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CINM | Módulo 3 | Aula 3.2 | Processamento de aspectos tonais

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NEUROMÚSICA UFABC
E aí [Música] e não na passada abordamos dois atributos básicos do som altura e o timbre vimos também como a percepção desses atributos é construída por nosso sistema nervoso nos vídeos dessa e da próxima semana vamos abordar alguns aspectos mais complexos do processamento musical tanto no aspecto tonal como temporal no aspecto tonal Vamos falar por exemplo sobre a percepção e o processamento de intervalos consonantes e dissonantes vamos falar também de dimensões envolvidas no processamento de melodias como escalas Contorno harmonia e tonalidade e no aspecto temporal vamos falar de dimensões químicas como pulso andamento e métrica
se você não estiver familiarizado com esses termos sugerimos que consulte o glossário que disponibilizamos na página inicial do curso tá começando pelas dimensões canais vamos falar primeiramente sobre a percepção de consonância E dissonância para isso vamos recapitular rapidamente o que é um intervalo em música e em seguida vamos falar sobre escalas melodias e como nosso sistema nervoso processo essas dimensões tonais e por fim vamos falar em que fase do desenvolvimento humano nos tornamos sensíveis às dimensões funcionais da música de Nossa Cultura a palavra intervalo refere-se a distância em altura entre dois sons em acústica um
intervalo definido pela razão entre duas frequências enquanto que na teoria musical tradicional o intervalo é definido pelo número de semitons que separam os dois sons quando a distância entre duas notas é zero semitons chamamos esse intervalo de uníssono quando a distância de um semitom Chamamos o intervalo de segunda menor quando a distância de dois semitons o intervalo é chamado de segunda maior três semitons terça menor e assim por diante se quiseram saber qual é o intervalo formar as notas basta portanto contar o número de semitons entre elas Ouça por exemplo o som de uma segunda
menor o intervalo cujas notas apresentam uma distância de apenas um semitom E aí a e agora ouça o som e uma quinta justa o intervalo cujas notas apresentam uma distância de sete semitons E aí E como você percebe esses dois intervalos você percebe um deles como saindo mais agradável que o outro Hum será que outras pessoas perceberiam da mesma forma parece que são opiniões tendem a coincidir vejam Esse estudo aqui você pisadores pediram aos participantes que avaliassem o grau de agradabilidade de intervalos formados por distâncias de 1 a 11 cm todos ouvidos isoladamente fora de
qualquer contexto musical todos os acidentados foram apresentados em timbres de saxofone de voz natural voz sintetizada e como tão escuros veja os resultados em e esse gráfico mostra as classificações de agradabilidade dadas aos diferentes intervalos como a gente pode ver alguns intervalos foram consistentemente considerados mais agradáveis do que outros independentemente do timbre se você quer pelos intermediários exceto os de 6 cm tons foram julgados como mais agradáveis e por outro lado os considerados menos agradáveis foram os intervalos muito pequenos e os muito grandes como os de 12 10 e 11 semitons além desses o ponto
médio que corresponde ao intervalo de 6 cm tons também foi considerado o menos agradável Ouçam esse intervalo e o intervalo que música A gente chama de Triton chegou a ter irritado alguns séculos atrás na música ocidental o supostamente invocaram o Diabo na música daí você conhecido também como diabulus in música e como se explica que alguns intervalos sejam percebidos como mais agradáveis ou como consonâncias enquanto outros sejam consistentemente percebidos como menos agradáveis ou como dissonâncias e essa é uma questão que tem intrigado muita gente é muito tempo explicações sobre o que faz com que o
somos pareça consonante ao dissonante permaneceram controvérsias ao longo de muitos séculos pode destacar aqui as teorias atualmente predominante Vamos começar com essa nos intervalos musicais em termos acústicos e em termos de processamento auditivo em termos acústico O que é um intervalo musical é um som que resulta da combinação de dois sons periódicos complexos como vimos em aulas anteriores função periódico complexo é um som composto por uma frequência fundamental e vários hormônios relacionados a essa fundamental em proporção de números inteiros o que acontece quando ouvimos dois sons complexos tocar o simultaneamente e o que aconteceu o
