Do naturalismo te ajuda a responder aquela questão ali, tá? Porque pedia é incorreta e naturalismo não tem análise psicológica, então tu tinha que matar e eliminar por causa disso, tá? A de simbolismo ficava difícil porque a gente não viu o simbolismo ainda, né? Então ficava um pouquinho mais complicado, mas a gente vai ver se próximos a gente vai ver simbolismo, tá? Mas eu não sei se você percebeu que tanto na do Gregório Quanto na do simbolismo eu pedi métrica e rima, porque são conteúdos que cobram na prova do PSS. Então se você prova do vestibular,
tá? Se você não aprendeu ainda essa parte de rima e métrica, prepara, tá? Isso aparece em prova do vestibular do FSM, tá? E a prova do domingo de manhã, que tá bem longe da gente o conteúdo ainda, né? Eu fiz uma questão de modernismo com aquele poema o cacto do Manuel Bandeira. Tá? É um poema Bem famoso, tá? Se você lembrar da primeira fase modernista ali do colégio, tu consegue de repente estar por conta de algumas características do modernismo, tá? E a outra questão era uma questão do romance São Bernardo do Graciano Ramos, tá? Que
é um autor que tá muito longe da gente ainda também, né? Mas daí tinha que ser um conhecimento seu de ensino médio, tinha que saber que a linguagem de Graciano Ramos é uma linguagem extremamente Econômica, enxuta, é uma característica da da da prosa dele, né? ter essa linguagem bastante direta, bastante objetivada, tal, né, para te ajudar a responder aquela questão ali, tá? Mas enfim, eu não pude realmente concentrar as questões dentro do conteúdo que a gente tá vendo até agora, né? Senão não ia faltar muita coisa, então tentei contemplar todos, tá? Mas fica difícil. Tu
vai ver que a segunda, o segundo simulado agora no segundo semestre, tu Vai ter mais conteúdo vencido, então vai ser mais fácil, entendeu? Daí tu vai ter mais domínio desse conteúdo, tu não vai te assustar, porque alguns alunos na amanhã ficaram assim, ó. E eu não vi nada, não me lembrava de nada daquilo ali lá do colégio. Claro que tu não ia lembrar de nada no colégio, né? A gente não revisou, a gente não viu ainda, né? Então fica difícil de você responder as questões, né? Mas fica tranquilo, tá? Não esqueça, estou à disposição nos
Plantões, tá? Se vocês quiserem conversar depois com calma ali, tá? Nos plantões sobre as questões ali, estou à disposição, tá joia? Mas que que acharam da prova? Quem fez o vestibular da UFSM agora, esse ano de janeiro, agora janeiro, acharam parecida ou não? Nada a ver. É, a gente seguiu um padrão ali, a gente seguiu o tema, né? Em cima do tema os professores foram foram fazendo ali as Questões, né? Eh, eu gostei bastante, sabe? Dei uma olhada na prova assim, achei bem legal assim, bem parecido, né? Claro que simulado é uma coisa, a prova
é outra, né? Mas eu achei é uma uma pegada muito legal, muito parecida com o que o vestibular cobra de vocês. Vocês viram que é uma prova mais conteudística, né? menos interpretação e mais conteúdo, tá? É o padrão da UFSM, tá? É assim que funciona. Tranquilos, tá? Eu tô à Disposição de vocês. Se quiserem tirar uma alguma dúvida, alguma coisa, nos plantões, apareçam aí, tá? Pra gente ver as questões aí, tá? Legal. Vamos lá, vamos encerrar essa apostila, tá? A gente encerra essa apostila. Já pegaram o livro quatro? Já, tá? Eu não vou conseguir começar
o livro quatro hoje, tá? Mas eu começo na sexta, tá? Joia. Eh, vamos encerrar. Então, ficou faltando somente aí, ó, eh, o naturalismo, queridos, ó, o Naturalismo. E eu tô tratando especificamente desse senhor chamado Aluísio Azevedo. O Aluísio Azevedo. Azevedo, tá? E nós vamos falar eh especificamente, na verdade, estamos falando já, né? H, de um de um de um livro chamado O Cortiço, tá? Na aula passada eu comentei algumas coisas com vocês e aí eu parei assim no momento que eu disse que quem é o protagonista dessa história, tá? O Protagonista da história é o
próprio cortiço, tá? Não o cortiço em si, tá? Mas as histórias dos seus personagens, lembra exatamente aqui que a gente parou, tá? Lembra-se, pessoal? Eh, narram-se as histórias, as histórias dos seus moradores, as histórias de seus de seus moradores, de seus moradores. Moradores, tá? São essas histórias são contadas. Então, a gente conhece, por exemplo, a história ã de uma prostituta, lembra? Pessoas de Vida simples, moradores da periferia, tá? A gente conhece a história de uma prostituta chamada Leone. A gente conhece a história de uma dezenas de lavadeiras, entre elas ali Augusta Carnes Moles, né? A
gente conhece a história do do albino, né? Um rapaz afeminado, tá? E o texto aparece ali, não tô usando com uma nenhuma intenção pejorativa, o termo afeminado aparece no texto, tá? Ã, tem a história lá do libório, né? Tem a história da bruxa, Tem a história da da pombinha, né? Tem a história de uma dezenas de uma algumas dezenas de personagens ali, pessoal. Cada uma dessas histórias vai sendo contada. Eu expliquei na aula passada, tá? A gente gosta muito de exemplificar. É como se o cortiço fosse uma célula e cada uma das personagens dentro dessa
célula fosse uma organela, uma organela, né? Uma organela lá da célula. Então, cada uma delas tem uma uma função importante dentro da célula. É como se Cada personagem tivesse uma história para ser contado, uma função dentro dessa grande história que é a história do cortiço, tá? Mas de fato, às vezes eu pergunto pr os alunos, ah, quem é que é o protagonista da história? Quando eu falo assim, ah, o cortiço, às vezes os alunos diz assim: "Tá, mas e o João Romão?" João Romão é o dono da [ __ ] toda, tá? É o dono
da daquela bagunça ali, né? O dono do cortiço, né? Depois vai ser dono da pedreira também. Nós Temos assim um destaque pra história de Romão. Sim, de fato. Tá? Então, lembra, ó, o destaque, o destaque para a história, o destaque para a história, a história, ã, a história de João Romão, tá? Não esquece quem é o João Romão. É o dono do cortiço, tá? Esse cortiço que chama-se cortiço São Romão, é um santo, tá? São Romão, que depois acabou se popularizando e sendo conhecido como o Cortiço do João Romão, tá? Essa flechinha que tem a
ver com o personagem aqui, tá? Ó, ele que é o dono do Cordis, não esquece, ó. E como narrador, ele faz o que nós chamamos de uma narrativa, uma narrativa pendular, em que ele conta a história do João Romão e conta a história, por exemplo, da escrava, né, da Bertoesza. A Bertolesa era uma escrava que tinha um um tabuleiro ali que ela, estamos falando do Rio de Janeiro, né? Expliquei Na aula passada, da periferia do Rio de Janeiro, subúrbio, Botafogo, tá? como morava assim no Rio de Janeiro, a bertoesa, ela era uma uma escrava que
a gente chamava de escrava a ganho. Que que era uma escrava ganho? Era uma escrava que ela ela não era forreada, tá? Ela era uma escrava, mas o dono dela ã autorizava que ela tivesse uma vida livre, entre aspas, tá? Não era livre, na verdade, mas ela podia se ela podia trabalhar, né, para para se Sustentar. E daí os o dono dela se livrava de ter que sustentá-la, né? E ela se autosustentava. Então ela tinha um pequeno tabuleiro ali. Ela ia ia na praia, pegava peixe dos pescadores, vendia peixe fresco ali, né? Legumes, hortaliças, frutas,
que ela tinha essa pequena feirinha, um tabuleiro ali, tá? João sabendo que ela tinha umas economias, vai ali e engana a escrava, pega as economias dela e compra, entre aspas, né, uma carta de euforria Forjada, é falsificada, tal. Então o narrador vai contando, conta a história do João Romão, conta a história da Bertolesa, conta a história do Jerônimo, eh, um imigrante lá que vai vai administrar a pedreiro do João Romão, né? E conta a história do João Romão de novo. Conta a história da Leônia, prostituta, e conta a história do João Romão. Conta a história
da Pombinha e conta a história de João Romão. Então ele faz essa narrativa pendular nesse Vai e vem, vai e vem, que parece que o protagonista é o João Romão, tá? Mas não é, tá? São todos eles que são os protagonistas. Lembra da questão da coletividade que eu falei para você na aula passada? Olha aqui, pessoal, o João Romão e a sua busca da ascensão, da ascensão não só social e econômica. Social e econômica, tá? João Romão consegue enriquecer na periferia? Sim, torna-se um homem rico Na periferia, tá? Mas falta a sua ascensão social. Então
ele passa o resto da história tentando ter o seu destaque social. Tá isso que ele busca. O romance faz uma crítica também a esse capitalismo selvagem, né? As pessoas só se preocup preocupam em com dinheiro, né? Ó, lembra disso aqui? Galera, olha aqui, ó. A aula passada eu expliquei para vocês o que que é um romance de tese, tu lembra? Qual é esse? Esse romance ele é um Romance de tese, tá? Qual é a tese que ele sustenta? Lembra que eu expliquei isso aqui, ó? Lembra que esse romance ele é um romance de tese? É
um romance de tese também chamado de romance experimental, tá? Qual é a tese que Azevedo sustenta aqui dentro dessa história? Tá? O determinismo do meio. Lembra disso aqui, ó. A tese que ele sustenta é o determinismo, o determinismo do meio. Ou seja, as personagens elas são o reflexo do Meio ambiente no qual eles estão inseridos, tá? Então esse ambiente é um ambiente corrupto, é um ambiente em degradação, é um ambiente violento, tá? é um ambiente literalmente, né, num processo, né, de de desconstrução, de destruição muito grande, tá, de devacidão. E as suas personagens são reflexos
desse cenário, tá? Então, lembra aqui, ó, essa é a tese que ele sustenta, tá? Questão da prova do Enem. Vou te explicar a questão do Enem. Quando você for fazer, tu vai lembrar de mim, tá? Olha só. Ã, o abrasileiramento das personagens. Olha aqui, ó, esse abrasileiramento, esse abrasileiramento das personagens. Como é que o Enem fez isso? Vou dar um exemplo para vocês, que é o exemplo do Enem, tá? Como é que o Enem fez isso para justificar esse determinímo do meio? Lembra, pessoal? Ã, de Jerônimo? Tá? Lembra do Jerônimo? Quem é o Jerônimo, pessoal?
O Jerônimo, ele é um legítimo português, ele é um imigrante português que saiu lá de Portugal, veio morar no Brasil, tá? E ele é convidado pelo João Romão para administrar a pedreira no João Romão, tá? E ele vai morar no Ctiço com a sua esposa, a piedade de Jesus, eles têm uma filha, tá? Só que o Jerônimo ele começa a a a sofrer influência desse meio de tal maneira que ele vai mudando seu comportamento. Por exemplo, ele abandona a piedade de Jesus, sua esposa, para ficar com quem? com uma mulata, né, que é o exemplo
da do sensualismo, da mulher brasileira, né? Ela abandona uma portuguesa para ficar com uma mulata. Ele deixa de tomar os chás, né, que vinham da Europa para tomar o café português. Ele deixa de tomar o vinho do Porto, vinho caríssimo, para tomar o quê? A cachaça brasileira, tá? Ele deixa de tocar, pessoal, no seu violão. Questão do Enem, ele deixa de Tocar no seu violão o fado português. O fado é uma música tipicamente portuguesa, tal. Ele deixa tocar o fado português para tocar o quê? A modinha brasileira. E o Enem cobrou isso de vocês, ó.
