Olá, pessoal. Chegamos à nossa última aula e eu vou falar um pouquinho agora sobre alguns modelos que eu tenho criado para que os profissionais possam adotar modelos de registro, tanto para redução de comportamentos interferentes quanto para ganho de habilidades, que são baseados na ciência da análise do comportamento, mas não são tão tradicionais como aqueles que a gente utiliza aí vê, percebe que os atês, né, auxiliares terapêuticos ou psicólogos anotam tentativa por tentativa. Isso tem sido uma barreira para muitos profissionais, porque hora não sabem como registrar porque tem padrões de registro ou porque acham muito custoso, né, utilizar aquilo e aí ou não usa ou a hora de usar vai fazer o mesmo papel, o mesmo trabalho, a mesma intervenção que um AT.
E aí você pegar uma pessoa que não é formada nessa área, que é de outra área para fazer um trabalho de uma outra pessoa, é perder qualidade. Então, pensando nisso e sabendo especialmente que profissionais de educação física tem uma aula muito mais dinâmica, que não vai ter condições de ele ter ali um papel para anotar o tempo todo, cada vez que ele olha, cada vez que ele pede, cada vez que ele responde quando chamado, cada vez que ele tolera a frustração. Eu criei um sistema que para cada comportamento que você vai adotar, você vai anotar apenas cinco tentativas.
Ah, mas eu vou fazer um objetivo em que eu quero ver cada oportunidade de eu entregar a bola se ele fala: "Me dá a bola". Então, às vezes ele não vai pedir. Às vezes se ele vai pedir que eu vou ter que dar ajuda, eu vou dar falar me dá, que é uma ajuda.
Às vezes eu posso falar me dá, que é uma intensidade um pouco maior para ajuda a falar repete, me dá. Ou às vezes eu falo você quer a bola, peça, né? e o aluno pode responder ou não.
A depender desse desempenho, dependendo da quantidade de ajuda que você vai anotar. E você vai anotar nas três primeiras vezes que você deu oportunidade para elibir aquele comportamento, seja para imitar, para me pedir, me dar, ou seja para um outro comportamento que eu queira, por exemplo, de imitação. Então, dado um movimento faz assim.
Se ele quantas vezes, mesmo que sejam 10 vezes, 20 vezes, que eu der essa oportunidade ao longo da aula, eu vou anotar as três primeiras vezes e as duas últimas apenas. Por que que isso é importante? Primeiro porque as três primeiras vão dar a oportunidade de eu saber na primeira tentativa quanto que é a tentativa pura.
Quando eu dei a oportunidade, por exemplo, olha para mim, que é um comportamento, eu ainda não consequenciei o desempenho. O resultado dele olhar para mim depende da minha processo de ensino das últimas sessões. Então, a gente chama de uma tentativa pura, uma tentativa que ainda não passou pela consequência de ensino.
As duas próximas tentativas, elas vão dar uma noção para mim se a consequência que eu dei para ele, seja pro comportamento de olha para mim, de faz igual, ou você quer pedir a bola, ou como é que a gente faz na hora que a gente tá cansado para pedir um intervalo ou quero água, alguma coisa nesse sentido, qualquer que seja esse comportamento que a gente já falou nas últimas aulas, eh, se ele tá aprendendo aquela aquele repertório e as duas últimas ao longo daquele dia em São Importes para saber se o desempenho do aluno é melhor ao final da minha aula do que no início. Professor, mas quer dizer que o desempenho dele tem que ser melhor no final da aula do que no primeiro? Claro, se o meu desempenho, se eu tô consequenciando um determinado comportamento e o desempenho é o mesmo ou pior, então o meu processo de ensino, por gerar ocasiões, retirada de ajuda e consequências, não estão funcionando para ele aprender aquilo que eu tô me propondo.
Não adianta eu ficar insistindo amanhã na meso procedimento, porque não vai acontecer mágica. tem que ter o aprendizado ao longo da própria sessão. Então, você tendo cinco tentativas, você tem essas informações e pode, ao final daquele atendimento, daquela, daquele comportamento, tomar decisão antes da próxima sessão, se o seu procedimento tá adequado ou levando esses dados, pedir ajuda de uma qualquer outra pessoa que tenha conhecimento sobre isso.
