[música] Olá, pessoal. Quero dar as boas-vindas para vocês, paraa nossa primeira aula. Tô vendo aqui que a gente tem mais de 200 pessoas ao vivo com a gente. Amanda Vanessa sem pressão. Eh, a gente tá começando a nossa aula ao vivo. Eu quero dar as boas-vindas para vocês, pro nosso primeiro encontro do Bootcamp. Eh, para quem não me conhece, meu nome é Caio Calado. Eu vou est ajudando aqui na Condução e na facilitação. Quem vai conduzir o conteúdo vocês vai ser a Vanessa e Amanda, que eu vou apresentar para vocês já já. Eh, mas apenas
para ficar registrado aqui, gente, nessa própria transmissão, logo aqui embaixo, quando a gente terminar, vocês vão conseguir ver as marcações dos capítulos. Eh, nelas vocês podem pular para partes específicas das aulas. Eh, a gente vai ter alguns intervalos e vão ter pontos específicos. Então, para quem For assistir a gravação, já fica logo aqui embaixo. Eu vou adicionar ela daqui alguns dias para vocês, tá? Então, primeiro, eu queria dar as boas-vindas para todo mundo que tá participando. Eu queria perguntar para vocês o que é que vocês gostariam de aprender hoje e de onde vocês estão assistindo
a gente. Então, eu vi aqui que tem muitas pessoas, né? Temos o Vittor, a Beatriz, a Gabriela, a Van, o Jean, eh, tá tendo Elizabe, o Pedro, eh, a gente tem várias Pessoas que estão vindo para cá, né, Maria? Então vai ser difícil a gente falar com todo mundo ao vivo, né? Mas foram tantas pessoas que se inscreveram que não sei se acaber todo mundo dentro da sala do Google Meet. A gente vai observar se essa dinâmica vai dar certo ou não ao longo dos nossos próximos encontros, mas a gente vai ter alguns momentos que
vocês vão poder falar com a gente ao vivo durante a transmissão e a gente deve ter alguns encontros dentro Do Google Meet. Eh, queria dar as boasvindas para vocês, para todo mundo. Tem gente do Rio de Janeiro, São Paulo, Uberlândia, Governador Valadares, São Luís, eh, não sei se a Amanda e Vanessa estão acompanhando aí também, mas Recife, temos gente de tudo que é canto. E eu queria aproveitar para trazer aqui por alguns minutos a Vanessa e a Amanda para elas se apresentarem e a gente vai começar as nossa aula já. Eu vou ter alguns slides
aqui para passar com Vocês. Então, trazer a Vanessa e a Amanda para dar um oi e vocês vão voltar já já. Olá, gente, tudo bem? Vocês estão bem? >> Oi, gente, tudo bem? Eu sou a Vanessa. [risadas] >> Oi, Vanessa. >> E aí, gente? Beleza? >> Beleza. Oi, Amanda, tudo bem? Vocês querem se apresentar um pouquinho, gente? Não vale falar o que vai ter no material, tá? Porque eu já sei que vocês Vão prestando material. >> Eh, vocês querem contar um pouquinho o que é que vocês fazem, de onde vocês estão falando? >> Sim, antes
de tudo, eu queria falar que eu tô muito feliz, Cris com a Amanda também, daqui a pouco ela vai falar. est aqui compartilhando com vocês um pouquinho do que a gente sabe, de como é a nossa área de atuação aqui dentro da Blip. E a gente espera muito que seja proveitoso, que seja um primeiro passo Para vocês começarem, quem tiver pensando em migrar de área, né, a gente sempre vai puxar a sardinha, que é muito legal fazer o que a gente faz. >> E é isso. Aí agora deixar a Amanda falar, a gente volta. >>
É isso, gente. Também tô muito feliz de estar aqui, tá? poder compartilhar com vocês, né, um pouco do conhecimento, né, e poder ajudar nessa transição. Então, eh, é um momento super bacana. Contem aí comigo, com a Vanessa, com o Caio, tá? E Vamos lá, né? Estamos animada aqui. >> Eu tô animada também, gente. Eu vou ter alguns slides aqui para passar. Eu vou guardar a Vanessa, esconder elas aqui e a Amanda. Elas vão voltar já já. Eu queria passar alguns slides aqui para vocês antes da gente começar. Eh, o primeiro deles, gente, é que a
nossa aula ela tá sendo transmitida ao vivo. Então, eh, como eu comentei para vocês, né, a gente recebeu muitas pessoas inscritas. A gente tá conferindo se essa Dinâmica pelo Google Meet ou pelo YouTube, eh, o que é que vai ficar melhor. Então, por enquanto, a gente tá fazendo as transmissões pelo YouTube. Então, se vocês quiserem conversar com a gente, trazer dúvidas, comentários, por favor, façam, utilizem o chat. Eh, talvez, dependendo do caso, possa até trazer vocês aqui para cá transmissão também. Eh, compartilhem as dúvidas, insightes ou comentários, né? Tentem focar no tema do nosso encontro.
Hoje Vai ser a aula que a Vanessa e a Amanda vai facilitar. Eh, e se você ficar com dúvidas, né, quiser trazer outros pontos pra gente, por favor, eh, faça durante a transmissão ou na comunidade. A gente vai estar acompanhando lá os comentários juntos com vocês, tá? Hoje a nossa agenda, ela tem alguns recados. Talvez esses primeiros encontros, né, às duas semanas mais ou menos, eu vou chover um pouquinho no me olhada, vou repetir algumas coisas, mas é mais para habituar Todo mundo, todo mundo entender como é que vai ser a dinâmica, né, dos nossos
encontros. Eh, hoje a nossa aula, ela vai ser dividida em duas partes, mas eu queria dar destaque a algumas coisas. O primeiro é em relação ao programa, né, o bootcamp em si, e segundo é em relação à nossa primeira semana de encontro, né? Eh, sobre o bootcamp, gente, esse é um programa, a gente tá chamando ele de bootcampa, né? DCIA por conta do papel design conversacional, inteligência Artificial. Hoje na BIP a gente tem duas vertentes, né? Design conversacional X e A, mas todo mundo trabalha com design, né? São só algumas ênfases que a gente dá
pro papel especificamente. E esses papéis, né, hoje eles fazem parte de um hub de formação que a gente tá anunciando, né, pro mercado. A gente lançou de uma forma bem soft no nosso evento chamado Blip ID. Eh, agora em diante a gente deve começar a ter algumas ações de formento e formação Para as pessoas. Essa esse é um conteúdo que está disponível publicamente na nossa plataforma do Academy e a gente vai formar pessoas e tempos em tempos para que elas possam se especializar dentro desse universo conversacional. E hoje nesse hub de carreiras a gente tem
cerca de 10 papéis disponíveis, né? São papéis que a gente acredita que vai crescer bastante nos próximos meses e a gente vai de tempos em tempos fazer algumas ações que ajudem as pessoas a Conhecer mais sobre esse papel ou se especializar em cada um deles, né? Eh, então, nesse caso aqui em particular, a gente tá focando em um papel específico que é o design conversacional IA, né? E como vocês devem estar pensando aí, no ano que vem a gente deve fazer pros outros papéis, né? E a gente vai explorar outros formatos também. Esse é um
programa que a gente tá executando, eh, que vai existir durante cinco semanas, né? Então, a partir de hoje, Até ali o dia 14 de dezembro, mais ou menos, eh a gente vai ter encontros todas semanas para vocês conhecerem pessoas que trabalham na Bip e tirar dúvidas com elas sobre o universo conversacional como um todo, né? Eh, toda semana a gente vai ter um conteúdo diferente, uma programação direcionada para uma prova e vocês vão poder tirar o credenciais oficiais que a gente tá lançando através desse hub de carreiras. Então, na nossa primeira semana, a gente Vai
ter um foco maior em design conversacional IA e o o X. Na semana dois, a gente vai ter um foco inteligência conversacional e soluções de A. Esse é um tema muito estratégico no nosso mercado e a gente acredita muito que isso vai crescer nos próximos anos. Depois a gente vai falar sobre cascata de validação em IA conversacional. Na semana quatro é sobre experiência conversacional com IA e a gente finaliza falando um pouquinho de Métricas e análises eh de IA conversacional. Então a ideia, gente, é a gente atuar, né, como um guia, ajudar vocês a conhecerem,
né, ter uma visão bem abrangente desse papel. E no final de cada semana a gente vai convidar vocês a fazerem algumas provas, né? Essas provas vocês podem fazer de forma assíncrona. A ideia de validar os conhecimentos e aprendizados de vocês ao longo da semana. E além disso, a gente vai ter algumas mentorias. Ao todo, Serão três mentorias. As mentorias serão rodas de conversas, eh, rodas de debates sobre três temas diferentes, né? As mentorias são complementares a essas aulas, né? Elas não necessariamente têm relação direta com as aulas, mas ela ajuda vocês a terem uma visão
mais abrangente do papel e do mercado como todo. Então, no nosso primeiro encontro, a gente vai falar sobre a carreira de design conversacional. Essa mentoria vai acontecer essa sexta. A gente vai fazer Uma parte aqui no YouTube e outra parte no Google Meet. Eu vou falar isso para vocês lá na sexta-feira, como é que vai ser essa dinâmica. Depois a gente vai ter uma segunda dinâmica voltada para habilidades técnicas. Essa vai ser na semana três, né? Então a gente vai falar de coisas mais específicas do papel e vocês vão poder tirar dúvidas sobre esses temas.
E por fim, a gente vai ter uma mentoria na semana cinco, voltado paraa empregabilidade. Então aqui pode Ser dicas de como preparar o currículo, como fazer o portfólio, enfim, vocês vão poder eh acompanhar, né, todo o conteúdo eh conforme vocês vão participando. Então, só reforçando, gente, as aulas ao vivo elas acontecem todas segundas e quartas às 19 horas. Hoje a gente tá tendo a nossa primeira aula, né? Essa semana, talvez semana que vem, eu vou repetir um pouquinho essas informações, mas depois eu vou ser super breve. O meu nome é calado, não é à toa.
Eu vou Tentar ser sucinto. Eh, a ideia é que vocês conectem com pessoas que trabalham na área, né, e vocês possam estudar, né, em relação aos assuntos da prova da semana. Essas provas, exames, né, elas podem ser de feitas de forma assíncrona. Vocês podem fazer no tempo que vocês quiserem, mas eu recomendaria vocês deixarem para fazer mais pro meio, fim da semana, né? E a ideia, né, que as aulas ajudem como um preparatório e vocês vão ter conteúdos complementares Para ajudar vocês a estudarem de forma assíncrona também. Além disso, a gente tem as mentorias, que
é, como eu falei, né, vocês podem pedir orientações, vocês podem vir com perguntas, né, tragam as perguntas de vocês para que a gente possa conversar com vocês, né? A mentoria, ela vai ser dividida a linha em algumas partes. Uma parte vai ser uma roda aberta e outra parte vai ser rodas em grupos, né, menores, né? E você pode ir lá compartilhar suas dúvidas com as Pessoas. Além disso, para engajar, né, fazer com que vocês participem ainda mais do programa, eh vocês devem ter vídeo visto o vídeo da chamada da Giovana, né? Ela falou que o
aprendizado de vocês vai depender muito da participação de vocês e a gente quer incentivar, né, vocês a aprenderem e compartilharem o que vocês estão aprendendo, né, junto com a gente. Então, toda semana, né, a na medida que vocês forem engajando com essas provas, A gente convida vocês a compartilharem o que vocês estão aprendendo, seja na comunidade, no YouTube, no medium, onde vocês acharem melhor, né? Então, quando vocês participam de um encontro ao vivo, né, vocês podem contabilizar pontos, né? Eu vou fazer, vou deixar aqui já já uma chamada para vocês eh sinalizarem que vocês estão
aqui, né? Vocês também podem compartilhar conteúdos, seja na comunidades, né, nos grupos que vocês fazem parte, né, algo que a gente possa Também aprender junto com vocês e principalmente a realização dos exames, né? Todos esses itens vão fazer um somatório, né, que vai ajudar vocês a irem acumulando pontos, né, e no final do programa a gente vai ter aqui alguns destaques e premiações para vocês, tá? Então, já vou começar a encerrar aqui a minha fala. Eu queria só trazer alguns pontos importantes e reforçar. O primeiro deles é que o Academy, né, ele vai ser o
nosso hub de conteúdo. Ele vai Ser o local onde vocês vão ter acesso a todos os materiais e todos os links que vocês precisarem. Então, quando vocês acessam a plataforma, né, vocês podem visualizar todos os conteúdos, né, já estão disponíveis lá dentro do Academy. Vocês vão ver todas as pessoas que vão estar junto com vocês, mas principalmente fiquem de olho no plano da semana, né? É aqui que vocês vão encontrar os links, né, das transmissões ao vivo. Eh, vocês vão conseguir ter Acesso a aos materiais, né, e principalmente a prova da semana. Então tudo tá
aqui, né, na programação de vocês. Vocês vão podendo acessar com calma, né? Então acompanhe, né, pelo plano da semana e vou estudando sempre no tempo de vocês. Eh, além disso, ops, além disso, a gente tem também a nossa comunidade, né, Oblip Community, é o local onde vocês podem ir lá e postar dúvidas, né, falar com outras pessoas e se apresentarem. Então, se vocês forem Lá no Blip Community, vocês podem conhecer mais a nossa comunidade, né? E principalmente eh ver os conteúdos que tem da semana, que tem até uma postagem lá que eu fiz convidando as
pessoas a se apresentarem, né, falarem quem elas são, o que é que elas estão fazendo aqui e por aí vai. a gente já tem várias pessoas comentando, né? Inclusive pra nossa dinâmica de quemficação. Botar aqui apresente-se pra dinâmica que a gente tá fazendo para Contabilizar os pontos. Eh, essas postagens também valem, tá, gente? Então, aproveitem, né? Vão postando, compartilhando e vocês podem sempre eh ir divulgando, né, o que vocês estão aprendendo junto a outras pessoas, né? A gente tem aqui outras pessoas, a Tal, o Felipe, né? Vão fazendo essas postagens, né? né? A gente vai
vendo para vocês fazerem. É basicamente vai lá na comunidade, cria um tópico para vocês e dentro desse tópico, quando vocês forem Fazer o post, né, só vocês marcarem a categoria bootcamp design conversacional. Então todo mundo, né, a gente vai conseguir ver todas as postagens e ajudar vocês, caso alguém tem alguma dúvida específica. Além disso, gente, a parte de registros de ações, né, como vocês vão poder contabilizar, né, e trazer aqui os registros de vocês pra gente acompanhar como é que foi a participação de vocês, né? Então, ele fica dentro do próprio Academy, né? Vocês podem
acessar lá o nosso player logo aqui na nossa área de comunidade. É só vocês virem aqui nos seus conteúdos da semana e aqui vocês podem colocar um link de uma postagem, o link de um comentário lá na comunidade ou de um conteúdo que vocês publicaram, né, ao longo da semana. Então, toda semana, se vocês publicarem até três, né, conteúdos, vocês estão aí participando da gamificação do programa. Inclusive, eu já vi que tem algumas Pessoas que já apostaram, tá? Então, todo mundo que fez a sua apresentação, vocês podem ir lá na comunidade, né, copiarem o link
do post de vocês. É basicamente virem aqui, clicar aqui, link para o comentário e mandarem ali no formulário que a gente já sabe que você tá participando e engajando no programa também. Então, seguindo aqui adiante, né, o resumo do programa é isso, né? Então, a gente quer trazer como se fosse um guia Profissional para vocês, para vocês conhecerem mais do papel do mercado como todo. A gente vai trazer alguns exames para vocês validarem os conhecimentos de vocês. A gente também vai ofertar algumas mentorias para vocês conversarem com pessoas que trabalham nesse mercado e tirarem as
suas dúvidas. E principalmente, né, a parte de dúvida é a comunidade, né, vocês vão poder conectar com outras pessoas e tirarem as dúvidas de vocês enquanto estão Participando do programa. Eh, para as pessoas que participaram, né, do da nossa enquete que a gente fez durante o início do programa, ela vai ficar aberta até a segunda semana, mais ou menos. A gente tá acompanhando esses números. a gente tem mais de 1000 pessoas inscritas, são pessoas de seis países. Eh, 58% dessas pessoas são mulheres, 49% tem cerca de 25 a 34 anos. Eh, as pessoas estão conhecendo
mais o programa como todo. Eh, tem pessoas que estão Tendo o primeiro contato com essa área e tem muitas pessoas que querem se desenvolver mais, conhecer mais sobre o tema para poder se eh não apenas se especializar, mas também se recolocar dentro do mercado. Então, espero que esse programa, gente, possa ser uma forma de ajudar vocês a conhecerem mais sobre o papel como todo, mas principalmente ter acesso a oportunidades para vocês, tá? Então é isso, vou parar de falar aqui, Vou trazer as meninas, eu vou começar a apresentar elas e vou passar o bastão para
