Bom dia Car Bom dia doadoras tá baixinho seu áudio Carlos eh eu estou máquina nova não é e agora agora ficou bom Agora sim eu tive que tirar do fone de ouvido porque a é o notebook Ah tá o fixo parece que parou de vez Ah é bom como estamos Bom dia a todas sejam bem-vindas Bom dia e no que esse educador pode ser útil em tudo em tudo eu até tava comentando que eu tava assim com uma certa ansiedade para esse momento até sonhei na noite passada que eu não tinha feito uma cin que
a gente cominou de fazer para apresentar E aí no sonho eu fui paraa sala de aula o senhor tava na sala eu tava de de costa aí eu vi me reposicione para ficar de frente para poder fazer a minha síntese eu tinha 2 horas e me0 ali no sonho para fazer se então mobilizando aqui por dentro Carlos Sim e as demais é a gente combinou de fazer a síntese né até para poder aproveitar o tempo com você né bastante né mas você tá perguntando como que a gente tá não até para para que vocês tenham
espontaneidade de se colocarem tá gostaria de ouvir cada uma É eu estou bem tô curiosa tô tô atenta ao que virá porque faz tempo que a gente não faz nada assim uma acho que a gente não fez nunca né uma espelhada do grupo eu e então para mim eu tô bem atenta ao que virar porque a gente tem muita coisa para fazer juntos e né tem todo um contexto aí que ocorre Sim eu também tô disposta porque vai falar muito da gente isso embora um pouco perturbada mas focada aqui é eu também eh eu até
fazendo a minha síntese né Eh parece que eu pensou uma outra situação ali né que que acho que eu não tinha caído a minha ficha ainda na hora que eu né que eu li a minha aí vocês vão saber mas eu acho que é muito importante mesmo para esse momento como grupo né para cada uma e também como grupo para continuidade sim É eu também tô bem disposta quero tô bem mexida também porque eu olhei hoje de manhã a sket e tive outras percepções né E são eh percepções da de coisas já vivida Claro mas
eu quero saber eu tô disposta a saber certo certo então Vamos definir um ponto né que nós não vamos chamar esse momento de espelhada nem sistêmica nem infância nem puberdade nem adolescência né mas tudo o contexto então nós estamos numa pin do grupo Eu ou nós estamos numa pin dos ind íos do grupo eu os indivíduos do grupo eu dos indivíduos Ok Isso define melhor eh nosso tempo nosso espaço como também onde vocês querem chegar então fiquem à vontade para ler a síntese de vocês e vamos juntos S todo ouvidos eu posso começar então Vamos
Zoar bom comigo eh na caracterização da Edna Eu queria colocar um pênis nela só que eu não conseguia porque não ajustava os pano sabe não conseguia ajustar o os pano para que formasse um pênis mas eu queria muito colocar um pênis nela com a Rose olhando de novo a sket eu percebo assim que eu tenho que ela abre muitas gavetas minha né Isso me incomoda bastante lógico porque tá abrindo gaveta esse isolamento dela lá na na sket mexeu muito comigo que eu não entendo por que eu me isolo tanto eu tenho muita muito receio de
estar com gente então mexeu bastante comigo eh eu a Gilda eh olhando paraa sket ela tem a representação da minha irmã que ela me perturbava também bastante ficava me me me me irritando ela se incomodava muito com meu jeito de ser pacato né E ela às vezes até me machucava eu em mim eu percebi que eu estava como a Maria vai com as outras Alguém precisava me sinalizar que eu não sabia onde estava não tava totalmente desfocada né só que quando a Gilda Fala a mãe a mãe a mãe que eu olho pro olho da
da Vera era minha mãe sem reação só que V isso não me deu raiva me chocou muito porque parece que falou assim ó acorda essa daí é sua mãe e eu tive vontade de abraçar e falar para ela agora eu entendi mãe e a Edna também hoje olhando mais uma vez a sket falou para mim muito do do comportamento do seu luí ele batia na minha mãe e a gente corria e gritava mãe mãe você tá machucada então Eh mexeu e tá tá bem mexido comigo mas já passou só que eu tenho vontade de chorar
eu tenho vontade de chorar é isso da minha parte é é essa minha síntese se eu lembrar mais alguma coisa tiver oportunidade eu falo tudo que nós combinamos não foi feito na hora não foi feito nós combinamos ensaiamos não foi feito nada do que nós combinamos porque parece que eu entrei num outro não sei onde que eu tava eu não tava eu não sei eu tava totalmente Perdida isso me incomodou muito porque muitas vezes durante as atividades da nos ambientes eu me sinto daquele jeito eu preciso fazer o seguinte esperar acabar e aí eu sozinha
pego o material e E aí eu tenho foco mas Senão fico assim que nem a Alguém precisa falar Júlia ele acorda acorda no mundo da lua eu vivo sempre no mundo da lua essa é a minha música é Eu posso falar agora né Eh eh durante a a sket né Eu estive né fiquei e atuei exatamente como foi durante o relacionamento que eu tive com o ex eh não poder emitir opiniões talvez eu nem as tivesse mais né a respeito de qualquer situação totalmente refém eh em relação até ao aos filhos em raríssimos momentos né
