[Música] Olá turma tudo bem Sou a professora Andreia Pereira de Araújo e estamos aqui juntos com a disciplina didáticas fundamentos e suas Tecnologias bom antes de começar vou fazer a minha autodescrição e vocês vão ouvir isso sempre todas as vezes que a gente começar as nossas aulas Então eu tenho cabelos longos pretos e já tá um pouquinho grisalho nas pontas dos meus cabelos ele é um pouquinho mulado mas ele é liso eu tenho os traços dos povos indígenas meus olhos são castanho escuros eu tô usando uma blusa preta por baixo e aci uma uma outra
blusa listrada de rosa com laranjado bom feita a minha autodescrição Vamos iniciar agora a nossa aula propriamente dita bom gente como eu já falei né Eu sou a professora Andreia Estamos aqui com a disciplina fundamentos e suas Tecnologias e hoje estamos aqui juntos para conversar né na realização da nossa web aula 1 eh e a gente vai est aqui conversando sobre a primeira unidade da nossa disciplina que trata da teoria da didática e a gente vai est trazendo a primeira temática dessa unidade que é a história da didática e o que que a gente vai
estar conversando hoje bom o objetivo é refletir sobre a retrospectiva histórica da didática e sua contribuição na formação do do educador é importante levar em consideração que o contexto de transformação da sociedade não é apenas a sala de aula e a escola encontra-se além dos muros das instituições de ensino entretanto articular o trabalho em sala de aula com transformação social é fundamental para eliciar o processo de renovação da educação então é importante a gente fazer esse olhar para o passado para a história da didática pra gente poder refletir o caminho que essa didática percorreu até
chegar aos momentos atuais e a gente ter esse olhar para esse momento atual refletir sobre esse momento atual e e refletir no sentido de que o que a gente viveu no passado pode contribuir paraas nossas posturas no momento atual na educação Será que eu mudo alguma coisa será que eu continuo fazendo o que era feito há três séculos atrás Será que mudou muito a nossa prática enfim é um momento de reflexão então quando a gente eh analisa a história é é é importante a gente tá pensando sobre isso né sobre essa reflexão do que aconteceu
e do e do que e como que a gente olha o momento atual e Analisa esse momento atual sobretudo em relação à nossa postura enquanto professores enquanto educadores E aí eh dando início né a nossa conversa histórica a gente vai lá pro século X onde Muitos historiadores da educação eh trazem como o início da didática por quê porque eh teve um Marco histórico que foi a escrita de um livro chamado didática Magna e Esse livro foi escrito por um eh estudioso chamado comenos e o que que ele trazia nesse livro ele trazia que é preciso
ensinar tudo a todos e o a escrita dele estava muito volado para o pensamento escatológico e também trazia uma relação muito profunda com a racionalidade e a eficiência e aí a gente precisa analisar um pouquinho como é que tava a sociedade nesse momento né então a gente não pode pegar esse livro isoladamente essa escrita isoladamente essa escrita ela ela surge no momento histórico né numa sociedade numa Cultura eh numa sociedade economicamente falando então a gente precisa analisar todos esses pontos pra gente refletir como que isso eh acaba reverberando na educação ainda mais pro início de
um processo de educação coletiva né Então nesse momento histórico do século 17 eh a nova classe dos burgueses com antes apesar de ter um controle do mundo da produção não Detinha um poder político que era algo que eles almejavam né então eles tinham o controle da desse desse processo de produção né desse processo econômico eh mas não tinha o poder político tinha um poder econômico né E aí as monarquias absolutistas que out trola proporcionaram grandes lucros à burguesia comercial tornam-se um entrave ao Progresso da burguesia Então se antes burguesia e monarquia tinha um certo acordo
que favoreceu a burguesia agora no século X isso já não acontecia como antes e aí por isso que a burguesia queria ter uma projeção maior e falando politicamente E aí nesse momento é político histórico cultural que estava vivendo a sociedade do século 17 comenos escreve a didática Magna que expressa as duas principais características do seu pensamento eh a didática nasce então na transição do século X né que tá acontecendo esse processo econômico muito profundo nessas mudanças essa movimentação Econômica essas turbulências econômicas né Eh época em que a burguesia atuava como uma classe emergente Né tava
