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Aula 1

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48317,804 Parole89m readGrade 8
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Instituto Virtudes
Ó, obviamente muito feliz de vocês estarem aqui, a gente trocar essa ideia sobre virtologia, porque eh só de vocês estarem aqui já é incrível, né? Já é incrível que mais pessoas estarem dispostos a ter uma nova ideia. É incrível, sem resistência. Ou seja, vamos pode até discordar, mas de o que o que é insuportável é pessoas que não conhecem nada, não se aprofundar, não se aprofundaram em nada. E não querem saber de algo novo e ficam lá se defendendo com o velho. Pronto, essa daí eu nem escuto, desculpa, isso aí não dá, isso aí não
dá para escutar, entendeu? Agora fui lá, me aprofundei, testei e não gostei. Ó, estamos junto, tá tudo certo. Isso, isso tá, isso tudo bem. Agora, então, só de vocês estarem aqui já são pessoas dispostas a Eu vou eu vou conhecer algo novo extraordinário. Parabéns a todos estarem aqui. Eu vou, obviamente, é um curso de Eh 5 meses, né? Um livro muito extenso, tá? Mas eu vou tentar falar no máximo de todas as teorias, tá? A ideia é vocês saírem com todas as dúvidas afinadinhas, tá? Sabe como a gente funciona? A gente não vai sair daqui
enquanto a gente não esgotar as dúvidas, tudo bem? Tá? Então, obviamente, eu vou aqui decorrer os alguns temas principais, tá? Do que são os os eixos principais da teoria da da virtologia no final, inclusive, ou até mesmo aqui no no meio, quando eu falar De alguma teoria, se quiser trazer casos reais, tá? Olha, eu tô com paciente nessa situação assim, assim, assado, por favor, traga, tá? que eu dou supervisão à análise do caso aqui ao vivo aqui agora, tudo bem? Que que é essa que é a coisa mais real e poderosa que a gente pode
fazer é ir pro pau no gato mesmo, entendeu? Em vez de ficar só na conversa, não, pode trazer caso real que eu explico tintim por tintim da onde que vem, como que é a estrutura no cérebro, Como que toda a teoria para chegar no seu caso, tá? Então não se preocupem, tragam mesmo. Quem aqui nunca ouviu nem falar de virtologia, a maioria, né? A maioria nunca nem falar de virtologia. Da onde nasceu esse trem, né? Da onde da onde que veio a virtologia? Não chamava virtologia não. Eu fui psicanalista por 25 anos, né? Eu sempre
tive o Instituto de Psicanálise, formei aí mais de 1500 psicanalistas, sempre fui um psicanalista, psicanalista mesmo ali, Né? Eh, eh, Freud, a bandeira do Freud, do Jung, do Lacan, a galera toda, né? Mas eu sempre, eu não, nunca nunca nunca fui o cara que nunca olhou pro bevorismo. Eh, sempre estudei humanismo, sempre estudei muita filosofia e e nunca consegui discordar do jeito que nunca consegui brigar do jeito que o beivorismo briga com a psicanálise, a psicanálise briga com o bevorismo. Quando eu fui estudar neurociência, as coisas eh se ligaram muito, muita coisa Fechou. Então, que
eu fui fazer, né, na prática? Eu peguei todas as teorias, óbvio, do Freud, eh, do Lacan, do Jung, do Eric, todo mundo, né, do Erk From, todo mundo. E fui entender como que elas funcionavam na prática, no cérebro. Será que é uma, como o beivorismo diz: "Ah, pera aí, a psicanálise é um surto psicótico". Não, cara, calma, calma. É possível, dá resultado para muita gente, né? Pera aí, adiantou a vida de muita gente, não é assim, né? E o psicanalista Fica batendo no berbur que bobagem. Tem, gente, tem muito pensador maravilhoso e nenhum pensador, nem
a virtologia vai conseguir trazer a coisa mais completa do planeta. Não vai. E se Deus quiser, vai vir alguém que vai defrontar a virtologia lá na frente e vai adiantar mais a vida. Ótimo. É assim que o desenvolvimento da ciência humana tem que fazer. Cada pensador vem e adianta mais a a a brincadeira, pelo amor de Deus, né? Então, não dá paraa gente Ficar, não dá para dizer que uma pessoa trouxe tudo, tudo, entendeu? Isso é uma bobagem. Isso é uma bobagem. E tudo bem. E que uma pessoa é inerrável, que ela não errou em
nenhuma teoria. Uma bobagem. Tudo bem. Nem eu não tenho essa pretensão. E como não cobro isso dos autores que eu sou também apaixonado, que que são todos? Quais são os atores que você gosta? Todos. Todos. Muita gente incrível passou pelo mundo, tá? Então vamos lá. Então, há 15 anos atrás, a gente começou a fazer um estudo muito grande sobre eh a gente tava fazendo um estudo no Instituto Multidisciplinar, tinha um grupo de teólogos, eh, de filósofos. E, eh, esse grupo a gente caiu numa questão lá do super do Freud, né? E você, pô, tipo, mas
o supergo não tem algo de bom nesse super? O que que é esse controle, esse juízo crítico do ego e esse super ego, será que tudo é uma castração mesmo? Mas será que o ser Humano não precisa ser castrado mesmo, né? Ou será que se ele deixar o ID solto? Aí a gente vê hoje aí em dia, hoje em dia, né? a brincando lá com a com a ideia da do aparelho psíquico do Freud. Vamos queimar o semprçar público, vamos acabar com super ego, vamos pra casa de swing, vamos. É beleza. Super ego pro saco.
Eu não construí um ego forte. Que que saiu? O ID. sai para fora aí. Então, o cara tá em pé achando que é um saguin, entendeu? Simples assim. Por que que o cara acha que é um saguim? Que que é é um é um cachorro? Por quê? Porque ele não construiu um ego forte. Matou o superego e e obviamente sai lá um transtorno. Tem um transtorno de uma imagem. Obviamente ele vai trazer a algo, né, diferente ali que não vai bater com um ego forte. Tá bom? Nesses estudos sobre o supergo, a gente foi juntando,
a gente foi fazendo estudos sobre as religiões, né? Será as Religiões elas são castradoras ou elas são organizadoras, elas são orientadoras, elas orientam ou castram, né? E aí você vai ver cada pensador falar de uma forma dessas dessas das religiões, né? A religião, tem tem filósofo, tem psicanalista que não quer nem falar de religião, que a religião ela é feita por um homem, que ela castrou e que ela ela ela ela desvirtua. Bom, em resumo, a gente foi fazer um estudo muito mais Estatístico do do será que tem todas em todas as religiões do mundo,
será que tem algo que elas concordam? Em resumo, vou resumir aqui porque eh eu quero adiantar bastante o assunto do inconsciente boleano. Eh, tem 33 pontos em comum que a gente encontrou, tá, em 5.000 religiões. Então, a gente estudou, ficou 10 anos, mais de 10 anos estudando essas religiões. Fizemos uma pancada de grupo, tá? com várias religiões, com o o o o chefe das igrejas católicas no Haiti, Barrai. Eh, meu, foi uma foi um negócio louco. Bom, tudo bem, encontramos 33 pontos em comum eh de todas as religiões. Isso já é só até aí já
é um estudo muito legal, entender que tem 33 pontos em comum em todas as religiões, OK? Tá? Obviamente vamos entender isso, como funciona isso no cérebro. Obviamente o neocórtex, o lobo frontal é o responsável por todos esses esses pontos, né? Você não vai encontrar um ponto de perdão no tronco cerebral, Você não vai encontrar o responsável eh pela brandura no sistema límbico, tá ok? Você não vai encontrar, são todos, ou seja, vencendo esses instintos primitivos, vencendo exatamente esse emocional que é o lobo frontal. Então, a gente entendeu uma metodologia que como construir mais caminhos neurais
no lobo frontal, ou seja, para controlar o nosso primitivismo. Daí a coisa começou a andar e começou a se afastar da psicanálise. Foi aí que eu, como Psicanalista, comecei a, opa, pera aí. E aí eu, muita gente brigava comigo, né? Porque eu falava, falava de de de psicanálise, psicanálise das virtudes. O pessoal, professor, isso daí não é psicanálise não. Aí você tá falando da construção da personalidade. Falei exatamente. Tô falando da construção da personalidade, da construção do caráter, da identidade, tá falando de caminhos neurais. Falei: "Então isso não é psicanálise e eu tenho que concordar.
Isso não é psicanálise mesmo, tá? Por mais que eu fui psicanalista por tantos anos, tive o Instituto de Psicanálise por muitos anos, virtologia não é psicanálise, tudo bem? Ah, virtologia não é psicanálise. A virtologia discorda da psicanálise em algumas coisas sim, em outras completamente não, tá? E a gente vai entender, vou falar todos esses pontos aqui que é tão importante, tá? Então, ah, a gente entende mecanismos de defesa. Claro, obviamente eu peguei, a Gente foi entender neurologicamente como eles funcionam e o cérebro realmente faz todos aqueles mecanismos. Então, Freud, você tava certo, transferência acontece desse
jeito no cérebro, acontece. Freud, você tava certo, entendeu? Acontece toda uma sequência emocional, né? Quem aqui conhece a sequência emocional do Freud? Aliás, quem não conhece, né? Porque eu dou aula, sempre que eu dou palestra em mestrado, doutorado, o pessoal não conhece a sequência emocional do Freud. É incrível e é a base fundamental de toda a psicanálise fordi quem quem conhece aí que não é nem meu aluno, né? Quem sabe aí o que que é a a sequência emocional do Freud, ó. Sequência emocional do Freud, tá? Isso tá em oito livros do Freud, tá? Primeiro,
desejo. Desejo não realizado, frustração. Frustração, hostilidade, cai no ódio. O ódio entra em ação, ele vai ser, ele tá no estado de ódio. Ele vai entrar no estado de ódio, colocar em ação. Ele vai Paraa destruição. Destruição, culpa, autossabotagem, reparação. Quando você entende esta sequência, você lê toda a obra do Freud e o Freud dizia isso, verbalizava, está toda a minha obra, está na sequência emocional. Tá, Psicanalista que não entender a sequência emocional, ele tá repetindo um monte de coisa que não sabe nem tá repetindo. É fundamento, gente. Temos que ser brilhantes nos fundamentos. E
é ponto, entendeu? Se nós vir um papagaio Repetindo coisa, entendeu? Ah, não dá, não dá, não dá. Então, sequência emocional, a gente concorda com o Freud, a virtologia concorda? Claro, óbvio que a gente concorda com o Freud, a gente vai entender, porque neurologicamente é esta a resposta que o cérebro dá. Sim. Então, a gente abraça. Ó, que coisa fácil. Certo? Se dentro da neurologia e dentro da neurociência a gente consegue abraçar a teoria, se ela tem a mesma lógica, ela ela tá na Virtologia, entendeu? Então sim, tem a transferência, sim, tem o mecanismo de defesa,
sim, a gente tem a falta, tem o desejo, sim a gente vai ter tudo isso, sim. Entendeu? Só que a gente vai, é que algum é maior barato, alguns termos da virtologia, algumas lógicas dos caminhos neurais faz com que os dois surtem, né? Por exemplo, condicionamento inconsciente. Condicionamento não é do bevorismo. Inconsciente não é da psicanálise. Não, pera, isso não pode Existir, né? Como assim condicionamento inconsciente? É claro que tem. A gente vai ter sim uma forma de um condicionamento mais inconsciente e a gente tem uma forma de um condicionamento mais consciente. É claro, é
um caminho neural. caceta, tem um caminho neural aqui, a gente vai ser condicionado naquele caminho neural e a gente, enquanto de indivíduos mais primitivos, mais instintivos, eu vou usar aquele caminho neural sem nenhuma Consciência do que eu tô fazendo. Indivíduos com mais consciência fala: "Cacete, ele vai ter consciência daquele condicionamento, ele vai ter clareza e ele sabe, caramba, sempre que eu faço isso, eu acabo fazendo isso. Sempre que eu vou para X, eu acabo fazendo Y." porque sabe que é um condicionamento, mas ele tem esta clareza porque ele está com outro estágio, com outra estrutura
neurológica. Então é uma coisa importantíssima de se entender na Virtologia, tá? Cada caminho neural, cada microrede neural que a gente monta no cérebro, a gente muda a estrutura neurológica, tudo bem? A gente vai mudando. Então assim, a gente tem estruturas diferentes, cada um aqui tem uma estrutura diferente. Tudo bem? Isso é fácil. Isso não é eu que tô dizendo, a neurologia. diz isso, a neurociência diz isso, tudo bem, a gente não tá inventando roda, não, tá? Então a gente tem várias, a gente vai tem alteração Nas estruturas mesmo cerebrais, tá? Cada estrutura, então eu posso
dizer que uma é mais evoluída que a outra. Não vão cair no lado espiritual, não, tá? É evoluído. Quer dizer, ele é um cérebro mais preparado, mais competente para lidar com angústia, com sofrimento, com dor, com perda, ok? É mais brando, é mais paciente, OK? ele tem mais aceitação, ele tem mais competência de lidar com essas questões, tem outros não. Então, conforme ele é mais Competente, tem mais estruturas, mais desenvolvido, eu altero essa estrutura, eu vou trocando de faixa, tudo bem? E aí é o ponto, cada faixa de evolução tem uma estrutura diferente e cada
estrutura diferente é mais ou menos inconsciente, é mais ou menos evoluído. Então ele tem o inclusive o grupo de necessidades, que são 53 necessidades humanas, ele vai alterando por fa indivíduo que tem um cérebro de estrutura mais primitiva, ele necessita mais de sexo, por exemplo. Claro. Tá? Alguém que tem uma estrutura neurológica mais desenvolvida, ele vai necessitar, por exemplo, de mais introspecção. Você vai ver a galera necessitando meditar, por exemplo, entrar em oração, estados mais introspectivos. Então você não vai ver, a gente trabalha com cadeia, a gente trabalha com penitenciária, né? Eu não vejo o
o meu pessoal lá da da penitenciária falando: "Caramba, eu não meditei essa semana, tava me fazendo uma Falta. Você não vê esse cara falando isso, entendeu? Você não vê. Por que que você não vê? Porque ainda ele não chegou nesse estágio de necessidade ainda. Ai, nossa, eu queria, queria viver um propósito. Não, você que vai querer viver um é uma necessidade humana viver um propósito. Mas para quem? Para alguém que chegou nesse estágio. Você não vai encontrar o indivíduo primitivo com necessidade de viver um propósito, entendeu? Ele ainda tá nas sensações, Ele ainda tá na
