Vamos nos acomodando para dar início. Tudo bom? Boa noite, sejam bem-vindas e bem-vindos a essa solenidade em homenagem ao dia do jornalista, que forma transforma.
Sou ara, também jornalista, assessora de comunicação da vereadora Jorge Prates. Gostaríamos, primeiramente, de agradecer a presença de todos e todas jornalistas, familiares presentes, Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná, que faz parceria com a mandato da vereadora Jorge Prates na realização desta solenidade. É com grande alegria que eu chamo para compor a mesa as seguintes autoridades: a presidente do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná, Aline Reis, Márcia Raquel de Oliveira, diretora executiva do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná e segunda tesoureira da Federação Nacional de Jornalistas FENAGE.
Tony Vieira, coordenador do curso de jornalismo da UFPR, do Cineia Novais, jornalista formada pela W, repórter da RPC desde 1981, mestre em comunicação, professora por duas décadas e atualmente também atua e se especializa na área de gastronomia. Fernanda Castro, fotógrafa e fotojornalista brasileira, formada em jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, representando Franklin de Freitas, presidente da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Paraná, Luís Pedruco. E por fim, a proponente dessa solenidade, a vereadora Jorge Prates Mandata Preta.
Convidamos todos a cantar o hino nacional. ouviram do Ipirangas mais pláciidas de um poucar cobrado retumbante e o sol da liberdade raios fúgidos brilham no sang da pátria nesse instante se o pen igualdade conseguimos conquistar com braço forte bem sei com liberdade desafio o nosso bem própri morte. Ó pátria amada e salve salve Brasil no tenso raio de amor e de esperança permanece.
Sem teu famoso céu isonho líquido a imagem do cruzeiro resplandece. Ganti per natureza forte parte do colo. E o teu futuro estelas a grandeza do lado vou pras vilas do Brasil.
A pátria amada dos filhos desde solas mãe gentil pátria amada Brasil. Deitado eternamente imenso esplêndido Ao som do mar e a luz do céu profundo. Fuguras ao Brasil florão da iluminado ao sol do novo mundo.
Do que a terra mais garril teus lindos campos tem bastores nossos tem mais vida. Nossa vida no teu seio mais amor com parte amada e sale Brasil de amor eterno seja assim o lavar sentas estrelado e deu de louro desta flâmula faz no futuro e glória no passado mas a justiça quando a forte verás que o filho dele não pode a luz agora a própria morte terra adorada entre outras vilas com Brasil a pátria amada dos filhos deste sol as mães gentil pátria amada Brasil neste momento passo a palavra à presidente da mesa, a vereadora Jorge Prat. Licença para chegar.
Boa noite a todas, todos e todes. Eu quero, primeiro lugar dizer que é com muita honra que nós vamos de novo fazer essa segunda sessão solene em homenagem aos aos e às jornalistas, porque é de grande importância para nós termos, né, essas pessoas que diariamente nos informam, que correm atrás das notícias, que trazem pra sociedade esse espaço de democracia, porque a informação ela é poder. E quando a gente tem informação, a gente sabe também que a gente pode fazer escolhas melhor melhores na sociedade.
Então eu quero saudar as pessoas que compõem essa mesa essa noite, Aline Reis, Márcia Raquel, Tony Vieira do Cineé Novais, que é a nossa grande homenageada também dessa casa, Fernanda Castro e por meio dela saúdo também todas e todos os jornalistas aqui presente e as demais pessoas presentes também nessa sessão solene. E é uma grande honra, em nome do meu mandato, poder realizar essa homenagem, porque esta noite é, antes de tudo, um momento de reconhecimento a uma categoria profissional que exerce uma função essencial, como eu falei, paraa vida democrática, para o direito à informação e para a construção de uma sociedade mais consciente, crítica e justa. E homenagear jornalistas é reconhecer que o jornalismo não se limita a transmitir fatos.
O jornalismo investiga, apura, contextualiza, questiona e torna a informação acessível à população. Em um tempo marcado pela velocidade das redes, pela desinformação e pela circulação deliberada de mentiras, esse trabalho se torna ainda mais indispensável. Defender o jornalismo hoje é defender a verdade, a responsabilidade, a informação e o direito coletivo de saber o que de fato está acontecendo nas nossas vidas.
Mas essa homenagem também precisa afirmar uma outra coisa com muita importância. Quando nós falamos de jornalismos, estamos falando de trabalhadores e trabalhadoras. Estamos falando de profissionais que enfrentam sobrecarga, pressão, assédio, insegurança, ataques virtuais e muitas vezes remuneração muito abaixo da importância da função que exercem.
Por isso, não basta a gente reconhecer o valor do jornalismo, apenas em palavras. É preciso também defender concretamente quem faz o jornalismo todos os dias. E e é preciso também defender a liberdade de imprensa, a integridade desses profissionais, dessas profissionais e condições dignas de trabalho.
E muitas vezes quando há ataques à imprensa, quem sofre a agressão são esses trabalhadores, essas trabalhadoras que estão nas ruas cobrindo os fatos, cumprindo seu dever profissional. E atacar jornalistas é com certeza atacar o direito, à sociedade, à informação, porque o jornalismo ele cumpre uma função pública essencial, fiscaliza o poder, denuncia injustiças, dá visibilidade a violações de direitos e ajuda a sociedade a compreender melhor a realidade. Sem o jornalismo livre, a democracia, com toda a certeza, enfraquece.
Então, nesta noite, nós celebramos o trabalho de quem pesquisa, entrevista, escreve, edita, revisa, fotografa, filma. apresenta e às vezes tudo isso num dia só, numa mesma pauta, né, devemos dizer, apresenta e também viabiliza a circulação da informação com responsabilidade e compromisso público. E eu quero registrar também de forma muito especial o nosso agradecimento à Aline Reis e ao Sindicato dos Jornalistas do Paraná pela parceria na construção dessa sessão solene e pela atuação permanente em defesa da categoria.