E a gente tem, então, uma noção de interdisciplinaridade. Então, primeiro, essa ferramenta ela é tecnológica porque ela é permite usar as as estratégias da análise do comportamento, ela permite comunicação de validade social, ela é efetiva e ela não é necessariamente uma ferramenta que vai ser usada padrão para todos. Então, ela tem uma grande eficiência em termos analíticos, né, verificar os efeitos, mas ela também é aplicável pro contexto, que não é a atuação de um profissional que tem condições de registrar tentativa por tentativa.
Bom, depois de ter feito várias experiências em registros, eu trago para vocês o modelo que eu mais adoto recentemente, que é de uma, a gente chama de uma tirinha. Então, é um documento que ah você tem ele impresso e você pode plastificar a partir de colocar algumas informações no cabeçalho e você pode plastificar e colocar a o registro depois com o pincel do desempenho. A hora que acabou você passar pro gráfico, você pode limpar essa essa tirinha e usar pra próxima atividade.
Ou você pode utilizar para esse mesmo objetivo amanhã ou na próxima sessão, certo? A impressão dele pode ser mais ou menos desse tamanho. A gente pode colocar menorzinho ainda, de forma que possa caber no bolso e possa caber debaixo de alguma coisa mais fácil.
Você pode colocar um pincel. >> Vamos fazer de novo. Você raspou no microfone aí sumiu sua voz.
É a questão de >> tá >> é menorzinho, você pode fazer menorzinho, cara no bolso, tal. >> A gente tem a possibilidade de imprimir essa tirinha mais ou menos desse tamanho, que pode facilitar pra comunicação, prender alguma coisa, ou ela pode ser menorzinha ainda, que você possa colocar no bolso, possa colocar debaixo de alguma coisa que possa facilitar para não voar. ela plastificado, mesmo que sue, mesmo que fique molhado, você não vai perder essa informação e você pode reutilizar ela várias vezes.
Mas também temos profissionais que fazem isso como um bloquinho de várias vezes, né? E aí descartam a cada uma delas. Aqui a gente também tem a possibilidade de ter ele frente verso, né?
Então, a gente faz a impressão e não faz a impressão ventersa, a gente faz a impressão de uma folha frente e a o verso na frente de outra folha, de forma que a gente cole ela, porque se você imprimir frente versa, frete verso, você vai ter a a um dos lados. Pode repetir, se você frente versa, >> porque se você fizer impressão frente versa, você tem a corre o risco de de um dos lados ter a a confusão da imagem que está do outro lado. Um 2 P.
A minha recomendação é que você faça então com duas folhas impressas. Imprima pra frente, imprima o verso e cole. De forma que se você fizer apenas uma folha frente verso, você corre o risco de a um dos lados eh conseguir ver a imagem que está do outro lado e isso vai confundir a sua compreensão.
Ele também pode ser feito colorido, você pode fazer em branco e preto, certo? Ele vai ter ali a possibilidade de ter a descrição do nome do aprendiz. Lembrando que se esse documento for compartilhado com outras pessoas, sugiro que use as iniciais, tá bom?
Se você vai usar essa tirinha sempre para esse aluno, já coloque ali o nome antes de plastificar, tá bom? Quem é o responsável para ela fazer a intervenção? É, você pode colocar antes e você tá colocando aquele objetivo ali, objetivo prioritário é, por exemplo, esperar, contato visual, qualquer que seja, ou se você já tem um código, você já pode colocar ali, tá bom?
Se tem algum outro objetivo, você pode querer medir também ali. E qual é a atividade? Então, lembra, a atividade é um uma letra, é um, pois lembra, então, atividade é um número, então a gente chama de objetivo prioritário onde a gente quer chegar.
A atividade é o caminho para chegar. Então, eu tô brincando de arremesso de bola para trabalhar e esperar, eu tenho, então, como objetivo prioritário onde eu quero chegar é o esperar. E o arremesso de bola é a atividade que eu tô propondo que tá ali na minha planejamento de intervenção.
E ali na meta, por exemplo, contato visual ou esperar um segundo ou contato visual que eu quero que ele permaneça por 2 segundos ou esteja claro que pensando em benefício pro aluno, tá? Ninguém vai forçar aprendizado de nada, porque isso é, além de ser deselegante, é é aversivo e não é a perspectiva da compaixão que a gente tem que respeita o assentimento do indivíduo, tá? Então, desde que aquilo seja alvo da ensino, decisão coletiva e seja em benefício do aprendiz, você pode então ter objetivo e colocar em várias metas.
