Muito bem, boa noite a todos, a todas. É nosso primeiro encontro síncrono da disciplina de economia e mercado. Aqui é o professor Larbelo. Já tenho acompanhado vocês há algumas alguns dias, né, quase algumas semanas já. E a gente então vai se apropriando e se aproximando desse conteúdo. Eu imagino que vários de vocês já conheciam algo sobre economia, já tinham estudado algo sobre a economia, mas agora é a Oportunidade de conhecer elementos novos e ter oportunidade também de entender como é que a economia está presente na nossa vida, ao nosso redor. A economia é uma ciência
social, é um um conteúdo importante e é sobre ele que vamos nos debruçar ao longo das próximas semanas. Pessoal, hoje é o nosso primeiro encontro, então é natural que também ele seja dedicado para apresentações e dúvidas. Então, inicialmente, queria já deixar vocês à vontade para se tiverem Qualquer pergunta sobre o conteúdo, sobre calendário, sobre atividades avaliativas. Essa também é uma aula voltada para isso. Alguém tem alguma pergunta que gostaria de fazer logo de cara sobre nossa disciplina ou em relação a dúvidas, por enquanto elas estão sanadas. Como é que está aí para vocês? dúvidas, questões,
podem participar, claro, pelo chat, podem participar ligando seus microfones, fiquem à vontade enquanto eu Vou repassando aqui alguns temas importantes. Pessoal, tivemos algumas mudanças nas disciplinas virtuais do semestre passado para este. Então agora, por exemplo, a quantidade de videoaulas mudou, a quantidade de videoaulas mudou, que a gente vai ter quatro web conferências e um encontro ao longo da disciplina nas datas que estão definidas no cronograma, no calendário. As datas são definidas de modo a não chocar com outras matérias que vocês tenham para Que não tenha aquele risco de que você não possa estar presente. Por
quê? Porque agora a sua presença é aferida pela sua presença na web aula. Então não tem mais a presença aferida pela possibilidade de você assistir a aula gravada posteriormente. Então tem que estar presente na aula para que a presença possa ser aferida. Boa noite, Evely. Tudo certo? Obrigado pelo retorno aí também, Igor, que tá tudo tranquilo. Boa noite aos que estão chegando. Boa Noite, Maria Eduarda. E boa noite também aos que se apresentaram lá no fórum de apresentações. Temos ótimas participações. É muito bacana saber das expectativas positivas de vocês em relação à disciplina. Pessoal, eu
queria fazer uma pequena levantamento de informações. Vocês poderiam me dizer, ou seja pelo microfone, ou seja pelo chat, qual é o curso que você está cursando? Eu queria ter só um perfil de saber se essa disciplina está sendo feita por Alunos da área de gestão e negócios ou se tem outras áreas também aqui. Então, Maria Eduarda Prenceu de marketing, Evely de design de interiores, bacana. Laí de marketing, cursando design digital, UAN maravilha. Gestão pública também está presente com o Igor Marketing gestão financeira com Eduarda. Que bacana, uma turma com perfil diversificado, gestão pública, gestão financeira,
design de interiores. Excelente, pessoal. Todos vocês são até O momento, né, claro, os que preencheram são de áreas voltadas para prática. vocês estão diante de algo que a gente chama de uma ciência aplicada, ou seja, uma área de conhecimentos que é voltado para um contexto prático, para um contexto empírico. E é nesse sentido, então, que eu quero que vocês encarem muito esses estudos de economia para dar para vocês uma base prática para entender onde sua atuação, seu produto, seu serviço, sua carreira pode se Encaixar num mercado. O grande papel dessa disciplina, a grande importância dessa
disciplina é apresentar para vocês os mecanismos fundamentais de funcionamento de um mercado. mercado onde você vai disputar espaço com outros fornecedores de produtos ou serviços, com outras empresas, onde você vai disputar a preferência de um determinado cliente que tem o poder de escolher seu produto e assim ajudar sua empresa a se Sustentar e a se manter e a crescer, a lucrar e assim poder aumentar sua participação nesse mercado. Esse mercado é caracterizado por uma disputa, por uma competição entre empresas por este cliente e também entre fornecedores para você. Se se tiver algum fornecedor paraa sua
empresa, você na verdade então tá participando de uma cadeia produtiva, buscando um cliente muitas vezes e também está sendo alvo de fornecedores que discutam uma preferência para Encaminhar recursos, matériaspras ou informações para você. Então, o mercado é muito dinâmico. O mercado funciona com uma busca por equilíbrio que nunca é estático, que sempre se dinamiza. E a competição é a regra. E numa competição que é a regra, a gente precisa ter algum diferencial. E isso é como a gente vai compreender essa expressão inicial de economia de mercado. Economia de mercado e capitalismo são a mesma coisa
pros fins Da nossa disciplina. A gente não tem apenas o capitalismo como um método, um modelo econômico, como um modo de produção, tem outros. Mas o capitalismo em si é aquele em que nós estamos inseridos na nossa sociedade, é aquele que é o principal hoje na sociedade e que definiu toda a era moderna, desde o seu advento, uma evolução no âmbito da economia de mercado, inclusive nos tempos atuais e recentes, com globalização, com redes sociais, com Automatização, com a perspectiva digital da economia digital. Então, as evoluções continuam, mas estamos nessa mesma regra, economia de mercado,
gerenciando custos, buscando lucros e competindo para poder se estabelecer no mercado, ganhando a preferência do cliente e fazendo frente aos seus concorrentes. Então, essa é um pouco uma apresentação geral da disciplina. Quanto a mim, bom, eu sou formado em economia, sou formado em Outras áreas também, mas vocês já viram minha web aula de boas-vindas, então não vou me repetir, mas basicamente a economia é uma das minhas áreas principais de conhecimento e ela é altamente compatível com diversas outras ciências sociais. Então, todos esses âmbitos que vocês trouxeram aqui, gestão financeira, gestão pública, design de interiores, marketing,
são ciências sociais aplicadas, ou seja, conjunto de Conhecimentos voltados paraa compreensão da sociedade, de como a sociedade funciona a partir das organizações, no enfoque de diversos diversos contextos e processos produtivos e com foco em um determinado cliente, com foco no funcionamento desse mercado. e voltadas paraa prática, como eu disse, não estamos diante de ciências puramente teóricas aqui. Então, o enfoque tem que ser voltado paraa prática. E é assim que eu quero, que eu gostaria que eu convido Vocês a encararem a nossa disciplina. Atividades avaliativas. Alguns de vocês que talvez já estavam cursando ou já tinham
cursado outras disciplinas no UNICUV podem ter sentido falta de uma atividade que até o semestre passado existia o fórum temático. Pessoal, não temos mais fórum temático nas disciplinas virtuais do UNICUB. é um modelo que eles estão experimentando neste semestre, porque o fórum temático ele foi Substituído agora por atividades em que você faz um aprofundamento e um mergulho maior daquela quantidade de estudos que você fazia. Então é como se você tivesse a oportunidade de reduzir os momentos assíncronos para trazer um momento síncrono como esse aqui, a presencialidade e a oportunidade da gente trocar ideias em tempo
real, a oportunidade de você solucionar dúvidas com o seu professor em tempo real. a oportunidade de você interagir com os Colegas também em tempo real. Houve uma mudança nas regras, como o as os cursos à distância, as disciplinas virtuais operavam, tem as mudanças de regras que o MEC estabeleceu no semestre passado. E isso então é que se reflete nessas mudanças aqui também de reduzir um pouco a quantidade de atividades assíncronas para que tivesse mais momentos síncronos. E é nesse sentido também que ainda temos sistematização. Então fiquem atentos os exercícios também que estão Conectados com as
unidades de estudos. Então tanto no âmbito da sistematização como dos exercícios, fiquem atentos em relação aos prazos definidos no calendário e também em relação à pontuação para que vocês possam ter um bom desempenho na disciplina. ao final da disciplina, uma prova e também um espaço adequado para que vocês possam agendar o dia e o horário para poder comparecer uma unidade do Uniceub e poder realizar sua prova sobre o Conteúdo da disciplina. Bom, isso aqui foi um preâmbulo geral, uma apresentação geral. Boa noite. Boa noite para quem foi chegando. Boa noite, Felipe. Alguma dúvida, gente? Alguém
ficou com alguma dúvida sobre sistema avaliativo, sobre método? Então, não haverá fórum fórum temático, não tem pontuação associada a isso. A pontuação tá vindo das atividades assíncronas, exercícios e sistematização. E vocês, então, vão ter a parte da Frequência associada muito à perspectiva da participação nas nossas aulas. Serão cinco webulas síncronas e também a aos outros recursos que já estão disponíveis no ambiente virtual. E se você tiver qualquer dúvida sobre quanto cada um vale em termos de frequência, de percentual, é só você acessar o plano de ensino da disciplina para poder verificar esse tema. Sem dúvidas,
tudo certo. Posso seguir? Então vamos começar nosso conteúdo de hoje. Hoje eu trago Noções fundamentais sobre a economia. Sei que alguns de vocês já têm algumas, alguns já come iniciaram suas leituras, já iniciaram seus estudos, mas aqui a gente vai aproveitar para alinhar nossos entendimentos. O que que é economia? como a economia funciona, como esse termo surgiu, de onde, como é que ele evoluiu ao longo do tempo, quais os principais marcos históricos e como é que ele se manifesta no nosso contexto na atualidade. Afinal De contas, o que que é o mercado, como funciona o
