Esse é o podcast Positiva. Apoio Gipoia Escola Náutica e restaurante Cantinho da Val. Cobertura Angra Amadores. Realização Positiva FM. Muito bom, muito boa noite para você que tá aí ouvindo a rádio Positivo FM, ouvindo pelo rádio, acompanhando já nosso início do podcast dessa terça-feira, dia 6 de maio de 2025, né, para todo mundo que tá aí acompanhando a gente no podcast da Positiva FM. Muito Obrigado pela companhia, pela audiência e pela preferência. Estamos aqui mais uma vez, meu chapéu tá torto, mais uma vez com mais um podcast, mas estamos recebendo hoje aqui um cara carismático,
um cara que tá conquistando o Angrense a cada dia que passa, tá cada dia com um trabalho muito muito consolidado, um trabalho muito bonito também. Ron Souza, boa noite. Ótima noite. Boa noite. Um prazer estar aqui, Cristiano. Poxa, para mim é um prazer todo meu. Tava fechado o Microfone. Deixei fechar. Ótima noite, pessoal. Ótima noite, rádio positiva. É um prazer muito grande estar aqui com vocês. Na realidade, eu sei que você já faz esse trabalho aí com os artistas regionais aqui de Angra e fico feliz de estar aqui colaborando com vocês. A gente sempre começa
fazendo uma pergunta porque deve ser a a dúvida de todo mundo, né, e deve ser a pergunta de todos. Eh, quem quem é o Ron pra música e o que a música significa pro Ron hoje, Por exemplo? Olha, Cristiano, a a música ela simplesmente é a minha filosofia hoje de vida. Uhum. Tá. Eh, eu desde quando me conheço aí, né, desde a época lá da igreja, porque tudo começou na realidade na Igreja Católica. Uhum. Né? Fiz primeira comunhão. Eu lembro que o meu primeiro violão, na realidade, a minha primeira música tocada, eh, de verdade foi
na minha primeira comunhão. Sim. Né? E assim, eu devo muito à igreja pelo Fato de tá aqui até hoje, né? E o trabalho que eu faço hoje nada mais é do que realmente a a tradução daquilo que eu amo fazer, né? Hoje eu vejo a música eh de uma forma bem abrangente na minha vida. Sim, sim. A música mudou, então, sem dúvida nenhuma. Se você não tivesse aprendido música hoje, você não sabe o que você estaria fazendo. É, desde a época, né? Eu posso colocar aí a minha história falando um pouco aí da da minha
família? Sim. Eu venho de uma família Nordestina. Uhum. Né? Ah, meu pai e minha mãe vieram lá, como todos os nordestinos, né? Do êxodo rural, vieram tentar a vida no Rio de Janeiro. Sim. Se conheceram. Eh, na realidade, eu fiquei nas indas e vindas porque a minha mãe não podia ficar dentro de casa de família, né, com comigo. E a vida era meio turbulenta, né? naquela época. Sim. E aí nessas indas e vindas a gente acabou tendo a oportunidade de de estar dentro da comunidade. Eu sou na Realidade eu sou de Magalhães Bastos, né? Relengo
ali precisamente. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Sim. E desde quando me conheço na época lá, quando era pequeno, adolescente, eh, eu tenho feito esse trabalho, na realidade, né? acompanhado pelas irmãs na época as freiras que me deram força para poder tá aqui. Tive uma banda na época também católica que é a banda Alerta. Sim, né? Que na realidade era uma banda de louvor. Tudo começou Ali, né? Pessoas maravilhosas no meu caminho que apareceram e derivou que o Ron é hoje, né? Sim. O que na realidade eu sou hoje musicalmente é uma mistura lá atrás
do que eu carreguei lá. desde a época da igreja. O Rone de hoje, o Rone de Roni de lá de trás e o Ron de hoje é parecido. E como é que surgiu o Ron de hoje pra Angra, no caso? Qual foi a primeira oportunidade que você teve para poder estar tocando as pessoas Conhecendo seu trabalho? Olha, eh, como é que surgiu assim, o Ron Angra, no caso? Hoje eu vejo, né, quando eu olho há 2 anos e meio atrás, desde quando eu cheguei em Angra Uhum. Eh, o fim de tá aqui, né, no caso,
o objetivo de estar aqui em Angra, sim, é completamente diferente. Veio a trabalho, no caso, eu vim a trabalho, na realidade não era um trabalho musical, sim. Eu você representava uma empresa Eu era da área de varejo, né? Representei Uma empresa forte no mercado, multinacional, né? E na realidade essa empresa me proporcionou taquem Angra, né? para poder gerenciar uma loja e tudo mais. Sim, sim. Mas eu não esperava esse mercado tão promissor. Eu já fazia a minha música lá no Rio e dentro das minhas possibilidades, eu sempre tocava ali no final de semana. Uhum. E
eu vi muita coisa acontecendo, né? Na realidade, a gente não é ninguém sem ajuda das pessoas. É verdade. Eu Tenho, seria injusto da minha parte não falarum eh o nome de uma pessoa maravilhosa para mim que me abriu realmente as portas aqui em Angra. Sim. Eu lembro que a primeira vez eh que eu tive a oportunidade de estrando o meu trabalho, foi dentro ali da Casa da Picanha. Ah, sim. E um amigo que na realidade se tornou um irmão para mim, ele sabe disso, Guilherme, que é o o primeiramente foi o músico que me abriu
as portas para dar aquela, sabe Aquela famosa canja, Cristiano? Sim, sim, sim. Né? Aquela palinha. A gente a gente sempre faz isso no dia a dia e calhou de de acontecer que você deu a canja e foi descoberta aí um talento. Exatamente. Essa pessoa é o Ronan Guimarães. Ronan. que até bem pouco tempo atrás tá participando do aglomerô, hoje tá fazendo uma carreira solo, mas assim, é o meu irmão que me deu realmente esse apoio e eu tenho muita gratidão por Isso. Sim. Ah, então assim, voltando um pouco lá atrás, quando eu tava no Rio,
eu não imaginava o quanto eu poderia, né, a significar aqui nessa cidade. Eu só tenho gratidão, assim pelas pessoas que me acompanham. Hoje eu tenho uma quantidade eh de seguidores que realmente cada vez aumenta mais. Eh, cada show que eu faço, eu tento mostrar um pouco da diversidade, né? No caso ali, a quantidade eh de gêneros ali em repertório. Eu não me prendo somente a a Um estilo só. Uhum. E tenho adquirido muitos amigos aí. Eu posso dizer que são amigos aí que encontrei no meu caminho aqui em Angra, né? não só cliente. E eu
tenho assim muita alegria em dizer que quando eu vejo eh uma pessoa frequentando o bar mais de uma vez, aquilo me causa uma satisfação a ponto de realmente a gente se satisfazer aí dessa sensação de dever cumprido, né? Exato. Eu acho que assim para um artista hoje, e você deve saber disso, você Também faz um trabalho de música, eh, eu acho que é satisfatório quando você vê uma pessoa que realmente gosta do teu trabalho. Não faz sentido você tá naquele local ali se você não interagir, tá? Eu acho que o músico hoje, eh, olhando por
esse lado, ele tem a oportunidade de trocar energia, né? Essa troca de energia tem sido muito boa. Então assim, dentro de Angra, quando eu cheguei para poder liderar essa loja, eu não imaginava. Eu cheguei aqui, né, como Te falei, dando essa palhinha, eh, foi me abrindo as portas alguns empresários da área em que só tem agradecer. Na realidade, a gente se torna um espelho, não é? E quando você tem essa oportunidade, cara, você não precisa de mais nada, né? Eu acho que Deus é maravilhoso nesse sentido, porque todas as vezes que você faz um trabalho,