diversão, na masturbação, entendeu? ele tá no contato físico, nas relações, ou seja, ele ainda tá num grupo de necessidades que não tá ainda nesse estágio. Então, a gente vai alterando grupos de necessidades conforme as fachas de evolução. Entenderam que a faixa de evolução, né? Não tô falando de espiritualidade, vocês entenderam, né? São estruturas neurológicas, tá? Bom, pode missionalizar aí se não entendeu, tá? Então, essa estrutura menos evoluída, ou seja, menos desenvolvida, vai ter necessidades mais primitivas. Fácil, não é fácil de entender isso? E aí, com esse entendimento, olha a loucura, olha a loucura, tá? Como
é que eu vou pegar o indivíduo que tá no estágio primitivo, mas ele tem a necessidade de ser aprovado socialmente? Não tem? Algum paciente de vocês aqui não tem necessidade de ser aprovado, de ser aceito por grupos? Alguém? Não. Isso é o Instinto mais básico do ser humano, não é? Ser aceito em grupos. É, é, é o, é a linha de comando número um do cérebro. Em grupo eu sobrevivo. É muito importante entender isso. Em grupo eu sobrevivo. É, é a linha de comando número um que o que o tronco cerebral tem. Isso é muito
importante entender, tá? E exatamente por essa linha de comando, as maiores dores da vida, quais são? O abandono, a rejeição e a solidão. Tem algo mais doloroso que isso? Os Pacientes de vocês não recebem exatamente isso o quanto vocês escutam sobre rejeição, abandono, solidão no consultório. Foi rejeitado pelo meu pai, fui abandonado pela minha mãe, eu eu tô sozinho. A fuga disso e todos os mecanismos que se faz de angústia, de dor, de sofrimento em relação a essas coisas. Por quê? Porque tem uma linha de comando. Em grupo eu sobrevivo. Se eu não tiver, então
em grupo eu. Sensação de morte. Nossa, ficar sozinho ficou Sensação de morte. sensação de morte por causa de do tronco cerebral, tudo bem? O tronco cerebral com o sistema lío tem essa mensagem e ele vai mandar: "Olha, se você tiver sozinho, você morre, tudo bem?" Não é verdade? Então, uma só que uma estrutura neurológica primitiva vai ter esta percepção e vai funcionar dessa forma, entender? A partir desse funcionamento mais primitivo, ele vai ter buscas e escolhas, movimentos na vida a partir dessa estrutura. Isso é Muito importante entender. Então, como é que eu pego? Então, já
entendemos que são estruturas diferentes e ao mesmo tempo essa estrutura mais primitiva, ela tem uma necessidade de aprovação e aceitação dos grupos, não tem? Aí vem a galera grate luz, vamos meditar, vamos abraçar uma árvore, vamos parar de comer carne. E eu falo: "Legal para caralho." Só que esse indivíduo não chegou neurologicamente nesse estágio. E aí que que acontece? Uma violência. Entendam Que assim, não tá errado parar de comer carne, abraçar a árvore e meditar. Pelo contrário, pelo contrário, este indivíduo chegou nesse estágio com essa necessidade? Não. Se ele não chegou, vai faltar combustível. Entenda
aqui, as 53 necessidades, elas geram neurotransmissores. Ela não pode nem tá mais e nem tá menos. Então, imagina aqui, vai, ó, de 0 a 10, vamos colocar assim para entender, ela tem que tá numa escala entre 4 e 7. Tudo bem. Então, ah, A gente precisa de sexo, eh, por afeto. Precisa, beleza. A gente precisa receber afeto dentro do sexo. Precisa. Ah, precisa de, eh, diversão, precisa, precisa. Por exemplo, uma bem clássica, né, que o próprio Maslon traz estética, organização e limpeza. É uma necessidade humana organização e limpeza? Necessidade humana. Então, quem aqui já mudou,
entrou na sua casa, a sua casa tá uma zona ou é uma enchente, a sua a sua casa tá toda cheia de barro, você Consegue falar: "Ah, beleza, você consegue". Quem aqui já mudou de casa e aquelas caixas tudo, você não sabe onde tá nem uma camisa sua, você não fica atormentado. Por quê? Porque é uma necessidade humana, o mínimo de ordem estética, beleza. Tudo bem? Tá? Porque a gente gosta de coisas bonitas. Porque olha, uma xícara qualquer um copo de café ou uma xícara mais bonitinha. Por que isso agrada os olhos? Porque esse senso
estético é uma necessidade humana. Simples de entender isso. Tudo bem? Tá? No livro a gente descreve com mais detal, muitos detalhes, toda a parte neurológica disso, do porquê. é uma necessidade humana, tá? Dá 53 necessidades. Cada vez que eu não tenho nada abaixo desse quatro, eu vou ter uma falta daquela necessidade. Esta falta, assim como a fome, não vai trazer um efeito colateral dessa falta? Vai. Então, independência, a liberdade são necessidades humanas. São, se eu tiro isso de você, não vai fazer uma falta, não vai dar uma merda na sua vida, você não vai ter
um efeito neurológico relação a isso. Ponto, vai. E se eu exagerar disso? E se for acima de sete, por exemplo, pegar a organização de limpeza, vai acima de sete, aonde que eu tô? No toque. Transtorno obsessivo e compulsivo. Então, as necessidades quando elas são atendidas numa média, elas geram os neurotransmissores que o seu cérebro tá Pedindo. Tudo bem? Quando falta, vai te dar um efeito lateral, tá? Vai te dar o efeito dessa falta. Quando você tá numa obsessão por essa necessidade, vai te dar um transporte. Só essa, só isso daqui vai explicar uma cacetada de
coisa dos pacientes de vocês, que a gente vai nomeando, eh, um monte de neurose, que não tem nada de neurose, entendeu? Imagina um indivíduo que não recebe, ó, estamos falando de neurotransmissores e nós estamos falando de necessidades Humanas. Imagina que esse indivíduo não tem diversão, não tem liberdade, ele não tem independência, ele não tem afeto, ele vou tirar um monte de de necessidade dele. Como é que tá o tanque, o tanque de combustível de de neurotransmissores dele não tá lá no chão? Aí ele chega lá na reunião de trabalho, o chefe dá uma uma bronca
nele ali, ele cai, cai no de cair. Aí vai lá pro vai pro psicanalista, o psicanalista fala: "Não, a transferência paterna que você tem com O seu chefe e paterna rai". Você tá doido, não. Você tá birule da cabeça. Vai chamar eu de transferência paterna, tá doido? Olha, avalia pelo antes, tem que avaliar antes como é que tá as 53 necessidades desse indivíduo antes de ficar chamando urubu de macaco, entendeu? Então, é responsável, é profissional a gente fazer uma medição das 53 necessidades antes, que estágio que esse indivíduo tá para entender a estrutura neurológica dele
e como que Ele tá atendendo esse grupo de necessidades. Pronto, vou equalizar isso, aí eu vou ver o que sobra, aí eu vou, aí eu vou para neurose. Não é simples o que eu acabei de falar, não é? Não é simples. Entendam, gente? A gente aplica isso há muitos e muitos anos e a gente vê que muita coisa que a gente vai lá chamar de neurose tem neurose. Não é que eu não tô falando que não é não a neurose não existe, pelo contrário, neurose existe, mas tem coisa que a Gente fica nomeando o inominável
que é simplesmente uma falta simplesmente de neurotransmissores. É o seu cérebro tá desequilibrado quimicamente, tá? O cérebro é química, eletricidade, química, eletricidade, neurônio, sinápapse. Neurônio, sinápape. Um é químico, outro é elétrico. A gente tem que entender isso. E essa a coisa tem que tá equilibrada, tudo bem? Ah, eu vou ler rapidamente aqui, então para vocês entenderem os grupos de necessidade, tá? Grupo um, obviamente, sobrevivência. Ah, ele acompanha um pensamento de Maslon, que é uma escala. Claro, a gente vai resolvendo aqui e vai resolvendo aqui. Tudo bem? Um diferente do Maslon, a gente precisa resolver esse
para começar a resolver esse? Não. Só que as intensidades, obviamente a minha estrutura tá mais primitiva. A intensidade que eu vou ter vai ser das da do grupo um. He? É fácil entender. Professor, mas eu tô no Estágio de evolução lá no eu tô na na faixa quatro lá na lá na na consciência parcial. Então quer dizer que eu deixo de ter essas necessidades de lá do grupo um, dois e três? Não, não deixa. Só que a intensidade delas diminui. Tudo bem? Tá, elas vão ser diminuídas, mas você não vai, você não vai pegar lá
a Madre Teresa de Calcutá e ela não tem necessidade de diversão, de masturbação. Só que vai a necessidade ela consegue controlar porque tá desse tamanhinho Aqui. Tudo bem? Porque a estrutura neurológica dela já está preparada, já está de outra forma. Tá ok? Então, ou seja, você percebe que muda tudo, né? Por isso que eu falei lá no começo, dá para chamar de psicanálise? Não, não dá. fugiu, mas fugiu bem longe da do que é psicanálise. Tudo bem? Tá. Então vamos lá, vou falar os grupos, tá? Então, necessidade primitiva, grupo um, sobrevivência, importância. Essa necessidade de
ter importância para Participar do grupo, ser aceito e aprovado é das coisas mais primitivas, necessidades humanas. segurança, proteção ao grupo, sexo fisiológico, masturbação, competição e realizar desejos. Aí muitos estão com pau na cabeça, mas como é que é desejo? Mas desejo não é eh diferente de necessidade. Algumas outras teorias pensavam assim e eu tô dizendo, tá errado, tá? É, que nego metido. Não, não se relaxa. Eu sou, eu sou mais Despojado, só isso, né? Eu sou mais bocuto, só isso, tá? Eh, eh, a gente pode discordar tranquilamente, mas entenda o seguinte, é uma necessidade humana
realizar desejo. Por que que realizar desejo é uma necessidade humana? Porque o desejo, não tô aqui falando nenhuma novidade para vocês, vem da onde? Da onde que vem o desejo? Aí vem da falta. Não vem da falta. Falta gera desejo. O que que é desejo? O movimento para cobrir a falta. Simples Assim. Tudo bem? Vai ter umas variáveis entre Freud e Lacan. a grande falta, a falta que vem do primeiro vem de satisfação, ou seja, vai ter variáveis entre autores, mas desejo vem de falta. Difícil isso. Quando a gente coloca a falta para a neurociência,
para a neurologia, ela é tida no cérebro como uma ameaça, ok? Então, eu sofri um abandono, eu sofri uma exclusão, meu pai não me reconheceu, não ganhei parabéns, eu sofri um trauma, foi lá e fez a Falta. Ó lá com a falta, contou? Esta falta é sentida no meu cérebro como ameaça. Essa ameaça tem que ser resolvida. Esse movimento que o desejo faz é para resolver essa falta. Então é um instinto primitivo, é de sobrevivência. Entendam o que tá dentro da sobrevivência, tudo bem? Que é o grande guarda-chuva desse grupo, tá? Então sim, realizar desejos,
sim estar dentro do grupo um de sobrevivência. Tudo bem? Que é é, ou seja, quer dizer Que deseja primitivo? Sim, desejo extremamente primitivo. E também não é o que tô dizendo. O Freud já falava isso, todo mundo falava. Então não entende isso que desejo é um uma coisa extremamente primitiva. Bom, grupo dois, controle, né? Temos que ter controle sobre os outros, sobre as coisas, sobre mim mesmo, sobre o universo. Ah, por que que eu tenho que ter controle? Porque obviamente eu acho que se eu controlar tudo, eu não sofro. Angústia, dor, sofrimento. Eu acho que
eu vou conter isso, tudo bem? E aí dá vários transtornos de personalidade em volta só desse controle, tudo bem? Então eu acho que eu vou poder controlar. Não controla fico doido, não é? Mas a gente tem esse necessidade, é uma necessidade humana controlar. Tudo bem? Então, controle, pertencimento, fuga da realidade. Caramba, fuga da realidade é uma necessidade humana. É primitiva. Podia Que tá no grupo dois. Grupo dois é da sensação, são sensações. Então, se eu tenho uma sensação ruim, se eu tenho ali um desejo não atendido, um trauma, se eu tenho uma uma estrutura ainda
primitiva, como é que eu lido com dor, com abandono e com tudo mais? Eu vou encher minha cara de cachaça, eu vou usar a droga, tá? Eu vou entrar no videogame para jogar 20 horas. Eu vou fugir. Eu vou ficar no celular 20 horas porque eu vou fugir da realidade. Porque eu não tenho Estrutura, eu não tenho competência para lidar com aquela dor. Se eu não tenho estrutura para lidar com a dor, qual que é uma necessidade humana? Foge da dor. Como? Fugindo da realidade. Então, uma necessidade humana é tudo bem, conforto, afeto físico, afeto,
né? Sexo por afeto, sexo fantasia. É, fantasia é uma necessidade humana. Se você der sexo para alguém só fisiologicamente, transa goza, transa gozosa, transagosa, essa pessoa tá satisfeita? Não, ela precisa Colocar uma roupa, se vestir de enfermeiro, de bombeiro. Precisa. Por quê? Porque aí tá lá como realizar uma pulsão. Eu preciso realizar aquela pulsão dentro uma necessidade humana. Então, tem que realizar. Enquanto no grupo ainda primitivo, né? Enquanto nesse grupo primitivo, há a necessidade dessa realização. Sair de casa, diversão, limpeza e higiene, sentir emoções, gratificação, possuir objetos, relacionamento amoroso, estética, Beleza, ordem, simetria, música e
atividade física. Então, todos dentro do grupo da sensação. Tudo bem? Aí aquela estrutura muda, a gente evolui mais um pouco, altera essa estrutura neurológica e vai pro grupo três. Grupo três já é o necessidade de desenvolvimento. A pessoa, enquanto isso, ela ainda não tinha uma necessidade de se desenvolver. Agora ela entra nesse grupo e aí eu vou conhecimento e compreensão, autoestima, afeto por palavras, liberdade, Individualidade, identidade, tranquilidade, paz, relacionamento familiar. Relacionamento social, relacionamento com amizades íntimas, conquistar coisas, exploração, busca por novidades, resolver conflitos internos, seu espaço, o seu canto, o seu ambiente, eh, autodesenvolvimento. Grupo
quatro, grupo de reconexão, criatividade, viver todas as fases da vida, lidar com a morte, autorrealização, conexão com a natureza E animais. introspecção, o grupo cinco, ou seja, já tô lá em cima, já tô tô passando da consciência parcial, eu tô com a estrutura, ou seja, já resolvi essas, já tô com uma estrutura mais evoluída e aí eu vou chegar no grupo cinco. Autranscendência, unidade com o todo, plenitude e completude, caridade, self, vivenciar esse eu profundo e propósito. São todas necessidades humanas, mas muito importante entender, cada um tá Num grupo, numa estrutura neurológica diferente. Tudo bem?