elas. Eh, nessa primeira semana, gente, a gente tem a nossa programação voltado, né, para o tema design conversacional e a e o X. Quem vai fazer a facilitação vai ser a Amanda e a Vanessa. Hoje a Laí em algum momento vai aparecer, mas lá na frente a gente vai falar um pouquinho sobre a relação entre design convencional IA e o X, como a IA pode ajudar a melhorar, né, a Experiência das pessoas, algumas técnicas e ferramentas para vocês. E na sexta-feira a gente vai ter a nossa mentoria. Então eu vou ficando por aqui. Eu vou
trazer as meninas para cá. Eu vou convidar vocês a fazerem a a marcar a presença de vocês enquanto elas estão chegando, mas eu vou deixar o link aí para vocês no próprio chat. Vou deixar o post pinado para vocês irem marcando durante a aula, tá? Então vou trazer aqui. Façam a marca, marquem a presença De vocês para vocês contabilizarem os pontos. Vou trazer aqui as meninas e Vanessa, vocês estão aqui já na tela comigo. Vamos começar? >> Ô, bora lá >> então. Bora lá. Vou colocar o seu slide aqui, Amanda, tá aqui na tela, e
vou ficar aqui nos bastidores assistindo vocês. Boa aula e a gente se vê já. Bons estudos, gente. >> Obrigada, Caio. Bora lá, Vanessa. Vamos Começar essa >> essa aula. >> Eh, gente, boa noite, né? Mais uma vez prazerzão estar aqui com vocês. E bora lá, né? Eh, a gente trouxe aqui um pouquinho, né? Eh, mas de quem somos, né? Eh, sou Amanda, né? Esse sou eu, no escritório lá da BIP de São Paulo, né? Foi esse ano. E aí eu começo falando, né? Tô aqui no Rio, né? Sou carioca. Eu brinco que Eu sou uma
carioca não estereotipada, né? Porque a Blip, não sei se vocês sabem, é uma empresa de BH. Então, a galera fica muito assim, ai meu Deus, carioca, rio, praia. E eu não sou uma carioca que vai pra praia, gente. O pessoal fica assim decepcionado, entendeu? Eu não sou muito de praia não, mas é isso. Então, brinco que sou uma carioca não estereotipada. Eh, me formei no FRJ, né, e eu venho da área da construção civil, né, então fiz aí uma Transição de carreira, né, da arquitetura e urbanismo, né, pra área da tecnologia. e tô, né, nessa
desde 2021 e tô na Blip desde então, né, que eh eu passei por um processo muito semelhante a esse que vocês estão hoje, sabe que eu participei de um programa também de formação lá em 2021, né, e aí consegui entrar aqui na Blip. Então, aproveitem, gente, que abre portas, né, a gente vai poder falar um pouquinho mais sobre isso ali na mentoria de sexta-feira, mas Aproveitem a oportunidade, tá bom? Eh, fui contratada como júnior, né? Hoje eu sou snior. E é um ponto legal assim da minha jornada aqui, né? Eh, foi experiência com cliente global,
né? Aqui nesse tempo que eu tô na BP, eu fiquei uns do anos, né? Um pouquinho mais de 2 anos ali atuando com o cliente global. Então, foi super bacana, né, essa experiência de estar com gente do mundo todo, falando inglês, ouvindo sotaques diferentes, né? Então aproveitem, né, Que aqui também a gente tem essa oportunidade, né, de estar em contato com gente do mundo todo. E aqui na minha fotinho temos o meu LinkedIn, fiquem muito à vontade, tá? Para me adicionar, trocar ideia, pode me chamar lá. Não sou muito de entrar no LinkedIn, confesso que
deveria entrar mais, mas vocês podem mandar mensagem, quando entrar eu respondo, tá bom? É isso. E vai lá, Van. Agora sou eu. Gente, antes de tudo, eu brinquei um pouco que como a gente vai Falar de inteligência artificial nesse bootcamp, então eu pedi pra inteligência artificial criar uma imagem minha. Então tá um pouquinho diferente, mas tá aí. Eh, assim como a Amanda, eu também sou ex-arquiteta e urbanista, né? E uma curiosidade é que a gente se formou e estudou junto na UFRJ. Então essa migração é totalmente possível e por isso que a gente resolveu colocar
aqui. Dá para vocês verem que não tem essa, ah, sou de uma área diferente, não. Aqui A gente consegue também. E ela começou em 2017, quando eu iniciei meus estudos em design de produtos, né? Mestrado em design de produtos. E aí, de lá para cá, eu venho atuando no mercado. Na Blip, eu tô desde abril de 2024 e eh sou ao contrário da Amanda, uma carioca com STAque. E eu descobri isso, gente, tristemente, que eu pensei que eu não puxasse tanto o X quando meus amigos que são de outros estados falaram: "Vanessa, você é uma
carioca, carioca e Eu também gosto de praia". Então assim, somos amigas, mas somos diferentes [risadas] nesse sentido. E tenho também a experiência global e também, né, a global, né, enfim, internacional e também aqui no Brasil. E como também uma curiosidade bem legal, não sai meu coraçãozinho de emoji, mas eu tenho um pet que é o Clí José, que é meu amorzinho, então é meu super companheiro aqui nos dias dias de trabalho aqui remoto. Então foi aí, Manda, pode continuar. Oh, perfeito. V. É isso, né, gente? Pessoa é amiga, mas uma gosta muito de praia, outra
tá fugindo da praia. É isso. Somos carió, não? Beleza. Continuando, né? E pra nossa aula de hoje, né? Qual que é o objetivo que a gente tem, tá? É muito passar aí para vocês, né, os fundamentos, contextos, o design conversacional, né? E é muito trazer essa relação, tá? Entre o papel do Uex e A inteligência artificial, né? Eh, a gente quer muito trazer os conceitos, né? Eh, porque a gente viu ali, né, até na pesquisa que o Caio mostrou, a gente tem muita gente que tá iniciando na área. Então, a gente vai começar nessa primeira
semana muito construindo essa base, tá? Para nas próximas semanas vocês irem aprofundando com o resto, né, eh, do pessoal. E aí, beleza, né? Aí a nossa agenda hoje, tá, ela vai ser dividida em dois momentos. O primeiro, Né, a gente vai falar ali sobre design conversacional, definição de inteligência artificial, né, e o papel do designer conversacional, o X. E, né, depois do intervalo, a gente vai continuar ali com os outros três tópicos. Mas beleza, né, a gente tá falando aqui, há um bootcamp de design conversacional, né? Mas o que que é o design conversacional em
si? A gente trouxe um vídeo aqui para vocês, tá? eh, de um Óculos, né, que provavelmente a maioria aí já viam em algum momento, né, que é o óculos da Riban, que ele tira foto, né, e, enfim, ele é um óculos inteligente. E aí, né, recentemente eh chegou aqui no Brasil, né, eh o Meta nele, né, então ele ajudando ali a pessoa, né, a gente vai, vou dar um play aqui para vocês entenderem melhor. E o nosso desafio, né, que a gente trouxe aqui é muito saber assim de vocês, vocês acham que isso é pode
ser considerado design Conversacional ou não? Tá, vou dar o play, aí vocês assistam. E >> sem dúvida nenhuma, a função mais legal dessa inteligência artificial aqui da meta é você perguntar pro óculos e ele usar a câmera dele para ver e te responder. Vamos testar. Ei, meta, o que é isso? >> Parece ser um estúdio de gravação ou transmissão com equipamentos de iluminação e som visíveis. Viu? Ele falou que parece ser um Estúdio. É muito legal. Agora, ei, Meta, qual é o maior museu de arte do Brasil? >> O maior museu de arte do Brasil
é o Museu Niemer, localizado em Curitiba, com mais de 35.000 m² de área construída e um aceiva de aproximadamente 14.000 obras de arte. Ele é considerado o maior museu de arte da América Latina. >> Então, para você que tem o seu óculos aí da meta, é. E aí, gente, a gente quer saber, tá? Vocês podem botar aí nos comentários. Vocês acham que é ou não design conversacional esse Meta aí no óculos da Riban? Bota aí que a gente táando. >> Mateus Rodrigues tá falando que sim. A Michele também, a Lina também, com certeza. Pessoal tá
achando que é. >> Ah, então é, não tem ninguém falando que não, Van. >> Não, não tem. Tem agora não. Alguém acha que não é? Último momento, hein, pro chat. Não, todo mundo tá falando que é Revelão. >> Então, show de bola, gente. Vocês estão super certos, né? É design conversacional, né? E aí a evolução que a gente vai vendo, né, no dia a dia. Então, eh, uma funcionalidade super bacana, né, quando a gente pensa em acessibilidade também, né, tem alguns vídeos bem legais que a gente viu sobre isso. Então, é sim, design conversacional. E
aí, né, a gente traz um pouco do conceito, né, a definição, Né, muito design conversacional, o nome já tá falando, né, é a gente trazer essa comunicação, né, muito natural, né, e eficaz entre o humano e a máquina, né, de forma a gente ter uma experiência ali, né, que seja válida, intuitiva, assertiva, que ajude de fato, né? E aí, né, quando a gente fala no cenário de blip, né, a gente procura muito, né, quando a gente tá pensando ali, né, no nosso trabalho, é muito fazer um equilíbrio, né, porque assim, a gente Precisa atender as
pessoas, gerar uma experiência, né, muito boa, mas ao mesmo tempo a gente tem os objetivos do negócio ali do nosso cliente, né, tem toda a questão de parte técnica, de viabilidade do projeto. Às vezes a gente tem, nossa, quer fazer um mundo de coisas, mas tecnicamente não vai ser possível, né? Quem sabe no futuro, né? A gente já tem muita coisa hoje em dia que dá para fazer que, né? Quando, pelo menos ali em 2021 não dava, né? Agora as Coisas estão ficando cada vez mais interessantes, né? Principalmente aí com o advento da IA e
tudo mais. Então assim, seria muito esse equilíbrio, tá? E é muito um ponto para vocês terem em mente, né? Que eu acho que é o essencial. vocês tendemse em mente, vocês já tão nossa, ali muito à frente, né? Equilibrar necessidade da pessoa com eh os objetivos do negócio. E aí, beleza? Seguindo, né? A gente trouxe aqui para vocês alguns exemplos, tá? Eh, Que o design conversacional, né, essas interações, elas podem estar em diversos canais, né? A gente tem aqui, né, nesse primeiro print ali dentro da plataforma da meta, né, ali de um Facebook, a gente
pode ter num site, né, ali que nem o do Banco original, que você entra lá no site, aí você consegue tirar suas dúvidas. Pode estar no WhatsApp também, né, que é o mais corriqueiro, mais comum, né? E também a gente trouxe um exemplo aqui da Carol dos Correios, né, Que a gente tem aqui o avatar dela também ali no site dos Correios para falar com a Carol, você ter ajuda, de tirar dúvidas. Então é muito isso, né? Eh, a gente tem diversas plataformas e, né, por último, mas não menos importante, a gente tem aí a
Alexa, né, que caramba, se bobear muita gente aí, pode falar aí, vamos ver no chat, ô fan, tem muita gente que tem Alexa em casa, conversa com ela aí no dia a dia, conta pra gente. >> O pessoal já citou aqui antes da gente chegar no slide da Alexa, já tinham falado aqui se Alexa poderia ser considerado design conversacional ou não. E ela é >> é perfeito, perfeito. E é isso, gente. Então assim, né, no dia a dia vocês já estão ali interagindo, né? E é muito nesse ponto design conversacional. a gente fala aqui, né,
muito a questão ah ali do no chat, né, ali pela conversa, mas a conversa pode ser por voz, a Conversa pode ser escrita, a conversa, né, ali por voz também no óculos da meta. Então assim, conversas no geral, né? E aí é bacana demais, né? Que vocês já estão tendo a interação com Alexa no dia a dia, com design conversacional e é muito pensar, né? A pessoa que faz com que a Alexa, né, converse com vocês e traga as opções, né, que faça aquela brincadeirinha. Tem Alexia ali, às vezes ela, ah, eh, tinha na época
do carnaval, se eu não me engano, que ela tava Cantando a musiquinha do bloco de carnaval e tudo mais, são designers conversacionais, né, e por trás, eh, montando toda essa experiência aí para vocês interagirem no dia a dia, né? E aí, continuando, a Van vai trazer um pouquinho para vocês, né, eh, como tudo começou e onde a gente tá nessa linha do tempo do design conversacional. Vai tu, Van. Exatamente. Então assim, agora que vocês já sabem o que que é o design Conversacional, a gente quis trazer como que foi a evolução até chegar atualmente no
ponto que a gente tem hoje, né? Então assim, antes do século XIX, a comunicação, quando você queria falar com uma pessoa que não tava presente fisicamente ao seu lado, era toda por cartas e manuscritos. Então vocês imaginam, né? a gente não é daquele tempo, mas a gente sabe aí pela literatura, até por novelas, filmes, a dificuldade que era. Daí um pouquinho Mais à frente, 1837, a gente tem o nascimento do código Mors. Ah, Vanessa, mas ele era usado mais na área militar e tal, mas era uma mensagem que era passada e ele foi importante porque
ele balizou também o desenvolvimento do telégrafo elétrico, né? Enfim. E aí depois, passando mais um pouquinho de tempo, em 1876 a gente tem a o lançamento do telefone, né? E aí o que revolucionou nossa comunicação. Já entrando no século XX, em 1920, a gente Tem a rádio como principal, né, comunicação de massa. Embora o nosso usuário, né, o ouvinte não pudesse responder ao mesmo tempo que a mensagem era conferida a ele, o radialista tinha o papel de saber como é que ele vai escrever o texto para chegar no no na pessoa que tá escutando, como
que eu vou fazer essa pessoa se interessar. Então a gente já vê um trabalho, né, nessa nessa nesse campo. Depois a gente dá um saltinho de 26 anos e a gente tem a Criação do primeiro computador. Ele não é o de fato dentro da comunicação, mas como é uma ferramenta do nosso trabalho, a gente achou legal colocar aqui. Depois, em 1969, aí a gente já tem a primeira rede de computadores interligados, que foi um pontapé paraa nossa internet, né, que foi criada um pouquinho mais adiante. Aí a gente também achou legal trazer nesse pontinho rosa
a primeira vez que o termo UX design foi citado, né, que é o Praticamente o que a gente trabalha. Não sei se vocês sabem da história, eu tô vendo aqui no chat, alguém sabe? Acho que o pessoal que já é da área já deve já deve saber, né? Mas enfim, vamos falar aqui. Em 91, então ele foi citado pela primeira vez com Don Norman quando ele fez o livro, né, Design eh eh do dia a dia. E foi quando ele trabalhava na Apple. Eh, o fato interessante é que a Apple realmente queria lançar um produto
inovador. E aí eles pensaram, como é que A gente vai fazer para esse pro nosso produto se destacar? Aí eles chegaram à conclusão, né, que foi a conclusão mais acertada. Vamos colocar o nosso usuário no centro de toda a inovação, de todo o desenvolvimento, de toda a criação. Então, a partir daí, esse termo de UEX Design foi lançado pro mercado, né? UX quer dizer experience, em português, experiência do usuário, tá? E aí, em 1991 também a Ow lançou a nossa internet, a Internet pública, só que só em 95 ela foi oficialmente eh eh lançada para
o acesso comercial, tá? E aí depois que a internet, né, teve o boom, foi lançado, aí tudo mudou, né, que aí depois em 96, então ela foi lançada em 95 comercialmente, aí em 96 já estouraram as redes sociais, que aí eu acho que o pessoal que é da minha geração e um pouco, né, anterior já sabe. E seq, MSN, CUT e aí por e aí por diante, né? E um fato também Interessante é que nessa época a gente tem também a o acesso em massa de um aparelho chamado BP. Vocês lembram disso? Tô vendo aqui
no chat. Vocês vocês lembram? Hum, não sei. Mas ó, vou falar da minha experiência. Eu lembro do meu pai usando a cintura para trabalhar. Então assim, antigamente o celular era muito caro. Então as empresas, tô falando assim, as empresas porque era o recurso mais acessível na época, né? davam um bip Para cada funcionário e quando queriam falar mandavam mensagem de texto. Por mais que o BP tenha sido lançado, né, desenvolvido ao mesmo tempo do SMS em 92, o Bip foi primeiro eh usado em massa porque era mais barato. E daí em 2000 aí sim o
SMS passou a se configurar também entrar na massa do contato, né, pela pela população. Por quê? porque o celular ficou mais barato. Então foi por causa disso que a gente tem esse iato aí Entre eles, embora tenham sido lançado ao mesmo tempo. E aí uma outra quebra que a gente tem depois disso foi em 2007, quando a Apple lançou o iPhone e aí inaugurou a nossa F gerada era dos smartphones, né, que aí todo mundo já é daqui, já sabe usar, mas antigamente foi um paradigma porque o telefone só era usado para ligar pra pessoa,
