Então vamos que vamos. Tá funcionando o som de vocês aí? Ver se vocês conseguem. Conseguem? Então tá muito bom. >> Então tá muito bom. Vamos que vamos. Então então hoje pessoal nós vamos falar da carência. Tem um um uma emoção, né? Muito importante para nós que nos balança um pouquinho no nosso dia a dia. Então vamos conversar bastante, tá bom? Vamos compartilhar Para vocês aqui. Compartilhando. Compartilhou? >> Sim, >> apareceu para vocês? Então tá bom. Então vocês estão aqui. Perfeito. O chat tá aqui. Perfeito. Tá muito bom. Então vamos lá. Então carência o vazio que
te distancia da vida. Então a gente vai falar de novo da vida, né? Onde a gente vai focar bastante, tá? Então, só lembrando vocês que amanhã A gente inicia o curso nível 1 de HQI. Para quem não fez ainda é oportunidade, é o último do ano, combinado? Então não deixem pro ano que vem. Quem não pratica homeostas quântica, dá um jeitinho de entrar nesse curso. Vamos iniciar ele amanhã, OK? São cinco dias de aula, sempre de quinta-feira, então são cinco quintas-feiras, tá? No mínimo cinco dias, de vez em quando precisa de uma aulinha a mais.
Aí quando precisar a gente faz, tá bom? Então vamos iniciar Amanhã no curso nível um e vocês aprendem todo o método da HQI, todo sete passos, tá bom? O curso é possilado, possía, tem mais de 100 páginas, é um curso que vai mudar a vida de vocês aí. OK? Então, só para ficar o recadinho, quem quiser participar e não fez a inscrição ainda, só mandar o WhatsApp desse número aqui, ó, 997926831. Avisados, combinado? >> Então, vamos que vamos. Então, vamos falar da carência hoje, pessoal. Aparência é um dos pilares aí das compulsões, né? Hoje a
gente não vai falar de compulsão, mas vamos falar desse pilar que é muito importante. Sim, às vezes a gente imagina ou pensa, né, ou reflete que a carência é a falta de amor, né? Então a gente vai observar hoje que a carência é a falta, isso tá certo, mas não necessariamente a falta de amor. OK? Porque hoje a gente vai ter que trazer um pouquinho dessa aula também, Que a gente já falou em várias outras do julgamento, quando a gente julga o outro. Então, porque às vezes acontece assim, ó, Carlos, eu tenho uma carência de
pai porque meu pai trabalhava muito e não ficava comigo. Você é uma falta da companhia do pai. Perfeito. Não, mas meu pai não ficava comigo porque ele não me amava. Aí já é um raciocínio seu, aí já é uma crença sua, Aí já é uma informação sua. Quando você determina que o pai não te amava, aí é uma informação sua, não é carência, aí já é um desequilíbrio. A carência que você tem é a falta da presença do pai, mas não a falta do amor do pai, né? Por que que a gente observa que isso
é uma crença? Porque isso já é uma observação criada pela sua consciência. Como eu sei a diferença, Carlos? >> Exemplo, ó, Carlos, meu pai trabalhava Muito, ele não ficava comigo, porém ele não me amava, não necessariamente. Às vezes ele trabalhava muito que era a maneira que ele tinha de te amar, a maneira que ele observava, OK? É o que ele conseguiu fazer. Às vezes o pai conseguiu amar. A maneira do pai amar era trabalhar muito, dar um estudo bom pro filho, pôr no colégio particular. Para isso ele precisou, ele observava que era necessário trabalhar, mas
não necessariamente que ele não te Amava. >> Posso citar um caso e fazer essa essa comparação? >> Pode. Lógico. >> É assim, é pessoal, tá? Eh, no caso, eu não consegui conviver com o meu pai. Ele ficou afastado o tempo todo da minha vida. Hoje ele já é falecido, né? Mais de 20 anos. Mas minha infância e adolescência, início da da fase adulta, eu não tive ele, >> OK? >> Eh, presente, né? >> Eh, o pouco tempo que a gente conviveu, ele sempre foi assim, de uma certa forma, da maneira dele, afetuoso. Então, assim, eh,
ele não foi presente, mas não significa que ele não me amasse. >> Isso, perfeito. Eu só não entendi uma palavra. No pouco tempo que você passou com ele, ele foi >> afetuoso. >> Afetuoso. >> Isso. >> Perfeito. Perfeito. Que necessariamente significa que ele não que ele não não que ele não te amava, mas você tem a carência do pai. OK? Então a gente tem que observar que a carência é a falta, não necessariamente a falta de amor. Que aqui às vezes a gente se confunde um pouquinho. >> Sim. >> Tá. Porque quando eu determino, Carlos,
mas meu pai me abandonou quando Era pequeno. Bem, não tô falando que se é certo ou é errado, mas aí é um julgamento. E aí que a gente vai ter que trabalhar o nosso amor incondicional. Informações a consciência dele fez ele abandonar. OK. Mas quando eu observo que ele não me amava, digamos assim, tô pondo palavras na boca do outro, isso vai me machucar mais ainda. Então eu posso trabalhar essa crença. >> Ô Carlos, >> buraco da carência. OK. Mas a carência Da presença do pai, ok, mas eu não posso já pôr força nesse pai
não amava ou mãe não amava ou fulano não amava. Sim, combinado? Pode falar >> sim, pode falar. Quando o pai não assume, não assume em forma nenhuma, eh, quer dizer, foi o meu caso. Aí eu eu falo assim que ele não gostou de mim, nunca nunca me assumiu, nem conheço. >> Então, o que é difícil até para eu falar que sentimento, entendeu? Sim, por >> eu entendo, eu entendo. Mas olha só, Percebe que aqui >> eu sei que é difícil, que dói, >> que dói a falta esse buraco, mas a gente tem que observar assim,
ó. >> Hum. >> Pode ter conseguido te amar da maneira que você esperar. >> Ah, tá. Faz toda a diferença, né, cara? por algum motivo ele não conseguiu. A inform dele não tinha informações para amar >> uma criança ou para estar próxima ou Para colher uma. >> Sim. Mas determinar que ele não amou, eu me é muito eu me firo. E às vezes não é verdade, >> até porque a gente não tem como saber o sentimento do outro, né, Carlos? Isso que está na consciência do outro. É, no meu caso, >> no meu caso foi
assim também. O meu pai não assumiu a gestação da minha mãe, só que a informação que eu trouxe para mim é de que não é comigo. Ele não me Conheceu, não tinha como ele me amar. Ele nem me conheceu. Ele nem se deu essa chance. Então eu nunca senti que ele não me amou. Eu senti que ele não me conheceu. >> OK. Perfeito. Então isso, exatamente isso. Eu tenho uma falta da cura do pai. >> É. Essa aí é objetivo, hein? Ótimo. >> Obrigada. Tá, eu sei que essa outra táada, tá ruim escutar isso, hein?
Eu sei. >> Ou escondo, >> né? É ruim escutar isso. Eu sei porque muitas pessoas basearam a história da vida dela nessa falta de amor, mas aí já é uma criação sua, hein? Porque no fundo, pessoal, >> eu nunca vou saber, >> não pode ligar com abato. >> Só vou silenciar aqui, ó. No fundo, eu não conheço as informações da consciência do meu pai, nem da minha mãe. Eu conheço o que eu observo, eu Conheço o que eles falam. No fundo, no fundo, no fundo. Não sei se o pai abandonou a mim ou abandonou a
mãe. OK. E mas vai tudo da maneira que eu observo. Então, olha lá. A carência é o eco do amor que você não sentiu e que ainda insiste em pedir para ser visto. Então, olha só, a carência é o eco do amor que você não sentiu. Não necessariamente que não te enviado esse Amor. Eu posso amar meu filho, ele pode não sentir que eu amo. Depois a gente vai olhar um pouquinho mais para frente o porquê disso. Tem hora que a gente condiciona o amor, mas eu amo meu filho da maneira que eu consigo. Certo
ou não, não sei se vai ser bom para ele ou não, não sei. Vou fazer o meu melhor. Mas o meu melhor não é perfeito. Eu nem vou tentar fazer perfeito, porque o perfeito não existe. Ou é perfeito para um, não é perfeito pro outro. Então, pra gente observar um pouquinho, a carência é falta, não necessariamente do amor. Não dá. Então vamos aprofundar um pouquinho aqui, ó. Quantas vezes você percebeu tentando ser suficiente para alguém? Então vamos imaginar que a carência é a falta. Isso tá correto? A carência é um buraco. E a gente vai
tentar preencher esse buraco. Só que muitas vezes a gente preenche da maneira errada. E aí que começa todos os exequilíbos. Quantas vezes você se percebeu tentando ser suficiente para alguém? Então vocês aqui vão começar a observar, ó. Se eu tento ser suficiente para alguém, já é o indício que eu tenho carência na minha consciência. Se eu tô tentando ser suficiente para alguém, aí já é o indício que a carência tá na minha consciência, tá no meu Radar. Carlos? Podemos dizer que todo mundo tem um pouquinho de carência? Acho que até podemos. O problema é o
acúmulo dessa carência. He? O que eu faço com essa carência? Se eu vou potencializar ou não. Quem? Posso receber carência lá no útero da mãe? Posso. Eu acho que posso, né? Da mãe, do pai, do de irmãos mais velhos. Posso receber essa carência Já. E posso receber a carência da mãe que na gestação, querendo ou não, a mulher fica meio que em segundo plano, não é assim? O foco dela é garantir aquela vida, não é? Às vezes para de se cuidar, às vezes não consegue se cuidar. Na nos primeiros meses de vida ali, a mãe,
a mulher fica meio que sugada, né? Ali ela pode se sentir carente, a criança já começar a receber, pode, mas Aí vai. Que que eu vou fazer com isso? Eu vou nutrir isso? Eu vou alimentar essa carência ou não? Sim. Quantas vezes você percebeu? Quantas vezes você se percebeu tentando ser suficiente para alguém? Tentando agradar, provar, conquistar o que já deveria ser natural. A carência não é a falta de amor, é o amor aprisionado congelado em uma memória que ainda não em uma memória que ainda pede Reconhecimento. Então, comecem a se questionar, pessoal. Quantas vezes
vocês tentaram agradar alguém, conquistar alguém, provar algo a alguém. Isso são todos movimentos de carência, né? Todos os movimentos de carência. O que dentro de você ainda busca o olhar do outro para se sentir completo? Que área da sua vida você busca o olhar do outro para se sentir completo? Porque se você busca o olhar do outro, Você é carente, você não se completa. Agora eu vou falar uma coisa que talvez assuste, talvez se eu tivesse presencialmente vocês iam me bater. Se eu me amo, ninguém precisa me amar. Se eu me amo verdadeiramente, ninguém precisa
me amar. Eu não vou esperar o amor de ninguém porque o meu amor me complet. Não é isso, >> Carlos? >> Car, mas eu não me sinto amado. Se você não se sente amado, porque você não se ama? Pode falar. >> O que seria buscar o olhar do outro? >> Buscar o amor no outro? Buscar ser visto. Sabe aquela coisa assim? Criança faz muito isso, né? Mãe, olha aqui. Mãe, olha o que eu vou fazer. Mãe, olha o que eu vou fazer. Mãe, olha que Olha o que o que eu vou fazer. Se a criança
quer que Essa essa mãe olhe para ela, >> já é um indício de carência. >> A outra criança pega e faz. Não necessariamente ficar pedindo pra mãe, pro pai, pro irmão, olhando. Ou quando eu faço algo no trabalho, fico esperando o elogio, fico esperando que todos veem o que eu tô fazendo. Ou eu chego em casa, falo assim: "Nossa, amor, hoje trabalhei muito." A esposa já sabe que você trabalhou muito. Se ela Confia em você, ela sabe que você sai às 6, que você às 6 da manhã você sai, você volta às 6 da noite.
