Tá? Não vai ser um assunto único, mas a gente vai conversar sobre diversos assuntos. Eh, um deles tá associado ao curso que eu dei esse fim de semana, né?
Dei o curso na Universidade de São Bernardo. Na na Universidade de São Bernardo, ótimo, na escola do método de Rose em São Bernardo do Campo da Maricel. Foi um curso excelente, as pessoas interessadas, fluiu super bem, falei mais do que devia e no final a prática acabou ficando curta.
Mas eh foi realmente muito muito muito prazeroso. Eh foi uma delícia dar o curso, conhecer as pessoas, o almoço e muito obrigado, Maricel. E ficou algumas perguntas.
Eu achei que eu tivesse respondido, mas eu olhando aqui com mais cuidado, talvez algumas delas não tenham sido frisadas o suficiente de eh um aluno que tinha feito algumas reflexões a respeito da da psicologia yunguiana ou da ideia de arquétipos eh e o yoga, né, e a aplicabilidade desses conceitos dentro do yoga. Obviamente é é importante eh frisar que de fato eh o yoga e um são coisas distintas, né? Isso é importante você ter consciência disso, que a a a psicologia e a teoria, ela pode nos ajudar a entender, a compreender, a dar uma base naquilo que a gente tá fazendo e até em certo ponto eh entender, por exemplo, uma descontração feita sobre uma cachoeira, qual a implicação simbólica daquilo que você tá usando na árvore?
numa estrada. Tudo isso tem implicações simbólicas. E quando é conhecido, essas implicações simbólicas são conhecidas, ela e principalmente esse simbolismo associado inconsciente pode nos auxiliar dentro eh de da compreensão de como aquela técnica tá agindo sobre aluno e da aplicabilidade de uma determinada técnica.
a assim como as interações associadas a à projeção de um determinada de uma determinada percepção de um arquétipo sobre uma outra pessoa, tá? Então, nesse sentido, eh, a a psicologia yungiuiana, ela casa muito, né? E e ela casa não só com muito do que do que o yoga traz, mas ela casa muito também com relação a o conhecimento antropológico que tava sendo descoberto naqu naquela época, que começa a ser estruturado no final do século XIX como órgano e depois eh eh com eh adquir de Crown com Durkain, né, do lado francês, mais pro século 60 com Lev.
Então, eh, justamente essa compreensão a respeito de diversas culturas, etniz e da construção cultural e da repetição de certos modelos e símbolos que inclusive começaram a ser levantados, por exemplo, Levistr uma uma entendimento de uma estrutura da da da cultura e da sociedade. Ah, e que essa essa estrutura da sociedade, da construção cultural como blocos, que é que é a teoria do Lebistro, muito eh pautada no estruturalismo eh linguístico, né, ou inspirado, pautado não, mas inspirado pela pelo e estruturalismo linguístico que passa a estudar a língua como blocos universais. e que servem para todos os tipos de línguas, né, que também é extremamente trabalhado por eh Roman Jacobson, acho que é assim que se pronuncia.
E eh Jung, ele tá justamente nesse contexto e é nesse contexto que ele passa a formular a ideia de eh inconsciente coletivo. Obviamente a ideia de inconsciente não é dele, muito menos de Freud, né? A ideia de sobre o um o inconsciência e uma função inconsciente, ela é muito antiga, ela já era percebida pelos pelos antigos, no qual eh inferiam a essa esses atos inconscientes a demônios, a deuses, a inspiração divina.
Tanto se isso, se essa se essa, se essas automações, se esse funcionamento inconsciente que motivava uma determinada ação fosse de valência positiva ou negativa, né? se gerasse o bem ou se gerasse o mal. Mas a primeira percepção científica acontece com Paracels que é entre 1493 e 1951 depois de Cristo, onde ele, o o alquimista e médico, né, ele descreve eh pela primeira vez uma função inconsciente, mas o conceito, o termo inconsciente, ele não aparece até eh que Schiler na sua obra, o sistema de idealismo transcendental cunha o termo inconsciente, com a a ideia com a qual nós nós passamos usar.
E esse termo passa a ser utilizado nos pelos filósofos do século XVI, né? caso Lib Espinoza, Hartmanit e Schopenhauer entre século XVI e X, praticamente todos eles usam até que a teoria do inconsciente, ela é pela primeira vez eh com eh eh escrita de uma forma compreensiva com um médico chamado Tcharus, OK? E Freud estabelece então eh o seu modelo do do inconsciente, que é visto por Jung como um modelo que explica, mas não explica tudo, não explica, por exemplo, a recursividade, a permanência de modelos muito semelhantes, não só dentro, eh, de uma cultura, mas modelos muito semelhantes eh em diversas culturas, como por exemplo a questão do parentesco, eh, estudado pelos antropólogos, e o tabu do incesto, que é presente em praticamente todas as culturas.