né, para se comunicar e depois ele começou a a abrangir mais funções, né? Em 2009 também, como marca, o WhatsApp foi Criado. E aí em 2010 a gente já tem a criação dos primeiros chatbots na plataforma como a Blip, nossa Blip, Dialogue Flow e BMW Watson, né? Vocês já sabem o que que é chatbot? Depois a gente mais para frente vai falar da diferença do chatbot e do contato inteligente, que há um também uma diferença, mas vou falar. Enfim, chatbot, como o nome já diz, chat conversa bote robô. é um robô que ajuda, auxilia na
conversa, tá? E aí é como a Chatbx são são mensagens mais prédefinidas, mais enfim, mais rígidas, digamos assim. E aí um outro ponto legal também a gente mencionar aqui foi em 2011 a Apple lançou a Siri. Acho que todo mundo também já sabe. Então, no começo era um pouco difícil que a gente não sabia o que que a Cri fazia, o que que a gente poderia dar de comando, onde que ela ia ajudar, mas depois ao tempo, a gente foi se acostumando e aí os concorrentes também foram lançando Outras outras vertentes no mercado, né? E
aí passamos para 2022 com o lançamento do chat GPT que popularizou aí a Generativa. E aí cá estamos, né? que aí com esse lançamento a gente acabou embarcando em vários outros contextos que a gente poderia usar a inteligência artificial. Então foi >> ou aí só um ponto, van que a galera tava falando aqui no chat, né, enquanto estava explicando, tô só aqui olhando e aí muita gente falando que sim, né, Conhece o o bip, né, teve até a Gabi, Gabi, Gabi Gilmor, oi, um beijo. Ai, e aí que que ela falou, né, que ela conhecia
como Pager, né, e realmente era um outro nome, né? E tem uma galera que falou: "Ah, conhecia por esse nome também, sabe?" E isso super bacana, né? Muita gente conhecia, muita gente com saudade do Orcut. Teve gente que falou assim: "Ai, não posso falar que sim, senão entrego minha idade", entendeu? [risadas] A gente já entregou aqui, né? Mas tá, >> eu não vou falar de qual é a minha idade aqui. Eu só lancei, só lancei. Aí cada um tira suas conclusões. >> É isso, né? É isso. Show de bola. Opa, voltei aqui, gente. >> Volta
para trás, >> então. Tá. Então, agora que a gente já viu a linha do tempo, a gente vai começar a entrar no que que é a inteligência artificial. Se a gente for Ver a definição, é realmente um eh é dentro de da área da ciência da computação que, na verdade, visa criar sistemas capazes de executar tarefas que a gente com a nossa inteligência humana poderia fazer, né? E no design conversacional, como é que ela entra? Quando a gente coloca a inteligência artificial dentro do nosso design, no design, enfim, do chatbot, né, que aí fazem virar
o o contato inteligente, isso deixa as conversas muito mais Eficientes, mais fáceis, mais precisas, porque a IA vai entender melhor o contexto de cada usuário e vai entender o comportamento. Então, as respostas vão ser muito mais precisas do que num chatbot normal. E aí mais para frente a gente vai identificar isso junto com vocês. E aí agora a gente vai entrar numa outra seara. Agora que a gente já entendeu o que que é design conversacional, já viu qual é o contexto até chegar hoje em Dia, já entendeu o que que é a inteligência artificial? Como
tem muita gente aqui que a gente viu pelas pesquisas, pelo que o Caio falou, muita gente que tá iniciando na área, a gente tá trazendo um contexto geral do que que é o UX Design. pra gente realmente nivelar. Daí eu acho que todo mundo que se interessa pela área, enfim, já pesquisou, já deve ter visto essas três imagens aqui, que são três praticamente memes. E a gente quis trazer dessa forma Para explicar de uma maneira mais fácil e que todo mundo pudesse compreender. Então, vamos lá. Então, a primeira imagem a gente tem, né, a uma
imagem de um design, que é um caminho reto, preciso, bonitinho, ótimo, maravilhoso, e a gente tem um atalho escrito escrito use experience. Que que isso quer dizer? colocando na nossa prática profissional. Nem sempre todo o trabalho que a gente faz, então que a gente acredita que vai ser o melhor pro usuário e aí a gente Trabalha, a gente faz algo maravilhoso, vai ser usado porque não se assemelha a um ao mundo real. Então, o nosso trabalho aqui é entender o comportamento do usuário, identificar suas necessidades e já prever o que provavelmente ele pode fazer para
até que quando a gente for propor uma solução seja uma solução que realmente vá ser intuitiva e que realmente ele vai usar e que não aconteça isso, porque você imagina nessa imagem aqui nesse Teve um trabalho de pavimentação, teve um trabalho de um arquiteto, do urbanista que fez isso e a pessoa não usou. Então foi um trabalho jogar no lixo, né? Então o nosso trabalho é realmente identificar isso para depois propor soluções em cima disso. E aí o outro meme que a gente viu é da embalagem do ketchup, né? E aí eu acho que todo
mundo já utilizou essas duas embalagens em casa. Então a primeira embalagem de um ketchup convencional, Que infelizmente quando tá no final e é deixado na geladeira pra gente usar, é um trabalho, né? Eu acho que todo mundo já se irritou porque tem que bater na parte do fundo para sair, o que deixa a gente muito irritado e deixa a gente muito frustrado. E aí observando isso, uma outra empresa, ou então, enfim, vou falar outra empresa, viu essa dificuldade, falou assim: "Cara, por que a gente não faz algo mais simples? Porque a gente realmente, se a
gente Colocar da cabeça para baixo, vai facilitar. Então, através de um problema, pesquisa, do comportamento desse usuário, chegou uma solução que o quê? Facilitou a vida dele. E quando o nosso usuário tá feliz, o que que acontece no final? A gente fideliza, né? Então, o nosso trabalho é através de da satisfação do usuário facilitar, né, e fazer com que ele execute a ação com maior eficiência, tá? E aí, terminando essa terceira imagem, a gente vê UX aqui Alimentando o UI design, o X Research e assim por diante até chegar no usuário que é o final,
user. Bem, no tempo que eu comecei a minha transição de carreira, não sei, Amanda, mas a gente não existia ainda no UX essas divisões, então o X tinha que fazer tudo. Hoje em dia a gente já tem tudo direitinho, né? a gente tem cada profissional para uma parte, mas no meu tempo a gente era muito generalista, a gente tinha que entender. E aí eu trouxe aqui por quê? Porque o nosso papel, além de entender, é se comunicar entre as outras áreas. Não adianta a gente entender do usuário, entender o que vai facilitar a vida dele,
mas não conseguir conversar com uma interface intuitiva, no caso aqui, ou então se a gente colocar no no contexto do design conversacional, colocar eh uma frase super difícil, uma a gente colocar um tom de voz que não se assemelha com o do nosso da nossa audiência, do público que a gente quer Atingir. Então não adianta, como também não adianta a gente propor uma solução que não seja viável à execução, que quando a gente entrega a nossa solução paraa equipe de dev, né, que o desenvolvimento, o desenvolvimento fala assim: "Muito legal, mas eu não sei executar,
eu não sei como é que você faz isso." Eu já passei para alguns casos, quando a gente tá começando na área, a gente vem com muito entusiasmo. Não que vocês não possam ter, gente, acho que o Entusiasmo faz parte da vida, mas a quando você vai pegando experiência, você vai vendo que a solução realmente tem que complementar e abordar todas essas áreas, né, até chegar o usuário final. Se isso acontecer, se essa comunicação for eficaz, você pode ter certeza que o seu produto já vai est a um passo melhor do usuário ter satisfação. Lógico, existem
existe um processo muito grande, só a comunicação também não faz milagre, mas já é um Passo a mais que pode ser dado para melhora. >> E aí >> quer falar, Amanda? Pode continuar. >> Não, só adicionar, gente, que é perfeita essa colocação da van, né? Porque é muito isso, sabe? no dia a dia ali do trabalho, a gente tem muito essa questão da comunicação, do trabalho em equipe, né? E aí o designer conversacional fica muito nesse papel também, sabe, de tá ali, eh, conversando com todo mundo, Integrando e ajudando ali, né, nesse resultado satisfatório no
final, né? Então, eh, reforçem nas anotações de vocês também, né? Porque para quem de fato quer migrar para essa área, eh, ter isso em mente, sabe? é bem consolidado, só esse ponto. >> Então vamos voltar aqui. E aí agora que a gente já explicou que o ex design, acredito que todo mundo tenha entendido, né? Se vocês não entenderam, vocês podem depois perguntar que a gente vai ter um Tempo de para dúvidas no final. Quando a gente coloca esse profissional dentro do design conversacional, ele vai ser vai fazer praticamente a vai ter a mesma essência, digamos.
O nosso papel aqui é fazer com que ao a conversa, o de fato as frasologias, enfim, todo o conteúdo seja atrativo e fácil o nosso usuário executar as nossas ações. Então, se a gente for ler aqui o que tá escrito, o que que tá falando? Que a criação de experiências fluidas e eficazes, que Nada mais é do que isso que eu tô falando, a interação entre humano e o contato inteligente seja intuitiva, eficiente e agradável, que foi exatamente o que os memes anteriores querem dizer. Então o nosso papel aqui é facilitar a vida, que ele
possa, que o usuário possa voltar, possa continuar dentro do nosso contato inteligente e possa sair com a sensação de dever resolvido e não saindo com uma frustração e dando vários inputs dentro Do chat que o chat não conseguiu resolver o seu problema, né? Enfim, o problema do Zar isso, infelizmente acontece muito hoje em dia no mercado. E também agora que a gente já entendeu tudo isso, que que é ex design, qual é o papel do Uex design dentro do contexto do design conversacional, aqui a gente vai começar a falar das principais atividades que esse profissional,
que carinhosamente a gente chama aqui como DC UX, que é design conversacional, por Isso que tá essa abreviação. as principais atividades que a gente faz hoje muito aqui dentro da Blip, tá? Eh, então vamos lá. Então, quando o projeto chega pra gente aqui, a gente tá eh imaginando um projeto com uma deadline legal, tá gente? Que se a deadline tiver curta, isso daqui vai ter que ser reduzido e aí você vai ter que ver realmente com a sua squad como é que vai ser a estratégia, tá? Mas num deadline, OK? Legal. A gente começa nossa
atuação Sempre pela condução de workshops e dinâmicas, que nada mais é do que realmente, por exemplo, essa primeira que é Inception. Inception é a nossa primeira reunião e a gente vai envolver os stakeholders, ao cliente, a equipe e nós e o exis que temos a responsabilidade, né, de facilitar. E o objetivo dessa reunião é descobrir o propósito do contato inteligente, o escopo do projeto, o que que o seu Contato inteligente pode fazer, o que que ele não pode fazer, qual a finalidade dele, descobrir qual é o público que é a empresa que tá contratando o
serviço, quer atingir. Então isso tudo é uma conversa que vai ser feita através de dinâmicas. Aqui a gente tá falando de uma forma bem rápida e genérica, mas no material que tem da semana um, da aula um, tem todas as técnas, não, mas tem muitas técnicas que vocês podem usar para exercitar eh tudo Isso que a gente tá falando aqui de uma forma bem mais eh eh larga, digamos assim, né? E aí passando isso, a gente tem outra dinâmica, né, que é o de discover. E aí vocês podem fazer a vocês podem traçar estratégia de
pesquisa de acordo com o projeto e o deadline de novo de vocês. E aí isso embarca fazer descese, isso embarca também ver dados do mercado, os benchmark, tudo que vocês acharem que é o essencial para realmente balizar o desenvolvimento do seu contato Inteligente. É, e depois a gente tem a o workshop, que pode ser ou então uma reunião de cocriação, onde geralmente você depois com os dados coletados nessa fase do discover e também do inception, com bote já estruturado, digamos assim, nessa parte do que ele faz, o que ele não faz junto com o cliente.
Aí todo mundo faz essa, eu falo todo mundo são os stakeholders, cliente também pode participar a squad. E aí através disso vão analisar tudo que foi recolhido para Gerar soluções e ideias do que aquele chatbot ou daquele contato inteligente pode fazer. Beleza? Uma vez passando esse estágio inicial, aí a gente vai começar a entrar na na questão de mapear a jornada do usuário, tá? E aí, nessa step tem duas coisinhas que até depois do intervalo que a gente vai fazer, a gente vai entrar mais no detalhe, que é a criação das personas e avatares que
vocês já devem ter escutado falar por aí, que muitas áreas falam e Realmente ela é muito essencial, inclusive quando a gente não consegue fazer a entrevista aqui com as pessoas, com os usuários, que infelizmente dependendo do deadline, do orçamento, a gente não consegue. Então, nada mais é do que a representação ficto que você quer atingir, né? Então, quanto mais dados, melhor, mas a gente fala isso daqui a pouco. E depois a gente vai fazer os pontos de contato, que é realmente através dessas personas mapear Os pontos de tensão que essa persona, né, que esses tipos
de persona possam ter com seu chatbot, com o seu contato inteligente. E a partir daí, quando a gente identifica, é mais fácil da gente achar as soluções, tá? para enquanto eh ao invés de chegar com problema, a gente já tá com a solução, tá sempre um passo à frente, beleza? E aí depois o próximo step é a criação de fluxos conversacionais e prototipo. Com tudo isso já definido, aí sim a gente vai Começar a colocar a mão na massa, que eu falo, a desenhar o fluxo. E aí a gente vai fazer primeiro o fluxo macro,
que seria a arquitetura do nosso chatbot. E aí a gente vai colocar todas as skills, né, na verdade as skills macros que cada eh em ordem, né? E aí depois a gente faz o fluxo micro, que é nada mais é do que o detalhamento desse contato inteligente, todas as esquivos, né, macros que a gente tinha feito. E no final a prototipagem não é menos Importante, tá gente? Porque em assim, algumas vezes o nosso cliente final não consegue entender só quando a gente apresenta o fluxo macro e o fluxo micro. E o protótipo ele já consegue
ter uma forma, uma representação visual melhor de como aquilo vai funcionar. Então sempre é legal fazer e apresentar dessa forma. E depois, como uma das últimas steps, seria definir e acompanhar as métricas da experiência. Uma vez que a gente já estruturou todo, qual vai ser o Caminho do nosso chat, do nosso contato inteligente, aí a gente vai mensurar como que a gente consegue medir a eficiência do nosso contato, né? Então aqui a gente tá citando alguns exemplos, mas tudo vai definir, vai tudo vai depender da finalidade e da estrutura que foi montado o seu contato
inteligente. Mas como indicadores comométricas, a gente pode ter o NPS, que é satisfação geral do usuário junto, né, do contato inteligente. O CESAT, que É a satisfação do usuário dentro de uma interação específica, como se a gente tiver um transbordo que nada mais é do que o atendimento humano. Então, a gente vai passar usuário para atendimento humano. A gente também pode ter o TTR, que é o tempo médio de resolução. Quanto tempo, que isso quer dizer, o quanto tempo o usuário eh ficou no dentro do nosso contato inteligente para executar determinada ação e a taxa
de abandono. Por quê? Se a gente tá querendo, se o Nosso trabalho é fazer com que o usuário fique satisfeito e execute a ação, né, com a eficiência e chegue até o final, sempre a gente tem que ter a taxa de abandono a menor possível. Então isso tudo é linkcado. E aí acho que agora antes do intervalo foi isso. Acho que a gente terminou o tempo certinho. >> Ô perfeita. 45 segundos ali para dar 50. Certinho, certinho, certinho. >> Bom, e é isso que a Van trouxe, gente. E aí, né, muito para trazer para vocês.
