Bom dia, gente. >> Bom dia. >> Bom dia.
Que bom te ver por aqui acordado. Espero que você tenha dormido bem. E eu já fui comunicado aqui no meu ponto, produção, dizendo que as crianças podem sair agora, porque o que vai acontecer lá vai ser muito mais legal para elas do que vai acontecer aqui dentro, né?
Então, criançada, pode ir acompanhar o tio. Quem que é o tio que tá ali? Sabemos, >> não sabemos.
Então, crianças, podem ir. Você, pai, pega seu filho, amarra ele e dá pro pessoal lá cuidar. Muito legal.
Muito bem, gente. >> Você passou frio essa noite? >> Quem passou frio diz amém.
>> Amém. >> É um milagre que tá acontecendo nesse retiro. Meu Deus.
Coisas sobrenaturais estão acontecendo. Muito bom, né? Choveu.
O pessoal vai chegar lá em Indatuba, vai me perguntar: "E aí, como foi na Manaus? " muito quente. Eu falei: "Não, até passei frio".
Vai ser muito bom isso. Muito bom. Gente, tô animado paraa nossa terceira conversa aqui no Retiro Reciclagem.
Se você chegou hoje, você vai ter acesso ao que a gente conversou ontem no YouTube da comunidade. Então, não perca. Foi muito legal tanto ontem de manhã quando nós falamos sobre permaneça no amor.
Descobrimos que permanecer em Jesus, que a vida com Jesus é uma vida baseada em amar a Deus e as pessoas mais e melhor. Muito legal. À noite, ontem à noite nós falamos sobre permaneça na fé e descobrimos que a vida com Jesus, seguir Jesus, não é uma linha sem curvas, sem altos e baixos, mas no meio de circunstâncias cruciais, no meio de episódios bons e ruins da vida, nós temos de novo e de novo a chance de permanecer na fé, de perseverar na seguindo a Jesus.
Essa é nossa intenção. Nós estamos aqui hoje, estamos aqui desde ontem para reciclar a nossa visão de Deus, a nossa visão de nós mesmos, a nossa visão da igreja e também a nossa visão do mundo, porque faz parte da vida com Jesus a gente perder o prumo, às vezes a frequência precisar ser ajustada, né? Então essa a nossa intenção.
Se você tá chegando hoje, aproveita que você vai ter um dia todo aqui conosco e senta para tomar um café, para almoçar com quem estava aqui ontem e faz uma pergunta inteligente para ele. Faz assim: "O que aconteceu aqui ontem? " Tá bom?
E aí aproveita isso para você conversar, combinado? Pessoal, hoje o nosso papo continua em João capítulo 15. A minha intenção com com essa manhã é nós conversarmos sobre esse tema.
Nós estamos repensando a nossa espiritualidade e hoje eu troquei de melhor amiga, tá bom? Minha melhor amiga é a Natalie. Salva de palmas para Natalie aí.
[aplausos] Foi uma declaração de amor, né? Isso aí, Lucas, investe. Vai aí.
Muito bem. Eh, então, então eu acho que não tá. Então, obrigado, Natalie.
Então, hoje a gente vai repensar a nossa espiritualidade com o tema permaneça na comunhão, tá bom? E o que que você entende ou o que você pensa do que você lembra quando escuta a palavra comunhão? Eh, eu não sei como é aqui em Manaus, mas lá em Minas, lá da minha cidade, lá em São Paulo, geralmente quando alguma igreja vai fazer um evento, ela fala assim o no na arte de propaganda, né, da publicidade do evento, é sempre mais ou menos assim, evento tal, dia tal, vai ter louvor, palavra e comunhão.
Então, quando fala louvor, você imagina, vai ter um louvorzão lá, worship e tudo mais, vai ter palavra porque alguém vai vir pregar. E aí quando tem a palavra comunhão, o que que o pessoal entende? Vai ter comida, não é isso?
Era isso. >> Você ficou eh comida. Eu cresci entendendo que comunhão é aquele negócio que acontece depois de algum evento da igreja no meio de em torno de uma mesa com comida.
Na minha experiência de vida com pão de queijo. Exatamente. Porque eu sou mineiro.
Pão de queijo. Aqui são outras coisas que eu ainda não aprendi os nomes. Xiscaboquinho.
Que mais? A comunhão aqui acontece em torno do quê? >> Xiscaboquinho.
>> Banana frita. >> Banana frita. Que mais?
Minga ontem nós tivemos dois qual que é o plural de mingalis. >> E eu não não aprendi o nome até agora do mingal da que é canjica. Mungunzará.
Isso aí. Comunhão no imaginário cristão, no imaginário evangélico é alguma coisa em torno de comida. E eu queria que você revisasse isso que nós aprendemos ao longo da história, porque você pode muito bem estar ao redor de uma mesa com comida boa, fazer isso várias vezes por semana com outros cristãos, mas não desfrutar do que a Bíblia chama de coinonia, de profunda comunhão espiritual com quem tá comendo da mesma coisa que você naquela mesa.
Porque o que exatamente é comunhão? Será que quando o Novo Testamento ressalta, celebra a verdade de que nós somos chamados para viver em comunhão, será que Paulo tá pensando no cafezinho depois do culto ou no X caboquinho na hora do happy hour dos evangélicos, dos crentes? Eu tenho certeza.
que não. A comunhão cristã é uma dádiva de Deus e ela acontece fora, antes, além do que tá posto na mesa no final dos nossos encontros. Eu queria conversar sobre isso com vocês, porque nós vivemos tempos difíceis pros relacionamentos.
