Bom, para dar início agora sim a este primeiro webinar da série de webinares do Adapta Cidades que estamos fazendo esse ano, né? Eh, alguns avisos gerais, vou pedir para que todos deixem as câmeras e os microfones desligados. Eh, continuem escrevendo no chat, né, da onde vocês são, da onde vocês estão falando, o município, também a instituição que vocês se apresentam. Eh, este webinar está sendo gravado e será Disponibilizado na plataforma redos. Todos também receberão por e-mail o link da gravação para assistir posteriormente. E por fim, eh, o que também gostaria de pedir, a gente tem
um fórum para as dúvidas e perguntas que podem acontecer durante as apresentações. Então, gostaria de pedir para que todos concentrem essas perguntas neste fórum que a gente vai compartilhar no chat, tá? durante o evento também vamos Compartilhar outras vezes esse link para facilitar e vocês colocarem as perguntas lá que todas serão respondidas, senão no final do webinar. Depois, em até 10 dias, a gente pretende responder e enviar para todo mundo. E agora, para dar início à nossa programação, eh, eu queria convidar eh a diretora do Departamento de Políticas para Adaptação e Resiliência à Mudança do
Clima, o DEPAR, do Ministério do Meio Ambiente, a Inamara Melo. Inamara, você Já tá com a gente, por favor, posso pedir para você ligar a câmera? representante do ministério que poderia que gostaria de fazer essas boas-vindas. Damiana, tô vendo você aqui. Se você quiser dar as boas-vindas pra gente também, por favor. >> Olá, boa tarde a todos. Meu nome é Damiana, é analista do Ministério do Meio Ambiente. Desde já eh agradecemos, né, a Participação de todos. desejamos um excelente evento, um excelente webinar eh para todos que espero que esse momento, né, seja um momento muito
rico para todos nós e principalmente para os municípios. Então, eh, bom evento. Espero que a gente consiga sair daqui, eh, com excelentes encaminhamentos, né, com dirimindo as dúvidas no, nos canais que o Thiago acabou de falar e estaremos à disposição, tanto no momento do evento Como após para esclarecer quaisquer dúvidas que não forem sanadas aqui. Então, agora, Thiago, eu acho que a gente aguarda só mais um pouquinho para que a nossa diretora eh possa entrar. Acredito que ela já esteja entrando, que vai iniciar a fazer a abertura desse webinário. >> Bom, obrigado Damiana. Tá a
>> Nara, então passamos a palavra para você. Muito boa tarde a todos e todas. Muito Boa tarde, Thago. Eu aqui eh quero em nome do MMA e da Secretaria Nacional de Mudança do Clima aqui eh dar as boas-vindas a cada gestor e cada gestora municipal estadual que hoje participa desse webinário de embarque ao adapta cidades. Eu quero aqui começar dizendo que este é mais do que um encontro técnico, esse é um convite, então um convite para embarcar em um esforço coletivo, um esforço eh cooperativo e que é também urgente, né, o de preparar Nossos territórios
para enfrentar os impactos da mudança do clima de forma planejada, de forma justa e também resiliente. Nós vivemos um contexto de emergência climática que já se expressa no cotidiano dos municípios, no cotidiano dos estados, que envolve aí chuvas intensas, secas prolongadas, ondas de calor, erosão costeira, insegurança hídrica. Esses riscos eles não são abstratos. Os municípios eh sentem essas ameaças eh e esses impactos Afetam as pessoas, afetam serviços públicos, infraestrutura. economias locais. E é exatamente por isso eh que todos nós estamos aqui e vocês foram destacados para liderar esse processo nos seus territórios. Então eu quero
aqui convidar vocês a imaginar o adapta Cidades como uma grande locomotiva, uma locomotiva que precisa ganhar velocidade, juntar vagões, atravessar esse país de norte a sul e levar a pauta da adaptação climática cada vez mais Longe e cada vez mais rápido. Então essa é uma locomotiva que só anda se houver uma ação articulada entre os entes federativos, entre a união, estados, municípios, que devem puxar juntos, eh, respeitando as diferenças, mas com um objetivo que é comum, que é o de fortalecer a capacidade local de lidar com os riscos climáticos. O primeiro eixo que sustenta essa
locomotiva é o da governança. Essa governança, ela precisa ser inclusiva, integrada, multisetorial, Que reconhece as especificidades de cada território. E não existe solução única, né? Cada município tem sua geografia, sua realidade social, seus desafios institucionais. O adapta cidades, ele foi desenhado para apoiar processos participativos. que envolvam diferentes secretarias, setores, a sociedade, porque afinal de contas adaptar é uma tarefa coletiva, a gente não constrói isso sozinho. Bom, o segundo eixo que eu trago aqui é o de ampliação de Capacidades. Nós sabemos que muitos municípios enfrentam fragilidades institucionais para lidar com riscos, com a emergência climática. Sei
que falta equipe, tempo, recursos, às vezes até espaço para planejar. E o que nós propomos aqui é reduzir essa fragilidade, é oferecer apoio técnico, metodologias, acompanhamento para que os planos locais de adaptação eles não sejam apenas documentos, mas se transformem em instrumentos vivos de Gestão pública. O terceiro eixo que eu trago dessa grande locomotiva que a gente tá construindo aqui é o de acesso a dados e informações. A tomada de decisão, ela precisa ser baseada em evidências e essas evidências precisam estar acessíveis no nível local. Nosso esforço então é garantir que gestoras e e gestores
eles consigam acessar, interpretar e compartilhar dados climáticos e de risco, Transformando informação técnica em conhecimento que seja útil para o planejamento. Não, não basta a gente tratar de várias informações se isso não tá ligado à realidade concreta, se as pessoas não sabem o que fazer com essas informações e esses dados. Mais do que isso, a gente quer que essa análise de risco, então, seja participativa, que dialogue com o conhecimento local, com as comunidades, porque ninguém conhece melhor, né, o território do que quem Vive nele. Quarto eixo é fundamental para que essa locomotiva siga em movimento,
financiamento e meios de implementação. Então, desde já nós queremos sinalizar aqui que o adapta cidades não termina com a entrega dos planos. E antes do encerramento desse processo, nosso compromisso é discutir com todos vocês como acelerar projetos, como identificar fontes de financiamento, como apoiar na formulação de projetos qualificados que considerem Os riscos climáticos e incorporem a perspectiva da resiliência. A gente tem a clareza de que planejar é essencial, mas implementar é urgente. Eh, essa é a cobrança que todos nós recebemos e a gente não ignora os desafios existentes para darmos conta dessas tarefas. Esses desafios
eles são reais, eles são complexos, são desiguais pelo país e por isso a gente vai precisar de todo mundo, né, dos recursos materiais e recursos humanos que são escassos, nós sabemos Disso, mas eh nós temos muitas questões aqui que nos unem. A gente sabe também que esse é ano de Copa do Mundo, tem um calendário eleitoral, nós temos uma batalha de ideias a travar de maneira a vencer o negacionismo climático, a imobilidade e a própria eh disputa de espaço nas cidades com aqueles que colocam a lógica do lucro acima do bem-estar das pessoas. Mas a
gente quer afirmar nesse nosso encontro aqui com muita clareza a disposição do governo Federal em avançar com agilidade, com cooperação, com escuta, respondendo de forma assertiva à emergência climática que nós vivemos. Para isso, nós contamos com uma equipe de coordenação nacional eh comprometida, que vai estar ao lado de vocês ao longo de todo o processo, apoiando, orientando, construindo soluções conjuntamente. Eu quero aqui pedir à equipe da produção, a Thago, o Damiana, que projetem aí o slide com os rostinhos, né, dessa equipe de frente, Da equipe nacional. A ela eh outros mais eh vão se juntar
em breve. E a gente tem o entendimento aqui, né, de que eh precisamos estar muito juntos para que essa locomotiva avance, eh que ela junte pessoas, saberes, territórios, que atravesse o país, levando a pauta da adaptação cada vez mais longe e que permita, então, que de norte a sul os municípios e estados estejam mais preparados para proteger suas populações, promover a justiça climática E construir um futuro resiliente. Então, sejam todos muito bem-vindos ao Adapta Cidades. Esse embarque começa agora e para isso eu quero aqui eh convidar Lincoles, nosso coordenador de análise de riscos e de
integração multinível, eh para apresentar o contexto, né, da adaptação nacional, eh qual é o instrumento que vai nos orientar a todos, o plano clima adaptação, os objetivos gerais da iniciativa, deixando todos alinhados. eh, para que a gente Avance juntos nesta grande locomotiva que a gente embarca agora. Muito boa tarde e que tenhamos um excelente trabalho neste nosso encontro. >> Obrigado, Inamara. Eh, um prazer ter você aqui. Sei sua agenda corrida, já vai nos deixar, mas eh eu acho que deixou bem o recado. Eh, boa tarde a todos e todas. Eu quero começar agradecendo aí a
presença de cada gestor, gestora, eh, dos municípios, dos estados, equipe técnicas e Representantes institucionais que participa deste webinário. Como foi destacado, é um webinário de embarque, né? é um momento muito importante porque marca não apenas o início de uma jornada técnica, mas também o fortalecimento de um compromisso coletivo com o futuro dos nossos territórios, das nossas cidades, da nossa população. Eh, hoje falar de adaptação eh a mudança do clima deixou de ser uma agenda complementar. Trata-se de uma necessidade concreta da gestão Pública. Os efeitos da mudança do clima já estão presentes no cotidiano dos municípios
brasileiros, seja por meios de secas, de enchente, inundações, ondas de calor. E esses impactos se refletem nos diversos setores estratégicos, saúde, prejuízo à infraestrutura, pressões crescentes sobre os meios de vida da população. E é justamente nesse contexto que se insere a Agenda Nacional de Adaptação, hoje estruturada no âmbito do Plano Clima Adaptação. Esse plano Representa um esforço do governo federal para consolidar uma estratégia nacional capaz de orientar o país na redução da vulnerabilidade, no aumento da resiliência e na preparação dos territórios para os riscos atuais e futuros associados à mudança do clima. O plano clima
adaptação parte de uma compreensão fundamental. Adaptar-se não é reagir apenas depois do desastre. adaptasse é planejar antes, organizar a gestão, qualificar decisões, integrar Políticas públicas, incorporar a variável climática no desenvolvimento do território. Em outras palavras, a adaptação ela é a preparação do presente para reduzir as perdas do futuro e ao mesmo tempo eu digo que é criar oportunidades eh para o desenvolvimento mais seguro, justo e resiliente. Mas essa agenda só faz sentido se ela chegar em todo o território. E é por isso que o município ocupa um papel central. É no município, é nas cidades
onde os Impactos acontecem de forma mais direta e é no município que a população sente primeiro os efeitos dos extremos climáticos. E é também no município que eh muitas das respostas precisam ser construídas, seja no ordenamento territorial, na proteção da da população vulnerável, na gestão do risco de desastre, na infraestrutura, na saúde, saneamento, enfim, de um um espectro grande de de ações. E é nesse ponto que eu digo e destaco o conceito chave de Todo esse esforço que é que faz parte dessa iniciativa, que é o federalismo climático. Quando falamos de federalismo climático, estamos afirmando
que é uma agenda climática que precisa estar construída de uma forma cooperativa, União, Estados e Municípios. Nenhum ente federativo sozinho dará conta da complexidade desse desafio. A União tem um papel de coordenar, induzir a política, apoiar tecnicamente, disponibilizar as metodologias e Instrumentos. Os estados têm um papel estratégico na articulação regional, a mobilização, apoio institucional e integração entre os diferentes territórios. E os municípios, por sua vez, são os protagonistas desse esforço, da implementação concreta, porque é no nível local que o risco realmente se materializa. Portanto, o federalismo climático significa a cooperação, a coordenação e a corresponsabilidade.
