Olá, gente, boa tarde. Tudo bem? Eu sou o Henrique, ele é o Celso, >> tá? Hoje a gente tá aqui num processo que a gente chama de pesquisa qualitativa, tá? Normalmente, normalmente as pesquisas são divididas em dois grandes eixos, pesquisa quantitativa e pesquisa qualitativa. Pesquisa quantitativa é aquela que normalmente também vocês já Ouviram falar e ouviram falar, mas a maioria nunca participou. E ainda disse o seguinte: "Ah, eu não acredito muito nesse resultado, ninguém nunca me entrevistou". Não é isso? Então, essas são as quantitativas, são as pesquisas que são vocês são abordados na rua normalmente
por um pesquisador e ele vai fazer uma série de questionamentos, perguntas diretas normalmente e objetivos, você vai responder e aí no final daquilo tudo eh os dados são Compilados e sai um resultado, um resultado quantificável. Então, por isso que o nome é pesquisa quantitativa. Por quê? Porque de lá sai um resultado quantificado. Por exemplo, ele vai perguntar para vocês qual é a cor preferida de vocês. Uns vão dizer azul, outros amarelo, verde. No final é divulgado um resultado. Tantos por cento prefere a cor azul, tantos por amarela, tantos por é a verde. Essa aqui [limpando
a garganta] é mais rara, então Vocês têm menos chance de participar até do que essa de rua, que é a pesquisa qualitativa, que dentro desse modelo, que a gente chama de grupo focal ou Fox Group, é uma grande conversa, só que ao invés da gente estar preocupado com a quantificação, a gente tá preocupado com a qualificação das respostas. Que que é isso? mais ou menos é eu falar para vocês para eu entender o por que vocês escolheram o verde na na quantitativa, por que que vocês escolheram o amarelo Na quantitativa. Na verdade, a qualitativa é
o porquê das coisas. A gente não tem a preocupação de quantificar. A gente tem a preocupação de entender o processo em que vocês tomam as decisões de vocês, que que vocês levam em consideração, quais são os fatores aqui. O problema não é a quantidade, é como é o que que vocês têm como base, quais são os princípios, quais são as ideias, quais são eh eh O que vocês levam em consideração na hora de tomar uma decisão. Então, por isso que a gente faz nesse formato, é um formato de conversa. Eu vou trazendo temas, eu vou
trazendo experiências, eu vou trazendo debates e vocês vão dando a opinião de vocês e a partir dali a gente vai qualificando essas informações até que a gente possa aqui o pessoal da do lado de cá entender aquilo que a gente colocou na mesa baseado na opinião de cada um de vocês e Baseado nas diferentes opiniões de cada um de vocês. Por isso que não existe uma uma resposta, uma resposta certa. Existe a opinião de vocês. Existe as diversas opiniões que são formadas de diversos gatilhos que cada um de vocês tem e que com esse número
de pessoas abarcam um número gigantesco de outras pessoas. Aqui com nove pessoas, a gente vai ter uma gama incrível de possibilidades de entender o que que milhares de pessoas pensam, como milhares de pessoas tomam Decisões, quais são os pontos importantes que as pessoas identificam para tomar decisões específicas. Então, por isso que é uma grande pesquisa qualitativa, tá? Então, como é que a gente vai fazer isso hoje? Eh, às vezes vocês já participaram, alguém já participou de uma pesquisa qualitativa, cada dia, cada assunto é uma forma diferente, uma abordagem diferente. Hoje a gente vai estar aqui
fazendo uma sondagem, tá? Eh, porque nós estamos nos aproximando da eleição, das eleições de uma forma geral, né? E a gente vai fazer uma sondagem com dois candidatos ao governo do estado do Rio de Janeiro, os dois que aparecem em nos duas primeiras posições nas pesquisas, tá? Na verdade, a gente vai trazer material para que vocês analisem. Aqui a gente não nesse momento não é, eu não quero saber em quem você vai votar, eu quero entender com o material que a Gente vai trazer o que que toca em você, que que causa tranquilidade, o que
causa estranheza, o que causa desconforto, entendeu? A gente vai analisar esses dois personagens, tá? E aí, obviamente que a gente sabe, querendo ou não, alguns já têm conceitos sobre eles, né? Algumas pessoas aqui já podem ter conceitos sobre eles ou podem não ter conceito sobre eles. E aí mesmo assim eu vou tentar levar de uma forma que esses Pré-conceitos, o pré-conceito na excepção normal da palavra mesmo, né? conceito anterior, que esses pré-conceitos eh não influenciem tanto naquilo que eu vou mostrar, mas eu sei que um pouquinho influencia, não tem jeito, só que a gente sabe
dessa dessa ponderação, tá? Então a gente vai ter esse esse tempinho aqui exatamente para fazer essas análises, tá bom? Falando para vocês, dois microfones aqui, tá? Aquele lá é uma caixa de som para poder Vocês ouvirem o áudio dos vídeos que eu vou passar aqui para vocês. Nós temos uma câmera aqui, tá? Eu sempre mostro que é para ninguém tomar um susto. No meio da qu tem uma câmera e tem gente que se até se esconde debaixo depois que não sabia, não foi avisado, mas fiquem tranquilos. Essa câmera aqui é somente >> para ajudar a
gente na hora de fazer a compilação dos dados, a gente não perder nada. Antigamente, quando a gente não tinha essa ajuda da tecnologia, ficava Uma outra pessoa anotando tudo que cada um falava. Óbvio que não conseguia anotar tudo, sempre se perdia alguma coisa, às vezes tinha que parar. Às vezes o debate não para um pouquinho, poxa, me fala lá que você falou que eu não peguei aqui direito. Então isso às vezes quebrava o clima. Agora com a tecnologia, a gente não precisa parar para nada disso. A gente capta tudo e no máximo que a gente
faz é aparecendo fantástico. Mas >> calma, tô brincando. É uma brincadeira. >> Mas pra gente e ajuda muito. >> Às vezes não é brincadeira. >> Às vezes não fala nada, Cels é protocolar. A gente tem que falar. É isso, >> mas a gente vai ter só falando aqui é é vai ser um debate, eu vou colocar os temas e aí vocês os temas não, hoje especificamente vão ser vídeos, tá? E vocês vão dando a opinião de vocês sobre esses vídeos e a gente vai conversando Sobre isso, tá bom? Qualquer dúvida, Henrique, não entendi. E eu
vou também perguntar para vocês, ó, entendi melhor disso aqui, só para poder entender melhor, tá? Então, primeiro, eu só vou pedir o primeiro nome de cada um para quando me referir a vocês falar pelo nome. >> Diógenes. >> Diógenes >> Paola. >> Paola Você. >> Elsa. >> Elsa. >> Ana Cabola, [limpando a garganta] >> José. >> José. Rodrigo, Rodrigu [roncando] e Giliada. >> Juliana. Gente, [roncando] vou começar fazendo uma pergunta genérica, né? Como Vocês se sentem hoje vivendo no Rio de Janeiro e no Rio de Janeiro que eu tô dizendo de uma forma geral, no
estado do Rio de Janeiro, >> com muita insegurança. É o maior medo que a gente tem hoje em dia. >> Cidade maravilhosa, linda, mas >> podada, né? Fica podado direito, >> se sente chegar vai em lugar que você fica, não vê muito movimento, você já fica seguro. Se alguém te pede horas fala contigo, você já entra, né, pensando que >> alguma coisa você vê alguém andando de moto com garupa já fica preocupado de moto outro, né? Hoje a gente pode dizer, hoje a gente pode dizer que a a segurança é a maior mazela do estado.
