Vamos ser honestos. Muita gente acha que o único perigo para um cristão é largar de vez a fé, sair da igreja e começar a negar tudo que um dia disse acreditar. Mas a BÃblia mostra que o problema pode ser muito maior, porque existe um perigo muito sutil, continuar dentro da igreja, postando versÃculo, ouvindo pregação e ainda assim estar sendo alimentado por mentiras com aparência de verdade.
Paulo já tinha avisado que esse tempo chegaria, um tempo em que muitos não suportariam a sã doutrina, mas procurariam mestres segundo os próprios desejos. Gente disposta a ouvir não a verdade que transforma, mas a mentira que conforta. E sejamos sincero, esse tempo não está chegando.
Ele já chegou faz tempo. Por isso, neste vÃdeo, eu quero te mostrar sete falsos ensinos perigosos que muitos cristãos já aceitaram sem perceber para que você consiga identificá-los antes de ser enganado. Primeiro falso ensino, acreditar que dons espirituais são prova principal de maturidade cristã ou salvação.
Tem gente que acha que maturidade cristã é barulho. Se a pessoa falou em lÃnguas, se profetizou, se teve uma experiência intensa, então já concluem: "Essa pessoa é usada por Deus e muito madura". Mas a BÃblia não deixa a gente pensar assim.
A igreja de Corinto tinha dons em abundância e mesmo assim estava cheia de orgulho, de visão e imaturidade. Paulo corta esse deslumbramento pela raiz. Em Primeira CorÃntios, ele diz que alguém pode falar as lÃnguas dos homens e dos anjos, profetizar, ter conhecimento e ter fé impressionante e ainda assim não ser nada sem amor.
Em outras palavras, dom não é atestado automático de caráter. Manifestação sobrenatural pode existir ao lado de vaidade, carnalidade e falta de transformação. E Jesus deixou alerta ainda mais sério em Mateus 7.
Ele fala de pessoas que profetizaram, expulsaram demônios e fizeram milagres em seu nome, mas no fim ouviram: "Nunca vos conheci". Isso assusta justamente porque mostra que experiência sobrenatural, linguagem bÃblica e até atividade ministerial não são prova definitiva de salvação, nem de comunhão real com Cristo. O estrago desse engano é enorme.
A pessoa pode se autoenganar, achar que está de bem com Deus só porque viveu experiências fortes, ficar orgulhosa e se acomodar com pecados não abandonados, vivendo apenas em busca de sensações em vez de criar raÃzes na palavra. também pode baixar a guarda e ser enganada por falsos mestres que parecem muito espirituais. A proteção contra esse engano começa quando você troca a régua.
A pergunta correta não é: essa pessoa teve experiências sobrenaturais? As perguntas corretas são: fruto, a amor, a obediência, a santidade, a semelhança com Cristo? Porque o EspÃrito Santo não apenas concede dons, ele também transforma o caráter para nos fazer parecer com Jesus.
A propósito, esse erro pode gerar outro ainda mais perigoso. Segundo o falso ensino, colocar revelações pessoais acima da escritura. Para muita gente, basta alguém dizer: "Deus me disse, eu tive uma visão, um anjo me revelou e pronto.
" A conversa acaba ali. Ninguém pode testar, ninguém pode questionar, ninguém pode pedir pr qualquer cautela já é tratada como incredulidade. Só que esse é um dos caminhos mais rápidos para heresias.
Foi assim que surgiram várias seitas e falsas religiões, como adventismo, mormonismo e islã. Paulo diz em Gálatas 1 que ainda que um anjo vindo do céu pregue outro evangelho, seja anátema. Perceba a força disso.
Nem mesmo uma aparição angelical pode ter autoridade para corrigir, completar ou substituir o evangelho já revelado. Se a mensagem contradiz escrituras, ela não vem de Deus, por mais impressionante que pareça. E a BÃblia reforça essa cautela de outras formas.
Em Primeira João, somos mandados provar os espÃritos. Em segunda CorÃntios 11, Paulo alerta que o próprio Satanás se disfaça em anjo de luz. Em Colossenses 2, ele também combate gente fascinada por visões e culta aos anjos.
Ou seja, discernimento não é falta de fé, discernimento é mandamento. Como você pode imaginar, o estrago desse erro é enorme. Quando a experiência pessoal vira autoridade máxima, o cristão fica vulnerável a todo tipo de engano.