Significa reconhecer que a adaptação Precisa ser multinível, articulada e conectada a realidades locais. É exatamente com essa lógica que orienta a iniciativa adapta cidades que a gente tá começando hoje com os municípios. é uma iniciativa que tem como objetivo geral apoiar os municípios brasileiros no fortalecimento de suas capacidades para planejar, implementar adaptação à mudança do clima de forma estruturada, participativa e orientada por evidências científicas. Não se trata apenas de Elaborar um documento. Trata-se de promover um processo de qualificação da gestão pública local com base nesse nessa governança, nesse diagnóstico local, na análise do risco da
sua vulnerabilidade e na priorização de medidas e construções de caminhos concretos para aumentar a resiliência eh da cidade. A proposta da iniciativa é justamente apoiar ou aproximar a agenda nacional da realidade local, traduzindo esses conceitos, metodologia e Instrumentos em apoios práticos para que para quem está na ponta. Queremos construir para que os municípios avancem com a com a mais segurança técnica, com maior capacidade de articulação e com as melhores condições possíveis para integrar a adaptação nas suas políticas, planos e prioridades de gestão. E nessa etapa da iniciativa, estamos alcançando aí os 26 estados mais o
Distrito Federal, num total aí de 583 municípios, o que demonstra não apenas uma Abrangência nacional, mas também uma aposta e uma construção verdadeiramente federativa. É um desafio grande, mas é um desenho muito importante porque permite combinar a escala com todo o continente eh nacional. Ao mesmo tempo que há uma diretriz nacional, há também respeito à diversidade regional, as desigualdades territoriais e as especificidades locais. O público alvo dessa iniciativa, portanto, não é apenas o município isoladamente, mas o conjunto De atores que tornam possível uma agenda de adaptação consistente: gestores municipais, equipes técnicas, pontos focais estaduais, instituições
parceiras e demais agentes envolvidos no planejamento e na implementação de políticas públicas. locais. É importante destacar aqui também que a seleção dos municípios não ocorreu de forma aleatória. Ela foi orientada por critérios técnicos e estratégicos, buscando priorizar localidades mais Expostas a eventos climáticos extremos e a maior fragilidade socioambientais. Em outras palavras, a iniciativa busca chegar aonde a necessidade de adaptação é mais urgente. Entre os critérios eh considerados nessa eh análise técnica, a exposição do território a riscos extremos, vulnerabilidade social da população, a relevância de fortalecer capacidades institucionais locais e articulação com os estados tiveram um
papel importante na indicação e Mobilização dos municípios participantes. Essa combinação de critério e permite direcionar os esforços para contextos onde a adaptação produz de realmente vai produzir efeitos mais relevantes tanto na proteção da população quanto no fortalecimento da gestão pública. Isso é importante porque não não adaptar não é apenas responder ao risco físico, adaptar e enfrentar as desigualdades. Os impactos da mudança do clima não recaiem de forma igual sobre Todas as pessoas, como a gente sabe, ela tende a atingir com mais forças quem vive em áreas vulneráveis, que mora em áreas de risco, quem tem
menor acesso a serviços públicos, infraestrutura de renda, além dos grupos historicamente mais expostos a processos de exclusão. Por isso, a adaptação precisa ter ser no território orientada, socialmente justa e comprometida com a redução das desigualdades. que é esse é o eixo eh norteador tanto do plano clima quanto da Iniciativa. Eh, ao longo dessa jornada os municípios não estarão sozinho. É importante já deixar claro nisso. A proposta desse processo é justamente oferecer apoio, orientação metodológica e um espaço de construção compartilhada. E esse webinário de embarque é, portanto, um convite de participação ativa ao comprometimento institucional e
ao entendimento de que a adaptação é transversal, estratégica e indispensável para o desenvolvimento local. Mais do Que cumprir eh esta etapa, o que se espera de cada município comece ou fortalece fortaleça uma trajetória de incorporação da lente climática em sua gestão, que eh que consiga olhar o território com mais profundidade, que identifique seus principais riscos, suas áreas mais sensíveis, seus grupos mais vulneráveis, seus atores ativos e a partir daí possa definir as prioridades e construir respostas mais robustas para o presente. para o futuro. Eu quero Encerrar aqui minha intervenção eh agradecendo e reforçando a mensagem
central. A adaptação à mudança do clima, ela precisa sair do campo abstrato e entrar de vez na prática da gestão pública. E é por isso que a cooperação federativa, o apoio técnico, o engajamento institucional e o protagonismo local é essencial. Sem isso, a gente não vai conseguir entrar nessa locomotiva que a Inamara destacou. Então, a iniciativa Adapta Cidades nasce Exatamente com esse propósito, transformar a Agenda Nacional de Adaptação em uma ação concreta nos territórios. Contamos com o engajamento de cada um de vocês e com cada uma e nessa construção desse desafio, nesse embarque agora. Muito
obrigado. >> Obrigado, Lincoln, né? Agradeço a participação da Inamara também. Bom, então para que a gente possa dar continuidade e saber agora um pouquinho mais como tudo isso vai ser Implementado, quais são as ferramentas que eh a iniciativa tá desenvolvendo para apoiar os estados e municípios, eu gostaria de chamar o assessor técnico da GZ, Francisco Veiga Lima, para fazer essa apresentação. Antes, mais uma vez, eu ressalto que a gente tem um fórum específico para as perguntas desse webinar. Então peço mais uma vez que todos concentrem as perguntas lá, elas serão respondidas, senão no final do
dia de hoje ainda em um prazo, né, de até Uma semana para que a gente possa depois enviar todas essas respostas para vocês. Então no chat a gente tá disponibilizando esse link pro fórum para que as perguntas sejam concentradas. Passo agora para você, então, Francisco. >> Eh, bom, boa tarde, pessoal. Obrigado, Thago, eh, pela introdução. Linkamara por toda a contextualização aqui da iniciativa Adapta Cidades. Eh, Primeiramente eu começo a minha fala dizendo que é um prazer tá falando com mais de 200 eh representantes municipais de norte a sul, leste oeste, da Mata Atlântica, Amazônia, do
Pampa a ao Serrado, a Catinga, ao Pantanal. Então, é um prazer estar com vocês. Eh, seguramente vocês verão a os nossos rostos ali que apareceu no slide anterior ali falando pela Amada. Vocês verão muito durante os próximos meses. Vai ser um prazer tá apoiando a Implementação e desenvolvimento dessa agenda junto aos pontos focais municipais, estaduais. Bom, pessoal, vamos lá. Então vamos falar agora sobre a estrutura eh da iniciativa, como que a Coordenação Nacional, como o Ministério do Meio Ambiente em apoio, com o apoio da agência eh de cooperação internacional Alemanha eh irá apoiar o desenvolvimento
e implementação dessa iniciativa, né? Então nós da GIZ eu somos responsáveis Pela eh pela implementação eh da iniciativa através de recursos do GCF, do fundo verde para o clima. E a gente estruturou a junto com o MA, obviamente a iniciativa em alguns algumas premissas, né? Então a gente parte da primeira que enfrentar a mudança do clima, antes de tudo, a gente exige uma capacidade institucional. Isso ficou muito claro na fala tanto da Inamara quanto do Lincoln. Como é que a gente leva eh eh conteúdo eh ferramentas para Os municípios? Então, a gente vai estar disponibilizando
acesso a ferramentas, conhecimento aplicado na área de mudança do clima, vulnerabilidades, desenvolvimento territorial e uma rede de apoio, né, que ela vai ser capaz de transformar dados e conhecimento eh vinculado à mudança do clima em decisões concretas de planejamento. E aqui fica uma coisa que tem que ficar muito clara para todos, que a gente não tá falando de treinamentos isolados como à costumeiramente a gente a gente vê. E não que tenha problema nesses treinamentos, mas isso aqui a gente tá falando de uma jornada muito estruturada, ela é progressiva e colaborativa em diferentes níveis de atores
de governança. A gente tá falando num projeto bastante eh audacioso, né, de trabalhar com todo o continente brasileiro, todo os territórios brasileiro, com 26 estados mais o Distrito Federal e nessa fase Trabalhando com 581 municípios. Bom, quais são as premissas do adaptacidades? A primeira é que capacitação sem aplicação de fato não vai gerar resultado esperado. Ferramentas e metodologias sem um apoio técnico não se sustenta em longo prazo, não se sustenta pro desenvolvimento de políticas públicas. E as políticas públicas sem uma coordenação, elas de fato não se consolidam, elas ficam de maneira isolada, sem dialogar com
