E se eu dissesse que gigantes de 10 metros caminharam sobre esta terra? Não estou falando de mitos ou lendas, estou falando de seres reais, tão reais quanto você e eu, seres que fizeram Deus se arrepender de ter criado a humanidade. A história começa com um pacto profano.
Os vigilantes, anjos poderosos enviados para observar a humanidade desceram ao monte Hermon. 200 anjos imortais liderados por Azazel e Semiasa fizeram um juramento de sangue. Eles viram as filhas dos homens e as desejaram.
E então quebraram a lei mais sagrada do universo. Cruzaram a barreira entre o celestial e o terreno. A união entre anjos e humanas era impossível, era antinatural, era uma abominação.
Mas aconteceu e o que nasceu dessa união mudou [música] o destino do mundo para sempre. As primeiras mulheres começaram a dar a luz e quando os bebés nasceram, [música] as parteiras gritaram de horror. Eram crianças de 1 m de altura, [música] já nasciam com dentes afiados.
Seus olhos brilhavam com uma luz dourada que não era deste mundo. Eles choravam, mas o som era grave, cultural, como o rugido de um leão. As mães não sabiam se estavam segurando filhos ou monstros.
Elas tentavam amamentar, mas os bebês mordiam [música] com força. Alguns bebês já nasciam falando palavras em línguas antigas que ninguém entendia. Suas unhas eram garras.
Sua pele tinha [música] uma textura estranha, como metal coberto por carne. Os pais humanos olhavam para aquelas criaturas com medo, [música] mas os vigilantes olhavam com orgulho. Eles haviam criado algo novo, algo que o próprio Deus não havia feito.
[música] E chamaram estas criaturas de nefilins, que significa os caídos ou os que fazem os outros caírem. Nos primeiros dias, as pessoas tentaram aceitar, afinal eram seus filhos. Mas à medida que os dias passavam, o impossível acontecia [música] diante de seus olhos.
Os nefilins cresciam não como crianças normais. Eles cresciam como plantas sob chuva torrencial. Um bebé de um mês já tinha o tamanho de uma criança de 10 anos.
Com 3 meses já eram maiores que qualquer adulto humano. Em apenas se meses, os primeiros nefilins já tinham 3 m de altura. Suas vozes faziam o chão tremer.
Seus passos criavam rachaduras na Terra. E o apetite deles era insaciável. Uma mãe precisava do alimento de [música] 10 famílias para alimentar um único nefilim por um dia.
Mas o terror verdadeiro ainda estava por vir, porque quando os nefilins atingiram um ano de idade, [música] eles já não eram mais crianças, eram gigantes de 6 m de altura. Suas costas eram largas como muros. Seus braços podiam quebrar árvores com um único golpe e seus olhos, aqueles olhos [música] dourados e frios, olhavam para os humanos não mais com carinho, mas com fome.
O primeiro nefilim a [música] mostrar sua verdadeira natureza foi Oá, filho de Semiasa. Aos [música] 12 meses, ele já tinha 7 m de altura. Sua mãe tentava acalmá-lo, mas ele gritou com ela e [música] o som fez seus ouvidos sangrarem.
Quando ela caiu no chão, Oá olhou para ela com curiosidade, não com preocupação, com curiosidade, como um cientista [música] olhando para um inseto. E então, pela primeira vez, a verdade horrível se revelou. Os nefilins não tinham alma humana.
Eles eram híbridos, metade anjo, metade [música] humano, mas sem a compaixão de nenhum dos dois. eram predadores e a terra era sua caça. As vilejas [música] começaram a viver no terror.
Os nefilins continuavam crescendo, 8 m, 9 m, 10 m. Alguns chegaram a 15 m de altura. Eram montanhas de músculos e ossos.
Suas sombras cobriam vilas [música] inteiras. Quando caminhavam, o solo tremia como se fosse um terremoto. E o pior de tudo, eles se multiplicavam.
Não eram apenas 100 ou 200, eram milhares, milhares de gigantes nascendo [música] em toda a terra. E cada um deles era uma sentença de morte para a humanidade. No céu, [música] longe dos olhos humanos, o arcanjo Enoque observava tudo.
Ele havia sido [música] enviado por Deus para testemunhar e o que ele viu encheu seu coração de uma tristeza profunda. A criação de Deus, a humanidade feita à sua imagem, estava sendo devorada [música] por monstros nascidos da rebelião. Enoque sabia o que estava por vir.
Ele sabia que Deus não permitiria que aquilo continuasse, mas o preço que [música] a terra pagaria, ele não sabia. Porque para destruir os nefilins, Deus teria que destruir quase tudo. E o relógio da humanidade começava a contar os últimos dias.
Os nefilins [música] não eram apenas grandes, eles eram impossíveis. Suas próprias existências desafiavam as leis [música] da natureza. Um ser humano leva 20 anos para atingir a maturidade.
[música] Os nefilins levavam dois. Imagine ver seu filho crescer 10 cm por dia. Imagine [música] ouvir seus ossos estalarem enquanto se expandem.
Imagine vê-lo olhar para você de cima com aqueles olhos dourados e vazios e perceber que ele não é mais seu filho. Ele é outra coisa. As mães humanas sofriam mais, muitas morreram no parto.
Os bebês eram grandes demais, pesados demais. Outras mães sobreviveram ao nascimento, [música] mas não sobreviveram aos primeiros meses, porque alimentaram nefilim era impossível. Eles comiam sem parar.
Carne, grãos, frutas. Não importava, eles consumiam tudo e quando a comida acabava, eles gritavam e seus gritos eram [música] como trovões. Os vigilantes, os pais angélicos, ensinavam seus filhos, mas não ensinavam amor ou bondade, eles ensinavam poder.