Ele pode ser manipulado por lÃderes que usam Deus me disse para controlar decisões, impor culpas ou exigir submissão cega. pode viver correndo atrás de sinais, visões e manifestações, enquanto despreza aquilo que Deus já falou claramente na palavra. E no pior dos casos, pode até abraçar outro evangelho, achando que está tendo uma experiência mais profunda com Deus quando na verdade está se afastando da verdade.
A proteção contra esse engano é uma pergunta bem simples. Isso confirma o evangelho bÃblico ou tenta acrescentar algo a ele? Toda experiência deve ser julgada pela palavra.
O crente maduro não é aquele que acredita em tudo que parece sobrenatural, é aquele que submete tudo ao crio da escritura. A propósito, se você quer aprender a defender sua fé de verdade, eu te convido a conhecer o curso do pastor José Humberto, um dos melhores professores que eu tive quando fiz seminário. Nesse curso, ele vai te capacitar a responder os desafios que o mundo atual levanta contra a fé cristã, com uma base bÃblica mais sólida e argumentos mais bem construÃdos.
Então, clica no link da descrição e conheça o curso. Terceiro falso ensino, Evangelho da Prosperidade. A teologia da prosperidade vem de uma lógica muito sedutora e simples.
Tenha fé suficiente. Declare as palavras certas. Contribua muito e Deus vai te levar para uma vida cada vez mais confortável, próspera e bem-sucedida.
Parece até fazer sentido, mas isso muda completamente o foco do evangelho. O evangelho bÃblico não gira em torno de nenhuma dessas coisas, mas da glória de Deus, da cruz de Cristo, do perdão dos pecados, da santificação e da vida eterna. Jesus não chamou ninguém prometendo enriquecimento garantido.
Ele chamou pessoas para negarem a si mesmas, tomarem a sua cruz e o seguirem. Só isso já entra em choque direto com qualquer mensagem que transforme a fé em método de ascensão material. O próprio Jesus disse em Lucas 12: "Cuidado, fiquem atentos contra todo tipo de ganância.
A vida de um homem não consiste na abundância dos seus bens. Ou seja, diante de Deus, a prosperidade na sua vida não é medida pelo tamanho da conta bancária, pelo preço da casa ou do carro. Aqui, finalmente, chegamos no problema central.
Quando prosperidade vira o foco da mensagem, Deus deixa de ser adorado e passa a ser usado. A oração vira ferramenta para ganhar mais. A contribuição para o crescimento da obra de Deus vira investimento para retorno financeiro.
A fé vira uma técnica para destravar conforto. Só que o Senhor não é gerente da nossa ambição e o reino de Deus não funciona como mercado espiritual. É claro que Deus pode abençoar você materialmente.
A BÃblia não trata riqueza como o pecado em si. O erro está em Cristo deixar de ser o tesouro supremo e virá apenas o caminho para conquistar outros tesouros. Quarto falso ensino.
Todas as religiões levam a Deus. A ideia é que, no fundo, todas as religiões seriam apenas caminhos diferentes para o mesmo Deus. Então, cristianismo, islamismo, judaÃsmo, hinduÃsmo e outras crenças seriam só versões variadas de uma mesma busca espiritual.
Só tem um problema, Jesus não deixou espaço para pensarmos assim. Em João 14:6, Jesus não disse que conhece um caminho ou que ensina mais um caminho. Ele disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Ninguém vem ao Pai senão por mim". Isso é exclusividade total. E a mesma ideia aparece em Atos 4:1, quando lemos que não há salvação em nenhum outro.
E em primeira Timóteo 2:5, que afirma ver um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus. E tem mais, além de antibÃblica, a ideia pluralista também não para em pé logicamente. As religiões não ensinam a mesma coisa.
Elas discordam sobre quem Deus é, quem Jesus é, qual é o problema do ser humano, como funciona a salvação e qual é o destino final. Não faz sentido dizer que todas estão certas ao mesmo tempo quando todas fazem afirmações incompatÃveis entre si. Precisamos fazer uma observação aqui.
É claro que o cristão deve tratar pessoas de outras religiões com respeito, dignidade e amor. Mas amor não é fingir que as diferenças não importam. Amor não é esconder a exclusividade de Cristo para parecer mais aceitável.
