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GAT Aula 3

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16710,602 Parole53m readGrade 18
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Jorge Caetano
E fala meus irmãos minhas saudações a todos nós estamos iniciando aqui agora mais uma aula do nosso curso superior livre de teologia de umbanda dentro da disciplina de gramática aplicada ao texto hoje a nossa aula de número 3 E hoje nós vamos falar sobre a sintaxe do período composto vocês vão se lembrar de que na aula passada nós abordamos aqui a sintaxe da oração a sintaxe do período simples Somente os períodos simples aquele que possui uma só oração que é chamada também de oração absoluto hoje nós vamos tratar da sintaxe do período composto eu Espero
realmente que vocês tenham revisto a tudo que foi falado tudo que foi visto na aula anterior porque na verdade aquele Quando eu foi visto na nossa aula anterior ele vai ser plenamente utilizado agora também na cinta é composto por que os princípios são os Mesmos só que aquilo que antes nós aplicar vamos com termos agora nós vamos passar a aplicar com orações mas a Teoria é a mesma que foi vista na aula passada né então vamos começar introduzindo as ideias como já se falou anteriormente as palavras se combinam formando orações e os orações se combinam
formando períodos por isso falamos em períodos simples aquele que só tem uma oração e período composto aquele que tem duas ou mais orações Esse Foi visto na aula passada no período composto as orações podem simplesmente se juntar de forma linear ou podem esquecer subordinar umas das outras então o que que acontece no período composto Você tem dois tipos você vai ter dois tipos básicos de período composto é aquele tipo em que as muitas das duas duas muitas orações do período elas vão é se juntar a de forma a linear elas vão apenas se coordenar umas
as outras elas vão simplesmente se Justa por umas às outras é como se uma oração simplesmente Se colocasse na frente da outra e se juntasse a ela a de forma automática não havendo nenhuma relação de subordinação no exame não havia nenhuma relação à de vertical entre as orações nenhuma nenhuma relação de subordinação vertical entre as orações Esse é o que a gente chama de período composto por coordenação onde as orações se coordenam umas com as outras mas nós temos outra hipótese né No primeiro caso temos um período composto por quê e são e no segundo
caso um período composto por subordinação período também pode ser misto conteúdo orações coordenadas e subordinadas vamos entender então quando você tem a um período composto por coordenação onde as orações simplesmente se justapõem umas as outras a gente chama essas orações que compõem o período a gente chama de orações coordenadas agora quando você tem um período Composto por subordinação aquele em que algumas orações se juntam as primeiras numa relação de subordinação entre elas seja a gente diz que essas orações são chamadas de orações subordinadas você vai ter uma oração principal e vai ter várias uma ou
várias orações subordinadas e você ainda tem a hipótese de possuir períodos que estão com pós uma das duas formas períodos que contém orações justapostas e orações subordinadas Esses são Chamados períodos mistos que é comum se chamar de período composto por subordinação e coordenação ao mesmo tempo né aprofundando nos conceitos a coordenação também pode ser chamada de para táxi EA subordinação de hipotaxe do processo de combinação de orações existe uma classe de palavras de grande importância são as conjunções que normalmente ligam uma oração a outra e agora vamos lembrar aqui que na aula Passada nós já
falamos de conjunção no passado nos falamos basicamente de uma conjunção que é e e e quando nós falamos dela me lembro bem de que nós falamos que a conjunção aí ela aparecia por exemplo no campo do sujeito composto ou no âmbito de um objeto direto de um objeto indireto que tivesse mais de um número qualquer termo que tivesse mais de um núcleo EA conjunção e aparecer se unindo esses núcleos bem a as conjunções elas pertencem a um grupo de palavras em Português são chamadas de conectivos por quê que elas são chamadas de conectivos o que
a função que essas palavras exercem dentro da língua é quase que exclusivamente a desligar termos ou a desligar orações bom na aula passada quando a gente viu a conjunção e fazendo ligação de termos dentro da oração e ela praticamente não tinha importância nenhuma é certo essa ligação que ela faz e em muitos casos é a presença dela Inclusive a dispensável a partir de Agora não a partir de agora no âmbito da coordenação e de subordinação a presença das funções vai ter um papel determinante e inclusive vai influenciar na nomenclatura das orações novamente fratura das diversas
orações que compõem o período e nós vamos falar que hoje rapidamente nós vamos dar uma rápida passada no assunto de conjunções basicamente para identificar algumas Construções para que vocês possam identificar essas palavras e saber do que se trata mas eu aconselho que aqueles que quiserem se aprofundar um pouco mais no tema conjunção que como eu já falei ontem eu disse o pênis conteúdo eu aconselho que procure a consultar a gramática que está presente no material lembre-se que eu falei para vocês eu falei para vocês já na primeira aula que a gramática que foi disponibilizada na
plataforma ela é uma Material de estudo fundamental para quem quiser ter um desempenho melhor nessa disciplina e até para outros aspectos para concursos públicos para vestibulares para outras coisas que você esteja pensando em fazer vocês sabem que língua portuguesa é fundamental em tudo que você vai fazer Tá certo então a não deixe vejam bem não deixem de consultar a gramática regularmente tá certo é o material de estudo fundamental para nós aqui Ah ah ah [Música] e as orações coordenadas podem se unir com ou sem o auxílio de conjunções Roberto Você pode ter orações coordenadas que
se unem com ou sem com fortes quando não há conjunção elas são chamadas de coordenadas assindéticas e quando a conjunção elas são chamadas de coordenadas Sindéticas porque esse nome é assindética e sindética porque a palavra vem do grego syndeton que significa justamente conjunção a palavra significa conectivo conjunção o bebê então a essa essa denominação é dada por conta do grego Cida porque vai trazer trazido para o português por empréstimo para gerar orações coordenadas assindéticas sem conjunção e e sintéticas com conjunção E as conjunções coordenativas Jorge o que é conjunção coordenativa são aquelas conjunções que formam
orações o ordenadas sempre flui no sentido da oração que introduziu já a subordinativa algumas vezes influi outras não existe uma outra classe de palavras que une orações são os pronomes relativos e introduzem as orações adjetivas Nós também iremos falar sobre os pronomes Relativos no âmbito dessa aula é no âmbito desse desse assunto de período composto por subordinação orações coordenadas mas antes de falarmos das orações coordenadas eu já vou passar para vocês a primeira senha para vocês responderem a chamada da aula de hoje e a primeira e essa atenção papel e caneta na mão aí se
você for um homem escreva o nome de um animal se for uma mulher Escreva o nome de uma fruta simples vai lá na plataforma no local Zinho destinado a responder à chamada e você é homem escreve lá o nome de um animal qualquer animal que você quiser se você é mulher vai lá e escreve o nome de uma fruta qualquer fruta que você desejar também bom ah tá dado a a senha Espero que tenha anotado vamos dar prosseguimento às orações coordenadas são orações que não possuem vínculo de subordinação sintática entre si olha Vejam bem Fiquem
