E aí, galera, beleza? Então, hoje a gente tá numa data próxima à Páscoa, né? E a Páscoa é uma data que na minha tradição é uma data muito especial por n motivos, né?
Mas essencialmente porque existem dois dias eh muito importante que acontece durante a Páscoa, que é as colheitas de varinha. Eh, na tradição que eu sigo, a colheita de varinha só pode acontecer durante a esse período, né? Então, a gente só tem dois tipos de de varinha para trabalhar com energia, a varinha positiva e a energia e a e a varinha negativa.
A varinha positiva, ela é guardada de um jeito, a negativa de outro. Os modelos das varinhas não variam. Deixa eu pegar aqui.
Eu trouxe algumas aqui para que vocês vejam, tá? Então, a varinha negativa, normalmente ela é pintada de uma cor escura, né? E ela é guardada de uma forma a sofrer o impacto do tempo, tá?
as varinhas negativas, todas elas sofrem o impacto do tempo. É, inclusive essa é uma madeira de uma varinha positiva, né, que é ainda não tá feita a varinha, mas ela vai se tornar e aí ela fica cortada aqui e aí essa fica guardada no lugar. E a varinha mesmo usada em rituais de evocação de anjo, tudo, ela tem que ficar numa caixa.
Eu não vou mostrar para vocês, na verdade eu vou. Vai. Na verdade não.
Na verdade sim. Ela aqui que é essa varinha. Então ela fica numa caixa.
É isso aqui é seda, tá? Isso aqui é seda. É seda mesmo.
Feita por por aqueles bichinhos lá que fazem da da folha da moreira, tá? É. É, então ela tem que est envolta em seda e é colocada numa caixa é a a estofada, né?
Deixa eu pôr ela aqui, ó. É uma caixa estofada onde tem o espaço dela exato para ela. E aí é uma varinha normal, né?
Ela tem alguns segredos nela, mas é uma varinha normal, né? É muito interessante que alguns irmãos já viram uns fenômenos que acontecem com essas varinha. Enfim, tá bom, né?
Eu só queria mesmo mostrar para vocês que é uma que é uma coisa e eu não gosto nem de mostrar ela por quanto que a varinha é um ato é uma coisa muito especial. E aí e os sete arcanjos, o sigilo dos sete arcanjos ficam na caixa da varinha para proteger e guardar a varinha. né?
Eu [Música] coloco em cima assim e a seda fica entre a seda e a caixa. É só um negócio. Então aí na varinha e vai sete anéis e tudo.
É. Então eu vou guardar a minha varinha positiva aqui, né? E a negativa não tem problema, ela é aqui a linha de frente.
Então a varinha de a varinha negativa normalmente ela tem e ela fica com cordão aqui na base, porque esse cordão é durante o ritual, muitas vezes a gente joga a varinha contra o feitiço para que a varinha atinge o atinge o negócio. Ela normalmente é pintada de uma flores, ela normalmente é bem fina, ela é mais fina do que a outra. Ela não tem os anéis.
Deixa eu colocar aqui a imagem, ó. Essa é a imagem da de como tem que ficar a varinha. Então, a varinha é assim, eh, ela fica desse jeito.
Aí ela tem na ponta, para vocês verem, são sete anéis, cada um, né, um metal sagrado e o metal da ponta, a ponteira da varinha, ou é cristal, aí tá ferro, mas pode ser cristal também. É, e não é aquele pedaço de cristal gigante, é um fragmento bem pequeno, é um fragmento muito pequeno de ferro. Tanto é que vocês nem perceberam na minha varinha, né?
Então, eh, mas por que que eu tô falando de varinha, né? Por que que por que que Porque a varinha positiva, a varinha, essa varinha dourada, a gente colhe ela no dia da Páscoa, no primeiro horário, na minha tradição, bom, agora vou tirar a imagem, né? Na minha tradição, a varinha da da a varinha amarela, a varinha positiva, a gente colhe ela no dia da Páscoa.
Então, no primeiro horário, no primeiro horário do domingo de Páscoa, a gente vai lá e corta essa varinha, né? E aí a gente faz um acordo com a árvore. A gente vai lá na árvore, corta uma mecha do cabelo da nuca, né?
