Olá, sejam todos bem-vindos a mais um episódio do Ancora Cast, o podcast da Ancora Consórcios. E o tema desse episódio de hoje é consórcio como investimento. E para falar com a gente sobre esse assunto, estamos recebendo aqui no estúdio o Emerson Soares. Ele que é sócio e diretor executivo da Univalores, uma empresa B2B especialista em soluções financeiras. Ele também é sócio da Alta Vista Investimentos, uma das assessorias mais antigas da XP, que hoje administra em torno de 17 bilhões investimentos. Emerson também é casado com a Sheila, é pai da Larissa e da Tainá e avô
do Dila. [música] Emerson, é um prazer ter você aqui com a gente. Seja muito bem-vindo. Sou Lango, obrigado. Uma honra estar aqui. Se apresentou muito bem. Eu não conseguiria apresentar minha empresa assim como você fez. Então, imagina, então, diretamente, eh, obrigado pelo convite. É um orgulho poder vir aqui falar eh com vocês da Ancar, uma empresa que eu já aprendi a admirar, que eu conheço há há menos de um ano, mas todos os contatos, todas as percepções, o que a gente tem feito junto, eh, tem sido muito bom. Eh, lembrar também já nesse início aqui,
né, da de toda a história nossa da Univalores, da Alta Vista, eh, lembrar eh da minha esposa Sheila, que aproveitou aqui para mandar um beijo, das minhas filhas Tainá, Larissa do Dylan que tá chegando. Tainá tá de 21 semanas, então vou estrear como vovô. Então, momento, obrigado. Obrigado, Solange. Momento especial e batapo, bater papo, falar desse mundo eh gigantesco de consórcio, falar desse mundo gigantesco de soluções financeiras, sempre é motivo de orgulho para mim. Então, tô honrado em em fazer parte desse dessa tarde aqui com você. Ah, eu que agradeço a sua presença e pra
gente já começar, eu queria que você contasse um pouquinho da sua história nesse mercado financeiro, como que tudo começou até que você eh hoje se tornasse aí o sócio da Univalores, sócio da Alta Vista. E aí, quando nesse mercado de investimento de seguros, conta um pouquinho pra gente quem é o Emerson e como que tudo aconteceu. O Emerson é um sonhador, um uma um um cara que gosta de pessoas, eh gosta de est com gente. Eh, e assim, a minha história começa um pouco longe do mercado financeiro como pessoa, começa ali no esporte, é um
menino como muitos brasileiros. A gente mora no país do futebol, acho que a gente ainda mora no país do futebol, não tem um pouco [risadas] de dúvida disso, mas tá mudando. Mas eh que sonhava em ser jogador de futebol. Eu moro no Tatuapé, é uma região onde tem ali o Parque São Jorge, o Corinthians. Eu sou corintiano, viu, Sand? Para você saber. Nem tudo [limpando a garganta] é perfeito. Nem tudo é perfeito. [risadas] Timão. Eh, sou corintiano, a família toda e tinha o sonho de ser jogador. Eh, Sou filho do meio. Meu irmão Marcelo mais
velho chegou a ser profissional, jogou no News de Boys da Argentina, um cracaço. Aliás, eu me inspirava nele porque eu era esforçado jogando bola e jogava bem, muito bem. fui campeão paulista de futsal, mas o meu irmão era um craque. Meu irmão eh é daqueles que se fosse nos tempos de hoje, aos 17 anos, teria sido comprado por um desses grandes times europeus e teria resolvido muita coisa já desde [risadas] cedo da vida. E eu sonhava em ser empresário dele, você eu vou estudar para ser teu empresário. Ele ele quando ele quando ele não foi
tão longe no futebol também, ele não só se frustrou como me frustrou porque eu tive que estudar já tinha profissão definida. administrar esse meu irmão que é um cracaço, um eh um gênio jogando bola e a minha a irmã mais nova, né? Falei do minha irmã irmã mais nova que é a Monalisa. Eh, então somos em em três irmãos, mas ali quando eu vi que era o negócio era mais embaixo, não é simples, né? Que admiro essa molecada que chega ser jogador assim como ser cantor, se a gente sabe que é são poucos que chegam,
né? E não basta ter talento. Exatamente. Tem questões emocionais e tem que ter sorte, tem que estar no momento certo. Acho que o papai do céu pega alguns ali também e vou pôr você ali. Tem seus preferidos. Tem [risadas] seus preferidos. Eh, mas tá tudo bem, porque depois disso, eh, eu comecei a estudar, vi que tinha que Estudar. Eh, fui estudar já tentando a terceira universidade, porque as duas primeiras eu não tinha conseguido concluir, porque não tinha recursos para pagar. Então, na terceira tentativa, eh, eu eu consigo ir ali estudar administração com habilitação em comércio
exterior. Eh, e arrumo um estágio, um estágio no CESEC Ipiranga, que era o emprego na área internacional eh do banco, né, importação e exportação. E começo ali fazer o estágio. É, determinado dia uma amiga me convida, ela fala que vai fazer uma entrevista e num banco chamado Banco Noroeste. É um banco bem antigo, não é da sua época, Solang. Eh, é um pouquinho. Eh, mas e aí eu falo para ela, Raquel, posso ir com você fazer essa entrevista? Ela achou estranho porque aquilo era marcado, agendado. Fala, vamos comigo. É, só não sei se você vai
conseguir fazer, mas vamos. Ela até que foi normalmente um Não, não me não, você vai me atrapalhar. Vou chegar lá, como é que eu vou falar que você quer? E ela deixou ir ali, entramos no ônibus e fomos. Foi amiga mesmo. Foi amiga. Chegando lá, por incrível que pareça, me deixaram participar da dinâmica e eu fui bem. Eh, e aí comecei depois de algumas outras dinâmicas, né? Comecei, eu eu me tornei estagiária do Banco Noroeste e ali começa a minha história como dentro do banco, dentro do mercado financeiro. Depois de alguns anos, o Banco Noroeste
foi comprado pelo Banco Santander. E eu fiz parte dessa aquisição dos espanhóis, né, e dessa experiência do que é ser adquirido por uma outra empresa, participar de uma cultura. E foi uma escola muito boa, porque os bancos eles têm condições de pagar muito treinamento. Eh, você aprende desde cedo, você é muito pressionado, ainda mais na área comercial, né? Então, além dos treinamentos comerciais, treinamentos financeiros, mexer em calculador, aquela HP, eh, que é muito importante, ajuda. Hoje tem Excel, mas naquela época ainda mais, eh, lidar com pressão, bater meta. Então, desde cedo fui treinado para isso.
