a agenda de abril já tá aberta, então não deixem pra última hora para marcar os atendimentos, então vamos que vamos com tudo aqui. E Hoje vocês têm que conversar bastante comigo, então não me deixem falando sozinho. Qualquer dúvida que aparecer, tira a dúvida. Bom, Carlos, você tem vergonha? accompanha a dúvida no chat, não tem problema algum, tá? Fala que a dúvida é do vizinho. Ah,
o meu vizinho pediu para perguntar isso, tem problema. Tá bom, então vamos que vamos aqui, pessoal. Vamos com tudo. Você já cresceu, mas ainda não assumiu. Será que isso é verdade? Será que a gente já cresceu e já assumiu que a gente cresceu ou a gente esquece que a gente cresceu? E aí é isso que a gente vai falar essa noite, né? Você já cresceu, mas ainda não assumiu. Vamos refletir o que que quero dizer com isso. Então, vamos lá, ó. Você não é mais aquela criança, mas muitas das suas decisões aí ainda podem ser
tomadas por ela. E aí, quem tá tomando a decisão na sua Vida? É você ou é a sua criança? Então, quando a gente fala um pouquinho de criança interior, a gente já imagina aquela criancinha de 2 anos o berço. Não, essa criança interior pode ter 10 anos, pode ter 20 anos, né? Pode ter 15 anos. Então, quem quem tá tomando a decisão? Será que é o Carlos com 48 anos ou é o Carlos com 10 anos? Ou é o Carlos daquele primeiro dia de aula ou é o Carlos que os faz brigarem? Quem que tá
tomando decisão? Você já cresceu no corpo, cresceu na idade, cresceu nas responsabilidades, mas emocionalmente em alguns momentos, né, em alguns momentos você ainda reage como se tivesse 10, 12, 15 anos. Isso é uma verdade, cara. Você tá louco, eu já tenho 60, eu já tenho 70. É, mas algumas das suas decisões ainda tá lá na criança. É ela que tá decidindo. Tá bom. E a gente escuta muito um termo assim, Cuida da criança interior. Hoje a gente vai ter que observar, será que a gente tem que cuidar da criança interior? Será que a reflexão que
a gente tem que fazer, a gente tem que cuidar dela? Vamos ver. Ou será que ela já fez a parte dela e eu não comecei a fazer a minha por inteiro? Isso. Então isso que a gente vai conversar. A gente cresceu, né, no tamanho, na idade, na responsabilidade. Mas será que Todas as minhas decisões é o adulto que tá tomando ou é a criança que tá tomando? As reações de quem que é essas reações? E vamos observar um pouquinho disso. E uma pergunta para vocês refletirem aí, ó. Quantos anos tem a parte sua que trava
quanto quando algo te contraria? Quando você é contrariado, quantos anos tem a escolha que você tá fazendo, a reação que você tá fazendo? Essa reação é do adulto ou essa reação é Lá da criança ainda? OK. Então vamos junto aqui, ó. A dor foi real, mas ela já não manda mais. Vamos entender. A criança sentiu dor? sentiu essa dor foi real, né? Mas ela já não manda mais. É isso que a gente tem que entendê devagarinho. O que você viveu foi real, o medo foi real, a marca foi real. Então o que você Sentiu lá
pequenininho foi real, sua história é real, né? A dor foi real, a marca que você tá você leva real. medo foi real. Você sentiu isso? E esse medo ficou em algum lugar? É isso que a gente esquece, né? O medo que a criança sentiu ficou na consciência daquela criança. E a consciência daquela criança agora é a mesma consciência que eu uso hoje. A gente não ganha uma consciência nova quando a gente faz adversário, não é Assim, né? A mesma consciência. Então esse medo tá lá, mas o perigo acabou. né? O que você viveu foi real,
o que você sentiu foi real, mas o perigo acabou. Você não mora mais naquela casa, você não depende mais daquela pessoa, você não está mais naquela situação. Por quê? Porque você cresceu. Carlos, eu apanhava quando eu era criança. Tá, mas agora você cresceu. Agora você não apanha mais. Carlos, eu era humilhado quando eu era criança. Tá, mas agora você cresceu. Agora você não é mais humado. Mas as marcas estão lá, né? A humigação, a raiva, o medo que eu vivenciei tá lá na minha consciência. Mas eu tenho que vir trazendo essa consciência que eu cresci,
né, Carlos? Eu era abusado quando eu era criança. Que horrível. Já era muita dor, mas cresceu. Hoje você não é mais Abusado. Ou hoje você não precisa ser mais abusado. Hoje você já se defende. OK? Então, olha lá. O que você viveu foi real, o medo foi real, a marca foi real, mas o perigo acabou. Mas essa marca tá na sua consciência. Você não mora mais naquela casa, você não depende mais daquela pessoa, não está mais naquela situação, Mas a marca tá na sua consciência. Então você foi abusado quando era criança, você apanhou quando era
criança, você foi humilhado, foi rejeitado, humilhado quando era criança, mas você cresceu. Agora você tem uma escolha a fazer, não tem? Vou continuar permitir ser abusado. Vou continuar permitir ser humilhado. Vou continuar permitir ser rejeitado. Carlos, mas eu não controlo o outro. Se O outro me rejeita, o que que eu posso fazer? É, mas você é responsável pelas pelos pelos emaranhamentos, pelas conexões que você fez. Você se conectou com pessoas que ainda te rejeitam, porque essa marca tá na sua consciência. Mas você não precisa mais ser rejeitado, porque agora você faz escolhas. Quando você é
criança, você não faz tantas escolhas assim, não é? Você não escolhe o pai e a mãe ou a gente escolhe em algum outro momento que a gente Desconhece. Mas agora eu faço escolhas. Agora eu posso escolher quem vai ficar do meu lado, quem não vai ficar do meu lado. E quem tá escolhendo? Sou eu adulto ou sou eu cri? Percebem isso, pessoal? Agora a gente faz escolhas, tá? Então, vamos refletir juntos aqui, ó. Marquem aí o que você ainda vive em estado de alerta, mesmo estando seguro. Qual a dor que você carrega até hoje, Mesmo
você já estando seg? Que dor que você carrega, Carlos? Eu tenho medo de apanhar, tá? você cresceu. Por que que você carrega esse medo aí? Por que que você carrega essa rejeição aí? Por que que você carrega essa dor aí? Aqui, pessoal, é a gente assumindo a nossa responsabilidade. E quando a gente fala assim, toma sua vida. Você tem que tomar sua vida, você tem que tomar o que a vida te Deu. A criança já fez isso. Agora é sua vez. O adulto tem que tomar a vida. O adulto tem que tomar o que a
vida tá trazendo para ele, não mais a criança. Vou fazer uma analogia muito, muito simples aqui, ó. Vamos refletir junto. Um cachorro, seja a raça que for, uma raça de guarda de 2 meses, consegue proteger um sítio inteiro, ele consegue defender um sítio com dois meses. É, às vezes é o que a gente faz. Põe o cachorro de dois meses para defender o sítio. Ele não consegue, ele não aguenta. É muito para ele. Ele não sabe o que fazer. Cachorro de dois meses não sabe o que fazer com o invasor daquele sítio. O cachorro adulto
sabe. Você adulto sabe, a sua criança não sabe. Só que se você não toma frente, ela tem que tomar, porque a vida continua. Só que ela vai tomar do jeito dela, é o Que ela sabe, é o que ela consegue. Mas você tem que assumir essa responsabilidade. Então, lembrem dessa analogia. O cachorro adulto, a capacidade dele guardar o sítio é muito maior do que um filhote. Filhote pode tentar, mas ele não vai conseguir. Ele vai ficar exausto, né? Assim, o adulto não. E é isso que a gente tem que observar. Quem quem tá tocando a
minha vida? Sou eu adulto ou é a minha criança? Isso é muito importante. Eu tenho que trazer nessa consciência dia a dia, Carlos. Mas é óbvio que é o adulto que tá tocando a vida? Não é tão óbvio assim. E as suas reações, as nossas reações podem mostrar o contrário. Então, reflitam devagarinho, ó. Quem você ainda vive em estado de alerta, mesmo estando segundo? OK. Deixa eu ver no chat aqui. Pera aí. Sen Não esqueço do chat. Vamos que vamos aqui. Boa noite, Carlos. Como posso usar os comandos para eliminar uma uma humilhação que uma
criança de 7 anos sofreu no colégio, vinda de outra criança? A gente vai usar os comandos, pessoal, os comandos emocionais, tá? Então, para quem não conhece ainda, vamos aprender na próxima aula os comandos Emocionais, tá? Mas a próxima aula a gente não vai gravar porque a gente vai vai usar os comandos, tá bom? E a gente vai praticar juntos, tá? Então, para Carlos, eu já sei praticar, venha pra aula que que eu vou ajudar vocês a entrarem para essa consciência aí e a gente achar essas informações juntas, né? Então, aula que vem a gente vai
praticar a eliminação emocional de novo. Vocês ficarem craque nessas eliminações. A gente vai praticar juntos, combinado? Tá? Então, não, não é uma aula que eu vou ensinar vocês fazerem comando, vou ensinar vocês eliminarem mesmo e achar a informação, e aprender a refletir para dentro da consciência em vocês, tá? Mas é possível. Tá bom? Ó, abuso na infância pode ter relação. Abuso na infância pode ter relação com o câncer de mama. O câncer de mama, pessoal, ele tá mais relacionado aos desequilíbrios. Se for na mulher, porque O homem também tem, né? Muito mais raro, mas tem.