Coloca, faz, corta a varinha, coloca no lugar aonde foi cortada a varinha e amarra com uma fita, com uma fita qualquer, né? Então a gente meio que e aí fala pra árvore, né? conversa com a árvore.
Tem umas orações que a gente faz que a gente corta e pede pra árvore para usar aquele aquele gá. E um ano depois, na próxima Páscoa, a gente vai até aquela árvore com a varinha na mão e mostra para ela tudo que a gente fez com aquela com aquela varinha, né? Quem tem o diário mágico já leva normalmente as anotações falando: "Olha, eu fiz esse ritual, fiz esse ritual, esse ritual".
e agradece ela pelo por aquele período que você ficou com a varinha, com o pedaço dela para você agir. A varinha negativa é colhida na sexta-feira de manhã, na sexta-feira 3 horas da tarde. Então, na sexta-feira 3 horas da tarde, na sexta-feira da paixão, 3 horas da tarde, a gente vai lá e colhe a varinha negativa, né?
Então, essa é a varinha negativa, essa daqui recolhida na sexta. E tem a varinha positiva aqui no domingo de manhã, no primeiro horário. Então a gente tem essas duas varinhas.
Na minha tradição a gente faz isso. Então quando você vai fazer um feitiço de demanda, um feitiço mais assim, a gente sempre usa negativa. E quando a gente vai fazer um feitiço de uma uma evocação, alguma coisa assim, tá?
É importante, um detalhe importante. Quando a gente for colher a varinha, a varinha ela tem que ter, ela tem que vir da ponta do dedo até o cotovelo. Tá vendo que aqui tem um pouquinho a mais?
Por quê? Porque eu ainda não fiz a a o acabamento nela, então ela fica com um pouquinho a mais. A gente sempre deixa uns dois, três dedos a mais, ó.
Mas se você pegar a varinha que já tá pronta, é mesmo assim, ó. Mas, ó, ela já tá, tá vendo, ó? Ela já, ela já tem o, ela tá um pouquinho maior, ó.
Tá vendo? Ela sempre tá passando. Agora essas varinhas, eu não vou mostrar a minha amarela, mas essa aqui tá passando.
É, na verdade não tá passando, né? Porque a medida ela é feita e com uma na prancha, né? Então ela não tá passando na prancha.
Se você pegar, ela não tá passando, mas tá tá grande ainda, tem que cortar mais. É, enfim. Ah, mas o que que é importante?
Por quê? Porque quando você vai pegar a varinha, quando você vai fazer um feitiço de demanda, você sempre eh de evocação, você sempre faz assim. Quando você vai fazer um um feitiço de construção, você usa a varinha assim, né?
Ela é o dedo que é a extensão do seu dedo. Quando você vai, dependendo do feitiço, você e aí quando você vai fazer um feitiço de ataque, é assim. Então, ela tem as posições certas, tem tudo.
Mas a questão, a questão a na minha tradição é assim que a gente lida com a varinha. Eh, basicamente a minha intenção desse vídeo é mostrar para vocês um estudo que é que é muito mostrado nas escolas de iniciação, mas eu acho que ele não é tão público, as pessoas não entendem muito a respeito desse estudo. É um estudo que foi feito, é um senhor chamado Clive Becker.
Clive Becker. Esse senhor, diferente de alguns de algumas pessoas que são baseados em expressões faciais, ele era ele é da CIA, ele era um funcionário da CIA e ele é experiente em trabalhar com polígrafo. Polígrafo, né, que acho que é polígrafo que chama.
E aí ele trabalhava com detecção de mentira. Então o que acontecia? Quando uma pessoa ia lá, ele colocava o polígono na pessoa e conseguia saber se a pessoa que tipo de emoção que a pessoa tava emitindo lá, né?
Esse senhor aqui, ó, vou colocar a foto dele aqui, tá? E aí, esse senhor, né, o Clive Becker, Cliver, o nome dele é Clive Becker. Eu vou deixar anotado aqui embaixo para vocês pesquisarem depois mais sobre esse estudo dele.
Na década de 60 ele fez isso, né? Então, esse senhor, ele tinha umas plantas lá na na no escritório dele. E um dia ele pegou eh, deixa eu até ver o nome da planta aqui, era uma era uma dracena.