Por isso não dá para pegar o cara lá de baixo e falar: "Não, você tem que parar de comer carne, você tem que parar de balada, você tem que parar de beber, você tem que agora só meditar, vai dar certo?" Não, você tá ferrando todo o combustível, todo neurotransmissores dele, entendeu? vai dar pau e aí ele vai virar vai virar sintoma em outros lugares. Tem que respeitar cada estágio de cada um. Não Existe o certo, existe o certo para cada estágio. Aí o rolê é outro. Perceberam? Quando a gente entende em que estágio tá o
cérebro dele, qual a estrutura neurológica dele, a gente entende o que vai fazer bem, o que já tá uma pessoa que já tá na evolução lá em cima, mas ainda não conseguiu parar de beber, ainda tá muito fixado no sexo, ainda esse cara tá evitando a evolução dele, tá? Então, para alguns mais primitivos é combustível, para outros tá evitando uma Evolução, entendeu? Que depende de que estágio esse cara tá, muda tudo, certo? Então sim, virtologia vai olhar para estruturas neurológicas, OK? E essas estruturas a gente sempre vai olhar pro grupo de necessidades. Qual a segunda
coisa que a virtologia vai olhar? Primeiro, vou até corrigir primeiro, as faixas de evolução. Vocês entenderam, né? A primeira coisa que a gente vai olhar é aonde esse cara tá aqui, ó. Tudo bem? Entendi onde esse cara tá. Entendo Que ele é mais atemporal, mais temporal. ele é mais inconsciente, mais consciente, ok? Ele é mais primitivo, ele é mais evoluído, ele tá com clareza, não tá? E que grupo de necessidade ele tá? Ou seja, muda tudo. Então, na por isso que eh muitos pacientes vão paraa psicanálise e eles ainda estão num estágio ainda muito primitivo
e aí eles estão ainda onde? No fazer, no palpável. E aí o psicanalista vai refletir sobre isso, fica falando de filosofia. Eu Quero Eli se dá bem com o TCC. E outro ao contrário também, o cara lá ele já é mental, ele tá mais no plano mental porque ele já evoluiu, o cérebro dele já está nesse plano mais de pensador, de sentir. E o cara lá, que que você pode fazer de diferente nisso? Que exercício você vai fazer? O cara fala: "Ah, que merda, o cara até não entende, ele tá na reflexão, entendeu? Então, as
terapias podem estar todas muito mais eficazes Depende do estágio de evolução do cara". Entenderam? Cinco, os cinco grupos de necessidades? Então, na virtuologia, a gente vai olhar para quê? Faixas de evolução, grupos de necessidades e a formação da personalidade. Esse é um ponto fundamental para entender a virtologia. É para lá que a gente vai olhar. Aqui eu descrevo no no livro um estudo que eu fiquei muitos e muitos anos para desenvolver, que são cada grupo de cada fase de vida. A gente a Cada fase de vida, isso que nos alertou foi vários autores, né? O
Abler, foram vários, Eric, Ericson, principalmente Eric Ericon, ou seja, cada fase de vida a gente tem um conflito a resolver, a gente tem uma experiência a viver. E resolvendo aquela experiência, vivendo aquela experiência, resolvendo aquele conflito, a gente constrói caráter que compõe personalidade. Tudo bem? Importantíssimo entender estrutura de personalidade. Que que é uma Personalidade? Qual que é, como que se monta uma personalidade? Quais são as pecinhas da personalidade? Aí, quem sabe pode falar de qualquer autor aqui, tem vergonha, né, pessoal? Pô, não vou abrir o áudio aqui. O pessoal tem vergonha, né? Normal também. Vocês
vão se sortando. Personalidade. Personalidade ela é construída com primeiro caráter, tá? Caráter, temperamento, OK? O temperamento ele é herdado, o caráter é aprendido, tá? Isso Nem é a virtologia que tá dizendo. A própria, o bevorismo é que nos deu isso, essa lógica e eles estão certo. Isso que ele deixar doido, né? Pô, você tá falando que o brirevorista tá certo, tá falando que a psicanal tava certo. Isso é virtologia, a gente entender que essas coisas se unem. Sim. OK. Tá. Então, sim, temperamento dado, todo mundo conhece ali, o sanguíneo, né? O colérico, não tem o
temperamento. A gente fala que é o tempero. A gente Brinca que é o tempero, né? É da pessoa. O temperamento muda. A gente pode alterar temperamento. Alguém consegue alterar temperamento? Não, isso nem é o que tô falando, isso é toda o reivorismo. A genteente não altera temperamento, tudo bem? Tá, você não vai lá e altera, eu sou colérico, agora eu sou um sanguíneo. Você não, isso não existe, tudo bem? Tá. Porém, o que que a virtologia traz? Conforme a sua faixa de evolução, o temperamento me Domina. Conforme a sua faixa de evolução foi subindo, eu
domino o temperamento. Ah, então eu sou uma pessoa sanguínea. Ah, eu sou colérico. Ah, eu sou melancólico. Então, o G não pode olhar feio para mim que eu tô, ah, por que que você olhou feio comigo? Por que que você foi olhar assim para mim enquanto eu tô numa estrutura mais primitiva? Esse temperamento vem me domina, entendeu? Eu vou aumentando essa Estrutura, eu domino esse temperamento. Tudo bem? Mas no final das contas, eu vou deixar de ser um melancólico? Não vou. Tudo bem, é importante entender isso. Porém, eu diminuo a carga que ele tem sobre
a minha personalidade. Tudo bem? Isso é importante entender. Agora, caráter. Caráter é aprendido. Qual que é a estrutura do caráter? Quem lembra aí? Berrevorismo também. Vamos lá. Cadê os psicólogos de plantão? Estrutura do caráter. Primeiro, atitude. OK. Aí o Ambiente, o meio vai responder essa atitude. Pode ser pai, pode ser mãe, pode ser o chefe, ou seja, pode ser o ambiente mesmo, pode ser o sol, qualquer coisa que aquele ambiente responda à aquela atitude, tudo bem? E aí essa resposta à atitude eu vou reforçar, modificar ou inibir. Esse reforçar, modificar ou inibir vai gerar prazer
ou desprazer. Uma resposta positiva para o cérebro ou uma negativa. Tudo bem? Se for positiva, vai direto para caráter. Se for desprazer, negativa, o cérebro entende como uma ameaça, não entende? dor, bronca, briga, qualquer, ele vai entender como, olha isso, eu não vou passar por aqui. E aí ele vai para mecanismo de defesa. Ele vai alterar aquela atitude primeira, tá? E vai montar o que o H nos dizia sobre couraça de caráter. Que que é uma couraça de caráter? Bem simples, de uma forma bem simples aqui. É o comportamento defensivo que não vem do meu
eu Profundo, que não é eu, mas eu monto para não sofrer mais aquela dor. OK? Ahã. Mãe, olha, eu quebrei o vaso. A mãe vai lá ficar doida, dar a surra no moleque. Que que o cérebro acabou de aprender? Olha, eu fui lá, falei a verdade, porque ela não tá, ela não tá modificando ou inibindo o fato de quebrar vaso, que é um acidente, tá? Que que ele que que inibiu? O fato de falar a verdade. Aí vai lá. Ele entendeu que, pô, verdade é igual a dor, uma bronco, Uma surra. Que que o cérebro
acabou de entender? É uma gente, entenda o negócio de uma vez por todas. Não se esqueçam, isso é coisa, uma das coisas mais importantes. O cérebro é matemático, é matemática pura. Se você não encontrar uma lógica estrutural matemática, não, não entenda isso. Fala, pera, não entendi ainda ou não tá certo. É matemático. O inconsciente. O aqui a gente chama inconsciente boleano. Que que é boleano de boil? Matemática, que é Binário. Tudo bem? Prazer despra prazer. Prazer despra prazer. Eu vou correr para um lado ou vou correr pro outro. Tudo bem? vai formar caráter ou formar
couraça de caráter. Tudo bem? Essa couraça de caráter vai também compor personalidade? Vai. Ó, um exemplo muito simples, tá? Sempre que eu dava a minha opinião, meu pai muito arrogante, muito controlador, muito mala, ele sempre surtava e falava e me dava um sermão e acabava brigando. Eu não podia dar uma Opinião que o pai surtava e a mãe também. Até que o indivíduo faz o quê? Não fala. O cérebro acabou de aprender o quê? Quando ele não fala, o pai não surta e não dá briga. Que que o cérebro acabou de aprender? Cada vez que
eu fico quieto e não coloco minha opinião, prazer, não é desprazer. Este comportamento é a curaça de caráter? É um comportamento defensivo para evitar dor. É, vai compor personalidade. E se eu tiver muita couraça de caráter, que Que eu tenho na personalidade? Que que acaba acontecendo com uma personalidade que tem muita couraça? Transtorno de personalidade. O que que é um transtorno de personalidade? Um excesso de couraça de caráter. É um exagero de personalidade, de defesa dentro de uma personalidade. Difícil o transtorno? Não entenderam o transtorno? Transtorno é isso aí. Cada cada um tem uma matemática,
né? A o nargesis tem uma matemática, o toque tem uma matemática. Cada um tem uma matemática, mas no grosso, entendam, é esse caminho lá da atitude, da construção do caráter. Por isso que a gente tem que dominar na unha, gente. Não pode decorar. Olha isso. Um alerta para todo mundo. Não decorem sintoma de transtorno. Ah, olha o buterline, ele tem isso, isso, isso, isso, isso, isso. Eu vou fazer isso. Você decorou, pegou o DSM e decorou. O que você tem que manjar, dominar é todas as estruturas lá do começo, entendeu? Pera aí. Eu, como é
que monta esse transtorno? Eu tenho que entender a matemática lá do começo da construção do caráter, da personalidade, da identidade, da virtude. Quando eu entender essa estrutura que monta uma personalidade e eu sei aonde transtorna, eu sei onde mexer nesse transtorno. Tudo bem, ó? Não é difícil entender isso também. A gente não pode ser decoreba, não. O brasileiro tem uma mania de, né, de de dar um jeitinho, fazer uma coisa Mais curta, mais rápida e não dá certo. E não dá certo, tá? A gente tem que dominar os fundamentos. Isso é indiscutível, tá? Então é
importante que entenda para entender transtorno de personalidade, entenda a construção do caráter. A primeira coisa. Então lá do começo, atitude, reforça, modifica, inibe. Dali sai prazer, direto paraa construção do caráter. Desprazer, mecanismo de defesa, que vai gerar uma coraça de caráter. E essa coraça de Caráter vai compor também esta personalidade. Pronto, tudo bem. Construção do caráter. A coraça, o caráter, ele é o quê? Um caminho neural, microrede neural. Aquela microrede neural tá compondo aqui no seu cérebro um caminho todo, entendeu? e ele vai passar por esse caminho e vai ter uma solução ou não. E
isso é muito importante. Então, cada comportamento que foi cada atitude que gerou um caminho, vai gerando essa couraça ou vai Gerando um caráter que vai compondo um todo desse ego, desta desse ego. E aí a gente aqui o o ponto chave aqui é o pulo do gato do negócio. Esse indivíduo não tem caráter construído, caminho neural, microrede neural. Tudo bem? Não tem construído da aceitação, aí o cachorro morre, ele é mandado embora, acontece qualquer merda que ele tem uma perda, ele não, ele tem estrutura para aceitar, não. Para onde ele vai? Pronto. Aí a gente
tem, a gente começa a ter a Neurose, tudo bem? Aí a gente vai começar a ter os recalques. Aí a gente vai pegar que que é o recalque que é do lado do Freud e que a neurologia concorda. Vou pegar uma memória que eu não tenho solução para ela, que ela é uma ameaça e eu vou ter isolamento dela. O cérebro faz esse isolamento de memória? Claro, o cérebro faz exatamente isso mesmo. Ele pega aquela memória, eu não tenho solução e isola. Tudo bem? tá como uma forma de defender. A gente vai Entender aí a