Na verdade, desde sempre, a vida em comunidade é um desafio, mas algumas informações, alguns dados de algumas pesquisas recentes nos provam que nós deveríamos estar atentos aos seguintes fatores. Eu vou chamar o desafio do nosso tempo da epidemia da solidão. É curioso usar essa expressão porque todos nós estamos com essa coisa de pandemia, de epidemia muito muito viva na nossa memória.
Nós vivemos isso. Os relatos que eu ouvi do que aconteceu em Manaus na pandemia me cortaram o coração, e eu tenho certeza que você sabe muito melhor do que eu o quanto a pandemia feriu o coração da sociedade brasileira, da sociedade Manauara. Mas essa epidemia da solidão era muito antes da pandemia do Covid e continua por aí.
Essas informações que eu quero compartilhar com você são baseadas nas últimas pesquisas do IBGE. Eu tirei algumas conclusões. Eu quero mostrar para você o quanto que nós estamos vivendo a epidemia da solidão aqui no E aqui tem alguns sintomas disso.
De acordo com as últimas pesquisas nacionais ah do IBGE, o censo, o número de casamentos caiu no Brasil e o número de divórcios aumentou. E e essa expressão, eu não trouxe exatamente os números aqui pra gente ganhar tempo, mas basicamente o o que já está sendo percebido é que as pessoas estão se casando menos, mais tarde e por menos tempo. Significa que as famílias brasileiras daqui a 20, 30 anos serão muito menores e muito mais diferente e muito diferentes do que são hoje.
As pessoas estão se casando menos. Pergunta por quê? E aí nós temos várias respostas para isso.
Talvez estão procurando a a a estabilidade financeira, talvez ah estão machucadas ou receosas de experimentar na sua própria experiência o que viu nos seus pais. Talvez filhos do divórcio foram criados pelas pelos seus pais para não depender de um cônjuge para ser feliz. Vários são sintomas.
Quantas mulheres aqui foram foram criadas com a seguinte expressão: você precisa viver e crescer para não depender de homem. E, e eu não tô dizendo que isso tá errado, mas eu tô eu tô ressaltando o sentimento que afeta a maneira com que uma pessoa enxerga o relacionamento com outra, ainda mais uma instituição criada por Deus, o casamento tão sublime, tão bela, tão importante pra sociedade. Mas no Brasil as pessoas estão se casando menos, mais tarde e por menos tempo.
A média do casamento brasileiro caiu de 15 para 10 anos. Os divórcios acontecem no Brasil, não mais depois dos 15 anos, mas agora entre os primeiros a primeira década. Nós temos um capital de paciência, tolerância e dedicação ao matrimônio menor do que já tivemos.
Os brasileiros têm cada vez menos filhos. Quem aqui é irmão de três ou quatro outros irmãos? Olha aí, ó.
40%. Você tem três ou quatro irmãos. Quem aqui é tem só mais um irmão.
Você e mais um. Quem aqui é filho único? Estamos junto.
Eu sou filho único também. Minha mãe não podia engravidar e eu e eu eu nasci da oração da minha mãe. Quanto mais o tempo passa, menores estão as famílias.
Isso tem alguma razão. A geração Z, os mais o a geração de 25 anos menos, é a geração mais solitária. Eles nasceram no mundo digital, seguem muitas pessoas, estão presentes nas redes sociais, mas tem cada vez mais, menos amigos.
Aqui são dados de pesquisas que perguntaram: "Você se sente sozinho? " A maioria das pessoas que disseram sim estão na geração Z. A geração Z também ela que permanece por menos tempo no emprego.
Se você é empresário aqui, com certeza você já foi tentado a xingar aquele funcionário que você contratou de 24 anos e ele chegou achando que devia receber mais e que não deveria trabalhar tanto e daqui a pouco ele simplesmente não foi, te mandou um WhatsApp falando: "Ah, então não vou mais não". Essa epidemia da solidão tá nos mostrando que o ser humano, quanto mais o tempo passa, mais profundamente experimenta a maldição do Éden. Porque é isso que aconteceu.
Deus nos criou para sermos como ele. A palavra de Deus diz em Gênesis capítulo 1 e capítulo 2 que Deus nos criou a sua imagem semelhança. Isso não significa necessariamente que Deus tem uma face e que você parece com ele.
Essa imagem semelhança, o que os teólogos chamam de imagi significa que nós fomos criados ah como Deus. Somos pessoas como como ele é pessoa. Temos vontade como ele é um ser que tem vontade.
Somos sociais porque o nosso Deus é plural. É um Deus trinitário, pai, filho, espírito santo. Você já parou para pensar por Deus nos criou?
Porque se Deus é eterno e autossuficiente, não foi porque ele tava, será que ele tava entediado na eternidade? Disse assim: "Vamos criar um problema pra gente resolver. Tá muito bom essa eternidade.
É, tá muito sucio. Eu tô precisando de um problema. Vamos, eu sinto falta de resolver algum problema.
É, vamos vamos fazer, vamos criar o ser humano, vai dar um trabalho, mas vai ser legal. Deus não nos criou porque estava entediado nem ocioso. Deus nos criou porque a relação da trindade é tão amor, essencialmente infinitamente amor, que faz parte da natureza de Deus o repartir.
Então, por Deus ser amor, ele nos cria para repartir com alguém que não é ele a sua natureza. Deus nos cria como um ato de generosidade. Então, ele cria toda a natureza como um ambiente para se relacionar com alguém que não é ele.