A Gente vai, né, detalhar um pouco mais essas duas etapas aqui, né, depois do intervalo. Então, continuem com a gente que temos muito mais conteúdo aí para vocês, tá bom? >> Então, bora lá, gente. A gente vai fazer um intervalo de 10 minutos, 10 minutinhos. Pode ser? Acho que pode. >> 197 20 e 10. A gente volta para ficar certinho. Ou 27. >> Pode ser 10 que aí dá mais dois minutinhos. >> Beleza, galera. Todo mundo aí de boas. Eh, gente, enquanto a gente tá fazendo o intervalo, eu vou fazendo alguns comentários. Meninas, se vocês
quiserem pegar uma água, ir no banheiro, alguma coisa, eu vou ficar aqui engajando com a galera. Tem algumas dúvidas que estão surgindo que eu acho que eu consigo responder, né? Então, teve dúvidas sobre esse material, vai ficar disponível na Plataforma? Vai, a gente vai deixar a live disponível. Eu vou deixar as marcações aqui embaixo no player. Se vocês passarem no player agora, vai tá a rodinha, né, passando em tempo real. Mas amanhã ou depois eu já deixo colocar as marcações e tempo, então você pode pular para cada capítulo. Eh, acho que de material foi essa.
E teve uma pessoa que perguntou sobre a presença. Eu deixei o comentário pinado, gente, para vocês marcarem presença. Então vocês podem Sinalizar para quem já marcou, tá tudo certo? Só marcar e depois vocês voltam. E a gente vai voltar daqui às 20:10, né? Eu vou deixar aqui, ó. Voltamos às 20:10. Voltamos pequeno intervalo. Voltamos às 20:10. Eu vou deixar aqui marcado, tá? Então, se alguém quiser pegar uma água, ir no banheiro, alguma coisa assim, por favor, tira esse momento aí para vocês tirarem as dúvidas, tá? Calma. Ah, eu tô vendo aqui algumas perguntas, Danilo. Pessoal,
estou com algumas dúvidas sobre o conteúdo que está sendo discutido. As respostas serão no final. Eu não sei se eu entendi, Danilo. Eh, você tá falando em relação às suas perguntas, Danilo, se você puder comentar aí para eu poder te ajudar. Eu eu marquei algumas perguntas, as meninas têm acesso. Eh, a gente pode passar por algumas Delas no final. É, é esse o comentário, Danilo? Calma. Bora lá. Eh, Danilo, tem algumas perguntas suas que eu deixei já aqui separado, tá? Eu vou deixar algum espaço para as meninas. Tem da Gabriel, Bruno, tem alguns que eu
tô sinalizando. Se vocês puderem colocar pergunta, dois pontos e a pergunta de vocês, isso até me ajuda até falar com a galera. Eh, Deu para responder, Danilo? Então, sim, a gente vai ter um tempinho para responder e eu vou tentar selecionar algumas perguntas. O o chat tá ao vivo, né? Então são muitos comentários estão surgindo. Talvez a gente perca algumas, mas vou tentar aqui fazer o meu melhor para ir sinalizando essas essas perguntas. >> Tem uma dúvida muito boa aqui do Gabriel. Eu vou mostrar aqui para vocês. Eh, deixa eu abrir aqui rapidinho. Gabriel perguntou:
"Com relação aos materiais referentes a cada aula, vocês vão disponibilizar após cada aula, a aula finalizada?" Eh, não necessariamente, Gabriel. Na verdade, esses materiais já estão disponíveis. Deixa eu abrir aqui para vocês aqui. Tirar o slide da Amanda. Então, bora lá. É, esse aqui é o player, Né, do Academy. Eh, esse aqui é o player do Academy, né? Aqui eu tô respondendo a dúvida do Gabriel, tá? essa dúvida aqui, ó, com relação aos aos materiais complementares referentes a cada aula, vão disponibilizar ao final, né? Eh, para vocês acharem esses materiais, é só vocês irem no
plano da semana. E esses materiais, gente, vão ser sempre em relação à prova da semana. Então, se vocês virem aqui no plano da semana, a gente tá na primeira semana, né? A prova Já tá disponível aqui, ó, prova da semana. Então, se vocês clicarem aqui no link, eh, vocês já vão cair dentro da prova da semana. Eh, e aqui nessa prova, nessa, é, nessa página da prova, você já tem acesso a todos os materiais complementares, né? São para galera mais antiga, eh, eh, são equivalente a apostilas, né? Eh, então, para quem baixava PDF, para quem
andava com apostila na faculdade, eu fui um desses, né? Eh, vocês têm acesso a esses Materiais, já estão disponíveis aqui, né? Eh, deu para responder? Acho que foi o Gabriel. Então, paraa semana um, né, tem aqui todos os materiais complementares. A Vanessa e a Amanda vão passar por esses materiais, né? Eh, claro que elas não vão passar exatamente como estão lá. A proposta que eu tô trazendo para elas e para todas as outras pessoas, né, é para elas trazerem complementos, né, temas que abordam esse tema, mas vai Além, né? E aí vocês vão trazendo as
dúvidas de vocês para ir acrescentando. E aí na depois das aulas, eu recomendaria lá na quarta ou quinta, né? Depois que vocês assistirem as aulas e verem os materiais complementares, aí vocês podem fazer a prova, né? Teve até uma pergunta aqui, né? Tipo, essa prova vai ser nível Enem ou Polícia Federal? Não é nível Enem, Polícia Federal, mas também não é tão simples assim, né? Vão ter algumas perguntas mais específicas, Né? Então, talvez essas provas iniciais sejam mais simples, né? Eh, mas nada é simples, né? Tem gente que sabe um pouco mais, tem a gente
sabe um pouco menos. E aí cada pessoa tem o seu ritmo de aprendizado, né? Então, ela tem um certo grau de dificuldade, mas não é impossível de passar, tá? Então, se vocês estudarem direito de prestarem atenção na nas aulas, tenho quase certeza que todo mundo aqui vai tirar 10. Inclusive vocês podem Solicitar, tá, no final o relatório da prova de vocês, no qual vocês vão ter acesso ao que é que você mandou bem e mandou mal. Eh, quem vai enviar sou eu, mas não é eu, é um agente do Caio que vai enviar. Eh, e
para quem, infelizmente, reprovar a prova, dois dias depois vai ter uma liberação automática para vocês e vocês podem fazer a prova de novo. Surgiu uma outra dúvida aqui. Eh, ah, tem um prazo para finalizar essas Provas. Eh, não exatamente, Danilo, mas tem um prazo para esse programa, né? Então, para todo mundo que tá participando, vocês vão poder fazer a prova até o dia 14 de dezembro. Eh, depois do dia 14 de dezembro, o que é que vai acontecer? As provas não vão subir, não. As provas vão continuar lá, né? Mas vai fechar a janela para
esse programa, né? Então, quem for seguindo até o final e fizer todas as provas certinho, no final você vai receber um Certificado do programa, assim como esses desafios, né, de você participar das aulas, de você compartilhar os seus aprendizados, né, e fazer as provas, né, no final a gente vai ter alguns prêmios para vocês. É, então para quem for participar dessa premiação, né, do ranking, você vai ter o dia até o dia 14 de dezembro para participar dessa contabilidade, né? Ah, eu vou fazer a prova no dia 15. É, no dia 15, mesmo que você
faça prova, a sua, a nota da sua Prova não vai fazer parte desse rank, tá? Deu para responder, Danilo? Eh, nossa, vocês pegaram que eu tava resfriado? Pois é, né? Bateu frio aqui em São Paulo. Tô resfriado. Bateu resfriadinho, sim. Eh, Bruno perguntou se eu sou de Recife. Ah, desculpa, eu mostrei aqui, eu ia só comentar. Eh, sim, eu sou de Recife fazendo sites e land pages. Não exatamente, mas já fiz outras coisas. Eu Fiz até aplicativo, aplicativo, aplicativo, eh, site, site, só na empresa júnior. Para quem for de Recife, tem algumas empresas júiors e
Recife, eu fiz parte de algumas delas, de algumas delas não, né? Da FEJEP e do City. Mais dúvidas, pessoal? Eu vi aqui, tem a dúvida da Wilane. Vou deixar ela aqui para as meninas comentarem de prototipagem. Eh, deixa eu ver se tem mais. Boa. Tem uma outra dúvida muito boa aqui. Eu acho que é Mataus ou Mateus. Mataus. Me corrige, Mateus, Mateus, Mat, não sei. Eh, durante as aulas vocês podem tirar dúvidas, né? Vocês vão comentando aí no chat e a gente vai trazendo elas para cá. Mas se durante acabou a aula, né, tipo, nossa,
eu tô estudando, eh, não sei o que fazer, né, tipo, preciso de uma ajuda, aí vocês vão lá na comunidade, né, Vocês vão lá na comunidade e aí vocês criam um tópico. Para quem for fazer uma pergunta, é só escolher uma pergunta. Para quem for fazer uma conversa, né, tipo, ah, eu quero compartilhar uma coisa que eu tô estudando, né? Eu acho que eu vou até fazer um um tópico e deixar pinado que é dúvidas da semana e aí vocês podem lá e perguntar, né? Então aqui você escreve o título e aqui você escreve o
post, né? Como se fosse um workut ou um fórum, né? O único ponto de atenção, gente, é para quando vocês forem escolher a categoria, vocês colocarem aqui o bootcamp, né, da gente. Eh, tá aqui, ó, bootcamp design conversacional IA. Eh, porque aí quando vocês forem postando, a gente consegue ver todas a os temas, né, relacionados ao bootcamp. Além disso, eh, para quem tiver aí na na área de comunidade, né, existe uma uma página dedicada que vocês podem seguir, né, esse tópico, tá aqui, ó, eh, seguir esse tópico. Vou até Seguir aqui o tópico, ó. Então,
eu tô inscrito nesse tópico. Então, todas as vezes que vocês fizerem uma postagem dentro desse tema, né, ou dessa categoria, eh, vocês podem ir acompanhando, né, acompanhem o tópico da comunidade. Vocês podem ficar por dentro do que tá sendo discutido em relação a essas postagens. Você recebe o e-mail, né, notificando quando tem uma postagem nova e vocês vão ficar por dentro do que tá Rolando, tá? Deu para responder? Vou deixar essa pergunta do Figma para as meninas responderem. Eh, marquei aqui, mas eu vou comentar o seguinte, eh, a gente tem um kit público do Figma,
vocês podem até acessar. Eu acho que é esse aqui. Tá disponível lá na nossa aqui na nossa comunidade, né? E ele fica disponível no próprio Figma. Acho que se eu clicar Aqui cai onde esse aqui. Eh, hoje na Blip sim, as pessoas utilizam Figma para fazer alguns protótipos e algumas documentações. E esse design system ele segue algumas boas práticas, eh, design. E vocês podem baixar, utilizar, ler, né, ver como é que a gente utiliza. Eh, tem algumas boas práticas. de alguns exemplos para vocês. Eu acho que até na próprio no próprio slides vão ter alguns
Exemplos sobre isso, mas aí eu vou deixar para as meninas comentarem mais. Eu consegui copiar com o botão direito, copiar link. É quando você clica nesse botão, Danilo, link para comentário, ele altera URL. Aí você copia URL. dúvida do Cláudio. E aí eu vou responder essa e eu não sei se a Amanda e a Vanessa tão aí, mas se elas tiverem eu vou pedir para elas ligarem a câmera para eu saber que elas voltaram. Eh, Cláudio, o certificado ele vai depender muito da sua participação no programa em si, né? Então, a gente vai ter um
certificado do programa do bootcampiro. Eh, isso vai ser para as pessoas que chegarem até o final do programa, né, fazerem as provas certinho. Eh, e cada prova elas te dão certificados também, mas já tem um certificado do programa. Esse vai ser o o do programa em si. Então, ele vai depender muito da sua participação, tá? Não sei se respondi, Cláudio. Comenta aí no chat. Amanda, Vanessa, posso voltar? Beleza, trouxe vocês f aqui respondendo e tirando as dúvidas. Tem alguns comentários aí da galera. Eh, aí uma dúvida aí, eu fiquei na dúvida para vocês. No player,
para vocês aparece as que eu marquei como favorito? >> Não, >> não aparecendo não. Eu tô acompanhando Pelo link do YouTube que você mandou. >> É, eu também, tá? Eu vou ver uma forma de deixar isso mais fácil para vocês, tá? Mas tem algumas perguntas que a galera foi fazendo e aí talvez no final do encontro se a gente puder passar por algumas delas. Pode ser? >> Pode. >> Beleza. Eu vou sair aqui da transmissão, eu vou colocar o seu slide aqui de volta, Amanda. E tô aqui nos bastidores. Então, vamos lá voltando. >> Bora
lá, então, gente. Todo mundo aí? Todo mundo já bebeu água, tá? cabecinha um pouco mais tranquila. Esticou, né? Alongar, gente, lembrar de alongar que sempre bom. Eh, beleza. Bora lá. Agora na segunda parte, tá? Eh, a gente vai falar ali muito da vai continuar, né, ali um pouco a parte do designer conversacional o X, né, aprofundando naqueles pontos que eu Comentei ali no final, né, e a gente vai falar sobre a atuação do designer conversacional IA, integração, né, do trabalho das duas frentes, o ex com IA, e a gente vai trazer ali, né, uma visão
para vocês do contato inteligente, né, com ICIA. E bora lá, Van, continuando aí, >> então vamos bora com o detalhamento das nossas personas pra galera que não conhece sair daqui sabendo tudo que precisa. >> Exatamente. Eu acho que vocês já escutaram, não? Isso tem muito também nas outras áreas, mas a gente também vai passar por aqui. Então assim, essa aqui é uma técnica, uma das técnicas que a gente falou antes do intervalo e ela é, na verdade, uma forma de ajudar a gente entender quais vão ser os pontos conflitantes que a que nossa persona pode
ficar frustrada e ajudar a gente a prever isso e resolver. Então vamos lá. Então, a persona é do que uma Representação fictícia do público que o seu contato inteligente ele quer atingir, que ele quer buscar. Então, quanto mais detalhe, melhor, porque isso vai ajudar o nosso entendimento, tá gente? A gente como profissional. Então, geralmente a gente coloca dados demográficos, que é nome, idade, profissão. A gente também coloca casos de uso para deixar a persona cada vez melhor, mais realista. Quanto mais realista, mais fácil pra gente para Identificar qual quais vão ser as situações que a
gente vai precisar intervir, tá? E aí entendido isso, uma coisa que vocês vão encontrar muito no material quando vocês forem ler é que se chama bote persona. O que que é bote persona? Como o nome já diz, é a personalidade que seu contato inteligente quer eh vai falar com os seus usuários. O ideal é que esse bote persona só seja desenvolvido, criado, né, depois, uma vez que você identificou As personas que você vai ter, porque vai ser mais eficaz, tá? Então, porque você imagina, você tem um projeto bancário que o seu público é aposentado e
pensionista. E aí você cria um bote persona, antes de identificar esse público, eu cria um bote persona que vai falar e vai ser uma uma persona da geração Z que é super moderna, super atual, falando com língua linguag super cheio de giras. Isso vai fazer com que seu público não se identifique muito bem E aí consequentemente seus pontos meses de frustração vão ser diferentes e vão sair um pouco diferente do que vocês estão acostumados, né? E o que você poderia prever. Então beleza. Sabendo disso, o que que a gente fez? A gente criou dois tipos
de personas para balizar isso que a gente falou agora, dois exemplos, tá gente? Então, primeiro a gente criou a Jéssica. A Jéssica, ela tem 32 anos, é dentista e mora em Jacaré Paguá. Então assim, quanto mais Detalhamento melhor. Inclusive a gente colocou foto. Elas também, antes de tudo, elas são conhecidas também como avatar, tá? Vocês podem ter escutado falar nesse outro nome. E aí, voltando aqui pra Jéssica. A Jéssica, ela é casada há 5 anos, ela tem uma filha de 3 anos, ela trabalha em duas clínicas e tem que dar conta de tudo, que é
conta de casa, do trabalho, da filha dela, de que dá atenção pro marido, mas ao mesmo tempo que ela tem todas essas Responsabilidades, ela se dedica com muita atenção e carinho a tudo, só que é o tempo é super corrido. E aqui embaixo a gente fez o Lucas, por quê? o seu negócio, o seu contato inteligente, ele pode abranger vários públicos. O ideal até assim por experiência é que vocês balizem. Eu gosto de trabalhar com número de três personas por contato inteligente, por produto, por quando passa de três personas acaba que fica muito complexo, mas