Você pode colocar ali, tá OK? Ah, também se esse se essa habilidade é de ensino ou se ela tá já aprendeu e tá em manutenção, você também pode colocar ali uma marcação eh em qual condição que ela está, onde eu quero chegar nessa parte de baixo, né? Ah, que tá em em números da parte da frente, tá?
Vocês percebam que na primeira tentativa tem 0 2 4 8 e 10. Do outro lado também. E a pontuação dela é em relação ao desempenho do aluno eh com referência na quantidade de suporte que você tá.
Opa. A a pontuação refere-se ao desempenho do aluno em combinação com o tipo de suporte dado para ele emitir aquela condição. Então, vamos supor que a ocasião do aluno esperar numa brincadeira de arremesso de bola, eu falo espera é o estímulo a a instrução para que eu dê numa ocasião ali de ir para um para jogar bola ou para chutar ou para um uma brincadeira de arremessar a bola.
E aí esse indivíduo, ele simplesmente espera no tempo que é. Aí eu falo: "Muito bem, parabéns, pode jogar ou alguma coisa nesse sentido. " Ele esperou, nesse caso, ele pontua 10 porque ele respondeu de forma independente.
Dois agora, ó, desculpa, caramba. Vamos dar o exemplo de você ensinar a habilidade de esperar numa brincadeira de arremessar a bola, por exemplo. Então, a instrução pode ser dada, espere, de uma ocasião antes que ele vai para jogar bola num antecedente.
A resposta pode ser, nesse caso, uma resposta independente de esperar, que dificilmente vai ser no início, que se conseguir uma resposta como essa, dificilmente esse objetivo seja necessário. Então, no começo, normalmente, ele vai precisar de mais suporte. Mas vamos supor que ele espere sobre essa instrução e aí você vai dar acesso à bola e consequenciar de uma forma favorável.
Essa pontuação de esperar depende se o aluno respirou bem com prontidão ou se ele esperou de forma que não parecia estar com prontidão na condição. Tava chateado. Se ele estava chateado ainda assim, mas ele esperou com independência, a gente marca oito.
Se ele esperou com prontidão, a gente marca 10. E se nessa ocasião que eu falei, espera, eu precisei colocar a mãozinha nele, eu coloquei uma fichinha, se você falar, espera, dei uma uma ajuda a mais, ele vai depender da pontuação dois ou quatro. Se eu dei um tipo de dica, um tipo de ajuda, por exemplo, só assim.
E se eu falei espera e fiz dica gestual e dica oral, eu dei dois tipos de ajuda. Com mais de um tipo de ajuda, ele pontua dois. Se ele usou apenas um tipo de ajuda, ele pontua quatro.
E se eu falei espera e mesmo assim ele atravessou, eu não vou brigar com ele, mas a consequência não pode ser muito ponderosa e eu vou anotar zero. Professor, achei muito difícil esse processo. Pode anotar apenas se ele fez ou não fez.
Muito bem. Apague 8 2 e 4 e anota se ele fez ou se ele não fez. É zero ou 10.
Zero ou 10. Daqui a pouco, quando você começar a registrar, você vai perceber: "Poxa, às vezes não é só 0 e 10, às vezes é com ajuda. " Então você pode colocar 0, 4 e 10 apenas.
Poxa, às vezes eu quero saber, às vezes ele responde com independência, mas não parece que ele tá motivado, né? Se eu quero separar, eu coloco separando oito do 10. E às vezes eu vou, às vezes eu dou um pouco de ajuda, às vezes eu dou muita ajuda e eu vou diferenciando dois do quatro.
Isso é para cada oportunidade que eu vou ensinar, só que eu vou registrar apenas nas primeiras três oportunidades e nas duas últimas daquele dia de atendimento, aquele comportamento. Um outro comportamento, eu vou usar uma outra tirinha, certo? E aí dessa maneira você pode então passar pro gráfico.
A parte de trás dessa folha de registro, ela a parte de cima a ela pode ser quais são os tipos de dicas que normalmente eu vou utilizar. A dica física é balizamento, que é acompanhar o aluno, né, parcialmente na parte de forma intermitente a parte física, que é uma dica oral, se é uma dica física ou um auxílio físico. Em geral, o auxílio físico é mais intenso do que uma dica física, se é gestual, enfim.