E não é puxando o saco, mas eu sei que nós temos eh desde, né, de que a Aline Reis está à frente do sindicato, nós temos um sindicato que realmente está bastante atuante. Então, devo dizer isso também, Aline, não é só por ser uma mulher negra, que a gente sabe que aquela frase, né, que diz que quando uma mulher negra se movimenta, toda a estrutura social se movimenta junto com ela. É verdade, gente.
Não é para dizer não, mas acho que vou pedir a vocês uma salva de palmas Aline Reis e ao Sindicato Jornalistas. E é muito importante a gente ter, né, pessoas que estão aí permanentemente lutando em defesa dessa categoria, que como eu falei, gente, sem essa categoria, a sociedade ela seria muito mais vazia. Então, recebam o nosso reconhecimento, nosso respeito também, a nossa gratidão.
Parabéns a todas as jornalistas e a todos os jornalistas e também recebam gente com muito afeto. O meu muito obrigada. Dando sequência, eh, devolvo a palavra à vereadora Jorge Prates para que os convidados da mesa possam fazer a sua fala.
>> Eu joguei para ela achando que era ela agora, mas era eu aindo que eu comi bola aqui, mas tudo bem. Obrigada, Mira, por jogar de volta a palavra. Agora vamos ouvir as palavras da Aline Reis, por gentileza.
>> Boa noite a todos, a todas. Que alegria, né, vereadora, mais uma vez a gente tá homenageando a nossa categoria, mais um ano, nesse momento importante do dia do jornalista, do dia da jornalista. Para nós, o Sindjor é um momento importante também de luta, né, para reafirmar o papel do sindicato na representação dos jornalistas de Curitiba e do Paraná.
A gente vive, como a vereadora disse, um período de ataque ao jornalismo. Eh, isso porque o nosso papel é sempre lidar com informação checada, informação comprometida com o público e sem amarras para agradar ninguém. E isso nos coloca como alvo.
Mesmo quando nós estamos fora de redação. É importante salientar. Os nossos jornalistas assessores de imprensa, os nossos jornalistas professores também são alvos de ataques por defender informações de verdade.
Então também é um momento de olhar paraa nossa profissão, que embora nós desempenhemos com essa formação crítica, com esse papel intelectual, mas olhar pra nossa profissão como um trabalho, né? A nossa categoria precisa se entender enquanto classe trabalhadora. Por quê?
Porque nós precisamos de segurança, de condições de trabalhos dignas e de salário justo. O Cind Jor agora nessa semana vai se reunir com sindicato patronal. A gente vai começar a nossa negociação salarial, né?
Mais um ano de peleja pedindo o nosso novo piso, nosso novo piso de R$ 5. 200, que já está defasado por uma profissão que é tão importante. Nesse contexto de negociação salarial, de olhar paraa nossa categoria, a gente também precisa ter atenção especial com profissionais que têm sobrecarga, por exemplo, nas funções de vídeóter.
são profissionais que desempenham funções múltiplas e não recebem por elas. Nós desde o ano passado estamos trabalhando nisso com os patronais. É uma disputa dura, mas para esses profissionais que têm que fazer essa sobrecarga, não não ache que nós não estamos olhando para isso.
Nós estamos olhando e vamos levar até o fim essa discussão com os patronais, né? Além disso, eu queria também me dirigir aos nossos colegas, aos meus colegas que são homenageados e homenageadas. Vocês trabalham com afinco, com dedicação e com excelência para representar a nossa profissão.
Vocês são um orgulho, não só pro sindicato, mas para toda a categoria. Vocês inspiram outros colegas de trabalho, outros colegas de profissão a serem profissionais melhores, assim como vocês são. Alguns eu já conheço de longa data, né?
Como é o caso da minha xá Aline Nunes, de quem eu fui estagiária num ano que a gente não precisa mencionar e outros eu conheço de pouco tempo, mas conheço por meio do trabalho ímpar que desenvolve, como a professora Danda. Saibam que todos vocês, cada um de vocês, são orgulho pro jornalismo de Curitiba. Por fim, eu quero agradecer também os colegas dessa casa, os jornalistas que trabalham aqui na Câmara, que nos informam, que cobrem todos os eventos e atos dessa casa com extrema competência.
também os meus colegas de direção do Sindjor que tem, como a vereadora disse, estamos nos desdobrando para fazer uma atuação forte, combativa e representar a categoria que nos escolheu nesta gestão. E claro, a vereadora Jorge Prates, nossa representante, uma parlamentar que tá sempre na linha de frente, na defesa dos trabalhadores e das trabalhadoras de Curitiba e do Paraná daqui a pouco. E para nós todos, viva!
Viva os jornalistas e a jornalistas. Nós ouvimos, eu tinha que fazer a leitura da, né, para apresentar a Aline, mas é tanta intimidade que já fui falando logo. A Line.
Então, gente, ela é jornalista, mestre em estudo de linguagens, escritora, repórter de jornal jornal plural e a primeira mulher negra a presidir o sindicato dos jornalistas do Paraná e também parceira dessa homenagem. E agora eu quero passar a palavra a ela, que é jornalista formada pela Universidade Federal do Mato Grosso, com ampla atuação em assessoria política e sindical e atualmente a diretora executiva dos sindicatos dos jornalistas e a segunda tesoureira da Fenagem, a Márcia Raquel, por gentileza. Ligou, ligou.
>> Oi, pessoal. Boa noite para todo mundo. Eh, em várias e várias eu já consegui dar um abraço aí.
Então, os que eu não consegui dar um abraço, sintam-se abraçados. Eh, é uma honra realmente estar aqui novamente. O ano passado a gente participou também da sessão, que é sempre uma alegria e um reconhecimento, né?
Importante isso, eh, porque além do reconhecimento do trabalho eh das trabalhadoras e dos trabalhadores da notícia, né, do jornalismo, é um estímulo também, né? É um estímulo e servem de inspiração, como a Aline falou, para quem tá chegando agora, né? Para quem tá na faculdade, para quem tá saindo agora e quem tá entrando nesse mercado que, infelizmente não tá fácil, não tá fácil ser jornalista nos dias atuais.