é um trabalho que é diferenciado em função da energia que a pessoa te dá, entendeu? E são essas pessoas que estão me dando aí Essa oportunidade. Eu só tenho agradecer. Eu lembro que no começo que eu eu fiquei sabendo rápido de você, porque eu também era músico lá da Casa da Picanha e as pessoas conheciam muito você como, po, não falar o nome da da coisa, o Ron da Arapuan, por exemplo. Ah, quem vai cantar lá é o Ron da Arapuan, né? Não era o Ron Souza que hoje você tá consolidando agora com o seu
nome? Realmente na realidade era conhecido como Ronaldo Damião, né? Sim, Sim. É. Cadê? Cadê o gerente? Era o Damião. Damião. Eh, mas assim, até engraçado falar sobre isso. Sim. Alguns episódios dentro de loja em que os clientes chegavam. Eu conheço ser parecido com alguém aqui que toca aqui. Já te vi cantando. Não é possível, cara. Você deve ser irmão gêmeo do Ronnie. E aí quando eu falava que era o próprio, fazia, né? Aí a pessoa às vezes ria abessa da situação, né? Porque eh assim era uma situação inusitada, né, nessa Questão. Mas assim, eu só
agradeço também, né, essa empresa que eu trabalhei por 15 anos. Sim, sim. Tenho muita gratidão. Sair realmente pela porta da frente, mas eh também por uma razão principal, não foi só por causa da música. Sim, sim. A música realmente ela me levou, né, a a tomar essa decisão, mas a minha principal eh eh o principal motivo foi o meu filho. Eu tenho um filho, o Davizinho, ele é autista, vai fazer 4 anos. Uhum. E a música não Conseguia largar, né? Assim, nessa situação dentro da empresa, eu tive essa necessidade de mais tempo de comprar essa
causa, tem mais tempo livre para se dedicar. tempo livre para poder apoiar a minha esposa. Inclusive, sem ela realmente não estaria nem aqui. Sim, né? Eh, eh, a Lidiane sempre me apoiando em tudo que eu faço. Então, assim, eh, tenho essa causa aí. Tô aprendendo a lidar com meu filho todos os dias e não me arrependo, Entendeu, de est embarcando aí nessa missão. É, eu falei metáforas aqui, mas pelo que eu tô ouvindo você falar, não teve nenhum arranhão aí entre você e e a empresa. Então, se quiser falar o nome, fique à vontade. Não
tem que Ah, eu não tenho problema nenhum, até porque a a minha saída de lá foi uma saída muito sadia. Sim, sim. Né? Inclusive com os meus superiores, exeriores, né? Que no acordo, né? É, mas todo mundo sabe, né, gente? Casas de Bahia, dedicação total a Você. É Casas de Bahia que eu tenho muito orgulho de falar, né, porque eu saí de lá, mas tem uma história, né? Você tem uma história, né? Não é de aqui só, você já veio de outra cidade, hisóri. Inclusive já fiz trabalhos musicais, sim, para essa empresa, né? Desde a
minha época como vendedor lá no Rio e como gerente de loja também. Então assim, eh, essa oportunidade que me deram de estar aqui, talvez se a Casa de Baiano desse oportunidade de tá aqui, Né, de ter acreditado no meu trabalho, eu não teria conhecido esse mercado tão promissor, que é o que tem aqui em Angra. muita gente boa. Eu acho que Angra é uma cidade tão maravilhosa, eh, nesse ramo turístico, mas eu vejo muita coisa boa que pode ser realizada ainda. Como músico e como eh trabalhador aí do do comércio, você vê exato. Um futuro
promissor do lado. O comércio também é bem dúvida. É, a aqui a gente tem uma quantidade de clientes, até me Surpreendi na época, né? porque a quantidade de clientes que nós temos aqui é muito grande. E também eu tenho uma quantidade também de seguidores que, como eu te falei no início, né, aqui do podcast, só tem aumentado e isso tem sido muito bom assim pra minha carreira que eu tô aí encarando como principal agora nesse futuro. Bom, gente, pessoal que tá aqui já tá começando a se manifestar. Quem quiser fazer perguntas, quem quiser conhecer alguma
coisa, Alguma coisa da história aí do Ronnie, fique à vontade para interagir aqui na na fanpage da rádio, para quem tá ouvindo pelo rádio. Nossa fanpage é a rádio Positiva FM com letras todas maiúsculas. Eh, o arrozinho lá em cima na lupa é @positivafm95. @positivm95. O Ron vai fazer uma musiquinha aqui pra gente e daqui a pouquinho a gente vai, se tiver alguma pergunta aqui, a gente já vai colocar, colocar no ar aqui de quem fez A pergunta e ele vai responder. Vamos embora fazer um sozinho. Maravilha. Vamos lá. Eh, essa música aqui, na realidade,
eu pensei em algumas músicas antes de levar. Uhum. Mas significa muito para mim, porque como eu te falei, a gente que vem de uma família na época, meu pai, né, que era um grande seguidor, um grande admirador do meu trabalho junto com o meu irmão, eh, meu irmão, inclusive a gente tem um Projeto juntos, né, meu irmão, que hoje é é assim um dos meus principais apoiadores, né? Incentivadores. Incentivadores, sim. e tem a participação ativa. Inclusive já coloquei ele no circuito aqui de Angra. A gente é conhecido também através do nosso trabalho em trio, que
seria o Somanos. Somanos, né? É isso aí. E eu vou levar essa primeira música aqui. Fica à vontade. Em homenagem ao meu pai. Show. É inédita, né? Hã? É inédita. É de Vocês? Não, na realidade é uma música do Sérgio Reis. Ah, sim.É. E as pessoas vão vão logo lembrar quando eu começar cantar. Inclusive meu pai quando ele ele quando eu levava essa música junto com o meu irmão a última vez, né? Vou perdi meu pai tem mais ou menos uns quase do anos e ele levava a segunda voz. Oh, deve ser emocionante. Então, vamos
fazer assim, ó. Só não pode chorar, hein? Ah, não, eu já me preparei para isso. Vez que eu viajar pela estrada de ouro fim, de longe eu avistava uma figura de um menino e corria lá para ser depois vinha me seguindo. Toco berrante, seu moço que é para eu ficar ouvindo. Quando a boiada passava e a poeira ia baixando, eu jogava uma moeda, ele saía pulando. Obrigado, boiadeiro. Que Deus vai lhe acompanhando por esse sertão fora, meu berrante Adorcão. Nos caminhos dessa vida, muito espinho eu encontrei. Naquele calor de quiso que eu passei. A minha
viagem de volta, qualquer coisa eu seisme vendo a porteira fechada e o menino no aviseir sap do meu cavalo no ranchinho derramando. Eu vi uma mulher chorando, que saber qual a razão. Ponhadeiro veio dar. Veja a cruz no Estradão. Quem matou o meu filhinho foi um boi sem coração. Boa. Mais uma. Mais uma. Vamos embora. Mais uma. Essa aqui é uma música que há muito tempo atrás, né, quando eu vou dar aí mais de 25 anos atrás, eu fui participar de um festival de música sertaneja, né? E no dia que eu ia participar, tinha morrido
a avó de uma namoradinha na época muito antiga. Eu não toquei até hoje. Até hoje eu fico Pensando, se eu tivesse participado desse festival, eu poderia ter ganhado com essa música aqui. É uma música do Jean Giovani. São músicas que trazem lembranças, né? Não é fácil ficar sem você, minha menina. Acordar toda a noite e ver em você não está. De manhã, quando o sol aparece através da cortina, é difícil conter o desejo de Lhe encontrar. E nos cantos vazios da casa procuro teus olhos. Você deve estar por aí numa rua qualquer. Então saio de