Se for na mulher, o câncer de mama tá mais relacionado o que a gente chama de desequilíbrios com a maternidade. A mulher no papel de mão, tá? O abuso até até pode interferir, mas é mais provável, como tá nas mamas, né? A mulher no papel de mãe, traumas aí, momentos ruins da mulher no papel de mãe. Combinado, Carlos, mas eu não sou mãe, tenho câncer de mama. Bem, eu não preciso ser mãe Para ter problemas com o papel de mãe, problemas com a maternidade, tá? Não necessariamente preciso ser mãe. OK? Deixa eu ver que mais
aqui, ó. Acho que carrego vários medos. Carrega o medo do julgamento. Já vocês já pegaram o Go. Esse medo do julgamento é de quem? Da criança ou do adulto? Por que que o adulto tem medo de ser julgado? A criança pode ter, mas o adulto não. Isso. OK. Muito bom. Exatamente isso. Como discernir, como discernir se o adulto, se é o adulto ou criança que reagiu a uma situação. A gente já vai falar disso já. Sabe aqueles rompantes? Toda reação que for rompante é a criança. Que não tiver raciocínio é a criança. Aquela explosão é
a criança. OK. El asas coisas que não tem muito lógica, mas a gente vai falar um pouquinho disso ainda. OK. Tô muito feliz porque a minha a minha primeira aula. Seja muito seja muito bem-vindo. Muito bom. Já volto pro chat. Tá, Lilia, pode falar. Lí, >> boa noite, Carlos, tudo bem? >> Boa noite. Tudo joia. Então eu percebo que eu ainda tenho muito, muito, muito, muito de criança. Eu não consigo tomar uma decisão sozinha sem a opinião de outro. >> Perfeito. >> Por exemplo, da minha filha ou da minha mãe, saber se eles vão concordar
ou não. Eu não consigo fazer isso. Aí nós estamos falando o quê? Hipóteses, né? insegurança, a insegurança daquela criança. Momentos de insegurança. A necessidade de validação. A criança tem necessidade de de validação, o adulto não. O adulto não é para ter, né? Então a gente já vai ver já o que fazer, como é que a gente vai mudando Isso. Primeiro eu tenho que trazer isso paraa consciência. Quando eu tenho, exemplo, que decidir algo, eu posso me questionar internamente quem quem tá tentando dar essa resposta, é a criança ou é o adulto? Tem que ser o
adulto, porque agora eu sou adulto. A minha realidade agora é adulto. Carlos, eu acho que eu tô pensando com com a minha criança. Esquece, a criança traz o adulto na cena. >> É, o problema é pode falar. Falei, o problema é como fazer isso? >> OK, nós vamos ver aqui. Pode ficar tranquilo, tá? Mas a primeira coisa eu tenho que entender, eu tenho que trazer essa consciência em mim que é o adulto que tá no jogo agora. A criança já fez o que ela tinha que fazer, ela já fez a parte dela, tá? E por
por ela fazer a parte dela, que a gente já vai ver já, talvez eu não preciso curar essa criança, Talvez eu não preciso cuidar dessa talvez esse é o nosso erro, querer cuidar, querer curar. Às vezes não é isso, mas a gente já vai ver, tá? Patrícia pode falar. >> Oi, Carlos. No meu caso, o que eu vejo que eu tenho uma que eu vivo em alerta em relação à minha mãe, parece que tudo que vem dela me deixa assim, a proximidade dela me deixa realmente em alerta, como se eu tivesse de frente um cachorro
perigoso. >> Isso. >> Nesse caso, como que eu olho para isso? >> Quem tá em alerta é a criança interior. >> Sim, total. Pensa comigo, a adulta vai ter medo da mãe. A mãe não faz mais nada com mãe. Não, >> não é porque assim, vem tudo da criança, tudo da infância. >> E você percebe que as reações é da criança, o alerta, o susto é da criança. >> Eu me vejo como a criança quando ela tá Brava com a mãe que ela fala: "Não chega perto de mim". É exatamente isso. >> Viventa. >> Tem
a fala: "Não gosto mais de você". É exatamente essa questão. >> Então, o Dones observar assim, ó. O adulto faz birra. Tem lógica o adulto fazer birra? Não. Então, mas tem adulto que faz birra, não tem? Provoca na dor da criança. >> É a criança que tá fazendo, né? Ah, eu vou fazer isso que é para Deixar a esposa preocupada. Isso é birra, isso não é amor, é a criança que tá fazendo, porque o adulto não sabe lidar com esse caso, eu tenho que olhar para tudo que aconteceu entre eu e ela, que pode ter
me causado isso. >> Perfeito, perfeito. >> Mesmo que eu não tenha assim recordações ruins, porque na verdade não houve nada ou fala, não teve nada ruim, nunca apanhei, nunca me maltratou, >> algo teve, >> mas tem informações negativas ali, né? >> Isso, algo teve. Às vezes tem um grito, momento de grito, momento de controle, momento é do meu jeito. E às vezes eu fui expor, falar algo, de vez em quando a gente leva aqueles calaboca, não é? Não, não é coisa de criança, não. Se mexe, então no meu caso é o contrário, é a sensação
de que eu tenho de que ela foi boazinha demais, ela não Agia. >> OK? Então, tenho que olhar para essa mãe. Quando eu começar a olhar, minha consciência vai trazendo devagarinho. Tem coisa com essa mãe aí. >> O que que é? Tem alguma coisa. >> E nós temos também, pessoal, os padrões mentais. Às vezes eu só me condicionei a ter essa reação. Então, vou olhar sempre pros dois lados, pras emoções, pro nossos padrões mentais. >> E pode ser informações que eu peguei à Base do que outras pessoas falavam. Pode, pode, pode ser a informação que
você pegou, seu período inconsciente lá, >> porque no meu K eu sou filha de mãe solteira, >> então eu sempre ouvi a minha avó falando que minha mãe era rebelde, que minha mãe era danada, que minha mãe, então eu sempre criei, fui criada nesse ambiente. >> Certo. Aí pode, pode, porque acredito que então assim, é como se eu tivesse Criado a minha visão dela com base na visão dos outros e não na minha como filha. Pode ser, pode ser, porque quando me contam algo, eu gero informações da mesma maneira que eu estivesse, se eu vivenciei
algo, se me contaram algo. >> Aí, nesse caso, eu preciso limpar o que eu ouvia também. >> O que você sentia quando ouvia? >> OK. exemplo, medos que senti quando contaram tal coisa da mãe, quando falaram tal coisa da mãe, assim, aí Hipótese a gente tem que começar a perfundar e eliminar. Mas >> porque se eu olhar só para ela e ficar com essas informações, o que eu ouvia, vai continuar vindo alguma coisa. >> Sim, perfeito, perfeito. Tá, mas o exemplo que você trouxe exatamente isso, Carlos. Só a presença da mãe, eu fico em alerta.
E é literalmente, eu fico em alerta mesmo. >> Será que eu fico em alerta? Agora eu vou Chutar aqui, tá? Será que fico em alerta? Porque lá na infância eu me sentia desprotegida. >> Eu acredito que sim. E a figura da mãe me trai, não é que ela vai fazer algo, mas a figura da mãe me remete a desproteção. >> Eu acredito que sim, porque talvez a falta dela, da presença dela me fez ter essa sensação. E é como se agora ela quisesse compensar e eu falasse: "Agora também não quero". >> Ou >> aí entra
a criança birrenta mesmo. >> Isso. Ou hipótese, a figura da mãe, a presença da mãe, minha consciência acessa que eu não tive um pai. Aí é hipótese começar a cercar a hipótese. Cada consciência, pessoal, às vezes vocês me questionam assim, Carlos, o que comando que eu faço para tal coisa? Não sei. Eu preciso entender a sua história primeiro para ver quais as hipóteses. Aí a gente vai levantar Hipótese, trabalha hipóteses e reflete e sente como é que tá sendo isso. Mas pode ser que a figura da mãe minha consciência observa que eu não tenho pai.
E aí vem essa desproteção, esse esse alerta, combinar? >> É, faz total sentido isso, porque na verdade eu não tenho assim de olhar, de falar, eu tenho dores com respeito à ausência do meu pai, não, mas parece que toda a minha revolta e dor foi para ela. >> E aí, >> então pode ser isso, que ela seja assim como se ela me lembrasse de que eu não tive um pai. >> Ou aí várias hipóteses, né? O, porque às vezes a gente, a criança vai, vai, a criança vai se questionando por que eu não tenho um
pai, por que os meus amiguinhos têm, eu não. E às vezes inconscientemente para jogar culpa na mãe. >> Aí eu ouço falar que a vó falando que a Mãe era danada, então quer dizer, culpa tua. >> Perd >> não fez total sentido. >> Aí hipóteses que aí tem que ir eliminando e sentindo. OK, >> obrigado. >> Vamos que vamos. Aqui, ó, ó no chat aqui, ó. Câncer do intestino. Já falo já já, tá? Só pra gente não pra gente não não perder a linha aqui. A resistência, Ó, a resistência é birra do adulto. Essa resistência
me prejudicou demais. Olha lá, a resistência pode ser a birra da criança, a criança resistindo. Hipóteses, não temos que que olhar cada caso, nada. Então essa pergunta vai trazer reflexões para vocês. O que você ainda vive em estado de alerta, mesmo estando segado? Muito bem. Tá cinto a mais aqui. Você transformou proteção em personalidades. Vamos entender um pouver. Ela sobreviveu. Se eu tô, se eu tenho 48 anos, significa o quê? Porque minha criança sobreviveu, ela fez a parte dela do jeito que ela conseguiu fazer, do jeito que ela entendeu que era sobreviv, então ela não
tem culpa de nada. Então eu não tenho que curar ela de nada. Eu não tenho que cuidar dela, porque ela Fez a parte dela. Ela fez o jeito que ela conseguiu. Ela sobreviveu. Agora é comigo. Por isso que eu quero que vocês comecem a observar um pouquinho diferente. Será que eu tenho que cuidar dessa criança? Por isso que eu não consigo, porque eu não tenho que cuidar. Porque ela fez o que ela tinha que fazer. Ela fez o que ela conseguiu fazer. Ela se calou para sobreviver. Ela fez espirra para Sobreviver, ela chorou para sobreviver
e ela conseguiu. Então ela ela fez que fazer. Você tá aqui, ela fez um bom trabalho. O problema é colocar essa criança para decidir o adulto hoje. Isso ela não consegue. Mesma coisa pegar o filhotinho do cachorro e pôr para para guardar aquele sítio. Ele não consegue. Vai tentar um jeito de filhotes. A criança reagia para sobreviver. Ela se Calavam, agradavam, explodia. se defendia, se encolhia. Isso não era defeito, isso era uma estratégia dela. Ela foi aprendendo de uma maneira conceito. Se eu me calo, não apanho. Se eu me escondo, ninguém me vê. Se eu
choro, sou atendida. Ela foi criando as armas que deram para ela, a birra, o choro, a revolta. E funcionava essas armas. Porque se a gente tá aqui hoje, funcionou. Então a criança reagia para sobreviver. Ela se calava, agradava, explodia-se, defendia-se, encolhia. Isso não era defeito, era estratégia. Mas a estratégia, mais estratégia de sobrevivência não pode virar identidade adulta. Então, a estratégia da criança, a estratégia da minha criança não pode vio, porque já não cabe mais. Porque agora eu cresci, eu tenho outras ferramentas, eu tenho outras Informações. Então, se a criança se calava, o adulto não
pode se calar, porque se você se cala, você tá se pondo em segundo lugar. Eu não preciso me impor com raiva. O problema é quando a gente tenta se impor com raiva, se impor na marra, mas eu posso me impor com amor. Não, eu tô aqui. Eu vou escolher isso. Vai dar errado, Carlos, que dê. Mas a escolha é minha. Já deu a sua opinião, Mas agora a escolha é minha. Depois eu resolvo. Se der errado, eu resolvo. Mas eu tenho que escolher. Não posso me calar, não posso deixar o outro mais escolher por mim.