outras eh Instâncias de de pautas ambientais, climáticas e desenvolvimento urbano sustentável. Então, para responder a esse desafio que eh cá para nós, né, é o maior desafio da sociedade moderna, né, o enfrentamento à mudança, a a emergência climática, o programa da cidade, ele estrutura uma solução baseada em três dimensões. Quais são elas? o desenvolvimento de capacidades, a aplicação desse conhecimento no território e o acompanhamento, seja ele Por parte da equipe do Ministério do Meio Ambiente, da GZ e demais atores que eu vou est apresentando no próximo slide para vocês. Bom, sobre a questão da da
do arranjo, como que como e quem que vai estar participando desse processo, né, que a gente tá considerando aí basicamente de de 8, 10 meses de desenvolvimento. Bom, é um arranjo colaborativo em diferentes níveis de governança e atores. Do lado Esquerdo aqui do slide, vocês podem ver um fluxograma bastante simples e direto. E eu vou estar destacando aqui cada um desses atores. e suas responsabilidades e expectativas no âmbito do desenvolvimento e implementação da iniciativa. Bom, os municípios de fato eles são os atores aqui protagonistas, né? A gente tá buscando, conforme o Lincol comentou, sair de
uma estratégia nacional de adaptação através do plano clima Adaptação para chegar nos municípios, certo? Então os municípios eles são responsáveis pela elaboração dos seus planos municipais de adaptação, mas sem esquecer, obviamente dos estados, né, no âmbito do federalismo climático, conforme foi mencionado, é uma das premissas aqui da iniciativa. Os estados e os pontos focais estaduais, que muitos estão presentes aqui conosco hoje, eles atuam então como articuladores, né? Eles apoiam institucionalmente, facilitando Essa conexão tanto da agenda estadual, eh definição de áreas de risco, compartilhamento já de informações e subsídios que os estados já possuam com a
agenda de adaptação e desenvolvimento territorial em escalar nacional. Bom, a coordenação nacional aqui é indicada nessa cor mais terrosa, laranja, é o Proadapta da GZ e o Ministério do Meio Ambiente e junto com a coordenação política, que obviamente é do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Então a gente acaba definindo o método utilizado, garantindo a coerência da das etapas e sustenta a estratégia, né, do nacional para o local. a gente tá conseguindo dialogar numa mesma linha, conceitos, estratégias e objetivos. Bom, como novidade e um apoio técnico que eu falei que era uma das
premissas aqui do do da estratégia, a iniciativa estará oferecendo eh tutores que oferecerão o apoio técnico contínuo durante todo esse processo de Desvulgante de capacidades. vão acompanhar os municípios ao longo da sua jornada, tirarão dúvidas, dialogarão, serão pontos de conexão dos municípios com os estados e também com a coordenação com a coordenação eh técnica operacional da iniciativa. Esses tutores hoje eles estão em contratação e esperamos que no início do próximo semestre eles estejam eh disponíveis já atuando aí com estados e municípios. Esse modelo está sendo pensado eh dessa Forma. para cada para cada dois estados
será oferecido um tutor. Então, basicamente, conforme o Lincol comentou que os os estados estão estarão trabalhando com cada um com 10 municípios e ou associações, né, consórcios municipais, então cada tutor ficará responsável por até 20 municípios nessa oferta técnica e acompanhamento. E para ainda dar mais eh robustez e articulação nessa nesse apoio, a gente estará também ofertando Os coordenadores técnicos. serão ao menos dois coordenadores técnicos que eles trabalham diretamente com os tutores e com eh os pontos focais estaduais e a coordenação. E eles também asseguram o conhecimento, né, em termos de qualidade técnica, alinhamento metodológico
e potenciais ajustes ao longo do processo, que seguramente, né, como um como um processo tão eh audacioso, perspicaz de trabalhar com todos os 26 estados e quase 600 Municípios, obviamente que ajustes eh fazem parte eh do processo. Bom, então para dar conta eh eh dessa iniciativa, a gente buscou desenvolver uma jornada, né, uma jornada de desenvolvimento de capacidades. E essa jornada ela começa aqui ah o guia de para a elaboração de planos de adaptação, ele é o ponto de partida e a base técnica do adaptacidades. Então eles são oito passos. Eu não vou est, eu
não vou tá lendo exatamente cada um desses passos Porque vocês já vão conseguir ler. A gente vai estar disponibilizando ao longo aqui da minha fala os links também de acesso, mas eu quero que vocês tentem, busquem entender de maneira preliminar o que que acontece nessa jornada. Então o guia de fato ele vai permitir, né, essas etapas sequenciais vão permitir que os municípios não só aprendam e desenvolvam capacidade, mas eles consigam ao longo desse processo e No final construir seus próprios planos de maneira muito aplicada, ã buscando, eh, eh respeitar as peculiaridades dos seus territórios e
tendo autonomia para fazer eh alterações e e ajustes necessários, considerando o a sua realidade local. Bom, então, ah, o que a gente pode ver nessa, nesse fluxograma aqui no lado esquerdo do ciclo, então os três primeiros passos, né, formação da governança, aplicação da lente climática E análise de risco, eles falam sobre o olhar, né? Que olhar é esse? É um olhar sobre o território. O olhar sobre o território com base numa perspectiva do clima, adaptação à mudança do clima. na coluna do meio do nosso fluxo, os passos quatro e cinco, eles falam sobre o decidir,
né, e buscar soluções a partir desse diagnóstico preliminar. Então, é uma é um processo decisório e de priorização, mas com base em critérios, né? não apenas com a boa vontade, com a Intuição de cada um de vocês. E os três últimos passos, ã, elaboração da estratégia para implementação de medidas, estratégia de monitoramento e avaliação e a estratégia de comunicação, eles estão falando sobre como a gente deve sustentar, né, ou seja, manter tudo aquilo que foi eh eh discutido, elaborado com as equipes locais. Tá tendo foco de artifício aqui atrás. Então eu pensei que podia ser
alguma questão do áudio. >> E eu acho que alguém está com áudio ligado, por gentileza, puder desligar. Então essa última etapa vai falar sobre essa sustentação, porque nenhum plano consegue eh ter sucesso na sua implementação sem uma estratégia clara de implementação, sem o monitoramento e sem uma comunicação eh assertiva com aqueles públicos que devem ser eh comunicados. Então, sem isso vira um plano de gaveta e é exatamente isso que a gente não Quer. Então, após esse todo esse processo, a gente tende a ter a expectativa e eu tenho certeza que teremos muito sucesso na elaboração
dos planos municipais de adaptação. Bom, então esses primeiros três, esses primeiros três passos, eles falam sobre uma coisa, o olhar, né? Então é o olhar sobre o seu território com o olhar da lente climática, do da observação sobre a adaptação. Então talvez pela primeira vez que seja feito esse olhar de forma Bastante estruturada. Então a gente começa primeiro formando a governança, governança climática local. Quem que deve fazer parte disso? Quem que é o responsável? Qual que é a secretaria que coordena? Quais os grupos sociais que devem ser disputados? principalmente aqueles mais vulnerabilizados, mulheres, pessoas pretas,
pardas, que que vivem em áreas mais periféricas no âmbito do município. Quais secretarias que devem ser devem sentar na sala e dialogar e se Responsabilizarem por uma ou mais etapas da implementação e elaboração do guia, né? Então aqui fica uma coisa clara. Eu tava lendo aqui o chat, muitos são de meio ambiente. Isso é ótimo porque eh inclusive o indicado, né, o o sugerido que seja eh eh esteja a par das secretarias de meio ambiente, mas não unicamente responsáveis, né? Deve se articular com outras outras pastas como saúde, obras, fazenda, assistência social, enfim, demais eh
secretarias que Podem apoiar. E depois no passo seguinte vem a leitura sobre o território, né? O que que já tá acontecendo, pô? Aquele aquela chuva lá tá me trazendo determinados riscos e impactos, né? Quais grupos estão sendo mais impactados pela estiagem, pelas enchurradas, né? Quais são as tendências hoje do meu município? A gente tá vendo, temos diversas plataformas hoje que disponibilizam dados. O que que essas tendências estão dizendo pro meu Município? E já no passo três, já com dados climáticos bastante personalizados, conforme a Inamara comentou, a gente inclusive vai est disponibilizando em parceria com o
Ministério da Ciência e Tecnologia, com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e a plataforma oficial de dados da iniciativa Adapta Cidades, o Adapta Brasil, dados eh customizados e fichas específicas indicando quais são os Principais riscos e vulnerabilidades pro seu território, indicando se se são estiagens, são deslizamentos, o que que a ciência climática, né, o que que a as projeções climáticas já dizem sobre o nosso território no futuro. No segundo momento, né, nas etapas quatro e cinco, é basicamente o que que eu posso fazer, né, começa o ato que mais exige dos dos gestores municipais, né?
