Ha m Olá boa noite vamos começar essa aula boa noite tudo bem Marcos tudo bem vamos começar essa terceira aula aí né eh hoje nós vamos falar sobre as habilidades de imitação eu vou compartilhar minha tela com vocês Deixa eu só colocar a apresentação aqui Eh hoje é uma aula que a gente tem muito vídeo Então nós vamos ter muitas paradas aí da na gravação pronto e para quem for ler assistir a aula depois vai ver uma aula mais curtinha assim hoje tem pouca teoria e muita demonstração então é uma aula feita bem PR pro
ao vivo mesmo hoje deixa eu colocar aqui a minha apresentação deixa olhar aqui se tá tudo certo pronto Bom estamos caminhando PR Nossa terceira aula né então nós estamos aí na metade da disciplina a gente começou a disciplina falando sobre coisas muito básicas de autismo ento infantil terapia aba terapia aba intensiva falamos das dificuldades de fazer terapia aba intensiva eh o custo desse tipo de terapia aí eh mostrei para vocês alguns modelos de terapia aba e indiquei a capacitação de pais e cuidadores como uma alternativa Paraa gente conseguir fazer a intervenção de maneira intensiva e
onde que entra o conteúdo de habilidades básicas né o conteúdo de habilidade básica ele entra num contexto de terapia comportamental intensiva por isso que a gente começou falando de terapia AB intensiva porque a habilidade básica tende a ser o conteúdo que a gente usa Logo no início da intervenção pras crianças não falantes ou pouco falantes então um conteúdo muito importante Aí eu Expliquei para vocês nas aulas anteriores que eh o que a gente mais quer para as pessoas com o autismo é que elas falem que elas aprendam a ler que elas aprendam a escrever que
elas melhorem interação social e só que isso tudo é habilidade complexa e se a criança não tiver o básico Primeiro ela não chega no complexo né então assim a fala fala é uma habilidade complexa se a criança não atende instrução não imita não produz som não nomeia figuras Objetos e pessoas que são habilidades mais básicas ela não vai ter uma conversação fluente E aí eu fiz um par com vocês com o desenvolvimento motor habilidade básica seria como aprender primeiro assentar depois engatinhar para depois andar e depois correr não tem jeito de aprender a correr sem
aprender a sentar primeiro ou sem aprender a andar primeiro então a habilidade básica é é isso né o início da intervenção Especialmente quando a Gente fala em nível de suporte dois e nível de suporte 3 quais são as crianças de nível suporte dois e nível de suporte três são aquelas crianças que falam pouco ou não falam nada as crianças que falam e falam bem elas tendem a ter um perfil que a gente chama de nível de suporte um que são aquelas crianças que precisam de Terapias específicas mas não em grande em alta intensidade são aquelas
crianças que não precisam de muitas horas de terapia por semana mas As crianças de nível dois e nível três elas precisam de mais horas de terapia por semana e aí elas caem naquela na naquela estrutura de terapia AB intensiva que a gente fala que precisa fazer pelo menos 15 horas de terapia por semana vocês devem lembrar na primeira aula que eu expliquei essa lógica né uma uma coisa muito polêmica na área da da Terapia comportamental do autismo né terapia AB intensiva é a questão das horas por semana muitas pessoas Questionam se realmente precisa de tantas
horas por semana na terapia E aí eu expliquei para vocês que quando a gente tem uma criança com autismo de nível de suporte dois e três a gente tem uma criança com a atras em várias áreas do desenvolvimento e como tem várias áreas do desenvolvimento atrasadas essa criança precisa de mais estimulação então é é como até se eu não me engano a primeira aula até fiz um um paralelo com a área da reabilitação física né Eh eu Gosto de de dar um exemplo que é muito conhecido que é o caso do do Ebert Viana o
vocalista do do Paralamas do Sucesso o Ebert Viana há muitos anos atrás né alguns anos atrás ele teve um acidente de eu não sei eh eu não sei qual é mas é desses aviões pequenos aí né eh não sei como é que chama não sou especialista em aviões essas coisas então não sei o nome mas ele teve um acidente grave com a esposa dele eh a esposa faleceu e ele teve eh muitas Lesões né se ele ele se quebrou inteiro basicamente e e ele fez e assim pensando no na gravidade do quadro do Ebert Viana
pós acidente e como ele tá agora a gente percebe que ele teve uma recuperação muito boa mas ele Teve uma recuperação muito boa porque ele teve muitas lesões mas ele teve muita assistência ele teve muita terapia o Hebert Vian ele fez a boa parte da reabilitação dele no sar Cub cheque que é uma instituição pública né de referência e Reabilitação e ele Fazia lá emno de 40 horas de terapia por semana fono to enfim atendimento psicológico e e e a gente pensando na gravidade do quadro e como ele ficou ele ficou muito bom Por que
que o Webert Vena fez tantas horas de terapia por semana porque ele tinha muitas coisas para serem trabalhadas após o acidente quando a fazendo um paralelo com autismo quando a gente pega uma criança com autismo de nível de suporte três o que a gente tem é um pouco isso é uma criança Que tem déficit em em várias áreas do desenvolvimento Eu até brinquei numa das aulas que para explicar PR os pais às vezes né quando os pais estão em dúvida sobre a quantidade de Horas de terapia eu explico pros pais que é o seguinte uma
criança com autismo de nível de suporte três é como se ela tivesse de recuperação em várias matérias vamos vamos imaginar uma criança em recuperação em português matemática ciências Geografia História e inglês Essa criança que tá em recuperação em várias matérias ela precisa estudar muito ou precisa estudar pouco pouco ela precisa estudar muito e isso requer muitas horas de eh de estudo por semana é é é muito semelhante à situação de crianças com autismo com atraso robusto no desenvolvimento as crianças com autismo que tem atraso robusto no desenvolvimento Elas têm atraso em várias áreas é como
se elas tivessem de recuperação em várias áreas E aí elas Precisam de muitas horas de terapia para que a gente possa ter porque assim qual que é o objetivo da terapia no uma criança com autismo a função da da da da terapia é promover uma melhora do desenvolvimento para que essa criança chegue na idade adulto com o máximo de independência e autonomia possível então eh e aí a gente sabe que tem algumas variáveis que elas eh melhoram o efeito da terapia então por exemplo eh começar cedo a intervenção precoce intervenção Intensiva eh pensando em prognóstico
