A gente tá entrando agora numa quarta onda do digital. A gente vive uma economia Fermento, que não é mais a economia financeira, né? É a economia dominada por quem é o dono da audiência. Eu acho que eu nunca falei isso aqui no digital, tá? Mas é a parada que vai colocar mais dinheiro no bolso da galera. Quer entender o seguinte, Davi Ribas, o maior especialista sobre criação de movimentos e comunidades do Brasil. Como que faz para ganhar dinheiro no marketing digital? Não enxergando o marketing digital como um caminho para ganhar dinheiro. O digital é um
canal de aquisição. Assim como antigamente as empresas anunciavam na TV, hoje elas anunciam no digital. Todo mundo pode ganhar dinheiro com digital. Todo mundo pode. Nem todo mundo vai conseguir, nem todo mundo deve. Então você chega numa quarta onda do digital que ela volta a gente ao princípio. O ser humano desde o começo, ele foi montado em cima de tribos. Crio um movimento, faço a sua audiência de fato se sentir parte de uma tribo conectada emocionalmente comigo e com a promessa que eu entrego. E aí eu começo a pescar só dentro do meu aquário. Onde
é mais barato pescar? No mar aberto ou dentro do meu aquário? Digital como um todo. Tá olhando agora pra Community Led Grove. E se eles não olharem na imprensa, eles vão falir, eles vão morrer, eles vão ficar para trás. Não tem muito o que fazer. Conteúdo gratuito não serve para gerar valor. Conteúdo gratuito serve para gerar desejo. Como que faz para construir isso? Primeiro é o líder. O líder transmite as histórias dele, o líder entrega conteúdo e ensina algumas coisas, mas o ideal é que faça tudo. E depois que a audiência passa por um processo
que a gente chama de doutrinação, aí eu vendo. Mas na verdade tem dois passos antes que as pessoas ignoram achando que não precisa. Primeiro, Ó, pessoal, rapidinho, antes aqui da gente começar, eu tava olhando as métricas do canal outro dia e eu percebi que 83,8% das pessoas que assistem os nossos episódios não são inscritas do canal. Então gostaria de pedir um favor para vocês, de conferir se vocês já estão inscritos, porque quando vocês se inscrevem vocês ajudam a gente a escalar os nossos convidados, a gente produzir melhores episódios e levar cada vez mais conteúdos para
vocês. Então se inscreve aqui no canal, não custa nada e vai fazer uma diferença gigantesca pra gente. Muito obrigado. Davi, como que faz para ganhar dinheiro no marketing digital? não enxergando o marketing digital como um caminho para ganhar dinheiro. A maior parte das pessoas, é, eu sei, te dei essa cara, porque que acontece, cara, a maior parte das pessoas que são imaturas, olhando pro mercado digital, elas olham pro digital como, ah, beleza, é um botão que eu aperto aqui para ganhar dinheiro. O digital, ele é um modelo de negócio, ele é uma fonte de renda.
O digital, ele é um canal de aquisição. Assim como antigamente as empresas anunciavam na TV, hoje elas anunciam no digital. Assim como existia revista, existe Outdoor, existia o rádio, o digital é a mídia atual. Então você não ganha dinheiro no marketing digital, você usa o marketing digital como um canal para trazer cliente pro que quer que você venda. Só que por que que só se fala nisso assim? Tipo, por que que virou um hype tão grande? Porque é mais fácil. É mais fácil. É porque é muito mais barato. Muito mais barato. Pô, quanto é que
custa tu botar um anúncio na Globo? Milhões. Muitos milhões. Sei lá. O o o João Dib Marques falou que ele deve ter pago uns 5 milhões, se eu não me engano, para um anúncio no, [ __ ] sei lá, no domingo na Globo ou tipo pacote master do BB. Pacote master, pô. Domingo na Globo, R$ 5 milhõesa. Beleza. Com que público você fala botando um anúncio na Globo com R$ 5 milhõesais? Com todos os brasileiros, né? Com 1 2 milhões de pessoas sem segmentação nenhuma. Ou seja, vê vê o anúncio, a tua avó, teu primo,
o porteiro da tua casa, o empresário, a lavadora e o dono da loja de carro. Não tem nenhuma segmentação, nenhuma certeza de quem você vai atingir, nenhuma, nenhum traqueamento para esse público. Você não consegue depois recuperar ele e você vai vender se vender, não tem controle nenhum. Você bota dinheiro no marketing digital, né? você bota dinheiro no digital, você consegue saber exatamente quem é o seu público. As mídias sociais dão toda a informação da pessoa e eu consigo virar pro próprio dono da mídia social, que é, por exemplo, a meta, e dizer: "Meu irmão, me
diz exatamente quem é o público e eu quero que você anuncie para esse público gastando tanto para falar com essa pessoa." Ou seja, e tu ainda sabe quando o cara comprou e você sabe quando ele comprou, tem acesso aos dados dele, consegue trackar e recuperar, que que vale mais a pena. Por isso que o marketing digital explodiu. Quando as pessoas entenderam o poder que ele tinha, elas elas entenderam que era o melhor canal de aquisição do mundo, era o canal mais barato, era o canal mais rápido, com a menor barreira de entrada e que te
torna conhecido e uma referência no mercado em questão de poucos meses, enquanto antes só tinha acesso à rádio, televisão e a comunicação num geral empregas muito grandes. Então o marketing digital e o Digital como canal de aquisição, ele literalmente democratizou a fama, ele democratizou o reconhecimento público, ele democratizou a capacidade de você ser uma referência no seu mercado. Isso é bom, isso é ruim? Eu acho ótimo. Eu só tenho dinheiro e eu só existo e a minha empresa só existe por causa do digital. senão não existiria. Se eu precisasse começar com anúncio na rádio, eu
não teria dinheiro. Se eu quisesse ter me tornado uma referência aparecendo na televisão e sendo escolhido por um jornal local para falar sobre mim, eu não teria sido escolhido. Mas quando você domina o digital, você tem o teu próprio jornal local, você tem sua própria rádio, você tem sua própria televisão na palma da tua mão. Tu é o dono do canal de mídia. E todo mundo tem. Todo mundo tem. Mas tu acredita que todo mundo pode ganhar dinheiro com um digital? Todo mundo pode, nem todo mundo vai conseguir, nem todo mundo deve. Acho que essa
é a coisa. Por que que nem todo mundo deve? Porque tem gente que não é para ficar famosa, tem gente que é ruim mesmo, tem gente que é são maus profissionais, são pessoas que têm produtos ruins, são pessoas que têm conhecimentos ruins, são pessoas que falam merda, que não se importam com as pessoas, que não se importam com os clientes. Esses eu acho que não deveriam ter nenhum tipo de reconhecimento. O que acontece, na verdade, no mercado hoje é o contrário, é que os ruins muitas vezes têm muito mais reconhecimento que os bons. São muito
mais vistos, muito mais bem pagos, t muito mais dinheiro, porque os bons estão com medo de ferir reputação, os bons estão achando que tem que virar influencer, os bons estão achando que o digital é uma moda passageira ou simplesmente ainda não dominaram a forma correta de fazer isso. É porque de certa forma é é muito mais valorizado quem põe a cara e faz do que quem é bom ou ruim, independente, né? tu Botar a cara e tu fazer e tu acontecer é o que determina se se vai ou se não vai. Por que, por exemplo,
que a Nike investe milhões para ter o Michael Jordan como a cara? Por que que o João Adibe, que é bilionário dono da Simed, faz questão de produzir conteúdo no Instagram? Porque que o Mark Zuckerberg, que é o dono da meta, produz conteúdo? Por que que o Bill Gates produz conteúdo? Cara, ele é o Bill Gates, ele é o Joe, ele é o Marcos Gberg. Esses caras precisam produzir conteúdo? Não. Será? Então, por que que eles estão fazendo? É, eu acho que que pela estratégia deles é melhor do que destinar os recursos a fazer uma
outra cara que não seja deles famosa. Ah, então pera aí. Então, o dono da empresa que é bilionário pega a agenda dele e disponibiliza a agenda dele para produzir conteúdo para atrair cliente pra empresa dele. E o Zé dono da dentista, o Zé médico, o Zé advogado, a Zezinha biomédica, o Zezinho professor tem medo de ferir reputação, não quer produzir conteúdo, tem medo de botar a cara, tem medo de falar o que pensa, ou no máximo paga um social mídia para botar post aqueles modelos de canva, com modelo genérico achando que tá arrasando. E não,
não preciso colocar a cara. Eu sou um profissional, eu sou formado, eu sou muito bom, eu sou um professor, eu sou um especialista. Como assim? Eu vou ficar cagando regra, mostrando crença, estilo de vida e produzindo conteúdo na internet. Como é que você vai botar dinheiro no meu bolso? Não sei. Pergunta pro Bill Gates que tá lá fazendo ress. Isso é muita doideira, velho. A gente tá vivendo um momento muito louco. É porque é um canal de aquisição, mano. Nego entendeu que é muito mais barato. A gente vive uma economia, Fermento, que não é mais
a economia financeira, né? Quando afundaram o Titanic, o dinheiro deixou de ser lastreado no dólar. Deixou de ser lastado no ouro e lastreou no dólar, né? Hoje o dinheiro em si como moeda, ele já é uma ideia. Uhum. Porque o próprio dólar não tem mais lastra, tudo digital. Então a nova moeda não é mais o dinheiro, a moeda é a atenção. E as pessoas entenderam que a gente vive a attention economy ou creators economy. É a economia dominada por quem é o dono da audiência, não por quem é o dono do dinheiro, porque quem é
o dono da audiência é dono da atenção das pessoas. E como principal mecanismo de conversão virou digital, se eu sou dono da audiência, eu tenho muito dinheiro na mão. Eu tenho quanto dinheiro eu quiser na mão, porque é só eu fazer um pit para essas pessoas. Como que isso foi acontecendo? Tipo, desde como que surgiu essa parada do digital e quando que foi tomando força, como que era as estratégias para conseguir a atenção das pessoas e quando que isso virou maior, sei lá, do que a televisão e tá se tornando. E o que que o
