Olá, sejam todas bem-vindas, todos bem-vindos à semana de comunicação e marketing da Pós PUC Paraná Digital. Eu sou a Olívia Baldiceira e vou acompanhar vocês na entrevista de hoje com a professora Bet Saart. Ela é professora titular da ECA da USP, a Universidade de São Paulo e coordenadora do grupo de pesquisa com Mais.
Ela tem uma vasta experiência como pesquisadora nas áreas de tecnologia digitais e comunicação, com atuação em transformação digital e estratégias de mídia. E esse tema vai nortear a nossa conversa de hoje, que a gente vai falar sobre estratégias de mídia e credibilidade na era da desinformação. Professora, muito obrigado por ter aceitado o nosso convite para conversar hoje.
>> Olá, eh, eu que agradeço. Eh, é um prazer estar aqui para falar de um assunto muito, muito, muito importante, especialmente dos técnos presentes que estão se vivendo. Então, adoro compartilhar ideias e eu fico à disposição.
>> Legal. E então, pra gente começar a nossa conversa, ã, é bem importante a gente, ah, até como professora, né, a gente pensar em conceitos, né? Então, como a gente pode definir essa era da desinformação e até se você conseguir falar de uma forma resumida de como a gente chegou até aqui, como como era um antes e um depois, se teve algum ponto de virada pra gente chegar onde a gente chegou, >> OK?
Eh, vamos entender que primeira coisa, né, antes do uma coisa é desinformação, né, ou seja, a informação hã invertida, transformada, alterada, falsificada. E outra coisa é a falta de informação, né? H, a gente, se a gente for pensar nos termos em inglês, né, que deram origem a essa todo a esse cenário, né, uma coisa é a gente falar de misinformation, que é a falta deção, e outra é o disinformation, né, que aí sim é uma alteração da verdade, né?
Então, esse é o primeiro aspecto importante pra gente eh eh diferenciar mesmo, né? E porque a gente tá dizendo que agora a gente vivencia um cenário de desinformação, não é só falta de informação, isso não é uma coisa nova, né? eh a ideia de desinformar, né, ou de alterar fatos de verdade ou adequados a determinadas determinados interesses, eh, remonta desde que a própria imprensa surgiu.
É histórico, né, é histórico e normalmente vinculado às camadas eh eh do poder, né, dos poderes eh de determinados momentos sociais. gente der um salto imenso aí secular no tempo, a a gente leva em consideração que o surgimento do meio digital, né, a internet em si e todas as os aprimoramentos eh que eh a internet traz eh especialmente na troca eh dos diálogos, né, que os sistemas possibilitam, comentários aí existência das formas, a sofisticação do da construção dos conteúdos. Tudo isso daí eh traz eh adora eh instrumentos eh facilitadores eh de alteração, portanto, de mudança, transformação dos fatos para desenformar para um determinado objetivo.
Isso de um lado, tô falando do lado técnico, isso se aprimora muito eh a partir de 201425, com a eleição do Obama, onde ele não usou desinformação, pelo contrário, mas ele foi a campanha do primeira eleição do Obama foi uma campanha que usou fortemente os recursos digitais para se comunicar e justamente aí tem ã evoluindo caso brasileiro a partir de 2 187 isso começa a ficar muito mais forte porque junto com a possibilidade de você informar adequadamente que é uma função típica do jornalismo, você tem a a as mesmas ferramentale para alterar esta informação e geralmente ente isso tem uma conexão, ou seja, quem altera eh a gente tá falando das polarizações sociais e políticas, né? Ou seja, grupos antagônicos que se estabelecem em rede, como todos nós estamos todos em rede. E este grupo se utiliza das ferramentas disponíveis pela plataforma, pela própria princípio, se utilizam dessas ferramentas para alterar os fatos e conseguir disseminar, distribuir com muita plitude eh estes fatos alterados que a gente pode dizer eh que são fatos de desinformação, mas que No primeiro olhar, eu diria que essa é a explicação.