Zazel ensinou os nefilins a zorjar armas de metal, espadas que nenhum humano conseguia levantar, machados do tamanho de árvores, lanças que podiam atravessar cinco homens de uma só vez. Semiasa ensinou magia e feitiçaria. [música] Os nefilins aprenderam a controlar os elementos.
Alguns podiam fazer o fogo brotar de suas mãos. Outros faziam a terra tremer apenas batendo os pés. Eles não eram apenas [música] gigantes, eram gigantes com poderes sobrenaturais.
Baraquel ensinou os sinais das estrelas. [música] Os nefilins aprenderam a prever o futuro. Sabiam quando a chuva viria, sabiam quando as colheitas falhariam.
E usavam esse conhecimento não para ajudar, mas para dominar. Eles chegavam nas aldeias e exigiam tributos. Se os humanos não pagassem, os nefilins destruíam tudo.
Cocabiel ensinou os segredos da guerra. Os nefilins aprenderam táticas militares, aprenderam a cercar cidades, aprenderam a quebrar defesas e começaram [música] a criar exércitos. Exércitos de gigantes que marchavam sobre a terra como uma praga.
Os primeiros confrontos entre humanos e nefilins foram massacres. Os homens mais corajosos pegaram suas lanças e arcos, formaram grupos de guerreiros, marcharam contra os gigantes e [música] foram esmagados como formigas. Uma flecha humana não conseguia nem perfurar a pele de um nefilim.
Suas peles eram grossas como couro de elefante. Uma lança se quebrava ao tocar seus ossos e quando os nefilins revidavam, um único golpe de sua mão era suficiente para matar [música] 10 homens. Havia um nefilim chamado Marui, filho de Baraquel.
Ele tinha [música] 12 m de altura. Sua força era tão grande que conseguia arrancar uma árvore inteira com as raízes e usá-la como bastão. Certa vez, uma aldeia inteira tentou atacá-lo.
Eram 200 homens, os melhores guerreiros da [música] região. Marwei os esperou no meio de um campo aberto. Quando os guerreiros chegaram, Marwei [música] não fugiu, ele riu e então começou a lutar.
Com suas mãos [música] nuas, ele esmagou crânios. Com seus pés, ele pisoteou corpos. Em menos de uma hora, 200 guerreiros estavam mortos e Mary não tinha um único arranhão.
Os humanos começaram [música] a entender a verdadeira horrível. Eles não podiam vencer. Os nefilins eram invencíveis e à medida que os gigantes cresciam em número e poder, a humanidade começava a ser empurrada para a extinção.
Mas não [música] era apenas a força física que tornava os nefilins terríveis, era a falta de [música] compaixão. Eles não sentiam culpa, não sentiam remorço. Eles viam os humanos como inferiores, [música] como gado, como comida.
O mundo estava mudando. As florestas eram derrubadas pelos nefilins para construir suas fortalezas. Os rios eram desviados para [música] seus banhos.
As montanhas eram esculpidas para marcar seus territórios. A terra gemia sob o peso de criaturas que nunca deveriam ter existido. E no céu, Enoque via tudo.
Ele via a dor das mães. Ele via o desespero dos pais. Ele [música] via crianças humanas sendo arrancadas de suas famílias e ele sabia que tinha que fazer [música] algo.
Ele sabia que tinha que levar a mensagem ao trono de Deus. Mas Enoque também sabia que a resposta de Deus seria terrível, porque quando Deus decide corrigir algo, [música] ele não faz pela metade, ele destrói e reconstrói. E o relógio continuava correndo.
Os dias da humanidade estavam contados. E os nefilins, em sua arrogância, não faziam ideia [música] do que estava prestes a acontecer. Os nefilins começaram a ficar com fome.
E não era fome comum, era uma fome antinatural, uma fome que nunca podia ser satisfeita. No começo, eles comiam o que os humanos comiam: grãos, frutas, vegetais. Mas um único nefilim consumia a colheita de uma aldeia inteira em uma semana.
As plantações começaram a secar, [música] os celeiros ficaram vazios, a fome se espalhou pela terra, não porque não havia comida suficiente, mas porque os nefilins comiam tudo. Quando os grãos acabaram, eles começaram a comer os animais, vacas, ovelhas, cabras. Um nefilim podia devorar uma vaca inteira em uma refeição, ossos e tudo.
Os rebanhos humanos foram extintos em meses. Os humanos tentaram esconder seus animais, mas era inútil. Os nefilins podiam farejar carne [música] a quilômetros de distância.
E então, quando os animais acabaram, os nefilins olharam para os humanos e pela primeira vez eles viram [música] não pessoas, mas alimento. O primeiro humano a ser devorado por um nefilim foi um fazendeiro chamado Enoch. Ele estava trabalhando no campo quando um gigante chamado Ariá apareceu.
Arriá tinha fome. Ele pediu comida. Enoch disse que não tinha [música] nada.
E então aá, sem hesitar, pegou o Enoche com uma mão e o comeu vivo enquanto Enoch gritava. A notícia se espalhou como fogo. Os nefilins estavam comendo pessoas.
O terror, que já era grande, se transformou em pânico total. Aldeias inteiras foram abandonadas. Famílias fugiram para as montanhas.
Outros se esconderam em cavernas. Mas não importava para onde fugissem. Os nefilins sempre encontravam.
Os gigantes começaram a caçar humanos como esporte. Eles organizavam caçadas. Grupos de nefilins cercavam uma aldeia e perseguiam as pessoas pela floresta.