que que vai acontecer daqui pra frente? Assim, vamos tentar fazer um panorama mais, tá? Traçando uma linha do tempo, a gente tem quatro ondas no digital brasileiro. Vou falar do Brasil porque, [ __ ] [ __ ] Estados Unidos, a Rússia, vamos falar do Brasil, os outros países é similar, mas eles, mas eles têm a cultura deles, sociologicamente falando, cada cultura particular tem o seu comportamento de consumo, né? Então, o comportamento de consumo do brasileiro é um e a gente Precisa entender o comportamento de consumo do brasileiro. O digital no Brasil, ele principalmente começa com
os lançamentos, né? Ah, com Érico Rocha e com o pessoal dos lançamentos, onde eles mostram pra gente o quê? [ __ ] dá para ganhar dinheiro de verdade com o mercado digital. Antes era o quê? Blog, né? Os caras que escreviam blog e faziam uma graninha vendendo publin blog. Não tinha negócios digitais mesmo. O negócio digital educacional, ele nasce com Erico Rocha mesmo. Ele nasce com os lançamentos, onde o lead era muito barato, era muito barato comprar público. Eu pagava centavos ou poucos reais para comprar listas enormes de pessoas, botava todos eles em uma jornada
de quatro aulas gratuitas e no final vendia um curso de R$ 1000, R$ 2000 e isso fazia eu faturar muitos milhões. Foi assim com Mairo Vergara, foi assim com o próprio Erico Rocha, foi assim com ladeira Camaç, galera que começou o digital. Teve um segundo momento que foi o seguinte, cara, o preço do lead começou a aumentar, as conversões começaram a diminuir e aí o mercado descobriu o perpétuo que é a segunda grande onda. Na época dos lançamentos, valia a pena você comprar uma lista muito grande, muito barato, e converter 1 2% da lista, que
é uma conversão normal de um lançamento, porque o lead era ridículo. Porque o lead era ridiculamente barato, então podia, pô, lead era R$ 1, cara, mas um lead a R 1, cara, o lead hoje é R$ 10, R$ 5, R$ 6, o lead a R$ 1, eu podia facilmente com lead a R$ 1 pegar, Comprar uma lista de R$ 10.000 leads, eu colocava R$ 10.000, convertia 2% dessa lista, né? Então eu convertia lá 100 pessoas, 200 pessoas num ticket de R$ 1.000. [ __ ] eu botei 10, voltou 200, meu irmão. Que [ __ ]
é essa? Entendeu? Essa, isso era a realidade. Hoje com o Lídia é R$ 10, o cara bota 10, bota 20, entendeu? A coisa não funciona. Ou se se der ainda, se der, ou se ele botar, por exemplo, pô, R$ 10.000 em tráfego com L R$ 10, 1000 leads, 1% de 1000 leads é 10 vendas, então sai no prejuízo, né? No final das contas, eu trabalhei de graça, deixou de valer a pena. E aí chega a segunda onda, que é a onda dos perpétuos. Quando a galera entendeu que, então, pera aí, não adianta eu viver só
de campanha, não adianta eu só fazer um lançamento de dois em três meses, eu preciso agora vender todo dia. E aí as pessoas começaram a jogar o jogo do perpétuo, jogar o jogo da venda todo dia de produtos baratos. Era a tendência vender todo dia produtos baratos. Só que começou a ficar caro vender todo dia produtos baratos. E mesmo a galera que vendia todo dia começou a empatar, começou a ter menos margem de lucro, precisa de muito cliente para vender e precisou e aumentando o preço e tem uma hora que um produto mais caro também
não vende direto no perpétuo. E aí veio a terceira onda, que foi a onda do High Ticket, que é recente, em 2020 veio a onda do High Ticket, onde todo mundo começou a falar o quê? venda caro, cobre mais caro, tenha produtos high ticket, ofertas high ticket, cliente, cliente vende pouquíssimas vendas com ticket muito alto e tem uma margem muito grande. Só que uma coisa o pessoal do High Ticket não percebeu, cara, quê que ter uma empresa de high ticket é muito mais difícil. Por quê? Porque você precisa de uma gestão muito maior, do empilhamento
de funil. Por exemplo, o lançamento ele é um funil, tá? Perpétuo, qualquer um que seja, também é um funil. Uhum. Quando a gente fala de high ticket, você precisa de pelo menos três a quatro funis simultâneos. Por quê? Porque um funil não, o custo do lead de um único funil é muito alto. Então se eu tô rodando um único funil para vender um produto de 18.000, esse meu lead ele vai custar R$ 2, R$ 3.000. Se a minha conversão não for muito alta, dificilmente eu vou conseguir ter uma margem grande na escala. Escalar high ticket
é muito caro. Vender high ticket é mole, mas escalar high ticket é muito 1 2 3 10 100 de 10.000 até de boa. Mas chegou uma hora que [ __ ] né? Você quer escalar para [ __ ] 10, 20 milhões por ano? Às vezes 1 milhão por ano, a gente não consegue. Por que que não consegue? Por causa disso. Porque o custo por lead fica muito alto, o cque no final, né? Não, não custo por lead isoladamente, mas o custo de aquisição do cliente do high ticket é muito maior, por que óbvio, [ __
] o preço também é muito mais alto, né? Quanto a Ferrari gasta para adquirir um cliente? Quanta a Rolex gasta para adquirir um cliente? Quanto a Csio, a Fusca, né, gasta para adquirir um cliente? Então, [ __ ] pera aí. é muito mais caro, a empresa é muito mais complexa, o expert muitas vezes não consegue entregar sozinho ofertas mais caras, precisam de uma experiência mais qualificada, de uma entrega mais forte, de um acompanhamento diferente, de uma coisa exclusiva. Então, tanto o custo de entrega quanto de gestão para vender coisas caras é mais alto também. E
a Galera do High Ticket normalmente também não vende à vista, né? Uhum. O mentor de mentoria high ticket que ensina mentores high ticket a venderem mentoria high ticket e ensinar mentores high ticket que vão se tornar mentores high ticket. É o curso de vender curso, de vender curso. É, é, é o novo curso de vender curso, de vender curso, vender curso. Só que, cara, pirâmide do [ __ ] né? Inclui mal p essa galera do high ticket piramideira para [ __ ] Porque essa [ __ ] eu te ensino a ser um mentor high ticket
e ensinar a vender mentoria de high ticket para pessoas querem aprender a ensinar a vender mentor de high ticket. Esses caras também não vendem à vista porque [ __ ] a mentoria é 30 pau. Cara, que brasileiro médio que compra 30 pau à vista são poucos. Então começa parcelamento inteligente, parcelamento no Pix. Aí nasce aquelas aberrações, né, do cara que é especialista em high ticket e ele, [ __ ] faturei 10 milhões, só que ele botou 1 milhão de caixa, só que o custo dele foi um custo de 10 milhões. Então, naturalmente esse cara quebra,
né? E aí a gente vai, ele tá jogando um jogo muito arriscado, muito arriscado, muito arriscado, porque o produto é muito caro, o cliente que paga caro é muito mais exigente. Então você chega numa terceira onda onde a galera começou a vender caro e observou que vender caro era a chance e era a salvação. Só que percebeu que [ __ ] ia dar merda, que em algum momento ia dar merda e eles iam quebrar. E aí a gente tá entrando agora numa quarta onda do digital, que é uma onda interessante, porque ela volta a gente
ao princípio do que deveria ser o digital desde o começo. O ser humano desde o começo, ele foi montado em cima de quê? Ele foi montado em cima de tribos ser humano, [ __ ] as tribos indígenas, as nômades que deixaram de ser nômades e começaram a formar tribos e com isso nasceu uma [ __ ] chamada civilização. Ou seja, [ __ ] isso é um negócio que moveu a história da humanidade, não simplesmente tem a ver com o mercado digital. Esse é o comportamento natural das pessoas, se juntarem em tribos. E aí os negócios
e os especialistas que começaram a entender que se eles criassem comunidades engajadas, que se eles tivessem tribos fortes, eles tinham um custo de aquisição de cliente menor, eles tinham uma taxa de conversão maior, porque essas pessoas eram mais conectadas, tinham mais pertencimento, tinham uma conexão emocional maior com essas pessoas, né, e com as empresas e com as marcas que estavam vendendo. Então, que eles conseguiam ter uma previsibilidade e um lucro muito maior. É agora que tá começando essa onda no digital, onde é quase como se fosse um ele ele se potencializa num orgânico. Exatamente. Os
donos da audiência que transformam a audiência em comunidade. Você não vai usar só orgânico porque você vai continuar usando tráfego pago. A diferença é que se eu só vou e busco o meu cliente fora com tráfego pago, ele ele tem um cque. Uhum. Cara friozão. Friozão. Aprenda agora. Oferta direta, Né? dor desejo. Se você quer se tornar um especialista em leilões, eu vou fazer uma aula online gratuita. [ __ ] caro para [ __ ] esse cara hoje em dia, né? Agora, se eu construo audiência e transformo essa audiência numa comunidade engajada, crio um movimento,
faço a sua audiência de fato se sentir parte de uma tribo conectada emocionalmente comigo e com a promessa que eu entrego. Naturalmente, quando esse cara já tá dentro do meu aquário, ele é muito mais barato para mim. Uhum. Então, é como se o mercado como um todo, imagina que ele fosse um oceano, perfeito. Eu vou pescar os peixes do oceano, que é a audiência, né, que é o mercado como um todo, e construindo a audiência e transformando essa audiência numa comunidade, eu vou colocar as pessoas do oceano dentro do meu aquário, que é a minha
tribo, que é a minha comunidade. E aí eu começo a pescar só dentro do meu aquário. Onde é mais barato pescar? No mar aberto ou dentro do meu aquário? Onde é mais fácil? Onde o cliente é mais qualificado, no mar aberto ou dentro no meu aquário? no meu aquário. Então, a taxa de conversão, o lucro é muito maior e o CAC é muito menor. Aí os negócios digitais agora eles estão fazendo uma grande transição. Eles já foram marketing LED growth, que é LED orientação, né? Então, marketing LED growth é cara orientado a marketing, a promessa.
