Quero remeter você ao livro do profeta Abacuk. Talvez você ainda não esteja familiarizado com o conteúdo que esse profeta deixou registrado e com o teor da sua mensagem. Mas eu quero situar para você Abacuk no tempo e no espaço e então olhar esse clamor do profeta.
Abacuk e profetizou no reino de Judá. Ele está descrevendo a decadência moral e espiritual da sua nação. Ele está vendo o seu povo entrando num processo de degradação tal que a violência tomou conta das ruas, que a justiça está sendo torcida, que a lei está se afrouxando, que a sociedade está caotizada, que os princípios e valores foram jogados ao chão e que a sua nação está como um caminhão sem freio, ladeira abaixo, rumo ao desastre.
Esse homem eh está clamando a Deus, buscando solução, buscando resposta para os grandes males que assolam o seu povo. [roncando] E então ele faz um clamor a Deus. Ele está incomodado, ele está inquieto, ele tá desassossegado ao ver que dia a dia a coisa vai de mal a pior.
E de fato foi, de fato foi. Ah, o reino de Judá já tinha assistido à queda do reino do norte, o reino de Israel, quando em 722 an de. Cristo, Assíria cercou Samaria e levou o povo pro cativeiro, para um exílio.
E anos mais tarde, [limpando a garganta][tosse] o rei Ezequias foi miraculosamente eh libertado por Deus, por uma intervenção divina, de um iminente ataque militar da Síria, que cercou Jerusalém, afrontosamente requere a captulação do rei Ezequias. Mas Ezequias ousou confiar em Deus. E Deus livrou Ezequias do poder da Assíria, mandando um anjo, matando 185.
000 soldados assírios e tirando o Senaqueribe da dos arredores de Jerusalém, retornando à sua terra, onde ele foi assassinado pelos seus próprios filhos. Mas agora a nação voltou a conspirar contra Deus, contra o próximo. E chegou o momento em que a Babilônia foi a vara da ira de Deus para disciplinar o reino de Judá e a cidade de Jerusalém.
Então, começo com você aqui pedindo a você, se tá aí com Bíblia acessível, pegue a sua Bíblia, abra no livro de Abacu comigo e vamos dar uma olhada no capítulo primeiro, pelo menos parte desse capítulo. Ele começa assim: sentença revelada ao profeta Abacuk. Veja você que começa não com a palavra palatável, começa com a sentença.
Tem horas que remédio doce não vai funcionar, tem que ser amargo. Tem hora que o remédio amargo não vai funcionar, tem que ser uma intervenção cirúrgica. E aqui vem uma sentença de Deus revelada ao profeta.
Não é uma sentença que ele criou, que ele inventou, foi revelada a ele. Então começa o drama do profeta assim: "Até quando, Senhor? Clamarei eu e tu não me escutarás?
Gritar-te em violência e não salvarás. " Ele está pontuando aqui duas coisas. Primeiro, o drama de orar e a resposta não chegar.
Até quando? Eu não sei se você lida com esse drama de clamar a Deus por uma situação emergente, urgente, e as coisas não acontecerem. Segundo lugar, ele está angustiado não só com o silêncio de Deus, ele está angustiado com a violência na sua nação, que campeia, que se alastra, que enfia os seus tentáculos e Deus não vem para salvar.
Eu não sei como você tem reagido à situação do Brasil. O Brasil vive uma crise medonha. É claro que já viveu outras crises, viverá outras no futuro, mas hoje a crise é medonha.
crise institucional, crise no parlamento, crise no palácio, crise nas cortes. Hoje nós estamos andando de cabeça baixa de vergonha diante dos desmandos, que estão aí vazando todo dia, toda hora na mídia, na imprensa. Coisas chocantes, escandalosas que depõem contra a nação.
a violência enfiando seus tentáculos em todos os setores da sociedade, onde o crime pare compensar, [limpando a garganta] onde o aparato que se tem não consegue determe, não consegue fazê-lo retroceder, ao contrário. Então, a pergunta de Abacu, que é a minha pergunta, é a sua pergunta, é a pergunta de todos nós. Até quando, Senhor?