É, e isso tem a ver com com provavelmente com modelo um um modelo inconsciente, né? E nesse sentido, eh, Yung ele passa a formular, eu tô só fazendo um apanhado geral, né, do que foi o curso bem geral. Eh, para que quem tá chegando nessa live pela primeira vez possa entender o questionamento que eu vou colocar, é o que o colega colocou e eu vou responder.
E daí Jung formula uma ideia de que e guardado dentro dessas funções eh humanas, da psique humana, existe não só um inconsciente pessoal, mas existe um outro um outro inconsciente que ele chama inconsciente coletivo, que é diferente, né? Um inconsciente pessoal, ele é único, ele é seu, e ele possui informações pessoais, tá certo? que pode ser lembradas.
Por exemplo, ontem almocei feijão com arroz, tô lembrando, tá certo? Mas tava lá guardado, não é algo que tá na minha carregando, carregado na minha memória. posso buscar, por exemplo, ah, hoje de manhã, antes da minha prática, eu tava tão fissurado numa matéria que eu continuei minha pesquisa, eh, principalmente buscando fontes seminais, os tantras seminais, os 9, 10 tantras mais antigos e procurando a definição de mantra pro livro de mantra, que já tá escrita, mas eu continuo, né, continuo procurando e eu puxei um fio disso daí que que é a eu descobrir a ideia do é mananat trait mantra, que é a definição e formal tântrica do mantra.
E descobri que o Diadrata e Yamala no verso 6. 28 ele traz justamente essa essa essa esta definição. E a gente tá falando século VI.
Eu fiquei muito feliz porque há 4 anos atrás eu não conseguia nem imaginar de onde vinha. Sabia que existia, era utilizado em textos terciários, né, secundários e terciários, mas eu não sabia exatamente. Então eu sei que o dia e aala tem.
Depois eu fui puxar um pouco mais, eu descobri que o metra tantra tem, né? a gente já tá falando de 785 depois de Cristo. Então, eh, viu, o povo trouxe da minha memória tudo isso agora rapidinho assim, mas que tava lá dentro, não na minha consciência, tava guardada.
E que eu trouxe essas informações facilmente, porque tão frescas. Tem aquelas de difícil lembrança e tem aquelas que jamais serão lembradas, mas isso não quer dizer que ela não esteja guardada em si e que talvez com esforço ela possa ser relembrada. E também essa essa memória pessoal com esse inconsciente pessoal, ele possui um conteúdo, uma informação pessoal, uma informação esquecida, às vezes uma informação subliminar.
tá que tá lá, mas você não percebe, mas você fala que teve um insight descobrir uma informação, mas na realidade eram informações que subliminares que passaram a ser cruzadas te devolveram como uma resposta. OK? E finalmente informações imprimidas, coisas que você vivenciou, mas que você nunca falaria ninguém ou que você simplesmente botou no Frost Fre e esqueceu.
Não, não faz a mínima questão de lembrar, mas esse conteúdo inconsciente que tá lá no inconsciente, ele tá guardado e ele é ativado de uma forma inconsciente, modelando a sua resposta. OK? Esta esta é a ideia do inconsciente pessoal formulado, por exemplo, por Freud.
Agora, eh, quando você vai paraa extensão disso, o inconsciente coletivo de Jung, é importante você entender que esse o conceito de inconsciente coletivo não tem nada a ver com registro acáxico. Tira isso da sua da sua mente, tá? que não existe uma palavra sânscrita que abarque tudo que representa a palavra, o conceito de inconsciente coletivo.
Mas a que mais se aproximaria seria scacara, tá? E que o inconsciente coletivo, né, com relação a conceito, primeiro, ele teria suas raízes no passado coletivo de toda a humanidade. Segundo, ele é hereditário.
Terceiro, ele é o mesmo para todos. E quarto, ele possui conceitos universais que são partilhados pela humanidade e que se manifestam muitas vezes de forma cultural, através de mitos, através de fábulas, através de eh a própria religiosidade, né, e através dos sonhos, OK? e que esse conteúdo eh do inconsciente coletivo, da mesma forma que o inconsciente pessoal, ele influencia a nossa vida mental, influencia as nossas decisões e determina o nosso comportamento, OK?
Ele se manifesta como através dos arquétipos, gerando tendências que podem ser ativadas ou não. E esse esse e esses arquétipos que preenche o inconsciente coletivo, que é o quê? o conteúdo simbólico, eh, eh, metafórico eh que preenche o inconsciente coletivo, ele pode ser classificado como eh eh arquétipos de personalidade, é o caso do ânima, da persona, do velho sábio, do herói, do mago, que é hoje em dia tá muito na moda, né, com relação a ah, perfil de liderança, né?
O pessoal começou a usar isso daí, né? OK. Tá aí, né?
E também como eh um perfil como classificado como símbolos ou arquétipos de transformação que aparecem, por exemplo, como lugares, caminhos, sistemas. é o caso dos chakras e das divindades do hinduísmo, que elas aparecem dentro de uma estrutura mitológica como um símbolo de transformação, OK? Ou como um arquétipo eh eh de transformação.