E era isso na época do Erico Rocha lá, era dor, desejo, oferta e descobre produto depois. Depois eles se tornaram product, tiveram que sofisticar o produto, melhorar o produto para que as pessoas continuassem comprando e amando o produto para TLTV. E agora 2025, 2026, o mercado tá se tornando community LED. Então agora ele tá sendo orientado à construção de comunidades. As pessoas elas estão cada vez mais valorizando líderes que constróem audiências engajadas e tribos fortes e compram dessas pessoas porque tem uma conexão emocional maior. Aí a estratégia de venda que tu usa dentro dessa comunidade,
tu criou pouco importa. Pouco importa. pode ser lançamento e perpétuo e high ticket, que eu inclusive indico que você tenha todo tipo de estratégia de venda e todo tipo de construção de oferta possível, porque aí você não fica mais refém da saturação do mercado, você não fica mais a refém da concorrência do oceano e do mar aberto. O cara, o lead tá comprado por ti, né? contigo, não com a oferta que você tem, não com o a dor e o desejo. O pau no cu do produto, meu amor. Ele tá comprado com você e com
a sua comunidade. Então, ele é conectado com o líder e com a tribo que esse líder criou. Esse cara compra qualquer coisa que você vender, é muito mais fácil vender para esse cara. Então isso justifica inclusive o movimento desses bilionários de de botar a cara também, porque tem eu já vi gente comentando isso, inclusive, acho que o que o Alfredo Soares botou um print, mas Alguma pessoa falando assim: "Eh, eu só compro o CMED agora porque me porque eu gosto muito do ADIB, não sei o que." Cara, a pessoa tá escolhendo marca de remédio, tipo,
cara, vai remédio, [ __ ] [ __ ] merda. Ninguém quer comprar remédio. Ninguém quer comprar remédio. Começa por aí. Comprar remédio já é uma objeção, porque [ __ ] eu só compro remédio se eu estou doente. Estou com algum problema, né? Ninguém, ah, vou acordar de ah hoje eu vou na farmácia. Porque assim, né? E outra, não é remédio Bayer, não é remédio, é remédio genérico. E o Adibe conseguiu transformar remédio genérico num movimento, meu irmão, fly now. E a tribo dá sim médio genérico para todos. Se você olhar a comunicação do Adib no
Instagram, se você olhar a comunicação é uma comunicação de tribo, é uma comunicação de comunidade, eles têm uma o que a gente chama de criação de movimento, né? Então ele não tem ali simplesmente a construção de uma oferta, ele não tá dizendo nosso remédio é o melhor porque ele é feito de fitos filos. Não, [ __ ] ele tá dizendo fly now, estamos juntos por um Brasil com remédio para todos. Então ele tá trazendo uma causa, as pessoas engajam em cima dessa causa e compram também a personalidade do Adibe. Quando elas compram também a personalidade
do Adib, naturalmente ele é diferenciado no mercado por uma coisa que é irreplicável por qualquer concorrente, porque o castelo dele tá construído em cima da Visão de mundo de um líder e não em cima do do diferencial competitivo de mercado de um produto. Diferencial competitivo de produto, eu consigo copiar, não consigo. Uhum. Diferencial competitivo de serviço também. Acho que eu vi tu falando uma vez, tipo, de celular, por exemplo, né? Tipo da Samsung, da É, eu eu usei, eu tenho uma pirâmidezinha na minha metodologia onde eu explico os quatro níveis de comunicação, né? Utilitário, emocional,
identitário e ideológico, né? São os quatro níveis de comunicação que marcas e pessoas podem ter. Primeiro nível utilitário é, por exemplo, a Motorola. Chega para você e fala: "Temos uma câmera com 13 megap e uma tela feita de LED XPTO." Ou seja, ele tá explicando detalhes técnicos do produto. Tu sai de casa querendo comprar o Motorola para [ __ ] desejando, dizendo assim: "Ou, meu sonho vai ser realizado hoje, eu vou comprar um Motorola". Não, cara, só se eu não tiver celular nunca na vida, né? Exatamente. Ou seja, você não sai de casa querendo comprar
um Motorola. Mesmo assim, o cara que nunca teve um celular na vida, ele sai de casa querendo comprar um iPhone e compra o Motorola porque não tem dinheiro pro iPhone. É isso. Essa é a realidade. Aí tem o segundo nível que é a Samsung, por exemplo, que ela já não é mais utilitária, ela já é emocional. Então tem um aspiracional, tem lá o CEO, tem lá o executivo usando um computador e um Samsung. A Anita usa Samsung. Ah, Samsung é da Anita, tem um desejo aspiracional e emocional, hã, Relacionado ao produto. Xiaomi que já tá
no identitário, já tem uma tribo, já tem uma comunidade engajada em volta do Xiaomi. Ah, Xiaomi é melhor que iPhone. Eles já defendem a marca em algum nível. Só que quem dominou o mercado de celular sempre foi a Apple. E a Apple é interessante porque o comercial que mais vendeu da Apple não fala de celular. O comercial que mais vendeu da Apple não fala de computador. Fala de quê? pensar diferente. Isso aqui é pros loucos, pros desajustados, para aqueles loucos o suficiente para acreditarem que podem mudar o mundo, porque são esses que acabam conseguindo. É
um discurso que ele é um discurso ideológico. Ele tá tá vibrando um movimento dentro dele. Ele tá contando para aquelas pessoas que elas podem ser mais e que elas podem acreditar juntos no que a marca acredita. E aí as pessoas compram Apple porque em algum nível inconsciente elas acreditam no que aquela marca acredita. E não simplesmente porque a tela é melhor ou porque a bateria dura mais, até porque a bateria do iPhone é pior do que as outras. Tem várias features do iPhone que são inferiores a outras marcas em quesitos técnicos. Inclusive, se você conversar
com um especialista em celular, ele provavelmente usa Android. principalmente os caras que são mais que manjam mais de programação e tal, eles não usam Apple porque é tudo fechado, é tudo criptografado, eles não têm liberdade nenhuma. Então pera aí, se especialistas em tecnologia não usam Apple, então por que que a Apple é a marca que é? É porque não é especialista Em tecnologia, é o resto todas das pessoas que quer pensar diferente, quer ser criativo, empreendedor. Isso é o que a Apple cria quando ela traz uma comunicação ideológica. E isso é de alguma forma, sei
lá, replicável, tipo, tem como um um expert hoje no digital, uma pessoa que tá começando ela fazer isso ou sei lá. Sim, como 100%. Ó, por exemplo, tem uma pesquisa da Business Insider que fizeram com a Universidade de Oxford em 2011, onde eles colocaram algumas pessoas para usar um aparelho de ressonância magnética funcional, aquela [ __ ] que lê trilhas neurais do cérebro. Aí os neurocientistas todos lá fizeram esse esse estudo científico colocando pessoas para verem imagens relacionadas à Apple e outras pessoas para verem imagens relacionadas à religião e ao cristianismo especificamente. E eles conseguiram
mapear que na comunicação da Apple tinham alguns elementos iguais ao da comunicação das religiões. E eram justamente esses elementos que ativavam essas trilhas neurais que geravam amor, pertencimento, desejo, liderança, idolatria. igual as pessoas têm a uma igreja, percebe? Isso é um padrão, né? A gente mapeou esse padrão e é o que a gente chama de criação de movimento. Tu acha que a Apple fez isso tudo pensado? Pensado, pensado. O marketing da Apple pensou em criar uma comunidade engajada, Assim como o marketing da Simed pensa em criar uma comunidade engajada, assim como a Nike que lançou
agora a campanha Winning Isn't for everyone. Tu viu, cara? Aquilo ali é um movimento antilacração. Botou o cara alejado, meu irmão, correndo e falando assim, ó, eu sou eu, é aquele manifesto é maravilhoso, é, eu sou uma pessoa ruim, eu sou ruim por querer ser melhor do que os outros. Ou seja, eles estão defendendo claramente a meritocracia e o e o, né, e a alta performance, o desejo por ser melhor no mundo onde as pessoas estão cada vez mais obesas, estagnadas e e querendo ser todas iguais e o [ __ ] é qu e eles
defendem isso. Aí você fala: "Pô, mas a Nike não perdeu clientes nesse dia, perdeu os clientes que ela não quer, ela perdeu. Agora ela teve 2 milhões de acessos a mais no dia de lançamento da campanha no site da Nike. Cara, quanto de receita? Não, representa eu fiquei com vontade de comprar, mano, de comprar um bagulho da Nike. Mas esa aí, eles falam de tênis? Não, não. Vencer não é para todos, mas você não é todo mundo. Então você usa Nike, pertencimento a uma tribo, movimento. Tem um padrão. Se você olhar, todas essas marcas, elas
têm essa mesma estrutura da Nike a Apple, a religiões e a grandes players do digital. Pablo Marçal se candidatando a a prefeito de São Paulo. Antes ele vai lá no podcast do Primo Rico, perguntam para ele: "Pablo, qual foi a principal coisa que você aprendeu nos seus lançamentos digitais que fez com que você tivesse Muito resultado na política?" Ele movimento, criação de movimento. Você olha o Wendel Carvalho, é Paulo Vieira, você olha os caras, né? próprio Érico Rocha, eles são eles não são experts, eles não são especialistas, eles não se posicionam como criadores de conteúdo,
como vendedores de serviço, como vendedores de mentoria. Eles se posicionam em algum nível como líderes de movimento. É por isso que eles têm uma audiência apaixonada por eles, que compra o que eles venderem. Independente do preço, independente da oferta, eles sempre vão estar à frente do dos concorrentes, porque o diferencial competitivo deles não é o produto, a oferta ou a utilidade do que eles entregam. O diferencial competitivo deles é a cosmovisão criada em volta da comunidade. Como que faz para construir isso? Então, a gente tem alguns pilares. Primeiro é o líder. O cara ele tem
que se enxergar como um líder, não como um professor, nem como um vendedor. Hoje no digital a gente tem três tipos de pessoas, três tipos de posicionamento, né? Tem os feirantes, os professores e os líderes. O que que é? O que que são os feirantes, cara? O feirante é assim: "Compre de mim, o meu é mais barato, mulher bonita não paga, mas também não leva". Ei, gente, eu tô tentando vender para você. Tudo bem? Olha, é aquela pessoa que você chega no Instagram, você abre o Instagram dela e a primeira [ __ ] do primeiro
fixado que tem como funciona a Minha mentoria. [ __ ] mevão. É, é, é tipo você chegar num num encontro com a mulher e falar assim para ela: "Tira as calças que eu tô com pressa, tira a roupa aí". [ __ ] o Lid mal chegou no teu Instagram, como funciona a minha mentoria? [ __ ] para de me vender, meu irmão, né? me explica alguma coisa, me mostra alguma coisa, me entrega um conteúdo, me mostra uma coisa que eu não vi, depois você me vende. Esse é o Ferante. Ele é o cara que ele
é completamente genérico e utilitário e a única função do Instagram do cara é vender para alguém, né? Isso é um extremo. Tem outro extremo que é o professor, que esse cara também se [ __ ] para [ __ ] porque ele é o cara que entrega tudo que ele tem de graça. O cérebro dele inteiro tá de graça na internet. Ele fica dando aula e reclamando. Ah, ninguém presta atenção no meu conteúdo. Ah, eu não tenho view nenhuma. Mas você vai, o cara ele tá dando uma aula densa e técnica e chata, explicando profundamente um
assunto que ele tirou da cabeça dele e que ele acha que é muito importante pra audiência dele e é por isso que ele não vende também. E esse cara normalmente é o que tem medo de reputação. Ele é um baita de um especialista. Mano, esses caras sabem muito, muita coisa. São médicos, advogados, neurocientistas, psicólogos e especialistas em desenvolvimento pessoal. E às vezes o cara, sei lá, especialista em joelho, às vezes o cara, [ __ ] sei lá, especialista em risoto. [ __ ] Ele é, meu irmão, verticalmente, o cara é um monstro no assunto dele.