Então é o é o decidir e não é decidir com base na intuição, como eu Falei, é decidir com base em critérios. E o guia ele ele ele ele eh aborda e indica critérios técnicos, políticos, ambientais, econômicos que as equipes municipais poderão fazer o uso e ajudar esse processo de priorização, que seria o passo cinco, né? com equipes limitadas, com recursos limitados, quais medidas, quais ações no âmbito da adaptação fazem mais sentido e mais diferença para causar impacto positivo pra sociedade, né, do seu território, Né? E por fim, a gente tem os últimos três passos,
o 6, 7, 8, que que busca responder como que a gente garante que essa periodização, essas medidas, elas de fato continuem eh e sejam eh implementadas hã e não virem um um plano de papel, certo? Então, no passo seis, a gente estrutura como é que vai sair do papel, que recursos, quais linhas de financiamento, eh, quais atores que devem ser eh retomados ou ou chamados Lá, mapeados lá na na no passo um da governança para que esse arranjo de medidas consiga de fato ser implementada, ser colocada em prática, né? Então é aqui que o plano
começa a ter uma cara mais de realidade e não uma cara de só de uma lista de de desejos, né? Então a gente acaba eh eh no passo sete definindo quais são os indicadores, né? o sistema de acompanhamento para ver se de fato aquilo que a gente tá pensando, planejando, está sendo de fato Colocado em prática e dando, digamos, eh eh um aspecto de sobrevivência e manutenção eh dessas dessas ações, considerando algo que é muito corriqueiro e e, né, na governança pública, que é a rotatividade de equipes, trocas de governos a cada 4 anos. a
gente tá entrando agora logo mais num processo eleitoral e vocês sabem muito melhor do que nós, né? E no passo oito, a questão da comunicação, que é um passo super necessário que essa Informação de fato chegue àquele aquele grupo social mais afetado e saiba que o município de fato está atuando para minimizar impactos, minimizar vulnerabilidades e assim minimizar os riscos climáticos que o seu território está enfrentando. Bom, vamos lá. Parece que o guia já seria suficiente. A iniciativa tá trazendo eh de forma a facilitar ainda mais a compreensão dessas informações, desse desse desse conteúdo, um
programa EAD, né, de maneira mais facilitada, mais intuitiva, né, que complementa essa jornada de desenvolvimento de capacidades. Então, hoje nós temos seis cursos, está hoje na plataforma EVG, né, na Escola Nacional de Administração Pública. a gente trabalha desde uma uma parte mais introdutória para aqueles municípios, aqueles profissionais que ainda carecem e demandam eh um conhecimento e um aprofundamento mais sobre questões básicas sobre o clima, Mas que são super necessárias pra gente entender de fato onde que a gente tá se metendo, onde que essa agenda de adaptação à mudança do clima eh conversa pro nosso cotidiano.
Então, a gente trabalha desde a introdução ao planejamento, a adaptação à mudança do clima. num curso seguinte, o curso dois, sobre o uso de dados climáticos e indicadores. E depois, a partir do curso três, acabam eh todos os cursos acabam espelhando exatamente as etapas aí, as Oito etapas do guia. E recentemente eh tivemos eh o lançamento há três semanas atrás, basicamente, um curso sobre adaptação baseadas em ecossistemas para instrumentos ah na política pública, né? Então vocês estão ah, não sei quem aqui já escutou, tá muito em voga o termo soluções baseadas na natureza. Então a
ABE, adaptação baseada ecossistemas dialoga diretamente com as soluções baseadas na natureza, buscando aí minimizar vulnerabilidades e trazer a Natureza pro pra solução dos dos desafios urbanos. Então, o conjunto desses cursos somam 61 horas. A gente não espera que vocês façam na sequência, né, em uma, duas semanas. Isso não é isso que a gente tá esperando. Eu vou logo eh indicar para vocês como que a gente tá esperando o a utilização de todas as essas ferramentas. Vocês podem ir fazendo exatamente um por um, de maneira sequencial, intuitiva. E eu sei que aqui é muito importante para
para Toda para todos os todos os os profissionais eh dos municípios e estados, cada um desses cursos acaba recebendo também um certificado com o selo da ENAP, certo? Que eu sei que também isso apoia no processo de desenvolvimento eh local nos municípios e estados. E ao final de cada um dos dos cursos, a gente tem essa barrinha. Vocês estão conseguindo ver em detalhe o finalizado. Então essa é a ideia, a gente ir Finalizando e tendo essa noção, essa essa percepção do progresso quanto a a ao progresso no desenvolvimento de capacidade e aprendizagem. Então, ao entrar
na EVG, na ENAP, vocês vão se dar eh com esse layout, né? Então aqui a gente tem um exemplo do curso três da governança climática, a análise de risco. Então ali vocês vão ter vídeos super eh intuitivos, eh mostrando exemplos em escala nacional em em todos Os estados, em todos os biomas. A gente vai ter sínteses, abas de saiba mais, a gente vai ter eh exercícios de fixação, eh, não como forma de uma prova, mas como de forma de fixação para facilitar a compreensão desses conteúdos que podem ser muitos muito conteúdos novos para muitos de
vocês, certo? Então, já fica aqui o meu convite. Vou pedir paraa nossa equipe aqui gentilmente compartilhar o link no chat para vocês se matricularem no programa EAD na EVG, Certo? e iniciarem eh se matriculando no curso um, né, da introdução ao planejamento de adaptação, que vai facilitar aí a compreensão eh desse conteúdo todo que nós estamos falando. Eu sei que alguns estados já iniciaram a trilha, já iniciaram a partir de algumas oficinas, que eu vou comentar mais à frente, mas é importante pra gente buscar nivelar esse conhecimento que eh todos os participantes aqui, né, quem
os os Municípios, estados que aderiram e os seus pontos focais, respectivamente, se matriculem e realizem aí o curso um e aí sucessivamente, conforme o decorrer da iniciativa. Bom, e aí agora, como encontrar todos esses materiais, né, e dialogar com esses atores de iniciativa? Será que a gente vai ter que estar compartilhando esses links para cada um desses dessas dessas etapas? Não, né? A gente tá a gente tá Hã oferecendo, ofertando a plataforma Redos, né? Que ela é o ponto de encontro de todo o programa. A gente tá eh dialogando e comunicando que é a plataforma
onde tudo acontece, né? H, e a Redos, eh, que que é a Redos de fato, né? A Redos é uma rede de desenvolvimento urbano e sustentável. Então, ela funciona como uma rede social profissional, como se fosse um Facebook ou um LinkedIn, né? Ã, onde dedicada à adaptação, dedicada à interface do Adapta Cidades, né? obviamente a possuem outras diversas iniciativas, mas aqui a gente vai tá dando enfoque única e exclusivamente na interface do adaptacidades na plataforma redos, certo? Então aqui os pontos focais eles podem hã se se encontrar, os pontos focais podem trocar em boas práticas,
podem trocar em dores, né, sobre os municípios, possem podem trocar potenciais soluções. É um ambiente de aprendizagem em rede, a gente tá falando Aí de 26 estados, mais de quase 600 municípios. Esses municípios poderão falar entre si, com seus pontos focais estaduais e também com outros municípios, né? Então vai ser um um espaço de muita interação entre municípios e estados, também com os tutores, com os pontos focais estaduais e com a coordenação. Será um espaço também de compartilhamento e gestão de conhecimento. Todo esse material que a gente eh que eu que eu destaquei até o
Momento está eh eh está destacado, né, na plataforma redos. a gente também vai ter uma vai vai disponibilizar uma ferramenta de acompanhamento do progresso, tanto da trilha de aprendizagem, ou seja, de quando cada município eh tá conseguindo eh eh fazer a travessia dessas etapas do guia de adaptação, quanto do progresso da elaboração dos planos, né? Então, a gente vai ter um um mapa, uma visão geral sobre o monitoramento Da iniciativa como um todo, seja por parte eh do município para com suas etapas, do estado para com os municípios, né, do do do seu território e
também da coordenação nacional com uma eh observação, uma uma visão geral de todos os estados e municípios. Então, na plataforma Redos, é muito interessante eh destacar que aqui é onde o aprendizado dessa trilha, nessa jornada, se transforma em prática e onde essa Prática se conecta em rede e onde essa rede se oportuniza trocas e eh trocas e eh ricas entre municípios, estados e coordenação. Bom, eh, muitos de vocês já estão na Redos, a redos já está bombando, já temos muitos estados e alguns municípios, certo? E hoje quem já está ah quem já se inscreveu nas
