E a gente segue com as entrevistas aqui da Expo Agro, usando a nossa estrutura móvel que é o RCN MOB, né? O nosso estúdio móvel da massa do grupo RCN de comunicação. E eu recebo aqui a visita da Erica Fisher que é da Maxcred HS Consórcios.
Seja muito bem-vinda aqui ao nosso estúdio M. Obada. Muito obrigada, Ginês.
Gostou da estrutura? Muito, muito boa. Bem acolhedora.
É diferente, né? Diferente. Vamos lá.
Hoje eu quero aproveitar a nossa abordagem aqui. Eu queria falar um pouco de planejamento, enxergar isso. E eu quero escolher um tema, se você me permitir, que é um tema que poucas pessoas às vezes pensam quando a gente fala de consórcio, que é aposentadoria.
Hoje a gente sabe, né, a dificuldade e até a temeridade de se confiar apenas no sistema que nós temos hoje no governo, que é o INSS. Enfim, o que que isso vai acontecer no futuro? Ninguém sabe.
Existe esse despertar com um consórcio para planejar a aposentadoria, Érica? Existe, com certeza. a gente vê um movimento acontecendo das pessoas buscando uma alternativa ou quem não vinha buscando acaba vendo se falar muito disso, né?
E a pessoa começa a pensar, né? Claro que ainda é um trabalho de formiguinha, digamos assim, porque muitas pessoas vivem pro consumo, vivem o hoje e elas acabam e aí elas só às vezes param para pensar quando a gente traz um seguinte exemplo de nós vermos às vezes pessoas da própria família ou conhecidos de pessoas que estão com 50, 60, 70 anos e elas são obrigadas a continuar trabalhando, né? E por quê?
sempre falo, não é que não, eu acredito, né, que não é que não passou oportunidades na mão dessa pessoa, passou dinheiro, passou oportunidades, só que ela acabou simplesmente gastando tudo aquilo que entrou e ela não teve um planejamento a longo prazo, que é o que poucas pessoas conseguem fazer hoje. Agora, para quem talvez nunca tenha feito essa associação, consórcio com aposentadoria, eu quero explorar esse assunto porque é um assunto que envolve, como senhor disse, as pessoas passam uma vida e a vida passa assim e às vezes não, olha, não construí, não me planejei, não me organizei. Consórcio hoje, dá para fazer uma estratégia paraa aposentadoria?
Dá, com certeza dá. Eh, a pessoa pode, independente da idade que ela tiver, ela pode começar a planejar, sim. Mas a gente hoje vê muitas pessoas despertando isso a partir dos 30, 35 anos, 40 anos.
Então elas podem utilizar a estratégia da alavancagem patrimonial, que é uma coisa que tem se falado muito das pessoas construírem um patrimônio imobiliário através do consórcio. E esses imóveis que ela vai comprar sem juros no consórcio, né, vão trazer para ela, então na aposentadoria uma renda extra, uma renda que ela tem construído através do aluguel desses imóveis. É uma das formas, né?
E a outra forma que as pessoas às vezes não pensam é que ela pode pagar uma carta de crédito até o final e sacar. Por exemplo, eu tenho clientes que estão com 45 anos, 40 anos e eles têm, por exemplo, 45 anos. O cara fez para sacar aos 50, 55 anos esse dinheiro.
Ele paga e não sente e depois ele saca com a correção. Ele acaba resgatando bem mais do que ele pagou. Agora, ponto de vista prático, é possível dar um exemplo?
Vamos imaginar que eu queira, eu tenho aí 30 anos, já passou um tempinho no meu caso, 30 anos e eu quero me aposentar com 50, tenho 20 anos de margem. Me dá um exemplo do que que é possível fazer na prática. Sem número exatos, mas só pra gente ter uma noção.
Eh, eu eu fiz ontem para um cliente, então vou trazer esse exemplo que tá fresco na memória, né? Eh, ele é um, ele tem, né, na, ele tá na casa ali, como falei, de 40 e poucos anos. Vamos pegar esse que você deu dos 30, né?
