Bom, então vamos lá. Gosto muito sempre de dizer que a gente tem um tipo de analfabetismo coletivo estrutural e que para mim ele é seríssimo, que é o analfabetismo simbólico. Nós estamos tão viciados no concreto, no concreto, no literal, que a gente perdeu a capacidade de dialogar e de ler o simbólico das coisas.
E aí você pode me perguntar qual é o problema disso? E aí eu vou dizer para você que o problema disso é que o simbólico é a linguagem com qual a dimensão da alma fala com a gente, que a dimensão espiritual fala com a gente, que a dimensão anímica fala com a gente. Então, quando a gente fala sobre colocar dinheiro a serviço da vida, quando a gente fala sobre compreender se algo faz sentido perante o propósito da nossa alma, perante aquilo que nos nutre numa dimensão do nosso eu superior, do meu self, da minha alma, da minha ânima, dá o nome que você quiser dar.
a gente vai precisar falar sobre linguagem simbólica, porque a nossa dimensão, né, superior, ela não fala com a gente por meio da linguagem concreta. E aí o que eu vejo todos os dias, eh, são pessoas, né, seres que por não serem alfabetizados e não conhecerem linguagem simbólica, não conseguem interpretar o diálogo com a vida. Então, claro, tudo na vida tem uma pode ter tudo não é muita coisa, né?
Mas assim, as coisas podem ter, claro, uma camada concreta, mas existem as muitas camadas de uma mesma coisa, existem as muitas linguagens de uma mesma coisa e isso vem a partir do simbólico. Eu gosto muito de estudar, né, saberes ancestrais e a Cabala é um corpo, né, de conhecimento muito poderoso. E dentro da Cabala, eu aprendi isso com rabino Newton Bonder, que é um rabino muito interessante, né, que escreveu alma e moral.
Ele ficou bem famoso pela alma e moral. Ele diz que na Cabala existem quatro níveis de linguagem. E esse e é esse paralelo que eu vou tecer com vocês aqui com dinheiro e com planilha.
Vocês vão ver que coisa mais linda. Quatro níveis de linguagem. E que a compreensão de um saber, de um texto, vai depender da capacidade do leitor de ler aquilo nos diferentes níveis.
Então, existe um nível que é o concreto, a palavra, né, caneta. Eh, existe um nível que é o simbólico, né? O simbólico de uma caneta naquela tradição, naquele ensinamento.
Então, conhecer essa camada simbólica no mesmo texto, né? Porque para acabar a tradição pelas palavras é algo poderosíssimo, né? A palavra é é muito poderosa nesse corpo de de conhecimento.
Então, concreto, simbólico, existe um nível de compreensão, de refinamento, de leitura, que é as entrelinhas. Então, o que que tem nas entrelinhas daquilo que tá sendo dito? E existe um nível de compreensão que é o não dito, aquilo que nem tá dito, mas que pro sábio, pro estudioso, está presente.
Quando a gente olha pros nossos números, a partir do olhar do espelho financeiro, a gente vai encontrar esses níveis. Eu vou explorar com vocês, principalmente os três primeiros. E a gente vai pra planilha para eu mostrar isso como acontece na prática, tá?
Daqui a pouquinho. Mas eu quero primeiro despertar para essa importância da gente começar a soltar, eu diria que na vida, tá gente? Mas aqui a gente vai fazer isso por meio do dinheiro, o vício no concreto, porque senão a gente não consegue ver o simbólico, as entrelinhas e o não dito.
Jung dizia que a vida fala com a gente por meio dos três Ss. E eu num estudo muito bonito, eh, com uma grande amiga minha, a gente pediu licença para Jung para colocar o quarto. Então, a vida fala com a gente, né, por quatro ss, três do Jung e um que a Tânia vai trazer para vocês.