E aí a gente aparece na história. E aí uma uma vez um amigo meu na padaria comendo pão de queijo do nada falou assim: "Ô, Washington, você é pastor mesmo, deixa eu te fazer uma pergunta, desculpa, mas eh se Deus sabia que a gente ia estragar tudo, por que que ele colocou esse raio dessa dessa árvore do conhecimento do bem e do mal na no Éden? Ele podia não pôr isso, né?
E e aí a gente não pecava e não ia ter esse problema todo. E eu olhei para ele, falei: "Pergunta boa? " Não é boa essa pergunta.
aquele sentimento de Jesus vai voltar mesmo porque podia ser agora para não precisar responder esse tipo de coisa. E aí eu terminei de comer o meu pão de queijo e essa pergunta me fez perceber uma coisa que me libertou, que um relacionamento de amor perfeito só pode acontecer entre duas pessoas perfeitamente livres para amar e para também não amar. Eu não sei se aqui em Manaus e acontece o que acontece lá em Daatuba, mas se você andar pelas suas do centro deatuba, provavelmente você vai achar um poste e naquele poste vai ter um um cartaza fixado.
E a mensagem do poste vai est mais ou menos assim: "Trago o amor em s dias". >> Tem aqui? >> Essa é a minha pergunta.
Tem aqui? É, é essa, é essa a minha. Como é que três dias aqui é mais rápido.
Mas por que que eu tô falando isso? Porque quando eu olho para esse cartaz e algumas coisas me passam pela cabeça. Primeiro, se alguém pôs é porque acredita que dá certo ou tá mentindo radicalmente.
Dois. Se poôis, não é só porque alguém faz, é porque alguém liga mesmo e acredita que dá certo. Mas a pergunta mais importante não é nem nem a primeira, nem a segunda.
Não é se tem gente que faz, nem que acredita. E se der certo. >> Bom, tô dando esse exemplo porque se der certo, ó, e relaxa, tá?
Nem tô falando se é bíblico, se é o demônio e não, não, não. Eh, vai me ouv me ouve com calma. Se der certo, aquele casal que meses depois vai se casar está vivendo um relacionamento pleno de amor, sim ou não?
Mas o cara diz que ama. Mas o cara comprou presente, surpreendeu com flores. Ele realmente ama ela depois que ela encantou ele para amá-la?
Não, com certeza não. Porque a decisão daquele homem encantado, amaldiçoado, para amar não é uma decisão de livre vontade. Por isso, aonde não existe liberdade para amar, não existe amor verdadeiro.
Eu pensei isso enquanto tentava engolir o pão de queijo para conversando com o meu amigo e eu disse: "Cara, a árvore do conhecimento do bem e do mal é um sinal para Adão e Eva que eles são livres para escolher não amar a Deus tanto quanto eram livres para escolher amá-lo de verdade. " A péssima decisão dos nossos pais foi amar a si mesmos. E por amar a si mesmos, eles passaram a ter a companhia da solidão dali em diante.
Porque ninguém separado de Deus pode experimentar verdadeira paz de coração. E o que a Bíblia nos diz, então, é que o ser humano peca e está separado de Deus. E não só separado de Deus, está separado do outro, porque até mesmo dentro dele existe uma ruptura.
O pecado fragmentou as relações que Deus criou para serem perfeitas. E é aqui que nós estamos, porque você experimenta disso. Desde o Éden, o pecado nos ensinou a amar a nós mesmos antes e primeiro.
E amar o outro quando esse outro é bom ou nos ajuda a sermos mais felizes. O ser humano quando peca, ele ele ele experimenta um coração angustiado por complete. E ele tenta em tudo que Deus criou encontrar algo que o complete.
Seja naquilo que ele come, seja naquilo que os olhos vêm, seja naquilo que as mãos tocam, sejam nas relações que ele encontra pelo caminho. O ser humano é um buraco negro que tenta ser preenchido com qualquer coisa boa que Deus criou. E todas essas coisas boas passaram a ser um candidato à adoração, à idolatria do ser humano.
Por isso, nós aprendemos com o pecado a sermos individualistas. E os sintomas do individualismo estão na comunidade cristã, estão na nos casamentos, está na sociedade, está na história da humanidade. É por isso que o individualismo nos ensinou a encarar os relacionamentos com desconfiança.
Eu brinco que o o mineiro é o o brasileiro mais perigoso do território nacional, porque o mineiro é por essência desconfiado. É muito difícil brigar com o mineiro, mas é difícil demais brigar com a gente porque existe alguma coisa dentro da gente fala assim: "Ah, deixa esse cara falar até parar cansar de falar, depois ele vai embora". E a gente fica falando assim: "É, né?
Ah, difícil demais. Não, eu concordo aí. Tem que ir lá mesmo falar com ele.
Absurdo. E aí quando o cara cansa de brigar com o mineiro, ele vai embora achando, falando assim: "Eu nunca mais volto nessa casa". O mineiro é o cara que passa na sua casa e ele fala aí ele aí você fala assim: "Ô, vamos, vamos marcar".
E o mineiro fala assim: "Vamos marcar. Vamos marcar, ué". "Me liga lá, manda o WhatsApp, nós vamos marcar.
Não é nada, porque ele é desconfiado, individualista. Manoaro não é assim não. Você são melhor.
Olha aí. Então essas são os sintomas. O individualismo faz a gente ser tímido, porque a gente é tão carente de aceitação que a hipótese de que alguém não goste da gente faz a gente se retrair e não ser autêntico.