Então, resumindo, o arquétipo, ele tem uma base biológica, com certeza ele eh se construiu e faz parte de nós vindo dos nossos ancestrais. Isso é muito interessante que pro livro de mantra eu escrevi um capítulo gigante sobre origem da linguagem. Esse capítulo eh esse capítulo sobre eh origem da linguagem eh ele se desenvolve eh fazendo o quê?
Olhando o ambiente, a genética, qual é o ancestral, qual era o fenótipo dele? E finalmente, eh, como tava a linguagem. E daí a gente começa a entender, né, como que esses começa a ter um vislumbre, né?
Lógico que não não dá para um formuleiro, mas dá para você ter um vislumbre de como a experiência humana da construção da cultura entre as diversos ancestrais sendo passado de um pro outro foi responsável por moldar o nosso o nosso o nosso a nossa circuitaria, né? Isso é muito interessante quando a gente fala de linguagem, né? muito interessante no sentido de que a linguagem quando ela dá um defeito que são as afazias, existe as afazias mais características que é quando, por exemplo, você tem a área de broca no lopo fon frontal que é lesionada e a pessoa não consegue articular a palavra ou a área de verm na região temporal, parente temporal, normalmente de temporal, que que é, se não me engano, na parte e posterior do gírio temporal superior, mas é é bem na passando dali pro temporal, pro parietal.
Então ali quando é lesionado, a pessoa não entende a linguagem. Ela consegue falar, mas ela não entende no discurso não tem coerência, né? Mas ele fala, mas existe alguns tipos de de lesão que ela pega coisas muito específicas.
Por exemplo, a pessoa não consegue relacionar os instrumentos ao nome. Martelo, ela sabe o que é o martelo. Pode até entender o uso, mas ela não sabe falar o nome.
Também isso acontece com rostos. Então você percebe que existem links que são links muito antigos, tá certo? E que é de ligação entre a palavra e certos objetos e que eles são conectados, totalmente conectados, que são fazias muito diferentes, né?
Muito muito muito complexas. E existe uma teoria de que primeiro você tem a formação de uma linguagem simbólica icônica associado a função e objetos que foram importantes e e animais, reconhecimento de animais, de rostos, que foram muito importantes na formulação dos nossos ancestrais antigos e que o Homo Sáps, a grande mudança nele é a capacidade de interconexão entre essas áreas, o que permite permite um raciocínio metafórico e simbólico. Entenderam?
Então, aos poucos, a ideia deung, ela vai aos poucos sendo cada vez mais validada dentro de uma estrutura biológica, que era a ideia dele. O arquétipo, ele tem uma base biológica e é constituída ao longo de milênios. E sua ativação depende da experiência pessoal.
Então a sua experiência vai determinar que aquilo seja ativado. Outra coisa é que é autônomo. Apesar de você ativar ele autônomo.
E ao combinar com inconsciente pessoal, ele acaba sendo individualizado. OK? Agora, com relação à ideia de registro acá em conceito coletivo, você tem que o achxá, o acachxá ele é entendido como espaço vazio que existe entre o núcleo e a eletrosfera, entre um planeta e o outro, e que sobre esse vazio os outros elementos materiais são sedimentados.
Então, do do vazio que é responsável pela fala e é é a intuição, a capacidade de síntese desse modelo é é imensa porque eles sintetizam a realidade dele em cinco princípios. O universo é constituído por cinco princípios que são princípios eh eh lógicos, né, de síntese a respeito da observação da realidade. E isso é de uma sabedoria sem igual.
Então, e o axá, ele tá associado o quê? Ele tá associado a padrões de ondas. Porque a a onda ela caminha quando você tem um espaço para ela se propagar, o material e o espaço para se propagar.
Se você tem um um objeto que ele é totalmente fixo, não tem vibração. Se o universo fosse totalmente fixo, não temia vibração. Pelo fato dele ser construído sobre o vazio, isso permite uma maleiabilidade.
E a ideia de inconsciente coletivo, de de inconsciente coletivo, não, de registro acá, ele é moldado pela primeira vez pela Blavatsk, tá? Mas ela não nomeia com registro acáo. Isso vai ser nomeado praticamente 80 anos depois, tá?
No eh livro Isis Unvered, ela ou Isis Desvelado, acho que é seu nome português, ela tem um capítulo no livro dois que ela tá falando sobre psicometria, se referindo a um livro de um psicometrista. Psicometria arte de você pegar um objeto e em cima desse objeto você dizer tudo a respeito daquele objeto, por onde ele foi, de onde ele veio, quem pegou esse objeto, quando pegou, quem construiu, aonde foi construído. Então, ela acreditava que tudo que está acontecendo no no mundo com todos os objetos de todas as pessoas passa a ser filmado e guardado aonde?
Nesse espaço, tá certo? de dentro do próprio objeto. A partir daí, Albert Cê, num livro chamado budismo esotérico, que não tem nada de budismo e muito menos esotérico, ao contrário, não tem nada de esotérico, muito menos de budismo, fica melhor.