mercado, o que é o equilíbrio de mercado. São esses alguns temas que nós vamos abordar na aula de hoje. Por isso, gente, tem se tiverem dúvida, falem na hora, coloquem sua pergunta aí no chat, liguem o microfone. A ideia é interagirmos em tempo real. e que vocês não não é com uma matéria que vocês vão se tornar economistas, não é esse o propósito, mas que vocês possam compreender a dinâmicas centrais que Estão por trás dos estudos sobre economia e como pode agregar paraa sua área de formação, gestão financeira, gestão pública, gestão de marketing, design de
interiores na sua área, como é que eu posso então ter mais ferramentas para entender o mercado e o diferencial que eu pretendo colocar no mercado? Então esse é muito, se esses são muitos os nossos propósitos. ao longo dessa disciplina. Então, vamos começar com um conceito. Conceito é bom. Economia pode Ser entendida como a ciência da escolha, quando os recursos são escassos e, de certa forma, insuficientes para satisfazer as necessidades e os desejos ilimitados dos indivíduos. Eita, esse conceito tem bastante coisa, vamos explorar com cuidado. Uma ciência, se a economia é uma ciência, ela é um
conjunto de conhecimento sobre determinado tema. E qual que é o tempo? Qual que é o objeto de estudo da economia? Antecipo Para vocês. Muitas vezes você podia imaginar que a economia tem a ver com a estudo da moeda. Podia ser o estudo do dinheiro, o estudo das trocas. São formas de entender a economia. Mas vou até botar aqui no chat, pessoal, a forma como a gente pode compreender economia, diferente de todas as outras ciências, é que a economia é a ciência da escassez. Economia estuda como é que nós reagimos diante da escassez. A economia tá
interessada no comportamento das pessoas E nós agimos de forma diferente diante de um produto escasso, diante de algo que que nós precisamos e que pode ou vai acabar. E é o que que nós nos dispomos, o que que nós nos sujeitamos para não deixar de ter aquele bem que nós precisamos para poder satisfazer uma necessidade nossa. Então, a escassez é o que determina. A escassez determina o valor do bem. A escassez e a necessidade que nós temos pro bem é o que determina seu preço. Então, todo o processo de Precificação também tá lidado com a
escassez. bens que são escassos versus bens que não são escassos e todo o nosso comportamento diante disso. Então, o primeiro elemento que a gente tem que frisar é que a economia é uma ciência social. Poxa, professor, mas lida com números, lida com contas, lida com estatística, lida com projeções, estimativas. A gente tem cálculos numéricos na economia, mas a gente não Está associando a economia a uma ciência exata. Economia não é como a matemática, uma ciência exata, não é como a física, como a química que as equações vão dar exatamente aquele resultado. Por quê? Por conta
de nós. Nós, seres humanos, nos comportamos de formas diferentes diante da escassez. Então eu preciso avaliar tendências do comportamento humano, seres altamente complexos e que não podem ser reduzidos a uma equação. Então, por isso a Economia tá interessada em como nós, agentes econômicos, fazemos nossas escolhas do que que a gente compra, do que que a gente poupa, do que que a gente investe ou não. E essa escolha tá pautada na nossa avaliação do cenário à nossa volta, das informações que nós temos disponíveis, das projeções que do que vai acontecer e também das nossas expectativas. Economia
é muito assim, você espera que A coisa piore, vai ser pior ainda. Agora, você espera que a coisa melhore, esse é o é o primeiro passo para você retirar uma população de uma crise econômica. As expectativas contam muito porque, de novo, estamos falando da ciência do comportamento humano diante da escassez, diante das escolhas, diante das necessidades de bens, de recursos, de informação. E isso nos coloca, então, nesse contexto, estamos com uma ciência Social. Economia é uma ciência que explica o funcionamento da sociedade. A sociedade é compreendida à luz da economia. Então, por isso, muito diferente
de uma ciência exata, estamos na economia, no âmbito das ciências sociais, particularmente interessados no modo como as pessoas se comportam diante da escassez. E essa escassez, então, ela pode se referir a qualquer coisa que interfere na nossa satisfação. Se eu vou consumir um bem ou um serviço, é Porque eu dou algum valor para ele. Ou a palavra que a gente usa em economia, eu dou alguma utilidade. Eu consumo aquilo que é útil para mim. Se não tem utilidade, tô nem aí. O preço pode ser o que for. Eu não tenho interesse nenhum nesse produto, mas
se eu tenho interesse, se aquele produto me traz uma utilidade, então aí eu começo a cogitar e avaliar a perspectiva de pagar o preço necessário para acessar aquele bem ou aquele serviço. A minha meta, a Meta de cada um de nós aqui é satisfazer as nossas necessidades da melhor maneira possível. Só que acontece o seguinte, nós como seres humanos, temos desejos ilimitados. Ontem eu queria uma jaqueta, amanhã eu quero uma viagem, depois de amanhã eu tô querendo trocar de carro. Então nós temos desejos. É natural que nós tenhamos desejos na nossa experiência humana. E o
que que determina o limite dos nossos desejos? É a disponibilidade dos meus recursos. Meu Tempo, meu dinheiro, meus conhecimentos, eles são limitados. Desejos ilimitados, recursos limitados. Então eu tenho que fazer uma boa escolha. Todos nós fazemos isso todo dia, pessoal. O que que eu vou fazer com as 24 horas do meu tempo hoje? Como é que eu vou utilizá-las? Então, são escolhas que nós fazemos. O que que eu vou fazer com o dinheiro que eu tenho poupado paraa semana que vem? O que que é prioritário? O que que eu, como eu vou gastar ou poupar
ou investir? São Escolhas que cada um de nós fazemos. E a gente espera que essas escolhas sejam compensatórias, que a gente faça boas escolhas, mas a verdade é que nós não temos como ter certeza até a gente ver o resultado dessas escolhas que a gente faz. Então, a gente tenta se guarnecer de boas informações, de bons conselhos, de boas análises, de boas estimativas para fazer a escolha mais satisfatória possível, mas só na prática que a gente vai saber se a gente fez ou não a boa Escolha. Alguns fazem e vão se estabelecendo, outros não fazem
boas escolhas e tem que lidar com as consequências das má escolhas que fizeram. E assim caminha a sociedade e assim caminha a humanidade. Então, gente, para começar, o conceito de economia ficou claro para vocês? Fez sentido essa compreensão? Já tinham pensado em economia desse jeito? Economia como uma ciência social, economia como uma ciência humana, Economia como uma ciência das trocas e das escolhas. Pois é, Maria Eduarda, quem diria, né? Já dá para começar a desmistificar às vezes algum receio que a gente teria com a economia. Meu Deus, deve ser um monte de conta, deve ser
um monte de matemática, pode ser. Se você vai pros modelos econométricos e paraas estimativas, a economia trabalha com muitas contas, porque eu vou tentar colocar aquela tendência de comportamento das pessoas, de um Determinado grupo de pessoas num cálculo matemático, mas isso não é tudo que há na economia. Tem muito de economia que tá pautado em psicologia, tem muito de economia que tá pautado em sociologia, tem muito de economia que tá pautado em boa capacidade de gestão, tem muito de economia tá pautado em ciência política, que é a distribuição de poder numa sociedade. Então, a economia
está relacionada com diversas outras áreas e que não se limita a nenhuma delas, Porque o papel da economia é entender como as pessoas se comportam diante da escassez. E aí, como é que elas fazem suas escolhas nesse cenário? Beleza? Que bom que vocês acharam chique, que bom que vocês compreenderam essa ideia. É para já começar a desmistificar que economia tem só a ver com matemática e não. Ela tem muito mais a ver com o comportamento das pessoas em sociedade. Estudar economia, então, considera o o estudo de como nós tomamos decisões num Ambiente de escassez. E
aqui eu tô falando tanto das pessoas físicas como das pessoas jurídicas. e também do estado, porque todos lidamos com recursos limitados, todos vamos ter que algum momento fazer uma escolha, porque não podemos ter tudo. Eu adoraria ser bilionário e viajar pro Taiti e ao mesmo tempo ter uma renda estabelecida daqui pro final da minha vida e viajar todo ano dando uma volta no mundo. Mas eu não tenho recursos para tudo isso e poucas Pessoas no mundo acredito que tenho. Então, diante da minha escassez, eu tenho que fazer escolhas, tá? E com o dinheiro que eu
tenho ou com o tempo que eu tenho ou com os os conhecimentos que eu tenho, que escolha que eu posso fazer pro meu trabalho, pra minha empresa, pra minha carreira, pro meu lar? Escolhas, escolhas, escolhas, escolhas e que a gente espera que compense. Então, nesse cenário de escassez e de competição, porque ainda tem outras pessoas fazendo Escolhas que podem muitas vezes me tirar de cena para poder ficar com a oportunidade que eu tô perseguindo, eu tenho que fazer sábias escolhas nesse sentido. Então, o que que o economista estuda? A pessoa que é formada economia, ela
vai analisar o comportamento dos indivíduos pontualmente ou comportamento de todos os indivíduos. agregadamente. É isso que diferencia a microeconomia da macroeconomia. A microeconomia, eu tô interessado no comportamento de cada sujeito, um perfil médio, uma tendência de comportamento pessoal, no sentido assim, diante do cenário preocupante das conjunturas, dos choques do petróleo, da guerra no Oriente Médio e da guerra na Ucrânia, muitos empresários têm sido mais cautelosos nos seus investimentos. Argumento da microeconomia. Uma grande parte do empresariado tem feito seus investimentos com mais cautela para Avaliar o cenário interno e externo a partir de uma possibilidade de