Então você trabalha muito. Por que que você chega e verbaliza? Nossa, amor, trabalhei muito. Todo mundo sabe que você trabalha muito. Você tá querendo serviço, você tá querendo amor, coitadinho, tá cansado. >> Pode falar. Mas por que que quando a gente não age assim, as pessoas cobram da gente dizendo que a gente é, uns Chamam de orgulhoso, outros chamam de impetuoso, porque você é uma pessoa que nunca eh se expressa dessa maneira querendo chamar atenção. Você tá sempre assim centrado que o que você faz, se agradou bem, se não agradou você fez aquilo, você deu
o seu melhor, fez o que era para ter para ter sido feito. E por que que as pessoas então cobra da gente também essa posição de ter que ficar eh se se justificando ou pedindo atenção? >> Uma das hipóteses, porque esse Posicionamento pode incomodar a outra pessoa, porque ele queria ser assim. Isso pode incomodar o outro. >> E aí eles eles acabam olhando com um olhar negativo no sentido de falar que é ou impetuoso ou orgulhoso ou arrogante. >> Perfeito. Perfeito. Isso acontece muito nos relacionamentos. Olha, esse exemplo eu sempre dou. Vamos imaginar aqui que
a mulher tá equilibrada, o marido não está equilibrado. Ela tá bem, ele tá sofrendo. Ele tá aqui Embaixo, sofrendo. Ela tá OK. Esse marido, ele vai ter duas escolhas a fazer. Ou ele arregaçar a manga, se trabalhar para equilibrar e chegar no equilíbrio da esposa. Não chegar no equilíbrio, mas ficar bem igual a esposa tá, ficar feliz igual a esposa. Só que isso dá um trabalhinho. Isso é autoobservação, autoconhecimento, autocuidado. Ou até mesmo inconscientemente ele vai tentar derrubar essa esposa para cá. Ele vai tentar fazer essa pessoa sofrer, porque daí os dois estão sofrendo, tá
tudo bem. Então, o equilíbrio de um pode incomodar o desequilíbrio do outro, pode. >> E isso as pessoas podem fazer tanto conscientemente quando como inconsciente de tentar derrubar para que você fique no mesma na mesma energia ou na mesma no mesmo patamar. >> Sim, porque daí todos sofrem. Então sofrer é normal. >> Já ouv, ó, um exemplo, >> um exemplo bem maluco aqui, ó. Já ouviram falar assim: "Quem ganha dinheiro é ladrão". Já ouviram isso? Já >> isso é inveja porque não necessariamente quem ganha dinheiro é ladrão. Só que se eu não ganho dinheiro, eu
vou querer >> derrubar o outro, porque o outro tá me incomodando. Ó, ele ganhou dinheiro. Eu não, eu sou fraco. Ele é forte, então Vou ter que derrubar ele. Ele, ele é ladrão. Ele ganha dinheiro porque ele é ladrão. >> Começa a dar uma fama pra pessoa. >> Isso. Fulano tá equilibradinho porque ele é maluco. Ele vive no mundo da lua, ele não tá nem aí com nada. Já ouviram isso? >> Eu não, a pessoa só tá feliz. >> Ele só não se preocupa, porque >> se eu confio na vida, eu não vou me preocupar.
Enquanto isso, o outro tá preocupado. Quem é preocupado vai olhar para mim e falar: "O Carlos é deslechado. Carlos é bom vivão. Carlos vive no mundo da lua, como é que ele não tá preocupado? O Carlos só confia na vida, porque o Carlos já aprendeu que não dá para controlar. A gente não consegue ter o controle. Ah, voltamos no tema controle. Então, se eu não tenho controle, eu tenho que confiar Na vida, em Deus, o universo, na fonte criadora. Cada um põe o nome, mas a gente tem que confiar. Se a gente não confiar, pessoal,
não dá para viver. Concord a gente não controla, então nos resta confio. Pode falar, Márcia. Eu vejo um pouquinho. Tá me ouvindo agora? >> Tô, tô. >> Eh, eu vejo um pouquinho diferente essa questão que você colocou de o marido, quando eu comece marido chega em casa, Nossa, trabalhei muito hoje. Eh, eu eu vejo assim, eh, a título de conversa, sabe? Eh, você chegar em casa, conversar com sua esposa, e dizer que você, ela sabe que você trabalhou bastante, ela sabe que você é uma trabalhadora, etc, etc. Mas assim, eu acho que mais a título
assim de ter uma uma interação, sabe? Conversar com outra pessoa, hã, contar para ela como foi o dia. E não necessariamente isso significa que seja uma carência. Eu vejo assim que nem tudo É porque é carente. Eu acho que a gente, se a gente vive num relacionamento independente do nível, pai, mãe, marido, etc., eh, chega em casa ou quer conversar com outra pessoa, vai contar sobre o seu dia, o que passou. Eh, porque quer ou não, nós vivemos num mundo onde eh somos animais sociáveis, certo? Então, se a gente vive numa sociedade, a gente vai
interagir. >> Então, eu acho que essa interação a Gente não pode tomar como tudo ser uma carência, tudo ser uma deficiência emocional, sabe? Eu acho que tem que haver um equilíbrio aí, tem que prestar atenção nisso, >> né? a gente não confundir de repente esse esse lado assim de interagir, de ter um bom convívio com com a outra pessoa, com uma carência, senão daqui a pouco cada um vai viver isolado e a gente não é uma ilha, né? >> Mas o que eu quero dizer assim, ó, sabe Aquela pessoa que todo dia que chega em
casa fala que trabalhou muito? >> Sim. Todo dia já é uma carência, diferente de um diálogo. Ó, hoje o dia foi corrido, hoje eu trabalhei mais do que o normal, mas não é uma coisa, todo dia que eu chego fico pontuando que eu trabalhei muito, trabalhei muito. Aí eu tô querendo que o outro veja isso. >> E tá querendo chamar atenção para alguma coisa. >> Isso. >> Ah, vou dar um exemplo em casa. Eu chego em casa hoje, a Juliana tá o quê? O esqueleto. Por quê? Porque ela tá numa correria diária, mas não necessariamente
ela verbaliza todo dia que ela tá cansada. Tá na cara que ela tá cansada. >> Sim. >> É o mais que óbvio que que ela tá cansada. A criança é pequena, não para, cola o dia inteiro. OK. Mas não necessariamente todo dia ela verbaliza. Tô cansada. Tô cansado. Tô cansado. >> Uhum. >> Tá. Então o o o que a Márcia falou é observar sempre o equilíbrio. Cara, todo dia eu tô buscando o acolhimento do outro. Todo dia eu tô buscando a atenção do outro. Ah, isso é uma cara, combinado? Mas é importante a gente observar
isso aqui. E tudo vai. Quando eu verbalizo algo nesse eu tô cansado, o que o outro tá escutando não É só a minha voz. Eu tô cansado. Eu tô colocando toda a minha informação naquele tom de voz. Eu tô emaranhando minha consciência, que é a consciência do outro. E não necessariamente ele vai entender o que eu falei, ele vai entender o que eu realmente tô tentando falar. Porque antes da antes da gente se comunicar, nossas consciências já estão se comunicando. Então, não necessariamente eu preciso falar que eu tô cansado. Quem tá Emaranhado comigo já tá
sentindo que eu tô cansado. Mas tudo vai de como eu tô colocando aqui, do peso que eu tô pondo aqui. >> Professor, boa noite, professor. Sim, >> que aí essa questão que o professor tá colocando eh dessa repetitividade, a forma como ela é feita, nós vamos cair nessa primeira questão, né? Quantas vezes você se percebeu tentando ser suficiente para alguém? Eu acho que Quando você entra nessa vibe aí de todo dia querendo mostrar essa coisa, aí justamente a gente entra, então tô querendo me mostrar ser suficiente pro outro, entendeu? Eu acho que aí a gente
cai nessa questão, >> seria mais ou menos, né? Perfeito. >> Obrigado. >> Exemplo, não tem aquelas pessoas que todo mundo que todo mundo não, que todo dia precisa escutar que é amada. Eu preciso falar todo dia pra esposa que Eu amo ela. Não preciso. Mas tem aquela pessoa que todo dia ou ela vai, aquela pessoa que fala assim: "Fulano, eu te amo". Só para escutar a resposta, eu também. Já mostra a carência. Não preciso afirmar todo dia que eu amo alguém. Percebe? Todo dia tem que falar que eu te amo, senão já vira a cara,
senão já briga. Aí tá mostando carência. >> Você não me ama mais. >> Isso. Perfeito. Agora nunca fala que ama. Aí é o outro, o outro extremo buscar o equilíbrio. Ok, perfeito. Exatamente isso. Tá muito bom. Deixa eu ver o chat aqui. O áudio. OK. Tá OK. Carlos, eh, o que quis dizer com o amor aprisionado? Podem dar exemplo. Vamos dar exemplo, pessoal. Amor aprisionado que significa o quê? O amor já tem, você só não tá sentindo. O amor já existe. Vocês vão ver lá na frente da onde é a fonte desse amor. Na realidade
vai ser você mesmo. Você tá aprisionando o seu próprio amor. Por isso que você tá buscando no outro, porque o seu você aprendeu. Ó, quem ganha dinheiro, quem ganha dinheiro é criança. Adulto faz dinheiro. Ok. Ok. Então tá. Tem mais aqui mesma situação na na dor. Exatamente. Ó, a mesma situação na dor. Não tem aquela pessoa que todo dia Reclama que tá doente, que tá com dor. Todo dia tá com dor. A minha avó era assim. Minha avó ouvia aí. Aí, vó, tá boa? Tô com dor. Vó, tá boa? Tô com dor. Até o dia
que eu já parei de perguntar se ela tava boa, que já sabia que ela tava com dor. Ah, você não fala com a avó? Não, eu falo, eu já sei a resposta. fazer dor. Então, já sei, né? Quer afirmar que todo dia, só que todo dia que ela fala que ela tá com Dor, que que ela tá fazendo? Reafirmando, enraizando essa dor na consciência dela. A dor vai aumentar. A dor vai aumentar. OK. Vai ter mais aqui. Ok. Muito bom. Ó, tem uma prima que sempre que pode fala que acorda às 5 da Ó, tem
uma prima que sempre que pode fala que acorda 5 da madrugada, mas sinto que não é uma fala com alegria, mas o sentido, olha, eu Trabalho muito. Isso, ó, percebe? Todo dia a prima fala ou sempre que tem uma oportunidade a prima fala que acorda cinco, tá buscando atenção do outro. Aqui é um indício de carência. OK? Ninguém te perguntou, você não precisa ficar verbalizando a hora que você acorda. Exatamente isso. Vamos dar um passinho aqui, então, ó. Pergunta para vocês irem refletindo. Quem dentro de você ainda busca o olhar do outro para se sentir
Completo? Deixa eu ver se eu pulei alguma pergunta aqui. Acho que eu pulei no começo. Não, deixa eu ver. E foi, foi, foi. Eu acho que eu não pulei. Deixa eu ver a última aqui, ó. Antes eu tinha, ó, antes eu tinha uma necessidade grande de ajudar as pessoas. Se tinha duas mulheres conversando, eu entrava na conversa para ajudar no que elas estavam falando. E às vezes elas nem estavam pedindo conselhos, mas eu gostava de Entrar nas conversas para ajudar. Percebe? Não é equilibrado. >> A gente quer se sentir útil, né, Carlos? Eu acho que
essa carência leva a isso, né? eh eh essa necessidade, entre aspas, aqui de se sentir útil, na verdade é isso, é uma carência. Então, a gente vai se colocando como útil, as pessoas vão dar atenção, >> né? Vão vão vão chamar, vão conversar, vão. >> Mas é essa a nossa carência, né? >> Perfeito. Tem gente que usa o pouco que tem para ajudar o outro. Não é que ele divide o pouco que tem ou uma porcentagem do pouco que tem, ele doa tudo pro outro. Uhum. >> Ele quer ajudar qualquer também é desequilo. Tudo que
é demais tem desequilo. E muitas vezes vindo dessa carência. OK. Vamos dar um passito a mais aqui. Então, a carência nasce quando o amor se transforma em condição. Aqui já deixou de ser amar e aqui o amor virou uma moeda, hein, Carlos? O relacionamento é uma troca. Sim. relacionamento é uma troca, mas o amor não é a moeda. Então, a carência nasce quando o amor se transforma em condição. Vamos lá. Na infância você aprendeu que precisava merecer amor. Aqui tá a carência. Você aprendeu que precisava merecer o amor. Precisava tirar boa nota, ser bonzinho, ser
forte, não dar trabalho. Já escutaram isso ou não? >> Já, >> né? Papai Noel chegando aí. Papai Noel só chega para quem para quem é bonzinho, não é isso? Então, Papai Noel só ama quem é bonzinho, porque ele dá presente. A criança observa o presente com amor. Então, olha lá, na infância você Aprendeu que precisava merecer amor. Precisava tirar nota boa, ser bonzinho, ser forte, não dar trabalho e fez tudo isso, mas mesmo assim não foi visto. O amor que era para ser livre virou busca. Agora a gente começa a buscar o amor. Já ouviram?