E essas dicas podem ser escolhidas na própria com a própria equipe, tá? Você vai dizer ali quais são as dicas possíveis para utilizar naquele comport naquela, naquele ensino da Você vai escolher quais são as dicas ou auxílios para ensino daquele comportamento alvo. E você também tem a lado da direita, na parte de trás da tirinha a pontuação 0 2 4 8 e 10, que vai dizer esses próprio desempenho zero a quando e mesmo com muita ajuda o aluno não faz aquele comportamento, tá?
Ou foi ausente a resposta. Dois, ele exibe aquele comportamento, mas com muita mais de um tipo de dica, com mais um tipo de ajuda. O quatro ele ele exibe, mas ele apenas com apenas um tipo de dica, independente de qual seja.
Professor, mas o ser importante ensinar uma hierarquia de dicas? Claro, fundamental, mas na minha experiência, pegando pessoas que são cruas na área da análise do comportamento, é muito já útil já ensinar para eles que ele usar uma ou mais dicas já seja muito suficiente, né? E depois eu falou: "Olha, não deixa de usar essa dica para usar uma outra".
Mas só de você ter ali uma dica ou mais de uma dica para ensinar, normalmente se torna muito mais útil essa ferramenta e ela, o aluno, a a pessoa terapê profissional começa a aprender e a depois você melhorar essas condições, tá? O oito, então ele faz com independência, mas não parece que tá com prontidão, ele demorou para responder, uma latência, né? ou parece um pouco frustrado e o 10 seria o ideal, que a resposta com independente com prontidão.
E aí logo na frente você pode programar as consequências. Olha, quando ele fizer pontuação zero, você vai fazer isso, você vai dar uma resposta neutra, você vai falar: "OK, você vai voltar à atividade, você vai fazer tal coisa". Coloca um X na consequência prevista para desempenhos do tipo zero.
Qual consequências previstas para desempenho do tipo dois? Ah, eu vou dar um um OK, parabéns. Alguma coisa com o rosto fechado.
Ah, quatro, por exemplo, se ele tiver um desempenho, falar legal, parabéns. Com um pouco mais de ênfase, oito, por exemplo, eu posso estabelecer que eu vou entregar para ele um carrinho, ou que eu vou fazer uma cosquinha ou que eu vou fazer uma brincadeira de saltar com ele. O 10 ainda mais uma consequência ainda mais poderosa.
Então aqui a gente tem a programação de ensino, né, com a possibilidade de vocês terem o suporte da família, decidir o que que o aluno mais gosta com a equipe terapêutica e já programar o que vai ter, porque não pode ser é respostas com desempenhos diferentes, você dá a mesma consequência. Isso não pode ser. a gente chama de consequência contingente ao engajamento.
O que a gente deveria ter é uma consequência contingente, né, a depender do desempenho, desempenho melhor, consequências melhores, desempenhos menores, consequências com menor magnitude, com menor preferência. Ou se ele gosta apenas uma coisa, então hora ele vai acessar o pula pula por 1 minuto ou por 5 minutos ou por 10 minutos. Também pode ser uma maneira como essa, c ele tem pouca preferência.
Aí se nessa atividade ele apresentou comportamentos interferentes. Então você tem na parte de trás ainda a possibilidade de registrar ali se esses comportamentos foram comprometidos em termos de frequência e intensidade. Você pode também ter ali um recurso para esse profissional levar a informação de olha, eu eu preciso de ajuda, né, do tipo de zero a seis, no sentido de zer a cinco, em que zero eu tô não tenho nenhuma dúvida do que fazer a partir da próxima aula e cinco, eu não tenho menor noção do que eu devo fazer, né, pra próxima aula, seja para melhorar, para mudar o estratégia, de forma que ao profissional registrar isso e dar acesso a esse documento, ao mandar uma foto, o supervisor ou que pessoa que tá auxiliando vai ter facilidade para comunicar o tipo de suporte que precisa para esse profissional.
E se tiver alguma outra interferência em termos de medicação, quebrar alguma coisa ou mudou o horário, pode colocar as observações embaixo. Pronto, professor. Então, eu vou registrar isso aqui.
Como é que eu vou levar? Eu vou levar para um gráfico. Sim, você vai levar para um gráfico que eu trouxe para vocês aqui, eh, em que há possibilidade, né, de você, eh, sinalizar o desempenho, assim como eu mostrei naquele outro gráfico, em cada coluna o desempenho de três coisas.
