Antes mesmo de eu casar, o sonho da minha vida foi ser mãe. Então, eu lembro eu adolescente colocando a mão na minha barriga e profetizando assim. E eu tratei sempre isso com muita importância. Quando eu casei, [música] eu entendi que a maternidade virou um ídolo na minha vida. E eu falei: "Se for para eu ter filho de forma natural, amém". Mas se não for, Deus continua sendo Deus. Então, [música] a questão da maternidade foi e tem sido um trabalhar de Deus na minha vida. Como é que você [música] tem, vocês, né, tdo assim, pensado sobre
como se manter fiel com o aumento da exposição, né? [música] [música] [música] [música] [música] Fala galera, COP, Douglas Gonçalves por aqui para mais um Disascop podcast. Que bom que você tá aqui com a gente para mais um dia a gente sentar nessa mesa abençoada de comunhão. Tenho certeza que o Senhor vai ministrar poderosamente o nosso coração mais uma vez. E olha, Antes da gente ir pro episódio de hoje, eu queria te fazer um convite. 20 de junho, é isso, tá chegando. Na verdade, esse sábado, é, se você tá vendo o episódio aí na semana que
saiu, é 20 de junho, nós vamos ter a nossa conferência lidere como Jesus, a nossa conferência anual para líderes. A gente quer ser cópia de Jesus na nossa vida, mas também na forma que a gente lidera. E você é nosso convidado para est lá. São as últimas vagas, são os últimos dias para você se inscrever. Chama toda a sua liderança e vamos juntos porque nós vamos passar o dia todo falando sobre cultura de discipulado. A gente tá lançando um livro sobre isso e a gente quer se debruçar sobre esse assunto. Vai tá a Zaf Borba,
Vittor Fontana, vai est a galera do FOP, a Em, eu, o coelho vai est lá, nós vamos estar lá para ministrar e sobre esse assunto, pensar sobre esse assunto, orar sobre esse assunto e eu tenho certeza que vai ser poderoso. Então, link na descrição, faz sua inscrição, chama a sua galera para lidere como Jesus 2026. Beleza? Vamos embora então. Podcast de hoje. [música] Eric, meu amigo, mais uma vez aqui e Isabela, muito [risadas] bom tá aqui. Bom demais estar aqui com você de novo. Ob. Obrigado por vocês estarem aqui. Eh, você esteve aqui há 3
anos, né? 2023. Foi um tempo muito especial. Tremi igual bambu verde aqui. Fiquei muito nervoso, mas muito feliz demais também tá aqui. E hoje essa alegria redobrada. Bom demais. Obado. Obrigado. Obrigado por você trazer sua esposa para estar aqui. Você eh vocês estão com 5 anos de casado. Vai fazer cinco aninhos agora em agosto. 8 anos juntos namorando, casados. Legal. Então na época tava dois anos de casado. Exato. Exato. Legal. E é eh a Nart fez para mim aqui um pouquinho da da pauta de hoje e e ela colocou aqui de algumas perdas que vocês
sofreram nessa jornada aí, né? E tem a perda dos seus pais, né? Eh, mas também a perda de duas gestações, né? E como é que foi isso? E de que maneira isso tem moldado a caminhada de vocês com Deus? Eu acho que quando eu, desde quando eu casei, na verdade, antes mesmo de eu casar, o sonho da minha vida foi ser mãe. Então eu lembro de eu adolescente colocando a mão na minha barriga e profetizando assim, orando pela vida dos meus filhos, que nem sabia se existiriam ou nem sabia quem seria o pai. Mas eu
lembro muito disso, assim, não foram uma nem duas vezes, foram muitas vezes que eu fiz isso. E [roncando] eu via muito isso como e ainda vejo como uma missão a maternidade, né? Um chamado de Deus. E eu tratei sempre isso com muita importância. Quando eu casei, hum, a gente, quando nós casamos, a gente conversou, sentamos e aí, né? Vamos, vamos planejar o nosso futuro, vamos, né, alinhar as nossas expectativas. E aí o Eric falou para mim: "Não, amor, eu acho que a gente pode esperar um tempinho até a gente começar, né, a gente ter filho".
E aí eu falei: "Ai, meu Deus". Mas na sua cabeça tinha que ser diferente? Não, na minha cabeça agora já teria já estaria [limpando a garganta] com o meu terceiro, quarto, entendi. Entendi. Mas foi bom, foi muito bom até pela história do Eric mesmo, toda a questão de paternidade. Deus durante esse tempo, né, meu amor, a gente, eu entendo que Deus trabalhou a questão da paternidade no coração dele. Uhum. Deus foi e Deus também começou a a trabalhar a maternidade no meu coração. Quando eu casei, eu entendi que a maternidade virou um ídolo na minha
vida. Tô entendendo. Então, ah, quando eu tiver filho, aí eu farei tal coisa. E Deus começou a trabalhar muito na minha vida, assim, pontualmente, todo parecia que toda a palavra era sobre isso. E de fato, assim, eu lembro de uma virada de chave na minha vida quando eu li um livro que não necessariamente é sobre maternidade. Uhum. Mas é do Timot K. Aham. Que a gente falou em que é de que é deuses falsos dele, né? [roncando] E lá falando na aba de relacionamentos, né? Ele fala muito sobre a a história de Jacó e Ilia.
Sim. Elia colocou de certa forma a maternidade como um Deus na vida dela, né? E Deus começou a tratar isso no meu coração. Eu comecei a a questionar algumas coisas eh sobre as prioridades na minha vida, né? Hum. Deus começou a alinhar isso no meu coração. Quando foi em 2024 que nós decidimos, chegou a de fato, chegou a hora. Inclusive, é muito engraçado, porque geralmente a mulher que fala pro homem, né? Não, agora vamos ter filho, amor, tô grávida. E aí teve um vídeo que a gente lançou que é muito bom, que é o Eric
falando para mim que tava pronto para ser pai. Aí os comentários eram: "Gente, como assim? Como [risadas] assim? você que decide. Mas quando nós decidimos e a gente entendeu que seria um tempo, né, de de Deus pra gente ter o nosso os nossos futuros filhos, [roncando] eu fiquei muito empolgada, muito, muito, muito. E eu falei: "Meu Deus, agora é a hora, agora chegou a hora de eu colocar em prática tudo que o Senhor me ensinou." Uhum. Durante esses anos, né? Foram 3 anos. 3 anos. E aí, OK, eh, passou um tempo, no outro ano eu
engravidei. Uhum. E aí foi a maior alegria. Que alegria que foi. Eu lembro de fazer o teste de gravidez e ri, ri, ri, ri, ri. É, eu ria muito. Eu fiquei muito feliz. Falei pro Eric, ele riu muito. Assim, quando eu fui falar pro Eric, eu entreguei uma Bíblia para ele de criança infantil. E a hora que eu abri a Bíblia, tava lá Isaque, filho do riso. Eh, eu creio que foi o Senhor eh falando para mim, Isa, preciso que você entregue esse Isaac. Foi naquela hora, naquela, naquele momento. E aí aquela alegria que eu
senti virou um receio assim. Uhum. Porque eu falei: "Não, calma aí. E eu sonhei com esse momento, né? Naquele [roncando] momento eu entendi, eh, que Deus ainda tinha coisas para me tratar dentro da maternidade. Entendendo? E logo depois, oito semanas assim, no início da gravidez, a gente foi fazer o primeiro ultrassom. A gente descobriu que não havia batimento cardíaco. OK? E aquilo pode parecer esquisito, mas aquilo não foi um choque para mim, tá? É como se Deus já tivesse falando, olha, alinha as prioridades no seu coração Uhum. Eu creio que eh nosso Deus é um
Deus de vida, né? Uhum. Mas naquele momento ele usou de uma morte, vamos dizer assim, para tratar o meu coração e para alinhar novamente o meu coração. E tanto que a gente perdeu, eh, eu chorei um dia assim, fiquei muito, muito, muito, muito mal e acordei no outro dia, eu falei: "Jesus, eu entendi, eu não quero ficar presa nessa fase. Vamos pro próximo." Uhum. Tipo, vamos pro próximo nível, não quero ficar presa nisso. Então eu falei, eu entendi que aquele momento era o momento que Deus estava novamente alinhando meu coração. Então falei: "Deus, beleza, se
for preciso, alinho o meu coração de novo e de novo e de Novo". Não passou muito tempo, nós engravidamos de novo. Trabalhei, pai. [risadas] Uma mira. Vamos trabalhar, né? Vamos trabalhar. E aí a gente engravidou e aí toda aquela felicidade, mas é uma uma felicidade diferente porque você já fica mais recio, né? É. E aí eu falei: "Não, Deus, agora eu entendi". Não, com certeza eu aprendi tudo. E aí nós aconteceu assim bem, foi menos semanas, menos semanas ainda. Aham. Eu caí, levei um tombo, trinquei o cox. Meu Deus, [risadas][suspirando] uma um um parêntese aqui.
