Boa noite, pessoal. Tudo bom? Tão me ouvindo bem? Boa noite. Boa noite. Deixa eu ver aqui no chat quem quem tá por aqui já. Vamos, vão me falando de onde vocês estão [Música] falando. Boa noite, Maurício, Rafaele, Stepanie, Maria Lúcia, boa noite Carlos. Boa noite, Roberta Mexará, boa noite Rô, oi Rô, boa noite. Oi, Otávio. Morgana. E aí, gente? Tô olhando aqui para baixo porque eu tô vendo o chat aqui. Me falem de onde vocês estão falando. Rio, Santa Catarina, Bahia. Olha gente, gente de todo Campina Grande. Eu tenho uma amiga aí em Campina Grande,
tenho família em Santa Catarina. Oi, Rô. Oi, Ju. Ah, Ju foi minha aluna na Santa Casa. Que legal. Jandinara, Santa Catarina, Rio. Gente, eu tô aqui no Paraná, tá um frio aqui. Aí tá frio, gente. São [Música] Paulo. Nossa, Moarama. Oi, Orlete, tudo bom? Eu lembro de você. Oi, Ariane. Ah, já é CDA. Que bom, Brasília. Gente, que bom ver vocês por aqui. Aí, vocês estão empolgados, gente? Eu tô muito empolgada. Caramba, quanta gente. BH. Ai, adorei conhecer BH, gente. Muito bom. Olha, tem gente aqui de Londrina também. Piracicaba. Legal. Iraí, Pernambuco. Gente do Brasil
inteiro, hein, gente. Vamos chegando aí. Vamos chegando que já vai começar. Que [Música] bacana. Tô empolgado, gente. Boa noite, Amanda de Assis. Ah, o Maurício também já fez curso comigo. Que legal, Cascavel. Bom, gente, boa noite do Rio, Porto Alegre, Quanta gente que tá aqui, gente. Eu quero agradecer, primeiramente a presença de todo mundo que tá aqui. É um prazer enorme estar falando com vocês. É, obrigado pelo tempo de vocês. Obrigado por estarem aqui. Então, vamos lá, né? Sem mais delongas, nós vamos começar, né, a aula de hoje. Deixa eu preparar aqui, colocar. Boa noite,
gente. Ó, agora que eu vou começar a aula, eu não vou ficar olhando muito pro chat, vou focar, porque vocês sabem, né, a importância de focar enquanto a gente tá dando uma aula, enquanto a gente tá se dedicando completamente a uma tarefa. Mas de vez em quando eu vou olhar aqui no chat para ver se vocês eh estão fazendo perguntas e vocês podem fazer perguntas no final também, tá bom? Vamos lá. Então, gente, nós estamos aqui por dois grandes motivos, tá? é para falar eh primeiro eh sobre as lições de ouro da educação baseada em
evidência, ajudar o seu aluno a aprender mais, estudando menos e também por um outro grande motivo que eh eu tava esperando muito, várias pessoas também me mandam mensagem, Roberta, tô esperando muito por esse momento, que é a abertura da turma 3 do CDA Expert, que é um curso Assim do meu coração, tá? Mas então, vamos lá, pessoal. Eh, hoje é um dia muito especial e que nós vamos falar sobre esse tema, mas mesmo se você não tá interessado no CDA Expert, fica aqui com a gente, tá bom? Porque eu eu preparei um conteúdo muito legal,
muito especial mesmo. Vai ter um é uma aula magna sobre eh temas muito interessantes. Por exemplo, a gente vai falar sobre por é importante uma educação baseada em evidências. Por que que a gente precisa saber dessa questão de educação baseadas baseada em evidências? sobre as práticas de ouro da ciência da aprendizagem e um tema que as pessoas me pediram muito, muito mesmo, que é sobre a teoria da carga cognitiva. Então, quando a gente fala de práticas de ouro da ciência da aprendizagem, a gente tem que entender como a gente aprende, como a gente ensina e
entender também que a teoria da carga cognitiva é uma teoria que a gente precisa aprender e colocar ela em prática no nosso dia a dia para melhorar a nossa eh aprendizagem. OK? Então, hoje nós vamos falar sobre essas questões. Então, presta atenção, a aula tá muito muito Legal. vocês vão aproveitar muito. Então, a gente foca em dois grandes pontos, né, na nessa intersecção de como a gente aprende e como a gente ensina. Eu preciso para ser um bom profissional da educação, que trabalha com educação. Eu sou professor, se eu sou da psicologia, da pedagogia, da
FONO, eu tenho alunos que são mentorandos, eh mentorado, não, eh mentores, desculpa, olha só, tô eh alunos que são mentores de concursos, eh que são, eh, dão aulas eh mentorias para concurseiros, que também são meus alunos, que eh então todo esse público que trabalha de alguma forma com a educação vai se beneficiar dessa aula. Por quê? porque ela tá eh focada que a ciência da aprendizagem ela ensina como a gente aprende, ela pesquisa como a gente aprende, como a gente ensina. E para para que a gente faça isso bem feito, a gente precisa ter eh
esses dois conhecimentos. Claro que também a gente precisa ter o conhecimento técnico do que a gente vai passar, mas o foco da aula é trabalhar essa questão, como a gente aprende, como a gente ensina e destrinchar um pouco eh sobre essa temática hoje, tá bom? Então, só para Dar um pouco de contexto para vocês, só para contextualizar um pouco eh quem sou eu, né? Porque eu eu sei que tem muita gente aqui que não me conhece. Eh, então eu vou falar um pouco sobre eh quem quem que vai dar essa aula para vocês, quem que
vai falar sobre essa temática da ciência da aprendizagem que tem meu coração, né? Então, eh, eu em 2004, então faz muito tempo que eu estudo, eh, ciência da aprendizagem, faz muito tempo que eu estudo memória. Eu vou vou contar um pouquinho sobre a minha minha trajetória bem rapidamente, pessoal, só para vocês terem uma ideia de como foi esse percurso para eu chegar aqui para essa minha paixão e em relação à ciência da aprendizagem. Quando eu era aluna de graduação de psicologia lá em 2004, faz um tempo já, faz mais de 20 anos, eh eu me
apaixonei por neuro, né? Eu queria trabalhar com neurociência por todas das aulas de neurofisiologia e neuroanatomia, então eu fui fazer estágio num laboratório de neuropsicofarmacologia. Eu trabalhava com memória em ratos, né, durante a minha graduação, na época da iniciação científica. E eu descobri que era aquilo Aquilo que eu queria fazer, estudar eh memória, estudar neurociência. Então, eh eu fui fazer mestrado na UNIFESP, né? Estudava na UM em Maringá e fui fazer mestrado na na UNIFESP com o professor Orlando Bueno, trabalhando com uma temática que a gente chama de níveis de processamento. Que que é isso?