O desempenho somatório daquela pontuação de 0 a 10 no total. Então, se ele fizer 10, 10, 10 e 10, ele vai tomar um máximo de 50. E se ele não fizer nenhuma das vezes as cinco tentativas, ele vai somar zero, né?
Mas tem a pontuação que variável. Então você vai marcar entre o espaço, entre as linhas verticais, naquele dia um xizinho, que é usando a o eixo vertical que vocês vem à esquerda, que é o objetivo do desempenho prioritário. você vai anotar com o X na altura da pontuação dele e você vai anotar se o aluno fez aquela atividade, né, ele fez poucas, poucos exercícios, muito, né, do que foi comparado, que foi previsto para ele fazer naquele dia, usando o o símbolo da bolinha, mas também na mesma coluna que você usou o X.
E se ele teve comportamentos interferentes, você também vai somar e vai colocar na altura um triângulo. Então vou demonstrar para vocês aqui um exemplo de como é que ficou a mão. De forma que um X é a quantidade de pontuação, né, ali aproximadamente 27, ele pontuou com um X eixo como grande referencial, tá?
Então, nesse dia 10/05, esse aluno teve uma pontuação de 26 27. E no segundo dia ele já pontuou aqui 40, no terceiro dia pouco 36. aqui no quarto dia 40 de novo e aí você tem o desempenho daquilo que você tá ensinando.
E quando você tem um desempenho como esse, você deve suspeitar que alguma aconteceu, alguma coisa aconteceu em termos de medicação, de sono, para que esse desempenho tenha acontecido. As bolinhas estão lá porque elas estão olhando para esse esse eixo, é o primeiro da direita em que você pode ter cinco alturas. Aqui fez tudo, quase tudo, metade, um pouco ou nada.
Se você não quiser adotar esse tipo de registro também não pode, não precisa. Isso é só para ter uma outra variável de tomada de decisão. E você, seja profissional da psicologia, da pedagogia, psoterapia ou outro, você pode ter uma outra variável que que você entenda que possa ser eh eh a combinação paraa tomada de decisões sobre a dificuldades, aumento das metas ou redução de compuelas dificuldades pro aluno, tá?
E o triangulinho aqui é pensando nesse segundo eixo à direita, né? E aí então vai haver várias possibilidades de registro em que você vai colocar todos eles, bolinha, X e triângulo nessa altura. Então, nesse dia ele teve uma somatória de comportamentos interferentes aqui.
E aí, então, em geral na literatura diz que quando você tá usando um procedimento adequado, em média, embora haja uma variação, em média os comportamentos de aprendizado vão se tornando mais altos, os comportamentos em média vão sendo diminuídos, ainda que haja variações. E em geral esse aluno aqui fazia todas as atividades que eram previstas para esse objetivo. A medida que eu entender que esse comportamento que daqui melhorou bastante os comportamentos interferentes, não nesse momento, porque nessa sessão ela reduziu, ele e o comportamento interferente aumentou, mas eh à medida que esse comportamento vai reduzindo e o desempenho tá adequando, é hora de eu passar uma linha e mudar a meta, né?
Colocar essa atividade com esse mesmo objetivo, mas uma meta um pouco mais difícil. Então, eh, descreve, né, essas possibilidades de colocar o dia e combinar. Aqui é um outro gráfico aqui, no caso ilust de ilustração em que eu usei o X em vermelho e em geral quanto mais eu expunho se o meu procedimento tá adequado, o desempenho vai melhorando, o aluno vai cada vez fazendo um pouco mais, os interferentes vão reduzindo.
Quando eu identifico um padrão como esse, eu ah risco essa linha e mudo pra meta dois para ensinar habilidade. Em geral, quando você coloca uma dificuldade, uma atividade com um pouquinho mais de dificuldade, o desempenho, né, ah, que tava alto começa a diminuir, depois então volta a melhorar. os comportamentos interferentes que estavam baixos aumentam e tendem a diminuir ao longo do tempo.