A minha esposa, ela é aquela mulher que sobe andame para pintar prédio. Ela ela faz tipo esse trabalho que tá aqui de fundo. Olho para Jesus, ela pinta, ela pintou prédio inteiro. Então ela eu falo que ela era uma, era uma pedreira premium. Entendi. É. Não parava quieto. Não parava quieto. E aí é na hora assim eu falei: "Meu Deus, não acredito, não acredito. Que foi um tombo muito grande". Aconteceu o que de fato a gente esperava, que a gravidez não evoluiu. Eu tive, né? Mas eu tenho certeza, porque foi muito, muito, muito feio assim.
Enfim. E aí, OK, passou. E eu falei: "Deus, amém." de novo, o senhor trabalhando no meu coração. Tanto que essa segunda gravidez a gente eram são poucas pessoas que sabem de fato o que aconteceu, porque a gente foi primeiro, foi muito rápido, não [roncando] quis fazer mídia, a gente não ficou é exato. É, era um momento nosso assim. E amém, passou, eu falei: "Amém, Deus, eu acho que agora eu entendi". [risadas] E foi numa conferência que a gente fez eh de missão e evangelismo. Um amigo nosso, o David, foi orar por mim. Aham. E aquele
que ensina inglês, o italiano. Italiano, que é amigo do Luc Martin. Isso. Ele orou por mim e ele começou a entregar várias palavras na minha vida e uma dessas era sobre maternidade. E ele falou: "Isa, esse eh no próximo ano Deus vai te dar um filho". Uhum. E aquilo para muitos era o que eu queria ouvir, mas não era exatamente o que eu queria ouvir. Porque eu falei: Deus, eu já entendi. Tipo assim, Deus alinhou muito o meu coração, tanto o meu coração, que eu falei: "Deus, se não tiver filho, isso não é um problema".
Sabe? principalmente a questão da gestação. A gente sempre falou muito sobre adoção, sim, mas eu falei: Deus, tá tudo bem se não acontecer dessa forma? Eu entendi Uhum. A minha prioridade é outra. A minha prioridade virou o Senhor. E eu lembro de ir no banheiro e falar: "Jesus, não, essa não era a oração que eu queria ouvir. Uhum. Porque eu sei que o Senhor se tornou suficiente. Isso foi um processo de 3 anos, né? Acho que até mais, porque desde desde sempre eu ansei ser mãe, mas eu [roncando] entendi e eu falei: "Se for para
eu ter filho de forma natural, amém. Mas se não for, Deus continua sendo Deus". Então, a questão da maternidade foi e é e tem sido um trabalhar de Deus na minha vida, de Deus, alinhando as expectativas e ele se tornando realmente o verdadeiro Deus do meu coração. Porque até mesmo os nossos sonhos, por mais que por mais que bons e por mais que sejam da vontade de Deus, dependendo do lugar onde a gente coloca no nosso coração, ali pode ser um ídolo na nossa vida, né? E o Tinker, ele é muito duro quando ele tá
e é e ele é muito duro, não, né? Ele é muito realista ali, mostrando para nós que geralmente um ídolo é uma coisa boa, que por chegar num lugar que não deveria no nosso coração, ele até usa assim: se torna um demônio. Sim, isso é muito forte. Então imagina, você tem o desejo de ter um trabalho, mas quando se aquele trabalho vira um ídolo, é o seu trabalho é a grande tortura. Uhum. Da sua vida. Porque você tá sempre assim: "Meu Deus, se eu perder, se eu for mandado embora, eu não vou ter mais razão
de viver e eu preciso manter isso aqui." E filho é a mesma coisa, né? Filho relacionament, se ele vira um ídolo, se o casamento vira um ídolo, é a é a questão que vai te destruir. Parece que é a coisa que você mais quer e a coisa que mais vai destruir sua vida e sua alma, né? Então, eh, e você vai destruir aquilo também, né? Sim. Se um pai idolatra um filho, ele vai destruir esse filho, né? Porque a carga que é colocado sobre a criança de tipo, você tem que suprir a minha alma é
terrível, né? É destruidora. Então, eh, encontrar essa cura no Senhor é fundamental para exercer uma paternidade e uma trindade saudável, né? Sim, com certeza. E a gente fala muito de família no nosso no nosso Instagram. E o que a gente mais vê são jovens que colocam o relacionamento como ídolo na vida. Então, ah, quando eu casar Uhum. Aí vai ser diferente. Então, quando encontrar o homem ou a mulher de Deus, naí sim. É, agora estão gravando dia 11, né? E amanhã dia 12, [risadas] dia dos namorados. Dia dos namorados. E cara, é aquela enchurrada, né,
de da rede social de todo mundo vai ali honrar seu cônjuge, Sua, né, sua esposa, sua esposa, seu namorado e tal, e não tem problema nenhum, né? Mas a pessoa que ali tá solteira, ela fica olhando aquilo ali e pode ser um dia de tortura, né? Um dia que ela não quer nem abrir as redes sociais, né? Mas é isso, né? Onde é que o esse relacionamento entrou no coração, né? E qual é o status daquilo ali, né? Agora, Eric, só paraa galera tá ouvindo e talvez tá pegando esse podcast pela primeira vez, não assisti
os anteriores, eh, fala resumidamente pouco desse testemunho que a sua esposa citou, né, que tem a ver com paternidade, né? Qual é a por que paternidade se tornou um tema tão grande na sua vida, né? Legal. É, até um ponto que a Isa falou que a gente fala sobre casamento na internet. Eu sempre falo que o a decisão de falar sobre casamento na internet não veio de um lugar de especialidade, a gente não é especialista, mas de um lugar de pensar, cara, eu vi uma família desestruturada, eu vim de pais divorciados que brigavam o dia
todo, que se agrediam o dia todo e dormiam em camas separadas no mesmo lar. Então eu queria um dentro do meu coração que eu não sou rascunho dos meus pais. Sim. Eu posso ir para um caminho diferente. O Senhor Jesus tem uma história para mim. E nesse lugar, então, a gente começou a tomar essa decisão de falar sobre relacionamento, casamento para tentar de alguma forma mostrar para uma geração que existe algo novo da parte de Deus pra família não é obrigado a repetir seus pais. Ex histórias passadas. Mas quando a gente fala então e dos
meus pais, que eu já comentei daquela vez também, mas basicamente assim, e meus pais eles se agrediam muito, eh meu mais meu pai com a minha mãe, agressões físicas, verbais, enfim. E E você presenciou várias vezes essas cenas? É, eu era pequeno, mas eu vi a minha mãe pular a janela de casa. Uhum. Eh, 4 horas da tarde, né, com cesto de goiaba, que era a nossa refeição. Enfim, um lugar de extrema pobreza e de muita briga. Resumindo, meus pais se separam, né? Eu, a gente vai morar com a minha mãe. Nisso eu vou até
a casa do meu pai. Pequenininho, eu ti que eu tinha uns 8 anos, Douglas, e eu cheguei lá, falei: "Pai, eu vou vim buscar alguma coisa e tal". Meu pai me prende naquele, naquela casa. Eu lembro que ele, uma coisa que eu lembro é ele trancando toda a casa assim, minha mãe ligando desesperada. Cadê o Eric? Eu falando que ele me obrigando a dizer que não queria mais morar com ela. Uhum. Ele deixa a casa toda escura, né, numa escuridão e depois se muda comigo pro centro de Campinas. naquele prédio eu fico, entre aspas, preso,
né, num apartamento e vejo esse homem agressivo. Eh, e aí depois minha mãe me resgata a casa do meu pai e meu pai me ameaça de morte, queima minhas roupas, queima meus documentos. Uhum. E aí depois eu vou morar com a minha mãe, tá essa loucura, né, essa montanha russa. E aí quando eu vou morar com a minha mãe, passa um tempo, me converto e aí quando eu me converti, comecei a pregar. E aí, aos 20 e 20 anos, minha mãe descobre um câncer triplo negativo. É um câncer na mama, triplo negativo. Eh, aí a
minha mãe, em 16 de julho de 2019, ela morre na minha frente cuspindo sangue assim. E por que que eu cheguei até aqui? É interessante falar que a Isava comigo nesse dia. Aham. E a Isa, quando a minha mãe descobriu um câncer, eu tava conhecendo a Isa. E daí em 2020, não, aliás, 2018 minha mãe pior significativamente. 2019 eu tinha pedido para ela ir lá em casa cuidar da minha mãe, me ajudar, porque como era mulher, minha mãe queria no banheiro, ela não conseguia sozinha. Então eu falei: "Isa, vai lá, ajuda a minha mãe a
fazer". Ela vai ficar desconcertada, graças a Deus, pela igreja também, né? Porque outras mulheres lá também da igreja e tal. E enfim, perdi minha mãe na minha frente e no ano seguinte acabei perdendo meu pai. Depois de liberar perdão, de consertar, de um momento de muita de muita conversa, eu vi meu pai chorando muito no velório da minha mãe. Tanto que eu eu ouvi uma frase e replico ela hoje que é: "A gente precisa aprender a curar aqueles que nos machucaram". Hum. E essa frase tem falado muito, muito comigo desde que eu ouvi ela. E
acho que é exatamente isso que eu aprendi ali naquele momento. Mesmo não lembrando da frase, obviamente, não conhecendo ela, mas eu entendi que tinha que partir de mim. Sim. tinha que partir de mim algo. E quando eu liberei perdeu meu pai, foi assim um grande um grande lugar de recomeço dentro do meu coração. E por fim, né, fomos viajar, voltamos e alguns dias depois eu encontrei ele morto. E e o que que você pensa assim, eh, agora, né, nessa nesse caminho paraa paternidade, né, eh, que que você pensa que será assim um desfecho dessa cura,
né? Porque eu vejo que uma das partes da redenção é a gente poder fazer diferente, né? É, eu acho que é um concluir de uma redenção, né? Porque tem um perdoar tal, mas tem agora a prova, né? Do tipo, "Senhor, senhor tá me dando uma oportunidade de ser um pai". Sim, né? Que que você tem pensado sobre isso? Essa nova fase a gestação é agora assim, né? Tá com seis meses. A gente fez o segundo morfológico antes de ontem. Acho foi foi incrível essa sensação de ver o coraçãozinho, então essa essa ver a evolução, né?