Como é que tu consegue, tá aí a questão, como é que tu consegue perceber a influência do meio nas personagens? E aí o Enem colocou uma passagenzinha do romance, que era o momento em que a modinha brasileira cala o fado português, entendeu? Ela domina o Jerônimo a tal a tal ponto ele terminar com a esposa, ficar com a Rita Baiana, ele para de tomar os chá, de tomar o café, para de tocar, tomar a o vinho do Porto, tomar a cachaça brasileira e para de tocar o fado para tocar a modinha brasileira. Foi assim que
apareceu no Enem, questão difícil do Enem. Se tu não sabe isso aqui, tu erra a questão. Entenderam? Tá? Então aí a questão depois você faz aí com calma. Claro que eu não vou entrar em detalhes nas Histórias, né? Não vou entrar contar cada uma das histórias. Cuida a questão da violência, tá? Olha só essa violência, a violência na periferia, tá? Aparece aqui na periferia, tá? Ã, lembra da questão da temática da homossexualidade? Essa temática, essa temática da homossexualidade, tá? Lembra que eu expliquei na aula passada? Infelizmente, pessoal, no século XIX, a homossexualidade ela era Vista
como um desvio de comportamento, tá? Fora, né, do padrão normativo, hetteronormativo, tá? Achava que era uma coisa meio imoral, enfim, né? Pensamentos retrógrados. E aí ela aparece aqui realmente como algo a ser analisado, algo para ser estudado, tá? Então aparece aqui, nós temos dois personagens gays nessa história, tá? Um é o Albino e a outra é a Leone, tá? São dois são dois personagens que representam essa temática aqui dentro do Romance, tá? pela primeira vez trata desse assunto na literatura brasileira, tá? Lembra disso aqui? Que mais que eu tenho que lembrar, pessoal? Eh, lembra, pessoal,
é um romance de crítica social. É um romance de crítica, é o grande tema da obra do Azivedo, né? De crítica social, principalmente. Pessoal, olha só, no final do romance, atenção para o final do romance, tá? No final do romance, nós temos uma uma cena que uma das cenas mais famosas da Literatura brasileira, tá? Eh, o João Romão, ele conquista a sua ascensão econômica, torna-se homem rico na periferia, falta a sua ascensão social. Ao lado de uma escrava negra, né, a bertoesa, ele jamais seria reconhecido socialmente, tá? Que que ele faz? Denuncia escrava para seus
antigos donos. E aí o dono dela já tinha morrido, tá? Mas as crianças que ela ajudou a cuidar cresceram, eram homens feitos e ficam sabendo que uma escrava Do seu pai tava lá naquela taverna lá no cortiço do João Romão, né? E eles vão até o cortiço para pegar a escrava e levá-la de volta paraa censala, porque aquela carta era forjada, não era de verdade, tá? E ela tá lá, ó, limpando o peixe pra refeição do João Romão, quando chega na cozinha, polícia com os dois os dois meninos, né, que agora eram homens feitos, né,
os donos dela, tá? para capturá-la e levá-la de volta para censá-la, tá? Com Essa mesma faca que ela limpava o peixe, ela se mata, tá? Ela descobre, tá? Por conta que é uma tramoia, né? Que ela não era uma escrava forreada, coisa nenhuma, ela se mata, né? E é uma cena bem chocante. Ã, a Urgs cobrou, essa questão tá na tua apostila, tá? A Urg cobrou esse final do romance em que tem uma crítica na questão, tá? dizendo: "Enquanto os escravos morrem na cozinha, os brancos recebem os seus os seus louvores, né, recebem os as
suas Ascensões sociais, no caso do João Romão, né? Ah, os seus títulos na sala de estar, tá? Era uma questão bem bem crítica, assim, bem interpretativa, né? No finalzinho do romance colocaram essa cena e essa questão tá aí, tá? E aí você tem que lembrar que o João Romão, pessoal, ele é o único que vence o meio. Todos os outros personagens, eles são corrompidos pelo meio, tá? Ele é o único que consegue vencer o meio. Ele consegue a sua ascensão econômica, ele consegue a Sua ascensão social. Agora com a bertolza morta, ele tem o caminho
livre para casar, por exemplo, quem sabe com a Zumira, né, que é a a filha do Miranda, né? E a cena final é literalmente ele passeando com ela tomando sorvete, tá? Ele conquista então a sua ascensão social. Por quê? Nesse exato momento em que a Bertolesa tá morrendo na cozinha, bate a porta da casa do João Romão na sala, sócios, representantes do clube e dos Abolicionistas do Rio de Janeiro, levando pro João título de sócio do clube e ele conquista sua ascensão social, tá? Ele é o único que vence o meio, tá? Lembra disso aqui,
tá? Olha só, João Romão no final, tá? Ó, ã, o João Romão, João Romão, ã, é o único, é o único que vence, que vence o meio, tá? Lembra, ó, no final ele recebe e aí, é claro, é toda Uma hipocrisia, né, que é revelada aqui, né? Ele recebe o título de sócio do clube dos abolicionistas, tá? recebe o título o título de sócio de sócio do clube do clube dos abolicionistas, tá? Só para você lembrar que é ele que é o único que vence esse meio. Aí tranquilos? Trouxe um pequeno panorama geral, pessoal, só
para você ter uma Ideia, né, de do que que tem que saber sobre esse romance, o que que apareceu, como é que pode aparecer. Eh, ali no livro de vocês tem algumas questões, tá? Para você dar uma testada, para você dar uma ver como é que apareceu, né? Tem um breve comentário também ali sobre o romance Mulato. Não vou falar sobre ele, mas para você ter uma ideia aí do que que pode aparecer. Ã, tá ali aquela questão do a questão da URGs tá mais lá adiante, tá mais lá no finalzinho, tá? Mas aí tem
questões da UFSM, tem questões eh do Enem também, tá? questões para você dar uma praticada para ter uma ideia de como é que pode aparecer, tá? Lembrando, não apareceu naturalismo ainda no vestibular do FSM, tá? É uma boa pedida, tá? Tem que cuidar esse movimento aí. Tranquilos? E para encerrar, queridos, olha só, vamos ali pra página 45, tá? O nosso último autor, nesses minutos aí eu consigo trabalhar contigo o Pompeia. A gente encerra essa Apostila hoje e daí na semana que vem a gente, semana que vem não, sexta-feira agora a gente já começa o nosso
livro novo, tá legal? Vamos ver então esse senhor chamado Raul Pompeia. Raul de Ávila Pompeia. Raul Pompeia. Galera, olha só. Ã, o Pompeia, ele é um autor bem diferente, tá? Bem diferente. Então, ele escreveu somente esse romance, tá? Ele tem uma série de outros livros, ele tem crônicas, tá? Não, até não coloquei. Tem Umas crônicas circular nos jornais da época também. Ele tem alguns ensaios artísticos, tá? Alguns ensaios mais críticos e alguns textos bem diferentes, tá? Ó, mas essa obra é a única obra que a gente estuda. Fica aí, claro, um breve comentário sobre o
romance, tá? Sobre o autor, né, para você conhecer, né? Nasceu ali em Angra dos Reis, tá? E e o que eu vou me ater realmente é no romance o Ateneu, tá? Apareceu no Enem, sim, vou te mostrar como é que apareceu Aqui no Enem, tá? Eu acho que antes deles cobrarem o Pompeia numa prova de PSS, eu acho que eles vão cobrar ã o o Azevedo, tá? Acho que cobra o Azevedo antes, mas é o único romance que a gente vai conhecer. Vamos estudar então sobre o Ateneu. Eu vou te mostrar como é que o
Enem cobrou o Ateneu, tá? Vamos lá. O que saber sobre o Ateneu, professor? Olha só, o romance, pessoal, ele tem como subtítulo Crônica de Saudades, tá? Isso aqui é legal, ó. essa crônica, Crônica de saudades, tá? Ele é um romance de memórias, que que a gente tem que lembrar sobre isso aqui, ó. É um romance, é um romance de memórias. De memórias. É um romance, pessoal, eh, narrado em primeira pessoa. Olha a questão da UFN, alguns anos atrás, eh, narrado em primeira pessoa. Quem é que conta essa história, pessoal? Sérgio. Sérgio, adulto, homem feito. Tá.
Olha que que é Olha que o FN cobrou. Qual relação eh narrativa que existe entre o romance Dom Casmurro? e o Ateneu. Qual a relação narrativa que nós temos entre esses dois romances, Dom Casmurro e o Ateneu? São dois romances de memórias, tá? Tanto Dom Casmurro como Ateneu trazem as recordações e lembranças desses dois protagonistas narrados em primeira pessoa. São homens Adultos, lembrando de momentos da sua infância, da sua adolescência, da sua juventude. Entenderam? Essa é a semelhança entre dois romances. O FN cobrou isso aqui. Cuidado, tá? Ó, pode aparecer, pode, porque é a mesma
época, tá? É o mesmo contexto e são eh tem uma semelhança entre os dois, as duas obras aí pra gente lembrar, tá? Ele traz as recordações, pessoal. Ó, vou te explicar o que que o Enem cobrou. Olha aí, ó, as recordações, Por isso o romance de memória, né? As recordações do período do período do período em que ele, o Sérgio, tá? período que estudou que estudou em uma escola de internato, em uma escola uma escola de internato. De internato, tá? Eh, essa escola de internato era chamada de oateneu, tá? Essa é a história que vai
ser contada pra gente pelo Sérgio, pelo próprio Protagonista ali, narrador e protagonista da história, tá, galera? H, essas escolas de internato aqui eram escolas bem famosas, tá? Algumas décadas atrás ainda existia, hoje já é muito raro, tem poucas até e não com o mesmo formato. Mas só para você terem uma ideia, tá? As crianças elas iam pro pra escola no início do ano, em março, e elas passavam a morar na escola. Elas viviam na escola, tá? Elas tinham aulas, tinham atividade, né? Ã, tinham Refeitórios, atividades físicas, né? Elas ficavam de março até final de junho
ali na escola, tá? Em julho elas tinham as férias de inverno, né? Iam para casa, voltavam em agosto, tá? E ficavam até o final do ano ali, final de novembro, início de dezembro, para os alunos que precisava de algum reforço escolar, tá? E as crianças viviam da escola. Eram só escolas, eram escolas de de único sexo, né? Ó, só para meninos ou só para meninas. Santa Maria tinha muitas dessas Escolas bem tradicionais que todos vocês conhecem. Por exemplo, Colégio Santana era uma escola só para meninas, Colégio Santa Maria era uma escola só para meninos, né?
Aí tem uma lenda urbana de Santa Maria, não sei se vocês conhecem, né, que tem um túnel que liga as duas escolas, né? Sabem, conhece a lenda urbana? É uma lenda urbana em Santa Maria. Tem um túnel que liga suas escolas, daí os meninos desciam pelo Santa Maria, as meninas desciam pelo Santana. Deixa para lá. Mas vocês devem imaginar o que o que acontecia lá, né? Dizia que era bem divertido, né? E ninguém sabe se é verdade. Então, o irmão Alexandre, que é o irmão Marista, ele tem um conto, tá? É um conto é ficção,
é literatura, tá? Ninguém sabe na verdade o que tem, que eu não sei se vocês sabem, né? Santa Maria, ela foi construída em cima de sangas, sangas canalizadas. Aqui na Rechoelo tem uma e tem uma sangru Centro da cidade ali, ó. Então, tem realmente, dizem que no período de secas muito grandes da Maria, tu consegue passar por ali com água bem baixa, assim, ó. Não sei se é verdade, tá? Tem que ver com o Ivo. O Ivo é dessa época, né? O Ivo de repente conhece, tá? Mas, eh, o colégio centenário, pessoal, era uma escola
só para meninas. O colégio de Coração de Maria também era só para meninas. O seminário de São José era só para meninos, tá? E as crianças viviam Dentro da escola. Devia ser bem divertido, né? Que bosta. Mas enfim, né? E o e o Pompeia, pessoal, ele viveu numa escola dessa, ele estudou numa escola dessa. Aqui tem um problema sério, tá? A crítica e alguns teóricos dizem que essa obra tem um tem uma uma autobiografia. Galera, eu acho meio forçado dizer que é uma autobiografia, tá? a gente diz que a obra tem um caráter, um caráter
autobiográfico, talvez aí sim, tá? Então, lembra, ó, esse caráter Autobiográfico não dá para dizer que o Sérgio é o Pompeia. Não dá para dizer, tá? Ele diz quando ele lança o livro que eu não não sou eu esse guri. Eu também estudei numa escola dessas, mas eu não sou esse guri aí, tá? Tu entende, ó? Uma autobiografia e um caráter autobiográfico, tá? Porque tem muitas coisas, óbvio, experiências que ele teve numa escola dessa que ele vai colocar ali, tá? Mas não dá para dizer que o Sérgio é ele, tá? É forçar muito a Barra, tá?
Olha o caráter, olha esse caráter auto biográfico. Autobiográfico, então que aparece aqui dentro da história, tá? E ele narra, então pessoal Sérgio narra o período que estudou numa escola dessas, tá? Ó, e aqui vem a crítica, olha só. Hã, ã, paraa prova do Enem. Olha o que o Enem cobrou de vocês, tá? A escola, pessoal, ela aparece assim Como a escola ela surge dentro do romance, né, como uma espécie de tipo microcosmo, tá? Ó, a escola é um é um microcosmo, é um mundo à parte, tá? É um mundo com leis próprias, um mundo com
leis com leis próprias. Quando o Sérgio chega no colégio, ele é levado pelo pai dele, tá? O pai já meio que faz uma previsão do futuro e diz, né? Prepara-te, meu filho, ó, tu vai conhecer o mundo, tá? Não é mais o ambiente familiar, né? O carinho da tua Mãe, né? Os cuidados do teu pai, não é um mundo diferente. Prepara. Você vai precisar de força e coragem agora para enfrentar esse novo mundo, tá? E de fato, parece que o pai tava prevendo uma a os períodos de dificuldade que ele ia ficar lá. Ele vai
ficar dois anos na escola, tá? Ele vai contando isso. Tô tent dando recurso para responder a questão do Enem, tá? O Sérgio no primeiro dia de aula, os colegas já recomendam ele. O Sérgio Não aceita proteção dos meninos mais velhos. Era uma escola só para meninos, tá? De todas as idades. Crianças ali em idade escolar, 7, 8 anos, tá? início de de idade escolar, como ele e crianças adolescentes de 15, 16 anos, tá? E aí no primeiro dia de aula os colegas já falam: "Sérgio, ó, não aceita proteção dos meninos mais velhos." Por quê? Porque
os meninos mais velhos, eles oferecem proteção em troca de alguns favores sexuais, se é que você me Entende, tá? O romance, pessoal, denuncia os assédios que os meninos mais novos sofriam, a violência física que os alunos recebiam, né, do diretor da escola, né, todo esse esses maus tratos que as que sofriam, né, numa escola que na verdade era uma escola de péssima qualidade, tá? E o romance faz uma crítica exatamente isso, ó. O romance critica, lembra, ó, essa crítica aqui, a questão do Enem, tô tendo recursos para responder a questão do Enem, ó, essa Crítica
às instituições de ensino da época, tá? as instituições de ensino de ensino da época da época em que a educação, olha a questão do Enem, olha só, a educação era vista como um comércio. A educação vista, aqui tu mata a questão do Enem, tá? a vista como um comércio, tá? Tudo todo esse comércio administrado por quem? Pelo dono e diretor, né? Ó, lembra? Ó, o diretor e Dono da escola, o diretor Aristarco. Aristarco, Argolo, Argolo de Ramos, tá? Ele era o dono e diretor da escola da famosa tradicional e família da tradicional família de Ramos,
tá? Se tu lembrar disso aqui, ó, o período que ele estudou no internato, nessa escola de internato, se lembrar principalmente essa questão da escola vista como um mundo próprio, com leis próprias, né? Um pequeno um pequeno Cosmos ou um microcosmos ali, né? E se lembrar disso aqui, tu responde a questão do Enem, tá? O Enem cobriu isso aqui de vocês, tá? E o o Sérgio então vai contar pra gente esse período que ele estudou, esses dois anos ali, tá? Ao longo desses dois anos, o Sérgio teve algumas paixões, tá? Se apaixonou por alguns meninos. Lembra
dessas paixões ali, ó? As paixões pelos meninos, tá? Ele teve várias paixões ao longo desses dois anos, tá? Pelos meninos da escola, tá? Ã, aqui tem a questão da temática da homossexualidade também que aparece lá no cortiço, também aparece aqui, tá? Você consegue imaginar, pessoal, o escândalo que eram esses romances no século XIX? Imagina, hoje ainda tem um bando de imbecil, né, que acha, ai não podemos falar sobre isso, né? Mas no meio do século XIX falando sobre isso, escrevendo sobre essas coisas, né? Esses romances quase que foram escomungados, Né? Era um absurdo ler esse
tipo de literatura, mas tava lá Azevedo escrevendo sobre isso. Tava aqui, ó, Pompei escrevendo sobre isso. Olha a temática da homossexualidade que aparece aqui mais uma vez, tá? da homossexualidade. Isso aqui é genial. Pessoal descobrar numa prova, ó. E e lembra aqui, ó, por favor, ó, no finalzinho do romance, ele acaba se apaixonando pela dona Ema. Isso já foi questão de prova, tá? Olha só, no Finalzinho da história, ele já tá quase do anos lá, né? A paixão por dona Ema. Por dona Ema. Quem é dona Ema? Pessoal, esposa do diretor. Eu vou contar um
pouquinho da história só para que você entenda, tá? Ela é esposa do diretor do Aristar Argolo, tá? Ã, ele ficou muito doente, tá? O Sérgio ficou muito doente no finalzinho do segundo ano ali. E ele vai parar na enfermaria. Quem é que cuidava da enfermaria? A dona Ema, tá? E aí ela Começa a cuidar dele como se fosse como se ela, se ele fosse filho dela, tá? Dá toda a atenção de uma mãe para um menino, tá? E o Cé se apaixona por ela. Só que na verdade ele faz uma confusão, tá? Ele confunde muito
criança, né, pessoal? Tinha seus quase 11 anos aqui, tá? Ele confunde, ele confunde o amor, o amor materno, tá? Com o desejo sexual pela mulher, com o desejo sexual. Isso aqui já foi questão de vestibular, cuidado. Ó, Sexual pela mulher, galera. Olha só esse romance. Ele é do final do século XIX, tá? Só que esse romance ele já antecipa, isso aqui é legal, ó, antecipa os estudos os estudos psicanalíticos psicanalíticos ã de Freud, tá? Eu não sei se você já ouviu falar sobre isso. O Freud é um dos grandes estudiosos da mente humana, tá? que
eh estudou, né, muitos problemas, Né, de ordem mentais, né, muitos muitos conflitos que nós passamos durante toda a nossa vida. E no final do século XIX, exatamente nessa época que o Pompia tá publicando esse livro, tá, ele tá divulgando os seus textos que serão renomados no início do século XX, tá? Serão reconhecidos no século XX, tá? Ele tá escrevendo suas teses, né? Tá estudando muito isso. Existe uma fase na vida do menino, tá? Em que o menino ele tem um interesse sexual pela mãe dele, Tá? Isso é um complexo chamado complexo de édipo, tá? Então
nós temos um complexo de édippo aqui. Cuidado, ó. Isso aqui já foi, já apareceu em prova de vestibular. Professor, como é que eu consigo entender isso? Ó, tu entende que ema é um anagrama de mãe? Ó, ema. Você consegue escrever a palavra mãe também, tá? Então, a escolha da palavra nos remete a isso. Possivelmente o Pompeia deve ter lido alguma coisa, alguns estudos. Eh, claro que tinham outros Teóricos já tinham pensado sobre essas coisas na relação da mãe com seus filhos, tá? Mas nós temos aqui um complexo de édipo que aparece aqui, tá? Lembra disso
aqui, ó? Isso aqui já foi ã tema de prova, tá? Esse complexo depo tranquilos, tá? Não vou perder muito tempo. Ã, no final do romance, um menino chamado chamado Américo enlouquece, tá? E atia fogo na escola. A escola é toda destruída, tá? A escola pega fogo, né? O império do do Aristar com argolo é todo Arruinado, destruído, tá? A dona Emo abandona, vai embora, ninguém morre, tá? Ninguém sofre nenhum nenhum acidente ali, tá? As crianças são mandadas para suas casas e a cena final é exatamente essa, tá? Oristarco em cima ali dos restos do seu
império, da sua escola, totalmente destruída, tá? Romance termino é assim, tá? Tem um breve resumo do romance aí, mas eu preciso falar de uma coisa importantíssima, tá? A difícil classificação do romance, galera. Ó, Essa difícil, a difícil classificação do romance. Isso aqui é uma questão legal de se cobrar numa prova. Esse romance é um dos romances mais difíceis de se classificar na literatura brasileira. Por quê? Porque ele é um romance realista. Ó, esse romance ele é um romance realista? Sim. Por que que esse romance é um romance realista? que nós temos uma análise psicológica nesse
romance, tá? Lembra que eu falei para vocês, a análise psicológica é uma das mais importantes características da literatura naturalista, ó. Então, tem aí uma análise, uma análise psicológica. É o Sérgio, pessoal, pensando sobre a sua vida, de que maneira essa experiência no colégio, 2 anos lá eh impactou a sua vida, de que maneira isso relevante pra construção dele enquanto sujeito adulto? Então, tá ele pensando Sobre isso. Isso é realismo, tá? Essa obra ela é uma obra naturalista, sim. Por isso que a gente tá estudando ela aqui, tá? Então, ela também é uma obra naturalista, ó.