Só que você entra no Instagram do cara e ele tá assim, ó. Oi, Tudo bem? Aqui é chefe Ana. E hoje, gente, o que que eu vou ensinar para vocês? Eu vou mostrar para vocês como fazer um risoto sem manteiga. [ __ ] ninguém quer assistir essa [ __ ] porque não é essa a função da rede social. As pessoas não estão nem na rede social para isso, né? Uma rede social, ela tem a função que é o quê? Social vem sociologia, sociologos, discurso coletivo. Então o objetivo da rede social é criar comunidade, mano. Essa
é a função primordial de uma rede social, não é da aula. Você você abre o Instagram, né, cagando de manhã. Você abre no Instagram e fala: "Boto óculos, vou assistir uma aula densa". Não, cara, tu entra no Instagram para ripertencer. É isso que entra no Instagram. As pessoas entram na rede social para quatro ou cinco coisas. A primeira delas é se entreter, a segunda é concordar, a terceira é discordar. E a quarta é pertencer, cara. E às vezes aprender alguma coisinha. Às vezes aprendeu uma coisinha, mas assim, eu acho que ela não entra para aprender
uma coisinha. Ela tá lá e às vezes aprende. Ela tá lá e aparece um conteúdo e ela aprende, mas elas entram na rede social para essas quatro coisas. Ou é para concordar, por isso que site de fofoca e essas coisas bombam tanto. Polêmica bomba tanto, que é concordar e discordar, é opinião, né? Se entreter e se sentir pertencente a grupos, a comunidades. Eu concordo, eu discordo. Estamos junto. É isso aí. Eu sou também. Vou ver o que o Davi tá fazendo. Vou ver o que Davi tá fazendo. Que o fermento. Ó que legal, ó. O
fermento tá lá no restaurante que eu fui também. Fui aí também. Mano, você haha que massa pertencimento, tribo, comunidade, a gente tá junto, a gente se parece, identificação, é isso que move a rede social, não é compra de produto e aula. Então, esses dois tipos de de pessoas que se posicionam na internet, elas tendem a ter uma força muito menor de venda, t ter uma força muito menor de conversão, tendem a fazer muito menos dinheiro, enquanto tem um terceiro grupo que é o líder, que são os líderes de movimento ou os líderes de comunidade, que
são pessoas como a própria Virgínia, por exemplo. Por que que a Virgínia é monstruosa e faz milhões? É porque por trás daquela bobagenzinha idiota que ela faz de dancinha, cara, ela lidera uma tribo. Que que João Adibe é tão forte? Ele lider uma tribo. Tem pessoas ali com uma visão de mundo parecida, que estão engajadas em volta da visão de mundo e da personalidade do líder. E o líder transmite as opiniões dele, o líder transmite as histórias dele, o líder entrega conteúdo e ensina algumas coisas, mesmo que como se maquiar. É um conteúdo. Eu tô
ensinando a pessoa a se maquiar. Eu vou lá ou entrega entretenimento ou entretém. Mas o ideal é que faça tudo, é que faça pertencer, faça concordar, faça discordar, faça e se entreter. E depois que a audiência passa por um processo que a gente chama de doutrinação, aí eu vendo e aí eu vendo muito mais barato para muito mais gente, Com muito mais margem. Então, muita gente acha que o digital é você gerar lista e transformar essa lista em dinheiro, mas na verdade tem dois passos antes que as pessoas ignoram achando que não precisa. Eu acho
que eu nunca falei isso aqui no digital, tá? Mas é a parada que vai colocar mais dinheiro no bolso da galera, que é entender o seguinte: digital, eu gero uma lista, né, um uma lista de leads de pessoas interessadas e eu vendo para elas. Isso é o processo normal de vender qualquer coisa. Só que tem dois passos antes, audiência e comunidade. Então não é lista e transforma lista em dinheiro, é constrói audiência, transforme essa audiência numa comunidade engajada em volta da sua personalidade, das tuas opiniões, das suas histórias e do seu conteúdo. Depois você transforma
essa audiência numa lista, porque essa lista é naturalmente mais barata e o teu custo por leado, mais baixo e depois você transforma essa lista em dinheiro. Só como essa lista antes era uma comunidade engajada, a tua taxa de conversão é maior e teu LTV na ponta também. Mas corre o risco da pessoa construir audiência e não construir comunidade e não conseguir consequentemente construir uma lista. Exatamente. Aí ela é uma influencerzinha besta que é o cara da dancinha, que é o cara da trend. Ou seja, tipo, porque às vezes ele tem milhões de seguidores e nunca
vai conseguir vender nada. Exato. Mas é porque ele não construiu audiência orientada à doutrinação. Ele construiu audiência orientada à fama. Ah, eu quero ter 1 milhão de seguidores. Tá, mas quer ter 1 milhão de seguidores para quê? Tem mentorada minha que com 400 seguidores faturou R$ 100.000 em única campanha. Caraca, é que ela fez direito. Aquelas 400 pessoas eram uma audiência qualificada que foi construída em cima de uma cosmovisão que ela apontou e de Um conteúdo que ela criou especificamente para implantar as crenças certas na mente dessa audiência para que essa audiência já viesse preparada
para fazer parte de uma tribo. Ela aqueceu essa tribo, chamou pro lançamento e vendeu R$ 100.000. Tu acha que a galera grande que entendeu esse jogo da community community led growth? Community lady growth. Meu Deus, quase um meu bir. Eh, a galera tá fazendo isso conscientemente já assim, tipo, a galera tem muita clareza disso. Consciente. Conscientemente, conscientemente, conscientemente. Você vê, cara, as pessoas elas estão cada vez mais nos seus planos de marketing, nos seus planejamentos de marketing, olhando comunidade e movimento como 8020, como uma coisa que é uma coisa ser investida, como uma coisa que,
pô, eu vou colocar dinheiro nisso aqui, eu vou investir nisso, eu vou fazer minha comunidade ficar mais engajada, eu vou construir mais audiência, eu vou me posicionar mais, eu vou colocar mais minhas crenças, minhas histórias, minha visão de mundo, porque eu sei que primeiro quando a minha comunicação, minha estratégia de comunicação, ela é criada em cima da minha visão, visão de mundo. Você concorda comigo que ninguém consegue copiar minha visão de mundo? Então, naturalmente, o concorrente pode vender exatamente o que eu vendo, mas ele não consegue ver o mundo do meu jeito. Uhum. Então, ninguém
consegue copiar, tu fica único. E dois, quando eu crio uma comunidade engajada, aquela comunidade não tá ali para comprar o meu produto, porque eu sou um bom especialista, ou porque é mais barato, Ou porque é mais barato, ou porque é mais caro, ou porque é melhor, [ __ ] Ela tá ali porque ela se conecta com aquelas pessoas e com aquela visão. Então essa pessoa tem um nível de idolatria e de pertencimento muito maior, que faz o meu negócio, não tô falando de viagem, falando de negócio, cara. faz o meu negócio ser muito mais sólido
e previsível no final do dia. Eu tenho muito mais margem, eu tenho muito mais recorrência, eu tenho muito mais escala, eu tenho clientes muito mais qualificados, clientes que eu sou muito mais feliz em atender. Então, tipo, se as empresas, não é que as empresas estão olhando para isso, que os experts estão olhando para isso, que o digital como um todo tá olhando agora pra community led growth e pra movement LED growth, que para mim, na minha visão é o próximo passo, é que se eles não olharem para isso, eles vão falir, eles vão morrer, eles
vão ficar para trás, não tem muito o que fazer. Então, uma pessoa hoje que, tipo assim, pensa em entrar no digital, né? Porque às vezes tem pessoa que tá entrando aqui que, pô, não entrou, não tá relacionado. Em algum momento, na minha visão, acho que todo mundo vai ter que entrar, ou a menos que o cara seja dono de uma indústria de aço, sei lá. Mesmo assim, se a indústria de quiser vender mais, possivelmente ela vai ter que usar o digital como canal de verdade, é uma coisa boa de plugar, mas o lance já é
ela entrar de cabeça nisso, nisso. Tipo, o cara entrar hoje, o cara pegar hoje, primeiro passo audiência, Mas o cara pensar hoje, ah, vou fazer um curso de fórmula de lançamento e tal, não sei o que. Isso é quase que museu da história do digital, cara. Funciona, mas só funciona para quem tem audiência. Entendi. É, funciona. Fórmula de lançamento é maneiro para [ __ ] É bom demais. Funciona para [ __ ] O lance é, se tu agora sem ter uma audiência nenhuma comunidade engajada, sobe um anúncio dizendo: "Se inscreva para uma jornada de 4
dias, o teu lead vai ser caro para cacete." E talvez, como você tá validando o produto, a tua taxa de conversão não seja tão alta. Então, de nada adianta tu fazer fórmula de lançamento perpétuo high ticket, a [ __ ] que o pariu, se você não consegue construir uma audiência qualificada e transformar essa audiência qualificada numa comunidade engajada, porque só assim seu lead vai ser barato o suficiente e vai ter uma taxa de comparecimento e conversão autossuficiente para você poder ter margem alta no final de fácil de escalar. Que que são os primeiros passos, cara?