Acho que sim. >> Sem dúvida. >> Passou a saúde. >> Passou. >> Passou a saúde. Sem dúvida. >> Assim para mim passou. >> Sim. >> Na realidade a gente tá óf de de segurança, saúde, né? >> Mas eu acho seguranç lugar assim, eu vendo por mim, porque eu trabalho de noite, né? >> Sofre lance. medo pra mulher. Então ainda manhã, >> gente. Mas eu acho também que a gente tá falando da da segurança porque a gente Não vive a realidade do SUS, porque quem vive também sabe que é uma situação bem complicada. O dia a
dia eu acho que eu perguntei se superou a saúde porque a saúde durante depende da saúde eu acho que acho que se iguala >> porque eu tenho conhecidos que dependem do cisre que >> morre e não não não não consegue ser >> é a maior a maior maior reclamação na área de saúde não é o atendimento nos hospitais de uma forma geral quando São atendidos não é nenhum atendimento a é o sisreg é demora muita coisa >> em ser chamado na classificação. Agora tem uma reportagem senhora que da segurança porque o nosso exatamente de mim
>> Sim, >> a gente precisa graças a Deus, né? Tanto assim fica vulnerável com certeza. >> Verdade. Então, como eu falei, são, eu vou analisar com vocês, dois dos candidatos Que estão à frente nas pesquisas que estão colocadas até agora, tá? Eh, tem outros candidatos, não tem problema nenhum. Aqui não, nós não estamos com nenhum preconceito, nem dizendo que os outros não vão ganhar nada disso, pelo amor de Deus. Mas a gente eleger os dois que estão à frente, que são aqueles que hoje eh eh são mais analisados ou estão na preferência na maioria das
pessoas, tá? Então, eh a primeira coisa que eu vou fazer é mostrar a foto de um deles. Na verdade, vou mostrar a foto dos dois, mas o que eu vou pedir primeiro é que só levante o braço. Não precisa falar o nome conhecendo quem é, só levantar o braço, tá? Acho que você é uma grande grande maioria, mas vamos lá. Ó, primeiro só levante o braço. Quem conhece quem é? >> Claro, >> todos. >> Tem como. >> Essa aí é mole, né? A barbada, como Dizem, né? >> Agora eu vou mostrar o segundo sobre a
análise hoje. Só levantar o braço. Dois, >> três, >> não, quatro. >> Quatro. 1 2 3 >> quatro. É >> qu de nove, né? >> É, >> é bom. Para quem conhece já sabe. Para quem não conhece esse é o Douglas Ruas, candidato que nesse momento tá em segundo colocado na ainda que as pesquisas estão dizendo que tá, né, apontando ele como segundo colocado na corrida para pro governo do estado. [roncando] >> E o que eu vou fazer agora é o seguinte, eu vou colocar um vídeo, tá, de cada um deles. É um vídeo de
apresentação. na verdade são estilos diferentes, mas que os dois estão utilizando As as campanhas, as pré-campanhas no caso, né? Porque ainda não foram oficializadas a maioria delas, mas as pré-campanhas já estão utilizando quase como um vídeo de entrada, tá? Tá? Então nós vamos colocar um vídeo para cada um para que vocês olhem e a gente começa a falar sobre eles. Primeiro, >> certeza que vamos conseguir entregar cada um desses compromissos, porque aqui a União pelo Rio está, como Já disse, acima das visões dos radicalismos. Não estamos preocupados com a posição ideológica de ninguém aqui, de
ninguém, de porque a gente quer governar para todos e principalmente para quem acorda cedo, todos os dias para a luta. Quero agradecer a todos aqui mais uma vez, prefeitos, prefeitas, deputados, deputadas, lideranças, fazer um pedido para todos vocês. essa campanha. Eu não quero que Vocês caminhem por mim, eu quero que vocês caminhem pelo portado do Rio de Janeiro. Semenidade, firmeza, coragem e muito trabalho. A gente vai devolver sim a nossa gente a paz e a felicidade, trazer de volta o brilho e a grandeza do nosso estado e fazer dele outra vez o farol do nosso
país. do estado do Rio de Janeiro. Muito obrigado aí. Ao crime organizado, recado direto. O tempo em que o estado se acovardou acabou. Em nosso subgo, o estado vai voltar a mandar o teu o seu território, porque a gente tem coragem, capacidade e inteligência para vencer essa minoria de delinquentes que ateorizam as nossas famílias. Vamos iniciar o processo de retomada dos territórios que vivem hoje sob o jubo de opressão Dos criminosos, se necessário, o apoio sim das Forças Armadas do governo federal. Nós estamos falando de segurança orientada por dados, estratégia, tecnologia, polícia guiada por evidência,
não por política. Vamos investir no preparo, na valorização e no profissionalismo dos nossos policiais. >> Priorizar investigações que trazem o caminho do dinheiro, do crime organizado, comandos escolhidos Por critério técnico e não por indicação política. discurso de valentão e muita ação, porque no final nós descobrimos que os valentões, os pitbulls eram chutas do comando vermelho. Portanto, vai acabar a alegre não vai segurar que elevado. Foi, >> foi tá sendo utilizado esse vídeo como vídeo de entrada do Eduardo em vários lugares. Agora a gente vai ver o vídeo de entrada do Douglas Ruas, tá? Douglas Ruas,
cristão, filho de um policial e de uma dona de casa. Nasci e cresci em São Gonçalo e vi de perto a realidade da maioria dos fluminenses. Aquila que não anda, o ônibus que demora, a rua abandonada. A mãe se preocupa quando o filho sai de casa sem saber se vai voltar em segurança. Aprendi cedo o valor do trabalho, da família e da responsabilidade. Me formei Em direito, entrei para a polícia, fiz pós-graduação em gestão pública. Sempre acreditei que reclamar não muda realidade. O que muda é ter coragem para enfrentar os problemas. 2018 casei com a
Mariana, minha namorada desde os 16 anos. Essa união nasceu o Miguel. Minha família é meu maior patrimônio. É por eles e pelas famílias do nosso estado que eu acredito que vale a pena lutar. Política nunca foi discurso, sempre foi entrega. Vi meu pai, o capitão Nelson, Se tornar vereador e depois prefeito. E tive a oportunidade de assumir a Secretaria de Gestão Integrada e Projetos Especiais. Juntos fizemos uma gestão transformadora. São Moonçala era de caso, hoje é referência de crescimento. Uma cidade que muitos diziam não ter solução, começou a mostrar que quando existe gestão, coragem e
presença do poder público, a realidade muda. Em 2022, aceitei um novo desafio, fui candidato [roncando] a Deputado estadual pela primeira vez. Mais de 175.000 pessoas confiaram em mim, mas eu nunca enxerguei esses votos como núvas. Cada voto é uma história, uma família, uma responsabilidade. Não virei deputado para fazer carreira política. Fui trabalhar pelo Rio de Janeiro. Depois recebi uma nova missão, ser secretário de estado das cidades. Percorri esse estado de ponta a ponta. Entrei nas cidades, conversei com prefeitos, ouvi moradores e vi de perto Duas coisas: o tamanho dos nossos problemas e o tamanho da
nossa capacidade para superálos. O Rio de Janeiro é o estado mais bonito do Brasil, tem o melhor [música] povo, tem força, tem talento, tem potencial, mas durante muito tempo faltou aquilo que qualquer família precisa para crescer. ordem, segurança e oportunidade. Como policial, eu aprendi que sem segurança não existe liberdade. Sem ordem, o trabalhador perde espaço. Sem o estado Presente, quem domina é um abandono. Eu não venho da política tradicional, venho do Rio Real, do Rio de quem acorda cedo, trabalha, enfrenta dificuldade e não desiste. Cheguei até aqui porque aprendi uma coisa: o problema não se
resolve com promessa, [música] se resolve com decisão, trabalho e resultado. Agora a missão é maior, fazer pelo Rio aquilo que muita gente disse que era impossível, devolver segurança, reconstruir a confiança e fazer nosso Estado voltar a acreditar no futuro. Eu sou Douglas Ruas do nosso rio para reconstruir o rio inteiro. Bom, queria escutar de vocês como é que vocês enxergaram a abordagem de cada um dos vídeos de dos vídeos de entrada. Que que vocês viram? Mais uma vez, eu sei que como um deles é muito conhecido e tem já histórico, vai ter o histórico da
de opinião de vocês. O outro tem, é menos conhecido, tem menos histórico. Mas eu queria que vocês falassem sobre os vídeos, sobre como cada um abordou esse vídeo de entrada, o que que vocês acharam? Bom, na minha opinião, o Edpaz já tem um caminho administrativo, né, de administração pública, ele já conhece o Douglas, ele não conhece, então, e tem acesso, né, política é acesso. Não sei se vocês concordam comigo, né? >> Eu não sei como a vai ser a governança do Douglas Gam Acessos, mas o o pais tem mais acesso, né? Esse eu acho que