isso depende muito De vocês, de como vocês estão na evolução desse conteúdo, tal. Mas aqui a gente trouxe esses essas duas personas só para vocês entenderem, tá? Já o Lucas, a outra persona, a gente trouxe um pouco diferente da Jéssica, né? Então, o Lucas, ele é solteiro, ele tem 29 anos, ele trabalha num banco, ele é gerente de conta, traba, ele tem mora sozinho e tem um cachorro. E o trabalho dele é visitar os clientes com um ticket mais alto para estabelecer Esse contato um pouco mais de perto, um pouco mais eh mais VIP, digamos
assim. E aí, para vocês entenderem como que a gente aplica essas duas personas, a gente criou uma empresa que é a Brisa Lavanderia. A Brisa Lavanderia falou com a gente e falou assim: "Olha, olha, Amanda, olha, Vanessa, a gente quer fazer um contato inteligente, como que a gente faz?" E aí a Brisa, ela é uma lavanderia aqui também do Rio de Janeiro, de Jacaré Paguá, e ela lava todos os tipos de roupa, né? e tá fazendo contato inteligente para realmente melhorar a eficiência dos atendimentos dela. Então, beleza, entendido isso aí? Agora a gente vai pra
aplicação. Então, o que que a gente fez aqui? Quando pode isso, obrigada. Quando a gente a gente pode aplicar, se vocês já dominarem essa técnica, vocês podem aplicar de uma forma mais minuciosa. Aqui, até porque a gente tá trazendo o mais parecido é um Projeto real, a gente vai usar em pontos estratégicos, tá? Então, por exemplo, a gente pegou a Jéssica e o Lucas e aí a gente perguntou para cada um deles qual é o objetivo da Jéssica em falar com contato inteligente. Bem, a Jéssica, ela é dentista, ela tem a vida corrida, ela fala
com muita dedicação e carinho, ela tem uma filha de 3 anos. Então, o que que ela pode querer falar com esse com esse contato inteligente da Brisalavanderia? Ah, ela pode querer Saber informações sobre preços e valores, se tem alguma lavagem específica, porque ela, ao contrário do Lucas, ela entende dos tecidos, ela sabe a diferença de uma lavagem a seco para um outro tipo de lavagem. Só que ela, como tem muita coisa para fazer, ela também não vai ficar lendo muito, porque senão ela vai ficar cansada, né? Então, vai acabar saindo do nosso do nosso contato
inteligente. Eh, e como o que que também ela poderia eh eh falar com Contato? Ela quer solicitar também, como ela tem a vida corrida, que a lavanderia busque e entregue as roupas dela. E também porque a filha dela, como tem 3 anos, ela é alérgica a algum produto. Ela quer saber também se existe alguma, alguma lavagem específica pra filha dela não ficar com alergia. Também a gente identificou os objetivos da Jéssica falar com com contato inteligente. Vocês estão vendo que eu tô, a gente tá entrando bem no detalhamento, bem eh Quanto mais esmiuçado, melhor que
a gente traz o caso de uso. Daí a gente vai agora perguntar pra Jéssica. Bem, dentro do nosso contato inteligente, a gente precisa ter um menu inicial. O que que esse menu inicial para Jéssica seria importante que tivesse? Ah, então a gente já viu o objetivo dela, então vamos lá. Então, no inicial deveria ter para facilitar a Jéssica falar dos tipos de lavagem, cada tipo já relacionar ao valor e de repente relacionar o prazo, Porque ela tem que saber quando que a roupa dela vai ficar pronta. Ah, também a gente poderia colocar que tem uma
lavagem específica para para um tipo de alérgico, para uma pessoa alérgica. Também vou colocar, ela vai querer saber do preço do prazo de entrega, quais as formas de pagamento que ela pode fechar com essa lavanderia. né? Se a lavanderia ela retira, se ela entrega e o que a lavanderia não faz e o que ela não tira. Então a gente vai fazendo isso e a gente Faz isso também pro Lucas. E aí aqui chegando num outro eh num num outro detalhamento aqui dessa parte do da nossa jornada, a gente vai perguntar pra Jéssica qual Obrigada. [risadas]
qual seria os pontos de tensão que a Jéssica poderia ter. E aí que entra também a nossa sagacidade pra gente já ver o ponto de tensão e já pensar numa solução que a gente poderia colocar para não deixar ela frustrada. Então vamos lá. A Jéssica pode ficar frustrada com Esse contato inteligente da lavanderia com quê? Poxa, a Jéssica é dedicada e carinhosa. Se a lavanderia, o contato inteligente da lavanderia, ele for um pouco mais direto, mais grosseiro, a gente não vai fazer um contato inteligente grosseiro. Mas se ele f direto e for muito prolixo, já
que ela não tem tempo, ela vai se irritar e vai abandonar. Hum. Então não pode ser assim. Ah, se também a gente colocar pouca explicação sobre os tipos de Lavagem, já que ela conhece, ela também não vai querer. E se a gente também colocar ser muito proixar tudo, tipo assim, não for mais objetivo nessa especificação, ela também não vai ter paciência e vai sair. Vocês estão entendendo isso? Então, a mesma coisa aí. Aí a gente vem outro ponto, ah, que pode ser de tensão para ela. Poxa, ela quer que a lavanderia ela entregue e busque
as roupas dela para facilitar. Hum. Então, o tempo de o o ponto de Tensão aqui poderia ser se ela encontrasse dificuldade para agendar essa coleta da lavanderia. Poxa. E aí a gente começa a ver se isso aqui é uma dificuldade. E se a gente colocasse no nosso contato inteligente uma skill, que é uma digamos assim, uma etapa. A Manda depois vai falar melhor com vocês isso, mas a gente colocasse uma skill específica para agendamento que ela pudesse fazer sozinha. E se a gente colocasse uma inteligência Artificial para ajudar nesse nesse agendamento e deixasse a coisa
muito mais rápida? Eu acho que a Jéssica é a gostar. né? Então, por isso que as personas são importantes, porque através desses questionamentos que e que a gente vai buscando as respostas, a gente consegue ter mais esse detalhamento. Eu não vou falar aqui do Lucas, mas se depois vocês quiserem, vocês podem eh esse material depois vocês podem consultar e ver mais direitinho, mas Aqui como o tempo tá já tá corrido, então a gente vai pular. Agora a gente vai falar de um outro também detalhamento muito importante, uma outra atividade muito importante aqui pra gente, que
é o documento de tom de voz. Não sei se vocês já viram, mas é um documento que vai ajudar, que ele, na verdade, ele vai trazer as respostas de como o nosso bote persona, nosso contato inteligente, né, que a gente já fez a personalidade dele, Vai falar com o público que a gente quer atingir. Aí vocês lembram do exemplo que eu dei ainda porco, né? Se a gente tem num projeto bancário que fala com aposentado intencionista, a gente não pode colocar um tom de voz que é totalmente moderno e que é totalmente objetivo. Porque se
a persona é uma pessoa de maior idade, ela já tem uma dificuldade na tecnologia, já não sabe fazer praticamente muita coisa sozinha, a gente vai crescer o nível de Dificuldade, o que vai fazer esse nosso público sair do nosso contato inteligente. Então é algo que não pode. Então assim, a gente tem que a gente tem algumas escalas do nosso tom de voz e a gente vai equalizar de acordo com o público que a gente eh escolheu, né, que a gente viu, que a gente analisou e que a empresa também deu. Ponto importante de mercado. Quando
a gente vai trabalhar com uma empresa um pouco mais consolidada no mercado, muitas delas já Têm esse material. Então a gente não precisa fazer, é só realmente analisar o material que tem e acrescentar na nossa personalidade, nosso tom de voz, do nosso contato inteligente também. Se vocês forem atender uma empresa que às vezes está começando, né, uma startup, enfim, uma empresa que às vezes não tem esse documento, o que pode acontecer também. Aí vocês sempre perguntam, vocês têm algum memorial da marca? Porque às vezes a empresa não tem esse documento Específico de tom de voz,
mas ele já tem algo eh seja da personalidade da marca, seja do branding da marca, né? Mesmo que seja uma coisa curta, que pode ajudar a gente desenvolver. Então, ou seja, isso aqui é para ser feito assim, pelo menos assim, na na minha experiência de mercado, eu sempre gosto de fazer depois que eu já tenho tudo pesquisado, como uma das últimas etapas pra gente eh antes da gente realmente desenhar como é que vai ser o caminho, a estrutura do Nosso contato inteligente, tá? E aqui do lado a gente trouxe alguns exemplos para vocês de como
que ficaria a mesma o mesmo conteúdo, digamos assim, de ajuda em vários tons diferentes. Então, por exemplo, se a gente quer, né, a gente vai colocar o nosso contato inteligente com tom de voz formal e sério, a frase vai ser: "Olá, como posso te ajudar hoje?" Se for informal amigável, aí a gente já faz um pouco diferente. Oi, como posso te ajudar? Tradicional Objetivo. Bom dia. Ele já tá dando uma uma uma, como é que eu vou falar? Uma saudação um pouco mais formal, né, de um pouco mais tradicional, que as pessoas gostam de falar
muito, em que possa ser uso e assim por diante. Então isso aqui é muito importante mesmo que vocês compreendam. Se vocês tiverem algumas dúvidas, anotem que aí depois a gente tira. E aí fechamos essa primeira parte daqui de DC e o ex. Agora a Amandinha Vai entrar para vocês com uma outra parte de detalhamento que já é da estrutura de como que a gente faz o nosso contato inteligente, colocando já mais um pouco a mão na massa. >> Perfeito, Van. >> E é isso, gente. Seguindo aqui, né? Eh, a gente vai falar agora, tá? Sobre
fluxograma, né? E aí eu trouxe aqui, né? A gente trouxe o blipinho, né? Para poder ajudar aí, né? nesse dessa descoberta do que é esse fluxograma, né? Nada mais é, gente, do que um diagrama, tá? Que vai representar visualmente ali o que que tá acontecendo nessa conversa, né? E aí, o que que ele serve para quê, né? Pra gente mapear as ações e informações, né? Ou seja, ele é o mapa, né, de tudo que a gente tem ali, eh, no nosso contato inteligente. E, né, no design conversacional, ele serve muito pra gente fazer esse planejamento,
né, de como uma conversa vai acontecer, então pra gente ter a Visão do todo, né? E aí, né, só trazendo alguns pontos, né, ele é importante porque ele ajuda, né, a gente quanto designers conversacionais ali, organizar o pensamento lógico, né, a partir de todos esses dados que foram levantados, a gente começa a pensar, né, ah, como é que essa conversa vai se estruturar, né, e pra gente ter essa visão do todo, né, ali do início ao fim, né, ali, como tudo tá acontecendo de forma, né, e aí fazendo um gancho naquilo que a gente Falou
na primeira parte, né, que que que eu falei, ó, anotem aí que é muito importante, é ter essa comunicação fluida entre o time, né? E aí o nosso fluxograma, ele vai servir muito para isso, né? através dele a gente vai ter a comunicação ali, né, com todo o time, né, principalmente com os desenvolvedores, porque aquilo, né, eh, a gente não faz nada sozinho e a gente precisa est muito junto, né, principalmente do time como um todo, mas Principalmente dos desenvolvedores, né, porque entra naquela questão que a gente comentou ali na primeira parte também, né, das
especificações técnicas, viabilidade. Então, através ali do fluxograma, a gente começa a discutir, olha, tô pensando ir por esse caminho e aí, o que que você acha? E a gente vai desenvolvendo isso ali, né, como um grande trabalho do time. Aí fica muito no nosso papel também, né, ter essa troca, né, tanto descer ali no papel o X Quanto A também, né? E aí de forma a gente garantir que essa experiência ela seja bem fluida, né, e a interação seja de fato válida. ali, né, paraas pessoas que vão estar navegando. E aí, né, paraa gente fixar
esses conteúdos muito eh passar um pouco por tudo que o que a gente já disse, né? Ah, por onde que eu começo? A gente entende o objetivo, né? Então, a gente vai muito eh entender para que nem a Van falou ali, né? Trouxe o exemplo da lavanderia, para quem são As pessoas, né? Então, aquela parte ali das personas, né? para quem são e a gente muito ali no dia a dia, né? Tentar adequar, porque às vezes vai ter mais de uma persona e a gente trazer ali as necessidades e equilibrar, sabe? Entendendo que vai fazer
mais sentido, em que momento o nosso projeto tá também, sabe? Porque tem muito disso. Ah, uma coisa ali no início, um MVP, outra coisa é quando você já tem o Contato mais evoluído e você já tem mais dados internos ali também, sabe? você tá entendendo como as pessoas estão interagindo. Então, eh, tem todos esses detalhes, esses cuidados ali no nosso dia a dia, né? E ali aquele ponto também, né, das necessidades e aí muito métricas de sucesso, né? A gente também é importante entender, beleza, a gente sabe qual o nosso objetivo, a gente sabe para
quem a gente tá fazendo e quais são as necessidades dessa pessoa. Mas aí Brincando com aquele ponto que a gente comentou lá no início também, né? Além da gente trazer uma experiência, né, ali fluida e bacana para as pessoas que vão est navegando por esse contato, a gente precisa pensar no negócio também, né? o que que o nosso tá cliente tá querendo, qual o objetivo eh dele então aí que é a parte mais desafiadora, né, aí do do nosso trabalho, é muito conectar a necessidade das pessoas com o objetivo do negócio. A gente fica ali
no papel de Advogada, né, e ali tentando trazer esse equilíbrio, né, mas a gente tem que pensar nas duas coisas, né, não eh deixar nenhuma do nenhuma nem outra de lado, né, mas ali encontrar um equilíbrio, né, o melhor caminho. E aí, beleza, né? Aí, reforçando esses pontos, a gente entra na parte da arquitetura em si. E aí, né, eu vi até no no chat, teve gente que ficou assim: "Ah, que que são skills que a Van tava falando?" Ah, skills, skills, skills. Gente, skills nada mais são do que funcionalidades, tá? É tudo ali o
que o seu contato pode fazer. a gente trouxe alguns exemplos assim, ah, pode ser um eh um cadastro, uma pesquisa de satisfação, uma notificação ativa ali, ó, no caso da nossa lavandeira e um agendamento ali do serviço, entendeu? Então, a gente tem, nossa, milhões de funcionalidades, né, que podem tá acontecendo ali na nossa jornada e a skills, né, internamente Aqui em Brip a gente chama eh de skills, né? Então vocês vão ver muito, né, a gente falar assim o resto do pessoal também, então já fica todo mundo aí alinhado, né? São essas funcionalidades. E aí,
né, eu trouxe eh que a gente trouxe aqui uma visão, né, de como acontece isso no dia a dia, né? É muito a gente entender a jornada em si, né? Quais são os estágios da nossa jornada? A gente tem ali o início, né? Ah, no início onboarding, né? Eh, vai ser onde A gente tá recebendo a pessoa. Seria meio que uma saudação, né? ele vai estar se apresentando, direcionando ali pro paraas esquis intermediárias, né, que ah, é o quê? O nosso menu, né, ali o que a gente de repente é o reengajamento, transbordo, é o
que a gente chama ali, né, o caminho que vai falar com o atendente humano e ali a finalização, né, eh, enfim, né, como que vai terminar essa conversa. Então, seria uma visão da jornada, né, ali por estágios e por Esquivos, que são as funcionalidades, né? E aí a gente olha também muito para exceções, né, que vai ser mais aprofundado, né, ali nas próximas aulas que entra ali questão de cascata também e tudo mais, mas só para vocês terem uma visão geral, né, de como é tudo isso no dia a dia, né, nossa jornada ali que
a gente vai montando, né, conforme toda aquela pesquisa, todo o direcionamento. E aí, beleza, né? Dito tudo isso, como é que a gente estrutura, né, esse Fluxograma? A gente tem dois tipos, tá, de fluxo, o macro e o micro. O macro nada mais é, né, do que uma visão que nem o nome diz, né, macro ali da nossa jornada, né, são as principais etapas e o caminho ali que a pessoa vai tá eh percorrendo. Então, assim, principalmente no início, né, ali do trabalho, é muito importante a gente ter esse material para ter essas conversas iniciais.