A criança deixava o outro escolher por ela, o adulto, né? Então o adulto tem que se impor, o adulto tem que vir pra vida. O adulto tem que entender. Não sou mais. Ninguém põe a mão em mim, ninguém me bate. Eu faço escolhas. Se eu escolhi alguém que me rejeita, eu errei essa escolha. Escolho de novo. Trabalho isso aqui dentro. Vamos refletir aqui, ó. O que você chama de meu jeito, na verdade é a defesa antiga. Sabe quando vocês falam assim: "Esse sou eu, eu sou assim." É a criança. Você não é assim. E agora
você cria sua realidade. A gente usa muito isso, né? Eu sou assim. se tornou assim, você pode mudar, Carlos, você fica sem, sei lá, a esposa vira, fala assim: "Ah, Carlos, você fica nervoso com o assunto tal". E aí eu respondo assim: "Eu sou assim, essa é a criança. Essa é a criança em responda. Porque o adulto tem que refletir, será que eu fico mesmo? Essa informação é minha, é dela? Por que que eu fico? O Que que tem na minha consciência que tá me fazendo ter essa reação? Esse eu adulo. Agora esse eu sou
assim. É a criança responder. E aí eu não mudo. E aí eu reafirmo que eu sou assim. Tem. Então quando a gente usa esse termo, eu sou assim, é a criança. É a criança vindo resolver algo que o adulto tá deixando passar. OK? Então, o que você chama de meu Jeito, que na verdade é defesa antiga, n? Quando que vocês usam esse termo? Esse é meu jeito, combinado? Deixa eu ver no chat, >> professor. Sim, >> professor. Só tir uma. Mas veja assim, mas dependendo a gravidade, o impacto do trauma que a gente sofreu enquanto
criança, por mais que tenhamos usado aí umas estratégias, até porque a gente não tinha aí, claro, a clareza, a nitidez do Que estava acontecendo, formação de personalidade e tudo mais, mas no nosso subconsciente lá, não pode ser já tá aí nessa infância a base do que hoje temos o nosso porão começou lá, porque Porque na verdade a gente como era criança e não sabia como lidar, fez o que, ao nosso entender, era algo para livrar a gente ali daquela situação. Mas se o impacto foi forte, se a coisa veio tão forte, ficou a base daquilo
que a gente viveu e que causou Um trauma e que a gente trouxe pra vida adulta do nosso porão. >> Perfeito. >> Pode, >> pode. Mas agora como adulto eu posso eliminar esse trauma. >> Isso. Sim, sim. É isso que eu tô entendendo justamente quando a gente faz o agisto de consciência com razão que tem no porão. >> Isso. Essa exatamente isso, pessoal, é a grande virada de chama. Porque se eu Continuar nesse, eu sou assim, é a criança. Isso não traz mudança. Caros, mas eu sou assim porque eu sofri tal trauma. Isso é uma
justificativa. Justificativa não muda sua vida. O que muda sua vida é eliminar esse trauma. O adulto pode eliminar o trauma. Essa é a função do adulto. O exemplo que que ela deu é maravilhoso. Posso ter traumas na minha consciência, traumas no meu porão. Eu posso. Com certeza tenho, Carlos. Por que com certeza tenho, pessoal? Se eu não sou plenamente feliz, eu tenho trauma. Se meu corpo adoece, eu tenho trauma. Se minha mente adoece, eu tenho trauma. É isso. É simples assim. né? Se eu tenho qualquer desequilíbrio no meu corpo, físico, emocional, eu tenho trauma. Se
eu tenho problema financeiro, é porque eu tenho trauma. Se eu tenho problema de relacionamento, é porque eu tenho trauma. Mas o adulto pode escolher, a criança não. O adulto pode. Agora eu vou eliminar esse traum. Agora eu vou trabalhar isso. Agora eu vou resolver isso. Agora eu vou assumir a minha. Agora eu vou assumir o meu papel. Mas se eu continuar nesse, eu sou assim, ferrou. Desculpa o termo. É bom. Você não vai mudar, combinado? Vê se ficou claro aqui. Mas o exemplo tá tá perfeito. Vamos ver aqui, ó. Eu vivia numa tensão Enorme. Depois
que comecei a praticar, sumiu tudo. Ó lá, é o adulto. Quem decidiu praticar foi o adulto. A atenção era da criança. O adulto trabalhou essa atenção, sumiu tudo. É isso, Carlos. Mas é possível? É possível. Não tenho muitas memórias da infância. Parece que deu um apagão. Que será que estou protegendo? Aqui, pessoal, pode ser um padrão mental que muitos de nós temos. Pelo menos eu escutei muito na Minha vida assim, esquece isso, deixa para lá. Eu corria pra mãe e falava assim: "Mãe, o Marcão me fez tal coisa. Esquece isso. Deixa para lá. Manhã é
outro dia quando casar Sara. Ouviram isso? Quando casar Sara. Meu conflito com com com os meus irmãos era tão grande, pessoal, que um dia tinha minha mãe queria que eu tomasse o leite com Nescal, né? Acho que eu era pequenininho, devia ter uns 5 anos. E Ela falou assim: "Carlos, se você tomar o leite, você fica forte e aí você consegue dar um murro no Marcão." Pessoal, não deu outro. Eu virei o copo, fui lá, dei um murro na cara do Marcão, depois apanhei para chuchu dele, mas que eu deu e mas eu escutava, esquece
isso, deixa para lá, é seu irmão, não tem problema, tudo passa. É o que eu fui escutando. Então, minha consciência foi entendendo o quê? Vamos escondendo isso tudo. Engole o choro, o homem não chora, quem chora é fraco. Quem tem medo é fraco. Minha consciência acostuma o quê? Eu tô condicionando minha consciência. a esconder dor, mas ela ficava. Ontem no workshop financeiro, a gente refletiu um pouquinho nisso. Às vezes a gente confunde, a gente acha que a nossa consciência é a nossa amiga, né? Não parece que ela é uma amigona. Ela não é amiga, pessoal.
Consciência é Só um arquivo. Ela não raciocina. Ela só põe o que você manda para ela. Se você manda ela esconder, ela vai esconder. Se você manda ela mostrar, ela vai mostrar. Se você fala que a vida é difícil, ela vai dar um jeito da vida ser difícil, porque ela é ruim, não. Porque ela é um arquivo, ela não raciocina para você. Você que tá. Ela só devolve o que você colocou. Então, se eu coloquei nela que eu não quero ver dor, ela vai esconder a dor. Só que ela não elimina, ela só esconde. Então,
todo o mal que aquela dor vai me fazer o lembrando ou não, ela vai fazer do mesmo jeito. Todo desequilíbrio que uma raiva vai gerar na minha vida, eu lembrando ou não, ela vai gerar do mesmo jeito. Não pode ser que eu escondo as minhas histórias por um medo, por porque eu já condicionei minha consciência a esconderes. Pode ser que eu esconda as minhas Histórias, as minhas informações, porque eu tenho medo de sofrer. Será que eu tenho medo da dor? Tenho medo do sofrimento? E aí eu não vou achar. Sofrimento não é real. O sofrimento
eu crio. A dor é real. Mas por que que você tem medo da dor? A dor passa. A dor passa. Se você eliminar, você elimina a dor. Não tem que ter medo da dor. Mas se eu tenho medo da dor, pode Ser um dos mecanismos que minha consciência usa para esconder aquela informação. Hipóteses. Cada um é um. A gente tem que olhar para dentro dessa consciência. Pode falar, Lilian. Carlos, uma coisa que minha mãe sempre falava pra gente era assim: "Você tá reclamando por quê? Você é perfeita, tem duas mãos, tem duas pernas, você tem
tudo que precisa em casa. Por que que você tá reclamando? Compara com fulano, ó, fulano eh tem essa e essa dificuldade, tá sempre sorrindo. Por que que você é assim?" E ela sempre falava isso. Você tá falando, eu tô lembrando dela. Perfeito. Então, olha só >> o que você disse agora, né, do >> isso >> do que táendo, né? >> É, eu posso entender como que eu vou armazenar isso. Vai depender de cada um. Eu posso entender Que eu não posso reclamar ou eu posso entender que eu não preciso mudar, porque eu já sou perfeito.