é um que é um item que pesa um pouco, né? É, mas pelo que eu vi ali, ele também já >> já analisou tudo, já fez tudo >> tudo, todo o processo justamente para fazer acontecer. Aí acho como ele ele já vem com esse meio que sangue no olho, né, que a gente costuma falar, pensar, né, já não, já comecei de baixo, tô cheguei aqui e vou lutar pelo povo. Então, acho que ele já começa a pensar Mais no povo do que o Eduardo Pare, que só tá pensando na segurança pública. Então, a gente tá
pensando ali na segurança pública para ganhar pelo menos a confiança do povo, né? E não, acho que não pela questão de só para segurar o estado do Rio. >> Eu acho que sim, tanto um quanto o outro tem bagagem, né? Porque o também é conhecido alergio, não tem tempo, né? Primeiro mandato, primeiro mandato dele, mas creio que é assim, os dois vieram Basicamente a mesma proposta. dificulta um pouco a leitura na hora de, né, decidir ali quem realmente agrada mais na hora de do outro. >> Eu acho que na verdade o Douglas, por exemplo, né,
pelo que eu vi ali, eu não conheço a história dele, né, eh, eu acho que o o ser humano, né, o eleitor, ele tinha que antes de imaginar tentar enxergar a história do do do candidato para poder entender um pouco mais. Eu não sei, não posso falar sobre Isso. Daí é uma coisa bem eh, mas São Gonçalo, perto do que era e perto do que ele mostrou realmente tornou uma outra cidade, né? Não sei se foi tudo ele que fez por opinião. >> Foi o pai dele. >> Meu pai foi pai. >> É. Então eu
não conheço. >> O pai dele é é perfeito, né? >> Perfeito. E a abordagem ali são diferentes, né? Distintas, né? Uma fala muito sobre família, né? E o Eduardo pai Já fala uma coisa mais agressiva, mais sobre o chegar em São Gonçalo, não tá daquele jeito, né? Uma viagem lá. É, não é nada daquilo ali que nós vimos. >> Eu não sei, não moro lá, mas me desculpa, esquece. >> É, é pela fama, né? >> Mas aí eu eu assim um pouco, né? Eu não adianto muito de política, não me interesso muito. >> Uhum. >>
Né? >> Mas assim, o Eduardo Pais, né? Ele como prefeito, na minha visão, ele deixou a desejar. Por quê? Tudo bem que o governador, né? Eu acho que uma segurança ele pode, eu sei que eh a segurança é do governador, mas eu acho que ele poderia ter ajudado mais. >> Você diz ele como prefeito. >> Como prefeito, porque >> você não viu que ele criou um negócio Aí? O negócio >> aquela guarda, né? >> Sim. Ag, mas agora no finalzinho >> foi agora no finalzinho porque ele tá vindo como governador. >> Dia dos pais ainda
mais especial é na HB Carnes Macaé. Confira nossas ofertas. Picanha Suí seara 2790. Picanha P Argentina. >> A prefeitura ela não tem poder de polícia. Então, a as câmaras precisam aprovar o projeto para que isso Aconteça, só para nivelar a informação para vocês. Então, tem começando outras cidades a fazer isso, outras outros municípios do Rio estão começando a criar guardas oficiais armados, né, que é o que hoje >> é igual ali na na zona sul mesmo, né? Eu moro ali na gái ali, né? >> As ruas, olhando as ruas, né? Mas eu acho que foi
o governo ali, né? Olhando assim, aquelas ruas todinha ali, quem traz tá pela gávia, As ruas são perfeitas, perfeitas assim, boas. Os caras quebraram todas as ruas assim para poder fazer um outro >> um asfalto >> asfalto sendo que tem ruas em vários lugares aí, né? Eu não mando nelas, mas eu vejo na televisão. Toda época eleitoral, né? Eles quebrar o que tá bom, consertar e onde tá ruim não consertar. Foi o ano praticamente todinho assim, só não lembro a data porque também não me interessa, mas só Que eu t eu vi [tosse] >> quebrando
as como é que pode uma rua que já tá tá perfeita, tá legal. Se tivesse ruim, >> mas não, não tá. Quem transita na gávia >> Uhum, >> sabe o que eu tô falando. >> E não tem nem como saber se é um excesso de gasto público também, né? Então assim, quebrando uma coisa boa para poder fazer de novo, sendo que tem outras ruas que tão que precisam com Urgência. >> Até aquela lá mesmo assim, eu não sei aquela rua que acho que é do Banco Central, tem uma rua, acho que é, não sei se
é do Banco Central, passa uma televisão, não sei que tem, eu acho que é isso. Ch >> cara, que é uma rua que só Deus na vida rua com muito buraco. Tem uma rua, isso que é Banco Central, né? >> Banco Central Presente B. Não, mas não Banco Central que eu é o quê? Não, não é Banco Central, gente. É um lugar, não sei, eu vou lembrar. >> Vai lembrando, Juliana, enquanto lembra, Juliana, fala. >> E outra coisa que o Eduardo P fez foi o caso de dividir a passagem, né? Botar o Já é para
ônibus e metrô Rio Card. Então assim, eh isso aí eu não concordei muito não. Dificultou muito a vida do povo. Já é quebrou muita coisa. Sem falar também de como funciona, né? >> E é só aqui, né? Nos outros lugares não tem. É só aqui que tá só aqui, >> não é? Porque o que acontece? O o negócio, o problema, entre aspas, problema é o estado, não o município. O problema tá na malha do estado, que é a questão do trem e do metrô. Sim, >> né? Porque o Jaé vai incorporar para eles. Eles é
que não incorporam pro pro ônibus. >> Eles tinham que se entender pra coisa ficar melhor. >> Muito grande, né? >> Esse é um problema. político. >> É, se entender para poder ajudar a população. >> Mas se tá o rio card já, >> na minha visão, para que o cara >> é por causa das licitações, >> é, >> teve licitação de várias linhas de ônibus aí. É isso. >> Porque senão um funciona outro. >> É porque uma de uma is falar, uma de uma licitação de ônibus. Isso aqui é do estado. >> E aí cada um
quer puxar o >> É lá. >> Eu mesmo, né? Como no Rio é só o Já é, >> só que aí como eu faço pilã assim, tirando também faço. >> Então vou ter que >> Acho que até uma Eu não sei se vocês Ouviram, eu escutei no outro dia exatamente falando sobre isso, uma reunião com do prefeito atual Cavaliere, se eu não me engano, né? Quem ficou no lugar do Eduardo Pais, né? >> Cavalier Cavalier >> com o que ficou no lugar do Cláudio Castro, que é o desembargador, né? Tá >> sobre a junção do
do modal aí. Uhum. >> Mas é isso, tendo os dois falando a mesma língua, isso acontece. >> Não acontece é quando cada um tá, >> isso poderia realmente funcionar, funcionar da mesma forma que funciona em São Paulo. São Paulo, >> você paga uma passagem, você consegue utilizar essa passagem aí praticamente pro São Paulo todo. >> É, no Rio teve isso uma época, o próprio próprio >> funcionava por dois horas e pouco, você conseguia ter modais diferentes, né? Isso, >> mas parece que depois da guerra política Que teve aqui, cada um foi puxando pro seu lado.
Mas então, olhando essa esse esse esses dois vídeos, por exemplo, eh, onde o Eduardo vai mais incisivo na área de segurança, né? E o Douglas tá mais em se apresentar. Vocês acham que isso é porque ele ele é mais desconhecido mesmo? Exato. E >> ele precisa de alguma forma. Acho que todo mundo que entrou na política entra Dessa forma assim bonitinho e depois mostra os caras. >> Então é justamente isso. Ele tá indo devagarzinho desse jeito porque começando >> ele já começa falando da religião, né? is aí já me ponto, esse é um ponto interessante
de análise. Religião e polícia na mesma frase eu falei >> religião e polícia >> não botou religião na política, na minha visão já >> não há um casamento perfeito >> que assim não é não é mesmo [limpando a garganta] coisa >> pele de cordeiro não é por nada muito dinheiro, muito assim >> sobrenatural >> não combina >> isso não pega bem >> é eu também não concordado não >> concordo >> não Mas o Eduardo faz aí nessa coisa dele sim, entendeu? Acho que muito ele falando esse negócio aí, >> a fala dele de de segurança
comando vermelho, aquelas coisas. >> É, mas porque a fala dele, a intenção dele é entrar na favela e matar todo mundo. Uma boa, uma boa introdução na fala dele. Pensou bem antes de falar, >> falou tudo, pesquisou tudo também. >> O que fica muito claro é que o discurso Do Rus é um discurso. >> Uhum. se ele tá lendo ou não, não sei, mas é um discurso. Sim. >> E o que me parece que o Eduardo Pais é algo mais >> falado, né? Mas no improviso, >> óbvio que é do Não tô dizendo que ele