Assim, filho, se você ama a mãe, estuda bastante. Condicionou a mãe. Agora ele não estuda mais para ele. Ele estuda para buscar o amor da mãe. Vulga, Esse estudo não vai ser bom para ele. Ele não vai gostar dessa escola porque ele não estuda para ele, ele estuda pra mãe. Aqui já começamos condicionar o amor. O amor que era para ser livre virou busca e uma busca constante por aprovação, por reconhecimento, por um olhar que dissesse: "Eu te vejo, você é suficiente". Então você busca a aprovação do outro, você busca o reconhecimento do outro, Você
busca a provação do filho, você busca o reconhecimento do filho, é carente. São indícios da carência, percebe? Tô sempre buscando no outro, porque eu não me amo, eu não me aprovao, eu não confio em mim, eu preciso do outro. Às vezes o outro dá, às vezes o outro não dá. >> Sim, pode falar. Quando eu busco não necessariamente um Elogio, mas um incentivo, uma confirmação daquilo que eu fiz, que está OK, que que foi legal ou que foi certo, que foi correto, eu também estou sendo carente? >> Sim, sim. Porque se eu fiz o meu
melhor, eu não preciso da aprovação do eu não preciso buscar a aprovação do Mas aqui, pessoal, se eu tô aprend, vamos lá, tô aprendendo fazer algo novo, eu fiz e pedi pro outro corrigir, isso é Uma coisa. Isso é uma coisa. Primeira vez que eu subi, sei lá, um exemplo tonto aqui. Primeira vez que eu subi numa numa bicicleta. Eu posso virar pro pai e falar: "Pai, eu eu andei certo de bicicleta?" "Ah, andou. Não, arruma aqui, arruma ali." Agora eu já sei andar de bicicleta. Não preciso mais questionar se eu tô andando certo ou
não. Aí é o equilíbrio. Agora a gente tem que pesar. Se eu tô aprendendo algo novo, eu vou buscar uma confirmação se eu tô fazendo certa, isso é uma coisa. Agora eu já sei fazer. Eu já faço isso, mas mesmo assim eu vou sempre querer confirmar se tá correto, se tá certo. Aí eu tô buscando ação. >> E quando a gente tem a certeza que fez o melhor, que fez correto, que fez o certo e e vem o outro e te desmonta. >> Hum. >> Aí que que eu vou fazer? >> Se o outro me
desmontou, eu vou eliminar o que eu gerei. E aí eu vou me questionar, eu fiz certo? Fiz. Eu fiz o meu melhor. Fiz. Então, desculpa a palavra, dane a opinião do outro, porque aí o desequilíbrio é do outro, não é mesmo? Aí o desequilíbrio é do outro, não é mesmo? >> Isso acontece muito, principalmente se a gente convive com narcisistas, né? >> Sim. >> O narcisistas nunca tá bom. >> Sim. Vou dar um >> melhor que você >> minha mãe queria 10. Na minha consciência, qual é a média? É seis. Seis. Tá ótimo. Na minha
consciência era assim. A média para passar de ano é quanto? Seis. Seis. Então eu vou estudar para seis e o resto eu vou brincar. Eu não nasci para tirar 10. Qual é a regra aqui? É seis. É seis. Então estudo Para cim. OK. Estudo para cima. Um dia meu filho chegou com com uma prova dele. A média do colégio dele era cinco. Ele chegou com uma prova com cinco perguntas. respondidas e ele tirou cinco. Fetor as outras cinco, pai, a média é cinco. Eu só precisava de cinco. Eu respondi cinco perguntas, tinha certeza que tava
certo, entreguei a prova e fui jogar bola. O raciocínio dele tá certo? Era a última prova do ano. Ele só precisava de cinco. Ele respondeu cinco perguntas, entregou a prova e foi embora. Mas é se a avó dele visse isso era um dia de sermão. A vóia querer as 10 perguntas respondidas e ele não tá nem aí. A média é cinco. É cinco. Então cumpri. >> Uhum. >> Agora se eu busco a validação do outro e Se o outro mesmo eu fazendo bem feito, pro outro não tá bom, o desequilíbrio é do outro. Aí eu
vou me questionar por que que eu tô me incomodando com o desequilíbrio do outro. Se eu eu fiz o meu melhor, fiz. Tá bom. Aí seria o caso da culpa, da injustiça, >> da culpa, da injustiça, do controle, do querer agradar. Porque se eu quero agradar o outro, aí que eu vou me preocupar. Agora, meu objetivo não é agradar ninguém, É amar, não agradar. Não necessariamente amar e agradar. Fulano, eu fiz certinho, fiz o meu melhor aqui. Bom, agora, se a cobrança do outro me incomodou, eu vou ter que entrar na minha consciência e eliminar
o que o negativo que a cobrança do outro tá gerando. E eu vou ter que trabalhar os condicionamentos e me incomodar com a cobrança do outro. >> Por que se eu fiz o que eu tinha que fazer? >> Pode falar, >> ô Carlos. E quando a gente vê a situação assim, no caso eu vejo, sempre vi, né? Eu esperar escutar das pessoas assim: "Sou contigo independente de qualquer coisa". É quando as pessoas tá com você até embaixo d'água, dando certo ou dando errado, eh dando positivo ou negativo, mas que eh seja um cúmplice. Mas você
vê muita, eu vejo muita fraqueza, muita covardia. É, se enquanto tá dando certo, tá todo mundo unido. Se não deu certo Começa todo mundo se esparramar. E isso costuma me irritar muito. E eu vê isso de uma forma que me irrita mesmo, me causa um desconforto, uma irritação muito grande. O isso tá onde? O que que isso tem de errado? >> Na expectativa que você pôs no outro. >> Então, nunca se deve ter expectativa no outro. >> Nunca se deve, porque o outro é outra consciência. Porque se eu falar assim, eu tô contigo até embaixo
da água. >> Eu não vou ferir minha essência para est ao seu lado. Se você fizer algo que não vai de acordo com a minha essência, eu não vou te julgar, mas eu não preciso acolher o que eu não acho que é legal. Eu respeito, mas não acudo. Agora, se eu falo que eu tô com você até embaixo da água, eu tô gerando uma expectativa falsa em você. Mas quando as pessoas ficam até o ponto de está dando certo e depois abandona o barco, isso é uma atitude, não é uma Atitude covarde, >> uma atitude
desleal. Aí você vai se sentir usada, manipulada. Agora, se você for uma pessoa segura e equilibrada, você nem vai esperar que ela fique do seu lado. Você não precisa que ela fique do seu lado, >> tá? Então, realmente, nunca ter expectativa no outro. Isso. >> Essa é a melhor forma. >> Melhor forma. >> Muito >> grata. Você vai, cada um olhando para você, Carlos, mas isso é muito individualista, pessoal. Mas é o que é a nossa consciência, a nossa informação. Não posso colocar minha expectativa no outro, senão vai doer. Porque é o que ela falou,
o outro vai estar comigo até quando for bom para ele, na maioria dos casos. Agora, se eu não coloquei essa expectativa em cima, tá tudo bem. O problema é expectativa que a gente coloca, OK? Deixa eu ver se eu andei o slide errado aqui. Pera aí, já vou abrir já. Pera aí. Aqui foi. Vamos lá, ó. Só, só vou reler aqui. Deixa eu ver se aqui tá certo. A carência ou eco. Foi e foi. Tá aqui. OK. Na infância você aprendeu que precisava merecer amor. Precisava tirar boa nota, ser bonzinha, ser forte, não dar Trabalho
e fez tudo isso. Mesmo assim não foi visto. O amor que era para ser livre virou busca, uma busca constante por aprovação, por reconhecimento, por um olhar que dissesse: "Eu te vejo, você é suficiente". Mas essa busca nunca se completa, porque o olhar que você procura é olhar do outro e não o seu. Por que que você busca o amor do outro que você não tá se emando. Por que você busca a aprovação do outro? Porque você não tá se aprovando. Você é suficiente para você. Deixa eu ver no chat aqui. Pera aí. Não deixar
ninguém sem resposta. Tem uma prima. OK. Antes eu tinha uma, ó, antes eu tinha uma necessidade grande de ajudar as pessoas. Ah, aqui foi já. Perfeito. Ó, eu era muito assim, verdadeira carência. Isso. Exatamente. Ó, perfeito. Legal. Percebe? Ó, aqui, pessoal, é um uma fala de quem pratica a HQ. É começar a praticar e a sua consciência começa a Mudar. Aí você começa a olhar e buscar em você. Isso é preciso. Pode falar, Solange. Desculpa, Rob agora del Carlos, mas isso tudo é muito inconsciente, né? >> Sim. Isso. >> Isso tudo que a gente faz
é inconsciente, né? >> Como é que eu vou, como é que eu vou saber se eu tô fazendo ou não? começando Começar a prestar atenção no meu dia a dia, começar a prestar atenção no quais as minhas palavras, o que que eu verbalizo, o que que eu penso, o que que eu falo. E aí a gente vai começar a entender que tem carência aqui dentro. Pode ser que sim, pode ser que não. E aí começar a entender esse vazio que eu tô carregando há 40 anos, eu tô carregando porque é um vazio meu, eu tô
tentando preencher com o do outro, por isso que eu não tô Preenchendo. Então agora é hora de olhar para mim. Tá, entendi. >> E quando vocês começarem a olhar para dentro, pessoal, vocês vão perceber que tem algumas coisinhas que talvez você não tá pronto para ver. Vai chegar um dia, você vai ver, porque aí sua consciência vai entendendo o que você tá fazendo e ela vai trazendo para você. Tem muito bom. Vamos dar um passinho a mais aqui. Então, esse é o grande Problema. Mas essa busca nunca se completa, porque o olhar que você procura
é o olhar do outro e não Senhor. Carlos, eu fiz bem feito e tô me incomodando porque o outro não gostou do problema do outro. Isso é um desequilíbrio do outro. >> Ô Carlos, outro. >> Desculpa interromper. O que que você quer dizer? O que que você quer dizer quando eu falar não está pronto? Não está pronto. >> Exemplo, ó, vou dar um exemplo que a gente teve em um atendimento hoje. A pessoa fala assim: "Carlo, sabe por que que eu controlo? Porque eu tenho medo. É, mas por que que eu nunca vi isso antes?