hoje eu vejo que em raríssimos momentos eu pude acolhê-los de fato e e eu né elaborando Essa pequena síntese porque eu sou muito sintética eh veio agora a sensação né de que talvez eu representasse para eles muito mais uma irmã mais velha né ou uma não sei nem se uma irmã ou ou talvez menos ainda que a funcionária que ficou em casa né trabalhou conosco durante quase 10 anos quando eu mudei para Bauru ela veio conosco e eh especificamente no período que eu fiquei muito afastada né porque por volta de TR anos e meio que
eu permanecia mais em São Paulo depois do falecimento do meu pai e por conta da doença da minha mãe Eh naquele instante que ele fala eh que ele eh queria separação né e na na na sket foi aquela situação que não foi daquela forma que ocorreu mas naquele momento né que ele fala que vai ficar com os filhos e sai né com o os filhos eh Eu até comentei ontem parece que eu tive um delay ali naquele aquele momento né porque parece que eu não não tava ali não não era comigo que tava acontecendo talvez
até como eu narro aquela história da do envenenamento deles né E aí depois eu vi né quando eu revi o a sket né eu vi que realmente eu eu parei na hora que ele que ele sai aí eu tive um delay para eu ir atrás Dizendo para ele não levar né os filhos para deixar comigo é no momento é isso que eu consigo falar eu posso falar eh nós elaboramos a enquete de uma forma bastante descontraída foi até numa brincadeira a gente a gente elaborou brincando essa sket Claro com uma sensibilidade focada na Vera sempre
com muita cutela no sentimento dela né a personagem que eu assumi foi da filha que às vezes afronta o pai vê o abuso que a mãe sofre e tenta defender a mãe e até apanha por isso é uma filha mais mais rebelde mais Rebelde que as irmãs e tem prazer em ser rebelde em relação à Rose eu só só a vi no seu mundinho eu tinha um carinho senti um carinho por ela mas ela no mundinho dela isolada em relação a Ju eu havia como uma criança de uns 3 anos indefesa infantilizada eu a provocava
mas senti um carinho por ela ela ficava quietinha e eu a provocava mesmo com o sentimento de ter que cuidar ela de ter uma maior proximidade eu provocava mas eu amava aquela criança em relação ao pai eu vi a brutalidade dele que oprimia todas nós e nós tínhamos medo dele nós incluindo a mãe em relação à mãe eu a Eu via o olhar frágil e vulnerável dela e ela nos olhava como filhos mesmo às vezes Eu via o olhar perdido da mãe sem saber o que fazer quando os pai o pai nos leva embora e
a gente precisa chamar a mãe até por causa da dramatização né mãe mãe não deixa a gente não quer ir nessa hora eu choro de verdade eu vi assim a minha percepção assim em relação à Rose me Tocou né a infantilidade dela quando ela pede ajuda pra mãe a Ju parecendo uma criança mesmo um bebê que eu provocava mas eu tinha necessidade ao mesmo tempo de proteger a Edna ela relatou com a gente né A dor dela quando bate nas minhas mãos eu e a Juno antes do na hora de de organizar o teatro nós
duas queríamos pôr um pênis na na jun e a gente embola na na Edna a gente embola o o tecido para que ficasse aquele pênis aquele pênis grosso elevado na calça e a gente não conseguiu fazer isso né Ju aí nós desistimos tivemos que tirar né e e assim diferente do que a Ju falou Eu sinto que a gente fez o que a gente combinou houve espontaneidade mas a gente seguiu uma linha do combinado do começo ao fim na sket isso falar eu posso falar pode falar bom em relação às filhas eu senti raiva pela
criança representada pela Rose mostrou a fragilidade negada e o isolamento e o ter que fazer certo senti indiferença pela criança representada pela J mostrou a minha invisibilidade sentida dó e chorei nessa hora pela criança representada pela Gilda mostrou a defesa que usei para esconder a fragilidade e a reatividade e a reatividade provocativa dela eh essa a personagem usada ali para negar a a o que eu o que eu sentia na verdade que era a fragilidade a Vera ali a esposa sentia entrega submissão e dependência na imagem representada pela Vera Ela olhava para o algos opressor
quase que com veneração o meu personagem diferente da Ju e da Gilda eu não queria colocar o pênis eu me sentia envergonhada com aquilo eh no decorrer da da sket eu senti prazer e Ódio do que ele fazia né dessa personagem eh viu o Oprimido que tornou tornou-se opressor foi a incorporação de uma força Como se eu tivesse em franze o personagem que incorporei eh para ser escudo perante a sociedade e marionete da pessoa que está minha mãe então eu fazia esse papel enquanto ela ficava de boazinha eu que ia pra sociedade com um personagem
desta forma senti vontade de arrancar esse personagem de mim queria tirar a camisa arrancando os botões meu corpo convulsionava e eu suava muito senti dor quando tirei as filhas da mãe e quando peguei na mão delas para terminar a esquete e nos abraçar senti remorso e que eu não era digna de estar abraçando elas pela dor que havia causado senti culpa após senti uma ressaca e fui me ajustando à realidade do [Música] encontro bom eu me assim eh em três partes antes durantes e depois então né a ideia da sket ela foi se materializando eu