mim sem meu Eu lhe procuro com o meu pensamento enquanto esfria o café e uma saudade forte olha no fundo. louca de te amar mais uma vez. Será que todas as pessoas desse mundo fazem amor gostoso como a gente Fez? Foi uma transa só um caso e nada mais. Foi de repente, sem a gente perceber, mas foi tão lindo, foi tão bom. E é por isso que nem dormindo eu consigo esquecer. Maravilha. Show de bola. A galera que galera da música, né, que começou a tocar com você atualmente aí, foi difícil para você conhecer o
contato dessa galera assim, tipo, porque você Chegou novo aqui, não conhecia ninguém, não sabe quem quem tem vícios, quem de vícios que eu falo não é de droga, não, vícios assim de de músico mesmo, quem é que não se comporta bem, não sei qu foi difícil você conseguir uns músicos assim adequados pro seu trabalho, para se enquadrar no seu trabalho? Ah, não. Olha, eh, foi interessante a tua pergunta, porque mais seja Rio de Janeiro Uhum. existe uma diferença bem grande nesse aspecto, Sabia, Cristiano? Porque lá no Rio, primeiro de tudo, tá? No Rio, quando você
vai tocar, é tudo um pouco mais distante, né? Os locais são mais distantes. Sim, sim. aqui eh em Angra tudo é mais próximo e o que eu reparo eh há uma proximidade maior devido a essa questão geográfica, né? Um caso ali. E tem outro detalhe. Ah, eu acho que a parceria é muito maior do que lá no Rio, né? Eu acho que eu dei Sorte de ter encontrado pessoas no meu caminho. Inclusive, eh, hoje eu tô fazendo algumas parcerias, não só em Angra, tendo oportunidade de ir para Parati. Uhum. Eh, conheço a galera também Bracuí,
né? Músicos maravilhosos que eu acabei de tocar agora também. Eh, nesse Jamirão, Jamirão que eu vi. Jamiro, do, rapaz. Jamiro, Jamiro é parceiro demais, né? Já mirão e o Leéozinho. Isso. O Léo, o Léo ele, ele a gente tá tocando, tive a oportunidade de Tocar com o Léo já desde o início, bastante tempo, né? Desde o início quando eu cheguei, assim, cara, seria uma uma quantidade de de músicos que eu posso dizer que cada um com a sua qualidade, a sua peculiaridade, né? Eh, eu acho que tem muita qualidade aqui em Angra. a visibilidade muuit
das vezes vai depender muito eh do artista que valoriza, né, a o seu instrumentista. Eh, eu procuro nos shows, inclusive, Cristiano, nas minhas Apresentações, eh, frisar bastante o nome do instrumentista, tá? Porque eh sem eles, eu falo isso para as vezes até para clientes meus, eh nas apresentações que a gente faz, eh não seria a mesma coisa se não tivesse um batera. Sim. Não seria a mesma coisa pro Ron se não tivesse o camarada ali tocando piano, se não tivesse o baixista na execução, eh, se não tivesse o guitarrista, né? Então assim, eu costumo dizer
que uma banda quando ela tem a Energia, cara, isso aí eu eu tenho tido oportunidades aí onde eu cruzei, eu tenho tido oportunidades assim de conhecer pessoas maravilhosas que realmente se animam, né, com a música que a gente oferece. E isso aí, cara, é impagável, né? Eu acho que nenhum cachê muit das vezes paga a satisfação que você tem no final de olhar para cada semblante ali e ver que a galera tá satisfeita, que realmente são pessoas que ficaram muito felizes assim com o Seu trabalho. Pelo que eu tenho notado, você tem uma bagagem já
musical bastante e eh bem ampla, né? E e não é daquele daquele cara que, tipo assim, tá no bar tocando, vem um cara, pede uma música que você não é do seu do seu metier ali, que né, do seu estilo, você fica putos com o cara porque ele tá pedindo aquela música, porque você é o cara que atende todos os pedidos, no caso. Não, sem dúvida. Eh, isso aí a gente sabe que cada ambiente, né, por mais que às vezes Você tenha lá e um ambiente mais badalado ou independente disso, eh, são vários gostos musicais.
né? Sim. Cada pessoa tem um um estilo diferenciado. Eu procuro não me prender, né? Eu vejo, obviamente, poxa, respeito a Beessa, principalmente meus colegas aí do pagode, cara, são sensacionais essa galera também, sertanejo. Mas hoje, se você me perguntar, Ron, qual é teu estilo? Eu não tenho uma definição concreta, né? Eh, eu toco exatamente isso. Ah, às vezes você não sabe. Eh, e hoje assim, eh, é muito engraçado falar sobre isso, porque eu já peguei casos de de apresentações, independente se são particulares ou não, de pá, que às vezes o cliente ele fala alto, não
manda nenhum recado pelo garçom. Nossa. E aí você tem que ter um jogo de cintura e um respeito principal pelo pelo gosto do cliente. A moeda do músico é o cliente, né? E se você não sabe de repente aquela Música, cara, às vezes, eu costumo, eu costumo dizer pro, pro, pros meus seguidores lá seguinte: "Olha, às vezes eu não sei a música, mas eu vou pegar essa música e vou aprender e você pode me cobrar na próxima vez que você tiver aqui." É até um desafio, viu? Tava tocando no hotel, tava tocando no hotel, o
cara veio pedi uma música que eu conhecia, mas nunca tinha cantado aquela música. Aí eu fiquei pensando, vou, não vou, vou, não vou. Se eu for, tem que ir Até o final. Aí eu não, se eu esquecer a letra, vai ficar feio. Aí daqui a pouco a gente vê. Daqui a pouco a gente vê, fui enrolando ele. Enrolei, enrolei. Quando chegou no final, eu falei: "Não teve jeito, tá cara, quer saber? Vou me arriscar". Arrisquei, a galera veio atrás, eu tocando no violão, cantando, a música saiu toda. No final o desgramado não me veio com
R$ 100, cara. Eu falei: "Não, não quero dinheiro não, pô". Acontece isso. Ah, essa música me lembra Do meu pai que morreu na pandemia, que não sei o quê. Aí po, cara, eu sinto muito pelo seu pai, mas eu não vou querer seu dinheiro não, porque a gente já tá ganhando para est aqui e só o fato de ter atendido você, de ter satisfeito aí a sua vontade, meio que meia boca, né? Porque a gente não faz tempo que a gente não, eu nunca cantei essa música, a gente não tocava, a galera não tocava, mas
veio todo mundo atrás e ficou lindo, ficou maravilhoso, segura R$ 100, fal Não, não quero R$ 100, não, gasta com outra coisa aí, sei lá. Mas, mas é, Cristian, é interessante, você falou, ah, eu tenho, como te falei, né, a minha família nordestina, a gente ouvia muito muita música que hoje, na realidade, eu fico olhando para para aquelas épocas, se você botar aí 20 anos atrás, 25 anos atrás, as músicas que que eram consideradas bregas, né, que no caso tinha um preconceito enorme em cima disso, eh, hoje são as músicas que tocam Em ambientes, né,
VIPs e que mais, né, o que mais se pede hoje, que se pede Exato. Uma vez eu tava vendo uma entrevista do Rogério Flausino, ele falava exatamente sobre isso. Eh, as pessoas hoje no mundo precisam de amor, verdade, né? E isso, eh, independente se é uma música que fala de uma relação que não deu certo e tudo mais, mas vai sempre remeter a uma pessoa que você vai ter uma lembrança de um passado, seja ele longinco ou de repente alguns anos Eh mais próximos, né? Mas assim, é interessante que você falou porque vários clientes que