Minha consciência pode entender isso. Não há necessidade de mudança. Eu já sou perfeita. >> Não, eu sempre entendi que eu nunca tinha direito de reclamar. >> Isso >> eu acho que era isso. >> E às vezes, se eu não reclamo, minha consciência não entende que eu preciso Mudar, que é hora de mudar. A reclamação por si, ela vai enraizar o meu problema, porque é a vitimização. Mas se eu não posso, eu, se a minha consciência observa que eu sou perfeito já, não tem porque eu mudar, combinado? Isso ficou claro isso? >> Então é olhar, olhar
para esse porão e encontrar essas informações. Isso é muito importante. OK? Muito bom. Vamos dar um passito a mais aqui. Tem uma criança dirigindo sua vida adulta. Tem uma criança dirigindo a sua vida adulta. A criança sente medo. A criança sente medo. A criança quer aprovação. A criança teme a rejeição. A criança faz de tudo para continuar pertencendo. Essa é criança, mas ela não pode dirigir sua vida. Então você tem que se questionar. Esse Medo que você sente no dia a dia é seu ou daqu? Essa rejeição que você tá sentindo sua ou daqu, tem
que vir paraa vida. Isso tem que vir paraa vida. Se eu quero mudar minha realidade, eu tenho que vir pra vida. Eu tenho que assumir o meu papel. O medo era da criança. Nessa essa necessidade de aprovação era da criança. Caros, mas eu ainda carrego isso, tá? Por que que o adulto tem a necessidade de aprovação? Por que que você busca a aprovação do outro? Pode falar, Renata. Ah, >> desculpa, Carlos. Eh, eu eu tenho eu tenho uma dúvida. Eu eu estou eu estou fazendo transição de carreira e eu concorri concorri a um a um
concurso para uma escola pública, >> e eu e eu estou com medo de não de não Entrar. Eu hoje foi o meu último dia no emprego onde eu estava e eu estou com medo de não entrar. Esse medo é o quê? >> O que que acontece na sua vida se você não entrar? >> Eu vou ficar com menos uma parte do meu ordenado. >> OK. E quais momentos da sua vida você teve um aperto financeiro? Ai, tantas vezes. Ah, esse é o meo. Esse é o Quando você era criança, tinha >> Quando você era criança,
tinha problemas financeiros? >> Tinha. Tinha altos e baixos. >> OK. E agora eu perder uma renda é um seria um baixo, não seria >> isso? Então tenho que olhar para esses momentos de aperto, entender. Pode ser, exemplo, o adulto observa assim: "Se eu não entrar nesse concurso, Porque não era paraa minha, não era pro meu bem, eu me esforcei, esforcei, eu dei o meu meu melhor, dei." Então tudo bem, agora eu entro. Se for para o meu meu bem, eu me esforcei, eu fiz a minha parte, fiz. Então tá tudo bem agora confio na vida.
Tem momentos, Renato, que eu tenho que confiar na vida, mas se eu tô sentindo medo, esse medo já pode atrapalhar eu ser aprovado ou não. Porque se eu tenho Medo, eu já observo a possibilidade de não conseguir. Eu vou dando força, eu vou criando essa realidade. Então, já elimina esse medo. Programa que já entrou, se foi, se foi para o seu bem, já olha paraa sua história, esses momentos e baixa e vai eliminando o que sentiu. Combinado? Vê se ficou claro. OK. Muito bom. >> Obrigado. Ficou assim. >> Imagina. Então, tá bom. Deixa eu ver
no chat aqui para ir acompanhando aqui. Já foi. Tudo que faço parece que preciso que meus filhos vejam ou aprovem. Sofro com isso. Olha aí a grande exterior. Tudo que faço, preciso que meus filhos vejam ou aprovem sofro. Por que que a mãe e o pai tá esperando a aprovação do filho? Tá invertido os papéis aí, não tá? Pai precisa de de da aprovação do filho, mãe precisa da aprovação do filho? Não, Talvez é a criança buscando aprovação ainda, mas o pai não precisa que o filho aproveulto. Agora, se eu preciso da aprovação do filho,
talvez seja a minha criança buscando aprovação. Por isso que eu nunca é suficiente. Olha a criança aparecendo. Não, não preciso da aprovação dos filhos. Posso trocar ideia, refletir, perguntar. Óbvio que próximo, mas não necessariamente preciso da aprovação. Então aqui também a gente tem que encontrar as histórias que geraram isso e o padrão mental de esperar a aprovação do necessidade da aprovação do outro. Isso é um padrão mental. Pode ser o medo de desagradar, o medo de da de ser abandonada. Se eu tenho medo do do Se eu tenho medo do abandono, eu não consigo viver.
Eu não consigo viver a minha verdade. Se eu tenho medo, eu não consigo viver. Pelo menos eu não vivo a minha verdade. Eu Vou viver a verdade dos outros. Se eu espero a aprovação do filho, eu tô vivendo a verdade do filho, que pode ser diferente da minha. OK. Combinado? Muito bom. Tem mais aqui? Deixa eu ver. Sempre reajo muito mal com as situações ruins, as mudanças, ó, toda mudança eu me rejo mal. Esse reagir mal, pessoal, geralmente é criança. Por que que a mudança é ruim para mim? Quais os momentos de mudança eu já
Vivenciam bons? Aí tá o problema. E outras mudanças eu vivenciei que não fui bom. Deixa eu ver que mais aqui. Síndrome de Gabriela. Essa eu, essa eu não conheço. Explica para mim, ó, como que como que ref essas memórias >> para limpar. Explica para mim essa síndrome de Gabriel. >> É porque isso é piada. O pessoal fala assim da daquela música. Eu nasci assim, eu cresci assim, eu vivi assim, vou Morrer assim, Gabriel. Essa música >> porque na hora você tava falando da da pessoa que, ah, eu sou assim, não mudo. Eu já falei isso
muito. Aí depois que eu aprendi essa da síndrome de Gabriela, não fala isso mais não. Teura. Entendi. Entendi. >> Agora essa pergunta aí é sincera do do sobre lembrar, porque eu lido com clientes que não lembram e eu tenho um filho que sofre demais e ele não lembra. Só que foi aquela mulher, aquela criança Criou ele, tá? >> Então, eh, ele é muito traumatizado, só que ele não tem lembrança. Como que limpa? A maneira mais fácil, pessoal, pelo menos para mim, da gente acessar a lembrança, é se questionando, se questionando qual, qual exemplo, qual é
da vida que foi ruim para mim? Geralmente a época a gente lembra, a gente pode não lembrar o que aconteceu, Mas a hora que vocês questionam assim, qual época foi ruim para mim? Carlos foi lá mais ou menos quando eu tinha uns 10 anos. Aí você começa, por que que foi ruim? Se questiona, a consciência vai trazer. Por que que foi ruim? Porque quando você se questionou assim, qual é ruim? Chegou nos 10 anos, sua consciência já tá te mostrando os 10 anos. E a hora que você se questiona, por que que os 10 anos
foi ruim? Ela vai trazer. Talvez ela não te traga de bandeja, mas ela te traga pistas. E aí, a hora que você lembrar de uma história, uma puxa a outra. É começar. é começar ou pedir ajuda. Pede ajuda, OK? Venha, venha para encontros, venha para pros atendimentos em eh os individuais que a gente vai achar, não tudo na hora, mas a gente acha. E aí a gente vai cutucando com amor, com perseverança, a gente vai achar e a hora Que a consciência perceber que tá tudo bem achar, ela começa a trazer. Combinado? Algumas informações a
gente acha rápido, outras a gente vai pesquisar um pouquinho mais, combinado? OK. Tem mais aqui? Meu filho não se lembra. Acho que foi isso aqui, tá? Mas eu sei que foi meu filho, ó, meu filho não se lembra. Vou reduzir aqui, mas eu sei que foi traumático para ele ser criado por uma Mãe traumatizada. É, você acabou de responder. >> OK. Mas aqui não, não, imagina. Mas eu posso eh quantos anos tem? Quantos anos tem o filho >> agora? Ele tem 26 anos. Já é pai, casado. >> 26 anos. Ok. Chega para ele e fala
assim: "Filho, quais os piores momentos que você passou comigo? Pode falar, não tem problema algum. >> Eu eu não tenho problema com isso não. Já falei. Ele fala, ele nega, ele fala que não lembra. >> Ok. fala com ele assim: "Filho, você lembra de tal coisa?" >> Ah, também já já alertei ele. Muitas vezes quando ele tem um comportamento, ele fala: "Eu não sei porque eu sou assim". Por exemplo, posso dar o exemplo? >> Pode, pode. >> Ele falou assim para mim, eh, ele, a esposa dele fala, né, que ele eh ele se Sente inferior,
ele ele não sa ele não se valida, ele sente se sente menor do que a esposa, do que as outras pessoas. Eu falei assim: "Olha, imagina que a sua mãe não não gostava dela, não sabia dela. Eu eh e aí ela fazia oração para Deus, pedindo para Deus encontrar algo de bom em você. Então a sua mãe não conseguia enxergar numa criança, eu falo aquela, aqui eu pus o nome nela, ela chama Felícia. Eh, ela não consegue enxergar, ela não conseguia enxergar o Bem em você, como que ela poderia te ensinar o quanto você é
bom, >> entendeu? Então assim, ele foi condicionado a acreditar que ele não era bom, porque eu não me sentia bem. Eu via qualidades minhas nele, porque ele é inteligente, ele é amável, ele ele, enfim, ele tem muitas qualidades, mas ele não consegue enxergar isso. Entendi. Exemplo, ó, hipóteses, né? Ele pode ter recebido essa insegurança, essa inferioridade desde o período Inconsciente dele, que a gente tem que começar essas eliminações. Pode ir trabalhando os padrões mentais de se sentir inferior, a crença, o pensamento que é inferior. Já começamos a mexer nesse porão, OK? Trabalhando essa inferioridade de
uma maneira mais genérica. Estamos mexendo nesse porão e tudo junto a gente vai fazendo perguntas, ele vai achar. >> É. E o porão dele é, ele veio de dois, assim, veio depois de dois abortos Espontâneos que eu sofri muito. Eu tinha muito medo de perder ele, né? >> Ah, >> aí uma vez eu achei uma uma redação, uma carta, alguma coisa que ele escreveu dizendo ele tinha mais ou menos uns 14 anos que ele ele não lembra disso, ele tinha 14 anos. Eu falei: "Lucas, uma vez você escreveu que você não tinha o direito de