seguinte Nossa série do recebe os dois conjuntos de frequências ao mesmo tempo criando um som composto com todas as frequências de ambos os ossos O que significa conjunto de frequências algumas são muito próximas surge uma sensação de batimento e de aspereza ou de rugosidade e a teoria pedir com acústica de fome Red Roses atribui a percepção de dissonância a essas sensações causadas por interações no sistema auditivo periférico entre harmônicos próximos dos sons complexos que compõem o intervalo musical essas frequências esse tariam células ciliadas situadas em regiões muito próximas também para na base Lar causando essas
interações que poderiam resultar na percepção das chamadas dissonâncias acústico sensoriais é uma outra forma de explicar a agradabilidade geralmente atribuída a certos intervalos é através do que chamamos de harmonicidade deixar essa figura aqui temos dois pares de intervalos harmônicos intervalo harmônico aquele no qual Suas notas são simultaneamente na coluna temos as frequências fundamentais das notas que compõem os intervalos representados na coluna B e as notas aqui estão escritas a fábrica só e no primeiro padre formam mais segunda menor enquanto no segundo para forma uma quinta justa e na coluna você temos os espectros de frequências
dos dois intervalos musicais representados na coluna B Oi aqui vemos a fundamentais desses dois intervalos e seus 6 primeiros harmônicos em iguais amplitudes e as barras pretas nesse gráfico representa o espectro harmônico das notas mais graves decisões intervalos enquanto as barras brancas representam as notas mais agudas desses dois intervalos e como vimos o intervalo de segunda menor é geralmente considerado o intervalo dissonante enquanto a quinta justa o intervalo consonant o que a gente pode observar nessa coluna C E no caso da segunda menor vendo que o espectro harmônico desse intervalo contém componentes de frequência que
são muito próximos mas que não são idênticos em frequências o que acaba produzindo aquela sensação de abatimento sobre a qual falamos no artigo anterior e quando olhamos para o intervalo de quinta justa aqui nessa segunda linha vimos linguagem diferente contendo frequências amplamente as passadas ou exatamente Coincidências como essas indicadas aqui em altitudes maiores e que portanto não produzem batimentos vemos por esses dois gráficos que esses intervalos também diferem em outro aspecto a quinta justa contém frequências que são harmonicamente relacionados ou seja as notas que compõem as intervalo contém harmônicos com incidentes nesse aspecto o intervalo
de quinta justa acaba se assemelhando a uma única elas a posicao essa semelhança não se não tem para a segunda menor cujas frequências estão indo harmônicas e esse contraste exemplifica opção alternativa a dica intervalos consonantes ver irão soar agradabilidade não da ausência de batimentos mas sim da semelhança com notas individuais e seus aspectos harmônicos isso é chamado de harmonicidade É mas tá então que a percepção já consonância e dissonância é completamente determinada pela forma como nosso sistema auditivo processa informações acústicas é constitucionalmente assumem a proposta de estética tá consonância e dissonância como tendo raízes biológica
por outro lado é que não musicólogos e compositores argumentam que a consonância uma criação da cultura musical ocidental quando olhamos para os trabalhos existentes na literatura científica pelos estudos mais antigos de escrever numa preferência inata pela consonância estudos mais recentes revisitam essa suposta preferência e destacam que as explicações acústicas e a inculturação não são mutuamente excludentes hoje é produtos são alguns intervalos e acordes usados na bossa nova e no gesto que quando ouvidos isoladamente podem inicialmente sua arte sonantes O porém o hábito de ouvir os repetidamente em seus contextos originais pode fazer com que passamos
a perceber esses acordes como extremamente agradáveis O que podemos dizer então é que é diferenciação entre consonância e dissonância É de fato um aspecto inato da Musicalidade humana porém a preferência pela consonância ou dissonância é fortemente moldada pela cultura o seu preferência por consonância fosse enraizada na Biologia da audição outros primatas também deveria demonstrar essa preferência E isso não ocorre uma estudo mostrou que mico são capazes de diferenciar estímulos tonais consonantes e dissonantes mas ao contrário dos humanos os micos não demonstraram preferência entre os dois em na verdade se pudessem escolher entre silêncio e música