Naturalista. Por quê? Porque as personagens são reflexos desse meio. Lembra disso, ó. As personagens, as personagens são o reflexo, O reflexo do meio. Lembra que eu falei para vocês que quando o Sérgio chega na escola, a as crianças aconselham ele, ó, não aceita a proteção dos minos mais velhos. Lembra disso que eu falei? Pois é, no final do segundo ano, o Sérgio tá oferecendo proteção pros mais novos. Ele tá oferecendo a mesma coisa que fizeram com ele, tu entendeu? Ele vai ser corrompido por esse meio. Ele vai ser um reflexo esse meio. Isso é naturalismo.
Tranquilos, tá? Até pela Temática que é apresentada também, né? E aí nós temos um problema muito sério. Por isso é difícil classificação nesse romance. Esse romance ele é um romance impressionista. Olha só, é um romance impreionista. E qual é o problema desse romance ser um romance impressionista? Estudante do ensino médio. Qual é o problema? Não existe literatura impressionista. Mas o que acontece? Isso aqui é questão do Enem, ó. Isso aqui é questão do Enem. Tá? Lá na França, os escritores franceses tentaram fazer aquilo que Monê, aquilo que Mané, aquilo que Sizan estavam fazendo suas pinturas,
eles tentaram fazer na literatura. De que maneira? Através, pessoal, por meio do do registro de impressões. Olha só, vou explicar isso aqui para vocês, tá? Ó, do registro do registro do registro de impressões De impressões. Olha só, o Sérgio, esse romance ele não tem início, meio e fim, tá? É assim, ó. Sérgio adulto, homem feito, na cozinha de casa, tomando café, ele vê um azulejo, um azulejo muito parecido com o azulejo lá do refeitório da escola que ele estudava. Aí ele vai contar sobre um incidente que teve no refeitório, tá? Ele tá em casa, ele
abre um, acho que é um armário, alguma coisa assim, um Guarda-roupa, sei lá. Ele abre um armário assim, ele sente o cheiro forte de mofo. Aí ele lembra que uma sala de aula que ele estudava tinha um cheiro muito forte de mofo. Ele conta o incidente daquela sala de aula. Entenderam? Ele tá ouvindo uma música em casa que seguidamente nas aulas de músicas os professores tocavam aquela música ali, né? Para eles para eles tocarem. ele lembra de um incidente que aconteceu nesse cenário. Então, toda a Obra ela é narrada a partir de impressões, de registro
impressões. Isso é impressionismo, tá? Além pessoal desses efeitos, olha aqui, ó, questão do Enem. Efeitos plásticos. Plásticos e sensoriais. E sensoriais. Isso é impressionismo. Entenderam? E o Enem cobrou isso aqui de vocês, ó. A literatura impressionista na obra do Pompeia. Foi no romance o Ateneu, não Foi? Numa crônica do Ateneu. Colocaram uma crônica do Ateneu e tentaram que pediram que vocês encontrassem ali, né, o registro do impressionismo, como é que aparece ali naquela crônica dele, tá? A questão tá aí. Por isso que eu deixei para vocês, olha aqui, ó, um texto complementar para vocês lerem,
né? O mundo degradado do Ateneu e ali abaixo, ó, o impressionismo na literatura do Pompeia, tá? para você entender como é que Apareceu isso aí na questão que está um pouco mais adiante ali, tá pessoal? É uma questão muito difícil. É a questão, cadê essa questão? Não, ela não tá, ela tá lá no final. Ela tá mais lá no finalzinho, tá? É uma questão bem difícil do Pompeia. Deixa eu achar aqui para eu não ficar mentindo para vocês acharem que eu estou mentindo, né? Ó, cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? questão. Que
droga. Quem é que vem agora? Gabito. Gabito tá aí. Achei. Página 67, questão 52. Tá, galera? Uma das questões mais difíceis do Enem, tá? Se você não entende o que que é o impressionismo, se você não se ligou o que que é isso aqui, ó, tu erra a questão, tá? Tá lá na página 67, questão 52. Eu queria fazê-la hoje, mas não deu tempo. Façam a questãozinha, tá? Acabou. Menos um. Faltam só mais só mais três. A partir agora da retorno, a gente vai começar a contar, fazer uma contagem regressiva de quantos dias faltam pra
prova. Pode ser? Não, né, professor? Eu não sou psicopata, né, professor? ficar sofrendo à toa, né? Tá, queridos, sexta-feira começa polígrafo novo, vida nova, tá? Abraços, boa semana. Valeu, Alô. Muito bem. Vamos lá. Como é que vocês Estão? Tudo certo? Pior que uma sexta-feira 13 é uma segunda-feira 13, não é mesmo? Que coisa triste. Mas vamos lá, criaturas. Falta pouco pro nosso recesso, felizmente, né? Mas semana que vem, só na segunda e terça, já estaremos deitados em berço esplêndido. Povo, ã, temos o seguinte, antes da gente seguir ali na página 29, que é a última
aula aí do do livro Três, eu quero só fazer algumas observações que a gente começou a falar de relevo na semana passada. E eu gostaria aqui de trazer algumas informações a mais para complementar o nosso material para depois a gente entrar em solos. Pergunta: vocês receberam o livro quatro hoje já? Show. Maravilha. Eh, muito bem. Então, vamos lá. Vou trabalhar aqui contigo unidades de relevo, né? as diferentes Classificações e nominações. É uma coisinha básica, porém bem importante pra gente retomar uma linha de raciocínio aí e não cair no ostracismo de tá errando coisinha básica, né?
Precisamos lembrar de como se diferencia um planalto de uma planície, numa depressão, de uma montanha. Então vamos começar do começo. Vou começar aqui com os planaltos, tá? Planaltos, pessoal, são unidades de relevo que tem altitude Entre 200 e 2000 m, tá? Então, a altitude varia entre 200 e 2000 m. Essa altitude aqui, ela sempre em relação ao nível do mar, tá? O planalto ele é caracterizado por predominar. Então, o processo exógeno sobre o Planalto sempre predomina o desgaste Em relação a deposição. Então, predomina o desgaste em relação à deposição, tá? Que que eu tô querendo
dizer com isso? Desgaste e deposição são duas palavrinhas que a gente encontra na definição de qual conceito que eu trabalhei semana passada. Erosão. Lembra que erosão é desgaste, é transporte e é deposição, certo? Então, de todo ciclo sedimentar Erosivo, no Planalto tenho mais saída de material do que acumulação, então mais desgaste e menos deposição, certo? O Planalto, pessoal, ele varia conforme a base geológica. Por quê? Porque se eu encontro uma base geológica cristalina, se eu tenho estrutura cristalina, eu vou nominar isso aqui de serras, tá? As serras, pessoal, é um tipo de relevo Escarpado. É
um relevo acidentado, escarpado, tá? Como é que fica o desenho de uma serra? Pronto. Agora, quando um planalto está estruturado em uma formação sedimentar, em uma estrutura sedimentar. Aí a gente vai encontrar uma unidade de relevo conhecido como chapadas, tá? Existem as chapadas e também existem Os chapadões. Qual é a diferença da chapada chapadão? Cuidado com a resposta, né? A chapada e o chapadão se diferenciam pelo tamanho de extensão, tá? O chapadão é mais extenso, por isso que é um aumentativo, por óbvio, e a chapada é um pouco menor, tá? As chapadas é um relevo
residual, porque é um é um relevo onde o resíduo da antiga estrutura sedimentar fica destacado no relevo. É literalmente aquela definição mais porca e rasa. Quando eu pergunto pro aluno que que é plano alto, é plano e alto. A chapada é o plano e alto. E aí o desenho da chapada, ela fica assim, ó. Ok, tranquilo. Perguntas não entenderam isso aqui, ó, foi um blocão só de estrutura sedimentar. A erosão comeu nas laterais, nas zonas mais frágeis, destacou no relevo a parte mais resistente, o resíduo da antiga estrutura. Beleza? Show de bola. Aí, ó, já
tá um perito nas chapadas, ó. Temos também planíes. Temos aí também as planíices, pessoas. As planíes elas são nada mais nada menos, tá? Elas estão são nada mais nada menos do que uma unidade de relevo que tu tem. altitude altitude inferior aos 200 m. Tá tranquilinho? Alguma dúvida? Olha só, eu ver se não fiz um estrago aqui hoje, não. Olha só, bem importante, bem importante. Ã, quando a gente fala nas planíes, quando a gente fala nas planíes, a gente tem que pensar que o processo aqui vai se diferenciar. O processo vai se diferenciar pelo seguinte.
Eu tenho a Altitude inferior aos 200 m e eu tenho aqui um predomínio, predomina o a deposição em relação ao desgaste. E aí é muito simples, criatura, é muito simples. O planalto ele é mais alto, né? Que a altitude tá acima dos 200 m. A planí tá mais embaixo. Então, no planalto vai predominar o desgaste, que é a saída do material e a planície vai receber. Então, o Planalto tá mais alto, desgasta, planície tá aqui embaixo, recebe esse material. Captaram? Clássico de prova, principalmente das particulares. Falaram assim: unidade de relevo que predomina a deposição recente
de sedimentos. Como é que vai ser a resposta certa aí, né? Planíc. Tá show de bola. As planíes podem ser, elas podem ser fluviais, Costeiras ou lacustres. Tá? Fluviais em contato com os rios, costeiras em contato com o oceano, lacustres com os lagos. Pronto. A título de curiosidade, a planície em região, a planice em região de eh eh ã beira do mar, aqui região costeira, tá? Quando eu tenho um contato abrupto da planície com o mar, que é Assim, ó, assim, e o mar tá aqui embaixo, a gente chama isso aqui de falésia, beleza? que
é o que tem ali em Torres, na praia da Guarita, tão ligados, né? Fechou. Muito que bem. Aí temos também temos também ã depressões são áreas. rebaixadas Pela erosão. Áreas rebaixadas pela erosão é uma depressão. Buraco que a erosão abriu. Simples assim. E aí, pessoal, a depressão, elas podem ser classificadas da seguinte maneira. Ah, e a altitude, calma, teu coração. Quer ver? A depressão, ela pode ser absoluta, que é quando a gente tem altitude inferior Ao nível do mar, tá? Altitude inferior ao nível do mar, não tem no Brasil. Tem um lugar do mundo que
tem bastante depressão absoluta, chamada essa depressão e absoluta aí, né? Como o país que predomina esse tipo de relevo, esse país chamado de países baixos. Exatamente. Netherlands. Ah, faz todo sentido. Claro, faz todo sentido, tá? Depois, depressão relativa Representa a uma área rebaixada em relação ao relevo circundante, ou seja, ao entorno, que é o caso de Santa Maria, que é uma depressão eh relativa. Essa tem no Brasil a relativa. Por quê? Porque a nossa altitude Santa Maria não é menor do que o nível do mar, é uns centos metros em relação ao nível do mar.