pedem esse tipo de música, eh, são clientes que muit das vezes se emocionam e às vezes a gente vê, a gente tá tocando ali e a gente vê nitidamente que uma pessoa tá se emocionando com uma música que você tá cantando, porque remete a uma lembrança maravilhosa que passou com algum ente querido, né? Principalmente quando é uma perda, né? Igual o cara lembrou do pai Dele quando a gente cantou lá a música. Foi até a música naquela mesa do do filho do Inclusive agora a gente eu toquei naquela mesa e o cliente assim a pedido
dele ele começou a chorar lembrando uma música que realmente de um filho cantando pro pai, né, cara? O pai que era música e nesse caso não era o pai do rapaz não era música, mas ele o pai dele adorava essa música. Isso aí toda vez ele ia nas rodas de de samba, de choro, ele ele ficava pedindo todo Sempre para pedir essa para tocar essa música e o garoto, o cara que pediu era era criança ainda na época. Isso foi lá em 1990, tal o quê. E aí ele falou que o pai dele faleceu agora
na pandemia com 86 anos, parece, e disse que até hoje ele não tirou essa música do playlist do carro dele e fala: "Sempre escuto essa música e eu adorei. Eu queria dar o dinheiro." Eu falei assim: "Não, muito obrigado, não quero não. Sem dúvida. Isso aí é uma coisa que eh pertinente a Todo show que a gente faz. Agora, eh eu procuro, como te falei, não me prender um estilo só. Eh hoje quem vai na apresentação, eh, graças a Deus tem gostado, porque a gente fica ali naquela coisa da mistura. Inclusive, falando de mistura, é
o nome que foi escolhido, né, na realidade entre eu e meu irmão, dos somanos, a soma dos manos. essa situação de de você ter uma quantidade de músicas, né, onde você não se prende a um estilo só. E essa marca foi criada em Função disso, né, de a gente fazer essa viagem musical e com vários artistas sem tá preso a uma banda. Então, manos é uma marca e até até coloco sempre nas apresentações quando eu faço com os meninos eh às vezes a soma dos manos. Ele mora aqui também. O Rafael, o o meu irmão
mora com a minha mãe lá no Rio. É, quando eu vim para cá, na idade eu tinha saído eh do Rio para morar em Campo Grande, aliás, de Magalhães para morar em Campo Grande. E de Campo Grande eu Vim pr pra Angra, entendeu? Mas ele é lá do Rio, inclusive vai est aqui com a gente no final de semana. Vou est fazendo especial dia das mães lá na Toca do Goiás. Esse final de semana ele toca algum instrumento, seu irmão? Baterista. Baterista. Batera bravo e a demanda de rit músicos, né, para bateria para baixo hoje
é um pouquinho difícil, né? Sim. Se se não tiver, por exemplo, o Leozinho, se não tiver o Wallace ou o Alerson, eu não não Consigo pensar em mais ninguém assim pr pr pra gig assim, né? Para você pegar em cima da hora ali. Só tem esses três que eu conheço assim que sobe no palco e você vai cantando, eles vão atrás. Exato. É. É porque hoje em dia a galera tá mais voltada, o cara que tem muito baterista, mas é de banda de rock. Crash Metal, essas coisas. Aí você vai vai tocar uma música que
exige um pouquinho de sensibilidade, até conhecimento, né, de outras outras vibes de música aí, Outras tribos. O cara não sabe, aí tem que recorrer aos guigueiros, né, que a gente chama assim. Leozinho, um abraço, Leozinho. Grande Leozinho. Mas é muita gente boa. E dentro desse cenário, Uhum. Eu acabo encontrando também eh pessoas ligadas a a ao ramo de pagode, cara. E assim, eu eu eu bato palma para vários aqui, são grandes guerreiros assim dessa área. Eh, eu tive a oportunidade de conhecer também eh profissionais lá em Parati, né, que também é uma cidade Próxima a
nós aqui, que também tem muito a ensinar pra gente, entendeu? E quero conhecer a ilha. Ó, eu vou falar para você, Cristiano, nesses dois anos e meio em Angra, eu não tive ainda a oportunidade de conhecer Angra como se deve conhecer. Você acredita que eu não conheço nem a ilha de Abraão ainda, cara? Você não foi no Abraão ainda? Para dizer que não fui, eu fui uma vez só, mas muito esporádico, muito rápido. Esse ano tem festival de música lá. você deve Ter essa oportunidade de ir lá tocar ou às vezes não. Sim, eu sei
que agora eu vou ter um tempo, falando um pouco sobre o meu projeto. Uhum. Eu vou ter um tempo maior para poder me dedicar como eu quero. Eh, eu tenho um projeto para poder para poder fazer, tenho realmente a a intenção de colocar músicas autorais. Ah, quero fazer o cadastro na prefeitura. Boa, fazador de cultura. já tem dois anos aqui, já comprova atividade cultural no Sim. Eu acho que Assim eu tenho a a algum algumas pretensões, né, que eu acho que podem ser executáveis, eh, na medida que eu, obviamente, vou separar o meu tempo paraa
minha família, até porque o dos motivos principais, como eu falei, foi por causa do meu filho, né? É uma causa que eu tô comprando, que é do espectro autista. E cara, eu vou falar para você, eu tô aprendendo com meu filho, porque na realidade não não são eles que têm Que seguir o padrão imposto por nós. É o contrário. A gente tem que entrar nesse mundo deles para que a gente possa estar ali, ó, realmente resgatando esse lado cognitivo. Sim. E inclusive é por causa dele, né, que a gente tá aí nessa busca, nessa luta,
né, porque não é fácil, tá? Hoje quem quem tem quem são pais atípicos sabem exatamente do filho e da filha muit das vezes que tem uma dificuldade, um grau maior, tem a regressão e uma série de situações. E Eles têm, eles veem o mundo de uma outra maneira, né? Você tem que entender que você não é a forma como você interpreta uma coisa que você que ele tem que ser, né? Exato. E assim, eu até penso, sabe, Cristiano, fazer um curso de músicoterapia. Sim. Isso faz parte da da do meu projeto. Inclusive, eh, eu quero
estar dedicando esse dom também, quem sabe é um trabalho que eu fazia lá no Rio, na época que eu era da igreja, e eu quero continuar também fazendo aqui em Angra. Por que não a gente tocar dentro de orfanatos, né, a gente tocar eh dentro de asilos, né, pessoas que de repente não têm a oportunidade por alguma situação já, né, de uma idade avançada. ou de familiares que não estão tão presentes e a gente levar um pouquinho de alegria, né? Eu acho que que essa é uma das intenções minhas também. É claro que quando a
gente fala em vários projetos assim, cara, se você não organizar, você acaba não saindo do Papel, né? Mas eu tenho certeza que se a gente tiver oportunidade de organização de tempo, a gente consegue sim. Show de bola. Vamos fazer mais uma musiquinha. Vamos emboraçãozinho. Ó, eu eu vou fazer vou fazer essa música aqui. Quero oferecer essa música aqui para minha esposa. Cara, vai subir um monte de coraçõezinos agora. Aí há quase 20 anos atrás, direto do tempo, cantei essa música aqui para ela. A música do Zezé. Essa aqui vai pra Minha esposa assim, ó. Você
viu que tá predominando hoje o sertanejo aqui, né? Sim. Difícil demais te amar assim. Minha timidez tem que ter o fim. Preciso perder o medo de falar. Para não te perder, vou me declarar. Morro de saudade quando você sonhe. Dá uma vontade de gritar seu Nome. Bate uma loucura, uma obesão. Para me sentir feliz, só tem uma saída. fazer você ficar de vez na minha vida. Dos meus olhos e do coração. Eu te amo. Eu preciso te dizer, todo dia, toda noite, os meus sonhos é você. Eu te amo. É paixão que não tem fim.