não pensou aquilo. Claro que ele pensou aquilo, >> mas eu acho que não tá, não era um discurso pronto. O do Douglas, o do Douglas já é uma apresentação, >> né, mais organizada, digamos assim. >> Talvez por isso que a assessoria quis colocar dessa forma. Lógico. >> Então, o que incomodou vocês, no Eduardo, foi ele ser muito incisivo >> e no Douglas ele tá misturado um pouco religião política. É isso, mais ou menos. >> É porque ao mesmo tempo ele ataca sempre o mesmo lado. Ele sempre vai per o mesmo lado que é Hora da
segurança. Então seja Uma proposta não de agora dele também. >> Mas a questão para mim na meu na minha opinião, >> mas então ele tá indo no caminho certo, né? Porque eu perguntei qual é a maior armazela do Rio de Janeiro. Todos aquela segurança >> antes de eu botar o vídeo. >> Não, mas sim, mas não é [limpando a garganta] que ele ele depois >> também, né? Também >> não é principal Que o SUS é maravilhoso. Eu graças a Deus não tô nada reclamando. Eu não tenho voz da minha mãe. Mas só que eu toda
vez que eu cheguei no SUS meu Deus do céu. >> Eu já passei pelo SUS também, mas graças a Deus deu tudo certo, não tinha problema nenhum. bem atendido, entendeu? >> Acho que o único problema do do mesmo é o reg >> que acaba com a galera reg alguma manipulado, né? >> Tem gente que pula é um funil, né? >> Tem ali dentro que não sei. É o quidinho chama. Ah, conheço o queridinho passa na frente do exercitado >> e aí fica aí. O cara não anda, né? Injustiça. >> Se for fazer isso agora. Vocês
vão olhar que a gente vai passar uma folha agora e nós vamos passar essa mesma folha no final. >> Uhum. >> E vocês vão entender o por que eu vou Fazer isso. Agora vocês podem preencher essa folha. [limpando a garganta] A minha visão [roncando] não >> eu não vou nem olhar. >> Na minha visão, não vou nem olhar, >> mas [limpando a garganta] >> tem que falar um aqui. Tem >> não, não é um pode ser botar nenhum de dois não. Eu ainda não sei. >> É a sua opinião neste momento. Ah, cara, nesse momento
>> hipoteticamente, se a gente é é como se hipoteticamente a gente tivesse no segundo turno da eleição, fosse os dois segundo turno, >> até porque tem outros candidatos >> processo porque basicamente nem começou ainda. >> Exatamente isso aí chão ainda. >> Exatamente. Tem muita muita água. vai passar debaixo dessa porta, >> vai começar denúncia, vai começar a aparecer podre de >> você pode analisar pelo que pelo que ele tem feito já nesse tempo que ele já tá aí na na liderança, né, >> e que não é de agora. >> Então, por que que a gente
fez isso agora? Porque a gente agora vou passar para vocês uma série de vídeos dos dois, tá? Dos dois. Eh, são vídeos que a gente chama de vídeos de calcanhar de Aquiles. São os vídeos que eles não gostariam que Os vídeos circulassem. São pontos teoricamente [roncando] negativos de cada um dos dois. Sim. >> E a gente queria que vocês analisassem esses pontos negativos. Canela. >> Por isso que eu falei, primeiro vou passar aquela folha, vocês vão dar uma opinião antes e depois dos vídeos. que a gente vai entender se esses vídeos influenciam ou vão influenciar
vocês em estar mais próximo de um, mais próximo de outro, próximo dos dois ou Longe dos dois. Primeira informação importante, né, é hoje a configuração política colocada, né? Não sei se todo mundo sabe, muitos não devem saber porque muitos não conheceram o Douglas Rus, mas assim como o Brasil tá dividido, né, aqui vai ter uma divisão. >> Eduardo Pais, >> hoje o Eduardo Pais é mais próximo, né, teoricamente é o candidato do Lula. >> Do Lula >> e o Douglas Ru é o candidato do Bolsonaro. Então >> já é uma já há uma divisão natural
aí, >> né? uma divisão político ideológica nesse jogo que vai estar colocado, né? E agora eu vou começar com os vídeos. Primeiro vídeo vai ser do >> Douglas Juas. >> Douglas Juvas, >> São Gonçalo. >> E aí tem duas colunas aí rapidinho. Tem duas colunas, tá? Foi até >> Fui rápido agora. >> Foi você foi foi dedo no gatilho e foi rapidíssimo. Tem duas colunas. de uma coluna para vocês botarem nota de zero a 10 sobre o quanto esse vídeo vocês acham que prejudicam o candidato >> de zero a 10, >> tá? E na segunda
coluna é e quando você acredita nesse vídeo, hoje a gente tá vivendo uma época de fake news. Exatamente. Muita fake news, muita notícia mal explicada, >> né? Então, olhando cada vídeo desse, coloque os seus sentimentos sobre a nota desse vídeo também, sobre esse vídeo, sobre essa crítica de zer a 10. É real, não é real? Ah, é mais ou menos. É, tem fundo de verdade, mas também não é isso tudo. Então, graduar primeiro, graduar o que vocês acham que esse candidato prejudica, de zer a 10, o quantos Prejudica ele e depois de graduar o quanto
essa notícia é fidedigna mesmo, 100% fidedigna, ou quanto é mais interpretativa, ou quanto é meio fake news, tá? É a opinião de vocês, tá? A verdade é a opinião de vocês, tá bom? Então vamos pro primeiro vídeo. >> Você tentar também que você vai, vocês vão ver que algumas vozes de alguns vídeos é voz de aí mesmo, tá? Inteligência, outros um pouco maiores. Então preste Bastante atenção, né? Primeiro vez. >> Sim. Mas não é que não é que a voz da Ija fazendo uma fake news, não. >> Isso, exatamente. >> É só a voz da
Iá que às vezes a gente equilibrou para um lado e pro outro que é para você não achar que ah, é só só tem então é a voz de Aia é fake news. Quer dizer, é uma voz neutra que a gente faz usada para fazer a narração. Isso aí isso. >> Ah, primeiro vídeo >> as ruas. Viveu a vida toda no interior, em São Gonçalo, debaixo da asa do pai. [música] Se elegeu com a fama do pai. E agora acha que pode governar um estado. >> Querem ver mais uma vez? Esse bem repete. É bem
é o mais curto de >> coloca. Viveu a vida toda no interior em São Gonçalo, debaixo da asa do pai. Se elegeu com a fama do pai e agora acha que pode governar um estado de uma forma pejorativa, né? Assim, só Não sei se é verdade, mas é verdade. Isso aí >> saiu de uma forma meio pejorativa, né? >> É, foi que eu falei. >> Aqui são vídeos em que é como se fosse o adversário falando sobre >> são é o calcanhar de Aquile de cada um. Aí eu tô jogando aqui. >> É isso que
eu tô falando. O quanto é isso, quanto prejudica? Até eu pensei, eu não tinha pensado nesse caso, pô. Realmente pode tá vindo na á do pai Dele. Pode ter >> também. É isso. É de zero a 10 o quanto prejudica. Tem de zero a 10, o quanto você acha que tem tem verdade. >> Prejudica muito, >> porque tipo assim, metade da população vai vai enxergar de uma outra maneira, entendeu? Só vai chegar de uma maneira. >> Se a gente levar em consideração aqui que mais da praticamente a metade ou mais da metade não o conhecia.
Exatamente. >> Essa informação tem algum peso? >> Exatamente. [roncando] >> Aí vocês analisam o quanto de peso ela tem. >> É um vídeo muito curtinho, realmente tem pouca coisa pra gente analisar. Os outros são maiores, a gente vai poder falar com mais. E nesse meio termo também, o quanto a gente vai ter que aqui responder o quanto, né, a gente acredita que na na nessa crítica que foi Feito sobre ele. >> Sim, é uma impressão que vocês vão colocar uma impressão de vocês. >> E pode ser, né? Pode ser também que ele tenha feito como
pinal. pode ter tido agarra de ter, né, não usado o poder do pai dele, o conhecimento. Ainda >> ainda não. Isso é só esse primeiro conhecimento candidato. Muito importante, entendeu? Conhecer com quem que a gente tá lidando. >> Por isso que a eleição de governos Estado, ela é bem diferente numa eleição de município. A gente anda mais pelos bairros, né? Você tem mais facilidade. Mendo que o Rio de Janeiro seja uma cidade grande, grande entre aspas, né? >> [roncando] >> Mas eu tô na zona sul, eu vou à zona norte com facilidade. Eu vou a
Tijuca, eu vou, eu vou ao Meer, eu eu vou em Ipan. >> Você tem facilidades de trânsito, >> você não sabe como é que tá lá em Kissamã, você não sabe como é que tá em Varissai, você não sabe como é que tá em Campos, porque são distâncias maiores. Então é uma eleição que tem mais elementos diferentes daquilo que a gente pode conhecer facilmente, né? >> Muita massa aí. Vamos pro segundo vídeo. Agora é o vídeo do Eduardo Paz. Se vocês olharem aí, é o sexto. É o primeiro do Eduardo Pais >> que é >>