Gritarei eu, violência e não salvarás. Vivemos o medo do arrombamento, do sequestro. Vivemos o medo de bala perdida.
Vivemos o medo do crime desafiar a justiça. E esse era o drama do profeta Bacu. E agora ele prossegue no seu drama, no versículo 3, dizendo: "Por que me mostras a iniquidade, me fazes ver a opressão?
Pois a destruição e a violência estão diante de mim. A contenda e o litígio se suscita". O que ele está descrevendo aqui é fazendo um diagnóstico da sua sociedade.
a opressão, a iniquidade, a destruição, a violência, as brigas e contendas, o litígio suscita, ou seja, é uma sociedade doente e em convulsão. Uma sociedade que se capitulou o crime e não sabe mais como resolver o problema. que está em decadência moral, espiritual, econômica, social, política.
Quando chega o verso 4, ele diz: "Por esta causa, ou seja, a consequência de uma sociedade caotizada pelos desmandos, pelos desvalores, pela violência, pela corrupção, a consequência vai chegar aqui no verso 4, ele diz: "Por esta causa, o que que vai acontecer? Por esta causa, a lei se afrouxa". Ou seja, a lei faz concessão e faz concessão não ao justo, mas ao ímpio.
Não ao íntegro, mas ao desonesto. Não ao trabalhador, mas ao ladrão. A lei se afrouxa porque passa a ter dois pesos e duas medidas.
para uns o rigor da lei, para outros os favores e os e as benesses da lei. Ele diz mais: "E a justiça nunca se manifesta". Por que não se manifesta?
Porque os tribunais também estão levedados, fermentados pela mesma corrupção que graça na sociedade, que se insurge e sopita na sociedade. Então ele diz: "A justiça nunca se manifesta. Não há segurança jurídica, não há confiança nas cortes, não há possibilidade da justiça ser feita, porque tudo está rendido ao sistema e ao mecanismo da corrupção.
E ele diz: "Porque o perverso cerca o justo, ou seja, tira dele o oxigênio, a esperança. A sociedade está pelas avessas num inversão de valores. O perverso não deixa o justo respirar.
Ele tá encurralado, ele tá entrincheirado, ele tá acuado. E ele conclui, a justiça é torcida. A decisão que se toma nos tribunais não espelha a verdade, a justiça.
Não, ao contrário. Quem vai ser favorecido? é o corrupto, é o violento, é o que se rendeu o crime, é o que se capitulou em justiça.
As cortes não estão mais a serviço da verdade e da justiça, mas ao contrário, a blindar os poderosos e torcer as sentenças para favorecer a aos culpados e culpar os inocentes. Esse é o clamor do profeta. Essa é a angústia do profeta.
Eu estou falando do século VI. antes de Cristo. Os tempos podem ter mudado, mas o coração do homem continua o mesmo.
O mesmo. Já numa linguagem bem popular nossa, num ditado nosso, aqui não tem nada novo debaixo do sol. O homem é pecador.
Bom, agora veja você, essa é a angústia dele, esse é o clamor dele. Vamos ver qual é a resposta de Deus. Porque a angústia do profeta Abacuk é que ele tá clamando e tá vendo o problema, diagnosticando o problema e não há intervenção divina para resolver.
Então vamos agora a partir do verso 5. Vede entre as nações, olhai, maravilha-vos e desvanecei, porque realizo em vossos dias a obra tal que vós não crereis quando vos for contado. Então Deus, então abra bem os olhos agora.
Ligue as antenas, observe bem o que o que que eu vou fazer. E o que eu vou fazer vai chocar, vai chocar vocês, vai, vai tinir nos ouvidos de vocês. Vocês nem vão acreditar que sou eu que tô fazendo.