É uma dracena, né? E aí tem até a foto dele aqui com a Drcena, ó. E aí ele pega e coloca um detetor de mentira.
na dracena e ele começa a fazer experimentos com essa dracena. E como é que é o experimento dele? Ele pega e começa a fazer efetivamente [Música] um colocar essa dracena para no o detetor nela e começa a oferecer coisas para ela, tipo água.
É. eh, adubo, essas coisas, né? Ele percebeu que a Drcena não esboçava, não esboçava reação.
Então, ele começou a ameaçar a Drcena, porque ele acreditava que a Drcena ia reagir, né? E aí como que a Drcena reagiu? quando ele foi eh queimar a Drcena, quando ele pegou fósforo, é que eu não tenho nenhum aqui, mas quando ele pegou fósforo e e foi na direção da Drcena para queimar ela, a Drcena reagiu.
Então ele entendeu que a Drcena tava conseguindo e uma coisa interessante, quando ele foi queimar a Drcena, então assim, a princípio ele acendeu só para assustar ela, ele não ia efetivamente queimar a Drcena. Mas depois ele ele viu que ela não tava reagindo, ele falou: "Não, efetivamente eu vou queimar". Quando ele acendeu para ir queimar, efetivamente, a Drcena reagiu.
É como se a Drcena tivesse entendido as emoções dele, não a a a o ambiente, mas sim a emoção dele, a verdadeiro. Aí ele falou: "Nossa, será que ela tá lendo meus pensamentos ou será que ela tá sentindo minhas emoções? " Não é?
Então esse senhor pegou e começou a fazer vários testes, vários testes e tal, e ele ficou muito intrigado com com tudo que tava acontecendo e tal. E aí ele pegou e e optou por por levar essa essa essa parafernalha dele toda lá pro pro Instituto da AIA, né? ele trabalhava na CIA e pedi para alguns amigos dele, eh, policiais também, eh, ajudar ele num teste.
Então, eh, como que foi esse teste? Eu vou colocar esse teste aqui para vocês verem, eh, e aí a gente conversa sobre, tá? Então, tá aqui, eh, começa o teste.
Então, o que que ele fez? Ele foi lá, colocou duas plantas, uma do lado da outra. Esse foi o primeiro teste, tá?
Ele colocou uma planta lá do outro e aí ele foi lá e distribuiu um monte de papeizinhos com atividades. Então, algumas pessoas iam entrar lá, iam eh só olhar pra planta, outra pessoa ia fazer carinho na planta, mas tinha uma das pessoas que ia ter que ir lá e destruir a planta, né? Eh, o default, tipo, destruir até o final, né?
E aí essa pessoa eh foi, né? Aí essa sala ficava lá, né? né?
E ele, o cara entrou lá e começou a selvagemente destruir a planta, cortar, arrancar, jogar fora, pisar e tal. E aí no que esse cara fez isso, eh, ele saiu e começou a entrar novamente as pessoas, as mesmas pessoas que estavam, que tinham sorteado. E aí a outra planta que estava do lado era testado a reação dessa planta.
Então, quando entrava qualquer um que não tinha agredido a planta, a planta dava como, né? Só que no momento que entrou a pessoa que matou a primeira planta, a outra reagiu de forma assustadora, como se ela tivesse morrendo de medo, né? Como se ela tivesse, eh, assustadoramente com medo.
Então, eh, que que a gente conclui? A gente concluiu que a planta tem memória? Sim, planta tem memória.
Então, quando a gente vai lá e colhe a varinha e corta uma mecha do cabelo e põe no no tronco da árvore, aquela planta, ela guardou essa informação. Não sei de que forma, eu não sei eh como que fisicamente se expressa. Magicamente a gente sabe que existe uma uma draída ali, né, um elemental daquela árvore que cedeu pra gente de bom grado o galho da árvore pra gente fazer as nossas as nossas os nossos apetrechos mágicos.
E aí assim, esse galho foi cedido de amor, porque a gente deu uma mecha de cabelo pra planta, não é a mesma coisa que um galho, né? Tipo assim, a gente até equipara o nosso cabelo com o galho, mas eh e assim tem que ser uma mecha de cabelo da nuca, né? Por quê?