Então eu acho muito especial aqui na na comunidade um dos valores ser a autenticidade, porque em Cristo você é liberto da opinião do outro para ser feliz. Isso não significa uma irresponsabilidade, uma licenciosidade, como se o que você acha ou pensa é a verdade da vida, mas isso faz com que talvez vocês se lembrem que o evangelho faz você descansar no que Deus pensa a seu respeito, te ajuda a ser quem você é, sem ser escravo da opinião aleia. A timidez é uma expressão de escravidão da opinião aleia.
Eu sei também que você tá aqui e muitas pessoas chegam às igrejas machucadas por frustrações passadas. Tem muitas pessoas aqui que um dia acreditaram na igreja, acreditaram nas nos relacionamentos, amaram aquele pastor, amaram aquele líder, amaram aquele ministério, mas ao longo do tempo foram machucados, esquecidos, malorientados, traídos. E as frustrações que nós vivemos no passado nos impedem de viver novos relacionamentos, nos impedem de acreditar que pode ser diferente.
Isso também tá presente aqui nesse auditório. O próprio desinteresse, a vergonha, o entretenimento é o barco para uma vida isolada. Porque hoje, mais do que nunca, você pode ficar um dia inteiro sozinho na frente dos seus da tela do seu notebook ou do seu celular, entretido com o mundo mais longe das pessoas ao seu redor.
Que bom que aqui não tem internet direito, porque aí você lembra que existem outras pessoas aqui, né, pra gente conversar e tudo mais. Enfim, vocês concorda comigo que esses são sintomas da sociedade na igreja e dos nossos corações? O individualismo é uma consequência natural do pecado.
Até mesmo o conceito de indivíduo é muito recente na no vocabulário filosófico das ciências sociais. Porque por na nossa história humana, a identidade pessoal estava muito relacionada a comunidade na qual a pessoa estava inserida. Mas hoje nós somos índios sem tribo.
A nossa tribo é o mundo e aí é difícil encontrar nosso lugar nele. De qualquer maneira, eu quero te mostrar que o paradigma de comunhão do Novo Testamento, da igreja não é a satisfação do indivíduo, mas a mesa do Senhor. Essa é uma das imagens que mais me mexe comigo, porque Jesus, ao longo dos seus três anos, sentou à mesa com seus discípulos e tomou a ceia com eles.
Jesus trouxe os 12 discípulos para um relacionamento de verdadeira comunhão, onde eles tinham tudo em comum. sejam a os bens materiais, sejam as dúvidas existenciais, seja a rotina, a convivência dos discipulados de Jesus, era em torno da mesa. E a nossa grande esperança e expectativa é que quando ele voltar, nós possamos seiar com ele.
Não é isso que Paulo nos diz em primeira, é, não é isso que Jesus diz de se despedindo dos discípulos na última ceia? Fazei isso em memória de mim até que eu venha. Essa esse é o chamado cristão.
Quando você de alguma maneira acreditar que o que Deus quer para você é que você se separe de alguém, é que você dê um tempo em alguns relacionamentos, essa não é a voz de Jesus. Porque a voz de Jesus é sempre um caminho de retorno às relações. Não é a vontade de Deus que você dê um gelo em alguém, que você se separe, porque o filho de Deus se entregou por nós para nos reconciliar com Deus e uns com os outros.
E o que é mais curioso é que só você só está aqui por conta de alguém. E já com como desde ontem nós estamos pensando na nossa história, eu queria que você se desse conta de quais foram as pessoas que Jesus usou na sua história para que você conhecesse a ele e se tornasse quem você é hoje. Tem alguém, um discipulador, talvez foi seu pai, sua mãe, um amigo, alguém que te pegou pela mão e te falou assim: "Não, não vai dar certo.
Deixa eu te ajudar. Deixa eu te te ensinar a lidar com isso. Alguém que enxugou suas lágrimas.
Eu me lembro que eu era adolescente, 14 anos e e aos 14, 15 anos eu tenho poucas fotos na minha no meu arquivo pessoal. E aí eu me lembrei que naquele tempo eu tinha poucas, eu tenho poucas fotos porque eu tinha muitas espinhas na cara. Era, eu não tinha espinhas no rosto, eu tinha um rosto nas espinhas, tinha alguma, algum rosto no meio daquelas espinhas.
E isso tanto a minha autoestima, a minha autoimagem, que eu nem tirava foto. Eu desaprendi a pentear o cabelo no espelho, porque eu não, eu não tava muito interessado à imagem que eu ia ver dia após dia. Foi muito, muito duro para mim aquele tempo.
Eu tomei o, o famoso Roakutã. Focut é uma bção de Jesus para adolescentes cheios de espinhas. É um remédio forte que promete em seis meses resolver e resolveu no meu caso.
Mas naquele tempo até eu achar o Rakultan, já já tinha muitas dificuldades, tudo mais, eu me lembro que a minha mãe tentou me ajudar e me levou na esteticista dela. E aí eu fui fazer uma limpeza de pele. As mães têm boas intenções, né?
Nem sempre as melhores ideias, mas com 14 anos eu fui para esteticista e a mulher espremeu a minha cara e saiu saiu de tudo lá de dentro. Eu parecia um um, como é que chama aquela fruta aqui que eu gostei? Cupuaçu encarnado.
Porque toda vez que espremia saía, entendeu? Desculpa o nojo, mas saía aquele monte de coisa. E aí >> não foi legal nunca pass nunca mais será o mesmo.
Péssimo exemplo. Misera. Corta essa parte aí novo.
Corta. Não foi legal. Não vai abençoar as pessoas isso.
