De receão aqui especial com a Ana Carolina. Já já ela vai falar pra gente aí sobre acessibilidade, sobre um montão de coisa interessante que ela preparou para hoje. Não vou dar spoiler, mas deixa eu colocar aqui a minha apresentação e vocês dizem para mim se tá aparecendo. Dá um joinha aí. Oi, perfeito. Então, vou apresentar nossa menina dos Olhos de hoje. Ana Carolina, mudou aí para vocês? >> Não. >> Ô, meu Deus. Pronto, agora mudou. >> Agora mudou. >> Boa. Então, essa bonita aí, ó. Ana Carolina Alves Silva, deixa eu falar esse currículo aqui, impressionante.
Ela é mestra em educação, graduada em pedagogia pela UFOP, possui especializações em psicopedagogia clínica e institucional e mídias e Educação. É especialista em tecnologias de fabricação digital, que eu achei o máximo esse título, aplicado à educação inclusiva pelo IFMG, com foco em pesquisa sobre tecnologia assistível. eh, atualmente ela é pós-graduando em linguagem, tecnologia pela UFMG. E aí, por todo esse repertório que ela tem, eu tenho certeza que a gente vai aprender muito hoje. Tenho certeza que será um momento muito especial, de muito aprendizado. E a gente vai fazer um Combinado. Já conversei com ela. Se
vocês tiverem qualquer comentário, qualquer pergunta, vocês fiquem à vontade para escrever no chat durante a a apresentação dela que eu vou lendo aqui, vou informando, vou interrompendo aqui, eh, para que ela possa responder na hora, fazer comentários, [limpando a garganta] porque assim fica mais dinâmico, né? Fica um bate-papo mesmo, senão às vezes você guarda lá pro final sua dúvida, seu comentário, acaba Até esquecendo. Então, fica à vontade, pode escrever no chat, aí eu vou intermediando aqui esse esse caminho, tá bom? Ana Carolina, vou parar aqui meu compartilhamento e aí é com você. Fique à vontade.
Seja bem-vinda. >> Muito obrigada, P. >> Boa noite a todos e todas. É um prazer estar aqui com vocês falando sobre uma temática que me atravessa de diversas formas. E quando eu recebi esse convite, Né, eu falei: "Não, eu preciso falar um pouquinho mais sobre como nós educadores, né, vou colocar que todos nós somos educadores, podemos e devemos trabalhar a inclusão e com o brilhantismo da inteligência artificial para nos apoiar nessa travessia, nessa caminhada, tá? Vou compartilhar minha tela, eu vou fazer a perguntinha de prá se vocês estão visualizando, combinado? Chegou aqui para mim. >>
Chegou. >> Perfeito, pessoal. Muito obrigada. Então, eh, será que há inteligência artificial e inclusão realmente dá certo? Por onde que a gente começa, já que ela dá certo? Como que a gente pode transitar e pensar essa educação inclusiva, né? a inclusão que cada vez mais está presente nas nossas escolas, na educação, como que a gente pode pensar essa inclusão no nosso dia a dia. E aí vocês vão ver que eu vou trazer bastante eh vários termos, várias Terminologias que perpassam a inclusão, como desenho universal para aprendizagem, adaptação e como que a gente pode usar de
fato essa inteligência artificial para apoiar, né? Porque a gente sabe que eu eu gosto muito de usar a IA, usar o termo da IA como repositório criativo, né? I pode nos apoiar com várias ideias, várias possibilidades. E aí a gente, o momento nosso de hoje é justamente pensar nessa Iá como um Instrumento, como ferramenta para ampliar os nossos horizontes. E aí como o meu queridinho, que eu gosto muito de usar e que eu acredito que é um dos principais para pensar a educação inclusiva é o de modo canvas. Então, como que nós educadores podemos projetar
a educação inclusiva usando o Gemini em modo canvas? Como que a gente pode pensar, né, essa acessibilidade do dia a dia, né, da ação docente usando essa ferramenta poderosíssima e eu vou eh Transitar ela com vocês. Não vou me delongar aqui nas minhas credenciais acadêmicas, né, porque a parte já me apresentou. Deixa eu passar meu mouse tá meio lentinho, mas aí eu queria propor pra gente refletir um pouco eh nesse modelo educacional que nós temos eh atualmente, né? E não só atualmente, ele é um modelo educacional que perpassa a educação por muitos e muitos anos,
que é esse modelo do professor que tá ali na frente, o Detentor de conhecimento, né? E ele precisa eh ensinar para todo mundo. Os alunos são como tábua rasa, né? que o professor tem que ali depositar na cabecinha deles todo conhecimento, todo conteúdo. E aí a gente olhando para essa charge, a gente vê um professor que tá de costas paraa sala de aula, ele não tá nem olhando pros alunos. E aí ele fala: "A prova é amanhã. Veja bem, ouça e olhe". Só que ele tá desconsiderando as características, as potencialidades De cada um dos estudantes.
Aqui eu tenho um aluno com deficiência auditiva, então o o ouça não vai atingir esse aluno. Um aluno com deficiência visual, então veja bem, o óle também não vai atingir esse aluno, um aluno com neurodivergente, né, com autismo, TDH ou deficiência intelectual. Então, uma pergunta que eu queria trazer para vocês refletirem. Vocês acham que esse comando, esse único comando dado por esse professor vai atingir a todos os estudantes? Eu tô vendo algumas cabecinhas balançando e que bom que estão balançando negativamente, porque não vai atingir a todos os alunos. E aqui, mesmo se a gente não
for pensar apenas na inclusão, se a gente for olhar a gama de características dos nossos estudantes hoje, que a neurociência cada vez mais brilhantemente vem mostrando isso pra gente, que cada sujeito, cada estudante, cada pessoa tem uma forma singular eh de interagir com o processo de Aprendizagem, de interagir com o conhecimento. Então esse único comando dado pelo por esse professor não vai atingir a todos os alunos. Então a ideia é que a gente vire esse professor, né, que a gente transforme esse esse essa charge nessa aqui, no qual o professor ele vire para os alunos,
enxergue os alunos, eh olhe as potencialidades de cada um desses alunos. E se a gente perceber aqui, ele tá regando cada uma dessas flores. Essas flores representam As potencialidades de cada aluno. E nós, como educadores, nós precisamos olhar isso nos nossos alunos. Não que falta. Esses dias eu tava comentando com algum grupo de amigos que que é até o sobre um livro, né? A parte que me falta. Por que que a gente olha só o que falta? Por que que a gente não olha o recheio, as potencialidades de cada um? E aí eu convido vocês
educadores a enxergar cada um dos seus estudantes como sementes que nós vamos regar, encher com várias Possibilidades, com várias ferramentas. Uma delas é o modo canvas. Mas como que a gente pode florescer em cada um dos alunos? que a gente possa pensar em várias possibilidades para que cada aluno floresça na sua singularidade. E quando a gente pensa, né, nesse florescimento, nessas potencialidades, e aí trazendo paraa educação, inclusive, a gente não pode deixar de falar das legislações brasileiras que asseguram a inclusão, asseguram a educação Inclusiva. Eh, primeiro nós temos uma lei brasileira de inclusão que foi
promulgada em julho de 2015. Então, é uma lei considerada recente, né? Vai fazer agora 11 anos. E essa lei, ela não é apenas da educação, ela é considerada o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que direciona todo o fazer que perpassa a pessoa com deficiência. Então, turismo, saúde, educação, eh, meio de transporte, tudo que envolve a pessoa com deficiência. Essa legislação é Amparada, é direcionada. E vocês vão ver que durante a minha formação, a minha fala, eu vou trazer alguns trechos das legislações, porque elas que são o direcionamento nosso como educador, né? A gente precisa sempre
estar amparado legalmente para transitar essa educação inclusiva. Mas já me adianto que não é o meu foco aqui hoje, não é falar sobre legislação, mas eu preciso trazer ela para ilustrar algum dos meus pontos. Mas além da LBI, que é a lei brasileira De Inclusão, eu queria trazer o decreto 12.773, 773, que assim tá bem fresquinho. Ele foi promulgado em dezembro de 2025, ano passado. Esse decreto, diferentemente da LBI, que é é uma lei ampla, ele é específico da educação inclusiva. E aí, pessoal, até para direcionar, decreto não é nenhuma legislação nova, ela é apenas
um direcionamento de leis que já existem, como a própria LBI, a LDB, todas as legislações são trazidas aqui dentro Desse decreto. E o decreto ele precisa ser assinado pelo governo de 30 em 30 dias, porque depois desses 30 dias, se não tiver nenhuma atualização, ele continua sendo vigente. ele tiver atualização, ele muda o número e precisa de ter uma nova eh assinatura do governo. Então, ou esse ano nós estamos em ano eleitoral, então possivelmente esse decreto nó não sei se ele vai continuar ou se ele vai ser alterado ao longo desse ano. Mas o que
que esse Decreto diz? O principal ponto que ele traz, nós educação, não podemos, não devemos trabalhar educação inclusiva pautados em laudo médico, diagnóstico médico. Nós educação olhamos as potencialidades dos estudantes. Por quê? Quando a gente olha pro modelo, né, para pra pro diagnóstico, pro laudo, nós seguimos o modelo médico da deficiência. O que que seria esse modelo médico? O médico na hora que ele vai fazer o diagnóstico, ele olha o que falta Naquele sujeito. Por exemplo, uma pessoa não tem audição, falta audição, ela tem surdez ou deficiência auditiva. Nós educação, precisamos transitar com o modelo
social da deficiência, que nós não olhamos as faltas, nós olhamos as potencialidades e as barreiras que impedem esse sujeito de ter autonomia e a plena participação na sociedade. Então nós educação olhamos quais são as barreiras que esse aluno tem para interagir com o processo de Aprendizagem. É uma barreira atitudinal? É uma barreira metodológica, é uma barreira física, comunicacional? Qual é a barreira que impede de fato esse aluno de participar do processo de aprendizagem? Então nós educação precisamos olhar para essas barreiras, mas também para as potencialidades de cada estudante. E o decreto traz também que já