e é o melhor né para as crianças com autis então a gente precisa de muitas horas por causa disso porque quanto mais áreas eu pego do desenvolvimento ao mesmo tempo maior a chance da criança responder bem à terapia e o currículo de habilidade básica ele é constituído por mais de uma área então a gente já viu nas aulas passadas que o currículo de habilidade básica que é destinado para crianças não falantes e pouco falantes Ele é composto pelas áreas de habilidad de atenção que nós vimos na aula passada eh habilidades de imitação que é o
tema da nossa aula agora linguagem receptiva linguagem expressiva e habilidades isso nós vimos na aula passada aí vimos procedimento critério de aprendizagem vocês viram os vídeos né que eu passei como tarefa então a gente viu a primeira parte do habilidade básica hoje a gente entra na na área da imitação que eu já vou falar da importância dessa área Então Eh como voltando né um pouco na na lógica da intervenção comportamental intensiva a gente eh faz muitas horas por semana e e porque a gente a gente tem uma programação de muitos programas de ensino né a
gente tem uma organização de muitos programas de ensino vocês viram lá na lógica do currículo de de habilidade básica que é são 20 e Poucos programas como é que a gente faz isso a Gente coloca a gente a gente insere na intervenção da criança muitos programas de ensino ao mesmo tempo e aí eu passei para vocês também como leitura na aula passada aquele artigo do estudo de caso daquele menininho que ficou 5 anos em terapia abo intensiva e e lá vocês tem uma tabelinha que vocês podem observar Como é que os programas de ensino são
inseridos né ao mesmo tempo então por exemplo no mês vão chutar no mês de março a criança chegava a ter sei lá 8 10 12 programas de ensino ao mesmo tempo então esse que é o desafio quando a gente pensa em terapia AB intensivo como que eu vou eh traçar um planejamento para melhorar o desenvolvimento da criança de maneira intensiva e considerando as habilidades que ela realmente precisa começando do mais fácil que foi o que nós fal na aula passada também né a gente sempre começa do mais fácil pro mais difícil então a a a
habilidade básica é esse primeiro Degrau aí né da da escada eh e é isso assim até agora foi O que a gente trabalhou ficou alguma dúvida desse conteúdo alguém tem alguma dúvida dessa primeira parte da da disciplina ou tá tranquilo essa turma é muito quietinha eu fico um pouco insegura ess você estão caminhando junto com a professora eh eu tenho uma dúvida mas seria referente à questão de adolescentes pode perguntar nós conversamos na semana na aula Passada sim eh a senhora falou que habilidades básicas o adolescente seria mais interessante trabalhar autonomia né isso autocuidado coisa
assim em casos de adolescentes que são não falantes aham o ensino para adequação por exemplo de um um uma comunicação aent alternativa aumentativa seria indicado fazer o esses pré-requisitos é não de habilidades é Não aí não Marcos aí aí o que pode fazer é o seguinte quando você tem um adolescente né de nível de suporte três Com pouco recurso comunicativo é super desejável que você entre com a comunicação alternativa E aí você já vai entrar com a comunicação alternativa direto e e no geral a gente começa com recursos de baixa tecnologia como a troca de
figura troca de objeto se for eh uma um adolescente ou um adulto muito grave Talvez um eletrônico para começar a comunicação alternativa como o tablet né o iPad pode ser muito difícil então Eh e para alguns Às vezes o de gesto Pode ser desejável também então a a comunicação alternativa ela é muito preciosa para esses adolescentes e adultos não falantes Mas não precisa fazer habilidade básica antes o que acontece é é o seguinte assim só é só retom retomando um pouco essa discussão que nós tivemos a aula passada o por que que a gente o
habilidade básica é só para criança porque o habilidade básica ele foi estruturado pra gente ensinar em tentativas discretas então querendo ou Não é um treino artificial a gente cria uma condição de ensino artificial não é na assim posso encaixar o contato Visual na rotina da Criança pode e deve mas a gente estrutura né eu tenho uma uma instrução muito clara eu tenho a resposta da criança muito definida e a consequência muito definida então eu trabalho em tentativas discretas e de maneira repetitiva Então a gente vai ver hoje a imitação a imitação a gente faz quatro
eh eh tentativas do mesmo Movimento Ou seja eu vou repetindo faz uma vez e repete faz outra vez repete para garantir aprendizagem então tem uma aprendizagem aí que é artificial porque eu tenho tempo para ensinar a criança a lógica da imitação porque a a por que que a gente repete para as crianças com autismo no e esse é o medo das pessoas quando pensam em terapia aba não é paraa criança com autio virar um robô a gente repete é paraa criança aprender a lógica daquela habilidade e Que ela possa Generalizar hoje vou mostrar muitos vídeos
para vocês de imitação vocês verem como é que a gente ensina de maneira repetitiva e como é que a criança generaliza na vida e a imitação é uma uma habilidade muito poderosa então na criança menor Eu tenho esse tempo para ensinar para ela a lógica porque ela tá novinha um cérebro eh flexível E aí a gente repete repete e repete quando a gente chega na adolescência a gente a nossa preocupação Maior é qualidade de vida porque eu tenho um adolescente com um cérebro que é claro que responde à terapia mas é muito diferente eh responder
a terapia com 16 anos e com 2 anos de idade então eu tenho um adolescente que vai ter mais dificuldade de reter o conteúdo mais dificuldade de aprender e aí eu preciso escolher aquilo que realmente é relevante paraa vida dele dele e tem um agravante que a medida que esse adolescente vai ficando mais velho vai Ficando adulto os pais os cuidadores vão ficando idosos então a gente começa a pensar na terapia focada na qualidade de vida da família e aí é muito mais fácil para quem tem dificuldade de aprender quem tem quem vai ter mais
