Então vamos lá. Aqui em vez da nessa nessa atividade especificamente você colocou que os tipos de ajuda que você possivelmente vai dar, OK? Tá?
Tem ali o nome da deveria estar aqui já o código, né, da atividade que você colocou uma coisa hipotética. O registro não é aqui onde eu tô anotando na nu do celular, ó. Não é aqui.
Você vai anotar aqui em mais de uma coluna na frente de cada um do zero, de cada um do dois, de cada um do quatro, cada um do 8, do 10, o desempenho que você programa. Então, se por um acaso nessa atividade, na tentativa, ele fizer certinho, muito bonitinho e empolgado, o que que normalmente você faz quando ele conclui uma tentativa? Só fala OK, fala: "No muito bem, parabéns".
Ou simplesmente passa pra próxima tentativa. Que que você faz? >> Então, normalmente eu dou um elogio ele e passo pra próxima.
>> Próxima. Então aqui, então quando dizer se é 10, se é 8, se é 4 ou se é 8ito ou 10, você tá dando elogio. Você vai colocar X e X aqui, ó.
X e X. Se ele faz essa resposta correta, com muita ajuda ou com pouca ajuda, você também elogia ou faz outra coisa? >> Não, eu só eu continuo a atividade.
>> Então você não elogia. Então você vai colocar zero e zero e mesmo com muita ajuda, se ele não faz, que você provavelmente também não vai fazer nada. Então o que que você tá fazendo aqui?
Você tá programando elogio, se ele faz independente, de forma que ele faça eh com empolgação ou sem empolgação, é simplesmente elogio, é na frente aqui. E se ele faz correto com muita ajuda ou com pouca ajuda, você não faz nada. Então você vai colocar aqui, a partir desse registro, eu vou te orientar a você ter consequências diferentes, ou pelo menos da seguinte maneira, ele fez com pouca ou com muita ajuda, você vai dar elogio aqui para ele.
E se ele fizer com independência, você faz o elogio com empolgação. Você vai empolgar. Que legal.
na tentativa, desempenho diferente dele, na tentativa, você vai dar na próxima tentativa, não sei como é que ele vai desempenhar. Se ele desempenhar com pouca, muita ajuda, uma consequência. Se eles desempenhar independente, outra consequência.
>> Ah, entendi. É, talvez eu, mas assim, eu sempre dou o elogio, sempre converso e falo com ele. Ah, que quando mesmo quando ele erra, né, eu falo: "Olha, que bom, você fez.
Eu não >> mesmo". quando ele erra. Então, se você tá dando elogio, provavelmente quando e mesmo mesmo quando ele erra mesmo mesmo ele não faz >> sem empolgação.
>> Então, então o que que a gente tá dizendo aqui? Que independente do desempenho é a mesma consequência que você tá dando, não é? >> Uhum.
Lembrando daquilo que eu falei no início, se a consequência é a mesma para desempenhos diferentes, não tem por o indivíduo, no futuro desempenhar consequência, eh, desempenhar de forma melhor, porque a consequência é a mesma. Entendi. >> E aí éonde a gente vai te orientar a ter consequências de polo e a quantidade de consequências, a ter consequências diferentes para cada oportunidade que ele tiver de desempenhar aquilo e como ele desempenhar.
>> Isso se chama uma dimensão comportamental. a gente prepara o ambiente para elimit a depender de como ele desempenhar essa resposta tem que ter consequência diferente. Se é uma desempenho melhor, consequência melhor, recompensa melhor, de forma que no futuro eh é mais provável para poder ter acesso às consequências somente quando ele desempenhar de tal maneira e não de outra maneira.
Entendi. É porque o uso o seguinte, ele faz, ele é bem colaborativo, ele faz já, ele já realiza atividade. Eu dou ajuda porque é uma atividade um pouco complexa ainda para ele, mas ele executa a atividade de forma colaborativa.