Tipo, pô, já saímos de uma fase de risco, já estamos mais tranquilo. É óbvio que eu ouço de todos que para sempre, né? Tem esse medo da até hoje, né? Vai ter se você tiver, você vai estar com 80 anos, ele com 50 ou ela com 50. É, mas vale vale falar [risadas] que que vale vale pontuar aqui para mim chegar nesse caminho que você perguntou, que é o quê? Como a Isa esteve comigo tanto na morte da minha mãe quanto na morte do meu pai, perder as duas gestações me fez sentir muito culpado. Hum.
Me fez refletir muito, pensar, será que não sou eu o problema da vida dela? Hum. Porque tudo que tá ao meu redor morre. Tudo que tá ao seu redor tá morrendo. Tá morrendo. Não. E genamenteínio. Pô, não consigo. Ela só presenciou coisas ruins e ela sempre foi muito forte. Eu lembro de um desbru desb, nem sei falar essa palavra, deitar de chorar no ombro dela assim depois de perder e ela orando por mim, enfim, sempre sustentando assim. E aí de repente perde uma gestação. Uhum. E eu falei: "Caramba, cara, não é possível, né? Será que
ela tem que passar pela minha dor?" E e aí só um parênteses, né? Eh, para quem tá nos ouvindo, como é comum para alguém que viveu um lar disfuncional eh achar que é culpa dele. Nossa, enquanto ele tava vivendo isso, eu tava, não, isso é um tratar de Deus na minha vida. Exo, mas é é muito engraçado isso. E aqui como ali nessa posição de psicólogo, como é comum e por quê? Porque a criança entende a casa como o universo dela. Então, por exemplo, é muito comum pai estar em brigandoos e a criança chama dela,
entendeu? E ela assume aquilo. Só que imagine informação você achando que você é responsável pelo clima emocional de uma casa, né? Porque às vezes, eh, os pais usam a criança ali no meio daquela briga e tal, não sei o quê. Então, é muito comum aí depois um adulto e tá acontecendo coisa ao redor, você fala: "Nossa, é minha culpa". morreu isso aí me perdeu uma agitação. E e é um raciocínio que infelizmente acaba sendo até natural de ter vivido os momentos desafiadores aí quando criança. Exato. Quando Então a gente tem a primeira gestação, aquela alegria
que eu de riso, né, realmente associando ao que ela disse sobre Isaac e tal. E quando perdemos, né, na verdade assim, a médica deu aquela esperança normal, como todo médico vai dar, que é bom, volta em 7 dias, porque pode ser a possibilidade de de alguma de reverter, de alguma reação. E naqueles sete dias eu fui orar como nunca antes, né? Como nunca antes. Então eu me lembro de ter acordado assim todos os dias de madrugada e lutando, guerreando pela vida do meu filho ou filha, né? Não sabia o que era ainda. E eu lembro
que o Senhor falou muito forte no meu coração. Na verdade, eu tô reavivando a sua fé. Uhum. Eu tô te [limpando a garganta] tô te colocando no lugar de voltar de novo a acordar por mim, a entender o real motivo, né? Eu entendi da parte de Deus aquilo, mas ainda assim fui orando, orando, orando. Por fim, né? Tivemos então a notícia aqui, eh, perdemos. A a Isa teve um aborto espontâneo e eu me lembro de lá em casa assim, enquanto ela no banheiro tendo aborto, eu entrava, ela falava para que queria ficar sozinha ali naquele
momento e eu recio, né? E só você sabe a dor que você passou ali ou e a mulher que já teve também. E essa mistura, né, de emoções na minha cabeça fritando, pensando, cara, minha esposa tá sofrendo e será que isso não tem a ver comigo? Uhum. E eu sei que isso pode se tornar infantil, mas não é. Não é, não é porque para quem passa tanta coisa, tanta perca, você vê sua o amor da tua vida ali sofrendo e você fala: "Cara, minha vida foi um um lugar de muito sofrimento". E aí eu lembro
que então por fim a gente associou isso muito com a palavra do Isaac. realmente o senhor tava beleza. Viei a segunda a segunda gestação e e eu falei que é muito feliz e com medo, mas muito feliz e com muito medo. E quando perdeu de novo, aí baqueou mesmo, porque eu falei: "Essa parada aqui é comigo, mano. Isso aqui é comigo, isso aqui meu coração assim parece que ia explodir e tal". E eu fui, Eu lembro que eu de ter ido assim para um lugar com o Senhor mesmo e falar: Deus, por favor, né, muda,
muda essa, esse, essa história, né, muda essa situação da minha vida. E eu lembro que eu fui para Israel com alguns pastores em setembro assim, e, e, pô, Israel é nunca tinha ido na minha vida, eu ganhei esse essa viagem e obviamente, né, muito legal você ganhar. Só que eu fui destruído para essa viagem porque eu tinha acabado de perder. Sim. Então aquilo que era para aproveitar, eu até aproveitei, mas meu coração assim, cara, arrebentado e tal, arrebentado. E eu me lembro que lá no rio Jordão, naquela parte de de batizar simbolicamente, porque eu já
tinha se batizado, mas fazer parte daquilo, era um pastor dos Estados Unidos falou assim: "Ó, tem algum uma pessoa aqui, a gente estava em 24 homens ou 25 homens, ele falou assim: "Tem alguém aqui que tá tá tentando engravidar um casal e não tá conseguindo, mas hoje ao descer as águas do rio Jordão, pela fé, profeticamente assim, vocês vão bem específico, bem específico, né? E eu eu sabia os pastores que estavam lá, os líderes, eu sabia que não era o caso deles, era o meu caso. Todo mundo olhou assim para mim e falou: "É, eu
falei: "Eu vou pô de ponta no Jordão hoje", né? Eu levantei assim, eu me lembro de de descer assim as águas, né, no rio Jordão. E quando eu subi, eu vej os meus olhos e falei assim: "Eu confio." Só que naquele momento, genuinamente, eu falo veio um quentinho assim no coração, sabe? Tô tipo assim, agora vai, tô fazendo, vai dar tudo certo. E por fim, então agora veio, né? Deu certo assim, a gente tá na no No sexto mês. E confesso assim que acho que para todo homem a ficha deve cair mesmo quando você pega
no colo. Eu tô nesse lugar de de de pô, tá ali, né? Ela ela fala assim: "Ah, tá mexendo aí, eu vou pôr, mas não mexe mais." Na hora el sabe é menino ou menino? Menino, menino é Tito o nome dele. E mas assim, tá ressignificando muita coisa em mim. Tá ressignificando esse lugar de paternidade e vir menino. Aham. Aham. É, é engraçado que a Isa tinha certeza que ia ser menino, porque uma vez ela teve um sonho, né, com o menino que ia ser minha cara. É, eu falo: "Deus, deixa ser a cara dela
pelo menos alguma coisa". Por favor, abo essa criav, senhor. Mas assim, eh, mas o Saulo falava assim: "Olha, meu filho igualzinho, eu a minha cara, mas nele fica bom." [risadas] Bom, muito bom, muito bom. E então esse o bebê assim, o filho, né, sendo menino, não que se fosse um menino ia ser um pai babão também, mas veio para ressignificar muita coisa. É, e curar esse lugar em mim. E o Senhor falar que não tinha nada a ver comigo, que eram fases da vida. Sim. E tá tudo certo. Mas assim, honra a vida da Isabela,
porque que mulher forte. É, que mulher forte. Sustentou muita coisa que eu não vi os pais, meus pais morrerem. Sustentou muita coisa quando assim eu fui fui forte por ela também, mas vê ela forte orando, buscando ao Senhor quando com as duas perdas, porque muito mais do que para mim é para ela. Tanto que quando ela comentou que em 2024 eu tomei a decisão de ser pai, vale falar que poxa, realmente a gente vê muito mais mulheres tomando essa decisão. Isso é um fato. Mas vem comigo. Eu eu sempre sonhei em ser pai, mas não