Aí fui passando por outros bancos, fui crescendo, virei gerente de pessoa jurídica. Então, foram 10 anos como executivo de instituições financeiras. Até que num determinado momento ali eu senti algumas coisas diferentes, um desejo de empreender, sabe? uma vontade de ter mais liberdade para construir. e fazendo uma leitura daquele livro Pai Rico, pai pobre, [roncando] Sol, aquilo mexeu comigo e eu sei que depois de seis meses eu tava tentando com dinheirinho, né, que eu tinha recebido do banco e um carro que eu tinha me desfeito dele, aquele dinheiro eu abri uma empresa que iria fazer, claro
que eh ali uma é investimento inicial, né, investimento inicial, né, uma uma estrelinha ali uma, tô tá me fugindo a Palavra, não é uma agulha no palheiro, não. É um um grão de areia ali no, né, no deserto perto de um banco, mas eu ia emprestar dinheiro e eu e um e um amigo que também era do mercado financeiro, nós juntamos a mesma quantia e começamos a emprestar para alguns colegas ao lado, mas aquilo ia crescer muito devagar, né, porque eh você recebe juros, você tem risco, você começa de fato empreender. em paralelo, eh, esse
meu sócio é convidado para trabalhar e com vendas consultivas eh voltado a seguro de vida. Só que ele não se interessou, esse meu sócio, porque ele era um cara já mais mais velho, hoje ainda mais velho, Ricardo Dibessou, ele já tava num momento mais consolidado financeiramente. Eh, mas ele falou de mim para esse outro colega que é o Ricardo Tarantelo. Ricardo Tarantelo vem até mim, a gente se encontra no shopping Anara Franca, ele me convida. Olha, eu sei que você saiu do banco faz pouco tempo, vocês estão empreendendo aí, mas em paralelo, eh, queria te
convidar para para pra gente construir uma carreira de venda consultiva com seguro de vida. Tem produtos que a gente vai se desenvolver aqui, produtos internacionais, produtos que a gente possa trazer, que faz a diferença na vida das pessoas. Ele tinha uma habilidade, ainda tem até hoje, eh, muito grande em treinar pessoas para que soubessem fazer venda consultiva. Eh, e eu comecei, né, a visitar os clientes que eu conhecia do banco, amigos, colegas, pais dos meus amigos, Eh pessoas do relacionamento do meu sogro. Eh, e comecei a me dar bem, comecei a ganhar comissão, aprender sobre
isso. E esse dinheiro me servia para melhorar o meu padrão de vida e também injetar na minha empresa de fomento ali, a minha factory que foi crescendo, tive ela por 15 anos importante na construção do meu patrimônio. E assim começo a empreender, começo a empreender eh fazendo o que eu fazia no banco. O banco eu vendia dinheiro e vendia produtos. Então, quando eu saí do banco agora, eu vendia o meu dinheiro, né? E continuava vendendo produtos de terceiros, de seguradoras. Então, fazendo aquilo que eu fazia no banco e graças a Deus tudo foi fluindo. Assim
eu começo a empreender. Solanger. Sim. Muito legal, muito bacana. E essa FR já é a Univalores ou a Univalores surgiu depois? Posteriormente? Ela já era era não era Univalores, já seria o o o a base de formação da Univalores, mas ainda era eu e o Ricardo, né? ele com a empresa dele e eu com a minha, Cararantelo, eh, fazendo essa distribuição de seguros. Depois de alguns anos, a gente se une e monta univalores. Monta Univalores eh também porque eh com essa ascensão profissional, esse mercado de seguros, né, me trouxe ganhos financeiros muito superiores, eh, do
que o que eu tinha lá como bancário, até porque eu tive êxito, as comissões eram extremamente atraentes, interessantes. É, e os meus colegas e que a gente encontrava e em cafés, em eventos por aí, viram, né, começaram a observar essa ascensão. É claro que eu eh tá me dá uma forçadinha, né, só a gente [risadas] quando tá no começo de carreira e vendas, que que a gente faz? Eh, a gente se promove ali, eu com meio se usar um relógio melhor, um terno melhor, marketing pessoal, um carro melhor, porque eu já podia mesmo, mas também
propositar. Eu tinha que eh chamar atenção. Tem um amigo meu que fala o seguinte: "Emerson, eu me visto para ser ouvido." Eh, não é só para ser visto, né? Para ser ouvido, porque às vezes a gente precisa mesmo causar essa boa em primeira impressão, porque o mundo é assim. Sim. Então eu já comecei a provocar isso naquela época e esses colegas faziam aquela famosa pergunta, né? O que que tá acontecendo? Acontece, o que [risadas] que você tá fazendo? E aí eu explicava, olha, tomei a decisão de sair do banco e encontrei uma empresa que me
trouxe soluções parecidas até com o que eu fazia no banco, só que com capacidade financeira, um retorno maior, mais liberdade e e aí construí a narratória, mostrava e convidava alguns para que vinham. Eh, e é engraçado, né? Alguns tinham esse mesmo desejo que eu de empreender, não tinham coragem. Essa transição era muito dura. Eh, lembro até hoje, por isso que quando eu vejo alguém chegando, né, que vai fazer uma transição de CCLT para empreender, de fato, essa pessoa vai ter que ter ali um pouco de coragem, porque é uma transição. Quem se preparou financeiramente leva
vantagem, mas a Minoria se prepara para isso. Mas quem conseguiu se preparar, você tem fôlego para fazer essa transição. Então, conseguia trazer alguns, outros não tinham coragem, mas também conseguia trazer pessoas mais velhas do que eu, com mais experiência e melhores do que eu. Então, naquela época eu tinha 30, tinha pessoas de 40 que aceitaram eh vir fazer o que eu fazia. Então, a a melhor confiaram no seu projeto, acreditaram? Confiaram confiaram no projeto e todo empresário sabe que o dos segredos de se empreender é você trazer pessoas melhores do que você, né? Reconhecer isso,
criar o ambiente para que pessoas melhores do que você venham e leva a tua empresa para um outro nível. Então eu tive a sorte de encontrar ali algumas pessoas que eram melhores do que eu, mais experientes comercialmente do que eu, né, e que aceitaram estar comigo naquele momento. Então, aquilo transformou e fez com que eh essa nossa empresa B2B de vendas consultivas crescesse e chegasse e se tornasse univalores, né? Então, a gente nasce com univalores muito forte em venda consultiva pro mercado de seguro de vida, tá? Uhum. Que é a base, eh, para mim, ela