preferiam O silêncio e a pessoa que a nossa proximidade evolutiva pesquisas recentes mostram que os cérebros de macacos não respondi da mesma forma que o cérebro de seres humanos a são os complexos periódicos Esse estudo publicado em junho de 2019 usou são sintetizados e vocalizações de macacos e mostrou através de imageamento funcional por ressonância magnética que seres humanos mas não os macacos apresentam regiões encefálicas que respondem fortemente a sons harmônicos comparados a ruídos por outro lado mapas tonotopico seletivos a frequência são semelhantes nas duas espécies os autores argumentam que é possível que esta diferença entre
espécies Deva se as demandas únicas da fala e da percepção musical nos seres humanos concluído Vimos que algumas combinações de notas são recebidas por nós ocidentais o antes e outras condicionantes esse fenômeno tem sido amplamente discutido e podemos traçar as origens dessas discussões desde os antigos gregos já vimos mostrado em outras aulas que o espectro harmônico de um som influencia a percepção de altura e de timbre hoje Vimos que o espectro harmônico e com som influencia também no grau de consonância e dissonância que percebemos quando ouvimos dois ou mais sons simultâneos por quem ressaltamos que
a percepção de consonância e dissonância não tem pode ser modulada pela exposição frequente a música de uma determinada cultura e mais para frente vamos ver que o contraste entre consonância e dissonância desempenha um papel fundamental na música ocidental especialmente No que diz respeito a modulação de emoções e vamos falar agora sobre o processamento de uma outra dimensão musical as escalas escalas são conjuntos de alturas musicais separadas por intervalos específicos usadas por diferentes culturas conscientemente ou não para fazer música ao redor do mundo existem inúmeros tipos de escalas com diferentes arranjos de Tom semitom e outros
intervalos alguns familiares para nós outras nem tanto com isso as escalas acabam evocando associações culturais de estilo ou gênero musical ainda que você não saiba dizer qual é a escala aqui em base esse trecho que você está ouvindo é bem provável que você tenha feito uma associação cultural ou que você tenha identificado um gênero específico desse caso o blues i E aí e na música ocidental usamos predominantemente a chamada escala maior que é uma escala com sete notas que apresenta intervalos de tons e semitons entre cada uma das notas que chamamos de graus numa sequência
específica o número 7 no multi color já mais de um século e cientistas mais recentemente tem-se dedicado a estudar a música e o comportamento musical de diferentes culturas mais do que um Panorama histórico sobre hábitos culturais e tradições os estudos produzidos por esses pesquisadores vem nos fornecendo evidências sobre a percepção e o processamento musical uma vez que identificam semelhanças significativas em escalas musicais de povos de diferentes épocas e regiões geográficas em alguns aspectos específicos não chamam atenção pois sugerem que a criação e apreciação Musical São delimitadas por processos psicológicos básicos é um desses aspectos é
o fato de grande parte das escalas possuírem de 5 a 7 notes e isso é muito curioso porque o sistema auditivo humano no espaço de um oitava pode distinguir-se centenas de alturas O que significa que em princípio bilhões de escalas poderiam ser usadas na produção musical Porque então seres humanos na maioria das tradições musicais preferem selecionar um pequeno conjunto de frequências para compor suas músicas é uma possível explicação para o número reduzido de notas nessas escalas seria uma limitação na nossa capacidade de memória de trabalho várias Décadas atrás o psicólogo norte-americano George Miller demonstrou que
os adultos podem reter apenas sete categorias ou xampu de informação na memória de trabalho com uma margem a gente dois tinham que tá mais ou menos e como é que a limitação da capacidade de memória de trabalho se estende por diferentes domínios modalidades é possível que o processamento de categorias de alturas musicais seja igualmente limitado e portanto é provável que músicas compostas com escalas com mais de 7 notas e se dão as capacidades cognitivas de muitos ouvintes há um segundo aspecto comum entre escalas de diferentes culturas é a importância estrutural de intervalos que se aproximam
