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AULA 3 PARTE 3

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Fabiani Fabi
movimento principal. Com qual que eu trabalho? Com os menores. Lembra que eu falei que a gente tem possibilidade de usar espelhamentos? Quando o movimento tá muito forte, eu trabalho os maiores ou a perna de impulsão. Então, o que que eu posso projetar num fibona pra frente e quando eu projeto cada coisa? A gente tem a perna de impulsão, correção e outra de impulsão. Eu posso projetar isso para cima e eu posso projetar esses esse triângulo quando ele, lembra que é sempre que ele passa topo, né? Passou o topo, eu posso pegar esse ponto para esse
ponto e projetar lá para cima. Se o movimento está muito forte, ou seja, é uma tendência de alta muito forte ou de baixa muito forte, ele vai cumprir isso aqui muito rápido para cima. Então eu projeto a perna inteira de impulsão lá em cima desse fundo a estopo para cima, tá? Que que eu aconselho vocês? Todos começam do menor e ele vai abrindo alvos conforme ele vai fazendo coisas. Eu hoje em dia já sei, tá forte. Eu falo: "Cara, já esse esse alvo não significa nada, já vamos para um gigante. Agora, para quem é iniciante,
projeto menor, você vai ter pontos que a gente fala de alvos mais conservadores e aí conforme ele vai funcionando, você abre os alvos mais eh maiores, tá? Então, nesse caso aqui, ó, quando a gente muda pros 5 minutos, a gente já tinha ali pelo 60 o nosso desenho. Que que era nosso desenho? O fundos perdidos, ó, entre o primeiro fundo e o último fundo bloco. Aqui é a troca de polaridade. Quando ela funcionou aqui, então o que que eu faço? O ajuste. Isso a gente chama de ajuste fino, tá? Que é eu pego o macro,
vejo a região e onde ele bloqueou esse fundo, ó. Esse fundo quando ele perdeu e aqui ele foi testado, foi onde funcionou. Eu ponho o bloco lá na região do fundo. Quando isso aconteceu aqui, ó, eu faço o ajuste. E aí o resto tá respeitando esse ponto, tá? O ajuste fino a gente faz pelo micro. As regiões do macro elas são muito distorcidas, elas são muito grandes. Um order block do macro, por exemplo, deixa eu ver uma coisa aqui se tem algum aqui para eu mostrar. Não, eu nem quero explicar essa parte porque daí eu
vou ter que entrar em outro contexto. Vou deixar para aula de order block. Porque que não tem um order block? Aí tem regiões de interesse baseada em blocos, mas não tem o order block clássico, não tem, tá? Mas aí a gente faz isso. Então o ajuste lá nos 60 minutos, vocês vão ver que na aula do order block às vezes ele é grande, porque, por exemplo, vamos pegar esse exemplo aqui, esse não é um, tá? Depois eu explico porquê, porque tem um monte de quesito de validade e tudo mais, mas vamos supor que seja o
último candle de alta, como é a história, né, do order block. Esse aqui não seria. Depois eu conto o por que ele não é. Mas enfim, se fosse o último candle de alta, meu, isso aqui é gigante, é um bloco gigante. Aí que que você vai fazer? Você acha o bloco gigante no macro e depois a gente vai achar o ajuste, fazer o ajuste no micro. Então a gente achou que a região era desse fundo a esse fundo, o retângulo inteiro. E onde validou? Aqui por ele perdeu esse fundo algumas vezes, ó, e não sustentou
quando voltou. quando ele sustentou, quando ele perdeu de novo o mesmo primeiro fundo lá, ó, e sustentou e segurou. Então, aí aqui é o ponto que me tornou esse bloco válido para ser ajustado para essa região, tá? Então ele fica aí de ajuste aqui nesse pontinho, nesse fundo, entre o fundo e aonde ele foi retestado, tá? Ele é grande mesmo assim ainda, mas é a região de interesse, tá? Aí a gente já tem outros pontos ali que eu vou traçando, ó, e eu deixo o que eu falo, que eu brinco, que é o bastidor da
arte. Tipo, então tem uma LT principal que tá vindo lá atrás, ó, maior e tem uma menor que já se formou hoje aqui. Qual, qual me importa? As duas. Eu preciso ter isso tudo traçado. Vocês viram que minha tela não tem nada. Depois eu já olho, eu já vejo que tem três topos aqui e que isso aqui me interessa. Para quem não consegue visualmente ainda, traça e deixa lá, mesmo que seja em outro layout, risca um layout, deixa lá e aí você vai olhando ele do lado do que você tá operando. Eu tenho uma tela
por trás riscada, tá? Tanto que eu falei o dia que eu erro é quando às vezes eu apago, que nem eu tô dando aula para vocês, eu apago alguma informação aqui e esqueço de pôr de novo. Aí amanhã, por exemplo, se eu não prestei atenção, ela não tá arriscada lá, eu perco ela, tá? Então eu tenho um layout que fica de bastidor para mim ali. Aí a gente lembra que eu falei para vocês que quando ele perde o fundo é onde a gente projetou o alvo do topo ao fundo perdido e ele nem chegou nesse
alvo ainda, tá vendo? Então o que que adianta eu fazer um negócio muito macro se eu já vi que aqui o contexto do mercado não tá forte aqui inclusive ele tava consolidado. Aí que que eu faço? Esse alvo ainda não uso. Eu tenho que começar do começo. Qual foi o primeiro fundo que ele perdeu, que sustentou aqui? Ele chegou a perder, voltou tudo lá para dentro. Perdeu, voltou tudo lá para dentro. O primeiro que ele perde e sustenta é esse bloco. Então eu escolho esse bloco para fazer meu espelhamento. Por quê? Antes disso aqui não
tinha nada abaixo. A minha trava tá aqui e o mercado tá respeitando essa região. Antes disso aqui, eu não tenho contexto de continuação da queda. Eu tenho um mercado segurando pra continuação compradora, inclusive. Aí quando ele rompe e sustenta o ponto, é esse o meu primeiro espelhamento para baixo. Então o que que eu pego? Já vimos uma coisa, quando o mercado começa a corrigir, eu posso fazer a retração, lembra? Para ver que ponto que ele vai buscar do mercado. Posso, deixa eu apagar esse aqui que aquele do aqui a gente já sabe que tem um
ponto, né, bem importante, por sinal, eh, do movimento, que é o fechamento lá, o tal do fechamento do gap, milhões de pontos abaixo. Ele vai fechar esse gap em algum momento, não hoje, quer dizer, não naquele dia, né? Eh, tanto que já estamos a três e ele não sai muito daquela região. Quando ele começa a corrigir, eu posso pegar a retração do topo ao fundo. Nesse caso é a tal da Fibogap, tá? A gente pega lá em cima até a pernada, a última pernada de impulsão dele é essa, ó, desse fundo com aquele topo. Então,
eu posso pegar essa pernada e fazer a projeção, a retração, desculpa, de Fibo nela, ó. Deixa eu apagar as outras de trás para vocês enxergarem só o que interessa nesse momento. Ó, topo. Pera aí. Pô no topo. Tem que pegar máximo ali. Opa. Que é quando ele startou a correção. E a o fundo a princípio é essa. Essa foi a última pernada do movimento, tá? Então a última pernada me mostra o quê? Primeiro que quando chegar nessa região eu vou ter que tomar cuidado porque é o 50 do Fibo. Lembra? já começa a me importar.