Eles riam enquanto caçavam. Eles apostavam que empegaria mais humanos. Era um jogo para eles, um jogo sangrento.
Mas a verdadeira maldade dos nefilins não era apenas a violência contra os humanos, era a violência entre eles mesmos. Porque quando os humanos começaram a ficar escassos, os nefilins começaram a se devorar. Havia um nefilim chamado Ogias, filho de Azazel.
Ele era um dos maiores, com 15 m de altura. Sua força era lendária, mas sua fome era ainda maior. Certo dia, ele encontrou seu próprio irmão, um nefilim menor chamado Ariá.
Ojias estava com fome e Ariá estava sozinho. Ojias não hesitou. Ele atacou seu [música] próprio irmão e o devorou vivo enquanto a Riá gritava.
O canibalismo [música] entre os nefilins se tornou comum. Eles formavam bandos. Os bandos lutavam entre si.
O mundo se tornou um campo de batalha gigante. Humanos corriam [música] para não serem pegos no meio das guerras entre gigantes. Quando dois nefilins de 10 m lutavam, o solo tremia, árvores eram arrancadas, pedras eram lançadas [música] como projéteis.
A terra estava coberta de sangue, sangue humano, sangue animal, [música] sangue de nefilim. Os rios corriam vermelhos. O cheiro de morte estava em todo lugar.
E os vigilantes, os pais daqueles monstros, observavam de longe, alguns com orgulho, outros com horror, ao perceberem o que haviam criado. As cidades humanas, que ainda existiam construíram [música] muros, muros enormes de pedra e madeira. Mas os nefilins [música] derrubavam esses muros com facilidade.
Eles usavam troncos de árvores como arietes. [música] Eles escalavam os muros com suas mãos gigantes e quando entravam na cidade era o fim. Eles pegavam [música] as pessoas, devoravam algumas, escravizavam outras, estupravam as mulheres, matavam as crianças.
Havia uma cidade chamada Herido. Era uma das maiores [música] e mais antigas. Seus muros tinham 10 m de altura.
1 guerreiros defendiam suas portas, mas quando cinco [música] nefilins atacaram, a cidade caiu em menos de um dia. Os muros foram destruídos, os guerreiros foram esmagados. E quando os nefilins [música] terminaram, não havia mais cidade, apenas ruínas e corpos.
O mundo que Deus havia criado, o mundo que era bom, havia se tornado um inferno. [música] A criação gemia, os animais fugiam para os lugares mais remotos. As plantas morriam porque ninguém as cultivava.
O céu parecia mais escuro, [música] mesmo o sol parecia mais fraco, como se estivesse envergonhado de iluminar tanta maldade. [música] E no meio de tudo isso, havia um homem chamado Noé. Noé vivia em uma pequena fazenda com sua [música] família.
Ele viu o que estava acontecendo, viu os nefilins, viu a maldade, mas Noé era diferente. Ele ainda orava a Deus, ele ainda acreditava. [música] E Deus via Noé.
E Deus sabia que Noé seria importante, porque Deus estava a ponto de fazer algo que nunca havia feito, algo que ele jurou nunca mais fazer [música] novamente. Ele estava a ponto de destruir o mundo, não uma cidade, não um [música] país, o mundo inteiro, e apenas uma família sobreviveria. Enoque, o mensageiro celestial, foi convocado ao trono de Deus, e o que ele [música] ouviu fez seu espírito estremecer, porque a sentença havia sido [música] dada.
Os nefilins seriam destruídos, os vigilantes seriam presos e a humanidade teria uma última chance. Mas o método de destruição seria [música] tão terrível que mudaria a própria face. Água.
Água suficiente para cobrir as montanhas, [música] água suficiente para afogar gigantes de 15 m, água suficiente para apagar quase toda a vida. E o relógio agora não apenas corria, ele voava, porque os [música] dias estavam terminando e o dilúvio estava chegando. Enoque não era como os outros homens.
Ele andava com Deus. E isso não é apenas uma expressão poética. [música] Enoque literalmente conversava com Deus.
Ele via coisas que nenhum outro humano via. Ele entendia segredos [música] celestiais. E por isso, foi ele quem recebeu a tarefa mais difícil, ser testemunha do julgamento.
Deus levou Enoque em uma jornada, uma jornada através dos lugares mais sombrios da [música] terra. Ele viu as cidades destruídas, viu os campos cobertos de ossos, viu crianças chorando em cavernas escondidas dos gigantes, [música] viu mães que haviam perdido tudo e viu a maldade dos nefilins em sua forma mais pura. Enoque viu um grupo de nefilins caçando uma família.
O pai tentou proteger os filhos. Ele pegou uma lança e ficou entre sua família e os gigantes. Os nefilins riram.
Um deles pegou o pai com uma mão e o jogou contra uma pedra. O impacto foi tão forte que o corpo se despedaçou. E então os gigantes pegaram as crianças.
Enoque viu, mas não podia intervir, porque ele estava ali para testemunhar, não para salvar. E cada cena que ele via rasgava a sua alma. Ele chorou.
chorou como nunca havia chorado antes. E Deus, ao seu lado, [música] também sentia a dor, porque Deus amava a humanidade. E ver sua criação sendo destruída por abominações nascidas da rebelião era insuportável.
Mas a jornada de Enoque não terminou na Terra. Deus o levou para [música] um lugar ainda mais terrível, a prisão dos vigilantes. Porque os anjos rebeldes já haviam sido capturados e agora esperavam seu julgamento final.