E o que é que Deus tá fazendo? Versículo 6. Pois eis que suscitos caldeus, nação amarga e impetuosa, que marcham pela largura da terra para apoderar-se de moradas que não são suas.
Deus está dizendo que ele não está em silêncio porque está inativo. Ele está em silêncio porque está trabalhando. Ele, Deus, está levantando os babilônios, os caldeus, nação amarga e impetuosa, para marchar sobre as a largura da terra, para apoderar-se de moradas que não são suas.
Ou seja, eles vêm sequestrar, sequestrar os bens, sequestrar a liberdade, sequestrar os direitos políticos e civis. Deus está trazendo os caldeus para ser a vara da sua ira, para disciplinar o rebelde povo de Judá. No versículo 7, ele continua descrevendo esses inimigos, dizendo: "Eles são pavorosos e terríveis.
Criam eles mesmo o seu direito e a sua dignidade. Ou seja, eles são a sua própria lei. Eles não se submetem aos tribunais.
Eles estão acima das cortes. Eles fazem, eles criam suas próprias regras e não se submetem às normativas de outros povos. No verso 8, ele diz: "Os seus cavalos são mais ligeiros do que os leopardos, mais ferozes do que os lobos.
Oloter são os seus cavaleiros que se espalharam ou se espalham por toda a terra. Sim, os seus cavaleiros chegam de longe e voam como águia para precipitar e devorar. " O que ele está dizendo é que o exército caldeu, a cavalaria é tão forte, é tão poderosa, é tão mágem, é tão rápida, é tão violenta, é tão irresistível que é impossível, é impossível criar um mecanismo de defesa que possa [limpando a garganta] resistir, frear o ímpeto conquistador do povo cauddeu.
Quem está trazendo os caldeus? O próprio Deus. Quem está suscitando os caldeus?
O próprio Deus. Quem vai disciplinar o seu povo é o próprio Deus. Que vara Deus vai usar para disciplinar o seu próprio povo?
Usca o Deus. Quando chega no verso 9, ele diz: "Eles todos vêm para fazer violência". Então, veja você que o profeta estava incomodado por causa da violência, graçando na sociedade de Judá promovida por eles mesmos.
É a sociedade de Judá que está corrompida e se rendendo à violência e praticando a violência. Deus vai lidar com a violência de Judá, trazendo uma violência maior sobre eles. Eles todos vêm para fazer violência.
Seu rosto suspira por seguir avante. Ele reúne os cativos como areia, ou seja, uma linguagem figurada hiperbólica, dizendo que eles chegam e não tem ninguém que possa resistir ao cerco deles e eles vão trazer todos cativos. Versículo 10.
Eles escarnecem dos reis. Os príncipes são objetos do seu riso. Rece de todas as fortalezas, porque amontoando terra as tomam.
Então, o que que ele tá dizendo? que os caldeus não vão respeitar a soberania das nações. Eles não vão respeitar reis, não vão respeitar príncipes, eles não vão vão respeitar eh fortalezas, palácios, não.
Eles chegam e vão derrubar tudo e vão saquear tudo. Versículo 11. Então passam como passa o vento e seguem.
Fazem-se culpados estes cujo poder é o seu Deus. Que que ele tá dizendo? É que os caldeus fazem do seu direito o seu próprio Deus.
O poder deles é o seu próprio Deus. Ou seja, eles adoram a si mesmos. Eles se acham irresistíveis, intocáveis, invulneráveis, inexpugnáveis, vencedores invictos.
É assim que esses caldeus se sentem. E é por isso que eles serão culpados, porque eles não entendem que Deus os levantou como vara da sua ira para disciplinar. Não, eles não querem saber de reconhecer esse Deus.
Eles acham que eles são o seu próprio Deus. Seu poder é o seu próprio Deus. E por isso a Babilônia também vai cair.