queria ser pai. Acho que dá para entender essa frase diante desse contexto da minha vida. Tipo, eu sonhei ser pai, queria ser pai porque eu queria fazer diferente, queria viver essa realidade e amar meu filho de forma eh ali profunda, mas não queria porque eu tinha medo de de talvez reanimar aqui muitas emoções que eu passei. Sim, sim. E eu lembro que depois de muito orar e ela sempre com esse sonho de maternidade desse lugar, enfim, aí eu cheguei para ela no no aniversário de casamento nosso e falei para ela que tava pronto. Foi foi
muito emocionante. Depois veio as perdas, mas é eu quero honrar ela porque de fato que que caráter e ela a Isa, ela é uma melhor dos bastidores, né? A gente eu tô sempre viajando, né? Tá sempre comigo, mas enquanto às vezes a gente tá em exposição e ela tá sempre ali com o joelho no chão e ela não busca esse lugar. Então, eu honro, eu uma muito tempo atrás eu ouvi uma frase, um texto assim que mexe muito comigo, não é meu, mas que é: "A mãe te ama porque você é mãe". É, o pai
te ama, aliás, a mãe te ama porque você é filho, o pai te ama porque você é filho. O irmão te ama porque você é irmão. Mas é nasceu lá. É, nasceu lá. Eh, mas a esposa decidiu te amar por quem você é. Então, tá aqui, ó, no desoscópio te amo. [risadas] Você que é solteiro, vai dar certo. Eh, e aí vocês estão até eu queria compartilhar com a galera tá aqui com a gente que eh eles mudaram pra Bragança Paulista, né? Então, agora nós estamos aqui na mesma terra, na mesma cidade. Inclusive, fala da
história do seu bisavor. Cara, isso é loucura. Eu comentei, não sei se você vai lembrar, mas a primeira vez que eu eu comentei com você, eh, meu bisavô, que foi o que começou o legado do evangelho na nossa família, foi o primeiro ali a se converter, e ele nasceu em Atibaia. Eh, as histórias que eu tenho, não conheci ele pessoalmente, mas meu bisavô então foi expulso primeiro da casa dele. Tibaia, é a cidade ao lado aqui de Bragança. Isso. Que bom que existe o Douglas para consertar as papai dando glossário. Vai, [risadas] Muito bom, cara.
Ele é muito bom. Aí, aí e Atibá. Então, meu bisavô nasceu lá, veio de uma família diferente, de uma religião diferente da nossa, se converteu com, trocou um brinquedo ali, pegou um livro preto por um brinquedo, trocou ali na pequenininho, começou a ler o livro preto, ler o livro preto, até que um dia então chegou pro prai para mãe e falou assim: "Pai e mãe, eu não concordo mais." Aham. Eu tava lendo o livro preto, é, que era a Bíblia, que era a Bíblia, né? E aí mudou minha 10, 12 anos. Foi expulso de casa.
Foi expulso, né? Eu sempre falo, a gente é muito gpelo, né? Porque às vezes eu viajo assim, falo assim, conto um pouco dessa história, a galera fala: "Ah, é glória a Deus" e tal, tal, tal. Mas é um lugar do tipo assim: "O que que leva um menino a ser a ser um morador de rua?" Hum. Porque foi isso. Exato. E aí naquela mesma semana seu irmão foi tentar convencer ele a voltar para casa. Tipo, finge, né? na escondido, você vai é pra tua igreja e tal. E aí naquela mesma conversa meu tio avô se
converteu. É mesmo? É. E aí dito isso, eles começaram então a a viajar assim, pregar, abrir abrir centenas de igrejas assim por onde passaram. Foram expulsos, se eu não me engano, isso é uma informação que eu tenho concreta, mas eu ouvi que foram expulsos de Atibaia também por um tempo, pela política ali na época, 1900 e pouquinho, vieram para Bragan Paulista. Meu bisavô então implantou aqui algumas igrejas metodistas. Tem uma avenida com o nome bisavô aqui na cidade. É mesmo? [risadas] Tem cara ainda não que é acho que talvez por ser professor também, mas é
professor Vicente Vicente Pacite Canelas alguma coisa assim. Ah, não conheço essa avenida. Deve ser avenida assim de de Sei, sei. É uma avenida, pô. Tá aí. [risadas] Avenida enorme essa p e eu esses dias eu tava vendo alguns estudos. eh, americanos. E euouv uma uma uma notícia, uma notícia assim falando: "Meu bisavô, é mesmo, né? Um artigo em inglês falando assim sobre como Vicente foi um um homem importante nas na região de Bragança. Que coisa, mano, por implantar igrejas e dos Estados Unidos, cara. Depois eu te envio para você dar uma olhada. Ou seja, nós
estamos voltando pra origem dele, entendeu? [risadas] Exatamente. Exatamente. Loucura. E quando então e só que assim, a gente morava em americano e quando a gente entendeu que era para quando a gente entendeu que era para mudar, eu falou assim: "Vamos para Maceió, né? Ah, vamos pra praia". Vamos pra praia assim, é, vamos viver, vamos ver a vida boa, né? Vamos tranquilo. E essa, de certa forma, uma flexibilidade que a gente tem poderia dar essa oportunidade para nós. E nesse meio tempo também recebendo assim muitos convites de amigos, né? De de igrejas. Vem para cá. É,
vem para Balneário, vem para São Paulo, vem, vem, vem para algum lugar, né? E eu falei: "Nossa, Isa, quanto lugar, quanta coisa". E a gente tava muito em dúvida. Brasília também tava, não era um lugar que eu queria ir, mas também tava muito assim. Aham. E por fim, eu lembro que eu tinha pensado assim: "Se eu fosse para Bragança Paulista, não tem nada aqui, não tenho absolutamente nada". É. E assim, até a gente, a gente nem se conversou e nem nada, né? Nada, nada, nunca, nunca. E eu falei, não tenho nada aqui. É isso. Eu
fiquei quietinho no meu coração. Até que aí deu um berro lá do quarto. Eric, amor, e se a gente fosse para Bragança? Falou, [risadas] falou aí, não é possível. Não é possível. Eu até achei estranho que depois ele concordou, falou: "Não, acho que é mesmo". Porque eu negava tudo. Eu negava tudo. Você negou várias vários lugares legais [risadas] assim de praia, Bragança e tal. E de repente eu tô num lugar aonde eu nunca conheci meu bisavô pessoalmente. Eu só tenho os manuscritos dele, né? Que [roncando] é literalmente tem um caderninho de pregações que ele deixou
pra gente assim. E é interessante que hoje eu vivo exatamente aquilo que ele vivia que era, eu amo fazer evangelismo, né? Então eu tô sempre em praia, aquele movimento da praia, você viu de de Bunar Camburu que tem uma tinha um chama amanhecer, eles fizeram em Floripa também. É, tem, eu participei de balário, tinha algumas mil bastante gente lá. Então, esse lugar de era um trabalho de evangelismo. É, eu amo esse negócio de de pregar a praça, a praia. Esse negócio queima o meu coração. E hoje eu vivo exatamente o que ele construiu na Você
é muito doido, né, cara? E eu tô aqui na cidade do homem, né? Tô aqui. Eu acho que isso linca totalmente com a paternidade no sentido de legado, né? Sim, sim. Porque a paternidade é isso. Uma vez eu ouvi ai num podcast que eu ouço muito, sabe? Tipo dis [risadas] que eu acho que foi aqui que a paternidade eh o pai ele não ele deve querer que o filho não se torne somente filho, mas que ele se torne pai também. E acho que isso é o legado de você deixar algo para que a outra pessoa
possa continuar a partir daquil continuar, né? É, e é muito louco isso mesmo, assim, porque isso nos chama uma grande responsabilidade, porque assim, eh, a minha história, por exemplo, com Bragança, porque eu não sou nascido em Bragança, né? Eu nasci em São Bernardo do Campo, porque a gente morava em Santo André. Uhum. E e é louco isso porque meu avô era pastor, se tornou pastor lá em Santo André e ele é enviado para Bragança para assumir a Assembleia de Deus de Bragança. Então havia um algo no plano de Deus pra minha família de pra Bragança.