tranquilos porque esses conceitos quando a gente passa por um conceito com esse vínculo de coordenação e de subordinação sintática lógica e eu falo às vezes um pouco rápido mas esse conceitos vai ser explicado mais à frente eu sempre falo mais rápido tendo conselho vai ser explicado mais adiante Se ele não fosse explicado adiante eu vi de tenho para falar sobre o conceito aqui tá certo então vamos prosseguir a essas orações as coordenadas aquelas que Não possuem vínculo de coordenação sintática e dividem-se em coordenadas assindéticas não Unidos por preposição e coordenadas sindéticas que são unidos por
preposição e as coordenadas sindéticas se classificam em aditivas adversativas alternativas conclusivas e explicativas de acordo com a conjunção que as introduza Jorge e as a cinética se classificam Como não se classificam em nada sempre que você tiver uma oração Coordenada assindética e for compelido a classificar aquela oração você vai dizer simplesmente oração coordenada assindética ela não tem nenhum nome depois do a cinética assindéticas sim possuem nomes específicos de acordo com as conjunções Então as orações coordenadas sindéticas vão poder ser aditivas adversativas alternativas conclusivas e explicativas de acordo com a conjunção que as introduza algumas conjunções
de cada Tipo vamos conhecer eu tô Então olha só conjunções aditivas que que funciona como um conjunto de ti e nem não só mais também e assim por diante tem uma longa relação de coordenações aditivo de disso de conjunções aditivas deve as conjunções adversativas mas porém todavia contudo entretanto e uma outra uma longa relação de outras conjunções adversativas também né as conclusivas são logo portanto Pois então etc as alternativas Ou Ora ora quer quer e as explicativas porque pois que e etc nós vamos ver isso nós vamos ver essas conexões na prática eu tô enumerando
aqui eu tô fazendo uma relação das conjunções para vocês apenas para que vocês aprendam aí os cascos dos olhos nós vamos mostrar na prática porque que essas conjunções tem esse nome porque que ela recebe essa nomenclatura e também porque que ela não elas dão o nome que elas têm a oração que elas introduza certo vamos Prosseguindo e as orações em espécie vejam algumas orações coordenadas assindéticas antes da gente vê as nossas ideias vamos falar aqui a da Fórmula Mágica que nos permite identificar a oração levo da aula passada aula passada é fundamental em todos os
aspectos tá e o que é que nós falamos na aula passada quando nós fizemos a diferenciação entre frase oração e Período nós descemos que você tem várias possibilidades a de construírem em qualquer língua mas a Manu nosso Brasil Mais especificamente no português e consumo de construir enunciado de sentido completo tá você pode fazer isso a com uma simples palavra ou conjunto de palavras e existe uma diferença fundamental Entre esses enunciados se ele não possui um verbo ele é uma frase mas ele não é oração se ele possui o verbo ele é frase também mas além
de Frase ele é uma oração então a gente já envia identificou que para ser uma oração a condição fundamental do enunciado é possuir um verbo E aí a gente vai o que muitas vezes um simples verbo basta um verbo para construir uma oração tá principalmente com nós estamos lidando com orações coordenadas e subordinadas e a gente vai ver isso agora na sequência do conteúdo vejamos algumas orações coordenadas Assindéticas olha só os umbandistas criei cultuam oferenda não recebem e amo não tenho me tá quero saber por minha conta olha só nós temos a primeira oração os
umbandistas creem quer ver óleo verba Mas além de crer ele escutou olha aqui uma oração formada exclusivamente por inverno conferendo também formado exclusivamente por inverno recebem também formado exclusivamente Eu amo formado exclusivamente por Iveco Jorge cadê o sujeito dessa oração Alguém já perguntou aí alguém já perguntou se tiver perguntado muito bem porque eu mando as coisas que nós falamos também inclusive nas duas aulas anteriores que vocês vão se lembrar disso nas duas salas anteriores nós fizemos esse comentário falando que o sujeito é um termo essencial da oração aí eu estou apresentando para vocês aqui há
várias orações que são formadas apenas por um Verbo e parabéns aquele que se perguntou e cadê o sujeito tá certíssima pergunta é altamente coerente vou mostrar ele para vocês agora a gente está ligando aqui com o tipo de sujeito que nós não falamos lá durante a classificação dos sujeitos mas que é uma realidade em português também que se chama o sujeito elíptico e pronto complicado tava tava tudo indo muito bem você já vê complicar nossa Vida não têm complicação nenhuma gente E aí elipse é uma figura de linguagem existentes em português na verdade a gente
diz que ela é uma figura de sintaxe porque ela simplesmente consiste em você ocultar em você suprimir na oração um determinado termo que já tenha sido Expresso anteriormente então quando eu disse os umbandistas criei vocês entendam os umbandistas creem os umbandistas cultuam os umbandistas Oferendas são os humanistas recebem os umbandistas amam então sujeito dessas quatro orações aqui vai ser o mesmo sujeito da oração anterior os umbandistas ele apenas está elíptico ele foi suprimido por que que ele foi suprimido por que ele já tinha sido Expresso anteriormente e aqui e eles vão observar que essas orações
ela simplesmente se juntam umas as outras a gente coloca uma vírgula e coloca oração seguinte Outras, a oração seguinte mais uma, a oração seguinte outra, a oração seguir Tá certo não existe nenhuma conjunção ligando essas orações se não existe conjunção não relação por ordenados e são assindéticas em outro caso já mudou um pouco esse caso aqui ó os pretos velhos orientam Oi, caboclos curam, hechos executá-lo E aqui mais uma vez a três orações da de cima eu tinha cinco aqui eu tenho só três elas estão justapostas entre si não existe conjunção ligando as três orações
portanto elas são coordenadas entre si e são assindéticas por causa da ausência de conjunção e aqui nesse exemplo Diferentemente do que acontecia no exemplo de cima você tem três o jeito diferente aqui o sujeito vai ser pretos velhos aqui o sujeito vai ser caboclos e Aqui o sujeito vai ser hechos perceberam bom Essas são as coordenadas assindéticas vamos passar agora para as coordenadas sindéticas Olha só Observe e a fé anima o homem e o conecta com Deus eu quero só que vocês perceber um detalhe bem pequenininho olha só a fé anima o homem e a
fé o conecta com Deus Afe anima um homem e a fé conecta o homem com Deus Vocês vão perceber que eu juntei essas duas orações eu justapos essas duas orações Tá mas na hora de juntá-las eu usei uma conexão eu usei um conectivo uma conjunção tá bem né e o qual foi o papel que essa conjunção exerceu dentro dessa dessa junção de orações o papel dela foi de fazer o seguinte dizer que a fé além de animar o homem ela também o conecta com Deus então ela acrescentou ela acrescentou mais uma coisa que a fé
faz ao homem a além da Fé animar ela Conecta com Deus se ela acrescentou ela adicionou uma ideia ela é uma conjunção aditiva aí a gente vai classificar isso aqui como sempre oração coordenada e oração coordenada sindética aditiva a classificação e essa oração Observe que a classificação vai recair sempre sobre a oração que está precedida da conjunção Isso vai valer para todas as orações a primeira oração como é que eu classifico a primeira oração simplesmente oração coordenada como é que eu classifico A segunda oração oração ordenada sindética aditiva porque por causa da presença da conjunção