Por quê? Porque no micro, né, a gente vai tá detalhando ali, né, ah, o Que que a gente tem de integração, o que que a gente tem de frase, o que que tá acontecendo. E aí, imagina, né, você vai direto pro micro, você não teve alinhamento ali com o seu time e aí, putz, você chega ali, você tá com tudo pronto, putz, não vai dar para fazer isso. Aí você vai ter um trabalhão, né? Então, a importância do macro é essa, né? você ter ali todo seu fluxo magro, o que que você tá pensando, né,
para poder trocar com time, né? E de fato vamos Fazer o ajuste aqui. Ah, a gente tem essa PI ou não, né? Mas numa visão bem macro mesmo. Ah, vamos ver com o cliente aqui. A gente precisaria disso. E através disso, né, você também já aprova com o cliente essa primeira versão ali da ideia para depois você partir pro micro, para não ter essa questão, né, de retrabalho, porque fica muito eh você vai levar muito mais tempo, né, se você for deixar para fazer isso ali numa visão do micro. Então essa importância, Né, de olhar
para essas etapas também, né? E não, gente, não deixem o macro de lado, tá? Eu sei que no dia dia às vezes é corrido, mas é importante, ele vai fazer diferença e vai ajudar muito ali na visão, né, e na produtividade de vocês também. Confia, tá? Eh, e aí trazendo, né, uma visão aqui de um fluxo macro, né, aqui basicamente, né, ali o início, aqui o menu com as etapas, aqui alguns pontos, né, isso que eu comentei de chamada de API, uma visão bem macro, Ah, aqui a gente vai precisar de uma API, aí chega
lá com time de desenvolvimento, ah, será que a gente já tem isso? Será que daria para desenrolar com o cliente? Aí entra, conversa com PN também, né? Então assim, ter essa visão vai ajudar ali, né, no alinhamento com o time, na conversa da gente ter projetos, né, mais satisfatórios. E aqui trazendo um zoom, né, nessa visão, a gente já vai botando aqui, ah, tratamento, né, que retornou erro ou não. Aqui é uma skill De atendimento, né, o atendimento ele tá disponível. Ah, não tá. Então o que que a gente vai fazer? A gente vai informar
o horário de atendimento. A gente vai perguntar se quer que avise quando esse atendimento vai estar disponível, né? aqui, ah, seu atendimento tá disponível, a gente vai ver, ah, tem quantas pessoas na fila, o que que a gente vai fazer, enfim, né? É toda essa visão que nem eu falei, né? Muito ali da jornada como um todo. E aí, beleza, indo pro micro, né? Eh, essa questão da gente trazer, né, tudo muito mais detalhado, aí vocês vão vendo que vai ficando bem mais complexa, né, aqui a situação aqui é só um pedacinho, né, de um
fluxo que é bem grande, né? E aqui também, né, dando um zoom, a gente traz muito já as frase, eh, os menus com a seleção, direcionamento, então é uma coisa muito mais aprofundada, né, ali. Então, por isso que é importante a gente ter o macro, né, para quando for mergulhar no Micro a gente não ter retrabalho, né? E aí algumas boas práticas, né, que a gente tem, eh, muito assim, questão de, né, que conecta muito com o que a Van trouxe ali na parte de tom de voz, né? Tom de voz, gente, é muito importante
pra gente ter essa consistência, sabe? Manter essa linguagem, né? Porque imagina, né? você entra num contato ali e aí ele começa falando em primeira pessoa, daqui a pouco ele tá falando em terceira pessoa, daqui a pouco é uma Confusão, a pessoa não sente segurança, sabe? Eh, em continuar aquela conversa, a gente perde, né, o nosso usuário e a gente não fideliza, que nem a Van falou, né? Então, por isso que todas essas etapas elas são importantes, são essenciais e a consistência, né, é uma das maiores que a gente tem. Então o desdobramento, né, que vocês
estão vendo, ah, o tom de voz, então não deixa para lá, sabe? Ele é importante para poder guiar ali, né, eh, no seu dia a Dia, como é que você eh vai colocar, né, o contato para se comunicar. E aí também tem questão de opa, só fazer um nesse tom de voz, né, documento. Claro, claro. É importante de tempos em tempos a gente analisar se nosso contato inteligente tá respondendo no tom de voz proposto, >> porque às vezes isso vai se perdendo. Às vezes você pega uma um contato inteligente que já é muito antigo e
aí o cliente já mudou o ou o as pessoas que ele visa atingir também já mudou, os Produtos já mudaram e aquele tom de voz vai se perdendo com o tempo. Então é legal também parar e analisar tudo que a gente tem, >> não? Perfeito. E aí complementando, gente, isso que a Van trouxe, né, a importância da documentação, tá? a gente ter uma documentação ali robusta, tá atualizando, né, muito uma documentação nossa também quanto designer conversacionais, né, a gente ter tudo muito organizado, disponível, porque Pensa, às vezes eu tô trabalhando ali numa equipe, daqui a
pouco a gente muda, sabe? vai para uma para uma outra equipe, vem uma outra pessoa. Então é muito importante a gente ter tudo isso bem redondinho, né, para a pessoa que vier de repente ali num outro momento poder, né, pegar aquele material e fazer isso que a avó falou, né? Ah, deixa eu ver se ainda faz sentido ou não. E a gente ter tudo caminhando, né, de uma forma tranquila. E aí, seguindo ali Paraa acessibilidade, né, o que que a gente tem? Eh, é importante, né, a gente garantir que ele seja acessível, né, ali para
todos os usuários. Aqui em VIIP a gente tem algumas ferramentas bem legais, né? por exemplo, a gente eh consegue, né, entender ali o texto, o um áudio, né, e passar ele para texto. Enfim, a gente tem algumas funcionalidades que a gente pode estar colocando nesse fluxo para deixar ele mais acessível e aí pensar também, sabe, Na hora que a gente tiver construindo, né, que ali vai ser um contato que muitas vezes uma pessoa, por exemplo, já aconteceu uma vez eu fazendo uma análise, eh, a pessoa colocou lá assim: "Ah, eh, eu sou deficiente auditivo e
aí tô aqui no canal", sabe? A gente fez assim: "Putz, que legal, sabe? a pessoa tá conseguindo resolver por aqui, a pessoa colocou como feedback, sabe? E é muito importante a gente pensar nisso, né? Que enfim, as pessoas vão est Acessando e a gente precisa garantir, né, que todo mundo consiga, né, navegar de uma forma boa e ter uma boa experiência, né? E eu vi até no no chat as pessoas comentando ali, ah, vamos e e acessibilidade, né? Então sim, a gente olha para isso, a gente se preocupa com isso e é importante, né, ali
no nosso dia a dia, até porque quando a gente vai fazer eh asologias, a gente tem que pensar em pessoas que vão usar o leitor de tela, leitor de texto, >> né? Eu tenho dois tios que são deficientes, tem visão subnormal, então eles utilizam assim. Então assim, quando a gente vai criar, a gente tem que pensar o que que vai facilitar. Se eles colocarem o celular para ler, isso vai sair, OK? para eles vão entender, eles também são clientes, né? Eles também têm o direito de entender o que o nosso contato inteligente tá falando. Então
é bem importante isso, >> não? Perfeito. Entra até num ponto Também que legal, V trazer, né? Eh, às vezes, pelo menos eu vejo muito, sabe? É contatos com muito emoji ali. Ai, o emoji é bonito, ai emoji ilustra. Gente, calma. Emojo é legal, mas a gente precisa pensar os emojis de forma estratégica também, né? Quando a gente tá falando de acessibilidade. Então é usar com muita parcimônia assim, né? Ah, beleza. É isso que a Avan falou. A gente consegue fazer testes de leitura de tela, sabe? Bota frasiologia, coloca Emoji. Tem algumas técnicas, né? Ali a
gente não vai aprofundar nisso aqui, mas tem algumas técnicas bem legais, né? que a gente pode táar fazendo, que a gente faz de fato no dia a dia para garantir essa experiência fluida para todo mundo, né? E aí, eh, oi, quer falar, Van? Pode falar. Não, o que eu ia falar que também nosso papel muito é dialogar com o cliente, porque muitas vezes mesmo a eles entendendo que o nosso papel aqui como DC e o ex, eles chegam com muitas Frase prontas, querendo que a gente coloque no nosso contato inteligente da forma que eles dão.
Não é não tem certo nem errado nessa situação. Só que o nosso trabalho também é analisar se aquilo que eles estão fazendo, estão oferecendo, estão querendo botar, tá dentro do tom de voz do bote, porque às vezes a pessoa que redigi o texto, ela não tem ciência desse documento e foi passado só pra gente, porque muitas vezes a pessoa que vai redigir é de uma Área diferente. Então o nosso trabalho aqui, às vezes o texto não tá acessível, não tá numa linguagem neutra também, que é muito importante a gente tá, né, acessibilidade em diferentes níveis,
inclusive na nossa no nosso texto, né, a gente não pode excluir ninguém. Então esse também é uma uma coisa pra gente ficar atenta, >> não? Perfeito. É isso, né, gente? é muito a gente trazer a nossa visão, né, de especialista, que é muito para isso Que a gente tá aqui, né, no dia a dia. O cliente vai trazer o nosso papel é justamente, né, trazer essa visão de já aconteceu, né, comigo uma vez, cliente veio com a frase, ele cheio de m não sei quê, tã. Aí eu peguei, tá bom, olha só, aí botei a
sugestão, né, o que ele trouxe, ó, vamos colocar aqui no leitor para vocês verem como que fica esse negócio. Aí eles, meu Deus, eles não tinham ideia, sabe? E é muito isso, né, da gente trazendo ali, dialogando e eles Super entendem, né, porque a gente tá mostrando ali algo que eles não pensaram. Isso que é é bacana também, né, no dia a dia do trabalho. É isso. Ou Mas bora lá, Caio. Pode botar. Valeu. Eh, trazendo aqui também, né, outra boa prática é feedback, né, imediato. Então, a gente confirmar ali, né, paraa pessoa que tá
passando pelo nosso fluxo o que que ela fez, né? Por exemplo, ah, eu pedi um dado bancário, né? A pessoa tá Ali num fluxo de cadastro de conta bancária. Aí pedi o dado, ah, me informa o número da sua conta, né? Ah, legal. Recebista. Não dessa forma, tá, gente? Uma forma melhor, mas a gente confirma, né, que aquela mensagem foi recebida, por exemplo, a gente vai jogar os dados que a pessoa enviou ali, ã, para uma PI para validar. Então, olha, aguarde um momento enquanto eh tô verificando, vou verificar seus dados, sabe? Então, assim, dá
ali visibilidade mesmo, né, do Processo, do que tá acontecendo, pra pessoa não ficar assim: "Ai, meu Deus, e agora? Que que que que que tá vendo? a gente precisa deixar muito claro, né? Então, ter esse cuidado também é importante. E, né, por último, mais não menos importante, né, eu diria até que é o mais importante. Não sei que Van diria também, né? Acredito, né? >> Eu acredito também. É verdade. Que seria mais importante a simplificação, tá gente? Porque é a gente trazer essas Coisas, né, de forma objetiva ali, entregar, né, evitando sobrecarregar a gente reduzir
etapas, sabe? É muito, o nosso trabalho é muito entender, né, isso. Ah, beleza, a gente tem ali um monte de coisa tem para fazer que precisa solicitar, mas como a gente pode botar isso nas etapas, como a gente pode simplificar, né? E tem muito isso também envolve muita análise, né, ali, ah, beleza, o fluxo tá rodando e a gente entender o que tá acontecendo, como as Pessoas estão agindo. No início a gente vai simplificar, né, ali com a nossa visão, esse cuidado, mas é um processo constante também, né, que a gente vai ver ali no
dia a dia o que que tá acontecendo, mas colocaria ali também, né, uma estrelinha nesse cara aí para vocês salvarem no coração também, junto com a acessibilidade também, né? Isso, >> com certeza. Até porque todo mundo hoje tá com pressa, ninguém quer esperar mais nada. Então se a gente fizer uma coisa Muito difícil, todo mundo vai abandonar. Então >> Exato. Exato. E isso entra também >> não. E até lembrei de um ponto, Van, que entra também a questão de textão, né? >> A gente toma muito cuidado assim, nossa, com textão. Ah, se você chega ali
no seu contato, você bota um texto, a pessoa não vai ler. Gente, a verdade é essa, sabe? Então é simplificar isso também. É, até a mensagem pessoal mesmo, quando tem um texto grande, a gente fica com Uma preguiça de ler, né? Então a gente, ah, vou ler depois, gente. >> É verdade, não? Perfeito. E aí, eh, dando sequência, né, a gente já falou e todo o universo do DCX, a gente já detalhou ali os processos persona, a gente detalhou o fluxograma e a Ivan vai dar sequência aí trazendo um pouquinho, né, sobre o papel do
DCIA para vocês. >> É, agora a gente chegou no momento mais aguardado que é falar sobre analista de Inteligência artificial. Eu vou correr um pouquinho porque o tempo aqui, eu tenho 15 minutos para passar isso pra gente cumprir a agenda. >> Eita! [risadas] >> Como a gente fala, hein? >> Então, vamos lá. O que o que que eu dei é o design conversacional especializado em inteligência artificial. Então, como o nome já diz, é a pessoa que vai ser responsável pela configuração, pela curadoria, pela melhoria de base, pela Base, enfim, tudo que envolve a inteligência artificial
é o papel dele, né? Então ele garante que a inteligência artificial vai compreender e resp e responda corretamente as intenções do usuário. Então, ou seja, ele vai garantir que quando a pessoa que tiver dentro do nosso contato tigente mandar resposta, ele vai garantir que a IA seja mais assert, né, e mais eficaz. Então beleza. Então passando isso, né, que ele vai concentrar na curadoria, enfim, e Também vai ter o papel crucial também escolher modelos de a que vão ser colocados no projeto de acordo com o escopo que vai ser definido. Então, por exemplo, às vezes
numa logo no inicial do projeto, na nossa reunião de Inception, o cliente já chega assim: "Quero mais". Ou então no decorrer quando a gente vai fazendo as pesquisas, a gente mostra para ele, olha aqui vai ser mais eficiente colocar aí, ó, só para gente Colocar no mesmo patamar, vou falar assim, 99,999% o chatbot fica muito melhor com Iar colocado. A gente deixa o nosso cliente muito mais satisfeito, muito, muito mais feliz, muito mais satisfeito, tá? Então esse é o papel dele, ajudar em todo esse processo. Então beleza. E aí depois que a gente entende isso,
a gente elencou aqui algumas atividades que esse profissional vai fazer muito aqui dentro da empresa. Então por exemplo, o projeto Tá começando. Qual vai ser o papel dele também? Ele vai ajudar o cliente, como eu falei ainda h pouco aqui, a definir qual tipo de IA ele vai colocar no nosso contato inteligente, no nosso bote. Beleza? Depois disso, ele vai ajudar a escolher os componentes que vão eh de dentro do ecossistema da Blip. Ah, a BP trabalha com esse tipo de A, então esse aqui vai ficar legal para resolver essa necessidade que a gente identificou
aqui. E isso vai adiante. Depois, uma Vez já definido, a gente vai para tem duas etapas aqui. Se o cliente, a gente apresentar o cliente falar assim, não acontece muito, não, aí é muito boa, mas por hora a gente vai fazer um contato inteligente normal e depois numa segunda fase a gente já coloca a IA. mesmo o nosso contato inteligentes nesse primeiro momento, não, se não tiverá, eles também vão ter alguns papéis específicos, tá? Isso daqui tudo que a Gente vai falar vai ser dado nas outras semanas. Isso com muito mais atenção, mas a gente
vai só soltar um pequeno spoiler aqui, tá? Então, quando o contato inteligente não tem a, eles vão trabalhar na criação dos rejexes. Os rejexes nada mais são do que o reconhece, o reconhecimento de palavras pequenas, expressões pequenas e quem vai fazer o chatbot mandar mensagens pré-programadas. Então, vamos supor quando a pessoa, quando o usuário chegar Dentro do nosso contato inteligente, digitar boleto, o nosso contato inteligente vai identificar a palavra boleto e vai mandar essa resposta aqui. Pá, é isso. Depois a gente tem a nossa cascata de validação. Na prática, que é, vamos supor que o
usuário mande uma resposta muito grande, que tem gente que gosta de escrever bastante. E aí essa cascata vai ser, ela vai filtrar tudo que tem. Então vai tirar, se tiver emoji, ela vai Tirar, ela vai limpar até que sobre só o conteúdo eh eh o conteúdo principal para ver se o contato inteligente vai reconhecer e vai poder responder com alguma resposta pré-programada, tá? Então é assim que funciona, é como um filtro. Depois a gente tem a definição dos small talks, que aí a gente tem vários tipos de small talks que depois vocês vão saber com
mais afinco, mas também vamos supor vai reconhecer um oi e aí ele pode mandar o tudo bem que Posso te ajudar hoje é tipo isso. Depois você tem a gente tem o fus match. O fusing é nada mais é também reconhecer variações dessa palavra, interpretar, vamos supor, um erro de digitação. A pessoa digitou, sei lá, boleto com 2e, ele vai garantir que o nosso contato inteligente reconheça que mesmo o boleto sendo eh escrito com 2e, seja reconhecido como boleto com e e vai mandar a resposta. Então isso faz com que as respostas fiquem um pouquinho