Aí com 50 anos de de idade meu avô morreu. Então eu também não conheci meu avô voz Zico e meu pai tinha 17. E aí meu pai meio decepcionado, como lidaram com a situação, tal, ele volta para Santo André, entendeu? Então ele voltou para Santo André e cara e meu pai e se tornou pastor, tal, 20 e poucos anos, nasceu os filhos e chegou a comprar uma casa em Santo André e Deus começa a falar: "Volta pra Bragança, volta pra Bragança, volto pra Bragança". E meu pai resistindo, tal, porque ele tava, ele tinha comprado uma
casa, tava reformando a casa de uma reforma assim embora, né? Maior esforço. E aí ele, ah, não e tal. E aí, meu, fom assaltado duas vezes em três dias na casa assim. Mas a ponto de você falar assim, eu não quero mais entrar nessa casa. Aí com com a roupa do corpo da segunda vez, nós pomembora para Bragança. Já entendemos, já entendeu. Aí v viemos pra Bragança. Então passa um tempo, meu pai planta uma igreja em Bragança. Então imagina meu avô, um grande pastor da Assembleia de Deus aqui em Bragança. Meu pai planta uma igreja
em Bragança e Deus nos chama para plantar uma igreja em Bragança, entendeu? Então, é muito doido isso. Você tá falando assim, tem uma tem uma parada e eh geracional muito forte. E por que que eu digo que nos chama para responsabilidade? Porque as escolhas que nós estamos fazendo agora vão afetar filhos, netos e bisnetos do que eles vão estar vivendo, né? A gente tá pavimentando um caminho. Então, ao mesmo tempo que eu tô vivendo o ministério que o Senhor tem pra minha vida, eu vou prestar contante do Senhor, eu estou pavimentando aquilo que gerações que
talvez alguns eu nem conheça vão viver, né? E que grande responsabilidade isso é para nós, porque o contrário é verdadeiro. Essas escolhas erradas e ruins e um caminho de injustiça e iniquidade também tá pavimentando um caminho desafiador para as próximas gerações, né? Tem um tem um livro do pastor Marcos Madalena, que é Lidere para o Futuro. Hum. Que é um livro muito bom, inclusive. E ele fala muito sobre isso, sobre a próxima geração, né? Sobre a importância de você construir já pensando na próxima geração. E isso me fez também refletir muito sobre um dilema que
eu tinha que quando eu era pequenininho, até postei recentemente no Instagram muito sobre isso, que era sobre as irmãs do Coque, quando eu era pequenininho, eu tinha muito medo dela, muito. Ela vinha na minha reta assim, eu falava: "Você é louco, já vacilei, já confesa assim". Só que eh é engraçado como a gente pensa nisso dela, porque justamente era uma mulher de oração, né? Era uma mulher que buscava, se derramava. E eu fiquei refletindo assim, né? Quem serão os próximos, né? Ou as próximas eh não necessariamente, mas os irmãos do co vou usar esse termo,
né? Quem serão aqueles que vão dobrar os joelhos pela próxima geração? Quem serão aqueles que vão construir algo pela próxima geração? O que meu bisavô fez não parou nele. É, entendeu? Tem uma frase que todo mundo fala assim: "O filho nasce no auge do pai". já inicia do auge do pai, que o pai construiu de máximo, o filho já Nasce dali, ele já começa. Talvez o auge do pai não é o auge do filho, porque o que ele vai viver é muito maior ainda. E talvez eu o que o meu bisavô fez, eu nasci já
mesmo que pela fé profeticamente já nasci desse lugar de pregar, de viajar, de de no sentido de de evangelismo. E o meu filho, quem sabe eu falo que eu não quero que ele seja engenheiro, médico, não. Se for mesmo, mas vai ser missionário [risadas] também. Pode ser engenheiro missionário. Engenheiro missionário. Pois é. Mas essa é a importância de você construir algo já pensando de fato na próxima geração. Sim. E e até porque se realmente nós estivermos vivendo para o reino, né? Até tem um livro que eu gosto muito que é o o fazedor de heróis,
né? Em inglês é bem legal, hero maker. Eh, e ele ele fala ele fala assim: "Se você quer ser um líder que forma líderes, que que dá continuidade a isso, a primeira coisa que você precisa é entender o tamanho do sonho de Deus, né? E aí ele usa até o exemplo de Abraão, porque Deus chama Abraão e fala: "Abraão, olha pro céu. Então sua descendência vai ser igual às estrelas contra os grãos de areia. Sua descendência". Então ele coloca um sonho para Abraão que fica muito claro, é impossível você fazer sozinho. Ou você cuida da
próxima geração com a certeza que eles terão a semente para outra geração ou acabou. E o mais legal é que Abraão teve só dois filhos, né? Exato. Sem você pensar nisso, entendeu? Então assim, eh, minha descendência vai ser desse tamanho, mas dep. É por isso que ele é tão enfático em, por exemplo, quem Isaque vai casar. Uhum. Porque era a continuidade daquele negócio. E e é muito louco. Deus te dá uma promessa que tá claro que você não vai ver, né? Sim. Então, a sua descendência vai ser do tamanho da da das estrelas. Eu não
vou ver. Então, você teria a coragem de trabalhar a vida inteira, morar em tendas durante toda a vida por uma promessa que você não vai ver, mas porque você ama tanto e a glória de Deus que você gasta a vida inteira. sem pôr a mão no resultado, né? Então eu acho que esse é o grande desafio para nós, sabe, de não construir coisas em cima de nós, sabe? Mas realmente pro reino. E aí se é pro reino, nós não podemos ter medo de perder, sabe? Para que outros avancem e aquilo dê continuidade, né? E eu
acho que é é o grande desafio para nós como líderes, assim. Agora, como é que você tem, vocês, né, t trabalhado assim, eh, e pensado sobre como se manter fiel com o aumento da exposição, né? Então, hoje ali no Instagram, mais de 800.000 pessoas estão ali e assistindo e vendo e um vídeo dá certo e tal. Eu eu vou te falar assim de uma tentação, né? Eh, pô, esse vídeo aqui deu certo, Isa, vamos fazer mais desse, né? Eh, como é que vocês têm pensado nisso? Nossa, a gente fez uma série de vídeos. É, eh,
foi durante a pandemia, não foi? É, enfim, a gente fez uma série de vídeos que deu tão certo, mas tão tão certo assim, era sobre o quê? Era sobre crente na lua de mel. Era como se fosse sketes assim. Uhum. E assim, todo vídeo que eu fazia dava 6, 11, 12 milhões. Era muita, muito, muito. É mesmo, todo assim era, era assim, se a gente quisesse ganhar seguidor era só fazer esse tipo de vídeo. Dava certo. E eu fiz acho que uns seis, então eu teria ideia para fazer ali um Uhum. muitos. E E interessante
que acho que você tá falando isso justamente porque no meio disso o senhor mandou a gente parar. É, né? No meio disso fal para tipo assim, não tinha nada de de errôneo ali, né? No caso, era realmente uma realidade muito cristão na lod, né? Os os medos, os né? Foi bom porque atraiu muita gente também pro perfil, mas ao mesmo tempo a gente entendeu que a gente precisava falar de novos assuntos de Eu comecei a lá falando sobre meu testemunho e houve assim uma grande quantidade de pessoas seguindo. Aí eu nichei para esse lado do
humor, continuando com a palavra de Deus, pregando e testemunho, mas deu muito certo. E não e só que eu percebi que eu tava indo muito mais para esse lado de humor e tava deixando de fazer aquilo que o Senhor tinha me convidado a fazer. Então isso é mais pessoal, não que o humor ou não é pode ou não fazer, tô falando algo pessoal, é a suação, a minha realidade. Então comecei a fazer o humor, humor ali, acabei esquecendo assim a a proposta que Deus me colocou e começou a chegar muita gente e os nossos olhos
brilham. Uhum. Muitas publicidades e muitas propostas. Até que o Senhor então falou assim para nós para e o difícil é parar. É, entendeu? O difícil é parar quando tá dando certo. Porque quando tá dando certo você pensa: "Foi Deus que deu." É. Entendeu? E e é doido porque realmente pode ter sido Deus que deu. Exato. É verdade. Para uma temporada, para algo, né? E e eu acho que o desafio, eu até sempre, um pastor amigo, ele sempre ele me falava uma coisa que gravou muito no meu coração assim para essa jornada, é o maior desafio