Segundo ponto aqui, eu vou ter o bloco com fechamento, é o bloco perto da retração de 61, tá? Então aqui eu tenho onde ele de fato deu continuidade, onde tem o vazio ali do gráfico, eu tenho essa troca. Aí eu vou procurar lá atrás se eu tenho mais alguma informação, se em algum momento ali foi uma região. Melhor pegar o 60, senão vai ficar muito grande. Ó, que que eu tenho aqui no meio? Lembra que era o 50%? D esse movimento de alta para queda. Se precisar eu traço de novo. Mas você lembra que quando
a gente começou a traçar isso aqui até ali, aqui era o 50%. Certo? Olha o que eu tenho aqui. Tá vendo que tem um fundo, ó? Nesse ponto, esse fundo que foi perdido, retestado nesse bloco, retest retestado ali de novo embaixo, ó. Aqui ele tem um pullbackzinho no rompimento e aqui ele tem um segurou. Então eu tenho que traçar o bloco daqui para cá até esse topo. Então eu vou ter um bloco passando e ele é grande também, ó. Fundos aqui nessa região. Então ele pega tudo isso aqui. Preciso traçar tudo isso? Não, mas é
que quanto mais informação você tem, mais confortável vai ficando na hora que chegar alguma coisa ali. Então eu sei que aqui eu já tenho um bloco, tá? Se quiser pegar a última pernada inteira, porque tanto faz, você pode pegar que você quiser, ele fica até mais bonitinho, ó, porque o meia um fica cravadaço lá no topo. É que geralmente a gente faz da última, a última pernada dele com o último fundo, tá ali, tá? Mas se a gente for pegar a pernada toda, crava no meia um. Se não fosse isso, pegar toda, pegasse só esse
ponto, ele ia ficar no bloco entre o 61 e o 76. Então, por que que eu tô falando isso? Porque tem horas que você vai falar: "Ah, mas qual que é, cara? Você tem que fazer o ajute." Então aqui fica mais confortável se você tem o gap de aqui que dá entre 61 e 76. Tá bom? Então, deixa eu pegar o fundo principal. Aqui você tá fazendo a última pernada. Aqui você tá fazendo com o fundo principal. Cravou o meia. Então essa é sua região. Ponto. Tá o mais ajustada possível. É aqui. Tá bom. Então
ele vai voltar tudo isso. Pô, não é muito grande o movimento. Então calma. Essa informação eu já tenho lá por trás da minha tela. Ela tá salva porque de daqui para baixo eu tenho que prestar atenção, tá? Então ela fica lá, tipo, ela fica no bastidor lá do meu gráfico de outra cor. O Fibo aparece aí, meu querido, o Fibo lá dos 60 minutos eu deixo de outra cor. Aí você escolhe a cor que é mais favorável para você. Vamos deixar ele de laranja por enquanto, tá? Esse é o Fibo que tá lá no no
fibo gap. Aí que que eu vou interpretar? Ele não tá fazendo esse movimento, ele não tá descendo tudo isso e não vai, é muito ponto, é muita coisa. Então lembra que eu tenho que indo aos poucos. Primeiro, ele não passava na consolidação do range. Quando ele passa aqui e troca, que que eu faço? Pego o alvo, dá essa projeção, topo ao fundo, sombrinha ali, ó. A gente tá com esse alvo. Esse alvo ele acabou de pegar aqueles pontos ali. Deixa eu só abrir para ver se tá no lugar certo para vocês enxergarem, porque se quanto
mais certo ele fica, mais cravado ele tá. Aí oível você, eu gosto de torível porque tem esse negocinho, ó. O pavio é exatamente aqui nesse ponto e o fundo perdido exatamente neste ponto, ó. Tá quase cravado, tá vendo? com a região do 100%, o alvo de 100%, lembra que eu falei que o alvo de 100% era bem importante, que geralmente ele corrige. Então, quando foi o primeiro movimento que ele perdeu e retestou, foi aqui. Então, eu começo espelhando isso aqui para baixo. Aí ele chegou no primeiro alvo, defendeu, voltou, retestou a região, outra venda, ó,
chegou no alvo de novo, passou, foi pro segundo, defende o segundo. Geralmente ele sempre faz isso. Hoje foi esse alvo que foi parado lá em cima, defendeu de novo. Então as duas operações tinham um contexto. Primeira defendeu no alvo de 100% do espelhamento que foi o efetivo, e segurou o preço, tá? Defendeu lá. A IV a região, ele não cravou. É a região, gente. Não vai chegar lá, faltar 1 mil para, ah, não cravou, eu vou insistir aqui. Não, lembra que sempre tá chegando perto, eu já falo: "Meu, faz parcial, protege se desacelerar ou acelerar,
enfim". Tá? Então, chegou lá, ó, voltou para onde mesma troca. Isso aqui, enquanto isso segurar, ela fica aí e depois que passar acima, ela também fica aí. Porque não é uma resistência que tá servindo de preço. Quando ela passar acima, ela vai ter que ser retestada e segurar como suporte para ele voltar a subir desse ponto, tá? Então, quando ela segura, ela permanece ali. Agora eu já tenho uma nova LT que tá surgindo aqui, ó, que depois segurou o preço nesse ponto. E agora ela tá aqui no contexto já. Esse vai ser o contexto que
vai interessar pra gente amanhã. Então, a gente tem o preço do espelhamento que tá efetivo para baixo. A gente tem um alvo dele e falta uma. Esse 202 400 e 50, vamos pôr assim, tá? falta aquele, qual que é o ponto agora? E tudo isso, todos esses alvos estão dentro da primeira retração do movimento, que é a 38 da queda. Então ele pode continuar fazendo isso aqui, pode, pô, ele tá longe. As retrações principais do movimento são essas, as laranjas. Então ele pode fazer tudo isso. Só que que adianta eu ter o fibogap e falar:
"Nossa, ele tá em queda, ele vai parar lá no preço X. Ele vai parar em algum momento, ele vai. Mas, ó, enquanto isso, ele tá respeitando regiões, voltando para retestar, respeitando as regiões. Então, por isso que eu vou aos poucos, tá? Por enquanto de contexto ali, eu tenho um alvo que falta do espelhamentinho menor, que foi o efetivo aqui do movimento. Esse ainda tá funcionando, ó. Tá segurando ali, pegou dois alvos, segurou no segundo. Lembra que o segundo é bem importante, ó. Então, ele já segura no segundo uma, duas, praticamente três vezes, né? Tem que