senti que foi uma construção sentida sensível e dinâmica rápida né eu as cinco né foram se colocando ali né dando forma para para skete e e a história relatada Era da Vera né mas com os nossos reflexos e quando a gente tá construindo e a Vera fala né que ela falou assim gente onde eu tava que eu não via os castigos né que eram os impostos pelo pela pessoa Nossa Aquilo me tocou profundamente porque minha mãe também tava ausente então ali eu fiz uma conexão muito profunda eh eh eu não percebi a insegurança em apresentar
né de estar lá na frente fazendo a a apresentação não veio Aquela ansiedade que me consumia toda vez que eu tinha que fazer uma exposição eu tinha que fazer trabalho apresentar trabalhos O que foi diferente na dança com a Gilda né Eh eh foi assim eu tremia não sei se o pessoal percebeu mas eu tava totalmente tremendo debaixo dos panos ali e mesmo falei nossa eu achava que não ia ter esse sentimento porque já passamos no palco já era terceira vez que a gente se apresentar né enfim eh Então na hora da dança eu senti
meu corpo tremer eu percebi dançando né e mas eu tremi o tempo todo então eu senti as força durante a dança se convulsionando E aí eu senti esse Mix e na sket eu assumi a parte técnica né para liberar o áudio na voz da lilan flores eh narrando o o caso né Para dar aquele uma contextualização eh eu aí eu pensei por que que sumir porque eu pensei vou explicar para alguém isso vai ficar muito complexo a pessoa vai ter que saber que momento que a pessoa tinha que colocar então para evitar o que aconteceu
eu assumi que aconteceu da mesma forma né então nos preparativos do encontro né o preparo final no ensaio eu foquei muito na questão técnica porque era uma coisa nova né E para ver se o plano ia dar certo aí o figurino da da personagem da edner né na questão do pênis eu achei aquilo Desnecessário né falei nossa nada mas eu fiz uma relação porque eh eu tive a sensação de ter sido castrada né porque eu eu lembrei dos sonhos que eu tive né de eu ser mutilada e castrada E aí durante a apresentação né Nós
somos chamadas entramos não pintou nada em mim assim eu senti a segurança porque eu tava com as amigas mas quando deu chabu ali no áudio né pela minha inabilidade não veio o peso que eu achei assim interessante eu não senti pressão até virei para né para para quem tava assistindo falei da dificuldade da tecnologia E daí como travou eu não conseguia mais aí começou a dar uma movimentação aí eu improvisei e aí eu vi a Vera né fui até ela para pedir ajuda no momento que ela se dirige para mim quando ela me chama de
filha é essa palavra assim mobilizou muito aqui dentro eu me senti muito vulnerável em defesa e aí a gente ficou junta tentando porque eu confiava nela né nessa parte da ti aí quando a eren né ela no papel dela no personagem dela eu não vi a Erna eu vi a opressão e a descarga de raiva então eu me senti oprimida Eu Fiquei totalmente bloqueada né com esse esse movimento quando eu olhei né ali eu senti ela falando você é burra né Essa não faz nada direito isso calou muito fundo e nesse momento a gente conseguiu
destravar não sei como né deu deu a sequência Depois eu percebi que eu tocava na tela né E isso interrompia o áudio daí eu deixei o celular ali de forma para não não bagunçar mais né E aí quando a gente foi retirada do faço né das filhas aí a emoção me veio assim de forma bem profunda eu fiquei inteiramente arrepiada aí eu as lágrimas viam mas o choro era contido aí eu senti muito a a a Vera ali né bom depois né fazendo eu me me percebi isolada muito vulnerável eu querendo evitar situações tentando controlar
as coisas e acabava causando né E então talvez aqui é uma vertente da minha resistência né E aí eu quero antecipar para não para as coisas darem certo e e não ocorre isso então a Vera né e a figura refletiu a figura materna e minha também né porque eu também me reconheci no olhar de dor dela apagada sufocada muito cobrada ela executava sob muita opressão né numa Implacável cobrança né ali o personagem cobrando ela o tempo todo e eu vi que ela só reagiu durante o ensaio uma vez mas depois ela ela se conteve E
aí eu senti né eu depois disso eu senti muito a Vera né Senti ela muito perto de mim e ela né nesse momento ampliou o meu olhar paraa figura materna e até estive com ela nesse minha mãe real né na nesse final de semana e eu vi ela assim eu tava resolvendo um problema no apartamento dela e ela já me acionando para resolver outra questão aí eu vi eu fiquei com com raiva da minha mãe né aí eu vi que eu fui Implacável né tanto comigo como com a minha mãe porque eu falei não basta
não quero não quero atender isso então eu vi na Vera né tanto a minha com como a minha mãe uma mulher apagada sangrando na Edna né Eu senti que ela incorporou fortemente esse modelo né numa força descomunal uma raiva Implacável E aí eu pensei né eu nasci já em erro porque eu nasci em mulher e quando eu conversei tanto com meu pai como minha mãe Eh meu pai falou Olha você nasceu 30 minutos depois doé né que era menino então já assim essa sensação de de de ser um erro desde sempre né E daí na
na relação na personagem da da Ed me vi na inflexibilidade na minha implacabilidade a relação da Gilda e da jul é uma relação próxima e me incomodei com a provocação né Toda h aquela provocação né a jul quieta e a Gilda provocando né então a jul invisível sem expressão e só chorava então eu me vi na puberdade a Gilda querendo salvar e proteger a mãe se movimentando bastante aí eu me vi na adolescência porque eu fui trabalhar eu pensava que se eu trouxesse dinheiro aquilo tudo ia amenizar né então mas eu eu eu observei que