Porque eu não tava pronto para ver, que eu não ia aguentar ver. E agora eu aguento ver. Então agora eu vejo. >> Ah, tá. Quando a consciência sustenta, daí aquela história da consciência sustentar. Entendi. >> Carlos, como que eu não via que eu tinha medo? Porque você não ia aguentar ver que você tinha medo. >> Uhum. >> Ia desequilibrar mais ainda. Você ia refutar. Agora, mas car, mas agora para mim é lógico que é isso. É lógico. Agora você consegue ver isso porque você já foi tirando camadinhas e agora você tá aprendendo a se olhar,
a buscar isso. E daqui a pouco vocês vão entender. Essa dor é minha, eu tenho que trabalhar, essa dor é do outro. Desculpa. Tá aqui a sua dor, fulano. Essa carência é sua, essa é minha, essa é sua. Carlos minha esposa precisa que eu falo todo dia que eu amo ela. Aí isso é dela. Isso já não é mais. OK? Porque às vez muitas vezes a gente carrega a dor do mundo, combinado? Não dá para citar mais. A criança ferida continua vivendo dentro Do adulto. Que às vezes a gente pensa assim: "A carência passa, não
passa. Se eu não elimino, ela não passa. Ah, quando cresce, esquece, não esquece. Pode ir pro inconsciente, mas ela tá lá prejudicando sua vida. Pode não lembrar, mas não passa. A criança ferida continua vivendo dentro do adulto, apenas mudou de roupa. Então vamos observar isso. A carência não some com o tempo. Quando crescer, ele entende. Ele não Entende porque já foi gravado a consciência dele lá com 5 anos. Com 5 anos, tô dando um exemplo, tá? Com 5, 7, 10, 20, a idade que seja, ali gravou. Quando a gente põe esse entendimento, é o ressignificar,
que a dor vai continuar lá. Não vai adiantar ressignificar, não vai adiantar uma criança resignificar a carência que que ela sentiu. Ela se disfarça de dedicação, de Generosidade, de esforço extremo, mas por trás existe a esperança silenciosa de ser finalmente notado. Então aí a carência vai começar a se disfarçar. Geralmente o carente é o amigão, carente é o faz tudo. OK? Quem tem muito desequilíbrio de carência é o que faz tudo. He eles, ela se disfarça de dedicação, de generosidade, de esforço extremo, mas por trás existe a esperança silenciosa De ser finalmente notado. Sabe o
amigão? Um termo assim, pau para toda a obra. Ele para tudo que ele tá fazendo para ajudar o outro. Ele nem pensa carência. OK? Você trabalha, ajuda, entrega, doa, mas no fundo espera que alguém perceba. E quando não percebe dói. E aí isso acontece muito no trabalho, pessoal. Você tá lá no seu trabalho, na sua empresa, você fez algo diferente hoje, o chefe chegou e te elogiou. Aí amanhã você faz algo diferente, o chefe chega e te elogia e você ficou felizão. Terceira vez você vai lá e faz diferente de novo. O chefe não vai
te elogiar. Só que aí você vai sentir a dor, por já virou normal, já não é diferente. O chefe não vai te elogiar todo dia, só que você vai ficar esperando aí a carência, OK? Você trabalha, ajuda, entrega a doa, Mas no fundo espera que alguém perceba e quando não percebe dói. A carência é expectativa emocional de quem ainda não se viu por inteiro. Essa é a carência. Perguntinha para vocês. Em quantas atitudes existe o desejo escondido de ser validar? Aqui tem que ser honesto com você mesmo. Sabe aquela coisinha que você fez perfeita? Você
por que que você fez perfeita? Por amor ou esperando reconhecimento? Quem? Em quantas atitudes existe o desejo escondido de ser validado? Pergunta para vocês fazerem. Que que vocês fazem de bem feito que é por amor ou esperando a validação do? Combinado? Que mais aqui? Vamos ver. Deixa eu voltar pro chat aqui. Na prática, suprimimos o amor próprio. Perfeito. Começa a percepção de si mesmo, tendo atenção à própria respiração. OK? Per. Essas carências podem vir também de uma estrutura, ó, essas carências podem vir também de uma estrutura, já que todo o sistema foi montado em premiação,
obediência, competição. Sim. Criar pessoas carentes sempre em busca de algo fora e não de dentro de si mesmo. Perfeito. Isso às vezes, sem perceber, a gente ensina pros filmes, Né? Nessa brincadeira que eu fiz, acho que todos passaram por isso já, passa de ano pro Papai Noel dar presente. Seja bonzinho pro Papai Noel dar presente. Aqui você tá condicionando, você tá ensinando o condicionamento do amor. Ninguém ninguém ensinou assim: "Filho, você vai ganhar presente do Papai Noel de qualquer jeito, porque ele te ama. Vocês escutaram isso alguma vez? Fica tranquilo, Papai Noel vai chegar, ele
te ama. Não foi condicionado, >> hein, Carlos? >> Sim. >> Aí a gente acaba crescendo, né? Eh, achando que é isso mesmo que você falou no começo, que amor é condicional. Você só vai ser amado se >> aí hora que o amor virou a moeda de troca. >> Uhum. >> OK. Porque se a gente olhar o amor incondicional, pessoal, aqui outra é é Outro exemplo que eu sei que incomoda. Carlos, eu amo a minha esposa, só que ela não é feliz do meu lado. Só se você amar ela, você vai desejar que ela seja feliz
com outra pessoa ou você não ama ela. Mas eu condicionou o amor. Não, eu amo ela, mas ela tem que ser feliz do meu lado. Acabou de condicionar o amor. Então você não amava sua esposa >> porque você não quer ver ela feliz, Então você não amava. Ok. >> Você ama? Ama. Então tá tudo bem. Pode falar, Isabel. >> Ah, boa noite a todos. Olá, Carlos. Eu eu com o meu filho aprendido e que quando a fazer uma escala em função das notas e cada nota da média do final da do ano tinha um presente
e eu acabei por condicionar muito o amor dele porque claro que ele nunca conseguia ter o melhor presente, é lógico. >> Perfeito. >> É isso. >> Exatamente isso. Eu não consegui a melhor nota. Mas o meu objetivo era, >> mas o meu objetivo, como ele é muito inteligente, era que ele se esforçasse para ter. Não. E acabei por fazer o inverso, não é? >> Perfeito. >> É isso. >> Isso. Exatamente. Ah, condicionou. E se o meu irmão conseguisse uma, agora tô Chutando aqui. Se o meu irmão conseguisse uma nota melhor que a minha, ele tem
um presente melhor que o meu. Eu vou observar que ele é mais amado do que eu. OK. Onde eu posso presentear? Eu posso presentear mesmo o filho que que que reprovou de ano. Sim. >> E aí pode causar até uma rivalidade, né, Carlos? >> Daí a competição >> entra uma competição. >> É uma competição. E aí a pessoa pode entender o inconsciente dela pode montar uma armadilhazinha ali que ela só é vista quando ela compete. Ela vai querer competir sempre. vai ser do para o ímpar ao final da do campeonato. >> Como ficar sempre à
espera da nossa da da minha aprovação e do para se sentir bem. Repete, Isabel, que cortou um pouquinho o começo. Eh, estava a perguntar se era por essa Razão que o meu filho estava está sempre à espera da nossa aprovação eh para se sentir bem. Quando não tem, fica mal. >> Sim, sim. >> E já, já tem 21 anos, ó. >> Perfeito. Questione ele, questione ele. >> Ah, eu mandei Mas eu não fiz por mal. Eu sei que não fez por mal. Não, não foi mesmo, >> né? Não fiz firmar. Óbvio que não fez, mas
posso ter gerado ali um negativo. OK? Porque se o meu filho chegar para Mim e falar assim: "Pai, tirei dois em matemática". O que eu vou perguntar para ele é assim: "Artur, você fez o seu melhor?" Fiz. Então tá bom. Dois de matemática tá ótimo. É o seu melhor? É o meu melhor. Então tá tudo bem. Vamos sentar. Qual é o problema? Vamos resolver. Não, pai, não fiz o meu melhor. Então tá tudo bem. Você tá ciente que não fez o seu melhor? Tô. Próximo mês faça o seu melhor. Aí escolha dele fazer o melhor
Del. Mas às vezes o melhor dele naquele mês foi um dois. Eu tenho que entender isso. Por algum motivo ele não pegou a matéria. Por algum desequilíbrio que ele passou naquele mês, ele não pegou. Mas ele se esforçou, se esforçou. Ele tentou, tentou. Ele fez o melhor, fez o melhor. Então, tá tudo bem. Se ele não fez, ele vai saber. Eu não preciso falar mais nada. Sim. Se ele não fez, se ele falar para Mim, pai, não fiz o meu melhor, o rostinho dele já muda, porque é com ele. Agora eu não posso condicionar o
meu amor à nota da escola dele. OK? Tá? Então essa pergunta vai ajudar muito vocês se conhecerem. Quantas atitudes existe o desejo escondido de ser validado? pode fazer todo dia essa pergunta para vocês. Que que eu fiz no meu dia hoje buscando a validação do outro, da esposa, do filho, do chefe, do Vizinho? Combinado aqui? Deixa eu ver quem mais no chat aqui. Perfeito. OK. Carlos, eu tenho dificuldade quando, ó, Carlos, eu tenho dificuldade quando ganho presente de meus irmãos ou sobrinhos, como se fosse mais do que eu merecesse. Eu poderia estar vinculado com dois
Eu poderia estar vinculado com dois casamentos que eu dava presentes e não Recebia. Aqui, pessoal, pode ser no casamento, aqui pode ser, mas aqui também é o não merecimento. Eu não mereco. Não me abro para receber e aí eu vou ter problema financeiro se eu não me abrir para receber. A gente já vai trazer já essa questão aqui. Carlos, mas eu não gosto de receber porque eu não posso dar. Tá tudo bem. O outro não tá te dando para receber. O outro tá te dando um presente Porque ele te ama. Não é para receber um
igual não, mas meu irmão dá presente para receber igual. Aí o problema dele é desequilíbrio dele. Porque eu não presentei ninguém esperando em troca, senão o presente virou uma moeda de troca, nem quero. Combinado? OK. Vamos dar o passito a mais aqui, ó. Quando fazer vira prova de valor? Quando fazer vira prova de valor, o Propósito se esvazia. E aqui importante é que a gente já vai colocar um pezinho no no financeiro, ó. Vamos lá. A carência também veste terno. Ela entra em reuniões, sorri em apresentações, busca reconhecimento em cargo e conquistas. Aqui a gente
tá falando do nosso trabalho, mas no fundo o que move não é o amor pelo que se faz, é o medo de não ser suficiente. Trabalhar com propósito é expressar a alma. Trabalhar por validação é repetir a trabalhar com propósito gera dinheiro. Seja o que for que você faz. Se for por propósito, gera dinheiro. Se for por validação, repete a dor. Se você trabalhar porque você quer ter dinheiro, vai, pode até ganhar, mas vai ser aquele abençoado. Se você trabalhar porque você quer ter Dinheiro, porque você quer comprar, porque você quer ver, ser visto, vai
suar a camisa para ganhar dinheiro. Até pode ganhar, mas vai suar. Agora, se você trabalhar pelo propósito, o dinheiro vai vir, vai vir como consequência. E às vezes a carência faz que eu trabalhe por validação. E se eu trabalhar por validação, muito dificilmente o financeiro vai aparecer. E aí que vocês vão me falar assim: "Carlos, meu financeiro nunca anda. Se você trabalha por validação, dificilmente ele vai andar porque não tem propósito." OK. Pode falar, Isabel. >> Mas quando você trabalha por propósito e e o dinheiro não vem, >> aí eu vou ter que aí vou
ter que trabalhar as minhas crenças e vou ter que entender, será que tô trabalhando por propósito mesmo? ou isso tá da boca Para fora, ou eu perdi o propósito no meio do caminho, vou ter que entrar para dentro e achar essa informação. >> OK. >> Porque, exemplo, eu posso perder um propósito no meio do caminho. O propósito é algo que eu vou estar sempre observando, pessoal. Posso começar um trabalho com propósito e me perder no meio dele. Ou não era aquilo, eu achava que era o propósito. Cara, às vezes agora eu tô velho para mudar.
Não tá nunca tá vivendo, sempre a tempo. Caros, eu trabalho por propósito. 50% do caminho já foi andar. Mesmo assim não tá entrando dinheiro. Agora a gente vai olhar para essa consciência e ver as informações que que tem de financeiro aqui. Agora, se eu não trabalhar por propósito, você pode destruir de eliminação essa consciência que ela não Vai gerar o se tá trabalhando por propósito, 50% já tá andado. Agora é só olhar para essa consciência e ver o que que tá limitando, se é pensamento, se é crença, se é histórias. Carlos, tem como dar dois
exemplos do que é com propósito e sem propósito? Trabalhar com propósito, trabalhar sem propósito é escolher a faculdade pelo melhor salário do mercado. Caros, eu vou fazer TI porque a TI a bola da vez tá pagando bem. Isso eu não tô usando o propósito. Carlos, eu vou fazer direito porque eu amo direito. Eu quero ajudar as pessoas. Isso é muito legal para mim. Eu vou entrar nessa faculdade. Se for o que eu tô achando que é, eu vou seguir. Se não for o que eu acho que é, eu mudo de faculdade. Esse advogado vai gan
dinheiro, porque ele vai trabalhar com propósito para ajudar o outro. >> Agora o outro escolheu a advocacia Porque o pai tem um escritório pronto de advocacia, tem 500 clientes. Então ele vai ser advogado. Quando o pai morrer, ele vai perder os clientes, os 500 clientes, porque não é por propósito. Vê se vê se esse exemplo ajudou. >> Ajudou. Gratidão. Imagina, né? Já ouviram assim, ó, o o avô inicia empresa, o pai cresce ou o neto quebra >> já? >> Porque às vezes não é o propósito do neto. Do pai é mais fácil ser, porque o
Pai viu o pai dele construindo, muitas vezes ajudou, viu tod e o neto não pegou prontinho, não é o propósito dele, não é o que ele gosta, mas ele gosta do dinheiro. Ele vai quebrar. >> Acontece muito, acontece muito isso na área do direito e também da medicina. Às vezes é a terceira geração e a primeira geração, o avô, depois vem o pai, aí quando chega no neto, a coisa desanda e não tem sucesso, não, não prospera. Mas é porque aquele não queria, né? Ele Pegou um embalo dos outros e foi embora. >> Perfeito. Perfeito,
Carlos, eu eu vi o brilho da minha mãe de ser médica e era muito lindo isso. E eu tenho esse mesmo brilho. OK, Carlos. Eu vi a conta da minha mãe. Minha mãe comprava o que ela queria. Minha mãe era uma médica fantástica. Ela cons a cirurgia dela era R$ 500.000. Não, mas você não vai conseguir isso se você fizer pelo dinheiro. Sim. Porque para você chegar a fazer uma cirurgia que vale R$ 500.000, R você vai ter que estudar para chuchu. E se não for por amor, você não vai conseguir. Você não vai, você