ali né emergent mas já almejando outros voos né grandes voos E aí e eh tinha uma forte preocupação com uma reforma da fé cristã né então o comenos era muito ligado a essa questão Cristã então seus escritos dialogava muito com a Igreja Católica e a influência do mundo moderno então o o comenos ele traz essas duas principais características né Essa sua relação com a Igreja Católica e ao mesmo tempo eh olhando paraas mudanças do mundo moderno que tava surgindo com o surgimento das ciências naturais modernas né com novos estudos e a burguesia abandonou a fundamentação
teológica da didática Magna né porque o o o a didática magna de Comenius traz esses dois pontos né essa relação com a igreja católica muito forte mas ao mesmo tempo eh olhando para essas mudanças que estavam surgindo das ciências naturais modernas eh só que a burguesia quando se apropria dos estudos de comenos eles pegam só um lado né eles não se aprofundam na fundamentação teológica da didática máquina né eles pegam só o outro ponto a burguesia se apropriou dos procedimentos didático metodológicos da didática Magna para atingir suas finalidades né que é também essa questão da
racionalidade muito forte e dessa questão da eficiência então quando o Comenius escreve a sua didática magde ele traz esses princípios muito fortes para sua escrita a questão da racionalidade e da eficiência e a burguesia se apropria disso então Esse é o panorama do século X quando muitos estudiosos da educação historiadores da educação eh trazem como início eh do surgimento da didática né onde nasce a didática esses momentos de refletir sobre eh uma educação né para um grupo de pessoas não é mais uma uma educação individualizada que acontece dentro de casa com uma pessoa Duas né
mas uma educação mais Ampla E aí passando para o século XVI a gente tem um roussea eh e ele traz eh além de outros escritos O Emílio ou da educação que é uma escrita já mais mais voltada mesmo paraa educação e ele e se difere muito dos escritos do Comenius né então no século XI a burguesia já atuava como uma classe revolucionária né no século X como uma classe emergente e aqui como uma classe revolucionária que tava querendo mudanças de uma forma mais consistente E aí eh o rousse ele traz uma crítica A didática magna
de Comenius que era adaptada à ideologia burguesa eh traz uma críticas às relações sociais e culturais focada numa educação individualista então Eh quando Comenius traz uma eh essa questão de ensinar tudo a todos né o Rousseau ele já vem falando mais de focar o olhar para a individualidade eh e superação das relações corrompidas pois a natureza do homem é boa então o que que o Rousseau fala que o homem Ele já nasce puro ele ele nasce bom e a natureza do homem é uma natureza boa mas no convívio em sociedade ele vai se corrompendo então
era preciso pensar uma educação em que eh esse processo de de de em que o homem se corrompe pudesse ser eh abolido né E que o homem pudesse aflorar a sua natureza boa então era essa sua perspectiva do Rousseau falando de forma assim bem simples e as reflexões de Rousseau contrastam radicalmente do Iluminismo que tava né surgindo nesse período sendo classificada como romântica então assim era uma visão muito romântica desse homem desses dessa sua natureza humana né dessas desse lado bom do ser humano que se corrompe meio à sociedade que isso se contrastava com que
tava surgindo no momento que era o iluminismo e a aí caminhando para o século XIX né a gente tem aí que foi quando se consolidou o moto de de produção capitalista com grandes empresas fabris a burguesia se deparou com a tarefa de se instalar nos aparelhos do Estado né então antes a burguesia tinha esse diálogo com a monarquia agora era né se envolver na política mesmo aí nos aparelhos do estado e a burguesia necessitava de uma pedagogia científica porque estava preocupada em preparar a elite para o avanço científico né então com esse olhar muito para
quem tinha condições para investir na sua educação e se preparar para esse esse momento histórico de avanço da ciência que tava acontecendo no momento e aí Herba eh traz né um a a pedagogia como ciência que tem como fundamento a ética e a psicologia e ele traz também eh a moralidade que é conquistada por meio da Educação do caráter né então assim traz muito forte essa coisa da qualidade né da educação desse caráter na educação eh o ensino devia percorrer as etapas né de preparação apresentação fazer associações generalizar e aplicar o conhecimento eh a expansão
da escola pública é pseudo democrática pois excluía os interesses das classes populares como eu falei anteriormente né a burguesia tava interessada numa educação que privilegiasse as elites porque era para preparar essa Elite para esse momento novo que tava emergindo aí de de de de consolidação do capitalismo das da da da das grandes empresas Fabriz né então a burguesia tinha esse interesse eh Então como Começam a surgir algumas poucas escolas públicas com alguns projetos sociais e elas eram pseudo democráticas porque na realidade essas escolas que estavam surgindo era mais numa perspectiva de tratar da moralidade dessas