Eu entrego a consequência ao final, que é um reforçador que ele que ele gosta, que já é o Lego, por exemplo. Então ele faz as cinco tentativas, ele faz cinco agachamentos, por exemplo, no Gozu. E depois que ele tenta, ele termina de fazer as cinco, eu já dou reforço para ele, sempre vou elogiando e depois ele tem um reforço que é o que ele quer, que é o Lego.
>> Isso. Então, nesse caso, você tá dando uma consequência mais poderosa somente no final da atividade e não a cada tentativa. A cada tentativa é somente elogio.
>> Isso. Então, quando é a consequência no final da atividade, você vai colocar aqui embaixo, você vai escrever, ó, mas a consequência aqui, ó, observações sobre consequências. Então eu entrego o Bozu para ele quando ele completa a atividade.
Mas vamos chegar numa uma situação. Independentemente se ele fez com muita ajuda, com pouca ajuda ou de forma independente, ele vai ganhar Bozul. >> Ele ganha o reforçador porque ele fez a atividade.
>> Então é isso que você vai fazer. Só lembrando que essa tipo de consequência não não motiva ele a ter um desempenho melhor, porque independente do desempenho, ele ganha a mesma coisa. Se você faz trabalho meetref ou faz um negócio, o ideal é que seja valorizado o seu trabalho bem feito, não é?
É a mesma lógica aqui. >> É porque eu se eh eu segui na linha dele fazer a atividade seguir instrução, que é o objetivo principal. Eu eu dar uma instrução para ele ele fazer.
A instrução é ele fazer a atividade no bozul. Ele seguiu minha instrução. Eu pedi a ele para fazer atividade.
Ele fez. >> Sim. >> E eu repi com elogio porque ele fez.
Então ele ganha o Lego porque ele seguiu a instrução. >> Sim. Exatamente.
Então aí nesse caso você tá, mas esse segmento de instrução ele segue de diversas maneiras. Às vezes você dá dica gestual, às vezes você dá dica física, às vezes você tira eh estímulos do ambiente, às vezes você dá dica eh fala com ele. A gente não percebe, mas a gente tá dando essas dicas.
>> Uhum. >> E é importante que você dê consequências diferentes quando você dá dica, quando você dá muita dica e quando você não dá dica. Entendi.
>> Isso se torna olhar pro seu trabalho e falar e a depender do desempenho dele, eu vou consequenciar de forma diferente. E para isso serve você programar as consequências em função do desempenho. >> Entendi.
Eu tava até conversando com Robson sobre isso agora. com essa nova, né, essa nova versão e a visão que a gente vai ter, a gente vai refazer também, né, e vai planejar melhor >> atividade por atividade para cada aluno por atividade e os o reforço também, a consequência, tudo também. >> Isso aí.
Então, uma coisa é a consequência da atividade, outra coisa é a consequência da tentativa, da repetição. >> A consequência da repetição vem para cá, você programa ela aqui. >> A consequência da atividade é aqui embaixo.
>> Então você pode você pode ter uma uma a seguinte situação. >> O aluno desempenhou perfeito a o segmento de instrução, você não precisa dar nenhum tipo de ajuda. Provavelmente ele vai ter 50 pontos.
Uhum. >> Você pode colocar aqui, ó. Se ele fizer 50 pontos ou acima de 40 pontos, ele ganha o item eh eh atividade de preferência por 1 minuto.
Se ele fizer de 20 a 30 pontos, ele ganha também a atividade de preferência mais por eh 30 segundos. Aí, nesse caso, são as consequências da da completude da atividade e não da por tentativa, por repetição. >> Entendi.
>> Tá? Então aí nesse caso você fez muito bem aqui do 2 do muito provavelmente esse aluno tá fazendo, mas tá exigindo muita ajuda sua e ele deve tá usando essas duas ajudas aqui, ó, em toda a tentativa, provavelmente. >> Sim, porque ele precisa de, como é um é um programa novo e um movimento, começou o planejamento agora, então ele está aprendendo a atividade ainda.