Mas se tu subir para Itara, tem que subir, né? Tu vai passar um cpé tem Que subir também. Ou seja, estamos num buraco, vai dar tudo certo, tá? Essa tá mapeada no Brasil, OK? A relativa é mapeada na classificação do relevo brasileiro, tá? montanhas. Pessoal, vai ter gente que vai dizer assim para vocês: "Não tem montanha no Brasil. Cuidado, cuidado, depende da classificação, porque a depender do tipo de classificação, sim, temos montanhas no Brasil. Como é que se define montanha? Primeiro, altitudes acima dos 2000 m, tá? sob estruturas Que sofreram dobramento. Como é o nome
do conceito que estudamos na semana passada do dos agentes endógenos que produz fenômeno de oroese. Como é oogênese? Acabei de falar a resposta, desculpa que o meu TDH não me ajudou agora, ã, hora gênese, pessoal, só que, tá? Só que então sobre estruturas que sofreram dobramento, oogênese, podendo Ser antigos, tá? Ou modernos. No caso do Brasil, o mapeamento de montanha ocorre na classificação do IBGE, né? Classificação do IBGE. Então, na classificação do relevo brasileiro, segundo o IBGE, São mapeadas montanhas antigas, tá? Principalmente na região sudeste do Brasil, a região da Serra da Mantiqueira, Serra dos
órgãos, tá? São mapeados isso como montanhas. Fechou? Beleza? Tá? No que se refere à classificação do relevo brasileiro, então a gente tem Duas frentes, basicamente das classificações mais usuais. Muito cuidado, porque o Enem costuma abordar uma, a URGs costuma abordar outra. Então vamos por partes, tá? classificações do relevo brasileiro. As classificações do relevo brasileiro, nós vamos ter basicamente duas, a do Jurandir Ross, na verdade tem várias, tá? Mas eu vou trabalhar só duas contigo. A do Gerandir Ross, que é dos anos 90, tá? divide a classificação. Esse rapaz aqui, ó, divide o relevo brasileiro em
três compartimentações. Ele vai identificar os planaltos, planícies e depressões. Planaltos, planícies e depressões. Tá? Já a classificação do IBGE, que era os anos 2000, a gente vai encontrar Montanhas antigas, planaltos, planícies e depressões. Geralmente dá para esperar o quê? Essa classificação aparecendo mais no Enem e o FSM e a classificação do IBGE URGs. Tá fechou? Dúvidas, jovens? Não. Show de bola. Dúvidas, dúvidas? Não, não, não, não. Então, tá bom. Dito isso, visto isso, vamos entrar na no nossa última aula aí do nosso livro. que é e são os solos, o estudo aí da pedologia. Os
solos, pessoal, representam a parte mais superficial da crosta terrestre. tá? a parte mais superficial da crosta terrestre, Ã, de vital importância para os ecossistemas e atividades humanas, como agricultura. Tá? Olha só, olha só. Os solos são compostos por ar, água, sais minerais, Matéria orgânica e organismos. vivos. A ágitum vai ar tem que é o espaço entre os grânulos que compõe o solo, tá? Que mais que é importante? O nome do processo de formação e origem dos solos. chamamos de pedogênese. A pedogênese, pessoal, acontece no seguinte formato, tá? A pedogênese acontece no seguinte formato. Ela acontece
sobre dois processos. Eu tenho sempre o casamento, que é um material de origem, que eu vou chamar aqui de rocha. matriz, tá? Rocha matriz, OK? que vai sofrer com a ação Do intemperismo. Então, o intemperismo agindo sobre um tipo de material rochoso produz solo. Lembrando sempre então que a rocha matriz é o material de origem. E o intemperismo é o agente produtor dos solos. OK? Tranquilo? Quando eu tenho, quando eu tenho um intemperismo, quando eu tenho o intemperismo Químico em prevalência na formação do solo, lembrando que o intemperismo químico é ação de quem? sobre o
material rochoso da água ou da variação da temperatura. O químico que eu falei semana passada, hã, da água ou da variação da temperatura ou o interemporismo químico, água. Obrigado, tá? Ação da água. Então, pessoal, o intemperismo químico vai produzir solos que nós vamos chamar aqui de Latossolos. São mais profundos e bem desenvolvidos. Tá? O intemperismo químico, o intemperismo físico, aquele causado pela variação da temperatura vai produzir duas variações de solo. O chamado litossolos. ou também de neossolos, tá? Que são mais rasos E pedregosos. E aí vem a necessidade de você tá sempre fazendo a costura
com o clima. Lembra que nós falamos a semana passada que intemperismo químico é típico de climas mais tropicais, quentes, úmidos. Então, significa que esses climas mais tropicais vão formar solos mais profundos, mais desenvolvidos. Por que que no intemperismo físico o solo é mais pedregoso? Porque não tem Ação química, só vai quebrando pedaço de rocha e mais pedaço de rocha. OK? Show de bola, tá? Os solos, pessoal, os solos são dispostos em camadas denominadas horizontes pedológicos. Muito bem. Como se estruturam Os horizontes perológicos? Veremos agora. Os horizontes pedológicos são dispostos da seguinte maneira. Camada O, camada
A, camada B, camada C e camada R. A camada O, pessoal, a camada O, a gente vai encontrar aqui uma riqueza muito grande de matéria orgânica. Matéria orgânica é aquela parte do solo De cor bem escura. Sabe quando a avó fala assim: "Preciso de uma terra de mato para botar nas minhas flor, né? Essa terra de mato é matéria orgânica, aquela cor bem escurecida, que é formado com resto de bicho morto, merda, ã, pedaço de folha, galho e assim por diante, tá? A matéria orgânica, por vezes, pode ser chamado também de serra pileira. Isso é
uma questão de vocabulário, principalmente na região amazônica, tá? No horizonte A e o horizonte B, ambos eu tenho sais minerais. Só que olha pro desenho. Olha pro desenho. Tem diferença no meu desenho? Sim. Um tem menos bolinhas do que outro. E esse aqui é cor diferente, certo? Porque o horizonte A do solo é uma zona de perda de sais minerais, por isso que tem menos. Já o horizonte B é uma zona de acumulação. Então aqui, ó, eu tenho zona de perda de sais e aqui eu tenho uma zona de acumulação de sais, tá? O horizonte
C, o horizonte C é uma coisa que nós vamos chamar aqui de regolito. Que que é o regolito? O regolito é uma rocha altamente decomposta. Olha só o regolito. Sabe quando quem tem vivência aí, cadê os jovens de Nova Palma? Quem tem vivência em açude, Rio, essas coisas? Peguei um pedaço de pedra na mão de rocha e eu apertei a rocha se esfarelou na minha mão. Aconteceu isso aí contigo? Isso não aconteceu. Vai dar tudo certo, tá? Que que acontece? Por que que a rocha se esfarelou? Porque a rocha já tá muito podre. O regolito
é a transição de uma coisa Que não é solo ainda e não é mais rocha também, tá? Por quê? Porque a camada R é a nossa rocha matriz. OK? Tranquilo. Dúvidas até aqui não. Show. Observação. Os principais solos mapeados no Brasil são. Vamos lá. Temos aí o latossolo, que a gente já sabe a característica, o litossolo ou neossolo, tanto faz, tá? Argeolo. Arge solo com um solo de grande profundade, profundidade com bastante concentração de argila, típica do norte do estado do Rio Grande do Sul, tá? Depois temos também terra roxa, Tá? Terra roxa, pessoal, típica
aqui, ó, do sudeste do Brasil. Origem vulcânica, tá? Solo massa P, típico do litoral nordestino. Origem guinaices, tá? E por fim, o salmorão, que é esparramado pelo Brasil. E também tem origem em Gnises. Gabito, o que que é um gnice mesmo? Um gnice é uma rocha de qual tipo que a gente viu nas últimas semanas? É uma rocha do tipo metamórfica. OK? Fechou? Maravilha. Dito isso, visto isso, nós vamos conversar aqui sobre outro processo que é as degradações do solo. OK? Ã, o que que acontece? Processos de degradação. Clássico da prova do Enem, indicar o
problema, pedir a solução e vice-versa, tá? Degradação dos solos, quais são os principais processos? Vamos começar do clássico lixe viação e laterização, tá? A lixtiviação e a laterização tem uma relação direta com as chuvas. Vamos por partes. Agora eu quero que tu largue tudo que tu tá fazendo. Pare que tu tá fazendo. Presta atenção que isso é tema de certo de prova do Enem. Larga a caneta de aba 4. Depois eu dou uns tempo para vocês copiarem, não tem problema, tá? Mas presta atenção para entender o que é lixtiviação. Laterização. Lixiviação chove. A gente sabe
disso. A água da chufa penetra no solo E transporta o sais do horizonte A para o horizonte B. Faz uma lavagem vertical desses sais minerais. Que que é isso? Lixo e viação. Aí não para por aí. Esses sais chegam no horizonte B e reagem quimicamente com a água. Além de se acumular no horizonte B, os sais passam por um processo de hidrólise de sais. Que que uma hidrólise de sais química? Um elemento ácido básico. Ácido básico. Hidrólise deis. Ácido. Obrigado. Tá. Fala um de cada vez aí para ninguém brigar. Ácido. Então a laterização reage os
sais com a água, aumenta a acumulação de sais e torna esse solo ácido. Pronto. Isso é lateralização. Sempre um é sequência do outro. Sempre um é sequência do outro. Tá? Então, listiviação, pode agora, pode voltar a fazer o que tu Tá fazendo, tá? Listivação, transporte de sais do horizonte a para o B. Tá. Lavagem vertical. Lavagem erosão. Tanto faz vertical. OK. laterização, aumento da concentração de e reação com a água, tá? Aumento da concentração de sais, tá? Que que vai ter como produto isso? a elevação da acidez, OK? Listivação e laterização Processos comuns sob influência
de climas chuvosos. Para ser mais específico, dois biomas brasileiros. Amazones errado. dúvidas, povo? Não, vamos lá depois. salenização. Estamos falando aí em Acúmulo gradual de sais em superfície causados por irrigação. demasiada, tá? Causados por irrigação demasiada. Perguntas, jovens. Não, tô indo rápido demais. Quero que de uma esperadinha agora para anotar. Meu Deus, falem alguma coisa. Tão mortos por dentro. Que horror. Sim, já me aconteceu. Tá louco. Se tinha ter alguém para tá quieto. Hoje era eu. Cheguei de viagem 6 da manhã em Santa Maria e tô trabalhando o dia inteiro. Escolhas, né? Choices. Criatura, clássico
de prova. O texto do Enem falar em irrigação da agricultura, perguntar o problema pro solo. Resposta à salenização. No texto do Enem. Falar em salenização, perguntar humana, resposta sem Irrigação. Beleza, professor Gabito, tem uma dúvida. A laterização é acúmulo de sais e a salenização também. Qual é a diferença ao bizu? A laterização é um aumento da concentração de sais lá dentro do solo, porque é no horizonte B. Agora a salenização é sais em superfície lá. A terização é lá dentro do solo. Salenização em superfície. Tá? Fechou? Perguntas. Bom, aí temos também temos também compactação dos
solos. perda da porosidade, ou seja, da capacidade de infiltração, tá? agricultura muito mecanizada, pode causar isso e etc. Vos sorocas, Uma voz soroca. Alô, restinga seca. Quem é aquele restinga aí mesmo? Lá em restinga seca tem uma [ __ ] numa voçoroca, o tal do buraco grande, acho que chamam, né? A vôsoroca. é um estágio avançadíssimo de uma erosão que a gente chama de erosão linear, que vai abrindo umas valetona no chão. A gente chama isso de sucos ou ravinas. Então, é quando a gente tem um estágio avançado de erosão Linear que abre os chamados
sulcos e ravinas. Então, a estágio avançado de erosão alinear que atinge as camadas do chamado lençol freático, né? As camadas subterrâneas. Fechou? pode ocorrer em área Rural ou urbana. No Rio Grande do Sul, Centro-Oeste, mais comum na área rural, mas, por exemplo, no Maranhão tem uma cidade inteira que tá sendo devorada por uma vassoroca. Tem alguém que é de caequi aqui? Tu é Cqui, meus pê primeira coisa. Segundo, qui tem a maior vassoroca do Rio Grande do Sul, tá lá, sabia? A voroca do Macaco branco, já ouviu falar? É o Gran Keno de Cqui, né?
É um ponto turístico. Eu já visitei lá com a universidade mais de uma vez, tá? É uma monstra. Se jogar no YouTube, tem gente que faz vídeo de drone lá, um negócio gigantesco, tá? principal potencialização do da vossoroca é desmatamento, pecuária e de pisoteio de gado, silvicultura. Tá? Ah, aí temos arenização. Ah, a arenização, pessoas, é um afloramento De bancos de areia. a partir da ação erosiva da água, tá? Problema aqui, ó, típico do pampa gaúcho, tá? típico do Pampa. Estamos falando aqui, ó, a partir do arenito, conhecido como arenito do Botucatu. O arenito formação
Botucatu é um arenito que compõe a bacia Sedimentar do Paraná, que a gente falou, arenita uma hor sedimentar. Que que é a arenização? alenização. A ação da água na hora de produzir o solo dá um bug, fica meio errado. Ao invés de formar solo, forma bancos de areia, forma areia, que é o que tá acontecendo ali. Manuel Viana, Alegrete, São Chico, tá? Uma hora dessas que tu tiver aqui, geralmente aquele dia que tu tem planeja, ai hoje eu vou dormir cedo, vou me organizar, bate 3 da manhã, tu tá Fazendo, sei lá, vendo joguinhos. no
no no celular, olhando o TikTok e real sem parar. V tu olhar uma merda dessa, tu abre o Google Maps uma hora dessas na imagem de satélite, não no MPS normal e vai ali pro município de Alegrete, Manuel Viana, e dá uma olhada do tamanho dos areais já formados. São imensos, tá? Que já dá para perceber com a imagem de satélite aí, tá? Muito cuidado, porque é bem comum as pessoas confundirem, tá? Confundirem arenização com desertificação. São problemas diferentes, tá? A desertificação, a deserticação é a perda integral do ecossistema. Tá tudo morrendo causado, causada essa
perda pela escassez hídrica E as altas temperaturas. Isso aqui, pessoal, é típico da catinga nordestina, tá? Então é muito simples. A arenização tem ação da água, tem que ter água. E a deserticação é a ausência da água. Simples assim. Tá aí a principal diferença. Professor, uma vez a prova da URGs de biologia usou esses dois termos como sinônimo. Tá certo, não tá errado. A prova de biologia escreveu errado e aí Anularam a questão, não, o que é mais vergonhoso ainda para UGs. Fechou? Perguntas, jovens, não. Show de bola. Pra gente fechar aí, nós temos as
técnicas de conservação. Não. Primeira delas, técnica da calagem consiste na aplicação de calcário para correção Da acidez. dos solos agrícolas. Então, quando acontece lixiviação, laterização, como é que eu soluciono isso? Tacando-lhe calcário. O calcário é uma rocha sedimentar, aquela rocha branca que é triturado e é implementado, aplicado no solo. Um clássico aí, tá? Depois Técnica de pousil, tempo para descanso do solo, deixar o solo se recuperar sozinho, que é o que o professor Gabito tá precisando de pous fazer nada, mas tá vindo o recesso aí para tal. Aí, curvas de nível. Uma curva de nível
é a mesma linha de altitude. Então, plantar em curva de Nível é para evitar a erosão. Plantil em curva de nível para maior controle da erosão. OK? Depois terraceamento, Terraceamento. A técnica aqui de cultivo em áreas declives, ou seja, inclinadas. com represamento do fluxo hídrico. Se eu tenho aquele plantil todo integral, né? Se eu tenho represamento do fluxo hídrico, eu tenho controle sobre o fluxo hídrico, eu tenho controle sobre a erosão, porque por onde a água passa, ela carrega os sedimentos. Então esse aqui ajuda no controle da erosão também. Controle da erosão do tipo laminar,
que vai descamando em lâminas o solo, tá? Isso aqui é uma técnica típica. do Sul e Sudeste da Ásia. OK. Rotação de culturas. Bora, bora, time. Falta pouco. Ó, rotação de culturas. alternância entre gêneros agrícolas. Que que isso faz? auxilia na descompactação e na melhor fixação do nitrogênio pelas raízes das plantas. Gabito, não entendi como é que acontece uma rotação de culturas. Acontece assim, ó. Divido a minha propriedade em quatro partes. Aí tu bota assim, milho, pasto, soja E pasto. Termino o ciclo do milho, rotaciono o milho onde tinha pasto, boto o pasto onde tinha
soja, boto a soja onde tinha esse pasto e jogo esse pasto para onde tinha o milho. Pronto, fiz uma rotação de culturas agrícolas, tá? diferente da Associação de Culturas, a Associação de Culturas refere-se aí, é representado por uma intercalação de gênero agrícola, não é Alternância, eu intercalo no mesmo espaço. dois gêneros agrícolas. Não sei se tu foste recentemente ou se vais agora nas férias de inverno para alguma vinícula, mas vocês vão perceber que é muito comum vinícula ter o parreral e ter roseral junto também. Já viram isso, né? Ah, é para bonito para ficar um
perfume de uvas e rosas? Não, não é para bonito. As rosas funcionam como um bioindicador Natural de um fungo que pode atacar na uva. É uma estratégia. Sabe o que que eles fazem? Se vai dar algum fungo na região, vai aparecer primeiro na rosa deles já botam o remédio certo nas plantas para não dar na uva. Por isso que tem intercalação entre rosas e ã ã ã as parreiras, tá? Isso é uma uma estratégia de associação de culturas. Também é comum em lavoura de café, entre um pé de café e outro plantar uma outra coisa.