e a teoria está toda a água daqui para frente é só ver o papel semântico da conjunção Jorge Que diabo Que é semântica todas as vezes que eu usar o vocábulo semântico eu estou me referindo ao significado a ideia por trás do contexto o significado de semântica significa significação então Agora resta a gente ver exatamente qual é que é a carga semântica que a conjunção carrega para poder classificar a oração que ela entra duas Então olha só confia em Deus oração coordenada mas Faça a sua parte E olha a conjunção aqui ó mas Confie em
Deus e Faça a sua parte Olha o qual é a ideia Qual é a ideia que essa conjunção aqui entrou é uma conjunção de adversidade Qual é a diversidade presente aqui ela tá dizendo para você o seguinte olha confia em Deus é Mas confia em Deus não é o o suficiente além de confiar em Deus faça a sua parte Ela traz a a ideia absoluta de confia em Deus ela acrescenta uma Diversidade mas Faça a sua parte então oração coordenada sindética adversativa vamos para a próxima o ou você confia ou deixa de pedir ajuda a
gente essa daqui é Clara demais né Ou isso ou aquilo o que que a conjunção ou introduz para gente ideia de alternativa então ovo desculpem ou você confia ou deixa de pedir ajuda oração coordenada sindética alternativa oração Coordenada sindética alternativa Tá certo a ideia de alternância Ou isso ou aquilo tá e ele fez sua parte portanto a consciência está limpa gente a conjunção portanto Qual é que ela qual é a ideia que ela traz para gente a mesma ideia que é trazida pela conjunção logo que é de conclusão se a gente pode perfeitamente substituir olha
só ele fez sua parte portanto a consciência está limpa ele fez o a parte logo a Consciência está limpa é a mesma coisa então olha só eu tenho oração coordenada e tenho oração coordenada sindética conclusiva a e não tenha pressa porque tudo vem no tempo certo e a conjunção porque aqui tem um Claro valor explicativo eu digo para pessoa não tenha pressa a e quer introduzir uma explicação do motivo da o motivo pelo qual a Explicação pela qual não é para pessoa até pressa qual que é essa explicação tudo bem no tempo certo então porque
ele claramente introduz uma explicação bom o problema é que com as orações explicativas acontece a vamos dizer assim um probleminha Elas costumam se confundir com as orações subordinadas adverbiais causais Em ambos os casos tanto Nas orações coordenadas explicativas quanto nas orações subordinadas adverbiais Causais vai existir uma relação de causa e efeito né Só que essa relação de causa e efeito está invertida a a causa e o efeito estão invertidos em AM ah ah ah os casos a gente vai falar mais detalhadamente sobre isso lá na frente aqui eu só estou dando uma uma um adiantamento
do problema que de repente quando a gente olha para oração explicativa parece que é extremamente simples e na verdade não é tão simples assim ela é uma oração que guarda em si A um problema que vai pipocar que vai surgir mais adianta certo futebol vamos prosseguir Então as orações em espécie Ah não desculpa gente viu as orações subordinadas já falamos portanto aqui a das orações coordenadas tá então é de orações coordenadas nos praticamente temos a vocês toda a teoria e agora nós vamos falar nós vamos entrar no universo agora bem mais complexo bem mais difícil
dá Certo agora atenção concentrada porque o universo agora é bem mais difícil tá a as explicações iniciais que serão dadas aqui Elas serão fundamentais para o entendimento do conteúdo então prestem muita atenção pessoal vamos lá lá e as orações subordinadas um período é chamado composto por subordinação quando existe dependência sintática entre as orações que o compõem Dependência sintática ocorre quando uma oração completa sintaticamente a outra introduzido termo que falta a oração anterior o vínculo que se estabelece entre as duas orações faz o quê uma se chama oração principal e a outra orações subam oração subordinada
existem orações subordinadas substantivas adjetivas e adverbiais a classificação está relacionada ao tipo De função e para lhe dizer de função sintática desempenhada pela oração a substantivas desempenham funções um jeito objeto direto objeto indireto complemento nominal predicativo agente da passiva e aposto as adjetivas exerce função de adjunto adnominal e adverbial exerce a função de adjunto adverbial E aí Tá bom eu acho que já deu para perceber que a coisa se complicou um pouco aqui Né Nós vamos voltar na explicação e eu vou demonstrar para vocês agora eu vou explicar para vocês cada um daqueles conceitos que
foi passado lá no slide anterior Vejam Só e vamos passo a passo um período é chamado composto por subordinação quando existe uma dependência sintática entre as orações que o compõem bom Jorge vamos lá dependência se dá pode começar implicar vejo só vamos entender um conceito muito Importante para o conceito de independência sintática quando que uma oração possui aquele que a gente poderia chamar de independência sintática vamos lembrar da aula anterior uma oração possui termos essenciais na verdade Quais são os termos essenciais esqueçam provisoriamente da oração da chamada oração sem sujeito como pensar aqui nos termos
essenciais quais são eles sujeito e o predicado Bom então a gente pode começar a dizer que uma oração Ela é sintaticamente independente quando ela tem um sujeito eo predicado mas basta isso não não basta isso porque nós já sabemos que todo predicado precisa ter necessariamente com verbo esse verbo pode ser transitivo pode ser transitivo direto pode ser transitivo indireto ou pode ser de ligação tá certo então entendo se uma oração possui Sujeito e predicado mas o predicado Dessa Oração é formado por um verbo transitivo direto para ela ter independência sintática ela tem que ter nesse
predicado um objeto direto e é o complemento daquele verbo então se eu digo e vamos dizer eu comprei um livro tá sujeito sou eu o predicado é comprei um livro muito bem o grampo comprar é um verbo transitivo direto pede um objeto Direto qual que é objeto direto desse verbo um livro Essa oração tá completa assim ela tá sintaticamente ela é uma oração totalmente independente Eu disse isso eu não preciso dizer mais nada tá acontece que muitas vezes e nós construímos uma oração e vamos pegar pouco caso do sujeito por exemplo nós conseguimos uma oração
e naquela oração nós não colocamos o sujeito como termo da oração A gente deixa para colocar o sujeito numa oração posterior e essa oração posterior ela vai desempenhar uma função sintática de sujeito da oração anterior que é a principal em relação a ela Então aí se estabelece uma relação de subordinação a gente disse que aquela primeira oração que é oração principal ela é principal mas ela não tem Independência sintática ela só vai adquirir a sua independência sintática em conjunto com aquela que Está subordinada à ela primeiro que a gente quer dizer com essa ideia de
independência sintática É isso aí então é uma oração não tem Independência sintática quando falta a ela um dos termos que são essenciais para a que ela esteja completa Tá certo então Vamos retomar os conceitos aqui Independência sintática ocorre quando uma oração completa sintaticamente a outra que é o que nós acabamos de dizer Olha só introduzindo um termo que falta a oração anterior o vínculo que se estabelece entre as duas orações faz com que o meu se chama oração principal EA outra se chama oração subordinada e existem orações subordinadas substantivas adjetivas e adverbiais bom Aqui Nós