viver, porque para você nascer duas pessoas tiveram que morrer." Naquela época eu não sabia nada de de Consciência sistêmica. Entendi, entendi. >> E aí, eh, ele fala: "Mãe, não lembro disso". Eu falei: "Porque eu não tive culpa". Eu falei: "Você não teve culpa, mas com 14 anos da sua consciência trouxe isso para você". E ele não lembra nem de ter escrito. >> Entendi. E uma coisa, >> eu levei inclusive essa carta para uma psicóloga na época que deu uma explicação absolutamente nada a ver. >> Entendi. E e um e a gente tem que Entender, pessoal,
aqui vou aqui eu vou usar completamente a lógica, tá? uma consciência que veio paraa vida depois de dois abortos da mãe, ela recebeu bastante informações da mãe ou do pai, porque essa mãe tinha medo, né, de fazer um terceiro aborto, que é normal. E essa criança pode ter recebido esse medo e essa mãe pode ter se sentido incapaz de gerar a vida e a criança pode ter recebido essa incapacidade. Então, por isso que a homeostase quântica ela cerca A consciência, por isso que são sete passos e não um comum. Então a gente vai cercando, vai
garimpando com amor, com perseverança, até ele começar a trazer essas informações. É só perseverar. Só tem como, tem como tem que perseverar. Por isso que eu sempre eu sempre falo assim, ó, eu nunca desisto de vocês. A gente vai achar informação. Demore o que demorar, a gente vai achar essa informação. Se você tiver afim, se você perseverar junto, vai dar tudo certo. OK? Deixa eu ver. Quero te agradecer pelo que você falou hoje, porque eh até tem um comentário aqui de uma mãe que não consegue falar com o filho sobre isso. Eu já deixei claro
para ele desde que ele tinha 12 anos, porque eu comecei a mudar quando meu segundo filho nasceu. >> Ah, >> e aí eu falei para ela, porque ele Cobrava de mim que eu fosse com o meu segundo filho, que tem se anos de diferença dele, como eu fui com ele. Eu falei: "Eu não sou mais aquela pessoa". Então, eh, ele sabe, ele sabe se eu não nego absolutamente nada do que eu fiz com ele. Eu já contei várias situações muito piores do que essas que eu trouxe aqui. >> Perfeito. >> E aí eu falo para
ele, eu não sou mais essa pessoa. Tanto que eles acham graça De eu falar a aquela aquela mulher que te criou, eu falo assim, aquela aquela mãe que te criou, porque ela não existe mais. >> Então a gente é uma sinceridade assim que a gente tem que ter para ajudar os filhos. Às vezes uma uma outra hipótese, ele pode ter uma uma informação que filho não pode magoar a mãe ou ele pode ter o medo de magoar e por isso ele não consegue acessar Várias hipóteses. Essas é ver com ele e ir entrando para dentro
dessa consciência, OK? Se precisar, vamos comendo pelas bordas até chegar na raiz. É só começar, combinado? Tá? Eu sei que às vezes, pessoal, parece difícil, mas não é. É só começar. E essa escolha é o adulto que faz. Esse começar é o adulto. Se olhar para dentro é adulto. >> Muito obrigada. >> Imagine, deixa eu ver que mais aqui. Podemos dizer que ativamos o positivo e negativo que nós colocamos em nossa consciência. Temos que fazer essa escolha para o nosso próprio bem. Só que se eu só ativar o positivo e não eliminar o ruim, não
vai adiantar muito. Eu tenho que eliminar o que é ruim e ativo o que é bom. E eu potencializo, né? Então, elimino o ruim, programo o bom, potencializo. OK? Já tentei, mas, ó, já tentei, mas não Consigo. Tenho medo de perguntar pro meu filho quais os momentos ruins ele teve comigo. Elimine esse mesmo. Comece eliminando esse mesmo. OK. Precisa ter medo. Ele só vai te mostrar algo que você já conhece, já tá na sua consciência essa informação. Carlos, mas se meu filho falar que eu não amava ele? Essa informação já tá na sua consciência, você
já conhece, ela já tá te gerando dor E se você elimina, ela para de gerar dor. Não preciso ter medo da minha consciência. Por que que eu não preciso ter medo da minha consciência, pessoal? Porque as informações que tá lá, eu coloquei, eu já conheço elas, hein? Ele pode falar. Liga o som. Liga o som. Só clicar no microfoninho. V ver se consigo te ajudar daqui. Pera aí. >> Aí já foi. >> Foi. Então tá. Bem. >> Escutando? >> Tô. Tô sim. Pode falar. Algumas coisas começam a fazer sentido para mim da minha mãe contar
do meu parto que ela comeu abacate, teve uma diarreia e eu quase nasci dentro do vaso sanitário e que antes de mim ela tinha sido, ela sofreu um aborto. Todas essas histórias que te contaram tem informações da sua consciência e Tudo que sua mãe sentiu em todo esse processo, você pode ter recebido. Não é uma não é uma afirmação, mas pode ter ter recebido. Então a gente tem que cercar os dois períodos. O que você recebeu no período inconsciente e o que você sentiu ao escutar essas histórias. Essa coisa da insegurança de ficar longe dela
também pode ter sido isso. >> Pode, pode ter sido isso. >> O medo que ela tinha de me perder, né? >> Pode, pode ser. E se eu observar, se eu Tenho medo de ficar longe da mãe, minha consciência pode se fechar pros relacionamentos. Porque se eu me relaciono, eu me afasto da mã. Se eu não me relaciono, como faz sentido, >> eu me aproximo dela. >> Muito sentido, muito sentido tudo. Obrigado, >> Carlos. Mas imagina, Carlos, mas a mãe já faleceu, tá? sua consciência. Se é a Criança que tá decidindo, a criança quer ficar próxima
da mãe. Se a criança quer ficar próxima da mãe, ela não pode se relacionar, porque se ela se relaciona, em algum ponto, ela pode se afastar da mãe. >> Ou o meu apego aos relacionamentos que eu vivo hoje. >> Isso. Perf. Meu apego exagerado. >> Perfume. >> Medo de perder as pessoas >> ou medo de ficar sozinho. >> É, >> e eu posso entender que eu sou >> eu posso entender que eu sou a minha melhor companhia, então nunca fico sozinho. >> Não tem como ficar sozinha, porque eu tenho a mim. Eu só tenho medo
da solidão se eu não gosto da minha companhia. Se eu não gosto da minha companhia, eu tenho traumas na minha consciência. Se eu elimino esses traumas, eu começo a me Amar. Se eu me amo, eu gosto de ficar com E aí eu passo, não tenho mais medo da sol. >> Certinho. >> Porão é muito cheio de informação, né? Nossa senhora. Sei. Porque pensa comigo, pessoal. Quantos sentimentos vocês têm por dia? Quantos pensamentos vocês têm por dia? Nós temos >> milhões, >> nem sei quantos deve ser milhões. >> Será? >> Posso, eu posso posso colocar outra
questão? >> Pode. Lógico. >> Agora, agora você fez-me lembrar, eh, quando eu era pequena, tinha uns 11, 12 anos ou 10, 11 anos. Eh, eu fui na casa de uma amiga minha na altura e e eu já eliminei isso, mas eu continuo chorando. >> Sei qu Mas o que eu já eliminei >> o que que aconteceu da casa dessa amiga? E quando eu voltei da casa da minha amiga, a minha mãe tava me esperando, eh, zangada. Eh, e ela e ela me me perguntou o que você estava fazendo na casa da sua amiga e eu
tava conversando. Ué, e ela e ela me disse: "Você vocês estavam falando sobre namorados?" E eu não tive coragem de responder, é Claro, né? Porque eu tinha 12, 11, 12 anos, não sei. E ela falou para mim assim: "Você não precisa de ter namorados porque você tem, você me tem a mim". E na hora eu não eu não entendi a gravidade do que ela estava me dizendo, mas hoje eu entendo que foi assim um narcisismo eh bem bem valente, né? E mas eu eu já eliminei isso, mas eu continuo chorando. Por quê? >> Elimina assim,
ó. O que você sentiu quando chegou da casa da amiga e viu a mãe brava? Depois você elimina o que sentiu com a fala da mãe. Depois você elimina o que sentiu todas as vezes que lembrou da fala da mãe. Ah, e aí você pode eliminar também uma crença, um pensamento que se você se relaciona, se você namora, você tá traindo a mãe. Talvez a dor esteja nessa Traição. >> E aí é uma crença que uma história formou. É isso mesmo. Eu acho que eu tenho um combinado inconsciente com ela e por isso eu não
consigo priorizar ninguém. Então >> que que me ama? >> Elimina as emoções, depois elimina a crença e o pensamento que se me me relacionar eu estou traindo a mãe. Que a sua consciência pode ter armazenado Nisso. OK? E aí elimina e sente. Pode ser isso. Hipótese. Tá bom. OK. >> Obrigado. Mas na próxima, no próximo encontro vamos trabalhar isso, por favor. >> Tudo bom? Tá. Na semana que vem, pessoal, é essas reflexões que eu quero fazer junto de vocês. Vocês contam a dor e eu vou tentar ir refletindo em cima, fazendo hipóteses e a gente
vai Eliminando. Vamos trabalhando essas hipóteses. Esse esse raciocínio que eu preciso vocês começam a ter. Tá? Porque uma história pode gerar crenças, uma história pode gerar pensamento. Então não é mais uma única informação, pode ser duas, três a ser trabalhadas. Essa é a nossa consciência. Pode liberar aí. Vamos ver aqui pra gente refletir. Ó, a criança sente medo, a criança quer aprovação, a criança teme Rejeição. A criança faz de tudo para continuar pertencendo, mas ela não pode dirigir a sua vida. Agora é com você. Agora o adulto tem que assumir. OK. Quem está dirigindo suas