é a base do planejamento financeiro e útil em todos os outros segmentos. O mercado financeiro se utiliza do seguro de vida para diversas coisas. A gente vai falar muito de consórcio hoje, né? Falar da âncora, que é uma empresa que eu tô gostando muito de distribuir por diversos aspectos. A gente já fala, a âncora usa seguro de vida nas relações. Seguro de vida é a base de tudo, é a base das famílias e base paraa empresa. É o colchão, é o que traz a segurança. Todo mundo numa jornada de planejamento, seja guardando dinheiro, seja alavancando
patrimônio, tem que pensar sempre em fazer tudo isso ancorado em proteção, porque os imprevistos acontecem. Sim. Eh, sejam eles financeiros, sejam eles de saúde, às vezes não. Só que eh curtir essa jornada sem tá amparado por uma boa pólice de seguro, não só de vida, mas de patrimônio, pode fazer a diferença eh total nessa tua construção. Se o imprevisto acontecer, você vai lá e tapa aquele buraco e segue. Momentos sensíveis, né? No momento que você mais precisa, você ter a tranquilidade de contar ali com uma proteção financeira que talvez você não estaria preparado se não
fosse aquele pagamento ali mensal do seguro, né? Perfeito. E então acho que todo o planejamento começa com uma boa pólice de seguro. Eh, então esse mundo de seguro é muito amplo e dentro do mundo de seguro, eu sou apaixonado também pelo seguro de vida, mas não mais apaixonado do que por pessoas. E eu vou explicar esse contexto, né? Porque existem as verticais, existem os produtos e sempre à frente do produto existe uma pessoa. Então, se eu tivesse visitando a Solange, eu eu sou hoje um apaixonado por consórcio. Acho que ele tem uma função social gigantesca
nas diversas camadas da sociedade. Tem mesmo, principalmente o consórcio imobiliário, tá? Uhum. Mas o consórcio de automóvel, de serviço, todos eles. Mas o consórcio imobiliário, acabei me apegando um pouco mais, depois eu te explico. Mas sou apaixonado pelo seguro, fez parte da construção, pelos investimentos. a gente administra quase 16 B, mas sempre eu dou um passo adiante. Antes de qualquer produto, tem a Solange. Deixa eu entender a Solange, o nível de maturidade paraa Solange, né, em cada uma dessas soluções. Porque por melhor que seja uma solução se colocada na vida de alguém no momento em
que ela está eh não está preparada para aquilo, ela vai gerar uma frustração. E aí, né, é onde acontecem muitas coisas que a gente não quer. Então vou falar sobre tudo isso também, mas sou apaixonado por pessoas. É uma realmente é uma venda consultiva, né? No sentido de entender a necessidade, realmente entender o momento para propor a melhor solução, né? Muito legal, muito bacana. E falando já um pouquinho de consórcio, Emerson, me conta a sua história aí com o consórcio, né? Você iniciou a sua empresa com o seguro em que momento o consórcio surgiu na
sua vida? Que você olhou para esse produto e falou: "Olha que bacana, dá para compor a minha carteira". Como que foi isso? Boa pergunta. Sabe que demorou? Demorou. Olha, o consórcio já me eh já me cerca há muitos anos, porque o Consórcio está em bancos, né, há muito tempo. Sim. Então, eu já fui cliente de consórcio há 15 anos, mas eu eu olhava o consórcio como um produto qualquer. Eh, um produto que me soava ali às vezes uma dívida. Eh, eu não sei, eu não tinha consciência eh do papel efetivo eh eh que esse dinheiro
que vem do consórcio pode causar sobre diversos aspectos social ou ou do ponto de vista estratégico, empreendedor mesmo, né? Porque isso é muito amplo. Consórcio você vai nas diversas camadas e eu consigo hoje explicar para mim primeiro, eh, porque para eu vender eu preciso comprar. Então, eu consigo explicar para mim exatamente como o consórcio funciona nas diversas camadas e por isso que hoje eu consigo levar e de forma apaixonada. Mas apesar de me cercar muito tempo, eu acho que inclusive dentro da Univalor já está consórcio há uns há uns 8 7 8 anos. Olange. Eh,
efetivamente a ficha para mim mesmo do que se pode construir com ele caiu de 4 anos para cá, 3 4 anos para cá. Uhum. Acho que por tá muito inserido em outro contexto, em outras situações, né? E e eu não Encontrava o propósito. Acho que a própria indústria do consórcio também foi melhorando as administradoras de consórcio e os bancos que entraram. Eh, são muito competentes isso, mas eu acho que o mercado de consórcio é melhorando também. É um mercado relativamente novo. Se a gente for olhar pra história do consórcio, né, a lei do consórcio regulamento
é de 2008. Então, realmente o mercado veio se profissionalizando desde então e ganhando maturidade, né? Então, é deixar de olhar pro consórcio como um crédito para consumo e enxergar como investimento. É uma transição que eu diria que a gente tá nesse momento, né? É o o talvez é aqui a descoberta disso, né? É, eu vou te falar, eu eu já tinha o consórcio lá. Eu eu um dia eu tava fazendo uma leitura, eu falei do pai rico, pai pobre e um dia eu tava lendo aquele livro O homem mais rico da Babilônia. Sim. Tem algumas
lições que ele passa, acho que são sete lições e tem uma série de questões. Tem a quinta lição dele que é o acho que aquele Acad, o nome do cara é Acad, ele fala. E da quinta lição ele fala: "Olha que eu não vou ainda nem no consórcio como investimento, eu vou naquilo que me tocou, porque eu preciso encontrar um propósito. Eu preciso encontrar algo que me leve a fazer coisas boas na vida de alguém. Se eu sentir que eu tô performando tal, mas eu não tô entregando algo que vá fazer a diferença na tua
vida, só aquilo me incomoda. Não foi sempre assim. Quando eu era lá bancário lá atrás, eu tinha um pouco daquele viés de venda, mas eu preciso falar de mim hoje, né? Uhum. Sou um homem de 51 anos. Eh, preciso trabalhar, mas eu eu preciso me encontrar naquilo que eu tô fazendo. E fazendo essa leitura do pai rico pai pobre, eu via lá na quinta lição que o Acad falava da importância eh de um lar. de um lar, a importância de um lar paraa vida das das famílias, o quanto um lar é fonte de alegria, uma
mesa posta para você acordar e preparar aquilo pro seu filho. O quanto você chegar à noite e ter um lugar onde descansar, o quanto isso é importante para uma família. Eu falei: "Isso é verdade, porque eu vejo muita gente falar: "Pô, o lar mora de aluguel, tem um monte de coisa, tal, claro, tem estratégias, mas um lar, quando você tem um lar, quando você tem uma família, o poder de você harmonizar, né, e e cuidar bem, uma mesa bonita, isso é muito importante, é a base, né? É realmente a estrutura, é o valor, é a