não vai ter o talento, você não vai atrair, a pessoa não vai confiar em você. Agora, se é por amor, a pessoa confia. OK? Bom. Pergunta para vocês aí, ó. Você tem trabalhado para servir ou para serviço? Você trabalha para servir o outro ou para servir? Para servir propósito. Para ser visto não vai dar certo. Porque trabalhar é servir, não é? Trabalhar é servir. Combinado. Deixa eu ver aqui, ó. Aqui já foi. Din OK. Tudo é gerado na infância. Não necessariamente, pessoal. Podemos dizer que a grande parte é, mas não posso Afirmar que tudo é
gerado na infância, mas uma grande parte é e uma grande parte papai e mamãe, que é os nossos primeiros exemplos ali. OK. O que seria trabalhar por propósito? Trabalhar sem se preocupar com o salário que vai entrar. Só trabalhar. Acordar segunda-feira. Felizão que é segunda-feira. Aí tem propósito. Quem acorda felizão que é segunda-feira, vai começar a Semana. Uhu! Propósito. Quem já se quebra na musiquinha do Fantástico, hoje em dia acho que não é mais assim, né? Mas antigamente para mim tocava musiquinha do Fantástico era o início da luta, era o início da labuta, porque ali
acabou o domingo e vai começar a semana e começa a verdade e a verdade eu não gostava. Então era horrível começar a semana. OK. Pode, pode falar, Regina. Eh, eu acho que eu percebo, né, que o às vezes a pessoa segue o os pais ou a profissão dos pais ou não sei porquê, mas ela não, ela pode achar que tem o propósito, mas se ela não tiver o talento, você falou em talento, o talento também interfere demais. >> Sim, >> eu sei porque eu sou música. Se a pessoa não tem talento, ela, nossa, tem muitos
que que tentam, tentam, tentam e não Conseguem nada porque não tem o mínimo que é o talento, entende? >> Perfeito. Agora eu posso entrar numa faculdade, tá no terceiro ano de faculdade e perceber que aquela faculdade não é o que eu queria e aí eu paro ou continuo. >> Pois é, mas tem gente que não para. É aí que é o primeiro erro que tá fazendo. Mas tem gente que não para porque não pode parar. Não pode parar. Que que o que quero dizer assim? A família chega e fala: "Como assim? Eu investi 3 anos
em você, falta um para você acabar". >> É >> só que essa fala investi 3 anos em você, o pai, a mãe, o vô, o tio, quem for tá esquecendo do pequeno detalhe. Ele pode até terminar esse ano, mas ele vai se arrastar à vida dele inteiro. Porque você jogou esse peso que você investiu 3 meses agora você investiu 3 Anos porque você amava ele ou não? Então porque se você amasse investe mais três mais três mais três. O quanto você conseguir pode ser que você não consiga, filho. O pai não vai conseguir investir em
outra faculdade, mas vamos lá, vamos dar um jeito nisso. O que que a gente pode fazer? Não sei. Vamos ver. Mas você tem que fazer algo que você goste, senão aquele ano que ele vai fazer para acabar pode determinar a infelicidade da vida dele. Então, Por que que não pode mudar de faculdade? Lógico que pode. Quem falou que não pode? Quem pode pode ter um conselho assim, filho, vamos fazer o seguinte, termina essa, tá na reta final, depois você faz outra. Tirei o peso dessa pessoa. Ó, eu acho legal você terminar. Se eu fosse você,
eu terminava. Não para seguir carreira, só para terminar. Falta um ano, depois faz outro. E se não for legal, para, faz outro. Até onde eu tiver aqui conseguindo ajudar, eu tô aqui. Depois você vai dar um jeito porque suas próprias pernas. Mas é importante ele fazer algo que nutra o propósito dele. >> Ô, Carlos. >> Sim. >> É. Quando você, a questão é até meio complexa de colocar, mas eu vou tentar, por exemplo, né? Eh, num interesse amoroso, você precisa ser assim. A mulher tem que ser assim, tem que ser Assada para para, né, até
ser a verdade ser aceita pelo namorado. Você precisa ser assim, assim, assado para fazer parte desse grupo. Se você falar isso, aquilo, aquilo outro, você é descartada. A palavra dizer, é muito complexo isso, porque aí vai de encontro a essa questão do Papai Noel que você falou. Se não fizer isso, você não ganha presente de Natal. Quer dizer, se você não seguir a risca, você não é aceita, Você é descartada. Aí vem o sentimento de culpa e vai gerando n questões aí. >> Perfeito. E aí >> se você não me der o presente tal, é
porque você não me ama. É, se você não fizer isso, porque você não gosta de mim. Então, mas isso é uma escravidão total e uma anulação imensa. Perfeito. >> Então é complicado isso aí. É isso que eu queria falar. >> Sim. Perfeito. E o que você falou é Muito sábio, porque isso acontece nos relacionamentos. A, às vezes a gente se molda para ser aceito. Eu me moldo para ser aceito para aquela pessoa. E aí eu fui aceito. Só que a minha consciência não vai sustentar esse molde a vida inteira. Ela vai cobrar o preço. >>
Cobra muito, né? Claro. >> Ela vai cobrar o preço. E como que ela cobra o preço? Ou eu sendo infeliz ou eu adoecendo o meu corpo. Geralmente a Gente adoece o corpo. >> Sim. Sim. Adoecer, né? >> Perfeito. >> É tudo é esse que você falou, esse autoamor mesmo que que falta, né? >> Isso é isso que falta. Exatamente isso que ninguém nos ensina quando é criança, >> não. Ninguém, ninguém. >> A primeira vez aqui com você que só aprender nisso, >> falar a verdade. >> Ninguém pega o filho pequenininho no Colo e fala assim:
"Filhão, dica de ouro do pai, se ama. >> Não, pai chega na orelha do filho e fala assim: "Filho, eu te amo muito. Filho, eu te amo muito. Te amo para sempre. Eu te amo muito. Te amo para sempre. Mas ninguém chega na orelhinha do filho recém-nascido e fala: "Ó, faz que você quiser, só seja feliz, não é?" O pai chega e fala: "Te amo muito". Criança já sabe que você ama muito ela. Ela nem tá entendendo que Você tá, você já, ela já tem um dia de vida, você já tá falando que ama muito
ela, já tá conducionando. Ela tem um dia de vida e você tá, já tá embutindo dela. Faz o que você quiser, a vida é sua. Seja, só seja feliz. Só seja feliz. Só seja é diferente, não é diferente. Qual maior prova de amor de um pai e de uma mãe em permitir que o filho seja feliz e permitir que o filho erre? Que ele vai errar. A gente errou. OK. Pode falar, Al. >> Oi, Carlos. Eh, deixa eu perguntar, eh, como é que me explicam assim, por exemplo, até agora eu tenho uma profissão, você sabe,
né, que eu eu para mim fiz por vontade, porque eu gosto, né, mas chegou uma hora que, sei lá, eu acho que eu queria menos essa essa coisa de cobrança, eu queria uma coisa mais, não que não na vida não tenha cobrança, mas fisicamente muito minha profissão, né? Então, aí como é que fica? Tem hora Que eu tive assim, ah, tudo que eu tenho economicamente foi muito bom, você entende? Perfeito, >> eu faço o que eu o que eu gosto, mas no momento não tô vendo esse prazer. O que que isso significa que eu quero
ingressar para outra coisa que tá me dando prazer? Isso é estritamente normal. >> É porque a sua consciência ela tá em evolução, ela tá em expansão. Se minha consciência tá em expansão, eu Tô em expansão, meu propósito pode mudar, >> tá? E aí eu tenho que ter sabedoria para entender que o meu propósito pode mudar e tá tudo bem. E não é tarde para mudar. Esse é o ponto. >> Não >> tá. Eu nunca tinha analisado esse aspecto. Agora me fez cair a ficha. >> Minha consciência tá expandindo. >> É. >> Ok. Como eu posso
olhar o relacionamento Pode não me completar mais? >> Uhum. >> Não faz mais. Não linca mais com a minha essência. Se eu expandir o outro, não, vai começar a ter atrito desse relacionamento, >> tá? >> OK. >> Só para completar, eu já comecei a fazer aquele aquele atendimento que você falou para mim >> aí, ó. Maravilhoso. É isso aí. Agora tá Tomando a vida na mão. Tá tomando a vida na mão. Outro tô fazendo e no momento de folga e tá começando. >> Parabéns. Muito bom. Tá muito bom. Porque pessoal, quando a gente tem a
carência, que que a gente faz? a gente não arrisca. E se a gente não arrisca, a gente não começa. A gente não começa. Terapeuta, tem muito terapeuta parado porque tem medo de errar, tem medo de ser julgado. Só vai, o sistema vai chegar a pessoa Para você atender em qualquer método que seja, pessoal. Se se o sistema colocou aquela pessoa para você atender, para você atender. Não tem, pode confiar, é só confiar. Chegou, chegou. Então vai dar tudo certo porque se não fosse para mim atender, chegava pra Rosana, chegava para Chegou, chegou. Atende, >> professor.
>> Pode falar. >> A gente tem uma capacidade de evolução e expansão tão grande dentro de nós que a gente não faz dimensão, que a gente não faz ideia. É, por exemplo, rápido, eu tinha 17 anos quando eu perdi minha irmã, ela tinha 24 anos, meningite. Então, foi uma bomba. E o Acassula, ela terceira e começaram a pôr em mim as expectativas que ela já tinha provado capacidade de de ter, porque ela tinha 24 anos, super dotada, entrou cedo demais na escola. Ela morreu com 24 anos, já faltando um ano para terminar a segunda faculdade.
Ela era top em tudo, mas começaram a jogar em minhas expectativas nos 17 anos, em tudo aquilo que se perdeu com a ida dela para mim. Mas eu estava num estádio de transformação, isso é fato. Eu tava transitando da minha adolescência para fazer a maioridade 18 anos, maturidade, tinha toda uma, mas assim, mas foi um processo muito doloroso, porque para Você ter uma ideia, gente, eh até na minha voz falavam: "Nossa, estou ouvindo fulana falar". >> Ela fala: "É, ela tudo comparava, tudo buscava. Quando um peso, >> eu eu fiquei um mês afônica com essa
questão da fala. Quando eu voltei a falar, meu timbre não era mais, não lembrava mais o dela. Olha o que foi acontecendo comigo. Foram tantas transformações, Só que assim, mas como eu falei, mas como a gente tá, como eu estava no processo de evolução e expansão é assim minha, pessoal, eu consegui bater de frente com tudo isso, porque Carlos, ela era professora, você vai ser professora. Ela Carlos, eu fui contra tudo. >> Eu me tornei no meio ambiente familiar, a irmã rebelde, a filha rebelde, a que peitou aqui tudo. Mas se eu não fizesse, se
eu não tivesse tido essa capacidade, Pode ter certeza, eu ia ser hoje um adulto muito frustrado, inclusive profissionalmente safato. >> Perfeito. Maravilho. >> Mas então, mas então é por isso que eu falo, então a nossa capacidade de evolução e expansão é muito grande, porque eu eu superei isso. >> Perfeito, maravilhoso. Gratidão profunda. E a nossa e a nossa expansão pessoal não necessariamente ela é lenta, né? A gente tem que olhar para a gente Olha pra física quântica, a gente aprende o salto quântico, né? Expansão pode ser muito rápida ou a momentos rápidos, momentos um pouco
mais lento, tá? Mas a gente tá em expansão, tá? É, e claro, sim, tá, professor, só para fechar, eu tô conseguindo fazer essa leitura de que isso aconteceu dessa forma também por conta dessas aulas, porque até então eu nunca tinha parado para pensar com essa visão, evidente. Então, isso foi despertado em mim agora. Epa, eu passei >> e trouxe, tá? Gratidão. >> Gratidão profunda. >> Gratidão. >> Muito bom. Tá aqui, pessoal, para mim, ó, no chat tem uma uma das perguntas que para mim é das respostas mais difíceis, ó. Como descobrir a a nossa vocação,
o nosso propósito? Se conhecendo devagarinho, olhando pra infância, o que gostava? Uma Coisa que eu sempre pergunto é assim, ó: "Olha lá paraa infância, vê aquela brincadeira que você fazia, você perdia a hora, você nem via passar." Quando você viu, escureceu o dia, que que era essa brincadeira? Que que você tava fazendo nela? Quem quem você era nessa brincadeira? Ali pode estar uma dica do seu propósito, mas aquela brincadeira que você não viu o tempo passar. Carlos, eu brincava de boneca. Tá bom, mas quem você era nessa Brincadeira? Quem era essa boneca? He uma dica,
tá? Vamos dar um passinho a mais aqui. Já volto pro chat já, pessoal. OK. Aqui foi tudo. Deixa eu só ver. Foi. Ok. Quem vive esperando ser escolhido se esquece de ser escolhido. A carência cria um ciclo silencioso de frustração. Quanto mais você busca fora, mais se distancia dentro. E quando o outro não supre, você sente um vazio aumentar. A mente diz que o outro que Não vê, mas é a sua consciência que não enxerga o próprio valor. Você nunca vai conseguir preenchar, preencher esse vazio buscando fora, buscando no outro. Você vai conseguir preencher o
vazio da carência, eliminando a carência dentro de você. Não adianta você buscar fora, não vai achar. OK? Então, a carência cria um ciclo silencioso de frustração. Quanto mais você busca fora, mais se distancia Dentro. E quando o outro não supre, você sente esse vazio ao lentar. A mente diz, a mente diz que é o outro que não vê, mas é a sua consciência que não enxerga o próprio valor. Pergunta para vocês. Você tem esperado que alguém veja em você o que você ainda não reconheceu? Carlos, eu fiz o meu melhor, o outro não aceitou e
eu fiquei mal. Então você tá esperando a validação do outro. OK. Muito bom. Não dá para citar mais aqui. O dinheiro é espelho da consciência. Aqui eu vou usar o financeiro pra gente ver a carência. Coisa que você >> pode voltar um pouquinho, car. Volto aqui. >> Isso. Só vou copiar a pergunta. >> Tranquilo. Pode copiar. Ó, enquanto isso, venho aqui pro chat, ó. Tem uma aula que o professor Carlos fala sobre talento. >> Isso está no combo das aulas. Isso que Mais aqui, ó. Fala sobre propósito. Isso aí. Quando o peso de, ó, quando
o peso de se esforçar ter e quando esse peso de se forçar, acho que é a e quando esse peso de se forçar a terminar a faculdade, não é uma cobrança dos pais, mas da própria pessoa, é olhar para dentro, pessoal. se entender porque eu tô querendo acabar uma faculdade que eu não tô feliz. >> Obrigado. >> Imagina. É o medo de perder tempo. É a Crença que é que é perder tempo. Pode falar, Solangelo. >> Carlos, aonde que tem a ligação dessas frustrações ou desse ou dessa carência com o ego? Pergunta de novo, aonde
tem a ligação da carência com o ego, >> com o ego, porque na realidade o ego que fala que a gente tem que ser melhor, que a gente tem que esperar do outro. A gente tá o tempo todo, né, o ego, aquela coisinha na cabeça da gente dizendo ali, Né, que a gente tem que a gente tem que ser melhor, que o outro tem que reconhecer, que não sei o quê. Qual Qual é a o limear aí entre o ego e a carência? >> O ego, posso observar que ele também foi criado pelas minhas informações.