Mais precisas, digamos assim, mas não se compara nada com e depois, e não menos importante, análise dos inputs inesperados. Quando quando o contato inteligente não tem a IA, a gente tem um trabalho de analisar o que realmente o usuário tá falando. Às vezes a gente fez, entrou no na etapa do menu, vamos supor, exemplo, do menu inicial que a gente tem lá, tem algumas opções pro usuário escolher qual ele se identifica. E aí faltou uma opção e ele quer. Aí que Que geralmente o usuário faz? Ele chega e vai mandar. Não, não tem. Eu quero
falar sobre tal coisa. Não tem aqui tudo que isso que vai que o usuário manda, por mais que o bote à vezes fala assim: "Não compreendi, sempre vai ter uma pessoa para ver". Nesse caso vai ser esse profissional aqui. E aí ele vai ver o que que tá, o que que os usuários estão fazendo, o que que eles estão falando e aí vai ver, ah, ele vai chegar uma Análise, ah, a partir dessa análise aqui, o pessoal falou muito que quer, sei lá, mais informações sobre taxa tal. Poxa, aí a gente vai conversar, será que
vale a gente incluir taxa tal? Isso tudo é alinhado, né, com o cliente. Então assim, nada é feito também sem a aprovação deles, tá? Então isso é dentro de um chatbot sem a E agora quando a gente coloca uma IA, que aí o chatbot vira contato inteligente, aí a gente tem a modelagem de base, a NLP, que eles Também vão ser responsáveis, que a gente vai definir a intenção e a entidade. Isso tudo a gente vai explicar melhor para vocês, mas isso faz com que o contato inteligente ele reconheça e responda de uma forma mais
natural, tá? Eh, dos testes também, que é para melhorar a confiabilidade do modelo antes da publicação. Só para, acho que eu passei muito rápido, vou voltar aqui. Na modelagem de base, a gente vai fazer com que a IA consiga compreender o que Tá o que o usuário tá colocando. Então, a conversa vai ser fluida. Se num chatbot normal, né, sem a, que a gente gosta de falar muito chatbot, chatbot é quando não tem a chatbot não tem e o usuário manda alguma coisa, mesmo que passe pela cascata de validação, se não tiver uma resposta pré-programada,
vai dar não conseguir te entender e aí vai, ele vai seguir a vida de acordo com o que foi programado ali. Quando a gente tem a IA, a IA vai tentar Ver, analisar de acordo com essa base de conhecimento que já tem e chegar a uma resposta pro usuário, tá? E aí esse que esse que que é a questão da modelagem da base. Quanto melhor, quanto mais minuciosa, digamos assim, o pessoal vai explicar melhor para vocês depois, é melhor para eles entenderem. E aí vem os testes. Os testes é a garantia que aquela IA que
foi colocada ali, tá OK? para ir paraa produção. Então, a gente vai a partir dos testes, a gente vai Melhorar a confiabilidade do modelo antes da publicação. Aí depois que a gente publica o nosso contato inteligente com IA entrou, já tá sendo usado pelo pessoal. Aí tem duas fases, a gente tem a curadoria e o ajuste. O que que é a curadoria? curadoria. Esse profissional, o DCIA, ele vai analisar as intenções das respostas do contato inteligente, vai ver o que que o nosso contato tá respondendo. Então ele vai ver se o nosso contato inteligente tá
Respondendo certo a uma pergunta que o usuário fez, porque às vezes ele pode alucinar. Então, viu? Ah, então aqui a gente precisa melhorar, aqui não precisa, aqui tá OK. E aí vai garantindo uma uma melhora da confiabilidade daquela inteligência artificial, tá? Mas isso tudo é com treino, gente. Quando a gente publica a inteligência artificial, a tendência é ir crescendo com tempo, a partir de quando os usuários vão usando. E depois a gente tem o ajuste, né, que Na verdade é casado. O ajuste é o aperfeiçoamento da base com base nos promptes. Então vai ver o
que que os usuários estão falando e aí vai ver, ah, essa aqui não entrou. Aí ela não conseguia responder: "Ah, será que a gente melhora aqui?" Então não entendeu direito, mas aí os profissionais dessas áreas, dessa área nas próximas semanas explicam mais detalhadamente para vocês. Agora a gente vai falar sobre a diferença sobre UX e A. A gente já falou Das particularidades de cada um, mas o que qual como é a atuação, né? Como a gente trabalha muito em conjunto, né? Então é muito importante o UEX saber o que o analista de inteligência artificial faz
e o analista de inteligência artificial também entender o nosso trabalho. Nosso trabalho como ex sempre vai ser a criar experiências para que a gente gerefação do nosso usuário. Uário execute isso tudo que a gente já falou, execute com maestria, ação de uma Forma fácil, simples, intuitiva, que gere a fidelização. E o IA e o DC e o AA. E o DCA ele vai concentrar na inteligência artificial, vai fazer com que ela funcione bem, com que ela não há um ensine, que ela responda com maior precisão e com maior eficácia. Então o conjunto disso traz o
sucesso do nosso contato inteligente. E aí já a gente já tá terminando, a gente vai falar rapidinho do fluxo de trabalho, de como é a nossa atuação aqui Dentro da Blip. Então assim, começou para, deixa eu ver quanto tempo eu tenho. Ai meu Deus, rapidinho. [risadas] Começou aqui nessa fase da descoberta, a gente tem atuação conjunta dentro dos workshops, por se tiver a inteligência artificial eles já vão começar junto com a gente. As pesquisas fazem mais parte da nossa área, como ex, porque a gente vai analisar os dados de mercado, de o nicho que o
que o chatbot, então o contato inteligente tá inserido e ver o Que a gente pode fazer. Depois a gente vem a parte da definição, que é realmente colocar as características do nosso contato inteligente. Também é uma atuação conjunta que a gente tem que fazer casado. Fluxo macro. Aí já é a nossa responsabilidade como UX. Indo para detalhamento, aí a gente já tem o fluxo micro que também faz parte da nossa responsabilidade como Uex. Já nesses fluxos de quando a gente tem o chatbot sem a inteligência artificial, Faz parte do escopo do DCA fazer toda a
parte de rejex, a parte da cascata de validação, small toxos e foodm fazer o quê? Que a EA que a EA não, que o jetbot funcione da melhor forma possível, que ele possa ser inteligente, mesmo não tendo a inteligência artificial. Quando o bote tem aí vem o a base de conhecimento que aí é feita com atuação conjunta. A gente já vê as perguntas, a gente já vê o que que possivelmente o usuário vai perguntar, já sabe mais ou Menos como é que vai ser a resposta. Então a gente vai fazer esse esse esse processo conjunto
e depois o IA também vai analisar. Então é tudo muito casado, gente. Depois a gente tem a escolha dos datas apps, que aí faz parte do DCIA. Nas próximas semanas vocês vão entender melhor isso. Parte do desenvolvimento. Quando o cliente fala para colocar inteligência artificial dentro do nosso contato inteligente, aí eles são responsáveis por pela configuração dos Data apps que vão ser eh oferecidos, né, dentro dessa desse nosso ecossistema. Depois a parte de teste, que é uma atuação conjunta, os devs já aprontaram, tá tudo funcionando, tá pronto pra gente colocar para uso, lembra? enfim, para
uso, a gente testa para ver se tá tudo OK. Se não tiver tudo OK, aí vai nessa parte de melhoria até tá OK, publica ele, que é a parte de produção que não tem nenhuma atuação nossa desenvolvimento. Uma vez o nosso contato Inteligente no ar, aí a gente vai ter a análise conversacional, que aí vai ser parte do DCA, que foi a análise dos inputs, que eu falei ainda há pouco, vocês devem lembrar. Eh, análise também de funcionamento e melhorias, que aí atuação conjunta nossa, que a gente vai ver como que através dessa análise do
análise conversacional, a gente pode fazer com que a pessoa fique mais feliz dentro do nosso bote, mais satisfeita. É isso. E o bote com a, né, que aí vira o Contato inteligente, se tiver aí vai ter a atuação deles nessa parte de curadoria também, tá? E ajustes. Ai, beleza. Tentei correr aqui. Vamos lá. Não, perfeito. A gente vai trazer um pouquinho, tá, também aqui para vocês, essa visão dos tipos de contato que a gente tem, né, que é contato com I e sem, né? É mais uma visão bem rapidinho, tá gente? Porque na próxima aula
a gente também vai aprofundar um pouquinho, começar a aprofundar, mas sem aprofundar Muito, tá? Trazendo os conceitos ali, eh, pra galera aprofundar nas próximas semanas, nas próximas semanas. Então, beleza, né? Que nem a vó falou, contato inteligente sem a ele, né? ele fica muito ali preso as suas respostas preprogramadas, né? O que pode acabar gerando muita frustração, tá, ali nas pessoas, porque imagina você bota uma dúvida ali e aí putz, ele não tá esperando aquilo, né? a gente faz todo um tratamento para tentar minimizar, né, Esse tipo de frustração, mas muitas vezes ali vai acontecer
de, né, a pessoa colocar uma coisa muito específica que não vai ter uma, né, um tratamento, né, que ela gostaria e aí isso gera frustração, né? E aí quando a gente pensa num contato com IA, né, ele vai eh entender mais a fundo o que a pessoa tá falando, as necessidades, ele consegue eh consegue trazer respostas ali mais assertivas, né? eh uma precisão maior e aí causa, né, um Aumento na satisfação ali das pessoas, né? E a gente traz essa visão, né, o chatbot, né, ele vai eh simular essas conversas de forma automatizada e pré-programada,
né, e o contato inteligente, né, ele vem com essa IA, né, conversacional, é uma evolução, né, mais personalizada, escalável, né, que melhora essa interação ali com as pessoas. E aí na sequência AV vai mostrar aqui para vocês, né, dois exemplos práticos, Né, do chatbot sem IA e o chatbot com IA. E a gente vai aprofundar um pouquinho mais nas próximas aulas também. É isso. >> É, a gente vai trazer aqui uma visão bem rápida, só para vocês verem o funcionamento. Essa daqui é uma faca que a gente tem que não tem inteligência artificial. Então, tudo
é pré-programado. Então, por exemplo, a gente digitou oi, o usuário digitou oi, já tá pré-programado Pro bote responder isso, né? responder o que apareceu. Então, tá tudo pré-programado. Então, a pessoa foi lá, escolheu no menu o que ela quer falar, depois tá escolhendo mais no submenu, qual o aspecto que ela quer subassunto. E aí a gente digitou falar com o gerente porque ela também tá com rejex para isso. Então, quando o usuário digita falar com o gerente, já vai uma resposta pré-programada para ele. Eu tô dando um tempo, gente. Tô falando Devagar, porque realmente é
um pouquinho mais devagar. E aí, em seguida a gente digitou um outra outra frasologia. Deixa eu ver se vai ser essa. Vai falar. >> Desculpe, algo errado. >> E ó, minha Siria aqui começou a falar, gente, >> coisas da vida. O golpe também tá pré-programado como Rejex. Entrou uma Mensagem específica, tá? E aí em seguida eu vou colocar quero um assunto que não tá programado como rejex para ver como que o nosso contato vai responder. Ele não tem i. Ó, aí ele já coloca. Coloquei aí, ó. Poxa, eu não consegui entender o que você escreveu.
Por quê? Não tá configurada com uma resposta prramada. E aí ele fala que não quer e volta a resposta anterior, a mensagem anterior, porque ele foi pré-programado nessa condição, tá? E o SA também é um rejex. Aí ele vai finalizar e vai se despedir. Daí manda, pode ir pro outro com a IA para eles verem o chatbot, né? O nosso contato inteligente com a IA é muito mais fluido. Nesse exemplo aqui prático, ele é um contato inteligente que tá mesclado. A inteligência artificial vai entrar numa fase, numa Determinada etapa. Primeiro, toda a triagem desse usuário
que entrou vai ser feita da forma sem inteligência. Então, tudo tá pré-programado. Então, o usuário tá falando que ele quer comprar uma maquininha, ele vai também responder se ele é uma pessoa física ou jurídica, ele vai responder o faturamento dele. Ele vai responder agora o faturamento. E aí depois disso, o contato inteligente, ele vai ofertar dois tipos de maquininha que ele pode Ter. A partir do momento que ele escolhe a maquininha, a inteligência artificial vai começar a interagir com ele. Ó, ele escolheu. Aí vai vir uma mensagem falando para ele colgitar. Quer ver? Só um
minuto. Vai mandar as informações da maquininha depois disso. Ó, quais são as suas dúvidas? Pode perguntar. Aí a inteligência vai entrar. Aí eu comecei a conversar para fazer sentido para vocês entenderem a fluidez. Então eu perguntei quais são as vantagens dessa maquininha. Aí o que que vai acontecer? A inteligência artificial vai na base de conhecimento que a gente configurou, colocou dentro e vai ver se tem alguma resposta que ela entenda que possa responder. E aí ela mandou, ó, a maquininha ponte 2 é uma excelente escolha para o seu negócio, especialmente porque a dúvida foi a
vantagem que eu perguntei qual a Vantagem dessa maquininha e aí eu continuei. Vou perguntar outra coisa aqui embaixo. Vocês negociam as taxas dessa maquininha, ó. Ela viu, tá entendendo o que ia, o que tá sendo perguntado, foi lá na base de conhecimento e aí respondeu de novo. Entendo que tem as melhores taxas essencial para o sinal. Vocês estão vendo que ela respondeu o mesmo assunto e tá Continuando a conversa, que é muito mais fluido do que um contato inteligente sem aí pro final, no final já coloquei, não sei se comprou essa maquininha ou outro modelo,
mesmo não colocando eh o interrogação, ela vai entender e vai fazer sempre esse mecanismo. foi na base de conhecimento e aí ela respondeu. Aí ela colocou algumas vantagens das maquininhas E no final respondeu cadelas combina mais tal. Aí eu no, se eu não me engano, eu fiz também uma outra pergunta falando que eu ia pensar. Na verdade nem foi pergunta. Eu falei que eu ia pensar e depois eu volto a falar, enfim, com ela. Mandei. Ela vai entender que eu tô querendo terminar, Né? Que eu não vou esconder. Coloca. Claro, sem problemas. Fico à disposição
para que você decidir, tiver mais dúvidas. obrigada por considerar o mercado. E pronto, ela finalizou. Então, a experiência fica muito melhor com a inteligência artificial, né? Eu acho que deu para perceber aí nesses dois exemplos. E agora chegando ao final da nossa aula, só recapitulando rapidinho, então o que que a gente viu? A gente viu o que que é o design conversacional, Que é um processo de criar experiências interativas fáceis, né? Que a gente possa fazer a satisfação, causar satisfação de quem tá usando, né? né? Uma comunicação natural, eficaz entre humanos e máquinas. Pode ir,
Manda. [risadas] Manda. Alô. >> Ué, não passou aí não. >> Não travou aqui para mim. >> Para mim tá aparecendo tudo aqui na Tela. Eita. Deixa assim tudo tinha travado no design conversacional aqui. Ah, >> viu gente? Algumas coisas acontecem aqui. >> Depois a gente viu >> se é bom para ver se a gente tá dormindo ou não, >> né? Resolviu, [risadas] >> não é? Depois a gente viu o que que é a inteligência artificial, né? Que é um Campo da ciência da computação que visa, né? Criar sistemas eficazes, né? Que para ajudar a gente,
enfim, nas tarefas da inteligência humana. Depois a gente viu o que que é o DC e o X e o DC e a e como que é a o trabalho deles em conjunto. E aí a gente terminou falando de contatos inteligentes com ICNIA, mostrando as vantagens, né, que o contato com inteligência artificial é muito mais eficaz, muito mais preciso, desde da sua Experiência muito melhor pro usuário. E aí pra aula de hoje foi isso. Espero que vocês tenham gostado, que vocês tenham entendido. Acho que sobrou uns minutinhos pra gente tirar umas dúvidas >> e agora
a gente >> voltei. Eh, vocês estão me ouvindo? Sim, >> sim. >> Boa. A gente tem várias dúvidas, muitas dúvidas. Tá. >> Eh, vamos tentar passar por algumas e aí a gente, eu deixo o convite aqui pra galera apstar lá na comunidade e a gente continuar as discussões por lá. Pode ser? >> Eh, primeiro, gente, muito boa aula. Eu gostei bastante. As pessoas comentaram aqui, né? Eu não vou conseguir achar os comentários exatos falando, mas eu queria convidar o chat a falar o que que vocês acharam da aula, né? falar aqui paraa Vanessia, paraa Amanda,
né, o que É que vocês estão achando. Eh, mas foram muitos comentários, né? Então, teve gente que falou: "Amei, ansioso paraa próxima, parabéns pela aula, adorei." Não deu para sentir o mesmo tempo, não deu nem para sentir o tempo passar, foi maravilhoso, realmente. >> É, pois é, tipo, muito didática. >> E gente, vocês se conectaram com a Vanessa e com a Amanda. Eu deixei o linkedinho delas aí para vocês, né? Manda um oi lá para elas. Eh, vou mandar Aqui de novo para vocês falarem que vocês conheceram aqui no na aula, enfim, conectar com o
pessoal, né? Além da comunidade também que tem lá para vocês se conectarem. Ó, vou trazer algumas dúvidas aqui. E aí, gente, se vocês quiserem ir comentando, trazendo, coloquem aí perguntas. Vou, a gente vai tentar conversar aqui uns 10 minutinhos, né? É, a primeira delas foi sobre prototipagem, né? Vocês falaram ali no comecinho sobre Documentação, fluxo. Teve uma pergunta que surgiu aqui, né? Fiquei curiosa para saber como faz a prototipagem, né? Utiliza alguma ferramenta específica da Blip? Eu acho que inclusive essa pergunta cai bem para vocês duas. Eh, aí vocês me corrigam se eu tiver errado.