Desculpa. Mas eu me lembro exatamente de um sábado, eu fui fazer a limpeza, a mulher me espremeu e e toda mulher que sabe depois você sai da limpeza de pele, você não sai com uma pele linda, você sai com pele marcada, precisa esperar um tempo. Só que eu tinha encontro de adolescentes naquele mesmo sábado, 2as da tarde, o encontro era às 18, gente.
E eu fui pro encontro de adolescentes com a minha alma marcada e meu rosto também. Isso foi tão pesado para mim, tão difícil para aquele adolescente naquele momento de vida, que eu não consegui entrar na sala dos adolescentes. Eu achei uma outra sala da igreja e fiquei aos prantos naquela noite.
E aí eu misturei todas as minhas angústias na angústia da da espinha. E o que aconteceu naquele dia foi libertador para mim, porque a reunião de adolescentes aconteceu na outra na outra sala. E eu não sei como a minha líder da época, a Carol entrou na sala, me deu um abraço e falou: "Nós amamos você.
Nós sentimos a sua falta. Que que tá acontecendo? Nós te amamos.
" E ela não me perguntou o que aconteceu com a sua cara. Ela não me perguntou por que que você não entrou no adolescente? Ela não me mchou minha orelha dizendo que absurdo.
Você não, a gente tava esperando você. Não, não. Ela me abraçou, chorou comigo e me lembrou com seu jeito de me amar que eu não era definido pela minha percepção de mim mesmo, mas pelo fato de que eu era um irmão em Cristo.
Eu fui amado pela Carol e depois o André chegou, também era o nosso líder e fez o mesmo e a minha cara ainda estava marcada. Mas meu coração curado, porque eu fui me lembrado que existia um povo no qual eu era importante. Quais foram as pessoas que Deus te usou para te ensinar algumas coisas?
Porque a vida cristã não é vivida no vácuo. A vida cristã não é vivida numa sala vazia, não é uma carreira solo. A vida cristã é o conjunto de intervenções que o próprio Deus faz na nossa história por meio de pessoas.
Eu sei que você já pode hoje sair daqui com coração grato e talvez a tarefa de ligar para alguém e dizer muito obrigado curioso porque João capítulo 15 também nos mostra o poder da comunhão. E olha o que diz João 15 capítulo capítulo 15 verso 12 ao 15 diz o seguinte: Jesus dizendo: "Este é o meu mandamento: amem uns aos outros como eu amo vocês. " Não existe amor maior do que dar a vida por seus amigos.
Vocês serão meus amigos se fizerem o que eu ordeno. Já não os chamo de escravos, pois o Senhor não faz confidências a seus escravos. Agora vocês são os meus amigos, pois eu lhes disse tudo o que o Pai me disse.
Eu quero destacar algumas coisas aqui e tirar algumas aplicações com vocês. O primeiro destaque e foi até o tema da nossa conversa ontem no pequeno grupo ali no grupo de vida depois da palestra, é que Jesus dá um mandamento dizendo: "Amem uns aos outros como eu amo vocês". O que é mais especial da comunhão cristã é que você não precisa encontrar uma definição de amor na sua experiência.
Você não precisa esperar dessa comunidade ou se comprometer a amar dessa comunidade conforme a sua memória de como foi amado ou as suas experiências de como foi amado. Porque tem muitas pessoas aqui que foram muito bem amadas pela igreja de Jesus na sua própria história. Tem pessoas aqui que foram nada bem amados na sua história pessoal com a igreja, mas Jesus não está te convidando e nos convidando a amar conforme você foi amado por alguém, porque isso o mundo faz.
Isso a sociedade que não tem Cristo sabe fazer. A verdade é que se você amar quem te ama, você não fez mais do que a sua obrigação. Isso é muito humano.
Amar pessoas que nos amam, isso é humano. A e odiar as pessoas que nos amam é diabólico. Porque quando alguém te ama e você devolve ódio, isso é é diabólico.
Quando alguém te ama e você devolve amor, isso é humano. Mas quando alguém não te ama e você devolve amor, isso é sobre Jesus. Isso é divino.
Porque Jesus nos chamou a amar como você se sente amado, não como você acha que foi amado, mas como Jesus nos amou. E a resposta é simples. Como foi que Jesus te amou?
Jesus nos perdoou, mesmo nós não merecemos. Por isso, somos chamados a amar os que nos ofendem, mesmo que eles não mereçam. Jesus entregou a sua vida por pessoas que pecaram contra ele.
Logo, amar como Jesus amou é estar disposto a viver e a morrer por pessoas que não são merecedoras disso. Você não precisa fazer isso na vida. Você pode viver a vida do jeito que você quiser, mas se você quer ser um seguidor de Jesus, o chamado de Jesus é para que nós amemos uns aos outros como ele nos amou.
Isso me chama atenção aqui, porque isso define o tipo de relação que a que a comunidade cristã tem. Nós amamos uns aos outros como Jesus nos amou. Por isso nós perdoamos, por isso nós somos pacientes.
Por isso nós acreditamos de novo. Por isso nós somos tolerantes. Por isso agimos com misericórdia.
Por isso servimos, porque Jesus fez isso por nós. Isso é algo que o mundo não pode conhecer. E a segunda, o segundo destaque desse texto que me chama atenção nessa manhã é que ele diz o seguinte: "Você percebeu que Jesus chama os os discípulos de seus amigos?
Jesus está falando sobre amizade com eles. E a gente destaca na vida cristã tanto o papel do casamento, da relação pai e filho, mãe e filho, pastor, ovelha, mas em João capítulo 15 nós temos Jesus dizendo: "Eu sou a videira, o pai é o lavrador, vocês são os ramos e vocês ramos, vocês meus discípulos, são meus amigos". Jesus estava falando de amizades.