que não é o diagnóstico ou laudo, o decreto ele traz o estudo de caso como a metodologia oficial de Acompanhamento dos estudantes público alvo da educação especial e inclusiva. guarda esse termo educação, estudo de caso, porque ele que vai ser o direcionamento para a utilização do diaminar em modo canvas. Porque quando eu faço um bom estudo de caso, quando eu conheço o meu aluno, que é aquele aquela charge que eu mostrei, como eu tô olhando de frente pros meus alunos e tô regando eles, eu conheço o meu aluno, eu sei fazer um bom Estudo de
caso e consequentemente eu consigo projetar uma boa ferramenta, uma ferramenta que de fato vai garantir a autonomia e a plena participação dos meus estudantes no processo de aprendizagem. OK? Então, falei um pouquinho sobre o decreto. Quando a gente pensa, né, não só na legislação, eh, por muito tempo a gente pensava que a inclusão ela começava na adaptação. Ah, eu vou fazer a aula adaptada porque eu tenho um aluno Que é público alvo da educação especial inclusiva. Ah, eu vou, eu estou fazendo inclusão porque eu faço adaptação da minha aula. Mas antes de fazer a adaptação,
a gente precisa olhar paraa base, que é aqui a base dessa pirâmide, né, desse triângulo, que é o desenho universal para a aprendizagem. E o por que que esse desenho universal para aprendizagem é tão importante? Porque quando a gente projeta uma aula, um currículo que já nasce acessível desde o Começo, que contempla a maioria dos nossos alunos, as nossas adaptações se tornam menores, menos adaptações e consequentemente é menos trabalho pro professor pensar em atividades ou provas adaptadas, tá? Mas eu vou entrar em detalhes do que que seria esse duo, esse desenho universal paraa aprendizagem, pra
gente entender. Então aqui trago uma comparação de algumas terminologias que todo mundo possivelmente já ouviu falar ou já conhece e que a gente costuma Relacionar com a inclusão. Então aqui eu vou puxar a sardinha, tá gente? Eu sou mineira cruzeirense, então eu vou puxar a sardinha pro meu time de futebol. Pensa aqui que eles estão assistindo o jogo do Cruzeiro, tá? Uma vitória do Cruzeiro, por favor. Então pensa que eles estão aqui assistindo o jogo do Cruzeiro. E nesse modelo de desigualdade nem todos aqui vão conseguir assistir o jogo do Cruzeiro, porque tem uma uma
um muro, uma barreira que impede a todos de Visualizarem o jogo. Eu tenho uma pessoa que é grande, ela consegue enxergar porque ela é maior que esse muro. O pequenininho, ele não consegue enxergar. O mediano pouquinho ano que vem, possivelmente quando ele crescer mais pouquinho, ele vai conseguir assistir o jogo. Esse é um modelo de desigualdade, no qual não todas as pessoas têm as mesmas oportunidades, as mesmas ferramentas, os mesmos eh processos para participar plenamente. Igualdade, então tá, olha, tem uma barreira, tem um muro, mas eu posso disponibilizar as mesmas ferramentas para cada uma delas.
Isso é igualdade. Então, olha só, vou dar um banquinho para cada um. São as mesmas ferramentas. O grande que nem precisava, eu eu dei o banquinho. O pequenininho precisava demais, ele ganhou um só porque é igual para todo mundo, né? Então dei um só para ele. Ele ainda não consegue assistir o jogo do Cruzeiro. O Mediano Agora sim ele foi o único que foi plenamente beneficiado por essa igualdade, né? Então, a gente contemplou poucas pessoas com essa igualdade. Equidade é quando a gente disponibiliza as ferramentas específicas para cada. Então, eu vou analisar o que cada
um precisa e vou disponibilizar. O grande não precisava, não dei. O mediano, ele precisava só de um, dei só um. O pequenininho, ele precisava de três, então eu dei três para ele. Então esse é O modelo de equidade. E se a gente derrubasse esse muro, todas as pessoas não iam enxergar o jogo no mesmo tempo, da mesma forma, sem nenhum ajuste, sem nenhuma adaptação. Esse é o princípio do desenho universal. O desenho universal, ele nasceu na arquitetura, tá? Eh, não é tão não é tão antigo, é um é um conceito recente, no qual eh uma
pessoa com deficiência física, um arquiteto, falou que os espaços, os ambientes não podem se Tornar acessíveis desde o começo? Foi aí que surgiram as rampas, foi aí que surgiu o elevador. Vocês sabiam que o elevador é uma ferramenta que inicialmente foi destinada para pessoas com deficiência física ou que usam cadeira de rodas? Mas quem mais se beneficia da do elevador? Todo mundo, né? Eu eu só ando de elevador, não me ponho para subir escada não, que eu detesto. Então eu uso o elevador porque esse elevador é Universal. Essa é a ideia do desenho universal. Então,
como que a gente pode trazer esse desenho universal? Eh, até falando um pouquinho sobre a, na verdade, trazendo paraa educação, que é o dua, né? essa palavrinha bonitinha, desenho universal para a para aprendizagem. Um dos principais pensadores do Dua é o heredeiro, Sebastian Heredeiro. Posso até trazer aqui para vocês a os artigos, né, as escritas, os os textos do Heredeiro que ilustram, que direcionam sobre o que que é o desenho universal para aprendizagem, mas ele é um modelo conceitual e no qual ele traz as quais são as características que são primordiais, essenciais paraa construção de
currículos e aulas, né, que sejam abrangentes e de fato efetivos para todos os estudantes. Então, o objetivo do DUA do desenho universal para aprendizagem é proporcionar que todos os alunos, Todos os dentes, eles consigam participar plenamente. E aqui todos os dentes é aluno com deficiência e aluno sem deficiência, porque ele é universal. Isso é trazer as mesmas oportunidades de aprendizagem, independentemente eh de da habilidade que esse estudante tem, da necessidade que esse estudante tem ou da competência que esse estudante tem. OK? Então esse é o princípio do desenho universal para aprendizagem. E aí, como eu
disse, né, o desenho Universal ele eh comungou muito de dessa ideia eh da arquitetura. Então, a gente fazendo essa analogia é como se fosse uma rampa. Uma rampa ela pode ser usada por qualquer pessoa, para uma pessoa que usa cadeira de rodas, para uma pessoa com a mala pesada, para uma pessoa idosa, por uma mãe com carrinho de bebê. Então, todo mundo pode usar. Então, como que a gente pode trazer esses conceitos, essas essas concepções para a sala de aula? Como que eu posso pensar uma aula Que seja acessível para todos os estudantes desde o
começo para que se torne acessível para todos? Então, vamos trazer um pouquinho sobre como que a gente pode pensar na nossa prática, né? Eu disse para vocês que eu ia falar bastante sobre a legislação. Na verdade, eu não ia entrar tanto em legislação, mas eu ia trazer ela para ilustrar eh algum desses conceitos. Quando a gente abre a lei brasileira de inclusão, que é a lei 13.144, Ela já traz o desenho universal, que ela fala que o desenho universal é a concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usado por todas as pessoas sem
necessidade de adaptação. Por isso que eu disse para vocês que a adaptação ela vem depois. Eu primeiro preciso assegurar o desenho universal para depois pensar na adaptação ou de projetos específicos, incluindo os recursos de tecnologia assistiva. Então, o desenho universal Será sempre tomado como regra de caráter geral. Então sempre ele é o primeiro passo antes de qualquer ação. E depois nas hipóteses em que comprovadamente o desenho universal não possa ser empreendido, aí sim que a gente adota as adaptações razoáveis, que é o termo que a legislação traz para as adaptações, tanto físicas, metodológicas, pro processo,
não só de aprendizagem, mas toda adaptação paraa pessoa com deficiência. OK? Alguma, alguma dúvida até aqui, Patrícia? >> Deixa eu aproveitar que você interrompeu para perguntar. Pessoal, vocês estão conseguindo escrever no chat? >> Porque dá dá um, ó, não, porque eu escrevi aqui, eu acho que vocês não estão vendo. Eu vou mexer aqui na configuração, eh, para ver se eu consigo. É, eu já entendi. Vocês, eles não estão conseguindo escrever no chat. >> Tá aparecendo o quê? para vocês aí. Se alguém quiser abrir o o microfone, >> aparece assim, ó. As mensagens na chamada estão
disponíveis no Google Chat para convidados que são da mesma organização da pessoa. >> OK. Eu vou eu vou mexer aqui nas configurações para ver se eu consigo liberar, tá bom? Obrigada. >> Por isso que eu col coloquei boa noite, ninguém falou comigo, eu fiquei besta aqui. [risadas] >> Eu também. >> Pessoal tá falando e ninguém responde. Ai, que vergonha. Eu tô mexendo a configuração para ver aqui. Então, por enquanto estamos sem dúvidas, mas eu já vou vou dar um jeito de liberar aqui, tá? Pode prosseguir aí, ó. >> Perfeito, Pat. Obrigada pelo apoio. Então, caminhando
um pouquinho mais, como que a gente pode pensar esse desenho universal trazendo paraa educação, né? Eu trago aqui quais são as Principais perguntas que a gente pode e deve fazer quando a gente tá construindo o nosso planejamento, construindo o nosso currículo, porque o desenho universal para aprendizagem, eu vou trazer aqui posteriormente, ele direciona que nós, quando vamos projetar as nossas aulas, a gente precisa trabalhar com múltiplos meios, múltiplos meios de apresentação, de ação e expressão e de engajamento. Quando a gente fala nos múltiplos me Veios de apresentação, é o que que a gente tá apresentando