Quais são os três S que Yung diz que a vida fala com a gente? Ele diz que a vida fala com a gente por sonhos. Então, os nossos sonhos, eh, eles são como WhatsApps cotidianos, que o nosso self de novo, nossa alma, nosso eu superior, você pode dar o nome que você quiser, manda para nós.
Só que como sonhos acontecem por meio de linguagem simbólica e nós somos analfabetos simbólicos, a gente não consegue ler a mensagem, porque como a gente não entende símbolo, e muitas vezes esse símbolo, ele é um ajuste de linguagem para algo que que a Tânia vai entender, o meu self fala comigo no símbolo que eu vou entender. Por isso que não dá para fazer pesquisa do o que significa tapete vermelho em sonho, não. O que significa tapete vermelho na sua psique, no seu inconsciente.
E aí a gente infantilizou essas linguagens que são do nosso lado direito do cérebro, né, que são da nossa instância superior e fala: "Ai, porque eu só sonho viagem, o meu sonho é tipo tapete voador com elefante cor-de-osa e haha, nada faz sentido. " sem saber que a gente tá todos os dias jogando fora oportunidades incríveis de diálogo com a nossa alma por meio dessa dimensão da consciência tão misteriosa, mas tão profunda, chamada sonhos. Desde todos os tempos, gente, desde os tempos mais antigos e hoje ainda em algumas eh eh populações, né, que seguem eh saberes ancestrais, os theors, the dreamers and the seers, os visionários, os sonhadores e os que eh que tem a The Dramers, the and the Sears, né, os sonhadores e os que tm a visão, eram consultad por faraós, por imperadores, por populações indígenas para que pudessem mostrar esse diálogo com o futuro.
E a gente colocou isso tudo numa dimensão boba, numa dimensão infantil, porque a gente não sabe ler símbolo e a vida fala com você de uma maneira simbólica o tempo todo. Então, Jung vai falar: "A vida fala com você por sonhos". Muitos de nós, como eu falei, não escutam.
Aí a vida vai falar com a gente também por sincronicidade. Sincronicidade. Começam a acontecer, né, sincronicidades, acontecimentos que parecem coincidências, mas que eles não são.
Eles são providos de uma grande tecedura, né, de símbolos que se entrelaçam te mostrando um caminho, te mostrando uma informação simbólica, te mostrando uma trajetória. Só que ela não obedece a lógica da mente linear, racional, lógica, previsível e determinada. E ademais de para algumas pessoas isso parecer um papo de hip, hoje isso já é sabido, né, e respeitadíssimo por diversas instâncias, inclusive de lideranças, de altos gurus, de CEOs do mundo.
tem um livro maravilhoso que é o Liderar por Sincronicidade do Joseph Javorsk, que conta como ele se tornou um dos maiores eh mentores de líderes do mundo nesse estudo de muitos anos, atrelando física, um grande físico quântico que trabalhava com ele com cincidade, um cara maravilhoso, um senhor já. Então a gente faz o quê? Começa a acontecer sincronicidades.
Nossa, que que coincidência, que consciência. Mas muitas pessoas ainda ignoram. Agora, sincronicidade para acontecer, você precisa estar em verdade, em verdade na sua vida.
E aí a sincronicidade para mim, ela é uma camada consciencial, ela é uma dimensão, ela é uma lei espiritual. A vida é sincrônica, a vida é milagrosa. A gente que com a nossa consciência na maior parte do tempo não está na dimensão de vida aonde isso é uma lei constante.
E isso é o que eu chamo, que vocês já devem ter visto na minha rede, falar sobre modulação de campo de consciência. Quando na minha vida a sincronicidade para ou quando a coisa não tá sincrônica, eu preciso reajustar e remodular meu campo. Isso não é um tema para esse conteúdo aqui, mas é o tema de prática do innerab, por exemplo, né, entre outros programas que eu faço.
Então, vida mandou sonho, você ignorou. A vida mandou sincronicidade, você não ouviu a vida com o seu amor inenarrável. com a sua capacidade infinita de ter paciência com você, ela te manda uma terceira linguagem queung dizia os sintomas.