E a amizade é tão importante na comunhão cristã, porque a amizade é o que vai sobrar pra gente nos e eh é o papel que vai sobrar pra gente na eternidade. Já parou para pensar que quando Jesus terminar a obra dele em nós e nós vivermos eternamente completos nele, nós não seremos mais pastor e ovelha, marido e mulher, mãe e filha, pai e filho. Para alguns isso é uma bção, né?
Você fala: "Ah, graças a Deus, Senhor, tá aqui, tá aqui essa a cruz, né? Meu marido tá cruz, meu filho, tal". Não, não.
Mas tirando a piada, nós seremos amigos eternamente. Porque Jesus chama os seus discípulos de amigos e ele diz: "Agora vocês são meus amigos". Por que, Jesus?
Porque eu lhes disse tudo que meu pai me disse, porque eu parti tudo que eu sei sobre o meu pai e agora vocês sabem sobre o pai o que vocês podem saber para serem meus amigos. E agora vocês já não são mais escravos, servos, porque o servo obedece ao seu senhor sem saber porquê. Mas a nossa relação, a minha autoridade sobre vocês é a autoridade de um amigo que morreu por vocês, que amou vocês e amou vocês até o fim e agora vocês são para sempre meus amigos.
Por isso, nós precisamos na comunidade cristã resgatar o dom da amizade, da profunda dedicação de cuidar do outro. Porque aqui são duas implicações pra gente terminar o nosso papo. Se nós fomos chamados para viver uma plena comunhão em Cristo.
E comunhão não é um compromisso de comer junto xiscaboquinho depois da palestra. Comunhão é um profundo compromisso de amar o outro com amor de Cristo. Comida ou sem comida?
Com alegria ou sem alegria. Comunhão é essa relação eterna que eu tenho com você. E essa comunhão foi um presente que Deus nos deu por meio de Cristo.
Jesus deu a sua vida para que nós não vivêsemos mais separados. Então, se esse é o chamado para que nós sejamos amigos de verdade de Jesus e uns dos outros, eu tenho duas implicações. A primeira delas é que pessoas precisam de Deus.
Alguém precisa levar as pessoas para Deus. As pessoas não vão conhecer a Deus no vácuo, no vazio, no meio do mato. Deus pode fazer isso, mas ele não quer fazer assim.
Ele quer usar pessoas. Então, todas as pessoas precisam de Deus. Jesus disse que ele falou aos discípulos o que o Pai disse.
Jesus é o mediador da relação nossa com Deus e ele nos fez mediadores uns dos outros da relação de cada um de nós com o Pai. A doutrina da do sacerdócio universal é muito cara na teologia protestante, evangélica protestante, porque nós entendemos que nós não precisamos de um líder espiritual para nos levar a Deus. Não é o papa, os padres ou o pastor, a nossa ponte para Deus.
Jesus é o nosso mediador. E agora todos temos o privilégio de acessar o Pai, mas também a responsabilidade de levar os outros até o Pai. Nós somos sacerdotes.
Pessoas precisam de Deus. Então isso significa que todo ser humano sem Cristo está separado de Deus. E você não só pode, como deve ser uma ponte de reconciliação.
Você pode ser um caminho de consolo para quem está chorando, um caminho de orientação para quem está confuso, um caminho de serviço para aquele que carece. Isso também significa que todo ser humano carece de amar e ser armado. E você sabe disso.
Se Deus nos criou para um relacionamento de amor perfeito com ele, significa que os nossos pecados são expressões de um coração que precisa de precisa ser amado e precisa amar alguém. O problema é que o pecado é amar na medida errada, é amar pouco demais. O amar desenfreadamente ao ponto de idolatrar o objeto de amor.
Jesus regula a nossa frequência do amor para que a gente ame direito. E é por isso que o pai na quando vai discipular o filho, por causa de Jesus, aprende a não ser nem diferente aos pecados do filho e nem a oprimir o filho porque pecou, mas amar na direção de resgatar o coração daquele filho para que aquele filho responda a Deus. Quantas vezes eu fui tentado a disciplinar as minhas filhas na medida errada porque eu tava com raiva delas.
Mas o por quê? porque não dormiu, porque não comeu, porque me desobedeceu, porque, sei lá, questionou a minha autoridade. E de certa maneira a minha dificuldade de amar elas é porque eu quero ser amada, amada por elas.
Eu quero que quando eu diga faça isso ela disse, ela diga: "Obrigado, papai, que bom que você me orienta na vida". E quando ela diz: "Não, e eu não estou sendo amado. " E a tendência de um coração inquieto por amor é esguelar quem não me ama para que me ame.
É só a minha experiência tá sendo um confessionário aqui. >> Mas você percebe que a discussão entre você e o seu filho não é sobre autoridade, é sobre amor. Porque quando ele te obedece, você escuta: "Eu não te amo, papai".
E quando você esguela, você diz: "Eu quero ser amado e você não me ama". Mas quando eu encontro o amor de Jesus que descansou meu coração, eu entendi em Cristo que eu sou perfeitamente amado. E a minha e a minha o meu descanso não está na reputação que eu tenho com os meus filhos, com os meus colegas de trabalho, com a minha sogra.
Mas nesse amor de Jesus que me descansou e agora eu posso aprender com ele a amar direito a minha filha para que ela aprenda a amar a Deus e descubra amando a Deus que Deus colocou o pai dela como autoridade na vida dela para guiá-la no caminho certo. Eu não quero que ela me obedeça. Eu quero que ela ame a Deus porque se ela amar a Deus vai ser mais fácil para ela me obedecer.