a desvalia e a culpa não ocuparam tanto né porque eu eu assim comprometi o trabalho né mas é assim tô aqui disposto para saber mais de mim né saber como é que eu me funciono esse esse meu modos operante como foi para vocês ouvir uma outra agora né a gente já tinha trocado sobre o que cada uma sentiu né e a eu acho que tudo isso que nós falamos mais ou menos só a Rose que trouxe mais algumas coisas do sentir dela mas para mim a gente já tinha trocado isso o primeiro momento quando nós
nós trocamos a a que a jilda falou assim nossa você você era muito parada né Qualquer coisa assim nesse sentido Aquilo me irritou profundamente sabe mas eu fiquei na minha falei não é alguma coisa aí eu fui e Olhei novamente sozinha nossa daí que eu senti a minha a minha paradeira né no tempo não sei se se é essa palavra não sei falar é eu senti agora a organização e a visão geral daquilo que a gente já tinha conversado né que a gente fez as reunião fez uma reunião para conversar sobre sket e e agora
veio uma visão de cima sabe como se eu tivesse fora olhando a visão geral daquilo organizado foi bem interessante sim eu acho que nesse sentido né que a Edna falou realmente né da organização e assim mais algumas eu acho que eh ficou mais claro né para mim o que cada uma sentiu mesmo né gente se colocando ali né fazendo referência né à sua formação porque né de de alguma forma tem né relação eh então eu achei que realmente eh incrementou bastante é para mim toda vez que a gente fala é reverbera bastante e quando a
gente viu o vídeo né Eh aquilo ficou assim Como assim muito intenso e toda vez que a gente conversa eh eu sinto eh cada uma né Eh na hora que se coloca eh parece que eh eu tô junto sinto ali toda essa essa dimensão né e me toca assim profundamente é quando quando elas falam que eu tava muito provoca eu eu eu fiquei imaginando né porque assim no combinado tinha que agitar aquelas crianças né então aí eu eu provocava Ju porque a Rose fica na na racionalidade né mas assim pensando eh eu pode até ter
relação comigo mas talvez não seja o que eu fui não sei seja o que eu que eu contive certo eh E por que que vocês escolheram a a história da senhora Vera para se tornar sket primeiro pode falar quando a gente foi fazer o Ebook A gente queria ia colocar um caso real e seria uma história nossa E aí por opção do próprio grupo a história que a gente optou foi a da v e aí quando a gente iria apresentar alguma coisa no encontro a gente pensou na esete da história do ebook que era a
história da vela certo e por que a História Dela volto a insistir acho que representa todas nós né porque eu também me identifiquei quando ela falava né ela compartilhava eh Era Um percurso da minha vida né que eu também vivenciei essa questão do Casamento né E como ela também aos poucos ela foi falando a Vera é bastante contida então quando ela coloca né Eh dá para sentir bastante o processo dela eu lembro assim que eu acho que quando eh a história da Vera para mim ela é marcante né Parece que ia ficar mais mais Evidente
o abuso ali na questão principalmente da da retirada dos filhos dela ter perdido tudo então parece que ia ficar mais real ali do Que Se colocasse a minha por exemplo né assim que eu é eu acho que tem muitos mos em comum né entre entre as nossas histórias né e acho que talvez realmente essa fosse a mais a que realmente retratasse melhor né essas características num primeiro momento que até eu coloquei gente nós não vamos apresentar nada no no encontro não foi aí eu pensei pensei a história da Vera da Vera vai mostrar o abuso
e como consequência o tanto que a gente é ingênua e inocente só isso que eu pensei mais nada mas depois a reação que isso teve foi muito grande eu não sei também eu acho que que me veem me vem agora também a gente acabou assim porque a Vera é que menos fala né sobre a história as coisas dela a gente é mais faladeira em relação à Vera E aí veio também como um estímulo a a a gente entrar mais em contato a história dela e e ela também expor a história né sim e agora a
questão que não quer calar pelo menos para este educador olhando pelo ângulo da vida que eu costumo olhar no que a história dela é diferente da sua [Música] ah como o senhor diz né muda o cenário e tal mas de fundo tem muita simil coisas similares né é vejam como seus filhos vivem vejam como é a relação de vocês com eles vejam como vocês são eh impotentes mediante o esposo veja como a palavra do esposo é sempre a primeira vejam como vocês são submissas vejam como o o esposo de vocês separou vocês dos seus filhos
vocês só foram cuidadoras deles Então no que que a história de vocês se difere da história da senhora Vel só as personagens né que são diferentes certo eh tenho algumas questões só para auxiliar vocês depois a organizarem melhor eh O que é a sketch o que ela eh produziu o que ela revelou e como vocês podem alterar toda uma dinâmica de um e-book e colocarem todas as histórias em uma só né bom a primeira que questão que eu quero fazer até como forma de auxiliar vocês a a organizarem depois é a seguinte vocês se relacionam