E aquele aluno que fazia todos os exercícios começam a apresentar um pouco mais de rejeição, mas depois voltam a fazer e depois que a gente tem um padrão como esse, a gente muda a meta novamente. Então isso aqui é uma um modelo de registro, né, e acompanhamento dos dados que ele ele é uma uma aproximação daqueles gráficos, né, que a gente já tem de registrar todas as tentativas, mas que ele pode ser bastante digerível usando essa tecnologia paraa utilização por profissionais da psic eh pedagogia, fisioterapia, eh psicomotricidade, educação física ou áreas afins, tá certo? E agora, ã, aqui é um outro modelo de hã de gráfico, né, de folha de registro, em que a gente tem a possibilidade de eh usar um velcro para anotar esse desempenho.
Então, para cada tentativa, você usa as bolinhas de baixo, né, da e de mais de uma atividade ao mesmo tempo. Então, por exemplo, tem um professor de natação que estão trabalhando numa certa atividade o contato visual, numa outra atividade o esperar, numa outra atividade a imitação. Então são três atividades e aí eu vou usar para uma atividade as fichinhas de uma cor, na segunda atividade de outra cor e na terceira atividade a outra de outra cor.
De forma que ao expor a primeira atividade, eu uso a fichinha dela para colocar na tentativa 1 2 3 penúltima e última. E quando eu começar a outra atividade, eu não preciso trocar esse painel. Ele fica colado na na borda da piscina e eu uso os velcros da segunda atividade e eventualmente se o desempenho foi o mesmo na primeira tentativa, às vezes os dois são colados no mesmo local.
E aí, dessa maneira, eu tenho aí uma uma aplicação da tecnologia da análise do comportamento, sem precisar utilizar-se de procedimentos muito padronizados. E é aplicação tecnológica, generalista ou de generalização e efetiva que incorpora toda a análise do comportamento. Mas e se houver comportamentos problema, né?
Lembrando, comportamentos, problemas, vocês não tomam decisões de intervenção sozinhos. Esse é uma área e por isso o último tema desse conteúdo que é muito sensível e precisa de muita preocupação, muita atenção para vocês, tá? Eh, nenhum comportamento autolesivo ou agressivo pode ser decidido como intervir de uma forma sem conhecimento especializado.
A chance de você não conseguir contribuir e ainda prejudicar, piorar o quadro é grande, tá? Então, preciso orientar as pessoas que trabalham do alguns recursos para que elas possam eh levantar informações sobre isso para eh levar para o grupo e coletivamente, especialmente liderado por alguém que domine mais esse assunto, guiar as intervenções para redução de comportamentos, tá certo? Então aqui eu vou trazer um recurso que a literatura traz como mais digerível para vocês utilizarem como registro de comportamento interferente.
A gente tem na literatura aquele documento que é o registro ABC, que você faz ali a descrição de antecedente, resposta e consequência. Quem já utilizou isso sabe que tem duas grandes problemas. O primeiro problema é que as pessoas escrevem, quando escrevem tudo errado, eles não têm uma correspondência, começa a contar a história.
Segundo outro problema, as pessoas não respondem por isso. Então essa ferramenta acaba não sendo útil. O que que a literatura traz para facilitar?
A gente chama de um recurso de registro, de avaliação funcional e por checklist. Então eu trago o exemplo para vocês em que a gente vai registrar esse comportamento em colunas, de forma que na parte de ambiente você já pode, esse documento ele pode ser usado por vocês também, eh, a gente já pode usar no próprio, ele é um PDF editável em que você pode escrever nele e depois compartilhar esse documento para outras pessoas pelo próprio celular, apenas usando um check e preenchendo. Então você pode, ah, esse ambiente, esse comportamento interferente acontece na escola, desculpa.
Esse comportamento interferente então acontece na escola, no quarto, no recreio, na hora do banho. Quais são os ambientes? Depois os antecedentes, a equipe terapêutica já escreve quais são os antecedentes ou quais são as ocasiões que esse comportamento interfere eh interferente acontece.
Por exemplo, é a hora que eu falo não, é a hora que eu entregue um objeto, a hora que eu retiro um objeto, a hora que aparece uma pessoa, passado 3 minutos de uma atividade, quando coloco a atividade mais difícil. Ah, quais são os antecedentes? Eu vou dar exemplos para vocês.
Já conhecendo esse aluno, já coloca listado quais são as respostas que ele apresenta de interferente. Ele se bate, ele se arranha, ele cospe, ele grita, ele se joga no chão, ele bate na cabeça, ele puxa o cabelo, puxa o cabelo da outra pessoa. Quais são consequências que são comuns as pessoas darem?