Deus vai disciplinar aqueles que foram levantados para disciplinar o seu povo, porque não se humilharam, não foram humildes para reconhecer que estava sendo apenas os instrumentos nas mãos de Deus. Então vem diante disso agora não o clamor do profeta, mas a intercessão do profeta. Versículo 12, ele diz assim: "Não és tu desde a eternidade, ó Senhor meu Deus, ó meu santo?
Não morreremos, ó Senhor, para executar juízo, puseste aquele povo, tua rocha, o fundaste para servir de disciplina. " Agora, o drama do profeta não é mais a violência das ruas, a decadência política, social, moral e espiritual da sua nação. Agora, o drama do profeta é compreender o caráter de Deus.
Porque ele não tá entendendo uma coisa. Como é que Deus pode usar um povo pior do que o seu próprio povo para disciplinar Judá? Os caldeus são piores dos que os judaías.
E como é que Deus pode fazer isso? Ele chega a dizer que ele é Deus eterno, desde toda eternidade. E ele tem dificuldade em entender como é que Deus vai fazer juízo usando um povo pior do que o seu próprio povo.
A crise dele prossegue no verso 13. Tu és tão puro de olhos que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar. Porque pois toleras os que procedem pérfidamente e te calas quando o perverso devora aquele que é mais justo do que ele?
Veja que o problema dele aqui é uma crise teológica, é um conflito teológico, é compreender o caráter santo de Deus usando um instrumento tão perverso quanto os caldeus para disciplinar Judá. Essa é a crise dele, essa é a angústia dele. Quando chega no verso 14, ele pergunta: "Por que fazes os homens como os peixes do mar?
como os réptais que não t quem os governe. Então o que ele vai dizer aqui que neste ataque, neste cerco, neste entrincheiramento dos caldeus, dos babilôos a Jerusalém, que vai acabar tomando Jerusalém, Jerusalém vai cair nas mãos dos caldeus, vai ter um cerco de 3 anos, a fome vai imperar, a espada vai imperar, os caldeus vão entrar, vão destruir a cidade, vão queimar o templo de Salomão, vão arruinar tudo, vão levar o povo para um exílio de 70 anos E o povo não vai ter liderança para resistir a esta avalanche que vem contra eles. Versículo 15.
A todos levanta o inimigo com o anzol, pesca-os de arrastão e os ajunta na sua rede varredoura. Por isso, ele se alegra e se regozija. O que ele tá usando agora é uma figura de linguagem da pescaria.
Você tem eh dois tipos de pesca, o anzol, que é uma pesca de um peixe único, e você tem a pesca da rede varredoura, do arrastão, onde a rede vai levando tudo, pega peixe grande, pega peixe pequeno, pega tudo, pega tudo, não sobra nada. O que ele está dizendo é que a Babilônia virá com tamanha fúria, com tamanha gana para destruir, para levar embora as riquezas de Judá, que vai ser uma pesca não só de anzol, este, aquele, aquele outro, vai ser uma pesca de arrastão que vai levar todo mundo embora. E ele prossegue.
Por isso, oferece sacrifício à sua rede e queima incenso a sua varredoura. Ou seja, quando os babilônos vierem trazendo esta rede que vai varrendo tudo, que vai levando tudo, que vai não deixando ninguém para trás, eles se acham tão fortes, tão poderosos, tão inexpugnáveis, que eles vão prestar culto à sua própria força, a sua própria rede varredora, porque para elas enriqueceu a sua porção e tem gordura a sua comida. Ou seja, eles vão levar as riquezas dos povos.
de Judá, no caso, tudo vai ser levado, tudo vai ser arrastado por essa rede. Então, a pergunta [roncando] que ele faz é esta: continuará, por isso, esvaziando a sua rede e matando sem piedade os povos? A pergunta dele é: "Até quando o senhor?