redes, essa é a cara que a gente que a gente tem. Então, a gente tem uma visão geral, certo? onde a gente Tem a apresentação da iniciativa, a gente tem um site, uma aba com notícias de tudo aquilo que a gente está compartilhando com vocês, sejam as oficinas, materiais, o vozes da cidade, uma série muito interessante onde nós entrevistamos pontos focais municipais, estaduais e parceiros. A gente tem eh também a disponibilização dos cursos, né? Então, nessa nessa aba de cursos, a gente tem a disponibilização do programa EAD, dos Materiais do guia, matrizes e formulários. A
gente tem eh o compartilhamento de outros temas eh caros à iniciativa e que e que fomentam o passo a passo do guia. Por exemplo, o financiamento em adaptação, que ele ele dialoga diretamente com a etapa seis do guia. a gente tem um espaço de perguntas e dúvidas, ou seja, tá um um espaço bastante dinâmico, completo no momento atual, a gente tem a biblioteca com os Webinários. Então, eh já tivemos três webinários sobre o que é a iniciativa, os municípios indicados, sobre o programa EAD. Eh, esse webinário assim que nós finalizarmos hoje, provavelmente amanhã já estará
aqui disponibilizado na iniciativa. E a gente também vai ter uma série de webinários com nossos parceiros da agência ONU falando sobre temas transversais eh da iniciativa adapta cidades como justiça climática, refugiados do clima, mobilidade humana Forçada, enfim, entre outros. Bom, a gente tem eh outro grande benefício para finalizar essa parte da visão geral atual da Redos. a gente tem ã o benefício de ao vocês se cadastrarem vocês vão receber diretamente nos seus municípios, né, perdão, nos seus e-mails os boletins bimestrais, né, que trazem aí um compilado de tudo que vem ocorrendo eh na iniciativa, sejam
com oficina, sejam com oferta de Desenvolvimento técnico, seja com novas parcerias, com status de adesão, enfim. Então essa adesão, né, essa inscrição garante o acesso mais rápido e dinâmico, eh, quanto às principais atualizações da iniciativa. Bom, para o passe, o próximo passo agora, eu falei bastante da iniciativa, muitos já estão e vários outros não estão. Eu vou convidar o o Thiago, nosso nosso assessor técnico em comunicação, para explicar para vocês rapidamente Como vocês devem se inscrever, qual que é o passo a passo para entrarem na Redos. Thaago, fica à vontade. >> Obrigado, Francisco. Bom, eh,
primeiramente queria dizer que essa é uma grande novidade que a gente tá estreando aqui hoje, que é abrir a comunidade redos para um grande número de pessoas e parceiros. Então, gostaríamos de contar aqui com o engajamento de todo mundo para acessar Essa comunidade. A gente tá fazendo toda uma reforma dentro da plataforma Redos para que ela possa abarcar e ter aí pessoas representantes, né, não só dos estados e municípios que estão na iniciativa, mas também outros gestores que estão interessados em aprender sobre o tema, a sociedade civil, as universidades, enfim, uma rede de troca de
conhecimento e de aprendizagem de pessoas interessadas engajadas nessa temática. Então, para isso é muito Simples. Vocês t que acessar o o link, né, redos.org.br/adaptacciidades, que a gente colocou aqui no chat. Lá você vai solicitar a inscrição no canto superior direito da tela e aí você tem que preencher um formulário, algumas perguntas básicas. Com isso a gente vai conseguir fazer a aprovação. A nossa equipe já tá responsável por fazer aprovação, então temos uma equipe que tá lá agora trabalhando nisso. Então só seguir esse espaço e vocês já vão ter acesso a tudo, todas as ferramentas que
o Francisco mencionou. >> Tá ótimo, Thaago. Obrigado aí pela explicação. Eh, parece complicado, mas não é. É super simples, né? É só seguir esse passo a passo e qualquer coisa também a gente vai estar disponibilizando ao final aqui da apresentação os meios de comunicação que vocês vão poder entrar em contato conosco, tirar dúvidas e e a gente vai Estar aberto aí para apoiar tudo o que for ao nosso alcance, certo? Bom, pessoal, passou aqui. Bom, e a plataforma redos, eh, onde fato, né, tudo acontece, né, é a nosso, é o nosso campo principal de articulação
da da iniciativa adapta cidades, ela vai hospedar brevemente, tá, ainda a trilha de aprendizagem e o monitoramento da da iniciativa, tá? Eu digo brevemente, nos próximos nas próximas semanas, no próximo mês, a gente vai est com eh essa Novas novas funcionalidades e uma um novo layout ã da da plataforma disponível para vocês que já se inscreveram e também, principalmente, já aderiram à iniciativa, tá? Então, a trilha de aprendizagem, né, ela busca o quê? transformar o método, todo esse esse passo a passo metodológico numa jornada prática de desenvolvimento de capacidades. Essa trilha de aprendizagem, ela é
progressiva, ou seja, do passo um aoito. Ela é Orientada, todas as informações EAD e no próprio conteúdo do guia. Ela é acompanhada seja pelos tutores, pelos pontos focais estaduais, eh pelos coordenadores técnicos que apoiarão os tutores e também de um de um de um modo geral também pela coordenação nacional. E ela é baseada em momentos de consolidação dos passos, né? O que que quer dizer isso, né? Quer dizer que cada passo do dos oito passos é uma etapa de Capacitação. Então concluiu essa etapa, você tá capacitado naquela temática. E cada entrega concreta é uma etapa
do plano de adaptação, né? Então, uma etapa de capacitação e também uma entrega concreta da elaboração do seu plano de adaptação. Ou seja, enquanto o município aprende e desenvolve capacidade, ele já constrói o seu guia. não é a gente fazer um um curso, fazer o desenvolvimento de capacidade e no final a gente elaborar o Plano, não é? Quanto a gente aprende, a gente constrói de maneira coletiva. Bom, e essa aqui será, digamos assim, eu não vou dizer que é novo layout, porque o layout é o mesmo, mas serão as novas funcionalidades, as novas abas que
a gente vai estar disponibilizando h para vocês. Bom, então a gente tem a gente tem aqui a visão geral da iniciativa. Ela parece muito similar, certo? Mas aí a gente tem algumas funcionalidades. Deixa eu só tirar aqui Esse aspecto aqui, tá? E a gente tem aqui o acompanhamento dos programas, isso que é a questão do monitoramento. Então o monitoramento tanto paraa coordenação nacional da estratégia de adaptação nacional de ver como quanto cada um dos estados já a eh progrediram em termos da adesão dos seus planos de trabalho validados pela pelos pontos estaduais com o Ministério
do Meio Ambiente, com quanto, em que nível, em que momento está cada um dos estados no Progresso das trilhas de aprendizagem, certo? E aí, opa, calma aí. E aí a gente vai ter nesse segundo momento abas para cada um dos estados. O que que quer dizer isso? Por exemplo, Ceará vai ter uma aba de diálogo e acompanhamento direto com os 10 municípios eh do do território, né? Então, a partir daí, o Estado, através dos pontos focais vão poder poderão eh eh definir diálogos eh diretos eh eh Dinâmicos com os pontos focais municipais e com os
tutores. poderão fazer articulações, identificação de de potenciais ajustes, de potenciais eh eh oportunidades, né, em termos de de se ao trabalhar com os 10 municípios, como cada cada estado está evoluindo, se tem algum município do estado que está ficando mais para trás, alguns estão desgarrando paraa frente pra gente tentar buscar desenvolver essa iniciativa, essa travessia em blocos, Certo? Então vai ser uma novidade muito interessante para cada um dos estados, OK? Eu trago o exemplo do Acre, tá? O estado aqui também da nossa eh da nossa colega Vitória da do secretariado executiva. Vocês já devem ter
falado em algum momento com ela. Se não falaram, seguramente falarão nos próximos nos próximos dias. Ela tá auxiliando todo o processo de adesão, de articulação da iniciativa. Então aqui no no estado do Acre, no exemplo, a gente vai paraa aba De gestão de municípios e o estado vai conseguir ter essa visão mais macro do progresso dos municípios. Vamos, por exemplo, paraa Brasileia, se já fez a adesão ao município, já 100% validada, né? E o responsável é o seu Genildo ali, no caso, não sei se é o nome fictício ou se de fato é algum algum
colega que já fez a inscrição. Então, a gente vai ter essa visão macro que vai facilitar muito, né, eh, essa visão geral dos estados quanto ao progresso e Engajamento dos municípios. Próxima, próxima funcionalidade aqui a gente vem paraa trilha de aprendizagem eh diretamente. Então, a gente pegou como exemplo o município de Marechal Talumaturgo, também no Acre. Deixa eu ver. Não, onde é que é o Tamaturgo. Pode me ajudar porque não tá o estado e não tô reconhecendo a bandeira. >> É a Acre. >> A Acre mesmo. Tá bem. Então, obrigado aí Pela >> pela elucidação.