dificuldade como um adolescente é mais fácil aprender no contexto do que fora do contexto as crianças não se a gente tira do contexto para treinar imitação elas aprendem fácil agora quando eu pego um adolescente de nível de Sporte TR é Muito mais difícil de fazer um treino artificial e esperar que ele generalize então o que que a gente faz a gente já ensina tudo em ambiente natural e aí você pode ensinar imitação mas no ambiente natural você pode ensinar eh atender instrução no ambiente natural mas assim usando Coisas de Adolescente e adulto então a gente
aproveita as coisas da casa ensinar a arrumar uma cama ensinar a guardar coisa no armário você pode dar o modelo por exemplo guardar Compra você dá o modelo e fala agora a sua vez você vai treinar imitação só que não tão estruturado quanto a gente faz com as crianças e aí o ganho é maior e a comunicação alternativa ela é muito desejável porque a comunicação alternativa é um recurso que ajuda também a diminuir problema de comportamento porque muito dos problemas de comportamento eles acontecem por pela falta de recurso de comunicação então quando a gente dar
recurso e comunicação Diminui a chan de problema de comportamento e problema de de comportamento em adolescente e adulto é muito mais grave do que em criança então a comunicação alternativa é muito desejável mas não precisa passar por um requisito de habilidade básica eh eu acho que a adolescente adulta coisas funcionais paraa vida independên a Ban escovação para ganhar qualidade de vida para ele e paraa família e coisas da rotina para ele ser mais funcional e Mais ocupado Certo entendi Professora Muito obrigado viu essa foi uma dúvida que eu tive ao longo da semana ótimo Não
mas aí pode perguntar sempre que tiver dúvida pode perguntar eh adolescente e adulto é especialmente quando a gente fala em em nível de suporte dois e TRS é Um Desafio porque assim eh o maior desafio não é nem assim a dificuldade de aprendizagem mas os problemas de comportamento a gente eu imagino que Você deva ter contato com adolescentes e adultos né e alguns com comportamento problemas de comportamento Severo como é que a gente previne como é que a gente resolve problema de comportamento não é só focando no problema de comportamento é and comportamentos socialmente relevantes
então quanto mais esse adolescente e adulto tiver ocupado fazendo coisas relevantes e socialmente mais adequadas menor a chance dele ter problema de comportamento o problema Marcos é que às vezes assim você tem um adolescente de 16 anos tá quebrando tudo médico enche de medicação e a intervenção comportamental foca em diminuir problema de comportamento não vai funcionar você tem que focar em diminuir problemas de comportamento Mas você tem que ocupar também porque por que que eles têm problemas de comportamento Porque eles estão à toa e gente à toa é qualquer criança criança à toa o que
que ela faz bagunça Adolescente à toa ele caça coisa para fazer e Adolescente com autismo de baixa compreensão ele vai ter problema de comportamento então Sempre buscar coisas mais funcionais mesmo na adolescência E aí Lembrando que a gente considera adolescente de 12 anos para cima então o habilidade básica a gente fez planejado para z0 a se mas tem uma tolerância até 12 né casos muito graves Ah eu tenho uma criança de 9 anos grave posso começar com a habilidade bás pode mas passou de 12 aí já é aquele material que eu mandei para vocês aí
Vale a pena ler a dissertação da Analice da Magi né o currículo funcional natural vai trazer mais recursos Tá certo B vocês tem alguma disciplina sobre adolescente adulto será na carga no curso de vocês Você sabem você sabe eu tenho visto não Ah tá depois vou perguntar th Fiquei curiosa agora vou perguntar para elas muito bom Então a gente começa agora eu já vou começar direto na imitação Eu tô emendando uma aula na outra né assim eu tô fazendo uma revisão mas eh eu não vou voltar né nas coisas que a gente já falou E
aí a gente entra na área da imitação aí eh não sei se vocês lembram na na aula passada eu mostrei o currículo né Então Eu dividi em áreas tem lá habilidade de atenção que a gente já viu e a segunda área do currículo de eh Básicas é a área de imitação a imitação é uma habilidade muito importante pra vida e dá muito poder porque Imitação é um jeito de aprender sem instrução Então se a gente pensar na nossa vida vamos vamos pensar assim um exemplo né Você nunca viajou de avião e aí você vê as
pessoas entrando numa fila o que que você faz você entra atrás das pessoas ou seja você aprende um comportamento novo sem Que alguém tenha que te contar sobre ele então a Imitação é ver o outro e fazer igual e isso dá muitas possibilidades todo mundo né na vida na rotina a gente aprende um monte de coisa vendo o outro fazer então é um recurso que favorece o desenvolvimento muito importante é um recurso que que promove aprendizagens quase que espontâneas né E além disso a imitação ela tem um aspecto importante pras crianças não falantes e pouco
falantes porque a imitação é um requisito direto De fala sem imitar é pouquíssimo provável que a criança venha falar se vocês acompanham crianças que não falam observem nessas crianças a qualidade da imitação vocês vão ver que essas crianças ou não imitam ou elas imitam muito pouco então eh a imitação é uma habilidade requisito direto e fala a gente tem seis programas de ensino aqui deixa eu rabiscar aqui ó a gente tem seis programas de ensino Deixa eu só só lembrar um Conceito aqui só para não não não deixar vocês confusos tem um negócio no currículo
Igual eu falei com vocês são cinco áreas então o título aqui ó a gente chama de área é como se fosse eh as matérias na escola né então não deixa escrever aqui com mouse é difícil mas é que é a área né Eh então o que que acontece a a segunda área é a área de da imitação as áreas são assim é como se fosse português matemática C geografia História como se fosse matérias então no currículo de imitação de de habilidade básica a gente tem eh atenção imitação linguagem receptiva linguagem expressiva e pré acadêmicos então