As pessoas abraçam, a pessoa fala: "Pode ir embora, pode ir pro parquinho". Fala: "Não, fica eh você vai ter que continuar a atividade", né? né?
Então, às vezes um comportamento eh acontece, alguém consequencia de determinada mandeira e o comportamento agrava. Às vezes você faz alguma coisa, esse comportamento reduz. Então, se você já trabalha em equipe, a equipe já tem condições de discutir em grupo sobre quais ambientes, quais antecedentes, que tipo de resposta e consequência, ninguém vai precisar na hora da ocorrência escrever tudo.
Pode já colocar essas opções e quando acontecer você coloca a data, a hora e faz um X apenas na frente dessa ocasião. Então, se esse aluno puxou o cabelo cinco vezes na sua, no seu atendimento de fisioterapia, você vai colocar sempre no mesmo ambiente fisioterapia. Ah, foi hora porque eu eh pedi para ele sair de um da da cadeira X.
Foi porque a hora que ele tentando colocar um bloquinho numa coisa, ele teve dificuldade. É porque eu falei: "Tá na hora de ir embora" ou porque eu falei a porque alguém abriu a porta. Então, quais foram as ocasiões que esse comportamento aconteceu, seja ele, porque ele, né, se bateu ou se jogou no chão e eu vou colocar apenas um X sem precisar gastar, você diminui o esforço, o custo de resposta do profissional e à medida que a gente consegue levantar essas informações, as possibilidades das intervenções serem mais coesas e também de verificar se a intervenção tá sendo bem-sucedida para você verificar se tá tendo menos ocasiões ao longo do tempo.
com a aplicação dessa estratégia ajuda muito a equipe, porque ela então diminui o custo de resposta, né, resumindo, e ela também aumenta a possibilidade de você verificar os efeitos da intervenção decidida coletivamente para esse aprendiz. Então aqui são um documento, né, do tipo checklist, em que vocês podem ver que a gente tem vários exemplos de de antecedentes. Essa tabela traz para vocês, então ela está em inglês, mas não é difícil de vocês terem a interpretação.
Quais são exemplos possíveis de antecedentes, quais são exemplos de respostas? Quais exemplos de consequências? é uma variação, né, que a partir da qual eu me baseei para criar, em que a hora que acontecer, ah, você registra com check a essas possibilidades e as tanto antecedente, resposta e consequência, mas que eu sugiro que você não coloque todas, você coloque aquelas que você entende para aquele aluno, traga daqui e copie.
Então, dessas aqui são antecedentes, copie delas na parte de aqui da das colunas e assim da mesma maneira pros próximos lógicos. Aqui tá uma outra maneira de você poder ter o exemplo de preenchimento, né, que eu já coloquei aqui as os ambientes, os antecedentes, respostas e consequências. E à medida que acontece, o professor então coloca um X ou mais de um X.
Por exemplo, o aluno pode gritar e puxar o cabelo ao mesmo tempo. Então são duas respostas. Pode ser uma ocasião em que, eh, eu falei para ele, né, eh, ah, tá na hora de ir embora e também tirei o objeto da mão dele, ou seja, dois antecedentes ao mesmo tempo, ou às vezes mais de uma consequência no sentido de eu abracei, entreguei água para ele.
Então, eh, essas consequências também podem ser feitas, né? Eh, e, eh, então, esses objetivos, né? Então, todos esses registros podem ser únicos ou eles podem ser combinados e essa informação, ela vai ser muito útil para benefício, né, da da do tratamento de comportamentos interferentes para esse aluno, tá certo?
Aqui eu encerro as 10 aulas com vocês, eh, com uma grande satisfação de ter sido convidado pelo professor Fábio para contribuir com vocês. Espero que essas aulas tenham sido bastante úteis. É um trabalho que vocês não vão ver comum em outras disciplinas.
Ele é uma disciplina que tem a função de colar as outras disciplinas, né, de combinar, gerar modelo de para vocês criarem entre vocês, sinalizarem a possibilidades de superar barreiras da relação terapêutica e, claro, impulsionar, né, a os ganhos de quem a gente mais precisa, que é o a evolução do nosso aluno, do nosso aprendiz, tá certo? Então, com muita satisfação, termino essa aula com vocês. Vejo vocês numa próxima ocasião e se tiverem dúvidas, deixem aqui abaixo.
Até lá.