escolhas hoje? Se questione isso. Quem está dirigindo as suas escolhas hoje? Carlos, eu tenho medo de desagradar o pai. Você que tem medo ou é a criança que tem medo? Reflita um pouquinho isso. Quem é que tá com medo de agradar o pai? Você ou a criança? Muitas vezes é a criança. E a hora que você traz essa, você traz isso à tona, esse medo passa. Combinado? Vamos dar um passinho aqui. Já vou pro chat já. Você não apanha mais, então por que ainda se defende? É só um exemplo. Você não apanha mais. Por que
que ainda você se de Você não é mais corrigido daquela forma. Você não é mais corrigido daquela forma. não está mais sobre aquela autoridade, Não depende mais daquele ambiente, mas continua, continua reagindo como se estivesse. E aí você tem que refletir, por quê? Você quer seu. Talvez ninguém esteja mais se pressionando. Talvez seja você repetindo a pressão. OK, Caros, minha mãe, meu pai, eles me pressionavam muito, tá? Hoje você cresceu e ele te pressiona. Não, mas eu me sinto pressionado. Você Ou você mesmo tá se pressionando ou você tá preso lá naquela criança ou você
tá se deixando ser pressionado. Porque agora você tem voz. Agora você tem voz. Então hoje você se permite ser questionado. Certo? criança você é hoje você se pergun vocês, a gente tem que trazer isso paraa consciência. Eu cresci, agora é comigo, não mais do que você. Você ainda vive tentando evitar algo que Já não existe? Pergunta para vocês refletirem. Você ainda vive tentando evitar algo que já não existe mais? Percebe, pessoal? São perguntas para levar vocês para trás. Que que você evita? Carlos. Eu evito ficar sozinho. Exemplo que que apareceu tem medo da solidão. A
criança tem medo da solidão. O adulto não. A criança não pode, não consegue muitas Vezes viver sozinho. O adulto consegue. O adulto vai escolher se viver a solidão. Concordo? E não necessariamente eu preciso estar ter alguém ao meu lado, posso ter amigos, posso sair, socializar, participar de eventos. Eu só vou viver a solidão se eu quiser, se eu escolher viver a solidão. Senão não. Tem pessoas que é casado, tem 10 filhos e vive na solidão, rodeado de pessoas, tá na solidão, não tem? Então, viver na solidão não significa ter alguém ao celular. A criança tinha
medo de viver sozinho? O adulto não. Aí a criança apareceram de novo. Combinado? Vamos dar um passito a mais aqui. Reconhecer não é se esconder. Isso é muito importante. Existe uma linha muito sutil. Uma coisa é reconhecer o que viveu. Outra coisa, uma coisa é reconhecer o que viveu. Outra é usar o que viveu como Justificativa eterna. Isso muda tudo. Isso muda completamente. Uma coisa é reconhecer o que viveu. Eu vou reconhecer o que eu preciso olhar o que eu vivi para mim fazer as minhas eliminações. Outra é usar o que viveu como justificativa eterna.
Como assim, Carlos? Enquanto você diz, "Eu sou assim, por quê?" É a criança. Eu sou assim porque apanhei. Eu sou assim porque sofri. Eu sou assim porque eu sou pobre. Eu sou assim porque eu fui miserável. Eu sou assim porque perdi a mãe. Eu sou assim porque eu não tive pai. Justificativas. Justificativas não muda a realidade. A justificativa só revisita a dor, mais nada além disso. Então, se justificar não elimina. Justificar não muda a Realidade, combinado? Não é isso que nós fazemos, pessoal, ficar justificando, justificando, justificando, justificando. Eu sou assim por causa disso, eu sou
assim por causa daquilo. Às vezes eu sou um pouco duro, Carlos, eu sou assim porque eu não tive pai, tá bom? Você cresceu, você não teve pai, isso gerou trauma, elimina esse trauma e segue a vida. Porque se você continuar Nesse, eu sou assim, porque não tive pai, sua vida não muda. Essa é a criança, o adulto cresceu. Carlos, mas doeu crescer sem pai. Eu sei que doeu. Então elimina essa dor e segue. Ele visita, elimina e segue. Tem que seguir. Eu só consigo seguir se eu eliminar. O exemplo que a Renata deu, a mãe
dela já falou isso. Então, eu tenho que olhar paraa minha consciência. Se o adulto vai Olhar paraa consciência e entender que que registrou aqui. Registrou uma crença, elimina a crença. Um pensamento elimina esse pensamento. Mas o eu sou assim porque tal coisa não muda a realidade. Essa é a resposta da criança. Combinar aqui, pessoal, é puxar a vida na mão. É puxar a responsabilidade pro adulto. Não, a criança. A criança já cansou, ela não consegue mais te ajudar agora. Agora é com você. Ela vai fazer o que ela consegue. O que a criança consegue é
justificar, dá os porquês. Isso é da criança, não é do adulto. Combinado? Enquanto você diz, eu sou assim, por quê? Você entrega sua autonomia para quem? paraa criança e não vai dar certo, porque ela não sabe o que fazer com isso. Ela vai continuar fazendo o que ela que ela fez a vida inteira para Sobreviver e não é isso que você precisa. OK? Vamos dar o passivo a mais aqui. Pergunta para vocês. Em que momento reconhecer virou desculpa? O que que vocês usam de desculpas? Qual é a redação que você tem na ponta da língua
para usar de desculpa? O que que você sempre usa? Qual texto que você sempre usa? Combinado? Agora é com você. Então, busque aí dentro qual que é o texto que você sempre usa para dar desculpa, para se justificar. Carlos, eu Carlos, eu sabe porque que eu tenho problemas financeiros? Porque meus pais tinham. Tá bom. E aí já foi. Que que que você escolhe? mudar ou não, fazer diferente ou não, olhar para seu porão, eliminar tudo que tá dificultando o seu financeiro e mudar ou você vai continuar reafirmando essa justificativa Porque é uma escolha. Deixa eu
ver que mais aqui, ó. sempre fui, ó, tenho consciência que sempre fui uma ótima mãe, mas parece que meus filhos não Mas parece que os meus filhos não sintam minha falta e não precisam de mim para nada. Ó, vamos refletir, vamos refletir aqui, ó. Até voltar aqui. Tenho consciência que sempre fui uma ótima mãe, mas parece que meus filhos não sentem minha falta e não Precisam de mim para nada. Ela foi uma ótima mãe, pessoal, observando de bate pronto. Foi não foi? Se eu não preciso da minha mãe para nada, ela me preparou bem para
vir. Se eu não sinto falta dela, ela não me deixou apegar a ela. Eu não me apeguei a ela, mas eu amo ela. Percebe? Então ela foi mal. Agora, por que que Ela observa do lado negativo? Ela pode observar: "Meus filhos não precisam de mim porque eu criei bem eles. Eu fiz o meu meu o meu papel. Eu não sou eterno. Se meu filho ficar dependendo de mim, ele tá ferrado, porque amanhã eu posso não estar aqui mais e aí é com ele. Então quer dizer que se ele não precisa de mim, eu preparei ele
paraa vida. Eu fiz o meu papel. E se ele não sente a minha falta, também Fiz o meu papel. Eu não me apeguei a ele. Apegar não é amor. Eu sei que isso aqui incomoda vocês, né? Eu sei que isso incomoda você. Apegar é prazer, amor não é apego. Primeiro, pessoal, uma coisa importante, ó. Sempre que vocês usarem o termo meus filhos, é a P, porque ele não é seu, ele só veio de você. Ok? Então, sempre que eu falo do filho, se eu falo meu filho, já mostra que eu Tenho um apego ao filho
e vai dar problema esse apego para um dos lados ou pros dois lados. Eu tenho que amar o filho e não me apegar a e não ser dependente dele. Eu sei que isso quando cai essa informação ela vocês relutam. Mas então, então como como devemos como devemos, desculpa, como devemos nos referir a a essa pessoa, né? Eu como é que eu vou dizer >> o meu filho. >> Como o filho? >> O filho, mas o filho Mas o filho de quem? >> O filho do Tomás, o Carlos, o Noa. >> Agora sim, ó. Filho, >>
vamos lá. Tem 10 crianças na minha frente. Eu quero te apontar qual é o no. Eu posso aí? OK, Renata, aquele é o meu. >> Ah, ah, ok. Tá bom. Obrigado. >> Mas se Mas se eu quiser falar, se eu quiser falar do meu filho, como é que eu Falo? >> Sempre que você >> o Martin >> reflete assim, ó. Sempre que eu falo do filho, eu uso o termo meu. >> Sim. >> Eu vou falar com o próprio filho. Eu falar assim: "Meu filho, vem aqui." Eu posso falar: "Só filho, vem aqui." >> Só
filho. Sim, sim. ou o nome dele, né? >> Ou o nome dele. Não, Carlos, sempre que eu vou falar do filho, eu falo meu Filho. Até para ele mesmo eu falo meu filho. É o apelo. >> Meu filho. >> Isso é o apego. Ok. >> É o apego. Obrigada. >> E o apego não é bom nem para um lado, nem pro outro lado. OK. A Juliana chega pra Selena que tem tem 4 meses, fala assim: "Minha filha, você é linda". Tá errado. Ela não é sua não. Ela é minha não. Ela não é sua. Você
só gerou. Aí ela fica brava que eu falo assim, você só hospedou. Ela não é sua. Porque se você já tá plantando na cabeça dela que ela é sua, isso vai dar problema lá na frente, combinado? Se ela tá conversando com ela, pode falar filho sereno. Combinado. Vamos dar passinha a mais. Muito bom. Vamos lá. Não é a criança que dirige, mas é a informação que nasceu Nela. Aqui já começamos mudar um pouquinho, ó. Não é a criança que dirige, mas a informação que nasceu nela. Vamos refletir isso. A criança sentiu o medo, mas o
que ficou não foi só o medo, ficou a informação. Vou usar de novo o exemplo que a Renata deu. A mãe falou que ela não precisava de ninguém porque ela tinha mãe e ela ficou, sei lá, triste. Tristeza, ela registrou. Que mais além dessa tristeza? A hipótese que a gente levantou. Se ela, se ela, se ela se relacionar, ela trai a mãe. Isso é também uma das marcas que ficou nessa conversa. E eu tenho que achar essas marca que são as nossas crenças, que são os nossos pensamentos. Tenho que ir para dentro disso. OK, tranquilo.