Eu vou alimentando esse ego de acordo com os traumas que eu fui vivenciando. Se eu vou eliminando os meus traumas, eu vou mudando isso. Porque eu não preciso ser melhor do que Ninguém, mas eu posso aprender que eu preciso ser. Meu ego, se o meu ego falar que eu tenho que ser o melhor, tem desequilíbrio. E eu vou ter que olhar por e aí eu vou me questionar, tá? Por que que eu preciso ser o melhor? Da onde veio isso? Car, porque escutava. Então, o que que eu sentia quando eu escutava? Por Carlos, eu só
era visto quando eu era o melhor. Eu tinha que ser o melhor pro pai me Ver. Aí já tá a resposta. E hoje então vou continuar sendo melhor, porque se eu se eu se meu pai só me via quando eu era o melhor, eu vou replicar isso na minha história. Mas percebe que isso é um desequilíbrio? Se eu trabalho esse desequilíbrio com o pai, não necessariamente eu preciso ser mais o melhor, senão vou carregar isso para sempre. E dá trabalho melhor. Concorda? Dá muito Trabalho também. >> Ah, obrigada. >> Ô, Carlos. Mas em vários aspectos
e social, mundo, acaba que não, essa cobrança de você ser o melhor não existe de fato. Em várias eh situações que você vai fazer, eu vou pôr um exemplo do meu filho, não é questão, é questão da cobrança. Se você chegar lá e prestar uma prova para alguma coisa e você não sair entre os melhores, você não chega Ou não ganha aquilo que é para ganhar. Então essa cobrança é de maneira externa, ela existe como lida com isso? >> Existe, mas eu não, o que eu não posso é internalizar essa cobrança. >> Eu posso conviver,
passar por essa cobrança, mas não deixar isso na minha bagagem. É isso. >> Isso. Buscar o equilíbrio nisso. >> Entend? >> Buscar o equilíbrio disso. >> Tá. Gratidão. >> Imagina. Vamos dar um passinho a mais aqui. Fotografaram? Foi. Posso mudar? Pode, pode. O dinheiro é o espelho da consciência. Ele mostra o quanto você se permite receber. Olha o que vocês me questionaram aqui. A carência também se manifesta na vida financeira. Ela aparece na dificuldade de cobrar, de pedir, de valorizar o próprio trabalho. A pessoa carente sente culpa em receber porque aprendeu que o amor vem
do dar. A energia do dinheiro é equilíbrio. Dar e receber precisa dançar juntas. Quem nega o receber, nega o fluxo da vida. O fluxo financeiro é o dar e receber. Você tem que dar e receber. Tem que dar e receber. Se você só quer dar e você não gosta de receber, você não vai receber. Se você não se valorizar, você não vai atrair. Percebe que o financeiro tá muito ligado no amor próprio, pessoal, na troca dá receber, nesse fluxo. O dinheiro é vivo, o dinheiro não tem, não é para ficar parado. Dinheiro flui, o dinheiro
anda, entra e sai, entra e sai, entra e sai. Não é assim? Entro e sai. Se eu bloqueio o dinheiro, se eu não quero que ele saia, primeira doença que vai aparecer em você hemorroida. Quando você não quer que o Dinheiro saia, a hemorroida vai aparecer. Você tem medo que o dinheiro saia, você não quer que saia, você rompeu o fluxo, ok? E o dinheiro é vivo. Se você segurar, dinheiro é vivo e ele é vingativo. Segurou, ele vai fugir. Igual cachorro bravo. Prendeu, ele vai, ele vai fugir. OK? Então, olha lá. A energia do
dinheiro é equilíbrio. Dar e receber. Precisam dançar juntas. Quem nega o Receber, nega o fluxo da vida. Então, se valorizar é dar e receber. Esse equilíbrio. Eu tenho que dar e tenho que receber. Eu tenho que aprender a me valorizar. Se eu não me valorizo, ninguém me valoriza. Assim, OK? Por isso, aqui é opinião minha, não é o equilíbrio entre dar e receber. Por isso que pedir desconto não é legal. Pedir desconto você tá desvalorizando o outro. Carlos, para mim é caro, então não Compra. Diferente, Carlos. Eu não consigo. Dá para baixar o preço? Dá.
Não quero desconto. O problema é que eu não consigo. Tá tudo bem. Vamos dar um jeito nisso. Mas quando você pede desconto, você tá desvalorizando outro. E aí você atrai pessoas que vão te pedir desconto. Pedir desconto que eu tô falando, pessoal. Sabe aquela pessoa que até a flor que o menininho vai vender no sinaleiro, ele quer dar um desconto? Menininho fala que é R$ 50 a flor, eu pago 20. É óbvio que o menininho vai fazer por 20. Ele tá passando fome, você não tá valorizando o trabalho dele, tá? Tem aquelas pessoas que pedem
desconto para tudo, não tem? Você vai atrair a mesma pessoa para você, Carlos. Todo mundo pede desconto para mim. É, você pede para todo mundo. Essa frequência que você vibra, para que você atrai. Então, lembra, dar e receber tem que estar o equilíbrio. Não quebra esse equilíbrio, pessoal. Então, a carência também se manifesta na vida financeira. Ela aparece na dificuldade de cobrar, de pedir, de valorizar o o próprio trabalho. A pessoa carente sente culpa em receber porque aprendeu que o amor vem do dar. Mas a energia do dinheiro é equilíbrio. Dar e receber precisa dançar
juntos. Quem nega o receber, nega o fluxo da vida. Então, quem é carente não se valoriza, quem não se valoriza não atrai, quem não Atrai não ganha dinheiro. Pergunta para vocês. Você realmente se permite receber tudo o que entrega ou você entrega mais do que recebe? Combinado? Pasit a mais. A carência é o grito da alma pedindo acolhimento, não atenção. Por trás da busca por aprovação, existe um pedido mais profundo. Me acolhe, me entende, me ouve. Mas quando você busca esse acolhimento Fora, continuará sentindo o mesmo vazio dentro. Porque o que cura carência não é
ser amado, é aprender a amar-se. Se você se, lembra que eu comecei a aula assim? Se você se ama, você não precisa do amor de ninguém. E aí você vai ser amado, porque você atrai, você se permite amar. Então você se abre para receber o amor. Se você se ama, você se abre para receber o amor, porque daí você não vai condicionar. Combinado? Pergunta para vocês. Você tem dado a sua alma ou você tem dado à sua alma o amor que espera do mundo? O amor que você espera, você se dá esse amor, você se
cuida com amor. Todo dia você faz algo que é só para você. Comecem a se questionar, pessoal. Se questionem agora aí, ó. O que que vocês fizeram hoje que é só para vocês? Vocês fizeram alguma coisa que é só para Vocês, né? Eu às vezes eu eu brinco assim, Carlos, eu adoro fígado, só que faz 30 anos que eu não como fígado, porque ninguém em casa come fígado. Então vou chegar pra minha querida família e falar assim: "Família linda, hoje é fígado porque hoje eu vou cozinhar para mim. Ah, mas eu não como, passa fome,
pede pizza, vê o que você quer fazer. Hoje eu vou fazer fígado, porque eu não vou cozinhar pros filhos. Hoje eu vou cozinhar para mim. É um ato de amor próprio. Um exemplo só para marcar. Carlos, eu amo giló. Então, hoje a janta vai ser giló, mãe. Mas eu odeio. Então, dorme com fome, filho. Toma leite, pede pizza, come um lanche, dá seus pulos, porque hoje a mãe vai cozinhar pra mãe, hoje o pai vai cozinhar pro pai. >> Carlos, eu fiz isso para mim hoje. >> Isso. >> Algo para mim, né? Não foi giló
nem Fígado, mas >> eu fiz uma coisa que eu fazia horas que eu queria e hoje eu fiz isso para mim, né? >> E como que você se sente? Eh, eu me senti bem, me senti bem fazendo isso >> é sem eu moro com uma outra pessoa, né? Moro com um tio e sem perguntar para ele se ele ia querer, eu peguei e fiz, né? Que quando ele veio já estava fazendo, aí ele veio, né? Disse: "Nossa, faz Muito tempo que eu não como isso também" e tal. Então assim, eh, fiquei feliz duplamente porque fiz
uma coisa que eu queria para mim. né? E acabei agradando ele também, né? >> Então, fiquei feliz duplamente. >> Maravilhoso. Coloquem isso, pessoal, no dia a dia de vocês. Todo dia tenta fazer algo que é só por você, para mais ninguém, só por você. Pode ser coisa simples, caros. Hoje eu vou tomar um banho de uma hora que eu Gosto de tomar banho. Ah, mas tem um banheiro só na casa. Vamos se virar. Vai na árvore. Vai se virar. Hoje eu vou tomar um banho de uma hora. Hoje é para mim. banha para mim. Coloquem
isso no dia a dia, coisinhas simples. OK. Então tá, pode falar, Isabel. E quando nós fazemos por eh para nós eh um algo só para nós e nos sentimos culpados por isso, >> olha aí, aí é o desequilíbrio. Aí é não, você não tá se permitindo amar. Hoje eu vou me amar. Eu não preciso fazer todo, exemplo, não preciso cozinhar o giló todo dia, mas de vez em quando eu vou fazer giló e não vou me culpar agora. Eu posso estar condicionado a me culpar. Eu falo em coisas, eu falo em coisas que que faço,
que devo fazer todos os dias, mas que aqui em casa ninguém concorde. São práticas minhas. Eu sinto-me egoísta por fazer, porque é como se tivesse só a pensar em mim. >> Entendo. Mas a aí, Isabel, você vai se questionar assim, ó. Por que que eu me por que que eu me sinto egoísta quando eu penso em mim? Por que que eu não posso pensar em mim? Tenho que pensar só na família. Essa é as crenças que a mãe tem que agradar todos. Essa é uma crença que a mãe tem que Agradar todos. Crença que eu
não posso fazer por mim. Crença que eu tenho que fazer primeiro pelo outro, depois por mim. Eu vou fazer primeiro para mim. OK? Se tem lembra de desse exemplo tosco, ó. Se tem alguém se afogando, você não sabe nadar, você vai morrer junto. Então, para você salvar alguém que tá se afogando, primeiro você tem que boiar, depois você vai ajudar. Então, primeiro eu vou fazer para mim, depois pro outro, senão vai morrer os dois. Você tentar, você não souber nadar, você não conseguiu boiar e você vai tentar salvar alguém, vai morrer os dois. Carlos, eu
consegui. Arrumei uma coisa aqui que tô boiando. Peguei um pedaço de pau, tô boiando. Vou lá ajudar. OK. Mas primeiro você olhou para você. Primeiro você tem que boiar para depois salvar o outro. Porque se eu não faço isso, que que eu tô ensinando pro filho? Tô ensinando o filho se colocar em segundo lugar, que ele vai replicar lá lá na frente. Eu vou est verbalizando, filho. Você tem que se priorizar, tá, mãe? Mas você não se prioriza. Isso não é amor. Percebe? Vê se ficou claro, Isabel. Eu sei, pessoal, que algumas coisas dói, porque
Não é o que a gente observou sempre, mas é para vocês irem refletindo. >> Sim, sim. Você até disse uma frase que tem a ver com o que eu pratico. Muito bom. >> Sincronizar. Ô professor, entrando de só para falar, é que nem um ditado que o pessoal usa, eu não concordo, nunca concordei. >> O seu direito começa depois que termina o do outro. Você se ana, você se anula para dar o direito pro outro. Desculpa, Isso não existe. Eu eu eu na minha humildade eu entendo que o meu direito começa junto com o seu.