com seus filhos através da culpa ou através do afeto é culpa meso e essa essa culpa implica em tê-los abandonado em determinado momento por conta de um homem sim sim sim eh eu sinto muito justamente nessa fase que eu fiquei que eu ficava mais né em São Paulo do que aqui com eles e foi até o que me veio na hora que eu tava escrevendo né o o relato né que a gente tinha havia combinar porque assim a minha funcionária eraa mais mãe né vamos dizer mais cuidadora inclusive do que eu né Eh então Eh
houve eh momentos realmente de eu eh principalmente com a thí né A Sula eh que eu ia estudar com ela né assim ela sempre teve uma dificuldade ela tinha principalmente a mais velha a Bruna que era sempre se sobressaía tirava boas notas o Caio Não era tão dedicado mas tirava boas notas e ela sempre com a dificuldade Nossa eu não conseguia estudar com ela porque eu me irritava Num tanto né e e eu eu deixava eu deixava E aí com quem que ela ia estudar com quem onde que ela ia ser massacrada né porque era
o que acontecia e isso me deixava me senti muito culpada porque eu não conseguia e sabia o que que ia acontecer e a sua relação com ela hoje tem esse aless a CPA é Acho que menos mas ainda tem sim eu consigo né falar muita coisa né trocar muita coisa com ela mas ainda tem sim é eu vejo um abandono Total ali no final da puberdade início da adolescência dela al ali foi Total abandono eu não não tô conseguindo encaixar abandono na minha relação com os filhos eu fui abandonada eu acho eles que que foram
levado pelo pai né E por que foram levados pelo pai Porque na casa do pai não tinham regras né podia beber podia não arrumar cama podia não não precisava lavar louça em casa precisava por que que a senhora deixou porque eu não segurava mais eles não tinha como eles começaram a usar droga começaram a a não fazer lição eles diziam eu vou você não me segura não tinha jeito de eu segurar mais eu acho eu acho era melhor não tê-los por certo é é uma coisa que eu não sei ah sim era melhor não tê-los
por perto do jeito que eles estavam se comportando para ir era melhor sim a sua relação com eles é de culpa ou não a minha relação com com eles às vezes é é de culpa é de culpa é de culpa é de culpa sim é eu eu sei o Quanto é difícil fazer a admissão do processo mas ninguém lida com aquilo que não vê é é desculpa eu eu digo para vocês porque veja bem senhora eh quando se admite Um Novo Horizonte se abre e é mais fácil eh lidarmos com a realidade enquanto esse Horizonte
não se abre é uma negação uma resistência à história real né parabéns eu tive a mesma dificuldade da Ju né eu eu sinto que eu tenho culpa né mas eu tenho culpa desde lá dos meus 4 anos né de ter matado a bebê né Então essa culpa eu carrego e em relação a minhas filhas eu sempre cuidei para que ninguém morresse mais na minha mão né então eu era responsável pela vida de todo mundo então a senhora estava cuidando de um bebê que não existia mais quem cuidou das suas filhas então e a culpa por
causa do homem que eu trava né e vezes eu Dea elas no sábado para poder limpar a loja dele né Mas a senhora se parar um pouquinho para pensar e Vai admitir a senhora se dedicou mais a ele do que a elas e entenda que eu não estou fazendo uma condenação eu quero que vocês vejam aquilo que vocês viveram Porque a partir dessa visão que vocês vão aprender a né É também houve houve uma fala da senora Edna que ela via no olhar da senora Vera para o algos um olar de veneração então vocês veneravam
aquelas figuras em detrimento de si mesmas consequentemente dos filhos sim não é nem deles em primeiro lugar né porque eu não posso eh ser indiferente com os filhos se eu sou atento a mim se eu sou atento a mim eu sou atento a qualquer coisa né agora se eu não sou atento a mim eu não sou atento a nada então Eh o detrimento de mim do meu eu se estendia até os meus filhos né Então é nesse aspecto Então você me deu uma resposta agora Carlos que eu tava precisando e e eu considero também Carlos
aqui é a culpa foi assim um pouco difícil de de admitir mas a relação que eu tenho com com Hélio é de muita proteção né eu vejo assim o quanto mexeu comigo as circunstâncias que eu vivenciei né desespero que eu entrei na na na né na idade de uma perda isso realmente bagunçou muito a minha intimidade e como a Edna né Eu acho que na puberdade realmente eu eu abandonei né não não sabe desconsi eles não existiam mais para mim né e eu tava focada na no externo e aí realmente eu tenho ralado nessa culpa
né de S de ter falhado com eles com João Mateus eu fiquei Ah é projetei minha irmã vou consertar ele médico e n psicólogo e tudo Ah o Lucas não o Lucas é filho meu e teu ele tá tudo certinho né E foi o que menos eu vi né então isso é assim realmente tá me pegando bastante né a culpa sim e a senhora já parou para avaliar e Considero que a esquer mostrou isso essa masulina em detrimento da feminina né talvez a senhora tenha elencado na sua trajetória figura masculina nós já conversamos sobre isso