Porque éonde tá o anjo sagrado, né? Mas mas assim, mas é eh pra planta e o cortar um galho dela é quase que a gente não tá cortando, não é que nem pra gente cortar uma um braço. Cortar um braço seria cortar uma raiz da planta, né?
Cortar um galho seria quase que uma ao parar as unhas pro ser humano. Mas de qualquer forma a planta sente quando você faz isso, quando você vai lá educadamente, faz as rezas, ajoelha, pede pra planta a autorização, né, e corta, né, o galho da planta. E aí ela guarda essa memória.
Por quê? Porque você foi lá e colocou um cabelo seu na planta. E e aquele elemental sabe de quem que ele pegou, de quem foi a pessoa que pegou o fragmento dela para fazer o instrumento mágico.
Então, eh, e o Clever, o Clive Becker, ele prova pra gente através desse experimento, que realmente esse trabalho que a gente faz e depois um ano depois quando a gente volta e e volta e mostra pra planta, fala: "Olha, essa varinha aqui eu usei para fazer esse esse e esse feitiço foi por uma razão justa, foi por justiça e tá. E essa aqui, ó, eu usei para fazer esse crescimento, ajudar. Fiz esse essa evocação.
Fiz. Você vai lá e conta pra planta tudo que você fez e agradece ela pela colaboração, para ela ter de fato te ajudado no bom andamento dos seus trabalhos mágicos e tudo um ano depois. e fala para ela que que esse trabalho vai ser continuado, que enquanto essa varinha tiver sobre seus seus cuidados, ela só será usada de forma justa e sincera pelo seu coração e e perante a Deus.
Quando você faz isso, você adquire uma certa afinidade com aquela draída, com aquele elemental da da árvore, né, com aquele ser ali. Então isso é um processo, né? E aí, eh, e assim, e eu digo mais, e esse estudo do Clive Becker, ele continuou.
Então, o que que ele fez? Ele pegou depois disso, depois dele ter apurado da memória da planta, ele pegou e desistiu da parte de Ele só desistiu de ser de trabalhar com detecção de mentira na CIA e foi trabalhar com plantas em casa. Então, eu vou colocar aqui eh um outro trecho, ó.
Começa aqui, ó. Então ele pegou e levou um monte de planta paraa casa dele. Tá vendo, ó?
Ele levou um monte de planta paraa casa dele e ele fazia estudos contínuos na planta. Então ele colocava lá as plantas sobre detecção de mentira e tudo e deixava a planta lá. E ele pegava e fazia o seguinte, ele ia para simpósio, para lugares para ir mostrar os estudos que ele tinha feito, né?
E aí ele começou a perceber que toda vez que ele mostrava foto das plantas dele, as plantas reagiam. Mesmo as plantas estando tando a milhares de quilômetros distância dali, só dele mostrar num simpósio a foto de uma planta que ele tinha em casa, a planta reagia, ele via lá a reação no nos polígrafos da planta. Então, e aí ele pegou e achava aquilo muito estranho, né?
Mas ele sabia que efetivamente aquilo era possível. Então aí beleza. Aí num belo dia ele pegou e saiu pela cidade, né?
Acho que era final de ano. Ele saiu e ele durante esse período ele foi agredido, ele foi xingado, ele foi e ele percebeu que quando as coisas aconteciam com ele, a planta sentia lá na casa dele. Então a planta reagia, né?
A planta dava dava um um pico de energia lá. E ele percebeu que era o seguinte, aquele aquela ligação com aquele elemental, ela se estendia quando você faz uma íntima relação com o elemental, com aquele instrumento, você estende aquela relação, né? Então ele e se você pegar e ler os livros do Clever Becker hoje, você vai perceber que ele fala sobre isso, sobre eh em alguns momentos ele até se surpreendia porque eh ele registrou eh só do fato de algumas pessoas terem raiva dele, ele registrou o ele registrou a planta reagindo, né?
Então eh qual que é a grande qual que é a grande lição disso, né? Eu sei que eh para as pessoas às vezes fica meio complicado a gente ter a gente tá falando dos elementais assim dessa forma abertamente, principalmente um elemental que é tão pouco entendido pela humanidade que é a madeira, né? Porque a gente gosta muito de falar da terra, água, ar e fogo, né?