Que quer começar respondendo? >> Quer ir, Amanda? >> Posso ir? Beleza. Ou eh, a gente usa muito Figma, tá, no dia a dia, mas também tem caso de usar o próprio blip, Né? A gente tem alguns designers aqui que fazem isso, que é bem bacana. Então, é muito muito nisso, né? E também é muito entender ali no dia a dia, né? Que às vezes a gente faz um protótipo que é animado, mas às vezes você vai fazer ali um protótipo estático, né? Dependendo do que você vai mostrar, né? eh, do que que você tá querendo
aprovar com o seu cliente, mas eh ferramenta assim, né, seria o Figma ou então o Blip, né? >> E aí vai tiver mais algum ponto também. >> É, não, só para complementar, para quem não for da blip, tem biblioteca, se eu não me engano, no Figma específica para isso, já com os templates já criados por alguns outros designs. Então vocês conseguem fazer uso, só vocês procurarem lá. Tem uma biblioteca pública da da Blip também. Eu até deixei o link aqui pra galera poder dar uma olhada. >> Eh, você queria complementar, Vanessa? >> Não, >> não.
Tá, desculpa. >> Eh, esteve um delay. Eh, teve uma pergunta de personas. Tem alguma regra quando as personas são totalmente diferentes uma das outras, né? Isso já é uma falha do foco do produto. Tem uma outra pergunta complementada do Danilo, né? O ideal é quantas pessoas? Tem algum limite ou pode variar dependendo do projeto? Vocês tem alguma dica para isso? >> É, eu vou começar. Posso colocar Primeiro a a primeira pergunta? Ah, >> é, foram duas perguntas parecidas. É, quando a gente tem uma uma heterogeneidade de clientes, né, de personas, a gente pode alinhar com
o com a empresa, com o cliente, para saber qual que ele quer realmente eh focar. Mas o ideal é que a gente use uma linguagem neutra, que aí já abraça todas elas, né? Mas não chega a ser falha de produto, você tem que entender muito bem o que que o seu cliente quer fazer. E a outra pergunta que foi se a, ó, é ideal ter quantas personas? Eu gosto de usar três, mas tem gente que usa mais, tem gente que usa menos, mas três eu acredito que seja um número bom para se trabalhar. Quando você
aumenta muito esse número, acaba que você gera uma complexibilidade muito grande para você na hora que a gente for identificar os pontos de de tensão. E aí você pode ficar um pouco confuso naquilo que naquilo que você vai atacar, né? Então, Enfim, aí você tem que ver qual vai ser a sua estratégia. Sobre a acessibilidade, teve uma dúvida aqui do Igor. Acessibilidade já vem de padrão com boas práticas para todos os clientes ou é opcional? >> Já vem como uma boa prática. A gente precisa sempre fazer porque a gente sempre dentro do nicho que o
cliente vai ter, sempre vão ter pessoas que, né, que tem um pouco mais de dificuldade, então a gente tem que pensar nelas. >> É. E aí vem também complementando assim muito, eu vejo muito da maturidade ali do designer também, sabe? Eh, de ter esse olhar. Aqui no capítulo a gente tem, né, capítulo é, né, são os designers conversacionais, a gente tem muito essa troca, tá? a gente já teve até treinamentos internos com gente do mercado que é especialista, né, eh, em acessibilidade para falar sobre isso, né, mas eu vejo muito que vai que vem dessa
maturidade, né, a gente saber que É necessário e você entender técnicas e buscar também. a gente tem muito essa troca aqui, né? Mas eu eu diria, né, que seria uma boa prática de você quanto designer, sabe? você ter isso para você, que é algo essencial, você se aprofundar mesmo nisso e trazer pro seu dia a dia de trabalho. Gente, eh vamos para mais umas duas e a gente encerra por hoje. Eh, deixa eu ver aqui uma próxima. Não sei se vocês querem escolher também, né? você, eu tô escolhendo algumas aqui que eu fui salvando. [risadas]
Enquanto vocês estão olhando aí, gente, eu queria convidar vocês a responderem a pesquisa de satisfação da gente dessa aula. Eh, vou deixar um Qcode aqui para vocês analisarem. Eh, cadê? Deixa eu botar minha tela. Cadê aqui? Quantas meninas estão lendo? Deixa eu tirar esse comentário aqui. Eh, se vocês puderem escolher a aula de Hoje, né, eh, eu vou ver uma forma mais elegante de deixar o formulário preenchido certinho, mas contem pra gente o que é que vocês acharam da aula, se vocês têm alguma sugestão. Essa pesquisa vai ajudar a gente a melhorar. Eh, todas as
encontras a gente vai ter uma pesquisa, né, no finalzinho dela. Eu pediria para vocês dedicarem uns dois, tr minutos. ajudaria a gente até se preparar paraa próxima Aula em si. >> Ô, vi uma aqui. Legal, ô Caio, eu só não sei como puxar aqui pro Foi do Bruno Ferreira, ele perguntou assim: "Dá para criar um contato inteligente híbrido, né?" E respondendo, Bruno, é o que a gente mais faz assim no dia a dia, tá? É o mais comum e um dos melhores mundos, né? ser criar contatos híbridos. Agora, né, a gente tá tendo um movimento
muito de trazer mais eh contatos ali com IA, né, e a BRIP tá olhando muito para isso Agora, mas no geral o que a gente faz, né, pensando muito na realidade ali dos clientes do dia a dia, é muito essa questão do híbrido mesmo, tá? que foi muito aquele último exemplo que que a V mostrou, né, que ele tem ali as partes pré-programadas, mas também ele tem ali em alguns pontos A e a, né, geralmente em pontos de maior fricção, tá? A gente coloca ali para justamente melhorar essa experiência. >> Eu confesso que até tentei
dar o control F aqui, mas não achei. Foram muitos comentários. [risadas] É, tem muito. >> Eu achei, eu achei uma pergunta aqui da Júlia que perguntou assim: >> "A análise de métricas para melhorar está na etapa de manutenção?" Sim. Depois que a gente lança o nosso contato inteligente, aí faz parte da gente a gente fazer esse acompanhamento dentro com dentro do profissional, né? Que é, enfim, de dados e ver como é que Tá sendo o uso, né? como o nosso público tá recebendo. E a partir dessas análises, a gente também gera um relatório de melhorias,
que é junto com os inputs inesperados, enfim, a gente vê o que que a gente pode tá eh fazendo de novo ou então ajustando para pro bote, né, pro chatbot, enfim, pro contato inteligente continuar sendo eficiente e melhorar cada vez mais. >> Vamos paraa saidira. >> Bora, >> bora. Eu [risadas] queria até comentar eh de uma pergunta aqui do Cristiano. Ele perguntou sobre se a gente ia fazer fluxos no Figma ou não. Eh, não sei se na aula de na próxima aula de vocês tem alguma coisa, mas Cristiano, tem algumas documentações da gente públicas e
no material de referência tem comenta um pouco delas. Posso te passar? Eu acho que eu já passei aqui no chat. Você dá uma olhada. Se você topar, criar uma, explicar como Foi o seu processo e postar lá na comunidade, seria muito bem-vindo esse tipo de coisas. Se você topar, claro, também. Eh, e tem algumas publicações de documentações da da Blip disponíveis no Figma. Tem templates, eu mesmo tenho um template disponível no Figma também de fluxograma, mas é muito mais simples do que a galera usa na Plip. >> Nossa Sim. Aí tem a uma, acho que
é Mateus também, Não sei se tô falando certo ou não, me perguntou se possível vocês deixarem um livro, artigo ou material para eh complementar bacana. Dentro do boot camp, na semana um, tem vários materiais para vocês lerem. Então, tão explicando muita coisa, vocês podem consumir e, enfim, vocês vão ver muito mais entrar no detalhamento do que a gente falou aqui. Fechou? Gente, acho que a gente vai ficando por aqui. Eu queria só passar alguns recados finais pra gente encerrar a nossa transmissão. Eh, de novo, gente, eh, conectem com a Amanda e com a Vanessa. Procurem
ela no Likedin. Eh, foi muito boa a primeira aula. Eh, só reforçando, gente, a ideia do do bootcamp, né, muito de dar um guia, né, para vocês e a gente falando temas e aí é criando a faculdade, né? Às vezes o professor traz um exercício, uma referência e vocês vão Se aprofundando naquilo que vocês acharem melhor. Tanto é que a Vanessa e a Amanda são DC, o X, né? E elas estão aqui complementando a experiência do DC. Eu acho que a última aula, inclusive vai ser com DC, o X. O Lucas é o X, né?
Ou ele é I. Isso, ele é o X também. Ele é o X, né? Então >> isso. >> Então a ideia de vocês terem uma visão bem abrangente, né, de diferentes Pessoas que trabalham nessa área. Para quem quiser saber um pouquinho de coisas mais, é desenho de arquitetura, uma visão mais de negócio, né? Todas as terças, quarta-feira, né? Ou desculpa, todas as terças, a às 16 horas, a gente tem uma live aqui no nosso YouTube que também é feito pelo time de comunidade, a gente chama Diama, eh, do Ask Meh ou Me pergunte qualquer coisa.
E amanhã a gente vai ter um bate-papo um pouquinho falando de estratégia, né? Esse é um Tema um pouquinho mais paraa galera que tá ali na na frente vendendo ou querendo ter uma visão mais voltada à operação, né? E vai ser um bate-papo com o Pedroso, ele é do nosso time, vai acontecer aqui às 16 horas. Se vocês tiverem aí, quiserem ver, né, disponível, é só ligar o sininho que vocês vão ter essa troca com o Pedroso e vocês vão ver que a dinâmica é bem diferente, né? Cada pessoa, né, ou cada área vai ver
o produto de uma forma Diferente, né? E esse é o legal da plataforma e da nossa abordagem de negócio, né? Ela é muito abrangente, né? Atende diferentes públicos. Eh, só reforçando, essa semana é a nossa primeiro ponto de contato, né, com o tema. Então, a gente tá introduzindo, né, as esses conceitos, né, falando alguns, a gente vai repetir alguns temas, mas a intenção é muito de ajudar vocês a se ambientarem dentro do desse universo. Eh, no final da semana, mais Pro final, eu convido vocês a fazerem as provas, né, dessa semana. A prova já tá
disponível para vocês no plano da semana, vocês podem acessar esse material, vai estar disponível para vocês lá na nossa página do Academy. Eh, para quem não respondeu ainda, fica o convite para vocês participarem da nossa pesquisa e satisfação. Isso vai ajudar muito a as meninas também a se prepararem, ver se tem alguma coisa que elas possam melhorar. Eu vou até Compartilhar essa pesquisa para vocês, gente, entre hoje e amanhã para vocês olharem os resultados. Eu confesso que deu um resultado bem alto. A gente tem cerca de 70 respostas, quase metade das pessoas que estão aqui
com a gente. Eh, e é isso, a gente vai ficando por aqui. Eh, muito obrigado. Obrigado todo mundo que ficou com a gente até aqui o final. Obrigado, meninas, pela facilitação. Vocês querem deixar algum recado final? Eh, alguma coisa antes da gente partir? Queria só responder rapidinho a ideia, gente. Uma pergunta que eu vi bem legal ali, eh, quebrando um pouquinho o protocolo aqui da Júlia Vilela, né, que ela perguntou se um profissional pode ser DC, DCIA. Sim, Júlia, respondendo, a gente tem algumas pessoas aqui internamente que atuam dessa forma e é o que a
gente vê muito esse movimento, tá? A gente quanto DCX eh tem estudado mais, a gente tem feito muito treinamentos internos, tá? eh se especializando muito Mais nessa parte de IA e o pessoal desse IA também olhando mais pro pro lado de o X, né? Então a gente vê aí muito que daqui algum tempo, né, vamos chegar aí todo mundo só eh nesse formato, mas é algo que a gente já tem hoje, tá? Então respondendo sua pergunta e para fechar, só agradecer todo mundo que ficou aí até agora. Eh, vocês pegaram aí o final do dia,
né, gente, para ficar com a gente ouvindo aqui. Então, muito obrigada, tá, por isso, pela atenção, eh, pelas Perguntas, né, aí pela interação no chat, tudo. Eh, espero que tenha atendido aí a expectativa de vocês, que tenha ajudado, né? E é isso. Contem, eh, comigo, contem com a Vanessa também, né, com Caio, eh pra gente acompanhar vocês aí nessa jornada, tá? Tô bem animada. E é isso, passar a palavra para eu falei um monte. É isso. [risadas] >> Eu faço da Amanda as minhas palavras. Assim, queria agradecer todo mundo que ficou com a gente até
o final. Eh, a Gente espera que tenha impulsionado vocês nessa jornada e deixar as portas abertas. Então, se vocês quiserem mandar mensagem no, lógico, né, no possível, a gente vai respondendo para vocês. E é isso aí. Quem sabe seremos colegas de profissão daqui algum tempo. [risadas] >> Ah, vai ser bem legal >> até quarta-feira, 19 horas estamos aqui. Vejam lá o plano de aula. Queria dar um salve aqui para algumas pessoas que eu Vi. A Ana Gomes tá aqui, a Dardânia também tá aqui. A Ana até falou quando tudo era mato, né? Realmente 2016, 2017
tinha tão pouca gente. Hoje a gente tem um mega time de designers conversacionais na Blip. Tem mais de 80 pessoas, né? e tá só crescendo. Eh, na minha época, né, eu não tive oportunidade de ter esses guias de carreira ou aprender, né, do que é que eu posso estar estudando. Então, a minha intenção, né, eh, minha intenção não, Né, a nossa intenção de montar o programa é muito isso, né, de dar o caminho para vocês, né, ser aquelas pessoas que a gente precisou quando a gente tava começando a nossa carreira, né? Então, eu não tive
essas esses direcionamentos. Eu espero ajudar vocês, né, a terem essas visões de carreiras. Então é isso, gente. Muito obrigado. Vamos ficando por aqui. Até a próxima. Beijo para vocês. Tchau, tchau. Tchauzos meninas. Até a próxima. Transmissão. >> Beijos. Tchau. >> Bom descanso.