Enoque desceu à profundezas, um lugar de escuridão [música] absoluta. Não havia luz, não havia som, apenas o vazio. E no meio daquele vazio, presos [música] em correntes de fogo celestial, estavam os vigilantes.
Ele viu Azazel acorrentado, ainda [música] arrogante, ainda desafiador. Azazel olhou para Enoque e riu. Você veio para me [música] julgar, humano.
Você veio em nome daquele que nos criou para servi-lo? Eu não me arrependo. Eu dei à humanidade conhecimento, dei [música] poder, dei liberdade.
O que ele deu? Apenas regras e submissão. Enoque respondeu [música] com firmeza: Você não deu liberdade, você deu destruição.
Seus filhos [música] devoram a criação de Deus. O sangue de milhares está em suas mãos. E você ainda ousa falar de liberdade?
Azazão calou-se porque até ele, em sua arrogância, sabia que Enoque estava certo. Então, Enoque foi levado a Semiasa, o líder dos vigilantes. Semiasa não ria e ele chorava.
Suas lágrimas caíam como chuva pesada. Ele olhou para Enoque sussurrou: "Eu pequei. Eu sei que pequei.
Eu vi o que meus filhos se tornaram. Eu vi a maldade [música] que eles causam. E eu sei que não há perdão para mim.
Mas eu te imploro, Enoque. Pergunte a Deus: "Há perdão para meus filhos? Eles podem ser salvos?
" Enoque olhou para Semiasa com pena, mas a resposta que ele tinha que dar era como uma lâmina. Não, seus filhos não têm almas humanas. Eles são híbridos.
Eles não podem ser redimidos. Eles serão destruídos. [música] Semiasa agitou.
Um grito de angústia tão profundo que fez as correntes de fogo tremerem. E Enoque [música] teve que se afastar, porque a dor era insuportável até para testemunhar. Deus então deu [música] a Enoque uma missão, levar a sentença aos vigilantes.
E Enoque falou com a autoridade [música] de Deus: "Vocês que deixaram o céu para corromper a terra, vocês que ensinaram segredos proibidos à humanidade, vocês que geraram abominações, ouçam a sentença. Vocês serão aprisionados aqui até o julgamento final. Seus filhos, os nefilins, [música] serão destruídos.
Nenhum deles sobreviverá. E quando a terra for purificada, vocês verão o que sua rebelião custou. Os vigilantes gritaram, alguns em fúria, outros em desespero, mas nenhum deles podia escapar.
As correntes eram [música] eternas, a prisão era absoluta. Enoque subiu de volta para a superfície. Ele estava exausto física e emocionalmente, mas sua missão ainda não tinha [música] terminado, porque agora ele tinha que testemunhar a execução da sentença.
Ele tinha que ver o dilúvio. Enquanto isso, na Terra, os nefilins continuavam sua destruição. Eles não sabiam que seus [música] dias estavam contados.
Eles não sabiam que o julgamento já havia sido decretado. Eles continuavam caçando, matando, [música] devorando. Em sua arrogância, eles acreditavam que eram invencíveis.
Mas Deus estava preparando algo, algo que [música] nenhum ser vivo havia visto. Ele estava reunindo as águas, não apenas as águas dos oceanos, mas as águas que estavam acima do céu, armazenadas desde a criação. Águas suficientes para cobrir toda a [música] terra.
águas suficientes para afogar gigantes de 15 m. [música] E Deus escolheu um homem para sobreviver, um homem chamado Noé. Noé era justo.
Ele não se corrompera. Ele não se misturara com a maldade dos nefilins. E Deus falou com Noé: "Construa uma arca, porque eu vou destruir toda a carne, mas você e sua [música] família serão salvos".
Noé obedeceu. Ele começou a construir uma arca gigantesca e as pessoas riam dele. Os nefilins zombavam.
Eles diziam: "Por que você está construindo um barco no meio da terra seca, velho louco? " Noé não respondia. [música] Ele apenas continuava trabalhando porque ele sabia o que estava vendo.
E Enoque do alto observava tudo. Ele via Noé construindo, ele via os nefilins zombando, ele via céu ficando cada vez [música] mais escuro e ele sabia. O fim estava próximo.
A decisão de Deus não foi tomada levemente. Ele não é um tirano que destrói por capricho. Ele é um pai que ama a sua criação.
Mas quando a criação se corrompe a ponto de se autodestruir, [música] o pai tem que intervir. E Deus viu a terra. Ele viu que a maldade [música] do homem era grande, que toda a inclinação dos pensamentos do coração humano [música] era continuamente má.
E ele se arrependeu de ter feito o homem. Isso não significa que Deus cometeu [música] um erro. Significa que a dor que ele sentia ao ver sua criação destruída era insuportável.
Deus reuniu seu conselho celestial. Os arcanjos foram convocados. Miguel, Gabriel, Rafael, Uriel.
Eles se apresentaram diante do trono e Deus [música] declarou: "A terra está corrompida. Os nefilins devem ser destruídos. Os vigilantes já foram aprisionados.
Mas agora eu farei algo que nunca fiz. Eu purificarei a terra com água. Miguel, [música] o guerreiro, perguntou: "E a humanidade, Senhor?
Toda ela será destruída? " Deus respondeu: "Não toda. Há um homem justo, Noé.
Ele e sua família serão salvos. Eles [música] recomeçarão. Eles terão uma nova chance.
Gabriel, o mensageiro, perguntou: "E os nefilims, Senhor, como eles serão destruídos? Eles são fortes? Eles podem [música] nadar?
Eles podem escalar? " Deus respondeu: "Eu enviarei água suficiente para cobrir até as montanhas mais altas. Nenhum ser terreno sobreviverá.