Eu eu tentei estudar estratégias que a gente faz no momento que a gente está adquirindo a informação para melhorar a retenção do conhecimento, o armazenamento, tá? Então, que estratégia que eu faço no momento que eu tô adquirindo uma informação? E essa foi a minha temática de mestrado. Depois que eu terminei o mestrado, eu passei num concurso para professor universitário. Então, desde 2012, eu venho trabalhando como professora eh, na graduação, atuo no mestrado hoje, doutorado, programa de mestrado e doutorado, enfim, né? Então eu eu foquei minha carreira acadêmica em pesquisas e depois que eu entrei no
concurso público como docente para graduação, eu também fiz o meu doutorado lá na UNIFESP com a professora Sabine, tentando trabalhar justamente com essa temática de nível eh De como melhorar a memória e a aprendizagem voltada pra educação. Por quê? Porque anteriormente, 2012, eu fui num evento que chama School for Education, que é uma seleção que eles fizeram pros alunos do mundo inteiro. Eles foram selecionados. Eh, e foi aqui no na Argentina, na época que eu fui em 2012, eh, para dar um curso pra gente sobre neurociência, educação, psicologia cognitiva, enfim, né? E como essa essa
interrelação? Eu tive aulas com professores fantásticos, por exemplo, o Stanilas do Rein, o Sidarta Ribeiro, eh o o eh o Hul Paschler, enfim, né? São pessoas fantásticas que ministraram eh esse essas aulas pra gente durante essa esse tempo que a gente ficou lá no El School for Education. E parte do meu doutorado foi com Rodriger, o autor de Fixe o Conhecimento. Aí eu já vou falar um pouco mais dele, que ele é referência mundial sobre como que a gente estuda, né? Quais são as estratégias, como melhorar a aprendizagem dos alunos. Na verdade, ela é referência
de memória. Então, todos os estudos de memória que você vai ver, é dificilmente um artigo não cita o Rod. Eh, e foi um prazer enorme trabalhar no laboratório dele. Continuo estudando, fiz pósdoc aqui no Brasil, enfim, né? Eh, então, eh, estudar como a gente aprende, como a gente ensina, estudar a ciência da aprendizagem é uma meta da minha vida que eu eu venho e venho fazendo ao longo da minha carreira e eu espero passar um pouquinho disso, desse conhecimento para vocês hoje, tá bom? Então, eh, como eu estava comentando com vocês, que a minha meta,
né, eh, trabalhar com a ciência da aprendizagem. Então, eu venho eh atuando em programas de mestrado, doutorado, como orientadora, eh, já tenho mais de de 50 artigos publicados, tanto em revistas nacionais, internacionais, eh organizo livros, eh, capítulos de livros. Eu fui a única brasileira que foi eh convidada pro Smart Teaching Stronger Learner, que foi um um livro lançado esse ano pela PUJ Argall. Eh, também foi uma das únicas, se a gente considerar que a Sabine, que é minha orientadora, que foi minha orientadora do doutorado, ela é a nacionalidade dela não é brasileira, mas ela mora
no Brasil. foi a única brasileira convidada eh para escrever um capítulo desse livro também nas suas Próprias palavras, que é um um livro publicado pela APA, né, Associação Americana de Psicologia, e é uma referência em Ciência da aprendizagem. Inclusive, um o primeiro a primeira edição deles, o primeiro volume da Ctherine Aon, eh, que ela é uma das organizadoras desse livro, é um livro que eu super recomendo, que é a ciência, eh, fala sobre ciência da aprendizagem. Acho que foi o primeiro livro de ciência da aprendizagem que eu li, de fato, de livros, né, gente? Enfim.
E hã também trabalho com o projeto de caçadores de neuromitos, desmistificando mitos na eh principalmente na educação. E esse projeto é um projeto que eh me alegra muito. Opa, gente, desculpa, é spoiler. E esse é o projeto que me alegra muito por, eh, disseminar informações eh verdadeiras sobre neurociência pra população em geral e também para crianças, tá? que a gente tem livros. Inclusive esse daqui, o Caçadores Generomits Kids, manual de Neuroarte, é um livro gratuito, tá gente? É um um um manual para com várias atividades que vocês podem baixar e fazer a as atividades com
as crianças, ensinando neurociência para as crianças. Bom, então eu eh a primeira parte da Aula, né, que a gente vai trabalhar é sobre porque uma educação baseada em evidências. E uma das grandes questões que eu vejo nos cursos de formação de professores que eu dou, por exemplo, eh os professores se questionando, será que eu tô ensinando de forma a otimizar o aprendizado do meu aluno? Será que o meu aluno está aprendendo de forma ótima? Será que eu tô fazendo eh bem o meu trabalho como professor? É, a primeira coisa que eu digo pro pros professores
é calma, você está fazendo seu melhor, né? Mas eh por que que a gente precisa entender educação baseada em evidências nesse contexto? Porque eh como como eu sempre falo, sempre eu dou esses exemplos aqui. Hai no médico, isso é muito claro na medicina, você tem um um certo diagnóstico e você quer o melhor tratamento para aquele diagnóstico, certo? Aquele tratamento que foi testado, comprovado que funciona e que vai melhorar a sua condição, o seu quadro, né? que você vai sarar, que você vai ser curado, se for possível. Quando a gente fala de educação, isso não
é muito claro. Usar a ciência para pautar as nossas decisões educacionais não é muito claro. Então, As pessoas vão muito eh trabalhando assim: "Ah, mas eu acho que isso é melhor, eu acho que isso funciona, mas ah, eu aprendi assim, então vai muito por tradição." Então, só que assim como na medicina, isso é muito claro que a gente tem que pautar as nossas decisões baseadas em evidências científicas. E a psicologia também tá puxando bastante para essa questão de educação, eh, de psicologia baseada em evidências. Outras áreas também estão focando muito nas evidências científicas. Por que
não a educação? Por que não a ciência estar na educação? Por que não eu usar estudos da ciência para pautar as minhas decisões educacionais? Como eu ensino? Como eu aprendo, né? Então, o que que a ciência fala sobre isso? Tem como otimizar isso? Sim, né? Então, a gente deveria, por que estudar educação baseada em evidências? Porque ela diminui a nossa chance de errar, né? diminui, aumenta as nossas chances de ensinar o aluno, de otimizar o aprendizado do aluno, dele aprender, dele gostar e da aprendizagem ser Eficiente, eficaz e agradável, tá? Que é o grande objetivo
da educação. Então, infelizmente o que a gente vê é que na maioria das vezes a gente não aprende como estudar. Eu eu falo isso assim com total propriedade, porque eu venho dando aula de psicologia educacional, psicologia da educação desde 2012 paraa graduação, quando eu comecei o meu mestrado, o meu doutorado, na verdade, que eu queria ensinar os alunos como estudar, que eu vi uma palestra eh do Rod falando, gente, a ciência pode ajudar os alunos a aprenderem melhor, né? Se a gente estuda memória, a gente sabe como a memória funciona e e a gente sabe
como otimizar a memória e aprendizado depende de memória, então tem como a gente melhorar, né? E eu achei aquilo incrível de como todos esses estudos que a gente faz em laboratório pode ser posto em sala de aula, pode melhorar a educação de fato. Infelizmente a gente não aprende isso na escola, a gente não aprende nas nossas formações. Eu fiz formação de psicologia, fiz mestrado, doutorado, só no doutorado que eu fui Conhecer melhor essas estratégias, né? Então, eh, e a literatura mostra também isso, né? Mas então, eh, eu preciso saber, eu preciso aprender tanto como eu
ensino, como eu aprendo, como ensinar, né? Por isso que é importante a educação baseada em evidências, né? E muitas vezes os professores falam assim: "Ai, mas eu me esforço tanto aqui e os meus alunos parecem que não estão motivados. Parece que todo aquele meu esforço que eu fiz para aprender algo, para trazer algo diferente pro meu aluno, não tá funcionando. Mas eu percebo também que os meus alunos dispersam muito durante a aula. Que que será que eu tô fazendo? Ou será que é eles? O que que tá acontecendo? Como que eu posso explicar esses fenômenos?