testar essa aqui pra gente ver como que vai ser. se vai segurar ou não, tá? Então, de contexto, o que que eu olho? Eu falo: "Meu, a gente tem esse cenário, a primeira retração do fibogap tá lá embaixo. Falta um alvo do espelhamento que ele perdeu do movimento. Em nenhum momento vocês viram eu falando que eu vendi, eu vou levar ele lá embaixo." Vocês viram eu fazer o quê? Vocês viram traçando partes por partes. Então hoje quando a gente fez essa venda, cara, eu já tava tomando cuidado aqui, depois abriu aqui, depois abriu a mínima
e a mínima era nesse bloco, né? Aqui nessa nessa região do 100%. Era isso que eu tinha para hoje. Para ele ir pro outro alvo, que que eu preciso? Que ele passe isso aqui, segure e vai pro outro alvo. Por isso que eu falo às vezes para vocês, não adianta acelerar. Vender aqui perto desse ponto tem mais riscos. Se ele tá me mostrando que ele segura e tem um alvo relevante, não é melhor. Aqui eu da preferência por comprar se ele defender ou depois que ele passar e testar, igual ele fez aqui, buscar o próximo,
que abre próximo. Aqui não tem próximo, tá fechado. Esse alvo está fechado ainda. Aí quando eu falo abrir e fechar, é para vocês entenderem essa dinâmica. Enquanto ele não perder e sustentar isso aqui, esse alvo não funciona, tá? a gente tá segurando nesse bloco. Então, de índice para amanhã, dentro dessa estrutura, a gente tem esse contexto. Ele vem fazendo topos descendentes e manteve por enquanto o fundo aqui, ó, nesse bloco do final do movimento, ele manteve o fundo. Ainda não chegou nem a cravar o alvo. Que que pode acontecer amanhã? Ele ele fechou em continuação
dessa queda, tá? Que que pode acontecer amanhã? Ele pode abrir já nesse alvo e se ele abrir nesse alvo e defender, é o terceiro que tá validado ainda. Para ele ir pra primeira retração, precisa também perder o alvo e testar. Então, se ele abre aqui embaixo, amanhã é uma abertura que pode ser interessante. Eu não opero abertura, mas dependendo da onde ela for, ela se torna uma abertura interessante, porque tem contexto, tá? Quais são eles? a gente tem que entender o que a gente tem. Então, ele pode abrir aqui embaixo e defender, eu compro. Ele
pode abrir aqui embaixo e defender, eu compro. Ele pode abrir aqui em cima e defender, eu vendo. Ou até aqui em cima, se for o caso, né, do jeito que tá volátil, tudo pode acontecer. Geralmente a volatilidade das aberturas não não é tão grande. A gente tem um a gente calcula, né, um risco eh mais ou menos baseado no que ele vem fazendo de quanto que tá a volatilidade no dia para ver onde mais ou menos ele pode abrir com gap se for de alta ou de baixa ou estável. Tem três formas, gap de alta,
baixa ou um preço mais estável. Então a gente calcula sempre uma margem para ver como ele tá volátil. Ele pode abrir aqui, pode abrir ali e pode abrir aqui, tá? Então não tem não tem como calcular isso. A gente tem a previsão é ele está se mantendo em queda, então ele vem fazendo topos e fundos descendentes. Aqui já ficou meio estável, ó. Até então era descendentes. Aqui ele tá nesse ponto. Que que ele me mostra? Onde tá a segurança desse movimento de queda. Do principal a gente tem a segurança do movimento de queda. Deixa eu
ver. A, é aqui fechou um levemente para baixo, mas bem feio, né? Então a gente vai manter esse topo, tá? Que foi o último, ó, topo que tem um fundo mais baixo aqui, ó. Esse aqui ele já fecha. Ele, se for ver o fechamento em si, abaixo do pavio, ele não fecha, tá vendo? Ele fecha abaixo da mínima, ó. Mínima é o corpinho. Abaixo da mínima ele fecha, tá? Mas como eles estão no mesmo lugar, então eu considero que aqui é a faixa do topo relevante. Enquanto ele não passar isso e fizer o pullback, ele
tá se mantendo cor em correção. Então eu tenho essa informação, tá fazendo os topos mais baixos. O principal está aqui, tá? Não é esse. Então se ele passa esse, vai falar: "Ah, I falou que se passar esse, OK, ele continua". Ele pode até passar esse e fazer um pullback aqui e vir parar aqui, mas para ele mudar pra alta ele precisa passar esse, tá? para ele voltar a se encaixar em alta enquanto ele não passar. Esse bloco que foi o bloco que eu falei hoje, ele é corretivo ainda, tá? Então a informação que eu vou
ter é essa. Abriu aqui, defendeu, compra. Abriu aqui abaixo, defendeu, compra. Abriu aqui abaixo, segurou no fundo, venda. Abriu acima da LT, segurou na LT. Compras até aqui a princípio, tá? Abriu aqui, defendeu, venda. Abriu acima daqui. Aqui já acho mais difícil, tá? Mas até aqui também venda. Então eu tenho compra daqui até aqui. Aqui ainda é venda. Aí depois passa. Aí tem outro ponto. Então vocês viram que a gente vai trabalhando, não é? Nossa, ele chegou aqui, eu já acho que ele vai parar lá na lua, não. É blocos. Que que eu tenho nas
minhas friends? Só que tudo isso aqui é uma baita quantidade de ponto, ó, de um alvo que a gente tá no 204, 250, de 25, 202 pontos. Então é coisa para caramba. Então por que que eu falo que vocês não precisam ter pressa? Antes do índice, meu, você pegava 1000 pontos no dia, você tava voando, tá? Posso? Já mostro. Estava voando. Agora dá tempo de esperar ele passar e fazer um pullback. Ah, Iv, mas e se ele passar e for passar parar no outro alvo direto? OK? Você espera e vai entrar no alvo se ele