Quando silenciamos sobre isso para não soar ofensivos, não estamos sendo compassivos, está sendo menos fiel a Cristo. Quinto falso ensino, palavras criam a realidade. A lógica é bem simples.
Se você declarar o bem, o bem acontece. Se falar vitória, atrai vitória. Se falar coisas ruins, abre portas ruins.
Só que isso é superstição religiosa e não cristianismo bÃblico. A BÃblia realmente mostra que palavras têm peso. Elas podem ferir, animar, derrubar ou edificar.
Mas isso é bem diferente de dizer que o ser humano fala e a realidade se curva como se ele tivesse o poder criador de Deus. Até porque quem pela palavra criou os céus foi o Senhor e não nóso. Quem decreta soberanamente é Deus.
Quem chama a existência o que não existe é Deus. Por isso Thago manda dizer: "Se o Senhor quiser". Isso já desmonta toda a arrogância espiritual que tenta transformar o futuro em algo manipulável por fórmula verbal.
Fé bÃblica não é um mecanismo para fazer Deus cooperar com o nosso plano. É confiança em Deus mesmo quando o plano dele não coincide com o nosso. Basta olhar para a BÃblia.
Jó não sofreu porque falou negativamente. Paulo não foi perseguido porque usou as palavras erradas. E os apóstolos não viveram decretando conforto, mas se submetendo à vontade de Deus.
Então, não. Fé não é uma força impessoal que você ativa com as palavras certas para atrair coisas boas. Fé confiança no Deus soberano, santo e livre, que pode fazer qualquer coisa.
Sexto falso ensino, querer Cristo como Salvador, sem se render a ele como Senhor. Muitos autointitulados cristãos querem o consolo de Cristo, o perdão de Cristo e a esperança da salvação, mas não aceitam o direito de Cristo governar concretamente sua vida. é o cristianismo compartimentalizado.
Jesus entra no discurso, entra no culto, entra na identidade religiosa, mas não entra de verdade nas decisões, nos desejos, nos hábitos e em outras áreas que a pessoa quer manter sob controle próprio. Ou seja, Cristo é bem-vindo como socorro espiritual, mas não como Senhor absoluto. Só que Jesus não aceita esse tipo de relacionamento.
Em João 6:46, ele pergunta: "Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos mando? Essa pergunta desmonta toda profissão de fé meramente verbal. E em Mateus 7, ele mostra que nem todo que diz Senhor, Senhor, pertence de fato ao reino.
Por isso, não existe discipulado genuÃno em que Jesus manda no domingo e o ego manda na segunda. Se ele é senhor, ele é senhor da agenda, do dinheiro, do namoro, da sexualidade, da linguagem, do entretenimento, da mente e das escolhas feitas longe dos olhos dos outros. E é justamente aqui que o erro seguinte nasce.
Quando a pessoa rejeita o senhorio de Cristo, ela inevitavelmente distorce também a graça, usando o perdão como desculpa para não abandonar o pecado. A falsa graça é quando alguém utiliza a doutrina verdadeira da salvação pela graça como uma desculpa para viver sem arrependimento, sem santidade e sem ruptura real com o pecado. A pessoa mostra que acredita nesse falso ensino quando diz: "Não me julgue, Deus conhece meu coração.
Isso é entre mim e Deus". Qualquer confronto mais firme já é tratado como legalismo. A graça deixa de ser vista como o favor santo de Deus que salva pecadores e passa a ser usada como escudo para proteger a permanência no erro.
Só que a BÃblia não apresenta a graça dessa forma. Em Romanos 6, Paulo faz a pergunta que expõe esse desvio. Permaneceremos no pecado para que a graça seja mais abundante?
A resposta vem sem rodeios de modo nenhum. Ou seja, a graça não foi dada para tornar o pecado confortável, mas para nos arrancar do seu domÃnio. TÃtulo dois reforça isso ao dizer que a graça de Deus nos ensina a renunciar à impiedade e à s paixões mundanas.
Perceba, graça não apenas perdoa, ela também educa. Ela não apenas absolve, ela começa a transformar. Uma mensagem de graça que faz paz com o pecado não é evangelho puro, é evangelho distorcido.
Agora, se você quer aprender a se arrepender corretamente, clica no vÃdeo que está aparecendo na sua tela, que eu te vejo lá em alguns segundos. Fica na paz e até.