Como que eu posso entender melhor? A ciência da aprendizagem pode te ajudar a entender esses fenômenos, a entender como eu posso melhorar isso, né? Por quê? Porque eh eh quando eu pauto a educação, eu tomo minhas decisões do que eu faço, como eu gerencio uma sala, como eu Preparo uma aula baseado em evidências, não é que eu nunca vou errar, é que eu diminuo a chance de errar, eu aumento a chance de atingir a maioria dos alunos, certo? Só que eu tenho um problema em relação a tudo isso, um grande problema que eh muitas pessoas
me mandam mensagem, Roberta, você sabe um artigo sobre X? Você sabe um artigo sobre Y? Muitas vezes a literatura científica não é acessível. E por mais que eu mande o artigo, às vezes a pessoa fala: "Roberta, eu li, eu não entendi". Né? Então, eu vejo que ler um artigo é um processo árduo, muitas vezes pros professores, pros educadores, para quem não é do meio acadêmico. Então, a gente precisa mudar esse jogo, a gente precisa tornar a ciência da aprendizagem mais acessível, uma vez que ela pode ajudar muito os profissionais da educação, tá? Quando eu pego
e digito no Google, no Google Acadêmico, né, que é a grande ferramenta de busca de que as que as pessoas fazem pesquisa, ah, pergunta pro Google, pergunta pro Google. Então, se eu pergunto pro Google, o que que é sobre educação baseada em evidências? Olha que triste, pessoal, aproximadamente 572 resultados só. E isso eu fiz essa busca essa semana para atualizar os slides, para fazer os slides para para pra aula de hoje. Só 572 resultados no Brasil, tá? Se eu digito educação evidence based education que em inglês, eu vou ter mais hits, mais e na casa
dos milhares, mas não muito mais. Então vocês percebem a necessidade que é entender o que é a educação baseada em evidências, conhecer a educação baseada em evidências. Este estudo aqui, ele tentou investigar o quanto que duas estratégias baseadas em evidências, que são as melhores estratégias para ensinar, pro que o aluno aprenda, na verdade, para pro aprendizado do aluno, se essas estratégias estavam nos cursos de formação de nos textos dos cursos de formação de professores, não estavam. e é fora do Brasil, foi na Europa. Tem este esse documento do Pomeró Pomeranse de 2016, que ele ele
investiga ementas de curso de formação de professores, Livros, eh buscando seis estratégias baseadas em evidências que ele eh da literatura para ver o quanto que os professores aprendem sobre essas estratégias em curso de formação de professores. Quanto vocês acham, gente? quase nada, infelizmente. Isso não é no Brasil, tá? Isso daqui é na Europa, em países da Europa. Isso daqui é nos Estados Unidos. No Brasil, eu tenho certeza que a gente vai eh pra mesma linha que não encontrar muito material sobre isso nos cursos de formação de professores, tá? Eu até sugiro para pras pessoas, quem
tem interesse em fazer mestrado e doutorado, é um é um tema quente para vocês fazerem, tá? Replicar esses estudos no Brasil. Então, eh, conforme a gente vê na literatura, a educação baseada em evidências pode transformar a forma como a gente aprende e como a gente ensina. Uma reforma educacional pautada nisso pode mudar a educação, pode melhorar muito a educação. E eu acredito muito que a ciência pode ajudar. A ciência ajudou muito a medicina. A ciência nos ajuda eh com as tecnologias, por exemplo, celular, várias coisas. a gente tem ciência aplicada, né? Então, por que não
Ter a ciência em sala de aula, gente? Por que não ter a ciência nos nossos estudos? Então, eh esse estudo aqui foi do parte do meu doutorado que a gente investigou como os alunos eh pré-vestibulandos estudavam, né? E a gente pegou uma amostra de mais ou menos 800 alunos perguntando que estratégias de estudo vocês utilizam. Porque pensa, gente, tem muito conhecimento no mundo que a gente tem que aprender, muita informação. Então, como que eu estudo, como eu devo estudar? Então, a gente investigou isso, como que ele estudava para um vestibular, para uma prova, enfim. E
a maioria dos alunos, a gente replicou achados de fora no Brasil, que é uma das estratégias que os alunos mais escolhem utilizar, é releitura, reler o conteúdo. Eh, aqui tem gente que gosta de reler o conteúdo, gente. Tem gente que gosta de estudar relendo conteúdo. Tem como reler ser bom com estratégia, tá gente? Não é apenas meramente reler. Mas vamos, vamos lá. Eh, então eu preciso entender como a gente aprende para que eu consiga melhorar a minha aprendizagem. E o que a gente vê na Literatura é que a aprendizagem depende de memória. Então, para eu
aprender, eu preciso que a minha memória esteja bem, funcionando, enfim, sabe? E eu preciso entender que a memória, para acontecer a memória, eu tenho vários estágios. Quais são os estágios? Primeiro eu tenho que adquirir o conhecimento, que a gente chama do momento de codificação da informação. Então agora vocês estão me ouvindo, vocês estão codificando essa informação e vocês podem codificar essa informação de várias formas. Por exemplo, vocês podem falar: "Nossa, o que a Roberta tá falando me lembra disso. Olha como vocês estão elaborando, tentando processar mais profundamente. Agora tem gente que tá me me eh
me ouvindo, eu espero que não esteja fazendo isso, me ouvindo, vendo outras mensagens, fazendo outras coisas". Não, gente, é focando, tá? Porque a gente não faz, a gente não é multitarefas. Mas vamos lá. Então, quando eu estou adquirindo, eu posso processar essa informação de forma superficial ou de forma mais profunda. E quando eu a processo de forma mais profunda, a probabilidade de eu lembrar da informação é bem maior, certo? E também nós temos a fase de que a memória ela vai estabilizar. Então, essa memória que foi codificada, ela vai estabilizar e Ela tem que ser
consolidada. E a gente sabe que o sono é um dos processos muito importantes pra consolidação da memória, né? Então a gente precisa de sono de qualidade. Enfim, tem vários processos que acontecem. E depois que eu eh que eu guardo essa informação, eu armazeno essa informação, eu tenho que ser capaz de encontrar essa informação no meu cérebro e recuperar essa informação, tirar essa informação da cabeça. Perceba, quando eu tiro a informação da cabeça, ela fica mais forte, porque eu fortaleci aquele caminho para encontrar aquela informação. Fortaleci aquela rede responsável pel aquela por aquele aprendizado. Então, vamos
fazer uma associação. Quando você tá numa trilha e você pisa na trilha, eh, a trilha ela fica mais forte, mais visível, certo? Se você passa uns dias sem andar nessa trilha, o que que vai acontecer com o mato? ele vai começar a invadir. Só que se eu passo pela trilha de novo, eu reforço aquele caminho, certo? Então, toda vez que eu lembro de uma informação, eu tô reforçando aquele caminho para não esquecer o caminho que Eu fiz, tá? Eh, como eu falo bastante, o as pessoas que estão aqui são super interessadas em estudar mais e
aprender mais. Eu sei disso, tá, pessoal? Então eu falo aqui eh algumas referências básicas para vocês começarem a estudar. Por exemplo, o livro Make It Stick, que em português é fixo conhecimento, eh que ele vai falar tanto da parte teórica como quanto da parte prática de como estudar, né, como a gente aprende. Eh, otimize seu cérebro, eh, seu aprendizado, na verdade, em português, tá? otimize seu aprendizado do Daniel Willing que ele também ele vai fazer como ele vai ser como se fosse um manual pros alunos eh estudarem, tá? Eh, só que se um melhor manual,
na minha opinião, tá gente, é o Stud Leica a Champ, só que infelizmente esse não tem português, tá? eh, do Gurung e do Dunlovsk, que ele vai explicar como que os alunos eh se você enquanto aluno, então o público alvo são alunos para aprenderem, né? Como você pode fazer para aprender ou é assim que Aprendemos do Stanl, que eh vai falar tanto da parte teórica, ele é mais teórico, né? Ele não não dá tantos exemplos, exemplos práticos. Inclusive a gente tá terminando ele de discutir ele no clube do livro. Ele é um livro excelente, mas
ele não é tão fácil assim. O pessoal acha ele mais difícil. Eu também achei ele mais complicado. Não seria o primeiro livro que eu indicaria. Ah, não começa por ele, tá? Começa por outros. Este livro é como a aprendizagem acontece, que é um livro fantástico que eu falo pros alunos que pros meus alunos que são professores, tá gente? nos cursos de formação de professores, que esse livro vale muito a pena ter, porque ele vai falar sobre artigos e livros, seminais que todo professor deveria ler se ele quer saber como que a gente aprende. E ele
tenta resumir de forma bem simples e didática eh por que você tem que ler o artigo, né? porque o artigo é importante. Então, é bem bacana eh para fazer grupos de estudos, enfim, e entendendo como a gente aprende, que é um livro mais simples também, eh, de conceitos para ser bem palatável, bem Bem simples e bem direto de como a gente aprende. Para aprofundar mais, eu escolheria estes dois, tá? O fixe o conhecimento e como a aprendizagem acontece, tá? Todos os livros são bem discutidos no CDA Experts. Bom, e então paraa gente entender como a
gente aprende e saber que a memória é importante pro aprendizado, a gente também precisa entender como a gente organiza o conhecimento. Então, a gente pode organizar o conhecimento de várias formas. Por exemplo, eu posso organizar eh por em ordem alfabética, posso, mas ele vai ser útil? Hum. Talvez nem tanto, né? Eh, se você abre o seu guarda-roupa, você, como você organiza seu guarda-roupa? Ah, as camisetas fica de um lado, as calças de outro, em gavetas. Como você organiza suas gavetas? As meias coloridas, brancas, de um lado ou tudo misturado? Como você organiza, né? A gente
sabe que o conhecimento a gente organiza é eh em redes eh em redes semânticas. a gente organiza por categorias. Quer ver uma coisa Engraçada? Eh, digitem aí, façam uma lista rapidinho de todos os animais que vem na sua cabeça rapidamente. Aí eu acho que vai ter um delay para eu ver o chat, né? Então, eu nem vou não vou esperar muito tempo não, gente. Vou vou passando, tá? Mas eh vocês que estão pensando aí na lista de animais, né, eu tenho certeza que as listas de vocês foram organizadas por categorias. Como assim? Vamos lá. Vocês