>> Entendi. Perfeito. >> Porque se você tiver numa situação de de uma situação, por exemplo, de alimento, tá ali, você tem uma maçã e você tá ali com outro e ambos estão com fome, vai lá e come e eu fico com fome por você. Não, vamos dividir no meio, metade seu, metade meu. >> Outra coisa que eu também fiquei pensando aqui, quando a gente fala que fala na Bíblia, que tá lá na Bíblia, né? Amar ao próximo como a ti mesmo. Gente, tá nas entrelinhas. Eu vejo assim, amar ao próximo como a ti mesmo. Quando
ele diz a ti mesmo, se ame. Se você não se amar, você não é capaz de amar ao próximo. >> Sim. Perfeito. >> Não é, professor? >> Sim. Se você, >> eu vou amar o próximo como a mim, se eu não me amar. Mas a palavra também tá clara. Ama o próximo como a ti mesmo. Se você se amar, aí você vai amar o outro. Aí as pessoas pensam: "Ah, eu não tenho que deixar abrir mão, eu deixar para fazer e servir para o outro". Não é isso. Até porque, desculpa entrar aqui, Cristo nunca pregou.
Pode ver, você não vai achar na Bíblia. Ele nunca pregou falando sobre você abrir mão do que é seu para o outro, Sobre você sofrer em nome do outro. Cristo só falava de vida. E vida é luz, é alegria, felicidade, é bem-estar e assim por diante. >> Perfeito. >> E se a gente observar esse mandamento, amar ao próximo como a ti mesmo, você já cumpriu os outros nomes. >> Justamente >> é o mais difícil. Sim, sim. >> Se a gente não se ama, não consigo amar. Exatamente isso. >> Tem como? Com certeza. Gratidão. Obrigada. Imagina.
Gratidão. OK. Então, olha lá. Você tem dado a sua alma ou o amor? Você tem dado à sua alma o amor que espera do mundo? Você tem se amado? Se questionem. Coloque essa prática. Todo dia fazer uma coisinha para mim, por mim, por amor a mim, não pelos outros. Para mim. Coisa simples, pessoal. Não precisa ser nada mirabolante, tá? Carlos vou na academia todo dia. Essa já foi, faz outra agora. Então, essa já virou rotina, agora o outro ato de amor. Combinado? Vamos dar um passito a mais aqui, ó. A carência é um programa da
consciência e todo programa pode ser desinstalado. Cada vez que você sentiu rejeição, visibilidade, inferioridade, essas informações foram foram armazenadas o porão da sua consciência. E hoje, sem perceber, elas continuam Criando a realidade que confirma essa dor. A carência não é destino, é informação repetida e toda informação pode ser transformada. Então, como é que a gente vai trabalhar a carência? Eliminando o que sentiu nos momentos de carência da sua consciência. Aí entra a gaquin diminuindo a tristeza, a raiva, a rejeição de momentos que você se sentiu carente. Que que você sentia quando o pai Trabalhava muito
e não brincava com você? Carlos, eu ficava triste, então tem que eliminar essa tristeza. Eu me sentia carente, então tenho que eliminar essa carência. Eu me sentia que eu não era importante, então tenho que eliminar essa sensação de não ser importante. Carlos, o pai priorizava o irmão do que a mim. O que que você sentia quando o pai priorizava o irmão do que a mim? Inferioridade, injustiça, raiva, ódio, a crença ou pensamento que o pai Valorizava mais o irmão do que você. Isso pode ser uma observação sua. Tudo isso é informação. A única maneira da
gente finalizar o vazio que a gente carrega pela carência é olhando pra nossa consciência e eliminando, transformando, eliminando as informações negativas que tá lá dentro. Esse é o único caminho consciente, né? O único caminho conseguimos. Combinado até aqui, Carlos, se puder falar da causa emocional do vitiligo, uma jovem de 16 anos que precisa ser olhado, tá? Vitiligo, pessoal, tá na nossa pele. Vitiligo vem da das informações ruins de momentos de contato e convivência que não foram bons, tá? como histórias de contato e convivência, ou a falta ou a sobra de contato, ou o excesso ou
a falta. Combinar, só pra gente não perder o foco aqui. Tranquilo aqui fotografaram? Você não Veio do mundo para ser amado. Olha que isso aqui vai mexer um pouquinho com vocês. Você não veio ao mundo para ser amado. Você veio para ser amor e movimento. É completamente diferente. Você veio para ser o amor, não para ser amado. Você é o amor. Quando você deixa de buscar o amor e começa a emaná-lo, o vazio se preenche, a carência se dissolve, o amor volta a fluir. A vida não está te negando nada, ela Está apenas esperando você
se lembrar de quem é. >> Hein? Pode falar, Isabel. Eh, não, desculpa, tinha não desliguei. É porque >> tranquilo, tá? Então vamos ler de novo. Você não veio ao mundo para ser amado. Você veio para ser o amor e envolvimento. Quando você deixar de buscar o amor e começar a emaná-lo, o vazio se preenche, a carência se dissolve e o amor volta a fluir. Só que se você não olhar pra sua consciência e não eliminar o negativo que tá lá dentro, vai dificultar um pouquinho você se amar. Quando você vai eliminando as informações negativas da
sua consciência, eliminando o medo, as tristezas, as carências, que é o nosso foco hoje, fica mais fácil de se amar. O amor começa a reverberar. O amor já tá lá. O amor tá lá, sempre teve. Isso é importante, ó. A vida não está te negando nada. Ela está apenas esperando você se lembrar de quem você. Nós não viemos da informação primária. É só uma questão da gente lembrar. Todo conhecimento a gente tem já. A gente só tem que ir lembrando devagarinho. Na Bíblia tem uma passagem assim: "Vós sois deuses". Ouviram isso? Já leram isso? Vocês
fazem O que eu fiz e muito mais. para mim. Então, a gente tem que lembrar de quem somos. OK? O que muda? Pergunta para vocês. O que muda se em vez de pedir amor, você decidir ser amor. Eu não vou pedir o amor da mãe, eu vou amar a mãe. Porque às vezes eu não consigo amar a mãe porque ela me batia. Então elimino o Que sentiu quando ela te batia. Caros, eu não consigo eliminar a mãe porque ela me controlou muito. Então, elimina o que você sentiu quando a mãe te controlou muito, porque às
vezes ela fez o que ela conseguiu fazer, às vezes ela fez o melhor dela. Não espera que o seu que a sua irmã te ame, que seu irmão te ame, ame ela, cara. Olha, mas ela é insuportável. Elimina tudo que você tem aí dentro com ela que você vai conseguir amar e a Maneira que você vai ajudar ela. OK? Eu sei que é dói, né? Eu sei que dói, incomoda. O que muda se em vez de você pedir amor, você decidir ser amor. Lembra que não existe inimigo? Pessoal, na primeira aula do curso nível um,
vocês aprendem isso. Não tem inimigo, tem mestre. Por que mestre? Porque aquela pessoa que me incomoda tá mostrando algo que eu tenho que trabalhar aqui dentro. Eu sei Que é chato isso, mas é a realidade. Ninguém é meu inimigo, todos são meus mestres. Se o fulano me incomoda, é porque esse incômodo já tá dentro de mim. Ele só tá sendo um gatilho. Então eu vou amar essa pessoa. Se eu trabalhar esse incômodo aqui dentro, eu consigo amar. E se eu amar, tá tudo lugar. Se eu conseguir amar a mãe, ela vai me amar, que ela
já me ama. Eu só não tô observando isso. Só que ela é expressa Da maneira que ela consegue. Agora, se eu amo ela, eu emarei diferente com a consciência dela. Aí tudo muda, aí tudo flui. >> Certo? Quando você amar a verdadeira, tô dando exemplo da mãe, pode ser a mãe, o pai, o esposo, o filho, o que for, quando você amar a verdadeira mãe, verdadeiramente a mãe, a sua comunicação, a consciência da sua comunicação com a dela, com a consciência dela muda. E aí tudo muda. E aí tudo muda. OK? Essa semana mesmo tive
um depoimento de de uma mãe, eu acho que ela tem 82 anos, que recebe muitos traumas com o filho e é o filho, não é filho biológico ainda. E essa semana ela falou assim: "Carlos, você acredita que a primeira vez na vida meu filho olhou para mim para falar comigo?" Acredito, porque ela tá mudando a consciência dela. Ela é diferente o filho. Carlos, primeira vez na vida. Meu Filho falou para mim ficar tranquila que ele ia me eh me ajudar. Mas ele não pratica a o meu de quântico. Eu sei, mas você pratica. Você tá
trabalhando a sua consciência, então você vai emaranhar diferente com o seu filho. O outro vai responder, porque aí você vai começar a amar e todo mundo se abre pro amor, pessoal. É só a gente amar. Combinado até aqui? Tranquilo? A carência termina quando você para de mendingar amor e começa a gerar presença. O carente mendinga, né? Vai nas migalhas. E a migalha é muito pouco para nós. Quando você se observa sem julgamento, quando você acolhe o que sente sem precisar esconder, quando se vê inteiro, o vazio se transforma em fonte. Você deixa de ser quem
precisa de amor e volta a ser quem o manifesta. Você veio do amor. Então a gente não pode mendingar amor. Mendingar amor não funciona. Porque por que eu mendingo o amor? Porque eu não me amo. E todo esse texto tá falando assim: Se ama só isso. Só se ama. Mas para isso vai ter que olhar para essa consciência e vai ter que eliminar esse negativo, pessoal. OK? Pergunta para vocês. Você tem se Permitido existir sem precisar provar nada? Esse é o amor incondicional fotográfico aí, tá? Você tem se permitido existir sem precisar provar nada, sem
esperar ninguém mudar. Nada. Estamos quase encerrando aqui. A consciência curada não busca, ela atrai. Quando a carência é eliminada, a frequência muda. O amor não é mais escasso, é natural. O trabalho flui, o dinheiro vem, os relacionamentos se Equilibram. Nada externo muda de repente, mas tudo interno muda completamente. Se isso e isso muda tudo. Nada externo muda, mas tudo interno muda completamente e isso muda tudo. Combinado? Então, quando a carência é eliminada, a frequência muda. O amor não é mais escasso, é natural. E se o amor é natural, tudo é natural. Trabalho é natural, dinheiro
é natural, Relacionamento é natural, tudo flui. Hoje nós estamos observando a carência, o que dentro de você precisa ser liberado para o amor voltar a fluir. Que que tem aí dentro de você ainda que não permite que esse amor flua? O amor incondicional, o amor ao próximo, não o amor condicionado ao fulano, ciclano, bertano. Que que tem aí dentro que você não consegue amar a mãe? Que que tem aí dentro que você não consegue amar o pai, não amar o irmão? Tá aí Dentro, pessoal. E aí que tem que ser eliminado, combinado? Ó, como se
elimina isso? Aí é os comandos da homeostá qu informacional, OK? Para quem tá chegando agora, fica tranquilo que de vez em quando eu faço umas aulas ensinando os comandos, tá? Amanhã a gente começa o curso básico, o curso nível um, onde vocês aprendem o comando. Carlos, não consigo fazer o curso, de vez em quando eu trago para Alto amor aqui as aulas ensinando alguns comandos, tá? Combinado? Fotografaram? Muito bom. Então vamos fechando, ó. A vida não te deve amor, ela te convida a ser um amor. Então, procurar o amor é como procurar a chave no
bolso. Ela já tá aí, você não tá achando porque ela já tá dentro de você. Você tá procurando fora. Sabe quando você procura a chave do carro, ela tá no bolso, você demora um ano Passar sua chave e aí quando você põe a mão no bolso, você acha ela. Por que que você não tá achando o amor? Porque você tá procurando fora. Ele já tá aí dentro. É a chave no >> pode falar até uma um exemplo prático de manifestação de amor >> de amor incondicional >> é >> eu não julgar o outro, eu não
julgar as escolhas que meus pais Fizeram. Não, Carlos, mas eu tenho que concordar. Posso não concordar, mas eu não vou julgar. Não vou. Entendi. Fica apenas como observador. >> Isso. Perfeito. >> Além disso, você tem outro mais do dia a dia >> também >> do amor incondicional. Telma vai ser tudo o mesmo exemplo. Eu Não julgar o outro, >> eu não julgar quem tá falando comigo, eu não julgar o o chefe, eu não julgar o o funcionário. Eu entendi que cada um é uma consciência. E o amar, o amar incondicionalmente, esse termo é maravilhoso, é
um pouquinho difícil, mas o amar condicionalmente é o não julgar. Então, quando a gente fala assim, Carlos, Cristo perdoa tudo. Cristo não perdoa nada porque ele não condena nada. É bem diferente. Eu não por que que ele pergunta? >> Pegando um gancho nessa mesma pergunta e uma manifestação de amor, por exemplo, para mim mesmo. >> Fazer coisas que seja só para mim e por mim e por amor a mim. Não coisas grandiosas, pequenas coisinhas que seja para mim, sem pensar no outro. >> Uhum. pequenas coisinhas que seja para mim. O que eu gosto de fazer,
eu vou fazer por mim. Não vou me preocupar se alguém vai Gostar, não vai gostar. Eu vou pensar em mim. Isso não é ser mesquinho, isso é um amor próprio. Coisinhas pequenininhas, pequenininhas, pequenininhos. >> Entendi. >> Combinado. >> É, Carlos. >> Carlos, eu adoro filme de guerra, mas minha esposa odeia. Faz 10 anos que eu não vejo f de filme de guerra. Hoje eu vou ver filme de guerra. Ah, mas eu não gosto. Sai da sala. Hoje eu vou ver Filme de gu hoje eu vou ver filme de drama. Caros, hoje eu vou assistir sexta-feira
13 porque eu quero sentar na frente da televisão. Não quero pensar em nada. O sexta-feira 13 ele só mata, eu só fico olhando, não tem que raciocinar. É isso que eu quero. É isso que eu vou fazer. Não tem trâme. Não preciso pensar em nada. Ele vai, ele chega, mata, morre. É esse o filme, é isso que eu vou assistir. Eu só quero ficar olhando pra Televisão, não quero pensar em nada. Pronto. Um exemplo bobo, mas só para vocês gravarem. Pode falar, Rosana. >> É, eu também acredito que muito do que você tá falando do
autoamor, do não julgar, é muito eh é junto com a aceitação, a gente se aceitar como a gente é e aceitar que o outro é do jeito que ele é, que ele tem a história dele, as informações dele. Cada um é cada um, né? Perfeito. E sem esperar que o outro mude. >> Sem esperar que o outro mude. Aceitar. >> Aceitar. Só aceitar. Sem condicionar, sem julgar. Só aceitar. Perfeito. E aceitar como a gente também é. E eu posso entender que eu tô em expansão. Amanhã pode ser que eu acorde diferente. E tá tudo bem.