de Noé não foi fazer a arca, que ele fica 100 anos. é usar alguns meses e jogar fora. Nossa, cara, você imagina 100 anos você obedecendo a Deus e criando uma estrutura que ele pediu e se eu usar alguns meses e Deus falar agora deixa aí, joga fora. Eu falei: "Eu eu montava a Arca Church, com certeza. Eu tava lá até hoje, tio. Cultos arca cultos que você vai sair encharcado, cara. E era uma boa casa. [risadas] Venha ser inundado pela presença de Deus. Entendeu? Agora é tipo, era para aquela temporada, é, acabou. E aí,
cara, é desafiador uma parada dessa, porque às vezes Deus falou com você, você fez o vídeo como o Senhor falou, deu certo e aí você quer transformar aquele num método. É. E aí isso você vê os números chegando, as pessoas e assim é o bom do vídeo do Mork, assim, muitos também viam outros Vídeos nossos de de valor e tal. É, pode ser aquela grande Exato. E e tudo certo. Então, só que quando Deus chegou, pediu, a gente sentiu do Senhor que era para parar, eh, nós paramos, né, obedecemos com uma certa dor no coração,
porque tava muito legal, confesso. E hoje o que que a gente faz assim para privar o nosso coração dessa grande desses números, né, que primeiro que é pode ser relativo, mas parece que a ficha não cai, né, que a gente às vezes a gente tá acostumado, a gente olha ali e tal, não tem dimensão assim, mas eu acho que é muito mais esse lugar de igreja local mesmo. E acho que o casamento local, casamento, os desafios nossos um com o outro, sempre nos podando. A Isa é aquela mulher que me poda muito, né? Tipo, vai
por aqui, vem por aqui, que às vezes a gente na na emoção de homem vai querer fazer tudo ao mesmo tempo, ela não vem aqui. Então, casamento tem esse lugar de de conselho, né? De conselho. E a igreja, né, de de líderes, pastores conversando e e você também com coração ensinável. Então, acho que esse é o melhor caminho e mas acho que muita coisa nasce de casa mesmo, cara, de do da nossa comunhão, do nosso atendimento e da nossa comunhão com o Senhor também, né? É uma coisa que eu tenho pensado assim sempre e eu
acho que aprendi isso muito com o meu pai, né? Porque meu pai tem um ministério de há muitos anos, então meu pai tá fazer daqui a pouco 40 anos de ministério, né? E e eu sempre mirei isso, eu falei: "Cara, eu quero fazer algo longo". Então, sempre mirando assim, isso aqui é uma maratona. E quando eu nunca corri uma maratona, né, mas eu já ouvi pessoas falando, [risadas] eu já li sobre isso e sou um especialista, né? Porque eu li, sou especialista em hebreus. Exato. E aí, eh, eu vi pessoas falando assim que é muito
comum vai começar uma maratona e e várias maratonas é meio também um monte de gente tava lá brincando assim e tal e uma galera sai disparado, né? tava lá, começou a pá sair disparado lá e tá lá na frente. Então, só que quem tá correndo de verdade, ele tava numa gestão, eu não posso disparar porque eu preciso fazer isso aqui por 42 km, né? Então ele tá mantendo ali um ritmo, entendeu? Que é para 42 km, né? Então, tem muita gente sai disparada e para no meio do caminho. E eu sempre pensei nisso, cara. Eu
tô correndo uma maratona. Então, não é sobre dar certo um vídeo, não é sobre dar certo um projeto, não é sobre dar certo um livro, não é sobre uma conferência encher, é sobre, cara, uma construção que pode durar 40, 50 anos e que a gente quer passar pra próxima geração, né? Então você precisa fazer decis, tomar decisões baseadas nisso, né? Tipo, cara, o que que nós vamos? Eu tava conversando com o Fábio Coelho, né? Eu eu vejo assim que quando você vai nas igrejas hoje, então 2026 nós estamos gravando aqui, né? Você vai numa nas
igrejas hoje no Brasil, são poucas as igrejas e até ruim pra igreja se ela não tá ali de Alguma forma intencional cuidando das famílias e dos casamentos. Cara, se você fosse na igreja há 20 anos atrás, essa não era a realidade. Toda a igreja ia ter o círculo de oração, ia ter a mocidade, ia ter um departamento de missões, ia ter ali e eh o coral. Então tinha esse trabalho. Eram raras igrejas com trabalho com casais e de casamento e com eh famílias, né? Então, passado 20 anos, aí a realidade muda. Ministério de família é
a coisa mais comum na maioria das igrejas. E eu falo, cara, porque um dos fatores foi meu pai correndo essa corrida por 30 e poucos anos levantando essa bandeira. Então, qual é o vídeo que viralizou? Qual é o livro que vendeu 1 milhão? Não tem nenhum. Meu pai não tem nenhum, entendeu? Mas é, cara, de cidade em cidade, de post em post, de videozinho no YouTube, de videozinho no YouTube, uma coisa espalhou. E eu falei pro Fábio, tava conversando com Fábio Coelho falando com a Nati, falei: "Cara, eu desejo fazer isso com o assunto discipulado
na nossa nação, ó, a ponto daqui alguns anos uma igreja que não tá de forma intencional pensando formar Cristo nas pessoas é estranha, porque a maioria das igrejas tem um plano de discipulado, porque a gente ficou levantando e não precisa ser um livro nosso, nada, mas esse tema se espalhar e mais pessoas levantarem mais ainda para falar, já tem muitas pessoas falando, mas mais ainda de mais de forma intencional, só que é uma maratona, é uma é uma jornada grande, né? Então eu acho que esse é o nosso desafio produzir no online, né? Sim. Eh,
o que aconteceu conosco também foi muito expressivo de muito muito rápido e nós não sabemos explicar também. Eh, e a gente valida muito esse lugar de constância porque para nós foi de tipo de um dia pro outro muita coisa aconteceu, mas é aquilo, né? Eu lembro que quando eu bati meus primeiros 10.000 seguidores, sugên meu coração apertou, falei: "Como é que eu posso ser relevante agora para 10.000 1 pessoas de uma forma intensa pregar o evangelho. Quando a gente vê esses números grandes, eh, a nossa oração é que de fato nunca perca a essência de
entender que Deus nos colocou ali para esse propósito de paternidade, família, relacionamento. E que essa geração possa encontrar minimamente nós pelo menos um casal jovem de 20 e poucos anos. 20 e poucos, tá? com 29 daqui a pouco. Gente, eu falo por ela que ela tem 25, então dá para falar 20 e poucos que eh nessa fase é possível construir grandes eh construir legados já pensando no futuro e nas próximas gerações. Muito bom. Muito bom. Isso é muito legal. E hoje assim eh o que que vocês têm mais produzido assim, né? O que que vocês
têm mais feito na nas mídias sociais assim? Ah, hoje basicamente assim a gente, eu eu reveso em três, eu falo sobre fé, relacionamento e propósito. Basicamente a mesma coisa isso para pensar, mas eh nesse sentido de relacionamento, eu falo muito, busco muito falar sobre casamento, eh família no sentido de cara construção de uma família e de propósito e fé no sentido de de um casal pra glória de Deus, um casal que faz devocional, um casal que viaja, um casal que viaja assim no sentido de de lugares, né? Não necessaramente você precisa viajar, mas vive pra
glória de Deus aonde você tá. Uhum. Uhum. E é isso. Basicamente é nesse lugar que a gente tá hoje tentando apostar lá. Confesso para você que eu tô postando a cada 10 dias no Instagram. É mesmo. Eu tô postando pouco, cara. Tô postando pouco. Tem sido misericordiosa. É. E o povo que o povo que nos segue é muito querido, viu? Obrigado. Obrigado. [risadas] Obrigado. Ficar lá esperando 10 dias. 10 dias. Obrigado pela pela sua paciência. E o senhor maravilhoso conosco, né? Tem crescido sempre. Tem. Sim. Eu acho que o Instagram ele é uma ferramenta. Sim.