estrutura. E você fala, olha pra sociedade brasileira, você fala: "Caramba, como é que eu vou chegar?" A maioria das pessoas não têm condições de comprar esse lar à vista. Uhum. Essa é a grande realidade. Nós estamos num país de terceiro muito, as pessoas não têm. Qual é a função do crédito? Isso aí não é só do consórcio. A gente pode avançar pro financiamento imobiliário que que tomou espaço durante muito tempo e a gente vai falar do consórcio. É, então essas ferramentas que contribuem para que pessoas eh possam acessar um crédito, um bom crédito, um bom
boleto, elas são importantes demais para que as pessoas, além de ter esse lar, direcione os esforços para algo produtivo, porque a gente vai passar por planejamento financeiro e a grande maioria da população, se não tiver esse bom boleto, né, esse boleto do bem, às vezes vai direcionar para outros lugares e não vai construir um patrimônio. Então eu vi que tinha ali, é uma, gostei do termo boleto do bem. Desculpa te interromper, [risadas] mas boleto do bem maravilhoso. Bom, exato. Porque no país onde a gente tem pelo menos educação e quando a gente vai paraa educação
financeira, isso amplia ainda mais. você enfiar esse boleto na para algumas pessoas, ele faz todo sentido. Mesmo que ela não tenha ainda suas reservas de emergência, porque ela não vai construir a sua reserva de emergência por hábitos ruins, mas se ela tiver esse boleto da qual ela já colocou ali, vai fazer bem, porque vai passar 10, 15, 20 anos essa pessoa vai ter conseguido ter um patrimônio. Então ela tem uma função eh social importante. E esse Acad fala também nessa quinta lição que os credores vêm com bons olhos. A dívida do imóve é verdade, quando
você pega alguma coisa, eh, e você dá um bem em garantia imobiliário, os credores te Emprestam com mais facilidade e as taxas são melhores. Então, o consórcio é uma forma de você fazer a aquisição, né? E por que que administrador de consórcio te libera o dinheiro ou os bancos? Porque você deixa ali o bem garantia, né? Sim. Então tem toda uma constituição eh que eu as pessoas que estiverem nos ouvindo leiam esse livro para Rico, Pai Pobre, preste atenção na fala dele lá, né? E aí vem alguns planejadores do meu mercado e falar assim: "Não,
guarda dinheiro, deixa para comprar o imóvel, depois à vista". Solange guarda no Brasil. E [risadas] outra coisa, Solanger, você vai falar para um uma pessoa de que tem um filho de 5 anos, ó, você sabe quando essa pessoa vai comprar o imóvel à vista, os filhos já vão estar com 20, 30. Então, a o poder do crédito, o poder de da das empresas que trabalham e e colocam esse crédito para que as pessoas, né, subam dentro de um ambiente como esse e e tenham esse boleto do bem e cresçam, eduquem seus filhos dentro de um
ambiente de harmonia, de uma mesa bonita. Isso é importante demais. Uhum. Então, primeiro eu fui nessa tese que eu encontrei no livro, que para mim me justificou totalmente o porquê disso, né? Aí eu avanço no consórcio, entendo que para as pessoas que planejam não tem dinheiro mais barato, né? Eh, aí Você vai ter sempre, a gente sabe, né, que tem as pessoas é que você tem que pingar três gotinhas de Rivotril, porque ela acha que consórcio você entra e pega o dinheiro amanhã. E no mundo os apressados se dão muito mal. Então, as pessoas que
entendem que consórcio, acima de tudo, é uma ferramenta de planejamento financeiro e leva muita vantagem quem coloca aquele boletim hoje e e é acompanhado por um bom consultor de consórcio que que sabe direcionar de forma transparente, não só a venda, mas sabe direcionar todos os formatos de lance, sabe conduzir que, gente, vamos com calma, você quer adquirir esse bem hoje você vai ter que ir para um financiamento e vai pagar caro. Se você não tiver pressa, se você me ouvir, a gente fizer isso juntos, não é? A gente vai aqui na linha do tempo construir
e ter acesso ao dinheiro mais barato. Então esse tipo de orientação, controlar um pouco os anseios, as expectativas das pessoas ajudam muito, que senão a gente fica também nesse mundo do dos ansiosos, né, que quem quer dinheiro caro paga mais, quem quer dinheiro rápido paga mais caro, né? porque vai ter que entrar numa linha mais cara ou vai ter que pensar em consórcio de uma forma muito rápida. Não que não existam estratégias para isso, tá? Mas assim, quando as pessoas pensam em em em como em nesse funding que vem desse produto que é o consórcio,
como planejamento, as pessoas levam muita vantagem, muita vantagem. É fantástica assim, é muito grande fazendo conta, a gente percebe, então a gente tenta também conduzir essas pessoas para que pensem dessa forma. Então, o consórcio entrou na minha vida quando eu entendi o propósito dele paraa grande Camada, que nem é a camada que hoje eu atendo tanto, porque o meu cliente, de forma geral, ele tem dinheiro guardado, mas me tocou quando eu entendi o propósito do produto. Aí eu falei: "Opa, pera aí." Então, porque o grande Brasil, olhava os gráficos lá da BAC, né? Era muito
consórcio de quantidade ainda. Hoje é de motocicleta, automóvel. Hoje quando eu olho lá me parece que em valor o imóvel já passou em quantidade ainda, mas me parece que em valor já passou porque os valores são maiores, né? Então fui entendendo tudo isso. Falei: "Poxa, é isso pro meu mercado, como isso se adequa?" Então, falei do grande Brasil que devem sim ficar de olho em consórcio, mas eh confesso que descobri que o consórcio é melhor ainda para quem tem dinheiro. Sim, é melhor ainda para quem tem dinheiro e tem um viés empreendedor. Eh, mas lembrando
que essa população eh que não tem dinheiro guardado, se entender esse dinamismo do que a gente disse aqui, né? Eh, pode sim, de planejamento pode tirar muito proveito do consórcio e construir seu patrimônio. Sim, mas o meu público hoje é um público investidor. Uhum. Eh, a gente atende muitos clientes que t dinheiro guardado, como você disse, a gente administra quase 17 bilhões de investimento. São 220 assessores de investimento na Alta Vista. Eh, e o que tem acontecido é que o cliente investidor tem descoberto o poder do consórcio. Eh, e também o mercado de investimento tem