O senhor vai permitir que isto aconteça? " Então, diante desse drama, cabe ao profeta subir a torre de vigia e esperar uma resposta de Deus. E é isso que o capítulo 2 vai nos ensinar.
Ele diz: "Por-me ei na minha torre de vigia, colocar-me ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei da minha queixa. " É uma queixa que ele tá fazendo. Ele vai esperar Deus responder.
Às vezes nós precisamos subir a nossa torre de vigília e aguardar a resposta de Deus. Então, versículo 2. O Senhor me respondeu.
Olha aí, você ora? Deus responde. Então o Senhor me respondeu e disse: "Escreve a visão, grava sobre tábuas para que possa ler até quem passa correndo".
Ou seja, Deus vai revelar a Bacuque uma verdade tão importante que é a essência do próprio cristianismo. Essa visão vai ser registrada, gravada em tábuas. colocar a beira do caminho para que quem passar correndo possa ler.
Aqui começa esse método de comunicação chamado outdoor. Quem inventou outdoor foi o próprio Deus. Quem passa correndo precisa ler, deve ler a mensagem ali escrita.
E o texto prossegue e diz: "Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim, não falhará. Se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. Ou seja, essa visão é uma visão correta e ela vai acontecer.
E então o verso 4 resume a visão. O soberbo, eis o soberbo. Sua alma não é reta nele, mas o justo viverá pela fé.
Esta é uma verdade magna. Esta é a essência do cristianismo. A salvação não é mérito.
A salvação não é obra. A salvação não é conquista humana. A salvação, a salvação não é medalha de honra ou mérito, não.
A salvação é uma dádiva recebida pela fé. O justo viverá pela fé. Esta verdade proclamada por Abacu, que é retomada pelo apóstolo Paulo em Romanos 1:17, o justo viverá pela fé.
A base da carta de Paulo aos Romanos é esta visão que Abacuk recebeu. O justo viverá pela fé. Ele não vive das suas emoções.
Ele não vive das suas circunstâncias, ele vive pela fé. Esta foi a verdade magna da reforma protestante do século X, quando Martinho Lutero, entendendo esta verdade, diante de uma um desvirtuamento da teologia no século X, lá no dia 31 de outubro de 1517, vai fixar nas portas da igreja Vittemberg do Castelo as 95 teses contra as indulgências. Estava deflagrada a reforma.
O justo viverá pela fé. Versículo 5. Assim como o vinho enganoso, tampouco permanece arrogante, cuja ganânciosa boca se escancara como sepulcro e é como a morte que não se farta.
Ele ajunta para si todas as nações e congrega todos os povos. Deus tá dizendo, a alma dele não é reta nele e ele não vai prevalecer. Então, preste atenção aqui, muito importante.
Eu vou concluir. O povo de Judá é o povo de Deus, é o povo eleito. Este povo pecou contra Deus e porque pecou contra Deus, Deus vai discipliná-lo.
Deus disciplina quem ama. O bastardo não é disciplinado, é destruído. O justo vai ser disciplinado, vai ser restaurado, porque o justo vive pela fé.
Mas a Babilônia que se acha onipotente, irresistível, invulnerável, inespugnável, a Babilônia vai ser derrubada, vai cair sem nunca, nunca, nunca, nunca conseguir se recompor. Judá, disciplinada por Deus, mesmo com a vara da ira de Deus, que é a Babilônia, vai ser levado para um exílio de 70 anos, mas Deus vai restaurar Judá. Deus vai restaurar Jerusalém.
De Judá vai proceder o Messias, o Salvador do mundo. Mas a Babilônia vai cair, não vai se levantar. Ou seja, Deus muda o cenário.
O opressor vai ser oprimido. O oprimido vai ser restaurado. Judá é maior que Babilônia.
Babilônia vai cair. Judá vai ficar de pé, porque o justo viverá pela fé. A Babilônia foi dominada pelo império Medo Persa.