crescimento da inflação e de aumento dos custos. Então, eu tô fazendo análise do comportamento do indivíduo. Ah, professor, mas isso aí é fácil falar só. Mas e quando eu posso calcular o percentual? O percentual de quanto de investimento ficou retido? ou percentual a partir do tanto de inflação que deve ser a projeção pro próximo período ou o Percentual de como isso deve impactar no PIB. Tão vendo onde é que as contas entram? Não é só falar deve acontecer isso, mas em que percentual, com que valores e possível montante a gente faz uma estimativa disso. E
isso na micro e na macro. Na macro eu vou tentar considerar o somatório das decisões de todos. Quem poupou, quem investiu, quem consumiu, quem gastou, quem ampliou, quem reduziu, quem fechou as portas. Então, na macro, eu vejo o somatório das Decisões individuais num determinado país, numa determinada região. E aí, então eu estabeleço humanidade de análise para fazer esse contexto coletivo. Então, eu tô tanto interessado, estou tanto interessado no comportamento individual como no comportamento agregado. E isso então já vai trazer pra gente uma visão, como muitos costumam dizer, não é o nome da ciência, não é
economia, mas ciências econômicas no plural. Porque é como se Micro e macroeconomia, por exemplo, fossem ciências distintas conectadas, mas cada uma com seu próprio enfoque de atuação. A gente faz hipóteses em economia, a gente faz hipótese de que os indivíduos sempre querem fazer as melhores escolhas possíveis, tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas. Ninguém vai sair de casa para perder tudo. Nenhuma empresa começa com a expectativa de quebrar. Ela quer sobreviver. Então, se ela quebrar é Porque de alguma forma os planos dela não deram certo. Então, a gente tá todo mundo perseguindo objetivos que possam ser
atingidos e a gente quer fazer a escolha desse de como alcançá-los da melhor maneira possível. Essa é a forma de racionalidade econômica. E isso aqui é um parâmetro chave paraa maioria dos modelos econômicos, que seria basicamente o seguinte, pessoal. A não ser que estejamos num cenário de sandice, nenhum de nós vai jogar Linheiro pela janela. Nenhum de nós vai investir conscientemente em algo que não vá trazer algum tipo de retorno. Nenhum de nós vai abrir mão totalmente dos seus recursos em favor de outras pessoas, a ponto de inclusive não ter mais onde morar ou pagar
o seu próprio alimento. Então, existe uma racionalidade econômica em que nós, cada um de nós, tenta maximizar o seu patrimônio para ter segurança no futuro, para poder prover segurança paraa sua família, para Poder ter acesso a bens que são necessários pra sua sobrevivência e pros pra sua satisfação. Então, a nossa racionalidade econômica é de fazer escolhas adequadas, tanto as empresas como as pessoas físicas, como o governo. Se essa é a racionalidade econômica, então essa é a base, essa é a premissa que vai me permitir encontrar modelos econômicos de maximização. Todos queremos fazer escolhas sábias. Nem
todos conseguiremos, Mas a tendência é qual? As áreas que vão atrair mais investimentos, os setores que têm mais chances de crescimento, as carreiras que vão ser mais valorizadas. Isso aqui eu tô falando só exemplos para vocês de tendências que a gente consegue avaliar a partir dessa racionalidade econômica e claro, né, tecnologia, acesso a recursos, eh a própria perspectiva de mudanças no mercado de trabalho. Então a gente tem muitas variáveis acontecendo Ao mesmo tempo em economia. E aí então a nossa racionalidade econômica é diante dessas múltiplas variáveis, qual o melhor caminho que eu vou tomar? Tudo
bem? Fez sentido? Então, a missão do economista, o que que é essa perspectiva de uma racionalidade econômica e como todos nós estamos buscando fazer boas escolhas nesse cenário. Então, essa é a premissa para muitos dos modelos que vamos estudar. O que que é então o objeto de estudo da Economia? É a escassez. Mas a escassez não isolada, o comportamento das pessoas físicas ou jurídicas diante da escassez. É isso então que nos interessa. E é por isso que a economia está entre as ciências sociais, explicando o modo como a sociedade funciona. Por que que a economia
brasileira cresceu ou não último semestre? Por que que fulano teve dificuldades financeiras, enquanto que Beltrano, que Tem um uma atividade similar, teve a teve teve bo teve crescimento econômico. Então, se a gente vai ver as escolhas, as decisões, os comportamentos, muitas vezes a gente tá lidando com as consequências de como a pessoa escolheu diante da escassez. A lei da escassez, então, vai levar a todos nós numa busca de gerar o máximo de satisfação, produzir o máximo de bens e serviços com os recursos que nós temos que são escassos. E se a gente olha paraa Sociedade
como um todo, no agregado, a sociedade também quer produzir os produtos e serviços que ela mais deseja, que a população mais requer, com os recursos escassos sendo empregados da melhor maneira possível. A economia então estuda além da escassez, o modo como a gente produz, o modo como a gente circula e o modo como a gente consome bens e serviços, produtos e serviços que são utilizados para satisfazer as nossas necessidades. E quanto mais necessário, Mais eu tô disposto a pagar o preço por Vamos para um exemplo. Um medicamento. Se eu preciso, se eu preciso, gente, e
se eu preciso para ontem, se eu não posso esperar, provavelmente vai ter uma propensão de aceitar pagar o preço por aquele medicamento que eu não posso esperar. Ou então tô com muita sede no deserto e dou de cara com a oportunidade de matar minha sede com algum tipo de bebida. Aceito pagar o que for, quanto mais Necessário for o bem, então tô disposto. Agora vamos pensar em outros exemplos nesse mesmo contexto. Tô gripado. É um começo de resfriado. Tem mais de 15 marcas de produtos para resfriado. Eu encontro em toda a farmácia. Ah, eu não
preciso tanto assim desse medicamento. Eu vou comprar o mais barato ou eu posso comprar aquele que tá na promoção melhor. Então, já não tô tão disposto a pagar um preço alto se eu tenho mais competição, se eu tenho mais Disponibilidade. Então, veja que a competição, a variedade já faz uma outra forma da gente reagir diante do preço. Ou um outro exemplo da sede. Tô no deserto, tem água disponível em abundância e tem várias opções, variedade de bebidas que eu posso comprar. Já que eu tenho opção, eu vou procurar aquela que me satisface da melhor maneira,
onde eu não tenho às vezes que pagar tão caro por ela. Então, vejam como a disponibilidade e a Competição modulam, ajustam o nosso comportamento diante da escassez, a ponto inclusive de mudar o preço que nós estamos dispostos a pagar por aquele bem a partir da nossa percepção da escassez e da nossa percepção da nossa necessidade, do quanto que eu preciso daquele bem. A a economia então estuda como a sociedade vai utilizar esses recursos escassos entre pessoas e grupos, visando satisfazer necessidades humanas, sabendo Que existe uma restrição de recursos que gera escassez de bens materiais e
também de bens e materiais. Não estamos falando apenas de bens materiais, serviços também entram aqui, ideias, imagens, marcas, todas elas também tm algum tipo de valor associado a essa ideia. A escassez de um bem, então, está associada à demanda por esse bem. É a primeira vez que eu coloco essa palavra, a palavra demanda. Entenda a demanda aqui como procura por um bem. Nós Buscamos bens e quanto mais nós buscamos, mais alta é a demanda por aquele bem. Quando a demanda por um bem está alta, geralmente o preço dela tende a subir o preço daquele bem,
porque as pessoas estão querendo comprar e quem não comprar rápido pode ficar sem. Então, quando os produtores percebem uma demanda alta, elas eles têm um estímulo para elevar os preços. Então, por isso que a escassez interfere diretamente na demanda do bem. Sobre o risco de não Ficar com o bem, as pessoas compram sem questionar muito o preço e aceitam pagar mais caro para não ficar sem aquele bem. A demanda do bem também é função da sua utilidade. Eu só vou pagar por aquilo que é útil para mim. Se não for útil, não faz sentido eu
pagar mais por isso. Eu vou pagar enquanto houver utilidade. Então, a demanda pelo bem também é uma função da sua utilidade. Tem que ter utilidade para mim. Se não tiver utilidade, não faz sentido. Então, Pensem comigo num exemplo. Deixa eu ver aqui. Marco Aurélio, você tá entra na minha lanchonete, eu te ofereço um refrigerante de brinde para cliente novo. E se você quiser mais um, você pode pagar. Ah, bacana. Que bacana, gostei dessa promoção. Vou comprar um refrigerante, matei minha sede. Beleza, mais um refrigerante, aí você fala assim: "Ah, pode ser mais um." Pronto, então
tem mais um desconto. Beleza. Mas admita, Tem um ponto que chega que você vai chegar na sua satisfação, a sua sede vai acabar. Então, é por isso que o preço depende da utilidade. Se não houver utilidade, você não tá mais disposto a pagar por aquele preço. Pessoal, a utilidade chega num nível de satisfação também. Não é porque eu quero aquele bem que eu quero tudo daquele bem. Qual é o meu limite de satisfação? Então isso também interfere na minha demanda. É útil até certo ponto e depois De determinado ponto já não tem mais utilidade para
mim. A demanda também avalia até que ponto as pessoas querem consumir e isso também é levado em conta pra gente nos nossos modelos econômicos. Tudo bem até agora, pessoal? Como estamos aí? Dúvidas, questões, posso avançar? Digam-me lá se tiverem alguma pergunta que eu posso explicar de outra maneira, tá bom? Beleza? Maravilha. Vou seguindo. Então, como eu mencionei para vocês agora a pouco, duas das ciências Econômicas mais bem conhecidas são conhecidas como microeconomia e macroeconomia. São temas relevantes pra gente, porque é como se fossem pensa numa luneta. Eu ajustei a luneta e tô lá no indivíduo.