Faz sentido? Nós fomos criados para amar e ser amados. E enquanto não encontrarmos descanso no amor de Deus, a gente vai procurar em qualquer outra coisa por aí, nos filhos, no casamento, na profissão, no bem-estar, seja lá no que for.
E as pessoas precisam encontrar esse amor que só Jesus pode oferecer. Isso também é verdade, porque todo ser humano não conhece a verdade por si mesmos. Nós somos por conta do pecado, essencialmente, por conta do pecado, não, por conta da nossa humanidade, nós somos essencialmente tolos.
Se Deus não desce no Éden para contar para Adão que ele é um ser humano criado à imagem de Deus e existe para amar a Deus e cuidar do jardim, Adão não ia descobrir isso. Ele ia inventar uma outra coisa, porque o ser humano é cego. Então as pessoas que não conhecem a Jesus com quem você convive não podem funcionar direito, porque elas não conheceram a luz do evangelho.
Elas estão dormindo, elas são mortas espiritualmente. Pessoas precisam de Deus e nós precisamos ser luz nas trevas, sal do mundo, porque nós conhecemos a Jesus. Pessoas precisam de Deus, elas não conhecem a verdade por si mesmo e nós podemos ajudá-las.
E todo ser humano foi criado para ter uma vida de significado eterno. Nós podemos ajudar essas pessoas a encontrar o significado eterno. A segunda implicação é que se pessoas precisam de Deus, pessoas precisam de pessoas, porque nós seremos a resposta de Deus para esse mundo que não conhece.
Jesus disse: "Não existe amor maior do que dar a vida por seus amigos. Vocês serão meus amigos se fizerem o que eu que eu ordeno, que é amar as pessoas, amar uns aos outros como eu vos amei. Esse é o significado da minha vida, da sua vida.
É por isso que uma igreja existe, porque pessoas precisam de Deus, mas pessoas precisam de pessoas. Significa então que se as pessoas precisam de pessoas, toda pessoa é imagem e semelhança divina, sendo crente ou não. Então a igreja existe para proteger a dignidade das pessoas, que muito impactado e inspirado pelo exemplo da comunidade nas viagens missionárias de descendo as comunidades sibeirinhas, levando dignidade pra imagem de Deus que está representada lá.
O como Deus pode usar essa comunidade ainda mais, não só para fora dela, mas também dentro dela, para proteger a dignidade de cada ser humano. Pessoas precisam de pessoas e Deus quer usar a gente para corrigir os efeitos do pecado na história. Todo ser humano precisa ser ouvido.
E aqui eu gosto muito dos grupos de vida, porque ali não é o lugar pra gente ficar resolvendo a vida uns dos outros, mas talvez para que pessoas que nunca se sentiram ouvidas possam encontrar um lugar seguro para abrir o coração e encontrar do lado, do outro lado alguém que diga: "Eu te entendo". Eu também não tenho respostas para isso. Que tal a gente procurar Jesus para ajudar a gente a lidar com isso?
Nós precisamos se alegrar com os que se alegram, mas precisamos aprender a chorar com os que choram. E eu tenho conversado aqui nesse último final de semana da minha convicção de que o crente é tão habituado a ir domingo para ouvir alguém falar que de alguma maneira ele acredita que o lugar dele no mundo e na relação com as pessoas é saber o que dizer. E quando ele não sabe o que dizer, ele se sente incapaz e diz qualquer asneira ou começa a revisar se o evangelho resolve mesmo.
Mas a vida cristã é mais do que o domingo, onde a gente senta para ouvir alguém falar. A vida cristã acontece de domingo a domingo nas relações, nos cafés, nos corredores, nos hospitais, nas escolas, no trabalho. E nesses lugares a gente precisa não só ter ser boca de Jesus, mas também ouvido dele.
Estude os evangelhos e e tente listar todas as perguntas que Jesus fez, porque a gente a gente olha muito pro que ele falou. Você já percebeu o quanto que Jesus faz perguntas inteligentes para que as pessoas possam revisar suas motivações e e dar ouvidos a voz de Deus que já eua no coração delas? Nós, como cristãos, se queremos viver em comunhão, precisamos aprender a fazer perguntas melhores uns pros outros e só faremos isso se realmente tivermos interessados na edificação do outro.
Todo ser humano, então, carece tanto de consolo quanto de confronto. E você pode ser um instrumento de Deus na comunhão cristã para viver isso, para levar o consolo que as pessoas precisam, mas também levar o confronto que elas precisam. Porque a vida em comunidade, então, não é girar em torno de uma mesa para comer x caboquinho.
Eu gosto muito dessa expressão do do livro Igreja Tópic, que diz o seguinte: quer reconheçam, quer não, todos desejam pertencer. Todos desejam se sentir valorizados. No Centro da Cultura Ecclesiástica de Priorização das Pessoas, sempre estará o desejo, o compromisso de acolher outros na comunidade.
Uma comunidade viva é uma comunidade aberta e preparada para acolher outros que não pertencem a ela. E ele continua dizendo: "Esse acolhimento começa com a construção de relacionamentos, coisa simples. Aprender o nome das pessoas, incentivá-las a contar suas histórias, compartilhar a nossa história com elas, incluí-las na vida da família da igreja, dentro e fora das paredes do prédio, convidá-las para se tornar parte da comunidade da igreja.