podem ter falado assim: "Ah, gato, cachorro, coelho, eh, ou gato, cachorro, papagaio, enfim, né?" Não sei. Vocês começaram a falar por animais domésticos, por exemplo. Ou aí se você falou: "Ah, gato, cachorro e papagaio, urubu, eh, coruja". Aí você foi para aves, né? Aí depois você vai para outra categoria, você perceba, percebe que você vai pulando por categorias. Então é assim que a gente organiza o conhecimento. A gente categoriza o conhecimento por coisas que são semelhantes. Então eu pego aquilo que é novo e vou colocando na minha categoria de coisas que eu já conheço, que
são semelhantes, tá? E então com o tempo eu vou criando uma Rede semântica desse conhecimento muito grande. E uma coisa que eu sempre falo pros meus alunos, o rico fica mais rico, né, gente? Então, quanto mais eu sei, mais fácil vai ser para adquirir novos conhecimentos. Só que o fato de eu saber alguma coisa não quer dizer que eu sei ensinar essa coisa, certo? Eu acho que muitos de vocês já passaram pela mesma experiência que eu quando eu era aluna de graduação. Eu tive professores que eram excepcionais, assim, que tinham uma didática incrível, que você
ficava assim, ó, nossa, que aula, nossa, que legal, que que conteúdo, que tanto, porque você percebia que a pessoa tinha no how de conteúdo e sabia ensinar o conteúdo, mas também tinha aqueles professores que eu sabia que eram excelentes pesquisadores, sabiam muito daquela área, só que não sabiam passar o conhecimento. você perguntava uma coisa, ah, professora, eu não entendi isso. Ela repetia a frase, ela não sabia ensinar de outra forma, né? Então, só porque a gente tem um conhecimento técnico, não quer dizer que eu sei ensinar. Eu preciso saber disso, tá? Então, é um Ponto
muito importante que a gente entenda que a gente precisa mais do que conhecimento técnico para ser um bom professor. E os professores são construídos, né, gente? Ninguém nasce. eh, professor. E o professor, como o HT diz, é o fator escolar mais relevante do sucesso dos alunos. Então, a gente tem muito a agradecer aos professores pelo sucesso dos alunos, mas eu eu eu tenho uma um pé atrás, assim, quando eu comecei a ler esse livro, eu adoro, tá, gente? É só a sensação que me deu de muita coisa tá nas costas do professor e não ter
tanto suporte pro professor de estratégias, técnicas, métodos para auxiliar, já que ele é tão importante, a formação dele e a formação e esses conteúdos importantes sobre de forma eh que eles deveriam ter na formação de professores que eu deveria ter tido. Eu fiz licenciatura também, né? Então é muito importante que eu a gente tenha esse conhecimento de como a gente ensina, tá? Por quê? Porque isso vai dar uma melhor suporte pra Gente de gerenciamento de sala de aula, dos combinados, eh entender o nível de atenção de aluno, entender como cobrar um conhecimento, como eh como
elaborar uma prova, tudo isso é muito importante. É quando eh como eu devo preparar meus slides, tudo isso é extremamente importante para para que a gente entenda técnicas de como ensinar. E da mesma forma que eu falei anteriormente de literatura, porque as pessoas me perguntam: "Roberta, passa a literatura, eh, passa, me dá referências, me ajuda, como eu posso começar?" Eu começaria, né, por esse livro, A Ciência da Aprendizagem, que só tem inglês e espanhol, mas eh por que que eu acho ele legal? porque ele traz 99 estudos que todo professor deveria conhecer. E ele divide
o livro em estratégias de ensino, em eh meta, o que que a gente precisa saber sobre metacognição, orientação pros pais. Então, se você é gestor escolar, eh, vai ser legal se você trabalha com psicopedagogia, pedagogia, eh, Psicologia, orientação pros pais é um um ponto super interessante. Então, ele vai trazer uma seleção de artigos, mas novamente, como ele resume o artigo em duas páginas, tem algumas coisas que são bem reduzidas, então não dispensa a leitura do artigo na íntegra, tá? E outro livro que eu indico é como a o ensino acontece, que é da mesma coleção
que o anterior como aprendizagem acontece. E ele também eh tem artigos seminais, alguns se repetem nos dois livros, mas a maioria não. E que vale a pena todo mundo ler assim tanto o livro quanto a os os artigos que eles indicam. o clássico do Daniel Willingham, porque os alunos não gostam da escola, que vale muito a pena entender porque ele se pauta na ciência da aprendizagem, na na e principalmente na psicologia cognitiva para dar diretrizes e explicações. Esse livro também a gente discutiu no Clube do Livro, foi bem legal a discussão dele. Outro livro que
eu já já mostrei aqui anteriormente no slide anterior, Que é o aprendizagem visível para para professores, né? Porque eh para professores especificamente. E tem um outro que fala sobre 2000, mais de 2.000 metaanálises sobre aprendizagem invisível, que também é legal, né? Esse livro do Oliver Lovel, da teoria da carga cognitiva em ação, também é muito incrível e tem resumidamente todos os princípios importantes da teoria da carga cognitiva e ele foi escrito por um professor. Então a linguagem, gente, é pr pra gente tá muito palatável. E ele foi revisado por nada mais nada menos que John
Seller, que foi o proponente da teoria da carga cognitiva. Então, tá muito preciso e muito fácil de ler. E o clássico psicologia educacional do eh Johnson Truck, que eu sempre indico também para que vocês eh estejam se aperfeiçoando mais nessa área da psicologia educacional, de gerenciamento de sala de aula, enfim, tem muitas referências legais nesse livro, tá? além dos artigos também, tá? Mas eh como a gente eh eh os meus alunos gostam muito de livros, gostam de Eh desses exemplos que o livro traz, que às vezes o artigo não traz, eh eu acho bacana. Bom,
então até o momento a gente eh tava tava focando da importância da ciência da aprendizagem, da educação baseada em evidências. Por quê? Porque eu tenho essa intersecção, né? Eu sei como eu eu preciso entender como a gente eh aprende, né, baseado na memória, que tem os estágios da memória, que eu tenho que codificar a informação, eu tenho um momento de aquisição da informação, eu tenho a que armazenar essa memória, eu tenho que consolidar essa memória, eu tenho que recuperar essa memória. E toda vez que eu recupero, eu reconsolido, eu aprendo, tá? eu melhor a minha
aprendizagem e também eu tenho o conhecimento de como a gente ensina, quais estratégias que eu posso usar, é, da importância da relação professor aluno, de eh entender a questão da atenção do aluno. Então, tem motivação, enfim, tem é um leque de informações que eu preciso saber para melhorar a minha a minha didática, para melhorar o meu ensino, para otimizar o aprendizado do meu aluno. E o Dylan William, é, ele fala que se tem uma coisa, né, é que a gente deveria saber, todo professor deveria saber, todo educador, é a teoria da carga cognitiva. Ele fala:
"A teoria da carga cognitiva é a coisa mais importante que todo professor deveria saber. Infelizmente eu não lembro, eu não lembro não, eu não vi a teoria da cargo cognitiva durante a a minha licenciatura. Eh, os meus alunos de mestrado que eu eu dei aula no mestrado de educação, que o público alvo do programa de mestrado eram professores da educação básica. Quando eu falava sobre ciência da aprendizagem, estratégia de ensino, estratégia de eh aprendizagem, eles falavam assim: "Roberta, eu nunca tinha visto isso na minha formação. Ah, eu fiz licenciatura. Nossa, faz x anos, faz mais
de 10 anos que eu sou professora, nunca vi isso, né?" Então, eh, replicando os estudos que a gente que eu mostrei anteriormente, infelizmente esse conhecimento maravilhoso não está tão acessível, não está sendo divulgado, não está na grade curricular de formação de professores. Então, vou falar brevemente, né, o que que a gente, o que que vocês precisam saber hoje, né, a Foto do Jon Feller para quem não conhecia ele. E novamente indicando o livro do Oliver Lovel, tá? que é a teoria da carga cognitiva em ação. Infelizmente não tem em português, tá, pessoal? Mas eh eu
eu destrincho ele, eu destrincho bastante esse livro, eu uso muito esse livro no CDA Experts. Então eu vou trazer pontos muito importantes aqui baseado tanto no livro do Oliver Lovel quanto nesse capítulo do do Sweller que tá aqui, tá? que é do livro de um livro gratuito da APA, né, da Associação de Psicologia Americana. Então, a teoria da carga cognitiva é uma série de recomendações instrucionais, né? É, primeiramente, quando eles começaram a formular a teoria de eh baseado em como o ser humano aprende, então, tendo esse conhecimento, lembra que eu falei, olha a intersecção. Se
eu sei como o ser humano aprende e eu sei que é é importante ele ter técnicas de ensino, eu sei e eu eu tenho algumas instruções que otimizam a aprendizagem do aluno com base em como o ser humano aprende, tá? Qual que é o objetivo da teoria da Carga cognitiva? é aumentar o conhecimento na memória de longo prazo, é aumentar essa rede semântica, esse conhecimento de do rico fica mais rico, de conhecimento, tá gente? Porque hoje em dia a gente percebe que as os nossos alunos e inclusive a gente tem muito disso, de gerenciar muito
informação, né? Ah, eu tô gerenciando informação. Um meses que eu vi, deixa eu pegar meu celular. Ah, isso daqui é tal coisa. não é assim que você faz ou como que era aquela música mesmo? Então, eu tenho a informação em algum lugar, mas eu não aprendi ela. Aí você pega e pergunta pro Google, pergunta pro chat de EPT, enfim, você fica gerenciando informação. Quando na realidade eu tenho que aumentar o meu gerenciamento de conhecimento, aquele conhecimento que tá pautado na aprendizagem, que tá ancorado na força de eh armazenamento, que eu tenho que guardar essa informação.