Consigo ver o indivíduo na sua individualidade, na sua particularidade, nos seus comportamentos. Isso é um olhar de microeconomia. Eu vou lidar então com a tendência de comportamento de cada indivíduo, pessoa física, pessoa Jurídica, como se eu traçasse um perfil médio do cidadão brasileiro ou da firma brasileira no setor tal. E a partir desse olhar individual, eu vou traçar modelos, tendências, estimativas de como as decisões vão ser tomadas por aquele sujeito. Então isso pode se acontecer com cada um dos agentes econômicos. Posso fazer isso para análise de um consumidor, de um trabalhador, de um investidor, de
uma firma e do modo como as pessoas interagem entre si no Mercado. Agora peguei minha luneta e ajustei a lente. E agora eu tô tendo a visão do todo. Seja o todo naquele setor, seja o todo naquela unidade da federação, seja o todo no Brasil inteiro. Ajustei minha luneta e agora eu vejo tudo. Isso é um olhar da macroeconomia. O foco de análise aqui é o funcionante da economia como um todo, com grandes agregados econômicos e algumas variáveis que nos afetam a todos, como por exemplo, a taxa De inflação, a taxa de desemprego e as
projeções de crescimento econômico para a economia como um todo. Então essas aqui então vai ser uma análise com variáveis que nos afetam a todos, um somatório de todas as nossas decisões de consumo, de investimento, de poupança e por aí vai. E vejam que esses indicadores são relevantes pra gente. Quando eu falo inflação, pessoal, vocês entendem o quê? Assim, não se preocupem, não é prova oral, é só os nossos Entendimentos. Quando eu falo inflação, está tendo inflação, a inflação está, o que que vocês entendem? Está acontecendo o quê na opinião de vocês? Aumento no preço das
coisas, né, Maria Eduarda? e um aumento indistinto, um aumento do preço de tudo. Isso caracteriza o que a gente chama de inflação. Então, vamos pensar num exemplo assim. Teve uma friaca aqui em Brasília e uma chuva fina, um pouquinho de granizo e a nossa safra de tomate foi Prejudicada. Na semana seguinte, o preço do a quantidade de tomate para vender sumiu do mercado. O preço de quem ainda tinha tomate subiu e aí a variação foi de mais de 100%. Olha só, posso falar que houve inflação por conta do tomate? Só o tomate subiu. Isso é
uma variação do preço do tomate por conta de condições de oferta e demanda do tomate. Aqui quando a gente vai falar de inflação, como bem colocado pela Maria Eduarda, todos os preços da economia estão tendendo a crescer. Então, por exemplo, elevação no preço do barril do petróleo, uma commodity, em mercado internacional, como está acontecendo em contexto recente. Aí sim pode esperar uma pressão pela inflação. Por quê? Porque naturalmente o petróleo entra no processo de produção, nos derivados do petróleo que entram como plásticos, queroses, combustíveis e uma série de Outros produtos. na própria perspectiva do transporte
público, que as pessoas pagam transporte para ir pro trabalho, voltar do trabalho, então se aumenta preço do petróleo, espere claramente uma pressão pelo aumento de tudo. E isso é que caracteriza a inflação. Se a gente for colocar um conceito, a inflação é uma tendência de elevação do preço dos itens de uma economia, todos assim, genericamente, de modo generalizado, é um aumento generalizado dos preços. Então não é de um produto ou outro produto específico. Não posso falar que um aumento de um produto ou de outro produto é inflação, porque pode ser só uma variação específica na
oferta e demanda daquele produto. Mas quando tem uma pressão para que tudo aumente de preço, aí então nós estamos diante desse aumento generalizado que caracteriza o que é a inflação. Professor, por que que desemprego é importante pra gente? Pessoal, o Desemprego é uma ótima medida para saber se sua economia está aquecida ou não. Em tese, se a economia está aquecida, pode até ter uma pequena taxa de desemprego que as pessoas estão trocando de empregos ou tão em licenças, estão num período sabático, isso é normal, mas se tem uma quantidade muito grande de pessoas procurando emprego
e não tá encontrando, isso diz algo sobre a economia. Quer dizer que a economia está em crise muitas vezes, quer dizer que a Economia não está conseguindo absorver todos os recursos. quer dizer que os os empresários podem estar retendo investimentos e isso naturalmente reduz os postos de trabalho. Então, por isso tá aqui outra variável importante pra gente. Eu posso fazer uma leitura da macroeconomia a partir do modo como a taxa de desemprego é divulgada naquela sociedade. E o crescimento econômico também é um elemento importante. O crescimento econômico não é a mesma Coisa que o desenvolvimento
econômico. O crescimento econômico significa basicamente o PIB. PIB, como estamos aqui com as primeiras siglas, né? Então o PIB é o produto interno bruto. Então significa que se seu PIB no PIB do seu país, o PIB do seu estado, o PIB da do setor econômico que você atua, se ele subiu, significa então que você tá gerando mais produto, tá gerando mais resultado, tá gerando mais riqueza. Crescimento econômico é uma medida Maravilhosa paraa riqueza, mas não necessariamente é uma riqueza que é distribuída. Por isso, uma coisa é o PIB, a outra coisa, por exemplo, é o
IDH, que é o um índice de desenvolvimento humano, saber se aquela riqueza que tá sendo gerada chega em várias outras pessoas. Então, já tem mais uma análise que eu posso fazer aí na macro, crescimento econômico versus desenvolvimento econômico também. Então, vejam que aqui eu tô analisando o nível Dos agregados. Eu botei só esses três exemplos para vocês visualizarem questões que são genéricas, que envolvem a sociedade como um todo muitas vezes. E aí, então micro e macroeconomia não são antagônicas, micro macroeconomia não são inimigas, elas muitas vezes estão interconectadas, elas são aquelas lentes que eu ajusto
na minha luneta. Tem muitos fatores da macro que interferem na micro. Tem muitos fatores da micro que interferem na macro. Então, É por isso que são duas formas distintas de ver o comportamento dos agentes econômicos. Beleza, gente? Deu para entender o que é micro, que é macroeconomia? Imagino que para muitos de vocês é novidade, é a primeira vez que viram. Então, espero que a explicação tenha contribuído também. Exemplos de áreas ou estudos dentro da microeconomia. Então, não são os únicos, tá? Mas exemplos de estudos da microeconomia. Por exemplo, toda a Teoria do consumidor está na
microeconomia. Qual é o comportamento do consumidor no mercado? O que que ele escolhe? Como é que ele toma decisões de quanto comprar, do onde ele vai comprar? Quais são os critérios principais? Quanto tá renda aquele, qual o grau de endividamento? E os direitos e os deveres. Tudo isso entra em teoria do consumidor. Olhar da microeconomia sobre a teoria do consumidor. Do outro lado, a teoria da firma. E a gente em economia a Gente não costuma chamar as empresas de empresas, a gente costuma chamar as empresas de firmas. E o que que diz a teoria da
firma? A figura do empresário. O empresário, a empresária toma decisões. Ele tem que tomar decisões considerando os fatores de produção, os riscos, as projeções de crescimento, a leitura que faz das variáveis do mercado, da competição. Então, as decisões tomadas pelos empresários vão caracterizar o que a gente entende como Os pressupostos da teoria da firma. Isso é um olhar de microeconomia, porque tá interessado no comportamento de cada empresário e um perfil médio do comportamento dos empresários de um determinado setor. Por outro lado, dois exemplos paraa macroeconomia, também não são os únicos, mas a macroeconomia, por exemplo,
tá interessada no mercado monetário. O mercado monetário é o mercado de moeda. Então, quanto de moeda tá em circulação No país? A moeda disponível, ela facilita o acesso ao crédito? Como é que ela interfere nos juros, na taxa de juros da economia? As pessoas estão conseguindo acesso aos recursos? Elas estão tendo dificuldade de acessar o dinheiro, levantar o dinheiro. Como é que o governo emite moeda? E ele tá emitindo moeda com base em que reservas? São questões da macroeconomia no âmbito do mercado monetário. E o mercado de títulos também? Bacana, Marco Aurélio, Porque realmente muito
do que acontece na taxa básica de juros é decorrente das tentativas de controlar as metas de inflação e quanto de dinheiro tá disponível. Então, por exemplo, né, vamos aproveitar um pequeno parêntese aqui, já que você mencionou isso. O Brasil teve episódios de hiperinflação muito grandes nos anos 80 e anos 90, antes da da estabilização com o Plano Real. E isso ainda é um traço da nossa Sociedade, pessoal. Eh, em termos gerais, comparado com outras sociedades do mundo, que eu não tô dizendo são melhores ou piores, mas a verdade é que a sociedade brasileira tem pouca
tendência de poupança interna. Nós poupamos muito pouco dinheiro comparado com outras sociedades. E o que que significa que nós poupamos pouco? Significa que nós não temos muitos recursos para administrar internamente e estimular a gente a fazer um Investimento com base em nossos próprios recursos. Isso quer dizer que a gente precisa manter juros mais altos para atrair recurso estrangeiro, para suprir as necessidades de investimento que a gente tem aqui dentro. Porque bem ou mal, pessoal, estamos entre as 10 maiores economias do mundo. Tem muitas necessidades de investimento aqui no nosso país. O governo para manter nossos