Ele está aprendendo, então por isso ele precisa de mais ajudas. E com o passar dos atendimentos, eu a gente vai esvanecendo >> isso aí. O que é que nessas ocasiões o que que se se continuasse do 2 do o que é que eu iria te orientar?
No meio da atividade, você vai colocar aqui também uma outra, ó, que é atraso de ajuda. É a a Então, você tá dando ajuda. Em algum momento eu quero que você a espere para não dar ajuda, ver se ele vai errar, porque pode ser que ele faça a resposta mesmo sem você dar ajuda.
E aí a pontuação dele passa para quatro e necessariamente a consequência tem que ser diferente da da do desempenho dois. >> Uhum. Quando ele percebe, percebe que ele não teve ajuda, ele teve um desempenho, não que ele vai isso chamar conscientemente fazer, mas essa repetição faz com que o desempenho dele no futuro tenda para alcançar melhores ganhos, ter um desempenho com menos ajuda, entendeu?
Entendi. E >> aí a gente começa a atrasar a ajuda. Então, a depender do desempenho, a gente consegue te ajudar na tomada de decisão e você tem autonomia na decisão.
>> OK. Era essa dúvida mesmo. >> Olha, vai pro atendimento, vocês podem pegar a gravação e olhar que tipo de ajuda que eu tô dando aqui.
É isso, professor. Esse tipo de ajuda é isso ou é aquilo? Aí vai adicionando.
>> Ah, não. Dúvidas vão surgir com certeza durante [risadas] aí. O que que normalmente eu faço se ele fizer isso?
Ah, normalmente eu faço isso. Então eu vou anotar aqui. Normalmente eu dou elogio e >> eh dou uma fichinha para ele por tentativa.
Se você fizer, claro. Aí você vai anotar aqui também. >> Entendi.
E já é pra gente começar a aplicar esses >> já para para esse mês, né? o o quanto antes você conseguir, mesmo que seja só de completude e intercorrências. >> Aí depois vai começando a treinar e vai incorporando o desempenho também, que a completude vai ser aqui, essa parte de cima que vai dar a a a completude e as intercorrências vão ser aqui embaixo.
>> Ah, não. Beleza. Eh, quanto esse assistido, por exemplo, completar, ele faz todas.
Perfeito. Então, se o desempenho tiver todas as séries, todas as atividades, por quê? Porque ele quer ganhar o Lego no final do atendimento.
>> Que que a gente vai começar a fazer agora? Ele vai ganhar o Lego, mas desde que ele some mais pontos ou precise de menos ajuda. >> Uhum.
em algum momento você vai ter que deixar ele, mesmo que ele completar, mas ele não fizer de forma mais independente, não ter ajuda ao Lego ou ter ajuda com menos tempo ao Lego. >> Uhum. >> Aí você vai ter que colocar e expor ele a consequências diferentes aos diferentes desempenhos para que essa exposição gere ocasião dele no futuro fazer melhor.
Você tá fazendo ele simplesmente fazer, mas a qualidade não. >> Tá. Tá bom.
>> Uhum. >> Vai sentir. Robson, você pode sair do castigo aí, hein, Robson?
Não tá falando >> não. >> Já tava tentando fazer um pouquinho antes. Aí já tava mais ou menos familiarizado já.
A única diferença é que a parte da clínica a gente usava, por exemplo, as ses maiores, né? E agora com com esclarecimento seu, são as três primeiras repetições da primeira série, não é isso? Isso é isso mesmo.
Última série. Show >> e as duas últimas da última série. É isso mesmo.
>> Sim. >> Showzão. >> Até vai mais fácil assim de registrar, né?
>> É. Você faz um intervalinho ali e depois sola no final. >> É show.
>> Dá para gravar o desempenho nas três primeiras, né? Na hora que você vai registrar. É isso.
>> Entendi. >> Falou, galera. >> Pra gente agora deu o nosso horário também.
Qualquer coisa vocês podem chamar também por aqui, >> tá bom? Então, obrigada.