ceguinho. >> Ceguinho. >> Ceguinho. >> Olha aqui. Vamos colocar. >> Pais. Finge que tem consideração pelo eleitor, mas essa é a realidade. Zomba de deficientes e humilha a moradora. Vaietar muito nesse tá muito aqui. >> Vocês lembram? Quer que coloque de novo? Coloca de novo para vocês olharem de novo. Eu gosto muito de >> cara prejudica bastante ele, né? Porque são falas dele mesmo. >> Não é novo. >> Não é novo esse vídeo, entendeu? >> Não lembro. Não é novo esse vídeo. >> Eu não lembro se eu vi esse vídeo não. Mas >> não foi
na entrega de umas casas >> populares ali na na região da Mangueira. Não foi isso. Não é novo esse vídeo. >> É, não é novo. >> Mas mas é isso que eu quero saber. O quanto isso vocês acham? O quanto isso prejudica? >> É porque na época de eleição tudo vem à tona, né? todo tipo de informação que possa prejudicar o eleitor, vai ver. Então, aí vai vai esse vídeo vai repercutir novamente e vai viralizar. >> Ah, sim. A época é agora, né? Agora é a época dos ataques e defesas. >> Exatamente. E é por
isso que a gente tá aqui. Eu quero escutar, quero ver qual é A reação de vocês, quero ver o que, onde isso vai, onde isso volta. >> Mas eu volto a dizer, eu acho que se esqueçam, >> eu acho que as pessoas têm que, hoje em dia tem muita fake news, né? E e como você disse, né, vai de um contexto. Eu conheço um pouquinho mais de perto Eduardo Paz, assim a trajetória dele, a pessoal. >> Sim, >> é uma pessoa também bem extrovertida. Ele pode estar num momento da vida dele brincando e numa brincadeira,
por ele ser público, a pessoa pública, ela não pode brincar, >> porque numa brincadeira, o pessoal usa isso contra ela, entendeu? É, >> entendeu? Então, mas nem todo mundo tem um bom senso, nem o discernimento de tá analisando dessa forma. Infelizmente prejudicado. É ele, ele que tem que ter esse exatamente, >> né? Uma vez que ele escolheu é público, Ele tem que saber se posicionar porque tudo pode ser voltado contra eles. >> Às vezes dentro até, às vezes tá dentro de um grupo de amigos, um celular. >> É, ele não pode ser ele, na verdade
é isso. Ele não pode brincar. Aquela brincadeirinha ali de cego, não sei quê. No meu caso, eu como um um, >> né? Para mim seria de boa. Ah, o cara tá sacaneando, tá, tá bebendo e tá, ele já não pode, porque ele é preconceito, ele entendeu e vai muito de como a pessoa Adora esse tipo de >> Isso e tudo vai ser usado contra ele, sem dúvida. >> Exatamente. >> A favor e contra. >> Mas infelizmente agora é público ou normal? A gente sim, né? Acho que >> não sei. Eles para nada. Não podemos. >>
Isso não é brincadeira. >> É, não é brincadeira. Não, sem querer não, não. >> Todo tempo, né? Qualquer coisa que você Vota em qualquer grupo, pode ser de amigo, filho, [ __ ] vai lá, pode. >> Quantas coisas a gente não recebe pela internet que depois as pessoas tem que se explicar que não era aquilo que aconteceu, >> que foi descontextualizado, que foi dentro de um de um outro processo. >> Isso foi o que aconteceu, acho que foi assim, né, política, né, mas aquela moça mesmo que agrediu, né, a menina grávida, acho que foi em
Minas, negócio de Minas, Né, com roubo de não sei o quê. Ela botou num grupo, acho que de amigos, acho que foi num grupo de amigos que ela botou, né? Cal do áudio. Alguém tá de dentro compartilhou. Então assim, dá para ver o quê? Nada >> que a gente >> não >> não podemos >> e a pessoa que é pública ainda sofre mais ainda. >> E o e ele por ser, né? >> A oposição tá 24 horas ligada. Você falou qualquer fora da vida, vai cair na rede sem >> não pode mear, não pode. >>
Vamos segundo agora do Douglas Ruas que é >> alerta botar aqui >> esqueceu. É, é da mesma do mesmo. >> Fala que que foi. >> Só botou um lá o o primeiro. Mas tem que botar nota do segundo também. >> Ah, é? >> Não. Então quer ver você acredita nesse vídeo ou não? É, tem que botar as duas notas mesmo vídeo. >> Esse vídeo já é antigo, então >> não, mas ela tá em qual? Do Douglas Jas ou do Eduardo? Que só tô vendo do só botei só ainda. Tá ainda. >> Ah, tá. Ela ainda
tá vendo? Não, ela ainda tá no Douglas no primeiro. >> É, >> depois é que ela ainda ela ainda vai fazer o ceguinho. >> É que ela análise, ela analisa analisada. Isso é porque o vídeo é curto. Os maiores, os maiores [risadas] vamos pedir até café já, hein? >> Tem que trabalhar ainda. [risadas] [roncando] >> E agora todo mundo fizade >> não tá apressando não. Calma, tranquilo. Calma, seu tempo, por favor. cara é 35. Oi. Vamos lá. O segundo do Douglas Ruas é o alerge. >> E me desculpe a picardia do Caifira que gosta de
falar pro metáforas. Eu acredito que o Rio de Janeiro virou Gotton City. Got City. E se for realizada eleição em Gotan City indireta, é mais fácil eleger o Coringa do que o B. A situação complicada. quer quer que coloque de novo, por favor. >> É, eu também não entendi também não dele, mas parece >> lembrando que da parte de baixo, se vocês forem reparar, matéria, que a gente tava conseguir. >> Exatamente. >> Oi, me desculpe a picardia do Caifira que gosta de falar pro metáforas. Eu acredito que o Rio de Janeiro virou Gottam City. Got
City. E se for realizada eleição em Got indireta, mais fácil eleger o Coringa do que o B. A situação é complicado. >> Só para tentar contextualizar, porque eu Acho que tem gente aí que não tá. Vocês lembram como é que tava >> sendo organizada a eleição pro governador do Rio? >> Sim. >> Uma eleição indireta na >> alérgica, diretamente deles lá, né? >> Então o contexto foi esse. É. ele pronto. >> Porque na verdade eu acho que aí, né, o pais ia sair quem ia entrar. >> Não, o pai não tem nada a ver nesse
Jogo. >> Não, >> quem saiu aí era o Cláudio Castro. Desculpa e pegar o bacelar, mas ele foi preso. >> E aí depois o Douglas ruas é que iria >> assumir govern, >> mas o desembargador deu a volta nele. >> Foi isso que aconteceu. É. Hum. >> Na verdade, aí quem assumiria no final Era o Douglas Ros, que ia ser o governador. >> Ah, sim. com a com a prisão do >> com a prisão do Barcelato. >> Exatamente. Carinha só. É porque a política ela é difícil até para você acompanhar. >> Muita gente não sabe
nem o que aconteceu realmente nesse caso aí que é confusão. >> Aí teve outro que foi preso negócio do vermelho, não sei qu. Aí um entra, outro Sai e é muito >> e aí a população, infelizmente não >> não acompanha. É, é difícil acompanhar. Beço de prigiário, como governador um beço de É verdade. >> Só podridão >> é muita cadeira. >> A gente trabalha com eventos assim, a maior parte que o pessoal tá em casa assistindo, a gente tá fora trabalhando, então fica até um pouco difícil acompanhar. Redes sociais que eu vejo assim, entendeu? complicado.
>> Ah, mas sempre que eu posso tô sempre lá dando dando uma olhadinha lá nos candidatos informações também poder saber ficar por dentro das >> porque a e ainda tem essa questão hoje das fake news. >> Exato. >> É, ainda tem isso que você recebe demais. Uma hora se escapole, vamos do Nosso crio, escapole uma que a gente acha que é verdade e é mentira. Mesmo acaba entrando nisso, entendeu? É complicado. >> Vamos na no segundo do Eduardo Pais. Sujeira de desordir de desordem. >> Estão em situação de rua. Tá faltando lugar para descartar lixo
na cidade. Largo de São Francisco e os arcos da lava estão abandonados. >> Leitura do rio de omissão em relação à população em situação de rua. Moradores De rua ocupando essas duas áreas. >> Eduardo Pais saiu da prefeitura do Rio e deixou marcas de descaso para trás. E agora quem vive com isso? Não é novidade também, né, gente? Isso aí não é de agora que acontece no Rio. A gente mora aqui pela >> pela região aqui da zona sul, centro aqui. Caso que a gente vê ano após ano parece que o negócio [roncando] aumenta. >>
Só por isso que a gente quer saber se isso cola nele. se não cola, se se >> sai sem dúvida, >> se ele se ele vai, tipo assim, se esse é um vídeo que detona ele ou se ou se tem essa ideia >> que não é da agora, isso já vem, então não é de exclusividade dele, não é, é isso que eu quero entender a opinião de vocês. Tem nada para mudar. >> É por isso, é por isso [limpando a garganta] é isso, é isso que eu quero, é exatamente isso que a gente quer entender.