Em algum momento essa ferramenta talvez não exista mais. Sim. Sim. Então ninguém imaginou que o Facebook vai ser uma parada por uma geração já não mais usada, né? Ninguém imaginou isso. Exato. Eu acho que nossa cabeça hoje a gente tem que est tipo o que que a gente vai trabalhar além do Instagram. Isso para que se algum dia isso acabar, se o se o cara lá do Instagram decidir desinstalar a rede social, a gente possa ainda de certa forma continuar sendo relevantes pro reino. Uhum. No sentido de falar sobre família, falar sobre relacionamento, eh propósito,
que está além do Instagram. Então, hoje a Gente, graças a Deus, a gente tem tido contato com vários pastores, líderes, a gente tem sentado em algumas mesas, conversado. E o nosso propósito, eh, o nosso, pelo menos no meu coração, assim, eu creio também que no coração do Eric, é criar algo além do Instagram. Uhum. A gente ainda não sabe como fazer isso, eu confesso, mas essa tem sido o nossa, o nosso planejamento a longo prazo, né, meu amor? Não sei ainda como, não sei se através de, acho que talvez o discipulado seja um bom, um
bom início, né? É, com certeza. Eh, isso, isso é muito importante, que ali seja só realmente o meio de comunicação para encontrar outras pessoas que querem gastar a vida naquilo que o Senhor colocou vocês para gastarem a vida, né? Eh, e assim, agora falando de forma muito prática assim, né? Eu acredito que, principalmente com o avanço da inteligência artificial, cada vez o o online, a produção de conteúdo vai perder o seu brilho. Porque o brilho das coisas é a dificuldade de aquilo ser feito, né? Então você, se você pensar 10 anos atrás, você olhava alguma
coisa em 3D, né? uma imagem lá que o alguém fez entre fala: "Cara, que louco isso daí, porque sabia que você não teria como fazer aquilo ali. É só um cara perito naquele e eh programa de 3D que fazia aquilo. Hoje você pode olhar a mesma imagem, não te impressiona porque você entra aqui e fala: "Faça um bonequinho em 3D" e você faz com o seu celular. Então, a a o estar impressionado com algo tem a ver com a dificuldade. Então, eu acho, né, analisando isso, que cada vez mais eh as pessoas vão vão estar
atraídas e impressionadas com o presencial, né? Elas vão querer, tipo assim, tá, vamos nos encontrar então, porque eu já não sei mais o que é a realidade, o que não é. Então, pelo menos se eu tiver na mesa olhando para vocês aqui, eu sei que eu tô de frente em alguma coisa de verdade, né? Então eu acho que que é o caminho realmente da das coisas saírem do Instagram, irem para um lugar muito mais real e igreja é isso, né? igreja vai sempre ser isso, eh, de forma muito poderosa. Agora, uma pergunta legal que a
que a gente programou aqui, Eric, era se você lembra assim do nosso primeiro podcast, né, assim, eh, se algo ali que você se você assistisse hoje, né, o seu podcast, você acha que teria alguma coisa que você pensa diferente que mudou em três anos? Nossa, [risadas] te dar a opção de você consertar aqui. Tipo assim, ele viu alguma coisa, fala: "Essa sua chance, vamos ver se ele vai [risadas] acertar o que eu fiz muito podcast depois disso. [risadas] Ah, cara, eu acho que como a primeira vez que eu vim, eu contei mais uma história pessoal,
aquilo que de fato eu vivi, não trouxe uma uma aplicação, não trouxe uma informação assim que vinha do meu coração e tal. Mas o que eu posso falar assim do último podcast para esse é que tem um erro muito mais maduro, muito mais consciente. Talvez naquele tempo eu enxergava meu pai como um lugar de foi um lugar de cura na minha vida também, né? Eu eu aprendi a curar meu pai, a perdoar meu pai, mas hoje eu entendo que meu pai também passou por muitas coisas difíceis, né? Meu pai foi abandonado, né? Meu pai foi
abandonado pelos irmãos, abandonado pela mãe, não tinha ninguém, nunca teve um pai, morreu, perdeu o pai com 5 anos. Então hoje eu olho com esse olhar de maturidade para isso e falo assim: "Talvez meu pai só não soube ser pai". É, entendeu? Só de misericórdia, né? Exatamente. Então, como eu contei muito de testemunho na primeira vez, acho que hoje eu olho e falo assim: "Bom, pelo menos Deus me deu a oportunidade de no sentir me sentir filho, ele e pai por um tempo mesmo que curtinho. E a gente aproveitou muito e e o perdão na
sabe que isso é uma parada muito poderosa para quem hoje tá querendo entrar nesse lugar de perdão e e de cura da paternidade é você saber que nunca é à toa, né, que os seus pais têm uma história e geralmente pais que ferem, como aconteceu com você, de uma história de muita dor. Exato. E de muita ignorância, né? de não saber o como lidar com tudo aquilo. Nós som uma época maravilhosa de poder ter às vezes um atendimento terapêutico, de poder conversar com pessoas, de ter livros falando. Mas, cara, os nossos pais, nossos avós zeram
informações de muitas coisas, sabe? E profundamente feridos, muito abusados. Eh, tem história de escravidão nas nossas famílias e tal, e aí chega ali para agora toma aí, seja pai, né? Então é um caminho assim para você encontrar cura assim de que poucos tiveram pais que eram psicopatas de tipo assim, não, eu amo a maldade, eu quero fazer, é tipo uma ignorância profunda. Tive momentos muito bons com meu pai, fofinhos também, embora pareça ser só um lugar de calamidade assim, mas teve momentos bons. Me senti amado às vezes, [risadas] mas hoje eu olho para um eric
muito mais maduro, enxergar assim amplamente a situação. E legal. E e você, qual qual que é a sua e história de família? Aí você tava dizendo que até acho que foi em off, né, que você falou que os seus pais são pastores. Sim, meus pais são pastores e eu cresci num lar assim, meu minha mãe, principalmente assim, a história da minha mãe é uma história muito conturbada, assim, com muitas coisas. Ela passou por muita, muita necessidade quando ela era pequena. História da minha avó também, assim, enfim. E hoje, eh, eu olhando para a história do
Eric, assim, eu falo: "Nossa, que legal também dentro da nossa família hoje, nós como casal também termos alguém como referência, como os meus pais, assim, porque meus pais não são um casal perfeito, mas eles com certeza são eh a minha maior inspiração como casal, assim, eu sempre vi ele eles eh se perdoando publicamente, brigando no particular. Então assim, às vezes minha mãe falava: "Augusto, vamos vamos ali no quarto conversar, por favor?" [risadas] E aí às vezes eu ouvi eles discutindo baixo assim, tipo assim, como se ninguém tivesse discutindo, né? [suspirando] Mas dava para ouvir, obviamente.
[roncando] Eh, e aí saía do quarto e aí os dois publicamente assim na mesa falavam: "Me perdoa". Então, os meus pais sempre foram muito referências de casal, assim para mim. Legal. E eu cresci no ambiente de igreja. Isso também eu creio que ajudou no relacionamento até dos meus pais. Eles se logo depois que eles se casaram, eles se converteram. Então, acho que também a igreja mudou muito de quem eles eram como casal, assim, ajudou eles a ter esse casamento redimido, assim, porque pela história, né, principalmente da minha mãe, eh, meu vô morreu de cirrose. Minha
era, era um ambiente muito, muito extremo, assim de agressão, de pobreza. Então, eh, vê hoje a minha mãe com no relacionamento com o meu pai tendo esse casamento literalmente redimido, assim, demais. É incrível. Eu tenho essa história e eu tenho muito orgulho de de ter aprendido com os meus pais o que fazer e eles também, como durante muito tempo eles foram pastores de casais. mesmo. Então, eh, até recebíamos pessoas na nossa casa e eu também aprendi o que não fazer. Eu acho que isso foi mais importante no meu relacionamento hoje com Eric. Então eu lembro
assim de às vezes 3 horas da manhã aparecia um casal lá em casa, tipo querendo se divorciar e aí eu eu criança, eu criança ouvindo aquela aquela casa de pastor, ouvindo aquela aquela dinâmica daquele casal e meu pai e minha mãe aconselhando eles ali. [roncando] Foi muito importante. Então, eh, a minha família, na dentro da minha família, a partir do relacionamento dos meus pais, eu aprendi o que fazer. E também a partir do pastoreio deles com as outras pessoas e, enfim, vendo vários tipos de relacionamento também, eu aprendi muito o que não fazer dentro de
um relacionamento, né? Então, sou muito Grata pelos meus pais, assim, eu sou fã mesmo. Eu vejo a importância de que é um pai numa vida de uma pessoa mesmo, né? Porque a Isa sempre foi uma mulher segura, sempre foi tranquila, sempre desde sempre, né? Nunca no sentido de autoestima, sempre tranquila, né? Não, não, não, não teve muito sofrimento e acho que veio muito de um lugar de pai. O pai dela sempre valorizando ela, sempre amando ela. Isso é muito muito honroso. É, eu acho que é é por isso que eu vejo assim a importância de
de uma paternidade saudável, né? Sim. Eu olhava para quando eu era adolescente, né? Eu olhava pros meninos e eu pensava: "Bom, se não for minimamente parecido com o meu pai, [risadas] eu acho que esse é o objetivo da minha vida, complicar a vida do meu pai." Ainda bem que o meu sogro não é bonito. [risadas] Eu tenho sou um cara alegre. Enfim, o Eric de personalidade não tem nada a ver com o meu pai, mas com a questão de caráter assim. Aham. Eh, eu acho que é foi fundamental para meu relacionamento. Sim, é porque você
não vai aceitar certas coisas, né? Exato. Porque você foi tratado de um jeito, você viu ele tratando a sua mãe de um jeito. Então ali a sua régua, principalmente pro tratamento, ela ela é muito real, né? O o eu aprendi uma parada muito poderosa, assim, você falou disso, né? De tipo, ó, essa essa paternidade saudável gera uma pessoa segura e tal. E o Cláudio, né? eh, que foi meoterapeuta por um período, ele ensinou um negócio muito poderoso que paternidade, na verdade, a palavra paternidade não tá falando de pai, tá falando de pais, né? Eh, então,
paternidade é o pai e a mãe, né? É, é essa relação que representa a paternidade. E aí ele ele falou um negócio muito interessante. Ele falou assim que entende-se na psicologia que eh a forma que os seus pais se relacionaram, a forma que era o relacionamento entre eles e que você assistiu, era a sua escola de como se relacionar com você mesmo. Então, por exemplo, se eu tô presenciando pessoas que não se perdoam, é muito comum que a pessoa tenha dificuldade de se perdoar e logicamente de perdoar outra pessoa, né? Porque é amo o teu
próximo como a ti mesmo. Então quando você assiste pessoas se perdoando, é comum que você então aprenda a se perdoar. Pô, errei, mas tá bom, na próxima eu vou, vai dar certo. E você continua a vida, entendeu? Você vê a pessoa se amando, é comum que você aprendeu a se amar. Você vê a pessoa se elogiando, você sabe se elogiar. Porque qual é o primeiro relacionamento da nossa vida? É com nós. Não sei se você já reparou, você que tá aqui com a gente, mas você fica falando com você o dia inteiro. É verdade. E
você pode ficar se maltratando o dia inteiro. Pô, você é burro, meu. Olha que idiota. Olha como você tá suportando. Não sei o quê e tal. E você ali se massacrando, né? Mas por que geralmente? Porque você assistiu, né? Esse tipo. Então é por isso que uma um casamento saudável, eu até falo pra galera. que você filhos, então cuida seu casamento. Que muita gente, muita gente vai cuidar dos filhos e esquece do próprio casamento e prejudica os filhos, né? Porque é o modelo que eles vão ter diante deles, né? Isso é muito poderoso. Muito poderoso.
