retornamos a nossa ao nosso módulo 7 e dentro dessa perspectiva de Como associar né o consumo de carboidratos dentro da do planejamento nutricional claro que antes de falarmos de a quantidade de carboidratos nós estamos aqui fazendo algumas analogias quanto a resposta glicêmica insulínica né o papel dessa resposta se compromete ou não a resposta na composição corporal nós vamos estamos construindo esse raciocínio e terminei a aula anterior falando justamente dessa relação né da banana com a batata doce e muitas vezes a banana ou melhor as frutas sendo colocado na berlinda como algo que depõe contra os
resultados da composição corporal e vimos Claro por meio evidências que sim as frutas podem fazer parte veja não aqui querendo fazer uma Apologia negativa a batata doce pelo contrário um excelente alimento veja que muitas vezes as pessoas abrem mão das frutas para buscar formas de preparo com batata doce tão claro aqui vou mostrar uma relação entre batata doce cozida e batata doce assada mostrando então que elas têm a mesma quantidade em discíplicêmicos diferentes se nós pensarmos em glicêmico mas que sobretudo nós já estamos entendendo que a importância a relevância é a carga glicêmica dos alimentos
Então a partir do momento que você tem processos de preparo distintos você vai ter resposta glicêmica distinta Então veja que nós estamos vendo um comparativo do mesmo alimento que é batata doce onde uma está cozida A outra está assada e obviamente o fato do assar modificar a composição dessas fibras faz com que a carga glicêmica dobre então vejam o que a gente percebe muitas vezes é que as pessoas elas enaltecem um alimento e jogam Pedras em outro alimento e mesmo aquele enaltecido se a justificativa é a carga glicêmica o fato de mudar a forma de
preparo já joga a carga glicêmica para cima tornando então uma carga glicêmica até pior quando comparado a banana e muitas vezes as pessoas são fruta eu não como mas vão lá comer um chips de batata doce modificar a composição desse alimento em função da forma de preparo e ainda assim julgando que estão fazendo uma estratégia coisa interessante do que o consumo de frutas o que eu quero aqui colocar é que podemos consumir frutas podemos consumir a batata doce cozida e podemos consumir a batata doce assada mesmo tendo uma carga glicêmica mais alta até porque nós
já entendemos a relação da insulina e outra coisa já mostrei para vocês também a relação que quando você faz o consumo de um determinado alimento com fontes de gordura e fontes de proteína como eu mostrei o estudo com os 360 gramas de batata inglesa quando se adicionou 110 gramas de peito de frango obviamente o comportamento glicêmico muda Então veja no final das contas o que eu quero colocar que frutas podem fazer parte esses carboidratos aqui como a batata inglesa inglesa assada ou cozida pode fazer parte né o que eu não acho correto que eu estou
tentando aqui é justamente quebrar essas lendas urbanas que muitas vezes coloca enaltece um determinado alimento em detrimento de outro veja que esse alimento que é fantástico que a batata doce que é extremamente enaltecido se torna pior na própria justificativa das pessoas que fazem isso eu quero justifica a carga glicêmica o índice a carne glicêmica ainda assim se torna pior quando comparado eu digo A pobre da banana ou as frutas Então veja Então esse é um ponto importante para que nós tenhamos a atenção quanto as combinações Claro mas sem é criar dificuldades para o nosso paciente
em executar o plano nutricional e aqui é mais um raciocínio para a gente tentar quebrar essas lendas urbanas eu fiz um paralelo comparando batata doce com frutas e Já percebemos como eu vou reforçar sempre esse conteúdo que as frutas podem devem fazer parte né mesmo comparando aí com esse alimento que as pessoas tanto enaltecem que é a batata doce eu quero fazer uma comparação de alguns alimentos aqui em relação a resposta da glicose sanguínea frente a 50 gramas de carboidrato então a linha preta nos denuncia a resposta glicêmica quanto ao consumo de glicose a vermelha
quanto a resposta glicêmica do consumo de uma batata inglesa aqui alaranjada referente ao pão branco verde refrigerante e nós temos aqui a lentilha uma resposta glicêmica frente todos esses alimentos quando consumidos numa quantidade de 50 gramas de net Caps mas eu quero chamar atenção aqui na batata inglesa batata inglesa é essa também extremamente condenada não posso usar frutas tem que usar batata doce também não posso usar a batata inglesa porque o preferencialmente é o ideal pela Constituição em relação a carga glicêmica é a batata doce então vamos também desmistificar e perceber a possibilidade de usar