[música] Apenas os que estiverem na arca de Noé viverão. " Rafael, o curador, perguntou: "E depois, Senhor, como a terra será curada? " Deus respondeu: "Eu farei um pacto com Noé.
Eu prometo que nunca mais destruirei a terra com água e eu colocarei meu arco nas nuvens como sinal dessa promessa. " Uriel, o observador, perguntou: "E os espíritos dos nefilims, Senhor? Quando seus corpos morrerem, o que acontecerá com seus espíritos?
" E aqui Deus revelou algo terrível. Os nefilins, por serem híbridos, não têm lugar no céu, nem no Sheol. o lugar dos mortos.
Quando seus corpos forem destruídos, [música] seus espíritos vagarão pela terra. Eles se tornarão demônios. Eles tentarão possuir os humanos.
[música] Eles continuarão causando maldade, mas sem corpo físico. Os arcanjos entenderam: [música] "A batalha contra os nefilins não terminaria com o dilúvio. Ela continuaria de [música] uma forma diferente até o fim dos tempos.
E até hoje essa batalha continua, porque os demônios que atormentam [música] a humanidade são os espíritos dos nefilins destruídos no dilúvio. Deus então ordenou a preparação. As águas do abismo foram [música] convocadas.
O abismo é o grande reservatório de água sobre a terra. A água que estava aprisionada desde a criação. E agora essa água seria libertada.
As fontes do grande abismo se romperiam. As janelas do céu também foram preparadas. Acima do firmamento [música] havia água armazenada, água que nunca havia caído e agora ela cairia por 40 [música] dias e 40 noites.
E Deus ordenou a Miguel: "Vá até Noé, instrua-o a entrar na arca, leve os animais, dois de cada espécie, macho e fêmea, porque eu preservarei a vida na terra". Miguel desceu. Ele apareceu a Noé em uma visão.
Noé, a hora chegou. Entre na arca. Traga sua esposa, seus filhos e as esposas de seus filhos.
Traga os animais, porque em sete dias começará a chover e não parará por 40 dias. Noé obedeceu. Ele reuniu sua família.
Ele começou a trazer os animais, leões, ovelhas, aves, répteis, dois de cada um. E as pessoas que viam riam ainda mais. Elas diziam: "Olhem o velho louco colocando animais no barco.
Ele acha que vai chover. " Mas Noé ignorava. Ele trabalhava.
E quando todos os animais estavam dentro, [música] Noé entrou e Deus, com sua própria mão, fechou a porta [música] da arca. E quando Deus fecha uma porta, ninguém pode abrir. Os nefilins observavam de longe.
Alguns achavam engraçado, outros estavam intrigados. Por que aquele [música] homem velho estava se entrecando num barco gigante? Eles não entendiam e não teriam tempo de entender, porque no sétimo dia algo aconteceu [música] que nunca havia acontecido antes.
O céu ficou negro, não apenas escuro, negro, como se a própria luz estivesse sendo sugada. E então um trovão, não um trovão normal, um trovão que fez toda a terra tremer e as fontes do grande abismo se romperam. Rachaduras se abriram no chão e dessas rachaduras água começou a jorrar.
Não era água comum, era água sob pressão. Água que estava aprisionada por milênios. Ela saiu como explosões, jatos de água de 100 m de altura.
E onde a água tocava, tudo era arrastado. [música] E então começou a chover, mas não era chuva, era uma cachoeira do céu. As janelas do céu se abriram e toda a água que estava acima do firmamento caiu de uma vez.
Era como se o oceano inteiro estivesse caindo sobre a terra. As pessoas começaram a gritar. Elas correram para os lugares altos.
Os nefilins pela primeira vez sentiram medo, porque até eles com toda a sua força, não [música] podiam lutar contra a água. E a arca de Noé começou a flutuar. Lentamente ela se ergueu do chão.
E dentro da arca, Noé e sua família ouviam [música] os gritos lá fora. Gritos de humanos, gritos de nefilins, gritos de desespero. O dilúvio havia começado [música] e não haveria escapatória.
A água subia. Rápido, muito rápido. No primeiro dia, ela já cobria os tornozelos.
No segundo dia, chegava aos joelhos. No terceiro dia já estava na altura da cintura de um homem normal e continuava subindo. As pessoas correram pras colinas.
Famílias inteiras subiram às montanhas. Elas carregavam o que podiam: comida, roupas, crianças. Mas não importava o quão alto eles subissem, a água sempre os alcançava.
Os nefilins também corriam e isso era um espetáculo aterrorizante. Gigantes de 10 m correndo em pânico. Eles usavam sua força para escalar montanhas.
Eles empurravam humanos para fora do caminho. Eles não tinham mais tempo para caçar ou comer. Agora eles também estavam sendo caçados pela água.
Havia um nefilim chamado Ogias. Ele era um dos maiores e mais fortes. Ele decidiu que não fugiria.
Ele ficaria e lutaria. Ele pensou: "Eu sou um gigante. A água não pode me matar".
Oias ficou em pé no meio de um vale e a água veio. Ela bateu em suas pernas. Oias riu.
Isso é tudo? Isso é o julgamento de Deus? Mas a água continuou subindo.
Ela passou dos joelhos, passou da cintura e Ogias começou a sentir algo que nunca havia sentido antes. Medo. Ele tentou caminhar contra a correnteza, mas a força da água era grande demais.
Ele começou a afundar. Ele tentou nadar, mas seu corpo era pesado demais. E então a [música] água cobriu sua cabeça e o Giias, o gigante que matou milhares, morreu afogado.
