o Olá Hoje vamos falar mais uma vez aqui nos drops de Clarice Lispector sobre o conto de Clarice intitulado devaneio e embriaguez duma rapariga te conto integra a coletânea Laços de Família sendo o primeiro conto do livro O Conto narra a história de uma jovem mulher portuguesa casada com dois filhos que vivem no Rio de Janeiro e enfim que tem as suas inquietações dos seus dilemas das suas questões próprias da realidade feminina e o conto foi também tema do nosso próprio número 10 no qual eu apresentei uma análise e Trace um paralelo com outras obras
literárias e em especial com o livro da escritora Martha Barbosa stephen's e falei também sobre o estudo que eu realizo no meu pós-doutorado que realize na PUC do Rio Grande do Sul Sob orientação da professora Maria Eunice Moreira sobre representação de portugueses na literatura brasileira falei também sobre a minha colaboração com o projeto portugueses de papel e coordenado pela professora Vânia chaves da Universidade de Lisboa mas hoje o que temos aqui a e a colaboração da atriz empresária professora Universitária e publicitária Rosana Vaz da Silveira que leu o conto de Clarice Lispector e encantou com
essa história e resolveu dramatizar fazer uma leitura dramática de algumas passagens do conto ela escolheu algumas passagens muito significativas esse conto e deu vida a de vó e vida a essa personagem uma leitura muito particular ela criou uma personagem e ela deu voz e vida a essa portuguesa eu quero agradecer imensamente a Rosana por essa colaboração preciosa que nos permite e adentrar um pouco mais nessa realidade da rapariga de Clarice Lispector o quarto parecia estar em si cruzar os alérgicos a estremecerem mais nesse sentido estava se plantar vagarosamente dentro da plantadeira de ter os seus
braços brancos e povo retiraram certeza de trânsito da tarde e os olhos não sabe não e os espelhos quebravam riscos orgulhosos o que for do Marginal mais alto caiu a rua uma coisa casados uh6000 diz e o marido de Juraci no caso já livre da que seria descuido deles os olhos não se recuperaram de Mas vamos trabalhar muito ativo roupão aberto achava aparecerem nos espelhos os seis entrecortados de várias raparigas a e a noite que estou jornaleiro o vento o prêmio da Rua Riachuelo em alguma coisa arrepiou-se para exagerado eu vou planta penteadeira cantou absurdo
o campo viu o Pardal Zito Pastor pela janela vou para além do Minho é mas clica cachorros e dura como leque que consiste em eu trabalhava no Brasil só preso pelos pacientes termina parede com uma guitarra a Rua do Riachuelo sa que deu Apesar que a gente dos elétricos fim da Rua Mem Sá Adobe a curiosa entediados estremecimento do guardá-los no sábado visita de um paciente criou seguir corpo de bruços e quando estava esticar com amor os dedos dos pés pequeninos aguardar que o próximo casamento com os olhos abertos I can't control busco disse em
forma de reformado o marido apareceu de já trajado e Anitta bioquímica zero como parece o pequeno-almoço em olho fato que estavam não por escovar pouco se importar sujar dia de estratégias de negócios na cidade mas quando ele sentir ou para beijá-la sua leveza que eu perdoo com uma folha seca vaga ter daí o piercing pergunta-lhe o homem atônito a interna mediatamente um carinho mais legais o Bernardo não saberia responder estava tão Rádio Princesa que não tinha sequer um dele buscar uma resposta zangou-se e se você não me amasse não me vê ele rodar Como mudar
o velho E aí apareceu pensar melhor declarou O rapariga estás doente E aí E aí E no momento para o outro com raiva estava de pé mas nas fraquezas do primeiro instante parecia doido delicado no quarto que rodava e rodava tela conseguir às apalpadelas deitar novo a cama Surpreendida talvez possibilidade ou mulher e vê lá se vais mesmo a 2D desconfiado levou a mão à testa para ver se o Timbu verbos E no sábado de noite empregada na passadinha BH Damasco marido lado a garantia e Elas irão Munhoz dentro de outro homem tão mágico procura
mudar o palestras porque ela não era nenhuma Carola da Aldeia já me dizer encapuzado mas borrachona ainda mais poder E aí a senhorita não está agora acho é que eu não queria faltar o espírito o negócio - Sim tenho de verdade deixava e o outro cantar de galo o que se não tava bem para fazer um fino fazer punha era uma desses vontade de Cristo é um de desprezos olhar Maria Leite no ferro novo e achava no motel piada Bora zona não mais poder mas sim perder o briga briga e o vinho as razziale corpo
a vítima estavam brilhantes de Dores os olhos se seus gestos eram etapas difíceis até conseguirem tinha atingir por ele ter em verdade por dentro de estar a ter a muito bem essa feira nos em plena os itens lá dar sinto por tu e os lábios engraçados os dentes brancos e o Limões ali é que ela vai dar de estar embriagado e consertar um tal de impor tudo a torná-la madhuri redonda como uma grande vaca o insta gargalhada gargalhada que estava sair misteriosamente de uma garante cheio branco e resposta a finura negócio trabalhar a vinda da
profundeza daquele sul da profundeza daquela segurança de quem tem cor é mas curta-se brilhar e se quisesse pedir Princess o luxo de funcionário não é sensível ainda podia ir mais adiante porque era protegido por uma situação protegido por toda a gente que atingiu uma condição de vida é uma pessoa que lhe impedem de férias todos os lados Ai que o feliz que são minha mãe se eu quisesse podia deitar ainda mais vinho no copo e protegida pela posição da constará na vida emborracharse me dá mais contanto que não perder sobre o E aí [Música]