agora eu quero te questionar uma coisa senora Rose Como eu posso proteger meus filhos se eu preciso da proteção [Música] de não tem como né e a senhora atribui a proteção aí dentro da sua cota de formação da sua geracional né que não vamos imputar tudo a transgeracionalidade porque vocês estão numa atualidade né então a sua geracional a senhora atribui ao homem essa proteção e à mulher essa fraqueza né Essa inércia essa incapacidade de dar conta de si mesmo embora a senhora diga mas Carlos isso se contrapõe sendo que eu trabalhei a vida inteira eu
sustentei a família a senhora aperfeiçoou seu pai na sua performance sim né mas era uma performance masculina tanto que a senhora considerou que a incorporação da senora éna do personagem era uma força descomunal sim né a força que n é uma força arquetípica então minhas amigas como é que pode mulheres com a mente eclipsada serem ou se tornarem mães próximas dos seus filhos como é que mulheres eclipsadas podem exercer a função do arquétipo materno eu acho que sonho potencializando mesmo né é se o mais importante para essas mulheres se tornam essas figuras eh masculinas que
caracterizam ali uma adoração uma linha protetiva e ao mesmo tempo uma submissão né E aí coloco Considero que dei aí subsídios para que vocês pudessem repensar a sket reconfigurar o o próprio livro que vocês eh fizeram né o e-book e também gostaria que vocês pudessem ver na sket o personagem masculino o pai né ao mesmo tempo na figura da senora éna mãe configurado nos cônjuges ex né enfim a linhagem masculina que formou vocês na filha nas filhas a impotência que vai se estender a impotência da esposa né e nas irmãs as visais que disputam o
mesmo objeto de desejo que a mãe mas se sentem também impotentes no que fazer para proteger ou para lidar com essa figura sobrando muitas vezes a rivalidade somente né E aí a questão que não quer calar por parte desse educador como vocês puderam ver é dentro da síntese dentro do que acabamos de dialogar como é que vocês conseguem conviver como grupo eu nessa miscelânea emocional sentimental projetiva e rival ó usando a sensibilidade mesmo Carlos só sensivelmente e aprendendo Incondicional zar né e aprendendo a Incondicional porque as condições que vos formaram impacta diretamente na convivência de
grupo sim e aí a gente também tem um alinhamento né a gente tem uma ideia que delineia todo porque sempre assim acontece mas raramente a gente extrapola assim a gente consegue eh na nas reuniões às vezes afeta uma afeta a outra né a gente tá conseguindo tanto né acho que foi uma vez que a gente fez uma mediação com o Carlos de lá para cá a gente tem tentado assim eh minimamente mas eu acho que pela como a Dida falou pela sensibilidade porque a gente tá envolvendo há 4 anos ess essa reunião periódica né a
gente toca muito então algo supera né Essa mas ainda a gente não entende né muitas eh questões que nos nos arrastam né é as questões que vos arrastam eu considero que ficou Claro aqui na dinâmica de grupo eh justamente de grupo mas de indivíduos né se tratando dos indivíduos se trat dos indivíduos nós temos as condições que me formaram E são essas condições que me formaram que impacta na dinâmica relacional n e consequentemente as projeções elas se fazem permanentemente como vocês são geridas por um sistema de autoimagem protetivo para ele é necessário que haja rivalidade
que haja rão para a protetivas sempre sobrarão situações que eh produzirão reações produzirão impasse produzirão rivalidades e que des caracterizarão o próprio objetivo que vocês têm em comum né E de de outra forma essas projeções também elas estabelecem eh uma eleição inconscientemente invisível no grupo né Acho que vocês já perceberam a senhora senhora ver é a mã e a senora Edna é a figura opressora e vocês três senora Rose senhora Gilda senhora Juliane são as figuras que se sentem impotente mediante essas duas outras figuras ou Carlos está [Música] eu nunca tinha visto dessa forma pensado
assim projeção né é eu não pensei assim foram vocês que disseram nunca considerei essa essa forma que o senhor tá colocando sen é mãe é a mais introspectiva é a mais cordata é aquela que socorre na hora H né senhora Edna é aquela que sai passando por cima de todo mundo é talvez nas ações né algumas ações porque tudo a gente corre pra Vera mesmo ai Vera não sei como faz isso ai Vera né Tem uma ação meia que de buscar a mãe mesmo né agora na Edna eu percebo assim nela não isso eu percebo
assim que ela é muito rápida no raciocínio sabe e às vezes a gente nem consegue pensar ela já pensou não sei se é uma é a característica dela atropelou passou por cima e não entendi nada não mas é mas é assim o fato de deu a Etna a gente já tá assim nesse movimento né trocando bastante então assim eu percebo o movimento dela né E às vezes a gente consegue a gente consegue dar uma refreada mas ela tem assim essa essa tendência mesmo de sair como a gente diz né Edna Cavalo paraguaio né é é
e eu eu eu em nenhum momento disse que essa é a característica da senhora Edna ou a característica da senhora vela eu disse que é como vocês leem né ah é uma leitura é individual é e é evidente que sem perceber elas vão absorvendo isso como uma realidade também no campo projetivo né que aí vocês teriam ver qual é a projeção que elas fazem sobre vocês bom minhas amigas e eu é de cachorro morto como eu é de cachorro morto me chocou para caramba na hora hã quê Porque a a nós estvamos conversando sobre a