títulos, né, que é o próximo tema, o mercado de Títulos atrativos para esses investidores estrangeiros, precisa pagar juros mais altos do que o restante do mundo paga. Então, por isso, nossa taxa básica de juros tá em quanto por co, gente? Alguém saberia dizer quanto por cento ao ano está a taxa básica Selic no Brasil? 14,5% e subindo, né, Marco Oré? Tem uma tendência de chegar talvez a 15% nos próximos meses. Por quê? Porque o as autoridades monetárias do Brasil, o Banco Central, Conselho Monetário Nacional, estão fazendo uma leitura de que o Brasil está com a
pressão inflacionária. Então, quando eu seguro os o dinheiro disponível no mercado monetário, eu retenho o acesso ao crédito, quando eu dificulto o acesso ao crédito, quando eu encareço o crédito com juros mais altos, o que que eu tô dizendo basicamente pra sociedade? Você tem dinheiro, então você vai manter seu dinheiro aplicado no banco porque tá rendendo mais juros. E você que não tem dinheiro, vai provavelmente adiar suas decisões de consumo, investimento, porque pegar dinheiro emprestado tá mais caro. E o inverso também acontece. Se eu tô reduzindo a taxa de juros e já teve tempo no
Brasil que a taxa de juros se reduziu, o que que isso diria? Quem tem dinheiro aplicado no banco tá com estímulo de tirar porque não tá rendendo tanto, talvez investir na produção em outras atividades. E quem tá Precisando de dinheiro pode acessar esse dinheiro mais mais barato, porque com o crédito e com a redução dos juros, o dinheiro fica mais acessível. Então isso tudo que eu tô colocando como exemplo aqui são elementos de política monetária. O estado, o governo utiliza muito macroeconomia para fazer induzir comportamentos na sociedade para as pessoas gastarem mais ou gastarem menos,
comprarem mais ou comprarem menos, para tem mais investimento nesse setor, tem Menos investimento naquele outro setor. E isso tudo é gestão macroeconômica por meio da política monetária. E só para frisar, gente, essa taxa de juros aí ao ano é caríssima. é caríssima comparada com outros países. A maior parte dos países do mundo tem taxas básicas de juros que são de um dígito apenas. Então não é 14, não é 11, não é 10, é bem mais baixo que isso. E é por isso então que nós com a taxa mais alta também estamos atraindo mais capital estrangeiro
em Busca dessa remuneração, mas nós pagamos um preço pelo nosso encarecimento. O que que é uma taxa básica? Significa que tudo o que vai ser ofertado em termos de produtos financeiros no Brasil tem que ser no mínimo dessa taxa para cima. Todos são fiscalizados pelo Banco Central e se alguém oferecer uma taxa mais baixa do que essa, está violando regras de autorização do Banco Central para operar no mercado financeiro do Brasil. Então tem que ser no mínimo a Taxa básica para cima e aí a gente paga muito caro por conta disso. Beleza? Isso aqui foi
só um parêntese, tá? Mas aproveitando o contexto aí que o Marco Aurélio mencionou, porque realmente isso tudo impacta nos juros que nós pagamos. Mercado de títulos. Então nós temos também uma negociação de títulos no mercado, ações, duplicatas, títulos do governo. Então não é só moeda que a gente transaciona também, não é só bens e mercadorias, a Gente também compra e vende títulos. são os investimentos, por exemplo, no mercado financeiro. E o mercado financeiro também é analisado no olhar da macroeconomia, não é? O índice Bovespa, tanto por cento de negociações no dia de hoje, fuga de
capitais ou ou ingresso de capitais, saldo da balança comercial, todos esses são indicadores macroeconômicos que consideram o nível de agregado como um todo. Beleza, gente? Tudo certo? Vou seguindo, mas tô Torcendo para todos estarem compreendendo aí também. Beleza? Qualquer dúvida me coloquem aí. Nosso grande desafio, pelo que a gente tá vendo, então, na nossa aula, é que a gente tem de um lado recursos escassos. Todos nós, pessoas físicas, jurídicas, não tem ninguém que tá completamente acesso a bens ilimitados. Então, a gente tem recursos escassos de um lado e necessidades ilimitadas do outro. Precisamos escolher e
precisamos Escolher bem para resolver quatro problemas econômicos básicos. quatro problemas que vão pautar, editar o nosso comportamento. O que que nós vamos produzir? O que que a sociedade precisa que seja produzido? Quanto nós vamos produzir? Qual é a quantidade que a sociedade está pronta e disposta para consumir? Então, a gente não quer produzir algo que a sociedade não deseja e a gente não quer produzir numa quantidade tão excessiva que vai Sobrar e a sociedade não vai comprar. Então, a gente precisa de um parâmetro de quais são as tendências do que meus clientes querem comprar, querem
consumir e de qual é a quantidade aproximada. Não é ciência exata, pessoal, mas uma estimativa, uma aproximação, uma quantidade aproximada de quanto, quanto eu devo produzir para poder satisfazer a necessidade dessa população. Além disso, como eu vou produzir, com que técnica, com que Tecnologia, com que recursos e avanços tecnológicos me permitem produzir mais com os mesmos recursos. mais produtividade, mais eficiência, mais inovatividade, mais competitividade a partir do avanço tecnológico. E a gente tem vivido tempos altamente tecnológicos em termos de cada vez mais inovações e uma busca por vantagens competitivas decorrentes das inovações. Então, o como
produzir às vezes é o grande diferencial entre lucro ou Prejuízo, porque não tô falando só de máquinas, equipamentos e computadores. Tô falando às vezes de modelos de produção, formas de atendimento, gerenciamento de processos, métodos disponíveis. Hum. Tudo isso entra em termos de conhecimentos técnicos que podem ajustar o como eu vou produzir aquele produto pro mercado. E por fim, para quem que eu tô produzindo, quem é o meu cliente, qual é a necessidade por trás da compra do meu cliente? Quem Melhor se preparar para conhecer essa necessidade e satisfazer essa necessidade do cliente, mais próximo se
encontra desse cliente e consegue satisfazer bem para esse cliente voltar e comprar mais vezes. Então eu não posso me desconectar do meu cliente. Eu preciso conhecer o meu cliente de tão bem, de tal modo, que quando o gosto do meu cliente mudar, eu preciso mudar também. Vocês notaram, gente? Não é se mudar, é quando mudar, porque vai mudar, Porque tudo muda, o mercado muda, o cliente muda e eu preciso de tempos em tempos mudar também para acompanhar as mudanças do cliente. Não existe receita boa se você se desconecta do seu cliente. Pensem na gigante dos
celulares, Nokia, Blackberry. Em algum momento elas lideravam o mercado de celulares no mundo e em algum momento o comportamento dos Clientes mudou e elas teimaram em não mudar. Então, quando você é líder de mercado e você ignora seu cliente, por mais que você esteja lá em cima, a queda é no mesmo nível, mas é no mesmo nível do tamanho da da sua subida. Marco Aurélio mencionando aqui, Kodak com as máquinas fotográficas, insistindo em máquinas quando tudo estava migrando pro contexto digital dos celulares. Sherox com copiadoras insistindo numa abordagem quando na verdade nós Estávamos encontrando uma
outra forma de digitalizar e utilizar os documentos que não fossem no contexto físico. São só alguns exemplos. Estamos cheios de exemplos de empresas que em algum momento se sentiram poderosas e se desconectaram do seu cliente. O cliente foi mudando, ela encarou como uma normalidade e quando viu o cliente já não queria mais o produto ou serviço daquela empresa que tava confortavelmente posicionada em primeiro Lugar. E aí a queda é vertiginosa muitas vezes. E isso também mostra a importância da gente saber quem é o meu cliente e como meus concorrentes estão atendendo o meu cliente para
eu não ficar muito tempo atrás. Então fiquem atentos, pessoal, esses quatro problemas econômicos básicos, o que produzir, quanto produzir, como produzir e para quem produzir. Cada um de nós se depara com essas escolhas em relação ao que vamos fazer com nossos recursos. E Particularmente para as empresas são quatro decisões fundamentais. A questão é que na economia de mercado nós temos uma competição. Todo indivíduo age no interesse próprio. Como eu mencionei, a gente quer melhorar nossa própria situação. Isso poderia levar a uma mistura caótica de produtos e preços, mas tem outras pessoas também fazendo as suas
escolhas. Nem todos vão fazer as melhores escolhas, mas alguns vão fazer escolhas acertadas. Essas escolhas apontam o caminho do avanço tecnológico, do rumo do mercado, da tendência do consumidor. Quem faz as escolhas certas aponta o caminho e os demais vão seguindo naquela direção também. Então vamos pensar no exemplo aqui. Se um vendedor cobra caro demais, o outro vai reduzir o seu preço. Aquele primeiro vendedor não tem escolha não se abaixar o preço também, porque se o produto é o mesmo, o cliente claramente vai comprar de quem tá vendendo mais Barato. Se o empregador paga salários
baixos demais e outro paga salários mais altos, ele vai ter que ajustar os salários que ele paga, senão ele vai ficar sem funcionários, porque os funcionários vão migrar para quem tá pagando melhor. Então, vejam que o mercado vai se ajustando conforme as escolhas e as decisões dos vários agentes competindo uns com os outros. Isso tem a ver com a metáfora do Adam Smith, que é o pai da economia. A Gente não vai falar muito sobre Adam Smith hoje porque é o tema da nossa segunda web conferência, os grandes pensadores da Economia, mas o Adam Smith