Nós entramos na segunda área do currículo é como se fosse a segunda matéria dentro da área a gente tem os programas de ensino que são as estratégias de ensino que a gente vai usar que são os conteúdos que é como se fosse assim vamos imaginar que aqui é matemática qual que é o conteúdo que eu Vou ensinar em matemática adição subtração multiplicação divisão Esse é o conteúdo né então quando eu falo programa de ensino eu tô falando no conteúdo que eu vou trabalhar com a criança a área como se fosse a matéria e os programas
de ensino né eles são os conteúdos a imitação é uma das maiores áreas do nosso currículo de habilidade básica Ele tem seis programas de ensino Por que que ele tem seis programas de ensino porque eu preciso deixar a Criança com autismo muito boa em imitação para aumentar a chan de fala no nosso currículo ai sumiu aqui no nosso currículo a gente tem uma identificação aqui de estrelinha para indicar se a habilidade é fácil de ser ensinada então quando a habilidade é fácil a a gente usa a estrelinha Verde então a imitação mais fácil de ser
ensinada é a imitação que a gente chama de ações com objeto ações com objeto ela é mais fácil porque Ela tem uma cara de brincadeira porque eu uso objeto Eu brinco com objeto eu faço o movimento com objeto entrego pra criança fazer igual depois a gente só tem programas difíceis então o segundo a segunda estrelinha que seria amarela é é que são as habilidades intermediárias aí eu tenho imitar movimentos motores grossos que é quando eu faço o movimento motor e a criança precisa fazer igual eh imitar movimentos grossos em pé é a mesma coisa Só
que nesse caso Obrigatoriamente o educador tem que tá em pé e a criança também e depois a gente tem os programas mais difíceis que é motor Fino que é movimento de mão e de dedo que é requisito por exemplo para matemática aqui a gente ensina as crianças a fazer as contas usando os dedos porque eh quando é muito comum ensinar as crianças a fazer contas usando material concreto só que o material concreto A criança precisa carregar o material né e com os Dedos Não não precisa carregar nada então a gente ensina as crianças com autismo
aqui a fazer as contas usando os dedos Eu tenho um artigo sobre ensino de adição e subtração depois eu eu vou mandar para vocês depois quea acabar só para vocês entenderem do que eu tô falando eh o então motor fino fono articulatório que é movimento de boca e sequência de movimento que é fazer dois movimentos então eh a gente tem deixa eu apagar Tudo aqui deixa eu ver se eu lembro como é que eu apago tudo ah agora de eh então o que que acontece a gente tem seis programas de ensino porque eu preciso deixar
a criança com autismo muito boa na imitação para aumentar a chance de fala e eu falei com vocês na aula passada que alguns programas de ensino são requisitos direto de fala não sei se vocês lembram mas eu falei que o contato visual é um requisito de fala a ação é um requisito de fala o Atendimento de instrução que nós vamos ver na próxima aula é um requisito de fala a produção de som que nós vamos ver em outra aula né na na última aula é um requisito de fala e tem uma imitação aqui que é
uma imitação diretamente relacionada à fala que é essa aqui ó fono articulatório imitação fono articulatório é imitação de movimento de boca eh eu não sei se você vocês já tiveram contato com bebês pequenos como começando a falar mas o Bebê quando ele tá começando a falar ele olha pro rosto da gente ou seja requisito contato visual e ele tem ele produz som então a gente fala e o bebê produz som quando você pega um bebê por volta de 4 meses você brinca com ele e produz som ele tende a produzir sonzinho mas ainda não é
uma imitação de som então o bebê ele olha pro seu rosto e ele produz som Quando que o bebê começa a falar de maneira mais intencional Ele olha pra sua boca e ele limita o seu Movimento de boca Então paraa fala o que que a gente precisa para falar basicamente movimento de boca e produção de som aí eu quero fazer uma observação importante e vocês já devem ter escutado sobre isso é muito comum alguns profissionais falaram falarem assim se a criança com autismo não apontar ela não vai falar apontar com dedinho né para pedir as
coisas o apontar é uma habilidade comunicativa importante mas o apontar não é requisito de fala a fala o Que que é requisito de fala a fala basicamente é constituída por movimento de boca e produção de som então quando eu falo por exemplo mala eu tô fazendo movimento né fechei minha boca para fazer o m o som do M abri minha boca para fazer o ma o l a gente sobe a língua e o a eu abro a boca de novo aí eu falo esses movimentos articulados com o som eu tenho a palavra mala então para
eu ensinar uma criança com autismo a falar eu preciso ensinar movimento fono Articulator fazendo ainda mais uma ênfase na fala em autismo muitas pessoas ainda tem a sensação que fala em autismo é um negócio mágico porque eventualmente a gente escuta histórias assim ah de um dia pro outro a criança começou a falar vou contar para vocês que não é bem assim que funciona para a maioria das crianças com autismo Elas começam a falar a partir de estimulação adequada Então para que a criança com autismo Venha falar a gente precisa estimular essa fala e a estimulação
de fala em autismo ela não é específico de uma área só nem é só o terapeuta aba e nem só o fonodiólogo Às vezes as mães Falam assim ah mas o menino tá fazendo só fono fez 5 anos de fono não fez mais nenhuma terapia aí a mãe chega no consultório e fala assim comigo Ah mas a fona era muito ruim porque ele ficou 5 anos na na fona e não falou não é porque a fona é ruim é porque a fala ela é produto de Estimulação multidisciplinar terapia aba junto com fon atividade porque assim
nós estamos falando de movimento isso é motor se a criança tem uma dificuldade de fazer movimento amplo como subir escada se pendurar né fazer eh movimentos eh dissociados de mão e de braço por exemplo a criança não vai dissociar movimento de boca e de língua então às vezes educador físico é necessário fisioterapeuta então a fala ela a gente tem que sempre lembrar disso Aó fala é produto de muita estimulação e estimulação adequada e um dos requisitos importantes é imitação fono articulatória que vocês podem ver aqui que não é uma tarefa fácil de ser ensinada porque