A vereadora Jorge deu um um relato importante aí sobre a importância do jornalismo. A Aline falou também, né? E Aline falou do piso que a gente tá pedindo agora, iniciando a nossa campanha salarial, eh, pedindo um piso de 5.
200. E eu lembrei que quando eu comecei a atuar no no sindicato dos jornalistas, ainda em Mato Grosso, o nosso piso era o equivalente a cinco salários mínimos. Cinco salários mínimos.
Hoje seria 7500, né? nós estamos brigando para conseguir um piso de 5200. Então isso fala muito, né, sobre a nossa categoria e sobre as nossas condições de trabalho.
Mas falando um pouquinho eh eh das nossas lutas enquanto FENAGE, enquanto federação do de jornalistas, eh a Aline Reis e o nosso diretor Burigo estiveram agora recente em Brasília na semana do jornalista que a gente faz o tradicional ocupa Brasília, que é o momento de conversar com os parlamentares, conversar com o governo sobre as nossas pautas. E desde 2009, vocês sabem, a gente teve a derrubada da exigência do diploma pro exercício da profissão. E eu creio que isso eh se reflete muito claramente hoje, né, na qualidade da informação que a gente tem, na qualidade da informação que a gente tem, né, e nessa, eh, nesse estouro de desinformação, né?
Eu acho que isso é um reflexo que vem lá de 2019 dessa decisão do STF. Então, é, eh, a volta da exigência do diploma através da PEC 206 é uma das grandes pautas de toda a categoria, de todo o Brasil. A gente trabalhou para isso, a gente tem buscado isso.
Então, eh, e é importante falar isso aqui num parlamento, né? Eh, que para que isso seja aprovado no Congresso, é importante que todo mundo se mobilize, né? desde os vereadores, deputados estaduais para que possam pressionar os deputados federais para que essa PEC seja votada.
Ela já foi aprovada no Senado, ela foi proposta em 2012, desde 2014 ela já está pronta para ser votada na Câmara, já passou por todas as comissões, está aguardando a boa vontade, né, dos parlamentares de colocar ela em pauta para que ela seja votada. Então, isso é um ponto bem importante eh da nossa da nossa luta enquanto jornalista, né? Eh, a gente tem alguns dados que de 2013 para 2023, segundo diesese, eh, houve redução de 11.
000 postos de trabalho, né? Isso tudo em função da precarização. E o fim da exigência do diploma significa sim uma precarização da nossa força de trabalho, significa abertura para pejotização, né, e, enfim, multifunção.
Eh, vários jornalistas exercendo função, quer dizer, um jornalista exercendo função de vários jornalistas. Isso tudo complica a nossa a nossa vida enquanto trabalhadora e quanto trabalhadora. Eh, para dificultar um pouquinho mais ainda, acho que vocês já devem eh ter ouvido falar dessa nova lei que foi sancionada agora em janeiro, que é a lei do profissional multimídia.
Isso também foi mais um golpe na nossa categoria, na verdade enfraqueceu ainda mais o que já tava fraco. A gente também tem uma luta que é pela revogação dessa lei. É uma lei que foi aprovada mesmo com o parecer contrário do Ministério do do Trabalho, né, mas mesmo assim foi sancionada e que tá trazendo muitas discussões e, enfim, né, enfraquece um pouco mais ainda a nossa categoria.
Mas dito isso, né, quero parabenizar todo mundo, chamar vocês paraa luta, porque a luta é coletiva, a gente só faz, só consegue, só avança com a coletividade. Quero parabenizar todos vocês que são homenageados e homenageadas. Quero dizer que tanto o sindicato quanto a federação estão de portas abertas para tudo que vocês precisarem.
Quero agradecer imensamente vereadora Geórgia aqui em nome de toda a mesa e que a gente tenha eh uma boa caminhada aqui daqui paraa frente. Obrigada. >> Tá certo?
Já passo a palavra então ao nosso jornalista com graduação pela UNICINOS, mestrado e doutorado pela USP, pela USP e professor titular da UFPR com graduação em teoria ética e práticas do jornalismo, além de integrar o Núcleo de Estudos Afro-Basileiro. Com a palavra Tony Vieira. Obrigado.
>> Primeiramente, a boa noite para todos, todas. Eh, obrigado à vereadora e a essa casa também, né? A gente tem que mencionar, né?
Eh, por abrir esse espaço aqui para, eh, manifestarmos, né, e, e, e marcarmos esse dia 7 de abril. A propósito, o dia 7 de abril, né, como você falou no início, ele tá ligado justamente à liberdade de imprensa, né, porque o dia 7 de abril, quem não sabe, é o dia do assassinato de líbero Badaró, que era um jornalista que combatia o primeiro reinado, né, e todas as falcatruas, né, que que aconteciam lá naquele tempo. Ele foi brutalmente assassinado numa rua em São Paulo.
E e quando em 1900, na década de 30, já a Associação Brasileira de Imprensa Recém-cada resolve instituir o dia do jornalista e escolhe justamente o dia que marca também a liberdade de imprensa, né? Porque foi um jornalista assassinado e um jornalista que denunciava. Eh, em geral, o que nós temos eh na história recente do país, eh, se vocês pensarem, né, bem, todos os acontecimentos em que a imprensa foi colocada numa situação eh eh ruim, está justamente os donos dos meios de comunicação, né, os os grandes conglomerados, o o jornalismo diário, né, o trabalho profissional, ele tem excelência.
né? Olha, por exemplo, Caco Barcelos está no Irã, né? Hoje é a primeira vez que tem uma equipe de repórter de uma televisão brasileira, né, dentro de um espaço de de guerra, eh, envolvendo, né, a aí o o a dupla, né, do momento que é Israel e Estados Unidos, né, tá bagunçando o mundo aí.
Então, eh, eu, eu todo mundo percebe que nós temos excelência na na busca da informação e ela, claro, que eh chega no gargalo, né, da da da censura e isso acaba eh tendo reflexos, né? uma pesquisa recente divulgada essa semana, eh mostra que as pessoas em geral acreditam mais nas redes sociais do que nos meios de comunicação, né, eh eh tradicionais, né, o que é extremamente preocupante, né, mas ao mesmo tempo é um sinal que nós envolvidos na formação dos jornalistas, né, eh os professores aqui presentes, Guilherme, não sei, não, >> não vi mais. >> Então, todos devem saber muito bem como é, né, difícil você ao mesmo tempo produzir um raciocínio que esteja ancorado na ética, em primeiro lugar e na técnica, né?