defender no alvo ou depois se ele der continuidade, em algum momento você consegue entrar. Você não precisa entrar correndo, porque quando você entra correndo, você vai entrar num lugar que tem informação. Tá vendo que eu te mostrei? Ó, eu mostrei, por exemplo, aqui, aqui, aqui e aqui. Temos quatro faixas já. Tudo que tem no meio entre as quatro faixas é mais complicado. Se você, quanto mais perto você entra dos pontos específicos, é mais simples, né? Ou menos difícil que a gente fala, tá? O alvo, por enquanto, de queda, eu tracei do fundo que foi perdido
e retestado, tá? Então, desse topo a esse fundo, esse fundo aqui, ó, tem até uma sombrinha aqui. Geralmente eu pego a sombra, tá? sombra conta, mas como o que perdeu de fato, foi retestado foi esse, né? Eu peguei ele, tá? Tudo é história, tá vendo? Que que aconteceu ali? Então ele perde, retesta, mesmo que eu pegue a sombra, como é a região, vai dar no mesmo lugar, tá bom? Aí aqui ele tá segurando por conta do que a gente já explicou de contexto, né? Então essa entrada para mim hoje, além de tudo, ó, que que
eu tenho aqui para vocês entenderem a entrada da venda que a gente fez? A da compra foi por conta disso, né? falha abaixo de uma mínima que ele já tava levemente descendente num alvo, tá? Região de alvo a gente fala, né? Também seria uma falha considerada da zona de armadilha que tá aqui atrás. Ele vem abaixo e defende e joga lá em cima de novo. Não é tão clara assim essa zona de armadilha porque Felipe foi bem abaixo, tá? Aí a gente tem a tal da troca que tá segurando e até então a gente tem
a retração da volta, ó. Porque quando ele tá subindo aqui, então beleza, entendemos que ele defendeu no alvo. Que que a gente faz quando ele defende no alvo? A retração da volta do movimento para ver até onde ele pode retrair, certo? Então, se a gente for pegar a retração da volta do movimento, ó, a gente vai pegar o fundo com o topo. Até então a gente vai ver a primeira pernada que é essa, tá? Depois que ele passa de uma certa região de interesse, por exemplo, passou do 76.4, aí eu já posso ver até onde
ele retrai do próximo topo, da próxima volta, tá? Então a gente começa sempre com a primeira, que é essa. Ele tá indo, ó, tá subindo. Beleza? Quando chegou aqui, por que que eu quis vender aquela primeiro momento? Eu falei: "Putz, ele cravou praticamente 76, ó, para fazer defesa acima de topos anteriores." Então tinha contexto para fazer a venda, tá, meu? Aí ele faz o pullback, voltou pra retração, foi lá. Quando ele faz isso aqui, ó, ele vai quase na máxima, ele passa muito da 76. Toda vez que ele passa acima da 61, eu já puxo
o Fibo pro próximo topo ou fundo, tá? Nesse caso topo para ver do próximo movimento, mesmo que eu esteja, por exemplo, nesse caso, eu não tava comprada. Se eu tiver comprada também para eu ver qual que é a próxima trava que tem na minha frente, porque naquelas travas é onde a gente vai fazer parcial se a gente tá comprada, tá? E eu não tava comprada, então tô procurando um ponto de venda. Se ele já me mostrou que disso aqui ele invalidou quando ele faz esse movimento, né, já passa acima do 61 e não segura no
76, eu já sei que ele invalidou, né? Devolve todo o movimento, aí eu preciso inchar. Então, qual que é o próximo ponto que eu vou procurar de confluência? Eu volto pra próxima, ó. Aí é onde ele segura lá no na região de 50, junto com todo aquele bloco que a gente já tinha. Então é 50 da pernada principal, né, de toda a pernada do movimento. 50 bloco. Até então a gente ainda não tinha LT, mas a gente tem a zona de armadilha, ó. A, tá vendo? Bem clarinha aqui, ó. Uma média cinza, ela passa bem
aqui, ó. Ela serve como resistência lá da zona de armadilha. Então aqui eu tinha todas essas informações. Enquanto ele não passasse, eu só era vendedor, tá? Aí o que que vai acontecer agora? A gente tem tudo isso, né? tirar esse alvo, que esse aqui era da retração. Beleza? Tá mantendo o contexto dele, a história de quebra. Amanhã a gente vai precisar ver como que vai ser nossa abertura. Mas de novo, outro ponto, se ele perder esse fundo, eu posso fazer o espelhamento da queda menorzinho, tá? Posso pegar um espelhamento menor e fazer para ver os
alvos menores. Por quê? Desse ponto a esse ponto eu tenho quase 2000 pontos. Ele vai direto 2000 pontos. Depende do jeito que ele tá volátil, se ele pega uma porrada ali numa abertura, às vezes ele consegue ir sim, tá? Mas se ele ficar num dia esse, eu não preciso acreditar que ele vai direto. Assim como depois que ele defendeu aqui, ó, ele não foi pro próximo até agora. Então eu tenho que entender que eu tenho um bloco. Qual que é a informação desse contexto que eu tenho aqui do índice? Não adianta eu querer que ele
vai na retração da volta. a gente sabe que ele tá em correção. Quando ele tá em correção, o final do índice me mostra que ele falha fundos aqui, ó. Daí você pode pegar uma linha para ver onde é o fundo exato. Ó, você pega o principal que tá defendendo. Ó, o outra o outro ainda nem chegou. Deixa eu ver se eu tô enxergando. Pega o primeiro, tá, de tudo e puxa. Ó, o segundo já nem encostou nele, já falhou antes do fundo. Por isso que a gente fala a região, ó. E a gente tem essa
LT aqui de contexto que a gente também pode deixar desenhado. Então o que que ele tá fazendo aqui? Um triângulo descendente já nesse ponto, tá? A gente tem que entender que a gente tá funilando nessa região. Como que vai ser a abertura? Não sabemos, mas a gente tem essa informação aqui, ó. Aí onde a gente vai trabalhar? Dependendo da abertura, veio aqui abaixo, falhou, a gente compra. até onde a gente vai comprar, a princípio, até aqui, nessa volta com esse fundo, com LT. Passou isso, fez pullback, beleza? Aí a gente vai trabalhando o quê? A