Então, o objetivo da teoria carga cognitiva, da teoria da carga cognitiva é isso, aumentar esse conhecimento de longo prazo, essa memória de longo prazo. E como ele é pautado no funcionamento da memória de trabalho, eu acho que é para quem nunca ouviu falar de memória de Trabalho, nós temos vários tipos de memória. Nós temos memória de curto prazo, memória de longo prazo. Dentre as memórias de longo prazo, a gente tem a memória semântica, que é o conhecimento do mundo, que é o conhecimento que que a gente tá adquirindo e eh educacionalmente, né, paraa preservação da
cultura, por exemplo. Eh, o que é o que é uma célula, o sistema solar, tudo isso são memórias semânticas, tá? A gente tem memória episódica também, mas não não é o o foco da aula. E a gente tem esse tipo de memória que a gente chama de memória de trabalho, que é uma memória extremamente importante para que a gente aprenda. Quer ver uma coisa? A gente usa a memória de trabalho o tempo inteiro. Se você tá lendo um texto, você não não tem que lembrar do que você acabou de ler no parágrafo anterior para eh
para entender o próximo parágrafo. Então aquilo lá fica armazenado na sua memória de trabalho tempor eh temporariamente. E ele vai você vai perceber o que que você vai mandar pra memória de longo prazo, o que que você vai guardar, onde você vai ancorar isso daqui. Isso daqui é importante. Você vai selecionando e você manipula a Informação ao mesmo tempo que você tá guardando outras informações. Igual quando a gente vê Netflix, tá? Você chega lá em casa, tá vendo Netflix, então você pega e fala assim: "Ah, deixa eu ver que filme que eu vou assistir ou
que série que eu vou assistir". Vamos supor que você não tem nada programado, ninguém te indicou nada. Aí você olha assim: "Olha, esse filme parece interessante, mas você escolhe de primeira." Não, você vai ver outros filmes. Aí você fala assim: "Nossa, esse você olha a sinopse ah, esse também parece interessante, então tem aquele e esse." Aí você continua olhando e fala: "Ah, então tem esse, esse e esse". E você guarda essa informação temporariamente. Só que perceba, ela tem espaço limitado, certo? Você não consegue guardar todos os filmes que você acabou de ler. Você não consegue
guardar até você escolher o filme. Tem um número máximo de informação que você pode guardar. Então é isso que a memória de trabalho ela faz. Ela deixa você manipular as informações, ler as sinopses dos outros filmes enquanto você guarda aqueles filmes que te interessou. Certo? Outro exemplo muito legal é do Badley é, por exemplo, se eu perguntar Para vocês quantas janelas tem na sua casa, vocês estão aqui em frente do computador, certo? Vocês conseguem me falar? Fala aí no chat quantas memórias, eh, quantas memórias? Não, olha só, quantas janelas tem na sua casa. Então, muito
provavelmente você vai falar: "Ah, eu tenho Xí como você fez isso? Você se imaginou entrando na sua casa? Ah, eu entro pela sala. Na sala tem uma janela aí. É, tem uma porta ali do meu lado direito. Tem a cozinha. Na cozinha tem outra janela e na lavanderia tem mais uma janela. Então tem uma, duas, três, aí eu vou pro corredor, daí tem um um banheiro, daí tem outra janela no banheiro, daí tem um quarto e outra janela no quarto e assim por diante. Então se percebe, você usa vários componentes da sua memória de trabalho
para manter essa informação e para conseguir contar quantas janelas você tem de memória. Você usa o esboço visoespacial para imaginar a sua casa. Você vai usando a sua fonológica para contar. Você usa o executivo central para se manter concentrado nessa tarefa de contagem de janelas. Enfim, a memória de trabalho é incrível e é justamente nos pautados nesse nesse conceito de memória de trabalho que o Joh John Seller vai falar. Presta atenção. Quando você tem um conteúdo novo, conteúdo da aula para passar pro aluno, tem muita informação, certo? que ele precisa adquirir várias informações. E tem
muita coisa que ele precisa eh lidar com distratores. Por exemplo, é o celular do amigo que tocou, é eh o barulho lá fora na janela, é os slides, enfim, tem muita coisa, muita informação eh acontecendo além das informações que a pessoa tem que administrar, né? Inclusive, eh, informações internas. Perceba que às vezes o aluno ele fala assim: "Ai, meu Deus, será que eu desliguei o gás antes de vir pra aula?" Então, tem várias coisas além do conteúdo novo que ele precisa administrar, certo? Então, eh, o aluno ele precisa pegar esse conhecimento novo, essa informação. Então,
como que, eh, acontece a aquisição da informação, como a gente constrói o conhecimento. Então, o professor ele tá passando novas informações e o aluno fala: "Opa, isso daqui é parecido com algo que eu já vi". Então, ele joga naquele esquema. Então aí eu livro, eu jogo aquela informação, eu conecto com algo que ele já viu. Nossa! Aí o professor continua falando: "Ai, essa informação aqui parece com isso daqui. Ai, me lembra tal coisa". Então, joga em outro esquema. Nossa, essa informação aqui, caramba, isso daqui é difícil, hein? Então, eu tenho que criar um novo esquema
ou modificar um esquema que eu já tenha. para conseguir encaixar essa nova informação. E aqui eu sempre lembro da história do meu filho, gente, quando a gente fala de construção de conhecimento, quando ele tinha mais ou menos 2 anos de idade, ele não sabia eh não conhecia muitas bebidas, né? Então, com do anos de idade, ele o que que ele conhecia? Leite, óbvio, né? Chá. Ele tomava chá e ele ainda toma eh água. Então, leite, chá, água e suco de laranja. Só ele não conhecia outras bebidas. E daí eu falava pro meu marido, não toma
Coca-Cola refrigerante na frente dele. Aí um dia sem querer, a Gente entrou na cozinha, meu marido tava com um copo, colocando a Coca-Cola dentro do copo. Então, a Coca-Cola era uma informação nova pro meu filho. E que que ele fez? Ele tentou conectar com esquemas que ele já possuía. Aí ele falou: "Succo de laranja preto". Aí a gente deu risada e falou: "Não, não é suco de laranja preto, isso se chama Coca-Cola, é um refrigerante e faz mal pra saúde." Enfim, então a gente eh eh criou um esquema ou modificou aquele esquema de suco que
ele tinha eh ou criou um esquema novo. Eu acredito que a gente criou um esquema novo, que hoje ele sabe que refrigerante tem Coca-Cola, tem guaraná, tal, e que faz mal pra saúde. Enfim, eh, então é belíssimo entender como a gente aprende, como a gente constrói o conhecimento e entender que essa memória de trabalho, ela tem vários componentes e se eu entendo que ela tem uma capacidade limitada, eh, a teoria da carga cognitiva em como meio eh modelo de instrução, ela é super útil, por cada pessoa tem um limite, tem uma capacidade de memória de
trabalho. Alguns têm Capacidade maior, outras menores, mas enfim. Certo? Então eu tenho uma capacidade média, né, de quatro itens mais ou menos ou sete, dependendo da da teoria. E hã quando eu falo da da carga cognitiva, eu não tenho muito muito muita tradução, gente, aqui eh eu não nunca li muitos eh materiais em português sobre isso, mas quando a gente fala de intrinsic load, a gente tá tá querendo dizer uma carga interna ou intrínseca que é do conteúdo que vai ser aprendido, que deve ser aprendido. essas novas informações que que vão ser eh que devem
ser aprendida. O extraniers load seria algo como estranho, externo, exterior, seria a forma de instrução, né? é a forma e estrutura da instrução que o professor está dando. Então isso, a a forma como o professor tá dando essa fornecendo essa informação, mas aquela informação em si não somando, eu não posso, não pode ser maior do que a memória de a capacidade da memória de trabalho de uma pessoa. E então qual que é a função do Professor, né, pra instrução ser mais eficiente? Eu tenho que aumentar essa carga intrínseca, eu tenho que aumentar esse processamento e
para isso eu posso reduzir eh coisas externas que estejam atrapalhando a minha instrução ou eu posso aumentar esse processamento intrínseco, interno para que o aluno ele entenda mais, codifique melhor, ele adquira melhor esse conhecimento, tá? Então, tem uma série de instruções que auxiliam nisso. A gente tem que tomar cuidado com um ponto que quando eu excedo a capacidade do aluno, ele entra numa sobrecarga cognitiva, que a gente chama de overload. É uma sobrecarga. E daí ele não entende, ele não aprende, é muita informação, né? Então, eh, se tá, tem muita informação que ele não consegue