sket E aí a a Edna falou que a Gilda batia em cachorro morto falei olha me ofendeu falei para ela me magoou Falei para me magoou eu não tô me sentindo mal com esse cachorro morto né então é assim são as projeções né se a gente também não levar um pouco na brincadeira eu preciso às vezes brincar que é uma forma ass de eu relaxar sabe mas na hora me tocou depois eu falei Ah isso é bobeira deixa quieto né mas eu falei falei foi Ed eu falei ó me incomodou então e no no contexto
de cachorro morto eu troco o cachorro morto por impotente a filha impotente aquela que é propriedade não proprietária de si mesma sim hum você me classificou Carlos e eu classifico essa postura para todas as filhas na qual eu incluo todas vocês não é também me magoou Por isso que eu tô falando e então mas não tem problema a mágoa decanta decanta As pessoas dizem que a mágoa passa mas não passa não ela só decanta depois ela volta voltae Maria Será que eu vou sentir de novo Car você não senhora perceber essa projeção uma hora vai
alcançar a mim ou seja quem for né Porque eh a senhora que precisa Identificar qual foi a razão do incômodo Por que que incomodou se eu não sou um cachorro morto e me chamam de cachorro morto eu vou então debater e brigar por quê Porque me incomodou em algum ponto incomodou eu preciso porque é que eu tô vendo em mim né um cachorro morto mesmo tô vendo isso em mim estou mesmo cachorro morto que não tem atitude sabe que surgem situações Eu sempre tô falando amém como se fosse uma morta mesmo é eu não diria
eu não diria um cachorro morto mas uma filha impotente sim sim preciso ter ações mais direcionadas para mim não precisa ver a filha impotente nossa prante né Vocês querem será aquilo que não vem ainda como eu falei pra senhora cachorro morto te incomodou incomodou senora precisa ver eu dei uma dica filha impotente Ah eu preciso mudar e ter mais ações não eu preciso ver a filha impotente sim pois não essa rebeldia que eu que eu que eu dramatize lá e é a rebeldia que eu engoli né A vida inteira É eu não chamo de rebeldia
eu chamo de reação reatividade e atividade é Mais passionalidade Do Que rebeldia se a senhora olhar sket novamente a senhora vai ver um ambiente tenso para alguém que é reativo vai manifestar algum tipo de reação mesmo que seja incomodando o outro Carlos Eu não entendi um pouco a hora que você tava falando e é a projeção é a visão que o grupo tem em relação à minha Vera mas que não é uma característica Nossa mas que a gente acaba assumindo foi isso exatamente foi exatamente isso Exatamente isso porque é aquela história que você coloca né
Carlos a nossa a nossa ação em direção é você a você assim você vai como a guerra né como uma guerra as guerras ocorrem é é natural quando vocês eh estão em um grupo é natural o ser humano quando em grupo retratar naquele grupo com ambiente familiar né então a convivência de vocês até pelo opinião de vocês a síntese em relação a sket mostra bem isso né então nós teríamos o quê Cinco Famílias se interagindo o tempo todo né porém quando uma olha paraa outra vê sua própria família então é aí que surge os impasses
é aí que surgem as as mágoas é aí que surgem os ferimentos é aí que surgem os incômodos os aborrecimentos por quê Porque tudo isso que eu acabei de narrar de incômodo aborrecimento o ferimento isso é próprio está em cada indivíduo é a história do indivíduo porém o indivíduo não vem então ele atribui quando ele está sentindo ele atribui a um fato sentindo ou ressentindo ele atribui a um fato ou a uma pessoa então é nesse momento que vocês se incomodam mas o incmodo ele está na inteireza de cada indivíduo né então a relação em
grupo para funcionar ela precisa ter um objetivo sim uhum mas muito mais que um objetivo ela precisa seriada propositalmente por um indivíduo que está aprendendo sobre si mesmo no caso Carlos aprendendo sobre si mesmo quando ocorre algo que que mexe com a intimidade da gente que que como eu coloco abre as gavatino né no grupo Olha eu tô sentindo isso isso isso ou você acha que a gente que que vocês têm que colocar aquilo que eu estou sentindo Olha gente eu estou sentindo isso eu sei como eu já coloquei eu sei que vocês não tem
nada a ver mas por que vocês precisam colocar ah por porque aquilo vai conversando com uma e com o outro elas vão mostrando o que que tá acontecendo não porque vocês precisam ouvir o que estão sentindo ou ressentindo é vocês que precisam ouvir ou escutar como preferirem né por isso que se coloca Mas vocês já viram que colocar não é solucionar que colocar não é aliviar que colocar não é eh estabelecer o o processo de ouvir os demais para eu saber que não é só eu que vivo aquela história é me escutar né sim porque
a medida que eu me escuto eu vou vendo que sou eu que ressinto sou eu que estou ressentido ressentindo E por que que eu estou ressentindo porque eu ainda não senti e se eu não senti eu não vi a razão as causas e os porquês é isso tem ficado Claro Carlos na porque a cada atividade a gente faz uma avaliação e na última eu acho que a penúltima a gente assim chocou porque cada um tava ressentindo ou sentindo alguma coisa e até a gente falou né Olha estamos num ambiente de autoaprendizagem então foi o que