A criança sentiu medo, mas o que ficou não foi só o medo, foi a informação. Eu não sou o suficiente. Eu preciso agradar. Eu vou ser abandonado, eu preciso me defender. Essa é a criança. OK. Eu não posso me relacionar, eu não posso ser feliz. Eu não posso ganhar mais que o Pai. Eu tenho que honrar o Pai, eu tenho que honrar as falhas do Pai. OK? Hoje você não reage só ao passado, você também reage à informação que construiu sobre ele, Que é os nossos padrões mentais. Carlos, como é que eu acho isso tudo?
Silenciando, aprendendo a achar, perseverando, se questionando, perguntando para você pedindo ajuda. OK? Deixa eu ir pro chat aqui. Vamos ver lá que já que pergunta. Não consegui, não consegui entender. Que pergunta? Eu acho que é que pergunta deveria De caprichos em um adulto? Pergunta outra vez, por favor. Eu acho que corretora aqui eh traiu a gente, tá? Sei bem o que é isso. Sempre vivi na multidão e eu era mais sozinha do que hoje que moro sozinho, né? Ele pode estar rodeado de pessoas e ainda assim se sente sozinho. Minha filha de 12 anos hoje
mora com avó paterna por por escolha dela mesmo. E hoje eu me pergunto onde eu errei como mãe, mesmo Eu sabendo que fiz tudo para ela. Minha filha de 12 anos mora com a avó paterna. Foi uma escolha dela mesma. E hoje eu me pergunto onde errei como mãe. Tem que sentar sentar com essa vida. Você pode não ter errado como mãe, mas a gente tem que entender assim, pessoal. O que eu quero passar pro filho é o primeiro passo. O que o filho vai receber é o passo? Eu posso passar pro meu filho. Filho,
o pai trabalha muito que é para você. Seja Tô jogando uma culpa em cima dele. Certo, filho. O pai fica longe, mas o pai tá ficando longe, que é para você. Tô jogando contra em cima. E ele pode não entender isso. Ele só sabe que o pai ficou longe. Ele pode observar que o pai prefere trabalhar do que ficar com ele. Carlos, mas eu tô ensinando ele, hein? Que eu tô indo trabalhar para sustentar ele. Você tá jogando uma culpa em cima. E como ele vai absorver isso na consciência, a gente não sabe se ele
vai entender o que você quis dizer para ele ou se ele vai entender que simplesmente você prefere trabalhar do que ficar com ele. Isso não é uma questão de culpa, pessoal. Uma questão de como vai fixar essa informação na consciência dele. Tem que conversar, conversar com essa filha, OK? aberta, coração aberto. Ou se ela não abre com a mãe, alguém tem que Conversar com ela para entendendo isso. Combinado? Eu tinha minha, ó, eu tinha uma colega que me chamava de filha desnaturada, porque eu não era apegado aos meus pais como ela. Eu agradeço muito pelo
pelo pelo desapego, como fui criado. Desapego não é falta de amor, não tem nada a ver. A gente confunde as coisas. Amor é amor, apego é apego. Caros, eu tenho medo de perder os pais. Primeiro que você não confia na vida, segundo que você é apegado aos pais, tá? Isso é uma reflexão, pessoal, que eu sempre trago para vocês. Se vocês têm medo da morte, vocês não confiam na vida, vocês confiam da boca para fora. Vocês temem a morte, vocês não confiam, né? Se eu não confio na vida, fica difícil de eu pegar na mão,
porque eu não pego nada que eu não confio. Concord? Se eu não confio, não pego. Não é isso, vamos dar uma passita a mais pergunta para vocês. Qual crença ainda está dirigindo sua vida adulta? Você questionem aí. Qual crença ainda está dirigindo a minha vida adca? Vamos lá para citar mais aqui. Responsabilidade não é culpa, é comando. Vamos entender isso. Ser adulto não é negar a dor. Às vezes a gente confunde. Ser adulto não é negar a dor. Não é dizer não Aconteceu nada. Isso não é adulto. É dizer hoje eu que escolho. Sem acusar
o passado, sem se esconder atrás dele. Isso é ser. Então não é negar a dor, não é negar o passado, é olhar pro passado, mas determinar agora é comigo, agora eu escolho. E eu escolho mudar, e eu escolho não mudar. Tudo é uma questão de escolha. Não tem escolha certa ou errada, tem Escolhas e consequências. Você pode escolher não mudar. OK? Você está escolhendo ou reagindo na sua vida? O que que você tá fazendo hoje? Você tá escolhendo ou você tá reagindo à suas inflamações? Você tá escolhendo viver ou você tá reagindo para sobreviver? Isso
é uma pergunta que eu me faço todo dia. Carlos, você tá vivendo ou você tá sobrevivendo? Se a resposta não for vivendo, tem coisa errada. Eu tenho que parar e já ajustar minha consciência, senão eu vou ter um dia bem desagradável. Combinado? Essa escolha eu tenho que trazer paraa minha consciência sempre. Hoje eu vou viver, hoje eu vou sobreviver. Antes de levantar da cama, eu já me questiono o que que eu quero da vida. Se eu não souber responder, eu nem Levanto que o dia não vai ser bom, porque aí eu vou sobreviver. Não, eu
quero isso, isso, isso, isso. Então, bora levantar, bora fazer acontecer. Você ainda tenta provar que é suficiente. Você ainda busca a provação de quem já não tem poder sobre você. Vocês me questionaram dos filhos. Por que que eu vou querer aprobação do filho? Ele não tem poder nenhum em mim. Você ainda teve julgamentos e quem nem está mais presente. Acontece isso às vezes, pessoal? você ter um julgamento de uma pessoa que não tá mais aqui entre nós, mas agora não é sobrevivência, é padrão. A criança sobrevivia, agora você só tá repetindo o padrão. Só tá
repetindo o padrão. Só tá repetindo o padrão. O que você ainda tem, quem você ainda tenta impressionar? Quem que você quer impressionar? Por quem que você quer ser vista? Vamos lá. Vamos dar uma passar mais aqui. Já vou pro chat. Já chegou a hora de assumir o volante. Essa é a escolha que você tem que fazer. Chegou a hora de assumir o conteúdo. Liberar a criança não é voltar lá, é dizer obrigado por tentar me proteger, mas agora eu assumo. O adulto não precisa provar que é digno. O adulto não precisa reagir para se defender.
O adulto escola. Liberar a criança não é voltar lá, ficar olhando para ela, tentando curar ela, tentando cuidar dela. Você não tem que curar ela. Ela fez o que ela tinha que fazer. Ela sobreviveu, ela fez a parte dela. Agora é você. é dizer obrigado por tentar me proteger, mas agora eu assumo. Você tem coragem de assumir o volante? Você tem coragem de assumir sua vida? Então, quando vocês acordarem, pessoal, marquem aí, acordou de manhã, se Questiona que eu quero da vida. Se você não souber essa resposta, não levanta, porque não vai ser um dia
bom. Você vai sobreviver mais um dia, você não vai viver. E todo dia pode ser uma resposta diferente. Que que eu quero da vida? Ser feliz, quero crescer, quero prosperar, quero amar, quero ser amado. Mas você tem que ter uma resposta, Porque se você levantar sem essa resposta, você vai perder um dia da sua vida. Você vai sobreviver mais um dia. A gente não veio para sobreviver. A gente veio para viver. Assumir é eliminar. Não é conversar com a criança. Não é convencer o passado. É eliminar a crença que nasceu de lá. É eliminar a
informação que sustenta a reação. Isso é crescer. Enquanto a informação não é eliminada, a Criança continua no rumando. OK? Assumir é eliminar, não é conversar com a criança. Não adianta você ficar conversando com sua criança. Não é convencer o passado. Não adianta convencer. Convencer o passado não muda, não. OK? É eliminar a crença que nasceu lá. é eliminar a informação que sustenta a reação. Enquanto a informação não é eliminada, a criança continua no Enquanto não olhar para esse forão, não entrar para essa consciência o negativo, a criança tá com ela não sabe fazer isso mais.
Não é papel dela mais. Você está disposto a eliminar o que ainda te faz reagir como se tivesse 8 anos? Você question. OK. Deixa eu vir pro chat aqui, ó. Já eu vejo minha mãe duas vezes por ano ou ou uma única vez. Já agradecia a ela por Me deixar livre na vida e não me cobrar e não não me cobrar presença. Já tive muitos problemas com ela. Hoje eu amo muito. Mando mensagens todos os dias. Ela mora no interior da região sul do país e eu moro na grande São Paulo há muitos anos. Eu
não preciso estar perto para nada. Não preciso estar perto para que bom. Gratidão profund. Minha irmã chama o filho de meu bebê. Ele tem quase 30 anos. Precisam de Ajuda, né? Tem. A a mãe tá vivendo o bebê. A mãe tá vivendo. Eu já escutei assim, ó. Carlos, que pena que o filho cresce, né, pessoal? Essas brincadeiras são todas informações que a gente tem na consciência. Que pena que o filho cresce, podia ficar sempre bebezinho. Não, pelo amor de Deus. Imagina trocando fralda com 90 anos. Não consigo. Não consigo. Mas é a informação que a
Gente põe para dentro e aí você não quer que a criança cresce, percebe? Não, tem que crescer, tem que ir pra vida. OK. Que mais aqui? Quando a sua irmã chama, Quando sua irmã chama sua filha de filha, é normal? Não, né? Porque não é não é o papel dela, né? Ela tem que assumir o papel de tia, não de mãe. Mãe é mãe, tia é tia. Não é assim? Mãe assume o papel de mãe, tia assume o Papel de tia. E os dois papéis são muito importantes, não é isso, Carlos? Mas vamos lá, Carlos.