Produzir conteúdo. Produzir conteúdo. Que conteúdo? Produzir conteúdo aí vai um gold. Isso aqui eu acho que é uma segunda coisa que eu nunca falei abertamente assim num podcast fora de aula minha. A maior parte das pessoas no digital inteiro produz conteúdo errado. Porque tem algum filha da [ __ ] que ensinou um negócio pras pessoas chamada conteúdo de valor. Já ouviu falar sobre conteúdo de valor? que é assim, você tem Que dar dicas paraas pessoas para que com essas dicas elas tenham reciprocidade com você, te agradeçam por ter entregado dicas gratuitas e por isso queiram
comprar, correto? É assim que se produz conteúdo. Acho que acho que até eu vejo o mundo assim. Isso é a maior balela que existe no universo. Conteúdo gratuito não serve para gerar valor. Conteúdo gratuito serve para gerar desejo. Então você tem que trocar conteúdo de valor por conteúdo de doutrinação, tá? O que que é doutrinação? Implantar crenças certas e tirar crenças erradas. Isso é conteúdo de doutrinação. Então, qual é a função do conteúdo gratuito? A função do conteúdo gratuito é mostrar pra pessoa que ela tá [ __ ] primeiro passo, e explicar porque ela tá
[ __ ] Chama consciência do problema. Segundo passo, quebra de paradigma. Ela acha que não consegue o resultado que ela deseja por um motivo errado. E aí você vai lá e você quebra uma crença errada que ela tem sobre aquilo e coloca uma crença certa. Vou dar um exemplo, tá? Fermento? Você não consegue crescer no digital? Não porque você não produz muito conteúdo, mas porque você produz conteúdo da forma errada. Você tá produzindo conteúdo de valor ao invés de conteúdo de doutrinação. Aí você, ah, caramba, pode crer, como assim? Então, acontece o seguinte, você acha
que você precisa entregar gratuitamente todo o conteúdo que você tem, você precisa dar dica pras pessoas, gerar reciprocidade e entregar todo esse conteúdo que você estudou há anos para ter gratuitamente para que as pessoas tenham reciprocidade. Então, Pera aí. Você entrega o teu cérebro inteiro em troca de um sentimento de reciprocidade? Você tem que entender, na verdade, o que a única coisa que você precisa é estipular uma única crença central. Então, na verdade, as pessoas não têm que produzir conteúdo sobre várias coisas, elas têm que produzir conteúdo sobre uma única coisa. Se você tiver um
único conteúdo, esse único conteúdo pode gerar R$ 10 milhões deais para você se você souber puxar vários assuntos e vários ganchos diferentes para chegar numa mesma conclusão. E se você quiser saber como criar essa conclusão, arrasta para cima. Isso é conteúdo gratuito. Então, ele só gera desejo. Uhum. E ele embute na cabeça das pessoas uma crença central. Então, por exemplo, se eu sou um especialista em emagrecimento, só que eu tenho um método diferente de emagrecimento, a única coisa que eu quero colocar nas pessoas e na cabeça delas é a crença central de que ela não
precisa comer pouco para emagrecer. Pelo contrário, quanto mais ela comer bem, mais ela emagrece. Uhum. Isso é uma crença central. Ou qualquer outra coisa relacionament ou qualquer outra coisa. Eu posso dizer, por exemplo, se eu sou uma uma um neurocientista que criei uma técnica de terapia diferente, eu posso dizer que ficar conversando com um psicólogo em consultório o dia inteiro não vai curar tuas feridas emocionais. Tem uma outra coisa que vai, é uma quebra de paradigma. É sempre uma quebra de paradigma. E eu tô embutindo uma crença central. O que vai fazer você conseguir o
céu é ler a Bíblia. O céu é o quê? A promessa. A Bíblia é o quê? O mecanismo, o método, o produto. Então, qual é que é a ideia? A ideia é você definir uma única crença central. Qual é o teu discurso? Qual o discurso da sua marca? Qual o discurso do teu negócio? Em cima dessa ideia central, você ter vários ganchos Diferentes, várias formas diferentes de chamar atenção a partir de assuntos diferentes para sempre chegar na mesma conclusão, que é como se fosse a moral da história. Então eu defino uma intenção e traço vários
caminhos diferentes para chegar nessa mesma intenção, porque se a pessoa entender isso, ela compra. Essa é a forma correta de produzir conteúdo. E com isso tu definiu linha editorial, tudo. Tudo. Linha editorial, lançamento, oferta, tudo. Então, na verdade é muito mais fácil, bicho. É. É, parece bem mais Davi, eu preciso de saber produzir conteúdo sobre 10 temas diferentes, 100 temas diferentes, como saber o que falar, como assim como saber o que falar? Qual que é teu discurso? Tal. Tal. Beleza. Essa então essa é a crença central que você tem que enfiar na cabeça da sua
audiência. Se a sua audiência entender isso, ela compra. Compra. Então, o que que você tem que fazer? gerar audiência qualificada, engajar ela e fazer ela se tornar parte de uma tribo para ela ficar ali. Então é, chama atenção, gera audiência, retém a atenção. A forma mais fácil de reter atenção é criando comunidade, porque as pessoas vão ficando ali e quando essa comunidade tá ali te assistindo, o que que você faz? Implanta a crença certa. Só, só que aí tem dois problemas, vamos dizer assim. Um, a pessoa não pode ter mais do que uma crença central.
Tipo, ela não pode querer meio que vender duas coisas, ter dois movimentos assim de certa forma. Po, o ideal é que ela tenha uma única crença ela é o líder de uma mensagem só. Só e a segunda coisa é como essa mensagem pode ser única. Tipo, como um psicólogo, um advogado e tal, ele Pode encontrar a mensagem dele. Boa. Tem um exercício para isso. Você conhece o ikai? Conheço. Então é tipo o ikai. Tá. Expliquea o que que é ikigai. e que ganha aquela [ __ ] com aquele monte de bolinha japonesa que o meio,
vamos lá, é o jeito mais idiota de explicar, a verdade mora na interseção entre as coisas sempre. Então, como é que eu sei a verdade? Imagina que o Gabriel que tá ali no na house desceu ali e matou o vizinho, tá? Perfeito. Tu vai contar uma história, o Gabriel vai contar outra. E a mulher do vizinho que viu o assassinato pela janela vai contar uma terceira história. Qual é a verdade? A interseção entre as três histórias. Então, o que que é uma interseção? É o meio entre duas ideias. Ikai é uma ferramenta japonesa de encontrar
o propósito a partir de interseções. Então você encontra a interseção entre a sua paixão, sua vocação, seu trabalho que te dá dinheiro e aquilo que dá no meio ao seu propósito. A estratégia para encontrar o seu discurso é parecida com Ikigai, só que em vez de oito, eu acho que são os círculos do ikigai, eu não lembro quantos são, você tem três só. Uhum. Tá. Tá. O círculo da causa, o círculo da luta e o círculo do legado. Causa é o porquê, tá? Luta é o problema, legado é o propósito. Mas quando eu falo propósito,
não é essa coisa filosófica, ai qual o meu propósito de vida, não. É bem bem bem tangível. Qual é a sua finalidade? Qual a finalidade do seu negócio? Qual a finalidade? Vamos trazer um exemplo. Tipo psicólogo, se vári psicólogo, sei lá. Esse psicólogo, ele tem alguma especialidade específica? Vamos botar que é, sei lá, de eh controle emocional, uma coisa inteligência emocional. Isso ele primeiro vai ter que mapear uma causa. Que que é causa? É o motivo de existência. Então, qual é o a raiz de existência desse negócio? Ele vai dizer: "Ah, diminuir o sofrimento raiz
de existência, diminuir o sofrimento das pessoas". Então, eu existo para diminuir o sofrimento das pessoas. Luta contra o que? que a gente luta contra a cultura da ansiedade e eu vi isso em redes sociais, sei lá, e legado que é o propósito, onde nós chegaremos juntos. Ah, nós vamos diminuir a estatística de ansiedade e depressão do Brasil, [ __ ] do [ __ ] A interseção entre as três coisas é o discurso. Então, eu junto as três coisas e vira. Cara, eu eu tô aqui para acabar com o sofrimento, combater a cultura da ansiedade e
das redes sociais e diminuir concretamente a estatística de depressão e ansiedade no Brasil. Pronto, ninguém consegue copiar esse cara. Então, a única coisa que ele tem que enfiar na cabeça das pessoas é a mensagem dele. Não é normal ser ansioso. É uma única crença. E aí ele não precisa produzir conteúdo de sobre várias coisas. Ele só precisa convencer as pessoas dessa ideia. Ah, Davi, mas como é que eu vou produzir uma linha editorial com, [ __ ] 10.000, 20 conteúdos? São vários ganchos e assuntos diferentes e chamadas diferentes que no final chegam na mesma conclusão.