pessoas e ensinar conhecimentos elementares bem rudimentares mesmo né porque os grandes conhecimentos que estavam emergindo no momento era pra elite pra escola da Elite e e no final do século os filhos dos trabalhadores que recebiam saber mínimo eh passado por meio da da metodologia de Herba avançavam ameaçavam a burguesia dominante Olha só mesmo essa classe né dos trabalhadores tendo acesso a uma educação pública muito M limitada nem todo mundo tinha acesso né porque Eram poucas as opções e além dessas poucas opções de péssima qualidade e com uma educação muito elementar e mesmo assim essa educação
para a classe dos Trabalhadores já representava uma ameaça para a burguesia dominante da época pois almejavam chegar ao ensino no secundário e até a universidade então a a classe trabalhadora né tendo acesso a essa educação percebendo né onde que eles poderiam ir com acesso a essa educação almejavam algo mais Eles não queriam ficar só ali naquela educação elementar eles queriam avançar pro Ensino secundário e até Universitário alguns pensavam né nesse sentido e isso representava uma ameaça para a burguesia E aí já no século XX a gente tem aí é o surgimento da escola nova com
John dewer né e alguns movimentos eh que eu vou compartilhar aqui com vocês agora né então um movimento que acusava a escola tradicional de ineficiente não científica e medieval então Então esse momento no século XX faz esse olhar para o passado né para século 1 18 19 e enxerga esse movimento como algo atrasado tradicional que era ineficiente não científico e ainda muito voltado para o período medieval e aí faz essa crítica né para essa escola que ainda e se via em pleno século XX Então mas mesmo assim [Música] eh fazendo esse olhar para o passado
e fazendo essa análise de de que a escola precisava melhorar eh apontava essas questões mas não tocava na questão da revolução e na luta de classes né então era algo muito pontual para dentro dentro da escola para eh os conhecimentos eh sem fazer uma análise uma reflexão desse conhecimento para além dos muros da escola e tentava ser científica né adotando o procedimento de laboratórios em que tinha uma atividade apresentava um problema com análise de dados levantando hipótese e fazendo experimentação então era essa metodologia muito presente nesse momento da escola nova eh Então essa Associação de
um método de pesquisa para um método didático e eh exercia muito esse direito de fala do aluno trazia isso né que era uma coisa que se diferenciava da dos séculos anterior porque nos séculos anteriores era o professor que detinha um saber e que era o transmissor desse saber e que os alunos estavam ali para receber esse saber né E aqui no século XX com Escola Nova já traz uma perspectiva de que é preciso ouvir o aluno então põe o aluno como centro do processo educativo né Eh dentro dos muros da escola mas mesmo assim sem
refletir na sociedade então uma coisa muito pontual dentro da escola então um exercício de escuta e um exercício de fala de desenvolvimento da fala desse estudante mas muito voltada ali para dentro dos muros da escola sem uma reflexão mais Ampla E aí eh trazendo essa análise né do século desde o século 1 até chegar no século XX a gente vem voltando o olhar agora especificamente para o sistema educacional no Brasil e a didática né como isso se reflete em relação à didática Então como que era didática no Brasil colônia era um sistema educacional que vinha
dos Jesuítas é muito ligado a igreja católica com um processo de repetição e ação muito presente e com Recompensas castigos e submissão Então os estudantes eles tinham que se submeter ao professor a as demais os demais eh profissionais que atuavam ali dentro daquela escola e nesse processo né do Brasil colônia a gente tinha ainda a a língua Nativa né a língua materna e essa língua materna ela foi ignorada Porque a Igreja Católica junto com a coroa portuguesa queria colonizar os povos que aqui moravam e queriam fazer essa colonização também por meio da língua né trazendo
a língua portuguesa e trazendo também o latim que era uma coisa completamente distante dos povos que estavam aqui então havia essa essa essa distância né não tinha esse reconhecimento da língua materna esse respeito à língua materna já a a didática no império e na primeira república eh a igreja continuou no controle das instituições de ensino produzindo a ideologia de da classe dominante que no caso né a Igreja Católica eh esse momento de transição ali da da da da coroa portuguesa e dos Comerciantes da burguesia que começava a emergir aqui nesse no território brasileiro eh e