Então, relacionar essas duas coisas e manter elas equilibradas é o grande desafio de docência. de formação. E nós temos visto que em geral também a a maioria absoluta, né, dos dos jornalistas eh brasileiros primam pela ética, né?
Nós temos exceções, né, obviamente, e algumas já aposentadas, né, mas eh ainda existe problema e a gente nunca vai deixar de brigar por isso. Então, falando como formador de jornalistas, eu digo que nós temos um grande desafio, que é manter essa profissão com o nível de independência que ela precisa e, apesar de estar sendo bombardeada, né? Eh, tem uma passagem muito interessante no livro O segredo da pirâmide, que é foi escrito pelo Adelmo Genro Filho ainda nos anos 80, eh, em que ele diz que ele ele usa, né, a as figuras do João Cabral de Melo Neto, nosso poeta.
Eh, e o o João Cabral sempre usa figuras diferentes, né? O eh a o rio é passado pela cidade, não a cidade é passada pelo rio, né? E e aí ele usa a ideia de que o jornalismo é como uma maçã atravessada por uma espada.
Quer dizer, a espada seria a ordem, né, neoliberal capitalista, mas uma maçã atravessada pela espada ainda continua sendo uma maçã. Então, o jornalismo é necessário em qualquer tipo de sociedade. Não sempre haverá uma necessidade do jornalismo e também da formação desses jornalistas para que eles atuem num âmbito em que a sociedade seja considerada sempre a grande prioridade, o coletivo seja a grande prioridade.
Então, nessa perspectiva, eu acho que a gente tem que saudar o dia do jornalismo, lembrar da história e fazer com que essas questões sejam permanentemente colocadas em pauta para que a sociedade também raciocine como a gente e perceba a necessidade do jornalismo, justamente nesse momento em que há tanta informação ou tanta desinformação através de todas as tecnologias que já foram eh disponibilizadas. Muito obrigado, vereadora. Muito obrigado a todos vocês.
Eu já vou passar então a palavra, gente, a ela, que é a nossa jornalista formada pela W, repórter da RPC desde 1981, mestre em comunicação, opa, professora por duas décadas e atualmente também atua e se especializa na área de gastronomia. Mas antes de passar realmente a palavra a Dineia Novais, eu gostaria muito que a gente pudesse aplaudir ela de pé, porque não é sempre que a gente vê uma mulher negra, jornalista, M. Ela ela simplesmente é, gente, cidadã honorária de Curitiba.
É isso. E é uma das mulheres que eu mais admiro, porque eh trabalhando nas ruas, eu sempre falo isso, cada vez que Dos Neto tá do meu lado, eu vou apresentá-la, vou passar a fala a ela. Mas eu eu vi muitas questões acontecendo nas ruas e muita gente trabalhando no sufoco.
E do sempre esteve ali também atenta, não só ao trabalho, mas à pessoas que estavam à frente dela, na frente dela. Então, muita honra sempre estar ao lado do Cineé Novais e sempre vi, gente, coisas acontecerem depois da pauta feita, né? Terminou o trabalho e aí então do a pessoa humana aparece e aí só quem tava lá no finalzinho que ficou até o fim vê as coisas maravilhosas que ela faz.
Então me arrepio sempre com muita admiração. Passo a palavra à nossa cidadã no horário de Curitiba, do Cineé Novais. Quero agradecer muito a vereadora Jorgia, que está concedendo, me concedendo o título de cidadão honorária de Curitiba, uma honraria enorme.
Dizer também, fiquei emocionado com essa homenagem e agradecer muito, muito até o convite para estar aqui hoje. Boa noite a todas as pessoas que aqui vieram, aos jornalistas, colegas. Eh, quando a gente abraça essa profissão, a gente abraça uma causa.
Cada um de nós, quando ingressou no jornalismo, no fotojornalismo, na reportagem cinematográfica, chegou com o ideal, assim, o ideal de transformar a sociedade. Pode parecer um uma coisa sonhadora, mas é para isso que a gente é talhado. Quando você escolhe essa profissão, é porque você é talhado para aquilo.
Então, você tem que saber lidar desde a pessoa mais humilde até um chefe de estado. A gente navega em todas as camadas sociais e tem que saber como lidar com elas. em 2008, 2009, mais ou menos, quando decretaram o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista 2009, eh, eu dava aula numa universidade e os meus alunos ficaram muito desolados, muito desolados mesmo, e me perguntaram: "E agora, professora, como é que vai ser?
" Então, a gente tem que largar tudo, não esperar mais o diploma. vai ter diploma, não vai ter. Eu os confortei e falei o seguinte: "Terminem o curso, façam o mesmo jornalismo, porque as empresas de comunicação, as sérias, vão continuar exigindo o diploma de jornalista.
" E essa luta que a gente tem travado desde então, porque aventureiros nessa área são muitos, mas a gente tá aqui para combater, digamos, a clandestinidade, a pirataria na nossa profissão, porque quem é jornalista de fato vai sempre agir com ética, com respeito, com profissionalismo, vai cuidar com seriedade da notícia, vai combater as falsas notícias, porque é esta a nossa missão. E hoje a gente tá aqui para celebrar mais um ano, mais uma comemoração do nosso dia do jornalista. E eu queria dizer aos colegas que estão aqui, fiz até um textinho, que a gente celebra aqueles que transformam fatos em conhecimento e informação, em consciência.
Ser jornalista é muito mais do que noticiar, é investigar, questionar, dar voz à sociedade. Eu costumo dizer que nós somos os olhos, os ouvidos, o nariz, a boca da sociedade, porque nós somos a ponte com a comunidade, com o poder público. A gente tem que dar voz à sociedade.
Então, em tempos realmente de informações excessivas, desafios constantes, o nosso trabalho se torna ainda mais essencial. Nós somos os guardiães da verdade. A gente acredita nisso.