O império Medo Persa não destruiu Judá. O império persa foi dominado pelo império grego. O império grego não conseguiu destruir Judá.
Alexandre Grande morre e Judá fica sob o domínio. Israel fica domínio sob o domínio dos Ptolomeus do Egito, dos celeusas da Síria, mas não conseguiram destruir Judá. No ano 63 anes de.
Cristo, vem o império romano e domina essa região. E o império romano com toda a sua força, não conseguiu destruir Judá, não conseguiu destruir Israel. Jerusalém foi tomada e destruída no ano 70 e o povo judeu disperso pelo mundo numa diáspora de mais de 18 anos.
Mas a nação de Israel está viva. O justo viverá pela fé. Não importa quão tenebroso é o ambiente hoje, não importa o tamanho da crise que assola você hoje.
Não importa a grandeza do inimigo, a fúria do inimigo, a violência do inimigo. Não importa se você vai sofrer gemidos e dores na alma, o justo viverá pela fé. E quando tudo que acabar, nós habitaremos na casa do Senhor para todo sempre.
A nossa vida não está solta o léo, jogada de um lado pro outro ao sabor dos vendis. Não, a nossa vida não está no poder do inimigo. Ele sará instrumento nas mãos de Deus, mas ele não tem todo o poder para nos destruir, porque a nossa vida pertence ao Senhor e das mãos do Senhor ninguém pode nos arrebatar.
Estamos seguros. Estamos seguros. Portanto, quando o profeta sobe paraa torre de vigia para ouvir a resposta de Deus, a resposta de Deus aquiieta a sua alma.
E o inimigo vai sofrer as consequências, [roncando] porque haverá um daquele que acumula o que não é seu. Haverá um ai daquele que ajunta em sua casa bens mal adquiridos. Haverá um ai para aquele que edifica a cidade com sangue?
Abraão ai para aquele que dá de beber ao seu companheiro, misturando bebida a bebida do seu furor. Haverá um ai para aquele que confia nos ídolos. Ai daquele que diz a madeira acorda.
Há um ai para aqueles que se prostram diante ídolos e se tornam idólatras. Mas o clamor agora vira uma oração por reavivamento e abacu que termina assim: "Tenho ouvido, ó Senhor, as suas declarações e me sinta alarmado. Aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos e no decurso dos anos.
Faz a conhecida na tua ira. Lembra-te da misericórdia. " Agora ele clama por restauração, por reavivamento.
E esse reavivamento e essa restauração chegou em Cristo Jesus, o Salvador do mundo. Jesus veio, viveu, morreu, foi sepultado, ressuscitou, voltou pro céu, derramou o Espírito Santo sobre a igreja. O avivamento chegou e a igreja se espalhou pro mundo inteiro.
E você e eu estamos aqui hoje em pleno século XX em resposta à oração de Abacuk e em resposta à resposta dada por Deus Abacu, que o justo viverá pela fé. Talvez hoje a igreja precise também de um reavivamento e precisa mesmo. E esse vai ser o nosso clamor.
Aviva, Senhor, o nosso coração no decorrer dos anos. Na tua ira, lembra-te da misericórdia. Eu espero que esta mensagem tenha abençoado o seu coração, como abençoou o meu, por saber que não há crise que Deus não reverta, não há problema que Deus não solucione, não há grandeza de um povo que Deus não possa tirar dele o seu poder.
Deus vai levantar o seu povo, ainda que tenha que discipliná-lo. Deus nunca desiste povo. Disciplina-o porque o ama, porque o justo vive pela fé e o reavivamento está a chegar.
a um povo cedendo por Deus. Que Deus abençoe sua vida, que Deus abençoe sua família. Se esta mensagem abençoou o seu coração, compartilha com outras pessoas.
Se você ainda não está inscrito nesse canal, faça-nos a gentileza e a bondade se inscrever e participar conosco. Um abraço, Deus abençoe. Até a próxima.
Ah.