Para quê? Para aumentar a Cobertura do solo e diminuir o risco de erosão. Tá? Aí, por fim, não menos importante, temos o plantil direto, plantil direto é o plantil sob resíduos de uma colheita anterior. Eu não faço muito preparo do solo. Eu aproveito o resíduo da colheita anterior como uma adubação, tá? Esse é o plantil direto, plantar Diretamente após o ciclo de uma lavoura. Aí também temos, podemos escrever aí a técnica de coivara, tá? consiste em atear fogo no solo, tá? É uma técnica rudimentar que a curto prazo abastece de alguns nutrientes a partir da
cinza produzida pelo fogo, né? Uma técnica muito utilizada em comunidades ribeirinhas, tradicionais e indígenas do Brasil. Perguntas, jovens. E poderia escrever mais uma aí para ti, já que eu tô com um tempinho, que é a dubação orgânica. aplicação de compostos orgânicos de origem animal e ou vegetal. para melhorar a fertilidade do solo. E aí leia-se merda, resíduo vegetal, tipo casca, né, fruta Podre, essas coisas. Fechou, povo. Perguntas, perguntas, perguntas. Não, tá. Se é não é tchau para vocês. E semana que vem voltamos aí já com o livro quatro, tá? Ã, aí a gente volta pra
frente da geografia humana. Nós vamos entrar ali próximo livro em agricultura, que vai dialogar muito com essas técnicas de conservação De solos agrícolas. Fechou? Meus queridos? Obrigado pela atenção de vocês. Uma boa noite, boa semana e tchau. Oh. Uhum. E a parte da orgânica no final já tinha ido? >> Ah, eu comecei por orgânica, né? Verdade. Então é, você receberam quatro. >> Já tem. Pessoas, me confirmem. Começo apostila quatro hoje. É isso. Última aula nossa foi revisãozinha, é a parte de ligações, Eu acho, iônica, covalente, metálica. Foi a última aula, coordenada ativa. Bora então. Vamos
para quatro. Começar na sequência. Então, a gente viu ligações. Vamos paraa polaridade. Polaridade. Brinda aí. M. Pessoas, vamos lá. Então, olha só, eh, aula de hoje ela pode ser aplicada de duas formas diferentes para vocês e tem Que deixar isso bem claro, bem transparente, que é o seguinte. Quando polaridade das moléculas é cobrado, por exemplo, na Federal de Santa Maria ou na URGs, é um foco, é nas moléculas inorgânicas que a gente vai começar agora. Quando essa mesma aula é cobrado, por exemplo, como foi ano retrasado no Enem, não é na inorgânica, é na orgânica.
Então essa mesma aula de hoje a gente vai ter que explorar ela em dois caminhos distintos, certo? O início, pelo que eu tô olhando ali, começa com a parte que é para paraas federais. Federal te dá lá CCL4, NH3, água e O3. E tu vai ter que descobrir se aquilo ali é polar ou apolar, se forma o vetor resultante e assim por diante. Enquanto o Enem vai para funções orgânicas. Então, a gente vai pela inorgânica no começo, quando terminar explorar tudo que for da inorgânica, a gente vai pra orgânica, certo? E olha só, isso aqui
é Muito relevante porque a partir da polaridade as questões vêm associadas com outro tópico é chamado solubilidade, que deve ser na sequência que vocês têm aí. Então, às vezes a questão vem sozinha, só polaridade, mas normalmente é uma questão que explora mais de um tópico e aí tem a ver com solubilidade, que é a próximo próxima aula, a sequência nossa. Bom, qual é o cerne da questão? Qual é o alicerce? Tu estando Diante de uma molécula, seja orgânica ou inorgânica, tu tem que responder isso. Será que a minha molécula forma polos? Olha só o que
eu estou falando. A molécula forma polos ou não forma? E aí vai muito parecido com a aula da semana passada ou retrasada, aonde nós tínhamos ligações covalentes polares e ligações covalentes apolares. Coca, eu posso usar o raciocínio da última semana? Não pode. Vai dar problema. Nem toda ligação covalente Polar vai gerar uma molécula polar. Nem toda ligação covalente apolar vai gerar uma molécula apolar. Então eu tenho que fazer essa distinção. Quando tu vê isso pela primeira vez, e eu tô falando lá no final do primeiro ano, no meio do primeiro ano, eu foco pro aluno
o seguinte: cuida o comando da questão. Uma coisa é Santa Maria perguntar que tipo de ligação existe entre o hidrogênio e o oxigênio, entre o carbono e o oxigênio a molécula de gás Carbônico. Tipo de ligação entre átomos foi o que a gente já viu. E outra é o comando agora, a molécula de CO2 é polar ou apolar? É diferente do tipo de ligação, tá? Se o foco é distinguir, saber diferenciar polar e apolar, nós temos para isso, a princípio, três regras, duas barais e uma mais importante para nós, que tá na sequência de vocês.
Você tem uma introdução teórica e daí você tem ali, ó, um retângulo laranjazinho que fala o Seguinte, ou não é laranja, verde, diz o seguinte: regra: moléculas com dois átomos. Cara, isso é muito banal, isso quase nunca cai. Mas vamos colocar aqui a nossa primeira regra, só para explicar e não ficar às vezes o óbvio, precisa ser dito. Primeira regra, ela se aplica com exclusividade para esta situação, moléculas biatômicas, ou seja, só para moléculas com dois átomos, tá? Por que que tu falou que Isso quase nunca cai? Porque ela é muito simples. Observa. Vamos dividir
o quadro aqui em dois para deixar bem claro que está aí. Se as minhas se a minha molécula tiver apenas dois átomos, tipo H2, O2, F2 e assim por diante, e eles são iguais, é barbada compreender o que que vai acontecer. Agora, se a minha molécula tiver dois átomos e eles são diferentes, Também é barbada descobrir o que que vai acontecer. Olha só, o intuito da aula é tu verificar em determinado exercício se aquela molécula forma ou não polos. E olha a barbada, lado esquerdo do quadro ali, dois átomos iguais. Dois átomos iguais. Eu posso
usar a referência da semana passada que eram ligações. Olha só, quando eu faço isso, olha que barbada, compartilhei elétrons, nunca esqueça. Hidrogênio se se estabiliza com dois. Aqui eu vou ter naquela analogia de duas semanas atrás, uma semana atrás, um cabo de guerra, aonde o hidrogênio puxa para um lado, o outro hidrogênio puxa para o outro lado. Consequentemente, para que lado vai esse par de elétrons? Não vai. Como assim? Se o hidrogênio tem uma eletronegatividade pequenininha, sei lá, 1.2, esse hidrogênio também tem a mesma eletronegatividade, 1.2. Coca, como que Tu sabe que é o mesmo
valor? são átomos iguais. Tu sabe que esse valor é 1.2? Não é da minha cabeça. O que eu quero comprovar para vocês é, olha o pré-requisito, moléculas com dois átomos, sendo eles iguais, nunca vai ter diferença de eletronegatividade. Se nunca vai ter diferença de eletronegatividade, o vetor resultante é igual a zero. Sinônimo, vetor resultante igual a zero. Não existe diferença de eletronegatividade. Olha que barbada. Qual é a conclusão importante para vocês? Sempre que eu tiver este pré-requisito, dois átomos iguais, as moléculas vão ser apolares. Não precisa fazer nada, não. Só lembrar disso. Dois átomos iguais,
não forma polo. Vetor resultante igual a zero. Cuida com sinônimos, tá? Às vezes vem assim, ó. Momento de polar igual a zero. Vetor resultante igual a zero. Não Existe diferença de eletronegatividade. Molécula a polar. Olha a direita, que óbvio vai ser. Se aqui eu tenho átomos iguais, ali eu vou ter átomos diferentes, dois átomos, sendo eles diferentes. Se esses átomos são diferentes, é óbvio também que quando eu faço uma ligação do hidrogênio com o fluor, que é o mesmo compartilhamento, observa, visualmente é o mesmo. Esse tracinho Compartilhado é o mesmo que tá aqui. Agora, as
flechinhas não vão se anular. Por quê? E aí a responsabilidade de vocês, o fluor é o elemento mais eletronegativo de todos. Se eu falei antes que o meu hidrogênio estava puxando com 1.2, o meu fluor puxa com 5 e daí esse par de elétrons compartilhado, esse cabo de guerra vai estar voltado, olha só, polarizado, sempre pro lado do elemento mais Eletronegativo. Então esse cabo de guerra está mais próximo do fluor. Consequentemente, o que tá escrito aqui em laranja, eu vou fazer o seguinte. Existe vetor resultante, certo? Aqui não existe diferença de eletronegatividade. Aqui sempre existe
diferença de eletronegatividade. Se sempre existe diferença de eletronegatividade, a conclusão é exatamente oposta. Moléculas sempre polares. Qual que eu preciso desses 5 minutinhos de conversa? Não, é só tu lembrar da regra. Dois átomos iguais, sempre a polar. Dois átomos diferentes, sempre polar. Como isso é muito trivial, não cai a primeira regra, cai a segunda. Qual que é a segunda? A segunda é aumentar essa expressão biatômica para trietrapenta. Vamos aumentar o número de moléculas. E talvez tô olhando para essa segunda regra que nós temos ali, ó, moléculas Com três átomos ou mais. Primeira impressão é meio
estranho, certo? Pô, a regra não parece ser tão banal. A gente vai aplicar a regra para vocês e depois a gente vai no macete e o macete a gente ganha tempo. Então, olha só, se tu estiver diante de duas moléculas com dois átomos, fácil, iguais sempre a polar, diferente sempre polar. Tá aí três átomos a mais. Vamos meter aqui. Olha só. Eu Vou explicar como a regra funciona e depois a gente vai acelerar isso. Três átomos ou mais. Como aqui já é mais abrangente, quando aparece aparece isso aqui. Aqui exige um pouquinho mais do aluno.
Certo? Vamos pegar os exemplos que vocês têm ali embaixo e vão aplicar a regra. Olha só, primeiro exemplo que vocês têm aí é da molécula de ozônio. Quantos átomos tem? Três, certo? Invariavelmente, Usando a regra ou o macete daqui a pouquinho, tu vai precisar fazer as ligações. Então, não é à toa que a polaridade vem depois e a gente terminar semana passada ligações químicas, tá? Mas eu uso o macete. O macete precisa da ligação também. Ele só é mais rápido. Olha só, ozônio eu teria isso aqui, três átomos de oxigênio e eu vou fazer as
ligações. E aí eu preciso que vocês preencham ali nesse retângulo os três exemplos, certo? Semana passada o Oxigênio tem seis. Nós vamos compartilhar elétrons entre eles até todo mundo ficar com oito. Olha só, semana passada, qual oxigênio começa? O que tu quiser começar por aqui? Seis. Comparte ele um 7 mais um 8. Dá uma olhadinha. Os dois oxigênios estão estáveis, o da esquerda e o do centro para vocês. Cuidado. A semana passada eu não posso mais compartilhar porque ele já tem oito também. Não dá para fazer mais uma ligação covalente. O Que que a gente
faz agora? Dativa ou coordenada. O átomo que tá estável empresta um par de elétrons para quem tá instável. Agora, a princípio, eu estou com todo mundo estável aí, certo? Olha só, semana passada, vou escrever aqui pequenininho. Que ligação é essa aqui? Aqui eu tenho, cuidado, uma ligação covalente apolar. Coca, não lembro porque que é apolar, porque os átomos são iguais. Apolar dupla, certo? Isso é semana Passada, não é hoje. Que mais o tenho aqui de ligações? Além da ligação dupla, eu tenho uma dativa semana passada. Muito bem. Olha só como que eu sei se a
molécula é polar ou apolar. Olha a parte ruim agora. Depois a gente vai pra parte boa. Parte ruim para vocês, né? Para mim é o que me motiva da aula é a explicação da química. Não o macete, mas a vida que segue. Olha só, segunda regra, moléculas com três átomos ou mais consiste na comparação de nuvens eletrônicas Localizadas ao redor do átomo central com comparando número de eligantes iguais do átomo central. Leu isso? Não me ajudou em nada. Estranho. Pessoas, por favor, olha para mim. Lado esquerdo, eu tenho dois retângulos com as mesmas informações. Vamos
analisar o retângulo da esquerda. Diz o seguinte, o azul e o salmãozinho, mesma coisa e tem que ser a mesma coisa. Número de nuvens eletrônicas ao redor do átomo central. Leu isso? Beleza. Vem comigo. Olha para Cá. Pergunta fácil. Quem é o átomo central? Oxigênio. Óbvio. Qual deles? Esse aqui. Ele é o que vai comandar o meu raciocínio. Ele é o elemento central. Esquece os outros dois. A pergunta agora é: o retângulo da esquerda, quantas nuvens eletrônicas tem ao redor do oxigênio? E aí do outro lado, ou vocês me perguntam o seguinte: o que é
uma nuvem eletrônica? Lá embaixo tem uma legenda para vocês. Olha só o que é uma nuvem eletrônica. Uma ligação Simples é uma nuvem. Uma dupla é uma nuvem. Uma tripla é uma nuvem. Uma dativa é uma nuvem. E um par eletrônico sobrando é uma nuvem. Vem comigo. Tá aqui o elemento central. Vamos contabilizar quantas nuvens eletrônicas tem esse cara. Vem comigo. Uma dupla, uma nuvem. Uma dativa, outra nuvem. Um par de elétrons sobrando, outra nuvem. De novo, uma dupla é uma nuvem. Uma dativa é uma nuvem. E um par de elétrons sobrando é uma nuvem.