pro nosso aluno, qual é o conteúdo que a gente tá ensinando, que a gente tá trabalhando? E a pergunta que a gente deve fazer é: o conteúdo está apresentado de diferentes formas. Eu tô apresentando pro meu aluno sobre multiplicação de uma gama diferentes de variedades, de formas. Eu tô apresentando para eles eh vários formatos ou eu estou apenas me debruçando no material didático, no Livro do aluno? Será que esse é o único formato que eu posso contemplar os meus alunos? E aí a gente volta lá para aquela charge do começo, né? a gente tá fazendo
uma aula única para todo mundo e a gente espera que todos os alunos se encaixem nesse modelo, mas a gente sabe que hoje em dia a gente não pode eh contemplar apenas por esses formatos, né? A neurociência fala que tem alunos que são visuais, alunos que são auditivos, alunos que são sinestésicos. Então, como que eu posso pensar a minha aula contemplando esses vários vários vários estilos de aprendizagem? Eu posso pensar a minha aula sendo mais visual, sendo mais auditiva, sendo mais sinestésica. E depois são os múltiplos múltiplas formas de ação e expressão, que é como
o meu aluno, ele vai me expressar o que ele de fato tá aprendendo. Se meu aluno tirou 10, ai parabéns, ele aprendeu tudo. Se ele tirou cinco, ah, ele não aprendeu nada. A gente sabe que a avaliação formal, né, a prova, ela não é o único meio de do aluno expressar que ele aprendeu. Eu, por exemplo, eu sempre trago esse esse exemplo meu, porque ele é bem bem representativo. Eu sempre tive muita dificuldade de fazer prova escrita, porque eu fico extremamente nervosa. Mesmo que eu saiba o conteúdo, eu fico muito ansiosa e essa ansiedade me
gera uma barreira cognitiva. Eu fico paralisada. Eu lembro que eu tinha uma Professora de língua portuguesa chamada Nadir. A Nadir, ela visualizava, visualizou isso em mim, gente. A Ana participa da aula, faz tudo e a Ana sempre tira ali quatro, cco, seis, não tá batendo. E aí a Nadira, ela utilizou os múltiplos meios de ação e expressão. Então, além de fazer a prova escrita, eu tinha que explicar para ela a prova depois oralmente, porque no oral eu, na forma oral, eu conseguia explicar para ela todo o meu raciocínio. Então, ela Usou uma outra forma para
eu expressar o meu processo. Então, qual é a pergunta que a gente precisa se fazer nesses múltiplos meios de ação e expressão? durante a realização das atividades, são possibilitados aos nossos alunos diferentes formas de expressar aquilo que sabem ou que estão aprendendo do conteúdo. Eu estou trazendo essas essas formas diferentes do meu aluno mostrar que de fato tá aprendendo. E por fim, é a área afetiva, né, do coraçãozinho aqui Nosso. como que o nosso aluno ele se sente envolvido com o processo de aprendizagem, que é a grande pergunta, né? O porqu e o para que
eu estou aprendendo isso? Eu acredito que esse seja o grande paradigma da educação atual, que os nossos alunos eles não conseguem fazer uma conexão do que eles vivenciam na prática com o que eles estão aprendendo em sala de aula. Aquela clássica pergunta: "Por eu estou aprendendo a teoria de máscara, Professora? Eu não vou usar a teoria de máscara para absolutamente nada na minha vida. Por que que eu estou aprendendo substantivo, adjetivo, predicado, se eu só preciso falar uma frase? Eu não preciso saber que a posição da do verbo muda, que o aluno ele não faz,
não consegue fazer essa conexão, ele não se sente envolvido, engajado com o processo de aprendizagem. Então, como que eu posso trazer o meu aluno para esse processo, garantindo essas múltiplas Formas de engajamento, de participação e de envolvimento dos alunos nesse processo de aprendizagem? Para ficar um pouco mais claro, eu fiz aqui uma organização desses três pilares. Então, o primeiro são os múltiplos meios de apresentação, que é a ativação das redes de reconhecimento. Eu falo essa ativação porque cada área do cérebro é atingida quando a gente traz esses múltiplos meios de apresentação. A ideia é maximizar
a Compreensão e o processamento dos nossos alunos em determinado conteúdo, em determinada informação que a gente tá trazendo para ele. Porque, por exemplo, se eu tô aprendendo sobre valor adjetivo e valor absoluto, além de ver a posição dos números divididos por cores, eu posso trabalhar com uma música que o aluno vai ficar com aquela musiquinha chiclete. Aí na hora da prova ele vai trazer essa esse repertório cognitivo pro processo de aprendizagem. Então o Aluno ele vai fazer sinapses que vai trazer pro processo de aprendizagem. Então, a ideia é a gente maximizar essa essas possibilidades. Se
a gente foca só no livro, a gente não tá nem viajando o aluno, porque ele tá ficando ali só no livro, ele não se sente envolvido, engajado. A outra, o outro pilar, como eu disse, são os múltiplos meios de ação e expressão, que é a ativação das redes estratégicas, que é a variação dos Métodos de resposta do nosso aluno e também de navegação. Não é apenas a prova oral, não é apenas a prova escrita, é um trabalho, é uma forma visual. Então, o aluno ele tem, ele não é alfabetizado, ele tá na segunda série. Meu
aluno, ele pode desenhar, ele pode fazer de forma oral, ele pode fazer o círculo. Então, como que o meu aluno ele pode de fato expressar o seu processo de aprendizagem? E por fim, como eu disse anteriormente, são os múltiplos meios de Engajamento, envolvimento, que são a ativação das redes afetivas dos nossos alunos. Nós precisamos variar os métodos de estimular o interesse do nosso aluno. OK, conseguiu ativar a Pat, tem alguma dúvida no chat? >> Nós temos aqui um complemento que é o perguntas e respostas. Quem tiver pode mandar por aqui >> para que o pessoal
consegue achar. >> Nove bolinhas de ferramentas da reunião. Tem a opção perguntas e respostas. Quem quiser mandar >> primeiro, pessoal, o chat por enquanto eu não consegui liberar, mas se vocês forem naquelas nove bolinhas que tem lá embaixo no canto inferior ali direito, tem um um complemento ali que chama perguntas e respostas. Aí vocês conseguem escrever por ali que aí eu sei que não é o ideal, mas eu consigo ver e repassar pra Ana, tá bom? Então, fiquem à vontade para escrever por ali por enquanto. >> Perfeito, pessoal. Então, como eu disse, voltando aqui no
desenho universal, ele ele atinge áreas cerebrais específicas quando a gente trabalha o a representação, ação e expressão e o envolvimento. E aí o Levi Vigotsk, né, que foi um dos grandes pensadores ali como o Jean Pag, que ele fala sobre a zona de desenvolvimento proximal, né, que ele fala que quando a gente pensa nesse desenvolvimento dos nossos estudantes pras crianças, né, que É o que o Levi traz, que a gente primeiro precisa fazer o reconhecimento da informação, depois a aplicação de estratégias e engajamento. E aqui eu falei primeiro, mas não não necessariamente um vem primeiro
que o outro, mas eles são como se fosse um círculo que um perpassa o outro é em determinada ação quando a gente faz a construção dos nossos currículos, dos nossos planejamentos. E aí a pergunta de 1 milhão de dólares, Né, gente? Mas e na minha prática pedagógica, porque Ana muito legal na teoria, mas na prática não funciona bem assim. Eu não consigo pensar a minha aula eh de forma com múltiplos meios, várias representações, várias ações, expressões, engajamento, como que eu posso trazer toda essa teoria que você trouxe aqui, né, que eu trouxe para vocês, paraa
sala de aula, pro meu planejamento, para minhas, paraa minha organização de conteúdo. Então aqui eu Vou usar, focar em um componente curricular e uma série específica paraa gente trabalhar, mas ela perpassa por todos os outros, desde a educação infantil até o ensino médio. OK? Eu trouxe aqui o quarto ano porque a minha zona de conforto é o a série que eu já lecionei, eu já lecionei pro quarto ano e não tão zona de conforto aqui porque eu trouxe matemática e eu tenho muita dificuldade de matemática, mas eu trouxe justamente para me desafiar nesse Conteúdo. Então
aqui eu trouxe um plano de aula de matemática do quarto ano e o tema dessa aula é o sistema de numeração decimal. Então aqui eu tô ensinando pros meus alunos que o número muda de acordo com a posição. Então na unidade ele vale quatro, na dezena ele vale 10, na centena ele vale 100, na unidade de milhar ele vale 4.000. Então eu tô mostrando pro aluno que quando eu mudo o número, ele muda o seu valor. Isso, gente, é muito abstrato da gente ensinar Para uma criança que tá no quarto ano. Pra gente pode ser
algo muito tranquilo que a gente aprendeu lá no quarto ano, mas para eles é algo muito abstrato. Eles aprenderam que o número é número dependente da posição. Por isso que a gente tá trabalhando valor relativo, que é relativo à posição, e valor absoluto, porque é o valor do número absoluto, independente da posição que ele tiver. Então aqui, qual é o objetivo do conhecimento quando eu trabalho lá sobre Sistema de numeração decimal? Então eu tô trabalhando a leitura, a escrita, a comparação e a ordenação dos números naturais até cinco ordens, tá? Então é até o a
ao decimal. Qual é a habilidade da BNCC que eu tô trabalhando? Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem de dezenas de milhares. os objetivos: desenvolver a compreensão do sistema de numeração, desenvolver habilidades de decomposição e composição, aprimorar o raciocínio Rápido e, por fim, promover a o trabalho em equipe. Então, como que eu posso pensar todo esse plano de aula, toda essa estrutura trazendo para minha sala de aula, pro meu planejamento, paraa minha estrutura, usando o desenho universal para aprendizagem, mas como eh plus, né, como possibilidade, usando o Gemini em modo canvas. Então, qual
que é a primeira possibilidade de representação? Então aqui eu trouxe para vocês o Material que eu criei usando de modo canvas, que é uma calculadora de valor relativo e valor absoluto. Deixa eu mostrar para vocês então como que funciona essa calculadora. Então aqui o aluno ele vai ter os números dividido por cores, bem bonitinho, né? Unidade de milhar amarelo, centena vermelho, dezena azul, unidade eh verde. Então o aluno ele consegue ver bem visual a posição dos números e além de ver ele pode ver Outras posições. Então 460. Então eu consigo ter essa visualização. Então o