>> Uhum. Eh, você comentou das plataformas e hoje a gente vê também que essas próprias plataformas também estão implementando cada vez mais ferramentas de a generativa até com o boom do chat ept. Ã, como você enxerga que que a generativa, essas ferramentas de geração de conteúdo t impactado nessa era da desinformação?
Olha assim, toda a nova [risadas] tecnologia se meio que arraiar assim, aí a generativa é mais recente, ela é mais recente para a nossos cidadãos comum, né? Ou seja, a partir de 2022, quando a equipe criou o chefe e lança o o chefe de PT pro mercado, uma plataforma gratuita, né? H, claro que ocorre uma onda, né, um boom, um r, como a gente fala no jargão aí digital, eh, de uso desse tipo de recurso de ferramental muito poderoso.
O que acontece? Eh, qualquer ferramenta linha generativa, né, os modelos que a gente chama modelos LL, eh, sejam os gratuitos. Eh, e sejam os pavos, sendo que os gratuitos são mais suscetíveis a a informações falsas, todos eles eh produzem o conteúdo ou eh enfim, os resultados que eu pergunto pro paraa inteligência a partir de dois processos, né?
a partir daquilo que está disponível na internet, qualquer coisa, o que esteja circulando na internet e a partir eh da competência eh que eu dou para a ferramenta para que ela produza algum resultado. Ou seja, a partir da pergunta do famoso prompt que eu faço para ferramentar, certo? Então, o que ocorre?
De um lado você tem eh as ferramentas gratuitas, por exemplo, você pega o o chat CPT gratuito hoje, o chat o 3. 0, né? Acho que é para ele não vai, ele tá estruturado eh para virar a internet, capturar dados e informações eh até eh o que está postado na rede, até 2022, 2023.
Tudo o que circula na rede posterior a esta data, ou seja, que tá centrando hoje, 2026, por exemplo, eh o o chefe ele só vai te capturar a informação, responder a sua pergunta ou seu pronto, se ele estiver usando a versão paga, né? Então esse é um ponto bastante importante pra gente entender que eh os modelos de inteligência artificial generativa, mesmo os mais o a perplex e ou aqueles de uso acadêmico ou genai do próprio Google, eh todos eles eh eles passam a ter maior precisão a partir da paga e portanto, responder ao prompt de uma maneira mais adequada. Novamente, isso é um aspecto técnico.
O que acontece? Eh, a inteligência artificial só eh responde e ou distribui os seus conteúdos a partir de uma do lado humano, né, além do pr, né, ou seja, o que eu faço com o resultado da pesquisa, né, para que eu ofereci paraa inteligência, se a informação já vem deixada, estragar, Eh, obviamente eu, eh, se sou um jornalista sério, não vou divulgar, mas eh cidadãos, eh, com alguma intencionalidade, eh, mesmo sabendo que não é uma verdadeira, ou, ou melhor, informação, a cura é distorcida, é uma distorção de vários, mas existe uma intencionalidade de distribuir uir eh fatos eh distorcidos. Então vai acontecer sim.
Eh, eu diria que a inteligência generativa sozinha, sozinha, ela não tem essa competência de distribuição, de disseminação. Isso só vai ocorrer a partir de um um de quem dispara a diseminação, seja própria mídia, seja a plataforma, várias plataformas aí inclui Google, ou seja, eh, cidadãos, indivíduos que atuam de um modo político, eh, com vertentes ideológicas, eh, que, portanto, escolhem disseminar eh resultado de informações não tão cobertas assim. >> Uhum.
E a gente fala muito das plataformas também e da IAGE narrativa. Ã, e agora puxando um pouquinho pro jornalismo, né? H, que a gente vê também, eh, grandes jornais já processando essas empresas porque, né, usam o material sem direito autoral, sem pagar por isso.