Ele cunha primeira vez esse termo registro acáo, tá? Porque a a sociedade teosófica, devido ao contato com a Índia, passa a utilizar termos sânscritos rod direito e incorporá-lo. E eu, a ideia de registro acáico dentro do esoterismo passou a misturar com conceito de arquétipo, mas você percebe que são distintos de origens distintas, de formulação distinta, com ideias distintas, mas que existe uma intersecção entre esses dois conceitos, como se fosse dois conjuntos que se unem, né, que tem algumas coisas que batem, mas É importante que você entenda que são dois conceitos distintos, tá?
E que não querem dizer a mesma coisa. Respondendo aqui a a a colocação do Zo Rodrigues. Do Rodrigues.
OK. Ou da Rodrigues. É da Rodrigues.
Júlia. Rod. Ah, acho você.
Júlia tá respondendo a pergunta aqui da da Júlia. Então, de fato, não é a mesma coisa. Eu eu mesmo no passado fazia essa mistura, tá?
Aí, conforme comecei a a a a escrever e você começa a ler, ler, ler, ler, ler, você começa a investigar tudo, né, para ver realmente se aquilo que você tá falando é verdade. Isso é uma grande bobagem. Então, o processo de de de aprendizado, muitas vezes ele é um processo de destruir e reconstruir, né?
É para uma vistiva, né? funcionando ali. Você destrói, reconstrói, reestrutura o tempo todo, o tempo todo fazendo isso.
Então, para isso é importante que a pessoa não tenha medo de dizer que erra, porque erra. O conceito ele é um processo que vai sendo construído, conhecimento vai sendo construído muitas vezes em cima de demolir outras coisas. E eh é importante estar aberto e a perceber que você não aprendeu tudo e e e se abrir esse assombro, né, que é o assombro de que quanto mais você sabe, mais burro você se sente.
Você percebe que cada fio que você puxa de um lado vai abrindo uma totalidade de coisas, né? Então, isso tem muito a ver também com o texto, né, que eu pus no blog. Toda vez que eu ponho um texto, a Carla olha para mim e fala assim: "Minha esposa, ai meu para que tão difícil?
Será que não dá para você escrever algo mais simples? Porque eu leio, para mim tá simples, mas talvez eu não seja parâmetro, né? Ela tem razão, né?
Ela ela ela sempre tem razão, mas eh sei lá, já tá escrito, não vou tirar, tá lá. O que vai acontecer é que as pessoas vão olhar o blog e não vão querer entrar mais, né? Vou ler esse texto aqui, não entendo metade do que ele tá falando.
Daí ela brincou, aí eu peguei seu texto, botei no chat, chat GPT para ele me explicar. Ela brincou, não fez isso para ele me explicar do que que você tava realmente falando. Mas lá no texto também eu dou alguns exemplos a respeito de como o essa ideia, e falo de linguagem, mas de como essa ideia eh e de mantra, mas de como essa ideia dos arquétipos tá associada a isso, porque a palavra ela ela tem a ver com símbolos.
Como assim, Milton? é o desenvolvimento da palavra, principalmente do dos nossos ancestrais, a partir do o hombergens até o homo sapiens mais primitivo, né? Você percebe que a a linguagem inicialmente ela era muito icônica, que tem a ver, por exemplo, com fenômeno bobaqu, que é assim, se eu mostrar para você um círculo e falar a palavra bobo, um círculo e um triângulo e falar a palavra boba, você acha que essa palavra boba BBA se conecta ao círculo ou se conecta ao triângulo?
boba círculo triângulo. Obviamente 90% das pessoas vão falar círculo e não triângulo. Da mesma forma, se falar kick, você vai perceber que ela se ela te lembra um triângulo e não é exato.
E não te lembra aqui, que nem te lembra o círculo. E essa é a base icônica, é do mantra, que é a base icônica da linguagem, que portanto a linguagem em si, ela tá associado à formulação simbólica em si, OK? E essa formulação simbólica aparece como cultura e passa a ser realimentada agora de uma forma mais complexa, metafórica e e arbitrária.
Arbitrária é que o nome da coisa é diferente da coisa. Então, parte do icônico para um luz simbólico. E isso vai sendo retroalimentado não só na cultura, na construção da cultura, quanto em você, num processo contínuo, contínuo, com a presença da experiência, da vivência do corpo.
E esse processo inteiro, ele é muito descrito por um outro antropólogo muito interessante que é o team Golds. OK? Então, assim, agora que a gente contextualizou a linguagem toda e a gente entendeu que os arquétipos eles aparecem através da linguagem, através de atos ou rituais, objetos e símbolos, mitos, lendas, contos, ensinamentos esotéricos, ensinamentos tribais, visões, sonhos, intuições.
Então, a partir do momento que você entende isso, entende que ele eh induz determinadas ações, tá? Aí eu consigo, agora eu consigo responder a pergunta. Então, as perguntas que é primeira ter consciência de sua existência, a existência de seus arquétipos, sua caracter suas características.