aprender, ele não, não vai absorver aquela informação no nível ótimo. Assim como se eu dou muitas instruções passo a passo, muito lentamente pro aluno, ele vai ficar entediado e aquela instrução passo a passo super lenta, vai não eh vai entrar em em underload, que é eh um Processamento inferior ao que ele seria capaz e e acaba sobrecarregando também, tá? Então, tanto uma sobrecarga, muita sobrecarga, muita informação, quanto pouca informação e muito passo a passo, vai carregar a memória de trabalho, vai sobrecarregar o aluno, tá? Então, eh, eu preciso entender justamente isso para ter melhores instruções,
para entender como preparar o melhor slide, como preparar uma melhor instrução, sabendo que os alunos variam em relação a isso. Para alguns alunos, eu tenho que fazer uma instrução de uma forma, para outros de outra, mas tem como é eu ter estratégias para atingir a maior parte dos alunos, dando suporte para para esses outros, né? Eh, com várias estratégias de segmentação, de modelo, de eh exercícios resolvidos, enfim, né? Diminuir a redundância. Então, eu vou falar um pouco sobre isso, tá? uma algumas dicas. Por quê? Então, e voltando novamente, né? Eh, repetindo o objetivo que a
gente, se a gente entende como se aprende e como se ensina, então se eu tenho técnicas para aprender e eu tenho técnicas de como ensinar de forma a otimizar o conteúdo do eh o aprendizado do meu aluno, eu o aprendizado ficar mais eficiente, eficaz. Então eu aprendo mais conteúdo de forma mais eficaz, né? Eu aprendo mais conteúdos de eh mais rápido e menos tempo e também eh deixo esse processo mais agradável, que é o objetivo da educação. Como que eu posso pegar esse esse conteúdo de como esse conhecimento de como a gente aprende, de como
a gente ensina e colocar isso em prática, né? Então, eh, esse estudo seminal do do LOSK colaboradores, ele vai falar de duas estratégias do ele ele analisou 10 estratégias e vai falar de duas específicas que otimizam a aprendizagem do aluno, que é a prática de lembrar e a prática de distribuir, né? A prática de lembrar nada mais é do que você estudar tirando a informação da cabeça. Lembra que eu falei para vocês que eu tenho os estágios de memória? a Memória de eh o momento de aquisição da informação, de consolidação e o momento que eu
recupero uma informação. A prática de lembrar tá justamente nesse fortalecimento da memória pelo fato de eu recuperar uma informação. Então, ao invés de eu ficar relendo o conteúdo, tentando enfiar mais informação na cabeça, ao invés de de eu eh assistir uma videoaula de novo, eu tento lembrar que que é importante dessa videoaula que eu já assisti, que que é importante desse conteúdo que eu já vi, eu tento lembrar e isso vai fortalecer a memória. Tem inúmeros estudos que comprovam isso, que mostram da eficácia dessa estratégia para que o aluno aprenda mais e lembre dessa informação
por muito mais tempo. E eu posso fazer isso de maneira distribuída ao longo do tempo. Por exemplo, hoje eu aprendi sobre memória, eu aprendi sobre que aprendizagem depende de memória. A memória tem vários estágios. Daqui uns dias eu tento lembrar de novo esse conteúdo. Eu pego as minhas anotações que que eu fiz na aula de hoje e vou tentar lembrar disso de novo, depois de Um tempo, que é a prática de distribuir ou espaçar. Então eu diminuo a curva de esquecimento, tá? Então eu otimizo o aprendizado do meu aluno assim. E como que eu posso
fazer isso na prática? por exemplo, lembrar, eu posso no final da aula pedir pro aluno escrever tópicos daquilo que lembra na aula ou no meio da aula. Eu acabei de dar um eh um 1 hora, 40 minutos de aula. Gente, pausa paraa prática de lembrar. Tenta lembrar das coisas, escreve no papel, né? Ou então, eh, "Eu gosto muito do lembrei, roubei." Divide uma folha no meio, escreve o que você lembra. de um lado da folha e daí eh dá uns 5 minutos pros alunos lembrarem. Um aluno lê aí aquilo que o aluno leu, que eu
não coloquei nessa coluna, eu vou colocar na coluna do roubei, porque aquilo lá eu não consegui lembrar, mas eu peguei de do meu colega, certo? Então eu tem inúmeras estratégias para eu tentar usar isso em sala de aula. Inclusive, tem um guia que a gente traduziu da Pujar Goall que tá gratuito. Depois me me peça um link que eu envio para vocês, tá? Da mesma forma que tem essa esse guia de prática de lembrares passada também Vocês podem baixar no site da PUJ. É, a gente traduziu pro português, tá? E tem também dicas de como
utilizar. Uma das estratégias que eu gosto, gosto muito é a jarra da lembrança ou o envelopinho da lembrança, que você pode pedir pros alunos colocarem perguntas da aula e colocar nesse envelope ou nessa jarra e toda aula você sortear perguntas, né? Então vai ter perguntas da aula anterior, vai ter perguntas daqui do mês passado e sempre você usa como uma estratégia de início de aula ou de final de aula ou meio de aula para responder essas perguntas. Faz a pergunta, ah, pergunta X, quem responde, quem tenta eh para incentivar a prática de lembrar dos alunos
também, tá? De forma espaçada ou distribuída. E quando a gente fala sobre a teoria da carga cognitiva, um exemplo que eu que eu vejo muito esse erro sendo cometido por muitos professores é a redundância, tá? Então eu eu sobrecarrego o aluno quando eu tenho um slide com uma definição muito grande, muito texto, e eu ao invés de eu explicar aquilo, que que eu faço? Eu Leio tal coisa, tal coisa, tal coisa, tal coisa, tal coisa. Que que acontece? Intuitivamente eu fazia assim, quando o professor começava a ler, eu disfarçava e tampava o meu ouvido e
tentava ler sozinho. Por quê? Quando tem algo escrito e a pessoa lê, ela lê no ritmo dela, não seu ritmo de leitura. Cada pessoa tem um ritmo de leitura, então você perde isso que é a leitura eh no no seu ritmo. Então você não entende muito do que o professor leu, do que o professor falou. Não acontece isso com vocês, gente? Então isso é deve ser evitado. Eu lembro que uma vez eu assisti uma palestra do de um dos autores daquele eh como o ensino acontece, acho que foi o Kishner, que ele tinha uma definição
que não tinha como não ter no slide. E ele falou assim: "Olha, gente, de acordo com a teoria da carga cognitiva, vamos evitar a redundância. leiam isso, eh, esse trecho aqui, eu já falo o que que eu quero dizer sobre isso. Então, ele deu alguns segundos pro pessoal, o pessoal leu e daí depois ele continuou a palestra. Então, pensando nesse tópico assim, assim, assim, você lê sozinha, não tem essa redundância, então já melhora, Tá? Dica quentíssima. Então vocês percebem, a ciência da aprendizagem tem inúmeras contribuições. Hoje a gente falou de uma pequena peça, uma pequenina
peça dessa desse quebra-cabeça eh enorme e maravilhoso que é a ciência da aprendizagem, tá gente? Eh, a gente falou sobre a importância da educação baseada em evidências, da importância de entender como a gente aprende, paraa gente entender como a gente ensina, de algumas dicas que a gente pode utilizar na sala de aula para ensinar melhor, para melhorar, melhorar a nossa nossa ensino, nossa, eh, nossa parte enquanto docente. E tem muito mais, né? é só um pedacinho, é só um pouquinho de conteúdo. E eu deixo eh como como eu já falei para vocês, tem muitas referências
aqui, muitos livros que eu deixei aqui para vocês estudarem. Estudem, eh leiam e se vocês quiserem companhia paraa leitura, vem comigo no Ciência da Aprendizagem para Expertos. Como eu disse para vocês, hoje a gente ia falar sobre essa masterclass, essa aula, eh, sobre esses assuntos, mas Também, como eu disse no início, a gente ia lançar, inaugurar a seg a terceira turma do CDA Experts, tá? Então, eu vou falar agora eh sobre esse curso que ele surgiu eh basicamente dos meus alunos que eram professores ou eh educadores, psicólogos, enfim, que fizeram o CDA e falaram assim:
"Roberta, eu gostei muito do CDA, mas eu quero saber mais coisas, eu quero saber a teoria, eu quero aprofundar esse conhecimento." E daí eu falei: "Então tá, né? Fiquei pensando um tempão, vamos fazer o CDA Experts. E da assim surgiu o CDA Experts. Então, muita gente me pergunta qual que é a diferença do CDA pro CDA Experts? O CDA ele ensina como estudar, certo? E o CDA Experts, além de ensinar isso, ele ensina a teoria por trás, ensina eh os fundamentos, os pressupostos. a gente vai estudar sobre vários tópicos aqui que eu vou falar para