Outros nefilins tentaram se [música] esconder em cavernas. Eles pensaram: "Se subirmos para as cavernas nas montanhas, a água não nos alcançará". Dezenas de gigantes se espremeram em cavernas, mas eles não entenderam.
A água não parava de subir. [música] Ela entrou nas cavernas e os nefilins ficaram presos. Eles não podiam sair.
Eles gritaram. Eles socaram as paredes, mas era inútil. A água encheu as cavernas e todos morreram afogados, presos na [música] escuridão.
Os humanos também tentavam sobreviver. Havia um homem chamado Lamec. Ele não era parente de Noé.
Ele não havia sido escolhido, mas ele era inteligente. Ele construiu uma jangada pequena. Ele colocou [música] sua família nela e quando a água começou a subir, eles flutuaram.
Por alguns dias funcionou, a jangada flutuava, a família estava viva. Eles viam corpos passando ao redor, [música] corpos de humanos, corpos de animais, até corpos de nefilins flutuando com [música] os rostos para baixo. LMEC pensou: "Talvez sobrevivamos, talvez Deus nos pouco, dia, uma tempestade [música] veio, ondas gigantescas, a jangada foi destruída.
Lamec tentou segurar sua esposa, mas a correnteza o separou. Ele gritou por ela, mas ela desapareceu na água, seus filhos também. E finalmente Lamec.
[música] Ele lutou, ele tentou nadar, mas o cansaço venceu e ele afundou. [música] Havia uma cidade construída no topo de uma montanha, a montanha mais alta da região. As pessoas dessa cidade achavam que estariam seguras.
Elas subiram para o [música] ponto mais alto. Milhares de pessoas se aglomeraram no topo. Elas oraram.
Elas imploraram a Deus. Alguns nefilins também subiram para lá. E pela primeira vez, humanos e nefilins estavam lado a lado.
Ambos com medo, ambos esperando o fim. A água levou dias, mas finalmente chegou ao topo da montanha. As pessoas viram a água subindo, cada vez mais perto.
Elas não tinham para onde ir. Elas se abraçaram. Famílias juntas, amigos juntos, até inimigos se abraçaram, porque no final todos eram iguais diante da morte.
E então a água chegou. Ela engoliu a cidade, ela engoliu as pessoas, ela engoliu os nefilins e em questão de horas não havia mais nada, apenas água. Água por todos os lados.
Os últimos a morrerem foram os nefilins mais altos, aqueles que tinham 15 m de altura. Eles conseguiram manter a cabeça acima da água por mais tempo, mas eventualmente [música] até eles afundaram. Suas bocas se encheram de água, seus pulmões se encheram e eles morreram [música] engasgando, afogando, sozinhos.
Havia um nefilim chamado Aia. Ele era o filho de Azazel. Ele foi um dos últimos a morrer.
Enquanto afundava, ele olhou para cima. Ele viu a superfície da água ficando cada vez mais distante [música] e ele pensou: "Meu pai me disse que éramos deuses, mas até deuses podem morrer". E então, silêncio.
A terra estava coberta de água. Não havia mais gritos, não havia [música] mais luta, apenas água. E no meio de toda aquela água havia [música] uma arca flutuando, balançando suavemente.
Dentro dela oito pessoas: [música] Noé, sua esposa, seus três filhos e suas esposas e os animais. Deus havia [música] destruído o mundo, mas havia preservado a vida. E dentro da arca, Noé chorava.
Ele chorava pelos que morreram. Ele chorava pela terra que foi coberta. Mas ele também agradecia porque Deus o havia salvado.
E ele sabia que tinha uma responsabilidade agora: recomeçar, reconstruir e nunca deixar que o mundo se corrompesse novamente. 40 dias e 40 noites, a chuva [música] caiu sem parar. E quando finalmente parou, a água cobria até as montanhas mais altas.
Toda a terra estava [música] morta, mas dentro da arca havia esperança. 40 dias passaram, [música] a chuva parou, mas a água não baixou. A terra estava completamente coberta.
Era como um oceano infinito, sem terra, sem montanhas, apenas água. E no meio dessa imensidão, uma arca solitária. Dentro da arca, [música] a vida continuava.
Noé e sua família cuidavam dos animais, [música] alimentavam, limpavam. Era um trabalho exaustivo, mas era um trabalho com propósito, [música] porque eles eram os únicos vivos. Noé abria a pequena janela da arca e olhava [música] para fora.
Ele via apenas água, água até o horizonte. Ele sabia [música] que lá embaixo, sob aquela água, estava tudo que ele conhecia, sua antiga casa, suas [música] plantações, as cidades, os corpos, tudo coberto, tudo morto. Os filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé, às vezes conversavam sobre o que viria depois.
[música] Eles perguntavam: "Pai, quando a água vai baixar? Quando poderemos sair? " Noé [música] respondia com honestidade: "Eu não sei, mas Deus nos salvou e ele nos dirá quando for a hora".
Passaram-se meses, [música] 150 dias depois do início do dilúvio, algo aconteceu. Deus enviou um vento, um vento forte que soprou sobre as águas. E as águas começaram a baixar [música] lentamente, muito lentamente, mas baixaram.
Noé sentiu a arca tocar o chão. Não era um toque suave, foi um impacto. A arca havia pousado sobre uma montanha, a montanha de Ararate.
Noé ficou imóvel ouvindo. [música] Os animais também ficaram quietos, como se sentissem que algo havia mudado. Mas a água [música] ainda cobria tudo.
Apenas o topo da montanha estava acima da água e a arca estava pousada ali. Noé esperou mais dias, mais semanas. A água [música] continuava baixando.
