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006.Narrativas Compartilhadas - Roberto Samuel entrevista Elisete Martins e Marcello Marra - Parte 6

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Roberto Samuel Sanches
Ô ô ô ô turma, o futuro [Música]. O certo é: eu vivo bem, porque assim eu tô bem. Eu tô assim feliz.
Eu acho que a gente vem pra esse mundo pra ser feliz. Primeiro, devem aprender bastante coisa, mas é uma das missões mais difíceis: é ser feliz. Certa e assim.
Em que bom que eu sou filho. Comece a juntar. Sistema vai fazer com que eu conheço.
Eu tinha 17 quando ele tinha 14; a gente se conheceu, né? E de lá pra cá, de 83, 84, a 81, é moto contínuo. Então, a gente precisa dar mais, mas há quem teime entender quanto ao Enem.
Então, na época, aqui é dia estadual. Neodi, ontem, por exemplo, dia de aula da manhã às dez da noite. Olha onde cantou, no teatro tanto.
Ficou intenso. Tem dia que a produção do diretor com o cenário, trabalhando, produzindo, criando e recomendando. Eu, em reunião, reunião, reunião, porque vai começar uma produção.
Então, a gente tem muito. É tudo mesmo ao mesmo tempo, né? Ele sempre esteve; essa formação foi muito criticada e começa por puro ter essa questão.
Não tem que ser uma coisa só. Estava ali porque o tempo é uma coisa só. Você adora, você é a diretora, você é o produtor; a gente faz tudo, mas consegue fazer e faz bem.
Não é porque eu tenho que ser uma coisa só. Depois eu descobri que outras pessoas também faziam isso, na hora pra fazer uma coisa só. Se ele também faz, ele também consegue realizar tudo isso.
É bom em tudo que faz. Então eu não vou trilhar por aí. Se eu quiser dirigir e atuar, vou fazer isso.
Hoje mesmo, dirigir, produzir e atuar, treinar o pessoal. Até indicavam: faça o canal, aberto, serviço à bela família. Que a gente não vai fazer, quantos outros, o fado?
Nem no trabalho, dessa forma. Então, é que isso só cresceu nas coisas. Então hoje cantamos.
Apresentadas estão com esses estádios. Então, talvez 2005. Em 2005, então, com 14 anos, recordo que a transição até 14.
Outra coisa é: hoje vocês estão mais ou menos com 90, 11. Que isso é certo. E eu comia.
Eu sou. . .
demorou muito pra conseguir. No ânus não demorou a repor. Os três primeiros anos não foram críticos.
E até a gente tem que acreditar muito. A parte pedagógica é muito forte, porque a gente vinha de escolas e capacitava muito bem o professor. Nós tivemos essa sorte.
Daí o que ocorre? Só que nós não éramos assim. A gente não tinha política empreendedora.
Essa parte desse conhecimento empreendedor, então nós tivemos que pesquisar. É Sebrae, fazer cursos. Tinha.
. . e que era 31 de dezembro, estava fazendo um curso de como empreender.
E a gente teve que mudar. Eu, pelo menos, eu tive assim: uma coisa é eu ser professora, e outra coisa é eu empreender uma escola. Então eu tive que me boe de conhecimento, que não tinha informação, né?
E hoje em dia é muito importante essa formação empreendedora, justamente para você conseguir embasar a própria arte, pra sobreviver, né? Que a economia cultural, é meu tipo, economia criativa, é que o Senac está com um trabalho muito legal sobre isso. E assim só que levou um tempo.
Levou. . .
assim, eu não vou falar por mim; comece, eu já fui mais rápido, né? Mas eu levei, acho que uns bons sete anos pra poder, assim, absorver esse conhecimento e mudar minha postura. Então, na parte empreendedora, e foi importante essa mudança para poder abraçar tudo isso [Música].
Então, hoje, pra vocês, estão de certa maneira, já vivendo dias de trabalho aqui, né? Mas isso demorou um bom tempo de correspondência Enem. Então, por isso, e se desvincular se lá fora demorou bastante.