negação, a dissociação por racionais assim, vai entender um monte de mecanismo de defesa que vai entender. Eu não tenho estrutura neurológica, eu não tenho competência de lidar com esta memória, que é uma ameaça. Então, para que raios, a gente vai ficar 20 anos falando desta memória? Alguém me explica para que que a gente vai ficar lá. Então, seu pai te abandonou, a tua mãe te excluiu, tá bom? É um passo, resolve isso. Alguém resolveu, algum paciente Andou paraa frente só por descalcar uma memória. Ah, não, meu paciente melhorou, meu paciente se desenvolveu muito. Não. Então,
falando dele, ele aprendeu alguma coisa e ele montou uma estrutura neurológica de solução para aquela dor. Aí eu posso falar que ele desenvolveu. Simplesmente falar da dor e da angústia não resolve. Então, na virtologia a gente não olha para isso, não. Olha, a gente vai passar por lá, vai investigar, vai falar da Dor, a gente fica fixado lá, é lá que a gente vai ficar. Não, eu só vou lá para investigar, para mapear qual competência você não tem, que você não tá sabendo lidar com essa memória. Fui humilhado na escola. Eu ia lá pra escola
e todo mundo tinha dinheiro, eu não tinha. Eu me sentia humilhado. Sentia humilhado? Você não tem estrutura da humildade. Você não tinha estrutura, você não tem estrutura. Aí aquela arrogância toda, aquele Orgulho todo doeu. Então aquela estrutura lá que você não tinha, adianta eu ficar falando lá da dor? Não, porque agora você tem dinheiro, não, porque agora você vai lutar pelas coisas, vai mudar aquela memória. Aquela memória tá lá gravada, você pode mudar a vida do cara atual, aquela memória vai continuar lá causando sintoma. Não adianta ficar falando na dela, tá? O que que eu
tenho que montar? uma estrutura neurológica de aceitação para que o mecanismo de Solução automatizada que o cérebro tem, você não precisa provocar ele, ele é sozinho. Ele vai sozinho. Quando você tá dormindo, é 24 horas. 24 horas. Que que que vocês acham que é o sono? O sonho. O sonho não é apenas uma lembrança de algo que está recalcado, de um desejo ou de um medo. Não é apenas uma memória falando assim: "Olha, não é. É uma simulação de solução". é o cérebro tentando simular de forma simbólica, tudo bem? De forma de representações e Associações
a imagens simbólicas. Isso é isso aí mesmo. Porém, ele está simulando uma solução. Ele fica lá simulando. Que que é essa simulação? É o mecanismo automatizado de solução. Entendeu? O seu ser, você tá aqui, ó, agora nesse momento, seu cérebro tá ali. Ah, mas olha, se você tocar aqui numa dor minha, que que o cérebro vai fazer? Eu tenho solução para isso. Eu sei lidar com isso. Ele vai achar uma rede neural, um caminho neural. Se não tiver, aí que dá O pulo do gato. E quando ele não encontra uma solução, uma rede neural de
solução a essa memória de dor, que que vai acontecer? Aí vai vir tronco cerebral, sistema límbico, dizendo como é que instintivamente eu protejo isso. E aí que vem os mecanismos automáticos. Que que são mecanismos automáticos? Mecanismo de defesa, transferência, o desejo, não é automático. Você controlou isso não? E por que que ele entrou no automático e fazer essas coisa sozinhas? Porque ainda não tem estrutura no cérebro montada para solucionar. Aí ele tentou instintivamente dar uma solução. E a gente chama esse instinto automático de solução de quê? Inconsciente. Entenderam o que é o inconsciente para virtologia?
Sacaram? Não é legal? Então, a gente falou da composição da personalidade, então a gente tem caráter, a gente tem temperamento, a gente tem identidade, virtude, tudo bem? E a psiquê, quando a Gente tem esses itens, é a formação da personalidade. Isso é uma personalidade, tudo bem? A junção disso da sua personalidade. Virtude, gente, pega a palavra virtude, tira do senso comum, tira da religião, primeira coisa da cabeça, tá? Ó, você tá em virtologia, você tá estudando uma linha terapêutica científica, tá? Tira do senso comum a palavra. Que que é uma virtude? Uma competência da personalidade
do ego. Então, virtude é Uma competência. Que que é uma competência? Conhecimento, habilidade e atitude. Adianta eu conhecer algo? Você acha o quanto que eu sei de perdão? Eu posso dar uma palestra tão linda sobre o perdão? Você chora assim, ó. Eu falo do Buda, do Rik, o parto todo, porque a gente estudou muito. Isso quer dizer que eu sou hábil em perdoar? São coisas diferentes. Não é simples de entender isso? Simples de entender isso. E nós só temos um caminho neural estruturado Quando é uma competência. Só conhecimento não gera. Esse é outro, uma outra
descoberta maravilhosa. Apenas conhecer não monta uma competência na estrutura da personalidade. Ela só monta a personalidade quando ela vira uma competência, quando eu tenho conhecimento, habilidade e atitude sobre aquilo. Eu sou hábil em naquilo. Aí eu monto personal aqui, aí compõe minha personalidade. E quando compõe minha personalidade, sabe aquele mecanismo de Solução automatizada que eu falei? Aí vai bater naquela microrede neural e vai trazer solução naquela memória de dor. Então o tratamento em vertologia se olha para onde? Paraa construção da personalidade. É lá que a gente vai resolver o BO, sacaram? É montando no que
esse indivíduo não é competente. Vou dar essa competência para ele por neuroplasticidade. É aí que entra a neuroplasticidade, entenderam? Se eu falar só para ele fazer reflexões, eu tô Montando neuroplasticidade? Não, se eu mandar ele fazer só exercícios sem reflexões, eu vou trazer neuroprocidade. Não, também entenderam. Eu tenho que fazer todas as formas de aprendizado do cérebro com repetição, aonde? na estrutura faltante. O indivíduo, a indivídu vai lá, casa com 15 anos de idade, fica 30 anos casada e aí passa por uma separação. Nunca passou por um rompimento. Primeiro beijo da vida foi o Próprio
marido. Já passou por algum rompimento? Não. O primeiro amor? Não. Não passou por nada, nada. Tá preparado paraa separação ou vai se matar? Entendeu? Não tem experiência. Por isso é tão importante esse estudo de todas as fases da vida que eu tava falando. Então, se eu entendo desde a fase intrauterina, a gente aqui no livro a gente montou da fase uterina até os 100 anos, tá? Até os 100 anos a gente montou todas as fases, tá? Porque em outros Autores, os autores ainda que melhor falaram ainda, desde do Piagê, do Eric Ericson, uma galera toda
que falou sobre construção de desenvolvimento da personalidade, eles esticaram muito. Então, fal ó, esta fase da adolescência que é dos 12 aos 18, minha criatura. Como é que você pega alguém de 13 e de 17 e fala que ele tá na mesma fase? Fala para mim se ele tá na mesma fase. Tá na mesma fase alguém de 13 e de 17. Experiências completamente diferentes. Tudo bem? Então a gente encurtou isso tudo, entendeu? E adequou exatamente para a nossa a a nossa civilização atual, como a latência. A latência vai até os 12 anos. Nos livros dos
outros dos autores tá até os 12. Latência até os ve latência até os 12. É os 12 o cara já já tá já tá na na na pré-adolescência, já indo pra adolescência. Esquece quem tem uma criança de 12 aí, quem trata, quem trata de jovens aí que tem de 12 anos fala que Ele tá na latência. Não, a criatura não tá, não tá na latência. Entenderam? Então a gente, o R teve que readequar essas idades, OK? Da construção das personalidades. Então a gente tem lá fase totuterina, aí vem sim fase oral, anal, fálica, genital, vem
latência. Aí 9 aos 11, dos 11 aos 13, dos 13 aos 15, dos 15 aos 17, 17 aos 19, 19 aos 21, dos 21 aos 24, 24, 26, 28, 28, 30, 30, 35, 35, 40, 40, 50, aí vai de 10 em 10. Essas são as fases da vida e cada fase Dessa tem uma estrutura necessária, experiências necessárias a se vivenciar e resolver esses conflitos para compor personalidade. E se esse indivíduo não viver essas experiências, esses conflitos, não montou as competências neurológicas que ele precisa ter. Entendeu o tamanho da importância desse estudo, gente? que a primeira
coisa que eu vou perguntar para ele é o que o que quem deu essa dica foi a Melane Klein. Maravilhosa. A Melane Klein. Ela foi a Primeira analista do planeta a não perguntar o que aconteceu com o paciente. Ela perguntou o que não aconteceu com o paciente. Mas foi genial, cara. Ela foi genial quando ela perguntou o que ela investigou o que não aconteceu com o indivíduo, que ela chamava do não vivido. Que que é o não vivido da Ken? exatamente a falta de experiência que ela dizia que era tida como traumático. Ela mesmo já
nos deu essa dica dizendo, Olha, a o não vivido é tido como um trauma. A gente entende que trauma é só o que aconteceu, não. O que não aconteceu também é tido como um trauma. A gente vai responder neurologicamente como trauma. Entenderam? Então, por isso é tão importante olhar para toda a construção da personalidade, para todas essas fases e entender que que você não viveu, que que você não desenrolou na sua vida, queridão. Exemplo simples, tá? Exemplo simples. Vamos lá. Me deem aqui o que que vocês teriam que estar vivendo, que que vocês viveram ou
que teriam que ter vivido dos 13 aos 15. Pode andar qualquer qualquer situação aí. Dos 13 aos 15. Era era pra gente ter vivido o quê? Namoro, namoro, pegação, pegação, os crushes, né? Quem não vivenciou isso? Não teve experiência, não montou o caráter do que que vai ser do futuro. Isso começa no sonho. Esse sonho começa Dos 3 aos 15. Eu vou ser. Os primeiros sonhos começa dos 3 aos 15. Sim. Você foi castrado ou você foi tolido nisso ou você foi incentivado a sonhar? Isso vai est na construção da sua personalidade. Então, quando a
gente olha, a gente tem domínio do que cada fase teria que tá acontecendo e a gente olha pro paciente e fala: "Você já vai pra investigação, nossa, mas o que aconteceu com seus 18 e 21? Você já vai na na no flecha assim, ó, entendeu? Porque você tá vendo que Ele não tem a tal competência e você domina o que? As fases. Aí você já olha e fala: "Pera aí, que aconteceu dos seus 15, 17?" Porque o cara não tá nada, porque não aconteceu nada. Ele não viveu nada, foi tolhido, castrado e não construiu experiência.
Entenderam o tamanho da importância de entender e dominar o que teria que acontecer em cada fase de vida? É importantíssimo dominar isso, tá? Tá? Porque a, de novo, estruturas Neurológicas vão ser construídas a partir dessa experiência e é lá que constrói o nosso caráter, controla nossa personalidade que vai solucionar as memórias, todas as situações, todas as dinâmicas da vida. OK? Desde falar em público até morrer teu filho, entendeu? Todas, em todos os graus. Eu sou competente ou não sou competente para X? Não sou o que que vai acontecer? Não tenho competência. Vocês já entenderam agora?
Vamos ver se vocês entenderam Isso. Não tenho competência que acontece. Tô passando por uma dinâmica que eu não tenho competência para isso na minha estrutura de personalidade. Que que vai entrar no jogo nessa hora? Os mecanismos automáticos. E lá a gente chamava na psicanálise de quê? Mecanismo de defesa, das transferências, do desejo, se os mecanismos automáticos que saiu do nosso controle. Eduard, oi, pode falar. Oi. E quando a pessoa não vive, por exemplo, de 13 aos 15, mas ela vive Depois, é de dos 20 aos 22, tudo bem? Tudo bem. Se ela viveu, tudo bem.