tá como uma estrelinha vermelha Tá certo então a gente vai passar por todos esses programas eh de ensino aqui e e eu vou explicar para vocês como é que a gente ensina pras crianças eh deixa eu apagar Aqui pronto eh a imitação o que que é imitar e E aí eu também umaas muito grande no procedimento eu ve muito erro de procedimento de imitação porque o que que é imitação na imitação você faz o movimento e a criança precis fazer o mesmo movim depois então a imitação ISO eu fa primeiro e a crian faz depois
e e a imitação gente é uma habilidade visual ou seja não é auditivo É visual que que isso significa isso significa que quando eu vou treinar a imitação o ideal é que eu não fale o que eu estou fazendo igual que tá aqui no desenho ó a mãe levanta os braços mas ela não tá falando levanta os braços ela tá falando assim faz assim ou seja a gente faz o movimento para que a criança repita o movimento porque a imitação é ver o outro e fazer igual se eu falo com a criança levanta os braços
o que pode Acontecer é que a criança vai pelo auditivo Ou seja a criança que nem tá prestando atenção em você ela tá olhando para cima você fala levanta os braços Ela nem viu o que que você tá fazendo e ela vai pelo auditivo então o ideal é que a gente faça o movimento sem falar o que a gente tá fazendo Esse é o ideal Camila tem exceções tem exceção os bebês a gente separa quando a gente faz intervenção precoce o que o que que são bebês bebês são crianças abaixo de Anos quando a gente
faz intervenção precoce a gente usa muito de brincadeira e na brincadeira às vezes é difícil você fazer o movimento e não falar então para intervenção precoce não atrapalha muito você falar e fazer mas paraas crianças gravemente comprometidas as crianças de nível de suporte três se você falar levanta os braços pode ser que ela vai pelo auditivo e não pelo visual então o ideal é que você fale coisas do tipo faz assim faz Faz igual ou agora a sua vez Tentar não falar levanta os braços bate palma tenta não falar o movimento Tá certo então esse
é um aspecto importante e sempre lembrar que a imitação é eu faço primeiro e a criança faz depois porque às vezes a criança que já tá num ritmo de terapia e ela já sabe que que vai fazer imitação ela faz o movimento antes de você fazer e aí não há imitação por exemplo nós vamos ter uma imitação que é empurrar o carrinho se você colocou colocou o carrinho na frente da Criança e ela fez antes de você não é imitação você vai ter que organizar a tarefa de novo teve um erro de procedimento aí então
é sempre lembrar Imitação é uma habilidade visual Ou seja a criança precisa me ver e fazer igual e eu faço primeiro o educador faz primeiro e a criança faz na sequência certo então é sempre lembrar dessa lógica da imitação a imitação é tão importante que ela tá distribuída aqui na na rota né Essas são todas as habilidades Só Lembrando com vocês o que que é essa figurinha que eu tô mostrando aqui essa figura que eu tô mostrando são todas as habilidades que constituem o currículo de habilidade básica lembra lá na primeira aula por que que
eu falei de terapia AB intensiva porque isso aqui tudo ó tem que caber em muitas horas de terapia por semana então isso funciona melhor quando a gente consegue fazer muitas horas de terapia por semana ah Camila Mas eu só atendo a criança uma Vez por semana como é que eu vou transformar uma hora por semana em 10 horas por semana de terapia orientando pais cuidadores eu mandei um um monte de artigo aí tem um artigo novo para mandar para vocês que saiu essa semana um artigo Eh meu com duas alunas eh do uso desse livro
em clínica escola das ciências médicas onde eu dou aula né financiado pelo SUS Então os dados são muito bonitinhos assim as mães engajadas fazendo e em atendimento De uma uma vez por semana de 50 minutos então eh e aí a gente usou o livro O Livro de habilidade básica para fazer a intervenção vou mandar para vocês também eu eu tô cheio de dívida com vocês né deixa eu anotar aqui senão eu esqueço ten que mandar o artigo mandar o link dos vídeos dessa semana e eu tô devendo uma outra coisa que era falei vou mandar
para vocês esqueci tá vendo tem que anotar daqui a pouco eu lembro o que que eu tinha que que eu tinha falado que eu Ia mandar para vocês eh então o que que acontece isso aqui tudo é o que a gente vai ensinar e a imitação aí só lembrando como é que funciona a gente começa do contato visual aí vai ensinando a criança a sentar aí o primeira imitação que a gente põe é ações com objetos e aí a gente vai colocando os programas de ensino as imitações elas estão espalhadas no nosso currículo ó Então
eu tenho imitação de ações com objeto que é mais fácil a gente começa por ela lembra Que eu falei com vocês que a gente começa do mais fácil pro mais difícil a gente começa com ações com objeto com motor Grosso fono articulatório E aí eu quero que vocês olhem uma coisa lembra que eu falei que o fono articulatório é requisito para fala a fala aparece aqui ó que nós vamos ver na na última aula que é a imitação de som e tem linguagem expressiva imitação de som é quando a criança começa a falar mas para
ela falar o que que vem antes ó Fono articulatório e produção de som que é aquilo que eu falei com vocês né aí a gente tem motor em pé motor fino e sequência de movimento Então a gente vai ensinando essas esses programas de ensino não são todos ao mesmo tempo a gente vai ensinando gradativamente começa com um depois coloca outro à medida que a criança vai aprendendo a gente vai colocando novos programas de ensino eu não vou detalhar muito a rota de ensino Igual eu falei com vocês Porque não é o objetivo dessa aula eu
não vou detalhar muito protocolo como é que registra isso eu não vou detalhar porque eu quero eh meu objetivo com vocês é ensinar vocês procedimento eu quero que vocês ensinam aprendam como ensinar as crianças a parte de protocolo e procedimento isso vocês podem consultar depois e podem inclusive usar outros Protocolos de registro se vocês quiserem Igual eu falei com vocês né o livro de habilidade básica ele ele é ele É a nossa eh referência aqui na aula Porque para mim é óbvio que é mais fácil usar o livro porque tá tudo prontinho tudo escrito lá
né mas eh o objetivo não é que vocês consigam eh ensinar essas habilidades Só se tiver o livro não é isso vocês podem Igual eu falei com vocês não precisa do livro para seguir na aula e não precisa usar os protocolos que eu tô usando mas aprender o procedimento é muito importante para que vocês consigam Aplicar nas crianças que vocês estão atendendo então eu vou focar muito mais em procedimento do que em protocolo se por acaso alguém quiser aprofundar depois a leitura né quiser aprender os protocolos os vídeos que vocês estão vendo e fazendo as