entramos no outro terreno que é bastante pantalons vamos entender o seguinte a Nós vimos lá quando nós palavras dos termos da oração que nós temos termos essenciais termos integrantes e termos acessórios tudo bem e o termo essencial ele não pode faltar na oração se ele faltar a oração deixa de ter a sua independência sintática Você vai precisar de uma outra oração para completar aquele e o termo integrante também que que são termos integrantes objeto direto objeto indireto a predicativo do sujeito Complemento nominal a e agente da passiva certo Esses são os termos integrantes da oração
que não podem faltar se um desses termos faltar a oração não tem Independência sintática Então veja só nós vamos ter um problema de dependência sintática sempre que na oração principal faltar ou termo essencial ou um termo integrante certo um desses dois a oração principal não tem Independência sintática mas Percebam o seguinte e pode acontecer inúmeras vezes acontece que nós tenhamos uma oração que possui Total Independência sintática ou seja ela postou o sujeito e o predicado a com todos os requisitos preenchidos é mas aí a gente junta a ela a gente subordinada à ela uma outra
oração que vai introduzir não termo essencial um termo integrante mas vai introduzir um termo acessório Tá E é aí que entram as chamadas orações a adjetivas e orações subordi verbais da terra além também de uma das orações substantivas que é a chamada oração substantiva apositiva porque nós sabemos que o aposto também é a um termo acessório Tá certo é basicamente as orações adjetivas e as orações adverbiais e mais a oração subordinada substantiva apositiva O que são orações que introduzem termos acessórios e ainda sim são orações subordinadas a anterior para vocês tentarem entender a coisa é
e quando nós temos orações subordinadas substantivas a gente classifica como oração subordinada substantiva Todas aquelas que têm é introduzem termos que vão ter como núcleo um substantivo que termos são esses o sujeito objeto direto objeto indireto a O predicativo do sujeito ou complemento nominal e o aposto nós vamos chamar de oração subordinada adjetiva Todas aquelas orações que introduzem uma subordinada que tem função de adjunto adnominal gente porque porque o adjunto adnominal que nós estudamos em detalhes na aula passada ele é e sempre ou um adjetivo ou termo com valor Adjetivo um tema adjetivada por quê
Porque o adjunto adnominal ele é sempre um termo que se junta ao substantivo com valor adjetivo então entendam aquilo que as orações as chamadas orações subordinadas adjetivas introduzir é basicamente um adjunto adnominal da oração principal que não foi expressa na própria oração e as adverbiais as adverbiais introduzem adjuntos adverbiais que não foram expressos na oração principal então vejam só a no Caso das orações das orações adjetivas E no caso das orações adverbiais e mais do caso da oração apositiva a gente tem sim uma oração principal que possui é Independência sintática mas que subordina e ela
uma oração que tem o valor de um termo acessório certo é essa é a teoria da coisa toda como a gente vai esmiuçado agora para frente né E isso que eu acabei de dizer tá aqui ó existem orações subordinadas substantivas Adjetivas e adverbiais a classificação está relacionada ao tipo de função desempenhada pela oração a substantivas desempenham funções sujeito objeto direto objeto indireto complemento nominal predicativo agente da passiva e a posto as adjetivas exercem função de adjunto adnominal e adverbial ice de adjunto adverbial tá é isso e isso é o que eu acabei de explicar para
vocês perfeito vamos prosseguir a e os conectivos mais uma vez as Conjunções mas agora não somente as conjunções tá as orações subordinadas substantivas e adverbiais são introduzidas por conjunções Ah tá e nós vamos ter a chamadas conjunções integrantes que sempre introduzem orações substantivas a e conjunções adverbiais que vão sempre introduzir orações adverbiais a E aí e as conjunções substantivas mais comuns São que esse é mas ainda existem muitas outras que serão vistos oportunamente e as conjunções adverbiais mais comuns são quando é uma conjunção temporal por quê que é causa ao aqui vai aparecer aquele problema
que eu falei para vocês entre as explicativas é só os você que é condicional o como que é com formativa o com quanto que é concessiva o tanto quanto que é comparativa o tanto Que que é consecutiva o para que é final E à medida que que é proporcional embora a ngb Jorge que que é ele GB nomenclatura gramatical brasileira embora nomenclatura gramatical brasileira não contemplou também existem orações modais e de lugar e nós vamos falar sobre tudo isso que já as orações adjetivas são introduzidas por pronomes relativos dos quais os mais comuns o quê
Qual cujo quando e onde nós vamos vir tudo isso Aqui detalhado na prática e com exemplos w mostrar quando é que uma coisa é um pronome relativo quando é que é uma conjunção nós vamos ver tudo isso detalhado na prática Então tenha Calcutá as orações é esperto a substantivos Olha só com presta bastante atenção agora na explicação e os Búzios disseram que o orixá queria uma oferenda e presta atenção na primeira oração Eu tenho um sujeito dos Búzios e tem um Predicado que é disseram tá só que o verbo dizer o verbo dizer ele é
o verbo transitivo direto quem diz diz alguma coisa onde que tá nessa oração objeto direto dessa desse quer ele não está presente a oração termina aqui a oração principal termina aqui o objeto direto vai ser introduzido por uma outra oração o que que introduz Essa oração isso aqui ó isso aqui esse que Esse que é chamado de conjunção integrante esse que pode ter pode ser outras palavras ele pode ser como ele pode ser quanto ele pode ser quando a nós vamos ver vários casos semelhantes mostrando isso aqui mo com a presença de outros de outras
conjunções integrantes que não que tá tudo tem seu momento certo então Os muitos disseram disseram o quê o que o orixá queria uma oferenda vocês vão perceber que essa oração que o orixá Queria uma oferenda ela tem uma clara função de objeto direto da oração principal apenas ao invés de se objeto direto ser representado por um termo simples como acontecia na aula passada quando a gente estava falando de de orações apenas citar a oração aqui ele vai ser introduzido por uma outra oração que vai ser subordinada a primeira Então como é que a sua oração
se classifica ela se classifica como oração subordinada Substantiva e qual é a função que ela atende objeto direto não é oração subordinada substantiva objetiva direta Tá certo vamos ver a próxima oração a entidade a convenceu de que ela necessitava de ajuda analisar calmamente Essa oração aqui o sujeito dela a entidade o predicado a convenceu a me convenceu ela né esse aqui é um pronome oblíquo átono mede terceira Pessoa então a entidade convenceu ela tá o que acontece o verbo cometer é um dos verbos da Língua Portuguesa que necessita que a gente chamava antigamente de bitransitivo
depois Surgiu uma corrente de gramáticos aí que não tinha nada que fazer será que não existia mais verbo bitransitivo que o verbo tem que ser chamado de transitivo direto e indireto ao mesmo tempo eu continue chamando de bitransitivo normalmente porque a ideia é a mesma tá Então veja só existem alguns verbos que estão transitivos diretos e indiretos ao mesmo tempo ou bitransitivos tá que precisam dos dois complementos preciso de um objeto direto e objeto indireto porque quem convence convence alguém objeto direto tá aqui convenceu ela de alguma coisa objeto indireto convencer alguém objeto direto de