Ela construiu a experiência e aí tá tudo bem, tá? Tanto que a gente vai ver pessoas lá eh eh o tio da Suquita, lembra do tio da Suquita, que que ele vai fazer? O tio da Suquita tem a gente vai às vezes tentar reviver uma época da vida que não foi vivida, tá? Então tem dois caminhos ali, né? Ó, eu tenho, eu tenho 50 anos, me separei, virei garotão de novo, né? Vou começar a vestir como Garotão, vou na balada, vou começar a ter comportamentos de garotão. Aí tem duas coisas. Ou é um mecanismo eh
de defesa que chama regressão, tudo bem? Isso é psicanálise. Ou se, só que a neurologia também concorda com isso, que é o quê? O que eu não sei lhe dar aqui, eu vou mandar para uma, o meu cérebro para uma época aonde aquela situação não existia. A gente vê a regressão em crianças, né? Quando nasce um irmãozinho, Regrupa, isso é bem clássico a gente vê isso nas crianças. Isso acontece em toda a vida. Aquela dor não existia e eu tinha controle sobre isso. Aí eu vou voltar para lá. Pum. Então, esse cara que o tio
da sucrita pode estar nesse mecanismo de eh eh voltar para uma época sem aquela dor, ele volta para antes do casamento ou ele pode simplesmente tá indo para um lugar reconstruir uma personalidade não vivida. As duas coisas são plausíveis, tem que ser investigada Para ver o que que uma das duas tá acontecendo, entendeu? É tipo a fase, é a fase. Essa é a fase de vida, tá? Isso que eu tô falando da personalidade, são fases de vida, tá? Então, por isso que a gente encurtou essa fase. Perceberam a importância de ter encurtado que a gente
não vai falar que o cara de 19 tá vivendo a mesma coisa dos de 25. Cara, não tá, não tá, tá? A gente tem um pico no no cérebro e outro. Isso foi muito importante a gente Analisar as transformações neurológicas do cérebro para cada idade. Então, por exemplo, quando quando você fala em dar competência, eh, quer dizer, vamos supor que a pessoa teve tudo quando era criança, aí quando ela cresceu teve mudou toda a vida dela, né? Então, agora ela não sabe lidar com essa situação. Aí, como que a gente vai dar competência para esse
ego? É isso. É isso aí. É isso aí. A gente vai dar uma competência pautante. Ela nunca sofreu a Falta, nunca teve que falar não, ela nunca falou. em várias estruturas que ela não tem, a gente vai ter que montar para ela, colocando ela a viver aquela experiência, a explicar sempre, dando conhecimento para ela de tudo, livro, filme, dialogando, reflexão, mas é só um pontinho, e colocando ela em ação na prática e fazendo um treino de neuroplasticidade, que aí a gente tem e um livro inteiro só para isso, que nem é esse, tá? Isso aqui
é só treino de de Literalmente deopa cidade para cada falta de experiência, entendeu? Meu Deus. A gente vai olhar nessa tabelona e vai falar assim: "Pera, tá faltando então esse treino, esse esse treino". Entendeu? Que é o que a gente faz na cadeia literalmente, tá? É isso que a gente faz com com nas penitenciárias. Professor, eh, Eliimar, prazer. Então, eu sei que o objetivo, pelo que eu entendi, é não é eh entrar em Transferência com o paciente, mas o que fazer no se no decorrer do tratamento surgir uma resistência tamanha que é capaz de embargar,
claro, esse tratamento, né, que chegar na final, que é ação em si, criar um caminho neural, caminhos neurais, né, o que fazer aí e tem que ter uma um manejo específico para isso, viu? Então, ó, a transferência e a contratransferência e a contrarresistência pode acontecer tanto Do lado do analista quanto do paciente, né? E aí tá lá, o paciente é normal, é, é a coisa mais normal do mundo, a transferência contra transferência em consultório. É por isso que na virtologia a gente evita evita totalmente a transferência. O Freud até falava que transferência era um agente
terapêutico, né? E dentro da transferência a gente pode desenrolar uma não concorda com isso, tá? Isso é velho. Por quê? Porque a gente vai ficar Na memória de dor. É muito assim isso quem quem nos alertou isso foi o próprio Lacan. O Lacan ele tinha uma frase maravilhosa sobre transferência, que é se a transferência já vem de algo que eu não sei sobre mim, como é que dentro da transferência eu posso ensinar o outro sobre do que eu não sei? Cara, ele tá certo. Como é que eu vou ensinar o outro do que eu não
sei? Entendeu? Se eu entrei em contatransferência, quer dizer que eu Não sei. Entendeu? que é faltante em mim. Ele tava certo. Lacan, você tava certo, óbvio, você tava certo, tá? Então, mas sim, vai acontecer transferência e contra transferência, vai. E quando o analista percebe isso, a gente para, literalmente para naquele na onde a gente tá lá no discurso de escutar o discurso e vai trabalhar orgulho. Freud tava certo quando ele dizia que resistência gera transferência e transferência gera resistência. Freud Tá totalmente certo nessa análise, tá? Então, quando gera uma transferência, quer que dizer que a
causou o quê? Resistência. OK? É matemátic de novo, é tudo matemática. Se gerou transferência, quer dizer que o que foi gerado antes resistência. Como é que a gente baixa a resistência? Baixando o orgulho. Quando a gente faz neuroplasticidade no orgulho, no tronco cerebral, sistema límbico, do orgulho, a gente baixa a resistência. Baixou resistência, sai da Transferência. É matemática, sacar um esforço de evolução. Deixa eu ver se tá fácil na minha mão aqui mostrar. as faixas de evolução. É tão importante a gente entender, é entender essas faixas. Como eu disse, cada faixa tem uma estrutura neurológica
diferente daquela faixa do meio, a faixa do meio da da tabela chama consciência parcial. O nome já diz, é uma consciência parcial. Consciência parcial é a classe média do negócio. É, é, é o Meio do caminho literal. Eu sei que eu tinha que parar de beber. Eu sei que eu tinha que fazer o mais amor ao próximo. Eu já sei que tinha que fazer caridade, mas eu não faço. Eu sei aonde eu tinha que tá indo. É como olhar por cima do muro, entender onde que eu tinha que ir, mas eu ainda tô atrás do
muro. Ainda não virou prática, competência ainda. Mas eu já não tenho consciência que tá errado. Eu vou lá, grito com a minha esposa, com meu filho. Eu falo: "Puta, cara, que Merda, gritei com eles, que bosta. Eu vou lá, eu não tenho consciência, eu tô ainda justificando. Não, porque isso tá certo, é assim mesmo que tem que fazer. Eu tô lá embaixo ainda, se eu tô primitivo, certo? Agora, quando eu tenho um comportamento ruim e na hora eu já falo: "Hum, eu tô errado nisso aí, meu." Isso chama consciência parcial. Você já sabe onde o
indivíduo tá na consciência parcial. Ele já tem conhecimento, mas não tem habilidade. Entenderam como é Tão importante a competência, conhecimento, habilidade, atitude? Ou seja, não chegou ainda virar competência. Mas eu já tenho conhecimento para ele. Putz, ele tá errado. Mas vai no meu caminho neural direto e pau no gato. Entendeu? Então dessa consciência parcial para baixo, o indivíduo é mais inconsciente. Tudo bem? E aí as teorias da psicanálise cabem muito bem. Se eu sou mais inconsciente, a gente pode ir lá no Lacan dizer que o Outro constrói sujeito, a tria do outro. Pode, pode analisar
tranquilo. A gente vai precisar desse outro para construir sujeito. Tudo bem? E aí vou ter vários buracos nessa identidade mal formada. E aí ele não consegue mostrar essa cobrança. E aí vou voltar um pouquinho mais no reconhecimento paterno e materno, que a na virtologia a gente tem uma análise diferente sobre a palavra reconhecimento, tá? Na maioria das teorias, o o a palavra Reconhecimento não é o parabéns, reconhecer que algo foi feito, que foi bem feito. Ó, fiz um desenho. Parabéns, filho. Que legal. Eu estou reconhecendo, certo? Na virtologia a gente não entende isso, tá? Reconhecer
é enxergar o eu, é quem é seu filho. Ó, meu filho gosta de vou foram exemplos bobos pra gente entender, tá? Meu filho gosta de esporte e o outro é mais intelectual. Tudo bem? Eu como pai fico projetando, eu quero que ele vá bem em Esportes. Que que eu faço com o intelectual? Coloco ele em esporte. Eu vou lá e coloco. Ele é mais introspectivo, ele tem ele tem outros gostos. Eu não enxergo ele. Eu não reconheço ele. Isso é reconhecer. Reconhecer é enxergar toda a personalidade daquele filho. E quando esse pai, essa mãe, que
é o grande outro, né, tá dizendo assim: "Olha, eu não enxergo a sua personalidade, eu tenho uma uma identidade mal formada. eu Não consigo compor essa identidade. E aí esses indivíduos podem até ter habilidades, irem bem nas ansiedades, mas sempre se sentem uma fraude. Entendam Eduardo? Quem pode falar? Rodrigo, dentro dessas faixas de evolução, dos grupos de necessidade, o que causa a evolução dentro dessas faixas de evolução? as competências de virtude. Por isso que eu falei que se gera é a dor que que gera essa necessidade de evolução. É isso. É, essa É a pergunta,
é uma pergunta chave que o Rodrigo tá fazendo, ó. Tá bom. Eu entendi as faixas, não entendi. Entendi os grupos de necessidade em cada faixa. Então, mas como é que eu subo de faixa? Essa é uma pergunta fundamental. Como é que eu troco desse raio de faixa? Como é que eu subo nesse elevador? construindo a personalidade, as faltas da personalidade, aqueles buracos que a gente veio falando da personalidade, reconstruindo eles. Então, a gente tem 33 competências que a gente vai compondo os buracos, tá? Brandura, paciência, verdade, responsabilidade, aceitação, perseverança, OK? a gente vai montar a
estrutura faltante. Aí quando a gente monta essa estrutura faltante, a gente muda a estrutura do cérebro e ele p ele vai passando de faixa. Entenderam? Isso é a pergunta mais importante, né, que o Rodrigo fez, é a mais importante. Como é que eu troco desse rai dessa faixa, né? Como é que eu subo desse negócio Desenvolvendo virtude sobre as faixas? eh o indivíduo totalmente primitivo, ele tá de certa forma estacionado ali. É, as demais faixas elas transitam entre as demais, inclusive no primitivo, né, que são as demandas, atitudes, necessidades que ele tem, né? Sim, sim.