das chamadas consonâncias perfeitas que são as oitavas Quintas e quartas justas essa característica estrutural pode refletir uma vantagem de processamento para intervalos consonantes em relação ao intervalo dissonante um outro aspecto bastante comum é o fato de quase totalidade das escalas existentes apresentar em intervalos desiguais entre seus graus por exemplo a escala maior tem intervalos de 1 e 2 semitons entre graus adjacentes e a escala pentatônica mais comum tem intervalos de dois e de três semitons e é uma possível explicação para o fato de tantas escalas apresentaram essa propriedade de intervalos desiguais entre os graus seria
o facto de que intervalos desiguais proporcionar um benefício psicológico porque eles permitem que as notas tem um funções diferentes perto da escala essa propriedade o permite que os ouvintes diferenciam grau do outro na escala equisolo em 1° principal este grau principal que chamamos de tônica funciona como uma referência mental a qual os outros graus podem ser comparados e a capacidade de determinar 1° principal e diferenciar os outros graus faz com que escalas com intervalos desiguais sejam mais vantajosa do ponto de vista psicológico Até bebê se processam e se lembrou melhor que escalas com intervalos desiguais
do que escalas com intervalos iguais e isso é o que esse estudo encontrou quando comprar o bebês de 9 meses adultos em suas capacidades de processar e lembrar de três escalas uma escala família no caso a escala maior que é uma escala com intervalos desiguais e duas escalas não familiares construídas especialmente para esse experimento uma delas com intervalos desiguais e outra com intervalos iguais a a nossa PS os pesquisadores observaram desempenho semelhante nas escalas com intervalos desiguais familiar e não familiar nas escolas com intervalos iguais os bebês tiveram desempenho ruim e nos adultos observarão um
pão desse empenho apenas na escala maior que é a escala mais familiar e o que significa um esses resultados em primeiro lugar significa que tanto para bebês como para adultos é mais difícil diferenciar notas de uma escala formada por intervalos iguais nesse tipo de escala todas as notas formam os mesmos intervalos tanto com notas vizinhas como com notas distantes eliminando a possibilidade de estabelecer referências Além disso esses resultados também mostram que a familiaridade modula a percepção auditiva é como se diz eram jovens demais para se beneficiar da familiaridade com as escalas musicais eles apresentaram níveis
semelhantes de desempenho para as escalas com graus desiguais tanto familiares como não familiares E no entanto os adultos Foram influenciados pela familiaridade quando testados para a si mesmo as escadas que a escala maior que é bem familiar os adultos puderam facilmente detectar violações na mesma por outro lado para ambas as escalas não familiares os adultos tiveram dificuldade em detectar violações e esses achados sugerem aqui com um anos de Exposição à escala o escalas da cultura de uma pessoa a vantagem inicial do processamento de escala não familiares com intervalos desiguais é eliminado ou sejam quando alguém
já está totalmente inculturado torna-se familiarizado e confortável com as escalas convencionais enquanto que as escolas não convencionais são estranhas e são difíceis de perceber e de se lembrava escalas intervalo são dois ingredientes fundamentais na estrutura de melodias O que é uma melodia a gente pode definir melodia como sendo uma sucessão linear de sons geralmente de alturas definidas que o ouvinte percebe como um todo ou seja com começo meio e fim em três dimensões tô mais contribuem para o reconhecimento e recordação de melodias a dimensão de escala de intervalo e de contorno na falamos bastante sobre
escalas e intervalos falta falar o que é contorno contorno nada mais é que a direção no espaço da frequências Para onde as notas de uma melodia se movimenta vamos analisar essas três dimensões nessa Melodia do Mágico de Oz o E aí [Música] os jogos garagem em primeiro lugar todas as notas que constituem essa melodia pertencem a uma escala nesse caso a escola maior aqui o compositor escolheu dispor as notas desta escala de uma forma específica obviamente com objetivo estético a cada uma das nossas essa melodia forma intervalos melódicos com as notas adjacentes nós não temos