gente pode fazer um espelhamento daí para cima do movimento do pivô, né, que ele fizer. Ainda não tem, que são alvozinhos, alvinhos menores, porque a gente sabe que se ele passar isso aqui, segurar aqui, existe a possibilidade de ele poder voltar a testar aquela região. Mas antes disso, eu tenho as retrações dessa volta presas, tá? Mas me me indu já a pensar pelo contexto que ele passando isso aqui, fazendo um pullback, ele tem a possibilidade de voltar a retestar aquele outro ponto, tá? Perdeu aqui, testou aqui, esse ponto se segurar venda. E aí eu abro
outro espelhamento de queda que pode ser, por exemplo, a gente não sabe, ele não fez, mas para eu trabalhar com zonas menores. Aqui, ó, por exemplo, vamos supor que ele vem até aqui em cima. falha e perde o fundo. O que perder o fundo que for que testar, a gente vai fazer para baixo. Então vamos supor que foi ali que ele parou com esse fundo, ó. Seria esse o espelhamento. Se ele fizer isso, o mercado vem aqui, defende, a gente vai pegar o topo da defesa com o movimento que perdeu o fundo, tá? Sempre me
fala: "Mas por que que você escolheu esse espelhamento e não esse?" Ó, tem esse aqui. Esse é maior. Então esse seria um espelhamento maior. Quando ele funciona? Depois. Primeiro eu sempre vou do que forçou a o movimento. Ó, se a gente for ver aqui, eu tenho um espelhamento, ó, desse topo a esse fundo que foi perdido, vai ter um espelhamento para baixo. Mas como que eu trabalho? Sempre com que deu origem e sustentou o movimento. Esses todos deram origem e não sustentaram movimentos. Então ele perdeu fundos, não sustentou o movimento. Esse deu origem, sustentou o
movimento, então eu uso ele, tá bom? Então a gente tem os alvos dele aqui para baixo. Por que que eu usaria um menor também? Por se o mercado tiver chato para caramba, que nem foi a volta de hoje, a hora que ele perder e fizer o pullback que sustenta o triângulo que perder movimento e fizer o pullback que sustenta, é o que eu espelho para baixo. Então pode ser, vamos supor, com esse contexto aqui, ele abre em continuação de queda, ele vai pegar, vem aqui, sobe ali, ele defendeu, manteve aqui, vamos supor aí, perdeu. Aí
esse aqui faz esse movimento, sustenta para vir pra queda. Quando isso acontece, que que eu pego? Esse foi o que perdeu e sustentou. Então eu pego topo com fundo desse e espelho para baixo. Por quê? Se o mercado tiver agressivo, eu já tenho um alvo importante que tá devendo. Assim que ele abrir esse fundo, o próximo alvo devendo é esse daquele espelhamento. Só que se ele estiver chato assim, eu posso ir usando esse menor. E aí não vai ser aquele, né? Aquele eu tracei de outro ponto, ó. Daí eu vou fazer o quê? Eu pego
minha projeção, o topo ao fundo do movimento que perdeu, ó. e foi retestado. Aí eu tenho três alvos aqui, ó. Um, dois, três. Lembrando que esses dois aí é relevante, tá? Esses alvos são alvos conservadores de continuação do movimento. Se ele romper com força, retestar com força e vim com tudo, meu, isso aqui ele pega em dois segundos. E uma barra às vezes ele pega, tá? Então eu uso mais quando ele tá assim, ó, num contexto chato. Hoje, se a gente for ver o contexto chato, ó, aqui era o primeiro, os primeiros fundos, lembra que
era a linha azul, ó. Aí ele não passava o fundo. Aqui ele passou o fundo, ó. Então vamos pôr a linha porque visualmente tava caótica aquela região. Vocês entenderem hoje tá caótico mesmo, tá? Aqui a gente tem os fundos. É um pouquinho mais para cima que tem o primeiro ali, tá? Os fundos ele perde aqui, ó. Não defende não. Isso aqui é um pullback no rompimento, ó. Aí esse aqui rompeu, perdeu o fundo com esse, esse sustenta, dá continuidade pra queda, tá? Quando isso acontece, então tipo, o que que de fato foi a impulsão que
eu poderia usar desse movimento caótico? Eu podia pegar esse espelhamento aqui, topo esse fundo e espelhar para baixo, tá? Ele foi o que me gerou a continuidade mesmo que fez o negócio acontecer, ó. Ele que rompeu e depois retestou o fundo, tá? Então eu posso pegar esse aqui e espelhar para baixo. Ele pega todos os alvos do espelhamento dele só para eu ser mais conservadora. Que que seria eu ser mais conservadora? Eu trabalhar com esses alvos, ó. Aí você vai falar, mas por exemplo, tá vendo que ele inclusive crava esse, mas ele não cravou ainda
o segundo daquele maior. Ele chega perto, mas ó, o segundo do maior tá aqui embaixo, ele não cravou. E que que ele faz aqui, ó? Ele basicamente crava esse. Então, quando a gente tá desenvolvendo o movimento, sempre o que rompe e trava o preço, que mostra que o movimento foi, é o que eu espelho para baixo. Eu dou preferência por ele, tá? E aí, ó, onde ele travou, ponto um, ó, trava, volta para fazer o pullback. Beleza? Essa informação é que eu vou ter, que é o pback pós, né? Pois ponto dois, volta, depois ainda
faz mais um no ponto dois para chegar no três. E aí tem esse detalhe, tá? Em movimentos caóticos que a gente fala, essa correção lenta aí que ele veio fazendo hoje, né? essa continuidade lenta, digamos, ele chega no alvo, faz pullback, outro alvo faz pullback. O ideal é que ele mantivesse, inclusive esse, ele sempre tem que manter os topos abaixo, ó, para ir funcionando. E aqui ele tava fazendo, fazendo isso, ele tava. Mas o que que eu falei para vocês hoje que o contexto diferente de ontem era toda vez que ele fazia isso aqui, ó,