aluno ele vai brincando aqui com os números e tendo uma representação visual. Lembra que eu mostrei para vocês que o du ele conversa muito com a neurociência? Então eu tô estou trazendo uma representação visual daquele conteúdo, mas eu não quis deixar só representação visual, eu trouxe um desafio pros alunos trabalharem, que aí eu também estou Explorando a o sinestésico, né, o mão na massa, a experimentação do aluno. Então aqui o aluno ele precisa mostrar onde está a unidade. Vou errar só para falar, mostrar com vocês. Então ele mostra que tá errado e aí eu tenho
que responder. Então o aluno ele vai experimentando, ele vai jogando essas possibilidades. Então além de ter uma representação visual, que é um estímulo de estudo diferente, que aí eu tô trazendo lá no DUA múltiplos meios de representação e Também os múltiplos meios de engajamento. Isso aqui engaja muito mais do que só ficar trazendo livro didático pro aluno. Não estou falando que não precisa usar o material didático, viu, pessoal? O a ferramenta do Gemin modo canvas é um a mais que pode e deve ser usado para complementar o que está sendo trabalhado no material, ok? Então,
essa aqui é a primeira representação que eu trouxe para vocês. Uma outra possibilidade Que eu criei, deixa eu mostrar aqui, a segunda possibilidade de representação. Agora, além de trabalhar os múltiplos meios de representação, agora eu também posso trabalhar os múltiplos meios de ação e expressão. Então aqui eu posso acompanhar de fato o que o meu aluno aprendeu. Então essa aqui é um desafio decimal. Deixa eu mostrar para vocês como que ele funciona. Então quando eu acesso ele aqui, o aluno Ele vai ter que escrever. Então no número 452, eu tenho que falar que tenho 450
e 2. E ele confere a resposta que ele ainda mostra bem visual. E aí eu coloquei algumas operações ao longo do processo para não ser só aquele estímulo que o aluno tá visualizando. Então aqui, deixa eu errar só para mostrar aí ele ainda não pense na centena que falta para chegar em 300. Então ele vai Dando dicas pro aluno experimentar. Olha que legal. Vamos que eu entendi. Então 300. Conferir a resposta. OK. Então aqui eu tô trabalhando várias possibilidades com o meu estudante e além disso eu coloquei algumas dicazinhas pro aluno usar como representação também.
Então lá eu tô fazendo atividade, fiquei com uma dúvida, eu venho aqui. A centena é representação de grupos de 100. use as Placas verdes do material dourado, porque no quarto ano os alunos usam muito material dourado, né, que também é uma representação visual eh do sistema de numeração. Dezena, que eu também coloquei unidade. E aqui eu coloquei uma dica para ele trabalhar com as operações. Tente ler a conta em voz alta para descobrir qual pedaço do número sumiu. Bem legal que aí eu tô trabalhando vários estímulos, várias formas. pro meu aluno. OK, até aqui. >>
Perfeito. >> Ó, tem um comentário da Vanessa. >> Maravilha. >> Eu compartilho com ela. Quando eu comecei a estudar a dua, me deu uma angústia muito grande, porque inicialmente só pensei no aumento. >> Eu travei ou foi a Patrícia? >> Foi a Pát. >> Eu caí. Eu caí. >> Voltou. >> Voltou. Então vamos lá. Quando eu comecei a estudar o dua, me deu uma angústia muito grande, porque inicialmente eu pensei no aumento do trabalho que eu teria para construir tantas formas de apresentação dos conteúdos. Hoje estou mais tranquila, tanto por entender mais sobre o dua
e por usar as tecnologias como aliada. >> Perfeito. Exatamente. Quem que, qual que é o nome da >> Vanessa, Vanessa Gomes. >> Vanessa, super concordo com você e realmente esse é o sentimento, né? porque tudo que é novidade, a gente fica eh com esse sentimento. E hoje eu vou mostrar para vocês e e vou dar várias ferramentas que vocês podem e devem usar a inteligência artificial para não tornar esse planejamento universal como um trabalho, um peso, um problema, algo difícil pro professor pensar. Porque quando a gente traz essas várias possibilidades, A gente consegue atingir uma
gama muito maior de alunos e isso até retira um um trabalho a mais que nós teríamos, né, como educadores, que é o que eu disse, que é fazer a adaptação, que quando eu contemplo a maioria dos meus alunos, as adaptações elas reduzem, OK? Mas eu super compreendo e concordo com o seu sentimento, viu, Vanessa? E aí, pessoal, queria mostrar para vocês, eu até tava abrindo aqui várias abas abertas, viu, pessoal? Eu vou fazer ao vivo com vocês Aquela calculadora pra gente mostrar passo a passo, porque caso alguém não tenha visto, não tenha usado de modo
canvas, então aqui fica até um gostinho para vocês experimentarem. Daqui a pouco eu tenho até um presente para dar para vocês, para ser esse pontapé inicial para vocês cada vez mais experimentarem o deimal do canvas. >> Ana, >> hum, pode falar. Eh, Giovana e Cris, praticamente a mesma coisa, ó. Estou Super curiosa para saber qual foi o prompt dado ao Gemini para jogos tão legais. Eu uso muito canvas, mas nunca fiz, por exemplo, com mais de uma aba. Estou adorando. E a Cris também tá aqui. Qual foi o prompt usado no modo CAS para esse
exemplo? >> Ó, >> opa, agora foi ela que travou. >> É, agora eu fiquei na dúvida, falei, será que foi? Outra vez voltou. >> É, tá bom. Voltou. Vai. >> Voltou. É a Cris. E quem é a outra pessoa que pediu para falar do prompt? >> Cris e Vanessa. Não, mentira. Geovana. >> Giovana. Cris e Giovana. Realmente quando a gente pensa num bom prompt é o que é o melhor a ferramenta. Eu vou falar sobre os prompts daqui a pouco, tá? como que eu construí cada uma dessas e vou explorar outras que eu trouxe como
possibilidade. Mas aqui eu costumo até vou falar bem passo a passo porque pode ser que tenha Alguma pessoa aqui que nunca acessou o Gemini em modo canvas, tá? O Geminai, gente, é uma IA com muitas funcionalidades e eu costumo sempre indicar os educadores a nunca terem medo de clicar. Experimentem todas as ferramentas. São muitas possibilidades, muitas eh ferramentas já disponibilizadas para nós educadores. Então aqui quando eu acesso a página inicial, eu tenho aqui ferramentas. Quando eu clico, eu eu abro, né, a Visualização das ferramentas já disponibilizadas pelo Gemini, o Nano Banana, que é a criação
de imagens, o Deep Research, que é a busca aprofundada na web, criação de vídeos, que é o Vio, criação de música, que é uma novidade do Gemini, que eu já explorei, tem muita possibilidade. Esses dias eu criei uma música K-pop aqui, bem legal, com a criação de música e o aprendizado guiado. Mas o que eu quero mostrar para vocês é o modo canvas. E aí não é o Canva que a gente faz slide, é a representação visual que o Gemini traz como possibilidade. E aí eu vou colar o meu prompt. Viram que o meu prompt
não é um prompto. E eu vou trabalhar com vocês ele daqui a pouquinho, tá? Mas eu vou mostrar para vocês que eu sempre trago uma estrutura eh fixa paraa construção de bons prontos, tá? que aí eu vou deixar já como pontapé para vocês. Então aqui quando eu peço pro modo canvas, ao invés de ser Esse formato chatbot, que ele me dá um texto pronto, que é o formato que a maioria das pessoas conhecem aqui, o deminai modo canvas, ele começa a ser um projetista de uma ferramenta de acessibilidade. Por isso que quando a gente pensou
nesse aulão, foi justamente nó para nós sermos arquitetos de aprendizagem, do qual a gente vai orquestrar uma ferramenta acessível usando o Gemini modo canvas. Então aqui ela já me mostra, né, o raciocínio dela, Todo o programinha, os códigos dela. Quando ela ficar pronta, ela vai me dar a prévia que já trouxe aqui bem bonitinho. E eu posso compartilhar e ele se torna uma ferramenta que eu posso usar com os meus estudantes, OK? Não se preocupem que daqui a pouquinho eu vou dar um passo a passo para vocês bem bonitinho, bem detalhado, tanto dos prontos quanto
do dos passo a passos daqui, OK? >> Era tá impressionada aqui. Sensacional. >> Maravilha, pessoal. E aí, como apoio para nós educadores, o Gemini, além de ter o Gemini modo canvas, nós temos o GS. Além dos agentes, né, que é o que o Gemini traz como ferramenta de apoio, aqui a gente treina um agente, um GM, para já direcionar a execução para nós. E aí, que que eu fiz e que eu vou disponibilizar para vocês? Eu treinei um gen, eu criei um gen, que o primeiro é um repositório criativo do DUA, que vocês lá vão
colocar qual é a sua Sugestão de aula, qual é o seu pensamento da aula e ela vai te dar sugestões pautadas no desenho universal para aprendizagem. Vou mostrar aqui para falar que eu não estou mentindo. Abri 1 milhão de abas abertas. Estão aqui dentro do meu gem. Eu coloquei primeiro o repositório criativo. E aí esse repositório criativo, ele vai ser o consultor especializado em acessibilidade pedagógica e desenho Universal para aprendizagem. Então esse gen oferece estratégias práticas, adaptações de recursos e ideias criativas para eliminar barreiras de aprendizagem. Então aqui ele já foi treinado, eu vou disponibilizar
ele para vocês, tá? fica pronta. E a crise até me fal, a crise, acho que foi a Cris que perguntou: "Ah, eu fico sem ideia, eu achava que era um trabalho a mais. Então aqui vocês terão uma agente que já vai apoiar vocês nesse repositório criativo. Ah, eu tô aqui trabalhando sobre células, não sei como eu posso trabalhar células pautad universal para aprendizagem. Então eu vou consultar o meu queridinho J do dua, ok? Se se o chat estivesse aberto, tenho certeza que o povo já ia tá assim: "Me manda esse gem, eu quero esse gem".