Ã, como é que você vê, jornais para tentar, ã, coibir eh a forma como essas IAS t usado as informações jornalísticas e mais como os veículos, a imprensa, ela hã contribui pra gente eh combater essa desinformação até a que acaba sendo gerada por essas ferramentas de arte. É, [risadas] aqui a gente entra numa eh zona eh um pouco complicada. Vamos lá.
Eh, o jornalismo enquanto instituição social, né, ele tem um papel importante na sociedade. Eu não tô falando da linha editorial de veículos jornalísticos, porque diferentes veículos tem diferentes linhas editoriais e, portanto, diferentes eh assentamentos eh político-ideológicos eh na sua editoria, né? Eh, eu tô falando do jornalismo enquanto instituição social, né?
Ou seja, enquanto uma um elemento de referência para todos nós cidadãos comunes, uma referência de boa informação, de eh oferta, de explicações, de contextos. Ou seja, eu entendo o o jornalismo como instituição social legítima e de credibilidade para construir a opinião pública, né? Para construir positivamente a opinião pública.
Essa construção vai depender, claro, das vertentes editoriais, mas o compromisso do jornalismo sempre, não importa qual, é com a verdade, né? com o relato real dos fatos e com a explicação, a contextualização dos acontecimentos. OK?
Isso institucionalmente falando. O que que acontece na medida em que, por outro lado, a presença eh dos bit das, né, as dicas, né? Então, Google, a meta com seus Facebook, Instagram, WhatsApp e tudo mais.
eh se forma na sociedade uma, vamos dizer assim, um costume, um hábito, né, para chamar de eh um hábito de todos nós, cidadãos comuns, se informarem primeiro ou buscarem respostas às minhas dúvidas, os acontecimentos, buscarem isso torneio dos espaços de plataforma. Resumindo, eu posso falar dá um Google para ver o que que é, né? Eh, existem pesquisas que dizem que o hoje você vai buscar notícias primeiro através do Google ou do Instagram, ao invés de buscar essa notícia diretamente a uma marca jornalista, não importa.
Com isso, o que que acontece? existe um um embate presas de jornalismo de mídia e as plataformas para que elas eh distribuam a notícia destes veículos, distribuam primeiramente ou privilegiem a distribuição eh das notícias ser dadas pelos veículos de E o que está acontecer B essas próas [roncando] é o seguinte, se quer aparecer primeiro o resultado do Google, você tem que pagar, né? Então, existe aí um embate de negócios que faz com que empresas jornalísticas acabem adequando a sua produção informativa para, pagando ou não, aparecerem de alguma forma melhor nos resultados de busca eh produzidos por estas plataformas, né?
Quando entra a inteligência artificial, a conta fica mais complexa, né? Porque eh, por exemplo, como as Vamos, eu vou novamente usar o exemplo do chat PT, mas as outras plataformas de Iagem também fazem isso. A inteligência artificial, como eu disse lá no início, ela precisa de dados reais para resolver, produzir bons resultados aos pronts.
Então o que tem acontecido é o terceiro segundo nível de embates e demonstrações para que eh essas eh empresas de agend eh por exemplo, a OP, o próprio Google, a Microsoft Wilots, enfim, praticamente todas elas, né, passem a eh fazer acordos e individuais como empresas de líder, empresas jornalísticas, para que essas empresas ofereçam os seus arquivos de notícias atualizados, né? Eh, para que as inteligências negativas utilizem e, eh, result, né, prontos, mas confiáveis. E essa negociação é um processo que tá individualmente entre entre cada empresa jornalística e a plataforma de viagem negativa.
E aqui a gente tem também um processo de negócio e de escolhas da empresa jornalística, que ela tem que escolher estar visível nastex e também estar visível nos resultados eh das viagens negativas. E isso tudo envolve negócios e valores. Eh, esse é o cenário.