fala de que a economia funciona na metáfora de uma mão invisível. Como é que seria essa metáfora dessa mão invisível? Eu vou pensar em três pessoas aqui de exemplo para explicar isso para vocês. Marco Aurélio, você é meu voluntário. Rodrigo, você é meu voluntário. E e Maria Eduarda, você Também é minha voluntária. Vocês três, então, trabalham no mesmo setor. E nesse mesmo setor vocês três estão competindo com produtos muito similares e o mercado são todos os outros colegas de vocês. E aí, nessa competição que vocês têm, vamos lá como exemplo, Rodrigo, você desenvolveu uma inovação,
você pensou numa nova técnica que você conseguia produzir melhor, mais rápido, com menos custo. E isso naturalmente te colocou Numa vantagem competitiva. Você teve a ideia, você arriscou a ideia, você colocou em prática e daqui a pouco você tava produzindo mais e melhor e você tava numa vantagem competitiva que a Maria Eduarda e que o Marco Aurélio. Maria Eduarda, você percebeu que o Rodrigo na empresa dele tava tendo mais desempenho, você percebeu que o produto dele tava tendo melhor essa aceitação, que o preço que ele oferecia era mais baixo e ainda assim ele continua que
vai Crescer e aí você foi naquela linha, se não pode vencê-lo, junte-se a ele. Então, claro, eu vou descobrir qual é essa técnica, descobrir e eu vou ajustar meu processo produtivo para seguir a mesma tecnologia que o Rodrigo desenvolveu para que eu possa competir de golpe para igual para ele. Beleza, Marco Aurélio, você é das antigas e você pensou assim, quer saber? Esses novinhos chegaram agora, eles que arrisquem. Eu sempre produzi assim, é que essa empresa Existe há tantos anos, eu vou continuar fazendo do mesmo jeito que eu fiz, não vou mudar por causa dos
outros, não. E vou continuar produzindo na minha metodologia antiga. Nesse exemplo que eu tô colocando para vocês, pessoal, o que que tende a acontecer no mercado? Aqueles que têm o avanço tecnológico, que vão conseguir reduzir custos, aumentar a produtividade, competir melhor, eles vão se estabelecendo e vão Criando um padrão, um padrão de produção para quem quiser competir pelas primeiras posições, que é seguindo aquele avanço tecnológico, enquanto que quem vai ficando com técnicas mais antigas, não vai tendo tantas oportunidades de crescimento, em algum momento pode até enfrentar dificuldades para continuar funcionando. Então, nesse exemplo da gente
aqui, provavelmente Rodrigo e Maria Eduarda conseguem progredir e avançar com suas Empresas para um outro patamar, enquanto, Marco Aurélio, provavelmente você vai enfrentar mais dificuldades ou limitações ou restrições por você não ter atualizado sua tecnologia. E agora voltando para a metáfora do Adam Smith, abre aspas. É como se uma mão invisível dos mercados apontasse o rumo que todos deveriam seguir para competir melhor naquela direção. Não quer dizer que todos vão seguir a mão invisível, mas Rodrigo, quando você Teve aquessa ideia, você não queria que o o mercado todo te seguisse, você queria melhorar a sua
situação, não era? Você tava perseguindo interesses próprios, pessoais, mas sua ideia deu tão certo que as pessoas vão começar a repetir, a seguir você como se uma mão invisível dos mercados apontasse a direção que todos deveriam avançar para competir pelas melhores posições nesse novo equilíbrio que a gente vai alcançar no mercado. Fecha aspas. Essa é a ideia da mão invisível dos mercados, pessoal. E é ela que vai determinar uma ideia de que o mercado vai se ajustar pela competição entre Rodrigo, Marco Aurélio e Maria Eduarda. É que surgiu essa inovação que alguns seguiram e outros
não. E é assim que o mercado funciona. Aquilo que dá certo aponta rumos e tendências e quem não seguir vai ficando pelo caminho e é assim que a economia funciona. Fez sentido a explicação sobre a mão Invisível? Conseguiram entender o que que significa mais ou menos a temática? É uma metáfora que o Adam Smith menciona para explicar porque que alguns crescem e outros não. Renato, você levantou a mão, quer fazer uma pergunta? Pode falar, diga aí, tô à disposição. Ou levantou por engano, tá tudo certo também. Não tem problema não. Se se você quiser fazer
pergunta, pode falar sem problemas, tá bom? Então, pessoal, isso acontece em todo tranquilo, tudo bem. Isso acontece em todos os mercados. Isso não acontece só no produto que eu vou botar pro cliente, isso acontece também no mercado de trabalho para reter os melhores talentos, nos sistemas financeiros, nos melhores investimentos, aqueles são mais rentáveis. Isso vai acontecer em todos os âmbitos, entre indivíduos, entre empresas, no mercado de fatores de produção, no mercado de produtos e serviços, em relação ao fluxo de moeda e em relação ao fluxo de Mercadorias. Todos nós estamos competindo e todos nós estamos
querendo fazer as melhores escolhas possíveis. E como é que a gente chega no final do resultado do problema? Um equilíbrio de mercado, um cruzamento das duas forças de mercado, a curva de oferta, que é a disponibilidade de bens, e a curva de demanda, que é a procura pel esses bens. Então, essa aqui é uma figura que ilustra o equilíbrio de Mercado em economia. O que que significa esse equilíbrio de mercado? Os consumidores estabelecem o preço máximo que eles estão dispostos a pagar por aquele bem. Os produtores definem o preço mínimo que eles estão dispostos a
receber por aquele bem para cobrir os custos de produção. E aí então na hora que as duas curvas se cruzam nesse ponto e aqui eu tenho o preço de equilíbrio e a quantidade de equilíbrio. Que que Seria então o quê? a quantidade que os produtores estão dispostos a produzir e que os consumidores estão dispostos a comprar por esse preço e o preço que os consumidores estão dispostos a pagar e que os produtores estão dispostos a aceitar para cobrir seus custos de produção. Isso acontece no ponto em que oferta e demanda se cruzam. E professor, eu
tenho que calcular esse gráfico? Não, isso aqui é uma ilustração. Isso aqui é só para ilustrar para vocês Como é que o equilíbrio de mercado é alcançado pelo equilíbrio, pelo cruzamento entre oferta e demanda. E são dois mercados diferentes, oferta e demanda. Então, se encontram nesse ponto em que consumidores e produtores aceitam, encontram um produto e uma um preço de produto e uma quantidade de produto que é aceitável para ambos. Ah, então quer dizer que ali tá escrito seis é o preço e seis é a quantidade, então vai ser sempre isso. Não, talvez não Seja
isso para amanhã. Esse equilíbrio, pessoal, ele é dinâmico, ele não se sustenta. Lembra do exemplo que eu falei agora h pouco? A geada do sobre o preço do tomate? Aí vai ser outra oferta e vai ser outra demanda. E depois de amanhã, ah, conseguiram, já supri tomate. Outra oferta e outra demanda. A todo momento as condições de oferta e demanda mudam a todo momento, o preço muda, a todo momento, a quantidade muda. Então, como É que eu consigo resolver isso, professor? tendências, estimativas e projeções. É assim que a economia trabalha, não é números exatos, mas
com tendências estimativas e projeções de quanto deve ser a demanda, quanto deve ser a oferta, a partir disso, qual deve ser o preço e a partir disso, qual deve ser a quantidade aproximada que esse mercado tá preparado para consumir daquele bem ou daquele serviço. Então, guardem que o equilíbrio é dinâmico, que A todo momento muda, porque a curva de oferta e a curva de demanda mudam a todo momento também. E aí o ponto que elas se cruzam também se altera nesse sentido. A economia de mercado, então, ela funciona muito em torno dessa ideia da escassez.
A escassez da oferta numa área de economia cria excedentes de oferta em outro lugar. Então, se tem pouca oferta aqui, a gente vai ter um excedente de oferta que vende outro lugar para suprir. Onde tem escassez, tem pouco Produto, os preços tendem a subir. Por quê? Porque quem não compra rápido vai ficar sem. Então pode cobrar mais caro que ainda vai ter quem compre. Quando o preço sobe, outras empresas vão querer oferecer naquele mercado. Quando elas começarem a oferecer mais, aí a oferta nivela e a gente tá no equilíbrio de novo. Por outro lado, onde
tem excedente de oferta, tem muito produto à venda, significa que se eu tenho que oferecer um estímulo a mais pro cliente comprar, Então eu vou abaixar os preços. promoção, desconto, liquidação do lápis vermelho, tem muita oferta, tem pouca demanda, eu preciso baixar o preço. Quando eu baixar o preço, que eu for começando a vender meus produtos, aí então depois o mercado equilibra, os clientes vem comprar e depois eu posso ajustar o preço para cima de novo e chegar no equilíbrio novamente. Então o equilíbrio é dinâmico, é conforme a variação da oferta e da demanda. A
Economia como um todo tende um equilíbrio desde que as pessoas tenham liberdade para tomar suas escolhas e decisões. Ou seja, o mercado se autorregula. E aqui é uma palavrinha importante pra gente, para essas aulas aí paraa frente. Um sistema de livre mercado que é estável de forma dinâmica. Livre. Esse livre aqui não tá aqui por acaso, viu? Liberalismo econômico. A primeira escola econômica. As pessoas têm que ser livres para fazer suas Escolhas e assim o mercado vai tendo capacidade de se ajustar. Os preços do mercado então refletem a procura e a oferta por cada mercadoria.