Ó, Geovana já escreveu aqui. Uhu! >> Eu também, eu também. >> Ó, viu? Falei: "Se o chat tivesse aberto, tenho certeza que já ia tá a Lista dos desesperados, dos promptes e dos gems." >> Mas eu vou disponibilizar tudo para vocês, viu, gente? que é um genho que eu criei para vocês. E aqui tem até o um que eu criei lá falando sobre o sistema de numeração decimal. E olha que bonitinho, ele já me dá o prompt para eu usar no Gemini modo canvas. E aí, como eu não me dei por satisfeita só com o
repositório criativo, eu treinei um agente também que já arquiteta os Aplicativos para mim, que é o arquiteto de ferramentas dua. Então, quando eu clico, ele já vai ser o projetista. Então, aqui ele é um especialista em transformar ideias de acessibilidade em ferramentas práticas utilizando o Gemini Canvas. Então eu já dei o gatilho de que a ferramenta utilizada será o Gemini Canvas para criar roteiros, tabelas adaptativas, códigos em tecnologia assistiva, plano de aula estruturadas com foco no desenho Do design universal. Então aquele também já foi treinado. Então a ideia é que vocês peguem a o repositório
criativo com a ideia que o Gemini trouxe e colem aqui com o prompt que ele deu para vocês. Então vou até pegar aqui o que ele me deu no meu repositório criativo. Pegar aqui repositório criativo. Vou pegar o prompt que ele já me deu anteriormente. copio aqui e uso o outro gem que é o arquiteto Col. Como ele já tá engatilhado o canvas, só dar o play e aí ele já vai construir a ferramenta pra gente. Muito mais prático, né, gente, quando a gente já treina os agentes para a construção das ferramentas pra gente, muito
mais fácil e com várias possibilidades disponíveis para nós, OK? Todos usarão o DM que eu criei. Vou disponibilizar para vocês, tá? Daqui a pouquinho eu mostro um documento que eu Criei com muito carinho para apoiar vocês nesse momento de estudos. Ó lá, ele já criou para mim, ó. Que bonitinho. E aí, quem foi que perguntou sobre as abas? Então, aqui ele já faz. Olha que legal esse aqui. Como eu coloquei que um aluno ele tem dificuldade na escrita, ele colocou a opção de fazer a captação do áudio, do aluno falar a resposta. Olha que legal.
Então são várias possibilidades que a gente pode trazer fazendo o cruzamento desses dois gems. OK, Pat, mais alguma dúvida? Por enquanto >> tem Jovana tá aqui me sentindo uma boba por nunca ter pensado nisso, criar um G para ser esse arquiteto das atividades no Campas, que incrível. >> Mas faltava você vir aqui na minha aula. Eh, é >> maravilha, pessoal. Que bom que vocês estão gostando. E a ideia é essa mesmo, é multiplicar conhecimento. Eu falo que conhecimento Nunca é demais. E conhecimento bom é conhecimento compartilhado, né? >> E sabe o que é interessante? Eu
sempre gosto de falar isso, Ana, que por às vezes a gente tem, a gente vê assim um assunto que já é um assunto que a gente domina, né? Mas por mais que a gente já saiba daquilo, tem sempre uma coisa que a gente vai aprender. Tem sempre 10% ali que fala: "Caramba, eu nunca tinha feito isso". E a gente aprende. Então essa Troca entre educadores é é tão bom, porque a gente sempre acaba aprendendo alguma coisa, por mais que a gente achea que já sabe tudo, né? sobre aqui. >> Exato. Exato. E aí, pessoal, não
terminamos por aqui nas ferramentas de acessibilidade. Eu queria também pensar que a gente trouxe aqui as ferramentas pensando do desenho universal para aprendizagem, mas também a gente pode projetar tecnologia assistiva, projetar ferramenta de Acessibilidade de fato usando as ferramentas do Gemini em modo canvas. é o que eu convido vocês. Bora ser arquiteto de aprendizagem acessível para todos. Então, a ideia agora, eu vou trazer um caso hipotético pra gente pensar nessa construção, que é o que eu trouxe lá no começo, a importância do bom estudo de caso. Por isso que a legislação, o decreto, ele fala,
né, que o estudo de caso bem feito é o que conduz a melhor construção, a Melhor ferramenta, a melhor estratégia, a melhor metodologia. Então aqui eu apresento para vocês a Alice. E a Alice, qual é o estudo de caso da Alice? A Alice é uma aluna que tá na segunda série do ensino médio. A Alissa, ela tem dificuldade de ler e compreender artigos de história grandes, densos, né? Artigo, texto de história muito grande, né, gente? com linguagem acadêmica e longos blocos de texto. A densidade do material cria uma barreira cognitiva na Alice. Isso leva ela
rapidamente à frustração, ao desengajamento, fazendo com que ela abandone a tarefa rapidamente, mesmo que o assunto interesse a ela. Alice, ela tem um pensamento muito analítico, mas ela depende da clareza das informações e da organização para processar todo o conteúdo que ela tá lendo. A dificuldade não é pela falta da capacidade de compreender, mas sim pela sobrecarga cognitiva que a linguagem complexa gera nela. Como que a Alice Gosta de interagir com a aprendizagem? Primeiro que a Alice ela é visual e segmentada. Ela aprende melhor quando a informação é dividida em partes menores. Por isso que
ela gosta de vídeos explicativos do YouTube, passo a passo, receita que tem começo, meio fim, instrumentos, passo a passo. Então ela gosta de ter essas informações segmentadas e gerenciáveis. Ela gosta de elementos visuais que apoiem e também narrativos. Então essa é a Alice. Por isso que é importante um bom estudo de caso, porque se eu conheço meu aluno, se eu se eu conheço quais são as barreiras do meu aluno, mas também conheço as potencialidades. E a ideia das potencialidades é justamente essa, derrubar a barreira que eu identifiquei anteriormente. Então, como que eu vou derrubar essa
barreira da linguagem acadêmica densa que gera analice? é usando o interesse dela, que São as informações quebradas, as informações segmentadas, o passo a passo. E aí, a partir disso, eu construo, eu projeto uma ferramenta de cocriação, uma estratégia de cocriação, usando também o Gemini modo canvas. E aí é super importante a gente entender algum conceitos quando a gente pensa sobre o Gemini modo canvas e não só o Gemini, como qualquer outra inteligência artificial. O primeiro é o chatbot, que é como se fosse o Entregador do fast food, né, que eu peço para ele, ele me
entrega um conteúdo rapidamente. Se eu pedir um texto, se eu pedir um planejamento, se eu pedir uma ideia de desenho universal, ela vai me entregar, que é esse formato de fast food, né, de de entrega rápida. Mas o que eu quero trabalhar aqui com vocês hoje pra gente visualizar é o formato de cocriação, que é um designer de experiência, que ao invés de ser o entregador do fast food, aqui ela vai Ser o chefe de cozinha que vai orquestrar a produção, que vai me entregar um prato bem feito, bem estruturado, mas a partir do que
eu direcionei anteriormente para ela. Então, aí o que as pessoas que me perguntaram, né, como que seria esse prompt, como que eu construo os meus prompts, eu sempre sigo eh cinco steps paraa construção de bons prompts. O primeiro é a persona. Por que que é tão importante a persona? Como eu uso muito A inteligência artificial e possivelmente vocês também, a IA ela precisa entender em qual momento ela vai ser determinada ação, determinada pessoa. Por exemplo, eu quero pedir uma receita de bolo, então agora ela vai ser a Ana Maria Baraga. Agora eu quero um artigo
científico. Agora ela vai ser um professor universitário. Então ela precisa identificar qual a persona que ela vai assumir. Eu gosto de colocar como dica, gente, enche a bola aqui na Persona, fala que ela é o melhor projetista de ferramenta, que ela é o melhor eh eh aqui eu até coloquei um especialista em acessibilidade cognitiva e designer UXex, porque se ela for a melhor persona, ela vai me entregar a melhor ferramenta. Então aqui pode puxar bastante o saco da IA para ela te dar a melhor ferramenta. Depois eu preciso direcionar a ação. Aqui é como se
fosse o verbo de comando. O que que a IA vai construir? Ela vai Corrigir, ela vai projetar, que no caso o meu foi projetar, ela vai elaborar, ela vai corrigir. Que que ela vai fazer? Então, a sua missão é projetar uma ferramenta chamada simplifica texto. Depois eu dei o resultado, porque eu não quero que a já defina o que que ela vai trazer, eu quero direcionar as formas que eu quero que ela me entregue. Nesse caso aqui, eu pedi para ela uma versão simplificada, um glossário interativo, depois um Resumo em tópicos e o leitor em