Então, o município de Marechal Tuma Turbo vai entrar na trilha de aprendizagem e já vai começar, né, a o seu a sua travessia na no passo a passo. Então vai aqui no caso do exemplo vai passar no passo dois a lente climática, certo? E para cada um desses passos, pessoal, vocês estarão desenvolvendo conhecimentos específicos, habilidades específicas, né, no âmbito do desenvolvimento de capacidades e Atitudes que vão ajudar vocês a entender o conteúdo dessa etapa e conseguirem de fato a transformar esse conteúdo e reflexão com as equipes eh e pontos focais municipais, estaduais e tutores em
num documento mais consolidado. Então vocês vão ter acesso aos webinários para cada um desses passos, né? Vocês vão ter acesso tanto ao conteúdo do guia, a webinários específicos, ao conteúdo eh matrizes e formulários do guia, as videoaulas do do EAD. E para Cada um desses passos, vocês vão estar olhando esse esse passo como concluir passo, o passo concluído. Isso vai dando um sentido de pertencimento, de de resolução de cada uma das etapas que vai nos dando motivação para seguir para os demais passos. De acordo? Também enquanto a conteúdo, não só o conteúdo do guia, a
gente vai transformar esse conteúdo do guia através do preenchimento de matrizes, certo? matrizes formulário. O que que São essas matrizes? Eles ajudam ao município consolidar esse conhecimento em forma sistematizada, compilada, eh, e, e organizada. Então, por exemplo, aqui a gente tá compartilhando uma matriz eh a 1.1 do passo um da governança. Então, aqui a gente destaca, certo? A gente destaca a necessidade da daquele aspecto que eu já falei eh do primeiro passo do guia. quem que deve ser o agente coordenador, né? Quem que é o responsável pelo clima? Quais outras Secretarias deverão ser eh chamadas,
elencadas por pleno sucesso e funcionamento desse dessa etapa? Quais eh quais atividades que a gente deve desenvolver para que eh esses atores sejam de fato chamados, orientados e a gente consiga dar encaminhamentos reais e práticos para cada uma das etapas do guia. né? Quem que é o responsável por chamar? Será em forma de, será em forma de reunião, será em forma de webinários, será em forma de Seminários locais, certo? Então isso tudo deve ser definido, né, eh, através dessas planilhas e, obviamente poderá ser, digamos assim, eh, complementado e ajustado, eh, na sequência pelas equipes, eh,
pontos focais municipais, certo? E você, após isso, você conclui esse passo e passa essas informações pros formulários de preenchimento. Eh, sim, a gente tá eh ofertando todo o conteúdo, todo um passo a passo, toda uma trilha e também os próprios Formulários, né? Então, esses formulários eles estarão disponibilizados de forma online na plataforma redes. Então, isso eh evita e minimiza riscos de extravio de perda de informações, né? independente se a a ocorra troca de profissionais durante o processo da de elaboração da iniciativa. Então a gente vai tá através dos formulários disponibilizando, obviamente que vocês têm total
autonomia de fazer de modificações. Isso aqui é Simplesmente um modelo, mas é um modelo consolidado, um modelo que já deu certo também eh no âmbito do desenvolvimento do programa eh municípios paulistas resilientes no estado de São Paulo, que foi, digamos assim, a a semente para a nacionalização dessa metodologia. Então, esse modelo de de formulários, ele acaba auxiliando bastante aí eh a o a sistematização e consolidação do conteúdo. E após isso, né, nesse nesse fluxo da travessia de cada uma das oito Etapas do guia e da trilha de aprendizagem, vocês terão momentos de perguntas e dúvidas
e também sessões com os tutores. Como é que serão essas essas sessões? poderão ser de maneira sistematizada por município, em grupos de município, em conjunto de dois estados, com os municípios dialogando sobre potenciais eh desafios e oportunidades eh comuns para esses municípios. E isso aí é uma outra etapa, um outro detalhe que deverá ser Articulado em outro momento junto já com os pontos focais, tutores e pontos focais estaduais, certo? Eh, finalizando aqui a minha fala, a gente tem ainda nessa oferta de oferta técnica de diálogo, de trocas, a gente tem ainda seminários e as oficinas
presenciais. Está proposto minimamente duas oficinas eh presenciais por estado. Nós já desenvolvemos a oficina do Rio Grande do Sul, a oficina de São Paulo, a oficina de Alagoas, a Do ano passado, a gente desenvolveu o Encontro Nacional em Minas Gerais, que a gente já fez a primeira eh oficina de de governança, né, com ali com os municípios presentes do estado de Minas, certo? E aqui eu finalizo então a minha fala pessoal eh com algumas mensagens, né? Então assim, dessa fala toda, né? O que que é importante, né? Que o adapta cidades, ele de fato não
é um programa convencional de capacitação, né? Ela é Uma estratégia nacional alinhada a uma política nacional de mudança do clima, ao plano clima da adaptação, a estratégia nacional de adaptação que busca transformar a adaptação climática na capacidade instalada dos territórios, né? E ao fim da jornada, que que a gente espera? Não que a gente só tenha e cada município elabore seu plano, mas que cada município, cada eh equipe municipal consiga eh desenvolva e tenha plenas condições institucionais, técnicas para Implementar esse essas ações aí priorizadas nos seus planos, certo? Então, o que a gente tá falando
é eh de um processo muito bem estruturado paraa construção da resiliência local, conforme a o MMA muito bem pautou no início do diálogo, né? O que está sendo construído não é apenas um conjunto de planos, né? pra gente colocar cheque numa nos quatro cantos do país, colaborativa e enraizada nos territórios. Essa é a Grande mensagem que eu gostaria de passar e e espero que, né, que todos tenhamos sucesso. Seguramente vocês nos verão muitos aí nos próximos nos próximos meses, né? e que temos sucesso aí na elaboração dos nossos planos. Com isso, eu passo a palavra
ao Thiago para dar seguimento. >> Obrigado, Francisco. >> Bom, obrigado pela apresentação, por expor aí todos esses materiais, essas ferramentas. Eh, eu queria então eh Relembrar que nós temos um fórum para dúvidas. Vou pedir aqui para colocar aí no chat mais uma vez que eu sei que foi muita coisa que o Francisco passou, muitas informações. Então, quem tiver alguma pergunta, alguma dúvida específica sobre essas ferramentas, sobre essas apresentações, pedimos para concentrar nesse fórum para que depois a gente possa responder todas essas perguntas e também mandar para vocês eh esses arquivos com a resposta. Também Queria
mais uma vez lembrar que estamos gravando esse webinário e tanto a gravação quanto as apresentações vão ficar disponíveis na plataforma redos. Então, quem ainda não fez a inscrição, pode clicar lá, pode fazer a solicitação da inscrição. E lembramos que esse link pode ser divulgado também pros municípios, para demais pessoas interessadas, que a plataforma deve ser um um novo espaço, uma rede de conexão, de troca de conhecimento, de troca de Aprendizagem. E também lembrando que aqueles estados, né, que o Francisco não mencionou das oficinas, a gente ainda vai ter eh oficinas, vamos ter eventos em todos
os estados. Então não se preocupe que vamos estar presentes aí sim no chegando até vocês em todos os lugares do Brasil. E aí para dar continuidade, então eu gostaria de chamar Damiana, Damiana Maciel do Ministério do Meio Ambiente para poder falar um pouco agora sobre o processo de Adesão, né? como que foi esse processo, quais são essas etapas e aí o que que precisa ainda ser feito paraa formalização do processo junto aos municípios? Colocar aqui rapidinho a apresentação. Tá aparecendo a apresentação, gente? >> Sim, Danielana, >> tá sim. Pode seguir. >> Boa tarde a todos,
mais uma vez, aos que eu não tinha me apresentado ainda. Meu nome é Damiana, sou analista ambiental Do Ministério do Meio Ambiente. Eh, acredito que já tenha falado com boa parte das pessoas que estão aqui, principalmente com os pontos focais dos estados, né, principalmente por meio do e-mail do adapta cidades. Eh, parabenizo a todos os gestores que estão aqui nesse momento, tiraram o momento pra gente discutir um tema tão relevante, tão importante, como tão bem falado pela nossa diretora pelo nosso coordenador e também pelos técnicos da GZ, né? Como Vocês puderam perceber, a iniciativa ela
traz um rol de oportunidades, né, que vai desde o guia do programa EAD, que vocês já podem eh fazer, da trilha de aprendizagem, a presença dos tutores, a plataforma Reds, que vai ser que já está sendo, né, um dos principais meios de comunicação nossa com vocês. Então, eh, dá para perceber a preocupação da iniciativa em fornecer um conjunto de subsídio que será fundamental para subsidiar os municípios na Elaboração dos seus planos municipais de adaptação. E essa adesão, né, dos municípios, principalmente, eu vou focar rapidamente na adesão dos estados e posteriormente na dos municípios. A adesão
do para a adesão dos municípios torna-se fundamental, né, que os estados fizessem também participassem, aderissem à iniciativa. E aí eu aproveito e já respondo a uma pergunta do chat, né, que alguém perguntou como que fazia para o Seu estado. Não vou mencionar o estado aqui, mas como faria para o estado participar. A iniciativa foi aberta a todos os estados e atualmente todos os estados, mais o Distrito Federal fizeram adesão à iniciativa, né, todos os nossos entes. Então, como que se dê essa iniciativa? Aqui eu vou fazer um resumo do processo de adesão tanto do estado
do como do também do município. Eh, ressaltando os principais pontos, aquelas partes mais que não correspondem Diretamente à adesão, eu vou vou deixar para que vocês olhem o termo e vou mencionar a portaria também. Então, vou mencionar aqui os principais pontos, né? A nossa iniciativa, ela está regida, regulamentada principalmente por meio da portaria 1256, como vocês podem ver aí na apresentação, que é principal instrumento, né, que norteia tanto as responsabilidades dos estados, as responsabilidades do Ministério do Meio Ambiente e também as responsabilidades Dos municípios. como que começou essa adesão dos estados, né? Paraa adesão dos