Influencia sua atuação, influencia não a atuação, mas influencia o quanto ele nos afeta. A partir do momento que você faz uma metaognição sobre um processo que tá acontecendo com você e seja esse essa metacognição através de uma maior granularidade do das emoções, ou seja, através de uma autopercepção e de uma autoanálise, imediatamente você traz um processo que era um processo inconsciente para consciência, pro córtex frontal. O córtex frontal ele inibe imediatamente o processo que estava acontecendo.
Então, a sua compreensão e a sua percepção de que aquilo que você está vivenciando é se deve a uma influência automática, imediatamente você já começa a quebrar o processo, certo? você deixa de ser capturado ou passa a ser menos capturado pela influência ou mesmo que ela exista como impulso, você pode tomar a decisão de ceder ou não. É esse impulso.
Isso é muito característico no arquétipo de anima e álmos, que é a presença de um modelo do que seria o homem e a mulher perfeita, tá certo? que existe dentro de cada um do do sexo oposto na mulher enter. Obviamente existe uma uma forte presença de um arquétipo de ânimos que passa a ser constelado na presença de um homem que ative esse arquétipo.
E no caso do homem, presença de ánima que é ativada quando esse homem entra em contato com uma mulher que que ative esse arquétipo e que leva o quê? A todo o fenômeno da paixão, do desejo, do querer a pessoa. E você, e muitas vezes você nem conhece a pessoa, é descontrolado, tá?
Muitas vezes isso acontece na relação em relações de professor, aluno, nas relações entre eh analista e analisado nessas relações onde a discrepância de poder. Muitas vezes isso acontece e é importante que a a pessoa perceba e faça diferença, tá? Ativação de significado ao símbolo.
Atribuição de significado ao símbolo. Significado que atribuímos, seja o símbolo, o arquétipo, faz diferença para se conectar com suas características na realidade que o processo inverso, né? O o os símbolos, ele já existe dentro de você, você não atribui significado a ele.
Essa é a grande diferença, né? no símbolo com relação ao arquétipo, né? Ele quando você descreve e é justamente, se você pega o texto que eu escrevi no blog, é justamente essa crítica que eu faço ao autor chamado ele, eh, ou que é um livro sobre mantra chamado Explain Mantras, que é uma análise e antropológica a respeito do mantra, um um livro recente, eh, muito profundo, muito Muito difícil.
É denso, né? Você achou, vai achar meu meu texto denso, vai ler o livro. Um texto denso, mas que ele coloca que o funcionamento do mantra se deve à exacervação da função poética da linguagem.
Complicado, né? Função poética da linguagem, né? Função poética da linguagem é quando você usa eh estruturas da linguagem, palíndromes, aliterações.
Palíndrome, de ananda, por exemplo, tá certo? Aliterações, palavras começando com a mesma letra. Isso é muito comum nessa razaranama, tá?
A inversão palindrme, por exemplo, eh essa esse mantra om rum dainê cquê v rum rum crim crim suar. Existem várias formas de fazer. Essa é uma delas na qual você começa com os bidamantras, envelopa, que é a a divindade em si e sua função da calique, tá certo?
E finalmente você inverte os bidamantras que são representativos daquela daquela daquela daquela da função daquela divindade. Então é como se o universo ele nascesse e se manifestasse como aquele poder que vai se tornar atuante. E finalmente utilizando os mantras na forma inversa, ele é só e esse processo de construção do mantra ele é chamado de sancupa ou o cofre.
ou envelopar o eh empacotar, melhor empacotamento do mantra. E justamente essa estrutura, né, que é uma estrutura fonética, mas recheada de significado, né? de significado.
E a grande a grande discussão do I é que essa esse significado todo produzido foneticamente, ele é uma ilusão retórica que faz com que nos dê a impressão de que esta língua é uma língua natural. Ou seja, uma língua natural é aquela língua que representaria e teria uma conexão com a verdade e com a realidade. Então, por exemplo, nos tantas é muito comum dizer que os fonemas associados ao R, R r, eles estão associados ao fogo e que não são associados.
A palavra é a coisa. R, o ramo é o fogo. E quando você pronuncia, você ativa isso no universo.
Essa nossa, né? Essa é uma linguagem, que língua é essa, né? Que loucura na qual a palavra torna essa coisa.
Então, eh, e que esta ideia desta língua natural, na realidade, ela é uma ilusão produzida justamente pela pela recursividade poética, então é utilização de recursos linguísticos, tá, exacerbados e que nos dá essa sensação. E aí entra a minha crítica, que é a crítica de que ele tá simplesmente pegando o inconsciente, jogando fora, que o processo não, o processo é isto é feito desta forma porque isto é uma representação de nós internamente, uma representação do nosso funcionamento psíquico. Portanto, o aí é que vem a atribuição do significado ao símbolo, que é a pergunta dele.
O significado que atribuímos ao símbolo arquétipo, nós não atribuímos significados. O significado ele já vem. Depois nós argumentamos sobre esses significados, tá?