Essas duas forças de mercado, essas dinâmicas de mercado. Na teoria, os preços refletem completamente as preferências dos consumidores e os limites de recursos na economia. Mas isso só acontece quando eles fazem suposições no que raramente acontece no mundo real. Por isso que a economia Trabalha muito com hipóteses. Não são valores exatos. O que a gente interessa aqui são as tendências, as projeções e as estimativas, mesmo que tenha uma previsão de um grau de erro, um grau de variação em relação à aquilo que tá sendo calculado. Isso significa que os mercados levam um resultado econômico eficiente
quando todos fazem suas escolhas, assim pensando nos seus próprios interesses. E as teorias de eficiência do mercado exigem sim muitas Suposições, por isso que a gente não pode afirmar claramente que vai ser assim, mas que a tendência é essa, a estimativa é essa, mas eu não posso nunca, pessoal, nunca em economia falar vai acontecer isso, não é bola de cristal, mas tendências estimativas. Pensa comigo, vocês numa sala escura, tudo fechado, tudo apagado e você tendo que acertar um ponto X com um tiro numa sala escura. Agora pensa se você tem uma luzinha num canto, Tudo
bem, a luzinha não é certeza que eu vou acertar o ponto, mas concordam que já é um parâmetro, é naquela direção e aumenta as chances de quem sabe eu acertar. É assim que a economia funciona. É essa luzinha na sala escura apontando uma direção que, por mais que não seja a direção mais precisa, mas ela aponta um rumo que deve apontar pro caminho, paraa tendência de mercado. Fez sentido essa explanação, pessoal, da das forças de oferta e demanda do mercado? Alguém ficou com alguma pergunta sobre o funcionamento de oferta e demanda? gostaria que eu explicasse
melhor como é que está aí para vocês. Eh, tô falando demais também, tô falando muito rápido. Me de um feedback aí porque também, como é nossa primeira aula, às vezes tem algum ponto que eu posso ajustar. Beleza, gente? Valeu. Obrigado pelo retorno. Frederico, obrigado também pelo retorno, Geovan. Pessoal, vamos pensar. Bacana. Não, Então, então tá, você tá ótimo. Vamos seguindo. Bacana. Maravilha. Pessoal, então eu gostaria de enunciar com vocês oferta e demanda. Obrigado, obrigado pelos feedbacks. Enunciar a lei da oferta e da lei da demanda. Então, com vocês, vejam se faz sentido e vamos pensar
nisso na nossa vida como consumidores. Lei da oferta, lei da demanda. Vamos começar com a demanda. A demanda por um bem está alta. Ou seja, tem muita gente querendo comprar. Quero comprar, quero comprar, quero comprar. Minha nossa, eu sou um vendedor, tá zerando meus estoques. Todo dia eu coloco e já repõe, todo mundo tá comprando. Pera aí, eu eu vendedor, eu empresário, se eu cobrar um pouquinho mais, tá tão aquecido esse mercado, esse povo ainda vai continuar comprando. Concordam? Por isso, quando você percebe que a Demanda está alta, a tendência é que o preço também
se eleve. Quanto mais aquecida está a economia, o preço tende a se elevar. Lembra quando a gente falou agora h pouco, Marco Aurel, da taxa de inflação, não é? Quando o governo quer frear a taxa de inflação, o que que ele faz? Ele tenta segurar os recursos. Por quê? para segurar esse aquecimento da economia, porque aí os preços então não vão subir tanto. Então, pessoal, a primeira oferta da a primeira Lei de que a gente pode considerar na demanda é quanto maior a demanda por um bem, maior tende a ser o seu preço. E quanto
menor a demanda por um bem, menor tende a ser o seu preço. A demanda e o preço de um bem são diretamente proporcionantes. Pensem no outro exemplo, então, né? Agora a demanda é baixa, ninguém tá comprando aquele bem, não tem demanda. Então o que que eu preciso Fazer? Eu preciso baixar o preço para ver se alguém quer comprar, porque se não tem demanda, eu preciso oferecer um estímulo a mais para as pessoas comprarem aquele bem. Fez sentido a primeira lei, a lei da demanda. Então, se quanto maior a demanda por um bem, maior tende a
ser o seu preço. E quanto menor a demanda por um bem, menor tende a ser o seu preço. Diretamente proporcionais. Vamos paraa oferta. Quanto maior a Oferta por um bem, menor tende a ser o seu preço. Como assim, professor? Inversamente proporcional. Por quê? Pensem comigo, chegam no mercado e tem várias opções, tem muita competição, tem muito produto para tentar conquistar o cliente. Qual o produto que eu vou comprar? Ah, se é tudo igual o mais barato e as empresas vão tentar competir entre elas para ver quem oferece o preço Mais baixo. Então, quando tem muita
oferta, quando tem muita competição, quando tem muito produto disponível, o preço tende a cair e é por isso que ela é inversamente proporcional. Por outro lado, se a oferta de um bem é pequena, o preço tende a subir. Diamante, ouro, produtos escassos, quanto menor a oferta de um bem, maior tende a ser o seu preço. Então, por isso que no caso da oferta, a Tendência é que a oferta e o preço do bem sejam inversamente proporcionais. Fez sentido, gente? Lei da oferta e lei da demanda. Se precisarem que eu explique de novo, explico. Mas me
digam lá se fez sentido para vocês e percebam no mercado, nas escolhas de vocês ao escolher produtos e serviços, se não é exatamente assim. Quanto maior a demanda por um bem, maior tende a ser o preço. Quanto menor a demanda por um bem, menor tende a ser o seu preço. E no lado da Oferta, quanto maior a oferta de um bem, menor tende a ser o seu preço. E quanto menor a oferta de um bem, maior tende a ser o seu preço. Esses são os enunciados da lei da oferta e da lei da demanda, conforme
essas dinâmicas que eu descrevi aqui para vocês. Isso, Marco Aurélio, isso aqui vale para bens e para serviços também. Então, vamos supor, várias academias disputando ou vários serviços de telefonia ou vários serviços de streaming. Então, qual é o que vai Conquistar o cliente? Vamos avaliar oferta e demanda, porque quanto mais competição tiver, maior pressão tem que abaixar o preço. E quanto menor competição tiver, aquela empresa pode ficar à vontade para cobrar o preço que ela quiser. Muitas vezes é quase um monopólio também. Então, percebam as dinâmicas das forças de mercado, que agora eu posso chamá-las
desse jeito. Oferta e demanda são forças de mercado com comportamento dinâmico e que a todo Momento vão induzindo novos equilíbrios de mercado, como a gente falou aqui. Maravilha. Então, a economia de mercado é este espaço onde essas forças se manifestam com livre iniciativa e sem muita intervenção do governo. É isso que os liberais, o liberalismo econômico, a primeira escola de pensamento da economia vai alegar, que não pode ter o governo entrando demais na economia para interferir, tem que deixar mais liberdade para que os agentes econômicos Façam suas escolhas e que o mercado se autorregule. O
estado participa da vida econômica, então, com mais com atividades regulatórias, prestação de justiça, segurança pública e deixa que a economia fique no âmbito privado se ajustando e se regulando. É o que defendem os liberais, não são os únicos, tá gente? Mas a gente começa com liberalismo econômico. O mercado, então, quando ele não é capaz de solucionar os seus Conflitos, o papel do governo tem que ser pouco expressivo. O governo, se entrar demais na economia pros liberais, ele vai mais criar distorções do que ele vai ajudar. O sistema de preços então no livre mercado é essa
ideia de que nenhum agente econômico, indivíduo ou empresa ia se preocupar em desempenhar o papel de gerenciar o sistema. Cada um tá melhorando, tá querendo focar o seu próprio interesse. É como a economia, a gente chama isso de um egoísmo racional. Nós somos egoístas, nós fazemos escolhas pro nosso interesse, pro nosso patrimônio, pro bem-estar da nossa família e o nosso próprio. Então, o nosso interesse é esse. Lembra do exemplo agora a pouco? Rodrigo, Marco Aurélio e Maria Eduarda? O interesse do Rodrigo quando criou a inovação do melhor técnica lá para produzir não era fazer com
que todo mundo no mercado evoluísse para uma técnica mais eficiente. Ele queria ganhar ele, né, Rodrigo? Você queria ganhar com a sua inovação, enriquecer e sair na frente dos outros. Esse era seu interesse, um interesse individual. Mas com a escolha individual, pela mão invisível, você acabou induzindo os outros que queriam competir com você a seguir na mesma direção. E assim, então, é por isso que a competição pelos liberais ela é o sistema mais eficiente, porque quem quiser competir Vai ter que se adaptar para as melhores técnicas, para menores custos e assim então a competição vai
levando a equilíbrios mais eficientes no mercado. Cada gente estava se preocupado em cuidar melhor da sua própria situação, mas no agregado as soluções sociais são mais eficientes, porque quem tomou decisões ruins, como nesse exemplo, foi você, né, Marco Aurélio, vai acabando e ficando pelo caminho com técnicas mais antigas e quem Avançou para as técnicas mais inovadoras vai conseguindo perdurar pros próximos níveis de competição. Então, é assim que funciona uma economia de livre mercado, sobretudo nesse enfoque do sistema liberal. O Adam Smith, então, que é o pai da economia, que é o pai do liberalismo econômico,
que é um dos primeiros pensadores da economia no mundo, ele abordou então como é que o ser humano, com sua liberdade, sua rivalidade, que é essa competição no Mercado, e o desejo de beneficiar a sua própria situação, ele é guiado por essa mão invisível dos mercados que aponta o rumo da maior eficiência, se ele quer competir de igual para igual pelas melhores posições. E assim ele vai promover um fim que não fazia parte da sua intenção, que era o quê? Melhorar a situação da sociedade como um todo. Eu queria melhorar a minha situação, mas já
que a minha ideia é boa e os outros estão copiando, vamos embora. Vamos Competir. Então eu já vou pensar aí na próxima ideia para quem sabe agora eu conseguir um pouco mais de vantagem em relação aos demais. Na visão do Smith, então os governos não deveriam interferir no comércio, não deveriam entrar muito na economia, sendo o seu papel mais importante de promover defesa das fronteiras. justiça social e alguns bens públicos, como que os mercados privados dificilmente forneceriam como construção de estradas ou, por exemplo, A perspectiva de segurança pública. Aquilo que pudesse ser explorado pelo pelo
contexto privado deveria ficar com as empresas e o estado deveria só garantir a ordem para que as empresas pudessem operar. Essa é a visão do liberalismo econômico pro Adam Smith, então, a mão invisível dos mercados leva essa autorregulação. Não precisa estado ficar fixando preços, nem controlando preços. Ele tem que deixar que os preços se ajustem. A Inflação vai sendo corrigida pelo próprio equilíbrio entre a oferta e demanda. E isso é quase uma glorificação do mercado pros liberais. O Adam Smith não é o único, mas vários outros autores liberais dizem que o mercado é capaz de
se autorregular. e resolver o seu próprio equilíbrio dinâmico. O sistema então é organizado pela concorrência e por mais imperfeito que possa existir, porque nem todo mundo vai enriquecer. Se eu for pegar esse exemplo seu, Marco Aurélio, que a gente colocou aqui, você versus Rodrigo versus Maria Eduarda, você provavelmente vai falir e você vai praguejar. que draga, perdi meu investimento, perdi minha empresa. Mas no contexto social, se você pagou esse preço na linha dos liberais, é porque você fez mais escolhas. Então você vai vai ter que honrar as consequências das más escolhas que você fez. É
assim que é a lógica do pensamento liberal. Então é isso que traz a ordem, a coordenação. Tudo decorre das escolhas que nós fazemos. a qualidade ou não escolhas que nós fazemos vão trazer as consequências e isso seria uma justiça social pros liberais. Os preços então são determinados pela oferta e pela demanda. O desejo das pessoas determina a magnitude da demanda e a produção das empresas determina a magnitude da oferta. O preço de equilíbrio, então, é alcançado pelo cruzamento de oferta e demanda e ele muda a todo momento, ele Flutua porque ele é um equilíbrio dinâmico.