alguma o objeto indireto A Entidade a convenceu o objeto direto tá aqui nessa oração não não está ele Tá aonde a Convenceu de que a Jorge mas não é só o que não porque o objeto indireto vai ser necessariamente sempre introduzido por uma preposição então ao invés de a identidade a convenceu o que a entidade a convenceu de que ela necessitava de ajuda essa segunda oração aqui vai ser uma oração subordinada substantiva objetiva indireta mesmo vamos pra próxima oração Ninguém tinha medo de que o trabalho terminasse tarde a gente pega a primeira oração vamos lá
ninguém tinha medo sujeito dessa oração quentinha ninguém então sujeito ninguém predicado Dessa Oração tinha medo tá predicado verbal verbo ter um verbo de ação Tá certo a ele é Também quem tem tem alguma coisa ele é um verbo transitivo direto e objeto direto dele é medo Então calma Jorge pera aí eu tenho um sujeito de um Verbo transitivo direto e tem um objeto direto Essa oração tem Independência sintática acontece que se você olhar para o substantivo medo e você vai perceber que quem tem medo tem medo de alguma coisa esse é um daqueles substantivos que
precisam de complemento quando o substantivo precisam de complemento o nome de o complemento dele chama como chama complemento nominal Então eu tenho aqui olha de que o trabalho terminasse tarde oração subordinada substantiva completiva nominal que está exercendo o papel de complemento nominal do substantivo medo é do objeto direto da oração anterior perceberam e olha só o grande sentido da vida é que sejamos felizes Oi gente e quem é o grande sentido da vida tá Certo o grande sentido da vida é essa é a primeira oração você olha para ela e percebe que você tem um
sujeito aqui e o verbo de ligação a hora aqui vai formar um predicado nominal não é verdade se eu tenho um sujeito e o verbo de ligação O que que tá faltando nessa oração para ela ter independência sintática tá faltando um predicativo do sujeito não é então nós Vamos ter o grande sentido da vida é quer sejamos felizes oração subordinada substantiva predicativa porque ela vai exercer a função de predicativo do sujeito da oração anterior Tá certo bem é um pouco mais complexo é pessoal mas também não é bicho de sete cabeça e eu acho que
vocês estão percebendo isso né bom é necessário que estudemos muito a umbanda Olha isso aqui agora a gente Olha só não é necessário Eu tenho um verbo de ligação tenho um adjetivo depois desse verbo de ligação adjetivo necessário fica claro para mim que isso aqui é um predicado nominal e que eu tenho aqui o verbo de ligação verbo ser é na forma da sua terceira pessoa do singular é tem um adjetivo que claramente formam predicativo predicativo do sujeito Tá mas eu não tenho nessa oração aqui um Sujeito dela E cadê o sujeito que isto temos
muito a umbanda É a lógica que é Dias podemos muito a umbanda é necessário essa oração aqui exerce a função de sujeito da primeira então oração subordinada substantiva subjetiva primeiro bom é isso aqui ó e esse foi o seu grande erro é uma Oração principal que não se concentrasse no trabalho gente e vamos olhar para essa oração principal e eu tenho Qual foi quem foi esse nós temos então um sujeito esse e foi verbo de ligação seu grande erro o predicativo do sujeito nós temos uma oração de sentido completo Sim nós temos uma oração de
sentido completo Tá certo coração precisaria de mais alguma coisa Não ela tá completa sintaticamente ela tá completa Eu olho pra pessoa e digo esse foi seu grande erro é só que aí se eu quiser e veja bem a palavra erro não é um daqueles substantivos transitivos que precisa necessariamente de complemento Tá certo então você digo para você se nós estamos dentro de um contexto eu digo para você olha esse foi o seu grande erro Você sabe que eu tô falando e erro aqui não precisa de complemento Ah tá Mas logo depois eu coloco: e digo
assim e aí eu vou especificar Qual foi o erro e aqui eu não estou complementando o sentido da palavra erro não eu tô especificando eu tô trazendo uma explicação de qual foi o que não se concentrasse no trabalho hora Qual é o termo que é totalmente dispensável na oração mas que introduz uma explicação daquilo que tá se falando um adendo aquele que tá falando é o apóstolo é então oração subordinada substantiva a Positiva gente lembra do afosto lá na cidade da oração e uma característica que marcava o apóstolo né ele sempre aparecia separado por, ou
é entre vírgulas um separado por, no final da oração ou no começo da oração certo é e aqui ele também vai ter uma marca e vai ter um traço distintivo que traz é esse a presença dos dois pontos a oração subordinada substantiva apositiva vai ser sempre introduzido por um dos pontos Certo o trabalho foi feito por que estava na reunião gente o trabalho foi feito eu tenho aqui uma oração tá trabalho foi feito oração principal eu tenho aqui quem foi feito o trabalho eu tenho um sujeito logo em seguida eu tenho uma locução verbal tá
que está a passe Wando Essa oração que que eu tô querendo dizer com a passiva esse sujeito aqui ele não praticou a ação nenhuma pelo contrário ele recebeu essa ação ele é sujeito Paciente portanto essa orar já está na voz passiva se eu tenho um sujeito tenho um predicado de uma oração na voz passiva tá faltando alguma coisa aqui tá tá faltando um agente da passiva quem foi que fez o trabalho quem estava na reunião então o trabalho foi feito primeiro oração oração principal porque estava na reunião oração subordinada substantiva agente da passiva observa que
aqui mudou uma coisa aqui a conjunção integrante já Não foi mais o que a conjunção integrante já passou a ser o quem e também pode ser quem a conjunção integrante não há nenhum problema nisso tá certo vó vamos agora então é fazer aqui um pequeno balanço tá já fizemos uma demonstração de todas as orações subordinadas substantivas em casa demos a explicação de todos as substantivas é como eu falei para vocês é mais difícil do que as coordenadas se É um pouco mais complexo não peço coordenados mais gente É só uma questão a de compreensão de
trem rapidamente você pega o jeito não é bicho de sete cabeça como eu falei para vocês vamos prosseguir aqui e as orações e espécie as adjetivas mas antes de falarmos dessa adjetivas eu já vou passar para vocês é a segunda senha para você responderem a chamada da aula de hoje a segunda a senha a seguinte a E se você for homem me diga quantas letras tem o nome do animal que você escolheu lembra E se for uma mulher diga quantas letras tem o nome da fruta não é para botar por extenso não eu quero o
número lá mesmo da escreve o número de letra lá barba contei lá o nome do animal tem sete letras vai lá e escreve o número 7 basta isso então, número 7 pronto Essa é a segunda série mesma coisa as mulheres aí a fruta que eu escolhi ela tem sete Letras também vai lá e coloca o número sete na área destinada a responder a presença na plataforma é essa é a segunda a senha da aula de hoje vamos então dar prosseguimento às Orações em espécie adjetivas Olha só o homem que dirigia a reunião pediu silêncio Oi
gente e vamos observar uma coisa e o homem pediu silêncio essa daqui ó o homem pediu silêncio é a oração principal e hoje mas ela tá Quebrada Sim essa é uma característica muito extremamente presente nas orações adjetivas elas normalmente aparecem intercaladas dentro da oração principal E por quê que isso acontece isso acontece porque elas exercem função de um adjunto adnominal adjunto adnominal do sujeito tá sempre colado no sujeito foi isso que aconteceu aqui ela exerce a função de um adjunto adnominal do sujeito e o homem Pediu Silêncio Quem é o sujeito que impediu o homem