de manter essa estrutura, o mercado tava muito desacelerado. Vocês viram que a gente foi acompanhando lá SG e ela não tava bonitinha. Ela tava bem tranquila. E aí que que acontecia? Quando ele chegava no ponto, os gatilhos eram caros. Até no 2 minutos, tá? Não era muito favorável não, ó. Até no 2 minutos, porque você não entende, ó. Cadê o gatilho? Todos. Esse aqui até que tá OK, mas olha os outros, ó. Tem sombra embaixo e tem sombra em cima. Esse tá bonitinho até. Só que daí você já sabe que a gente tá na cara
de uma trava. Daí você tem que pagar tudo isso de stop. para nos melhor dos monos até então ele chegar aqui. Nesse caso ainda tinha uma vez e meio o risco, quase duas vezes, tá? Mas é esse o contexto. Aqui ficaria bonitinho, ó. Aqui no 2 minutos era mais barato, manteve o canal, manteve a retração, manteve fundo. Ó, você tem que vendo essa estrutura de continuidade para fazer, tá? Mas hoje, como eu falei, não foi o melhor dos mundos. em situações melhores, tipo ontem, ele dava impulsão, ele corrigia no lugar certo, outra impulsão, corrigia no
lugar certo, outra impulsão. E toda vez que ele corrige, a gente não vai ficar fazendo isso, tá? Mas pode. É só para você saberem. Toda vez que ele vai corrigir, ó, ele começou a defender, eu posso pegar o Fibo. É que eu hoje em dia eu sei isso de olhando, tá? Fundo ao topo, ó. Ele chegou até aqui, ele vai começar a corrigir fundo ao topo. Ó, onde ele tá corrigindo. Aí eu vejo lá a retração que ele tá corrigindo entre 50 e 61. Ó os pontos ali dele defesa, tá? Entre 50 e 61. Tá
ótimo. Eu vou ficar fazendo isso não, porque você já sabe meio que a estrutura que ele precisa manter. Então, geralmente eu faço isso em pontos principais. Tipo, agora ele tá no fibogap, eu preciso saber as travas mais relevantes, que são aquelas cinza, aquelas laranjas que vão estar atrás, tá? Preciso, mas ele tá longíssimo da primeira delas, então eu tenho que trabalhando com o que eu tenho. Então, como que eu faço isso? Como o gap é muito grande, não adianta eu pensar na retração da volta, beleza, tá corrigindo, tá? A gente viu que ele falhou lá
em cima nos 60 minutos, começou uma correção. Adianta eu querer essa correção? Olha onde tá. Ele falhou lá em cima, ó. Falhou aqui a correção. A primeiro nível dela tá aqui. Adianta eu falar que eu vou vender e vou esperar de chegar aqui? Não. Então isso tá muito surreal para mim. Então como eu trabalho até chegar lá com os alvos, tá? Então eu vou espelhando alvos de interesse para baixo. Então toda vez que ele faz, sustenta, a gente puxa o que deu start pro movimento. Nesse caso, o que rompe de fato foi esse espelhamento aqui,
ó. Esse topo com esse fundo, tá? Foi ele aí, ó. três alvos cravadíssimos. E por que três nesse caso, né? Você falou: "Ah, Iv, mas o segundo é respeitado". É, geralmente quando é acompanhamento, os menores ele pega todos, desde que ele esteja dentro do movimento do contexto. Qual que é o contexto? A gente tinha o fundo aqui. O fundo tá num dos principais, ó. Tá perto do segundo do principal. E o movimento defendeu naquela região de cima que tem a trava. Ou seja, se ele fosse abrindo os pontos que eu tinha, eu tinha que trava
hoje do mercado. A informação que eu tinha na hora que a gente vende é daqui até aqui eram os meus limites principais. Eu não vendi em nenhum momento e falei para vocês, vamos até a mínima. Eu falei, eu gostaria que ele fosse até a mínima de hoje, mas eu preciso que ele vai me dando informações. Então, eu sabia que eu tinha esse contexto para trabalhar, mas eu tinha que descer devagar, ainda mais pela forma que tava o movimento do dia não tão acelerado pra gente fazer isso, tá? Então, vocês viram que eu fui descendo aos
poucos no acompanhamento. Ive, por que que você sabia quando você falava: "Ah, ele vai falhar mais ou menos na região tal ou na tal". Eram esses alvos. Então eu espelhei isso aqui para baixo e tinha as possíveis travas, todas ele respeitou. E não é agora. Ah, o gráfico parado é fácil, concordo. Mas vocês viram eu falando isso, a maioria de vocês, acredito que esteja hoje na estava hoje na sala ao vivo, vocês viram que chegava no ponto, falava: "Esse é o ponto ou o preço é o tal". Tá? Então eu tinha essa informação antes de
aparecer lá na SG por conta disso, né? Eram as minhas travas, tá? E é dessa forma que eu encontro elas. Então eu falo muito antes, agora que você tá vendo o gráfico parado, a gente construiu tudo bate, ó. Por isso que eu gosto que vocês vejam eh a gente trace as coisas para vocês verem, tipo, o que acontece amanhã, bem mais legal. Mas lá eu fui falando, então hoje isso aqui tava tudo desenhado e eu falei que eu gostaria que fosse pra mínima, né? Foi lá pra Mima, demorou para caramba. Inclusive depois que a gente
da sala ele chegou na mínima, aí já defende de novo. Ali era o terceiro alvo, tá? Então, de contexto de acompanhamento, ele pode pegar os três, desde que a trava que eu tenha esteja dentro desses três. E onde estavam os três? Na minha trava, ó, que até então era aqui o fim do movimento. Tava aqui, travou, tá? Adianta quando eu tenho um alvo lá para baixo, eu falei para vocês, se ele passar a mínima, eu já sei qual que é o próximo ponto. Se ele passar a mínima, mas enquanto ele não passa aqui a trava.
Quando eu tenho três alvos dentro da trava, esses são de desenvolvimento, então os três são viáveis. Dos principais, o 50 ele respeita bem, ó. Tanto que ele ainda nem chegou e o preço já tá ali enrolando, ó. Tá vendo? Então, amanhã a gente tem um desafio grande nessa parte do mercado, por ele está funilando o nosso triângulo. Deixa eu tirar todos esses aqui, que esses, esse aqui foi comprido. Quando a eu tiro o alvo, ele foi comprido ou quando perde a característica? Que que seria cumprido ou perder a característica? comprido quando ele pega todos, tá?