É, é, é esta a compreensão que eu tenho do processo, tá? O velho sábio, ele você não atribui significado ao velho sábio. O velho sábio é uma estrutura inconsciente, tá certo?
Que nos remete à sabedoria. Isto não só eh em nós no Ocidente, mas no Oriente. Então é como boba kick, boba.
Todo mundo pensa em círculo, no em coisas arredondadas, né? Em coisas pontudas. e kick em coisas pontudas, né, em coisas arredondadas.
Isso acontece como a humanidade, porque tem a ver com o nosso projeto. Da mesma forma, a presença do velho sábio, ele tem a ver como o nosso projeto. A vocalização do OM tem a ver com o nosso projeto, projeto do Al é a essência, o nascimento que finalmente chega a um fim, certo?
E esse processo de um som que nasce do peito, que daí passa a ser aí sim a eh simbolizado como origem da do self, né? Um coração que nasce, se exterioriza e morre. E que na realidade é o processo de nascimento, manutenção e destruição, que é uma formulação.
O quê? uma formulação sonora de um processo que é um processo psíquico, é um processo que é nosso, que é uma representação interna, que torna-se um processo natural, por exemplo, do pensamento, por exemplo, das atividades humanas e da estrutura eh cultural como uma representação. Portanto, a pergunta é: o símbolo do OM, o conhecimento sobre as suas características pode trazer uma identificação maior ou expansão de consciência quando pousamos nossa atenção em uma meditação?
Pois é, é justamente isso. O representa um ao executar o processo de nascimento, manutenção e criação, criação, manutenção e destruição. E isso se dá fenomenologicamente durante a execução do ato e aquilo se impregna você em você, fazendo com que você entenda que entre a criação e vivencie que entre a criação do pensamento, do som, sua destruição e a recreação tem um alguma coisa.
Ah, sem dúvida, né, Bruno? Quando você descobre um padrão, na realidade, imediatamente é o insight que te permite entender ou cair a ficha, tá certo, daquilo e se conscientizar daquilo e do porque aquilo funciona dessa forma em você. E é justamente insight que é transformador.
Então tem uma uma outra teoria que toda vez que você tem um uma uma vivência que se que passa a ser recalcada, aquele recalque ele ele passa a a a a exercer a necessidade de uma um comprimento de uma força egóica. O ego é aquele que te permite na teoria psicanalítica o contato com o mundo, né? Tá?
É a sua interface com relação ao mundo. Ah, mas toda vez que você é necessário reprimir um conteúdo, uma parte do ego é reprimida junta e o ego fica disfuncional. Quando você tem esse insight, imediatamente é como se restituísse o ego a sua integralidade, porque o processo psicanalítico é o processo de cura e do ego, diferente do yoga, né?
Até porque os termos são termos diferentes. a gente traduz como eco pela a râmcara, que é o eh eh a a ferramenta, a o conceito da ferramenta que divide você, separa você como uma entidade, indivíduo do resto do mundo, que é o arranca, a gente traduz como ego, mas eh o arranca, o conceito, ele é muito mais amplo do que ega. Por isso, uma vez que você entendeu o termo sânscrito, é melhor não traduzir, porque ele se porque não faz confusão, entendeu?
Não faz confusão, porque esses termos eles não são iguaizinhos, tá? Então, arrancara é uma ferramenta, é é um conceito de uma ferramenta da nossa do nosso complexo personalidade responsável por dizer que é self, que é não self. Portanto, aham é eu sou cara, então é aquilo que faz o eu sou.
E o mais bonito disso tudo é você perceber que a ram, o eu sou é a primeira letra do alfabeto de Vanagari e a última o aá. É, então você ser alguma coisa e se manifestar do universo é se manifestar através da fala. e fala e pensamento estão correlacionados.
Então, a partir do momento que o pensamento nasce e a recursividade através da fala que te permite compreender quem você é e compreender a realidade a partir da conceitualização e da e que se dá através da nomeação das formas. Imediatamente você constrói do A ao R, do alfa o ômega, ou seja, é o processo através do qual as palavras são formadas e você se entende como um indivíduo diferente do universo. A partir do momento que você entra num estado expandido de consciência, um estado meditativo, imediatamente se funde o a ao R.
E não existe mais algo que faz uma entidade que se separa do mundo. Existe simplesmente o self, o si, o sou, o eu, que é tudo o universo inteiro. Essa essa essa é a lógica por detrás do processo, entendeu?
Pensamento em vivência. Formas de transmissão essa experiência na prática. Como criar uma experiência prática para um aluno através das técnicas, seja o mudr, meditação.
Na realidade, eh, toda vez que você dá uma aula, que você dá um mudr, que você dá uma descontração, que o aluno senta, ele está utilizando isto já. Tá certo? Mesmo que o professor não saiba, mesmo que ele não entenda, mesmo que eh ele dê de forma mecânica o aquilo que ele aprendeu.