É o o todas as faixas, ó, lembra que eu falei, tá, gente, ó, todas as faixas, não importa em que faixa que eu estou, eu vou eliminar as as necessidades. O cara que tá lá em cima, ele não vai ter mais Desejo de sexo, não vai, com intensidades diferentes. E eu posso, mesmo evoluindo, estar fixado com ponto de fixação em alguma necessidade. Posso também, que a gente chama de ponto de fixação. a gente tá fixado às vezes lá no oral, no anal, a gente tem um ponto de fção que acaba pegando numa necessidade específica e
a gente pode realmente ficar naquela lá e aí ela é um impedimento de evolução desgraçada. Aí, ou seja, tem que ir lá entender essa Memória de dor e montar aquela a neuroplasticidade para solucionar esta memória, tá? Ó, tem um negócio aqui, antes que eu esqueça de falar, esse esse troço é tão importante, gente. Ó, uma coisa que a virtologia traz e é, desculpa. Ah, mas mas exagerado. Não, gente, não é exagero, é revolucionário. Tem que entender isso. E quem tiver em consultório, amanhã mesmo, se faz, para de fazer. Não existe ressignificação de Memória. Memória é
memória. Eu vou montar uma estrutura, como a gente tá falando até agora, né? estrutura, caminho neural, dê solução a uma memória. Mas se a gente já consegue alterar a memória? Vou pegar essa memória que vou alterar ela. Não vou, isso não existe. Tudo bem? Então, manejos, como olha, a minha mãe não me deu amor, ela nem olhava pra minha cara, ela só me batia, só me criticava. Aí vem o psicólogo, vem o psicanalista, fala: "Mas ela não recebeu amor também, então ela não tinha para dar. Ah, pula da janela se você fala isso. Tudo bem,
tá? Não fale mais isso, porque o que que eu tô fazendo com isso? Aquela memória de dor vai sair porque você falou isso? Ela vai continuar sendo uma memória de dor, porque eu não fiz ela agora, fiz ela lá aos 5 anos de idade e ela tá lá. Essa memória vai continuar lá. Tudo bem? Eu tenho estrutura na minha personalidade para lidar com essa memória. É uma Coisa, alterar a memória não muda. Então quando eu digo: "Ah, puxó, seu pai era caminhoneiro e ele ficava um ano longe de casa viajando. E aí, pô, eu tinha
5 anos de idade, me senti abandonado. Esta memória foi gravada de abandono paterno e ponto. Eu percebi aquela situação naquele momento. Não adianta eu pegar eu como adulto e dizer: "Não, mas ele tava ganhando dinheiro, era a forma de amor dele." Você que acabou de cagar no seu paciente. É criminoso isso. Por quê? Porque você acabou de dizer para ele assim, ó, se sinta culpado em sentir dor. Você não pode mais mexer nessa memória. Você é que é o escroto ainda de cobrar isso do seu pai. Seu pai era legal, sua mãe não tinha amor
para dar e você tá cobrando ele. Quem que é o escroto nessa história? Você. E aí o indivíduo você reforça mais isso também, né? É. Reforça mais. você reforça mais isso. E aí esse indivíduo, ele só criou o quê? A dor, aquela demória vai Continuar ainda causando sintoma. Vai continuar causando sintoma. Eu simplesmente eu não posso mais falar em consultório. Eu tenho que dizer: "Puxa, é verdade, né? É, poxa, minha mãe não teve esse amor. Eu vou ficar com esse discurso todo sintomático e eu não posso mais acessar a memória." É como tivesse bloqueada a
memória. Você cagou totalmente neurologicamente, entendeu? Então não é aceitação. Meu pai me abandonou. Não importa o real. Eu Percebi a situação dessa forma. Foi criada uma memória. Não foi ponto. Tá criada a memória. Eu tenho que ir lá e dizer: "Eu aceito isso. Meu pai me abandonou. Abandonou. Eu aceito e não quero mais mudar isso." Mas a gente foi ensinado que eh a gente tá falando com aquela criança que tá lá, não o adulto que tá na nossa frente, aquela criança, aquela criança, entendeu? Aquela criança, ela vai ter que aceitar isso, entendeu? Porque aquela memória
não foi Criada agora. Então não adianta eu chegar para esse adulto e falar: "Não, mas pô, olha como é adulto, você não entende que sua mãe na verdade não aprendeu a ser carinhosa, isso não importa. Aquela memória foi gravada lá e ela foi dolorosa. Eu tenho que Ele percebeu também, né? Eu percebi daquela forma. Como eu percebi aquela situação? Você perguntar pro outro irmão, ele percebeu de outra forma. Você perguntar quem era sua mãe para três irmãos Diferentes, cada um vai te dar uma mãe diferente. Percebe de forma diferente. Então não adianta trazer pra realidade,
entendeu? O que tem é qual a estrutura que você não tem que você não lida com essa dor. Então eu tenho que aceitar. Meu pai me excluiu, ele não me amou, beleza, ele preferiu o meu irmão, tudo bem, eu aceito isso, não quero mais mudar isso e perdoo isso. Que que eu faço? Eu crio uma estrutura de solução para memória e Não dizendo: "Olha, você não pode mais sentir essa essa essa dor". Entendeu, Eduardo? Essa essa estrutura de solução, ela ela depende muito assim de de um processo, de um trabalho todo para desenvolver compreensão do
que realmente aconteceu, né? porque você não há aceitação se não há a compreensão do processo. Mas claro que para compreender é preciso todo um trabalho, né, para que do terapeuta, no caso, para que ele consiga, não é Simplesmente aceitar, né, pô, mas eu eu como é que eu vou aceitar uma coisa que eu que eu não entendo e que eu já não aceito e e não não compreendo isso e não aceito, tá? Ó, Carlos, esse negócio que você tá falando é a coisa mais doida que a gente por quê o o os os terapeutas, como
eu formo no curso, eu formo dessa forma que você tá falando aí. Vamos lá pra dor, vamos compreender a dor, vamos investigar. Então a fase de investigação na formação, eu ensino dessa forma, faço Exatamente o que o Carlos tá falando na na formação, tá? Porém, a teoria, a ciência tá dizendo o quê? Olha que interessante, gente, aqui é uma coisa nova mesmo, tá? É nova mesmo, tá? Se eu tenho, eu não chego na memória de dor, eu nem perguntei, nem perguntei aonde dói, nem perguntei o que você achou, não perguntei nada, não investiguei nada e
só treinei neuroplasticidade da aceitação. Vai funcionar, vai. Isso que É doido. Vai. Aquela estrutura vai passar aquele mecanismo automatizado, não vai passar por lá e ele automaticamente vai dar essa solução para aquela memória. Aonde eu testei isso? na penitenciária. Eu lá no por pro por preso, o que que eu faço com o preso? Eu só faço neuroplassicidade. Eu não, eu não tô lá, eu não tô em 180 cadeia. Onde que eu, como é que eu tô na cadeia? A metodologia, passa o vídeo, o cara faz o exercício, faz o grupo, eles Vão treinar na vão
pra cela treinar aquilo, não tem nenhum terapeuta perguntando para ele como é que foi sua infância. E os caras evoluem e os caras destravam todas as neuroses. Eu posso trazer um exemplo para ver se encaixa no que a gente tá falando. Eh, eu tive uma situação que uma um cliente reclamava de abandono, rejeição, porque numa quando ele era criança, numa certa fase, na separação dos pais, eh, foi exigido que ele e o Irmão fosse dividido. Então, a mãe dele deixou ele com o pai dele, tá? E isso causou nele esses sentimentos de abandono, de rejeição
e tal, tal, tal. E aí, como você falou, essa memória foi feita ali, não tinha como mudar e tinha sentimento. Então eu usei o seguinte recurso de tentar criar o que você tá chamando aqui de uma competência, que eu ah, resumindo, eu perguntei para ele, entre você e seu irmão, quem que você acha que tinha mais competência, eh, Mais eh, que seria mais possível sobreviver melhor com seu pai? Ele falou: "Sem dúvida seria". Eu falei: "Então, sua mãe não fez uma boa escolha?" Ele falou: "Nunca tinha pensado por esse lado dessa forma. Eu criei um
um uma parte neural para ele." Não, não. Isso é bem que bom exemplo, viu? R seguinte, é bem importante esse exemplo, ó. Eu vou trazer e esse essa abordagem a gente vai cair naquela ressignificação de Memória. Exatamente. A ressignificação de memória. A gente não pode falar assim: "Ó, olha, essa situação foi boa". Não, mas ela tem uma memória que é dolorosa. Eu tenho uma memória de dor. Se eu venho por outro ângulo, aquilo, mas esse novo ângulo criar habilidade para mim lidar com essa é uma coisa. Aí eu tô criando habilidade, beleza? Aí tá tudo
certo. Mas se eu só ver por esse ângulo, eu tô dizendo o quê? Caramba, eu não posso reclamar mais Disso. E ali que a gente tem que evitar, entendeu? Tem que evitar essa essa abordagem, esse manejo do a ressignificação de memória. Gente, eu sei que é novo essa abordagem, tá? Eu sei que assim, a gente fez isso por 30 anos, cara, mas eu fiz isso por 30 anos, caramba. Eu fiz recibção de memória por 30 e fiz e e e o mais clássico, ir lá investigar o ponto de fixação, investigar o recalc, investigar a dor,
é coisa que, ou seja, a a psicanálise, a Psicologia não viveu disso. Viveu, viveu. E aí chega aí, eu tô falando, não, não, não precisa mais passar por lá. Eu sei que é meio drástico, tá? Mas o que eu tô indicando, só para deixar bem claro, tá? na como terapeutas, na formação, eu ensino e sim lá na investigação, tá? Como o Carlos falou, tem que ir lá, vamos falar dela, vamos falar da dor, vamosar o discurso. Na prática a gente faz isso, tá? Só que eu tô adiantando que talvez daqui 10 Anos a gente pare.
Talvez a gente vai entender. E a gente já vê isso nas cadeias. O cara que não viu, simplesmente não foi lá perguntar como foi a infância dele, ele simplesmente aceitação, brandura, humildade, amor ao próximo, foi lá e montou na tua cidade, ele sai ligando pra mãe, ele sai sair do crime e resultado espírito, entendeu? Eu só queria entender uma coisa. Eh, eh, se a gente trabalhar dentro da construção dessa neuro, da Neuroplasticidade, o caminho da aceitação exclusivamente, diretamente, a gente soluciona praticamente a maior parte das dores dos nossos pacientes, porque, afinal de conta, toda a
dor é gerada por não aceitar tanto abandono como trauma, como carência, como qualquer outro tipo de as dores praticamente são a falta da aceitação. É isso aí. Esse trabalho de neuroplasticidade dentro da aceitação exclusivamente já é praticamente 90% do Tratamento. É, vocês vão ver isso. Enquanto eu não montar a estrutura da aceitação, eu vou pegar aquela memória de dor e vou ficar em volta dela. Que que é o desejo? O desejo eu vou ficar lá. Ah, agora eu não fui reconhecido, eu não ganhei parabéns do meu pai. Tá bom, agora eu quero uma BMW, agora
eu quero um cargo, agora eu quero poder, agora eu quero um Rolex. E não para, vai parar isso não. Alguém, nenhum teórico discorda disso. A a a gente consegue Solucionar falta. Algum desejo cobre falta e mata a falta. Que autor disse isso? Nenhum. Nenhum. Todo mundo disse: "Olha, aqui tem um buraco que é um buraco negro. Você vai colocar desejo, desejo, desejo, desejo. E ele não cobre. Então o que que a gente faz com neuroprociidade? Eu desisto. Eu desisto de cobrir a falta. Eu paro de gerar entorno desta falta. Entenderam isso? Aí eu vou estar
no aqui agora, entendeu? Então sim, a Sil falou a coisa Certíssima. 90% da terapia é o quê? Aceitação e perdão. Eduardo. E no caso, por exemplo, do pânico, onde você nem porque geralmente o terapeuta tenta descobrir o gatilho, tá? O nem o terapeuta nem o paciente sabe qual foi o gatilho, mas ele tem várias crises recorrentes e situações diferentes. Aí o que que a gente vai tratar? Porque na verdade aí não é nem uma questão de aceitação, ele não sabe o que que ele tem que aceitar também, não. Então é que tá primeiro porque isso
é uma coisa que no curso a gente vai rever bastante, tá? As estruturas de cada transtorno da depressão, de todo de todas as estruturas. Então isso é uma falha, na verdade do entendimento sobre o pânico. Se eu, ó, então eu vou explicar o que é pânico bem rapidamente, tá? Vou explicar pelo Freud, vai pelo Freud para porque vocês ainda não conhecem o aparelho psíico da vir da virtologia, Então vou explicar pelo Freud que é mais conhecido de todo mundo, tudo bem? E superegoo, todo mundo conhece essa essa linguagem aqui, tudo bem? Desejo, eu tenho lá
meu super eggo, meu castrador, meu controlador. Tudo bem? as regras, pode, não pode, tá aqui. E eu tenho o meu ego, tudo bem? Ego fraco, super ego bombado, tá? Eu tenho mega super ego que eu tenho um de uma controladora em casa. Beleza? Então, pânico. Uma mãe, vamos pegar, vamos pegar aqui o exemplo De uma mãe extremamente controladora, um pai fraco que não deu um ego forte para montar a personalidade para aquela menina. Tudo bem? Aí vem desejo. Que que esse desejo vai fazer com supergo muito controlador, muito forte? Recalca. Ego fraco, super ego grande,
desejo. Vai fazer o quê? Recalca. Aí, mais um desejo. Recalca, recalca, recalca, recalca, recalca, recalca. Tem um espaço físico no cérebro. Eu tenho aquele acúmulo de energia elétrica no cérebro De tantos recalques. Que que vai acontecer? Síndrome do pânico. Como é que eu curo o síndrome do pânico? Esquece gatilho. Quem tá atrás de gatilho não vai curar pânico. Esquece isso. Porque o o gatilho foi o estorar de bexiga lá no final. Não a construção. Aquele cérebro estava com acúmulo. Então o que que eu faço para resolver pânico? Vou atrás do controlador, vou montar um ego
forte e ele vai enfrentar esse controlador. Quando ele enfrentar esse Controlador e tiver um ego forte e liberar desejo, acabou o pano. E quando a pessoa normalmente é percebida assim como consegue controlar esse controlador, né? aquela pessoa que sempre foi uma pessoa independente. Eh, por exemplo, esse caso que eu tô lhe dando é uma pessoa que todo o mundo diz assim: "A última pessoa que eu veria com pânico seria você, porque sempre desafiou a sociedade, sempre fez tudo que quis, da maneira que Quis e mesmo assim acabou no pânico." É, não tem que ver esse
aqui, ó. aqui a atitude, mas ela pode estar ali culpada, tem que ver no discurso se ela realmente é isso. A análise do discurso vai pegar no no polo do gato. Ó, qu eu vou vou dar uma dica de um filme muito bom que chama Sem Medos. Sem Medos é 100 Medo 100, tá? 100 Medos, tá? É um filme italiano muito al paciente que que mora naquela cidade. É uma cidade é lindo assim a cidade. Esse filme vocês podem olhar, ele foi Muito bem feito tecnicamente e ele fala exatamente o que eu tô falando aqui.