estados, e aí eu pego tanto estado como município também, é de total importância que a gente formalize a adesão por meio do termo de adesão, né? é um documento. Esse documento a gente eh formaliza a adesão, publica no Diário Oficial da União. E aí eu ressalto, trazendo a parte do estado, assim que esse documento ele é de é obrigatório que o estado também eh publique esse Instrumento no seu Diário Oficial, tá? para dar publicidade. Então, é uma das exigências da portaria e eu aproveito para aqueles estados que ainda não fizeram a publicação, que publiquem e
que nos comuniquem para que a gente possa ir alimentando a nossa planilha de monitoramento. Eh, além disso também eh após a adesão dos estados, a gente incluiu os técnicos, né? Uma das responsabilidades, obrigações dos estados é indicar esses técnicos que vão Acompanhar o processo de elaboração e condução do plano de adaptação. Então, eh, a gente incluiu hoje todos os técnicos indicados dos estados já estão na na plataforma Reders. Quem não tiver pode nos comunicar que a gente pode que a gente vai fazer essa vai colocá-los na plataforma. Foi realizado um conjunto de reuniões bilaterais. Essas
reuniões elas são de fundamental importância porque são por meio dessas reuniões que a gente consegue dialogar com os estados e Dirimir as dúvidas e e inquietações, né? Então, a gente já cumpriu eh essa esse rito, né, que é elaborar essas reuniões eh restando apenas um estado pra gente concluir essa etapa. E não é apenas um rito, né, gente? E essas reuniões elas são importantes para que a gente possa dialogar eh as problemáticas que estão sendo encontradas ao longo da iniciativa e para esclarecer e poder contribuir para que a gente tenha um processo mais robusto e
claro para todo mundo. Além Disso, eh, é obrigação também a elaboração do plano de trabalho e apresentação da iniciativa no conselho e para aqueles estados que não tenham o conselho, apresentação no fórum. E a gente ressalta mais uma vez a importância de que vocês, à medida que forem cumprindo esses protocolos, né, que são importantes dentro do processo, que vocês nos comuniquem também para que a gente possa ir alimentando a planilha, porque posteriormente vai estar na Página de vocês na plataforma Reds. Então, eh, brevemente, né, paraa adesão municipal, torna-se fundamental que os estados também e estejam
aderidos à iniciativa. Então, todos os estados, mais o Distrito Federal hoje já aderiram. E aí, com a adesão dos estados, eh, a gente, os estados indicaram os seus municípios, como o Lincoln já falou, acredito que é a nossa diretora também, o estudo paraa escolha desses municípios teve um estudo Técnico, não foi feito de qualquer forma, teve todo um estudo baseado inclusive nos riscos climáticos daquele município e foi elencado, priorizado 10 municípios para caso para os os estados que escolheram municípios e não consórcios, associações. E a partir do momento o estado priorizou esses 10 municípios ou
seus consórcios pertinentes, né? E então o isso eu já tô no fluxo paraa adesão municipal. E aí então o estado reúne essas informações Dos municípios, né? Preenche no formulário Redos, como já foi falado. Então a nossa comunicação vai se dar nessa plataforma e nos encaminham, né, para que a gente possa elaborar a minuta do termo de adesão. E quais são esses documentos? Os documentos, gente, são documentos bem simples, não não é nada complexo assim que é exigido pra formalização do termo de adesão. Documento que a gente precisa e que vocês vão ter que encaminhar para
os Estados, né? Quem ainda não encaminhou é a ficha do CNPJ do ente municipal, né, da instância municipal, o diploma de posse do prefeito ou do representante da associação ou do consórcio, CPF, e-mail da do gestor municipal, eh, e também a indicação dos quatro técnicos que vão acompanhar essa iniciativa. Aí muita muitas eh pessoas perguntam assim: "Ah, mas tem que ser só da Secretaria de Meio Ambiente?" Não, esses quatro técnicos, eh, a gente Inclusive, né, orienta assim que eles sejam eh, das diversas secretarias, principalmente secretarias que tenham correlação com a temática. A gente sabe que
a temática de mudança do clima é uma temática muito transversal, né, que que afeta as diversas áreas. Então não, até mesmo para atender muitas vezes aquela secretaria que tem um quadro de servidores muito pequenos que não dá para tirar que se tirasse quatro técnicos ali para ficar eh em atenção ao Ao plano iria dar um desfalque paraa secretaria. A gente orienta que esses técnicos eles sejam das diversas secretarias, né? Então não necessariamente precisa ser da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, pode ser da Secretaria de Saúde, pode ser da Defesa Civil. Então, a gente pede que
vocês encaminhem e pede também que realmente mandem os quatro técnicos, porque tem alguns municípios que estão eh indicando apenas três técnicos. A Gente pede que que tentem, né, colocar eh esses quatro técnicos, porque é uma exigência também da portaria. Então, como vocês podem observar, a documentação que vocês precisam encaminhar para os estados são informações muito básicas, é os dados do gestor municipal, o a ficha de CNPJ, o ato de diplomação do prefeito, né, ou do representante da associação, o consórcio, mas a indicação dos quatro técnicos não tem assim, não é um, não São informações complexas
que não dê da gente conseguir. E aí, uma vez vocês elencando essas informações, vocês passam para os estados, né, que já aderiram. Cada estado vai coletar essas informações de vocês, vai preencher o formulário na plataforma Reders e vai nos encaminhar. Após a gente receber essas informações, a gente começa a elaboração do documento. É o principal documento que vai formalizar a iniciativa, que é o termo de adesão dos Municípios. a gente elabora a minuta do termo de adesão, encaminha para o ponto focal do estado, encaminha para o ponto focal do município. E aí eu ressalto mais
uma vez que nesse momento que vocês passaram as informações para os estados, vocês já possam indicar a equipe técnica, quando a gente for elaborar o plano que a gente a minuta do termo que a gente for encaminhar para para o gabinete do prefeito, a gente encaminha também para os pontos focais do da Equipe técnica, tanto do estado quanto do município. Uma vez encaminhado para os prefeitos, né, para para os gabinetes, o prefeito vai ter um tempo para analisar esse documento, ver se concorda com tudo, se tá tudo certinho, se faz sentido, se está tudo dentro
dessa portaria que a gente mencionou e faz a devolutiva pra gente, para que a gente possa eh publicar no Diário Oficial da União. Uma vez publicando esse documento, está a formalização de Fato aconteceu. De fato, o município está participando da iniciativa e vai poder fazer uso de todas essas oportunidades que foram mencionadas pelos colegas anteriormente, né? A exemplo do guia, a exemplo da trilha, eh a participar da plataforma redes, que a gente já está incluindo, inclusive. Então assim, a formalização acontece com a publicação no Diário Oficial da União. E para que a gente publique esse
termo, faz-se necessário, a gente pede de vocês Que eh encaminheem essas informações com a maior brevidade possível aos estados e que os estados encaminhem pra gente para que a gente possa elaborar o documento. Aí a questão de prazos, né? Os nossos prazos em relação à adesão dos municípios, eles já se esgotaram, já era para ter sido enviada. Então, a gente já esgotou o prazo, então a gente pede vocês assim a compreensão para que nos encaminhe o mais breve possível essas informações para que a gente possa dar Celeridade na elaboração do termo de adesão para que
vocês possam participar, né, quando chegar o momento da trilha de aprendizagem, o município já esteja de fato com a sua adesão formalizada. Então, ressalto essa importância. Além disso, gente, como eu expliquei para vocês aqui, há um breve resumo das atribuições. São as atribuições principais, né? Aí depois publicou o o município aderiu, está fazendo parte da iniciativa. Vocês têm, assim como os Estados, que apresentar um plano de trabalho. Esse plano de trabalho tem, assim como teve, né? Eh, é uma das perguntas que a gente vem recebendo muito no e-mail do adapta, eh, se a gente vai
disponibilizar um modelo de plano. Sim, vai ter um modelo de plano para os municípios também foi enviado para os estados. O, e a gente vai estar disponibilizando também o modelo de plano, eh, o modelo para vocês, o modelo de plano de trabalho. Então, e aí vocês Vão ter que fazer as adequações, os ajustes de conforme a realidade de cada município, né? Embora a gente tenha nesse modelo, ele não é um modelo taxativo, vocês vão poder fazer as adequações que forem pertinentes a a realidade de vocês. E uma outra eh responsabilidade, digamos assim, atribuição, né, é
realizar a reunião no conselho ou no fórum. Assim como a portaria traz essa exigência para os estados, ela traz também para os Municípios. E é importante, né, que seja feita essa essa reunião para apresentar paraa sociedade, para que a sociedade possa também entrar dentro do processo, porque embora o Lincol, como o Lincol bem falou, os os protagonistas são os municípios, né, que é quem vai elaborar esse documento, mas o documento ele ele é vai virar uma política pública para para os munícipes. Então, é importante que que seja dado publicidade nesse documento para que a população
esteja a Paz. de que está acontecendo essa política, de que está sendo elaborado esse documento dentro do município. E aí falando da eh concluindo essa parte do processo de adesão, né, que eu ressalto mais uma vez, o nosso prazo já se esgotou. Eu preciso, a gente precisa da parceria de vocês, né, dos estados também junto aos seus municípios para que encaminhem esses documentos. Tanto encaminheem quem ainda não encaminhou. Vou mostrar daqui a pouco no mapa como Que está o status da nossa adesão, como aqueles municípios que já receberam, porque a gente tem boas notícias também,
a gente tá com um número muito bom já de municípios que já aderiram a iniciativa, tem municípios que já estão fazenda devolutiva pra gente e que a gente já está trabalhando no processo de adesão, tá? E os que ainda não estão assim tão avançados, a gente ressalta mais uma vez, o prazo esgotou. a gente precisa do apoio de vocês para que a gente dê Continuidade ao processo de adesão dos municípios, que, como eu falei, ele só acontece após a publicação do termo de adesão no Diário Oficial da União. E para que a gente publique no