Dou a vida por um beijo. Quero ter você para mim. Dou vida por um beijo. Quero ter Você para mim. Ela gosta, né? Gosta. As as mulheres que tm marido músico deve deve ficar toda boba, né? Porque a tipo assim, é não é tod não são todas que são assim, que dão apoio, né, pro marido que vai pr pra rua às vezes buscar o pão de cada dia, mas tem umas que são sistemáticas. Eu acho que a sua não é, a minha também não é, graças a Deus. Mas as mulheres que são sistemáticas, tem que
entender. Você mulher, você mulher, Tem que entender que você já conheceu ele assim, então não vai ter, você não vai conseguir mudar ele, né? E se conhece, se conheceu antes dele estar assim também, apoie, vai, porque não é aquela aquela ideia que você tem, é tipo, o cara tá indo tocar para ficar rodado de mulheres, não. Às vezes ele até fica rodado de mulheres, mas todo músico que eu conheço, pelo menos os que eu conheço, nenhum deles cai na na no É, Cristiana, assim, eh, é todo um um Processo de relacionamento, né? Porque essa questão
eh da confiança é uma situação que é muito relativa, né? Vai depender muito da relação que você tem em casa. É claro que isso não não se adquire da noite pro dia, né? Tivemos fases, sim. Tivemos fase sim de de algumas situações que que cabe a gente às vezes não lembrar porque foram discussões em função disso, né? Eh, mas assim, todas as vezes que a Gente tem um trabalho que é feito como esse Uhum. Eh, é claro que a minha esposa nem sempre ela tá podendo estar do meu lado por causa justamente do nosso filho,
porque tem as situações adversas, né? Eh, mas sempre quando pode, ela tá presente. E como eu falei no início aqui do podcast, eu acho que se não fosse a minha esposa, inclusive até na minha carreira como gerente até bem pouco tempo atrás, eu não estaria nem aqui em Angra, porque tudo vai depender da autoestima. Se uma pessoa que tá em casa com você, né, ela dá uma injeção de ânimo, ela dá uma injeção de de vamos botar assim, procurando uma palavra para poder traduzir isso, mas quando a pessoa ela ela te estimula de uma tal
maneira que faz você se sentir importante, cara, você quebra, pode vir qualquer dificuldade. Eu lembro que na minha época lá, eu não tenho problema Nenhum de falar sobre isso, eu cheguei uma época na minha vida, eh, né, vamos botar aí quase 20 anos atrás, que eu ia pra Central do Brasil, cara, eu não tinha dinheiro para comprar um prato de comida e comprava lá um biscoito, um fandangos para comer. Sim. E nessa, vamos botar assim, logo depois de alguns anos, eh, conheci Lidiane e a Lidiane pagava minha passagem para poder tá para para poder na
época tá trabalhando na Casa de Bahia. E naquela Época a gente nem entrava pela diretamente pela empresa. Eu falava isso pros meninos lá, pros meus vendedores, né, até bem pouco tempo atrás. Eh, porque naquela época não entrava, era uma agência, você ficava três meses e não sabia se você realmente ia ficar ou não. Sala de espera. Exatamente. Então, assim, eh, ela acreditou, ela acreditou no meu potencial, eh, juntamente com a minha família, sabe? Minha mãe tem um papel fundamental nessa história também. Mas assim, a minha mulher, cara, se não fosse essa coisa de falar, vai,
você consegue, você consegue sim liderar. Eh, e até hoje ela fala: "Cara, que legal!" E sempre quando vibra comigo diante de algumas situações, eh, na minha arte, cara, eu só tenho agradecer a minha mulher por isso. Parabéns, parabéns por você ter aí uma uma guerreira com você. É, mas é, pô, tem guerreira mais ainda agora que tem Davizinho que lá é uma grande batalha. Quantos anos de casado já? Ah, eu tenho cara, o garoto tem 4 anos. Tem 4 anos. A gente ficou tentando ter o Davi durante 10 anos. 10 anos. Eh, eh, eu tinha
um problema e consegui fazer uma cirurgia e conseguimos. Mas eu acho que nada acontece se não for a mão divina, né? Se não tivesse realmente a vontade de Deus, eu a gente não teria o Davi, não. Porque dessa cirurgia que eu fiz, né, eh, de um problema que eu tinha, o próprio médico falou: "Ó, das 10 Pessoas, 10 homens que fazem essa cirurgia, oito não são bem-sucedidas, sete é então mais do que 50%, né? Sim, sim. Não, não tinha não tinha tanto êxito. E aí a gente conseguiu, cara. Então é vontade divina, né? Mas eu
tenho eh de casado 18, quase 20 anos. Nossa, quase 20 anos. Quase igual a minha. Então, hã, tô quase nessa aí também. É isso aí. De 20 anos já, mas casado 15, sim. Mas é uma vida, né? Um, é uma vida, pode ter certeza. Uma filha de 12 e a Outra nasceu agora. Mas a gente tudo que a gente faz é em função da família agora. Exato. Verdade. Ô Ron, você passou todo o período da pandemia lá no Rio de Janeiro, que você chegou aqui há dois anos e pouco, a pandemia foi há 5 anos.
Então, como é que foi a pandemia para você fazendo, você fazia música lá também e Casa Bahia, certo? Como é que foi a pandemia para você? Assim, a loja fechada, não podia trabalhar, tô ganhar Dinheiro. Você que desafio. Ah, eu acho que todo mundo naquele momento ali viveu um uma grande fase de dúvidas, né? Uhum. de pessoas pensando até que o mundo ia acabar, porque, cara, a pristão psicológica, as coisas que a gente tinha eh de isolamento, eu lembro eh que na Casa de Bahia, naquela época, tanto na nossa empresa, mas quanto em várias empresas,
né, tinha aqueles, principalmente no comércio, tinha aqueles que optavam ou que a empresa Escolhia para poder vender. Sim. Foi ali que a empresa cresceu muito também, né, na questão da das redes sociais, né, do zap. A gente ensinou paraas pessoas a comprarem pela internet. A verdade é essa. Boa. E eu lembro, cara, que eu tinha comprado na época até uma picup, porque a o frete estava começando a ficar muito alto. Eu fazia show nos finais de semana. Aqui é uma frequência maior, graças a Deus, eh muito maior do que lá, mas eu lembro que na
época eu Depositava uma grande confiança no meu trabalho e com e e o pessoal começava a a cobrar caro, né? Porque eu tinha uma aparelhagem carregar bateria, as gigs eram eram grandes, então às vezes a gente tinha que fazer isso. E eu lembro que eu comprei na época uma picap, cara. E logo logo quando eu comprei a picap, Cristiano, vê a pandemia. Nossa. Meu Deus, parou tudo, os shows foram cancelados. Eh, eu já não tinha mais uma Esperança, porque, cara, você tinha que ter muita fé ali, porque eh pelo que se pregava, né? Não tinha
uma previsão, né, de quando eh ia se restabelecer a sociedade ali na questão de saúde. Uhum. E aí, cara, eu ficava isolado ali, mas ao mesmo tempo trabalhando na Casa de Maia, só que os shows pararam. Aí o que que eu fazia? Lives. Fazia umas lives. Aí tinha que fazer uma live, aquele famoso QR code, né? Ajude a nossa Exatamente. É claro que as lives eh Minhas eram muito resumidas e como tava vivendo um momento muito sensível Uhum. Eu fazia live de louvor naquela época, mas assim, realmente a renda não tinha. Ah, eh, caiu, eh,
drasticamente. Eu fico imaginando a galera que vivia nessa época, eu ainda tinha oportunidade, né? Hoje, se fosse acontecer uma coisa dessa, cara, preocupante demais, né? E assim, eu fico pensando as pessoas que viviam somente na música, como hoje eu vou viver na música. É a minha primeira Vez que eu vou ver na música, mas imagina se naquela época fosse dessa forma. Então assim, realmente foi lamentável o que aconteceu, mas graças a Deus estamos aí firmes e fortes aí para fazer o trabalho. Graças a Deus, né? A pandemia foi dolorida para todo mundo. A gente foi
a primeira classe a parar e a última a voltar a trabalhar. Tem essa observação também. E eu tive o privilégio de trabalhar na pandemia durante os os meses de pandemia, não Como músico, né? Mas eu eu tinha comprado esse equipamento de de live aí um ano antes e veio a calhar de eu fazer as transmissões de um projeto daqui da prefeitura que tem a gente tem que aplaudir que foi um projeto muito legal que eles fizeram de no eh faziam lives e botavam os artistas. Tinham um patrocínio de um mercado aí famoso e pagava um