Que na verdade não são elementais, são estados, né? É o sólido líquido gasoso e e etérico, né? sólido, líquido, sólido, líquido, gasoso e etérico.
É isso mesmo. E aí a gente tem os estados da matéria. Mas na verdade eh os estados da matéria, eh quando a gente fala de pedra, a gente fala de fogo, a gente fala de ar, a gente fala de água, a gente tá falando de estados na na sua excelência, mas cada elemento tem uma inteligência, cada elemento tem a seu elemental.
Então, a esse elemental da natureza que que muitas vezes é ignorado sumariamente pela gente, por todos os magistas, ele faz muita diferença no trabalho mágico. Quando você vai lá e monta um acordo com uma árvore que você vai tirar um pedaço, um fragmento daquela daquele daquele elemental para utilizar nas suas práticas mágicas, aquele elemental ele começa a passar por um processo de evolução que vai além do processo que ele tá ali. A gente, se a gente olhar nas eh, deixa eu tem um gráfico aqui, ó.
Se a gente olhar na cadeia evolutiva, na no segundo momento da raça humana, quando os anjos caíram, muitos dos anjos se tornaram plantas medicinais. Tem isso também. Então, as plantas sagradas de hoje em dia são espíritos angelicais que se manifestaram fisicamente na Terra, né?
E é por isso que muitos grimórios hoje a gente vê lá efetivamente o grimório colocando ali, ó, é para ser tal madeira, é para fazer tal coisa com tal. Por exemplo, quando a gente vai fazer uma varinha no na na tradição tritêmia, ele ele estipula as árvores que a gente deve usar quando a gente vai fazer uma varinha na na tradição, enfim, independente da tradição, é é sempre usado um é sempre mencionado o tipo de madeira que a gente vai usar. Por quê?
Porque eh o elemental que tá ali vinculado à aquela madeira faz a diferença na hora que a gente tá trabalhando com alguma força eh mais agressiva ou menos agressiva. Então eh o elemental faz isso. Não que a gente não possa educar o elemental, né, ou criar um vínculo bem íntimo com aquele elemental para que ele trabalhe da forma como a gente quer.
Mas o que eu quero que o que esse vídeo serve para vocês entenderem que a varinha é mais do que um simples objeto. Ele é um servidor. A varinha é um servidor que é uma extensão do seu corpo.
Então, quando você tem um servidor que estende seu corpo para uma prática mágica e ela é cortada da forma correta, no dia certo, na sua tradição, ela tem todo um trabalho que é feito. Eh, não tô eh recriminando quem eh tem pessoas que vendem varinha e tudo, né? É só que eh quando você pega uma varinha que você nem sabe a origem, ah, mas a pessoa fez da forma certa, não sei o quê, tá?
Mas como é que daqui um ano você vai voltar lá naquele mesmo lugar e agradecer a árvore por ter feito, por ter doado um pedaço se você nem sabe qual é a árvore? E se a árvore foi cortada? É isso, é uma coisa que ninguém fala.
Muita varinha é feito de árvore que foi cortada. A árvore não foi, não foi podado o galho e utilizado para se fazer a varinha. A árvore foi efetivamente cortada.
Você tá com elemental morto na mão. E como que você quer ter autoridade espiritual se o elemental que tá ali na sua mão já não tem mais vida? Ah, mas eu eu santifico minha varinha com sangue, tá?
Você tá dando vida para o que ali? Você tá ressuscitando. Você tá dando vida para um zumbi.
Presta atenção na em como você trabalha, em como vocês fazem. Às vezes acordar cedo na tradição tritêmica, acordar cedo de quarta-feira, na tradição e biótica, que é o que eu sigo, acordar cedo na no domingo de Páscoa, ir lá e cortar a varinha pode fazer toda a diferença no seu procedimento mágico, tá bom? Era isso que eu queria falar para vocês.
Era dessa, era sobre esse estudo que é um, que é um estudo que é passado muito fechado dentro escola de iniciação, mas para vocês verem que é um negócio assim que os elementais quando você chega na sua casa, eu ainda vou fazer um vídeo sobre a calomina, né? O que é você dar espírito pra sua pra sua casa, né? A calomina efetivamente é você dar espírito pra sua casa.