Mas que legal, cara. Que fase maravilhosa. E assim, que que vocês têm sonhado daqui pra frente, né? Então, vocês estão agora aqui em Bragança, né? Daqui a três anos nós vamos ter mais o terceiro podcast para saber se três em três anos. [risadas] Eh, que que vocês têm mirado assim daqui paraa frente, lógico, além do do bebê, tal, agora daqui paraa frente a gente quer ficar muito mais esse lugar de eh crescer eh no sentido de igreja mesmo agora local. Uhum. Queremos construir um legado eh na onde estivermos fisicamente assim como como você muito mais
muito além da rede social, queremos crescer assim com pessoas e e discipulado mesmo com pessoas, discipular pessoas, crescer com pessoas. Muito bom. E tá pensando assim, a longo prazo também, quero ter mais uns dois filhos agora. Deixe, deixei público agora, né? Caramba, registrou, hein? Registrei, graças a Deus. Foi nessa aqui para mim. [risadas] E, cara, eh, e aí agora esperar na parte de Deus, assim, o que que ele tem para nós no sentido eh propósito, né? É, eu às vezes me sinto meio Abraão assim, Deus só fala: "Vai". OK. próximo passonde ainda eu tô indo
assim, mas eu acho que [roncando] Deus Deus assim tem levado a gente principalmente na nessa questão de cuidado, de discipulado, de vida na vida, de confronto quando precisa. Eh, eu acho que eu acho que é aí nesse lugar que a gente vai crescer nos próximos anos, né, meu amor? Exatamente. Muito bom. Tô muito empolgado, sim, para vocês terem esse tempo aqui com a gente na família do Zascóp. Eh, eu acho que vocês começaram já num caminho muito legal de, cara, procurar um DNA, nossas igrejas caseiras aqui, fazer parte, já começar de verdade a viver essa
Realidade da igreja, né? É muito bom tá lá no culto domingo, tal, mas é ouvir mais uma palavra, cantar junto com a comunidade, isso é legal. Agora, essa essa parada do discipulado vai ser vida na vida é um vento de melhores dias e piores dias, né? Louca, eu tô louca para alguém me decepcionar, sabe assim? tá esperando. Eu tenho uma palavra eh uma pregação que eu ouvi de um pastor Jélio lá da Mev Campinas que aí ele fala: "Gente, vai pro final da fila porque deu se eu foi machucado, volta pro final da fila porque
você vai ser machucado de novo." Esse é o evangelho, assim, mas nesse sentido de vida na vida, de realidade, de você ter que enfrentar às vezes eh o seu pecado ali com relação a outra pessoa, enfim, eu tô louca para esse momento. Acáou, vai ser dolorido, mas vai ser bom. E a gente tá doido para esse lugar que a gente encontrou de fato, que é o profundamente simples. É, entendeu? que é o que a gente encontrou ali na família deoscópio, não fazendo merchã, mas eh [risadas] mas é não tem mais casa em Bragança. Acabou, acabou,
né, Nati? Não fala nada. [risadas] Principalmente cariocas, hein, hein? Principalmente cariocas. É uma invasão aqui de carioca. Pior que eu muitos por igreja de fora, né? Só fica [risadas] andando. Pessoas são chiando. O que que tá acontecendo? Não, o mercado imobiliário aqui de Bragança tá [risadas] quente. Mas é isso, é um lugar profundamente simples e a gente tá bom muito feliz, muito feliz mesmo. Tá aqui. Obrigado. Que bom que vocês estão aqui. Tô muito honrado. Gente, obrigado por esse tempo. Honra. Deus abençoe muito essa nova fase de vocês, só não só geográfica, mas de família
e tudo que o senhor tá fazendo. E vamos juntos ver o que senhor tem. Um prazer tá aqui, um privilégio de novo e obrigado. Obrigado porque eu tô diante de um homem de Deus que tem impactado essa geração, né? Muito bom. Muito bom. Obrigado, Isa. Obrigado, obrigado você que foi aqui ouvindo, assistindo e eu queria te fazer um pedido, pega esse link, cara, manda para uma galera, mais pessoas tenham acesso. E antes da gente encerrar, deixa falar um negócio legal. Toda quinta-feira durante a Copa do Mundo a gente tá lançando um episódio novo em parceria
com o The Chosen e com caras que estiveram nas Copas do Mundo e que são crente crente. Pensa num jogador crente e que compartilharam da gente dessa jornada de viver ali na seleção brasileira, Copa do Mundo e seus clubes, Europa e tal e tudo com propósito de compartilhar o Evangelho. Tem, foi muito legal. Então, a gente vai soltar um cada quinta-feira um episódio novo. Não perde de jeito nenhum. já saiu o primeiro. Você tá assistindo esse aqui, já saiu o primeiro, que foi no primeiro dia da Copa do Mundo. É, e toda quinta vai est
disponível aqui no canal, beleza? Deus abençoe você e não se esqueça, você é uma cópia de Jesus. Valeu. Se a gente não sabe bem como liderança, como igreja, quem Cristo é, o que ele diz, tem alguém que tem acesso ao seu celular? Tem alguém que tem acesso à sua vida? Se você não submeter ao corpo de Cristo, tô aqui para agradecer você que tá sempre aqui com a gente no podcast Disascopia. Eu espero que você tenha sido [música] abençoado pelo nosso canal. E eu queria te fazer um pedido, será que você poderia se inscrever aqui
no canal? A gente pega às vezes as estatísticas, a gente sempre vê que tem um grupo muito grande de pessoas que assiste, mas não é inscrito. Quando você se inscreve, é uma forma gratuita de você dizer: "Ó, isso aqui é relevante e nos ajudar a alcançar mais pessoas". É uma forma maravilhosa de agradecer se você é abençoado pelo movimento Desascópio. Agora tem mais uma forma de você poder abençoar tudo que tá acontecendo aqui. É se tornando um membro aqui do canal Disascopia. É se tornando um Disascops, né? Você pode então é ser membro, você vai
estar contribuindo financeiramente para toda a equipe que tá por trás aqui trabalhando, produzindo conteúdo para mais pessoas se parecerem com Jesus. Então, se você pode fazer isso, vai est abençoando muito o movimento então tá aqui. É só você clicar e se tornar um membro do nosso canal Disascov. Deus abençoe você. [música]