com muita tranquilidade seja batata inglesa seja também o arroz branco muito bem vejamos aqui então mais uma vez aquela tabela que eu trouxe alguns slides anteriores quanto a classificação do índice glicêmico carga glicêmica respectiva O que seria uma tabela de Baixo médio ou alto aqui nós temos o exemplo que eu já dei em relação a quantidade de uma quantidade de batata inglesa cozida nos trazendo aqui um índice glicêmico de 41 uma cargasêmica de 10 se nós colocarmos a mesma quantidade referente de uma e de outra nós vamos perceber que o índice glicêmico dessa batata inglesa
é praticamente o dobro né no quando se compara com a batata doce cozida então a gente vê aqui um índice glicêmico de 90 com uma carga glicêmica de 16 comparado a 10 dessa batata doce cozida Lembrando que a batata doce em forma assada chega a dar uma carga glicêmica de 20 muito bem Mas vamos entender isso aqui então justamente porque você tem um comportamento dessa batata inglesa para 50G de carboidratos como vimos no slide anterior como a curva glicêmica muito parecida a própria da glicose se condenou então o uso da batata inglesa muito bem só
a gente que essa batata inglesa nós podemos utilizá-la de uma forma muito benéfica dentro da nossa dieta como um todo na construção do nosso plano alimentar porque essa batata inglesa a partir do momento da forma com que você prepara e depois da forma com que você venha a consumir ela pode gerar um amido chamado de amido retrogradado ou nós vamos chamar de amido resistente do tipo 3 que o que que basicamente seria esse processo a partir do momento que você leva essa batata inglesa a corrupção depois você submete Essa batata inglesa a um resfriamento e
esse resfriamento leva então a retrogradação desse amido tornando então gerando um amido resistente ou seja um amido que não vai sofrer o processo de Hidrólise e se nós pensarmos numa perspectiva prática das pessoas que muitas vezes constrói as suas marmitas para poder comer ao longo da semana sejam congelando alimento ou sejam preparando pela manhã resfriando e depois esquentando na hora do almoço no jantar é um procedimento que é extremamente interessante para geração do amigo do amido retrogradar Então vamos olhar a caracterização né desses amigos quando passam por esse processo que nós vamos chamar de retrogradação
que é o aquecimento né o preparo por meio de aquecimento e depois resfriamento então vejam os alimentos foram cozidos tempo suficiente para ficarem macios Sem pressão que é basicamente o procedimento que nós fazemos em casa análise do teor de amido resistente após cocção e após hormonalisamento em freezer durante menos 20 graus durante 30 dias veja que aqui é uma condição extrema levar inclusive ao congelamento durante 30 dias mas o simples fato de você preparar esse alimento e levar uma temperatura de 5 graus 4 graus que é uma temperatura de uma geladeira já já era esse
processo de retrogradação E olha que interessante quando nós olhamos aqui os alimentos arroz integral espaguete batata inglesa e arroz branco então observa-se que o total de amido na terceira coluna total de amido digerível e o total de amido resistente antes do preparo né pós a corrupção E aí Claro após essa cocção avaliando então o teor pós retrogradação que foi o resfriamento vejam que nós temos aqui a batata inglesa com aumento de 117 por cento frente a esse amido resistente Ou seja percebam que podemos usar a batata inglesa o preparo resfriamento Sem problema nenhum independentemente nós
percebemos que existe uma diferença no índice glicêmico a forma na qual nós consumimos trazem então a possibilidade de usar com muita tranquilidade não só a batata inglesa como qualquer outro veja o arroz integral aumentou aí 108%, o arroz branco aumentou em 43%, o espaguete aumentou em 60% ou seja o processo de cocção e depois o processo de resfriamento nos dá condições então de nos expormos a uma concentração maior de amido resistente e nós vamos perceber nesse módulo a importância do amido resistente na saúde intestinal Principalmente quando nós estamos falando de dietas hiperproteicas nós vamos perceber
que é essencial o ajuste no consumo de alimentos fontes de amido resistente com a perspectiva de otimização da Saúde intestinal frente as dietas hiperproteicas porque nós vamos entender que essa dieta hiperproteica ela está sendo importante vai ser seja no ganho de massa muscular no próprio gerenciamento do Peso corporal como nós já vimos por outro lado as dietas hiperproteicas perdão vão trazer consequências que podem não ser interessantes para a saúde intestinal Então não é simplesmente então retirar as proteínas da dieta e sim adequarmos o consumo de outros alimentos para que possamos então continuar fazendo uma dieta