descoberto o poder do funding do consórcio. É muito estratégico para nós escritórios de investimento, ter uma solução como essa, eh, que a gente mostra pro nosso cliente investidor o quanto é caro ele abrir mão de liquidez. quanto custo de oportunidade, né, existe aí na mesa, o quanto é caro ele abrir mão disso. E não é todo cliente que investe com a gente, falando que tem milhões e milhões. Tem muitos clientes que tem um dinheiro ali que é muitas vezes também a sua reserva de emergência. Sim. Então você construiu a sua reserva de emergência. A reserva
de emergência é o próprio nome diz, ele é para alguma coisa emergencial e te dá respaldo. Então, como é que alguém pode abrir mão de uma reserva de emergência para imobilizar algo? É muito melhor você usar como estratégia, não é? você ter ali, andando em paralelo como alternativa desses seus investimentos, algumas cartas de consórcio que vão na linha do tempo sendo estrategicamente contempladas pelas formas diversas que existem de contemplação, não só o sorteio, não é? E aí mais à frente você não precisa abrir a mão da sua liquidez. E eu também não quero que o
meu cliente abra a mão da liquidez dele, porque eu quero que ele deixe o dinheiro dele investido. Eu evito a famosa evasão, que no nosso mercado a gente chama do turn. Então, meu cliente não abre mão da sua liquidez, ele continua no nosso braço de investimentos, mas fazendo bem para ele, porque eu faço com que ele suba em Cartas de consórcio estrategicamente, em alguns anos, vou contemplando e e ele acessa ali aquele bem aquele patrimônio eh sem abrir mão da liquidez. Então, a gente complementa, cuida também do planejamento sucessório. O consórcio encaixou como uma luva
eh para esse cliente. E eu diria que o consórcio hoje já é uma solução, né? Se a gente pegar a própria XP, trouxe consórcio, eh, BTG, os outros bancos, o Bradesco antigamente tinha consórcio só para pras agências, hoje já foi pro canal Parcerias. Se você pegar Itaú, foi Santander, né, e a âncora, da qual a gente veio falar com uma administradora que que vem crescendo muito no consórcio, criando eh grupos específicos para investidores. Foi aí que eu começo a me encontrar com vocês, não é? e com uma capacidade ímpar eh de não perder esse esse
contato com o profissional de venda. Então nós como alta vista, a gente ali a a gente chegou através do Paulo e do Viana que cuidam desse canal, né, de de investimentos. A gente teve a oportunidade de estar em Franca, conhecer vocês, tá lá com o Rodrigo, a Genora, o Rodrigo já teve no nosso escritório. Então, a capacidade que eles têm de entender, tá próximo e no dia a dia, confesso, né, trazer para nós ali um relacionamento eh diferente eh no trato com nossos profissionais de venda, isso tem feito toda a diferença, porque no final do
dia A gente ter com quem falar se sentir ouvido é muito importante. Então isso a gente tem que encontrado na âncora, além de um grupo lá para investidor que para nós, né, com meia parcela, um monte de coisa que a gente pode falar e que tem sido muito estratégico para nós. Uhum. É, então tem tudo isso aí, né, que vai passar o relacionamento que deu matra consorcios e univalores. Que bom, é muito bom ouvir isso. A Ancra Consórcio realmente tá nesse movimento de de eh atender, né, as diversas camadas da população, desde quem realmente tá
ali adquirindo o seu primeiro bem, o seu primeiro imóvel, seu primeiro veículo, até mesmo outros investidores que podem fazer isso, alavancar patrimônio, gerar prosperidade, né? a gente falou muito de propósito e o propósito da Anâncra hoje é gerar prosperidade para colaboradores, para parceiros, para investidores e paraa sociedade como um todo, né? Então eu acho que o consórcio realmente ela é uma ferramenta social que vem com esse eh intuito de eh alavancar realmente patrimônio, de gerar prosperidade. Eu acho que o propósito e o produto estão muito bem alinhados. [risadas] E o que você me traz aí
dessa experiência que você teve ali com a âncora, realmente que bom, obrigada, que bom que você tá tendo essa percepção ali junto com a administradora, porque é o que a gente trabalha ali dia após dia para ter esse atendimento próximo, para realmente entender eh qual que é a necessidade ali dos nossos parceiros de negócio, dos nossos clientes e realmente vir sanar aí essas dores, né, que a Gente tem aí do mercado. E que bom que tá dando tudo certo. Tá dando, tá dando. Hoje até pessoalmente você sabe que essas coisas só falam se for verdade.
Eh, o meu maior volume de carta já pessoal é na âncora. Ah, que bom. Então você pode falar por experiência própria sobre o produto. Posso falar ainda é recente? que ainda não usei. Eu eu de brinco também, eu falo paraos meus pros meus clientes, consórcio bom é consórcio contemplado, vocês têm que ter calma que nós vamos contemplar esse negócio. Os meus ainda não, porque eu comprei há pouco tempo, então fiz questão também de ser cliente. Eh, e cada vez mais ali brincando, conhecendo e e trabalhando, porque não só eu, né, eu sou cliente, muitos assessores
da Atavista já são clientes da Anâncora e muitos clientes dos assessores estão se tornando clientes deora. Mas tem um outro canal também que é o canal corretores, que são mais de 200. Então muitos corretores de seguro lá também nosso que hoje é um braço que é plugado direto na âncora através de nós, como se nós fosse usum master, acho que é assim que vocês dão o nome para nós lá. Sim. E esses corretores também compraram cartas para eles. Então a gente tá criando ali um pool de pessoas que agora, isso é recente, né? Eh, começam
a ter uma experiência com âncora também. Então, por isso que eu já consigo, se não como contemplado, mas no dia a dia, no contato, nos acessos, no tratamento, nas resoluções dos nossos já clientes, eh, entender essa proximidade que parece simples, mas a gente não encontra em Todo lugar, não. Então, isso tem me, eh, me atraído muito para cada vez mais crescer eh junto com a ancora. Torcer pracora crescer muito, né? a gente tá crescendo, tá dobrando os números aí ano após ano e essa história com certeza vai ser aí de muitos anos juntos de parceria.