cachê pro artista ali. Não eram todas as vezes, né? Mas um artista passou lá uma vez só na live durante Três meses, mas já ajudou, né? Porque o cara tava muito tempo sem trabalhar. E eu consegui trabalhar nessas nessas lives e ainda, mas eu ficava muito sensibilizado pelos meus colegas porque era difícil já com sem pandemia já é difícil você conseguir uma renda. Com pandemia fica mais, sem dúvida nenhuma. Verdade. E essa classe do músico também, eh, às vezes os caras são um pouquinho desunidos, porque a gente tinha que ter muito mais do que a
gente tem hoje. se a Se a galera se fosse mais abraçasse mais um ao outro, tipo o trabalho do colega, tem até um um uma chargezinha que eu vejo no nos nos stories da vida aí no nos rios, né, que fala eh dá um like, comentar, curtir, compartilhar e seguir o perfil do colega. Eh, não custa nada, é zero. Mas o cara prefere curtir o artista que já é consagrado, que não tá nem aí, não sabe nem se ele existe, mas não consegue Curtir ali o trabalho do colega, seguir o trabalho do colega. Como é
que você vê essa situação assim que de de viver num num ambiente desse assim, né? Cara, eu eu vou falar uma coisa para você eh até lincado naquilo que eu tava na minha fala anterior. Uhum. Eh, você quando ajuda alguém, eh, quando você dá amor, você obtém amor de volta. Sim. Sim. Quando você dá alguma coisa que não corresponde, né, uma coisa negativa, Você também vai obter aquela coisa negativa e às vezes até numa bola de neve muito maior, cara. Sim, sim. Eh, é claro que hoje se eu ajudar, olha, eu aprendi uma coisa aqui
em Angra, tá? Eh, eu lembro que na minha época lá de bandas antigas lá no Rio, eh, falava assim: "Ah, pô, mas você tá tocando num num patamar mais elevado." Agora que a gente conseguiu essa casa aqui, tu vai abrir espaço para um camarada que, de repente vai ocupar, pode ocupar o teu Lugar. Hum. Isso é um pensamento muito mesquinho, né? Esse é um pensamento muito pequeno. Em comparação, é claro que você não tem que fazer nada com interesse, mas eh o que eu reparo aqui é o seguinte. Eu até bem pouco tempo atrás eu
tive um contato através de uma casa que eu toco aqui em Angra e a gente se conheceu e [ __ ] eu gostei do trabalho do cara. E um dia ele tava passando ali no shopping, né? tava tocando alum no shopping e ele tava lá bebendo um chope. Ele surpreendeu na hora que eu falei: "Eu queria que vocês recebessem com muito carinho. Eu nem sabia se o cara ia vir ou não." Mas e assim, eh, a gente percebe, né? Os olhos brilham quando você tá ali como plateia e você observa um camarada que tá tocando
e muuit das vezes teus olhos brilham, cara, porque você é amante da música, né? E aí eu chamei o cara para para tocar. Uhum. Simplesmente ele veio, ele nem acreditou, cara, tá falando sério, Possoar? Pode, é, o espaço é seu. E a partir dali a gente construiu uma amizade tão bacana. Ele foi me indicando para tudo quanto é coisa, cara. Hoje, ó, hoje eu toco eh no no eem em hotéis ah não só, pô, através desse desse camarada, mas, poxa, pessoas maravilhosas que eu tenho que citar, cara, Nísio Lopes, entendeu? Todo mundo ama esse danado
desse careca. Pô, o camarada sabe, ele tem essa essa essa particularidade nele. Ní já me indicou Para várias vibes, pô. E assim, eu não posso deixar de falar. Claro que se esquecer de alguém, mas assim, o esse menino ele me indicou lá para poder fazer e hoje eu toco em vários locais por causa disso, porque eu acho que a gente tem que ter essa clicidade. Uhum. Eh, não adianta você tocar no lugar e achar que aquele lugar ali é seu. Primeiro que, eh, tem que ter rotatividade, tem que ter atração, né? Não pode ser exclusivo
somente do Cantor. Aquele cantor que muita das vezes é bem-sucedido ali naquele momento, mas eh tem que dar espaço para outros também. Isso é importante, entendeu? Às vezes a repetição também e eh gera gera uma um certo desgaste no na no próprio estabelecimento e pelo fato do cara não fazer o rodízio ali, a o esse rodízo de músico, ele gera uma um desgaste na casa dele e aí acaba não começando a diminuir o movimento, por exemplo, aí acha que pô não tá dando Movimento hoje, é porque é o Ron que tá tocando, não. às vezes
é porque ele bota atrações ruins ou repetitivas demais e acaba ficando nesse diminuindo a populosidade do da casa dele. As pessoas têm que observar isso também. Mas isso que você falou tem muito sentido, cara. O músico ele não pode querer levar para ele e eh o fato de de que ele tá tocando ali e não pode dar um uma oportunidade pro outro. Eu todo mundo que eu vejo que toca, que eu tô tocando ali no lugar, eu Já chamo na hora. Chega aí, chega. Sem dúvida. E assim, é claro, eh a gente tem que ter
essa percepção, não é? Não é qualquer pessoa que você vai chamar. Sim, sim. Eh, são pessoas que você conhece o trabalho, que sabe que realmente vai dar conta e que sabe que realmente vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai apresentar um trabalho bem-sucedido. Agora, eh, essa questão de de chamar ou não, a a eu tava conversando um dia desse com com os Amigos e falando assim: "Olha, para você eh galgar um espaço, você tem que ter preparação, né? É claro que eh o músico que falar que sabe tudo hoje, cara, ninguém sabe
nada. Até aquele camarada que o cara é um showm, mas ele vai est sempre aprendendo. E eu vou ter a oportunidade de estudar, mas, né, eu eu tenho certeza que esse crescimento ele vai depender muito do do grau de interesse de eu aprender mais. Uhum. Mas assim, tem que ter um projeto, cara. Eu Acho que você tem que ter eh não pode só pensar e resumir aquilo ali, ter um mundinho e achar que não, acho que todo mundo tem um sonho. Acho que você pode ir lá. Por que não? Por que não? Eh, será que
é que é é pretensão demais você às vezes galgar num espaço maior, né? Que nem eu vejo aqui. Ah, não, mas eu queria est e de repente lá abrindo o show, cara. Eh, monta um projeto, né? e e luta por isso. Eu conheço vários colegas aí, inclusive tô no grupo da da Galera que, poxa, tá ali, ó, brigando pelo espaço. Eu admiro isso aí, né? Admiro demais, mas eu também admiro aqueles que eh além de brigar, já tem um projeto ali pronto. Eu tenho, pô, a eh inclusive pessoas maravilhosas, cara, que que estão me dando
um apoio para poder tá montando um projeto. Pô, Ron, você tem que montar um portfólio, você tem que montar, entendeu? um um release material você já tem bastante, né? Fotos. É, isso aí, isso aí, Exatamente. Então, eh, eu, eu posso melhorar ainda mais o meu portfólio. É isso que eu quero fazer, né? Os áudios que são colocados lá para o cliente e oferecer o melhor, né, cara? Eu acho que quanto mais você investe na sua qualidade, mais você além dessa qualidade, você tem que ter também a o teu coração, mas eh tem que ter a
qualidade, porque o mercado tá aí e o mercado ele é bem exigente, entendeu? bem exigente. Eu só agradeço Porque assim, o pouco que eu sei, eu tô conseguindo fazer aí eh realmente eh um trabalho que eu acho que precisa realmente ter mais evolução, mas eu acho que a galera tá comprando a ideia e isso aí tem alimentado muito pra gente poder continuar. Tá muito bom. Você tem bastante agenda, isso aí já é já é um um reconhecimento, já é uma prova de que o seu trabalho tá tá bom, né? Não precisa se autoavaliar mais assim,
se se mutilar mais, que a gente se mutila porque é, a Gente fica se mutilando porque acham que tá bom, mas acho, eu acho que o seu trabalho tá excelente, cara. Sinceramente, não. E assim, eh, eu tenho essas agendas, graças a Deus, tem que pagar as fraldinhas do Davi lá. Ah, tem, né? Mas assim, eh, eh, além do dinheiro, né? Além obviamente dos cachês, pessoal, é a satisfação pessoal. Sim. Eh, eu acho que se você toca hoje, poxa, tantos artistas hoje aqui em Angra que são, poxa, já Consagrados há muitos anos e um camarada que
chegou do Rio, tem 2 anos e meio e tá conseguindo construir o seu espaço também, isso é muito válido, cara. É e isso você não tem no Rio, como eu falei, entendeu? A concorrência também é muito grande, né? Hã, o Rio também a concorrência é imensa, né? É, mas assim, você repara muito que existe uma concorrência muito grande. Uhum. Mas são pessoas mais fechadas a a te dar uma certa oportunidade, entendeu? Eh, não Sei se isso aí é é de uma forma geral, pelo menos assim, no mundo em que eu vivia lá, você morava, né?