Depois de 40 dias, desde que a arca tocou a terra, [música] Noé decidiu fazer um teste. Ele pegou um corvo e o soltou pela janela. [música] O corvo voou.
Ele voou para longe, mas não havia lugar para pousar. [música] Ele voltou pra arca. Noé entendeu.
Ainda não era a hora. Noé esperou mais sete dias e então pegou uma pomba, [música] uma pomba branca e suave. Ele a soltou.
A pomba voou. Ela circulou a arca. Ela procurou por terra, mas não encontrou.
Ela [música] voltou. Noé estendeu a mão e a pomba pousou nela. Ele a colocou de volta dentro.
Noé esperou mais sete dias [música] e então soltou a pomba novamente. Dessa vez a pomba ficou fora o dia inteiro. Noé esperou ansioso e quando o sol começou a se pôr, a pomba voltou e em seu bico [música] havia um ramo de oliveira.
verde, fresco. Noé sorriu. Ele olhou para sua família e disse: "A vida lá fora, a terra está voltando.
" A família de Noé celebrou. Eles [música] riram, eles choraram, eles agradeceram a Deus, porque finalmente, após meses de incerteza, havia [música] esperança. Noé esperou mais sete dias e soltou a pomba pela terceira vez.
Dessa vez a pomba não voltou. Noé entendeu. Ela havia encontrado um lar.
A terra estava [música] seca o suficiente. Noé abriu a cobertura da arca. Ele olhou para fora e o que ele viu era ao mesmo tempo lindo e triste.
As montanhas estavam visíveis, [música] o sol brilhava, o céu estava azul, mas a terra estava vazia. Não havia cidades, não havia árvores, apenas terra e pedras. Deus falou com Noé: [música] "Saia da arca, você, sua família e todos os animais.
povoem novamente a terra, sejam frutíferos e multipliquem-se. Noé obedeceu. Ele abriu a porta da arca e, pela primeira vez, em mais de um ano, ele pisou [música] na terra firme.
Ele caiu de joelhos e beijou o chão. Sua esposa e seus filhos fizeram o mesmo. Eles estavam vivos e a terra estava limpa.
[música] Os animais saíram da arca, leões rugindo, aves voando, répteis [música] rastejando. Eles se espalharam pela terra. E Noé assistia com lágrimas nos olhos, porque era um novo começo.
Noé [música] construiu um altar. Ele pegou alguns dos animais limpos e o sacrificou a Deus. E o cheiro do sacrifício subiu ao céu.
E Deus sentiu o cheiro. E Deus se agradou. Porque Noé, mesmo [música] após tudo o que passou, ainda adorava, ainda confiava.
E Deus fez uma promessa. [música] Ele disse: "Nunca mais amaldiçoarei a terra por causa do homem. Nunca mais destruirei todos os seres vivos como fiz.
Enquanto a terra [música] durar, haverá plantio e colheita, frio e calor, verão e inverno, [música] dia e noite. " E como sinal dessa promessa, Deus colocou um arco nas nuvens, um arco-íris. E ele disse: "Sempre que o arco-íris aparecer, eu me lembrarei da minha promessa [música] e vocês também devem se lembrar".
Noé olhou pro arco-íris. Ele era [música] lindo, cores brilhantes contra o céu azul. E Noé entendeu: [música] Deus era um Deus de julgamento, mas também de misericórdia.
Ele destruiu, [música] mas também preservou. Ele puniu, mas também amou. E assim [música] começou uma nova era, a era pós-dilúvio.
A terra foi repovoada, os filhos de Noé tiveram filhos e esses filhos tiveram filhos e a humanidade se espalhou novamente. Mas a história dos nefilins não terminou completamente, porque Gênesis [música] capítulo 6 versículo 4 diz: "E também depois, depois do dilúvio, os nefilins voltaram, não todos, [música] mas alguns. Golias, o gigante que Davi enfrentou, era descendente dos nefilins.
Og, o rei de Bazã, [música] tinha uma cama de 9 m. Ele era um gigante. Como eles voltaram?
A Bíblia não explica completamente, mas alguns acreditam que a [música] genética dos nefilins sobreviveu, talvez através das esposas dos filhos de Noé, talvez através de outra rebelião angélica menor. Não sabemos ao certo. [música] Mas o que sabemos é isto.
A batalha entre a luz e as trevas nunca terminou. [música] Os nefilins físicos foram destruídos, mas seus espíritos se tornaram demônios. >> [música] >> E até hoje esses demônios tentam destruir a humanidade, não mais com força física, mas [música] com mentiras, tentações e opressão espiritual.
A história dos nefilins é um aviso, [música] um aviso de que quando cruzamos as linhas que Deus estabeleceu, quando buscamos poder que não devemos ter, quando rejeitamos a autoridade divina, há consequências, [música] consequências terríveis. Mas também há uma história de esperança. Porque [música] mesmo quando tudo parece perdido, mesmo quando o mundo está coberto de água, [música] Deus preserva, Deus salva e Deus recomeça.
A história dos nefilins não [música] é apenas história antiga, é uma mensagem para hoje, para você, para mim, para todos nós. Os nefilins eram [música] híbridos, nem completamente angélicos, nem completamente humanos. E por isso [música] eles não tinham lugar.
Eles não pertenciam a lugar nenhum e essa confusão de identidade os tornou monstros. Hoje vivemos em um mundo que também está confuso, um mundo que não sabe mais o que é certo ou errado. Um mundo que mistura luz e trevas, verdade e mentira, bem e mal.