Diário Oficial da União, a gente precisa que vocês encaminhem as informações para os estados de vocês, para o ponto focal e consequentemente o estado encaminhe pra gente, pra gente elaborar o documento. É, então aqui eu vou dar um pouquinho do status, como que está, né, como que se Encontra o status de adesão municipal por estado atual. E vocês podem também, gente, essa informação é uma informação que foi atualizada ontem, tá? Eh, e ela está dentro da plataforma Redos, vocês podem acompanhar. Tem uma planilha, porque aqui está pintado, né? Mas tem uma planilha que vocês vão
poder eh acompanhar a situação do município dentro do estado, como é que tá meu município. Então, façam uso da plataforma que já está à disposição de Vocês. E atualmente a gente tem um total de 445 municípios, né, com dados enviados pelos estados para manifestação de interesses. Ou seja, 445 municípios já acenaram para o Ministério, né? o Ministério Estado me indicou e eu estou ciente e quero participar da iniciativa. Então isso incluindo também os consórcios, tá? Então, nesse mapa, a gente pode ver um pouco da de como que tá a nossa situação da adesão. Essa, esses
estados que estão eh grifados em Verde, né, pintados em verde, são aqueles estados que já enviaram todas as informações pra gente. A gente analisou e viu que não tem nenhuma pendência, a gente já elaborou o termo e em grande parte a gente até já enviou esses documentos para esses estados. E aí eu ressalto, quem teve algum problema, se o ponto focal ou o ponto focal do município percebeu, ai não recebi ainda, né? Não é para tá acontecendo, mas caso aconteça, a gente pede que vocês entrem Em contato, tá? Porque boa parte assim eh de municípios
isolados, desse total de 445, apenas 16 municípios, a gente ainda não enviou o termo. O restante todo já foi enviado. Então, analisa esses termos e e façam uma devolutiva pra gente, tá? Eh, em amarelo está aqueles estados que eles já enviaram as informações para os estados e os estados enviaram pra gente. Só que tem alguma pendência bem pontual eh que impediu da gente encaminhar, dar continuidade em Todo o processo. Esses em amarelo, só destacar que a maioria desses estados que estão em amarelo são estados que faltam um ou outro município concluir a sua pendência para
que ele mude o status de de amarelo para verde. Só ressaltando que aqueles municípios, né, embora o estado esteja em amarelo, mas aquele município em específico já concluiu todo o seu rito, já enviou as informações pros estados, os estados já enviaram pra gente, a gente já elaborar, elaborou o Termo, a gente tá seguindo o fluxo, tá encaminhando os termos já para para a análise dos prefeitos e em vermelho são os estados assim mais críticos, né, que que ainda não encaminharam as informações pra gente, que a gente aguarda aí o retorno para que que a gente
possa dar continuidade na iniciativa no geral. Então, a gente tá nessa situação, né, com esse quantitativo de municípios, que eu considero eh a quantidade bem Interessante perto do nosso total, 581, né? Então, a gente tem um percentual muito bom, mas eu ressalto, né, gente, não basta o a o termo, a minuta do termo chegar no gabinete do prefeito. Vocês têm que fazer análise e nos dar devolutiva para para que o processo caminhe, né? E assim, espero ter sido clara na nas colocações, ter dirimido as dúvidas de vocês. E se tiver alguma coisa que não foi
sanada, aqui tem os nossos canais que vão estar no final da Apresentação e os canais que vocês também já conhecem, né? Meio do Adapta Cidade, o nosso grupo de WhatsApp que tem os pontos focais. Então, a gente está à disposição de vocês para sanar as dúvidas e a gente conseguir fazer esse processo, um processo robusto, participativo e que seja, né, real e que realmente seja a cara do município, tá? Então, encerro minha fala agradecendo e colocando minha disposição para quaisquer dúvidas que Vocês possam vir a ter. >> Obrigado, Damiana. Bom, já estamos chegando ao final
desse webinário e antes de eu passar a palavra pro Lincoln, para ele poder fazer o encerramento, eu gostaria de lembrar a importância da gente concentrar as dúvidas e as perguntas no fórum da Redos, que como a gente tá com muitas pessoas aqui hoje, lá a gente vai conseguir dar atenção para cada uma delas também. Deixem seu feedback, os Comentários, sugestões, né, que a gente vai estar olhando uma por uma e vai estar respondendo e depois encaminhando essas respostas para todos os aqui presentes. Também lembro que a gravação e as apresentações estarão disponíveis nas redes e
serão divulgadas para todas as pessoas que tiverem já na comunidade, assim como os outros materiais, notícias e demais informações e atualizações sobre a iniciativa. Então, agora sim eu passo a palavra pro Lincol para ele Fazer o nosso encerramento do dia de hoje. >> Obrigado, Thaago. Obrigado Damiana. Obrigado Francisco, pela explanação. Então, acho que tem alguns deveres de casa, né? Eh, o primeiro deles eu acho que é estratégico e extremamente importante, é o processo de adesão dos municípios. E aí convoco aí, clamo aos estados junto aos municípios para nos enviarem ou os que já foram enviados
a assinar. Eh, estamos aí numa maratona de Realização das oficinas estaduais pra gente concluir até junho. Eh, então mais para isso é extremamente importante que os municípios já tenham feito essa sua adesão para que a gente consiga Oi. >> Descompartilha a tela pra gente te ver. >> Ah, eh, a Damiana. Obrigado, Jara. Eh, parar o compartilhamento, por favor, pessoal. Isso. Obrigado. Jçar. Eh, então, como eu falei, o estratégico o processo de adesão dos municípios, a realização das Oficinas estaduais já fizemos em alguns estados, como foi destacado, mas é importante a gente concluir até junho. Mas
para isso é estratégico essa adesão dos municípios. Então, clamo a aos estados, pontos focais para que articule junto aos municípios o envio das informações e para aqueles termos que já foi foram enviados aos municípios. que os gestores municipais aí assinem pra gente dar celeridade à publicação eh no Diário Oficial. Eh, também como dever de Casa e convido a todos a ingressarem na plataforma eh da redes para fazer parte dessa comunidade, matricular-se e iniciar o programa eh eh da ENAP, do EAD, que eu acho que é fundamental, começando pelo curso um, que é o curso básico
para compreensão da temática da mudança do clima. também, como o Thago destacou, e o fórum vai estar disponível nesse webinário até o dia 24/04, onde você pode eh eh enviar sua pergunta, suas dúvidas, tá? E eu acho que agora Para encerrar, eh, eu gostaria de fazer um agradecimento mais uma vez a presença de todos, o engajamento eh neste webinário. Eh, iniciamos hoje mais do que uma agenda de trabalho, é de fato uma construção de uma trajetória coletiva, eh, para fortalecer essa capacidade toda nos municípios diante desse desafio que é a emergência climática. Eu não tenho
dúvida que saímos desse encontro hoje com uma mensagem muito clara que a adaptação Precisa estar na gestão pública, na prática da gestão pública. E ela não pode ser vista de algo distante ou secundário. Ela tem que ser como uma prioridade, porque ela faz parte de uma agenda transversal. Ela precisa orientar as decisões, ela precisa apoiar o planejamento e fortalecer essas capacidades municipais para proteger a população, reduzir suas vulnerabilidades e, claro, construir um desenvolvimento mais seguro, resiliente e justo. E a Iniciativa a data cidades, como eu destaquei na minha fala inicial, ela parte desse compromisso do
federalismo climático, da cooperação federativa, com fortalecimento dessas capacidades locais, com o uso de todo esse arcabolso de informação em evidência para qualificar as decisões e a valorização do papel estratégico dos municípios e estados nessa implementação da agenda climática. Eh, a gente sabe, sabemos que os desafios são grandes, diversos e Territorialmente desiguais, mas também sabemos que nenhuma transformação consistente acontece de uma forma isolada. E é por isso que esse processo foi concebido com um espaço de apoio, de articulação e de construção conjunta. O sucesso dessa iniciativa, não tenho dúvidas, só dependerá em grande parte aí do
compromisso institucional, da participação ativa de cada um de vocês, das equipes e da capacidade de transformar esse esforço em uma ação Concreta e se tornarmos referência mundial no na no combate à mudança do clima. que esta essa seja, portanto, um ponto de partida, uma mobilização, um alinhamento e o fortalecimento dessa agenda que já não pode ser mais adiada, né? Esperamos que cada município siga essa jornada com um propósito, com abertura para o aprendizado e a disposição de incorporar todo esse desafio nas suas políticas, nos seus planos e nas suas decisões. Em nome do MMA, dos
parceiros da GZ, quero deixar o nosso agradecimento a todos os gestores, gestoras, equipe técnicas, pontos focais estaduais, instituições parceiras que estão fazendo parte dessa construção, dessa locomotiva que está eh em caminhando nos seus tribos. Eh, contamos com vocês para transformar essa agenda em uma prática cada vez mais concreta, estruturada e efetiva. Eh, eu antes de terminar já quero fazer um convite, né, para vocês para o próximo webinário que Vai ocorrer no dia 29/04, no mesmo horário às 14 horas, e que vai tratar exatamente de uma um ponto extremamente estratégico importante, que é como estabelecer uma
governança eficaz para um plano local de adaptação. Então, coloquem na agenda. a nossa equipe vai enviar o convite para vocês, o Save Dedes, mas é importante vocês já deixarem eh a confirmada a participação nesse webinário que é extremamente importante. Então, seguimos com essa Convicção de que fortalecer a adaptação à mudança do clima é fortalecer eh a proteção da população, a resiliência dos territórios e a qualidade da gestão pública. Muito obrigado. Um excelente trabalho a todos nós e cont e pode contar conosco nessa caminhada. Muito obrigado e abraço a todos.