Qual o peso que vocês colocam para isso? Sejam enxugando o gelo, né? Porque parece que depois da pandemia, então, sendo da cidade, se tornou um lugar assim que é onde você vai tem morador de rua. Exatamente. >> Embora esteja passando por um processo de revitalização >> de de imóveis virando retornando a ser residenciais, né? Laranjeiros. Então, a caminho de lá para cá, >> eu falei, eu vou falar a mesma coisa. O Flamengo ali tá a mesma coisa. Até é terrível, ter muito >> é terrível >> muita coisa. suja. Poxa, >> infelizmente, né? É isso. >>
E ordem e olha que passa vários carros de ordem pública fazendo várias, >> eles tiram, daqui a pouco eles voltam de novo, né? É porque não adianta, tem que na verdade ter uma solução para aquilo, Tirar e botar onde? Claro que o cara vai, >> é, eles vão pros abrigos, mas os abrigos também não é obrigatório, você fica lá também com os abrigos deve ser assustador, né? >> Eles preferem a rus, >> eu acho que deve ser assustador. Não sei, mas deve ser. Muitos também, gente, cara, não são pessoas que estão numa numa tranquilidade de
vida para ficar sentad esperando no abrigo. >> Tem que são adictos, né, que que utilizam drogas e que não é isso e lá dentro do >> dentro do abril você não vai, então acaba que >> não tem como mesmo. >> É, é um processo >> e a população aumenta de boa, né? Bastante, >> cada vez mais, entendeu? Que a gente mais vê isso cada vez. >> E quanto mais pobreza, as pessoas migram Pro centro, né? Exatamente. Eles vêm pros grandes centros, né, >> que é onde pode ter algumas palilhas, onde tem tudo, né, do bom
e do ruim, né, do >> onde entra as ongas, né? >> Isso também. >> Exatamente. Aí também >> é um problema porque é complexo, >> problema nosso, infelizmente. >> E é isso que eu peço para vocês analisarem quanto isso pesar, pesa pro Eduardo na campanha dele, né? E o quanto isso aí tem de verdade, de mentira? Vamos >> próximo. Todo mundo >> próximo é >> Douglas Ruas >> Rodrigo Bacelar. [roncando] >> Ai ai. >> Lembra? Antes de ele se candidatar ao governo do Rio, Douglas Ruas havia indicado seu amigo que depois foi preso por ligação
com o Comando Vermelho. >> Mas nós não queremos votar no parcelar pro Tribunal de Contas. Nós queremos ver o rosto dele na urna eletrônica do ano que vem como candidato a governador do estado do Rio de Janeiro. É para isso que o PL vai trabalhar. Meu muito obrigado, meu amigo. >> Querem ver de novo? Não, tranquilo. Pesado aí, né? >> Hum. >> Você assiste um vídeo desse, você acaba fazendo uma autocrítica. >> Uhum. >> Do que você, né, como você enxerga aquilo e de alguma forma aquilo vai vai mudar, >> vai impactar na hora de
povo. Não sei. >> É porque querendo ou não, ele puxa a responsabilidade para ele, né? Sumir, que é amigo, que é um Algum alguém próximo a ele, a gente vai vai deduzir que a imagem dele também seja ligada a >> a corrupção. >> Exato. Isso aí, >> mais que não seja, né? abrecionamento muito grande, >> porque nem todo mundo tá tendo essa oportunidade, como ele disse, de ver dessa forma, dessa maneira aqui e de se impactar na hora do teu voto. Muita gente só vai simplesmente lá, vai Apertar o botão, vai sair e vai olhar
para trás, como se não fizer diferença nenhuma para ele. >> Mas muita gente vai receber isso, >> exatamente >> no celular, no grupo da da família, dos amigos, forma >> vai receber, >> vai receber, né? Ainda mais hoje o momento que a gente tá vivendo, que que é esse que é essa divisão, você tá do lado ou você tá do Outro, né? que na verdade isso não existe. No dia disso não existe, mas se colocou essa divisão. Então cada um tá porque no fundo no fundo, no fundo, no fundo, óbvio que tem cada grupo político
tem uma ideologia, trabalha de uma forma, grupos trabalham de outras formas, mas no fundo a maioria dos dos candidatos eles se relacionam entre si. >> Sim. Fora. Acho que dali >> você vem brigando aqui, daqui a pouco são melhores amigos lá na frente. >> Podem ter seus grupos de interesse, né? Seus grupos ideológicos até, >> mas muitos se relacionam. >> Vamos falar igual, vamos supor, é igual jogo de futebol, jogador, né? Muitas das vezes o Flamengo defende, defende aquele a camisa que ele veste, né? Mas tem relações próximas entre eles. >> Mas não tenha dúvida,
o trabalho das relações existe canela, né? Meno >> queimou o Douglas Boa de verdade todo láela. >> Mas se a gente olhar, eu tô falando, o Eduardo também vai ter apoios aí que a gente vai ver. >> Uhum. >> São os grupos são que cada um representa. Política não tem [limpando a garganta] jeito. >> Não. Sim, mas o o >> assim atualmente assim deu um deram um tiro no pé dele, cara. É, >> ele tomou tipo metralhadora noos [risadas] dois pés >> na canela dele também >> literalmente, né? Como é que pode? >> Mas são
os grupos feliz que >> eles já não eram conhecidos. >> Vamos lá. É agora o do Eduardo, não é isso? Eduardo. >> É Eduardo Corrupção. >> Corrupção. >> Corrupção. >> De nome de Eduardo Pais nas planilhas de propina da Odebrest. A única coisa que ninguém entende é como não tá preso esse bandido. Em grampo vazado com o Lula, fica claro que as obras das Olimpíadas ajudam o pais. >> Todo problema, querido, você ainda tá é abençoado por Deus por causa do olimpiada, viu? Assim como o sítio de Atibaia ajudava o Lula, delatado pelos Aliados, incluindo
um ex-secretário. >> Ex-secretário de obra do Rio de Janeiro, réu por corrupção, disse hoje que o ex-prefeito Eduardo Pais coordenava um esquema de propinas dentro do gabinete. >> Todo mundo sabe o que ele realmente é, um petista tão corrupto quanto seus ídolos. >> [roncando] >> É complicado. Uma coisa eu posso dizer, eu acho que Eduardo Pais é bem inteligente porque Até hoje, né, ele conseguiu sair por todas os ninguém conseguiu pegar ele. Ele nunca conseguiu. Exatamente. Isso. Essa semana certo. Aí era o >> É, mas de todos vão para ralo e ele fica se mantém
no né, ó. Prado da cadeia. Falam, falam, falam, mas conseguem pegar ele. >> É, ou tá rolado porque tava no próximo >> ou é uma estrategista. >> Estrategista. Ele saiuador lá, o >> tá claro que o cara deve fazer tudo que Ele não consegue pegar feito e o cara governador não tem como >> e é o que todo mundo vocês não são os únicos. Antes messo só fala pô mas todo cinco governadores presos, outro preso ele continua aí o cara falou porque ele não deve ter nada com isso mesmo, >> porque senão >> ou ele
então ele é muito inteligente ele então ele é dono de tudo. >> Então ele é dono de tudo. >> Quantos foram essa esse é o debate legal sobre isso, sobre essa questão. >> Estrategista bom estrategista. >> Mas com tantos e tantos anos. É, é, >> eu até acho que isso, embora prejudique, prejudique, porém não atrapalha, porque ele continua sendo reeleito, reeleito, direito, o pessoal v pessoas. Isso é uma, isso é uma análise. Isso é uma análise. >> Nossa memória política Para quem chegue como essas mensag o cara de novo. >> Sabe que o pessoal acredita
nisso? Porque toda vez que a gente tá tá lá macetando ele na política, aí ele pega alguma coisa, ah, vou beneficiar o público aqui para dar R$ 500, eu vou dar, vou liberar. >> Olha, traz um show aí da Exato. Bota, bota alguma coisa pra galera. >> Mas vocês acham que isso muda um evento? Mas aí eu falo, a culpa não é dele, a Culpa é da população que se vende por pouco. Mas isso que eu tô isso, minha pergunta é essa para vocês. >> Vocês acham que um show, >> trazer um show >> muda
a percepção de alguém que tenha Ah, pô, esse cara não vota de jeito nenhum. Ele trouxe um show, vou votar nele. >> Que que aumenta a renda, vai aumentar a a a qual a cabana? Quer dizer, ajuda os vendedores, ajuda. >> Eu que trabalho, eu que sofre lance. Então esse shows tem que trabalho para mim. >> Exatamente. >> Mas aí é uma facts vezes me atrapalha porque eu quero tira a minha o meu lazer, tira a minha privacidade, eu eu não posso >> vivenciar o que eu gosto de vivenciar por ser morador, entendeu? Então é
um >> impacta ambas as partes. >> Mas pra cidade gera o quê? renda, gera, né, turismo e o público gosta porque Assim lotado Copacabana >> pode >> marca uma reivindicação se da cidade às 18 horas e marca a apresentação da bateria da Mangueira às 18 horas >> em outro dia vai vai encher pra bateria da mangueira agora pra parte de que você revicar vai ser complicado >> é lazer né >> iss >> e ele tá apoiado nisso, né? Ele faz muita coisa parou. >> Querendo não, o brasileiro ele é um povo muito festeiro, né? Os
carioca também, cara. Então isso é impacta assim, impacta sim. >> É, ele tem o Eduardo Padre, né? Tem uma característica que todo mundo fala que é um cara que carnaval, eventos, >> né? É, é. Ele ele ele ele faz essa, >> eu acho que até o marketing pessoal dele trabalha com essa, >> tanto que ele tanto que ele acho que é o Que é o que ele faz com mais gosto, tá? Carnaval, >> é porque o que ele gosta, né? Festa, carnaval. Então >> e muita gente até falava que me lembro disso, né? que ah