Nós pegamos lá uma carta básica de 100. 000 com uma parcela de 341, que ele vai começar pagando a meia parcela. 341 são três pizzas hoje.
Exatamente. Não, acho que depende de onde pegar, não dá três pizzas. Eh, e ele, se eles, a gente fez a simulação, se ele contemplar, por exemplo, na com 15 parcelas, 20 parcelas, e ele deixar esse valor até o final, ele vai resgatar mais de R$ 500.
000 se ele deixar o valor aplicado, porque existe uma aplicação que a HS Consórcios paga, que ela é diferenciada e poucas pessoas sabem disso, né? Se eu for contemplado, eu posso deixar aplicado. Pode deixar aplicado.
Como o HS Consórcios tem a questão do imóvel, veículo e investimento, 60% do nosso público hoje é investidor. Então a HS buscou um fundo multimercado para o cliente contemplou. Ele não pode sacar esse dinheiro sem deixar um bem em garantia, né?
porque não pode não pode caracterizar o empréstimo, mas ele deixando aquele valor nesse nessa aplicação, nesse fundo multimercado, ela vai ficar rendendo juros a favor dele. Ele vai pagar a parcela, só que ele vai ganhar rendimento, não sobre o que ele pagou, mas sim sobre o montante sobre os 100. 000.
E aí a mágica dos juros compostos do juro sobre juro. Então uma carta que é de 100. 000 vai para quanto?
Você falou? Ela vai para mais de 500. 000 se ele é num prazo de 15 anos.
De 15 anos. 542 deu no exemplo que a gente fez lá. Se você olhar hoje nas modalidades de mercado, é difícil encontrar uma um rendimento nesse patamar.
Isso porque nós estamos falando de valores baixos, né? Existe uma frase bacana que a gente tem na HS que é: "O consórcio é o único investimento que você não precisa ter capital para começar". Vamos lá.
Se hoje você começar a investir, o que que você tem que ter o que primeiro para começar a investir? Dinheiro. Dinheiro, né?
E geralmente é pouco ou tem que ser uma quantidade considerável? Com certeza. Para comprar um carro, por exemplo, você vai dar entrada num carro para cair no financiamento, no mínimo você tem que, depende do carro, mas 30, 40.
000 para começar. Para começar, exatamente. E a gente sabe que hoje 30, 40.
000 as pessoas não estão mais acumulando montante em dinheiro, né? Então, nesse caso do consórcio que a gente tá dando de exemplo, é o único investimento que você tem rentabilidade e você só precisa ter o dinheiro da parcela e pagar em dia. Eu quero trocar de modalidade agora, aproveitando aqui o teu conhecimento, você sempre dá aula pra gente quando a gente fala de consórcio, que é a questão e eu e aqui eu volto um pouquinho na essência do consórcio.
Essência, eu digo porque é, imagino que seja o maior hábito, que é para comprar uma casa, para comprar um carro, para comprar uma moto. E eu quero falar também de planejamento. Seguimos na linha do planejamento, mas com essa finalidade, certo?
Porque às vezes a pessoa compra um carro hoje, vamos supor que ela já tem um carro, carro de 100. 000, com certeza daqui 2, 3 anos ela vai querer trocar de carro. Qual é a lógica dela já ir se preparando, se organizando para não deixar passar 3 anos e ela financiar esse carro?
Dá para fazer uma conta, fazer um comparativo sobre isso? Com certeza. Com certeza.
E eu até falei essa semana, eh, hoje a pessoa, se ela for financiar, vamos pegar um exemplo básico, né? Ela vai financiar R$ 50. 000, vai comprar um carro básico lá de R$ 50.
000, ela vai pagar nesse carro 90 e poucos mil se ela financiar até que ela terminar de pagar esse carro tá valendo 30. Então é um cálculo que se a pessoa parar para para fazer, ela perde nas duas pontas, né? Então nesse caso, mesmo que a pessoa tenha hoje um carro zero financiado, que ela na no financiamento de um carro zero, ela deu um bom percentual de entrada.