Coca. E esses Pares de elétrons aqui, eu vou dizer não é o átomo central. Ignora. Então, olha só. Na molécula de ozônio, eu tenho três nuvens eletrônicas. Certo? Bora. Esse é o número gerado do meu retângulo da esquerda que vocês têm aí. Três nuvens eletrônicas seria o número que o retângulo da esquerda forneceria. Interpretação do aluno. Pessoas, de novo, vai pra apostila e vai pro Retângulo da direita. Agora o retângulozinho azul e salmão da direita diz a mesma coisa. Olha só. Número de grupos iguais ligados ao átomo central. Olha para mim, por favor. Esconde o
átomo central. Esconde quantos átomos iguais vocês estão enxergando? Dois. Eu tenho que esconder o elemento central. Sim. É número de átomos iguais ligados ao elemento central. Quantos átomos iguais eu tenho? Dois. Vou escrever aqui dois átomos iguais. Isso seria o número gerado no meu retângulo da direita de vocês. E agora o grão final. Qual que é? Quando este número da esquerda for diferente, observa na tua regra da direita, olha lá, diferente, que no caso é a linha de baixo de vocês. Eu estou diante de uma molécula polar. Toda vez que a tua análise da regra
dos retângulos gerar algo diferente, números diferentes, eu estou diante de uma Molécula polar. Vamos recapitular da onde saiu essas nuvens eletrônicas. Faz as ligações, olha pro elemento central e tu vai ter que contar. Por enquanto tu conta, tá? É só para eu aplicar a regra. Depois a gente vai pro macete e vamos dar uma ignorada nisso. Por que que essa molécula é bem significativa para mim? Olha para cá, por favor. Tu está diante do O3. Santa Maria vai e pergunta para você o Seguinte: que tipo de ligação tem no O3? No ozônio? Resposta: Olha só,
ligação entre os oxigênios, ligação covalente aolar. Perfeito. A mesma molécula, Santa Maria pergunta o seguinte: será que o O3, a molécula, é polar ou apolar? Olha só, ligação molécula polar. Nem sempre coincide a ligação com a polaridade. Logo, não dá para eu somente fixar o meu raciocínio nas ligações e aplicar o mesmo pra molécula. Aqui eu estou diante De algo que a ligação é apolar e a molécula é polar. Viu como não dá para coincidir? Não dá. São coisas distintas, mas muito parecidas. Fazer mais um ou dois aí. Olha só. S, SO2. Fazer para cá.
Fazer menor que eu quero botar mais umas moléculas aí para vocês. S2. Então, pré-requisito é faz as ligações. Nuvensônicas ao redor do átomo central. Olha só. Novamente, ó, uma dupla, Outra ligação aqui. O enxofre central e o oxigênio da direita tá estável. Legal. Sim. E agora este tem oito. Faz uma dativa para cá. Quantas nuvens eletrônicas tem ao redor do átomo central? Vou abreviar aqui, ó. Três nuvens. 3n. A, perdão, a dupla, a dativa e o par de elétrons sobrando. Olha para cá. Esconde elemento central. Quanto tá enxergando? Dois. Dois átomos iguais. Como esses números
são diferentes, Eu tenho a mesma resposta do anterior. É oônio, molécula polar, SO3, molécula polar. Tá? Vamos fazer uma apolar agora de novo. Olha só. Liga agora sim, ó. Ligação covalente polar dupla molécula polar. Aqui coincidiu, aqui não coincide. Aqui a ligação é a polar e a molécula polar. Trióxido enxofre. Olha só, um dos principais constituintes da chuva ácida, S3. gas trióxido enxofro entrou em Contato com a água, formou ácido eh ácido sulfúrico ou sulfuroso. S3. Vamos lá. Agora eu tenho três oxigênios e um enxofre. Vai ter que fazer as ligações. Vai. Todo mundo tem
seis. Nós fizemos isso a semana passada quando a gente fez ligação da ativa. Se tu pegar tua apostila anterior, tu tem essas moléculas lá, porque a gente usava elas para explicar as ligações. São as principais. Coca, com quem eu começo? Quem tu quiser começar aqui. Estável o oxigênio superior de vocês. Estável o meu enxofre. Agora da ativa para cá, da ativa para lá. Quem é o elemento central? Coca enxofre. Quantas nuvens eletrônicas? Cuidado na contabilidade. Agora uma dupla, uma nuvem. Uma dativa, uma nuvem. Outra dativa, outra nuvem. Vou escrever aqui três nuvens. Todo mundo entendeu?
Uma Dupla é uma nuvem. Uma dativa é uma nuvem. Outra adiva é outra nuvem. Esconde o elemento central. Bora. Vamos pro retângulo da direita. Quantos átomos iguais estão vendo? três, três átomos iguais. Quando estes números são iguais, o que tu gerou de numeração no retângulo da esquerda é igual a da direita. Olha a conclusão, diferente. Molécula a polar. E novamente nós temos uma distorção da Seguinte raciocínio. Que tipo de ligação tem aqui? covalente polar e a molécula apolar. Copinha aí, vou colocar mais umas três aqui que são importantes pra gente concluir essa terceira regra, ó.
Isso aqui é menos relevante, tá? As duas ligações que mais caem nesse tipo de exercício não estão aí. As duas ligações, perdão, as duas moléculas que mais aparecem em concurso não estão no quadro, elas vão vir agora. Então, olha só, acha o espacinho aí ou do outro lado tu tem um anote gigante para colocar as três mais tradicionais. Quem são as três mais tradicionais? água, gás carbônico e amônia. Essas são as, no caso, no quadro, seis principais moléculas que mais aparecem. Esse ano não caiu a questamaria. 25 caiu água e CO2. Bora. Quantos átomos tem?
3 3 4 Tem que Aplicar essa regra aí. Faz as ligações, faz. Olha só, fazer mais rapidinho, tá? O oxigênio tem seis, compartilhou dois, ficou com oito. O hidrogênio ficou com um. Fazer só as ligações, certo? Vamos lá. Nuvensônicas ao redor do átomo central. Uma ligação simples. Uma nuvem. Outra ligação simples, outra nuvem. Um par de elétrons sobrando no elemento central. Outra nuvem. Outra nuvem. Consequência. 1 2 3 4 Nuvens eletrônicas ao redor do oxigênio. Dúvida, pergunta aí. Esconde o oxigênio e responde uma pergunta fácil. Quantos átomos iguais tá enxergando? Dois. Então é dois. átomos
iguais. Coca, tu tá fazendo algo que eu já sabia. Ótimo. O que que tu já sabia ou deveria saber? Que a molécula de água ela é polar, considerada solvente universal. Água tende a dissolver a grande maioria das substâncias. Então, a polaridade da molécula de água coincide com o tipo de ligação. Ligação covalente polar, molécula polar. Aqui não. Ligação covalente apolar, molécula polar. Aqui não coincide. Então, algumas coincidem, outras não. Gás carbônico, pessoas. Laranja cavalo. O oxigênio da família 14. Então isso aqui tudo a gente já viu, é obrigação de Você saber fazer as ligações. Depois
a gente interpreta a regra. Oxigênio. Faz uma dupla com carbono. O oxigênio da esquerda tá estável. O carbono, que é o elemento central, está com quantos coca? 2 4 6. Falta dois pro carbono, falta dois pro oxigênio da direita. Suavezinho. Eu estou diante de duas duplas ligações. Vamos lá. Elemento central. Carbono. Quantas nuvens eletrônicas? Uma dupla, uma nuvem, outra dupla, outra nuvem. Então, o carbono só tem duas nuvens eletrônicas, 2N. Esconde o carbono e responde a pergunta fácil. Quantos átomos iguais? Dois átomos iguais. Quando este número é igual, a minha molécula é apolar. Quando este
número é diferente, a minha molécula é polar, laranja para manter o padrãozinho das cores. Então, água polar, ozônio apolar e assim A gente vai indo. Vou fazer mais um ali. Nitrogênio, grupo 15. Grupo que leva o seu nome, hidrogênio se estabiliza com dois. A gente faz assim, estável o hidrogênio da esquerda, estável o do centro, estável o da direita. E o nitrogênio coca 1 2 3. Olha só, 5 6 7 8. Todo mundo estável, vida que segue. Vamos aplicar a regra. Elemento central. Qualc nitrogênio. Nuvensônicas ao redor do nitrogênio. Cuidado, ó, esse par de elétrons
conta. Uma nuvem, outra nuvem, outra nuvem, outra nuvem. Quatro nuvens eletrônicas. Esconde o nitrogênio. Quantos átomos iguais? Três átomos iguais. Consequência da amônia laranja. molécula polar. Fizemos então aí um 1 2 3 seis moléculas para identificar a polaridade dessas criaturinhas. Galera, esta é a parte difícil, essa que a gente fez agora. Tu tem que saber Fazer as ligações, tem que se lembrar da regra e interpretá-la. Nós estamos aqui em, sei lá, 25 pessoas. É muito provável que alguém tenha nesses últimos 10 minutos feito o seguinte: "Coca, eu não vou usar isso, eu vou usar o
macete." É válido. Alguém lembra qual é o macete disso? Alguém sabe? Sim. Não. Não. Vamos olhar. Normalmente mulher responde primeiro, certo? Porque ela é mais detalhista do que homens. E tá tudo certo. No quadro nós temos 1 2 3 4 5 6 Moléculas, certo? Olha só, âmbito geral, destas seis moléculas nós temos, vamos lá, quantas polares? Ó, aqui eu esqueci de escrever, ó. Aqui é a polar também. Isso aqui é a polar. Motar os retângulos que foi mais fácil. Isso aqui é ah, não, tava escrito aqui já. Cavalo polar, ó. polar, apolar, polar, apolar, polar
e polar. O que que tá dividindo em dois grupos, certo? O que que as moléculas polares têm em comum comparado as apolares? Vamos lá. Polar, ozônio, olha para ela, olha pra água, olha pra amônia e olha para o SO2. O que que elas têm em comum e as outras não têm? Se tu consegue lembrar disso os 10 minutos para trás, esta regra que tá aí, tu pega a folha, joga fora, a vida que segue não precisa da regra. Sério, é mais rápido assim, muito mais rápido. O que que as moléculas polares têm? Par de elétrons
disponível no elemento central. Terminou? Não entendi. Vem comigo. Depois tu anota, por favor. Três átomos fez as ligações. Vou aplicar isso aqui. Que jeito? Olha para cá. Fez as ligações. Sobrou par de elétrons. Sim. Polar. Sobrou par de elétrons. Elemento central. Elemento central. Sim. Polar. Sobrou par de elétrons. Sim. Polar. Sobrou par de elétrons? Não. A polar. Sobrou par de elétrons. Não. A polar. Sobrou par de elétron? Sim. Polar. É mais fácil assim. Tá. Qual que por que Que tu não vai direto nisso aí? Porque daí é só o macete, daí eu não tem graça
de eu dar aula só pelo macete. Eu não gosto de macete, mas é válido. Então, se tu quiser anotar aí, ó, em vez de usar toda aquela terceira regra que tá ali, e é ela que aparece, tá? nas federais é essa, porque essa exige um pouquinho mais do aluno. Tu pode colocar essa observação lá no teu anote do outro lado que deve ter espaço. Moléculas com três átomos ou mais. Faz as ligações, olha Pro elemento central, terminou. Repetindo moléculas ou anoto aqui. Para aí deixar de ser preguiçoso. Vamos escrever qual que foi a primeira que
a gente fez. Foi essa, né? Não vamos chamar de dica de macete. Vamos chamar de dica. Macete é meio bagaceiro. Olha só. Moléculas com três átomos ou mais. Sobrou par de elétrons no elemento central. Já era. Molécula polar. É mais fácil assim. é mais rápido assim, tu não se preocupa em memorizar regra. Só repito, isso não inviabiliza a possibilidade de fazer as ligações. Tem que saber fazer. Aplicando a regra ou não, o macete, a dica ou não, tu vai ter que fazer as ligações. Então, três átomos ou mais faz as ligações, olha pro elemento central.