sujeito é ele não é isso aqui vai ser um adjunto adnominal desse sujeito o homem que dirigia a reunião é o homem dirigente da reunião o percebe se eu dissesse assim o homem dirigente da reunião pediu silêncio passava a ter uma oração só apenas uma Tá perigo Alex seria o sujeito dessa oração o homem dirigente da reunião qual que seria o núcleo desse sujeito homem quais seriam os adjuntos adnominais Ou e dirigente da reunião o que que eu fiz aqui eu peguei esse termo dirigente da reunião e troquei ao invés de usar um termo nominal
ao invés de usar um sintagma nominal eu usei um sintagma verbal construir uma oração inteiro então o homem que dirigia a reunião pediu silêncio esse que aqui vão lembrar sempre disso esse que aqui ele não é uma conjunção integrante é aquele que a gente chama de pronome relativo bom Jorge como é que eu vou saber que ele é Pronome relativo e não é conjunção integrante Gente o que quando o pronome relativo Ele sempre vai poder ser substituído pelo pronome qual sem alteração no sentido a conjunção integrante não vai poder então se eu falo o homem
que dirigia a reunião pediu silêncio e se eu falo o homem o qual dirigiu a reunião pediu silêncio Existe alguma alteração básica no sentido nenhuma então o que que é pronome relativo sempre vai poder ser Substituído por o qual certo Olha só o Deus a quem cultuamos é o mesmo de todas as religiões Olha o Deus a quem cultuamos Esse é o mesmo de todas as religiões oração principal o Deus é o mesmo de todas as religiões e essa oração aqui está exercendo simplesmente a função de adjunto adnominal desse o Deus aqui o Deus a
quem cultuamos é a mesma coisa que o Deus Cultuado por nós serve bom a oração principal que é essa daqui Val eu não falei na primeira e oração principal que é essa daqui é a oração subordinada adjetiva restritiva Só faltou explicar esse dado aqui a segunda do mesmo jeito oração subordinadas a oração subordinada adjetiva restritiva eu vou explicar por que o restritiva tá gente subjetiva subordinada adjetiva ela é Restritiva quando ela restringe quando ela é um adjunto adnominal que restringe uma ideia tá certo o quê que é restringir uma ideia restringir uma ideia é especificar
é tornar aquela ideia mais específica Olha que que acontece na primeira aqui se eu falo o homem pediu silêncio esse homem que pediu silêncio pode ser qualquer um homem agora quando eu falo o homem que dirigia a reunião Ah tá eu restringe já não é mais qualquer um Homem é o homem que dirigia a reunião esse adjunto adnominal aqui ele tem a função de restringir essa ideia por isso ele ela se chama adjetiva restritiva a mesma coisa ó o Deus a quem cultuamos eu preciso de CS o Deus é o mesmo de todas as religiões
poderia ser qualquer Deus agora quando eu digo a quem cultuamos eu restringir já não é mais qual que é Deus e apenas aquele a quem cultuamos que é o mesmo de todas as religiões tá ó Aquele é o médio cujo Caboclo me orientou o pronome cujo cujo também é um pronome relativo tá a que aquela desculpa não é aquela não é aquele tá aquele é o médio cujo Caboclo e orientou na oração principal oração subordinada adjetiva restritiva e Aqui vai um pouquinho mais de de atenção Olha só olha eu digo Aquele é um médio e
eu já tenho uma oração de sentido completo cujo Caboclo meu orientador que está Restringindo a ideia desse médio aqui onde eu falar que ele é o médio e pode ser qualquer médio e agora quando eu falo aquele é o médico do Caboclo me orientou já não é mais qualquer um somente aquele cujo Caboclo me orientou o pronome cujo Olha bem o pronome cujo ele traz sempre uma relação de posse né entre o termo nominal e o seu adjunto adnominal então aquele é o médio o caboclo daquele médio e orientou Tá ideia se dão aquele ao
médio cujo acabou que me orientou mais uma vez Essa oração aqui restringe o sentido da palavra médica e na prática praticamente todas Eu particularmente não conheço nenhum exemplo de oração adjetiva introduzida pelo corpo pronome cujo que não seja restritiva normalmente toda adjetivo introduzida por cujo vai ser restritiva a o muro o vermelho É a casa onde trabalhamos e olha só aquele muro vermelho é a casa onde trabalhamos eu posso dizer assim Aquele molho vermelho é a casa sentido tá completo onde trabalhamos oração subordinada adjetiva restritiva porque não é qualquer casa é aquela onde trabalhamos Jorge
mas espera aí onde onde Mas onde não é advérbio onde não é advérbio de lugar isso aí não é uma oração adverbial de lugar Não não é tá Por quê que eu digo para vocês que não é é o que eu posso substituir esse onde aqui o pau ela é a casa na qual trabalhamos ele vai continuar tendo uma ideia de lugar mas ele vai continuar tendo uma função claramente adjetiva restritiva da ideia de terra e agora vamos observar o seguinte o Eri que é muito alegre me contou aquele fato Oi olha só O William
me contou aquele fato oração principal que é muito alegre tá e deu não mais restringiu a ideia de ele deu apenas uma explicação a respeito daquele tem uma coisa é uma característica mais a gente poderia dizer que é uma característica mais da que ler e sem restringir a ideia a gente chama essa oração aqui tá porque porque todos os seres tão alegres aqui ele aqui tá sendo a Pode até ser usado num sentido Mais amplo né dizendo se referindo a todos os dias o Erê que é muito alegre todo ele Alegre me conta aquele fato
Essa oração aqui não mais restringe a ideia atrás apenas uma característica uma explicação a mais Então ela é chamada de oração subordinada adjetiva explicativa gente vai que eu sei que ela é adjetiva como é que eu sei que isso aqui é um pronome relativo o Erê o pau é alegre me Contou aquele fato Tá certo claramente é um pronome relativo claramente se trata de uma oração adjetiva característica muito muito muito muito importante todas as vezes que uma oração adjetiva flor explicativa ela virar necessariamente separada isolada por vírgulas se ela estiver intercalada o que acontece na
maioria das vezes ela estará entre vírgulas se ela tiver no no início ou no final da do período ela vai vir separada por uma Sofia tá certo E o palestrante da noite que é muito respeitado é meu amigo tá certo o palestrante da noite que é muito respeitado é meu amigo e o palestrante da noite é meu amigo oração principal or e esse aqui é muito respeitado aqui esse aqui ainda mais claramente do que o exemplo anterior demonstra que ele não está restringindo a ideia de palestrante ele tá apenas acrescentando a uma característica uma explicação
a mais a Respeito do palestrante então era a mesma coisa de eu dizer assim olha o respeitado palestrante da noite é meu amigo ao invés de usar esse respeitado depois eu venho aqui construiu uma oração palestrante da noite que é muito respeitado é meu amigo oração subordinada adjetiva desculpa não é restritiva e esse aqui tá errado tá errado Desconsidere oração subordinada adjetiva explicativa Olha só claramente entre vírgulas Tá Certo então por favor anota E aí depois se baixarem o slide podem fazer a correr e não é oração subordinada adjetiva restritiva e oração subordinada adjetiva explicativa