Então se ela tem lá 3 anos para pagar, ela pode pegar uma meia parcela, né? falava essa semana com um cliente que é advogado, disse: "Olha, eu preciso de para trocar o meu carro, meu carro é novo, só uns 50, 60. 000, ele vai pegar uma meia parcela, digamos, no caso dos 50.
000, vai pagar R$ 290. Ele não vai sentir pagar. Só que quando ele quitar o carro dele, ele já tem 50.
000 de novo para dar na troca do próximo e não precisar ir pro financiamento. Ou seja, eu tinha aquele financiamento que às vezes é de 1000, 2000 e vou pagando de conta gota. Exatamente.
De pouquinho em pouquinho para ir formando aquela aquela bola de neve. Isso. E aí ele faz uma coisa que que eu uso um termo que é assim, colocar o dinheiro a trabalhar para ele, o tempo a trabalhar para ele.
É um valor tão pequeno, mas ele vai construindo, então ele não tem que esperar. A maioria às vezes espera quitou, precisa trocar o carro, aí vai procurar. É justamente o caminho contrário.
Começa a pagar antes, na hora que precisar já tem. E aí tem um detalhe, ah, mas eu preciso daqui 3 anos. Legal.
Se você contemplar logo, você vende a carta, você deixa aplicar. Lembra da aplicação que eu falei antes? Ele pode também usar isso a favor dele.
Aquele dinheiro vai ficar rendendo lá enquanto ele não utilizar. Ele não tem prazo estabelecido o tempo que ele quiser até o final do grupo, ele pode deixar lá. Você falou de vender a carta.
Esse é um outro mercado que tá crescendo muito. Ou seja, eu tenho a carta contemplada, ele é um ativo no mercado. Muito.
Exatamente. Exatamente. Eh, um exemplo que eu falava antes para você, eh, eu atendi um cliente hoje que a intenção dele, né, era trocar de carro quando ele veio até o escritório, né?
Então ele ia assumir lá uma parcela de quase R$ 1. 000 pensando na troca do carro. A gente conversando e falando sobre essa questão do planejamento, o que que ele vai fazer?
Eh, ao invés de pagar uma parcela de quase R$ 1. 000 pro carro, ele vai pagar uma parcela de R$ 1. 500 para imóvel, fazendo três cartas de crédito.
Aí a gente faz uma estrutura para essa pessoa, é feito toda uma um estudo, né? Eh, e onde ele vai pegar três cotas para ir contemplando, vendendo e fazendo ágil, ganhando dinheiro com isso. E a própria, esse dinheiro que ele vai ganhar com a venda desses consórcios, ele usou para trocar o carro sem nada de parcela.
Você contou o milagre, mas não contou santo. Como é que ele vai fazer dinheiro com a CM? Explica mais.
Exato. Através, então ele vai contemplar. Nós temos toda uma estrutura então dos lances programados, dos lances fidelidade que nós trabalhamos, que são lances diferentes dentro dos lances da carta, né?
Então ele contemplou, por exemplo, eh, vou pegar um exemplo prático, ele pagou o que aconteceu hoje, inclusive tinha assembleia, eh, ele, a pessoa contemplou, pagou lá uma média de 15 parcelas, tá? Tá, vamos, vamos, vamos começo. A carta de 150 150.
000 para imóvel. 000 para imóvel. Ele pagou 15 parcelas no valor de de R$ 500.
De R$ 500. Isso aí. Isso vai dar o quê?
Vai dar uns uns R$ 8000. Em torno de R$ 8000. R a R$ 8000.
na hora que ele contempla, ele vai vender esse crédito por percentuais bem maiores do que ele pagou. Então, vamos colocar lá que ele vai vender esse crédito por no mínimo 20% a mais, 20% em cima do valor do crédito, né? Então vou colocar lá que ele vendeu por R$ 30.
000 esse crédito, né? Então ele pagou oito, ele vendeu por 30 e vende fácil. Vende fácil.