troca esse momento também de troca do trabalho escravo pelos imigrantes então a gente vê aí o final né da da escravidão no país e e traz Endo os imigrantes para o país então é esse momento que a gente se depara né em relação ao império e a primeira república e a didática após a Primeira Guerra Mundial Eh aí já no século XX eh na década de 1920 começou a surgir o movimento da escola nova que eu falei para vocês anteriormente que foi um movimento que fazia uma crítica as os processos educativos anteriores né que era
muito tradicional com centralidade ou no conteúdo ou no professor e que aí a escola nova traz uma centralidade para o estudante com esse direito de fala o exercício de fala e de escuta né priorizando esse estudante o saber desse estudante e um processo de urbanização que se intensificou com o Êxodo da população rural para os centros urbanos então a gente também tava vivendo essa realidade e a construção da concepção de didática aqui no nosso país propriamente falando né então na década de 1930 a 1960 a gente vê aí o surgimento do Ministério da Educação e
da saúde pública adota o ensino superior e organiza a primeira Universidade brasileira surge o ensino profissionalizante Então são esses movimentos que Começam a surgir ao longo desses 30 anos e aí a didática e o golpe militar a gente tem um golpe militar de 1964 e aí Traz uma questão de um controle repressão e autoritarismo muito forte uma tendência ao tecnicismo né que se reflete na educação uma educação mais tecnicista e continua essa visão de individualidade atividade experimentação acrescida de produtividade que o tecnicismo trazia Então se é escola nova trazia essa questão de olhar né para
a individualidade do estudante de tá realizando atividades realizando experimentações se acresce a isso no tecnicismo essa questão da produtividade muito forte da eficiência da racionalização E operacionalização então esse contexto que a gente vê dentro do nosso país ao longo dos anos e aí a gente tem uma fase Fênix né da didática né que é como se fosse a morte e o renascimento dessa didática nosso país então na década de 1980 fim é o fim da ditadura militar e é um momento que tava tendo uma inflação muito alta um desemprego muito alto com dívida externa né
com fundo monetário internacional FMI E aí esse FMI ele ele por conta dessa dívida externa muito alta tinha um controle né de como que seria a saúde educação no país então a educação era muito controlada por esses órgãos externos ao país Então é isso que a gente percebe na década de 1980 E aí a gente tem uma crise da didática né esse momento de crise então eh começa-se a discutir esse compromisso político e competência técnica eh que não se contrapõe eh pois devem se articular na prática pedagógica dos professores que compreendem que a educação não
deve estar centradas no Professor ou no aluno e sim na formação do homem e em sua realização na sociedade então a partir da década de 1980 vem questionando essa essa didática que veio presente ao longo dos anos né que hora se voltar Ava muito para o professor ora muito para o estudante ora muito para o conhecimento em si e não pensando no conjunto de tudo isso em prol da formação desse homem analisando essa sociedade né então surgem essas novas reflexões acerca da didática E aí quais são as perspectivas atuais né acerca da didática né então
a didática tem uma importante contribuição a dar em função de esclarecer o papel sociopolítico da educação da escola e Mais especificamente do ensino e da aprendizagem de acordo com os pressupostos de uma pedagogia transformadora é o de ir além dos métodos e técnicas procurando associar escola e sociedade teoria e prática conteúdo e forma técnico político ensino pesquisa professor aluno então trazendo essa unidade não eh dividindo fragmentando como era vista até o momento mas nas perspectivas atuais trazendo uma unicidade né Entre esses pontos e refletindo sobre a sociedade algo que até o momento não acontecia né
então assim podia ter até esse olhar pra individualidade singularidade do Estudante ouv O estudante como aconteceu na escola nova mas era um processo muito focado dentro da escola e que não refletia a sociedade que não eh provocava uma reflexão mais aprofundada em relação à transformação social a luta de classes a essas questões não eram provocadas essas discussões dentro da escola e aí nesse momento Começam a surgir essas questões para além do muro da escola né E aí um grande Marco que a gente tem é a lei de diretrizes e bases 9394 de 1966 que ela