Pode parecer uma coisa pichotesca, mas é isso mesmo. O nosso trabalho se torna cada vez mais essencial e a gente aponte realmente entre os acontecimentos e a população e nos consideramos os pilares da democracia. Que nunca nos falte, gente, coragem de perguntar, ética para informar, compromisso com a verdade.
Então, nossa profunda gratidão a todos os colegas que estão presentes aqui, que são os batalhadores, os guerreiros da notícia, da informação, do fotojornalismo, que levam essa verdade a cada um dos lares, a cada um dos leitores, a cada pessoa que acessa as redes sociais para ver as notícias verdadeiras, né, e jornalistas que ajudam diariamente a construir uma sociedade. mais informada, mais justa, mais crítica, mais criteriosa, mais ética e que seja cada dia mais respeitosa com o ser humano. Muito obrigada a todos.
Algumas coisas vão acontecendo na vida, gente. E é muito importante que a gente saiba que no processo, né, dos anos e das coisas que a gente vai evoluindo, tem algumas que não podemos cansar de viver e de vivenciar. Então, com toda a certeza, vou pedir vocês de novo que façam aplausos de novo em pé, porque aqui nós temos a Fernanda Castro, que é fotógrafa, fotojornalista formada pela FPR com atuação e imprensa.
Cine e pesquisa também sobre culturas afro-brasileiras, tendo obras e exposição no Brasil e no exterior. Essas duas mulheres negras que hoje estão aqui nessa mesa são pessoas que eu admiro muito. Fernanda Cásio como foto jornalista tem um trabalho incrível que todo mundo precisa conhecer, assim como também o trabalho do Carlão que tá aqui conosco hoje também, o Carlos Ruge.
são fotojornalistas diversos, né, Madruga, enfim, todos que estão aqui hoje, que eu admiro muito mesmo e que a gente também tem que valorizar, porque às vezes a gente fala do jornalista, esquece dos reporte fotográfico, dos fotornalistas que fazem também, né, o TQES ali, que fazem todo esse diálogo através das imagens também que são tão importantes quanto. Então, passo a palavra à nossa Fernanda Cáo, nossa maravilhosa foto jornalista. convidar pra mesa, ela fica na mesa, né?
Mas, né? Eu quero agradecer a vereadora, né, George, pela pelo convite, por estar aqui nessa mesa, eh, e também pela sua pela sua campanha, pela sua dedicação ao jornalismo, né? Eu acho que desde que você entrou aqui na câmera, você sempre tá convidando jornalistas, eh, fazendo os eventos e fortalecendo, fortalecendo realmente essa, essa profissão, né?
Eu, como fotojornalista, eh, todo dia é um aprendizado, né? E eu olho essa plateia e fico muito feliz de ter tantas pessoas que eu conheço e outras pessoas que também não conheço, mas que eu vejo e já tenho aquela aquela vontade de de conhecer mais. Então o fotógrafo é esse, ele fica sempre na posição, ele sempre escolhe a luz, ele sempre se dirige a um ponto que ele pode ver toda a plateia, ele tem toda um jeito, uma forma de de captar as informações, a fotografia que ele precisa, a fotografia que ele quer.
Então eu vejo que dessa forma também a gente consegue, enfim, consegue aprender. Todo dia a gente tá aprendendo, né? E essa dupla, né, que quase não tem mais, que é o o cara da escrita, da canetinha e o fotógrafo, né?
Hoje parece que as pessoas fazem tudo ao mesmo tempo, né? Mas é muito bom, é muito bom a parceria, é muito bom tá trabalhando junto quando você sabe, você tem um, né, um sei lá, essa essa esse par, esse par vira uma coisa só, né? Então você se entende pelo olhar, se entende por pelas suas intenções.
é muito, é muito bom você tá numa equipe e, principalmente aqui nesse momento também, né, que a gente, né, tá todo mundo assim, todos nós aqui estamos aqui, eh, enfim, comemorando, comemorando e falando sobre o jornalismo, sobre o que que pode acontecer, sobre o que que tá acontecendo e como que a gente deve de cada vez mais cada vez trabalhar mais, né, por essa causa e que a gente possa conseguir verdades e reportagens que realmente a gente saiba que realmente foram feitas e checadas e que a gente tem boas informações. Bom, muito obrigado novamente por estar nessa mesa tão bonita, tão especial, né? Então é isso, muito obrigada.
Agradeço, Fernando. Eu quero também só informar vocês que no dia 18 de junho nós vamos fazer a entrega do título de cidadão honorária a do Cineia. Então estão todos convidados, será que também na Câmara um evento importante para nós aqui na Câmara.
Passo a palavra então a Luís Pedruco, representando o presidente da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Paraná, o Senr. Franklin Freitas. >> Obrigado, vereadora.
Boa noite a todas as pessoas presentes. Eh, bom, a FOC, ela tem um papel ali de tá sempre com a com com sindicato ali desde a década de 60. Eu acho que é muito importante esse apoio em todas as lutas, né?
E Airfoque tá sempre também valorizando eh os profissionais de imagens, mas principalmente o fotógrafo independente, que é aquele que tá na rua, que a vereadora Jorge sabe muito bem como que é esse trabalho. Então, é um uma visão que a gente tem de tentar sempre valorizar e é um convite que eu faço a todos os colegas, os jornalistas, jornalistas presentes, que conte sempre com o foto jornalista, que na pauta sempre vai ter alguém lá esperando um telefonema, um contato ali para fornecer uma imagem. E é um orgulho estar aqui hoje presente dessa mesa eh tão gloriosa e também de colegas aqui presentes, né, Pedro, nosso vice-presidente, que deveria estar aqui, mas tá sendo homenageado justamente hoje, o Orlando, e grandes nomes que depois a gente vai ouvir falar aqui.
Então, muito obrigado. Boa noite. Obrigado, vereadora.
Agora eu faço questão de devolver a palavra a Mira, que também é jornalista. >> Eh, chamamos agora para falar em nome dos jornalistas homenageados, Alessandra Console. Obrigada, gente.