Não é normal ser ansioso. Se o cara entende, não é normal ser ansioso, [ __ ] pode crer. E quantas situações de ansiedade tem? Eu vivo um monte de situação de Ansiedade na minha vida, mas elas não são normais. Eu poderia não ter elas. Como é que eu faço? Arrasta para cima, acabou, tu vende. Esse é o conteúdo orientado à venda. é o conteúdo orientado à conversão, chama conteúdo de doutrinação, percebe? E normalmente esse essa mensagem, esse discurso tem que sair do próprio líder e por isso que ele se torna líder de um movimento, porque
agora essa história de ansiedade tem cura e nós vamos diminuir a estatística de ansiedade no Brasil vira uma causa e essa tribo que é essa comunidade engajada começa a abraçar essa causa e viver por isso também. Então, a identidade doente individual é sublimada em uma identidade coletiva e as pessoas sentem que fazem parte daquilo, que aquilo é o motivo da vida delas em algum nível. E por elas sentirem que aquilo é o motivo da vida delas em algum nível, elas compram não só uma vez, elas compram várias vezes todos os produtos desse especialista. tudo que
ele vender sempre pelo preço que for, porque agora a mensagem é dele, ele concorda com essa mensagem, tem a ver com ele, tem a ver com a história dele, não é só uma mentoria de inteligência emocional. E aí isso tudo faz parte dessa da criação de movimento. Exato. Um dos aspectos da criação de movimento é a doutrinação. Você tem nove aspectos principais, né? Então, o primeiro é a personalidade do líder, que tem que ser mapeada. Depois da personalidade do líder, a gente mapeia o discurso, entende qual o discurso desse líder. Mapeando o discurso, a gente
definiu essa crença central. E aí nós vamos desdobrar em outros pilares do movimento. O grande ideal, que é o slogan do movimento, nós vamos definir o inimigo em comum, né, no qual nós vamos botar a culpa, né, das dores da comunidade. Então você tá ansioso não porque você nasceu assim, mas porque existe uma indústria das redes sociais que quer que você fique viciado no seu celular. Um exemplo, beleza? Isso é um inimigo incomum. E existe mesmo. E existe mesmo. Isso é verdade, né? Inclusive, tanto a rede social quanto o craque são os únicos mercados que
chamam seus clientes de usuários, né? Aí você escolhe se é traficante ou se é usuário. Eu prefiro ser traficante. É melhor ser usuário, né? Com certeza absoluta. Inclusive os maiores traficantes são os que menos usam droga, né? Fica a dica. E aí a grande coisa é, beleza? Aí, então, eu defini grande ideal, personalidade do líder, discurso inimigo. E aí eu vou definir agora os aspectos da tribo. A tribo tem três aspectos que tem que dominar obrigatoriamente os três espaços do ser humano. Porque se eu sou capaz de domar sobre os três territórios humanos, eu tenho
a vida dessas pessoas, o cartão de crédito delas e tudo que eu quiser desse cliente para eu de fato poder servir ele melhor, ajudar ele melhor e botar muito mais dinheiro no bolso. Quais são esses três aspectos? Território mental, território comportamental e o território moral. Que que é o território mental? É o que eu penso. Que que é o território comportamental? É como eu ajo. E que território moral é a minha noção de certo e errado do que eu concordo e do que eu discordo. Tu tem que estar presente nessas instâncias, nesses nessas nesses três
territórios. Você tem Que dominar sobre esses três territórios da sua audiência. Sua audiência tem que pensar como você pensa, agir como você age. Você faz isso através do lifestyle e acreditar no que você acredita. E aí você faz isso através das opiniões. As opiniões para uma pessoa de personalidade, né, para uma para uma para um expert, são tão valiosas quanto a capa é para um livro ou tão valiosas quanto slogans são para uma marca, quanto a identidade visual é para uma marca. as opiniões do fundador da marca, as opiniões da cara do negócio são tão
importantes quanto, cara. E para quem quer, sei lá, começar a entender tudo isso eh de alguma forma ou sei lá, se conectar com esse mundo e tá buscando isso agora, já entende um pouco de digital, assim, tem algum eh lugar para beber dessa fonte? Cara, quem quem for do sul vai ter o evento, né? Quem for do tu vai palestrar? Como é que é? Eu tô tímido. Eu tô tímido, cara. Tímido, cara. Cara, vai ser a primeira vez que eu vou palestrar para 1000 pessoas, velho. 1000 pessoas. Vai ser demais, cara. Tem ingresso ainda. A
gente tá quase dando soldout. Estamos nos no último lote, talvez. Pô, tu podia fazer um um uma condiçãozinha especial pr pra galera do Sangroselliia, pô. Condição especial pra galera do Sangrosellia. Cara, é interessante. Eu tô trabalhando a minha escassez, né, de não pedir muito desconto, mas, [ __ ] eu acho que a galera que que acompanha aqui, cara, Pode fazer sentido. Eu eu teria que ver com o meu pessoal, cara, na real, ó, como é que vai ser o evento, tá? Vai vai ser basicamente o seguinte, vão ser dois dias de imersão, onde nesses dois
dias de imersão a gente vai te ensinar a atrair a audiência qualificada, transformar essa audiência numa comunidade engajada, doutrinar essa comunidade engajada e converter ela para transformar em dinheiro. Simples assim. Minha promessa é simples e direta. Você vai triplicar o seu faturamento nos próximos 90 dias, construindo audiência, transformando em uma comunidade engajada e convertendo seguidores em clientes. Tanto se você tá começando agora no digital, quanto você já tá no mercado e quer dominar ferramentas de criação de movimento, comunidade e audiência para potencializar o teu negócio. Cara, condição especial. Vamos lá. Que que eu posso fazer
que meu financeiro não vai encher meu saco? É, é que assim, ó, já tá quase dando soldout o evento. A gente tá com, [ __ ] sei lá, 80% do evento lotado. Já tá no lote 6 já. O ingresso no lote 6 agora tá R$ 647. Beleza? R$ 647. Eu vou fazer o seguinte, tá? Nós vamos criar um cupom. Fechou? Aí pode colocar aí na tela depois, Gabriel. Quando eu falar aqui, pode colocar aqui na tela e eu vou colocar aí. Você bota na descrição lá depois. Cupom fermento. Cupom fermento. Pode ser cupom fermento. Esse
ingresso que seria R$ 647 vai ser só R$ 297. Pô, tá justo, meu Deus. Tá bom demais. Tá maluco. Tá bom. R$ 297. Não, se eu não tá maluco pelo ingresso para você tá comigo no palco te ensinando tudo isso que eu falei detalhadamente, esse podcast, pô, né? Um podcast não dá para eu ensinar o que eu ensinaria em dois dias de imersão. E olha, não é um um evento fermento que ele é um evento teórico. A maior parte dos eventos presenciais tem um problema que é o quê? Chega lá, aí eu boto um monte
de palestrante que conta a história triste dele que ele passava fome e ficou milionário. Aí um monte fala de assunto, cada um fala de um assunto nada a ver diferente, um monte de discurso motivacional, o cara sai de lá cheio de insite solto e não aplica [ __ ] nenhuma. O grande diferencial desse evento é que é prática, mano. Todo o conteúdo foi milimetricamente desenhado pro cara ter resultado e triplicar o faturamento em 90 dias. Eu vou estar no palco com você. Fermento vai estar no palco. Você vai falar do que lá, meu irmão? Cara,
eu vou trazer uma perspectiva sobre comportamento humano e como que o conhecimento e o ambiente influenciam no compo no comportamento e na construção do que é a tua própria vida. Então vai estar completamente conectado. Completamente conectado. Todos vão estar completamente conectados. E além do fermento, nós teremos André de Aman, do Sexy Canvas, que já veio aqui no podcast, já tá Hann Franklin, tá ali, ó, na clavícul, tá aqui, ó, sexy canvas. Então, teremos André de Aman do Sexy Canvas no palco, teremos Hannah Franklin no palco que vai vir aqui no podcast, inclusive, mano, eu tô
empolgado para conhecê-la, cara, porque eu acho ela acho ela [ __ ] velho. Gente boníssima. Hana, teremos também no palco, cara, Adam Pessan que também viu aqui, [ __ ] vai juntar os Power Rangers Do Sangroselli os Vingadores. Alan Nicolas que também já veio aqui. Isso. Gim Dornelas, que talvez provavelmente também virá aqui em algum momento. Teremos Gabriel Breyer. [ __ ] meu irmão. Anderson Luiz. Então assim, bicho. E aqui sabe uma que tu tem que entrevistar aqui? Hã? Já tá marcado, tá? Eu vou marcar para tu. [ __ ] [ __ ] É. Milena
Xavier, não conheço. Ela vai palestrar no evento, tu vai conhecer. É a G Forbs under Tury, a gênia motherfucker. Mano, ela é doente, velho. Ela tem, tipo assim, 16 anos de idade. Então pode marcar. Já anota aí o Gabriel pra gente marcar. 16 anos de idade ela foi indicada ao Nobel estudantil Forbes Underty porque criou uma olimpíada multolou um que de diagnóstico de autismo, mano. Meu Deus. Com 16 anos. Com 16 anos. Ela criou umak faz diagnóstico de de autismo. Pô, tá maluco, muito doido. Tá, ela vai tá lá, vai tá lá no palco, [
__ ] velho, falando sobre inovação e a Creators Economy. Lá no dia já vai dar para trocar uma ideia, pô. E inclusive, inclusive tu nem lembrava mais, eu acho. Mas nós estaremos lá. É, o Sem Groselli podcast a gente vai cobrir, vai se vai fazer a cobertura jornalística oficial do Ether Summit. Vai tá rolando o podcast transmitido para todo mundo que não for no evento, vai estar transmitindo sem grosell com os palestrantes. Mas eu te indico, se você é de Floripa, é da região sul, vai serem, eu nem falei essa [ __ ] né? Vai
ser em Florianópolis nos dias 7 e 8 de dezembro, beleza? Dia 7 e 8 de dezembro em Florianópolis vai rolar essa imersão de dois dias. E se eu fosse você, eu clicava no link aqui, eu li o Qode, tá? que vai te jogar direto na página e usava lá no checkout o cupom fermento para comprar o ingresso de R$ 697 por apenas R$ 297. Então você tem aí R$ 400 de desconto para est aqui na Ilha da Magia junto com a gente nessa cidade maravilhosa. Vai ser um evento que vai transformar completamente o 2025, cara,
de todo mundo que for. Muito networking, muito conteúdo, muita experiência. Ah, Davi, não sou de Floripa, não sou do sul do Brasil. pega um avião, pega um ônibus, pega uma carroça, pega o que você quiser e vem. Mano, eu vou dizer, vale demais a pena, porque nesses eventos tu não só tem acesso a um conteúdo absurdo que muitas vezes, tipo, transforma a tua vida, tu pega um insight, mas tu conhece pessoas, cara, Porque todo mundo que vai estar nesse evento tá com a mesma mentalidade. Então, às vezes, esse, até teve gente já que eu dei
mentoria que era uma pessoa que tava com dificuldade de se posicionar no digital e tal e eu falava: "Cara, compra ingresso para ir num evento". E um evento assim, a pessoa consegue encontrar um sócio, consegue encontrar um parceiro, consegue se Mano, eu já casei gente. Tu já casou gente? Porque bate Cris que já veio aqui, ele conheceu essa saca. Ele tá até hoje no meu evento. No teu evento. Então, no meu evento eu já casei gente, eu já fiz sociedade de gente, eu já fiz sociedade com gente de evento. Eu fui um insite paga, tá?