rica em proteínas então vejam Nós já estamos entendendo que voltando aos carboidratos a lei da termodinâmica ela é soberana em relação às flutuações da insulina que em relações a flutuação da insulina a carga glicêmica é mais importante do que o índice glicêmico que as frutas não impactam significativamente na glicemia que as frutas não impactam significativamente na insulina e que as frutas para gerar triglicerídeos tem que ser uma quantidade absurda e que as frutas em dietas em restrição proporcionam resultados robustos Quanto a redução de peso corporal e ainda assim dentro desse conceito de carboidratos dentro desse
conceito de carga glicêmica nós estamos entendendo que muitas vezes um alimento que acontecido como melhor alimento a ser consumido não necessariamente é melhor do que outros como vimos que a batata doce comparado a banana nós temos características idênticas e até mesmo quanto a batata inglesa que nós estamos vendo então que o processo de cocção em resfriamento nos traz benefícios não só em relação a carga glicêmica porque nós estamos fazendo a retrogradação gerando mais amido resistente mas que esse amido da resistente vai ser importantíssimo para a função intestinal em meio as dietas hiperproteicas E aí um
outro pergunta que cabe a gente responder e se eu faço esse processo várias vezes Então veja que nesse nessa tabela nessa publicação os alimentos foram submetidos a vários ciclos de aquecimento e resfriamento veja que cozimento em panela de pressão resfriamento A4 graus e reaquecimento em água fervendo vários ciclos foram feitos aqui é um comparativo de batata inglesa e batata doce veja então que esse teor de amido resistente ele aumenta continua aumentado na batata inglesa isso também acontece com a batata doce Então veja são alimentos que podem participar da dieta com tranquilidade e que vão trazer
mais benefícios no sentido da Saúde intestinal Estamos vendo isso com a batata doce mas estamos vendo isso com exata inglesa E aí se nós estamos falando de amido resistente e eu já estou aqui salientando a importância desse amido resistente ou com estou dizendo a importância de estruturas né de substâncias enfim que venham aumentar a produção de ácidos graxos de cadeia curta nós vamos entender que a produção de ácido drástica de acordo é algo fundamental para saúde intestinal Principalmente quando estamos falando de dietas hiperproteicas então estamos falando nessa consideração e falamos de amido resistente uma das
coisas que vem a nossa mente é a biomassa de banana verde mas se nós olharmos os trabalhos que caracterizam esse teor de amido resistente na biomassa de banana verde o cozimento da banana verde reduzir o teor de amido resistente em 88 por cento Então veja nós falamos muito da questão da biomassa de banana verde pensando nessa caracterização do amido resistente mas o que nós estamos percebendo que não é a melhor forma de lidar com o amido resistente da banana porque Justamente a biomassa de banana verde compromete o aquecimento da banana verde o cozimento compromete esse
teor de amido resistente então nós temos que pensar assim Poxa e agora o que fazer né Eu estou mencionando aqui constantemente a importância disso nesse momento da nossa formação pensando então que esses pacientes estão sendo submetidos a uma dieta hiperproteica nós Precisamos ajustar os carboidratos sobretudo carboidratos que nos deem então também condições de trazer uma maior saúde intestinal uma vez que nós sabemos que o excesso de proteína No que diz respeito à saúde intestinal é algo que por conta e o que classicamente conhecemos como a biomassa de banana verde como uma possibilidade de intervenção porém
nós Acabei de mostrar que há no cozimento comprometimento desse amido resistente e agora mais simples ainda mais fácil de resolver o ideal nesse sentido é explorar a farinha de banana verde porque a farinha de banana verde Tem sim uma excelente concentração de amido resistente e acaba sendo muito mais prática de você adicionar seja num batido né numa vitamina no suco alguma coisa que você venha a prescrever para o seu paciente no geral no geral a biomassa perdão a farinha de banana verde que nós temos acesso no mercado geralmente são feitas da banana banana Ou seja
que a Baby prata ou mesmo a prata Zulu que nós estamos olhando aqui ou seja dentro das nossas estratégias sem sombra de dúvidas percebemos que os carboidratos nós podemos lidar com uma série de carboidratos presentes na nossa dieta claro que nós vamos ajustar isso em termos de quantidade no decorrer do nosso curso e que entrando nesse momento na importância da Saúde intestinal quanto a esse manejo dietético que tem na sua essência a prescrição de carboidratos sobretudo nós estamos percebendo a importância do consumo proteico nesse momento e vamos entender então que para se ter esse consumo
proteico adequado eu preciso me preocupar também com a saúde intestinal frente a o aumento nesse consumo proteico