Não Sobrou a polar, sobrou polar. É mais rápido assim. Não precisa lembrar de nuvem eletrônica, da regra, o que que vale uma nuvem eletrônica, assim por diante. Certo? Nas federais vem sempre as moléculas assim. O que que a gente precisa agora, fechando a gaveta da polaridade pras moléculas? Ah, ó, se vocês quiserem colocar mais uma que aparece também, ó, se tu tiver espaço, essa aqui é bem frequente também, ó. Deixa eu fazer ela. CCL4 é bem comum aparecer uma molécula orgânica. Vamos lá fazer uma que a URGs gosta e uma que Santa Maria gosta. Eu
tô colocando em branco. Então vamos lá, ó. Se tu tiver espaço, quiser fazer essas três, as duas são apolares, mas elas aparecem também. Deixa eu vou deixar só indicado aqui as ligações, ó. Qualquer uma dessas duas, ela é apolar, ó. Não sobra par de elétrons aqui e no BF3 também não sobra. São outras duas Moléculas que caem frequentemente. Pessoas, eu faço essa brincadeirinha agora há uns 15 anos e eu sempre falo o seguinte, para quem copiou as moléculas que a gente deu até agora, olha só, um churrasco para cada um de vocês. Se cuida com
a interpretação, se cair em Santa Maria ou na URGs polaridade, a molécula tá no quadro. Sempre são essas. Vou repetir porque teve um ano que eu fiz com a FN, tava numa revisão para Vestibular de inverno e era quinta-feira e o vestibular era na segunda. Daí eu fiz, ó, botei as principais moléculas que são essas que eu passei e falei: "Gurizada, se cair segunda-feira a molécula tá no quadro, senão eu pago o churrasco". O que aconteceu? Não caiu. Daí os cara queria me cobrar o churrasco. Eu falou: "Não, se cair geopolaridade, a molécula tá no
quadro". São sempre essas. Se tu sair desse andar e subir aqui, deve ter gente estudando. Não, acho que agora não, né? aqui em cima e perguntar para aqueles caras que estão aqui grameando há 4, 5 anos, perguntar: "Ah, o CCL4, tu acha que ele faz o macete? Ele faz a regra?" Não, ele já sabe que CCL4 é a polar de tanto fazer exercício que vão se reproduzir nas mesmas moléculas. Então, são sempre essas. Não vamos longe. Quem tá com o celular na mão botar agora aqui, ó, exercício e polaridade na internet, pega os três primeiros,
três que aparecer Para ti, dois deles, as moléculas estão aqui, são sempre os mesmos. Então, quem tem memória visual ou decora fácil, cara, pega essas sete moléculas, oito aí e aprendeu já. Sério? Sim, são sempre essas. Então, repito, se parecer na Federal de Santa Maria ou na URS, a molécula, tu já escreveu, elas estão no quadro, são sempre elas, sempre, elas não mudam, quase, quase nunca, certo? Quase. São sempre elas. E essa mesma brincadeira do churrasco eu faço pra Geometria molecular, que é mais pra frente um pouco, tá? também são sempre as mesmas. A gama
de moléculas que pode ser cobrado para vocês, certo? Tô dizendo no ensino médio, ela é reduzida. Quando vai pro terceiro grau, daí é uma outra, é uma quantidade gigantesca de moléculas. Daí já não tem tão barbado assim. Eu lembro que eu mofei um semestre inteiro porque são outros raciocínios, certo? Pessoas, espero que vocês não tenham usado todo o anote que Está ali, porque eu deixo um anote grandão, porque eu quero que vocês usem agora pra parte de mesmo raciocínio polar ou apolar na orgânica, que é o que nem cobra, certo? Vamos meter no centro aqui,
vamos fazer um resuminho porque depois a gente vai falar nisso também, certo? Deixa eu ver quais as funções orgânicas que a gente já viu. Ver se dá para explorar todas. Vamos olhar aqui que que é orgânica do final desta apostila para Nós. Ah, a gente viu pouco. A i mas dá para fazer igual. Ó, essa parte da aula agora continua na polaridade, mas ela vai pro Enem. O Enem não vai nessas moléculas que a gente falou agora, nunca. Vamos fazer o seguinte, ó. Vamos trabalhar com que você sabe. Como que tu reconhece que tu está
diante de um hidrocarboneto? Alguém lembra? Composto orgânico que tem apenas hidrogênio e carbono. Certo? Vamos lá. Vamos usar as funções orgânicas que vocês já viram até a apostila anterior. O que que nós vimos? Nós vimos álcool, enol, fenol, se não me falha a memória, e aleto. Como assim? Outras funções orgânicas. Olha só. álcool, certeza a gente já viu. Enol, certeza a gente já viu. Eh, fenol e assim por diante. Eu vou colocar outras aqui que a gente ainda vai ver nessa apostila, porque elas cabem. Aldeído, setor, qual que eu nem lembro quem são as criaturas.
Confia, tá? Não é o momento de lembrar agora. Só quero fazer um resumão fácil para vocês. Vamos colocar aqui umas aminas que também nós não vimos. e umas amidas e mais um aleto orgânico. Coloquei algumas aí para nós porque eu vou fazer uns uma síntese. Aleto orgânico, regra geral, tá? Olha só, Isso aqui a gente já viu. Quando nós começamos funções orgânicas e entramos hidrocarboneto, vocês vão lembrar? Espero que sim. Eu começo lá hidrocarboneto, eu faço reconhecimento de funções e propriedades físicas dos hidrocarbonetos. Propriedades físicas dos hidrocarbonetos. Tá na apostila de vocês, a apostila anterior.
Hidrocarboneto é apolar. Matou? Como assim? Todos os hidrocarbonetos São apolares. Ah, mas por que mesmo Coca? Porque é só carbono e hidrogênio. E quando eu tenho só carbono e hidrogênio, a tendência é se anular. Olha só, peguei um hidrocarboneto pequenininho para relembrar. Já vou apagar. Quem é o elemento mais eletroegativo? Carbono. Ele puxa essa ligação para cá. Ele puxa essa para cá. Você anula as flechinhas brancas. Puxa para cá. Puxa para cá. Se anula as Flechinhas brancas. Brancas. Puxa para cá. Puxa para cá. Se anulam as flechinhas brancas. Sobrou o quê? Isso aqui tá essa
aqui existe diferença de eletronegatividade? Não. Então olha a barbada. Hidrocarboneto. Se tu pegar ali 21 funções orgânicas, esta é a única que tu pode falar. Olha, vou repetir. A única que tu pode falar o seguinte: hidrocarboneto é a polar, vetor resultante igual a zero. Vou ficar só nesse âmbito, não? Vamos Dar explorada um pouquinho mais, tá? E por que que todas as outras, nesse resumão eu vou colocar como sendo polar? Olha só, hidrocarboneto, apolar, restante polar. Só para não ficar tão rasteiro a explicação, a gente vai ter isso na orgânica, tá? É que eu tô
misturando orgânico ou neorgânico. A gente vai ter essa mesma aula para orgânica. Quando matar todas as funções orgânicas, a Gente volta nisso. Olha só. Álcool, enol, fenol, aldeído, cetona. Todos têm oxigênio. Tendo oxigênio, ele é o segundo elemento mais eletronegativo. Então, funções orgânicas que apresentam oxigênio, nitrogênio, enxofre e qualquer halogênio, elas vão ser polares. No álcool tem OH, OH OH, CO, CO. Vamos ver nessa apostila. Nitrogênio, nitrogênio, fluor, cloro, bromo, todas as outras funções, todas. Eu estou simplificando, Certo? Todas as outras funções vão ser polares. Polares para Tô vendo que tem gente tá copiando. Então
vamos dar uma incrementada junto da apolaridade do hidrocarboneto. Vem também, vamos lá, não pode esquecer, óleos, gorduras, lipídios, bacoa, como é que eu vou saber disso? Quer ver uma parte barbada? Olha só. Qual é a substância que sempre está Presente nessas nesses tipo de exercício? Qual é a substância? Vem comigo. A substância é água. E aí eu pergunto para vocês algo fácil. Água, se eu coloco água e álcool, água e álcool vai se misturar? Vai, porque são polares. Aenol, fenol, aldeído, todas essas funções misturam-se com água, porque água é polar. Será que água e gasolina
misturam-se? Não, pá. Então eu posso tentar dividir toda a minha orgânica em Dois grupos. A polar, que são as principais que estão aqui, e as polares, que seriam todas as outras. É só tu lembrar da água. Se a água é polar, ela tende a se misturar com todo essas crianças que estão aqui e ela não se mistura com essas crianças que estão aqui. Óleo de cozinha, azeite de oliva não vai se misturar com água, porque óleo, gordura, azeite, hidrocarbonetos são apolares. E aí vai entrar o que a gente vai falar Agora nessa página três de
vocês, solubilidade das moléculas, tá? Este é o resumão, certo? Claro que tem as suas peculiaridades. Quando a gente for nas propriedades físicas da orgânica, a gente vai entrar nos menores, por menores. Por exemplo, eu escrevi aqui, ó, olha para cá. Aleto orgânico. Regra geral, solúvel em água polar. Que que é isso aqui? Aleto orgânico apolar. Ô, que bosta. Tem as suas peculiaridades. A vida é assim. Regra geral é os aletos São polares. Este aleto é apolar. Aleto é sempre um cuidado maior assim. A letra é uma função orgânica ruim de polaridade, bem ruim mesmo. Quer
ver? Vamos pegar uma letra aqui, ó, para vocês, ó. Vem comigo. Olha só, fazer um aleto orgânico aromático. Olha só, tá aqui meu cloro benzeno. Aleto, cai lá embaixo, ó. Aleto orgânico polar. Beleza? Tem cloro, tem fluor, oxigênio, nitrogênio, polar. Beleza? Vem comigo. Eu vou colocar um outro cloro aqui. Tu acha que esse outro cloro aumenta a polaridade ou diminui? Aumenta. Quanto mais elementos eletronegativos, mais polar é. Beleza? Entendeu? Ó, era polar. Vem comigo. Muito polar. Agora eu tiro esse cloro daqui e largo lá. Cagou. Já não é mais polar, é apolar. Pô, que deselegante,
hein? A vida é assim. Podia tá roubando, matando, torcendo pro. Mas olha só, é assim, aleto orgânico é muito Chato. Aleto, eu vou justificar para vocês na hora certa o seguinte: observa a posição dos teus halogênios. Olha, isto é apolar, a letra orgânico com dois cloros, isto é polar. Pux. É, é assim. Mas isso na hora certa, não quero assustar vocês agora, vou deixar para assustar depois. Então a letra é sempre uma preocupação. Para quem fez esse resumo, eu gostaria que tu colocasse bem grande isso aqui, ó. Isso é um aleto orgânico apolar que Cai
com frequência porque é um solvente orgânico usado em laboratório frequentemente, assim como tolueno, benzeno que está aqui dentro. O CCL4 é um aleto apolar. Perfeito. Matamos polaridade tanto pras moléculas quanto para as funções orgânicas. Vamos pra solubilidade agora. Tem tudo a ver com essa aula que a gente terminou agora. Isso não dá para trabalhar as duas separadas, tá? Vamos lá. Solubilidade. Essa parte fica mais tranquila se tu tá no terceiro ano ou terminou há pouco, entendeu? Porque isso aqui é bastante explorado na orgânica. Então, quem tá no terceiro tem um benefício de tá vendo isso.
Quer dizer, espero que esteja vendo isso, né? Ou já viu também. Os meus alunos aqui do terceiro do colégio viram umas duas semanas atrás. Terminou as funções, terminamos propriedades físicas. Daí a gente Trabalha especificamente todas as propriedades. Tô começando isomeria com eles. Eh, solubilidade, olha só. Solubilidade das moléculas. Pessoas, o princípio da solubilidade, ela envolve algo que foge um pouquinho da química. Vocês têm ali, ó, principal informação. Olha que tá embaixo do título. Semelhante dissolve o semelhante. Que isso quer dizer? Olha só, se eu tiver um solvente orgânico polar e Colocar tipo água, um soluto
polar, ou seja, eu estou misturando duas substâncias que são polares, eu vou ter um resultado. Se por acaso eu tenho o benzeno, que é apolar, por quê? Porque o benzeno tá aqui, ó. E colocar junto dele um CCL4, que é a polar, eu vou ter uma consequência, tá? Mas Coca semelhante dissolve o semelhante. Polar com polar, apolar com Apolar, sempre vão se misturar. Vai gerar o que a química chama de missível. Que que é missível? se misturam homogêneam. A tendência de solvente polar, soluto polar, mistura homogênea. Solvente apolar, soluta polar, mistura homogênea. Por aí está
a frase popular, o semelhante dissolve o semelhante. Se isso aqui é vetor resultante diferente de zero, isso aqui também são semelhantes, missíveis. vetor Resultante igual a zero. Vetor resultante igual a zero. Momento de polar igual a zero. Igual a zero. Missíveis. Tá? E se eu faço o contrário? Bom, se eu faço o contrário, é óbvio que a resposta é ao contrária. Se eu tenho água e nesta água eu vou colocar gasolina e gasolina é apolar, a química vai dizer que vai gerar imissibilidade. Heterogêneo imissível. Então, o semelhante dissolve o semelhante tem tudo a ver com
isso que estamos falando agora. Então, a solubilidade ela não pode ser estudada isoladamente, ela tem que estar junto da polaridade. Por qu? Olha só, polaridade, o que terminamos agora, a polaridade também. Então, para eu saber grosseiramente se uma substância irá se misturar com outra a ponto de ficar uma única fase, o que a química chama de homogênea, ela tem que ter Características semelhantes. E olha só que tranquilinho que é isso aqui. Solubidade das moléculas. Eu fiz um resumão para vocês. Substância polar é solúvel ou insolvente apolar. Olha o primeiro retângulo grande. Por que que na
substância polar ali nós temos I2 e Cl? Início da aula de hoje, 8 e 10. I2 e CL2 são dois átomos iguais. Dois átomos iguais. Apolar já era. Tá? Por que que o SO3, o CO2, o CH4 são apolares? Ou tu Faz a regra dos retângulos ou que a gente lembra? A gente fez agora a pouco, S3, CO2, CH4, que é o mesmo CCL4, são apolares, óleos, gorduras, certo? Em geral, eu estou falando de inorgânica ali, ó, CH4, óleo gorduras em geral, certo? Olha pra tua direita nesse mesmo retângulo. Hidrocarboneto, galera. Qualquer derivado de hidrocarboneto
é apolar. Então, se eu misturar todo mundo que tá nesse retângulozão aí, ó, vai ser sempre Missível. Aonde entram os hidrocarbonetos? Hidrocarboneto é tolueno, benzeno, naftaleno, todo mundo, gasolina, qualquer coisa que seja hidrocarboneto, é polar. Olha só, querosene, óleos lubrificantes. Olha o CCL4 de novo. CCL4 é uma exceção, por isso que tá ali. Todo mundo nesse retângulo é apolar. Ah, então Coca, se eu pegar uma substância que tá aqui em cima e colocar com alguma coisa que tá aqui embaixo, não vai se misturar isto, Porque aqui é apolar com apolar e aqui embaixo é polar
com polar. Solvente polar. Olha a tua direita. Quem é o solvente mais polar do mundo? Solvente universal. Água. Olha pra tua esquerda ali, ó. Certo? Substância iônica. Iônica tem íons mais e menos. É óbvio que vai se solubilizar. Sal de cozinha é uma substância iônica. Vai se solubilizar com água? Claro que vai. São polares. Astos S2, olha só. H2SO4, outro ácido, amônio e assim por diante. Galera, eu Colocaria aqui embaixo da água, ó, todas as outras funções orgânicas. Joga assim, confia no tio, embaixo da água aqui, coloca todas as outras funções orgânicas, porque o hidrocarbonito