ele é muito da zona sul, mas se você olhar ele tem nação negócio do parque de Madureira, tá sempre em Madureira, ele tá sempre na zona oeste, ele tá sempre ele é um cara que gira, né? >> Então acaba que >> tem público dele assim que que que é próximo, que não é só aquele negócio fazer o show na zona sul, >> é só isso. >> Ele tem um >> até a queima de focos não é mais só na zona sul, né? Tem piscinão de ramos, tem não sei a Niterói, tá bem? >> Antigamente era
só Copacabana. >> Em compensação, esse essa característica dele, tá espalhado. Em compensação, o Douglas Ruas tem o segundo maior Município do estado do Rio de Janeiro, >> que é São Gonçalo, de população, o segundo maior, >> isso aí também pode ajudar na eleição, né? Pode ajudar, >> muita coisa, >> eu acho que >> é porque a família dele ali, o pai, né, o pai já tem um histórico ali, então isso daí já pegar Maricá, pode pegar interuego, >> pode pegar >> São Gonçalo de população é maior que Niterói, é maior que Nova Iguaçu, é maior
que Caxias. >> Exatamente. >> É competitivo, né? Na realidade também não é só Gonçalo ali porque é o São Gonçalo ali a gente fala São Gonçalo, mas se parar para analisar São Gonçalo é grande, >> ainda mais que ele pode pegar, por exemplo, a galera que não quer mais voltar no no Eduardo P. >> Ah, não quero botar, vou voltar nessa pessoa nova aqui que de repente pode fazer alguma diferença. Tudo tá no jogo. >> Agora é o >> Canel. >> Ah, é Douglas Ruas. Márcio Canela, Canela. Márcio Canela. Massela [roncando] canela. >> Márcio Canela,
aquele que foi preso com um fuzil no carro e é suspeito de lavagem de dinheiro bilionária. Esse é o Candidato ao Senado de Douglas Ruas. >> Nós precisamos aqui no Rio de Janeiro eleger o Granador da República. >> O ex-secretário de polícia civil, Marcos Am e o ex-prefeito de Belf Rocho, Márcio Canelas, estão na lista aí dos alvos da Polícia Federal. Querem ver de novo? Pior que nela na outra eleição. Ele dominou lá a rocinha, >> né? Ele fez campanha lá dentro. Tanto que o governador quando ganhou, né? Ele fez pontou o banque lá na
coisa lá >> na rocinha. >> Na rocinha ninguém força botou ele foi lá >> da força dele em bior roxo. Aí >> perfeito. >> Não, ele governador e ele lá governador foi lá agradecer. >> [roncando] >> lá dentro lá, entendeu? Tô assim aí o cara, >> é, cara, vai prejudicar muito isso daí prjudicar demais porque >> porque ele tá vindo agora, né? >> E as imagens são são imagens. Uma coisa é você tem um narrador falando para uma foto, não sei que outra coisa você uma imagem seria >> falando sobre uma coisa direta, né? >>
Nem 10. É, >> sei, sem dúvida. política sendo política, né? Esses caras são tudo. >> O Marcio Canela também deu um uma rasteira no Vaguinho na época lá em for roxo, né? O cara era fechamento um do Lado do outro, né? >> Ele elegeu, ele elegeu o Vaguinho junto lá, né? O Vaguinho foi ele v >> E do nada de repente ele deu uma bolada nas costas que >> coisa que a gente viu e viveu, né? Então não tem como. >> É interessante agora ver como é que tá o vaguinho do lágriro. né? Dentro da
política lá da cidade, >> que o cara que é traído, ele não esquece, né? >> Ah, não mesmo, né? >> De alguma forma ele tá de olho. >> Política em si é complicado. >> Hoje em dia eles matam qualquer coisa >> parece um morto aí. É, >> é a Baixada já histórico. Então, >> na Baixada ontem mais um >> foi candidato, né? >> É mesmo deputado. >> É mesmo, >> foi ontem passou saindo. >> Cheguei em cá também vai cair na >> vai chegando a eleição, a gente começa a ouvir essas coisas essas coisas. É,
>> para mim tinha dado até dar uma parada porque teve um tempo, né, que toda hora tinha alguma coisa, né? Não sei se vocês estão ciente, né? O Tribunal Regional Eleitoral mudou quase 56 zonas, né? >> Sim. Isso. >> Em função da violência. >> Violência. >> Tudo que tá lá em comunidade, eles mandaram sair de lá. >> Desceu, tiraram, é, tiraram várias, várias sessões. >> Vamos pro próximo. >> Eduardo e Cláudio Custo. Eita. Abacaxi guardo paes vive falando mal do Cláudio Castro, mas no off eles são bem Coladinhos. R de janeiro demais. >> Se tudo
você tem melhor [música] que hora de loucura. Depois do filme Tropa de Elite, eu criei uma visão sobre esses caras do do >> Mas aquilo que a gente estava dizendo antes aqui, né? >> Uma loucura isso. >> Tem grupos políticos parará, mas no fundo Se relacionam, né? >> As fixinhas juntos, >> relacionam, né? >> Óbvio que eu tô falando, essa eleição tem dois grupos mal bem colocados, né? o grupo do Glogas Ruas, que é ligado ao bolsonarismo e o grupo Eduardo Paz que é próximo ao Lula. Mas as relações são todo mundo é com que
é mesmo, né? [risadas] Dá pra gente ver o vídeo desse que a gente é muito bobo. >> A gente vê um vídeo fala assim: "Meu Deus do céu, a gente aqui >> se estressando pô os caras estão láando, >> brigando dentro da família, né? deixou de falar com o tio, com a prima >> e o cara tá ali, ó, se abraçando e tá tudo bem. >> Não era ninguém de repente >> deu sorte, né? >> Deu sorte e cumpriu um papel, né? Ele era o vício do Falar >> nem falarem falar >> é mesmo na
expressão nenhuma de político, né? de candidato. Chegar não, não. >> Esse sim veio realmente na na aba do que >> e aí eu ainda e aí >> ele não tem. >> Vamos só dar uma partezinha falando sobre ele. E ele foi reeleito. >> Foi reeleito >> no primeiro turno. >> No primeiro turno >> que é isso aí, né? Povo tem >> porque a população às vezes a gente nem sabe quem é direito. Não, calma. Não sabe como. Ele foi reeleito no primeiro turno. Quer dizer, teve mais de 50% dos votos. >> Exatamente. >> É. Não
saber votar. Nessa sala aqui, vamos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12. Tem 12 pessoas aqui, No mínimo >> s >> sete votaram nele. >> Exatamente. M >> 50% mais um. É, >> olha a proporção. >> É, >> tudo bem que aqui a gente tá tem perfil diferente, o perfil selecionado, mas a gente vou botar de uma forma geral na população isso. >> Exatamente. O povo tem memória curta. >> Ah, muita coisa. >> E muita gente nem lembrava dele. >> Tem tem vezes que a gente mostra a foto dele que
nem a gente fez, >> né, no início. Ah, para ver quem conhece não sei quem. em vários lugares a mesa inteira não levantavam a mão pro cláus cast não reconheciam a foto dele, não sabiam quem ele era. >> É verdade, hein? >> Botava a foto dele, as pessoas mesmo. Eu mesmo não entendo de política, mas eu Sei mesmo. Você >> é um exemplo, eu até vou entender porque não é um cara que tá hoje muito na mídia em relação ao tempo, mas tá bastante na mídia. Pô, mas >> o governador atual, o desembargador. >> Ah,
tá. É ele. >> Se a gente coloca uma foto, não vou não vou dar o exemplo daqui, mas se eu coloco numa foto um outro grupo, eu vou dizer que 90% não vai reconhecer quem é. >> Não sabe quem é >> o prefeito atual, Eduardo Cavaliere. >> Colocar uma foto do Cavaliere, 90% das pessoas não sabem quem é. Quem é? É isso. O próximo, >> o próximo é o Douglas Ruas com Cláudio >> o Eduardo [risadas] tá tentando empurrar a continuação do Castro governo do Rio e você nem Percebeu. >> Passando aqui para parabenizar meu
amigo, meu irmão deputado R. Você foi meu secretário durante quase todo o meu meu segundo mandato. Eu deixar aqui, eu não tenho dúvida que com você na frente ajudar muito mais o estado do Rio de Janeiro. >> Então o Douglas foi secretário durante todo o mandato do Cláudio Castro. >> Ele já tá inegível, né? Eu acho que vai porque vai para cabinho Dos últimos. >> Pois é, >> exatamente. >> Vou perguntar. O Douglas quando trabalhou com cal de plástico, ele saiu do secretariado ou ele ou descobriram alguma coisa errada no Douglas? >> Não, ele era
secretário >> e saiu para se candidatar. >> É. Aí ele voltou voltou para alerge quando teve aquele negócio da da sucessão do estado. >> Isso. Quando o Cláudio Castro saiu para poder ser disputar o Senado, né? >> Aí subiu seria o Bacelar, ia continuar tudo do jeito ele ia ter que se desincompatibilizar para disputar a eleição para deputado. >> Sim, >> né? Quem é secretário precisa sair do carro para disputar a eleição para deputado que estava que assim, na verdade ia sair, acho que é isso, né, o Castro, aí o Barcelona governo, >> isso. E
os secretários que iam disputar de novo a sua eleição como deputados, eles eles precisam sair dos cargos para disputar a eleição >> e até para votar também nessas casinhas. >> É, mas aí ele votou até para poder >> e ele ia ficar com >> e depois ele seu governador. Ah, sem sal. >> Ninguém quer, ninguém quer >> o último do Eduardo do Eduardo Paz. Eduardo Cast. >> Caramba, que junção junção >> é, mas é uma boa ideia. Eduardo [risadas] >> Cabral Cabral >> ou Cláudio Paz. >> Sérgio Cabral é o pai de Eduardo Paz na
política. Todo mundo já sabe. >> Dedicar mais uma vez essa vitória a essa importante força política do nosso estado, a grande liderança política do nosso estado, o governador Sérgio Cabral. >> Mas sabia que a amizade íntima deles tem fatos que são quase uma história de amor? Dudu fez um aniversário surpresa para Sérgio Cabral em sua própria casa. Me cercava de todos os carinhos. Meus 50 anos foram comemorados na casa do Eduardo numa festa surpresa em 2013. Marco Antônio, filho de Cabral, celebrou seus 18 anos na casa do Dudu também. >> Quantos jantares, Eduardo, na Gávia