A gente tem toda essa nessa negociação ele ganhou ganhou 20 22. 000. Isso aí.
E detalhe, o que eu sempre falo assim, ele ganhou isso, mas voltou para ele os 8. 000 que ele pagou, porque ele não teria guardado esses 8. 000 também.
Entendi. E aí a pessoa que comprou, ela tem ela ela tem um cheque na mão. Exatamente.
E ela tá com a carta contemplada. Ela vai pagar o Por isso que tem interesse na carta. Isso aí.
Na carta contemplada. Isso. Porque se ela fosse financiar, ela pagaria três vezes mais.
Assim, ela pega numa taxa de consórcio, que é o dinheiro mais barato que existe, e ela paga o ágil e assume a dívida. Então, a pessoa que vendeu para de pagar, sai do CPF dela e aí a gente fala, né? Eh, contempla, vende, para de pagar e e repete o ciclo, né?
É, a gente falou de várias modalidades aqui, mas para entender o consórcio tem que ter estratégia e você é uma espécie de educadora financeira, né? É, eu tem que trabalhar com com essas visões, entendendo o objetivo do cliente. Exatamente.
Porque tem que ser uma coisa bem personalizada. Tanto que quando alguém me chama hoje, eu procuro entender na íntegra o que a pessoa tá buscando, porque isso vai determinar o tipo de grupo, o tipo, né, de de investimento que eu vou buscar para essa pessoa, para que eu consiga realmente atender, porque a gente sabe que os planos das pessoas vão mudando. Então, eu tenho que entender meramente assim, às vezes, ah, a intenção é investir, mas tem vontade de comprar uma casa, tem vontade de comprar um carro.
Então isso vai determinar naquele momento para que se ela mudar de ideia ela ainda assim consiga atender aquela vontade, a necessidade dela com aquele dinheiro que ela tá pagando para escolher a estratégica, a estratégia correta. Exatamente. É como você falou, eh, eu gosto dessa linha da educação financeira, porque às vezes as pessoas vêm querendo tudo para ontem, né?
Um exemplo, acho que cabe aqui, teve um cliente que procurou essa semana e ele queria um carro de um carro novo, né, de 180. 000 viu? E não queria pagar a parcela acima de R$ 500, R$ 700.
Isso. Se você tivesse me fala. Exato.
Isso não existe, né? Então a gente tem isso também de pessoas que vem com umas ideias que não vai acontecer. Então quando ela vai chegar, vai ter gente, eu falo assim, ó: "Você vai achar alguém que vai falar o que você quer ouvir".
Só que você vai se frustrar logo ali na frente, no começo. Logo no começo já vai perceber. É, você vai perceber e vai acabar se frustrando dentro do teu planejamento.
Então eu gosto de trabalhar dentro disso para que a pessoa esteja tranquila. porque a gente tá tratando do dinheiro dela e a gente trata isso com muito respeito, né? Então, para que ela esteja tranquila em relação à aquilo que ela tá fazendo e que ela que a gente esteja junto até o momento, então porque é uma parceria, né?
Até o momento que a pessoa pega o crédito, que ela compre o bem dela, né? Ou que ela venda. Conversa inteligente sobre planejamento, sobre dinheiro, sobre visão de futuro e sobre estratégias também pra gente conquistar não só aposentadoria, mas pros bens, né?
É gostoso comprar um carro, é importante comprar uma casa e como disse a Érica, planejamento, tentar enxergar, tentar entender o contexto antes de você fazer qualquer coisa, conversa, procura informação, orientação. É, eu quero agradecer a tua presença aqui na Expo Agro para trazer esse conteúdo de qualidade pra gente. Eu agradeço a oportunidade de estar trazendo, falando sobre isso, que é uma coisa que a gente fala todos os dias, né?
E e eu acredito muito que se cada vez mais pessoas tiverem essa consciência, a gente constrói um mundo melhor também, né? É, é um progresso, né? É um progresso de entendimento.
Com certeza. Muito obrigado. Eu que agradeço.