também que as notas se movimentam às vezes para cima e às vezes para baixo no espaço das frequências delineando o contorno dessa Melodia o OK agora que já entendemos O que são escalas e intervalos e contorno vamos falar com essas dimensões tonais de uma melodia são processadas e como mencionei em aulas anteriores evidências neuropsicológicas e de neuroimagem indicam que dimensões tonais e temporais o processamento musical envolvem sua sistemas neurais distintos vou tentar resumir aqui alguns achados sobre o processamento das diferentes dimensões tô mais sobre as quais falamos até agora sabe-se que o corta que temporal
direito desempenha um papel particularmente importante no processamento das relações entre as alturas os déficits em alguns aspectos do processamento de alturas foram observados após danos na região ântero-lateral do giro de ré no hemisfério direito pacientes com esses danos demonstram por exemplo dificuldade em perceber a altura de um som com fundamental ausente e sabe-se também que pacientes com esse tipo de lesão tem um Limiar aumentado para determinar a direção de mudanças de alturas O estudante neuroimagem corroboram os resultados de estudos neuropsicológicos que indicam que a análise de mudanças na altura pode envolver áreas posteriores do córtex
auditivo secundário e vamos pesquisadores encontraram ativação nessa área quando o participante tinha que comparar sofre complexos contendo modulações de frequência o amplitude ou alterações espectrais com sons estáticos e os aspectos desses estudos sugerem que áreas posteriores no córtex auditivo secundário no hemisfério direito estão envolvidas no estágio inicial da análise melódica essa interpretação é consistente com dados de eletroencefalografia e Magneto encefalografia ia que indicam que o córtex auditivo respondia relações de altura mesmo na ausência de atenção onde tem que ser sobre os processamentos de informações específicas de contorno de intervalo dimensões fundamentais da percepção e ao
reconhecimento de melodias são fornecidas por casos de lesão em conjunto os resultados mostram que quando os ouvintes se baseia não na representação de contorno para discriminar melodias o giro temporal superior direito desempenha um papel crítico e quando pistas de contorno não estão disponíveis e é necessário informação de intervalo observa-se o envolvimento de estruturas temporais bilaterais apostando uma cooperação dos hemisférios na integração da informação de contorno com a informação de intervalos no processamento de melodias e sabe-se que essa assimetria cerebral esquerda direita no processamento de pistas de intervalo Contorno nas melodias já está presente na infância
e sabe-se também que a extração da informação de contorno intervalos não requer atenção conforme indica o resultados de estudos com e g e Magneto encefalografia em adultos Como já disse anteriormente no dia se também é só com escalas específicas ele tem esse assim clínicas derivadas de estudos de neuroimagem mostram que na percepção e memória de melodias os ambientes extraem informações da estrutura da escala utilizada embora isso ocorra de maneira implícita alguns estudos realizados com potenciais relacionados a eventos e por imageamento funcional por ressonância magnética também indicam a existência de redes neurais especializados no processamento da
estrutura da escala em elogia para finalizar desse vídeo vamos falar um pouco sobre desenvolvimento E quando é que nos tornamos sensíveis às dimensões por mais sobre as quais falamos até aqui um bebê recém-nascido só demonstra uma série de habilidade perceptiva básicas que vão servir de fundamento para o desenvolvimento de formas maduras de entendimento musical essas habilidades básicas incluem a capacidade de perceber a altura musicais e de reconhecer algumas melodias bebês demonstram também uma grande sensibilidade ao Contorno melódico estão capazes de diferenciar consonância E dissonância com o tempo e exposição continuar música As crianças vão desenvolvendo
sensibilidade à várias outras dimensões estruturais características da música de sua cultura eu acredito aspectos da sensibilidade musical se desenvolvem em diferentes etapas em estudos com crianças ocidentais mostram por exemplo que a sensibilidade de detectar violações na tonalidade de uma música se desenvolvem por volta dos cinco anos de idade e que somente por volta dos sete anos é que as crianças são sensíveis a todas as dimensões tonais básicas E aí
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