Uma frase do A2 Smith: "O indivíduo ao preferir dar apoio à indústria do seu país mais do que a indústria estrangeira, se propõe unicamente em buscar sua própria segurança. Vou comprar de uma empresa que tá aqui perto, se eu for reclamar, eu eu chego nela. Então vou preferir comprar aqui dentro por uma questão individual, não porque eu quero proteger a indústria nacional. E neste exemplo, Como em muitos outros, é como se a mão invisível do mercado o levasse a fomentar uma atividade que não entrava nos seus propósitos. Então, a proteção da indústria nacional, na verdade,
vem a partir da minha intenção egoísta de preferir trabalhar com uma empresa que eu conheço, porque eu não quero ter que reclamar para uma empresa do outro lado do mundo que eu não sei se vai me atender. Então, vejam que os objetivos que a gente tem alcançados não são os Que a gente almejava, mas que trazem reflexo para aquele contexto social. Smith descreveu então o seu sistema como de uma liberdade perfeita, por isso o nome liberalismo econômico, livre mercado. E isso resultados positivos, fornecendo os bens que as pessoas querem, os produtos que as pessoas não
querem, elas não vão comprar, essas empresas vão fechar, enquanto que os produtos que as as pessoas querem são esses que vão atrair os maiores Investimentos. Se a demanda por um produto supera a oferta, os consumidores vão competir entre si para oferecer um preço mais alto. Isso cria uma oportunidade de lucro pros produtores que competem entre si para fornecer mais o produto. Então é é a competição. A regra da livre do livre mercado é que haja livre concorrência e livre competição entre as pessoas, entre os agentes. E aqueles problemas econômicos, o que produzir, Como produzir, quanto
produzir, para quem produzir, poderiam então ser resolvidos pela concorrência dos mercados, em que os consumidores vão tentar maximizar a utilidade dos dos recursos, das compras que eles fazem e os produtores vão tentar maximizar seu lucro e assim cada um faz suas próprias escolhas. Mais uma frase do Smith. Não é da benevolência do açogueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas da consideração que Eles têm pelos seus próprios interesses. Porque o que o cervejeiro, o açueiro, que o padeiro querem é lucrar vendendo esses produtos que vão virar o meu jantar. Então, na verdade,
o interesse é a competição pela escolha do cliente e aí o lucro. Mas nem tudo são flores, gente. Até agora eu tô falando só do liberalismo econômico. Alguns vão começar a criticar esse liberalismo falando que existem falhas de mercado, que nem tudo se autorregula, como os Liberais dizem. Tem falhas de mercado que trazem interfeições. Tem competição que não acontece de verdade, tem monopólio, tem oligopólio, tem cartel, tem concentração de renda, tem pouca estabilidade nos preços, tem períodos de baixo crescimento econômico, tem imperfeições na concorrência e tem externalidades que podem afetar o funcionamento do mercado. Então,
começa-se a criticar o liberalismo e cenas dos próximos capítulos, porque aí Agora a gente vai ter que se deparar com outra forma de explicar a economia, especialmente quando a gente for falar da crise de 1929, quando teve uma quebra da bolsa de Nova York e que muito daqueles que acreditavam nessa capacidade do mercado de se autorregular vão se deparar com um cenário que o mercado não se autorregula tão bem assim. Mas isso fica pro nosso próximo eh daqui a duas semanas, quando a gente se encontrar em 22 de maio pro nossa Próxima aula, quando eu
vou explicar outra forma de entender o modelo econômico. Muito bem, minutinhos finais. Então, antes de partir para o fim de semana, e aí pessoal, foi fez sentido? Ficou claro? Algum conceito? Trouxe dúvida para vocês? Hoje a gente explicou um monte de coisa. O que é a economia? Como a gente trabalha com as forças de mercado, os problemas econômicos básicos. a própria base do liberalismo econômico. De que maneira que a gente Pode entender a economia associada à oferta e demanda e a própria lógica de como a oferta e demanda levam a um equilíbrio dinâmico de mercado.
Ah, pois é, Aline, eu deixo, deixei o cliff hanger, né? Na próxima aula a gente vai continuar exatamente desse ponto e aí eu vou explicar três autores, três formas, né? Não vou nem dizer os nomes, mas que vão explicar como a economia pode ser compreendida de formas distintas. Uma deles é o Smith, que eu Já comecei a falar hoje, mas a gente continua então no nosso próximo encontro e claro, podem depois rever essa aula gravada que ela vai estar disponível aqui para vocês. Pô, gente, muito obrigado. Obrigado pelos feedbacks, obrigado pela presença, obrigado pelas participações
e pelos exemplos. E nos seus estudos, se tiverem dúvidas, tragam para nossas aulas. Vão ser cinco encontros síncronos e também a oportunidade da gente poder solucionar Dúvidas aqui. Eu que agradeço a todos pela presença. Muito obrigado. Boa noite, bons estudos para todos e ah, um comentário. Pode falar, Ivânia, tô ouvindo. Pode falar. Você levantou a mão. Se quiser pode fazer seu comentário aí, fique à vontade. Mas pros demais que estão finalizando, obrigado. Boa noite, ótimos estudos e depois eu paro a gravação e vou lançar as presenças também. Alguém quer fazer algum comentário? Então não. >>
Ah, sim. Pode falar, Ivana, tô te ouvindo. Diga. >> Boa noite, professor. >> Boa noite. >> Eh, aula é excelente. Eu não conheço nada dessa matéria. >> Obada. Pois é. >> Eh, mas parece-me que vai ser eh muito boa. Bacana, >> assim, né? O percurso aí, o aprendizado. >> A minha ideia é essa, é deixar vocês à vontade para começar a entender a Economia que tá ao redor de vocês. Mas pode fazer sua pergunta, diga lá, por favor. >> E boa noite a todos os colegas. Eh, deixa eu perguntar, >> eu entrei corretamente na sala
de aula. >> Deixa eu ver aqui se Ah, importante isso que Vânia falou, pessoal, pelo seguinte. >> O ambiente virtual vai checar se vocês estão usando o seu login do Uniceub. Eu vi que alguns tentaram entrar na sala sem o login do Uniceub. Deixa eu ver Aqui os Deixa eu detalhar o seu aqui. >> Acredito que sim. Você fez o seu login do Uniceub e depois você entrou. É desse jeito que depois eu vou poder encontrar seu nome para lançar sua presença. Eu vou confirmar sua presença. >> Aham. Porque eu fiquei sem saber se eu
tava conseguindo ou não entrar, >> porque ou eu entrei de forma diferente. >> Ah, não. Tô vendo aqui. Você entrou como visitante, Vânia. É verdade. Pois é. >> Não. Então, primeiro você vai fazer o Seu login da conta do Unicub. Aí depois você entra com o seu login depois de ter feito seu login com o e-mail do Unicub. Aí você vai conseguir entrar. Você e Lauriele, Lauriele, você também entrou como visitante. Então o ideal é nas próximas aulas vocês façam seu login com o seu e-mail do Uniceub. Aí depois vocês aproveitam o link, posta lá
para você poder entrar na turma. Mas não se preocupe não, eu vou tentar lançar a frequência de vocês, mas o ideal é que Você venha com seu login da conta do Unicu, tá bom? Nas próximas aulas, >> tá? Muito obrigada. Excelente. >> Obrigado, Ivânia. Bom, gente, então aproveitar para reforçar isso, tá? Agora quem lança as frequências na aula sou eu, então eu vou pegar os nomes de vocês e depois vou lançar a frequência aqui no ambiente virtual. O ideal é que vocês acessem as aulas já com seu login do uniceub. Então foi bacana ter feito
esse aviso aí também. Obrigado a todos. Vou Parar então a gravação.