Pequena você deu homenagem ao meu pai em 2009, no aniversário de 18 anos, foi na Gavia Pequena. >> Eles são mesmo uma família linda, né? Ele sempre dá uma moral pro Cabral aonde ia. A gente voltar aqui, Cabral, qu anos depois. >> Até se elegendo, ele sabia a quem ele devia agradecer. Queria, Cabral, te agradecer muito mais uma vez por esse por essa parceria, dizer que a gente junto vai continuar governando aí nos próximos anos. E >> eles até recebiam propina da mesma Empresa. >> Agora veja como os governos de Sérgio Cabral e Eduardo Pais
no Rio de Janeiro se beneficiaram com dinheiro de caixa dois. >> Foram milhões de reais, dinheiro de propina negociados com diretores da empresa Odebrest. >> Dudu e Cabral são mesmo uma história que ninguém deveria esquecer. É meus amigos, >> é bala tá sumido. >> Já tiraram dele mais ouvir falar dele não >> descansando. >> Por trás da campanha do filho. Com certeza também >> não vai demorar muito para ele tentar se tentar se se reeleger de novo. Não vai demorar. >> Vai dizer, né? Não tem vergonha. O garotinho. Cicioso. >> Garotinho. >> Garotinho >> é
um círculo agora. >> Eles são muito engraçado. >> Mentira. >> É um apoi >> é o Vitor saiu da disputa para apoiar o garotinho. >> Apohamente ele já preenchou. Eu acho mesmo. >> De uma forma geral, vocês entendem que Esses vídeos influenciam pra população que não tem uma posição ainda fechada? >> Com certeza. >> Ah, pode deixar, gente. Tem problema não. Vocês acham que influencia para quem não tem uma posição fechada para um lado ou pro outro? Então ele vaiessas coisas já vai >> quem tá vindo agora não vai entender muito, mas para quem já
tem >> vocês acham que essa é é esse tipo de Vídeo ele empurra o cara para não votar ou para ele pensar o seguinte: "Eu acho que isso é menos pior, então eu vou escolher o que é menos pior". >> O menos pior menos as pessoas tem que não tem menos pior, acho que né? >> Não sei não, hein? menos com certeza. E pega muita galera das antigas também que a eh tipo pessoal das antigas que hoje em dia tá tá com telefones acredita muito nas Coisas, então eles estão sendo muito influenciados também. Tem não,
senhor. >> Por fake news, por por formação de grupo. >> Isso. >> As famosas bolhas, né? >> É o telefone tocando. >> Sim. >> As famosas bolhas é o que mais tem. E aí, vamos pensar só aqui levando a hipótese, muitas das coisas que a gente viu aqui são coisas mais antigas, acho Que são ligadas ao Eduardo Past, porque o Eduardo Past tem muito mais tempo, >> na política, né? Então você vê que coisa do Cabral que se a gente for botar no papel, nós já estamos em 2026, já >> mais de 10 anos que
as coisas aconteceram para trás, assim, essas denúncias, não sei quê. E o Eduardo já se reelegeu, prefeito duas vezes depois disso. >> Vocês acham que tá atenuado esse essas Essas coisas estão atenuadas ou a população foi mesmo na linha seguinte? Bom, tem problema, mas pelo menos ele é desse jeito, ele faz ou ele é menos pior do que os outros. >> Eu acho que o povo tem medo que entre um pior do que ele ou então pelo menos manter o que ele já tá fazendo. Você pode entrar em vez de melhorar, piorar menos pior. >>
É sério? Tá difícil realmente com ele >> hoje. É hoje confiar, né? Então é tipo, Time tá ganhando não se mexe agora não ganhando. Acho início vocês acham que isso teoricamente por ser mais novo e tem menos história, prejudica o Douglas Ruas ou de alguma forma facilita? Mesmo tendo essas coisas aqui recentes, né? Porque o Balber tá ligado a coisas problemas recentes. Paulo Castro, Barcel >> não tem nada relevante para você falar dele e do pais. Prica também pelo ponto da galera antiga também. Entra a galera antiga nisso daí Também que a galera vai falar:
"Não, ah, isso aqui eu já conheço pá, isso aqui eu já sei como é que funciona, continuar ali." >> É aquilo que a gente falou do povo da da memória pública, entendeu? Porque a gente sabe que que aconteceu lá. O pessoal que tá vendo agora, tá vendo ruas, vai levar um tempo para poder desabilitar isso >> ou ou pesar o que que acha pior, né? O debate aíar o debate desde >> Ah, é domingo já, hein? É domingo, vai ter >> na Band, já começa domingo. >> Semana passada teve o Fábio Bolsonaro. >> Vamos passar
essa última Bolsonaro. >> Depois disso tudo, eu falei que eu ia voltar a último, né? Ele não tem pressa não. >> Sem pressa, sem correria. Não é impressão não. Isso aqui é a 01. Voltamos para 01. >> É isso. [risadas] >> Voltamos para >> depois de todo, depois de toda, né? Todo toda churrada de informação, de vídeo, de conversa. ter pra gente poder aprender a botar >> uma formação. Só tem só essas duas opções, entendeu? Então assim, ainda não sei. >> Calma, Ana, calma. Pensa direito, Ana, calma. Nenhum dos dois. Eu depois tudo, >> mas
só que eu quase certeza que o pai deve ganhar. Ah, também é. >> Então vou fazer essa pergunta. Você levou, você levou por esse lado. Vou fazer uma pergunta agora para cada um. Não tô perguntando que vocês vão votar, tanto que não tô nem olhei olhei isso aqui. >> Mas quem vocês acham que vai ganhar? Eduardo. >> Eduardo Paz. >> Seu Paulo >> Paz. >> Eduardo. >> O Dudu, né? Fazer o quê? [risadas] >> Filho do Cabral. >> O filho do Cabraliz [risadas] >> também. Els >> Eduardo >> Então, por unanimidade vocês acreditam >> que
o Eduardo Paz. >> É, pode ser que mude, né? Vai depender Muito vai ganhar, gente. >> Não vai não, >> gente, pelo amor de Deus. >> Ah, não, porque se de repente vi um outro aí, >> pode ser que vem um azarão por aí, né, >> por fora e >> vocês vem a possibilidade de vir um um candidato, >> sei lá, >> tirando esses dois que vêm que venha. >> Difícil, difícil, >> difícil, né? >> Mas só que não sei porque, mas >> um vítel da vida que surgiu do nada aí. Vixe, até o vídeo.
[risadas] >> Vocês acham que não aparece de novo assim agora? Por agora foi aconteceu, né? Tava em terceiro, não sei. O cara foi lá terceiro, terceiro. Tava em sexto, sétimo. >> Isso. Ele tava >> não, mas é que aquela eleição não foi Ele, foi o Bolsonaro, né? >> Foi. >> É. Aí agora >> ali se o Bolsonaro falasse que é uma uma vassoura >> aí o rua >> vai ser candidato >> foi esmagador do Bolsonaro no Rio e a influência o impacto do Bolsonaro naquela eleição foi esmagador >> elegi muita gente >> tanto que o
Eduardo Pais e o Romário Eram os candidatos mais falados e veio o vício lá de baixo >> e o Eduardo Paessa história. Tudo bem que ainda foi mais duas vezes prefeito, mas já tinha uma história, já tinha uma, né? Sim. É verdade. >> Vocês acham que hoje não tem esse fenômeno? Não pode acontecer para lado nenhum, n? >> Eu acho que não. Tenho mais certeza que não. >> B em vistos os candidatos que a gente Tem aí que já apareceram, ele é o mais forte, sem [roncando] dúvida nenhuma. Eu tenho um joguinho de carta marcadiso,
né? >> Cara, não conhece ninguém. É, pode exatamente >> é porque tá >> tem muita tem muito volume de informação, né? >> Onde [roncando] vai prevalecer também todo esse histórico dele, né? Que ele já Tem essa bagagem, entendeu? Então >> tu pode dizer que nunca foi preso. >> É, >> é, nunca foi preso. Não sei nem por, cara. >> O santo nunca foi preso. [risadas] >> Santo não é >> nunca foi preso. >> É, é, é, é. ali >> nem o Douglas Ruas, obviamente, mas >> ele como um político antigo, digamos Assim, não de idade,
mas de trajetória e mal bem foi próximo e >> junto de, né, eh trabalhou ou ou ou >> ou tá estava em mandato junto com outros que foram presos, né, acaba que é uma salvaguarda para ele dizer, ó, hoje nunca foi preso. Sim, porque também ele é um candidato novo, né, assim, mas não sei não, talvez não demore muito. Tudo bem, não tem vejo nada dele, mas o pessoal tudo ligado, cara. Aquele cara mesmo de Campos. >> Como é que pode? Não, o >> não, o outro deputado >> esqueci o nome dele, >> gente. >>
Foi >> preso >> não. O TH tá preso também, mas não é de campo de fosse eleitoral eu botava assim que foi alguma coisa desse cara aí que vai ter uma surpresinha [risadas] nele. >> Só fui duas montar a montar a campanha. Vou montar a campanha. Botem quem >> quantos tu já usou? Usei só uma. Gente, eu queria agradecer a presença de vocês, né? até que foi rápido, não demorou muito, >> mas eu acho que esse tipo de oportunidade que que vocês tiverem, que a gente tem também, porque a partir de agora, aí agora começa
o nosso trabalho de análise paraá, mas não é nada, é nada, eh o debate e a possibilidade de vocês terem a chance de olharem isso, Acabo que, querendo ou não, vocês são agora reprodutores de um debate. Querendo ou não, vocês passaram por aqui hoje, vocês vão comentar com alguém, vocês vão falar sobre alguma coisa, alguém que for for falar sobre a eleição com vocês, defendendo um mais ou um outro, você vai falar: "É, mas ó, mas esse aqui também teve esse problema. Aquele também teve aquele outro problema". Acaba que vocês ganharam Conteúdo também. E eu
acho que isso é importante. Se todo mundo tivesse eh a chance de ter essas informações, acho que as escolhas seriam mais conscientes, >> né? serão menos influenciáveis por coisas menores, né?