voz alta, no qual a aluna, né, Alice, no caso, ela vai colar o texto na ferramenta e ela vai dar as quatro saídas pra Alice. Onde que eu vou usar essa ferramenta? Qual é o contexto? Essa ferramenta será usada nas aulas de história, que é o que eu identifiquei como dificuldade da Alice, da segunda série do ensino médio. Então, vamos ver como que ficou a minha ferramenta. Deixa eu mostrar para vocês. Aqui eu Trouxe o vídeo, mas eu deixei ela aberta aqui já pra gente visualizar. Então, essa aqui é a minha ferramenta que eu criei
usando de em modo canvas. Então, vamos pegar um texto aqui sobre revolução francesa ou revolução industrial. texto que para Alice seria um texto difícil porque é um texto grande, um texto denso. Então eu vou copiar, copiar o texto inteiro, vou colar aqui, pedir para analisar e Processar a informação do meu texto. E aí, lembra que eu pedi para ela trazer quatro versões? Versão simplificada, glossário interativo, resumo em tópicos e leitor em voz alta. Então aqui ela deu paraa Alice uma versão simplificada. Então, o texto que era gigante, ela resumiu paraa Alice um glossário interativo, que
aí eu consigo fragmentar a informação paraa Alice, um resumo em tópicos E o leitor em voz alta, que ele vai ler o texto paraa estudante, porque ela também tem esses estímulos visuais, auditivos, desculpa. Então ele vai ler o resumo paraa Alice. E aqui eu poderia até se escolher a voz que eu quero. Eu quero uma voz feminina, uma voz masculina, uma voz de adulto, uma voz de criança. Então aqui já colocou. Eu posso até baixar esse áudio, posso diminuir a velocidade, né, pro aluno colocar de acordo com a forma que ele quer ter Contato com
esse com esse áudio. E aí ele vai ler paraa estudante. Eu não vou dar o play aqui porque acho que vocês não vão conseguir escutar, mas olha que interessante, eu criei, eu projetei uma ferramenta de acessibilidade usando o modo canvas, que eu até deixei aqui aberto. Coloquei o meu prompt, mesma prompt que eu mostrei para vocês ali. E aí ela me deu a ferramenta. OK. Alguma dúvida, Pat? >> Ah, agora bombou, minha filha. >> Ixe, >> agora o povo ficou doido aqui, ó. Para quem chegou depois e tá escrevendo aqui que não consegue mandar o
chat, eh, mensagem no chat, eu não sei o que aconteceu aqui, que o chat ficou bloqueado e depois que a reunião começa, eu não consigo mais desbloquear essa função. Então, a gente tá se comunicando pel aqueles nove botõezinhos ali do canto direito inferior. Você clica lá e Vai em perguntas e respostas que você consegue mandar tudo. Eu vou lendo para ela, tá? Então, Augusto perguntando se vai disponibilizar por e-mail. Eh, Cris, isso vai diminuir muito o meu tempo de planejamento. Onde a professora vai disponibilizar pra gente? >> Já falo, Cris. >> Eh, a Denilton tá
dizendo: "Creio que a quantidade de possibilidades tem angustiado boa parte dos educadores. É focar na intencionalidade pedagógica e No propósito." Parabéns, Ana. Sempre bom aprender com você. A, prazer te rever. E Marina e Giovana aqui que estão enlouquecidas. Geovana escreveu: "Estou simplesmente chocada e apaixonada com letras garrafais. A aula de hoje nem chegou ao fim, mas sinceramente boa demais". >> Ai que delícia. >> Juliana já usa o canvas do Geminai, mas tá aprendendo muito. Parabéns. Tá arrasando, Ana. >> Ai que bom. Maravilha. E aí pessoal, para não deixar você vocês angustiados, eu vou disponibilizar, tá?
todo o material. Já vou até deixar aqui disponível que eu vou mostrar para vocês como que eu construí, como que eu organizei eh os meus mimos, né? Porque eu não deixaria de vir aqui só falar, falar falar na cabeça de vocês e não deixar algo para vocês levarem paraa prática, né? pro dia a dia de vocês. Deixa eu passar Que aí é bom que eu já abro para mais perguntas, caso a gente tenha, né? >> Já temos aqui. Enquanto você vai mexendo, eu vou falando aqui, ó. João Gabriel, a inteligência artificial é vasta, são muitas
as possibilidades, precisamos de direcionamento. Quando eu crescer, quero ser assim. Parabéns, Ana. Que bom, João. Obrigada. Prazer te rever também. Tem várias pessoas que eu já estive, que eu já fiz formação. Mas um Ponto super importante que vocês trouxeram também, é algo que eu sempre falo, que a IA ela trouxe uma ferramenta que democratiza o acesso, né? A gente antes a gente precisaria pagar eh ou construir uma ferramenta do zero, era muito difícil, né? Então hoje com a inteligência artificial a gente pode sim personalizar cada vez mais, pensar mais próximo dos nossos alunos. Olha a
riqueza dessa ferramenta de simplifica texto. Então eu possibilitei que uma Estudante minha que tenha dificuldade de acessar o material, de ler o material, ela não vai ser deixada para trás. Eu construí uma ferramenta pensando nas potencialidades dela, mas também eu não desconsiderei as barreiras, que é o que eu disse para vocês, a gente identifica a barreira, mas a gente identifica as potencialidades e derruba a barreira com essas potencialidades. Nós educadores precisamos pensar assim quando projetamos as nossas aulas acessíveis Desde o começo, OK? E aí, falando sobre os meus mimos que eu trouxe aqui, daqui a
pouco eu envio um chat, mas deixa eu mostrar o que que eu construí para vocês. Então, aqui no aulão de acessibilidade com Gemini, modo canvas, como que ficou? Aqui eu explico um pouquinho as etapas de como que vocês podem usar o germinar. Deixa eu dar um zoom, né? Tá pequenininho. Pronto. Então, a ideia é que você copia Um modelo que eu já trouxe vários prontos para vocês, desde educação infantil até ensino médio, com vários componentes curriculares. Já deixei o link aqui do Gemnaim do canvas. Escolhe o prompt no campo de escrita. E um detalhe extremamente
importante, complemente e ajuste as informações de acordo com o segmento e a sua área de atuação. Então aqui é só espinha dorsal para vocês ajustarem de acordo com a necessidade de cada um De vocês. Então aqui eu falo um pouquinho sobre como é usar o Gemini modo canvas para acessibilidade, o que que é o Gemini canvas e eu fiz uma biblioteca de prompts já estratégicos. Então aqui um prompt da educação infantil. Olha que legal. Esse aqui eu criei uma ferramenta de jardim de letras. Deixa eu ver se eu acho ele aqui. Olha só. Então eu
tô ensinando lá a letrinha pros meus alunos. Então aqui eles vão clicando, traz a representação E o aluno com o dedinho, né, que ele vai tá no tablet ou no computador, ele vai desenhar o formato das letras. Isso tudo, gente, eu fiz usando o di lá que eu mostrei para vocês, OK? Então, o aluno ele vai trabalhar representações visuais e também o formato das letras. >> Menina, tô me sentindo na na no Google Play Store, né, baixando [risadas] aplicativo chique. Arrasou. >> Deixei o link aqui disponível para vocês Também, para vocês experimentarem. Coloquei aqui um
dos anos iniciais, do primeiro ao quinto. Esse aqui é uma ferramenta sobre os biomas do Brasil. Deixa eu achar aqui. São vários. T fazendo, orquestrando. Deixa eu reabrir. Deixa eu ver se tá aqui. Não sei se eu fechei. É, mas eu trouxe o link aqui, né? >> Você da Lady Newton? >> Ah, o da Lady Newton. Fiquei encantada. Marina, deixa eu mostrar também daqui a pouquinho, mas aqui é um dos biomas brasileiros. Deixa eu mostrar. E aí, pessoal? Os prontos são para vocês, tá? Podem super usar. Então, aqui é Amazônia, então ele traz as explicações,
os os animais típicos. Então, os alunos vão experimentando as várias formas de representação. Matemática que eu coloquei um laboratório, gente, eu achei esse aqui fantástico também. Primeiro ao quarto Ano, que foi o que eu fechei aqui. Ai, Jesus. 1 milhão de abas abertas. Então aqui o aluno ele vai colocar o número. Então 15 eu vou querer somar, colocar 20. Então ele vai trazer como se fosse material dourado. Olha que legal. E aí ele pode colocar um desafio também. Eu coloquei uma mão na massa pro meu estudante além da exploração. >> Amei. Matemática é minha vida.