É preciso perguntar se vocês são felizes. A gente dá muita risada; nossos alunos não só na nossa mesa de sinuca. Rasgou assim: “Eu sou muito ciumenta com os alunos”.
É meu, né? Mas eu xingo, eu brigo, certo? Mas ninguém xinga, ninguém briga, só eu, né?
Então brinco com eles. Mas assim, você tem que ter jogo de cintura. Então, é assim: muito humor, é muito humor, e saber bem o seu papel do outro, e respeitar 70 vagas.
E assim, num momento difícil de toda essa trajetória, mostro um significativo. Cada um pensar nele. Ninguém.
. . outros!
Paixão. Acho um momento difícil foi assim, três anos depois que estava, que 34 anos antes, acho que foi assim. .
. a quadrilha desistiu. Às vezes paga ou mesmo dá porque não tava virando.
Tá vendo aquele momento que tá quase chegando lá? Era destino na internet. Quase realmente abandonou a ideia.
E parte dos professores lá. E depois que conseguiu, funcionais, deu tudo certo. Na dinâmica, persistiu.
Nossa persistência valeu muito a pena, mas foi um momento bem difícil. Eu acho que posso citar um, pra mim, um momento muito importante: o aumento de ontem à noite. Ontem à noite teve uma aula muito importante na volta às aulas, na próxima, de todos os anos, são presentes na e muito envolvidos emocionalmente.
O projeto com. . .
no final, tudo pra frente, chorando, se emocionando com o que foi apresentado. É conseguir um estágio que. .
. não, o que fala? Por uma catarse.
Catarse, site que é necessária. Uma leitura. Ela é comum nessas novas músicas do projeto.
As pessoas se envolveram na forma e alunos de 14 anos, 15 e 16, a idade que tinha quando começou com todas as dificuldades, com todos os ensinar. E assim, diz com suporte que a gente não teve. Vamos ver se, a princípio, a gente não tinha nada.
Começou num caminho, na luta sozinha, fazendo Natal. Aqui usamos, tem essa possibilidade de ter uma escola, de ter um lugar onde etapas. Trocar, vamos dar pra construir de uma forma que são hoje melhores que.
. . A gente foi na.
. . conseguem ter ficado mais fácil pra mim.
Foi só esses dois – é, o realmente o mais difícil foi primorosa. Tava eu, mas célula. A gente tá literalmente, estava sozinho, né?
E a gente aqui nessa sala de TV, e agora a gente vai ter que ceder. O vai ou racha é, foi aí uma dificuldade muito grande. Para a economia, tá aprendendo muito.
Eu estava pesado até que a gente vinha sentindo no amparado, né? E a gente pega, engole, respira e fala: "Não vamos dar mais uma chance. " Então, esse momento foi difícil, foi muito importante, certo?
Porque daí quanta coisa aconteceu. Acreditar, e vamos acreditar mais uma vez no nosso trabalho, na nossa que a gente pode promover. E assim, acho que é um momento assim.
. . ontem foi emocionante, mas teve um momento em que os alunos, assim, eu sou uma pessoa muito difícil de demonstrar que estou emocionada, né?
E não estava apresentando aniversário da ilha e eu. . .
tá, o aniversário de mídia assim. . .
foi a primeira peça de teatro que eu fiz na minha vida, e eu estava contando para o público uma apresentação bem rápida, que foi, assim, fosse a primeira era maior que guardava no coração. Então minha mãe assistiu até, assim, aniversário da ilha na TV, na Rede Tupi. O acervo foi queimado, conhecido que teve.
Então, quando eu cresci ouvindo a história que minha mãe contava, aí quando a gente se conheceu, ah, vamos escrever pra criança, é um aniversário da família, baseada no Monteiro Lobato, nela, no Sítio do Picapau Amarelo. E assim, como é que eu apresentei a Universal da Ilha pela primeira vez? Foi assim, a professora de um trabalho dele, a professora de português, né?