Mas voltando um pouquinho quando você comentou do Consorce como uma ferramenta ali para base mesmo, né, para eh para adquirir ali o primeiro imóvel e hoje você comentou que a maioria, né, dos seus eh dos seus clientes são investidores. Me dê um exemplo. Para quem tá ouvindo a gente não sabe como que pode usar na prática ali o consórcio como investimento. você falou muito de liquidez e aí pra gente que já tá nesse meio talvez fique muito claro, muito evidente, mas vamos pegar um exemplo prático hoje. Alguém que tem ali 1 milhão investido com você,
por exemplo, e aí em algum momento precisa colocar esse dinheiro, precisa comprar um imóvel ou precisa de parte desse dinheiro e o consórcio entraria como uma estratégia para contemplar e não não descapitalizar. Me dá um exemplo, como que você usa isso no dia a dia? Tem alguns exemplos, né? Porque o que que a gente tenta identificar? Então, os assessores, vou falar do canal Alta Vista, que é o nosso braço ligado a XP. Eh, e os assessores têm os seus clientes. Na verdade, os assessores são os clientes da nossa área. Uhum. Então, a área de consórcio
atende, nós temos lá uma turminha que são os nossos dedicados, que são especialistas em consórcio, E eles todos os dias falam com os nossos assessores na alta vista, que tem os clientes finais. Então, a gente treina esses assessores, que são os donos dos clientes para identificarem oportunidade. Eh, o que a gente percebe nas conversas é que de cada 10 pessoas, Solanger oito, eh, passarão por uma decisão voltada ao mercado imobiliário ou também automóvel, tá? Eu vou falar mais do mercado imobiliário porque confesso que mais de 90% [risadas] da nossa venda é do mercado imobiliário, mas
acontecem também as vendas de automóvel, né, os pesados. Mas eu falar do mercado imobiliário. Então a gente treina esse assessor para fazer a seguinte pergunta, né? Eh, Solange, você é minha cliente aqui de investimentos, né? Vou te dar o exemplo. Você vai ser o meu exemplo que você trouxe lá. tem 1 milhão aplicado. Eu sei que você tem 1 milhão aplicado aqui comigo e eu preciso revisar tua carteira. Preciso entender exatamente, Solange, o que você pretende fazer com esse recurso nos próximos meses e até anos, porque eu não posso te alocar num papel de longo
prazo, em que seja um D lá mais 30, mas se você tem que deixar esse dinheiro aqui no curtíssimo prazo, então eu tenho que entender a sua carteira. E às vezes nessas conversas a gente faz uma pergunta, né, pro nosso cliente investidor, você pretende tomar alguma decisão que passe pelo mercado imobiliário nos próximos 3, 4, 5 anos? E aí eu começo a mexer com a sua ideia. Pode ser comprar um imóvel, pode ser eh comprar um terreno e construir, pode ser reformar, pode ser fazer a aquisição do bem de um bem com a intenção de
locar. Então tudo isso a gente fala com o nosso cliente. De cada 10, oito, a gente descobre que tem alguma coisa por acontecer nesse sentido. Então o próximo passo é de que forma você pretende fazer isso? Com capital próprio, com recurso de terceiro ou de forma híbrida uma mistura de tudo isso? Com essas perguntas, esse assessor nosso eh identifica essa oportunidade e aí ele levanta a reunião para que venha o nosso especialista junto fazer a reunião. E a gente descobre muitas coisas, descobre eh queisas que já acontecem, né, pessoas que estão pagando imóvel na planta.
E ali nessa conversa, já mirando com sorte, a gente descobre que em 2 anos ele vai precisar sacar o dinheiro para quitar esse móvel na planta. quando saiu a Bídce, qual que é a nossa a nossa atuação já, opa, pera aí, será que essa é a melhor alternativa? Nós temos dois anos pela frente. Será que abrir mão? Tem um caso emblemático de um cliente que ia abrir mão, ele ia precisar eh de 750.000 sacados investimentos em 2 anos para quitar os dois apartamentos que ele tava pagando na planta. Um é paraa filha que iria casar.
E aí ele falou: "Bom, se eu vou dar um para essa filha que vai casar, eu já vou dar pro outro filho." Então ele tava pagando. Então a gente numa conversa identificou que ele Sacaria 15 milhão né, para quitar os dois imóveis na planta. Então ali a gente trouxe por sacar esse dinheiro se a gente começar hoje já a fazer uma estratégia para que quando chegar lá na planta você quite a construtora com cartas de consórcio. Então uma estratégia foi essa para aquisição, já tinha feito a compra. Eh, tem clientes que trabalham lá com com
com construção e são empreendedores. Então, a gente traz isso e ajuda essas pessoas a levantarem recursos com consórcio. Tem clientes que gostam do mercado imobiliário, eh, e entenderam que através do fundido, eles não precisam comprar a vista para fazer locação. Eles podem através do consórcio, não é, ir contemplando e e na medida em que o tempo passa, fazer as as contemplações, comprar o bem e aí usar esse aluguel para pagar o consórcio. Ele não abre mão da sua liquidez, a própria o próprio aluguel paga a parcela, né? E exatamente, o próprio aluguel paga a parcela.
Então são diversos os tipos de cliente, mas o que a gente tenta demonstrar sempre é que numa estratégia, né, para você, Solange, hoje que às vezes tá até ali aplicando em em títulos do mercado imobiliário, não é? eh, LCI, a gente tenta mostrar que ter algumas cartas de consórcio andando em paralelo com seus investimentos é extremamente eh estratégico para algumas tomadas de decisões que passe pelo mercado imobiliário, seja para fazer alavancagem patrimonial, né, ou também alavancagem financeira, porque o nosso foco, o nosso alinhamento com o clit é sempre para que ele tenha ali uma decisão
voltada ao mercado imobiliário, porque a gente não Pode garantir contempl, a gente pode garantir de contemplação, né? A gente só não pode garantir quando. [risadas] A gente pode garantir que você vai ser contemplado. Com certeza vai. Com certeza vai. Só não se sabe quando. Então a gente sempre tenta eh jogar isso na linha do tempo e trabalhar, mas acontece que tem clientes sendo contemplados do primeiro ano. Algumas pessoas têm sorte. Eu não tenho essa sorte, não tenho tanta sorte, mas alguns têm. Eh, e quando você vende muito, você começa a ter um volume maior de
pessoas próximas que tm essa sorte. Então é engraçado, existe até o mercado secundário, às vezes essas cartas vem, papai saiu muito rápido. Esses dias uma cliente que foi contemplada no terceiro mês falou: "Mas é muito rápido, eu não tenho o que fazer com isso." Problema bom, né? [risadas] Em dois dias nós ligamos para algum e tinha gente que cria a carta dela, uma carta de 600.000. Você sabe o que acontece com essas cartas, né? Então ela ali buscou, ela ganhou mais de 2.000%. Então isso é um exemplo que acontece sempre. Não, eu não sou desses
caras que vou na internet e vou contar esse como exemplo que acontece todo dia, que não é verdade, mas acontece. E quanto mais vendas você tem, mais vezes acontece. Esse ano nós já estamos ali, nós devemos distribuir uns, não é o nosso core, mas esse ano no total a gente deve vender uns 400 milhões de consórcio. Então você vai acumulando pessoas que vão saindo, né? Então, seja para fazer a alavancagem financeira ou essa alavancagem patrimonial ou por um consumo, são diversos os exemplos que você vai encontrando. Mas o grande ponto é, esses grandes investidores t
motivo para além De ter as suas reservas de emergência, seus investimentos ali nos diversos papéis, terem um volume em paralelo sendo pagos de carta de consórcio para ser usado de forma estratégica nos próximos anos, eh, por decisões que já aconteceram ou vão acontecer. E se ele esperar, mas eu não tenho, essas coisas mudam muito, né? A chance de nos próximos 5 anos, 5 anos tomar uma decisão do mercado imobiliário, ela é muito grande. Então a gente já vai deixando ali de forma estratégica, porque se acontecer lá na frente já tá sendo feito de forma planejada.