Ai, Mariina, não é minha vida não, mas eu tento Eu tento trazer um pouco para ter uma um engajamento, né? Eu falei tanto de representação de engajamento, eu tô tentando trazer porque para mim é bem difícil. E aqui pros anos finais eu trouxe ciências, eu trouxe um escape room sobre aventura celular. Gente, desculpa o tanto de aba, mas é porque eu fui abrindo, fui fazendo. Enfim, aqui tá, tem o de história também. Deixa eu mostrar. Esse aqui é o o escape room Com várias possibilidades. >> Você vai, deixa eu te interromper rapidinho que o pessoal
tá tá ficando enlouquecido. Gente, olha só, não se preocupem, tá? que no final aqui, quando a Ana acabar para eu não interromper, eu vou disponibilizar para vocês o nosso link lá do nosso grupo do WhatsApp do Amplifica e aí lá eu envio os links para vocês, caso a gente não consiga por aqui, por conta do chat e tal, não fiquem nervosos, vocês vão receber. A Gente, eu entrego para vocês lá o o link do chat, vocês entram lá no nosso grupo do WhatsApp e eu disponibilizo tudo por lá, tá bom? Podem ficar tranquilos que vocês
vão receber. A gente vai dar um jeito de vocês receberem isso aqui. >> E daqui a pouco eu projeto QRC de novo, mas a PAT tá com link para facilitar, viu, gente? Então esse aqui, deixa eu mostrar um do ensino médio, que foi o que a Marina amou. Esse aqui, cadê? Do ensino médio é o de Física que eu tô trabalhando ali as leis de Newton. Gente, eu fiquei maravilhada. Fui eu que criei, mas eu fiquei maravilhada com a ferramenta, que aqui o aluno ele vai colocando o peso da caixinha, né, e a força. E
aí ele mostra um gráfico, né, que o o até mostra aqui uma explicaçãozinha depois, né, mas ele mostrar a aceleração que diminui, né, quanto maior a massa, menor a aceleração. Então o aluno ele tem uma Representação visual disso. Ele vai explorando várias forças, várias massas. E aí eu coloquei um desafio, né? Se aumentar a massa, o que acontece com a aceleração? Mantendo a força, ela aumenta, diminui ou fica igual? Marina, diminui, né? Diminui. Perfeito. Qual é a fórmula da segunda lei de Newton? Que força é igual a massas vezes aceleração, viu? Eu não sou tão
ruim em matemática e física assim. Então aqui são >> vocês que botam barreira. Física, matemática e química são as melhores disciplinas. Ah, é difícil, viu, Marina? Mas com essas ferramentas mais fácil, né? >> Não é que seja difícil, né? Eu acho que a gente tem que trabalhar como você, a gente tá trabalhando jogos lúdicos, eh, ferramentas, aí a eles aprendem, né? Perfeito. Exatamente. E aí, pessoal, eu trouxe aqui os gemes para vocês, tanto gem do dua do eh do repositório criativo Do arquiteto. E eu coloquei um bônus que foi um gem que eu criei, que
é o mentor do PEI, o plano educacional individualizado que nós precisamos construir pros alunos que são público alvo de educação especial. E muitos professores têm dificuldade, né, de como começar, do que fazer. Então aqui eu já construí um gêno também para vocês porque faltou o tema. Mas é transforme a elaboração do Pay em uma ferramenta real de inclusão. Então aqui vocês colocam as Informações dos alunos e aí ele vai construir um Pay, né, arquitetura, essa espinha dorsal do PI para vocês, porque aqui eu costumo falar que a inteligência artificial ela faz 80%, os 20% que
o professor precisa ter desse acompanhamento, da curadoria, ver se de fato faz sentido, é os 20% do papel do professor. OK? Deixa eu voltar. Vou compartilhar o link. Não sei se dá para compartilhar o link aqui no chat. Acho que eu consigo. >> Ó, tem um montão de de comentários. Posso falar? >> Pode. >> Então, vamos lá. Marina, eu uso canvas para jogos, mas como diz a Pat, que achado. Eh, Patrícia pediu para enviar o mimo. Eu vou enviar, não se preocupa. Augusto disse: "Já agradeço. Eu não conheci o Campos Cunhá, conheci há muito tempo
atrás. Muito obrigado por compartilhar, Augusto. Já deixo aqui um uma dica para Você assistir o nosso aulão de de eh canvas Gemini também com edu, que foi muito bom lá no nosso site. Eu vou divulgar para vocês no final, no jatapronto.com.br, a gente tem todos os aulões anteriores e o aulão com o Edu Souza foi sobre Gemini Canva também, Canvas, que também foi muito bom, super recomendo vocês assistirem. Eh, Raíça, parabéns, Ana Amplifica, sempre aprendo com vocês. Ela precisou Sair. Eh, Patrícia, por favor, se puder envia a gravação. Vou vou mostrar tudo para vocês como
que é. Eh, pedindo o grupo do WhatsApp, vou enviar. Eh, a Patrícia também, Cris também pedindo o grupo. Marina dizendo que está cheia de ideias. Patrícia aliviada porque eu disse que vou enviar o link. Eh, Marcele já tava ficando nervosa, Carolina também quer o grupo e também estão desesperada aqui pelo WhatsApp. Tá todo mundo querendo Seu material. Resumindo, é isso. >> Já tá aqui o Qcode. Eu coloquei aqui no chat o link também para facilitar, mas já tá aqui disponível para vocês explorarem tanto os gems como os prompts que eu criei para vocês, viu, gente?
Eu construí com muito carinho, pensando justamente para vocês eh adaptarem, organizarem paraa realidade pedagógica de vocês. OK. >> Ana, Anda, bota perguntas porque o chat não tá funcionando. >> Ah, tá verdade. Deixa eu pôr de novo aqui. Ah, no no chocolate, nos nove pontinhos. Pergunta. >> O chocolate é ótimo, >> Ana. Eh, isso que eu ia falar que no chat eles não conseguem, mas como eu falei antes, eu vou enviar para vocês no link lá do do nosso da nossa comunidade depois, tá bom? Fica tranquilo. >> Perfeito, pessoal. E aí, até para já passar a
palavra paraa Pat, para ela finalizar e também para passar para Perguntas também, caso vocês queiram trazer, que que a gente pode traduzir todo esse momento e todas as as possibilidades que eu trouxe aqui para vocês. E aí eu trago essa frase do Amaraldo Dias e do Melo, né, que é possível sim andar sem ter pernas, ouvir com os olhos, enxergar com os ouvidos e pensar em cada centímetro de pele que a gente possui, desde que os recursos de acessibilidade e os serviços de mediação Estejam disponíveis. Então, a ideia desse momento formativo, né, que nós estivemos
aqui hoje, é justamente que a gente promova, que a gente construa esses recursos de acessibilidade e esses serviços de mediação usando Gemini modo canvas ou usando outra ferramenta do Gemini ou outra inteligência artificial, mas como várias possibilidades pensando em cada um dos nossos estudantes. E eu queria agradecer imensamente a presença de cada um de vocês. Foi um Momento extremamente río para mim. Eu aprendi demais com vocês também. Eu quero que vocês tragam perguntas também. Trouxe até meu tio. Meu tio tem deficiência auditiva. É até por ele que eu estou aqui hoje com vocês, por ele
que eu acredito na inclusão. Ele veio até que fazer uma participação especial agradecendo linguagem brasileira de sinais, agradecendo imensamente esse momento que nós estivemos juntos. >> Nossa, Ana, a gente que agradece, né, Povo? palminhas, eh, corações, tudo aí, porque, nossa, foi incrível. Tô positivamente muito impressionada. Parabéns, assim, foi maravilhoso. Eh, eu aprendi demais. Eu acredito que todo mundo também tem aprendido muito. Pessoal, se você, Ana, for aí no, acho que agora você consegue lá embaixo, né, no nas nove bolinhas, quem ainda não foi lá nas nove bolinhas, no Perguntas e respostas, porque a gente tá
sem chat, vocês conseguem ir lá. Eh, e fazerem perguntas, tá? Então, e inclusive a Ana colocou o link, não sei se vocês conseguem acessar, eu acho que sim, né? Beleza. Então, aí no link, no perguntas e respostas, ela colocou um link do que é esse material que ela tá disponibilizando, mas de qualquer maneira depois eu coloco lá, se você me permitir, né, Ana, eu coloco no grupo do WhatsApp, pessoal. Pode ficar super à vontade, p >> pessoal, enquanto vocês vão, vocês vão Não conseguir acessar o link, beleza? Quem não conseguiu acessar o link, não se
preocupa, eu vou mandar já já para vocês o link da da comunidade e aí eu posto lá, tá? Vocês vão ter acesso, com certeza. Fiquem tranquilos. Eh, enquanto vocês vão podem colocar perguntas se vocês tiverem aí alguma dúvida, né, para aproveitar aqui essa expertise, esse no todo da Ana que é impressionante. Eu vou, enquanto vocês vão escrevendo aí, por causa do nosso tempo, eu vou Aproveitar aqui só para dar os meus últimos avisinhos para vocês enquanto isso, tá? Vão escrevendo aí, podem tirar as dúvidas, pra gente sugar o máximo da Ana. E aí, enquanto vocês
vão escrevendo aí, vamos lá, vamos ver se vocês vão apareceu para vocês aí a minha tela? >> Sim, >> beleza? Então, assim, eu já falei antes, né? A gente tá aqui desde novembro do ano passado, se eu não me engano, eh com Esses aulões mensais aqui do Amplifica e do Tá pronto. Então vocês que ainda não assistiram os aulões anteriores, eu super recomendo, porque tem aulões muito bons, tem aulões de gems, de canvas, de criação de vídeos, então assim, tem muita coisa bacana de notion. Eh, então o que que vocês vão fazer? Vocês vão nesse
