uma autora muito conhecida no Brasil talvez tão conhecida quanto Howard Zé é justamente a eu já mencionei ela aqui ao falar dos processos circulares a tem esse livro aqui que também ficou bem famoso que é daquela coleção dos pequenos livros de teoria e prática chamado processos circulares e Logo no início na introdução a traz uma citação da seguinte maneira somos todos amantes e todos destruidores todos t e ao mesmo tempo querem desesperadamente confiar Esta é a parte da nossa luta precisamos contribuir para que surja em nós o mais belo e nos afastemos dos poderes da
Escuridão e da violência é preciso aprender a dizer Esta é a minha fragilidade devo conhecê-la e usá-la de forma construtiva e eu queria trazer então eu trouxe essa esse prefácio Zinho que a que a desculpa que a k traz no livro porque eu acho que esse prefácio fala muito sobre a própria compreensão de x restaurativa para ke pranes a ke pranes não confunde Justiça restaurativa com o método que ela traz que são os processos circulares é importante dizer isso mas a compreensão de justiça que ela traz também tá muito alinhada ao próprio método que ela
ajudou a sistematizar então Justamente por isso é que dentro dessa compreensão de Justiça eh que a kepres traz tem um lugar de conhecer de reconhecer e de estar consciente sobre aquilo que é mais luminoso e aquilo que também é mais sobrio em nós sobre tentar entender as nossas vulnerabilidades e se conectar a partir de uma narração das nossas histórias daquilo que nos une em algum aspecto a kean Justamente por isso trabalha tanto com elementos como bastão de fala e ela busca bastante esse lugar de uma inclusão ela tem uma noção de democracia que tem muita
que perpassa bastante essa ideia de uma inclusão de que todas as vozes que estão ali importam que todos T algo a dizer e ainda uma justiça que entende que a soma dos saberes individuais é sempre menor do que o Saber coletivo porque essa interrelação entre os sujeitos e essa construção a partir de um comunidade ela também guarda uma sabedoria estarmos juntos no aqui e agora tem algo de muito valioso e valoroso e é por isso então que em um outro momento nesse mesmo livro A AK falando agora da metologia dos círculos ela fala que essa
filosofia dos círculos reconhece que todos precisam de ajuda e que ajudando os outros estamos ao mesmo tempo ajudando os nós mesmos ela não nega as nossas fragilidades ou vulnerabilidades ao contrário ela busca identificar entender e de uma forma narrativa construir uma maneira de estar juntos que cuide melhor de cada um de nós e desse todo então essa metodologia que são os processos circulares ela tá muito relacionada com concepção de justiça restaurativa que a própria Ken de um lugar de olhar as nossas potencialidades enquanto humano