vocês. O módulo um, por exemplo, a gente vai falar por que é importante entender a educação baseada em evidências, né? Tanto da definição quanto dos problemas de uma educação não ser baseada em evidências, certo? No módulo dois, nós Temos a questão eh o tópico neurociência, comportamento e cognição. E gente, esse tópico é muito interessante. Por quê? Porque eu vou, a gente vai falar desde eh princípios de neurociência educa eh e educação e aprendizagem, o cérebro em desenvolvimento, o que que a gente precisa saber, o que que os profissionais da educação precisam saber sobre percepção, por
exemplo, sobre atenção, sobre funções executivas. E eu acho muito interessante que vários alunos meus falam assim: "A Roberta, eu já fiz pós, eu já fiz isso, já fiz aquilo e nunca vi aulas tão profundas igual essas daqui sobre atenção, sobre funções executivas, porque eu pego muito a teoria, gente. Eu fiz mestrado na nessa área de psicologia cognitiva, então mestrado, doutorado, enfim, toda a minha formação foi nisso." Então, é um prazer enorme dividir tudo isso com vocês, né? Eh, todo esses esse conteúdo bem importante sobre linguagem e o meu favorito sobre memória, né? Eu adoro falar
sobre memória, o que que é aprendizagem, a diferença entre desempenho, memória e aprendizagem, não esquecendo dos fatores que interferem na aprendizagem, porque não é uma única causa, são vários fatores, né? Aspectos Psicofisiológicos como sono, atividade física, alimentação, pausas, estress, tudo isso tá influenciando o aprendizado do aluno, né? Então, eu preciso entender isso, principalmente eh para porque o aluno não é só eh sentar e estudar, ele tem várias variáveis que estão eh influenciando a forma como ele estuda, a forma como ele aprende, tá? O módulo dois, ele vai falar sobre a psicologia educacional, práticas baseadas em
evidências. E esse módulo conversa muito com professores e gestores educacionais, porque a gente vai falar sobre a relação professor aluno, a questão da expectativa do do professor, eh a importância do planejamento, preparar eh como a gente prepara uma aula tendo cuidado com o que a gente acha óbvio, com da teoria da mente, enfim, gerenciando uma sala de aula sobre avaliação, sobre feedback e tentando eh compilar eh estratégias de aplicar as melhores estratégias em sala de aula nesse contexto educacional. No módulo quatro, a gente Vai falar que é o eh eu falo que é o CDA
para experts entenderem tudo por trás do CDA, da ciência da aprendizagem, né? Então eh para psicoeducar é preciso saber como que eu estudo baseado em evidências. Então, eu preciso entender a diferença entre o novíssimo e o experts, porque o eh o expert não é só expert porque ele eh às vezes eh ele tem porque ele tem mais conhecimento do que o noviço, mas porque ele organiza o conhecimento de forma diferente, ele categoriza. Então muita gente fala assim: "Roberta, como que as pessoas conseguem aprender tão rápido? como que então isso é esse nohow é muito importante.
Além disso, eh tem questionário para levantar como os alunos estudam, o que fazer antes das da aula, como o que que você indica para os alunos fazerem antes da aula e explicando por que deve fazer isso, sobre nível de processamento, processamento apropriado para transferência. Então, como transfere conhecimento também eu falo sobre transferência, eh, como fazer anotações e grifos, sobre a prática de lembrar, a prática de distribuir, de intercalar, né? Eh, uma pergunta que muitas pessoas Fazem sobre mindsets, que que tem, que que a ciência diz sobre mindset, sobre motivação e resiliência, né? autorregulação da e
metacognição, fracasso e ansiedade no escolar também a gente vai falar sobre isso, efeito Daning Krueger, enfim, a teoria da carga cognitiva baseado no na no livro do eh do Lovel e nos artigos de Sweller, né? e como eh como montar slides reduzindo a teoria a carga cognitiva e como treinar os alunos na redução da carga cognitiva. Porque como eu disse anteriormente, a teoria da carga cognitiva era pautada muito como um modelo de instrução. Hoje em dia tá tendo pesquisas de que se o aluno sabe também como manejar, ele melhora a aprendizagem também de forma mais
autônoma, tá? Tudo e orientações, né? orientações para os pais, para os professores, uma aula de TDH da Karina Belote, enfim, tá? E tudo isso, gente, eh tem essa parte aqui, esses módulos tem 62 horas de conteúdo e a gente tem bônus e os bônus estão muito incríveis. Eh, pros 50 primeiros que entrarem no CDA Experts, vão levar Também o Clube do Livro. Clube do livro funciona assim, a gente escolhe um livro para ler juntos, né? Então, a gente, eu, eu faço um cronograma de de qual quais capítulos que a gente vai discutir e daí a
gente discute o os capítulos selecionados eh com outros profissionais que também estão no nosso no nosso clube com vocês. Enfim, eh, depois a gente depois que a gente termina um livro, a gente tem uma votação antes, um pouquinho antes, no grupo do WhatsApp para escolher o próximo livro. Então, a gente vai lendo livros e livros, né? A duração é de um ano, né? a duração do CDA Expert também de um ano, tá gente? Eh, enfim, e pros pros 50 primeiros, é, eh, ganha isso de bônus, tá? Outro bônus, o minicurso Neuromits da Educação, porque é
muito importante eh entender também o que é errado, né? O que não é não é correto na educação. Então, tem esse minicurso que ele também tá de brinde para vocês, de bônus, tá? o mapa das evidências. Por quê? Porque muitos alunos me perguntam: "Roberta, como que eu eu busco tal referência? Como que eu faço isso? Eh, eu preciso saber se digitar é melhor do que escrever à mão." Então, no mapa das evidências, eu ensino vocês a pescarem, tá? Então, ensino a fazer a busca, quais são as bases de dados, como procurar um mestrado para fazer,
como procurar um doutorado, tudo isso tem no mapa das evidências, tá? E também eu falo sobre a importância dos artigos. Tem alguns exemplos de leitura de artigo, enfim, mas se você não tem tempo de ler os artigos, tem o Novari, que também tá de brinde para vocês. O Novar é o seguinte, eu leio li artigos na íntegra sobre ciência da aprendizagem, como como muitas muitos alunos reclamam que os artigos estão em inglês, que muitas vezes eles não entendem o método, não entendem a estatística, as limitações do artigo. Então o que que eu faço? Eu leio
o artigo na íntegra e explico passo a passo o que que tá na introdução, o que que tá no método, qual eh quais foram os resultados, qual as análises que eles fizeram, quais são as limitações do artigo em 15, 20, 25, eh, 25 minutos no máximo, tá? Então, eh, são de é discussão de artigo científico no ovari da ciência da aprendizagem. Para quem não tem tempo e quer se manter Atualizado na nas referências da ciência da aprendizagem, eu já faço isso por vocês, tá bom? E outro bônus, gente, quem quem já é aluno do C
quem já foi meu aluno do CDA, vai ter mais um o acesso vitalício ao CDA, que é o curso Ciência da Aprendizagem, que eu ensino como estudar. Eu eu gosto muito dele para pro CD Experts. Por quê? Porque ele tem um modelo de psicoeducação. Às vezes você vai entender toda a teoria. Não que o CDA Expert não não não tenha isso, mas você pode ver na prática como você pode e atender o seu seu paciente, e dar a dar as dicas porque tá numa linguagem mais simples, porque é para o público em geral, tá? Então
se você já é meu aluno do CDA, você leva o CDA vitalício, senão você leva ele de brinde também eh com um ano de acesso, tá? todos os bônus que eu falei para vocês e o CD Expert tem um ano de acesso. Tem o aplicativo Ecuniverso com todas as aulas na palma da sua mão no seu celular e uma comunidade exclusiva que a gente tira dúvidas pelo WhatsApp, a gente tem troca Informações, tá? Então essa comunidade é bem legal e as mentorias das aulas. Então assim, vocês vão aqueles módulos que vocês viram anteriormente, vocês vão
assistir algumas aulas, vai ter o o calendário de aulas, vocês assistem e na nas mentorias vocês tiram dúvidas, aprofundam os temas, enfim, é bem legal. E para quem não pode assistir no dia, vai ficar gravado na plataforma, OK? Sem problemas. Eh, muitos eh alunos eh perguntam eh sobre as horas. Esse curso é chancelado pelo MEC, é um curso de formação continuada, eh, que tá registrado, eh, como no, no, no, no projeto pedagógico da Universidade da Aanguera e ele tem 62 horas. Os outros bônus eh se eh vocês precisam de certificação, tem certificação de curso livre.