Ele não precisa abrir mão da liquidez ou tomar um crédito caro, porque o que acontece é que os clientes que hoje chegam e não fiz, não tomaram essa decisão com a gente há 3, 4 anos atrás, eles já chegam desesperados. E às vezes a gente tem que mandar mesmo pro financiamento. Sim. Se você tem pressa, se você precisa para hoje, o consórcio realmente nem sempre é atende, né? Nem sempre é uma opção. Você não tem como garantir, né? Nem sempre. Por mais que as estratégias de oferta de lance, análise de grupo, consiga te dar uma
previsibilidade, você não consegue para quem tem uma urgência. E aí é o crédito caro, né? O financiamento é o crédito caro. Hoje tem as cartas contempladas, tem o financiamento, mas assim, não é o que a gente gosta de trabalhar. Eu ficaria muito feliz que esse cara tivesse feito o que eu falo, feito o que eu falei para ele há três anos atrás. Tenha ali um volume de cartas de acordo com o seu padrão, né? A gente não se paraa previdência, não vai aguardando todo mês, a gente não paga Pólice de seguro de vida. Eh, se
as chances, né? E aí eu te posso te perguntar, quais as chances de no próximo 5 anos você tomar uma decisão que passe pelo mercado imobiliário? e dá uma nota, Solange, ou chega em casa, conversa com seu marido, normalmente as notas são altas. Olha, pode ser porque se tiver mais um filho, não sei o que lá. Então, que que você acha? A gente não tá falando aqui de estratégias, que que você acha que como alternativa de investimento a gente aqui andar com uma alternativa que passe, que te dê, né, essa condição de fazer essa aquisição
de forma melhor daqui 4, 5 anos? Nossa conversa flui bem e a gente consegue alocar os clientes um pedacinho das receitas deles ou até do rendimento para que eles possam ir guardando, né? E é engraçado como as coisas vão aparecendo. Ah, não é que você falou mesmo, a gente pensou, nasceu mais um filho, ou a gente tá com projeto de casa de praia, ou a gente vai comprar um terreno e construir. Estamos pensando num no loteamento, as coisas aparecem porque faz parte da nossa vida, não é? O tijolo é algo que em algum momento, por
um motivo ou outro, ainda mais num intervalo como esse que eu dei de 3 5 anos, vai aparecendo motivos ou vai para uma casa maior ou não é? Então é uma estratégia que das mais diversas que vão acontecendo nessa conversa e a gente consegue alocar nos clientes investidores. E você comentou em relação à previdência e hoje também a gente tem um movimento muito do do imóvel como uma rentabilidade ali para aposentadoria mesmo, como uma economia paraa previdência, né? Então o consórcio entra Até mesmo paraa previdência, se a gente for analisar ali o consórcio imobiliário, como
gerar ativos que vão te gerar renda futura, né? Exato. Eh, na verdade são eh fontes de renda, né? Lá no nosso mercado, o mercado de consórcio usa muito isso, né? como a previdência como um paralelo no nosso mercado. A gente toma um pouco de cuidado porque o produto previdência ele ele encaixa muito para pessoas que eh conseguem até até ter 12% de abatimento fiscal, dependendo da forma de renda. Então é um produto que pode colocar no bolso de alguém 12%. Então a gente para não misturar até com o produto que é muito ligado ao nosso,
a gente não usa esse termo previdência. a gente acaba levando isso como eh eh uma alternativa de ativos que gerem receita e aí a gente volta lá no pai rico, pai pobre, não é? Na verdade, o que que vai trazer tranquilidade para nós lá na frente? É realmente vários ativos. O o Buff fala sobre isso. Eh, se você não ganha dinheiro eh enquanto dorme, provavelmente você trabalhe até morrer. Eh, mas não é trabalhe porque você quer, trabalhe por necessidade. Então, é claro que os investimentos líquidos são importantes demais pra nossa vida. E eu recomendo a
todo mundo, tenha os seus investimentos líquidos, a sua reserva de emergência. Os investimentos, as receitas de aluguel ou desse patrimônio também são, eu eu tenho hoje receita eh de aluguel, então A minha receita do labor, do trabalho, receita de aluguel, as composições de receita, ainda não recebo receita de previdência privada mesmo, mas a const a esse conjunto todo vai fazer com que você, teu esposo e todos nós lá na frente tenhamos essa liberdade financeira e sem dúvida nenhuma, não é? Quem consegue criar um patrimônio eh que gere receita é importante. Mas aí eu sempre falo
pra turma: "Olha, não xinga o vendedor de consórcio não, se você não souber comprar imóvel, porque o só o dinheiro do consórcio não faz mais. Se você ficar comprando elefante branco, então a gente treina mal, tem que saber com o que comprar, saber onde comprar a região. Mas eh é uma estratégia maravilhosa. Eu sou meio portuguesinho, eu gosto de de imóvel e gosto de receita de aluguel. Então eu vivo isso, né? Então tento passar só o que eu sinto e sei que essa composição de receitas do liquidez e de mercado imobiliário que o dinheiro do
consórcio nos ajuda a fazer, que é a alavancagem patrimonial, pode construir eh muita coisa na vida das pessoas que sabem fazer isso de forma cadenciada, estrategicamente, intencionalmente e com lucidez, não é? e estar bem acompanhado vai fazer uma diferença muito grande. Então, eh, e aí fica um recado paraos nossos colegas consultores ou até vendedor de consórcio. Acompanha teu cliente, porque é a entrega, é o pós-venda, é fazer efetivamente aquelas pessoas chegarem no destino que você combinou com elas, que vai fazer com que Eles fiquem e comprem mais. E isso na linha do tempo vai fazer
que com que você tenha clientes fidelizados, né? Então, saiam dessa venda. muito assim e e buscar só novas vendas, cuida do cara no pós-venda, porque você vai consolidando uma carteira de clientes que vai sempre comprar consórcio com você, né? A gente consolida uma carteira com o pós-venda, eh, não é só não é só na venda. Isso é importante falar no mercado de consórcio, né? Que é um mercado de muitas receitas na frente. Então, vendedores que estão começando agora, cuidem do pós-venda. Você vai fidelizar e você vai criando uma legião de pessoas que voltam a comprar
com você. Isso é muito poderoso. Eh, talvez hoje você tenha 25, 30 anos, não entenda isso. Mas eu tenho 51. Manter clientes, você acumulando clientes com boa experiência, faz com que os filhos dos seus clientes comprem de você. Eu já tenho pessoas que que o pai comprou e o filho tá comprando comigo. Constrói confiança, né? Constrói confiança. E a gente precisa construir não só o mercado de consórcio crescer cada vez mais, a gente precisa cada vez mais trazer consciência de uma legião de pessoas que se preocupem com o pós-venda. Porque senão também vira só o