Um insite paga. Você tem uma ideia, você tem um conteúdo e assim eu combinei com todos os palestrantes de todos eles pessoalmente entregarem a prática, tá? Então combino contigo aqui oficialmente e todos os outros. Ninguém lá vai ter discursinho motivacional, minha história triste, eu passava fome e fiquei milionário e arrastar para cima para saber como ninguém quer saber tua história. Ninguém quer saber tua história. Todo mundo lá vai te entregar conteúdo prático e eu vou pessoalmente te ensinar na prática gerar audiência, transformar audiência em comunidade, transformar comunidade em lista e lista em dinheiro para te
aplicar o seu faturamento nos próximos 90 dias, tá? Então [ __ ] vocês ganharam um cupom, usa o cupom fermento aí, sejam felizes. 297 cai para dentro. Tá de graça, meu Deus. Tá de grátis. Irmão, eh, tem gente que tem eh medo assim, eh, Eu vejo as pessoas, eu já tive isso, eu acho que até talvez eu ainda tenha um pouco, que é medo de verdadeiramente falar o que pensa, cara, tá? de de botar para fora, porque sempre tem aquela parada de, cara, quando eu falo o que eu penso aqui, eu posso estar perdendo gente
de um outro lado, eu posso gerar rate, sim. Coisas inóspitas podem acontecer. Sim, eu preciso falar o que eu penso para construir um movimento. Sim. Inclusive, falar o que você pensa é a coisa que mais vai colocar dinheiro no seu bolso no mundo. Você tem que se fazer uma pergunta, Fermento. Você quer ser amado ou você quer ser útil? Eu acho que eu quero ser. Eu não sei o que eu quero ser. Eu tenho que me fazer essa pergunta. É uma boa pergunta. É uma boa pergunta. Imagina o seguinte: eu sou o especialista em sushi,
tá? E eu sou o melhor sushi da minha cidade. Perfeito, cara. Eu tenho um sushi muito bom. Eu fui pro Japão, eu estudei no Japão, eu morei no Japão, eu casei com a japonesa e eu sei. Eu sou o cara mais brabo de sushi de Floripa. Até que um dia chega um cara e eu falo: "Eu sou o maior especialista em sushi, sushi tradicional. Aí no meu sushi não tem cream cheese, não tem morango, não tem chocolate, não tem hot. É sushi tradicional. Eu sou um defensor do sushi tradicional. Chega alguém na porta e fala:
"Não vou entrar no seu restaurante". Por quê? Porque não tem hot. Na semana seguinte eu começo a servir aí. Beleza, essa pessoa entrou no restaurante. Na segunda semana entra no terceiro e fala: "Não vou no teu restaurante". Por quê? Porque não tem cream cheese e eu começo a servir cream cheese. Na terceira semana o cara fala: "Não vou." Por quê? Porque eu não gosto de sushi. Eu queria churrasco. E eu começo a servir churrasco. Chega um quarto e fala: "Eu não gosto de churrasco, eu quero pizza". E eu começo a servir pizza. Em dois meses,
ninguém lembra de mim. Eu sou um restaurante completamente genérico em skin. Eu poderia ter sido o melhor sushi do mundo, porque eu abri mão do que eu acredito para agradar. Caraca, velho. Percebe? Então você tem que entender quem você quer agradar. Você quer ser amado pelos seus ou legalzinho pra maioria? Você quer ser verdadeiramente útil para as pessoas ou você quer ser uma pessoa aceitinha, reconhecidinha e amadinha, mas que tem que pisar em ovos para falar pra audiência. Então assim, mano, se alguém não se conecta verdadeiramente com o que você fala, fique em paz do
teu coração, mano, porque não era teu cliente ideal. Teu cliente ideal, ele é compatível ideologicamente com você. Então, os teus melhores clientes que vão te dar menos dor de cabeça são aqueles que concordam com você e que vem o mundo como você vê. Esse cara tem uma visão compatível, então, pô, é fácil. Eu eu já fiz post que eu perdi, tipo, muitos seguidores e não era teu cliente ideal. Quem ficou Ficou porque conecta feliz até é, tu tá limpando a tua audiência, mano. Você tá limpando a tua audiência. Imagina agora você é o escravo da
audiência, escravo do cliente, não pode dar mais a sua opinião, meu irmão, a audiência tá ali para te assistir. A audiência tá ali para ver você. A audiência que precisa de você. Não é tu que precisa da audiência, [ __ ] Tu já tem o que tu promete, tu já tem o que tu vende. Então, se as pessoas querem comprar, é porque elas precisam. Se elas precisam, a bola tá com quem? Contigo, [ __ ] Se o cara não gostar, sai daqui, vai tomar no seu cu e fica sem. Percebe? Então, eu desenvolvi uma coisa
na minha cabeça que eu chamo de arrogância positiva. Que que é arrogância positiva? é ter um drive na cabeça que é bicho, eu sou o prêmio da situação, eu sou o prêmio. Se o cara me segue no Instagram, eu sou o prêmio. Se o cara compra meu produto, eu sou o prêmio. Ele tá comprando para me ver, ele tá comprando para comprar de mim, porque eu tenho alguma coisa que ele precisa. Então, na minha cabeça, por exemplo, sabia que eu não considero cliente cliente? Tu considera o quê? aluno. Isso foi uma que eu aprendi presencialmente
com Marcilo. Eu não tô prestando serviço, eu tô ensinando. E se eu tenho uma função de educar, [ __ ] a sua opinião. Eu sei, e você não sabe. Então, cala a boca sem aprende, [ __ ] Percebe isso? Pô, eu tava lá na faculdade do Itítalo Marcil e ele falou assim: "Porra, falou: "Cara, a gente aqui não tem cliente, a gente tem Aluno. Por isso que eu faço questão de deixar o meu negócio principal como educacional, porque eu estou te ensinando uma parada. E mesmo que eu preste um serviço, eu sou, sei lá, um
dentista, cara, entende o teu paciente, ele é alguém que não sabe resolver a [ __ ] do dente dele, senão ele não precisaria de você. Então, a autoridade presente ali é você. Uhum. E tem que se posicionar como tal, como tal. dizer o que você pensa, dizer: "Cara, tu é uma [ __ ] escovando dente. Tu escova o dente errado". Não, mas eu escovo certo não, [ __ ] Eu tô vendo que teu dente tá todo amarelo, quebrado, tá com bafo do [ __ ] porque você não escova o dente direito. Não, mas é que
eu uso Colgat. Colgat é uma merda. Você deveria usar pasta tal. A minha, a minha é melhor. Ah, não, mas aparece na TV. Não, mas eu discordo que seja bom. Por quê? Porque eu estudei, [ __ ] Então, assim, eu eu tenho uma um framework na minha cabeça que é o seguinte. Isso aqui é para todo mundo que é especialista em algum assunto, tá? Se a pessoa do outro lado não tem conhecimento técnico suficiente, ela não tem direito à opinião. Ponto. Então, quem não sabe não tem direito a opinar, mano. O cara só tem direito
a opinar se ele sabe. Imagina, eu perigosamente concordo. Eu eu concordo para [ __ ] Inclusive eu eu acho isso até para outros âmbitos da sociedade, até pô, eleição, tá ligado? Tipo assim, [ __ ] eu eu não eu não acho que tem direito à opinião. Quem não sabe. Então, imagina, você tá aqui na tua casa, pô, você chama a gente, uns amigos, faz um churrasco, aí chama um churrasqueiro brabo, meu irmão. O cara do sul matou o boi na mão, trouxe para cá, tá fazendo uma carne maravilhosa para nós aqui. Eu chego lá e
falo: "O ponto tá errado, mas eu não sei fazer carne, eu não sei [ __ ] nenhuma de nada de churrasco. Eu não tenho direito a essa opinião. Então, por que que o cara vai se importar com o que eu acho?" A gente pode ter um exemplo mais extremo, cara. Vamos imaginar que estamos todos nós reunidos e há entre nós um médico e alguém começa a enfartar. É, a gente vai ficar opinando. Eu vou falar: "Não, eu acho que eu ten que achar [ __ ] nenhuma, meu irmão. O cara tá infartando, filha da [
__ ] Faz o que tem que ser feito. Aí o médico é o que sabe. Ele é quem sabe o que que faz com, eu não sei o que fazer com filha da [ __ ] infartando. Faz a menor ideia. O médico sabe. Então ele pode opinar e ele vai dizer: "Não, não, deixa o cara ali". Ou não, não, tem que chamar a ambulância. Mas, mas esse que é o problema, né? As pessoas que têm muito conhecimento, elas não tão se posicionando. Exato. E aí já dizia Martin Luther King, o que me incomoda não é
o barulho dos maus, é o silêncio dos bons. Porque que tem tanto concorrente pior que essa galera fazendo tanto dinheiro? Sabe por quê? É um paradoxo, mano. Eh, eu chamo de paradoxo da especialidade. É assim, os melhores tão com medo de ferir a reputação e medo de dar opinião, porque eles acham que eles têm muito a perder. Então, como eles acham que eles têm muito a perder, eles têm medo de expor o que eles sabem, Eles têm medo de contar a história, eles têm medo de falar o que eles pensam e, principalmente, tem medo de
prometer, enquanto os piores não tem nada a perder. Eles são os filhos, não se importam com o cliente, não estão nem aí. Então eles prometem para [ __ ] fazem opinião para [ __ ] entregam para [ __ ] para [ __ ] aparecem para [ __ ] e ganham mais dinheiro. E [ __ ] E [ __ ] Como é que inverte isso? Os bons precisam assassinar sua reputação. Entender que reputação é uma coisa seletiva. Você nunca vai conseguir agradar todo mundo, senão você vira o sushi que virou churrascaria, pizzaria e farmácia porque tentou
agradar todo mundo. Tu não é sushi, [ __ ] Sou. E tu não é sushi tradicional? Sou. Então tu é sushi tradicional, meu irmão. Tu acredita no que você acredita? Você nunca vai abrir mão dos seus valores, das suas opiniões, da sua visão de mundo por ninguém. Se o cliente discorda, ele não é o teu cliente ideal. Não tô falando para você. Não é para você que eu tô falando. Não é com você que eu tô falando. Você não é meu público. Eu prefiro ser amado e aclamado por poucos do que ser maneirinho pra maioria.