Então, nesse caso, ele já pegou, ele já cravou o terceiro ali. Então, esse alvo aqui não não estaria, mas aí tá, ele acabou, já completou todos. Agora eu preciso abrir os novos, se for o caso, ou ele também some, mesmo que ele tenha pego dois. Se ele pegou dois, que momento ele para de ser viável? Quando ele muda a característica de queda para alta. Aí, que que adianta ter um alvo embaixo? Se ele mudou a característica, ele me fala que ele não desce mais, tá? Aí ali a gente vai procurar outros alvos de compra, tá?
Então amanhã o nosso desafio é daqui a pouco a gente volta, tá? Se vocês não entenderam algo de Fibo, a gente vê de novo e tal, mas é que como a gente já tá indo Fibo com construção do contexto, amanhã o nosso desafio é aqui. A gente já viu que ele tá mais caótico, né? Ele tá funilando nesse triângulo que tá em amarelo por trás. Temos um alvo hipotético por enquanto, porque tá fechado daqui para baixo, tá? Então a gente tem o queele de cenário? Esperar a abertura. A gente precisa ver se ele faz esse
movimento e defende. Enquanto ele cavar esse segundo alvo e defender, aí estamos ainda compradores, tá? A gente só abre esse alvo quando ele fizer isso, o pullback e segurar a região. Inclusive quando ele fizer isso, o que que a gente vai fazer? Vai vir para cá direto. Depende. Se tiver muito volátil o dia, a gente vem. Se não tiver muito volátil o dia, a gente vai pegar a o o topo com o fundo que perdeu essa região e segurou o ponto. Aí a gente espelha ele para baixo, trabalha com os áos menores até chegar ali.
Como ele vai tá dentro do próximo contexto, factível que pegue os três, tá? Que ele vai tá dentro desse contexto, que é o próximo mais macro que a gente tem ali, tá? Que tá vindo do daquele espelhamento macro. Então a gente tem para amanhã um cenário difícil, tá? Não é fácil, mas com regiões bem definidas. Então falhas aqui, compras, falhas aqui, vendas. Não acredito que ele vá abrir lá em cima, né? Eu acho que é muito distorcido para ele abrir, tipo, 3.000 pontos acima eleição, sem nada agora nesse momento. Então é bem provável que ele
abra ou estável ou nessas regiões. Cara, abrir o estável, cuidado para vender, porque a gente já tá perto do fundo, tá? Apesar que você falou perto, ó, é 204600. Se for no alvo, tem 300 pontos nessa região, né? Então, só toma cuidado porque às vezes você vai falar: "Ah, abriu estável". Ele acelera para vender, você vai vender, ele chega aqui e já te stopa. Então tem que tomar cuidado com a estabilidade ali do movimento, tá? Aí aguardar o que seria ideal, cara? Abriu estável, espera ele testar esse fundo, vê se ele rompe ou segura. segurou,
acelerou para compra, cara, você tá no melhor pronto, até então um comprador para ir buscar pelo menos essa região aqui, ó. Só que daí você tá saindo dessa região que é mais ou menos 204, 300 para 205 e 100, quase 1000 pontos. Então você tem uma margem maior, né? Falhou aqui acima desse topo na LT também, a mesma coisa. falhou aqui. Você pode vir buscar até porque, né, aqui a gente tem uns fundos rompidos, ó, que depois foi retestado. E de novo, a mesma história, tá? Quando ele faz esse movimento aqui, ó, e perde esses
fundos que ele vinha fazendo aqui, ó, e sustentando, é a mesma história. Perdeu, segurou. A gente pode pegar esse topo com esse fundo e fazer outro espelhamento de acompanhamento, caso alguém tivesse vendido nessa região, ó. E ele pega e olha que bonitinho, olha onde são as defesas. Alvo, defesa. Aí aqui ele passou direto. Segundo, terceiro, defesa, defesa, defesa e defesa. Não é arte, não é linda, é perfeito. Então, desde que você sabe ler o contexto, tipo, beleza, é o que eu tô falando, o gráfico tá pronto, vocês estão vendo aqui, mas eu nem esse, por
exemplo, eu nem tinha traçado. Mas uma vez que você sabe isso, cara, é incrível, porque você vai ver isso acontecendo. Hoje vocês viram, quem tava na sala ouviu eu falar: "Esse é o ponto, esse é outro ponto e não sei o quê". Antes da SG aparecer, aí depois aparecia e as regiões ali marcadas da SG pra gente ir trabalhando. Então é o que eu falei, para quem não sabe ou ainda vai ficar perdido de Fibo, calma, vocês vão se adaptando e a SG ajuda demais, porque são as regiões. Agora quando você sabe, acende antes e
aí você sabe para onde você tem que ir ou não tem que ir antes, tá bom? É, são fractais. Exato. Então, ó, de contexto, quando ele perde, então, e sustenta o alvo, é aquele que a gente espelha para baixo, porque daí vão me perguntar: "Ah, Ive, por que que você não pega o topo até esse fungo?" Eu posso pegar? Posso, mas eu gosto do que deu impulsão pro movimento, o que fez de fato o negócio acontecer. Então, o último que fez o negócio acontecer foi esse, né? Aqui ele faz um pullbackzinho, ó, meio que pré
e rompe, né? que aqui de contexto todo é isso aí. Segura. Então, esse foi o último que foi rompido e segurado. Esse aqui ele foi também perdido, mas ele foi perdido por aqui. Então, o que que a gente faz? Sempre começa com o menor, que é o que fez o movimento acontecer. Se tá muito forte aí, lembra que eu falei? Se tá muito forte, a gente vai usar o maior. Inclusive, se ele tivesse muito forte, isso aqui, esse topo, a esse fundo, em algum momento é um espelhamento, mas não vai ser por onde a gente
começa. A gente só usa os maiores se tiver numa baita de uma tendência. Aí a gente não precisa espelhar pequenininho, porque se, vamos supor que ele desse, ele tivesse dando aquelas porradas, sabe? Aquelas barras bem fortes, correção forte, barra forte. Aí eu nem perco o tempo com isso, porque uma barra vem pegar todas as três alvas. Só que como hoje o mercado tava chato, que que a gente faz? Que deu início ao movimento é o que a gente usa. E aí, ó, defesa nele, corrige. Aqui ele até teve uma microdefesa, né? Esse alvo foi direto,