E quando misturamos essas coisas, [música] criamos nossos próprios nefilins, não físicos, mas espirituais e morais. A lição dos vigilantes é clara. Quando buscamos [música] algo que Deus nos proibiu, quando cruzamos as drinhas sagradas, há consequências.
Os vigilantes [música] quiseram ser como Deus. Eles quiseram criar, mas o que eles criaram foi destruição. Hoje [música] a humanidade também quer ser como Deus.
Queremos criar vida em laboratórios. Queremos manipular genética. Queremos controlar a natureza.
E muitas dessas coisas parecem boas na superfície. Mas e se estivermos cruzando [música] linhas que não devemos cruzar? E se estivermos criando nossos próprios nefilins?
A Bíblia nos avisa: há coisas que parecem certas aos olhos do homem, mas o fim delas [música] é a morte. Os vigilantes acharam que estavam trazendo iluminação à humanidade. [música] Azazel achava que estava libertando os humanos.
Mas o que eles trouxeram foi [música] escravidão e morte. A história do dilúvio nos ensina algo profundo. [música] Deus não tolera a corrupção para sempre.
Ele é paciente, ele espera, ele dá [música] chances, mas chega um momento em que a sentença tem que ser executada. [música] E quando Deus julga, ele julga completamente. Mas a história [música] também nos ensina sobre a graça de Deus.
No meio do julgamento, Deus preservou [música] Noé. Por quê? Porque Noé andava com Deus.
Noé não era perfeito, mas ele confiava, [música] ele obedecia e Deus o viu e Deus o salvou. [música] Hoje o mundo está novamente corrompido, não com gigantes físicos, mas com maldade moral, violência, ganância, injustiça e moralidade. [música] E muitas vezes parece que o mal está vencendo.
Parece que os gigantes modernos [música] são invencíveis, mas não são. Assim como Deus destruiu os nefilins, ele também julgará este mundo novamente, não com água, [música] porque ele prometeu que nunca mais usaria água, mas com fogo. A Bíblia diz [música] em segunda Pedro, capítulo 3, céus e a terra que agora existem estão reservados para o fogo, guardados para o dia do juízo.
Mas assim [música] como Deus preservou Noé, ele também oferece salvação hoje. E essa salvação tem um nome, Jesus Cristo. Jesus é a arca moderna.
Ele é o refúgio no meio do julgamento. Assim como Noé entrou na arca e foi salvo, aqueles que entram em Cristo são salvos. A pergunta que você precisa responder hoje é: Você está na arca?
Você está em Cristo? Porque o julgamento está chegando? Não sabemos [música] quando, pode ser amanhã, pode ser em 100 anos, mas está chegando.
E quando chegar, será tarde demais para entrar na arca. Noé pregou por 120 [música] anos. Ele construiu a arca enquanto avisava as pessoas: "Entrem, salvem-se, [música] o julgamento vem".
Mas as pessoas riram, elas zombaram e quando o dilúvio começou, elas bateram na porta da arca. Mas era tarde demais. Deus havia [música] fechado a porta.
Hoje a porta ainda está aberta. Jesus ainda convida. Vinde a mim.
[música] Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo. Mas essa porta não ficará aberta para sempre.
Um dia será fechada [música] e então será tarde demais. Os nefilins eram gigantes, [música] mas eles não puderam resistir ao julgamento de Deus. Os problemas que você enfrenta hoje podem parecer gigantes, [música] podem parecer invencíveis, mas em Cristo você tem acesso ao poder do Deus que destruiu os nefilins, o Deus que cobriu [música] a terra com água, o Deus que criou o universo com uma palavra.
E esse Deus te ama, ele te vê e ele quer te salvar. Não porque você é perfeito, Noé não era perfeito, mas [música] porque ele é misericordioso e porque ele não quer que ninguém se perca. A história dos nefilins nos ensina que o mal nunca vence permanentemente.
[música] Pode parecer que sim. Os nefilins dominaram a terra por gerações, mas no final foram destruídos. Assim será com todo mal.
[música] Deus tem a última palavra. E a última palavra de Deus não é destruição, é restauração. Depois [música] do dilúvio, Deus reconstruiu.
Ele recomeçou. E um dia ele fará isso novamente, mas dessa vez será perfeito. Haverá novos céus e nova terra, e não haverá mais nefilins, [música] não haverá mais maldade, não haverá mais dor.
E aqueles que confiaram em Cristo estarão lá para sempre, em paz, em alegria, em plenitude. Então, o que você vai fazer com essa história? [música] Vai ignorá-la como as pessoas ignoraram Noé ou vai entrar na arca ainda [música] que há tempo?
A escolha é sua, mas o tempo está passando e quando a porta se fechar, não haverá segunda chance. Entre na arca, entre em Cristo e seja salvo. Se este vídeo tocou seu coração, se você sentiu que Deus está falando com você, deixe [música] um comentário dizendo: "Eu entro na arca".
Oreigo agora. Senhor Jesus, eu reconheço que sou pecador. Eu reconheço que [música] não posso me salvar, mas eu creio que tu morreste na cruz por mim.
[música] Eu creio que tu ressuscitaste e eu te aceito como meu Salvador. Entra na minha vida, me [música] transforma, me salva. Amém.
Se você fez essa oração, bem-vindo à família de Deus, bem-vindo à arca. Você [música] está seguro agora e nada, absolutamente nada, pode te separar do amor de [música] Cristo. Se você gostou deste vídeo, se ele te impactou, ajude outras pessoas a verem.
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Deus te abençoe. Até o próximo vídeo. E lembre-se, os gigantes caíram, mas a promessa de Deus permanece para sempre.