Aí eu tô lá, né? Não paro nunca, não paro nunca. Sei que tô cansado, não preciso parar.
A vida manda sinal, manda sincronicidade, manda sinal, manda sinal, eu não paro. Uma hora, eu vou lá, caio, quebro o pé e tenho que parar. Tânia, você tá dizendo que tudo que acontece no nosso corpo é porque a gente não ouviu a sincronicidade?
Não, gente, eu não tô dizendo isso. Eu não sou simplista nesse nível. Eu acho que a vida é muito mais complexa do que isso, tá?
O fato de sintomas ser uma das formas da vida, eu não tô dizendo que todos os sintomas vieram deste lugar. Eu acho que as coisas são mais complexas do que isso. Isto posto, muitas vezes você tem sintomas e quem começa a investigar sintomas a partir de um olhar que não é o concreto, eu vejo isso há 20 anos acontecer em mim e nas outras pessoas, começa a perceber que aquele sintoma tava conectado com várias outras coisas da vida que eu não ouvi, que eu deixei passar aqui e tudo mais.
Agora, claro, se você pegar seus sintomas e for tratar a partir da lente do concreto, ele vai ser de novo uma coisa que não tá conectada com a visão mais sistêmica da vida, porque a dimensão mais sistêmica está na camada simbólica e não necessariamente na camada concreta. Então, né, quando a gente começa a se abrir para essas linguagens, é natural, os sonhos ficam mais lúcidos, né? Eu tô toco no innerb, um monte de gente que pratica, a gente pratica toda semana pr, né, presença, meditação, começa a ter sonho lúcido, as pessoas começam a receber resposta em sonho, elas começam a ver melhor essas essas coisas e o nosso dinheiro também é um canal para isso.
Agora, para isso tudo, né, acontecer, tem uma outra dimensão aqui que é a que eu falei que pedimos permissão para adicionar, que é o silêncio. Tanto sonhos, né? né?
Os sonhos acontecem de maneira onírica, mas na prática do silêncio, na prática da presença, na prática da meditação, na prática da liderança interior, é que você vai conseguir ouvir o simbólico, porque o simbólico não grita na sua orelha, ele pede capacidade de ter silêncio, de silenciar para eu inclusive ter espaço para receber a voz dessa vida. Se eu não paro um minuto, esse sutil não consegue nem chegar em mim, não consegue nem falar comigo, porque eu tô um tempo todo uma máquina de ruído ou que não para, ou que não para quieto, ou que isso. Então, a prática do silêncio, que hoje é o coração do meu negócio, tanto para empreendedores quanto para líderes, quanto para empresas, é pra gente poder ouvir, porque a voz da sabedoria fala com a gente de uma maneira sutil, altamente clara, altamente objetiva, mas simbólica e sutil e aprender aprender a ouvir e aprender a falar de novo linguagem simbólica.
E claro que isso é um um caminho pra vida, né? Eh, é uma grande chave. O nosso dinheiro, ele pode ser um espelho disso e ele pode ser uma porta de entrada disso, como eu vou falar para vocês na sequência.
Mas é este coração que permite ver, porque estrutura de valores, gente, não é o concreto, é simbólico. Por mais que a gente queira se agarrar no vício do concreto, a vida sempre nos ensina que não é assim que ela é. Inclusive que isso que parece ser concreto não é.
tem mais, tem mais vazio aqui do que matéria. Então, daqui a gente adentra essa, readentra essa dimensão e aprende por meio do nosso dinheiro, que para mim é um grande condutor de energia criativa, de energia libidinal, de energia sexual e de espelho do nosso mundo interno como consequência disso. Uma camada que vai nos permitir, que vai permitir que a gente se conheça de um novo lugar.
E vocês vão ver que coisa mais linda olhar sua vida e seu dinheiro a partir disso.