anotações tem lá no final do vídeo como é que preenche o protocolo tá por isso que eu não vou me atentar não vou gastar muito tempo da aula falando de protocolo de registro Tá bom então vamos seguir aqui e aí a gente Vai falar um pouquinho do procedimento eh procedimento de eh de imitação que que acontece eh eu vou dividir aqui ó vocês vão ver que tem três números ó nós vamos dividir o procedimento em três possibilidades a primeira Possibilidade é o sonho do terapeuta que é quando você dá instrução então vou fazer imitação que
que eu preciso me posicionar perto da criança para que a criança me veja Vocês vão ver nos vídeos que a gente olha a altura da criança o lugar que vai fazer isso tudo Eu vou explicar para vocês quando eu mostrar os vídeos de criança e a imitação consiste basicamente no educador fazer o movimento e ele não fala o que que ele tá fazendo então aqui a Educadora fala faz assim certo e eu espero que a criança faça parecido com o que eu dei o modelo por que que eu tô falando parecido não Precisa exigir perfeição
se a criança fizer algo próximo do movimento vocês podem aceitar como correto então por exemplo a gente tem o tchau né então vou sentar com a criança e vou falar assim fulaninho faz assim paraa criança dar tchau as crianças pequenas elas tendem a d tchau assim ó com a mão virada Por que que a criança dá tchau com a mão virada porque quando ela a gente dá tchau para ela o que ela vê é a palma da mão então É por isso que ela vira a mão que para ela ver a palma da mão as
crianças pequenas criança típica faz isso eles dão tchau com a mão virada se você tá treinando imitação e a sua criança você fala faz assim e a sua criança dá tchau com a mão virada Tá certo ou tá errado tá certíssimo você não vai não precisa eh ficar preso na topografia do comportamento a gente vai vai focar na função do comportamento não Na topografia Qual que é a diferença entre Função e topografia é assim vou contar uma historinha para vocês já contei para vocês que há muitos anos Sei lá acho que H 15 16 anos
eu sou professora de análise Experimental do comportamento é a disciplina que eu mais amo na vida na graduação é análise Experimental do comportamento e eu sou assim de professor de gradua Eu Sou professora dessa disciplina e por muitos anos eu fui conhecida como a professora dos Ratos Mas agora eu não dou aula com rato Mais o que é uma vitória agora eu dou aula eh com atores a gente faz simulação nas Ciências Médicas tem um negócio muito sensacional que é um laboratório de simulação em que a gente faz as práticas que a gente fazia com
rato só que a gente faz com humanos mas com atores né E aí a análise de comportamento virou um negócio muito interessante lá porque a gente consegue ver eh comportamentos complexos na interação com atores Mas isso é uma Outra história mas por muitos anos eh eu não sei se eu imagino que aqui na turma tenham muitos profissionais com formação em psicologia né provavelmente devem ter pessoas com outras formações mas eh essa disciplina análise Experimental do comportamento É uma disciplina da Psicologia É uma disciplina básica e é uma disciplina que tradicionalmente usava-se rato de verdade aquele
rato branquinho do olho vermelho ía a gente usava esse rato nas Práticas de análise Experimental do comportamento uma disciplina que tinha uma parte teórica e uma parte prática o que que os alunos faziam com os ratos os alunos ensinavam comportamento PR os ratos baseado nos conceitos de análise do comportamento e um dos comportamentos que os alunos ensinavam pros ratos e e fazendo parêntese eu dei aula com rato de verdade por muitos anos acho que eu dei aula com rato de verdade sei lá por uns 7 anos e era muito legal gostava Muito mas aí depois
mudaram os critérios éticos aí não podia o rato de verdade aí fomos pro rato virtual rato virual muito ruim a gente trocou agora pra simulação com atores no nesse laboratório que as Ciências Médicas tem mas aí com rato era assim os alunos tinham que ensinar compo pro rato e um dos comportamentos que os alunos tinham que ensinar pro rato era o comportamento de pressionar Barra ou para ganhar comida ou para ganhar água Dependendo da caixa que a gente usava eu trabalhei com as duas caixas então o objetivo era ensinar o rato a pressionar barra para
ganhar água por exemplo E aí quando eu explicava o aluno ó vocês vão colocar o rato na caixa vocês vão modelar assim assim assado e o Rato precisa aprender a pressionar a barra esse é o nosso objetivo o rato precisa aprender a pressionar a barra e aí os meus alunos me perguntavam assim professor o rato precisa pressionar a Barra com uma pata ou com duas aí eu respondi pros alunos assim do jeito que ele quiser fazendo pirueta com a orelha com rabo com o que ele quiser porque assim qual que é o seu objetivo o
seu objetivo é que o rato pressione a barra ou seja qual é a função do comportamento a função é pressionar a barra se ele pressiona com uma pata ou com duas tanto faz então isso é função do comportamento topografia é quando eu olho a cara do comportamento tipo assim só vai Pressionar a barra com uma pata isso é topografia não é isso que nós estamos trabalhando com as crianças com autio não é precisão de movimento nós estamos trabalhando função então não gastem o tempo de vocês arrumando a mão do menino menino dá tchau direito não
não é isso se a sua criança se você fala com a criança faz assim a criança só levanta a mão gente isso é tchau é a aproximação por que que eu tô falando isso porque é muito comum alguns terapeutas ficarem Meses treinando arrumar a mão da criança para dar tchau que não faz o menor sentido Tá certo então a gente aceita como correto qualquer aproximação então aqui se eu levantei os braços os dois braços e a criança levantou um eu aceito como correto tá tudo bem ela ent entendeu a lógica ela está fazendo mais ou