Então, se você é aluno de graduação e quer entender mais sobre a ciência da aprendizagem, vai contar como horas complementares que você precisa para para se formar. Se você é professor, se você é funcionário que trabalha numa no para uma prefeitura, pro estado, enfim, também conta as horas paraa ascensão, enfim, porque é chancelado. Então tem essa questão também, tá gente? Então, o curso tem Certificação e tudo que eh tudo isso você vai garantir, né, que é o clube do livro, o CDA, Novar, Neuromitos, Mapa das Evidências, o próprio CDA Experts, mentorias, enfim, né? O aplicativo,
eh, somando todos os bônus, teria um custo de R$ 1365. A formação custa R$ 1997. Se somasse com os bônus, daria 3.362, mas não é isso que você vai investir hoje, porque eu disse, tem uma oferta muito especial esperando vocês, gente. E não vai custar nem o preço do CDA eh Experts. Vai ser um preço melhor do que o CDA Expert sozinho. Quanto será esse investimento? A oferta especial que a gente acabou de lançar, que tá agora, a minha equipe tá mandando para todo mundo, é a oferta especial de 12 vezes de R$ 139,70. Ou
seja, gente, é uma formação de um ano, né? Não é, é o preço, que nem o meu marido fala, é o preço de uma pizza por mês, uma pizza e uma Coca-Cola, enfim, né? Então tá tá muito barato pela por todo o que o que o curso oferece, não é marketing, não. A gente Trabalhou com muito carinho, muito cuidado para oferecer o melhor para vocês. Então eh 12 vezes de 13970 ou 1397 à vista, né? E essa esse parcelamento, só para eh responder umas dúvidas de algumas pessoas eh que sempre perguntam, é um parcelamento pela
plataforma VUMP, então a gente não ganha nada em cima do parcelamento, tá? É um parcelamento que eles fazem por lá que a com a taxa deles, mas se você e dá para parcelar em menos vezes, daí tem outro tipo de juros, menos juros, enfim, né? Mas se a gente for pensar, ah, o curso dura um ano, dividindo por um ano daria este valor eh que é menos de uma pizza por mês por tudo isso que é a formação, tá? Então, espero muito que vocês tenham eh entendido a nossa proposta e eu tô aqui agora para
responder dúvidas sobre a aula, dúvidas sobre CDA, experts, enfim. Eh, eu sei que tem um um delay aqui, tá? Eu vou abrir a minha câmera agora. Obrigada por estarem aqui comigo até agora, gente. E ã vamos lá, mandem perguntas. Eu vi que as pessoas respondendo das janelas aqui. É, Maurício, realmente é muita carga nas costas dos professores, muita desvalorização, né? Tô vendo aqui. Deixa eu ver se alguém mandou. Pessoal da minha equipe, tem alguma pergunta para eu responder? O valor vai até quando? Alguém me ajuda a responder isso? Eu não sei até quando vai. A
o link tá na descrição do vídeo, nos grupos do WhatsApp e tá no chat também. Olha, Raquel, eu não sei. A Raquel tá perguntando se essas parcelas do curso eh são descontadas do limite de uma vez ou ou mês a mês. Eu não sei dizer como que tá. Eu acho que a equipe pode responder você. Quem já tem o CDA vitalício. Então é estudo LB, eu não sei o seu nome, mas é é o é um bônus que a gente fez junto com Os outros bônus. Não, não leva mais do que isso. Ã, as aulas
serão ao vivo, só as mentorias, Emília. As aulas já estão todas gravadas na plataforma. Hã, o Igor tá perguntando, no caso de quem está procurando algo mais inicial, o ideal seria buscar o CDA? Sim, se seu foco é pro seu próprio estudo, sim, é o CDA, definitivamente. Boa pergunta, eh, Françoise. Em uma turma de muitos alunos, como saber eh, que excedemos a carga cognitiva dos alunos? Então, a numa turma, a turma é diversa. A gente trabalha com uma turma muito heterogênea, né? Tem alunos que vão mais rápidos, tem alunos que demoram mais. Então, a gente
tem estratégias de como trabalhar com vários tipos de aluno, né? Por exemplo, eu posso usar duas estratégias ao mesmo tempo numa aula. Eh, uma é para um aluno ele precisa de mais andame, por exemplo, né? Então, se Eu se eu percebo que o aluno ele não tá conseguindo, você perguntou assim: "Ah, como que saber se a gente excede a carga cognitiva?" você vai perceber tédio nos alunos, eh, ou não compreensão, não entendimento. Você, eh, a gente usa muito feedback pra gente entender. Então, você, eh, você deu uma parte da aula, você usa o feedback para
saber se os alunos estão te acompanhando ou não. Não é aquele feedback, vocês estão me acompanhando? Porque todo mundo vai balançar a cabeça dizendo que sim. Você pode fazer perguntas e e essa prática de lembrar vai ajudar você não só não só a fixar o conhecimento do aluno, mas também fornecer feedback para vocês, para ver se os alunos estão acompanhando, se não tá excedendo. Então você pede para aluno te explicar, né? Então aí você vai ver se tiver excedendo a carga do de alguns alunos, talvez você possa mudar um pouco a estratégia para que esses
esses alunos eles tenham passo a passo. Então, por exemplo, eh se você tá trabalhando com algum resolução de algum problema, você pode fornecer uma folha com exemplos resolvidos. Para esse outro aluno que tá muito ediado, muito chato, você pode dar menos resolução, menos passos ou você pode pedir para Eles ir tampando a resolução assim. Então, tem várias eh várias formas de lidar com isso também, uma vez que você identifica eh essa essa sobrecarga cognitiva dos alunos. Emília tá perguntando do CDA. Eh, deixa eu ver aqui. Acho que é 397 4 397. É 397. Emília, mais
dúvidas, pessoal? Tô aqui para tirar a dúvida. Deixa eu ver se alguém da equipe mandou alguma coisa que anotou. Vocês anotaram alguma dúvida do pessoal, gente? Acho que não. Então era isso, gente. Estou disponível para conversar com vocês, tirar dúvida, minha equipe também. É só mandar uma mensagem no chat lá do WhatsApp, OK? E muito obrigado por estarem aqui comigo. Espero ver vocês nas aulas do CDA Experts. Um beijo e até breve.