Deixa eu dizer uma coisa. Deus te trouxe esse final de semana para revisar, reciclar a sua visão dele, de si mesmo, mas também do outro. Isso aqui será um é um perfeito desperdício se você não sair daqui disposto a amar pessoas.
diferentes você. Esse aqui é o meu pequeno grupo, ó, ou alguns dos grupos lá da nossa comunidade. Tá todo mundo feliz tirando foto, mas eu tenho certeza que muitas dessas fotos foram tiradas depois de momentos onde algumas pessoas choraram de angústia.
Gente, a gente brinca que lá no no palestra, no domingo, a gente chama todo mundo de querido, que a gente não sabe o nome de ninguém, né? Ô, querido, seja bem-vindo. A gente não sabe o nome de ninguém.
Então a gente chama de querido e lá não é o lugar pra gente conhecer o nome das pessoas necessariamente porque não dá tempo. O ambiente não é para isso. Mas nos grupos os queridos ganham nomes, porque agora nós conhecemos suas histórias, suas lágrimas, suas famílias, seus filhos.
E aqui, ó, esse aqui é, opa, é meu último grupo e as meninas foram brincar lá, ó. Tem alguma foto aqui que as que não eram mães foram brincar que estavam grávidas na foto. Já era, todas engravidaram.
Então, pequenos grupos também funcionam para isso. Então, eh, a gente custa tirar foto, mas no final dá certo. Tá bom?
Esse é o nosso, um dos nossos PGs. Tem uma história aqui de um casal que não era casado, que não era casado e era extremamente frio em relação à comunidade. Eles já moravam juntos há mais de 10 anos.
E foi na vida comunitária que aquele homem pediu a sua namorada em casamento, porque ela entendeu o que Deus esperava deles. E o que é mais legal, ele falou, ele me ligou um dia e falou assim: "Washington, eh, eu tô, eu tô entendendo, a gente precisa casar, né? " Eu falei: "É muito bom, é isso mesmo, precisa casar".
Aí ele falou: "Eu quero pedir a minha a menina em casamento, que tal você ser no encontro de pequeno grupo? " Falei: "Que ideia boa". Então a gente armou arapuca, chegou todo mundo como se nada fosse acontecer na casa deles e ele disse: "Pessoal, eu queria fazer um comunicado".
A gente falou: "Claro, o que o que você quer falar? " E ele falou: "Não, queria pedir a Vanessa em casamento". Foi muito especial.
Eles fo se tornaram noivos dentro do grupo porque é isso que acontece na convivência cristã. a gente encontra referências melhores de vida e encontra o melhor jeito de seguir a Jesus no meio da comunidade. Por quem você está disposto a investir a sua vida?
Eu quero terminar aqui. Tem alguém aí que você que vai ser abençoado por você quando você sair daqui intencionalmente, objetivamente? Por quem você está disposto a investir a sua vida?
Porque esse é o chamado de Jesus paraos seus amigos fazerem outros amigos. e os amá-los até o fim. Concordo com o que o Purp disse: Deus usa pessoas comuns para fazer coisas extraordinárias na vida de outras pessoas.
Eu sei que Deus usou pessoas comuns para fazer coisas extraordinárias na sua vida. Agora é a sua vez, embora você seja alguém comum, de seres usado por Deus para fazer coisas extraordinárias na vida de outra pessoa. Nós vamos encerrar aqui e essas são as perguntas pros grupos que depois do intervalo nós vamos fazer.
A primeira delas, quais pessoas nessa igreja inspiram sua fé e a sua vida com Jesus? Eu preciso que você encontre o nome. E eu quero que você não só compartilhe com o grupo isso, mas vá dar um abraço nessa pessoa esse final de semana.
Se ela estiver aqui, diga: "Obrigado porque a sua fé, a sua vida me inspira amar Jesus". Dois, para quem você se torna, para quem você pode se tornar uma influência positiva, ajudando essa pessoa a crescer espiritualmente, a superar desafios. Queria que você compartilhasse isso no grupo para vocês orarem por isso.
Queria que você repartisse com as pessoas a percepção de que Deus já colocou alguém para que você possa ser uma influência positiva. E três, você já foi machucado ou machucou alguém na comunidade, talvez no seu núcleo de convivência, como o chamado de Jesus para amar te orienta a agir agora. Seja em relação à dor que você sentiu, seja em relação à dor que você operou nessa pessoa.
Essas são as nossas conversa. Essa será a nossa conversa nos grupos. Queria encerrar esse momento orando.
Pode ser? Feche seus olhos. Vamos orar.
Obrigado, Jesus por essa manhã. Obrigado, Jesus por essa conversa, mas sobretudo obrigado, Jesus pela comunhão cristã. Obrigado, porque nós não podemos e nem conseguimos costurar os rasgos que o pecado fez na nossa vida, nas nossas relações.
Isso é algo que só acontece no poder do seu espírito. Isso é algo que o Senhor comprou por alto preço naquela cruz, pavimentando o caminho de volta pro Pai e de volta uns para os outros. A minha oração é para que a comunidade viva viva a experiência de comunidade plena no Senhor, para que as relações que estão aqui representadas sejam um exemplo pro mundo de quem tu és.
E para que todas as feridas que fazem parte da vida em comunidade sejam curadas e cicatrizadas pelo poder da comunhão cristã dada no seu espírito. Que as conversas no grupo sejam uma expressão disso, que cada um de nós sejamos instrumentos do Senhor para alcançar outras pessoas e ajudá-las a se tornarem amigos do Senhor como nós somos. Essa é a nossa oração em seu nome.
Amém. E amém. Yeah.