Boa noite. Eu gostaria, primeiramente, de agradecer a vereadora pela lembrança, por essa homenagem. Eh, a Taciane me mandou uma mensagem hoje falando: "Alexandra, você vai falar por todo mundo, né?
" O quê? Tudo bem, vamos lá. E como eu sou de TV, a coisa é bem rapidinha, tá?
Eu fiz algumas anotações, eu acredito que para representar todo mundo, as pessoas vão se identificar com o que eu vou falar. Nesse ano, eu completo três, quase três décadas de trabalho ininterrupto em TV. Hoje eu fecho o jornal, eu apresento, eu edito, eu coordeno.
Uma grande experiência para um homem, né, mas um feito quase inédito para uma mulher. E do Cineia sabe muito bem do que eu estou falando, né? Eh, envelhecer também é um desafio pros jornalistas e paraas jornalistas.
Aliás, o que mais temos enfrentado são desafios. Nossa profissão se mistura com a história da luta pela democracia no nosso país. Em tempos de desinformação e fake news, se faz cada vez mais necessário o nosso papel.
papel que começa na formação acadêmica dentro da universidade. A universidade é porta pro mundo e precisamos entender que esse mundo novo ou talvez não tão novo assim precisa cada vez mais de profissionais atentos à sociedade, seus direitos, seus deveres, a quem interessa a não obrigatoriedade do nosso diploma. assunto, aliás, em pauta no Congresso Nacional.
Desafiador também é a nossa busca por direitos, né? Enfrentamos a pejotização nas redações, sobrecarga de trabalho, ataques aos profissionais, redações mais inxutas, profissionais mais exaustos. Essa é a nossa realidade.
Mas ainda estamos aqui provando que para ser jornalista a gente tem que ser resiliente e resistente e ficaremos por mais tempo, se Deus quiser, amparados na constituição e na paixão por essa profissão. Muito obrigada pela homenagem. Boa noite a todos.
Para iniciar nossas homenagens da noite, convidamos à frente a vereadora Jorge Prates e a Aline Reis para a entrega dos certificados. Gostaríamos de homenagear nesse momento Aline Nunes, que é graduada em jornalismo pela PUCP PR e mestre em educação pela UFPR. Atuou por mais de 15 anos nas principais emissoras de televisão do Paraná e na rádio educativa.
Foi professor universitário em cursos de jornalismo e de publicidade e propaganda por mais de 10 anos. Depois dedicou-se à comunicação pública trabalhando como jornalista na UFPRTV e na assessoria de comunicação da UFPR. Atualmente é assessora de comunicação do campus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, onde é servidora pública há mais de 5 anos.
Cham Francine Lopes, jornalista formada pela Universidade Católica do Paraná, que atua na área desde 2008. Atualmente exerce a função de apresentadora e editora na rádio Band News, Curitiba. Iniciou sua carreira na rádio Bando B, onde atuou na maior parte do tempo no jornalismo esportivo.
Posteriormente integrou o projeto de esporte da rádio 98 FM do Grupo Paranaense de Comunicação GRPCOM. participou da implementação da BTN em Curitiba, sendo responsável pela produção de boletins com informações de trânsito veiculados em diversas emissoras da cidade. Além da atuação na rádio, possui experiência entre os meios de comunicação com passagem pela Tribuna do Paraná e pela e-paraná, atual Paraná Turismo.
Chamamos agora a Bruna Zembusque, que é coordenadora de atendimento na Central Press, onde atua há 13 anos. Iniciou sua trajetória na empresa como estagiária de cliping e hoje coordena o atendimento a clientes dos setores de educação, saúde e indústria, com atuação no planejamento e execução de estratégias de assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. é formada pela UFPR com especialização em assessoria, gestão de comunicação e marketing.
Cham receber a homenagem Ana Cláudia Justino, que é jornalista, roteirista, coordenadora administrativa adjunta da Rede Mulheres Negras do Paraná, conselheira no Conselho Estadual de Direitos da Mulher do Paraná, compõe o grupo de trabalho da ouvidoria geral e do núcleo de promoção de Igualdade Étnico-Racial da Defensoria Pública do Paraná, mobilizadora estadual da Marcha das Mulheres Negras, 2025. Chamelo, que é jornalista, doutora em comunicação, professora universitária, autora de livros, palestrante, bacharel em direito, fundadora da Rede de Mulheres Cuidando de Mulheres. Isso.
>> Chamamos agora Gisele Camargo. Gisele é jornalista natural de Santa Catarina, fez faculdade em São Paulo e é formada em marketing digital e comunicação online pela UNICuritiba. Atuou como jornalista em grandes redações da TV, da rádio e de Impresso.
Comandou um dos dos primeiros podcasts do Brasil, o Anticast, onde entrevistou nomes como Luía Erundina, Marina Silva, Celso Amorim, entre outros. Teve também a oportunidade de coordenar a comunicação da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos. é mãe, sua função mais linda e desafiadora.
Atualmente é repórter e apresentadora na TV Assembleia e estudante de psicanálise. Chamamos novamente Alessandra Console, que é jornalista formada pela PUC com MBA em comunicação pública empresarial. trabalha em TV há quase 30 anos, atuando como editora chefe e apresentadora nas principais emissoras do Paraná.
Atualmente é editora chefe e apresentadora do Band Cidade, primeira edição, na Band em Curitiba. Agora prestamos uma homenagem aos mestres e mestras do jornalismo, aqueles que dedicaram suas vidas à busca da verdade, a construção da memória e ao compromisso com a informação. Vocês são testemunhas vivas da história, viram o mundo mudar e ajudaram a contá-lo com coragem, ética e sensibilidade.
Vocês apuraram notícias nas ruas, na porta em porta, confiando na escuta atenta e no cotidiano direto com as fontes. Usaram blocos de anotações, gravadores analógicos, isso eu usei também, máquinas de escrever e câmeras com filme, onde cada clique exigia precisão e e consciência. Que possamos reconhecer, valorizar e aprender sempre com vocês, porque o futuro do jornalismo também se sustenta na história que vocês ajudaram a escrever.