Uma menina com uma mãe controladora, um pai fraco, aí acontece um trauma da morte da amiga e aí ela vai lá, ela não pode sair, não pode usar brinco, não pode dar o primeiro beijo, não tem sexualidade desenvolvida, pânico. Aí ela vai lá, símbolo do pânico. Como é que ela resolveu o pânico? Ela fez uma lista, que é o que a gente faz em consultório, tá? Vai dar uma lista de tudo que era Proibido na cabeça dela, tá? E vai, vai dar o primeiro beijo, vai usar brinco, vai colar um pist, vai colocar uma tatuagem,
tudo que é proibido vai faz a lista. Que que ela tá fazendo com isso? Enfrentando o controlador e liberando essas memórias recalcadas. Tudo bem? E ela faz isso no filme e é extraordinário. E ela libera o pânico e ela se livra do controlador e e as memórias todas de recalco. Pode ver o filme tá lá. É incrível. O filme é muito Bem feito. Tinha sem medos. E é isso, é assim que a gente trata pânico. Então, Diana, a gente tem que na trazer, traz em supervisão esse caso pra gente se aprofundar nele, para entender o
discurso da paciente. Pode trazer que a gente desenrola, que a gente aprofunda nisso daí tem que entender. Primeira coisa que tem que entender o paciente, tá? O cálculo familiar. Alguém já ouviu falar no cálculo familiar da virtologia? A primeira coisa, cálculo familiar. Ela, Ela, você sabe, ô, que filha que ela é? Primeira, segunda, terceira, quarta. Você sabe a sequência que segunda. Quantos irmãos ela tem? Mais velho e uma mais nova. Ela tem. Então ela é do meio. Então ela tem um irmão mais um irmão mais velho, irmão e uma irmã. É isso? Isso. São duas
irmãs. Ah, é tudo. É tudo tudo mulher. Tudo mulher. Ah, tudo mulher. Então ela tem uma mais velha, ela e a mais nova. Isso. Pode procurar que ó, ó. Então Vamos lá. Vou vou dar o cálculo, tá? é baseado no complexo de étido elétrica, começou a ser calculado com isso. Aí a gente abandonou o complexo de ético de electra e ficou com tronco cerebral sistema límbico. Tudo bem? Então, qual que é uma grande diferença do cálculo familiar para o complexo de ético, tá? É uma diferença fundamental. Não é o filho que escolhe o pai e
a mãe, é o pai e a mãe que escolhe o filho, o eleito. É ele, é o pai e a mãe que elege eles, tá? Pro instinto primitivo de sobrevivência. Então, a mãe vai escolher o homem pro instinto primitivo que ele vai proteger aquela mulher, assim como o homem vai escolher a filha mulher para cuidar dele. É instinto primitivo, isso tá lá na biologia. Tudo bem? Então, aí que a gente faz as escolhas de homem e de mulher no no complexo familiar, tá? Então, vamos lá. Eu tenho três meninas. Primeira, escolha do pai e disputa
com a mãe. Tudo bem? Segunda, também não seria Escolha do pai. Ela também não queria ser escolha do pai. Já tem a cadeira ocupada, não tem? Já tem uma cadeira ocupada. Então o que que ela faz? Quem tá na mesma disputa, quem tem o mesmo vilão e o mesmo objetivo? Não é a mãe. Ela se junta com a mãe. Aquela mãe tendo mais empatia, pegando mais leve com aquela segunda. E aí vem uma terceira, a terceira é excluída e cai por terra esse negócio de, ah, filho do meio é o problema, aí o último é
mais mimado. Não, depende da estrutura, sequência do sexo. É uma matemática. É matemático. Depende da da do quanto da idade, a distância entre o outro. É uma forma matemática que você bate é cra isso daí é bizarro. Você aplica, você fala: "Porra, tá aqui". Podem trazer qualquer cálculo aí que a gente faz só que na hora vocês vão ver, é bizarro. Ela é, então ela é a segunda. Qual que é a falta dela? A falta é patena. Pai, falta pai e ela tem um excesso de mãe. Pode ver que a mãe dela deve ser uma
pentelha e ela e o pai dela não deu essa segurança para ela. Começa por aí, ó. Pode ser o pai, pode, mas você vai encontrar um controlador, entendeu? Um castrador, um cara com excesso de limite em cima dela. Pode ser esse pai. E aí, como ele é faltante, é mais pesado ainda. Se ele for, se ele for o controlador, é mais pesado ainda para ela. Certo. Por quê? Porque vem da falta. E aí assim, ó, como é que eu vou Me livrar, né, dessa falta se é o que me falta, que é o que eu
mais quero? Então ela tem que aceitar que ela não é a escolhida do pai. Começa com aceitação. Eu eu aceito que eu não fui a escolhida do meu pai. É a primeira aceitação que ela trabalha. Faz o teste, faz o teste, dando pra cidade, vai bomba, bomba ela sobre essa aceitação específica, depois me compra. Vocês vão ver, é bizarro. Vocês vão ver. Professor, eh, de forma prática, como é que se desenvolve as Virtudes? por exemplo, a virtude da aceitação, a virtude da humildade, eu imagino que seja eh bastante coisa, mas se o senhor puder dar
uma uma Claro, como que eu treino essa neuroplasticidade? Eh, ultrapassando a questão assim, tem que aceitar. Como é que efetivamente se faz isso? Porque vocês já entenderam que só falar que o indivíduo tem que aceitar não vai funcionar, né? Vocês isso, vocês já entenderam, ah, você tem que Aceitar isso daí vai durar 20 anos e não vai dar certo. Tudo bem? Então, a gente tem um programa, então a gente tem que treinar no cérebro todas as formas de aprendizado. Então, quais são essas formas? a reflexão, a gente tem que conversar em consultórios sobre isso. Isso
é um pontinho, só isso, de novo, só isso não funciona. Então, mas esse é um ponto importante. Vou lá, vou dialogar sobre essa aceitação com ele, vou dar conhecimento para ele. Por isso que eu a Gente dá inclusive material mesmo para ele, apostila para ele e estudar o que é tecnicamente a aceitação, tá? Ele estudar mesmo, tá? filmes, apostilas, livros, te dá todo esse material. Aí ele vai lá estudar conhecimento. Aí ele vai ter que pegar, a gente fez uma afirmação neurológica para ele fazer, é uma uma afirmação mental para ele, ele vai ter que
fazer aquela afirmação mental por 14 dias, no mínimo. Ó, lembrem disso, tá, gente? É Mínimo. Mas 7 dias funciona? Se você fizer numa intensidade, a intensidade muda, né, gente? A neuroplasticidade, quanto mais intenso você fizer, ela vai fazer mais forte. Tudo bem? A gente tem esses testes na cadeia de que quando o indivíduo faz dentro da penitenciária e fora, o resultado é extremamente diferente. Lá dentro é muito mais intenso. Por que que dentro da cadeia é muito mais intenso? O cotidiano não Rouba ele. Ele não sai do treinamento e vai pagar uma conta e nem
levar o filho na escola. Ele continua. É muito, ele ele não tem outro objetivo. Ele não tem nada. Ele tá num momento assim de reconstrução. Ele tá no fundo do posto. O que é abaixo da cadeia? Não tem. É o fundo do fundo. Então ele tá numa intensidade muito maior do que aqui fora. O cotidiano não rouba, os problemas não roubam ele. E aí quando Ele estuda é muito profundo, é muito intenso. Eu sempre brinco, quer aprender realmente neuropedade? Fica preso. Que você você vai ver como você vai aprender virtude, estuda lá. Por quê? que
você tenha essa imersão muito mais profunda. Claro. Então essa aceitação, vou até ler, eu vou até ler essa afirmação para vocês, tá? Eu vou ler aqui para vocês. A aceitação, o que que a gente vai fazer? Vai escrever por mínimo de 14 dias, tá? É mínimo. Pode Fazer dois meses, pode, pode fazer o ano inteiro, tá? O negócio é quanto mais fizer, mais neuropedade vai fazer. Mas antes de 14 dias você nem cheirou, você nem nem começou a brincadeira, tá? Então vamos lá. Então ela vai ter que escrever. Então isso é todos os dias. Todos
os dias, tá? Então uma vez por dia vai ter que escrever a afirmação. Uma vez por dia, ler em voz alta. Ó, são é o outro aprendizado todo cérebro. Percebeu? Ó, escrever é uma. Pode Escrever no computador, não. Tem que ser a próprio punha aqui, ó. Tem que ser a caneta. Tudo bem? Tá. Todos os dias escreveu, todos os dias leu em voz alta, todos os dias fez as reflexões que a gente passa, um grupo de reflexões e vai fazer os exercícios propostos. E vai também tem 10 perguntas que você vai fazer com uma outra
pessoa em reflexão por esses 14 dias. Ou seja, todos os dias você vai fazer exercício, ouvir, escrever, falar em voz alta, ou Seja, todas as formas do cérebro de aprendizado em repetição por 14 dias. todos os dias. E esses exercícios são o quê? Tem vários. Cada cada virtude tem um grupo de exercícios diferentes. Exemplo da aceitação. Ah, vamos pegar aqui, ó. Eu eu mando para vocês, inclusive, para vocês terem, vocês aplicarem. Eu eu dou tem uma apostilona gigante. Eu mando para vocês aí, eh, o caderno de exercícios para vocês já ir testando com os pacientes
de vocês, tá? Eu vou ler a afirmação, que é essa que a gente tem que escrever e ler em voz alta todos os os dias. Eu vou ler para vocês. Cadê? Vamos ver. A aceitação que é o calcanhar de Aquiles, né? Ó, vou ler um exercício para vocês terem ideia, tá? Faça uma lista bem grande de tudo, até as mínimas coisas sobre as dificuldades, tristezas, mágoas, ódios de toda situação ou pessoa. Após fazer a lista, trabalhe para aceitar tudo que está nessa lista. Diga, "Eu aceito minha vida como ela foi e não quero mais mudar
isso." É, e não quero mais ser mudado. A evolução do ser humano é aceitar. Daí eu explico aqui, talã. Então você vai pegar isso a cada acontecimento. É, é grande esse exercício, é muito grande. Você vai fazer isso e vai fazer isso a semana inteira, entendeu? Bem focado em cada memória de dor. Então vou ler a aceitação, tá? Aproveitem aí, trabalhem essa afirmação agora na cabeça, não como Psicólogos ou psiquiatras. Recebam isso como pacientes, tá? Aproveitem também. Vamos lá. Eu sou a virtude em forma de aceitação. A partir deste momento, eu aceito a vida. Eu
aceito as coisas que não podem ser mudadas. Eu aceito o fluxo natural da vida. Eu aceito não ter controle sobre os outros. Eu aceito a vida. Eu aceito não ter controle dos acontecimentos e as coisas saírem do Planejado. Eu aceito a vida. Eu aceito a perda das pessoas que eu amava. Eu aceito a perda de sonhos que não se realizaram. Eu aceito a perda de tudo que era bom e foi me retirado. Eu aceito a vida. Eu aceito meus defeitos. Eu aceito minhas imperfeições. Eu aceito os outros com seus defeitos. Eu aceito a vida. Eu
aceito meu corpo como ele é. A raiva não faz mais parte de mim, pois eu aceito a Vida. A tristeza e a depressão não fazem mais parte de mim, pois eu aceito a vida. Aceito meus pais como eles foram e são. Aceito tudo que não recebi em minha vida e não quero mais mudar isso. Eu aceito a vida. Aceito as coisas ruins que me aconteceram e não tenho mais medo delas. Eu aceito tudo que já me aconteceu. Eu aceito o meu passado. Eu aceito o meu futuro. Aceito não ter recebido amor da forma que gostaria.