tá lá em cima. Certo? Preciso fazer um adendo aí para vocês sobre isso. Vamos fazer uma função que vocês já viram. Eh, álcool pode ser. Não precisa copiar. Eu só quero que tu Entenda este raciocínio. Se tu achar necessário, depois tu faz uma anotação. Seres humanos, olhem para cá. Coloquei três álcis aí para nós. Metanol, etanol, propanol. Tá? Todo mundo é um álcool. O ligado a carbono saturado. Álcool, álcool, álcool. Eu estou diante de um elemento muito eletronegativo, que é o oxigênio. Ele polariza as ligações para lá, suave. Se eu coloco a substância 1, 2,
3, ou metanol, etanol e propanol em contato Com a água, olha só o que eu esperaria de vocês. São missíveis ou são imissíveis? Então, vai dizer, são missíveis. Álcool é polar, polar, polar. Todo mundo aqui se mistura a vida que segue. Nenhuma novidade. Lembra? Ó, isso aqui é o álcool da bebida alcoólica. O álcool etílico. Colocou cerveja no copo ali transparente, tu sabe onde tá o álcool, Onde tá a água. Não, são missíveis. Tranquilo. Nenhuma novidade aí. A novidade vem agora, ó. OH ligado a carbono saturado. Que que é isso? Álcool. O H ligado a
CH2, ó. CH2. Daí tu faz o seguinte: "Ah, o Coca falou para eu decorar. Hidrocarboneto é apolar, todas as outras são polares. Cuida com a molécula que estiver no teu exercício." Por que que agora vai mudar o meu raciocínio? Pessoas, quem que é Polar nessa molécula zona? Isso aqui, tá? E daí? Vem comigo. Não baixa a cabeça. Olha para cá. Se eu esconder, presta atenção, isso aqui de vocês, que que você estão enxergando? Carbono e hidrogênio, certo? E o que que é carbono hidrogênio? Carbono hidrogênio, carbono hidrogênio. Hidrocarboneto. Tá aí. Agora, o que que é
hidrocarboneto? Tá aí escrito na apostila de vocês, bem em cima. Hidrocarboneto é apolar. Temos uma dúvida. Eu estou com algo gigantemente apolar e algo polar. Vocês acham que esse álcoolzão aqui colocando em contato com a água, ele vai se misturar para ter a mesma resposta? Não. Que jeito? Eu estou, pessoas, com uma parte apolar que vai predominar sobre a parte polar. Então aquele geralzão que vocês escreveram antes é hidrocarboneto, é Apolar, todas as outras é polar, depende do tamanho da tua molécula. Coca, tu quer me dizer então que se eu tiver muitos átomos de carbono,
a polaridade foi pro saco porque perdeu pro hidrogênio e pro carbono? Sim. E aí existe uma regra que talvez seja útil você anotar. Qual a regra? Vem comigo. Olha só. Vem comigo. Um átomo de carbono completamente solúvel. completamente solúvel. Completamente solúvel. Até três átomos de carbono, qualquer função Orgânica continua sendo polar. 4 5 6 7 vai diminuindo a polaridade ao chegar nesse extremo. Que que é isso aqui? Isso aqui é apolar, pessoas. Sério? Aham. É um álcool apolar porque a parte apolar predomina. Então, a regra é funções orgânicas oxigenadas. com até três átomos de carbono,
fecha os olhos que é polar, até três. Isso vale para álcool, para ácido carboxílico, vale para aleto, vale para aldeído, vale para acetona, qualquer função orgânica. Isso é uma regra da química orgânica. Já que estamos nesse âmbito aqui, ó, olha só, vou colocar algo que já foi cobrado, acho que umas cinco vezes no Enem. Nós não vimos ainda, tá? É uma função orgânica lá do finalzinho para nós, mas confia que eu preciso trabalhar polardidade e solubilidade com vocês. Isso aqui é uma função orgânica, entrar no terceiro ano já deve ter visto, chamado sal orgânico ou
sal de ácido Carboxílico. Ah, a gente não viu ainda? Sim, a gente vai ver na, não sei se é nessa apostila ou na outra. Tem que olhar isso tá nessa ou tá na outra. Esta é uma função orgânica que tem cargas. Isso aqui é um, vou escrever sal orgânico ou sal de ácido carboxílico. Tanto faz. Vem comigo. Olha para cá. Galera, isto aqui é um composto orgânico que faz ligação iônica. Ó que viagem. Sim. Único composto orgânico que faz ligação Iônica. Tu tá vendo cargas? Tô. Isso aqui é muito polar, mas extremamente polar. Tem carga
iônica, completamente polar, mas olha só, isso aqui é completamente apolar. Vamos lá. Vamos ter que avançar pra área do Juliano aqui. Quando biologia, quando eu tenho uma substância que comporta-se bem distinto uma parte polar com outra Polar, na biologia, o Juliano chama isso de substância anfifílica, certo? Tem as duas partes, beleza? O Juliano, o ogrinho, chama de anfifílica. Como que na química a gente chama isso? Tensoativos. Bá, nunca ouvi falar. Anota pessoas, tensoativos são substâncias que têm as duas partes muito bem definidas. Vamos usar o Juliano ainda. Olha só, o Juliano diria que isto aqui,
galera, é chamado de hidrofílica, Certo? Se vocês não viram com ele, vocês vão ver que que é isso. É a parte hidroágua, filo, amigo, amigo da água. Beleza? Amigo da água porque tem os íons completamente iônica, muito polar. Como que a biologia chama isso? Hidrofóbica. Fobia, medo da água. Então, compostos orgânicos que t uma parte hidrofílica bem marcante, bem caracterizada e uma parte hidrofóbica, ou seja, apolar, bem marcante também, bem caracterizada. Na química nós chamamos de tensoativos. Vamos lá. Já deve ter visto isso em algum lugar? Espero que sim. Tem na casa de vocês isso?
Tem aonde? Com muita frequência. Qual é o exemplo de tenso ativo mais comum que a gente usa diariamente? Sabão, detergentes. Os detergentes e os sabões estão aqui, pessoas. Então, detergente, sabão são exemplos de tensoativos, Certo? Tá, mas o sabão, especificamente, o detergente é um sal orgânico. O sabão é um sal orgânico, certo? Nunca viram, por exemplo, vocês não, eu vi porque eu sou muito mais velho que vocês até hoje. Minha avó, minha avó faz 97 anos agora dia terça da semana que vem. Até uns 2 tr anos atrás, a minha avó fazia o seu próprio
sabão. Como assim? Ela pegava, olha só isto aqui, da onde ela pegava essa parte apolar. Gordura animal, Gordura de carne, separava potes de gordura da carne e ela comprava isso aqui no mercado. Já viram fazer isso? Que que tu tem no mercado que tu faça sabão em casa? Soda cáustica. Então a minha avó compra soda NaOH no mercado, separa a gordura e faz o sabão em pedra dela. Que jeito? Dissolve soda, gordura, panelão, água quente, coloca um corante e uma corzinha para não ficar um cheiro ruim e tá o sabão em pedra dela. Não faz
mais porque Ela já tá mais veterania, 96, ela não tá mais aim de fazer, mas a minha avó fazia isso aqui, ou seja, sabão em casa, certo? Uma reação chamada de saponificação. Nós vamos ver isso na última apostila, certo? Então, cuidado. Regra geral, geralzão. Hidrocarboneto apolar, outras funções orgânicas polares. Tá, mas qualquer ele me deu uma estrutura para eu analisar. Aí mudou a bolachinha. Me deu a estrutura para para olhar. Observa Tron tá com uma estrutura Gigante dessas. Quer ver? Ah, não sei se eu coloquei essa questão que veio na minha cabeça agora ou não.
Ah, será que eu ratei? Não, não ratei. Às vezes eu rateio. Avancem paraa página nove, por favor. Página 9, exercício 9, por favor. Sem ler nada. Tá vendo estrutura orgânica? Tô. Tá vendo? CH3, CH2, CH3, CH2, CH3, CH2. Tá vendo que que aquilo ali? Apolar. Olha pra tua direita, tá vendo cargas lá? Tô. Olha os dois Oxigênios. Tá vendo? Então, que tu tem uma direita de vocês, uma parte polar? Tá escrito ali, ó, tenso ativo. E a parte da esquerda apolar. Isso é dedução do aluno. O que que o exercício fez do Enem? Pegou esse
espermatozóide gigante. Olha que ele fez uma cauda da parte apolar e a cabeça sendo polar e jogou na água. E agora desenho para vocês. Como assim? Qual desenho representa esse essa molécula em contato com a água? Isso é Solubilidade, isso é polaridade. Questão do Enem, polaridade. Certo? Se eu virar a página, questão do Enem 13, polaridade. Cara, o Enem gosta disso. A questão 13, questão difícil, polaridade. Deve ter umas três ou quatro do Enem e eles gostam muito dessa historinha de polaridade. Umas são fáceis, outras nem tanto. Certo? Então, cuidado com essa história aí. Voltamos
lá e vamos finalizar. Olha só, página três, exercício de aula. Então aquilo Ali era um tenso ativo. O de aula agora não é um tenso ativo. E olha que questão antiga, ano passado, texto longo, normalmente eu falo para vocês, questão de orgânica, tu não precisa ler o texto, certo? Vamos tentar não ler o texto, não ler texto longão, estrutura orgânica ali e vamos pro comando. Do ponto de vista das interações químicas, quais desses hormônios, eu não li o texto, vou no comando. Quais desses hormônios tem Cinco hormônios na direita? Deduzo, então sem ler que eu
tenho os hormônios. Tem maior solubilidade em ambientes aquáticos. Vem comigo. Mar, mar. Ambientes aquáticos. Polar ou apolar? Polar. Mar tem sal. Sal é polar. Muito bem. Qual dos cinco tu acha que vai se solubilizar melhor? Se tu deduziu que o mar, assim, a água normal sem ter sal já é, já é polar. Imagina a água e o ambiente aquático. Então, qual dos cinco hormônios vai se misturar Mais com ambientes aquáticos? Tá, mas Coca é tudo meio parecido. É meio parecido, mas não é igual. Olha o primeiro lá em cima, estradiol. Tu tem um monte de
carbono hidrogênio, um monte, um monte, monte. E o que que tu tem que chamar atenção na hora do análise da questão? Quantos oxigênios tem? Dois. Então eu diria que isso aí é bem pouquinho polar, porque tem um monte de carbono e apenas dois oxigênios. Olha pra tua direita. Estriol, um monte de Carbono hidrogênio e quantos oxigênios? Três. Só analisando as duas liga as duas ligações, as duas moléculas lá em cima, tu já sabe que o estradiol perdeu pro estriol. Que jeito, Coca? Vou ter que contar sim, contar oxigênio, guzado terminou. Que jeito. Tá vendo estriol?
Quantos oxigênios tem? Três. Tá vendo a estrona ali embaixo? Quantos oxigênios tem? Dois. Tá fora. Olha o novestrol, quantos oxigênios tem? Dois. Tá fora. Norentidronda, quantos oxigênios tem? Dois. Tá fora. Matamos. Que jeito respondia isso? Pela contagem de oxigênio? Sim. Quanto mais oxigênio, mais polar terminou. E o texto longo, perdeu 1 minuto e meio da tua vida. Por isso que falta tempo no segundo dia de prova. De novo, vocês já escutaram isso algumas vezes. Eu vou até novembro com vocês. Olhou orgânica, tenta não ler o texto. Vai no comando. Vai no comando. O Comando aqui
era quem se soluberiza em no mar tem que ser polar. Olha pra estrutura. Quem é mais polar? contou o número de oxigênio já era. Não é difícil, pessoas. Todo ano cai, ó, não é o co que tá dizendo, ó, isso aqui é 2025. Todo ano cai uma propriedade física. Eu acho que esse ano não é acho que esse ano não vai ser solubilidade porque caiu no passado. Eu acho que eles vão mudar a propriedade. Eu tô chutando para algumas turmas que vai ser ligações De hidrogênio ou de polo induzido, tá? É uma outra propriedade que
a gente vai ver. Viramos a página e nós vamos para geometria molecular. Passar um passar o negocinho aqui que tá ruim. Pessoas, geometria molecular é exatamente igual ao raciocínio da polardade. Santa Maria cobra de uma forma, Urgs cobra de uma forma, Enem cobra de outra. A vantagem é que o Enem é mais fácil que Santa Maria e a URGs. Enem cobra na orgânica, Santa Maria cobra na inorgânica. Pessoas, olha só, vamos introduzir o assunto antes de entrar nessas determinações aí. Substância orgânica mais explorada eh, perdão, substância química mais explorada, sem dúvida, é água. Certo? Vamos
lá. Vamos usar o que nós já sabemos de água, Incluindo a aula de hoje e a da semana passada. Quando eu tenho água e eu vou fazer as ligações, eu faço assim, olha só. uma ligação covalente polar simples, outra ligação covalente polar simples. Então nós temos aqui duas ligações covalente polar simples. Já vimos isso. Relembramos hoje que a água, como vai sobrar parzinho de elétrons, a água é uma substância polar. Beleza, já vimos isso hoje também. O que a gente vai ver agora é o seguinte, pegar o G de outra cor. Algum erro aqui? Não,
tudo certinho. A geometria molecular nos diz o seguinte: olha só. água H2O, duas ligações covalente polar simples. A geometria molecular vai nos dizer que essas três moléculas de água em verde que eu escrevi para vocês, uma tá certa, duas tá errada. Não entendi. Coca. Não são duas ligações simples. São, eu não tenho duas simples. Sim. Não sobra por Elétron? Sim. Não sobrou aqui. Sobrou. Não é duas simples. Sim. Sobrou. Sim. A geometria, pessoas, é qual a posição dos átomos no espaço? Que jeito destas três vocês não vão perceber porque é automático, a gente sempre faz
ela da forma correta. Mas há 40 minutos atrás, quando eu escrevi água aqui, eu escrevi água CO2. e NH3. Eu escrevi a água assim, porque esta é a posição correta. Esta é a geometria da água. Logo, tá vendo esta água aqui, ó? Golpe. Isso Aqui é uma geometria linear, não existe. Tá vendo essa água aqui? Golpe, tem que ter uma repulsão. Não tem aqui, ó. Não existe. Então este título grandão que está aí para vocês, geometria molecular, nada mais é do que posição dos átomos no espaço, tá? Tu vai me dizer agora que vou ter
que tá sabendo desenhar isso? Não, tu vai ter que saber o nome destas geometrias, não o desenho. Então eu não preciso me preocupar com o Desenho, a não ser que tu vai fazer a URGs. Vai fazer a URGs, a URGs cobra desenho. A URGs cobra o formato, exatamente como eu fiz ali, através das esferas, porque relembra a URGs cobra desenho Santa Maria e Enem cobra o nome. Então, geometria molecular corresponde à posição dos átomos no espaço. Cada posição leva um nome. Então, o que cabe a vocês é isso aqui. Nome das principais geometrias. Isso sim
é importante. Nome das principais geometrias. Caiu duas vezes no Enem, mas o Enem é fácil porque ele cobra só do carbono. A gente até já viu, mas a gente vai rever, tá? Carbono, Enem é carbono, é SP3, SP2 e assim por diante, tá? Vou colocar entre parênteses aqui, ó. Nome Enem aplica-se no carbono apenas. Final da aula de geometria, a gente vai para o carbono. Enem aplica-se na hibridação do carbono. Tá na hora já que você estão vazando, pá. Tá na hora, pessoas. Não vou acelerar. Amanhã a gente começa a geometria, tá? Aí a gente
vê as quatro principais regras e se der tempo a gente vai