Muito obrigado por tudo. Para entregar o certificado, juntamente com a vereadora Jorge Prates e a Aline Reis, chamamos à frente do Cineia Novais e Fernanda Castro. São homenageados neste momento Dina Ribas Pinheiro, que nasceu no Rio de Janeiro, mas passou à infância e adolescência em Uruçanga, sul de Santa Catarina.
Aplausos. Veio para Curitiba em 69 para estudar jornalismo na Universidade Federal do Paraná. Atuou na assessoria de imprensa na Fundação de Cultural de Curitiba, na Escola de Teatro Bouchó em Joenville e no Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul em Curitiba.
Se especializou em jornalismo cultural. A, foi apresentador, escreveu dois livros e lançou a viagem de Efigênia Rolim nas Asas do Peixe Voador. Em 2019, lançou o Teatro de Bonecos da Dem Memória e Resistência sobre a trajetória do grupo de marionetes, que durante 50 anos alegrou a vida de crianças e adultos em Curitiba.
Atualmente tem uma coluna na cultura do blog Mural do Paraná. Cham Orlando Kisner. Orlando Kisner é um dos principais nomes do fotojornalismo esportivo brasileiro, com carreira marcada por coberturas internacionais, prêmios importantes e imagens icônicas do futebol.
Seu trabalho combina técnica, sensibilidade e time, tornando-se referência na fotografia de ação. Amém. Chamagem Carlos Rugi.
O repórter fotográfico Carlos Rug iniciou sua carreira na década de 1970 em um período de grande investimento nos jornais brasileiros em reportagens. Começou como freelance em São Paulo. Em 1976 mudou-se para Curitiba para integrar a sucursal do jornal O Estado de São Paulo.
Teve atuação no Estadão e no Jornal do Brasil, cumprindo acontecimentos importantes como a construção da da usina de Taipu. Também registrou as últimas imagens de Chico Mendes no Acre em 1988. Ao longo de 50 anos de carreira, documentou temas como meio ambiente, cotidiano urbano e atuação de políticos, artistas e esportistas.
Atuou ainda em assessorias de imprensa de instituições como a Prefeitura de Curitiba, o IPUC e a ITPUB nacional. E agora chamamos Pedro Sampaio, que trabalhou Serápio, desculpa, Pedro Serápio, que trabalhou, um grande cantor, trabalhou no governo do estado do Paraná 42 anos como fotógrafo da Secretaria de Esporte e Turismo e depois atuou na TV Educativa do Paraná, hoje, Paraná Turismo como repórter cinematográfico, como repórter fotográfico, trabalhou na Gazeta do povo durante 22 anos. Hoje está aposentado.
Atualmente é vice-presidente da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Paraná, a Forkpr. Ja. E agora convidamos Jader Rocha, paranaense de Bela Vista do Paraíso, foto jornalista profissional há 35 anos.
Nesse período, trabalhou para as mais importantes publicações do Brasil. E agora um aplauso especial para todos os nossos homegiados que são muito especiais. Dando sequência à homenagens de hoje, chamamos agora, bom, já estão todos aí, né, juntamente com a vereadora para entregar o restante das homenagens, né?
Então, chamando nesse momento Rubens Burigo, jornalista com 35 anos de trajetória consolidada, com sólida experiência em direção de programas, gestão de equipe e edição de texto em grandes veículos de comunicação. Ao longo de mais de três décadas, desenvolveu competências estratégicas na criação, desenvolvimento e coordenação de programas especiais e telejornais diários, atuando tanto no Hard News quanto em formatos de entretenimento e variedades. Trabalhou por 18 anos na RPC, afiliada da Rede Globo em Curitiba.
Também passou pela rede Mass Rique TV e foi repórter da de política do jornal Folha de Londrina. Cham receber homenagem Giton Cruz, que é jornalista e atualmente exerce o cargo de chefe de redação na APP Sindicato. Formado pela Unicesumar, possui pós-graduação em mídias digitais pela mesma instituição.
Em sua trajetória profissional, construiu sólida atuação como repórter e sobretudo como assessor de imprensa, contribuindo para o jornalismo como instrumento de defesa da democracia e da transformação social. Sua carreira abrange desde trabalhos prestados a movimentos sociais e entidades sindicais até passagens portais de notícias e por mandatos parlamentares na Câmaras Municipais de Maringá e Curitiba e na Câmara dos Deputados, além da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Maringá. Agora chamamos Vinícius Domingos Silvestrini, que é natural de Curitiba, é jornalista formado pela Universidade Tuiuti do Paraná, com pós-graduação em produção multimídia.
iniciou sua carreira na TV Evangelizar e também atuou em assessoria de imprensa. Desde 2021, integra a equipe do portal Massa TV, onde começou como estagiário, tornou-se produtor e atualmente a repórter. atua nos programas SBT Notícias e Tribuna da Massa, com reportagens exibidas em nível estadual e nacional, dedicando-se a pautas de comunidade e dando voz a quem muitas vezes não é ouvido.
Chamo agora para receber homenagem Guilherme Carvalho, que é formado em jornalismo, tem pós-doutorado em jornalismo, foi presidente do sindicato dos jornalistas do Paraná entre 2013 e 15 e atuou como jornalista sindical por mais de 10 anos e como colunista do jornal plural. Atualmente é professor e coordenador do curso de jornalismo do Centro Universitário Ninter. Também é diretor de comunicação da Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo, AEG.
Seguindo as homenagens e hoje exprestamos também nossas homenagens aos fotojornalistas, convidamos para receber a homenagem Leandro Tax, que é repórter fotográfico, freelance e editor gráfico formado em jornalismo pela Tuiuti do Paraná, com pós-graduação em fotografia. Atua na área desde 98, com passagens pela Folha de Londrina e Gazeta do Povo. Participou de coberturas internacionais, incluindo as Olimpíadas de Pequim, e teve trabalhos incorporados ao acervo da Mason Europening de La Fotografie em Paris.
autor de livros e professor de fotojornalismo por mais de uma década também realizou oficinas sociais e projetos documentais em diversos países. Convidamos agora Joca Madruga, trabalhou de repórter fotográfico em diversas coberturas internacionais, como as eleições na Venezuela e uma e uma reportagem na Guatemala sobre a perseguição a sindicalistas. No Brasil desenvolve projetos documentais como Águas para vida, Lama que Mata e Santos Brasileiros.