Aceito dar mais amor que receber. Aceito Não ter sido amado da forma que eu gostaria. Eu aceito não ser amado. Aceito que os outros não entendem minhas vontades e os meus desejos. Eu aceito a vida. Eu aceito novos começos, eu aceito novas pessoas. Aceito as diferenças. Eu aceito as mudanças não planejadas. Eu aceito as dificuldades. Eu aceito a mim mesmo como eu sou. Aceito os outros como eles são. Eu aceito a vida. Vai fazer isso todo santo dia. Isso é uma prece, né? Também assim é o Topo da evolução, né? É, é, é, quando você
aceita isso tudo, você transcendeu, chegou num nível maravilhoso de evolução. Ô, Edu, é isso aí. uma pessoa, se eu tenho uma pessoa que tem algum transtorno neurodesenvolvimental, tipo TDH, ele teria, como ele tem dificuldade em criar caminhos neurais, ele teria que fazer por mais tempo. Por mais tempo. 14 dias leva para dois meses, no mínimo, uma vez por dia. Uma vez por Dia, em todas as formas, tá? escrever afirmação, porque entenderam que a afirmação foi construída pensando em em neuroplassicidade. Nenhuma palavra aí tá solta só porque é bonita, entendeu? Ela tem uma lógica. Cada frasezinha
tem uma lógica. Então, que é para reprogramar o cérebro. A gente vai fazer lá todo dia. Todo dia. Cadê quem? Só uma pergunta aqui, né? Na nas reuniões de alcoólicos anônimos, eles eles eles fazem sempre a a oração da serenidade. Isso aí pode ser Considerado um exercício de neuroplasticidade? Pode sim, pode, pode. Mas o problema é que ele faz só no final da reunião. Por isso que não vai dar certo. Se ele levar para casa e fazer todo santo dia escrever, ler em voz alta, refletir sobre por esse período, aí a gente pode falar pr
cidade. Entendeu? Entenda o seguinte, ó. pega um chiclete. Você pasar o chiclete precisa ser, precisa ser o horário certo ou pode ser qualquer Horário que você quiser. Qualquer horário, qualquer horário, desde que de dentro de uma 24 horas a gente faça, certo? Tá? Então, imagina um chiclete, gente, ó. Mas um chiclete, sabe quando você estica o chiclete um pouquinho assim, ó? Ele não volta. Ele volta. É isso. Se eu fiz cinco dias, parei dois dias, o que que vai acontecer? O chiclete quando a gente estica assim, ó, até o máximo, até que ele não volta
Mais. Sabe quando ele não volta mais? Pronto. É isso. Os 14 dias é para gente esticar tal ponto, ou seja, fortalecer aquele caminho neural, deixar mais robusto o suficiente para que ele não tome o caminho conhecido. Tudo bem, Eduardo? Voltando ainda na naquela já que tá se aproximando do finalzinho aí. Mas eh Eduardo, voltando ainda à questão da da virtude e da estrutura desse trabalho, né, que que eu tô conhecendo agora, aliás, que é a virtologia, né, Porque a as pessoas realmente elas elas adoecem por pela por esses traumas e pela pela pelo abandono, pela
falta de amor, pela falta de de de não conseguir perdoar, enfim, né? Não. E é é interessante assim, ó, eu eu realmente eh estava procurando um sentindo falta de um trabalho como esse, porque a gente fala disso e parece que isso aí dentro da ciência também é bem complicado, né? E agora a gente pode levantar com todo o orgulho brasileiro e dizer: "O Brasil Lançou a virtologia e é, ó, desculpe, viu? É a maior ciência que tem hoje de saúde mental. Vocês me desculpam. Mas é bicho arrogante. Não, juro, não é arrogância, gente. Juro por
Deus, juro por Deus mesmo. Não é nesse lugar. Não é nesse lugar. É no lugar, cara. Vamos se orgulhar do Brasil. é de vocês, é nosso, não é de uma pessoa. Nenhuma ciência é de nenhuma pessoa. Esse negócio de freudiano, jungiano é a teoria de uma Pessoa. Virtologia não é isso. Não é isso. Todo mundo, muita gente contribuiu aqui e como vocês vão contribuir é da sociedade. E aí a gente tem que ser brasileiro um pouquinho e dizer, caramba, ser brasileiro e a coisa mais avançada que eu tenho, entendeu? Não. E é assim dizer agora
é científico. Podemos falar isso? Científico. Podemos falar, entendeu? Provamos, provamos que Jesus, buda, os cara tava tudo certo de forma Científica. É cara. Tá muito feliz com esse trem, entendeu? Parabéns, parabéns, Eduardo. Eu sou estudante de psicanálise e realmente esse ah a gente sente falta desse desses processos que a gente a gente identifica que eh tem boa parte, como muito bem falou, assim, eh que a gente precisa reconhecer que da das descobertas e dos caminhos que foram construídos dentro da estrutura mental e e mas tem o outras situações também que carecem. Essa é uma delas
que vem Suprir, Eduardo, esse essa lacuna aí que existia. Parabéns. Ó, ô, Eduardo, eh, o ideal para esse exercício seria um mês, não mínimo de 14 dias. Ó, o mundo ideal, se a gente tiver tempo para trabalhar, eu sempre jogo para dois meses. Ah, vou trabalhar no mundo ideal. Tudo bem? Tá. Eu vou fazer comigo. Eu vou fazer comigo. Eu quero perguntar uma coisa aqui, a Juciane, tá? A Juciane, eu eu quero perguntar um pouco Antes você falava em aceitação e perdão. Esse perdão é o auto perdão que você se refere? Tem vários perdões, né?
Tem vários. O autoperdão também tá dentro do perdão. Lá no capítulo do perdão, a gente fala bastante desse autoperdão. Só que o autoperdão ele vai ser melhor trabalhado com a virtude da responsabilidade, certo? Aí o Lacan fala muito melhor disso. A gente fala isso inclusive no capítulo que assim, ó, que que é a responsabilidade lá do Lacan de Forma mais simples, fácil para pra gente entender aqui que que ele fala sobre isso. Ele fala da posição da criança desejada. Que que é a posição? Vamos relembrar aqui a galera da psicanálise. Vamos relembrar rapidinho que que
é a posição da criança desejada. Tá me lembra aí? Explicar bonitinho esse trem de falar bem simples, ó. A criança, ela tá lá bebezinha, frágil, ela consegue fazer a própria comida, ela precisa de cuidado, Não precisa. Então ela monta um caminho neural também, que sempre que ela tem uma dor, uma fragilidade, uma angústia, que que ela faz? Ah, chora. Ora para pedir o cuidado, tudo bem? E aí ela vai crescendo, vai na infância, quando ela quer um uma coisa no mercado, quando ela quer um presente, é sempre alguém que dá para ela. Sim. Então ela
tem que convencer as pessoas a desejar. Então o que que é a posição da criança desejada? É nós numa posição psíquica de criança, convencendo o mundo a nos desejar. Me deseja, me ama, me cuida. Tudo bem? Que que é a responsabilidade do Lacan? Eu me cuido. Em vez de eu receber amor, eu dou amor. Eu cuido de mim. Eu resolvo meus bo. Eu não vou ficar convencendo o outro a resolver o meu problema. Então, desta forma, a gente resolve o indivíduo que se sente culpado, dando neuroplassicidade de responsabilidade. Ele sai da posição da crença desejada.
Ô, Eduardo, eh, o que você acha sobre a PNL? A PNL, a gente vai aplicar algumas coisas de PNL. Eu não acho ruim a PNL. Ela só é, cuidado, gente. Eu odeio ficar criticando outras teorias, mas ela ela é pobre. Pobre vai faltar contexto de estrutura, de personalidade, das da da das formações, das fases de vida. Vai entender o inconsciente. A gente nem chegou hoje no inconsciente, né? O inconsciente boleano matemática, nas fórmulas matemáticas. Eu nem consigo Chegar nisso daqui. O domingo concordo eu vou ter mais um encontro. Concordo com você. Eu fiz PNL, cheguei
já atender algumas pessoas com as técnicas. É raso. E e eu descobri que é muito raso, né? É raso. Não, não é não dá para Aí a neuropaticidade vem e fala de outra forma. Você fala: "Nossa, é por aqui". Ó, uma coisa importante da gente entender em virtologia, a PNL, ela é uma técnica. Pode falar que é uma técnica, ela não é uma matriz de pensamento. Freud, a gente pode falar, Freud é uma matriz de pensamento, é um aparelho psíquico, do começo ao fim, para analisar tudo, é uma matriz de pensamento. Jung é outra matriz
de pensamento. Bervorismo é outra matriz de pensamento. Entenda que a virtologia não é um método, é uma matriz de pensamento. do começo ao fim. Tem seu aparelho psíquico próprio, o seu jeito de ver um inconsciente, um manejo de tratamento, ou seja, é tudo diferente, tudo, Entendeu? Só que a gente não vai inventar a roda, porque muitos fizeram isso, muitos arrogantes quiseram ah, eu vou falar do nome do pai, cara. Fala super ego mesmo, Lacan, pelo amor de Deus, vai se Quer ficar inventando cada palavra, reinventando para falar fui eu que escrevi. Para com isso, bobagem.
É uma arrogância. Então isso na virtologia eu não fiz não. Supergo chama super ego, Persona chama Persona, eu não vou ficar inventando Roda de que alguém que já descobriu, pô. É uma arrogância isso, entendeu? Então na virtologia você vai ver no aparelho psíquico lá condicionamento é condicionamento, entendeu? E se primitivo, primitivo, mas só que entendam, a maneira com que a gente vai olhar toda a psique humana é uma matriz de pensamento diferente, tá? Sim. Então, não é um método, uma coisa muito importante que vocês entendam, não é uma, olha, uma técnica, não é, é uma
Matriz mesmo, tá? É importante entender isso. Como é que a gente faz para entrar nesse grupo do estudo de casos? É para supervisão. Como é que tá supervisão? Logo que você entra no curso, você já você, ó, então vou falar rapidamente do curso, assim, ó. Eh, o curso, então tem que assistir uma aula, você pode entrar, a gente vai ter duas turmas, tanto na quinta de manhã quanto na quinta à noite, tá? Professora, eu posso ir nas duas? Pode. Você tá matriculado, eu perdi a aula da Vou perder a aula da noite. Pode vir de
manhã. Se eu sou da manhã, vou perder a aula da manhã, pode vir à noite, tem problema nenhum, tá? É, vai ser a mesma aula no mesmo dia. Eu dou duas aulas no mesmo dia. Então, você pode vir tanto de manhã quanto à noite. Ah, posso assistir as duas? Pode também, sem problema nenhum. Tudo bem? Tá. Se perder a aula, pode assistir online depois. Então, todas as aulas ficam Gravadas na plataforma, então. E aí, e a gente indica inclusive que não é uma opção, ah, se eu perder eu vou ver gravada. Não, você vai assistir
a aula ao vivo e depois vai assistir a aula gravada, porque é um outro momento, é isso faz parte da nossa metodologia. Você, eu brinco que você consegue fazer eu ficar quieto no vídeo, né? Se, eu acabei de falar lá de eh eh eh eh das fases de vida. Que que você faz? Pausa o vídeo, pega o raio do livro, da apostila E vai ler o capítulo. Aí continua, eu vou falar lá da pele do psíquico, tá tá tal, do desejo. Pega, eu vou dar sempre a página, vou dar sempre indicação da onde tá o
texto. Que que você faz? Pausa o vídeo, vai ler o texto e aí vai anotando as dúvidas. Então, assistir o vídeo, ele tem uma outro é uma é um outro negócio do que assistir a aula eh eh presencial. O bicho tá pegando, você tá quente. Lá no assistir o vídeo, você tá mais frio, Eh, ou seja, a emoção não te atravessa, alguns assuntos não te atravessam, então você consegue pausar, estudar, escrever as dúvidas. Então, é um outro negócio. Então, é necessário que vocês vejam a aula gravada. Terceiro, tragam os casos na supervisão. Se não trazer
os casos na supervisão, no mínimo, é fundamental que assista toda a supervisão. Toda a supervisão, porque 3 horas de supervisão, sabe quantos casos nós passa lá? Mais de 20, tá? Então, Entender na prática como é que funciona a coisa é isso essencial. Tudo bem? Tá? Então, se você faz a leitura, se você assiste a aula gravada, aula presencial e a supervisão, tem tudo. E aí eu aconselho ainda mais, tem vários grupos de estudo, né, de monte de aluno, entra nesses grupos de estudo com alunos mais avançados e e vai lá desenrolar a leitura, tá? Vai
desenrolar e eh pacientes com eles lá. Isso isso não é Obrigatório, mas aconselho que o faça, entendeu? porque você vai ganhar uma experiência muito maior com com alunos mais avançados, tá? Teria como o senhor colocar essa que a gente acabou de de fazer aqui da aceitação para escrever todos os dias, ouvir em voz alta, tem como colocar no grupo porque tá, eu vou colocar eu vou colocar o caderno de exercícios todo de todas as virtudes. Ah, tá bom. Mas é só para quem entrar no curso agora, né? Ou não? aqui do grupo Eu passo, não
tem problema. E não passo. O negócio é a gente dividir o trem, vho. Não adianta a gente ficar é que essa coisa comercial, sabe? Só para quem comprou isso aí não adianta. Nossa, porque eu eu chorei muito, para mim foi muito forte. Que bom, obrigada, viu? Ó, faça, viu? Pega lá e faz, sabe? Todo dia mesmo. Vai lá, escreve, lê em voz alta. Lá na na no caderno de exercício vai est descritinho a metodologia, como faz e o que faz. Tem até uma tabelinha marcando Xizinho. Faz mesmo, sabe? Faz mesmo. Vai também ter acesso a
todo o banco de vídeos da psicanálise. Então, ah, poxa, eu queria rever o aparelho psíquico do Freud. A gente manda o vídeo, entendeu? Quem tá na vortologia tem acesso ao banco, entendeu? Então, ah, eu quero o vídeo da sequência emocional. Ah, eu quero o vídeo do de como é o bipolar, o pânico. Eu pego lá e mando para você. Todo mundo tem acesso a todos os vídeos, entendeu? Isso é importante. É importante porque a gente rever eh eh a a os fundamentos mesmo dos outros autores é importante, gente, é importante. Então a gente fica com
esse acesso. Então vocês vão vendo todos os outros vídeos, entendeu? Professora, eu comecei a ver a mitologia assim, achei magnífico, assim maravilhosa, só dela por dois pontos. Além dela não gerar mais neurose, como que muitos terapeutas fazem em todas as abordagens da psicologia, na própria Psicanálise, ela resolve. É isso. Ela ela tirou essa lacuna, tipo assim, eh, e a própria perversão do psicanalista, do analista, do psicólogo falar assim: "Nesse lugar suposto saber, eu sei. Você vai, vai encaminhar quando eu quero ou quando eu não quero." Gente, eu queria agradecer e espero de verdade do fundo
do coração, que cada coisa que a gente trocou ideia aqui possa levar pro consultório de vocês, que vocês levem pros pacientes de vocês, melhorem os Atendimentos de vocês, que amanhã mesmo vocês já consigam usar eh o conhecimento aqui. Se vier pro curso, a gente vai se encontrar lá, tá? Vamos para cima. É Brasil mesmo. Aí é uma alegria mesmo. E bora virtologia, gente. Obrigado. Beijo no coração de todos. Espero realmente que esse conhecimento chegou e chegue no paciente, que chegue numa melhora mais rápida para quem tá sofrendo. Esse é o ponto. Esse é sempre o
ponto, tá? Beijo, beijão.
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