Pode falar, Marcelo. >> Eh, também tem a questão assim, né, Carlos, do fato de eu aceitar o outro Como ele é, independente de quem seja, né? Mas assim, para ser mais específico, vamos dizer, eu tive um eh não consegui me conciliar muito com a minha mãe durante toda a vida, aquela coisa toda, por comportamentos dela, eh, o meu jeito também, quer dizer, tem os dois lados, né? Mas assim, a gente nunca conseguiu se acertar. Eh, eu venho me trabalhando muito isso, eu tô falando bem específico, venho me trabalhando muito isso, né, para aceitar Que ela
é do jeito que é, ela é ela é narcisista e etc. E mas eu tô buscando entender isso, né, que até tô estudando psicanálise, então tô tô buscando entender isso, >> buscando aceitar ela como ela é. Isso não significa que eu precise conviver, né? Não, não. E aí o que vai te facilitar, se você for eliminando os as informações geradas nos momentos ruins com ela, você vai ver que essa necessidade de aceitar Como ela é também para, porque você só vai aceitar. Mas enquanto tem a dor aí fica difícil aceitar. Aí vai, daí eu vou
ficar me forçando, aí vai ter essa necessidade. Se eu vou eliminando a dor, a coisa vai acontecendo, a coisa vai fluindo por si só. E quando sente >> vai ser facinho, não é isso? >> Sim. Tá. >> Aham. E quando e quando a gente sente assim um Eu não sei se eu vou conseguir me expressar, eh, mas assim, um eh um sentimento meio que, como é que eu vou dizer? Eh, assim, parece que tanto faz. Eh, indiferentes. >> Uma indiferença. >> Isso é quase isso. >> A indiferença não é o amor. A indiferença é fria.
>> O amor é quente. >> Ok. >> Uhum. >> A lugar. >> Mas isso isso vai me atrapalhar em alguma coisa? Se ficar indiferente, >> vai afastar um pouquinho, porque ainda não é um amor. Dá, dá para ir um pouquinho a mais. >> Aham. Dá para ir um pouquinho a mais. Você vai começar, você vai perceber conforme você começar a aprofundar um pouquinho essas essas eliminações, esses momentos ruins com a mãe, vai começar a Perceber diferente, vai ver que é possível. E aí vai começar com >> combinar. >> OK. Então, >> Carlos, posso falar? >>
Pode, pode falar. >> Bom, boa noite para todos. Eu acho que a dificuldade eh quando a gente é você separar, porque quando você aceita o outro, Você ou quando você tenta mudar o outro, muitas vezes você se sente responsável pelas consequências que o outro produz e que você acha que você tem que consertar. Então quando você aceita a parte difícil é não se sentir responsável pelos resultados. né? Quando você deu o exemplo, por exemplo, do seu filho, que ele estudou para tirar cinco ou ele não deu o melhor, eu entendo que o melhor dele não,
ele não conseguiu Questões emocionais, enfim, não importa. Mas no caso, se ele não passasse de ano, você era o responsável por pagar um outro um ano inteiro de colégio de novo. Então eu quando a gente com os pais, eu vi muita gente falando da dificuldade com a mãe, então você imagina que a mãe não toma o remédio que você tá lá fazendo e acolhendo. Aí a mãe vai internada. Quem vai ter que se despender, né, despencar para ir ficar com cuidado A mãe dormir com a mãe no hospital. é você. Então, o que que você
me fala nesse aonde tá o respeito da gente pela gente e a aceitação pra gente ficar sem culpa nesse lugar de aceitar as escolhas do outro semir responsável das consequências? >> OK? Vamos lá. Aqui nesse exemplo da mãe, primeira coisa, a gente tem que trabalhar um pouquinho as nossas crenças, que filho é obrigado a cuidar da mãe, Porque isso é uma crença que pesa muito. Porque se eu cuidar da minha mãe por obrigação, não vai dar nada certo. Se eu cuidar da minha mãe por obrigação, vai adoecer os dois, vai adoecer mais a mãe e
vai me adoecer. Se eu cuidar da mãe por amor, eu vou ter amor para ajudar ela a tomar o remédio. Mas eu tenho que entender que se ela não quer tomar o remédio, por mais que eu acho que é necessário, a Escolha dela. Mas aí cuidar da mãe por obrigação não vai dar certo. E uma das primeiras informações que a gente tem que eliminar é a crença que filho tem que cuidar da mãe. Porque filho não é feito para cuidar da mãe. Eu não tenho essa crença, mas eu eu tenho o sentido de me sentir
responsável, entendeu? >> OK. Aí é uma informação, ó. Pensamento Que sou responsável pela mãe, acabou. Porque quem é responsável pela mãe? A mãe. E é aqui que eu vou tirar o peso. >> Entendi. >> É aqui que eu tenho que tirar o peso. E aí se se eu tiro o peso, sobra o amor. >> Uhum. >> Aí eu vou feliz. Não é que eu vou feliz, eu não vou acompanhar amanhã. Não, você faz em paz, você consegue delimitar o espaço, o tempo, como e consegue escolher até a melhor situação em paz, Né? E >> perfeito.
>> Eu acho que essa responsabilidade aí que eu preciso. [risadas] >> Eu sempre digo assim, ó, se é para cuidar da mãe por obrigação, ponha põe um cuidador. Dá um jeito e põe um cuidador, senão vai adoecer os dois. >> Obrigada. Imagina, o único bicho que precisa cuidar da mãe é o bicho homem, não é Assim? Nenhum outro bicho cuida da mãe. Se a gente olhar para >> da mãe, do pai, que, né? E o filhão a mesma coisa, não é isso? O pai cuida do filhão, a mãe cuida do filhão até certo ponto. Depois
é com o filhão. E o filho tem que entender. Não é uma questão de amor, é uma questão minha responsabilidade vai até aqui, filhão. Agora, agora voa agora com você. Eu também não tenho estrutura para ser Responsável pelo filho quando ele tiver já adulto, porque senão não consigo parar. E aqui que a sociedade se perdeu, não é isso? Porque se o filho depender de mim até a vida adulta dele, o pai não consegue parar de produzir. E pode ser que um dia ele não consiga produzir mais. Ele só tá tendo que produzir porque tem esse
filho na saia dele. E não era que esse filho tá aí também tá errado. E aí é crença que pai tem que fazer tudo por pelo filho. É crença. O pai não tem que fazer tudo pelo filho. Como o filho não tem que fazer tudo pela mãe, pelos pais. Percebe? Eu sei que é duro. Carlos é muito duro. Eu sei, mas é a realidade da vida. Do mesmo jeito que eu que eu não sou obrigado a cuidar da mãe, eu não sou obrigado a cuidar do filho depois que ele é adulto. Aí a minha crença
que tá determinando, meu pensamento, é meu ego, É meu desequilíbrio que tá determinando isso, porque senão aí começa a gerar peso nesse relacionamento. >> É, eu ia falar exatamente, é tirar o peso, né? >> Tirar o peso. Perfeito. >> E a gente só consegue tirar o peso quando tá feliz >> e quando a gente faz coisa pra gente. >> Perfeito. Quantidade >> e aí sobra, né? sobra para dar. A Verdade é essa. >> Quando a gente tá equilibrado. Perfeito. Exatamente isso. Muito bom. Hoje você viu que a carência não é fraqueza, é apenas um pedido
de amor não atendido. Viu que o vazio não é o fim, é o espaço onde o novo pode nascer. Viu que o olhar que você procura fora é o mesmo? viu que olhar que você procura fora é mesmo que dentro de você esperar um reencontro. É quando você é quando Você se acolhe, a vida deixa de ser busca, volta a ser frutos. A vida flui, pessoal. Se a vida não tá fluindo, é porque você tá tentando controlar. Você não tá deixando o amor fluir, a vida flui. Lembra do que a gente viu daquela parte financeira?
É o troca da recebeu. Dou pra vida, recebo da vida. Dou pra vida, recebo da vida. Se eu quiser só receber, se eu quiser só dar, vai dar tilte. Eu dou e recebo da vida. E aí para receber eu tenho que confiar. Vai vir, talvez não o seu tempo, porque talvez sua consciência não tá pronta para receber. É só confiar que vai. E aqui a gente tem que aprender a confiar. Combinado? Então, lembrando vocês, deixa eu ver se tem recados aqui. Amanhã curso de HQ nível um. Para quem não fez ainda ou para quem já
fez, quer reciclar, não perde a oportunidade, pessoal. É o último de desse ano. Estamos aí já Chegando no finalzinho do ano. Não deixa pro ano que vem, senão é mais dois meses para você começar a olhar para dentro de você. Aí vai chegar janeiro, você vai falar que é IPVA, depois você vai falar que é o carnaval e aí vai acabar o outro ano. Você não fez ainda. Vamos lá. Esses boicotes que vocês fazem. Carlos, agora é o Natal, depois é o carnaval, depois é a Páscoa, depois é a mãe, depois é o carro e
você não olha para você nunca. Não espera mais nada. Venha cuidar de você. Combinado? Deixa eu ver que é mais aqui. Como funciona a reciclagem? A reciclagem, pessoal, você vai fazer o curso inteiro de novo, investindo 20% do valor, tá? Você faz inteirinho o curso, investe só 20% do valor, quantas vezes você quiser. Bom, para quem já fez o nível um, novembro, depois eu vou mandar para para vocês. Vai ter o curso eh nível dois agora em novembro. É um curso que eu Faço uma ou duas vezes no ano só, tá? Mas eu depois eu
passo para você. >> Carlos é muito próximo, Carlos. Ainda não deu tempo de a gente aprender tudo. >> Ah, não, >> é muita coisa. >> Eu sei, mas é porque você fez fez o curso agora, mas é que tem pessoas que fizeram antes. >> É. >> Tá. >> Ah, tá. >> OK. >> Eu gostaria de fazer o segundo, mas eu não vou passar para um segundo antes de conseguir digerir o primeiro. >> Perfeito. Perfeito. >> Entender ele. >> Entendi. Fica tranquila que depois tem mais. é que esse o nível dois que eu vou passar para
vocês ainda é o curso que eu faço umas duas vezes no ano só, tá? >> Uhum. >> Esse o o nível um, não. Bom, então para Quem nunca fez ou para quem quer reciclar, começamos amanhã. Venha fazer, tá? Que mais? Deixa eu ver se tem mais recados. Atendimento individual, pessoal. Agenda tá para janeiro. Não adianta vocês brigarem comigo. Se vocês não correrem, a agenda de janeiro tá quase fechando, tá bom? Tá, eu já expandi os horários de dos atendimentos, então a agenda tá já para janeiro. Então quem quer marcar não deixa passar essa oportunidade, senão
Daqui a pouco fecha janeiro também, combinado? Muito bom. E nos vemos aí ou nos vemos amanhã no curso para quem vai começar, para quem não for participar do curso, nos vemos dia 5 de novembro, próxima quarta-feira, combinado? Então tá bom. >> Gratidão, cara. Imagina. Deixa eu só encerrar o compartilhamento aqui para mim ver mais vocês que eu consigo ver mais pessoas aí. Agora sim. Então tá bom, pessoal. Gratidão profunda pela Companhia. Espero que todos tenham gostado. >> Vamos se olhar com muito amor. Bom, >> pessoal, boa noite. Boa noite. Gratidão. >> Boa noite para todos.
Muito bom. >> Muito bom. OK. Muito bom. Pois eu quero mais detalhes, Carlos, dessa Desse curso de amanhã.