Na realidade, toda vez que você ensina uma técnica deuga, você já está utilizando esses agora, a partir daí, pelo estudo do símbolo, pelo estudo cultural, pelo estudo eh de si mesmo, da através da vivência da prática, você e pela prática sua que você faz muito, você vai ganhando cada vez uma maior capacidade de utilizar esse ferramental de uma forma consciente. É essa a diferença, tá? Então, a pergunta aí é como criar uma experiência prática?
Não é como você já está criando uma experiência prática. Toda vez que você faz a prana, toda vez que você faz o mudrá, toda vez que você faz o ombro, você já está fazendo com que esses símbolos e arquétipos eles eles entrem em funcionamento no seu psiquismo. Agora, a conceitual geral, em última instância, tudo aquilo que chamamos de realidade atribuição de significado, na real, o nosso mundo é um mundo semiótico, tá certo?
Nós somos quem somos com relação a a a sespens devido ao mundo semiótico que nós criamos. tudo, desde o dinheiro ao ao celular que a gente tava usando agora, o o meio de comunicação que nós estamos usando, ele é a cristalização de um processo simbólico de pensamento. até o ícone da florzinha que indica que indica a câmera ou indica a a galeria de fotografias.
Ele é simbólico. Nós somos seres simbólicos. é quem nos é o que nos determina de verdade.
É, é a grande recursividade do Smo, desde suaxidade a sua index indexalidade, será que existe essa palavra? Ao seu simbolismo em toda a sua complexidade. Então, conceitos.
Acabei, tô finalizando um um outro livro que é o o julgamento de Jerusalém e a banalidade do mal da Ana Arend. Ana Arend. Bem, sobrenome, eu tenho certeza, o primeiro nome eu sempre toco, apesar de ter lito o livro dela.
Tô finalizando. E a noção de estado, a noção de nação, tudo é simbólico. A criação dessas barreiras é simbólica, tá?
Então, nós somos seres simbólicos o tempo todo. Eh, a gente tá utilizando e reutilizando isso na construção da nossa realidade. Inclusive, o nosso cérebro, ele tá reconstruindo a realidade o tempo todo, tá?
O que entra é só uma partezinha daquilo que realmente eh você percebeu. Todo o resto é uma criação interna, até porque nós vivemos o tempo todo no passado de meio segundo, porque até a informação entrar ser processada e incompreendida, passaram a ser meio segundo, você vive no passado. Então o seu cérebro é uma grande ferramenta de previsão.
É só o que ela faz. Prever todo prever tudo o tempo todo. Star ou não consciente do arquétipo mudo?
Nós já respondi. E como não ser um joguete de forças inconscientes e travadas em contato com esses conteúdos? Um, tomando consciência.
Dois, aumentando a sua granularidade emocional. Tá? Tens prestando atenção em coisas que te você gosta muito, que te você te te instiga demais e aquilo que você sente verdadeiroa, detesta.
Essas duas coisas têm a ver com o funcionamento, um funcionamento psíquico, tá? Elas estão te puxando, te empurrando alguma coisa. A partir do momento que você presta atenção, você traz a consciência e passa a usar.
E ao praticar você tá tempo tudo utilizando esses conteúdos, esses arquétipos a seu favor, tá? Você pode, através da prática do e da utilização do Yuric como um todo, facilitar a constelação de arquétipos no momento certo, da forma certa, sem ter que pensar muito, só em fazer. são fazer.
Na realidade, a gente utiliza teoria yungianas muitas vezes não para usá-la. Por quê? Porque nós já usamos o tempo todo.
Ao dar a sua aula, ao praticar, você está o tempo todo utilizando, tá certo? na realidade, a gente utiliza é para fundamentar, para tentar dar algum tipo de fundamentação, pensado no no futuro. E cada vez mais as pessoas vão estar fundamentando mais através da neurociência do que através das explicações do próprio ou até através de.
Isso. Eu tenho um outro texto que eu escrevi que também eh provavelmente as pessoas leram, mas não entenderam. Eu até peço desculpa, eu vou melhorar, eu vou escrever de uma maneira mais fácil, que é quando o etic torna-se emic.
O que que é? Quando a gente fala a respeito de da prática do yoga, normalmente a gente usa uma linguagem dentro da tradição para explicar os fenômenos advivinos da prática, como, por exemplo, a explicação que o bom eura são vinculados e que o nome tá associado à forma. Isso é uma explicação em vem de fonê.
É uma contrição, né, fonê, porque isso vem da linguagem do tá explicando alguma coisa. E fonetic, étic, etic, vem de fonétic. Isso eu não falei lá no texto, né?
Poderia ter ter até ter falado, mas esqueci. Então, quando você usa uma explicação que é a pessoa praticante explicando, explicando o fluxo da energia dos canais. O chakra, tipo o chakraal.
Ah, aquela sensação que você tem de calor subindo pela coluna. Isso é comin isso é uma explicação é, mas também a gente pode dar uma explicação étic. Étic é o eh o pesquisador olhando pro que tá acontecendo, dá numa explicação, por exemplo, física, né, fisiológica.