dinheiro pelo dinheiro. Eu entendo tudo isso, viés de venda, a importância da venda, tal, mas a gente tem que cada vez mais educar pessoas que construam relações importantes para que esse nosso mercado, já me sinto do consórcio, né? Eh, ele também cresça com profissionais que tragam essa reputação positiva pro consórcio. Então, eu acho isso muito importante. Muito bom, Emerson. realmente é essa essa profissionalização, essa construção de confiança, esse cuidar do cliente é muito do que a gente falou no início, né, em relação a construir uma estratégia junto com o cliente, entender qual a real necessidade
e é muito do que a ancora trabalho. Então, volto a dizer que o MET eh aconteceu porque os nossos valores estão alinhados aí. Muito bom. E a gente já tá encaminhando pro final daqui do nosso da nossa gravação, do nosso episódio. Já, meu Deus. Passou [risadas] muito rápido. Passou muito rápido. E eu queria que você falasse um pouquinho do de como você enxerga o futuro do mercado de consórcios como investimentos, como que você consegue eh entender o que vem aí pela frente, que você consegue visualizar. É um mercado enquanto investimento nas carteiras de investimento relativamente
novo, né? É um mercado relativamente novo na sua empresa, mas que vem realmente evoluindo. Como que você enxerga esse mercado? Eu acho que o consórcio eh não paraa Anâncora, não pro Rodrigo e pro Agenor, que são visionários pro mercado de consórcio, eles já sabem o poder do consórcio faz tempo, mas eu acho que pro mercado de forma geral era aquela aquele diamante de um quadro, imagina, né, gente? aqui um mapaamento, sei lá, uma onde todo mundo imaginar um quadro que ninguém vê muito valor e todo mundo passa e não olha para ele, mas tem uma
Uma pérola ali que é o do olho, vamos dizer que é uma águia. E um dos olhos ali é uma pérola muito valiosa, só que todo mundo passa e não presta atenção. Até que alguém que entenda daquilo, cara, o quadro inteiro não vale R$ 5, mas aquilo que tá ali, ó. Então eu acho que o consórcio, o dinheiro que vem do consórcio foi percebido eh por pessoas por outros mercados além do consórcio, o que é muito bom paraa Anâncora e para todas as administradoras. Então, falo do mercado, o mercado de investimento, que são pessoas, mercado,
o mercado de planejamento, o mercado de investimento descobriu o poder do consórcio, a importância que esse dinheiro que vem eh do consórcio, que é um dinheiro barato, feito de forma estratégia, né? usar taxa de administração, inclusive contemplar cartas com lance embutido, usar o dinheiro do próprio consol. É o funding. É o funding. Eh, descobriu o poder disso. Então, tem pessoas muito inteligentes eh se aproximando, gostando e entendendo o poder disso. Então, eu acho que é um caminho sem volta, porque é um mercado de crédito. Você pode começar até como credor no consórcio, mas é um
mercado que você vai tomar recurso e recursos do mais barato. Então, vejo um futuro extremamente positivo, independente de taxa de juros, tá? estamos num cenário que é assim, são todas as tudo voltado pro consórcio porque nós estamos numa taxa de 15%, mas eu vejo que mesmo essa taxa regredindo, Eh, o poder do consórcio continuando, porque é um dinheiro que se usado de forma estratégica, ele é muito barato. Então, vejo um futuro brilhante e cada vez com volumes maiores pro mercado imobiliário. Solanger, isso vai ficar estratosférico. Não sei se em quantidade ainda vai passar automóvel e
e e pesados, né, e serviços, mas em volume acho que já passou e a tendência passar cada vez mais, vem crescendo dia após dia, né, realmente. Vem e aí a gente faz uma outra. E aí eu vou correlacionar com o financiamento imobiliário. A gente vê aí uma regressão, claro que tem meses ainda que a poupança, a captação de poupança é positiva, mas uma tendência de cada vez mais as pessoas colocarem menos dinheiro em poupança, menos incentivo ao financiamento imobiliário. Então eu vejo um futuro brilhante pro consórcio, né, por toda essa questão macro e também porque
mais pessoas, né, eh descobriram além do mercado só do vendedor de consórcio, eh, a capacidade eh que o consórcio tem de fazer o bem no planejamento eh das pessoas. Então, o vendedor de consórcio, vou ler tudo bem, e o vendedor de consórcio tem que ficar atento, viu? Porque se ele não se preparar, ele vai continuar, não tô falando de to, mas ele vai continuar ali só no universo de vender cotas. E ele tem que aprender a estruturar isso, porque eh tem um um universo gigantesco precisando de profissionais que leve o boleto do bem, que levem
de fato até o final pensando no pós-venda e que aprendam a estruturar operações. Tem Muita gente precisando desse profissional. Sim, sim. Já deixa um conselho então pros profissionais do segmento de consórcio também. Você já tem esse esses especialistas, né, dentro da sua empresa, já deixa um conselho para eles também. Aconselho para eles é, aprendam a a olhar o cliente como um todo. Não enxergue ele só como produto consórcio. Se você entender que é uma pessoa que tá ali que também precisa de reserva de emergência, se você tiver informações sobre isso, sobre eh não ser um
especialista de investimento, mas se você tiver informações, né, sobre o mercado de investimento, se você estudar um pouquinho sobre eh esse universo de planejamento de consultoria, você vai conseguir correlacionar muito melhor os pontos e entender o seu cliente como um todo. Eh, volto a falar de nível de maturidade. Eu sou um apaixonado por seguro de vida também. Mas nem sempre quando eu vou numa venda, eh, esse esse esse comprador está pronto para ter um seguro de vida. E às vezes eu tenho que entender que ele não tá no nível de maturidade para isso. Então, acompanhar,
entender o que ele, entregar o que ele pode comprar naquela hora e direcionar ele em algum momento pra solução do seguro ou do consórcio. Então, entenda o seu cliente como um todo, correlacione o universo de soluções financeiras. você vai tirar muito mais proveito para poder entregar solução de verdade que o seu cliente prefira. E siga, precisa acompanhe ele até o final que isso vai fazer toda a diferença. Muito bom, Emerson. Foi um bate-papo muito rico, muito valioso. Eu tenho certeza que os nossos ouvintes Aprenderam muito sobre empreendedorismo, né? Começando ali com a sua história sobre
o investimento, sobre consórcio, sobre o mercado financeiro como um todo. Muito obrigada pelo seu tempo, pela disposição, por estar aqui com a gente compartilhando o seu conhecimento. Foi um prazer recebê-lo. [roncando] E eu que agradeço estar aqui com você, Solange. Uma honra distribuir a âncora. Espero cada vez mais crescer essa relação e quero voltar mais vezes aqui. Me sentir muito à vontade. Obrigada por me receber e ter esse bate-papo tão agradável. Ah, eu que agradeço. E para você ouvinte que está nos acompanhando e que quer conhecer um pouco mais do universo de planejamento financeiro, o
universo de consórcio e investimento, siga a gente lá nas redes sociais. Estamos no Instagram, no YouTube, tem vários podcasts lá no Spotify. Segue a gente lá e vem com a gente construir riqueza e prosperidade. Vem paraa ancora. [música]