traz muito forte essa questão da autonomia da escola na definição da proposta pedagógica e um compromisso com as aprendizagens dos alunos sem perder de vista esse olhar pra sociedade pra cultura pra história pra política para todas essas outras questões que vão além do conhecimento em si isolado e aí a didática deve ampliar a a visão do professor quanto as perspectivas didático-pedagógica mais coerentes com a nossa realidade Educacional então é provocando o professor a olhar para si olhar para o seu estudante e olhar pra escola a comunidade e essa essa realidade mais Global né não ficar
ali naquele mundinho isolado e a forma de ensinar precisa estar articulada com a prática social que está diante de um aluno real que possum história de vida e que é sujeito desse processo então olhar para esse estudante como alguém que traz conhecimento já que tem uma história de vida que está inserido num grupo social que tem uma cultura e que é sujeito no seu próprio processo educativo e que ocorra esse diálogo né entre professor e aluno de forma igualitária sem uma está acima e outra abaixo né mas colocando ali juntos no mesmo patamar com respeito
e caminhando juntos e aí nas próximas décadas exigirá mudanças nos paradigmas convencionais de ensino então a gente precisa est refletindo sobre isso se não passada a gente tinha uma educação mais tradicional mais tecnicista mais focada paraa razão mais focada pra eficiência pra moralidade ora com com autoritarismo do professor ora trazendo uma perspectiva muito voltada pro estudante mas isolado da sociedade hoje a gente precisa ampliar o nosso campo de visão e mudar né as esses paradigmas convencionais de ensino estar aberto às mudanças desenvolver uma prática reflexiva com envolvimento crítico e com identidade respeitando essa identidade tanto
do professor como dos estudantes da escola da comunidade de uma forma mais Ampla participar ativamente da construção execução e avaliação do projeto político pedagógico é essencial isso precisa acontecer e eu vou reforçar aqui participar ativamente da construção execução e avaliação do projeto político pedagógico orientar a prática de acordo com as características da comunidade avaliar e aprender e compreender o panorama social do nosso país saber lidar com as desigualdades sociais então quando a gente for analisar né o nosso caminho enquanto profissionais de Educação na Escola Atual com os estudantes atuais no tempo atual que a gente
vive na realidade atual que a gente vive a gente precisa tá atento a todas essas questões e aí O professor precisa aceitar seu aluno não só como pessoa e sim como pessoa inteira capaz também de ensinar então o professor ele precisa perceber está aberto a ouvir esse estudante dialogar com esse estudante trocar ideias com esse estudante e se colocar também nesse lugar de quem aprende com esse estudante perceber a inteireza que existe em meio a esse ser que é esse estudante E aí a concepção de educação transformadora deve ser entendida essencialmente como uma situação na
qual tanto os professores Como os alunos devem ser os que aprendem ambos aprendem devem ser os sujeitos do processo Educacional mesmo sendo diferentes Isto é tanto professores Como os alunos sejam agentes críticos na construção do seu saber então no momento atual a didática que a gente quer é uma didática que olha paraa educação como um processo de transformação do ser humano e é isso que cada professor cada estudante podem estar juntos caminhando e sendo sujeitos desse processo de transformação E aí eu compartilho aqui com vocês as referências que aqui no caso é referência básica didática
magna de Bruno Taranto Malheiros e eu finalizo aqui a nossa conversa né convidando vocês a realizar as leituras aí está também né tanto a leitura básica como a leitura complementar e refletindo sobre isso se você já atua na educação de fazer esse olhar para si né Será que eu sou muito tradicional será que eu ainda desenvolvimento desenvolvo um processo muito de autoritarismo que eu sou o centro desse processo Será que eu dou muita abertura pros pros estudantes olho muito eles e acabo me negando nesse processo Porque o processo é dos dois né professor e alunos
juntos com esse saber em meio a Essa sociedade é tudo isso junto né não são coisas distintas fragmentadas isoladas como era até bem pouco tempo atrás nos séculos anteriores quando surgiu né a didática a educação de uma forma mais ampla falando né então a gente eu convido vocês a olhar para si e pensar como é que é isso Você já trabalha na educação Como que você se enxerga no no seu processo histórico enquanto educador né Eh e se você ainda não atua na educação Como que você pensa o seu fazer pedagógico quando você for desenvolver
o seu trabalho né Fica aí essa essa provocação para vocês e eu me encerro por aqui agradeço aí o nosso momentos de reflexão sobre a história da didática e em breve a gente se encontra pra gente tá ampliando essa nossa discussão um abraço para vocês e até breve