É devido à classe em grupos, e eu era assim o patinho feio, caí no grupo dos patinhos feios. Não colocasse. .
. ninguém queria fazer teatro com a gente. Eu dei essa conta, a história das meninas, nem todo mundo, né?
E a gente escreveu, a gente apresentou para a professora, foi escolhida a peça pra, assim, finalizar a festa do Dia das Mães. Daí todo mundo queria fazer teatro com a gente, né? Faz a peça da Iof.
No dia da apresentação, estava muito nervosa, porque eu nunca tinha tido um público tão grande e eu não conseguia fazer o laço da análise, né? Teve uma menina de 17 anos: "Posso te ajudar? " Era filha da professora de educação artística, Mônica Minelli.
Tem a mania Minelli de falar, que ligam me acalmando, assim, né? Tá, aqui a gente encontra e fala: "Eu sou madrinha. " Pedindo muita risada com isso.
E daí, nossa, ela teve toda a trajetória dela, ainda uma menina, Linné, e uma criança, né? E eu sabia que também teria uma trajetória, com 7, que aquele momento era muito importante e eu podia fazer aquilo que os alunos emocionados, nem deu pra. .
. naquele momento, contando. Então, pra mim é muito, é importante esse momento pra mim, aniversário da N, né?
E a gente apresentou em junho com as crianças, foi muito legal. Eu fui Burro Falante. Bom, queria agradecer, 62, e parabenizá-los.
A Coréia, história muito, dinheiro da história de vida de vocês. E agradecer, o que é. .
. vocês são grandes educadores. E, principalmente, não.
. . a minha percepção é essa desde o começo.
É, vocês. . .
um mundo, pois não perceber, mas desde o começo do trabalho de vocês já tinha essa relação preocupada quando se aperta a educação, a formação das pessoas. E é muito bonita, que agora vocês acabaram de falar naquilo que vocês estão agora, os alunos de vocês, na mesma situação de quando vocês começaram. Então, como é bonito ver vocês realmente e já conseguiram atingir o objetivo primeiro do excelente.
Então, o que é? O que a dupla de vocês deixaram claro, né? O que é essa beleza, essa magia.
Então, eu queria dizer exatamente isso: muito obrigado por vocês serem. . .
trilhados minha estrada. Me feito a primeira coisa que vocês já ensinaram, continua ensinando. É uma delícia ver daqui esse espaço e que vocês, né, sonharam e colocar um novo sonho, leh, na realização naquela Ilha Sombra.
Então, isso, essa realização, parabéns por esse espaço, por esses alunos, por essa história maravilhosa. Vocês colocam um pouquinho dela que, mas só podemos agradecer nós, a comunidade sorocabana. Vocês ficarão aqui na textura suave, espaço aqui, estão.
. . estão tocando muita gente e fazendo.
. . já é do universo que esse maravilhamento que o teatro pode ocasionar.
Então, muito obrigado por tudo. A impunidade, é, obrigado a Cimpor, é terrível. Você, tem esse nosso professor, não é?
Que ele foi, assim, um pontapé inicial, é muito importante. Lembro perfeitamente da primeira aula, não serviu pra mim. Acho que o Marcelo também não vai negar isso, né?
Então, é assim, a gente é muito grata por tudo que você passou pra gente, pelas apostilas que concedeu. Algumas a gente ainda tem 11 vitórias, certo? E por vocês, e tentei escolher a gente pra, assim, trilhar, continuar esse trabalho dado do doutorado, não sei.
Então, quem fala, é a Mary, que espero merecer. É só um obrigado pela amizade que eu estou sempre junto com a gente na usina. Talvez não tanto quanto você queria estar presente na João Portão, mas sempre, sempre presente.
Nem tanto que a gente fez nossa. . .
nossa referência na van com artistas, com produtores. Sempre teve essa grande diferença. É.
. . nossa vida mudou, e vocês pra mim sobre.
. . publicado, e abre, ajuda a cuidar de tudo isso aqui.
Foi maravilhosa.
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