menos o que eu tô pedindo mais ou menos tá ótimo não precisa exigir a perfeição do movimento Tá bom então isso é um ponto Importante então assim se eu faço um movimento e a criança faz na sequência sem a minha ajuda eu vou marcar que ela fez bonitinho ela fez e aqui a gente no nosso modelo a gente marcar para quando a criança faz sem ajuda aí eu tenho um protocolo Zinho aqui é um desenho aqui e aí tem um xizinho no a aqui ou seja que a criança fez ajuda esse é o sem ajuda
esse é o sonho do terapeuta né eu eu dou modelo e a criança faz bonitinho sem a minha Ajuda mas pode acontecer eh da criança não conseguir fazer e se a criança não consegue fazer então eu dei o modelo né Igual tá aqui no desenho ó eu falo faz assim aí a criança não faz posso dar outra chance para ela pode porque às vezes a criança tá distraída aí você pede de novo Faz assim a criança não conseguiu fazer você você achou que ela não vai fazer mesmo a gente vai entrar com procedimento de ajuda
que tipo de procedimento de ajuda que a Gente geralmente usa na imitação a gente usa ajuda física que é quando eu encosto na criança para fazer o movimento junto com ela então eu encosto na criança ajuda a criança começa a fazer o movimento e ela faz o movimento ou seja consegui o que eu queria mas com a minha ajuda e aí a gente marca no nosso protocolo B quando a gente faz com ajuda no nosso livro de habilidade básica a gente não marca hierarquia de ajuda em análise comportamento vocês Devem ter visto ou vão ver
nas disciplinas que é muito comum a gente dividir eh em hierarquia o tipo de ajuda Por exemplo ajuda física Total ajuda física parcial dica verbal dica enfim eh a gente não faz isso aqui no livro de habilidade básica porque o nosso livro foi feito para cuidadores para qualquer pessoa né E para cuidadores e pros cuidadores identificarem se foi ajuda física Total parcial é muito difícil então o que que A gente faz a gente marca se a criança precisou de ajuda ou não e a gente vai retirando as ajudas gradativamente procedimento de ajuda o que que
é melhor a criança não fazer atividade ou fazer com ajuda melhora é sempre fazer com ajuda então ajuda é sempre muito bem-vindo mas a ajuda tem que ser com a mão leve a gente tem uma tendência a pegar forte na criança vocês vão ver nos vídeos que eu vou mostrar quando vocês Forem dar ajuda pra criança de vocês vocês eh vão pegar com a mão muito leve por qu se a gente pega com a mão pesada e vocês devem ter experiência de fazer isso com com com Algumas crianças tem criança que é assim você senta
tá para fazer imitação com ela do bater palma por exemplo né você fala fulaninho faz assim aí sabe o que que a criança faz ela pega a mão e te dá a mão para você bater palma para ela por que que a criança te Dá a mão e por que que ela não faz o movimento porque ela aprendeu que ela tem que te pedir ajuda Por que que ela aprendeu porque provavelmente Quando você foi ensinar você pegou muito forte na mão e quando a gente pega na mão da criança muito forte eu faço o movimento
e a criança não tem iniciativa nenhuma então toda vez que vocês forem da Ajuda física vocês vão pegar com a mão leve e essa mão de vocês de ajuda tem que ir saindo gradativamente vocês tem que Retirar ajuda gradativamente certo então ajuda é sempre muito bem-vinda mas a ajuda ela precisa ser retirada gradativamente porque senão a criança ela vai começar a fazer atividade só com ajuda e aí fica aquela criança folgada né que é a criança que pede ajuda e não faz nada sozinho essa a a essa questão da ajuda ela é tão importante a
retirada da ajuda é um processo tão importante que eu eh eu vou contar para vocês uma história de quando eu era estagiária né O que que aconteceu eh eu eu comecei Igual eu falei com vocês trabalho com autismo H 24 anos né e eu comecei numa escola especial e eu fui a t de um rapazinho muito grave ele tinha eh síndrome de dal autismo tinha histórico de síndrome de de West que é que é convulsão de difícil controle ele não enxergava direito ele enxergava muito pouco e ele tinha uma frouxidão ligamentar que ele não andava
direito ou seja um caso muito muito grave e como Ele não enxergava direito a e ele não falava a comunicação alternativa não não não dava para fazer comunicação alternativa por figura porque ele não enxergava então o que que eh O que que a gente fazia de comunicação a gente fazia comunicação por gesto a a comunicação por gesto eh tem um um eh na na história da análise comportamento aplicada né da da da terapia AB intensiva Quem inventou a terapia AB intensiva foi o lovas Né o lovaz é um pesquisador da da análise de Comportamento que
inventou o que a gente chama hoje de terapia aba intensiva e o lovas tinha um terapeuta que trabalhava com ele que chamava Bon Schafer e o shefer inventou uma comunicação por uso de gesto então a gente usava com esse menino a comunicação que o shefer tinha inventado e essa e eu era ante Ou seja eu tava lá sei lá no segundo ano do curso de psicologia quando eu comecei a a acompanhar esse rapazinho e eu ia na casa dele três a quatro vezes na semana Para fazer atividade com ele e uma das atividades era ensinar
comunicação alternativa por gesto e o gesto que a gente estava ensinando para ele era o gesto de pão e o gesto de pão era assim era ele precisava aprender a passar uma mão sobre a outra como se tivesse como se essa mão fosse o pão e isso aqui fosse uma faca Então esse era o gesto para pão Então como é que eu fazia Eu cortava o o pão pequenininho pedaço pequeno para ele não saciar colocava o Pão na frente dele eu sentava na frente dele e perguntava para ele o que você quer e aí ele
esticava a mão eu dava apoio no cotovelo e eu ajudava ele a fazer o movimento isso gente ó ficamos aí um ano de terapia todo dia que eu ia na casa dele eu botava o pão ele chicava o cotovelo eu dava ajuda física Total um ano fazendo assim e eu pensando esse menino não aprende esse menino não aprende aí eu fui para uma palestra de análise de comportamento e aí a Professora que tava dando a palestra ela falou assim procedimento de ajuda é muito importante mas você precisa retirar a ajuda porque se você não retirar
ajuda a criança não tira ajuda sozinha e aí eu fui para casa pensando fui pra casa desse menino pensando que talvez esse menino não tivesse aprendendo porque eu tava dando ajuda demais aí montei tudo bonitinho parti o pão bonitinho botei no no prato na frente dele igual a gente fazia toda Sessão ele esticou o cotovelo para eu dar ajuda eu não dei ajuda e sabe o que que o menino fez um movimento sozinho tinha um ano que eu tava ensinando o comportamento o pedido de pão por gesto para esse menino e eh e o menino