link aí, a Lulões, esse é facinho de decorar. aulões.jatapronto.com.br e aí lá vocês conseguem acessar gratuitamente todos os nossos aulões Anteriores, tá? Ou então entra lá em jpront.com.br que é o marketplace do Amplifica para recursos educacionais. Convido vocês a explorarem, olharem lá todos os recursos que a gente tem, que não são poucos, né? Inclusive muitos recursos gratuitos para vocês explorarem também. Entra lá na abinha de aulões e aí vocês conseguem baixar eh e assistir todos os aulões anteriores. Também tem uma abinha lá de gems que vocês também conseguem acessar Vários gems. Inclusive, Ana, te convido
a colocar, postar esses gems lá, tá? Pronto, que eu acho que vai ser assim um sucessão. Depois a gente conversa, né, para eu para eu te mostrar lá. Então, tem uma lista bem bacana de gems gratuitos lá para vocês baixarem. Então convido vocês a conhecerem a plataforma jápronto.com.br. A Carla Arena inclusive já eu vi que ela colocou o link aí no chat, tá? Que mais que eu trouxe aqui? E já temos Próximo aulão marcado, tá? Porque a gente aqui não não brinca em serviço. Então o próximo aulão é um um tema assim que eu sou
apaixonada, que é notebook LM. Eh, e aí a nossa linda Gisele Silva vai conversar com vocês sobre como que ela a gente pode usar o notebook LM pro ensino da educação midiática. Então, para você se inscrever, a gente já tem aí o nosso link, eu vou colocar no chat para vocês, mas de qualquer forma não se preocupem que depois eu vou colocar um Chat único, um chat único, ó, um link único. E nesse link único vocês têm todos os links para vocês clicarem, tá? porque aí é melhor do que a gente ficar botando um monte
de link, ainda mais do que a gente tá sem chat. Então eu fiz um documento único e nesse documento único tem todos os links para vocês se inscreverem, entrarem na comunidade, tudo isso, tá? Eh, então já já coloco o link para você. Também tem um outro convite para vocês. Se vocês, assim como A Ana, se vocês aí têm um assuntozinho do coração, aquele que vocês acham que vocês podem contribuir com a nossa comunidade, assim como a Ana fez brilhantemente hoje. Então assim, tem um assuntozinho da sua da sua sabe aquele que mexe seu coração, que
você acha que você pode contribuir. A gente tem um formo, que eu já vou passar para vocês. E aí vocês podem fazer a inscrição lá nesse fórum da dizer lá o que que você Gostaria de apresentar, a sua disponibilidade e aí a gente agenda um aulão para você conversar aqui com a nossa comunidade, assim como a Ana fez hoje, tá? E pronto, agora temos aí também a nossa comunidade lá no WhatsApp, que é onde eu vou colocar todo o material que a Ana disponibilizou hoje, que é o amplifica.comunidade. barcomunidade. Se vocês entrarem aí nesse link,
que é facinho também de decorar, amplifica.m/comunidade, Vocês vão conseguir entrar lá no grupo e aí eu mando tudo por lá já, daqui a pouquinho, tá bom? Deixa eu ver se tem mais alguma coisa. É isso. Deixa agora eu peg, vou parar de compartilhar aqui, já vou ver se tem pergunta pra Ana. E aí, enquanto isso, Ana, se você quiser ir olhando aí as perguntas, eu vou colocar o link aqui no Ah, meu Deus, apaguei meu meu próprio link. Ó, eu vou colocar aí nas perguntas, é, Eh, facinho, éurrl.com/linksaulins. Vê se vocês conseguem. Mas De qualquer
forma, eu vou eu vou projetar aqui para vocês anotarem, tá? >> P até trazendo uma pergunta que a Fernanda trouxe. Fernanda, vai ficar gravado sim, viu, Fernanda? A gente vai disponibilizar a gravação para vocês, tá? >> Isso tá lá no, como eu falei agora que tem os outros anteriores, esse também Vai tá lá a partir de amanhã ele já só a gente só precisa de um tempinho, né, pro Google poder fazer todo o processamento da gravação e tal. E aí amanhã a gente já coloca no no no tá pronto, tá? Já táappronto.com.br. Inclusive indiquem pros
colegas irem lá, né? Quem não pôde estar aqui hoje vale super a pena assistir amanhã. Mais alguma coisa, Ana? Pode olhar aí. >> A Patrícia perguntou se vai ter certificado. >> Não, esses aulões a gente não fornece certificado. >> Deixa eu ver se tem mais um. E aí a Patrícia até me perguntou, né? Gostaria de ensinar os alunos a criar prômpites de jogos básicos com os alunos. Atualmente dou aula num projeto social na aula inclusão tecnológico. Dá super para usar, viu, Pat? Pode usar o o material que eu trouxe aqui para vocês, até ele é
bem legal para você explorar com os estudantes também. Como eu trouxe Uma gama bem legal de ferramentas que vocês podem projetar, construir, elas também podem ser replicadas com os estudantes, tá bom? É até uma uma forma bem interessante de trabalhar, né, com os estudantes a ferramenta do Gemini Canvas também. E aí eu queria aproveitar que eu até a a Pat trouxe aqui a ferramenta do notebook LM, gente, eu até comi, tem meu coração todinho e super dá dá para usar o notebook LM também como estratégia do Dua, porque o notebook LM traz várias ferramentas, várias
possibilidades que vocês também, professores, vão assistir a próxima aula, podem eh espelhar aqui no Dua também como ferramenta de acessibilidade, além da educação mediática. que é extremamente importante. >> Ó, eu vou colocar na tela novamente para quem não conseguiu pegar aí no chat, anota, ó. Esse é o único link que vocês precisam, porque entrando nesse link Vocês têm acesso a todos os outros links, tá? Eu fiz um documentozinho aí que você tem acesso a todos os links. Então anota esse daí, digita aí que a partir desse link e ou se você puder colocar aí no
chat para mim também, porque agora eu tô com o meu aberto aqui. Eh, a partir desse link vocês vão abrir um arquivo e nesse arquivo tem o link da nossa comunidade. A gente aguarda vocês lá no WhatsApp. Temos o link do tá pronto para vocês assistirem Os aulões passados. Temos o Forms, caso você queira também participar aqui de um aulão paraa nossa comunidade. E que mais? Ah, e temos a inscrição pro próximo aulão da GI sobre notebook, LM e educação Mediática. E não se preocupem, quem não conseguiu pegar o material da Ana, agora, assim que
a gente encerrar, só vou beber água e vou postar lá no grupo do WhatsApp esse material para vocês, tá? Então é só eh fazer o convite lá que eu envio tudo, fiquem tranquilos, OK? E ainda temos 3 minutos. Vocês ainda querem eh perguntar alguma coisa? Deixa eu ver aqui. Ana, a Giovana, ó, valeu a pena perder minha aula de inglês para acompanhar essa aula. Também acho, Giovana, valeu a pena. >> Que honra, Geovana. >> Arrasou. E olanda tá arrepiada até agora com aquela frase. Cris, sensacional, professora Ana. Ah, já lemos aqui, né, Do certificado. Marina,
convite do WhatsApp. Augusto, tá aí nesse link que tá na tela. Fernanda, obrigado. Ficará gravado sim lá no WhatsApp. Queremos mais uma aula com a Ana. Ana, querem mais aula sua, tá? Então você arruma outro tema, >> voltarei. >> Já pensa aí em outra coisa pra gente marcar outro aulão, que eles querem outro aulão com você. Eh, o link do documento tá aí na tela. Acho que é isso. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa. Caroline entrou com atraso. Perdi muita coisa. Ah, ó, ele já querem curso seu sobre o canva de amin você
tem, Ana? >> Não tenho. >> Então já providencia que o povo tá querendo. >> Vamos providenciar. >> Já providencia. Que mais aqui, gente? Inclusive, ó, agradecendo muito. Inclusive, não posso Esquecer de liberar para vocês. Já posso tirar da tela aí para vocês, porque eu queria disponibilizar o arro, né, da professora Ana, para vocês irem lá no Instagram é @ana_alvesedu. Vou colocar aqui no chat, ó, o Instagram dela, o @ é Ana Alves, não, Ana_line Alves Edu, certo, Ana? Beleza. E >> quem é o aí o povo do LinkedIn? Vou disponibilizar aqui também o Linkedin dela
para vocês trocarem ideias. Patrícia o Instagram dela. >> Não entendi. >> Repete o Instagram dela, por favor. >> Ana_line Alves Edu. Ana_line Alves Edu. Vou até colocar aqui. E o e o LinkedIn é Ana Carolina Alves, tá aí no chat, tá? Então é isso, pessoal. Eu acho que Apesar dessa confusão que fizemos aqui com com o chat hoje, a gente conseguiu sobreviver, né? Deu, eu acho, pra gente se comunicar e tal, deu para tirar dúvidas. Então assim, Ana, mais uma vez incrível, viu? Foi assim muito bom, de verdade. Não é elogiando da boca para fora,
não. Acho que foi muito legal. Parabéns. Assim, eu tô saindo daqui renovada com um monte de ideias. Eu sempre falo para Raquel, que é, né, uma das pessoas que eu mais converso sobre Dua, que eu eu tenho muita dificuldade, assim, eu acho que dentro da docência é a parte que que é mais o meu calcanhar de Aquiles, porque é eu acho muito difícil realmente eu conseguir, né, eh, pensar dessa maneira, ainda preciso me treinar para isso mais. E eu acho que hoje você trouxe uma possibilidade de incluir isso, né, no nosso no nosso dia a
dia docente melhor. Então, muito obrigada, gente. Obrigada a vocês por estarem aqui até essa hora, plena Segunda-feira. Vamos descansar, né? Pode deixar, Geovana, assim que eu desligar aqui, quem tiver pendente lá, eu vou adicionar, tá bom? Eh, e é isso, gente. Então, uma ótima noite. Ana, >> boa noite. Muito obrigada. >> Chamem a Ana lá no Instagram dela para acompanhar. E um beijo, gente. Ótima noite para todo mundo. Tchau. >> Tchau, pessoal. Foi um prazer. Muito obrigada. Tchau. Tchau.