É, pelo menos era dessa forma. Mas assim, aqui em Angra eu me surpreendi em tudo. Angra é uma cidade hospitaleira demais. Você você bebeu da água lá da bica da carioca? Não, não tinha. Você não sabe onde era, né? Então todo mundo fala que quem vem para cá, que bebe da água da bica da carioca, não vai mais embora. De repente você podia conhecer essa bica da Carioca lá e lá tomar para você não ir mais embora, porque a galera gosta de você para caramba, sinceramente. É. E aí aquela coisa, né? Eh, eu costumo dizer
o seguinte, eh, ninguém é insubstituível, não, né? Mas assim, enquanto esse povo aqui que me abraça e me acolhe, tiver me dando essa oportunidade, cara, eu tô aí tentando ser o melhor, tentar fazer o melhor. Aliás, é diferente, né? Ser o melhor e tentar fazer o melhor. Eh, deu tudo errado, volto pro Rio e vou assumir Alguma outra função. Mas eu tenho certeza que Deus tem preparado o caminho para poder a gente fazer esse trabalho aí. Eu diria, deu tudo errado. Não volta pro Rio, não. Recomeça, mas continua aí porque você tá no caminho certo,
cara. Aperta o botãozinho de restarte ali e volta pro pro início. Mas não vai embora. Não desista. Não desista. Aqui vamos fazer mais uma musiquinha que a gente tá chegando ao fim já. Deixa só lembrar aqui do nosso pessoal que tá Interagindo aqui na live rapidinho. É o Fábio Lopes. Fábio Lopes já falou aqui Fabão. Eu tive várias oportunidades com você, meu amigo. Ele falou que você já deu oportunidade para ele. O Alan Vargas também já se pronunciou aqui, falou que eh conhece você aí de longas datas. Eh, o Edson Travaço também, a Lidiane Xavier.
Ah, minha esposa, é a sua esposa, né? Tá aqui assistindo você. E o o Fábio Lopes botou aqui, ó, meu grande amigo Ron, um dos grandes responsáveis Por me fazer cantar e melhorar como artista. Que isso, cara? O Fábio, conheci Fábio através do meu irmão, né? Meu irmão no ciclo de amizade dele lá no Rio. Muita gente boa também que o Rafael conhece. Uhum. E inclusive faz um trabalho maravilhoso, toca o violão muito bem e assim, aprendo muito com esses caras aí. Você tá incentivando e inspirando muitas pessoas aí, cara. Pô, eu vou te falar,
eh, se a gente for falar o nome de cada pessoa, cara, eh, é Muita gente que que tem para somar, que que a gente consegue falar assim, [ __ ] vai. Eu eu ainda continuo acreditando no ser humano, nas pessoas, sabe? Às vezes a gente se decepciona, a minha esposa que fala, você não tem que acreditar em todo mundo? Claro que não, mas assim, eu procuro absorver o lado positivo das pessoas. Eu acho que quanto mais você faz isso, e é claro que às vezes você é fadado algum fracasso nesse percurso, né? Porque isso faz
parte de de uma de Uma convivência, né? Convivo. É mais assim, pelo menos as pessoas que surgiram no meu caminho, que tem acrescentado, porque tem isso, né? eh, é surgir no teu caminho e acrescentar, não com coisas materiais, nada disso que eu tô falando, mas é aquela coisa de te dar força. Eu lembro logo dos meus compadres, né? Eh, que sempre me apoiaram a ter o Davizinho, pessoas que sabe que você falou: "Cara, você ainda vai ter filho, passa uma Energia, passa uma energia bacana". Meu compadre, inclusive veio esses dias aqui pra Angra para poder
me ajudar a ser hold do Ronnie. Olha isso, veio lá de bom sucesso para isso. Então assim, pessoas que a gente carrega com muito carinho, né, cara? E a gente só tem agradecer a Deus por isso. O acaba, acaba virando fã clube, depois acaba, não, aliás, o fã clube acaba virando hold, depois acaba aprendendo o instrumento, quando vê tá no palco Também. Não poder sonhar, né? É verdade. Inclusive, ele toca violão também e no ministério de música e eu tenho certeza que que ele tem esse potencial também. Show de bola, entendeu? fazer mais uma musiquinha
pra gente. Vamos embora. Esse material vai ficar também para você como portfólio, porque a gente tá contando a sua história e lembra um portfólio em vídeo já é esse vídeo aí, né? Não, sem dúvida. De bola. Desde já agradecendo aí a rádio Positiva, né? É que eu já era fã desde quando eu cheguei em Angra. Cara, essa rádio aqui me traz lembranças do meu pai maravilhosas. Assim, eu vou tocar essa música aqui. Ah, é verdade. Acabei saindo da música Raí sertaneja, mas eu acho que isso é por forte influência do meu pai, da lembrança que
eu tenho dele. Eu vou tocar essa música aqui que para mim é um exemplo de letra e tem tudo a ver do que A gente tá falando agora aqui, igreja. Ando devagar porque já tive presso esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz. Quem sabe eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei e nada ser conhecer as manhas e as manhãs. O sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Peço em cumprir a vida. Seja
simplesmente compreender as mar e tocando em frente como um velho boiadeiro. Levando a boiada. Eu vou correndo os dias pela longa estrada eu vou. E nada sou conhecer. as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder usar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para Florir. Essa é para vocês o Vini, grande Vini, né? Como é que é? Vini é o grandalhão. Ah, sim. V chapéu de couro. Rapaz, vou te falar. O Vini, eh, eu já falei isso para ele, já sabe, tem uns meses
atrás, né, que a gente se encontrou lá no no Bachop e aí ele simplesmente falou essa situação que é fazer esse programa, né, que as pessoas adoram fazer eh na realidade ouvir pelas lembranças que se tem dos familiares aquilo que a gente Estava falando. Sim, sim. Bem, bem, bem anteriormente. Então, assim, foi esse encontro foi lá no Xocas Bar. E assim, a gente fica muito feliz, cara, quando tem uma pessoa assim que ama o que faz. Eu vejo esse cara no vídeo e realmente, entendeu? Como vocês aqui, cara, eu vejo que assim, desde da eu
sempre trabalhei aqui na frente e não sabia que a rádio positiva é aqui atrás, cara, do lado, do lado praticamente aqui da Casa Bahia, inclusive na rua, eh, da escola do meu Filho aqui no Irmã DC. Mas a gente a gente começou esse projeto em novembro e a gente pensa, né, que a gente possa ter aí mais gente aderindo a esse projeto, assim como você, outras pessoas já passaram por aqui. A gente espera que todos os nossos músicos da cidade, inclusive faça esse convite ao vivo aqui pro Ronan também para vir aqui contar um pouquinho
da história dele. Sem dúvida nenhuma, eu boto fé que te deu aí essa oportunidade, né, cara? Muita gente boa, inclusive vou est falando com ele amanhã sobre isso. Fala assim, ele tem contato, se ele quiser é só chamar e marcar isso aí. Eu quero quase, eu quero quase todos, né? Porque acho que todos é impossível. Eu quero quase todo mundo que trabalha com a música, né? Vindo para cá, pra gente bater esse papo, fazer essa resenha e contar a história, cantar, eh, interagir com o pessoal que supostamente possa querer aí fazer alguma pergunta, né, Interagir
com a live, enfim. Eh, ô Ron, vou deixar um espaço paraas suas considerações finais, porque a gente já tá no, por mim, eu ficava aqui até amanhã, cara, porque é sensacional essa essa energia que você transmite pra gente com a música, com com a conversa, com a história. Cara, só agradecer eh mais uma vez aí a rádio Positiva 95.1. Cara, ouçam a Rádio Positiva, né? a a galera que ainda eh não não tem ainda essa base, Né? Eh, de rádio, cara, vale a pena, tá? E assim, quero agradecer também a minha família, né, que tá