Mas não é assumir o volante, é fazer manutenção e trocar o pneu também. Isso. Olhando pra minha consciência dia a dia. Sabe qual é o grande problema, pessoal? Aqui vai uma puxada de orelha com muito amor. Todo o problema é que a gente gera informação o dia inteiro e quer e quer olhar pro Porão uma vez por mês. Esse é o grande problema. A gente gera pensamento, sentimento o dia todo e a gente quer olhar pro nosso porão uma vez por semana, cada 15 dias, de vez em quando, quando adoece, não vai dar certo. Eu
tenho que olhar todo dia pro porão. Eu tenho que olhar todo dia para consciência. Que que entrou de informação ruim hoje eu já elimino, já é um passo maravilhoso. Percebe? É um ensinamento antigo que ele é muito sábio. Ó, não sei se vocês escutaram isso já. Não durma com a sua com Não durma com a esposa antes de resolver as brigas daquele dia. Já ouviram isso? Nunca vá dormir brigado. Por quê? Porque você vai acordar do lado daquela pessoa. A primeira pessoa que você vai ver de manhã é ela que você acabou de de brigar.
Você vai reativar todo o negativo de novo. Então não durma com o negativo que você gerou naquele dia. Elimina antes. E tá fresco, pessoal. Aconteceu hoje. Se vocês lembram que aconteceu de ruim hoje, então não tem porquê. Já elimina. Quem sabe eliminar já elimina antes de dormir. Quem não sabe vem pra próxima aula, vai aprender também. Pronto, resolvemos. Mas se eu sentir uma raiva hoje, for Dormir com ela, qual que é o problema? Mais uma raiva na minha consciência, desequilibrando mais a minha realidade, que amanhã essa raiva pode estar no meu inconsciente e eu não
acho mais ela. Então, se eu já senti essa raiva hoje, já ele me hoje. Se eu já senti essa tristeza hoje, eu já elimino hoje. Isso é fácil. Mas eu tenho que querer. Aí entra a escolha do adulto. Eu vou mudar minha realidade ou não? Carlos, eu quero mudar, mas eu não faço nada. Então não vai mudar. É a criança querendo mudar. Ela não consegue mais. Agora é com adulto combinar. Vamos dar uma passita a mais aqui. Continuar reagindo também é uma escolha. Cada vez que você se cala por medo é uma reação da criança.
Vocês me questionaram lá no comecinho como é que eu acho a criança? Cada vez que eu me calo por medo a minha reação Da criança. Cada vez que você evita o confronto, é uma reação. Carlos, mas tá certo confrontar com amor, tá? Porque eu tenho que impor minha vontade. Se eu me olho em primeiro lugar, às vezes eu vou ter que confrontar com amor, não na não marra, mas com amor eu posso. Mas se eu evito o confronto, é a criança evitando confronto. Cada vez que você busca aprovação. Por Que que você busca aprovação? É
sua criança buscando aprovação. Olha a criança aparecendo de novo aí. Cada vez que você se diminui, é a criança dando o rosto de novo. E por que que a criança aparece? Porque o adulto não assumiu o papel dele. Você reforça a criança no volante e a vida continua repetindo. Carlos, eu tenho medo de exemplo, tenho medo de me apresentar em público. Então eu não me me apresento em público. Então a criança decidiu que não tem medo de se apresentar em públo. O adulto vai querer entender. Espera um pouquinho. Da onde esse medo? Da onde nasceu?
Elimina esse medo. Por que que eu tenho medo? Por causa disso, daquilo. Elimino, elimino e me apresento em po. Aí o adulto escolh Carlos é o famoso vai com medo mesmo. Não, é o famoso elimina o medo e vai. Elimina a crença e vai. Aí o adulto escolheu. Até quando você vai permitir que o passado dirija o seu presente? Se questione isso. São perguntas para vocês se questionarem até quando você vai permitir que o seu passado dirija o seu presente? Não dá, não dá para mais. Você não precisa mais sobreviver. Você veio para cá para
viver, não para sobreviver. Mas enquanto não eliminar, você continua reagindo, você continua sobrevivendo. Enquanto você não eliminar o negativo Que tá dentro da sua consciência, dentro do seu porão, você não vive, você sobrevive e você merece viver. Você está disposto a continuar assim por mais 5 anos? Essa vida que você tem hoje, se você tiver por mais 5 anos, tá bom para você? as dores, o financeiro, o relacionamento que você tem hoje, tá bom? Não, Carlos, não tá bom. Então, tem que arregaçar a manga e fazer mudar, combinado. Deixa eu ir no chat aqui. O
no chat. Muito bom. Lá no comecinho, pessoal, vocês me perguntaram câncer no intestino, né? Câncer no intestino vem dos momentos que você vivenciou com dinheiro, com trabalho, na escola, com o seu provedor, momentos ruins que tiraram o sentido da vida e tirar a cor da vida. Esse é o câncer, tá? momentos ruins no trabalho, no produtor, com a escola, com bens materiais, que tirou a alegria de viver, Tirou o brilho da vida, tirou o sentido da daí é o câncer de e portar no intestino é mais o que você teve que dar para esse trabalho,
dar para essa escola que não queria dar ou que você recebeu desse trabalho, desse dinheiro que não queria receber, o desequilíbrio na troca dar e receber, mas com a matéria que tirou o sentido da sua combinar Tá. OK. Acho que respondi tudo até até agora todas aqui. Vamos dar uma cita para Mais. Talvez você não seja confor Talvez você não seja confortável. Talvez não seja confortável assumir, mas é libertador. Confortável você vai ter que olhar pra dor, né? Mas ela tá aí, você tem que lembrar disso. Mas é libertador. Você não precisa mais aguentar, não
precisa mais repetir, não precisa mais sobreviver. Você pode assumir e eliminar. Quando o adulto elimina, a criança Finalmente descanse. Então, a gente vamos observar uma outra possibilidade. Eu preciso curar a criança interior ou eu preciso deixá-la descansar? Eu preciso cuidar da criança interior ou eu preciso deixar ela finalmente descansar. Ela fez o que ela podia fazer. Ela não errou. Ela sobreviveu, agora é com você. Então, não necessariamente você precisa curar sua criança interior ou cuidar Dela. Você tem que deixar ela descansar assumindo a responsabilidade do adulto, assumindo olhar paraa sua história e eliminar o negativo
que a sua própria história gerou. Olhar pro seu corão e limpar o seu corão com amor, com perseverança. Assim que se muda a realidade. Realidade não se muda reclamando. Realidade não se muda se vitimizando. Realidade se muda eliminando. Eliminando a dormir massa negativa que tá na sua consciência. Essa Ficha tem que cair. Vocês têm uma capacidade incrível, mas depende de vocês. Depende de vocês olharem. N? Então, lembrem-se disso, ó. Quando o adulto elimina, quando você olha pra sua consciência, olha pro seu corão, tira o negativo de lá, Carnas, mas eu não sei. Segunda-feira, quem não
sabe, aprende. Quem sabe vamos praticar junto, vamos refletir, vamos entrar junto para essa consciência. Quando quando o adulto elimina, a criança finalmente descansa. Hoje você viu que a dor foi real, que o perigo acabou. que você cresceu e continua que que continuar reagindo a escovo que eliminar e assuro. Carlos, como é que eu deixo minha criança interior descansar? Eliminando o negativo que essa criança assumindo o seu papel de adulto. Aí ela descansa. Ela já fez o que tinha que fazer. Agora É com você. Mas você tem que escolher. Combinado, pessoal? Mais duas dúvidas aqui, ó.
Hipertensão, tireoide e colesterol. Vamos lá. Hipertensão, pessoal, problemas de relacionamento, tá? Briga, traição, discussão, sensação de ser trocado, de ser rejeitado. Em relacionamento, tá? Com pai, com mãe, com o esposo, com com amigo, com filho. Relacionamento. OK. colesterol relacionamento que envolva a matéria, que envolva o dinheiro, que Envolva escola, que envolva o trabalho, problemas de relacionamento, mas tem que trazer essa parte da matéria junto, tá? Porque o desequilíbrio de do colesterol começa lá no seu digestório, não é no circulatório. Tireoides são todos os momentos que você vivenciou de culpa e injustiça. Tudo que foi contra
a sua essência, contra a sua vergonha. E a ansiedade, A ansiedade, pessoal, é quando sua mente sai do hoje, é a preocupação com o futuro, quando sua consciência vai pro futuro ou pro passado e fica, aí vem a ansiedade. Geralmente tá embasado em preocupação e no controle, no bendito controle, momentos que foi controlado, momentos que perdeu o controle. OK? dor, eh, dor de cabeça, dor de cabeça diária, relacionamento também, OK? Mesmo da hipertensão. E aí o torcedor também entra o controle, combinado? Dúvidas, pessoal? Acho que hoje respondi todas aqui, tá? Então, próximo encontro nosso, quarta-feira
que vem, dia 4 de março, não esqueçam, não vai ser gravado. Então, particip, a gente vai praticar junto uma oportunidade de ouro que vocês têm aí, ok? Então, tá, deixa eu só parar de compartilhar para mim ver todo mundo aí. Pessoal, valeu a pena hoje? Conseguiram refletir um pouquinho, entrar para dentro >> muito. >> Agora arregaçar a manga e assumir. Amanhã cedo já levanta da cama assumindo esse adulto que você ensina. >> Combinado? >> Combinado. >> Gratidão profunda, pessoal. Uma ótima noite a todos. Nos vemos aí na quarta que vem. E quem tá no curso
nível um, tem a nossa aula amanhã, tá bom? >> É, >> gratidão, pessoal. Uma ótima noite. >> Gratidão. >> Gratidão. Boa noite. >> Boa noite. >> Tchau. Boa noite. >> Boa noite. Boa noite,