Eh, e nós cidadãos que precisamos ser informados, acabamos nem percebendo muito eh esse processo que é complexo, eh, mas que tá acontecendo e a gente precisa estar atento a isso. >> Uhum. Bem importante isso, né?
a gente se responsabilizar também como cidadão, como leitor, né? Eh, mas aqui também eu queria tocar num ponto e da gente também não pensar o os jornais também só como os mocinhos dessa história. Eh, não sei se existe algum estudo ou algum case ã de eh de algum veículo de comunicação que tenha contribuído de certa forma com a desinformação.
É, eu acho a gente vê agora já fazendo uma parte, a gente vê isso principalmente com coberturas de notícias científicas, né, que a gente tem um >> uma questão com jornalismo científico que é é bem complicado aqui, não só no Brasil, mas em outros lugares também. Então, se você pudesse comentar um pouquinho sobre isso, >> sim. Eh, vamos falar que a empresas eh jornalísticas eh consolidar, né, de credibilidade, eh, elas têm todo um processo interno em suas relações eh de verificação da informação.
parte do jornalista dedicar antes eh de contar, narrar e divulgar é parte do processo obrigatório da ética eh do jornalismo, né? Eh, isso normalmente ocorre tranquilamente se você pegar as grandes empresas. Ocorre também que a gente tem dois cenários em paralelo a isso.
Fala para as empresas jornalistas informativas melhores, algumas delas que a gente chama p digital, né? Aquelas que só atuam exclusivamente no meio digital nesse conjunto de empresa e a gente tem também aí de olheira. ruim, né?
[risadas] Empresas que se colocam como empresas jornalísticas eh divulgam notícias, mas eh algumas vezes por sua escolha editorial elas foram elas existem para desenformar, né? eh ou ainda eh surgimento de, vamos falar assim, marcas, ponham sempre entre aspas, marcas jornalísticas eh que emergem na rede eh propositadamente para divulgar desinformação, para desenformar. Sua função é desenformar e elas desenformam usando uma suspensão de técnicas, eh, carina de CRIs, eh, compra, eh, eh, de audiência, uso de influenciadores, eh, ao vivo, né?
Enfim. Então o que acontece hoje é um embate onde a empresa jornalista, consolidada, legítima, acaba tendo que se ter um esforço adicional no seu processo de redação na redação, eh, [limpando a garganta] para evitar eh que notícias falsas cheguem. Por isso que tem surgimento também de uma iniciativa das próprias jornalísticas, né, que foram no Brasil, fora eh de um processo de fact check, né, de checem de informações.
E a gente tem todo conhecimento aqui do Brasil. Você tem projeto a coalizão com prova, você tem eh a agência aos fatos, especializadíssimo isso. Você tem o exterior, a a associação internacional, eu de chegadores de fatos.
Enfim, o que acontece hoje é que para combater a desinformação de de elementos com cara de jornalismo, é preciso que o jornalismo se utilize de novos processos, eh, que é o processo de checagem, eh, para reduzir este disseminação programada da desenvolv Uhum. E pra gente encerrar a nossa conversa, eh, a gente poderia encerrar com tom mais otimista se você, eh, você consegue lembrar de alguma algum case assim positivo mesmo que o jornalismo ele conseguiu ã contribuir com ã conter uma palavra difícil, né? mas tentar estancar a desinformação de de alguma notícia, algum fato, assim, uma história positiva mesmo que o jornalismo como instituição conseguiu eh contribuir para mitigar um pouco esse cenário.
>> Sim, sim, Olívia. Eu acho que o grande exemplo, embora fazinho, mas eu acho que exemplo fundamental eh foi o papel do jornalismo durante a pandemia, né? eh, não fosse um jornalismo, o conjunto das limpezas jornalísticas, porque foi ali que se forma uma coalesão das grandes empresas de mídia brasileira, eh, na divulgação de notícias, de dados reais, dos acontecimentos reais, eh, que estava espalhado pelo país inteiro e que, eh, nos aspectos políticos a estratégia do governo federal mesmo de alguns governantes estaduais, estratégia do Ministério da Saúde que assumiram o papel de divulgar notícias falsas, divulgar dados ou omitir dados eh que eram obrigatoriamente necessários e que coube ao jornalismo, por meio dessa coalizão importantíssima naquele momento, né?