em casa. Sim, sim. A minha esposa, isso. A minha mãe e vim de lá agora e eh tomando um cafezinho com ela, a gente conversando sobre sobre as coisas da nossa vida, né? Eh, mandar um abraço pro meu irmão, né? para toda a minha família que realmente são pessoas fundamentais para que eu esteja aqui nesse momento, né? Eu só tenho gratidão eh pelas pessoas que eu tenho eh como Base, porque eu acho que a família é a base de tudo, entendeu? Então assim, e quero ser chamado outras vezes aí, se Deus quiser. Eh, boto fé
quando tiver minha autoral aí pra gente poder tá fazendo essa divulgação aqui. Eu espero que você faça aí o que você já deve, você já teve, né, essa, inclusive essa dica para fazer o seu portfólio, que você participe dos editais aí de cultura para você também ganhar um dinheiro fora a a caixa da caixinha ali de tocar nos Bares e restaurantes, você ganhar também um um dinheiro que é um dinheiro bom, né, com edita, porque você tem um trabalho excepcional. Não, eu eu vou estar voltado também para isso aí, eh, até porque a oportunidade que
essa cidade dá, né, como eu falei, a gente precisa galgar o nosso espaço, mostrar realmente que a gente tem esse talento e se a gente tem essa bagagem, por não a gente mostrar que veio, né? Eu acho que é por aí também. Muit das vezes a gente, Ah, poxa, mas é que a gente não tem oportunidade, mas assim, vamos tentar outras brechas aí, né? Eu acho tudo eh é uma questão mesmo de de você mostrar de uma maneira que aqueles lá de cima entendam também que você tem um motivo nobre, né? Então assim, isso é
muito válido pra gente que é artista. Eh, então assim, gente, obrigado aí para você que tá em casa, obrigado por essa audiência. Hoje foi bem aqui em cima, né, Cristiano? A gente a gente resolveu Fazer foi segunda, foi domingo, não foi que eu falei com você o sábado foi no sábado que você falou comigo. É porque tinha um rapaz agendado, mas aí ele Exato. Ele deu problema lá. Já até tinha falado com o Ron há um tempo atrás. É verdade, a gente não conseguiu executar, né? Mas é, mas é assim mesmo. Eu sempre fecho a
agenda da terça na sexta para confirmar. Aí no sábado eu lanço o flyerzinho, a gente vai divulgando, o cara divulga também e a gente vai Fazendo, vai. Não, com certeza. E era para ser, né? E aí eu acho que também não tem que ter muita preparação. Eu acho que você tem que ser um pouco dessa essência, né? você no dia a dia. Aqui eu não preparei nada, gente. Desculpa você que tá aí ouvindo assim, foi muita emoção hoje. Na realidade, eh, a intenção não era mostrar o repertório. A galera tá de repente tá acostumada a
ouvir o Ron aí com com o repertório mais vasto, mas Assim, fazendo mais barulho. Acho, exato. Eu acho que fixei mais nessa questão sertaneja, porque eu vim disso, na realidade, é o meu berço, né? Uhum. E aí eu acabei que joguei aquilo que tava vindo na hora no coração. Então me desculpem aí, mas eu tenho certeza que a gente pode dar essa virada nos shows ao vivo aí que você quiser fazer o seu pedido. Inclusive para achar o Roney. Como é que a pessoa faz hoje? Ah, e Cris, assim, eh, telefone, contato, Rede social. Hoje
eu tenho, graças a Deus, cara, eu cheguei, eh, eu tinha uma, um Instagram que era o Rony Manos, mas era vinculada a minha parte pessoal, né, a minha empresa. E aí eu tive a ideia de chegar aqui e jogar o Rony Souza Oficial. Rony Souza Oficial, cara, eu tô muito feliz porque eu já ultrapassei os 1000 seguidores, né? Eu acho que assim, quando você ultrapassa os 1000, você fica tão feliz com isso. É claro que tem gente que tem artista que Não considera tanto, mas para mim é significativo, né? E aí o R e Souza
com S, né? Rony Souza R Souza com S oficial. Vai conhecer um pouquinho do meu trabalho lá e tem muita coisa que tá para vir por aí. Sim, né? uns projetos, como eu te falei, eh, eu tenho também lá o meu Facebook, né? Mas é tudo que é jogado pro pro Insta vai pro Face, tá? E tem meu telefone também que tá lá também no meu Insta. Então, assim, galera que quiser me acompanhar, conhecer um Pouquinho mais do trabalho, pode ter certeza que vai vir coisa boa por aí. Eu costumo dizer que quando se eu
tenho 900 e alguns uns 90 quase ali de seguidores, eu costumo dizer que dá para encher dois aviões e no dia que eu voar eles vão voar junto comigo, pô, né? É verdade. É, pô, 900 pessoas e são seguidores reais, não tem aquela dúvida, cara, para quem não tinha seguidor nenhum, eh, aqui em Angrab, e eu ter 1 só numa cidade, porque na realidade assim eh eh a Maioria dos seguidores é aqui dessa cidade porque conhece o Ron Sousa oficial. Eu tô tentando fazer essa essa migrada do Ron Manos. Muito difícil. Naquela época eu tava
com com duas funções, mas agora eu vou conseguir porque eu vou me dedicar só a isso e aí eu vou trazer aquela galera que tá me animando. Vem aos poucos vem chegando. Aos poucos vem. Vamos dar uma agarfadinha aqui ali. O conteúdo é interessante, eles vêm com certeza vem. É, pode ter certeza. Então, Cris, obrigado aí, tá? Mais uma vez e eu só tenho a desejar para vocês, cara, muito sucesso pra rádio também. Boa. Eu acho que é uma iniciativa maravilhosa. Obrigado. Com outros artistas que já passaram por aqui, né? Artistas até que, poxa, tem
uma grande popularidade na cidade. E aqui a gente consegue ter um trampolim, cara. Você pode ter certeza disso. É uma forma de a gente, além de mostrar o nosso trabalho, falar um pouco Da nossa vida, é também eh a gente evoluir como não só como pessoa, mas também como artista. Sim. Show de bola. Se mostra pro mundo assim. Exatamente, pode ter certeza disso. Obrigado e pelo por ter aceitado o nosso convite aí e vai ter outras oportunidades. Obrigado meu amigo operador ali que também tá, é o Marco Aurélio que tá, rapaz, a gente tomou uma
surrinha aqui no início, mas deu tudo certo, né? Foi em cima da hora. Ele é proativo, né, cara? Né? Foi em Cima da hora. Ele, ele é fera. Ele é fer. Daqui a pouco ele faz um release lindo lá e bota sua foto no site. Valeu, Marquinho. Me ajuda aí, cara. Fica mais bonito nessas fotos aí. Ron, obrigado. E a gente vai finalizando por aqui. Mandar mais uma musiquinha pra gente fechar. Então, vamos lá, então. Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder. Deixa assim ficar subentendido. É uma ideia que existe na Cabeça e
não tem a menor pretensão de acontecer. Eu acho tão bonito isso de ser abstrato, baby. A beleza é mesmo tão fug. É uma ideia que existe na cabeça e não tem a menor obrigação de acontecer. Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza. Então a alegria que me dá, isso vai sim o dizer. Se amanhã não for nada disso, caberá só A mim esquecer, sobreviver. E o que eu ganho, que eu pergo, ninguém precisa saber. Seus olhos e seus olhares, milhares de tentações. Meninas são tão mulheres, seus truques e confusões se espalham pelos pelos bo
e camelos feitos e pouses e apelos me agarram pelas Pernas. Certas mulheres como você me levam sempre onde querem ir. Garotos não resistem aos seus mistérios. Garotos nunca dizem não. Garotos como eu, sempre tão espertos. Perto de uma mulher. São só garotos. Oh, perto de uma mulher são sol. Onde as seus Pés vão me levar, onde as minhas mãos não pode chegar. Me leva a onde você for. Estarei muito só sem o teu amor. Já é a hora de dizer e o e hoje eu te amo. Não vou negar Que outra pessoa não servirá. Tem
que ser você sem por nem para quê. Tem que ser você sem ser necessário entender. Tem que ser você sem porquê nem para quê. Tem que ser você sem ser necessário entender. Maravilha. Tamamos junto. Valeu, Cris. Obrigado, gente. Boa noite. Boa noite e até a próxima terça-feira, se Deus quiser. Você ouviu podcast Positiva. Apoio Gipoia Escola Náutica e restaurante Cantinho da Val. Cobertura Angra Amadores. Realização Positiva FM. Até o próximo programa.