Porque o maneirinho, mano, é pior do que o ruim. Porque o ruim, pelo menos, tem coragem, porque ele não tem nada a perder. Só que essa galera não é que eles são ruins, eles ficam na fase do maneirinho, ou seja, eles são mais um mais um no mercado. Mas por que que ele é mais um? porque ele não usou o principal ativo que ele tem, que é a história dele, a visão de mundo dele. E essa visão ser compartilhada com a comunidade para formar um movimento. As pessoas compram essa mensagem e essa visão. E por
essa visão ser do Líder, ela é intransferível, irrefutável e irreplicável. Ninguém consegue ter. Então esse cara vai pro topo da pirâmide, onde a comunicação dele se torna ideológica e agora ninguém mais consegue copiar. ele se diferencia de todos os concorrentes. Mas isso então dele se diferenciar buscando poder de certa forma na própria história vai fazer ele não ter medo da concorrência. Mas mas é algo comum, né? É porque assim, cara, eh, é muito difícil tu encontrar exatamente o teu ponto de quem tu é e tu começar a falar sobre isso. E exatamente são algumas barreiras
que a pessoa vai vencendo, né? E às vezes nesse processo ainda acontece uma coisa que que eu acho que tu que tu deva se deparar, que é a pessoa que tá ali no começo, cara, eu tenho um perfil, tá? Eu vou falar sobre isso, eu entendi que eu preciso me posicionar e tal, mas tu olha pro mercado e tu vê pessoas gigantescas, cara. Tu vê pessoa tipo, [ __ ] sei lá, tem o Pablo Marçal, tem o Wesley, não sei o que, 1 milhão de seguidores, cara, como é que eu vou disputar uma fatia do
mercado com ele? Como é que eu vou vender para quem já comprou dele? Você não vai. As pessoas pensam assim: "Caramba, tem vários concorrentes no meu nicho, mas você quer uma parada que vai libertar todo mundo que tá aqui ao vivo? A gente vai cometer três assassinatos aqui e com esses três assassinatos, nós vamos libertar todo mundo que tá aqui ao vivo. A gente vai assassinar três pessoas: o nicho, a persona e o posicionamento. São três conceitos esquizofrênicos, idiotas e perda de tempo que vocês podem esquecer, porque só deixam gente muito boa perdendo tempo. Como
assim, cara? Vamos lá. Que que é persona? Persona é assim, ó. Eu vou imaginar quem potencialmente é o meu cliente ideal. Uhum. Eu vou dizer: "Não, o meu cliente ideal é Maria e Maria tem 27 anos, tem um cachorro, passeia todo dia no Itacurubi e é mãe de quatro filhos. Da onde eu tirei essa [ __ ] dessa informação? Eu agora inventei uma Maria que não existe e eu vou produzir conteúdo tentando falar com a Maria, mas não era a Maria que eu ia trair. Se eu falasse exatamente o que eu tenho a dizer, se
eu entregasse exatamente o meu conteúdo, não era a Maria que eu ia trair. Então a primeira coisa, a persona é você. Porque senão tu tá direcionando, tu tá sendo escravo da tua audiência. Nem isso. Eu tô até sendo esquizofrênico, porque você tá tentando falar para uma pessoa que tu criou na tua cabeça. Sim. tá sendo escravo de algo que nem existe, de uma [ __ ] de uma pessoa que nem existe. Quem é Maria, [ __ ] Onde é que Maria está? Me me conversa com a Maria. Teu cliente não é Maria. Você não sabe
se é. Ah, Davi, como é que eu descubro meu cliente? Fala o que tu tem a dizer. Quem tu atrai é teu cliente, acabou. Se tu é autêntico, se você fala exatamente o que você tem a dizer, se você expõe pro mundo exatamente o que você acredita, cara, Você vai atrair exatamente as pessoas certas, porque mensagens claras são um íã de pessoas certas. Então, se eu direciono a mensagem certa, eu atraio a pessoa certa. E se eu estou sendo totalmente autêntico com essa mensagem, sem tentar agradar ninguém, automaticamente a eu sei que aquele cara é
o meu cliente ideal e eu não fico escravo dele. Então, eu assassino a ideia de persona, entendo que a única persona que existe sou eu. Eu sou minha persona. Então, eu vou produzir meu melhor conteúdo. Eu vou vou fazer o vídeo que eu gostaria de assistir. Eu vou fazer o evento que eu gostaria de ir. Eu vou fazer o produto que eu gostaria de comprar. Isso é parada. Tá ligado? Faz o evento que tu gostaria de ir, mano. Faz o podcast que tu ouviria todo dia. Faz o o res que tu assistiria e falaria que
[ __ ] e se tu não tá assistindo e falando que [ __ ] é porque tá ruim. Tu tem que ser o melhor aluno do teu método, mano. Então, tipo assim, tu és a persona, isso é a primeira coisa. Eu sou a persona, eu vou falar o que eu tô aim de falar e eu vou atrair quem eu atraí. Quem eu atrai o meu público, acabou. Segunda coisa que eu gosto de assassinar, nicho. Nicho é outra retardadícia que existe. Você, fermento, Víctor Hartman. Hum. Então, um sujeito com diversas histórias, com diversos conhecimentos, com uma
bagagem, com uma cosmovisão, com opiniões e com toda uma complexidade, toda uma beleza que existe dentro do teu ser. Uhum. Tu consegue encachotar essa beleza d nicho? Não, não dá, [ __ ] Porque tu é um ser humano. Não dá para enfiar a a a beleza e a magnitude de um ser existente na Terra dentro de uma caixa. Mas todo mundo fala que precisa. E é por isso que tá todo mundo patinando, [ __ ] Todo mundo fala que precisa. É por isso que ninguém tem resultado de quando alunos desses nicho, quantos desses caras explodiram?
Não explode porque fica dentro da caixa. Não dá para encachotar. Então tua persona é você também. Teu nicho é você, meu irmão. Seu nicho é você. Não tem nicho. Sua visão de mundo é seu nicho. Seu discurso é seu nicho. Qualquer assunto, qualquer produto e qualquer ideia que esteja dentro da tua cosmovisão faz parte do seu nicho. Porque tu é o teu nicho. Se faz parte de você, tá no teu nicho. Ah, tem outros concorrentes no meu nicho. Não, porque ninguém consegue ser você. Acabou. Você não tem mais concorrência. Não existe concorrência para quem é
o próprio nicho. E a terceira coisa é posicionamento. Não, Davi, agora você foi longe demais. Como assim assassinar o posicionamento? É porque as pessoas compreendem errado o que é posicionamento. Que que é posicionamento? Congruência dos quatro canais. Só quais são os quatro canais? Verbal, não verbal, paraverbal, simbólico. Eu tenho que falar, mostrar o que eu falo, ser o que eu estou falando e simbolicamente representar o que eu tô falando. É só isso. Eu só preciso ser, mano. Só preciso ser. Mas tu não precisa escolher esse posicionamento, não. Tu tem que ser tu, [ __ ]
Ser você mesmo intencionalmente e escolher ser você mesmo intencionalmente e escolher que partes de você tu quer mostrar mais ou tu quer mostrar menos. Isso sim. Mas você não, ah, eu tenho que ser então mago, eu tenho que ser então herói. Cara, seria o equivalente a tirar minhas camisas e me botar de terno e falar: "Não, agora eu sou mentor high ticket". É, Fermento, olha, eu acho que para você passar mais autoridade no podcast, eu acho que você deveria fazer os podcasts agora de terno completo, entendeu? Porque eu acho que você vai atrair convidados mais
high ticket. De duas uma, tu vai falar: "Tá bom, tá bom, se eu vou atrair com convidado mais ticket, eu vou fazer". Cara, tu tá abrindo mão da tua personalidade para atrair um cliente que nem é o cliente que você quer, porque aí vai o teu cliente ideal conecta contigo do jeito que você é, meu irmão. Tu não precisa fazer força. Então, provavelmente a audiência que viria assistir seria uma merda. Tu acharia um porre. Tu acharia chatos para [ __ ] Tu ainda queria convidar com ninguém porque tu não é um cara que usa terno,
entendeu? Então assim, qual meu nicho? Tu. Qual minha persona? Você. E meu posicionamento? Você acabou? Entendeu? Muito simples. Como definir meu nicho? Tu é teu nicho, seja você mesmo. Como definir minha persona? Tu é tua persona, seja você mesmo. Como definir meu posicionamento? Tu é teu posicionamento. Seja você mesmo. Acabou. Aí é impossível você não atrair o cliente ideal, porque não tem ruído de comunicação. Só tem ruído quando você tá tentando ser uma coisa que você não é. Aí fica estranho e aí tem incongruência. Eu tô falando uma coisa, mas o que eu falo, mas
o que eu mostro é outra coisa. Meu tom de voz e meu olhar, que é o paraverbal diz outra coisa. E os símbolos que me permeiam dizem outra coisa. Quando meu, eu sou uma pessoa bem posicionada, eu sou bem posicionada quando há uma congruência entre os quatro canais. Ou seja, a mesma coisa que eu falo é o que eu comunico não verbalmente, é o que eu comunico paraverbalmente no tom de voz, no olhar, na postura. E é o que eu comunico simbolicamente nos elementos que me acompanham. Isso é uma pessoa bem posicionada. Uma mal posicionada
é quando tem incongruência, ruído entre canais, que é uma pessoa ou hipócrita ou esquizofrênica, né? Porque uma pessoa para falar uma coisa e ser outra, ou ela é babaca ou ela é doente. Nas duas hipóteses, ela não deveria ter audiência. Faz sentido. Vai desconectar. É, cara, doideira isso aí, velho. Acho que eu acho que eu nunca ouvi isso em lugar nenhum. Nunca viu isso, G. Tipo alguém falando isso para assassinar posicionamento nicho. Por que posicionamento, nicho e persona são só as três bases mais sólidas de todo mundo. E eu tô dizendo, esquece as bases Mais
sólidas de todo mundo. Tudo que você ouviu a sua vida inteira sobre marketing está errado e eu vou te provar nesse podcast. Irmão, eh, muito obrigado por ter vindo aqui. Estamos junto demais. Eh, reforçar o convite aí pra galera, então, para quem quiser. Tá rolando aí. Tá rolando, Gabriel. para quem, pô, para quem tem o desejo de me ver lá palestrando e também de estar entre todos os gigantes aí e ir no evento encontrar com pessoas que estão querendo caminhar nessa mesma direção, isso eu acho que é algo fantástico e adquirir um conhecimento que vai
te botar nesse movimento aí, cara, vai mudar o jogo, velho. Vai ser o maior encontro de líderes de movimento do Brasil. Vai ser doideira, meu. Caraca, eu eu vou fazer uma seletiva lá para trazer gente aqui, velho. [ __ ] isso vai ser legal, cara. Porque eu vou conseguir pegar um monte de gente que vai est no evento, que às vezes tem uma visão [ __ ] E poderia vir no Sangrosell. Então, ó, você que tá assistindo aqui, já fica ligado, vai rolar lá no Etter Summit, mas aí eu só vou te deixar fazer com
o pessoal do presencial. É, não, isso vai rolar no Etter Summit, vai tá rolando um caçaentos, né, para ver quem tem conteúdo massa, quem tem, né, algo interessante para entregar pro fermento trazer aí, [ __ ] É porque eu vou falar, às vezes a gente passa desejo aqui de de convidado, né? Às vezes a galera reclama: "Ah, vocês repetem muito, não sei o que, cara. São os caras que eu gosto." É porque são três ou quatro cara [ __ ] que eu sei que tem assunto, né? [ __ ] velho. Porque tem uns outros [
__ ] que estão perdido aí pelo Brasil, a gente tem contato e tal, mas tem muita gente ruim, velho. E assim, eu vou falar pr vocês, tá? Eu sou um dos cara [ __ ] que o Sangros explodiu, lembra? É verdade. Eu, Delanogari e alguns outros que vieram aqui no comecinho, que eram os cara [ __ ] que compraram sangrosia quando era tudo mato, né? Quando o manequinho nem tinha roupa, quando o manquinho quando o Mariquinho não tinha roupa, era quatro cabeça numa numa mesa de podcast bebendo para [ __ ] né? A gente foi
no Sangroselli no Nascimento e, cara, gerou audiência para [ __ ] Podcast é um caminho muito massa para gerar audiência, ser convidado para podcasts, eventos, podcast, todo ambiente que você encontra com pessoas muda teu jogo. Então, uma promessa eu te faço. Se você pegar aí, usar o cupom fermento e tiver no Ether Summit junto com a gente, essa vai ser a melhor decisão que tu já tomou na tua vida. Fechou? Estamos junto. É nós. Fechou, irmão. Obrigado. Estamos juntos. Muito obrigado. É nós, Fermentão. Valeu.