Suas fotos também foram publicadas em livros e reportagens de grande repercussão, incluindo obras sobre conflitos sociais e políticos no país. atua há mais de 20 anos em coberturas políticas, sindicais e esportivas, sendo sócio coordenador da agência de notícias Vigília Comunica e vencedor de prêmios como prêmio João Paulo II da Câmara Municipal de Curitiba. Chamamos agora para receber a homenagem, chamamos agora Márcio Mário Sérgio dos Santos, que vai receber a homenagem que é de Walterc Santos.
Walterc Santos, que é jornalista com ampla experiência na cobertura de grandes eventos e atuação consolidada no fotojornalismo e na comunicação institucional. Trabalhou em importantes veículos de imprensa do Paraná, como o Correio de Notícias, Tribuna do Paraná, o Estado do Paraná, Gazeta do Povo. Ao longo da carreira, realizou coberturas de grande relevância, incluindo Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, Jogos Pan-Americano e viagens presidenciais, acumulando uma trajetória marcada pela agilidade, olhar apurado e compromisso com a informação.
atualmente atua como freelancer, desenvolvendo os trabalhos para empresas e instituições como Natura e Neodente. Encerrando essa parte das homenagens, eu passo novamente a palavra à vereadora Jorgia Prates para o encerramento. >> Podem, podem sentar.
Nós estamos encerrando esse momento, gente. Mas eu quero, antes de mais nada dizer que cada nome que hoje foi homenageado aqui são pessoas que a gente olhou com muito cuidado pra história, pra trajetória, para o que representa para essa cidade e também essa ligação, né, do que cada um aqui significa pra vida de uma e de outra. E a gente sabe que a gente tá, estamos, né, aqui em Curitiba todos interligados de alguma forma, de algum jeito, porque teve gente que abriu portas lá atrás, teve gente que está ainda abrindo portas agora, né?
Realmente, como foi dito aqui, envelhecer para o jornalismo é bastante complicado, ainda mais sendo mulher, nós temos ainda muitas barreiras pela frente, mas eu tenho certeza e de coração muito alegre, eu tenho certeza que cada pessoa aqui hoje que foi homenageada deixou um lugar melhor para essa sociedade. E eu não tenho menor dúvida disso. Nos trabalhos, na dedicação, seja dentro da sala de aula, fora dela, na rua, né, nos espaços das rádios, das da televisão, enfim, dos jornais, nós temos feito o nosso trabalho, nós temos cumprido o nosso papel.
Então, eu sou muito grata mesmo, porque eu sei a dificuldade que é trabalhar com a informação, buscar a informação e fazer com que a informação chegue a quem precisa. Então, a admiração, gente, como foi dita aqui, desde que eu cheguei aqui, eu venho fazendo esse trabalho mesmo, principalmente porque eu considero que é uma das mais importantes profissões que a gente tem, além da profissão de professor e muitos aqui estão misturados nisso tudo, né? Então nós não temos como deixar de falar, porque às vezes, gente, uma informação que doia leva pra televisão, por exemplo, quando chega lá na periferia pode ter a certeza que muda muita coisa e a gente faz um trabalho muito extenso, muito intenso para que chegue.
Então, cada pessoa que hoje foi escolhida mesmo com muita dedicação, olhando pra história, pra trajetória. Então, por isso vocês estão sendo homenageados aqui na Câmara de Curitiba com uma forma de agradecimento por todo o trabalho que vocês estão fazendo. Quero muito que a gente agora faça uma foto, que vocês fiquem em pé.
Eu sei que tem o hino ainda de Curitiba que é extensíssimo, mas nós vamos cantá-lo. É infinito. Mas eu quero também que vocês fiquem ainda pra gente fazer uma foto.
Mas gente, assim, de verdade, vamos nos aplaudir agora, nos aplaudir de pé, porque cada um deixou um legado muito importante pra sociedade e continua deixando. Então, muito obrigada por estarmos aqui hoje nesse espaço. Obrigada.
Eu sei que eu tinha um texto para seguir, gente, mas eu sou péssimo para seguir textos e roteiros. Então, quebrando todos os protocolos, a gente vai cantar o hino com certeza. Depois eu peço vocês vão aqui pra frente pra gente fazer uma imagem, uma foto bem bonita, mas levem no coração, gente, assim, de verdade, a gratidão e toda a importância que vocês têm mesmo.
Muito obrigada, gente. É, agora é hora do hino, né? Isso.
Vamos aproveitar que estamos todos em pé e cantar o hino da cidade de Curitiba. Cidade linda amorosa da terra de Bairancá. Jardim cheio de rosa, capital do Paraná.
Pela ridente paisagem, pela riqueza que encerra, Curitiba tem a imagem, um paraíso na terra. Curitiba tem a imagem de um paraíso na terra. Viver nela é um privilégio que goza quem nela está.
Jardino cheio de losas, capital do Paraná. Pérola deste planalto, toda faceira e bonita na riqueza e na opulência que me resplande e palpita na riqueza e na opulência e vi resplande palpitar. Subindo pela colina, altiva sempre será.
Jardimos cheio de rosa, coração do Paraná. Salve, cidade querida. Glória de heróis fundadores.
Curitiba linda joia feita de luz e de flores. Curitiba ali da joia deita de luz e de flores. Cidade linda e amorosa da terra de Guairacá.
Jardim cheio de rosa, capital do Paraná. Gente, eu declaro então encerrada a nossa sessão solene. Peço que venham aqui à frente pra gente fazer a nossa imagem, a nossa foto, o nosso registro bonito.
E agradeço também a Mira, que é a nossa jornalista, que tem feito, que fez hoje como ficou como mestre de cerimônia do nosso evento. Obrigada, Mira. >> Obrigado.
Boa noite. Tinha alguma coisa que ela ia falar.