eventualmente acontecem erros assim tá certo gente presta atenção normalmente as orações adjetivas elas são as mais fáceis mas antes Primeiro só existem dois tipos isso aí já ajuda bastante segundo identificar o pronome relativo é muito fácil a troca por qual É uma manobra simplesmente fantástica que facilita demais então não existe dificuldade em reconhecer as orações subordinadas adjetivas agora nós vamos passar para um grupo que é um pouquinho mais complicado Tá certo as orações em espécie as adverbiais vamos lá a a razão sempre termina quando começa a violência olha para essa oração a razão sempre termina
eu perguntei e termina a razão eu tenho o sujeito Eu Tenho um predicado verbal sempre termina Eu tenho um verbo intransitivo verbo terminar e não precisa de complemento e eu tenho aqui um adjunto adverbial de frequência que é o sempre tá certo Bom Essa oração tem simples tá sintaticamente completa até Independência sintática tem mas o simples fato da oração está completa significa que ela não pode ter mais nada não não significa ela pode ter de usa Denominais ela pode ter juntos adverbiais e é o que aconteceu aqui a razão sempre termina quando começa a violência
Olha esse quando essa conjunção subordinativa adverbial é a classificação correta conjunção subordinativa e a conjunção subordinativa adverbial quando se introduz o quase sempre produz a orações subordinadas adverbiais temporais e é o que aconteceu Com essa daqui oração subordinada adverbial temporal Tá certo é só achamos o caminho é porque Deus nos Faria eu tenho oração principal só achamos o caminho vamos entender bom quem é e eu tenho um predicado verbal achamos o caminho tem uns Qual que é o sujeito dessa oração Olha a desinência do verbo aqui o almoço primeira pessoa do plural quem é o
sujeito dessa oração nós Nós sujeito desinencial né Nós só achamos o caminho sujeito nós predicado verbal só achamos do caminho verbo transitivo direto achar o caminho objeto direto e ainda tem aqui Um adjunto adverbial de exclusão os ó tá bom tá completo Tá mas eu ainda Posso acrescentar adjuntos adverbiais nós só achamos o caminho porque Deus nos orienta gente Relação de causa e efeito qual é a causa de nós achar músicas Deus nos orienta é a causa é Deus nos orientar por isso essa oração se chama oração subordinada adverbial causal relação de causa e efeito
na relação de causa e efeito a oração subordinada traz sempre a causa e na relação de causa e efeito a oração coordenada sindética explicativa vai trazer sempre o efeito se eu digo assim Olha Não grite e o que você acorda criança e olha só se você gritar você acorda a criança tem uma relação de causa e efeito tem gritar e acordar a criança só que nesse caso e eu quero que vocês observa em isso com bastante clareza vou mostrar de vou falar de novo Olha só Não grite porque você acorda a criança e eu tenho
uma relação de causa-efeito tem Gritar e acordar a criança o que que é causa em PDF e qual é a causa de acordar a criança você gritar Qual que é o efeito acordar a criança gritar é causa acordar a criança é feito então se eu digo Não grite porque você acorda a criança o que tá depois do porque a oração que tá depois do porque ela não tá trazendo a causa ela tá trazendo o efeito a causa está na quitado Então se ela Traz o efeito ela nunca vai ser oração subordinada adverbial causal ela vai
ser oração coordenada sindética explicativa Essa é a teoria por trás da diferenciação entre as orações coordenadas sindéticas explicativas e as orações subordinadas adverbiais causais Tá certo a E você só irá a reunião E se eu for também daqui algo muito fácil né Essa daqui é muito fácil eu tô colocando o que uma condição para você ir à reunião Oração subordinada adverbial o que condicional os e introduz condição é faça as suas orações como eu ensinei e faça você sujeito é você verbo no imperativo no modo imperativo né faça você né sujeito desinencial você duas orações
faça verbo fazer transitivo direto faça o que suas orações objeto direto oração com Total Independência sintática mais eu Posso acrescentar o adjunto adverbial Qual foi o adjunto adverbial que eu acrescentei aqui como Eu ensinei a Jorge já sei oração subordinada adverbial modal não oração subordinada adverbial conformativa pô João Espera aí você tá brincando Eu também acho Eu também acho mas não sou eu que decido isso só um gramado é A nomenclatura gramatical brasileira tá certo aí então são para ler o raciocínio por trás disso raciocínio por trás disso é o seguinte é que a faça
as suas orações como eu falei é a mesma coisa e faça as suas orações Conforme eu te ensinei de conformidade com o que eu te ensine o problema é que fazer de conformidade com alguma coisa odeia conformidade com alguma coisa nesse sentido amplo é um modo de se fazer alguma coisa para o Óbvio De que modo você fez de conformidade com aquilo um toque segundo os Gramados e segundo A nomenclatura gramatical brasileira Essa oração aqui não é uma oração subordinada adverbial modal ela é uma oração subordinada adverbial conforma ativo Então ela é com forma ativa
e nós temos que aceitar que ela é tão formativa e temos que defender que ela é com formativa por e não se discute mais isso até vamos lá né a ela foi muito Valente embora estivesse só e indefesa gente aqui uma das orações mais fáceis de ser identificada também A conjunção subordinativa adverbial embora tá a assim como apesar de a pé embora é a o que apesar de ir embora aqui é a mesma coisa de apesar de ela foi muito Valente embora estivesse só indefesas apesar de estar só em defesa tá faz uma concessão faz
uma concessão Qual é a concessão que é feita que olha a embora ela estivesse só e indefesa ela conseguiu ser muito Valente então Oração subordinada adverbial concessiva certo a umbanda é tão legítima quanto qualquer outra religião olha só bom então quanto isso aqui introduz o que uma comparação tá a oração subordinada adverbial comparativa e poderia ser como poderia a umbanda é legítima como qualquer outra religião esse como estaria fazendo uma comparação e ela continuaria sendo oração Subordinada adverbial comparativa Tá certo e os membros do grupo comeram tanto que passaram Mal olha só o tanto que
comeu tanto que passou mal essa oração aqui que passaram mal introduz uma ideia De que De qual sequência eu não fato de eles terem comido tanto da oração principal e essa daqui é oração subordinada adverbial se introduz consequência é Consecutiva certo as adverbiais também não são tão difíceis assim né gente ó e os médicos chegaram cedo para que o trabalho não se atrasar e os médicos chegaram cedo a fim de que qual foi a finalidade dos médicos chegaram do trabalho não se atrasar claramente ela vai ser classificada como oração subordinada adverbial final tá tornamos melhores
À medida que evoluímos a à medida que introduz uma ideia de proporção à medida que a proporção que então oração subordinada adverbial proporcional né oi olha só e agora vem a O Pulo do Gato o homem foi para o trabalho sem que se preparar não dá para dizer que essa oração aqui é com formativa Não Dá Mais na verdade Agora ela não tem mais com você com formativa porque ele não foi para o trabalho conforme nada ele foi sem que se preparar só um modo como ele foi para o trabalho sem que se preparar claramente
oração subordinada adverbial modal tá certo ah e eu aqui tem um exemplo fique também não posta na nomenclatura gramatical brasileira lá da onde houver um atabaque batendo lá estarei eu e tem vários exemplos aqui tá é vários Exemplos aqui de orações na música inclusive vou mostrar dois para vocês né jogar oração subordinada adverbial de lugar que a gente poderia chamar de Locativa também né a oração principal lá estarei eu estarei lá e onde houver uma tabaco batendo oração subordinada adverbial de lugar isso aqui trouxe inclusive um caso muito importante que precisava de ter sido dito