ó, pro terceiro. No terceiro segurou, segurou e fiquei assim por diante. Agora a gente tem que desse três espelhamentos, por exemplo, ó, ele perdeu. Então isso aqui eu tiro. Acabou. Tá? E agora eu tenho o quê? Aqueles fundos com aquela região lá que a gente viu, né? O fundo que tá marcado, ó, é um pouquinho mais acima, tá vendo? Tem que colar nele ali, ó. Fundo que tá marcado é o principal. A gente tem a informação no que ele falhou antes. Então, sempre que ele faz isso, para visualmente ficar mais interessante, eu posso fazer o
bloco. Que que é o bloco? Qual informação que eu tenho aqui, ó? Eu tenho aquele fundo da linha falhado e este fundo aqui, ó. Então eu ponho um bloco. Esse não é o order block, tá? Isso aqui não é o order block. Isso aqui é o bloco de de suporte. Depois junto com a gente vai juntar ainda o order block nisso aí e muitas vezes ele fica até melhor, né? E daí você encontra os pontos, você vai encontrando os mais específicos onde tem mais pontos, tá? Então aqui a gente tem um bloco, ó. Sabendo que
o quê? Se o preço chegar aqui e já defender, tem um fundo que segurou ali. E a linha principal, você pode até pôr de outra cor, é o fundo principal. Então, enquanto ele defender essa região, e geralmente o que que eu gosto? Eu gosto que ele defenda abaixo, porque quando ele defende abaixo de fundos, ele pega liquidez, lembra? Tipo, que que tem aqui embaixo? Quem comprou e deixou stop aqui, tem posição, enfim, aqui tão stop das pessoas compradas. Stop de compra é venda. Então ele força isso aqui, ele dá uma acelerada e depois ele defende,
tá? Então é aquele movimento que parece que ele vai romper, fales, um rompimento falso e volta. Então é isso que a gente tem para amanhã de contexto. Aí como que eu vou trabalhar? Então dado, vamos supor que ele continue essa queda, em algum momento ele tem que continuar essa queda, tá? Vai ser amanhã, não sei. Ele se mantém em correção por enquanto, tá? Então eu preciso ver esse contexto. O que que pode acontecer aqui também, ó? Perder o fundo, vim pro alvo, segurar no alvo, voltar para retestar o fundo. Ó, então ele poderia perder aquele
fundo vir até o alvo, que é o 100% aqui, ó, do lado direito, tá? Daquele espelhamento lá de trás. Volta para retestar o fundo para romper o alvo. Depois retesta o alvo para abrir os próximos. Então aqui teria uma estrutura de movimento que poderia ficar interessante, tá? Vai ser isso que vai acontecer? Não sei. Eu não sei nem onde ele vai abrir. Eu tenho, eu trabalho com hipóteses, né? Então eu já vejo que se numa continuidade, meu abriu aqui, eu vou, se eu for comprar, eu preciso ter essa informação. Como ele perdeu fundos anteriores, antes
do alvo, ele chegou aqui. Se ele retestar aqui e segurar, ainda posso forçar a queda. Mas se ele falhar aqui de novo, tenho que sair. Amanhã a gente vai estar na sala, eu vou estar lá na sala, eu vou dando os direcionamentos. Vocês já vão ter um contexto, né? Trade vi tá atrasado. É que sabe o que que tem o trading view? Trading view precisa. Mas o de vocês ou o meu? O de vocês tá igual ao meu. Pera aí, deixa eu ver no profit. Porque o Trade viw tem um negócio de um sinal que
você tem que pagar, você paga, sei lá, R$ 2, R$ 5, alguma coisa assim para para ele ser em tempo real. Senão pode ser que ele esteja atrasado aqui mesmo. Eu não sei se esse computador é o que eu tenho. Eu sei que tem um que tá ativo, mas eu não sei se é esse. Aí pode ser que eu esteja com o que tá atrasado. O preço já fechou na mínima. Não. Bom, isso é bom. É verdade. O meu também. Deixa eu ver onde foi a mínima. Se fechou exatamente na mínima. Calma aí. É verdade,
ele fechou na mínima mesmo. Tá. Então, a gente tem essa informação. Eu, provavelmente eu tô com o trade de envio do sinal com delay. Eh, então a gente tem informação se ele já fechou na mínima, ele já fechou então na linha. Pode tirar até esse bloco. Ele já fechou na linha, tá? A mínima é a linha que a gente tem ali. Deixa eu só conferir se foi isso mesmo. Foi essa linha, tá? Então ele já fechou aqui teoricamente. Presta tá aqui, tá? No trading view já tá aqui. Que que eu vou ter de informação, cara?
abriu um pouquinho aqui abaixo, defendeu, ele tá falhando a mínimo, tá? Ainda a gente se esse G acelerar lá pra compra, a gente pode arriscar uma compra de novo, né? Abertura é aquele negócio volátil e tudo mais, então toma cuidado, tá? Porque às vezes daí também ele faz isso muito rápido, ele faz aquele pullback meio que escondido para também romper. Então a abertura é um contexto mais complexo. A gente viu que as aberturas são muito voláteis, elas dão uma porrada. Então, só tomem cuidado, principalmente quem não tá acostumado. Qualquer coisa é o que o Sérgio
sempre fala, toma cuidado, tá? Eh, aqui, por exemplo, então ele fechou aqui, o Kle está aqui, tá? Abriu o estável, aguarda para ver o que ele vai fazer com calma. Vai romper, não vai romper, vai defender, não vai defender. O mercado te dá a informação, depois que ele dá, você age, tá? Nesse contexto, então temos que ele já tá na mínima, o preço tá aqui. Vamos ver onde ele vai abrir. Melhor dos mundos é se ele já abrisse abaixo num contexto de continuação da queda, porque em algum momento que ele defender e fizer o pullback,
segurou no fundo, a gente tem a abertura do próximo, né, do próximo ponto. Por enquanto, ó, entre a mínima e o alvo, a gente tem um bloco também, tá vendo, ó? É essa essa faixa toda. Então, às vezes você vai achar que ele rompeu e aí você vai vender, você vai falar rompeu. Aí chega aqui ele trava, você não entende o porquê, tá? Então, mesmo que ele rompa, a gente tem essa região do 204 eh 204 285 aí que ele precisa passar. Se ele for até aí defender ainda, ele vai ser considerado essa falha nesse
mesmo
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