É, você é sua casa ter um coração. Você, você, a sua casa começa a se tornar um ser. Você dá nome, você constrói o coração da casa, você faz o alicerço, você faz os servidores para proteger a sua casa.
Hoje muita gente me procura com esse trabalho. Ah, Roberto, eu quero proteger minha casa, eu quero. Aí eu vou lá na casa da pessoa, faço a medição, faço toda a parte elemental da casa, faço, monto o coração.
E aí a pessoa só tem uma simples rotina, uma vez por mês, todo dia, primeiro do mês, fazer uma coisa e toda lua nova fazer uma outra coisa. E é isso, é só isso que a pessoa precisa fazer. Muitas vezes a pessoa não faz e aí o elemental vem aqui me reclamar que a pessoa não tá cuidando dele.
Então é, se a pessoa não consegue nem cuidar da casa onde ela mora, que é o que é o o a baleia, né, que é o o estômago da baleia onde Jonas ficou, que é onde você se protege, aonde você vai ser guiado, quanto mais cuidado de uma varinha, né? Então, essas pessoas eh que muitas vezes não tomam conta da sua do seu próprio lar, elas realmente não têm eh nem capacidade de tomar a varia, mas a gente que é magista, a gente que trabalha, a gente que conhece os elementais, a gente que tem e eu vejo tanta gente falando em Sãofon e não sei o que e bá bá. Gente, trabalhar com esses seres é uma relação de amor e ódio.
Quando eles começam a nos ajudar, eles também esperam que a gente trabalhe junto com eles em outros sentidos. Lembre-se, é uma troca, né? Você tá em convívio com a natureza.
Tá bom, gente? Olha, eu o que esse essa é a minha pequena contribuição para a questão das varinhas mágicas. Eh, eu quis passar aqui o que eu aprendi e como que é usado, de que forma que na nas escolas de iniciação e por que nas escolas de iniciação é tão necessário, mesmo a espada eh a gente não pode entregar na mão de qualquer um para fazer.
Às vezes é melhor fazer que nem eu fiz, comprar a espada de um de um ferreiro qualquer para que ele não venha com aquele todo aquele e arcabolso mágico e colocar energias ali que você não sabe. E ou então compra de alguém que faz certo, compra de alguém que trabalha de forma correta. A gente tem o pessoal da Umbra que tem um fornecedor muito bom, que trabalha com pessoal bem legal.
a gente tem os aravaras lá do Rio Grande do Sul, que eu não sei exatamente, mas eu pelo que eu percebo que todo mundo que compra a varinha dele tem resultados efetivamente. Tem o pessoal, tem um outro rapaz também que esses dias ele tava mostrando lá no os grimórios dele lá. Eh, enfim, tem pessoas que já já ou tem um arcabolso muito bom para para construir uma varinha ou um ou pessoas completamente leigas, né?
E aí entre comprar de um leigo e comprar de um de um de um magista, eu acho que a melhor opção é você mesmo ir lá no domingo de Páscoa, né, 6 horas da manhã e cortar o seu galho lá. Eh, seguindo toda a ritualística, né? Em alguns momentos as pessoas fala assim: "Ah, mas como que eu vou cortar?
" Eh, até o o facão que você usa para cortar tem que ter um caracter escrito. Então, a varinha que a gente corta na sexta-feira da paixão, ela tem 3 horas da tarde, ela tem um caracter escrito na um caracter escrito na lâmina. E a varinha que a gente corta no domingo de manhã tem outro caracter, um outro caracter, mas também é um.
Então, por quê? Porque a intenção já tá na lâmina, né? Uma intenção de de cobrança, que é quando o Cristo paga, né, o efetivamente o que aconteceu, né, e quando Cristo ressurge agora como vencedor, três dias depois.
E a varinha é muito vinculada a Júpiter, né, que Cristo é o nosso Júpiter, né, do cristão. Enfim, era isso que eu queria dizer, era isso que eu queria passar. Eu agradeço vocês pela atenção e espero ter contribuído de forma positiva aí para todo mundo que tenha perguntado a respeito de varinha, de tá perguntando.
Espero que eu tenha contribuído de forma positiva para que pro enriquecimento do cabedal de conhecimento de cada um. Paz e graça. Falou, galera.
Até mais.