para vocês quase que por lá se eu deixei de dizer que é o que as orações a a oração Principal não precisa estar em primeiro lugar ela pode estar em qualquer local no período ela pode estar no início no meio ou no fim do período Tá certo a principal pode estar no início e aí eu não fico período aqui vocês estão vendo a subordinada e em primeiro lugar subordinada adverbial de lugar né Tem uma música da Roberta Miranda e aqueles que estão na minha geração deve conhecer a a música muito ela diz assim longe dos
olhos e perto do meu coração Onde você estiver com você estarei estarei com você onde você estiver também claramente oração subordinada adverbial de lugar né os homens devem conhecer muito bem o hino do Grêmio né até a pé nós iremos para o que der e vier mas o certo é que nós estaremos com o Grêmio onde o Grêmio estiver onde o Grêmio estiver claramente oração subordinada adverbial de lugar então O que explica a oração existe sim e quer queiram quer não a oração Subordinada adverbial de lugar existe sim nós acabamos de provar que que ela
existe está certo não chegamos então no caso das orações reduzidas as orações reduzidas que são a último último tema que nós vamos ver na aula de hoje né E também vai exigir agora um pouquinho mais de concentração de vocês nós estamos tendo A aula anterior e essa aula tem sido duas aulas muito grandes a mas é necessário que esteja sim porque a E a disciplina exige na ia a temática que nós trabalhamos é de grande complexidade né orações reduzidas sobre os oração reduzida a toda oração cujo núcleo seja uma forma nominal do verbo gente forma
nominal o óleo uma coisa nova o quê que é uma forma nominal pessoal a infinitivo particípio e gerúndio eu não se depende mais de explicações vamos pegar um verbo qualquer o verbo andar por exemplo tá Infinitivo do verbo andar andar o particípio do verbo andar andado gerúndio do verbo andar andar pro Essas são chamadas as formas nominais infinitivo particípio gerúndio né as formas nominais o infinitivo particípio gerúndio considere-se o verbo cantar tem outro aqui se o infinitivo é cantar se eu participo é cantado o seu gerúndio é plantando o infinitivo pode ser Impessoal cantar ou
pessoal no caso do infinitivo pessoal nós vamos ter por exemplo quando eu cantar quando tu Cantares quando ele cantar quando nós cantarmos quando vós cantardes quando eles cantarem tudo isso aqui é infinitivo mas nesse caso é infinitivo pessoal tá pode haver orações reduzidas nas três modalidades de subordinadas substantivas o dever viagem eu tô querendo dizer que as três modalidades as substantivas Adjetivas e adverbiais podem aparecer com as orações reduzidas tá quando a oração é reduzida não a presença de conjunção introduzindo a tá a oração reduzida não é introduzida por conjunção mas ainda assim ela vai
ser subordinada e ela pode ser substantiva adjetiva ou adverbial vamos ver os exemplos orações reduzidas em espécies nenhum dos Presentes sabia fazer aquele trabalho Olha só nenhum dos Presentes sabia fazer aquele Trabalho oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo Tá certo olha aqui ó vai fazer na sua forma de infinito ir ali nos presentes sabia sabia o que fazer aquele trabalho tá certo tu ainda tinha esperança de conseguir is boa nota olha aqui ó conseguires oração Esperança de que olha só isso é importante tu ainda tinhas Esperança e quem tem esperança tem esperança de
Alguma coisa de que de conseguir esmonort oração subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo serve os convidados assustados com a parição foram embora essa daqui fica muito muito muito claro né ah os convidados foram embora porque Qual a causa dos convidados terem ido embora estavam assustados com a parte oração subordinada adverbial causal Reduzida de particípio assustados certo e mudaram-se após dois anos vividos naquele lugar tá mudaram oração principal após dois anos está mais do que claro olha após dois anos que que é isso aqui tempo né a vividos o que é oração subordinada adverbial temporal
reduzida de particípio fizemos a pergunta e mesmo sabendo a resposta A oração principal o mesmo aqui mesmo é claramente claramente uma conjunção subordinativa adverbial concessiva aqui ó tem um verbo na forma de gerúndio e da oração subordinada adverbial concessiva reduzida de gerúndio e e poderão conseguir tudo o que quiser e esforçando-se gente como vocês poderão como De que modo Oração subordinada adverbial modal reduzido de que esforçando-se de gerúndio certo Oi e para concluir mas antes de nós concluímos eu já vou passar para vocês a a terceira senha a terceira senha para gente encerrar a aula
de hoje e a senha é vamos lá novamente por gênero os homens devem escolher um número par de 0 a 10 e as mulheres devem escolher um número ímpar de 0 a 10 o que vocês quiserem Seja que seja de 0 a 10 os homens tá a mulher e escolhe o número Coloca ele lá na área da plataforma destinada a responder chamada coloca uma, escreve presente e tá resposta envia e Tá respondido só certo vamos lá para concluir os conteúdos aprendidos nessa aula e da anterior são fundamentais para a compreensão da sintaxe normativa quando eu
falo sim tá assim normativa eu estou falando de concordância verbal concordância nominal Regência verbal Regência regência nominal colocação pronominal a pontuação da Serra e mais algumas algumas outras questões que ainda vão aparecer também e sem esse conhecimento torna-se praticamente impossível posso compreender a por exemplo concordância verbal concordância nominal regência verbal e regência nominal colocação pronominal e população foi exatamente o que eu acabei de falar além de algumas figuras de sintaxe muito com alguns no Dia adjetivo horas é a última coisa que nós vamos estudar nesse né É e a partir da nossa próxima aula o
trabalho será contextos aplicando nos textos o que aqui se aprendeu introduzindo-se conteúdos normativos em produzido também conteúdos normativos Então a partir da próxima aula e aí é importante que se diga agora que nós já conhecemos a teoria na hora que nós já tivemos acesso a teoria Nós vamos sim Trabalhar com texto inclusive conteúdo normativo dos textos porque esse conteúdo normativo com exceção veja bem conteúdo normativo ou é sessão da ortografia e da acentuação que hoje em dia a quem vai escrever de praticamente já não tem mais problema com ortografia e acentuação porque é muito pouca
gente escreve à mão hoje nós estamos caminhando para um mundo em que ninguém a Escrever à mão e os corretores dos computadores obviamente já nos dão Tranquilamente a ortografia correta a acentuação correta tá então eu resolvi não perder tempo com ortografia acentuação é a Então os conteúdos normativos que nós vamos ver agora são todos eles ligados assim tá assim foi por isso que eu dei preferência os trazer Para esse custo a conteúdo de análise sintático que nós acabamos de ver a partir do nosso próxima aula tudo voltado para o texto Prepare-se porque aí sim eu
posso dizer para vocês não vai ser fácil não mas nós temos aqui a presença de mais um gato que eu a vi na verdade uma gata né que eu havia falado para vocês nas aulas anteriores elas são muito estudiosos eu tenho sete só sete e de vez em quando elas aparecem aqui para poder me fazer companhia e aprender um pouco também pessoal agradeço muito a atenção de vocês essa foi uma aula muito longa muito extensa muito cansativa Desejo Para vocês de melhor agradeço a presença e atenção de vocês e até a na a próxima aula
se Deus
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