nós sentimos E aí assim isso tem assim ganhando vertente para nós né então estar dentro é auto aprendizagem né é o que eu sinto é o que perfeito pensa né S então quando esse indivíduo Ele está num ambiente proposital Ele está num ambiente de grupo onde ele conhece a partir de si mesmo ele aprende sobre si mesmo ele sabe que todos os indivíduos ali presentes foram formados por condições que vão impactar no relacionamento né porém o relacionamento ele tem um objetivo e esse objetivo é maior do que as condições que formaram vocês né porque esse
objetivo vos dará a possibilidade de entender as condições que vos formaram e aprender a gerenciar novas condições que vão levar vocês a transcendem aquela condição de Formação né então é um processo então estar diante de si mesmas num ambiente de grupo proposital é Estar atento em si não é Estar atento no outro né Porque se eu esver atento em mim eu estarei atento em você e eu vou impactar o menos possível as relações com as condições que me formaram mas sim com a possibilidade de gerenciar novas condições que nos auxilia a lidar com as condições
que nos formaram através do Objetivo proposital que nos reúne no grupo eu não é e nós vamos viajar Carlos É eu sei porque senão o que que vai acontecer vocês se tornarão crianças pleiteando o próprio brinquedo que vocês não ligavam e que alguém se interessou por ele né então estarão sempre a colocar aquilo que aborreceu aquilo que incomodou aquilo que não deveria ser dessa ou daquela maneira é evidente que quando as coisas são grav se senta e conversa muito mais por uma condição da boa cordialidade não querer mudar o outro né então eu sinto que
vocês estão prontas para isso eh viajar juntas é o considero um desafio de autoaprendizagem né porque cada uma de vocês vai se levar livre pro mesmo lugar cada uma de vocês anseia ter o equilíbrio sobre as condições que formaram a cada uma cada uma de vocês aceitou o desafio então a responsabilidade ela é individual de grupo né Vocês vão viajar como indivíduos dentro de um grupo então considerem que o grupo é a entidade mais importante embora seja uma entidade inexistente Mas é ele que vos reúne então que as decisões sejam de grupo e como já
disse para vocês as decisões de grupo é a maioria vence independente do que eu penso e o que eu sinta cada um tem o direito de dar sua opinião mas na hora das decisões a maioria vence isso quando aceito vai causar o mínimo de impacto possível e arcar com o que sente né Carlos porque vai e arcar com o que sente arcar com o que sente porque eu estou aqui por mim eu me trouxe eu aceitei eu quero estar com vocês Isso é uma responsabilidade mha sim eh Senor falando isso me veio naquela acho que
no no sts né que a gente falava em reconhecimento não é quando havia aí né uma uma votação alguma coisa eu acho que a gente deu alguns passos né não com certeza com certeza aqui é a maioria né sim o reconhecimento ele é unânime isso não quer dizer que as opiniões sejam as mesmas se eu estou trilhando um reconhecimento no grupo e a maioria voltou eu reconheço eu faço parte do grupo né E nós vamos caminhar juntos no processo de aprendizagem que for necessário então eu considero que vocês estão prontas para isso que vocês podem
viver isso extrair o máximo de lição possível E lembrando que vocês não estão indo em nenhuma Missão Especial vocês estão indo encontrar consigo mesmas eu considero que é uma oportunidade de Resgate do adolescer né É E os adolescentes eles se sentem Seguros em grupo porque eles ainda são filhotes saindo do ninho né então no grupo o adolescente se encontra e se fortalece E vocês estão podendo resgatar uma Adolescência não vivida mas agora uma Adolescência que tem direção e isso é tudo né divirtam-se aproveitem aprendam conheçam se né respeitem-se E lembrando sempre que a cordialidade e
a gentileza sempre ocupam o melhor lugar à mesa eu acho que não é por acaso que que a gente tá fazendo essa essa sistêmica né entre a sket né E a nossa viagem exatamente acho que muito bem a calhar Não é coincidência é Considero que a sketch que envolve aí o encontro das mulheres com propósito né a avaliação da sket do resultado que ela trouxe para vocês e a viagem de um grupo pequeno de mulheres com propósito de autossuperação Boa Viagem Obrigada Car pode ser útil Opa até porque Carlos A gente também já estamos nos
organizando para continuidade né 2025 a gente nesse momento também a gente vai est se falando o que que cada uma vai tá pensando para nossa continuidade né Então tá tudo confluindo então e é muito importante liberar a mente para viver aquilo que vocês vão viver na viagem porque Mente Livre criatividade é consequência um abraço carinhoso eu as amo espero que o grupo eu amadureça floreça expanda sem medo do crescimento Porque a vida é muito mais do que apresenta né e aprendam a aceitar a si mesmas que vocês aceitarão umas à outras obrigado pela confiabilidade É
uma honra ser educador de vocês obrigado obrigado caros é breve é breve Pas