Quando você pega meu texto de Panama, eu tô lá explicando a respeito da variabilidade cardíaca durante o a execução do Panama, explicando sobre o sistema simpático, parassimpático, como ele é ativado. Eu tô dando uma explicação étic, OK? Só o que que acontece?
Cada vez mais as explicações éticas passam a ser utilizadas pelas pessoas do meio para fundamentar aquilo que elas estão falando. Esse é é o texto que eu escrevi da outra vez. Mas isso é legal, mas também tem um problema.
O pessoal que dá aula de yoga, muitos deles não tem fund eh não tem formação eh fisiológica. E ao tentar explicar, faz uma barafunda e acaba explicando de errado e transmitindo errado. Como por exemplo, quando você faz pranama e você fala que você aumenta, faz bástrica aumenta o fluxo sanguíneo e cerebral.
com mais oxigênio. Ele tá utilizando uma explicação é para explicar porque que o Brasica dá um dá os seus efeitos, tá? Mas usando a explicação de maneira incorreta, porque não é isso que acontece, entenderam?
Tá? Eh, então, eh, o uso da de uma explicação e o uso de uma explicação eh fisiológica para explicar fenômenos de uma prática por alguém que não é versado naquilo exige que a pessoa estude mais, conheça mais. Então, acabei de dar um miniurso sobre Jung, falando sobre diversos assuntos.
Espero que eu tenha instigado vocês a se debaterem um pouco mais meus textos. Sei que você muitas vezes vai achar puxado, difícil. Faça como minha esposa, pega chat, joga no chat GPT ou no cloud, pede para ele explicar para você os detalhes que aos poucos você vai ficando aguçado e vai conseguir ler com mais facilidade esses textos.
E eu gostaria de falar para vocês que estas gravações que é do Bioconhecimentos, todas elas ficam gravadas no meu no no meu Netflix, que é chamado de Milton Flix, tá? Que tá no Hotmart e não sei por quanto tempo nem qual é o valor. Sou eu que cuido disso.
Quem cuida disso é a Nati, a Fabi, o Rafa. Eles eles que vem exatamente como como cada um desses produtos é entregue para vocês. Eu sou minha responsabilidade é estudar, praticar e entregar conteúdos.
Eh, mas vai ter uma promoção. O o Milton Flix vai ter um período aí que vai estar com valor, uma condição muito especial. Que eles me falaram é porque por curto espaço de tempo, tá?
Então eu vim aqui dessa notícia, aproveitar dessa notícia que esta gravação vai ficar aqui no Instagram pouquinho, vai ficar três qu dias. Por qu vocês notaram que toda vez que eu dou uma live eu dou um curso, né? Eu não me conteo.
Era para eu falar 10 minutos, tô falando a 1 hora, acabei de dar um curso. Então ela fica um pouquinho, quem vê vê, quem não vê já sobe. Tenho trs anos gravados de lives, uma atrás da outra lá no fixas, além de diversos outros cursos, os mais diferentes, mais variados, cursos que eu dei há algum tempo.
Então, não são os cursos que eu tô dando agora. Os cursos que eu tô dando esse ano vão entrar depois de 3 anos no MONFX, né? Mais ou menos essa proporção de três a 4 anos.
Então, por exemplo, que entrou esse ano foi o meu primeiro curso de yoga sutar, acabou de entrar lá no flix. Então, se você quer ter acesso a muitos cursos de uma forma barata assim para você ouvir ouvindo, você não precisa ficar anotando, vai ouvindo no carro. Muitas vezes alguns livros eu ponho num leitor e eu vou lendo, andando com os cachorros.
Às vezes eu vou ouvindo curso nos com os cachorros andando ou na academia, só de você ir ouvindo aquela informação. Daí isso vai entrando, daí você viu alguma coisa para, anota no seu WhatsApp para você que daí você utiliza aquilo numa aula, em alguma coisa. Então é uma forma muito útil.
muito veloz de você aprender e de você utilizar tempo que é tempo coisa mais chata que fazer musculação. Necessária, tô dizendo que não é necessário, mas você fica lá fazendo aquele negócio mecânico, né, mano? Aproveita, vai ouvindo Milton Flix.
Tô no trânsito, tenho que me locomover, vou dirigindo. Vai ouvindo muito flix em português, cara. você não precisa nem prestar atenção em inglês.
Então, se você quer a partir de primeiro de julho, agora começa essa promoção hoje. Aproveita, aproveita, tá? OK.
Então, um grande beijo a todos. Espero que acho que agora eu respondi todas as questões. Um abraço.
Se ninguém tiver nenhuma outra pergunta, né? Deixa eu ver. Eu acho que não.
Acho que respondi todas. Um grande beijo a todos. Se você gosta do meu desse material, dá um coraçãozinho, dá um like, replica pras outras pessoas.
Você gostou? Replica, replica. Assim a gente faz com que esse conteúdo seja cada vez mais conhecido.
Um grande beijo.