não fazia sozinho por quê Porque eu não tava retirando a ajuda no primeiro dia que eu tirei a ajuda ele fez sozinho ou seja um erro de procedimento esse menino podia ter aprendido esse gesto de de pão há muito tempo e a diferença foi tão Evidente para mim porque assim a gente só só podia ensinar um gesto novo depois que ele aprendesse o primeiro que foi o pão aí como ele aprendeu a fazer o pão ele tava fazendo bonitinho a gente entrou com o gesto de biscoito que era um movimento aqui no queixo então a
gente falava com ele assim biscoito que esse era um movimento para pedir biscoito a gente falava para ele ele fazia um movimento em uma semana o menino Aprendeu o gesto de biscoito Ou Seja eu levei um ano para ensinar pão pro menino e quando eu aprendi a administrar ajuda eu levei uma semana para levar para ensinar o gesto novo para ele ou seja procedimento de ajuda é muito importante é necessário quando a criança não faz mas o profissional é responsável pela retirada da ajuda porque se a gente não tirar ajuda vai acontecer isso você tá
trabalhando imitação por exemplo do bater palma a criança vai te dar a mão Para você bater palma para ela certo então é muito importante que vocês fiquem atentos a procedimento de ajuda e vão retirando as ajudas gradativamente né então é eh aqui a gente tem uma situação de procedimento de ajuda e algumas vezes você não vai ter sucesso nem com ajuda aí eh que é o que a gente chama de ser aqui no nosso protocolo que é quando a criança não faz de jeito nenhum eh quando a criança não fizer de jeito nenhum a gente
sempre vai pensar o Que que deu errado no procedimento eu sempre falo com com os terapeutas né e com os cuidadores que a e b é muito bom c é tragédia Total tragédia total é quando a criança não faz de jeito nenhum quando a criança não faz de jeito nenhum é Muito provavelmente o procedimento tá muito difícil aí você tem que pensar numa maneira de simplificar o procedimento para essa criança ou a instrução que você tá dando Ou procedimento de ajuda Ou reforçador eh a consequência não tá motivadora ou seja não é reforçadora né então
isso tudo a gente tem que que avaliar tá bom eh vou só mostrar aqui os protocolos que a gente US só carinha deles igual falei com vocês não vão aprofundar a gente organiza em protocolo de papel ainda mas a gente tá e trabalhando no aplicativo pra gente não ter que usar papel essa é uma tendência né assim ninguém merece ficar fazendo registro papel aqui na Clínica a gente tem uma quantidade de papel assim armazenada arquivada infinita que é um negócio absurdo e a gente tá fazendo a transição para aplicativo mas a gente ainda usa aqui
o do habilidade básica em papel e deixa eu passar aqui um pouquinho a gente tem a lista dos dos dos movimentos que eu vou mostrar para vocês depois vou passar aqui aqui um exemplo de protocolo para vocês verem deixa eu passar deixa eu ver se eu Tenho um protocolo preenchido aqui tem um exemplo de protocolo preenchido e o nosso critério de aprendizagem é sempre 3 dias de 100% de acerto a gente vai fazer sempre quatro tentativas de cada movimento a gente escolhe quatro movimentos e faz quatro tentativas tem exceção nos bebês nos bebês a gente
faz menos tentativa esse negócio da quantidade de tentativa a gente precisa ajustar muito pelo Perfil do nosso da nossa criança quando a gente tem crianças extremamente graves é melhor você fazer menos tentativas e com a qualidade maior do que ficar fazendo muitas tentativas acho que a gente até falou muito falou sobre isso na aula passada a gente tem uma cultura de ficar repetindo né de fazer muitas tentativas E aí Vocês precisam observar o seguinte quando que a tentativa está eh muito qu Quando que a quantidade de tentativa está além do que a criança dá Conta
quando você começa a fazer e ela faz a primeira tranquila a segunda tentativa ela faz bem depois ela começa a cair o desempenho quando ela começa a cair o desempenho depois de ter um desempenho bom ela tá indicando para vocês que o desempenho está caindo porque ela tá cansada então a gente precisa diminuir e número de tentativa então não vou entrar muito em detalhe dessas coisas mas isso é uma coisa importante da gente avaliar a quantidade De tentativa né Outra coisa importante é a manutenção nós vimos na aula passada a manutenção do contato visual eh
o contato visual a gente faz um ano de manutenção nas nas nas imitações também Segue o a mesma coisa que a gente viu na aula passada de manutenção começa fazendo toda semana depois uma vez por semana depois A cada 15 dias depois uma vez por mês né então sempre em períodos de três em três o maior erro que eu vejo Em programas de terapia aba é a manutenção Às vezes a é a clínica os profissionais ensinam lindamente a criança com autismo aprende mas não faz manutenção aí ela perde então todo o trabalho que você teve
se você não faz a manutenção a criança perde porque o difícil não é ensinar as crianças com autismo as crianças com autismo quando a gente pega o jeito né de ensiná-las elas vão bem rapidinho O difícil é manter aquilo que você ensinou porque elas Perdem com muita facilidade também então é muito importante eh ter critério de aprendizagem certinho e os critérios de manutenção também aqui é um exemplo de um protocolo de manutenção para vocês verem como é que a gente aqui é uma manutenção diária ainda tá vendo ó e como é que o esse rapazinho
aqui ele vai mantendo vai Fazendo a manutenção eh todos os dias só para pra gente lembrar eu não vou entrar em detalhes da manutenção Porque a gente já viu né Eh eu vou falar agora dos programas de ensino eu vou começar falando acho que eu vou mostrar primeiro algum algumas coisas importantes da não vou falar um pouco do do dos programas e depois eu falo dos vídeos eh nós vamos começar falando do dos programas na na sequência que eles estão no no currículo então o primeiro programa que eu vou falar com vocês é o motor
Eh Grosso eh deixa eu ver aqui eu vou mostrar não vou mostrar os vídeos acho que vai ser vai ficar mais fácil então vamos nós vamos precisar parar a gravação Marcos vou começar com os vídeos acho que vai ser mais legal o vídeo é sempre mais motivador deixa eu tirar aqui a apresentação