Ou seja, não havia mais eh empresa jornalística concorrendo com a outra, e sim um conjunto que criou-se ali um grupo de trabalho eh que foi eh atrás das informações reais, dos dados reais, da secretaria de saúde, do pessoal da rua, para disseminar a informação peradeira, né, e reduzir fortemente eh essa a eh a tendência que havia ali naquele momento a de pânico eh entre casa das vacinas, por exemplo. E o outro aspecto positivo a partir desse cenário da Maria eh foi que eh o jornalista o jornalismo em si eh para factos posteriores, né, para isso, enfim, vamos falar, por exemplo, eh, na segurança, eh, alguns feminicídios, né, cada vez mais estão acontecendo. Agora, o jornalismo tem eh atuado de uma forma efetiva para esclarecer a população e combater esse cenário de feminicídios que tá fortemente aí.
Então, cada vez mais esse é pauta para as empresas jornalísticas, combatendo um fato relativo à sociedade e que muitas vezes, se você vai em sites aí estranhos, [risadas] eh, que vocês têm sites incentivam violência contra médico, por exemplo, né? Então o jornalismo neste momento com a seu processo, com uma rapidez da disseminação da informação, na checade verdadeira da informação, o protesto de cobertura jornalista muito forte, eu vejo isso positivamente, muito positivamente. >> Uhum.
Legal. Eã paraa gente encerrar, você gostaria de deixar alguma mensagem para quem tá nos assistindo, para quem eh tá estudando o jornalismo, para quem já atua na área e tá pesquisando se e tá querendo se especializar, eh se aprofundar mais nessa parte de jornalismo digital, que que recado você deixaria para essas pessoas? >> Que legal.
Eh, eu tenho tava falando disso ontem e antes de ontem e eu estive num eh um evento importante da organização repórter fronteiras que acabou de lançar um relatório que está disponível na rede do site da RS eh a respeito do que vai acontecer com o jornalismo nos prazo dos 10 anos, né? E o que você vê ali são cenários, tem quatro tipos de cenário, mas todos eles eh demonstra claramente do jornalista a coroação do do jornalista falando físico, não as inteligências artificiais, não os sistemas ou o papel eh do elemento humano eh na construção eh relato de acontecimentos da explicação e contextualização dos acontecimentos eh é fundamental, né? Porque hoje o jornalista tem que se instrumentalizar, que quer fazer jornalismo hoje, ele tem que se instrumentalizar, não só pela sua própria empresa ou se escolhe o caminho do torno, mas ele tem que saber conviver eh com estes essas tecnologias aí.
E aí fica a dica, né? tem que ficar atualizado, tem que saber usar, tem que saber eh os os próos contas, né? Isso de um lado e de outro eh eh cada vez mais a presença destas pessoas na sociedade e na explicação dos fatos das coisas que tá acontecendo é é criar a empatia com o público, né?
Então o que eu digo é o seguinte, tem muita gente que fala: "Ah, jornalismo vai morrer". Não, não vai, pelo contrário, cada vez mais. Eu vou dizer uma coisa que o Morentu disse: "Fala pro seu filho fazer jornalismo, [risadas] porque eh cada vez mais essa pessoa será necessária em qualquer situação.
" >> Nossa, essa frase até me pegou porque eu tenho um filho, eu e meu marido somos jornalista e, né? Quem sabe, né? No futuro.
>> É, sim. [risadas] Bom, eh, muito obrigada, professora, por ter conversado com a gente. Eh, e eu queria agradecer também quem tá assistindo a nossa conversa e lembrar que a semana de comunicação e marketing da Póspaná Digital vai até o dia 10 de abril e todas as informações sobre o evento vão chegar no e-mail de vocês.
Então, dá uma olhadinha na caixa de entrada, tá bom? Então, é isso, pessoal. Muito obrigada e até mais.
Ciao. Ciao.